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1 Plano de Protecção à Criança do CENTRO DE EDUCAÇÃO DELTA CULTURA (CEDC) (Fonte e adaptado do Concelho Executivo das Nações Unidas de 15 de Setembro de 2012) INTRODUÇÃO: Este documento é o Plano de Protecção à Criança do, CENTRO DE EDUCAÇÃO DELTA CULTURA (CEDC), que será seguido por todos os membros da organização e promovidos por aqueles em posição de liderança dentro da organização. Objectivo da Organização A organização não realiza actividades com as crianças na ausência dos pais/encarregados de educação, mas tem a oportunidade de observar o bem-estar dos jovens/crianças dentro de seu ambiente familiar. Os pais/encarregados de educação continuam a ser responsáveis pelo bem-estar de seus filhos durante todo o trabalho realizado pela organização. 1. Finalidade do plano O objectivo do plano de protecção das crianças do CEDC é de promover, proteger e fortalecer os direitos da criança no que refere ao abuso, negligência, exploração e violência que foi expresso na convenção das Nações Unidas sobre o direito das crianças e outros direitos humanos, tratamento humanitário e leis nacionais. 2. Objectivos do plano Os principais objectivos são: (a) Garantir que o CEDC oferece às crianças protecção, segurança, e um ambiente estimulante e saudável; (b) Assegurar a todas as crianças do CEDC uma rica experiência educacional para reforçar as suas confianças e auto-estima e melhorar a sua saúde física e mental; (c) Assegurar que todos os funcionários do CEDC, monitores, e treinadores respondem adequadamente às tarefas de protecção da criança; 3. Definição As crianças aqui são definidas como pessoas jovens abaixo dos 16 anos de idade, mas também todos os outros participantes serão contemplados pelo referido plano. O CEDC não faz qualquer distinção entre raça, cor, religião, género, habilidade ou desabilidade; Todas são crianças e a todas devem ser dadas iguais oportunidades, livre de opressão e abuso racial ou classe. 1

2 As crianças são todas elas dotadas dos direitos adquiridos dos pais e do Estado, da Declaração dos Direitos das Crianças e das Leis aplicadas em Cabo Verde: 1. Todas as crianças devem ser protegidas da violência doméstica. 2. Todas as crianças são iguais e têm os mesmos direitos, não importa sua cor, raça, sexo, religião, origem social ou nacionalidade. 3. Todas as crianças devem ser protegidas pela família, pela sociedade e pelo Estado, para que possam se desenvolver fisicamente e intelectualmente. 4. Todas as crianças têm direito a uma nacionalidade. 5. Todas as crianças têm direito a alimentação e ao atendimento médico, antes e depois do seu nascimento. Esse direito também se aplica à sua mãe. 6. As crianças portadoras de necessidades especiais, físicas ou mentais, têm o direito a educação e cuidados especiais. 7. Todas as crianças têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade. 8. Todas as crianças têm direito à educação gratuita e ao lazer Todas as crianças têm direito de ser socorridas em primeiro lugar em caso de acidentes ou catástrofes. 11. Todas as crianças devem ser protegidas contra o abandono e a exploração no trabalho. 12. Todas as crianças têm o direito de crescer em ambiente de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos. 13. Todas as crianças têm o direito de viver saudavelmente. 14. Todas as crianças têm direito de ter um nome. 15. Todas as crianças têm direitos ao estudo e lazer. 4. Aplicação do Plano A aplicação desse plano de protecção das crianças aplica-se no período antes, durante e depois das actividades do CEDC e todos os esforços serão feitos para que o plano afete positivamente o comportamento das crianças e adultos no contexto social. O CEDC cumprirá o seu compromisso de salvaguardar as crianças nas seguintes questões: (a) Consciência: Assegurar que todos os funcionários, monitores e treinadores do CEDC e outros estão cientes dos problemas de abuso e riscos das crianças; (b) Prevenção: Assegurar, através da consciencialização e de boas práticas, que os funcionários, monitores e treinadores do CEDC minimizem os riscos para as crianças; (c) Relatórios: Assegurar que todo o staff e outros saibam de forma clara quais as medidas a serem tomadas quando surgem preocupações em relação à protecção das crianças; Todo o staff fica incumbido de comunicar e encaminhar qualquer preocupação que se considera importante ao comité para sua análise e dar então um parecer final sobre o assunto. (d) Resposta: Assegurar que as medidas são tomadas para garantir e proteger as crianças quando são levantadas questões relacionados a possíveis abusos; 2

3 Como forma de assegurar que as normas de relatório e respostas acima mencionadas são cumpridas, o CEDC irá: (a) Dar atenção séria e imediata a qualquer questão levantada sobre o abuso das crianças; (b) Dar passos positivos em relação à garantia da protecção das crianças que são sujeitos de qualquer preocupação; (c) Apoiar as crianças, funcionários do CEDC, estagiários, técnicos e instrutores ou outros adultos que levantam preocupações ou estão sujeitos a preocupações; (d) Actuar de forma imediata e efectiva na indagação ou cooperação com quaisquer investigações; (e) Respeitar os princípios dos interesses primordiais das crianças e a suas práticas de protecção; (f) Ouvir e considerar pertinentes as visões e desejos das crianças. 5. Código de Conduta O objectivo do código de conduta é de dar força às crianças envolvendo e discutindo com elas os seus direitos e também quais as condutas aceitáveis e inaceitáveis que as mesmas devem e podem responder na presença de qualquer problema levantada em discussões. Os seguintes princípios fundamentais devem ser considerações primordiais nos trabalhos do CEDC com as crianças: (a) As crianças devem estar livres para aprender e desenvolver de uma maneira apropriada sem tratamento com medidas punitivas e exclusão por falta de conhecimento; (b) Às crianças devem ser-lhes dada oportunidades a participar em actividades do CEDC independentemente da raça, cor, religião, género, habilidade ou desabilidade; (c) As crianças devem estar livres para expressar, aprender e desenvolver elas mesmas, na maneira que acharem melhor para elas; (d) As crianças devem estar livres de gozo físico ou verbal também de outras crianças antes, durante e depois das actividades do CEDC não só por parte dos adultos mas também por parte dos seus colegas; (e) As crianças devem ser tratadas como seres humanas numa etapa de desenvolvimento em que suas protecções são a prioridade máxima durante todas as actividades do CEDC; (f) As crianças devem ser dotadas de oportunidades para expressar as suas opiniões sobre tarefas que são importantes para eles, não só sobre o CEDC, mas também sobre qualquer assunto que acharem importante; (g) As crianças devem experimentar a promoção contínua do fair-play; (h) As crianças devem ser bem formadas e informadas sobre as questões do HIV/Sida; (i) Qualquer coisa dita pelas crianças aos funcionários, monitores e treinadores do CEDC será tratado de forma confidencial, ao menos que a informação constitui um risco significante para a criança ou outras crianças ou até mesmo para a comunidade; (j) Todos os funcionários, monitores, treinadores e participantes do CEDC sejam elas crianças ou adultos devem cumprir com essas regras definidas neste plano; 3

4 É importante para todos os funcionários, monitores, e treinadores do CEDC e outros em contacto com as crianças: (a) Estar a par das situações que possam apresentar riscos para as crianças; (b) Planear e organizar os seus trabalhos e lugares de trabalho para minimizar os riscos; (c) Estar visível o máximo possível no trabalho com as crianças; (d) Assegurar uma cultura aberta para encorajar sobre quaisquer tarefas e questões a serem discutidas; (e) Assegurar que o senso de responsabilidade exista entre os funcionários, monitores e treinadores do CEDC de forma que as práticas negativas e suspeitas de comportamentos abusivos não passem despercebidos; (f) Encorajar as crianças que dos seus contactos com os empregados, monitores e treinadores do CEDC podem fazer qualquer pergunta; (g) Encorajar as crianças a discutirem entre eles seus direitos e também o que é aceitável e inaceitável e o que podem fazer quando há um problema; Em geral é inapropriado para os funcionários, monitores e treinadores do CEDC o seguinte: (a) Gastar muito tempo sozinho com uma criança longe das outras crianças; (b) Tomar as crianças das suas casas, sem que nenhum adulto estiver presente; Funcionários, monitores e treinadores do CEDC nunca devem: (a) Ferir ou de outra forma abusar fisicamente as crianças; (b) Desenvolver relações físicas ou sexuais com crianças; (c) Desenvolver relações com crianças sobre as quais podem em qualquer dos casos ser de exploração ou de abuso; (d) Agir de forma que possa abusar ou possa pôr a criança num lugar de risco de abuso; Funcionários, monitores e treinadores devem evitar acções ou comportamentos que podem ser constituídas de práticas negativas ou potencialmente actos abusivos, por exemplo eles nunca devem: (a) Usar linguagens, fazer sugestões ou dar conselhos que são inapropriados, ofensivos ou abusivos: (b) Comportar fisicamente de forma inapropriada ou sexualmente provocativa; (c) Ter crianças com quem eles trabalham, em suas casas à noite sem autorização ou supervisão; (d) Dormir no mesmo quarto ou na mesma cama com crianças que os mesmos trabalham; (e) Fazer coisas para as crianças de natureza pessoal que as crianças podem fazer elas mesmas; (f) Compactuar ou participar em comportamento e/ou brincadeiras de crianças que é considerado ilegal, sem segurança ou abusiva; (g) Agir com intenção de envergonhar, humilhar, e causar medo nas crianças; (h) Perpetuar qualquer forma de abuso emocional; (i) Discriminar contra ou mostrar tratamento diferenciado ou favorecer uma criança em particular, em exclusão de outras crianças; 4

5 6. Procedimentos e respostas Comité da Protecção à criança A segurança e o bem-estar das crianças permanecem como sendo a chave prioritária nas actividades do CEDC. O CEDC é empenhado em proteger as crianças de qualquer forma de abuso ou suspeita de abuso. Qualquer ocorrência de abuso de uma criança deve ser relatado e respondido. No mesmo sentido, se algum familiar, pai, mãe ou jovem/criança tem alguma preocupação sobre a conduta de qualquer membro da organização, esta deve ser levantada, em primeira instância com os Membros do Comité: Estela Amarília Cabral Coreia Marisa ; Fernando Lopes Tavares Néné ; Gilson Celestino Borges Lopes da Costa Gilson ; Lidando com queixas A investigação e resposta dos casos ou queixas serão da responsabilidade do comité disciplinar do CEDC com mandato e com autoridades de: (a) Receber e efectuar investigações confidenciais sobre qualquer reclamação sobre possíveis violações deste ou outro regulamento do CEDC; (b) Apontar as crianças às instituições onde podem receber tratamentos e ajudas; (c) Submeter relatórios confidenciais com recomendações para acções apropriadas para o comité disciplinar do CEDC. (d) Aconselhar e dar assistência às crianças afectadas em tais casos; (e) Identificar e manter contacto com outros grupos relevantes e especialistas em direitos das crianças; (f) Organizar discussões periódicas e workshops com crianças e pais para melhorar o entendimento pessoal e cumprimento para com os direitos das crianças; (g) Proteger crianças vulneráveis no CEDC; (h) Assegurar que os direitos das crianças vulneráveis estão protegidos; (i) Preparar e assessorar dados respeitante a quaisquer crianças abusadas no CEDC; (j) Envolver outros parceiros da Delta Cultura Cabo Verde (DCCV) nas medidas do plano de protecção das crianças; (k) Organizar treinos de workshops em habilidades parentais; (l) Promover o conhecimento da comunidade sobre a protecção e os direitos das crianças. Reconhece-se que uma criança pode procurar-lhe para compartilhar informações sobre abuso ou negligência, ou falar espontaneamente, individualmente ou em grupos quando você está presente. Nessas situações, você deve: (a) Ouvir com atenção a criança. NÃO questionar diretamente a criança. (b) Dar à criança tempo e atenção. (c) Permitir que a criança testemunhe espontaneamente; não interromper uma criança que está relembrando livremente eventos significativos. (d) Fazer um registo preciso da informação que lhe foi dada tendo o cuidado de registar o momento e lugar do acontecimento e pessoas presentes, a apresentação da criança, assim como também o que foi dito. Não jogar isso fora, pois mais tarde servirá como prova. (e) Usar palavras da própria criança sempre que possível. 5

6 (f) Explicar que você não pode prometer que não vai falar com os outros sobre as informações que eles compartilham. (g) Ressegurar à criança que: - Você está feliz com o seu testemunho; - Ele não fez nada de errado; - Medidas vão ser aplicadas em seguida. (h) Explicar que você precisará de ajuda para manter a criança segura. (i) Não pedir à criança para repetir o seu testemunho sobre o acontecimento a ninguém. Consultoria sobre a sua preocupação O objectivo da consulta é discutir as suas preocupações em relação a uma criança e decidir que ação é necessária. Você pode estar preocupado com uma criança que não tem falado com você, por causa de suas observações, ou por causa de informações sobre essa criança. É uma boa prática perguntar a uma criança por que é que eles estão chateados ou como um corte ou machucado foi causado, ou responder a uma criança querendo falar com você. Esta prática pode ajudar a esclarecer as preocupações vagas e resultar em ação apropriada. Se você está preocupado com uma criança, você deve compartilhar essas preocupações. Inicialmente você deve falar com uma das pessoas designadas como responsáveis pela protecção da criança dentro de sua organização. Se uma dessas pessoas está implicada nas suas preocupações então você deve discutir suas preocupações diretamente com os Serviços Sociais. Você deve consultar externamente com o seu Departamento de Serviços Social local, nas seguintes circunstâncias: (a) Quando você permanece incerto após consulta interna para saber se existem ou não preocupações sobre a protecção da criança (b) Quando há discordância sobre se as preocupações de protecção da criança existem (c) Quando você é incapaz de consultar prontamente com o seu contacto interno designado para a protecção da criança (d) Quando as preocupações dizem respeito a qualquer membro da comissão organizadora. Consulta não é o mesmo que fazer um encaminhamento, mas permite uma tomada de decisão no intuito de saber se um encaminhamento para os Serviços Sociais ou para a Polícia deve progredir. Fazendo um encaminhamento Um encaminhamento envolve fornecer aos Serviços Sociais ou à Policia informações sobre as preocupações relativas a um indivíduo ou família para que os inquéritos possam ser realizados pelo órgão competente, seguido de qualquer ação necessária. Em certos casos, o nível de preocupação levará diretamente para um encaminhamento sem que a consulta externa seja necessária. No entanto, a incapacidade de informar os pais, por qualquer motivo que seja, não deve impedir um encaminhamento que está sendo feito. Seria, então, tornar uma decisão conjunta com os Serviços Sociais sobre como e quando os pais devem ser abordados e por quem. 6

7 Se sua preocupação é sobre o abuso ou risco de abuso por parte de alguém desconhecido da criança ou da família da criança, você deve fazer um encaminhamento por telefone directamente à Polícia e consultar os pais. Se a sua preocupação é sobre o abuso ou o risco de abuso por parte de um membro da família ou de alguém conhecido pela criança, você deve fazer um encaminhamento por telefone ao seu departamento de serviços sociais locais. Informações necessárias Esteja preparado para dar o máximo de informações possível (em situações de emergência todas essas informações podem não estar disponíveis). Indisponibilidade de algumas informações não deve impedi-lo de fazer um encaminhamento. (a) Seu nome, número de telefone, cargo e pedir o mesmo da pessoa a quem você está falando. (b) Nome e endereço completo, número de telefone da família, a data de nascimento da criança e irmãos. (c) Género, nacionalidade, língua materna, quaisquer necessidades especiais. (d) Os nomes, datas de nascimento e o relacionamento com os membros da família e quaisquer outras pessoas significativas. (e) Os nomes dos profissionais conhecidos por estarem envolvidos com a criança/família. (f) A natureza da preocupação, e sua argumentação. (g) Uma opinião sobre se a criança pode precisar de medidas urgentes para torná-la segura. (h) A sua visão sobre o que parece ser as necessidades da criança e da família. (i) Se o consentimento de um dos pais com responsabilidade parental tenha sido dado para o encaminhamento a ser feito. Ação a ser tomada após o encaminhamento: (a) Certifique-se de que você mantenha um registo preciso da(s) sua(s) preocupação(s) feita no momento. (b) Coloque as suas preocupações por escrito ao Serviço Social após o encaminhamento (dentro de 48 horas). (c) Registar com precisão a ação ou que nenhuma outra ação será tomada e as razões para esta decisão. Confidencialidade A organização deve assegurar que todos os registos feitos em relação a um encaminhamento devem ser mantidos de forma confidencial e em um lugar seguro. Informações em relação às preocupações de proteção à criança devem ser partilhadas em uma pasta "precisa-se saber". No entanto, a partilha de informação é vital para a protecção da criança e, portanto, a questão da confidencialidade é secundária à necessidade de protecção de uma criança. 7. Revisões do plano O plano de protecção das crianças do CEDC será revisto de ano em ano ou sempre que se verificar necessário. 7 Em caso de dúvidas, contacte

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