UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ FRANCISCA ADRIANA BARRETO GERENCIAMENTO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM EM CENTRO CIRÚRGICO: PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ FRANCISCA ADRIANA BARRETO GERENCIAMENTO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM EM CENTRO CIRÚRGICO: PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS FORTALEZA- CEARÁ 2012

2 FRANCISCA ADRIANA BARRETO GERENCIAMENTO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM EM CENTRO CIRÚRGICO: PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado Acadêmico em Cuidados Clínicos em Saúde do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Estadual do Ceará, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre. Área de concentração: Enfermagem Orientadora: Profª Dra. Lucilane Maria da Silva Sales Linha de Pesquisa: Políticas e Gestão para a Prática Clínica em Enfermagem e Saúde FORTALEZA CEARÁ

3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação Universidade Estadual do Ceará Biblioteca Central Prof. Antônio Martins Filho B273g Barreto, Francisca Adriana Gerenciamento do cuidado de enfermagem em centro cirúrgico: percepção dos enfermeiros / Francisca Adriana Barreto f. : il. color., enc. ; 30 cm. Dissertação (Mestrado) Universidade Estadual do Ceará, Centro de Ciências da Saúde, Curso de Mestrado Acadêmico em Cuidados Clínicos Saúde, Fortaleza, Área de concentração: Enfermagem Orientação: Profª. Drª. Lucilane Maria da Silva Sales 1. Enfermagem de centro cirúrgico. 2. Gerência. 3. Cuidado de enfermagem. I. Título. CDD:610.73

4 2012 FRANCISCA ADRIANA BARRETO GERENCIAMENTO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM EM CENTRO CIRÚRGICO: PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado Acadêmico em Cuidados Clínicos em Saúde do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Estadual do Ceará, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre. Área de concentração: Enfermagem Linha de Pesquisa: Políticas e Gestão para a Prática Clínica em Enfermagem e Saúde Aprovada em: / / BANCA EXAMINADORA Profª Dra. Lucilane Maria da Silva Sales (Orientadora) Universidade Estadual do Ceará Profª Dra. Joselany Áfio Caetano Universidade Federal do Ceará Profª Dra. Maria Vilani Cavalcante Guedes Universidade Estadual do Ceará Prof a Dra. Ana Virgínia de Melo Fialho Universidade Estadual do Ceará

5 Ao meu amado filho Davi, cujo sorriso é um estímulo para estudar, escrever, dedicar-me e vencer. Ao meu esposo Sérgio, cuja companhia foi imprescindível para a vitória desta etapa da minha vida.

6 AGRADECIMENTOS A Deus, por ter ouvido minhas preces e ter me dado serenidade para persistir lutando; por me fazer capaz de realizar o feito desta pesquisa com êxito. Aos meus pais, sem os quais nada do que eu já conquistei teria sido possível. Aos meus amados irmãos, que fazem a minha vida ter mais cor e sentido. Ao Sérgio Moreira Guimarães que foi companheiro fiel nas horas de estudo, apoiando, incentivando, criticando, crescendo junto comigo nesta empreitada. Foi compreensivo nas noites que não teve minha companhia; nas muitas vezes que teve que abrir mãos de suas atividades para ficar com nosso filho para eu poder receber orientações, pelo amor dedicado. À minha orientadora Lucilane Sales, pelo empenho e pela compreensão ao orientar uma mãe de primeira viagem. À professora Vilaní Guedes que foi incentivadora e crítica, na medida exata, chamando-me sempre à razão. À minha querida comadre Maria de Lourdes Soares Matos, pelo companheirismo, pela cumplicidade e amizade dedicada a tantos anos, o que me incentivou a ser melhor como pessoa e profissional. A Janieiry Lima, batalhadora, estudiosa, um espelho com certeza, na escolha do curso, no incentivo para os estudos, pelas várias conversas que me fizeram amadurecer profissionalmente. Aos meus colegas de trabalho, cuja colaboração foi imprescindível para o vencimento desta etapa. Aos professores e colaboradores do Curso de Mestrado Acadêmico em Cuidados Clínicos em Saúde, da Universidade Estadual do Ceará. Às secretárias do Curso de Mestrado Acadêmico em Cuidados Clínicos em Saúde, da Universidade Estadual do Ceará, Luciana e Selma, sempre solícitas e ágeis nos assuntos acadêmicos. À Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, mãe, incentivadora, companheira e acolhedora; em especial ao Campus Avançado Maria Elisa de Albuquerque Maia CAMEAM, de Pau dos Ferros RN, na pessoa do seu diretor Gilton Sampaio. Aos meus amigos, que de uma forma ou de outra estiveram presentes durante este meu período de afastamento, no entanto nunca deixaram me sentir sozinha.

7 ...E nunca considerem seu estudo como uma obrigação, mas sim como uma oportunidade invejável de aprender, sobre a influência libertadora da beleza no domínio do espírito, para seu prazer pessoal e para o proveito da comunidade a qual pertencerá o seu trabalho futuro. Albert Einstein

8 RESUMO A enfermagem é compreendida como uma prática social com vários campos de atuação, dentre estes, cita-se o Centro Cirúrgico como setor de alta concentração da prática técnica e científica, no qual o enfermeiro coordena e gerencia todo o processo de cuidar a ser desenvolvido no contexto da instituição hospitalar, inclusive no perioperatório. Diante das considerações, questionou-se: como o enfermeiro percebe o processo de gerenciar e cuidar no contexto do Centro Cirúrgico? Os objetivos da pesquisa foram: Averiguar a percepção dos enfermeiros sobre os processos de gerenciar e cuidar em Centro Cirúrgico; Analisar as práticas do enfermeiro, no âmbito do gerenciamento do cuidado em Centro Cirúrgico. O estudo é uma pesquisa exploratória e analítica, com abordagem qualitativa. Foi realizado em centros cirúrgicos de quatro hospitais. Participaram da pesquisa nove enfermeiros, lotados nos Centro Cirúrgico desses hospitais. A coleta de dados foi realizada nos meses de julho e agosto de 2011, por meio de entrevistas semiestruturadas, compostas de seis questões, as quais foram realizadas nos hospitais, em local reservado. Além de observação assistemática realizada durante uma semana em cada estabelecimento hospitalar. Para a análise dos dados, utilizou-se a análise de conteúdo de Bardin. A pesquisa foi submetida ao Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual do Ceará, obtendo parecer favorável em maio de 2011, sob número Foram encontradas nos relatos dos enfermeiros cinco categorias de análise: Atuação da enfermagem no cenário do Centro Cirúrgico que descreve os sentimentos e as formas como o enfermeiro atuava no espaço do Centro Cirúrgico; Percepção dos enfermeiros sobre o processo gerencial no Centro Cirúrgico: nela as enfermeiras descrevem sobre sua rotina de trabalho nos quatro hospitais regionais pesquisados e suas ações, no âmbito da gerência no CC. Essas ações estão relacionadas à organização, ao abastecimento e à coordenação do setor, de pessoal, à manutenção de aspectos físicos de estrutura e equipamentos; Percepção dos enfermeiros sobre o cuidado de enfermagem no Centro Cirúrgico, nesta categoria, sobressaíram descrições sobre as ações voltadas ao cuidado do paciente referiam-se à realização de orientações sobre o perioperatório, além dos procedimentos privativos do enfermeiro, como cateterismos e admissão do paciente; Gerenciamento do cuidado de enfermagem no Centro Cirúrgico que na prática do CC, diz respeito às ações principalmente voltadas para a Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória, através do processo de enfermagem de prescrição de cuidados, coordenação das intervenções realizadas, avaliação do serviço prestado, e realização de procedimentos privativos do enfermeiro. Dificuldades e facilidades da enfermagem no cotidiano de trabalho em um Centro Cirúrgico, que traz como principais dificuldades a equipe de enfermagem pequena, falta de vagas, equipamentos e materiais, e como facilitadores, o fato de gostar do que se faz, ser um setor fechado e o entrosamento da equipe. Dessa forma, concluímos que os enfermeiros realizam a gerência do setor como prioritária em detrimento do gerenciamento do cuidado, o que muitas vezes o mantém distanciado do manejo com o paciente e seus familiares. Palavras-chave: Enfermagem de Centro Cirúrgico. Gerência. Cuidado de Enfermagem

9 ABSTRCT Nursing is understood as a social practice with several areas of action, among them we mention the Surgical Center as a sector of high concentration of technical and scientific practice, in which the nurse coordinates and manages all the care process to be developed in the context of the hospital institution, including perioperative. Given the considerations, we questioned: how nurses understand the management and care processes in the context of the Surgical Center? The research objectives were: to assess the nurses' perception on the management and care processes in the Surgical Center; and analyze the nursing practices in the care management context in the Surgical Center. The study consisted of an analytical exploratory research with qualitative approach. It was carried out in surgical centers of four hospitals. The participants were nine nurses working in the Surgical Center of these hospitals. Data collection happened from July to August 2011, through semi-structured interviews, consisting of six questions, which were performed in a private area of the hospitals; besides systematic observation carried out during one week in each hospital establishment. For data analysis we used the Bardin's content analysis technique. The research was submitted to the Research Ethics Committee of the State University of Ceará, being approved in May 2011 with protocol number Five categories of analysis were found in nurses' reports: Nursing performance in the context of the Surgical Center, it describes the feelings and how the nurse was acting within the Surgical Center; Nurses' perception on the management process in the Surgical Center, where the nurses describe their work routine in the four regional hospitals surveyed and their actions in the management context in Surgical Center. These actions are related to the organization, supply, sector and personnel coordination, maintenance of the physical structure and equipment; Nurses' Perception on the nursing care in the Surgical Center, in this category we verified descriptions of the actions related to patient care, regarding the implementation of guidelines on perioperative, besides the private nursing procedures, such as catheterizations and patient admission; Management of nursing care at the Surgical Center, in the Surgical Center practice, it concerns especially the actions seeking the systematization of perioperative nursing care, through the nursing process of care prescription, coordination of interventions, assessment of service offered, and implementation of private nursing procedures. Nursing facilities and difficulties in the daily work in a Surgical Center, it presents as main difficulties the small nursing staff, lack of space, equipment and materials, and as facilitators, the fact they like what they do, being a closed sector and the team integration. Thus, we conclude that nurses perform the sector management as a priority over the care management, which often keeps them distant from handling the patient and his family. Key words: Operating Room Nursing.Management. Nursing Care

10 RESUMEN Enfermería se entiende como una práctica social con una serie de campos, entre ellos el Centro de Cirugía, sector de alta concentración de la práctica técnica y científica, en que el enfermero coordina y gestiona todo el proceso de atención que se desarrollan en contexto del hospital, incluyendo el período perioperatorio. Así, se preguntó: cómo los enfermeros perciben el proceso de administrar y cuidar en el contexto del Centro de Quirófano? Los objetivos de la investigación fueron: investigar las percepciones de los enfermeros acerca de los procesos de gestión y atención en el Centro Quirúrgico, analizar las prácticas de los enfermeros, bajo la dirección de la atención en el Centro Quirúrgico. El estudio es exploratorio y analítico, con enfoque cualitativo. Se llevó a cabo en los quirófanos de cuatro hospitales. Los participantes fueron nueve enfermeros del Centro de Cirugía de los hospitales. La recolección de datos se llevó a cabo entre julio y agosto de 2011, a través de entrevistas semi-estructuradas, con seis preguntas, que fueron realizadas en los hospitales, en área privada. Además de la observación sistemática llevada a cabo durante una semana en cada hospital. Para el análisis de datos, se utilizó el análisis de contenido de Bardin. El estudio fue presentado al Comité de Ética en Investigación de la Universidad Estadual del Ceará, aprovaba en mayo de 2011, con el número Hubo informes de los enfermeros en cinco categorías de análisis: Actuación de enfermería en el contexto del Centro Quirúrgico que describe los sentimientos y las formas en que el enfermero estaba actuando en el Centro Quirúrgico; Percepción de los enfermeros sobre el proceso de gestión en el Centro Quirúrgico: los enfermeros describieron el trabajo de rutina en los cuatro hospitales regionales encuestados y las acciones bajo administración en el Centro Quirúrgico. Estas acciones están relacionadas con la organización, el suministro y la coordinación del sector, el personal, el mantenimiento de la estructura física y equipamiento; Percepción de los enfermeros sobre la atención de enfermería en el Centro de Cirugía de esta categoría, las descripciones de aspectos más destacados de las iniciativas destinadas a atención de los pacientes estaban relacionados con la aplicación de directrices sobre perioperatoria y los procedimientos de enfermería privadas, como la cateterización y la admisión del paciente; Gestión de cuidados de enfermería en el Centro de Cirugía en la práctica, particularmente con respecto a las acciones destinadas a SAEP, a través del proceso de prescripción de atención, coordinación de las intervenciones, evaluación del servicio, y procedimientos de aplicación de la enfermería privada. Las dificultades y los centros de enfermería en el trabajo diario en un centro quirúrgico, que tiene como principales dificultades el pequeño personal de enfermería, además de la falta de espacio, equipos y materiales, y facilitadores, como el hecho de lo que haces, por ser un sector cerrado y trabajo en equipo. Por lo tanto, los enfermeros realizan la gestión del sector como prioridad en la gestión de la atención, que a menudo lo mantiene alejado de la manipulación del paciente y su familia. Palabras clave: Enfermeria de Quirófano. Gerencia. Atención de Enfermería

11 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária CE - Ceará CC Centro Cirúrgico CAMEAM Campus Avançado Maria Elisa de Albuquerque Maia CMACCLIS Curso de Mestrado Acadêmico em Cuidados Clínicos CRES - Coordenadoria Regional de Saúde COFEn Conselho Federal de Enfermagem DATASUS - Banco de dados do Sistema Único de Saúde HCCA Hospital Regional Cleodon Carlos de Andrade HMABH - Hospital Municipal Dr. Argeu Braga Herbster HMAGR - Hospital Municipal Abelardo Gadelha da Rocha HRTM - Hospital Regional Dr. Tarcísio Maia MS Ministério da Saúde PO Pós-operatório RN Rio Grande do Norte SAE - Sistematização da Assistência da Enfermagem SAEP Sistematização da Assistência da Enfermagem Perioperatória SESAP-RN Secretaria de Estado de Saúde Pública do RN SUS Sistema Único de Saúde TCLE Termo de Consentimento Livre e Esclarecido TGA Teoria Geral da Administração URPA - Unidade de Recuperação Pós-anestésica

12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Cuidar e gerenciar da Enfermagem em Centro Cirúrgico METODOLOGIA Tipo de pesquisa Cenários da pesquisa Caracterização dos hospitais Participantes do estudo Técnica de coleta dos dados Análise dos dados Aspectos éticos RESULTADOS Apresentação dos protagonistas da pesquisa Apresentação dos resultados da análise de conteúdo Categoria 1 - A atuação da enfermagem no cenário do Centro Cirúrgico.. Categoria 2 - Percepção dos enfermeiros sobre o processo gerencial no centro cirúrgico Categoria 3 - Percepção dos enfermeiros sobre o cuidado de enfermagem no centro cirúrgico Categoria 4 - Gerenciamento do cuidado de enfermagem no Centro Cirúrgico Categoria 5 - Dificuldades e Facilidades da Enfermagem no cotidiano do gerenciamento do cuidado em um Centro Cirúrgico CONSIDERAÇÕES FINAIS A Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP) como possibilidade de ação no âmbito da gerência do cuidado de enfermagem no CC REFERÊNCIAS APÊNDICES ANEXOS... 77

13 INTRODUÇÃO A enfermagem é compreendida como uma prática social com vários campos de atuação. É responsável por organizar e prestar cuidados assistenciais a partir da identificação de necessidades de saúde de pessoas, grupos e/ou comunidades, em um leque de condições de saúde e de doença, em diferentes ambientes. Dentre estes o Centro Cirúrgico (CC), que de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) é a unidade hospitalar composta por várias áreas interligadas entre si, destinadas ao desenvolvimento de atividades cirúrgicas, bem como à recuperação pósanestésica e pós-operatória imediata (Brasil, 2002). É um setor de alta concentração da prática técnica e científica, desta categoria principalmente, quando o enfermeiro atua na gerência do cuidado. Historicamente, o trabalho do enfermeiro, neste setor hospitalar, nasceu para atender às necessidades da equipe cirúrgica, isto é, organizar uma unidade em que fossem realizadas as cirurgias, bem como o preparo de materiais e equipamentos indispensáveis ao procedimento cirúrgico, além de orientar estudantes da área de enfermagem. O enfermeiro assumiu, entre a década de 1960 e 1970, a prática no CC para fiscalizar o serviço de enfermagem, no sentido de verificar o cumprimento adequado das técnicas, desde então esta função vem crescendo e tomando novos rumos (STUMM; MAÇALAI; KIRCHNER, 2006; GRITTEM, 2007). Hoje, a função do enfermeiro no CC, segundo Fonseca (2008) e Grittem (2007), tem se tornado cada vez mais complexa, à medida que abrange distintas atividades, dentre estas quatro se destacam: gerencial, do cuidado, ensino e pesquisa. Na função do cuidado, o enfermeiro dispõe de uma metodologia de trabalho com aporte científico, denominada sistematização da assistência de enfermagem, a qual servirá para articular as demais práticas de trabalho desenvolvidas neste ambiente. A função gerencial do enfermeiro refere-se às atividades de planejamento, organização, liderança e avaliação. O ensino é considerado como fator motivador para o aperfeiçoamento e atualização do

14 profissional, ao passo que a pesquisa possibilita que a profissão se firme cada vez mais como ciência (FONSECA, 2008). A participação do enfermeiro no CC tem merecido atenção por envolver especificidades e articulações indispensáveis à gerência do cuidado a pacientes com necessidades complexas, que requerem conhecimento científico, manejo tecnológico e humanização extensiva a familiares, pelo impacto que o risco cirúrgico propicia. Conforme Shimbo, Lacerda e Labronici (2008), as competências gerenciais dos enfermeiros, inclusive no CC, podem se apresentar de duas formas: a do setor e do cuidado. A primeira se refere a um cargo centrado na unidade hospitalar, na qual a função do enfermeiro não se atém aos cuidados diretos. Consiste na otimização de recursos e fornecimento de condições de trabalho à equipe multiprofissional no intuito de fazer com que os objetivos institucionais sejam alcançados. A segunda, o gerenciamento do cuidado, corresponde às ações diretas desenvolvidas para o paciente através da sistematização de enfermagem, a qual se consolida na prática do cuidado e direciona o trabalho do enfermeiro para coletar dados, identificar diagnósticos, selecionar intervenções e avaliar os resultados advindos dos cuidados implementados. Na perspectiva de organização e sistematização da assistência de enfermagem no CC, segundo Fonseca (2008), tem sido proposto, desde 1985, a Sistematização de Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP) com o objetivo de promover assistência integral, continuada, participativa, individualizada, documentada e avaliada. Esta assistência deve ter fundamentação científica, a fim de promover identidade ao trabalho do enfermeiro. Gomes (2009) corrobora essa ideia, referindo que na área da saúde, o desconhecimento ou não da implementação de uma sistemática assistencial, favorece que os procedimentos sejam realizados na base do improviso, muitas vezes não considerando os aspectos subjetivos da própria condição de ser humano, seja dos profissionais ou dos clientes.

15 Ao sistematizar a assistência, o enfermeiro garante a responsabilidade junto ao cliente, uma vez que o planejamento, como uma das etapas da sistematização, permite diagnosticar necessidades, garante a prescrição adequada dos cuidados, orienta a supervisão do desempenho do pessoal, a avaliação dos resultados e da qualidade da assistência (FONSECA, 2008). A gerência do cuidado pode ser considerada como a principal dimensão do trabalho do enfermeiro em seu cotidiano. No entanto, embora sejam elementos distintos que a enfermagem utiliza para efetivar o cuidado ao paciente, devem coexistir e correlacionarem de tal maneira como se fossem um. O distanciamento entre as concepções de gerenciamento do cuidar, preconizado pelos estudiosos do tema, e o praticado pelos enfermeiros em CC despertou meu interesse, o qual vem sendo reforçado na medida em que foram observadas algumas atitudes de enfermeiros de CC que demonstraram a distância da essência do cuidar, o excesso de preocupação com as rotinas e atividades burocráticas. Enquanto docente do Departamento de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, atuando na disciplina Enfermagem no processo saúde doença do adulto, a qual tinha como campo de prática hospitalar o Centro Cirúrgico, me aproximei da realidade do trabalho dos enfermeiros desse setor. Na ocasião, foi possível visualizar fragilidades e potencialidades das ações de enfermagem na área. Percebi que o enfermeiro do CC era responsável também pela organização e assistência de pacientes de outros setores do hospital, incluindo a pediatria e a central de materiais. Isso dificultava e impossibilitava a realização de um trabalho que contemplasse efetivamente a gerencia e o cuidado e, além disso, os afastava do contato com os pacientes e familiares. Dentre as potencialidades, menciono a estabilidade empregatícia, pois os enfermeiros tinham vínculo de funcionários públicos estaduais; a autonomia para a resolução de problemas; e uma equipe de enfermagem constituída.

16 Essa situação cotidiana mereceu atenção, pois o referido hospital era campo de formação para os futuros enfermeiros e por este ser referência para a região do Alto Oeste Potiguar, depreendeu-se, conforme Shimbo, Lacerda e Labronici (2008), que a compreensão da função do enfermeiro representa um aspecto essencial para o desenvolvimento da prática de enfermagem, assunto de relevância dentro dos vários cenários da saúde. Essa realidade não ocorre apenas no cotidiano do CC do referido campo de práticas, pois, consoante Fonseca (2008), a prática exercida pelos enfermeiros no CC está voltada para o aspecto administrativo e coerente com os objetivos institucionais. Essa dicotomia em parte pode ser devido ao desconhecimento das instituições acerca da importância do cuidado direto e atuação do enfermeiro na atenção ao paciente cirúrgico no perioperatório, o que se reflete no distanciamento entre as ações de cuidado e de gerência. Outro fator que tem influenciado sobremaneira o processo de trabalho na enfermagem em todas as áreas e, especificamente, no CC, e que colabora para uma demanda maior de tempo de trabalho administrativo, é a Teoria Geral da Administração (TGA), especialmente, a denominada Teoria Clássica da Administração, que tem como representantes o taylorismo e o fayolismo. (CHIAVENATO, 2011; ERMEL; FRACOLLI, 2003). Suas características fundamentais são a divisão do trabalho; a autoridade e a responsabilidade; a disciplina; a unidade de comando; a unidade de direção; de subordinação de interesse particular ao geral; a remuneração do pessoal; centralização; hierarquia; equidade; ordem (um lugar para cada coisa, cada coisa em seu lugar); estrutura rigidamente hierarquizada, estática e limitada; e a preocupação com a divisão dos órgãos integrantes da organização. Corroborando com este ponto de vista, Mattos e Pires (2006), dizem que a enfermagem constitui um corpo profissional com alto grau de autonomia em relação a direção. Gerencia o cotidiano dos setores e possui uma linha de mando vertical formalizada e legitimada, nos moldes taylorista-fordista. Na área administrativa, é regida por normas e rotinas, sendo bem estruturada.

17 Afirmam ainda que o enfermeiro gerencia o trabalho da equipe com base no cumprimento de normas, rotinas e tarefas, reproduzindo aquilo que os outros profissionais e a instituição esperam, deixando de priorizar as necessidades dos pacientes e gerando descontentamento e desmotivação nos trabalhadores de enfermagem. (MATTOS; PIRES, 2006) Estes fatores apenas demonstram o que Lima (2001) explicita: que o trabalho do enfermeiro é muito esfacelado na prática hospitalar, principalmente no que diz respeito ao gerenciar e ao cuidar, complementa que essa fragmentação tem sido sempre colocada como algo insuperável, como se fossem processos excludentes, ou seja, a prática administrativa é sempre colocada em oposição ao exercício do cuidado direto ao paciente, vistos ambos como irreconciliáveis e não como partes integrantes do mesmo processo de trabalho. O fato de o enfermeiro atuar, essencialmente, ou quase exclusivamente, no gerenciamento do setor, afasta-o do cuidado com o paciente, seja este direto e/ou indireto, mantendo com ele pouco ou nenhum contato durante o perioperatório. No entanto, todo o cuidado não pode sob hipótese alguma ser delegado nas mãos dos trabalhadores de nível médio, em respeito à Lei do Exercício Profissional de Enfermagem, Lei Nº 7498/86 - Art. 11 (BRASIL, 1986). O enfermeiro deve se aproximar cada vez mais deste processo e realizá-lo através do gerenciamento do cuidado. A atuação na área de gerenciamento do cuidado em enfermagem tem sido meu cotidiano profisional, assim, tenho procurado estudar questões que se relacionam à essa área, principalmente no que tange aos significados que o enfermeiro imprimiu a seu fazer e a observação de sua prática e utilizarei como referenciais os estudos de gerenciamento do cuidado, gerencia e cuidado em centro cirúrgico, dentre os quais: Gomes (2009); Azzolin (2007); Fonseca (2008); Grittem (2007); Christovam e Porto (2008). Diante das considerações, questionou-se: como o enfermeiro percebe o processo de gerência do cuidado, no contexto do Centro Cirúrgico?

18 Esse problema é relevante, pois em cenários de prática que o enfermeiro apresenta dificuldades em compreender a função gerencia do cuidado, a exemplo do CC, implica no comprometimento da qualidade da assistência prestada. Por outro lado, quando o enfermeiro consegue discernir sua função, havendo equilíbrio entre as diversas áreas, isto o aproxima do que é preconizado como o trabalho do enfermeiro. É nesta direção, e em sintonia com estes desafios que se delimitou como objeto desse estudo a percepção dos enfermeiros sobre o gerenciar e o cuidar em Centro Cirúrgico, visto serem alguns dos elementos definidores da prática nessa área. Dessa forma, o conhecimento produzido a partir desta pesquisa contribui para uma definição ampliada da prática do enfermeiro no CC, aduzindo discussões sobre o direcionamento desta, além de esclarecimentos acerca das competências e da função do enfermeiro neste setor. Colabora, também, no âmbito do ensino de enfermagem na área, haja visto que os estudos sobre o tema Gerência do cuidado em CC, são escassos, conformando-se como mais um referencial.

19 2 OBJETIVOS - Averiguar a percepção dos enfermeiros sobre os processos de gerenciar e cuidar em Centro Cirúrgico; - Analisar as práticas do enfermeiro, no âmbito do gerenciamento do cuidado em Centro Cirúrgico.

20 3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Cuidar e gerenciar da Enfermagem em Centro Cirúrgico O Centro Cirúrgico é uma unidade fechada, de risco, repleta de normas e rotinas, sendo reconhecido como um setor que envolve alta tecnologia. A complexidade da unidade exige do enfermeiro, além de conhecimento científico, responsabilidade, habilidade técnica, estabilidade emocional, aliados ao conhecimento de relações humanas, favorecendo à administração de conflitos, para tanto o enfermeiro deve utilizar instrumentos de trabalho para acompanhar os avanços tecnológicos no setor saúde (SANTOS; BERESIN, 2009; STUMM; MAÇALAI; KIRCHNER, 2006). O papel do enfermeiro no Centro Cirúrgico, tem se tornado cada vez mais complexo na medida em que necessita realizar o gerenciamento do cuidado. Além da preocupação constante com a humanização do cuidado, são várias as dificuldades enfrentadas pelos enfermeiros frente à utilização da SAEP, isto gera um conflito entre o que deveria ser feito e o que ele tem condições de fazer. (FONSECA, 2008) Andrade e Vieira (2005) enfatizam que é nítido o conflito existente para os enfermeiros: o desejo de prestar assistência direta ao paciente e as reais cobranças das instituições (atividades administrativas). Complementam que isto se deve à dificuldade em gerenciar, principalmente, gerenciar a assistência, visto que não foram devidamente preparados para tal, e sim para prestar assistência direta sem planejamento, ou gerenciar/administrar unidades hospitalares. Assim, a organização das práticas e das atividades e o seu adequado registro contribuem para o estabelecimento formal da função do enfermeiro, pois estes são os meios que o enfermeiro dispõe para aplicar seus conhecimentos científicos, técnicos e humanos para a assistência, além de caracterizar a prática profissional (GRITTEM, 2007).

21 O enfermeiro cuidador tem como objeto de trabalho o cuidado individual e coletivo (SANNA, 2007). No centro cirúrgico, é aquele designado para desenvolver procedimentos vinculados direta e indiretamente aos cuidados do paciente cirúrgico e sendo a enfermagem ciência e prática que se faz a partir do reconhecimento de que o ser humano demanda cuidados de natureza física, psicológica, social e espiritual, o enfermeiro deve sistematizar a assistência, baseada nestas demandas. A atuação ideal do enfermeiro do CC inicia-se na visita pré-operatória ao paciente, perpassando pela admissão no Centro Cirúrgico (CC), pelo cuidado na sala de operação, acompanhamento de alta da sala de operação, encaminhamento para a recuperação pós-anestésica, e finda com a alta do paciente com a visita pós-operatória. Reforçando a importância e necessidade de se planejar a assistência de enfermagem, a Resolução COFEN nº 358/2009, art. 2º, afirma que a implementação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) deve ocorrer em toda instituição da saúde, pública e privada, e incumbe o enfermeiro da liderança do processo de enfermagem, cabendo-lhe, privativamente, o diagnóstico e a prescrição de intervenções (COFEN, 2009). O cuidar, no cotidiano do trabalho da enfermagem, pode ser organizado de diversas formas. Destaca-se a aplicação do processo de enfermagem, considerado na área uma metodologia científica de desenvolvimento do trabalho do enfermeiro, que consiste em observação, levantamento de dados, planejamento, implementação, evolução, avaliação e promove interação entre pacientes e trabalhadores da enfermagem. Já o processo gerenciar tem como foco organizar a assistência e proporcionar a qualificação do pessoal de enfermagem por meio de educação continuada. Os meios/instrumentos são: recursos físicos, financeiros, materiais e saberes administrativos que utilizam ferramentas específicas para serem operacionalizados. Esses instrumentos/ferramentas específicas compreendem o planejamento, a coordenação, a direção e o controle (THOFEHRN; LEOPARDI, 2006; PEREZ; CIAMPONE, 2006).

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