ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO NOS CASOS DE DISFUNÇÃO PROFISSIONAL RESUMO

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1 ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO NOS CASOS DE DISFUNÇÃO PROFISSIONAL RESUMO Relatório Final de Estágio Supervisionado, que teve por objetivo descrever uma experiência de estágio vivenciada na área de Psicologia Organizacional e do Trabalho, realizado em órgão Público do Estado de Pernambuco, em Unidade voltada para a gestão de pessoas. A principal atividade realizada foi a de Atendimento e Acompanhamento Psicológico de Servidores em Casos de Disfunção Profissional. Para dar suporte teórico às atividades, foram usados, basicamente, os fundamentos da Orientação Profissional e do Aconselhamento Psicológico, além de estudos e discussões acerca das principais demandas trabalhadas. As principais questões encontradas com relação à Disfunção Profissional durante a prática estiveram relacionadas ao alcoolismo, a depressão, ao estresse e ao relacionamento interpessoal. A atividade de acompanhamento consistiu, essencialmente, em atender as pessoas que estavam apresentando um desempenho deficiente no local de trabalho, para oferecer o apoio necessário à readaptação às rotinas de trabalho e, dependendo da complexidade dos casos surgidos, fazer orientações no sentido de encaminhar os demandantes para acompanhamento psiquiátrico e/ou psicológico da própria instituição, ou, até mesmo, para tratamento/internamento em clínicas especializadas. Para promover a integração entre teoria e prática, a estagiária foi supervisionada por profissional habilitado na área e orientada na Universidade por professor com conhecimentos técnicos sobre o campo de atuação do Psicólogo Organizacional e do Trabalho. O objetivo desta experiência foi proporcionar a oportunidade de se aplicar as competências profissionais do psicólogo na prática cotidiana de uma organização, na perspectiva de uma melhor formação. Palavras chave: Psicologia; Disfunção profissional; Acompanhamento.

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO NOS CASOS DE DISFUNÇÃO PROFISSIONAL MARIA CECÍLIA SOUTO MAIOR DA FONSÊCA Relatório Final de Estágio Supervisionado Relatório de estágio supervisionado, elaborado pela aluna Maria Cecília Souto Maior da Fonseca, sob orientação do Prof. José Teotonho de Barros Padilha, apresentado ao colegiado para conclusão do Curso de Psicologia.

3 1. INTRODUÇÃO As definições da Psicologia têm variado ao longo dos anos e são reflexo da linha teórica escolhida por seus autores. Muchinsky (2004, p.2) a define como um estudo científico do pensamento e do comportamento. A partir desse conceito, é imperioso destacar que Psicologia passou a ser vista como ciência apenas no final do século XIX, quando Wilhelm Wundt criou o primeiro Laboratório de Experimentos em Psicofisiologia, na Alemanha. Desde então, esta ciência foi se distanciando de idéias abstratas e espiritualistas, fortalecendo seu vínculo com princípios e métodos científicos. A Psicologia científica parece ter se consolidado apoiada nos fundamentos de três escolas em especial, quais sejam: Associacionismo, Estruturalismo e Funcionalismo. Com o seu desenvolvimento, surgiram novas teorias que deram um novo rumo à Psicologia e dentre essas, as mais importantes são: Behaviorismo, Gestalt e Psicanálise (Bock, 2002). Os profissionais da área de Psicologia, ao que nos parece, possuem uma atuação muito especializada, de modo que precisam desenvolver e aplicar, da melhor forma, uma intervenção no processo psicológico do homem, para que este possa enfrentar, com possibilidade de sucesso, as dificuldades encontradas. Os conhecimentos adquiridos por meio de pesquisas científicas contribuem para uma correta e efetiva atuação dos psicólogos. Mas é a partir das informações obtidas no contato com o seu cliente, que o psicólogo decidirá de que forma procederá sua intervenção, podendo esta se dar, por exemplo, através de uma terapia, de um treinamento, orientação de grupo ou até mesmo uma intervenção institucional, sempre visando a melhoria da saúde e bem-estar daquele que está recebendo o seu serviço. A Psicologia pode ser subdividida em diversas especializações, e dentre essas, a área que reúne o maior número de psicólogos é a psicologia clínica. Mas é imprescindível ressaltar que a Psicologia deve ser vista como um todo, podendo ser aplicada em diversos espaços. Interessante o entendimento de Bock (2002, p. 159): Estamos querendo dizer, com isso, que não há uma Psicologia Clínica, outra Escolar, e ainda outra Organizacional, mas há uma Psicologia, como corpo de conhecimento científico, que é aplicada a processos

4 individuais ou a relações entre pessoas, nas escolas, nas indústrias e nas clínicas, assim como em hospitais, presídios, orfanatos, ambulatórios, centros de saúde etc. Como a área de atuação do psicólogo pode ser muito ampla, vamos deter nossos relatos à inserção do homem no ambiente de trabalho e o estudo da Psicologia acerca deste tema. Passemos a uma breve explanação sobre a Psicologia Organizacional e do Trabalho. A Psicologia Organizacional, segundo Spector (2004), surgiu diante da necessidade de se estudar o homem e suas relações dentro das organizações; há uma preocupação maior com o indivíduo do que havia na Psicologia Industrial. Compreender o comportamento humano e aumentar a satisfação do trabalhador no ambiente laboral aparecem como principais objetivos dessa área de estudo da Psicologia. Em sua atuação, o psicólogo organizacional parece envolver o uso de princípios psicológicos para resolver problemas (como, por exemplo, o estresse e um desempenho deficiente) que interferem na capacidade produtiva, mas não fazem um atendimento clínico, embora possam e até devam recomendá-lo. A fim de expressar com mais detalhes a atuação do psicólogo organizacional, segue o pensamento de Spector (2004, p.05): Os psicólogos organizacionais não lidam diretamente com os problemas emocionais ou pessoais do funcionário. Essa atividade pertence ao domínio da psicologia clínica. Entretanto, um psicólogo organizacional pode recomendar a contratação de um psicólogo clínico para auxiliá-lo em problemas como o de alcoolismo. A expansão da Psicologia Organizacional e seu processo de desenvolvimento aconteceram a partir de 1913, conforme evolução relatada por Spector (2004): Quadro 01: Linha do tempo com os principais acontecimentos da Psicologia Organizacional: Quadro 01. LINHA DO TEMPO COM OS PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS DA PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL 1913 É publicado o primeiro compêndio de psicologia organizacional 1917 São desenvolvidos os testes psicológicos para admissão de funcionários 1921 O primeiro Ph.D. de psicologia organizacional é concedido 1921 A Psychological Corporation é fundada

5 1924 São iniciados os estudos de Hawthorne 1939 Inicia a Segunda Guerra Mundial 1964 A lei que protege os direitos civis é aprovada nos Estados Unidos 1970 A APA (Associação Americana de Psicologia) aceita o nome da Divisão de Psicologia Industrial e Organizacional 1991 A lei que favorece os americanos com invalidez é aprovada nos Estados Unidos From: Spector (2004) O progresso da história da Psicologia Organizacional mostrou a preocupação em trazer melhores condições de trabalho para os funcionários. De tal modo, percebe-se que a Psicologia Organizacional surge no ambiente de trabalho visando fortalecer as relações humanas que ali se estabelecem; atua na compreensão dos comportamentos apresentados, buscando proporcionar o bem-estar para os trabalhadores (tanto físico como emocional), dentro das organizações. Os estudos de Spector (2004) mostram que as principais atividades dos psicólogos organizacionais parecem estar relacionadas à: análise de tarefas e sua condução, objetivando solucionar a demanda organizacional; realização de pesquisas; planejamento e execução de programas voltados à seleção, treinamento avaliação de desempenho de funcionários; implementação de mudanças organizacionais. Uma visão mais recente nos mostra que a Psicologia Organizacional possui um vínculo com as atividades administrativas de uma empresa e suas metas podem extrapolar a visão tradicional de adequação dos indivíduos ao ambiente de trabalho. Nesse sentido, o pensamento de Zanelli (2002, p. 35): Trata-se de priorizar o desenvolvimento da pessoa, por meio de mudanças planejadas e participativas, nas quais o homem possa adquirir maior controle de seu ambiente. O crescimento individual a que se pretende, deve conduzi-lo a aprender sua inserção nas relações do grupo com a estrutura organizativa e com a sociedade. Com relação à Psicologia do Trabalho, Campos (2008) nos informa que esta é advinda da Psicologia Organizacional e busca a valorização da dignidade e da subjetividade da pessoa humana nas relações entre trabalhador e empresa. A Psicologia do Trabalho aparece como interlocutora do trabalhador no espaço organizacional em que ele está inserido.

6 O psicólogo do trabalho, assim, atua nas dificuldades organizacionais ligadas à gestão de pessoas e estuda o comportamento humano na relação de trabalho. O campo de atuação do psicólogo do trabalho não se restringe apenas aos trabalhos de recrutamento, seleção e treinamento de pessoal. Campos (2008, p.06) aponta uma possibilidade de atuação realmente muito ampla do psicólogo do trabalho e diz: Creio ser pertinente ainda à atuação do psicólogo do trabalho propor alternativas para o desemprego, trabalho em cooperativas, táticas e estratégias de sobrevivência organizacional e, mais precisamente, debater os processos psicossociais que possibilitam a construção de relações significativas. No entendimento de Fiorelli (2003), a atuação do psicólogo dentro da organização se faz de maneira ampla, contemplando fenômenos relacionados ao funcionamento de indivíduos e grupos, estendendo-se às mais diversas áreas e abarcando diversos fatores (estruturais e socioculturais), que afetam o indivíduo e a Organização. Conflitos interpessoais podem surgir a qualquer momento no ambiente de trabalho e, diante destes, é fundamental que o psicólogo trabalhe com a equipe, usando técnicas comportamentais e cognitivas que contribuam para tornar os profissionais menos sensíveis a essas situações e com mais habilidade para gerenciá-las. No que diz respeito à melhoria das relações interpessoais no ambiente de trabalho, Fiorelli (2003, p. 25) nos informa que técnicas ligadas à habilidade para dar e receber feedback e aumento da disposição para o trabalho cooperativo vêm obtendo sucesso, nas mais diversas organizações. Após essas ações do psicólogo no ambiente de trabalho, tanto os funcionários como a organização podem, ambos, ser beneficiados. Por fim, pode-se percebe que o papel do psicólogo dentro da organização se faz necessário para promover o crescimento pessoal e profissional dos funcionários, bem como contribuir para o bem-estar destes quando no ambiente laboral Importância do Estágio Profissional em Psicologia Organizacional e do Trabalho. A vivência do estágio se mostra como um momento essencial para uma boa formação profissional, pois é durante essa prática que o estudante faz um treino acerca

7 da matéria aprendida na graduação. O estágio possibilita ao estudante integrar as diversas disciplinas do curso e testar o seu conhecimento sobre elas. O estágio proporciona ao aluno a oportunidade de verificar, antecipadamente, como será sua vida enquanto profissional; como é a realidade prática daquilo que está aprendendo na teoria. Durante a realização dessa experiência, é possível se perceber que além de serem chamados a promover a integração entre teoria e prática, os estudantes são supervisionados por um profissional da área, geralmente com conhecimento técnico, que os instiga a solucionar demandas sociais de maneira inovadora. Ao fazer referência aos objetivos do estágio, Campos (2008, p. 13) faz as seguintes colocações: Os estágios objetivam oferecer treinamento e orientação em forma de supervisão; capacitar o aluno de forma ética, técnica e conceitual; atender da maneira mais eficaz possível às demandas da comunidade; e reavaliar continuamente os programas aplicados. Outra importância do estágio está no acompanhamento feito por um supervisor, pois esta supervisão tem como um dos objetivos sanar dificuldades encontradas pelo estagiário no exercício da atividade profissional. Essa troca de informações e saberes entre estagiário e supervisor parece indispensável para o bom acompanhamento do caso ou situação, além de capacitar o estudante para a compreensão e manejo de situações institucionais e de grupo, onde lhe é possibilitado traçar e expor estratégias para a melhor solução do caso. Avaliações contínuas e pontuações acerca do desempenho de suas atividades se mostram muito enriquecedoras para aquele que está dando os primeiros passos como profissional. O estágio, para quem estuda e pretende atuar na área de Psicologia Organizacional e do trabalho é muito importante, pois, é nesse momento que o estudante inicia o processo de conhecimento real da organização. A partir de então, vai se tornando capaz de fazer uma análise do contexto organizacional, identificando os pontos fortes e fracos da instituição, pensando em possíveis intervenções, a fim de elevar a capacidade produtiva como um todo. Perante as constantes mudanças que a globalização impõe às organizações, mostra-se de grande importância uma familiarização do estudante com a realidade institucional, para que possa intervir, quando acionado, da maneira mais eficiente.

8 1.2. Acompanhamento Psicológico e Disfunção Profissional. A experiência de estágio desenvolveu-se em órgão Público do Estado de Pernambuco, mais precisamente em Unidade voltada para a gestão de pessoas. Essa Unidade, onde se realizou a experiência de estágio, tem por missão acompanhar e apoiar os seus colaboradores, buscando a melhoria de seu desempenho laboral, através de ações que visem seu bem-estar e qualidade de vida, contribuindo, assim, na eficácia da prestação dos serviços. Compete, então, à unidade, criar sistemas de acompanhamento dos servidores que estão apresentando dificuldades no seu desempenho profissional. Basicamente, essas eram as principais atividades realizadas pela referida Unidade: acompanhamento de servidores com inadequação e/ou disfunção profissional; desenvolvimento de projetos e programas voltados para a valorização dos servidores - principalmente em prol dos servidores com deficiência; além de realizações de eventos voltados à capacitação de servidores dentro de temáticas específicas. Em meio a todas as atividades citadas como realizadas e desenvolvidas pela Unidade, a que a estagiária desempenhou 90% do tempo em que se encontrou à disposição da Instituição concedente do estágio foi a de acompanhamento psicológico de servidores que apresentavam disfunção profissional. É possível perceber uma semelhança entre os atendimentos realizados na Unidade com aquilo que prega o Aconselhamento, pois, a psicóloga da unidade e a estagiária faziam considerações sobre a situação de disfunção do servidor e refletiam, junto com ele, quais as novas diretrizes que poderiam ser tomadas a fim de obter uma melhora na qualidade de vida daquele servidor, tanto a nível profissional como pessoal. Pôde-se perceber a estreita relação entre aquilo que foi trabalhado no estágio e o Aconselhamento, a partir da definição de Rosenberg (1987, p. IX): Aconselhar, nesse sentido, não significa fazer ou pensar pelo outro, mas fazer ou pensar com o outro. Havia um trabalho de ajuda, para que o indivíduo pudesse escolher um caminho a trilhar. A profissional não escolhe o caminho pelo servidor, nem trilha esse caminho por ele há um trabalho de reflexão. De acordo com essa breve explicação acerca dos passos da Psicologia e das atividades realizadas pela estagiária na unidade onde foi realizado o estágio, passaremos a fazer um estudo focado no Acompanhamento Psicológico em Casos de Disfunção Profissional.

9 2. DESCRIÇÃO DO TRABALHO As atividades de estágio, embasadas nas teorias acadêmicas descritas no capítulo da fundamentação teórica, estão aqui relatadas numa relação de congruência entre a teoria e a prática profissional. Este capítulo trata, portanto, da prática efetiva e reflexiva, ocorrida no estágio. A maior parte do tempo programado foi dedicada ao Atendimento e ao Acompanhamento Psicológico nos casos de disfunção profissional que foram verificados na instituição Atividades Práticas As atividades práticas foram cumpridas sempre com supervisão no local de estágio e, simultaneamente, com a orientação recebida na Universidade, visando, principalmente, o suporte acadêmico e o embasamento profissional, além da construção do presente relatório. A unidade onde se realizou o estágio supervisionado tem como atividade principal atender, e se for o caso, acompanhar os servidores daquela instituição que apresentam dificuldades na atuação laborativa, e que, por seu turno, interferem diretamente como variável causal no desempenho profissional dos sujeitos afetados. Por motivos diversos, alguns gestores colocam servidores à disposição, sendo estes, muitas vezes, encaminhados para atendimento e possível acompanhamento na Unidade, a depender das particularidades de cada caso. A equipe de trabalho, durante o estágio, foi composta por 01 (uma) Psicóloga, 01 (uma) Analista com formação em Direito, 01 (um) Técnico, 01 (um) Estagiário de Administração de Empresas e 01 (uma) Estagiária de Psicologia. Apesar de a atividade de atendimento e acompanhamento de servidores em casos de disfunção profissional ser a principal atividade realizada pela Unidade, há muitas outras também atribuídas em particular a esta unidade, como: o acompanhamento de programas, que buscam dar assistência ao servidor de licença médica e à família do servidor falecido; projetos voltados à sensibilização dos gestores sobre a importância da inclusão das pessoas com deficiência, como forma de facilitar as relações e interação, como também a valorização do potencial desses servidores enquanto pessoa e profissional; há também um programa que promove uma pausa durante o horário do

10 expediente para a redução do estresse. Além desses projetos e programas a Unidade também organiza palestras e eventos integradores, objetivando a capacitação de servidores; faz visitas institucionais e domiciliares abrangendo o Recife, a Área Metropolitana e o Interior do estado. Dentro da atividade de acompanhamento de servidores em casos de disfunção profissional há outras ações que complementam o acompanhamento, como o caso do Projeto Sonho (nome fictício, apenas para efeito desse relatório), que acontece uma vez no mês e visa dar suporte aos servidores com demandas mais complexas e que precisam de um acompanhamento profissional mais efetivo por parte da organização. Esses atendimentos eram realizados de forma individual, em sala reservada para esse propósito, contígua à Unidade. O ambiente se mostrava acolhedor e nele as pessoas podiam expressar através da fala, do olhar, das emoções e dos gestos, os desprazeres que estavam sentindo no ambiente laboral. A sala tinha uma acústica adequada, onde não era possível, de fora dela, ouvir o que se estava sendo falando no seu interior, considerando o sigilo das informações. Enfim, o setting de atendimento guardava os elementos e características apropriados para um atendimento ético, comprometido com os demandantes e dentro dos requisitos técnicos recomendados Atendimentos e Demografia Os atendimentos eram realizados quando os servidores, a partir de uma demanda, compareciam a unidade com alguma dificuldade pessoal que já estava interferindo no seu desempenho profissional, ou após terem sido colocados, por alguma outra razão, à disposição. Fatos como este os levavam a buscar os serviços oferecidos pela Unidade, para que pudessem refletir sobre as dificuldades que poderiam estar afetando o desempenho e, assim, buscar apoio e suporte para solucioná-las. Os atendimentos eram feitos de forma individual, onde o servidor podia falar sobre suas dificuldades sem medo de ser exposto aos demais colegas de trabalho. A maioria dos casos ocorridos era de natureza menos complexa. O servidor, nestas circunstâncias, era atendido apenas uma só vez e já conseguia amenizar a angústia, pois a demanda trazida ao setting não exigia maior aprofundamento e podia ser mais facilmente resolvida (em casos, por exemplo, de relacionamento e interação onde a simples mudança de lotação resolvia o problema). Já as demandas mais complexas (casos de depressão, por

11 exemplo), exigiam um acompanhamento mais efetivo, tanto em relação ao estado de saúde do servidor como da readaptação para a desenvoltura de suas atividades laborais. No período de estágio foram realizados 325 atendimentos. Alguns servidores com quadros mais complexos ainda se encontram em acompanhamento; outros, que atendidos apenas uma ou duas vezes (já que as demandas relacionadas à disfunção profissional foram mais pontuais), puderam ter suas questões mais facilmente resolvidas. As principais demandas relacionavam-se mais especificamente ao alcoolismo, à depressão, ao estresse e às dificuldades de relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho. O Gráfico abaixo mostra, através de percentuais, as demandas mais freqüentes que foram identificadas e trabalhadas durante o período do estágio. As demandas que não tiveram percentuais significativos foram agrupadas e inseridas dentro do recorte outros, estando entre elas: dificuldades familiares, insubordinação, problemas de saúde (como o câncer, aborto, doenças neurológicas, doenças cardiológicas, problemas ósseos) e lotação em local muito distante da residência. Como era necessário delimitar os principais assuntos trabalhados durante o estágio, o gráfico acima apenas fez referência ao alcoolismo, estresse, depressão e dificuldades de relacionamento interpessoal, pois foram as demandas mais ocorrentes. A equipe da Unidade vem desenvolvendo ações preventivas, objetivando minimizar a incidência dessas demandas, contando com o apoio das Gerências e Diretoria. Aponta como meta para 2011 promover encontros que possibilitem reflexões

12 sobre essas temáticas com os gestores, trabalhando ferramentas de desenvolvimento de equipes, além de dar continuidade aos projetos já existentes. Os resultados apurados informam que, talvez pelas prováveis poucas diferenças entre homens e mulheres com relação aos postos de trabalho hoje desempenhados, e também pelas poucas diferenças de papéis sociais e familiares, é que se obtém este quadro. Percentualmente, a diferença é pouco significativa ou quase insignificante: 49% dos atendidos era do gênero masculino e 51% do gênero feminino. A faixa etária das pessoas atendidas indica que a maior concentração está no intervalo de 41 a 50 anos (36%) e também como segundo maior intervalo (28%) nas pessoas com idades entre 51 e 67 anos, ou seja, poderíamos afirmar que 64% das pessoas atendidas e acompanhadas representam o grupo dos mais idosos. O dado parece ser bastante revelador na medida em que o indivíduo, ao avançar na idade cronológica, parece tender a se desadaptar com mais facilidade do que os mais

13 jovens. Contudo, as atividades de estágio não tiveram nenhuma intenção de aprofundar esta questão. Mas, o quadro, bastante elucidativo, pode servir, no futuro, para estudos mais aprofundados desta questão pela própria Unidade. A maioria dos servidores, após o atendimento, consegue se readaptar a um novo local de trabalho, quando lhe é oportunizada a fala e a possibilidade de renovar as relações interpessoais e até experimentar o exercício de novas atividades. Nesta perspectiva, os feedbacks obtidos dão conta de que vêm sendo observadas boas desenvolturas profissionais nas novas unidades de trabalho, após curto período de tempo. Alguns servidores, excepcionalmente, têm sido colocados à disposição por inúmeras vezes, em pequeno espaço de tempo, tendo em vista apresentarem desempenho aquém do esperado, em decorrência da dificuldade de se readaptar Acompanhamento dos Servidores Como já mencionado anteriormente, alguns servidores são colocados à disposição, para que possam ser ouvidos e acompanhados, se necessário, devendo ser recolocados em outras unidades de trabalho. Geralmente, esses funcionários acompanhados apresentam dificuldades nos relacionamentos interpessoais, problemas de saúde, dificuldades de ordem emocional (estresse), uso de substância química (álcool) ou alguma patologia mental (depressão). Quando um servidor era recebido para atendimento, realizávamos algumas ações como: a) Oportunizar momentos de escuta, existindo necessidade e consentimento do servidor. Esses momentos também se estenderam, em alguns casos, aos familiares, amigos e gestores; b) Levantar junto à unidade responsável quais as unidades organizacionais que necessitavam de pessoas, para assim colocar o servidor, em fase de readaptação, em nova lotação, considerando o perfil da unidade e do gestor, bem como o interesse do servidor; c) Orientar os servidores com dificuldades mais complexas a procurar tratamento em instituições especializadas, quando o mesmo se apresentasse como usuário de

14 substâncias químicas ou apresentasse alguma patologia mental, que necessitasse de acompanhamento médico ou psicológico continuado; d) Guiar o servidor no sentido de procurar o profissional de medicina que o acompanha, visando ingressar com licença para tratamento de sua saúde, quando for observada a incompatibilidade com o trabalho; e e) Acompanhar o servidor em sua readaptação e recuperação, tanto dentro como fora da organização. Essas atividades, de forma combinada, constituíram o que foram os procedimentos vivenciados durante o estágio com relação ao Acompanhamento Psicológico em Casos de Disfunção Profissional. É importante destacar que os atendimentos realizados contaram sempre com a devida supervisão. Após o atendimento dos servidores que compareceram à Unidade, estagiária e supervisora discutiram sobre a situação e dificuldades trazidas pelos sujeitos e, em conjunto, definiram as intervenções que deveriam ser realizadas. A partir do encaminhamento indicado para o caso, entraram em contato com a unidade de apoio especializada, para que se pudesse dar um apoio mais especifico ao servidor, tomando como base o conteúdo da demanda trazida por ele. Muitas vezes, as pessoas eram encaminhadas para o Centro Médico do órgão, onde recebiam um atendimento (clínico, psiquiátrico, psicológico) mais focado na problemática apresentada pela demanda. Como a maioria dessas pessoas chegava à Unidade após serem colocadas, por seus gestores, à disposição - por apresentarem dificuldades que estavam interferindo na qualidade do trabalho ou da equipe como um todo, elas já compareciam bastante fragilizadas. Cabia, então, à equipe de atendimento refletir sobre a situação de saúde do servidor e questionar se estes aceitariam ou não ser encaminhados para alguma unidade de apoio especializada para receber um tratamento mais apropriado em função da demanda apresentada. Quando esses servidores eram internados em instituições especializadas, a unidade entrava em contato com a família (nos casos em que o contato com o servidor configurava-se como impossibilitado) para acompanhar, à distância, o desenrolar do processo, verificando a validade das licenças médicas e disponibilizando o apoio necessário. Nos casos em que a estratégia de mudança de lotação, como meio de readaptar o servidor, poderia minimizar a dificuldade, cabia entrar em contato com o Núcleo

15 responsável pela lotação, para processar a mudança ao novo local de trabalho, obedecendo às diretrizes da instituição. Após a efetivação da mudança, o acompanhamento se dava mediante contatos com os próprios funcionários e seus novos gestores, para saber sobre a inserção e adaptação ao novo local de trabalho. Havia uma preocupação maior e um acompanhamento mais efetivo com relação aos servidores que foram re-lotados, e com os que haviam sido encaminhados para instituições de saúde ou de apoio psicológico. No sentido de evitar a exposição das dificuldades apresentadas a partir dos Cargos na instituição concedente de estágio, foram substituídas as suas denominações, para a finalidade deste relatório, utilizando-se as nomenclaturas: Cargos A, B e C. Mostra-se indispensável informar que para a investidura no Cargo A, a pessoa precisa ter como nível de instrução o Curso Superior Completo em qualquer área de formação. Já para o Cargo B, é indispensável ter concluído o Curso de Direito, enquanto que para a investidura no Cargo C é necessário, apenas, ter concluído o Nível Médio. As dificuldades de relacionamento interpessoal, demanda de maior incidência entre as demais, mostrou que entre os profissionais acompanhados, aqueles que ocupam o Cargo C (81% do total e do gênero feminino também 81% dos casos atendidos) foram os que mais demonstraram problemas de interação social e de comunicação. Incidência das Dificuldades de Relacionamento Interpessoal Dificuldade de Relacionamento Interpessoal por Gênero 13% 6% Cargo A 19% Cargo B 81% Cargo C 81% Homens Mulheres O índice de servidores que apresentaram problemas de alcoolismo esteve notavelmente mais presente entre os ocupantes do Cargo C, num índice de 64%,

16 enquanto que os investidos no Cargo B representam 36% dos casos. Não foi detectado nenhum caso entre as pessoas que ocupam o Cargo A, e também não se verificou qualquer índice entre pessoas do sexo femino, sendo, portanto, 100% dos casos presentes em pessoas do gênero masculino. O alcoolismo como sendo um estado patológico originado pelo consumo excessivo do álcool, tem sido há muito tempo considerado como uma doença pela OMS Organização Mundial da Saúde, além de ser um dos mais recorrentes e debatidos temas nas organizações do mundo moderno. Neste quadro evidencia-se naturalmente uma forma de mecanismo de fuga, quando o indivíduo parece consumir álcool como uma forma de fugir de uma realidade que lhe parece ser ameaçadora (BARBOR, 2003). E, neste quadro que se mostra tão presente nos casos dos atendimentos realizados durante o estágio, há que se considerar que mais uma vez os investidos no Cargo C apresentam maior índice desse tipo de sintoma advindo das demandas surgidas para acompanhamento. O sintoma depressão, por sua vez, se mostra também numa maior incidência neste mesmo tipo de profisional (Cargo C), pois traz 63% de pessoas com problemas de humor depressivo.

17 A maior concentração de sintomas depressivos está no grupo das mulheres (54%). E, com os dados colhidos dos atendidos e acompanhados, se pode inferir que parece haver predisposições diferentes, do ponto de vista do gênero. Enquanto os homens parecem utilizar mais o mecanismo de fuga através do álcool, as mulheres tendem mais à depressão. É no caso do humor depressivo, a forma de reação contra a realidade ameaçadora. Nas mulheres, o sofrimento talvez seja mais intenso do que nos homens, através dos quadros depressivos. Ademais, as mulheres foram as mais afetadas por essa patologia mental, a partir dos dados obtidos com esse levantamento. No sentido de dar continuidade ao trabalho de Acompanhamento Psicológico em Casos de Disfunção Profissional, a Unidade realizava, uma vez por mês, o Encontro Sonho (nome fictício, para evitar exposição) com alguns servidores que precisavam de acompanhamento mais efetivo e contínuo. Nesses encontros, buscava-se estimular o processo criativo dos participantes, através de reflexões e percepções de si mesmo e dos outros, com relação às posturas apresentadas, tanto no âmbito familiar como laboral. Nesta ação eram trabalhadas, também, questões referentes às mudanças; ao cuidado com a saúde, ao relacionamento interpessoal. Nessas atividades, eram apresentados textos referentes ao tema de cada encontro, no intuito de se discutir questões que poderiam ajudar a maiores reflexões para um desenvolvimento de posturas mais adequadas ao ambiente de trabalho, como também numa perspectiva mais pedagógica, orientar as pessoas a cuidar melhor da saúde Programas Realizados

18 Nessa mesma perspectiva pedagógico-construtivista, foram realizados alguns programas voltados para a melhoria e a valorização da qualidade de vida dos servidores. Dentre todos os Programas, aqueles que merecem atenção especial estiveram voltados para a assistência aos servidores com deficiência (física e mental), como também aos servidores sob algum tipo de licença do trabalho Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiência. Dentro do programa de inclusão de pessoas com deficiência, foram feitas duas ações importantes, quais sejam: a) Um levantamento anual para identificar as principais dificuldades encontradas no exercício das funções dos servidores (por exemplo, dificuldades de locomoção dentro do ambiente de trabalho, no caso dos cadeirantes; dificuldades audiovisuais durante o uso dos equipamentos eletrônicos, no caso dos deficientes auditivos e visuais); b) O projeto Paz (nome fictício), que objetiva, através de uma palestra, sensibilizar os gestores sobre a importância da inclusão das pessoas com deficiência, não pelo cumprimento de cotas previstas na legislação, mas como forma de facilitar as relações e interação, como também a valorização do seu potencial enquanto pessoa e profissional. O citado levantamento foi feito a partir de uma entrevista semi-estruturada, realizada, por telefone, com os servidores, em seus locais de trabalho. O objetivo maior desse levantamento era verificar as dificuldades que os servidores enfrentavam no exercício de suas atividades laborais, sendo, nestas ocasiões, pesquisados quais os equipamentos que poderiam ser disponibilizados para melhorar as suas condições de trabalho já que apresentavam limitações sob, principalmente, o ponto de vista físico. E, a partir desses contatos, providências eram tomadas para minimizar as dificuldades identificadas, como também para potencializar a satisfação, estimulando a motivação e o interesse do servidor com deficiência para o trabalho. Durante o levantamento, os entrevistados também apontaram dificuldades no trajeto para o trabalho e no horário do expediente. Dessa forma, cabia também à Unidade verificar possibilidades de lotação

19 próxima a residência do servidor, em parceria com o Núcleo responsável pelas lotações, no intuito de alocar o servidor em local de fácil acesso, tendo em vista a sua deficiência Programa Esperança (nome fictício) O Programa Esperança consistia em prestar apoio emocional e orientação de ordem administrativa aos servidores que se encontravam sob algum tipo de licença do trabalho. Ainda, em diversas situações, eram também enviados cartões de condolências nos casos de falecimento de familiares, e também de felicitações nos casos de nascimento de filhos ou matrimônio. Quando as pessoas acompanhadas entravam de licença médica, eram feitos contatos telefônicos para avaliação da situação de saúde desses servidores e para lembrar e verificar a validação das licenças. Os cartões personalizados eram os mais variados possíveis e todos alusivos ao objetivo do Programa. A ação de Assistência à família do servidor falecido tem como principal objetivo prestar solidariedade e apoio de ordem emocional, e também de ordem administrativa (burocracias relacionadas às formalizações dos óbitos) para as famílias. 2.2 Atividades Teóricas As reflexões sobre as atividades teóricas aconteceram em dois locais distintos: na instituição concedente do estágio e na Universidade Federal de Pernambuco. Importante se fez, durante a experiência de estágio, ancorar-se nos referenciais teóricos que embasaram e subsidiaram as práticas vivenciadas. Fizeram-se presentes, durante todo o decorrer do estágio, momentos em que a estagiária se debruçou no arcabouço teórico apontado pelo orientador e pela supervisora, o que lhe trouxe aprendizado e, conseqüentemente, mais segurança para o exercício das atividades práticas. Utilizando os recursos que dispõem, os estudantes podem otimizar a troca de idéias e sugerir leituras que ajudem nas práticas que estão vivenciando. Essas leituras podem servir como veículos de crescimento, proporcionando impacto no conhecimento aplicado à realidade do contexto profissional No Estágio

20 No local de estágio, as atividades teóricas aconteceram durante a supervisão de estágio, com sugestões de leituras de textos referentes aos temas trabalhados na Unidade, além de incluir discussões posteriores a estes estudos, no sentido de se refletir sobre o que foi lido e sua relação com a prática. Não houve agendamento prévio de dias e horários para a supervisão de estágio, tendo em vista tal procedimento ocorrer diariamente, durante o exercício das atividades, havendo abertura para reflexões e orientações. A leitura de textos direcionou-se para temas como alcoolismo, deficiências, estresse, depressão, qualidade de vida no trabalho, e outros pertinentes à realização das atividades práticas. A sugestão dos temas ocorreu por parte da supervisora e também pelo próprio interesse da estagiária. As discussões giraram em torno do como as atividades estavam sendo realizadas e de que procedimentos e melhorias poderiam ser implementadas durante os processos de intervenção no setting dos atendimentos, e como as reflexões e as teorias estudadas poderiam ser aplicadas em favor de uma prática cada vez mais efetiva Na Universidade As orientações de estágio dentro da Universidade ocorreram em dois momentos distintos. O primeiro foi voltado para discussão em pequenos grupos sobre a absorção da prática de estágio para composição do relatório final. Estes encontros eram divididos pelas áreas de atuação de cada estagiário. Nestes encontros foram debatidas as experiências dos diversos alunos sobre os estágios em andamento. Depois, cada aluno isoladamente era orientado mais detalhadamente sobre suas práticas; sobre os textos bibliográficos pertinentes e sobre a elaboração dos relatórios de estágio. As aulas de estágio também propiciaram a participação e a interação de todos os estagiários de Psicologia, quando ocorria a realização dos seminários discursivos, onde todo o grupo de estagiários, tanto da disciplina estágio supervisionado I, como de estágio supervisionado II, puderam assistir as apresentações dos relatórios finais.

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