Este é o 3º número da publicação Destaque em Foco, cujo objetivo é focalizar uma matéria que contribua para o aprimoramento do servidor.

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1 Este é o 3º número da publicação Destaque em Foco, cujo objetivo é focalizar uma matéria que contribua para o aprimoramento do servidor.

2 CIP Brasil Catalogação na Fonte BIBLIOTECA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS. JUN95c Jungmann, Ângela, Curso de português instrumental : Acordo Ortográfico de Ângela Jungmann. Goiânia : Tribunal de Justiça de Goiás, p.: 1. Lingua Portuguesa. 2. Gramática 3. Reforma ortográfica. I. Tribunal de Justiça. Diretoria-Geral Assessoria de Projetos e Programas Goiás. II. Título. CDD Disponível também para dowload: TODOS OS DIREITOS RESERVADOS É proibida a reprodução total ou parcial, de qualquer forma ou por qualquer meio. A violação dos direitos de autor (Lei nº 9.610/98) é crime estabelecido pelo artigo 184 do Código Penal. Impresso no Brasil/Printed in Brasil

3 APRESENTAÇÃO O atual presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Paulo Teles, afirmou, em seu discurso de posse, que pretende dar continuidade à política de valorização de pessoal, possibilitando a sua equipe condições para desenvolver suas atribuições com competência e eficiência, a fim de que o judiciário goiano possa oferecer uma prestação jurisdicional ágil e eficaz. Assim é que no Plano Estratégico, elaborado para selecionar, organizar e direcionar as atividades administrativas de sua gestão, foram previstos, na meta 26, o desenvolvimento e a capacitação do capital humano do TJGO. Inserindo-se nessa meta, o terceiro volume do fascículo Destaque em Foco: o Acordo Ortográfico de 1990 é uma contribuição para a capacitação do servidor, uma vez que ele visa a explicitar de forma sucinta alguns aspectos da reforma ortográfica da Língua Portuguesa, contidos no Acordo assinado em 16 de dezembro de 1990, e aprovado mediante Decreto Legislativo nº 54, de 18 de abril de Esse Acordo entrou em vigor internacional em 1º de janeiro de 2007, inclusive para o Brasil no plano jurídico externo.

4 O conhecimento das regras ortográficas agrupadas nas 21 bases em que se organiza o Acordo tornou-se imprescindível, mormente àqueles que devem redigir atos oficiais, visto que, pelo Decreto Presidencial nº6.583, de 29 de setembro de 2008, ele passou a produzir efeitos em 1º de janeiro de É esse conhecimento que se espera seja adquirido com o estudo das normas constantes neste fascículo, que, redigido pela profª Ângela Jungmann, a Diretoria-Geral entrega aos servidores do TJGO. Goiânia, junho de Stenius Lacerda Bastos Diretor-Geral

5 NOTAS PRÉVIAS Este fascículo tem como objetivo expor, de forma sucinta e simples, alguns aspectos da reforma ortográfica da Língua Portuguesa. São hoje oito os países que têm o português como língua oficial, formando uma comunidade de mais de 230 milhões de lusófonos. Falada por uma população tão grande, dispersa por quatro continentes, é natural que a língua portuguesa apresente variações fonéticas, morfológicas, sintáticas e vocabulares, entre as modalidades brasileira, europeia e africana, mormente em seus aspectos fonéticos. A unificação proposta no Acordo não visa acabar com essas variações, pois é impossível a qualquer acordo fazer com que brasileiros falem como portugueses ou que estes falem como aqueles. O que se pretende é que as palavras sejam escritas de uma só forma, ressalvando-se, contudo, algumas poucas para as quais se admitem duplas grafias correspondentes à diferença das normas cultas de pronúncia do idioma. Das 21 Bases em que está organizado o Acordo Ortográfico, assinado em Lisboa em 16 de dezembro de 1990, são aqui explicitadas apenas as Bases VII, VIII, IX, X, XI, XII, XIII, que tratam da acentuação gráfica, e as XV, XVI e XVII, que normatizam o emprego do hífen.

6 As demais bases, quais sejam: a Base I, que se refere ao acréscimo e emprego das letras k, w e y ao nosso alfabeto, que passa a contar 26 letras; a Base II dedicada ao uso do h inicial; as Bases III e IV, que tratam respectivamente dos grafemas consonânticos e das sequências consonantais; as Bases V e VI, que se referem às vogais átonas e às vogais nasais, respectivamente; a Base VII, dedicada aos ditongos; a Base XIV, voltada ao trema, limitando-lhe o uso em palavras estrangeiras ou derivadas de nomes próprios estrangeiros e extinguindo-lhe o emprego sobre u pronunciado das sequências qu e gu; as Bases XVIII (uso do apóstrofo), XIX (uso de letras maiúsculas e minúsculas), XX (divisão silábica),e XXI (grafia de assinaturas e firmas) não foram contempladas neste fascículo em virtude de não apresentarem dificuldades outras de emprego que não as já existentes antes do Acordo. As dúvidas de grafia, como sempre, devem ser resolvidas com o auxílio do dicionário. Somente o estudo sistemático e a prática consciente podem possibilitar a internalização das novas regras, principalmente as do emprego do hífen. Portanto, faça um bom estudo do que lhe está sendo apresentado. Goiânia, outono de Ângela Jungmann

7 Sumário NOTAS PRÉVIAS O ACORDO ORTOGRÁFICO DE 1990 ALGUMAS CONCEITUAÇÕES NECESSÁRIAS ACENTUAÇÃO GRÁFICA Proparoxítonos Paroxítonos Oxítonos Observações sobre os Ditongos Do Acento Diferencial EMPREGO DO HÍFEN O Hífen nos Compostos por Justaposição O Hífen nas Formações por Prefixação e Recomposição O Hífen e os Pronomes Átonos O Hífen e os Sufixos BIBLIOGRAFIA

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9 OACORDO ORTOGRÁFICO DE 1990 Seis representantes dos países de língua oficial portuguesa reuniram-se, em maio de 1986, para discutirem o estabelecimento de um amplo acordo ortográfico. Hoje esses países são oito, mas naquele encontro fizeram-se representar: Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. O grupo redigiu um projeto de acordo, que foi considerado muito drástico, pois propunha a supressão do acento nas palavras proparoxítonas e paroxítonas e uma maior simplificação do sistema de acentuação gráfica. Essa tentativa de simplificação foi praticamente descartada. Nova reunião das delegações daqueles seis países, contando dessa vez com representante da Guiné-Bissau, foi realizada, em Lisboa, em outubro de 1990, a fim de se elaborar um novo acordo e se propor uma solução definitiva. Chegaram à seguinte deliberação: 9 a) Os signatários do Acordo devem torná-lo lei em seus respectivos países. b) A Academia de Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras serão responsáveis pela publicação de um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa.

10 Dois são os objetivos básicos que se busca atingir com o Acordo Ortográfico: 10 fixar e restringir as diferenças de escrita atualmente existentes entre os falantes da língua portuguesa (defesa da unidade essencial do idioma); possibilitar o aparecimento de uma comunidade constituída por um grupo linguístico expressivo, ampliando-lhe o prestígio junto aos organismos internacionais. O novo texto do Acordo pretende atingir 98% do vocabulário geral da língua e prioriza o critério fonético em detrimento do etimológico, ou seja, estabelece que é a pronúncia que justifica a existência de grafias duplas e a supressão das consoantes consideradas mudas ou não articuladas. Ele trata, então, das consoantes mudas c e p das sequências interiores cc, cç e ct (intersecção/ interseção; aficcionado/aficionado; aspecto/aspeto) e das sequências também interiores pc, pç e pt (concepção/conceção; Egipto/Egito; sumptuoso/suntuoso; sector/setor; elíptica/elítica). O mesmo ocorrendo com as sequências bt, bd, gd, como em subtil/sutil; súbdito/súdito; amígdala/amídala, essas últimas só usadas em Portugal. Esses encontros serão representados, facultativamente, na escrita, quando ocorrer oscilação entre a pronunciação da consoante e seu ensurdecimento. No Brasil essas consoantes mudas já foram graficamente abolidas. Por essa razão, não se faz necessário estudá-las neste texto. Outro aspecto tratado pelo Acordo relativamente ao emprego de letras diz respeito à grafia com i dos sufixos iano e iense (em palavras como camoniano, torriense, no lugar das grafias antigas camoneano, torreense, não usadas no Brasil).

11 Observação pertinente é a relativa aos verbos terminados em iar (excetuando-se os verbos mediar, ansiar, remediar incendiar e odiar), que no Brasil se conjugam regularmente, como o verbo adiar: premio, sentencio, licencio, negocio. Ressalve-se que a reforma ortográfica propõe apenas que, nos países cujo idioma oficial é o português, as palavras sejam escritas de uma só maneira, observando-se, contudo, o princípio da unidade na diversidade, que rege toda língua viva, respeitando-se em virtude disso os casos de variação de pronúncia. Com o Acordo de 1990, passam a incorporar-se ao alfabeto da língua portuguesa as letras k, w e y, aumentando, assim, para 26 letras o nosso alfabeto. Essas letras são usadas: 11 em nomes próprios originários de outras línguas e em seus derivados: Byron, byroniano; Darwin, darwinismo; Kardec, kardecista; em palavras adotadas internacionalmente como unidades de medida; em siglas e símbolos: km (quilômetro); kw (kilowatt); yd (jarda); W(West); K (potássio); na sequência de uma enumeração: a), b)...j), k), l)...u), v), w), x), y), z).

12 bases: O Acordo Ortográfico cuida dos seguintes tópicos, organizados em Base I Alfabeto e grafia de nomes próprios estrangeiros Base II Uso do h Base III Grafemas consonânticos Base IV - Sequências consonânticas Base V Vogais átonas Base VI - Vogais nasais Base VII - Ditongos Bases VIII, IX, X, XI, XII, XIII - Acentuação gráfica Base XIV -Uso do trema Base XV, XVI, XVII -Uso do hífen Base XVIII - Uso do apóstrofo Base XIX Uso de letras maiúsculas e minúsculas Base XX Divisão silábica Base XXI - Grafia de assinaturas e firmas

13 ALGUMAS CONCEITUAÇÕES NECESSÁRIAS Para melhor compreensão de algumas regras de acentuação vocabular, faz-se necessário recordar a terminologia nelas empregada. Por isso, será apresentada abaixo uma sucinta conceituação de alguns termos e expressões. Fonemas são sons elementares distintivos que, articulados e combinados, entram na formação das palavras. São elementos distintivos ou diferenciadores, que não se confundem com o som, propriamente. Assim, nas palavras: mata, bata, cata, data, gata são os fonemas /m/, /b/, /c/, /d/, /g/ que as distinguem e diferenciam. Nas palavras ninho, saque, por exemplo, temos em cada uma delas cinco letras para representar quatro fonemas. 13 Na escrita, os fonemas são representados pelas letras. Letras são, pois, sinais gráficos, ou grafemas, que representam os fonemas. Um fonema pode ser representado por mais de uma letra, assim como uma letra pode representar mais de um fonema. Vejamos como exemplo: casa, cozinha, exílio; tigela, laje; táxi, exame, Xale, sexo, próximo. Dígrafo é um grupo de duas letras representando um só fonema. Nos exemplos dados acima, nas palavras saque e ninho temos qu, que representa o som do q, e nh, o n palatal sonoro.

14 São os seguintes os dígrafos que representam consoantes: ch: chave, cheio, chuva lh: palha, piolho, telha nh: ganho, rainha, senha rr: carro, errar, ferro ss: passeio, pássaro, osso gu (antes de e ou i): guerra, seguida qu (antes de e ou i): sangue, aquilo sc (antes de e ou i): nascer, piscina sç (antes de a ou o): cresço, desça xc (antes de e ou i): excelente, excitar Há dígrafos que representam vogais nasais. São eles: 14 am: campo, lambada em: sempre, lembrança im: simples, límpido om: pompa, ombro, tomba um: tumba, jejum, nenhum an: antes, manda, manga en: vence, tente, mente in: lindo, cinto on: onda, longe, conde un: junta, mundo, funde OBSERVAÇÃO: Em palavras como tombam, também, batem, lavam, as terminações am, em não constituem dígrafos, porque representam um ditongo nasal, sendo, portanto, dois fonemas. Encontro consonantal é a sequência de dois ou mais fonemas consonânticos numa palavra. Podem os fonemas estar na mesma sílaba ou em sílabas seguidas.

15 Exemplos: prata, substantivo, plenário, psicólogo, transtorno, enigma, cárcere, infecção, clube, bíceps, sublocar, czar, mnemônico, superstição. Encontro vocálico é a sequência de vogais numa palavra. Há três tipos de encontros vocálicos: ditongo, tritongo e hiato. Ditongo é a combinação de uma vogal + uma semivogal ou vice-versa, na mesma sílaba. Ex.: pai, céu, quase, tênue, frequente. Dividem-se em: a) orais: papéis, feito, mau, cai, léu, meu, louro; b) nasais: mãe, irmão, cãibra, também; c) decrescentes: pai, lei, deu, viu, dói, dou, céu; d) crescentes: vitória, área, série, ensanguentar, qualidade, quanto, vácuo. 15 ou nasal: Tritongo é o encontro de uma vogal entre duas semivogais. Pode ser oral oral: averiguei, Paraguai, enxaguou, delinguiu; nasal: saguão, enxáguem, mínguam. Hiato é o encontro de duas vogais formando sílabas diferentes. Ex.: teatro, viúva, saúde, caí, seara, rainha, Coimbra, saída, poeira, doer, meeiro, voo.

16 Sílaba é um som ou grupo de sons pronunciados numa só emissão de voz. Da reunião das sílabas obtêm-se os vocábulos. Na palavra casebre há três sílabas: ca-se-bre; em intuito ( in-tui-to) também há três sílabas Na língua portuguesa a sílaba se forma necessariamente com uma vogal, que é o ápice silábico. Em czar há uma só sílaba, porque há apenas uma vogal, que é o centro dela. Embora todas as sílabas devam ser pronunciadas para que se alcance uma boa dicção do vocábulo, há uma sílaba, chamada tônica, que se pronuncia com mais força do que as outras, caindo sobre ela o acento tônico da palavra; as demais sílabas são chamadas átonas, porque emitidas com menor intensidade de voz. 16 será postônica Se a sílaba átona vier antes da sílaba tônica, será pretônica; se vier após, De acordo com a posição que ocupa a sílaba tônica no vocábulo, ele classifica-se em: Oxítono, quando o acento tônico está na última sílaba. Ex.: feijão, cafezal, você, cipó, mulher, tupi, sofá, café, sutil, refiz, tabu, rapaz. Paroxítono, quando o acento tônico cai na penúltima sílaba. Ex.: casa, cinema, tapete, sociedade, mesa, saúde, rainha, revólver, ímpar, solúvel, acórdão, tora, lápis, hífen.

17 Proparoxítono, quando recai o acento tônico na antepenúltima sílaba. Todos os proparoxítonos recebem acento gráfico. Ex.: cândido, opúsculo, câmara, cálice, súplice, semínima. observar: Nos verbos, mais que em outras classes de palavras, é preciso Formas rizotônicas, quando o acento tônico cai no radical da palavra. Ex.: amo, a sílaba tônica está no radical, que é am, por isso se diz que é uma forma rizotônica. Assim também em: faç-o, lev-as, dig-a, am-am, cant-em, vend-e, nome-io, passe-iam. Forma arrizotônica, quando a sílaba tônica está depois do radical. Em vendemos, por exemplo, a sílaba tônica está no e que vem após o d do radical. O mesmo acontece em faz-emos, lev-aste, nome-aste, nome-amos, cant-avas. 17 Radical é o elemento básico e significativo da palavra: im-port-ar, ex-portar, im-port-ação; am-or, am-ar, am-ante, am-igo, am-izade, am-oroso. Desinências são os elementos terminais indicativos das flexões das palavras. Há desinências nominais, que indicam o gênero (masculino e feminino) e o número (singular e plural) dos nomes. Exemplos: alun-o; alun-a; aluno-s; aluna-s; e desinências verbais, que indicam as flexões de número e pessoa e de modo dos verbos. Exemplos: vende-mos, partí-sse-mos, ama-va-s.

18 Palavras simples são as que têm um só radical. Exemplos: livro, casebre, desmatamento, feliz, infeliz. Palavras compostas são as que têm mais de um radical. Seus elementos podem estar unidos por hífen ou não. Exemplos: passatempo, mandachuva, ferrovia, mato-grossense, micro-ondas, antessala, contrarregra, couve-flor, erva-doce. Recomposição é um processo de formação de palavras que envolve um elemento que, embora seja um radical na sua origem, sofreu mudança de significado na língua moderna e passou a funcionar como falso prefixo. Ex.: hidro em hidroelétrica; micro em micro-onda; aero em aeromoça. 18 Falso prefixo: radical de origem grega ou latina que assume o sentido global de um vocábulo do qual antes era elemento componente. Ex.: auto, radical grego,cujo significado é por si mesmo, próprio. Com esse sentido entra na formação de palavras como automóvel. Na língua moderna, passou a significar automóvel, ou seja, veículo movido por si mesmo. Com esse significado, entra na formação de outras palavras, funcionando como primeiro elemento ou falso prefixo.ex.: autoescola, autoestrada, automotor

19 ACENTUAÇÃO GRÁFICA A língua portuguesa é de ritmo intensivo. Nela o acento apresenta relativa força expiratória, acompanhada de duração e elevação de voz. No vocábulo português, o acento pode transitar entre a última e a antepenúltima sílaba. Daí termos vocábulos oxítonos, paroxítonos e proparoxítonos. Os vocábulos proparoxítonos, em sua quase totalidade, são de origem erudita. Os oxítonos são em número bem menor em relação aos paroxítonos, que são os predominantes em nossa língua. A acentuação grave ou paroxítona, por sua maior frequência, dá ao Português um ritmo particular trocaico ou grave, dentro de seu ritmo geral ascendente. Além de sua função distintiva (dúvida: proparoxítono, e duvida: paroxítono), o acento apresenta nítida função demarcatória de vocábulo fonológico (divisão espontânea na cadeia da emissão vocal). 19 Três são os acentos gráficos tradicionalmente usados na língua portuguesa: o acento grave, o acento agudo e o acento circunflexo, que têm os seguintes valores: O acento grave (`) é usado para indicar vogal aberta que não é tônica. Hodiernamente está reservado para a partícula a, para representar fusão ou crase da preposição a com o artigo definido feminino a ou as, e para o a inicial dos pronomes aquele, aquela, aqueles, aquelas, quando com eles se contrai a preposição a. Ex.: Vou à missa todos os domingos. Referi-me àquela senhora de chapéu.

20 O acento agudo ( ) é usado sobre as vogais abertas tônicas e e o e a, i, u, de acordo com regras rígidas de emprego, conforme veremos a seguir. O acento circunflexo (^) é usado sobre as vogais a, e, o tônicas fechadas, nos casos correspondentes àqueles em que se prescreve acento agudo para a, e, o: avô, vê, câmara. Além desses três acentos, conta a língua outros sinais diacríticos, também chamados notações léxicas, que auxiliam na correta representação escrita dos vocábulos. Citam-se entre eles: 20 a) O til (~), que assinala a nasalidade das vogais a e o: sã, cão, põe. b) O hífen (-), para unir elementos formadores de vocábulos, unir pronomes átonos a verbos, além de outros usos: mato-grossense, bem-humorado, amar-te, fazê-lo. c) A cedilha ou c cedilhado (ç), que se sotopõe ao c, antes de a, o e u, para conferir-lhe o valor de s inicial: caçula, pedaço, couraça. d) O trema( )que, até quando começou a vigorar o Acordo Ortográfico de 1990, se sobrepunha ao u dos grupos gu e qu, para indicar que ele estava representando um fonema e não fazendo parte de um dígrafo.este sinal, com o Acordo de 1990, deixa de existir em palavras portuguesas ou aportuguesadas. Atualmente só será empregado em palavras de origem estrangeira, notadamente alemãs: Müller, Hübner, mülleriano.

21 Dígrafo é o conjunto de duas letras que equivalem a um só fonema (unidade mínima distintiva no sistema sonoro de uma língua). Ex.: nh(ninho); gu(sangue, líquen); qu(liquidar, sanguinolento); rr (carro); ss (pássaro); ch (chave); sc (piscina); sç (desço); xc (exceção)... A seguir são apresentadas as normas que se devem seguir para a correta acentuação gráfica das palavras da língua portuguesa, segundo a reforma instituída pelo Acordo Ortográfico de 1990, que entrou em vigor em 1º de janeiro de PROPAROXÍTONOS Regras mantidas 21 Todos os proparoxítonos são acentuados. Recebem acento agudo: a) se a sílaba tônica é constituída de vogal ou ditongo aberto: médico, cátedra, lúgubre, cócega, cáustico, último, rústico, Cleópatra, esquálido, hidráulico, público, míope; b) as chamadas proparoxítonas aparentes, isto é, aquelas cuja sílaba tônica é uma vogal aberta (a,e,o) ou i e u, e terminam por ditongo crescente (-ea, -eo, -ia, -ie,-io, -oa, -ua, -uo, etc.): náusea, níveo, etéreo, história, série, sandália, lírio, prélio, corpóreo, mágoa, nódoa, água, língua, exíguo,vácuo.

22 Recebem acento circunflexo: 22 a) os proparoxítonos cuja sílaba tônica apresenta vogal fechada ou ditongo com a vogal básica fechada: lâmpada, câmara, têmpera, lêvedo, trôpego, excêntrico, fôssemos, ônibus, hermenêutica, maiêutica; b) as chamadas proparoxítonas aparentes que apresentam vogais fechadas na sílaba tônica e terminam por ditongo crescente: amêndoa, serôdio, tênue, Mântua, côdea, argênteo, Finlândia. Recebem, facultativamente, acento agudo ou circunflexo as palavras proparoxítonas reais ou aparentes, cuja vogal tônica é e ou o seguida de m ou n, emitida com timbre aberto ou fechado nas pronúncias cultas da língua: acadêmico/académico, fenômeno/ fenómeno, cênico/cénico, cômodo/cómodo, blasfêmia/blasfémia, Antônia/Antónia. PAROXÍTONOS Regras mantidas São acentuados os paroxítonos terminados em: a) consoantes l, n, r, x: ônix, gérmen, caráter, projétil, tórax, Fênix, fêmur;

23 b) vogais i, u, ã, seguidas ou não de s: órfã, lúpus, júri, lápis; c) ditongos gráficos: -ão, -ãos, -ães, -ei, -eis, -ea, -ia, -ias, -ua, uas, -oa, -oas. Ex.: jóquei, légua, névoa, nívea, incríveis, férias, acórdãos, órgão, tênue; d) -um, -uns, -en, -ps, -on. Ex.: fórum, bíceps, hífen, bóston, álbuns. OBSERVAÇÃO: os paroxítonos terminados em ens não são acentuados: hifens, liquens. São acentuadas as vogais tônicas i e u das palavras paroxítonas quando antecedidas de vogal, com a qual não formam ditongo: saúde, ciúme, saúva, caída, raízes, faísca, heroísmo. Não levam acento as vogais tônicas i e u das palavras paroxítonas quando vierem seguidas de r, l, m, n, z ou nh, com as quais formam sílabas: bainha, triunfo, demiurgo, influirmos, tainha. 23 Regras alteradas Não levam acento as vogais tônicas i e u das palavras paroxítonas quando essas vogais estiverem antecedidas de ditongo: feiura, bocaiuva, boiuno, taoismo, maoista, cheiinho, saiinha. Não levam acento o o e o e tônicos dos ditongos com a vogal base aberta das palavras paroxítonas: estoico, heroico, onomatopeico, alcaloide, estroina.

24 Não leva acento circunflexo o primeiro o, tônico, dos paroxítonos terminados em oo: perdoo, voo, enjoo, povoo. Perde o acento circunflexo o primeiro e, tônico, do hiato -eem final de vocábulo, que ocorre em formas da 3ª pessoa do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos: creem, deem, leem, veem, e nas formas deles derivadas, como: descreem, desdeem, releem, reveem. Perdem o acento gráfico o e e o o tônicos dos ditongos ei e oi, com a vogal base aberta: jiboia, assembleia, europeia, ideia, Leia, apoio, boleia. 24 OXÍTONOS Regras mantidas Recebem acento agudo as palavras oxítonas e os monossílabos tônicos terminados nas vogais abertas -a, -e, -o, seguidas ou não de s : sofá, café, cipó, jiló, dominó, pontapé, estás, até, cajás, más, maré, és (verbo ser). Recebem acento circunflexo os oxítonos (incluindo os monossílabos tônicos) terminados nas vogais fechadas -e, -o, seguidas ou não de s: você, português, bangalô, propôs, robô, vovô, francês, cortês, lês, freguês, três, detê-las, fazê-las.

25 Acentuam-se os oxítonos de mais de uma sílaba terminados em -em ou -ens: também, ninguém, reféns, parabéns, convém, retêm, detém, detêm, reténs, entretêm, entreténs. Recebe acento agudo a primeira vogal dos ditongos abertos -ói, -éi, -éu, seguidos ou não de s, dos oxítonos ou dos monossílabos tônicos: papéis, anzóis, constrói, céu, chapéu, herói, anéis, véu, fiéis. Recebem acento agudo as vogais -i e -u das palavras oxítonas que constituem o 2º elemento de um hiato e não são seguidas de m, n, l, r, z: Taís, país, baú, Jataí (ruim, Adail, Raul). São assinaladas com acento agudo as palavras oxítonas cujas vogais tônicas i e u são precedidas de ditongo: Piauí, tuiuiús. 25 OBSERVAÇÕES: Admite-se tanto o acento agudo quanto o circunflexo em alguns poucos vocábulos oxítonos terminados em -e, devido à duplicidade de pronúncia: croché ou crochê, bidê ou bidé, nenê ou nené, bebê ou bebé, guichê ou guiché, purê ou puré, canapê ou canapé, matinê ou matiné, caratê ou caraté, rapé ou rapê. (Dupla grafia) As formas verbais oxítonas, quando conjugadas com os pronomes enclíticos, ou mesoclíticos, lo, la, los, las, perdem as consoantes -r, -s ou -z finais e recebem acento gráfico: amá-la, conhecê-los, encontrá-lo-ei, fazê-lo, encontrá-lo-ás, magoá-las.

26 OBSERVAÇÕES SOBRE OS DITONGOS Há apenas três encontros vocálicos acentuados: éi, éu e ói Quando tônicos, estes ditongos são acentuados em vocábulos oxítonos, mas perdem o acento gráfico nas palavras paroxítonas. Vocábulos paroxítonos: assembleia, jiboia, estoicos, heroicos, onomatopeico, alcaloide. Vocábulos oxítonos: céu, escarcéu, lençóis, anzóis, papéis, anéis. 26 Não são acentuados os ditongos tônicos grafados iu e ui, quando precedidos de vogal: contribuiu, distribuiu, pauis. São acentuadas as vogais tônicas i e u das palavras oxítonas, quando, mesmo precedidas de ditongo, estão em posição final, sozinhas na sílaba, ou seguidas de s: Piauí, tuiuiú. Porém se essas vogais estiverem seguidas de consoante, com a qual formarem sílaba, não serão acentuadas: Cauim, Saium. Regras alteradas Não se acentua o u dos verbos arguir e redaguir nas formas rizotônicas

27 (aquelas cuja sílaba tônica está no radical): redarguo, redarguis, redargui, redarguem. O u continua, entretanto, sendo pronunciado. Não se acentua o u tônico dos verbos em uar e uir, tipo apaziguar, aguar, averiguar, enxaguar, delinguir. Estes verbos podem ser conjugados tanto com o u átono quanto com o u tônico, mas mesmo sendo tônico o u não será acentuado: averiguo ou averíguo, apaziguas ou apazíguas, enxagua ou enxágua, deliguem ou delínguem. (Este verbo, antes considerado defectivo, é com o Acordo considerado como verbo que tem todas as formas.) DO ACENTO DIFERENCIAL Regras mantidas 27 Recebem acento circunflexo as formas verbais têm e vêm, 3ª pessoas do plural do indicativo de ter e vir, a fim de se distinguirem de tem e vem, 3ª pessoas do singular do presente do indicativo ou da 2ª pessoa do singular do imperativo afirmativo, assim também as mesmas formas de verbos derivados: advêm, retêm, convêm, mantêm, detêm, desconvêm... Acentua-se a forma verbal pôde (3ª pessoa do singular do pretérito do indicativo), para se distinguir da correspondente forma do presente do indicativo. Não se usará acento gráfico para distinguir palavras homógrafas heterofônicas, tais como: acerto(substantivo) e acerto(verbo); acordo(substantivo),

28 acordo(verbo); piloto(substantivo) e piloto(verbo); fora(verbo ser) e fora(advérbio, interjeição e substantivo). Regras alteradas Perdem o acento gráfico diferencial as palavras que, tendo respectivamente vogal tônica aberta ou fechada, são homógrafas de contrações, preposições, conjunções átonas, tais como: para ( verbo) e para(preposição); pera(substantivo) e pera (preposição antiga); polo(substantivo) e polo(combinação antiga e popular) (Regra mantida). Também perde o acento em consequência desta regra a forma para(verbo parar) quando entra num composto separado por hífen: para-choque, para-brisa. 28 Acentua-se, facultativamente, a forma dêmos (1ª pessoa do plural do presente do subjuntivo do verbo dar), para se distinguir de demos (1ª pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo). Também facultativamente se acentua fôrma (substantivo), para se distinguir de forma (substantivo ou verbo no presente do indicativo ou no imperativo). Facultativamente, assinalam-se com acento agudo as formas verbais do tipo: amámos (1ª pess. perf. ind.) e amamos (1ªpess. pl. pres. ind.); comprámos (1ª pess. pl. pret. perf. ind.) e compramos (1ª pess. pl. pres. ind.). (Dupla grafia)

29 EMPREGO DO HÍFEN O hífen é uma notação léxica usada para: ligar as partes de palavras compostas: guarda-chuva, beija-flor; ligar verbos e pronomes: peço-lhe, encontrei-o, dar-te-ei; ligar as palavras de um encadeamento: ponte Rio-Niterói; separar sílabas: pas-sa-ri-nho, subs-tan-ti-vo. O HÍFEN NOS COMPOSTOS POR JUSTAPOSIÇÃO Emprega-se o hífen nos compostos por justaposição, sem elemento de ligação, quando o 1º elemento está representado por forma substantiva, adjetiva, numeral ou verbal: 29 Afro-asiático, ano-luz alcaide-mor amor-perfeito Arco-íris azul-escuro boa-fé conta-gotas Decreto-lei finca-pé forma-piloto guarda-chuva Guarda-noturno guarda-pó joão-ninguém luso-brasileiro Lesa-majestade longa-metragem livre-arbítrio livre-pensador Médico-cirúrgico mesa-redonda manda-tudo pau-brasil Mata-borrão matéria-prima mata-burro maria-mole Má-fé norte-americano montanha-russa mato-grossense

30 Para-choque para-lama papel-moeda mestre-cuca Para-brisa porta-aviões porto-alegrense porta-retratos Primeiro-ministro primeiro-sargento papel-alumínio para-raios Segunda-feira seu-vizinho sul-africano tenente-coronel Tio-avô vaga-lume verbo-nominal zé-povinho OBSERVAÇÃO: O Acordo registra: 30 Alguns compostos, em relação aos quais se perdeu, em certa medida, a noção de composição, grafam-se aglutinadamente: girassol, madressilva, pontapé, paraquedas, paraquedistas (e afins, paraquedismo, paraquedístico), mandachuva, etc. As formas empregadas adjetivamente do tipo afro-, anglo-, euro-, franco-, indo-, luso-, -sino e assemelhadas continuarão a ser grafadas sem hífen: afrodescendente, afrogenia, afrofilia: anglomania, anglofalante; eurocêntrico, eurodeputado; francofone, francolatria; lusofonia, lusorama; sinologia, etc. Porém escreve-se com hífen: afro- -brasileiro, anglo-saxão, euro-asiático. O Acordo apenas sugere que os compostos formados de elementos repetidos, bem como os possíveis derivados, sejam separados por hífen: zás-trás, reco-reco, blá-blá-blá, zum-zum, pingue-pongue, lenga-lenga, tico-tico, tique-taque.

31 Escrevem-se com hífen os compostos entre cujos elementos há o emprego do apóstrofo: cobra-d água, mestre-d armas, olho-d água. Emprega-se o hífen nos topônimos compostos pelas formas Grã, Grão, ou por forma verbal, ou naqueles ligados por artigos: Grã-Bretanha Grão-Pará Baía de Todos-os-Santos Quebra-Dentes Abre-Campo Entre-os-Rios Traga-Mouro Passa-Quatro Trinca-Fortes Quebra-Costas Trás-os-Montes Montemor-o-Novo São hifenizados os adjetivos gentílicos derivados de topônimos que contenham ou não elemento de ligação: alto-rio-docense, belo- -horizontino, mato-grossense-do-sul, juiz-forano, cruzeirense-do-sul, dom-expedito-lopense. 31 Emprega-se o hífen nos compostos que designam espécies botânicas, zoológicas e áreas afins, ligadas ou não por preposição ou qualquer outro elemento: abóbora-menina ervilha-de-cheiro couve-flor bálsamo-do-canadá bem-me-quer cobra-d água coco-da-baía joão-de-barro andorinha-do-mar erva-do-chá formiga-branca feijão-verde

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