Um Estudo Sobre o Prazer no Trabalho: Pensando Dimensões de Análise

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1 Um Estudo Sobre o Prazer no Trabalho: Pensando Dimensões de Análise Autoria: Dimitri Augusto da Cunha Toledo, Ana Carolina Guerra Resumo: O trabalho vem se mostrando importante na vida dos indivíduos desde a época préhistórica. A maior parte dos dias é passada envolvida com o trabalho, e por esse motivo, ele tem sido objeto de investigação por vários estudiosos e em muitas abordagens. Nesse contexto, há que se destacar que usualmente o trabalho pode ser uma fonte de sofrimento e não trazer satisfações, alegrias, prazer. Diante disto, pode-se afirmar que a insatisfação e a desmotivação no trabalho são preocupações de estudiosos. Dentre essas diferentes abordagens acerca do trabalho, este artigo incidirá sobre a temática do prazer no ambiente de trabalho, através de uma pesquisa realizada com uma empresária de uma multinacional, da área de Recursos Humanos, com o objetivo de identificar que fatores demonstram ser mais significativos no que se refere ao prazer relacionado ao trabalho. Para isso, inicialmente foram definidas cinco dimensões de análise, de forma que a temática do prazer no ambiente de trabalho fosse observada e analisada. No que se refere ao referencial teórico, dois temas principais, que permeiam a temática foram tratados, sendo eles, a Concepção do Trabalho e o Prazer como Fator Estruturante do Trabalho. Por fim, foi feita a análise dos resultados obtidos, através da análise do discurso da entrevistada, onde pôde-se concluir que o sentimento de prazer dentro da organização, sob o ponto de vista da entrevistada, está relacionado a um hibrido de fatores. Ela destacou alguns, como autonomia, remuneração, relacionamentos interpessoais, entre outros. Entretanto, há que se destacar, perpassando o discurso da entrevistada, que um fator que se destacava em todas as dimensões de análise, foi a relação de poder, e suas implicações dentro do contexto organizacional. I - Introdução: O trabalho vem se mostrando importante na vida dos indivíduos desde a época préhistórica. A maior parte dos dias é passada envolvida com o trabalho, e por esse motivo, ele tem sido objeto de investigação por vários estudiosos e em muitas abordagens. Nesse sentido, destaca-se a afirmação de Dal Ben et al (2004, p.73) de que o trabalhar é um ato imprescindível para as pessoas, mesmo que parcelado e especializado, pois se refere à sobrevivência e condicionamento social do indivíduo. Assim, observa-se, ainda segundo esta mesma autora, que a atividade profissional, não é só um modo de ganhar a vida, de sobrevivência, é, também uma forma de inserção social, inserção esta onde aspectos psíquicos e físicos estão fortemente implicados. Por um lado, pode-se salientar que o trabalho pode ser um fator de deterioração, de envelhecimento e de doenças graves. Porém, por outro lado, ele pode também constituir-se, em um fator de equilíbrio e de desenvolvimento. Nesse contexto, há que se destacar que usualmente o trabalho pode ser uma fonte de sofrimento e não trazer satisfações, alegrias, prazer. Diante disto, pode-se afirmar que a insatisfação e a desmotivação no trabalho são preocupações de estudiosos, por afetarem muitos trabalhadores, nos mais diferentes níveis hierárquicos ou status que possuem na organização. Assim, muitas pesquisas foram realizadas por Ravlin & Meglino (1989), Meglino, Shoskley e Morley (1989) e Judge & Bretz (1992) a fim de se estudar os valores sociais dos indivíduos, por exemplo, a honestidade, a realização e a tolerância, como influenciadores nas relações no trabalho, o que demonstra a necessidade de um importante casamento entre valores individuais e valores do trabalho para a auto-estima e o prazer no trabalho. 1

2 Abordar a temática do prazer no contexto organizacional significa, principalmente, discutir questões que são muito importantes dentro da organização e que estão diretamente relacionadas com o seu nível de eficiência e eficácia. Nesse sentido, tem-se como objeto principal o estudo e a explicação dos comportamentos e das dinâmicas individuais e grupais dentro das organizações. Com o estudo do prazer pode-se condicionar de sobremaneira a postura e o comportamento dos indivíduos, com repercussões quer ao nível do trabalho que desempenham, quer ao nível do seu relacionamento com os colegas, quer, em última análise, à dinâmica que conferem à própria organização. Este artigo incidirá sobre a temática do prazer no ambiente de trabalho, através de uma pesquisa realizada com uma empresária de uma multinacional, da área de Recursos Humanos, através da análise do discurso, com o objetivo de identificar que fatores demonstram ser mais significativos no que se refere ao prazer relacionado ao trabalho. II Referencial Metodológico Nesse artigo, a técnica utilizada para análise das narrativas da entrevistada, no que diz respeito ao prazer no ambiente de trabalho, foi a Análise do Discurso. O discurso é enunciado pelo indivíduo como forma de expressão de seus pensamentos a respeito do mundo exterior e interior, englobando um conjunto de idéias que ditam as práticas sociais dos indivíduos, devendo ser percebido como parte de uma rede de relações na qual o indivíduo está inserido (FIORIN, 2003). Para Tonkiss (1999) os significados sociais são construídos e reproduzidos e as identidades sociais são formadas na linguagem e nos textos. Assim, o indivíduo não domina o discurso e sim, retrata as visões de mundo oriundas de sua formação social, por meio de temas e figuras (valores, desejos etc). Relacionado a isso, podemos citar Foucault (2004), que afirma que a análise do discurso revela um sistema de diferenças e disseminações que surgem no que se diz e em nenhum outro lugar. O discurso, portanto, não deve ser tratado como um emaranhado de enunciados, mas, sobretudo como uma forma articulada com acontecimentos de natureza não discursiva e com os modos de existência dos acontecimentos discursivos em uma cultura: Trata-se de pensar o enunciado na singularidade de seu acontecimento em sua irrupção histórica, observando-o em sua emergência, porque ele é sempre um acontecimento que nem a língua, nem o sentido podem esgotar inteiramente (...) Decorre que a tarefa da análise do discurso deve ser a análise lingüísticodiscursiva do enunciado em referência a um corpo interdiscursivo de traços sócio-históricos (GREGOLIN, 2001: 25). Para Rodrigues e Carrieri (2001, p ), nos discursos estão veiculados não apenas sistemas de valores, racionalizações, justificativas, explicações, comportamentos desejáveis e indesejáveis, mas também mitos, ritos e histórias. E ainda para Maingueneau, (2000, p ), a Análise do Discurso visa a articular sua enunciação sobre um certo lugar social. Ela está, portanto, em relação com os gêneros de discurso trabalhados nos setores do espaço social (um café, uma escola, uma loja...) ou nos campos discursivos (político, cientifico...). 2

3 A Análise do Discurso, como um instrumento de identificação das representações, permite investigar, interpretar e analisar a ordem na qual aparecem os textos escritos. Com base então na conceituação da Análise do Discurso, de modo a melhor se estruturar a intervenção frente à entrevistada, optou-se por elaborar o Quadro 1, onde foram definidas seis dimensões de análise, conforme pode ser observado abaixo. É importante destacar, que na reflexão teórica deste artigo, remetemos a compreensão dessas dimensões de análise. Quadro 1 Dimensões de Análise do Prazer no Trabalho Dimensões de análise Fatores individuais Fatores relacionados a função exercida dentro da organização Fatores relacionados à participação na tomada de decisões Fatores relacionados a recompensas materiais e simbólicas Fatores sociais Fonte: Elaborado pelos autores. Relação com o Prazer - Anos de serviço - Nível hierárquico - Poder - Diversidade das tarefas, - Conhecimentos novos que proporciona, - Grau de responsabilidade, - Uso / desenvolvimento de capacidades, - Autonomia, - Concordância com o que a pessoa gosta de fazer (realização pessoal), - Solicitação por parte dos superiores de opiniões e pareceres (grau de participação). - Retorno das sugestões e pareceres que foram solicitados. - Reconhecimento e elogio do desempenho. - Remuneração - Progressão na Carreira - Relação com colegas do mesmo nível hierárquico. - Relação com pessoas de nível hierárquico diferente. Conforme mencionado anteriormente, este quadro serviu como matriz estruturante para o desenvolvimento da entrevista, e foi elaborado a partir do referencial teórico de 3

4 trabalho e prazer, no intuito de se criar dimensões de análise e relacioná-las à concepção de prazer. Para a entrevista foi adotada a estratégia de registro da fala da entrevistada, por meio de gravações e anotações, de forma a garantir a apreensão dos dados. III A Concepção do Trabalho O trabalho representa um dos mais importantes valores no mundo contemporâneo, pois exerce uma grande influência sobre a motivação dos trabalhadores, assim como sobre sua satisfação e sua produtividade. (HERZBERG, 1966, 1980, 1996; HACKMAN e SUTTLE, 1977). Segundo Krawulski (1991, p.07),... esforço empreendido na consecução de um fim, o trabalho é uma atividade tão antiga quanto o empenho do homem em obter a satisfação de suas necessidades, garantindo, assim, sua sobrevivência e a da espécie. Além da definição do que é o trabalho, é importante destacar as mudanças sofridas pelo trabalho, no que diz respeito ao seu conceito, sua natureza e sobretudo sua organização, após a Revolução Industrial. A partir dela ocorreram as mais profundas transformações que se tem registro no mundo do trabalho, onde observamos as suas raízes, até nos dias atuais. Essas profundas transformações se apresentam de forma institucionalizada, mediante pagamento de salários e tendo como base principal a produtividade e a obtenção de lucros, nos contextos da economia de mercado. Podemos observar ainda, que no inicio do século XX, com a implantação da organização científica do trabalho, foram retirados os conhecimentos técnicos do saber operário. Obteve-se um controle maior sobre todo o processo de trabalho, o que determinava consequentemente então, que o trabalho era um simples fator de produção. Neste contexto, o saber fazer, típico do ser humano e sua principal fonte de seu próprio valor e realização pessoal, não tinha maior importância, uma vez que a submissão individual do trabalhador era grande, devido a interdependência das tarefas, característica primordial no trabalho industrial. Com isso, surge a alienação do trabalhador, em contrapartida à concepção do processo produtivo e do produto, tarefa que deixou de lhe pertencer. Observando todos os efeitos causados por essa "nova concepção de trabalho", com o passar nos anos muitos estudiosos começaram a perceber que além do prover a subsistência do trabalhador, é também tão importante quanto, as suas necessidades psicológicas, com destaque para a auto-realização. Assim, com o objetivo de humanizar as relações de trabalho, a qualidade de vida do trabalhador deve ter ligação direta com a sua satisfação quanto ao desenvolvimento da organização, considerando a expectativa de que as pessoas serão tanto mais produtivas quanto mais satisfeitas e envolvidas estiverem com o próprio trabalho. Isso acontece porque a qualidade de vida no trabalho visa a formação de uma concepção global, que acredite no limite máximo da sensibilidade, de uma atividade permanente de fazer bem feito diante da perspectiva de transformar o trabalho em prazer, incluindo-o como vetor de fortalecimento da própria felicidade. (LIMA, VIANNA, apud BÚRIGO, 1997) Nesse sentido, podemos citar Krawulski (1991), que apresenta, através do estudo da evolução do conceito de trabalho, que ele vem muito lentamente perdendo a conotação de sofrimento, pois permite ao trabalhador vantagens dificilmente substituíveis no tempo livre, como identidade e autoconsciência, status e reconhecimento, contato com outras pessoas, 4

5 satisfação das necessidades, responsabilidade pelo conteúdo de suas atividades e uso do seu tempo. Por fim, podemos destacar que o trabalho possui um forte potencial de motivação sobre o trabalhador, a própria organização e mesmo as outras esferas da vida. O que se traduz principalmente pelo trabalhador gostar do que faz e em transformá-lo em fonte de satisfação e prazer. IV O Prazer como Fator Estruturante do Trabalho Para relacionarmos o prazer ao trabalho propriamente dito, precisamos apresentar o que vem a ser o prazer para alguns estudiosos. Comecemos com Dacquinino (1984), que apresenta o prazer, no sentido psíquico, como resultante do funcionamento equilibrado e coerente do ser humano, nos seus inúmeros aspectos, quer dizer, aspectos corporais, mas, sobretudo, os psíquicos. Para este mesmo autor, o prazer é a capacidade sempre renovada de saber adaptar-se às situações mutáveis da existência, sem cair na aflição. Para Schutz (1974), o prazer é o sentimento que provém da realização do nosso potencial. E essa realização traz ao indivíduo o sentimento de que pode defrontar-se com seu meio ambiente; o sentimento de autoconfiança, de ser uma pessoa importante, competente e amigável, que tem capacidade de lidar com as situações à medida que surgem, que tem capacidade de usar plenamente suas próprias capacidades e de ser livre para expressar seus sentimentos. Assim, a maior fonte do prazer é a realização e emprego de todos os recursos; o fracasso no uso deles leva, consequentemente, a uma ausência de prazer. Prado (1998) conceitua prazer da seguinte forma:... é aquela sensação que temos quando algo nos acontece, ou que fazemos acontecer, que concorda com o nosso ser naquele momento. (p.36) Com base nas conceituações acima apresentadas, pode-se destacar que o prazer é conseqüência do pleno desenvolvimento do funcionamento pessoal, ele surge quando o indivíduo realiza seu potencial para o sentimento, para a liberdade, e para a expressão total de si mesmo, no intuito de poder realizar tudo aquilo que ele é capaz, e para que ele possa também estabelecer relações satisfatórias com os outros e com a sociedade. Nesse contexto, podemos relacionar então, o conceito de prazer ao conceito de trabalho. Sigmund Freud, citado por Nunes (1998), definiu trabalho e prazer como princípios arquétipos, contraditórios entre si, fundando uma dualidade analítica que marcou toda a tradição recente de articulação entre esses tópicos. Para este mesmo autor, o princípio do trabalho é o princípio da realidade, ou seja, a necessidade ontológica imperativa do homem em prover sua existência material e dela produzir a cultura e a civilização. Para Dejours (1993) a atividade profissional não é só um meio de ganhar a vida, mas também uma forma de inserção social, em que aspectos psíquicos e físicos estão fortemente implicados. O trabalho pode ser um fator de deterioração, de envelhecimento e de doenças graves, mas pode também constituir um fator de equilíbrio e desenvolvimento. A possibilidade da segunda hipótese está vinculada a um trabalho que permita a cada indivíduo aliar às necessidades físicas ao desejo de executar a tarefa. Em outra de suas obras, Dejours (1987), afirma que o trabalho precisa fazer sentido para o próprio sujeito, para seus pares e para a sociedade. Conforme já apontado pela Escola Sociotécnica, o reconhecimento no trabalho é fundamental para permitir a construção de uma identidade pessoal e social. Este reconhecimento significa a percepção por parte dos pares, 5

6 dos subordinados e das chefias, o uso da inteligência a métis no trabalho (DEJOURS & ABDOUCHELI, 1994). Além disso, o trabalho assume para Dejours & Abdoucheli (1994), um sentido que é a luta pela transformação em algo útil, do sofrimento inevitável que todas as pessoas carregam em decorrência da existência de uma angústia pela incerteza da existência e fragilidade da vida. Nesta concepção, o prazer no trabalho, fundamental para manutenção da saúde e da normalidade, decorre da transformação do sofrimento em criações reconhecidas no espaço público, seja ele na própria organização ou na sociedade. Aliado a isso, pode-se apresentar a teoria desenvolvida por Ferguson (1996), que afirma que a humanidade caminha em direção a um novo paradigma, sob novos valores, questiona-se a glória do materialismo econômico. Esse novo paradigma tem como uma das principais características a luta das pessoas para encontrarem sentidos e objetivos mais elevados no trabalho, refletindo a necessidade e o desejo de desenvolver o labor que seja veículo de transformação pessoal e também social. (DIMATOS, SILVA & PATRÍCIO, 1999) Por fim, podemos destacar que o sofrimento e prazer são provenientes da dinâmica interna das situações e da organização do trabalho, são provenientes das relações subjetivas e de poder, e das ações dos trabalhadores permitidas pela organização do trabalho. V - Apresentação e Análise dos Resultados: Conforme pode ser observado na metodologia utilizada, foi adotada a estratégia de registro da fala da entrevistada, por meio de gravação e anotações, de forma a garantir a apreensão dos dados. Sendo assim, foi construído um quadro, a partir do referencial teórico de trabalho e prazer, no intuito de se criar dimensões de análise e relacioná-las à concepção de prazer. Neste quadro, conforme pôde ser observado na metodologia deste artigo, foram apresentadas cinco dimensões, que serão tratadas abaixo: 1. Fatores individuais Na primeira dimensão de análise objetivou-se relacionar o prazer a questões como anos de serviço, nível hierárquico e poder. Assim, nesta dimensão, quando a entrevistada procurou relacionar o prazer aos fatores acima mencionados, ela apresentou que as suas relações de prazer no trabalho, no que se refere aos fatores individuais, estava muito mais relacionado ao nível hierárquico que ela ocupava e o poder que exercia do que ao tempo que trabalhava na empresa. Isso pode ser justificado, uma vez que a entrevistada trabalha a apenas dois anos nesta empresa. Anteriormente ela trabalhou durante oito anos em uma empresa que fabricava turbinas de aviões, e exercia o cargo de Gerente de Recursos Humanos, como pode ser observado abaixo: "... optei por trocar uma empresa onde eu trabalhei durante oito anos pela atual, não só por questões salariais, mas também por exercer um cargo superior ao que eu exercia, e pela relação de poder e de responsabilidades que se estabelecem." No que diz respeito ao nível hierárquico, nesta nova empresa a entrevistada exerce a função de Diretora de Recursos Humanos, tendo sob a sua tutela 30 funcionários diretos. 6

7 Nesse sentido, claramente a relação de poder da entrevistada aumentou e consequentemente, segundo a mesma, o seu nível de prazer no trabalho também, conforme pode ser observado abaixo: "... embora procure estabelecer uma relação de trabalho em equipe com os outros funcionários, o meu poder na tomada de decisões ainda se apresenta maior, juntamente com o meu grau de responsabilidade. Querendo ou não, esses fatores interferem de modo significativo no meu grau de satisfação dentro da organização, com o meu trabalho." 2. Fatores relacionados a função exercida dentro da organização Na segunda dimensão de análise relacionou-se o prazer a questões como Diversidade das tarefas, Conhecimentos novos que proporciona, Grau de responsabilidade, Uso / desenvolvimento de capacidades, Autonomia, Concordância com o que a pessoa gosta de fazer (realização pessoal). No que diz respeito a diversidade das tarefas exercidas, os conhecimentos novos que a função proporciona e o uso/desenvolvimento de capacidades da entrevistada dentro da organização, a mesma destacou que: "... as funções que se tem ao exercer um cargo de Diretora de Recursos Humanos são muito diferenciadas, e por isso mesmo na maioria das vezes nos desperta para a necessidade de novos conhecimentos, de novas aprendizagens, e nesse sentido se demonstra estimulante. Estimulante no sentido de que colocamos as nossas capacidades em evidência, entre outras coisas. Mas há momentos que sinto que o nosso setor fica meio como um setor que faz tudo! Tipo assim, não estão conseguindo fazer isso? Procurem o setor de Recursos Humanos. Ao mesmo tempo que isso pode ser prazeroso, por vários motivos, pode também ser desestimulante e até cansativo". Com relação ao grau de responsabilidade, a entrevistada demonstrou que este também pode se apresentar nos dois sentidos, como pode ser observado abaixo: "... A questão da responsabilidade é um fator interessante, por um lado, quanto mais responsabilidades se tem, mais você acredita que o seu trabalho é reconhecido, e que você tem competência para exercêlo. Por outro lado, um alto nível de responsabilidade pode interferir diretamente no meu nível de stress. Pelo menos é o que acontece comigo, tem momentos em que considero as responsabilidades como sistemas de pressão." Quando perguntada a entrevistada a relação do prazer com a sua autonomia dentro da organização, a mesmo afirmou: "... Acho que a questão da autonomia está diretamente relacionada ao prazer. Pelo menos pra mim, que gosto de ter autonomia nas coisas que eu faço. Nas atividades onde eu tenho mais autonomia, é onde eu tenho mais prazer". 7

8 Com relação à concordância com o que a pessoa gosta de fazer, a realização pessoal, a entrevistada afirmou: "... Sempre tive pra mim que o trabalho não pode estar relacionado ao sofrimento. Acho horrível ter que sair de casa pra ir trabalhar como se isso fosse um peso, um fardo. O trabalho, como as outras coisas da vida, tem que estar relacionado ao prazer. E só se tem prazer em alguma coisa quando se tem satisfação pessoal. E eu sempre busco isso no meu trabalho, eu gosto do que eu faço, gosto das pessoas que trabalham comigo (pelo menos em sua maioria). E exercer a minha função é prazeroso pra mim". 3. Fatores relacionados à participação na tomada de decisões Na terceira dimensão de análise procurou-se relacionar o prazer a questões como solicitação por parte dos superiores de opiniões e pareceres (grau de participação) e o retorno das sugestões e pareceres que foram solicitados. Com relação aos fatores acima mencionados, a entrevistada afirmou: "No meu setor de trabalho (Direção de Recursos Humanos) todos os pareceres finais sou eu quem dou. Acho que isso está relacionado a minha função, dentro do nível hierárquico, e as responsabilidades que me são delegadas. Por esse motivo é difícil dizer se há solicitação de opiniões e pareceres, acho que dentro do meu setor, não há solicitação, pois isso já é uma responsabilidade delegada. A cada trimestre realizamos reuniões com os principais diretores. E essas reuniões são onde eu tenho um feedback das minhas atividades, das atividades do meu setor. Obviamente que um feedback positivo está relacionado ao meu prazer." 4. Fatores relacionados a recompensas materiais e simbólicas Na quarta dimensão de análise relacionou-se o prazer a questões como reconhecimento e elogio do desempenho, remuneração e progressão na carreira. No que se refere ao reconhecimento e elogio do desempenho, a entrevistada destacou: "... além da autonomia, os fatores ligados a recompensas também estão diretamente relacionados ao prazer. Qualquer atividade que você realizou, que é elogiada nos proporciona uma sensação de prazer. E não são só elogios por parte dos superiores, mas elogios dos colegas de trabalho, elogios de atores externos da organização, das mais diferentes pessoas. Elogios são sempre elogios, claro, sinceros né? O elogio é a maior prova do reconhecimento de um trabalho bem feito". Com relação a remuneração, é importante observar abaixo: 8

9 "... Trato a questão da remuneração, não só do salário em si, mas dos beneficios proporcionados. Benefícios financeiros e simbólicos, como por exemplo, as relações de poder. E esses foram os fatores que me motivaram a mudar de emprego. Obviamente que uma remuneração maior foi um dos principais fatores. E quando se é bem remunerada, tem bons beneficios e uma relação de poder significativa, isto se relaciona diretamente com o meu sentimento de prazer". No que se refere a progressão na carreira, a entrevistada afirmou: "... Aqui é uma filial de uma multinacional. Dentro dessa filial estou no maior cargo que a minha formação e a minha experiência profissional me proporcionam, e até o que eu mesma almejo. Em termos de progressão e de possibilidade de progressão, seria a minha transferência para a matriz, que é em outro país. Não sei se almejo isso, gosto do trabalho que realizo aqui, mas é claro que só a possibilidade e a cogitação de ir pra matriz se apresenta como um fator muito estimulante." 5. Fatores sociais Na quinta e última dimensão de análise objetivou-se relacionar o prazer a questões como relação com colegas do mesmo nível hierárquico e a relação com pessoas de nível hierárquico diferente. No que diz respeito as relações estabelecidas com colegas do mesmo nível hierárquico e de níveis hierárquicos diferentes, a entrevistada afirmou que: VI Considerações Finais: "... Em um ambiente de trabalho onde as relações estabelecidas com os colegas, sejam eles superiores ou subordinados, se dão como uma parceria, como um trabalho em equipe, torna o ambiente de trabalho muito mais prazeroso. Bons relacionamentos profissionais estão (também) diretamente relacionados a minha satisfação pessoal, a satisfação profissional da equipe e que se projeta consequentemente na satisfação da empresa como um todo, isto é, em produção, em lucratividade". Estudar a temática do prazer dentro do ambiente organizacional relaciona-se diretamente com a discussão de questões importantes para a própria organização, significa, principalmente, discutir questões que são muito importantes para a organização, mas também para os seus trabalhadores enquanto atores do contexto organizacional. O presente artigo tinha como finalidade principal identificar que fatores demonstram ser mais significativos no que se refere ao prazer relacionado ao trabalho. Para isso, entrevistamos uma Diretora de Recursos Humanos, de uma multinacional. As idéias expostas neste artigo evidenciaram o quanto a sensação de prazer pode estar diretamente relacionada ao exercício do trabalho. A satisfação pelo trabalho realizado perpassou por todos os pontos apresentados no relato da entrevistada. 9

10 Procuramos subdividir a temática em cinco dimensões de análise como forma de melhor separarmos os fatores, dentro do ambiente organizacional, que poderia despertar o sentimento de prazer na entrevistada. Na primeira dimensão de análise, "Fatores Individuais", a entrevistada relacionou o prazer a questões como a sua posição hierárquica dentro da organização, onde é responsável por cerca de trinta funcionários, e principalmente a relações de poder e as responsabilidades que lhe são delegadas. Na segunda dimensão de análise, "Fatores relacionados a função exercida dentro da organização" a entrevistada apresentou uma dubiedade no que diz respeito ao uso/desenvolvimento das atividades exercidas e o grau de responsabilidade. Essa dubiedade, segundo a entrevistada se justifica por estas questões estarem tão relacionadas ao prazer, quanto ao sofrimento, a frustração, ao stress... Na terceira dimensão de análise, "Fatores relacionados à participação na tomada de decisões", a entrevistada afirmou que por ter o maior cargo no seu setor ela tem poucas solicitações de pareceres ou opiniões por parte dos seus superiores, pois está já se apresenta como uma função intrínseca ao cargo que ela ocupa. Na quarta dimensão de análise, "Fatores relacionados a recompensas materiais e simbólicas", a entrevistada relaciona o reconhecimento do trabalho desenvolvido ao prazer. No que diz respeito a remuneração, para a entrevistada, este também se apresenta como um fator primordial no sentimento de prazer. Para ela, quando se é bem remunerada, se tem beneficios satisfatórias e o exercício do poder sobre subordinados, se tem prazer. Na quinta e última dimensão de análise, "Fatores sociais", pôde-se observar a importância dada pela entrevistada aos relacionamentos existentes dentro da organização. Relacionamentos estes, entre os diferentes níveis hierárquicos. Ela destaca a importância da "harmonia" no ambiente de trabalho, através de trabalhos em equipe, discussões e parcerias, como fatores primordiais para o prazer dentro do contexto organizacional. Ao final deste trabalho, pôde-se concluir que o sentimento de prazer dentro da organização, sob o ponto de vista da entrevistada, está relacionado a um hibrido de fatores. Ela destacou alguns, como autonomia, remuneração, relacionamentos interpessoais, entre outros. Entretanto perpassando o discurso da entrevistada, um fator que se destacava em todas as dimensões de análise, foi a relação de poder. O poder, embora normalmente seja considerado um instrumento de manipulação e de caráter estritamente hierárquico, foi apresentado pela entrevistada como um dos principais, se não o principal, fator que ocasiona o sentimento de prazer. Por fim, consideramos importante destacar isso, ao fazermos uma comparação voltando às concepções da escola cientifica, onde a satisfação do trabalho, o seu prazer estava diretamente relacionado ao fator remuneração. Para a entrevistada, é óbvio que uma boa remuneração tem relação direta com o prazer no trabalho, até porque interfere diretamente nas instâncias da sua vida pessoal. Entretanto, a sensação de poder, não um poder no sentido pejorativo da palavra, mas um poder relacionado com a autonomia para tomada de decisões, com responsabilidades que lhe são delegadas, e com o reconhecimento do trabalho desenvolvido, são fatores muito mais importantes, e consequentemente muito mais influentes na sua realização pessoal e profissional, isto é, na sua sensação de prazer. VII Referências Bibliográficas: BÚRIGO, C. C. D. Qualidade de vida no trabalho: dilemas e perspectivas. Florianópolis : Editora Insular, p. 10

11 D ACQUINO, G. Viver o prazer. São Paulo : Edições Paulinas/Psicologia Familiar, p. DAL BEN, L.W.; CARVALHO, M.B.; SOUZA, T.M.; FELLI, V.E.A. A percepção da relação sofrimento/prazer no trabalho de auxiliares de enfermagem e técnicos de enfermagem em internação domiciliária. Cogitare Enfermagem (UFPR), Curitiba-PR, v. 9, n. 2, p , DEJOURS, C. A loucura do trabalho estudo de Psicopatologia do Trabalho. São Paulo: Oboré, DEJOURS, C. Uma nova visão do sofrimento humano nas organizações: O indivíduo na organização: dimensões esquecidas. 2º ed. São Paulo: Atlas, v. 1, 1993, p DEJOURS, C.; ABDOUCHELLI, E.; JAYET, C. Psicodinâmica do trabalho: contribuições da escola dejouriana à análise da relação prazer, sofrimento e trabalho. São Paulo: Atlas, FIORIN, J. L. Elementos de análise do discurso. 10. ed. São Paulo: Contexto, p. FOUCAULT, M. A ordem do discurso. Aula inaugural no college De France, pronunciada em 2 de Dezembro de Tradução: Laura Fraga de Almeida Sampaio. 11. ed. São Paulo: Loyola, p. GREGOLIN, M. R. V. Análise do discurso: os sentidos e suas movências. In: Análise do discurso: entornos do sentido. São Paulo: Cultura Acadêmica, p. HACKMAN, J. R., SUTTLE, J. L. Improving life at work. Glenview, Ill : Scott, Foresman, and Co., HERZBERG, F. I. Les quatre questions existentielles: leur effet sur la motivation humaine et le comportement organisationnel. In: PAUCHANT, T. C. et coll. (Coord.). La quête du sens: gérer nos organisations pour la santé des personnes, de nos sociétés et de la nature. Québec : Éditions de l organisation, (Collection Manpower, p ). HERZBERG, F. I. Maximizing work and minimizing labor. Industry Week, v. 206, n. 8, p , HERZBERG, F. I. Work and the nature of man. Cleveland : World Publishing Co., Judge, T. & Bretz, R. D.. Effects of work on job choise decisions. Journal of Applied Psychology. 1992, p. KRAWULSKI, E. Evolução do conceito de trabalho através da história e sua percepção pelo trabalhador de hoje. In: Dissertação de Mestrado em Administração. Centro Sócio Econômico. Florianópolis : Universidade Federal de Santa Catarina/Programa de Pós- Graduação em Administração, Área de Concentração: Administração Pública, agosto de p. MAINGUENEAU, D. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortez,

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