1 CATV Data Networks

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1 CATV Data Networks"

Transcrição

1 CATV Data Networks 1

2 2 Índice Introdução Redes CATV Redes de Dados CATV Arquitetura Funcionamento Segurança Fontes de Ruído Standards Tecnologias Concorrentes Conclusões

3 3 Introdução (Redes CATV) Inicialmente Objetivo Reutilização do espectro Distribuição do sinal de televisão Suporte de elevado nº de canais Qualidade superior de imagem (s/ ecos) Características Diversos canais FDM (semelhante à TV) Unidirecional Baseada em cabo coaxial Topologia em árvore (ou estrela)

4 4 Introdução (Redes CATV) Atualmente Objetivo Interatividade Transporte de Dados Transporte de Telefonia Características Bidirecional Híbrida (HFC hybrid fibre coax) Cabo Coaxial na distribuição final Fibra óptica no backbone Topologia em árvore (ou estrela)

5 5 Introdução (Redes de dados CATV) Tipicamente assentes em infra-estruturas híbridas e bidirecionais de distribuição de televisão; Possibilitam elevadas Taxas (30-50 mbits); Normalmente de forma assimétrica Permitem diversas classes de serviço Elevado número de lares cabeados Cerca de 50% em Portugal (15% conectados) Esta percentagem aproxima-se do 90% nos EUA e no Norte da Europa Meio partilhado (questões de segurança); Necessário possuir serviço CATV e Cable Modem (CM);

6 6 Arquitetura Arquitetura típica Super Headend Distribution Hub Service Area

7 7 Arquitetura Retorno via rede telefônica

8 8 Arquitetura Serviços disponibilizados

9 9 Arquitetura Rede CATV da Bragatel

10 10 Cable Modem O Tune realiza a conversão do sinal para um sinal de frequência fixa ou vice-versa. O Demodulador realiza a demodulação, a conversão analógico digital, a correcção de erros e sincronização MPEG. O MAC extraí a informação dos blocos MPEG, filtra a informação relativa a outros Cable Modems, desbloqueia a transmissão, compensa atrasos e controla a potência do sinal enviado. O Burst realiza a correção de erros RS, a modulação, e a conversão digital para analógico.

11 Funcionamento 11

12 12 Funcionamento CableModem / CMTS

13 13 Funcionamento Downstream Freqüência situada entre os 65 e 850MHz (Europa) ou 42 e 850MHz (EUA) Canais de 8MHz (Europa) ou 6MHz (EUA) Modulações 64QAM com 6 bits/símbolo 256QAM com 8 bits/símbolo (maior débito mas mais sensível ao ruído); Taxas de até aos 50Mbits/s Transmissão continua O downstream é ouvido por todos os CM Upstream Freqüência entre os 5 e os 65MHz (5-42MHz nos EUA) Canais tipicamente de 2MHz Modulações QPSK (2 bits/símbolo) 16QAM (4 bits/símbolo) Taxas na ordem dos 3Mbit/s Transmissão em bursts usando timeslots (TDM) Timeslots de diferentes tipos Reserved Contention Ranging

14 14 Funcionamento Modulações usadas em Cable Modems: QAM (Quadrature Amplitude Modulation) Esta modulação é a mais utilizada nos canais do downstream poís permite débitos elevados e é muito sensível ao ruído. (64QAM & 8MHz > 41,4Mbit/s; 256QAM & 8MHz > 55,2 Mbit/s) QPSK (Quadrature Phase Shift Keying) Utilizado sobretudo no upstream dado ser menos susceptível ao ruído e muito fácil de implementar DQPSK (Differential Quadrature Phase Shift Keying) Modulação utilizada sobretudo em sistemas celulares, é caracterizada por ocupar menos banda que QPSK BPSK (Biphase Shift Keying) Modulação pouco eficiente mas menos sensível ao ruído que o QPSK e o QAM S-CDMA (Synchronous Code Division Multiple Access) Versão proprietária do CDMA, desenvolvida pela Terayon. Este tipo de modulação é muito resistente ao ruído

15 15 Funcionamento Downstream Formato dos dados Correcção de erros Reed-Solomon (corrige 6 erros em 204 Bytes) MPEG-TS (Transport Stream) MPEG-PS (Program Stream) Mensagens MAC Células ATM (DVB/DAVIC) Permite Unicast, Multicast e Broadcast Upstream Formato dos dados Correção de erros Reed-Solomon Etiqueta uynique word Uma célula ATM por burst (DVB/DAVIC) Mensagem MAC ou payload com dados 18 timeslots por 3ms (DVB/DAVIC) Reserved Timeslots para muita informação Contention Timeslots para pouca informação (iniciação) Ranging Timeslolt de sincronização (ranging)

16 16 Funcionamento Camadas OSI dos Modems DOCSIS (Os valores entre parêntesis referem-se ao EuroDOCSIS) OSI DOCSIS Higher Layers Applications DOCSIS Transport TCP/UDP Control Messages Network IP Data Link IEEE Physical Upstream Downstream TDMA (mini-slots) 5-42(65) MHz QPSK/16-QAM TDM (MPEG) 42(65) MHz 64/256-QAM ITU-T J.83 Annex B(A)

17 17 Privacidade Questões de Segurança Meio Partilhado Escuta do tráfego Sempre on-line Aumenta a susceptibilidade a acessos não autorizados ou maliciosos Sistemas de Segurança Cada Cable Modem tem uma identificação única em hardware Encriptação da informação (No DOCSIS é usado o DES e o RSA) Utilização de chaves de sessão Pretendem também evitar a utilização do serviço por não assinantes

18 18 Fontes de Ruído Origens Lar do assinante 75% Drop 20% Trunk 5 % Tipos Bit stream Ruído Modulação Correcção de erros BER superior Precisão do conversor D/A Características da infra-estrutura Não linearidades Resposta em frequência Ecos e reflexões Interferência intersimbólica Nyquist filter rolloff Equalização adaptativa Limitações dos equipamentos

19 19 Standards Evolução da normalização (CMTS/CM) Sistemas proprietários (ex. COM21) DVB/DAVIC (Europa) MCNS/DOCSIS (EUA) IEEE A normalização visa o inter funcionamento entre CMs e CMTS/Head-Ends de diferentes fabricantes. Para mais informações... ; ;

20 20 Standards DVB/DAVIC 1.3/1.4/1.5 Também conhecido por DVB-RCC ou ETS Iniciativa Européia Também se aplica às Set-Top Boxes Tem pouca expressão (concorre essencialmente com o Euro-DOCSIS) MCNS/DOCSIS 1.0/1.1 Iniciativa do consórcio MCNS Domina o mercado Americano Euro-DOCSIS (Desenvolvido para as necessidades Européias) IEEE Perdeu a batalha devido a grandes atrasos na sua definição. Pretende ser um standard para a futura geração de Cable Modems.

21 21 Standards (Oferta de Produtos) DOCSIS Toshiba Thomson 3Com General Instrument Arris Interactive Askey Computer Corp. Cisco Systems Philips Electronics Samsung Sony Proprietários ou DVB/DAVIC COM21 (Sistema ATM prop.) Zenith (Sistema prop.) LANCity/Bay Networks (Sist. prop.) NetGame (Sist. Prop.) COCOM (Sist. DVB-RCC/DAVIC) DeltaKabel (Sist. Prop & EuroDOCSIS)

22 Tecnologias Concorrentes 22

23 23 Conclusões Vantagens Débitos elevados (~T1/E1) Investimento reduzido por parte do utilizador Sempre online Custo fixo (independente da utilização) Não é necessária chamada (s/dial-up) Desvantagens Meio partilhado Questões de segurança Performance dependente do nº de utilizadores

24 24 Bibliografia David Gingold, Integrated Digital Services for Cable Networks, MIT Walter S. Ciciora, Cable Television in the United States, CableLabs Henry Barton, DOCSIS MCNS vs DVB/DAVIC DVB-RCC, BROADCENTRIC Tom Quigley, Euro-DOCSIS/DVB-RC Comparison, Broadcom EuroModem, EUROMODEM ECCA Para mais informações

ACESSO VIA CABLE MODEM

ACESSO VIA CABLE MODEM ACESSO VIA CABLE MODEM Roberto da Costa Faria, Silvio Ferro Pinto Varandas Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense (UFF) Campus da Praia Vermelha Bloco D Sala 502B Niterói, RJ CEP: 24.210-240.

Leia mais

III.2. CABLE MODEMS CARACTERÍSTICAS BÁSICAS UNIDADE III SISTEMAS HÍBRIDOS

III.2. CABLE MODEMS CARACTERÍSTICAS BÁSICAS UNIDADE III SISTEMAS HÍBRIDOS 1 III.2. CABLE MODEMS III.2.1. DEFINIÇÃO Cable modems são dispositivos que permitem o acesso em alta velocidade à Internet, através de um cabo de distribuição de sinais de TV, num sistema de TV a cabo.

Leia mais

DOCSIS. A evolução do DOCSIS. 1.0 a 3.0. DOCSIS 1.0 a 3.0. 1 Marcelo Costa

DOCSIS. A evolução do DOCSIS. 1.0 a 3.0. DOCSIS 1.0 a 3.0. 1 Marcelo Costa DOCSIS A evolução do DOCSIS 1.0 a 3.0 1 O que é DOCSIS Data Over Cable Service Interface Specification (DOCSIS) É o método utilizado para transportar dados através da rede HFC (Hybrid Fiber Coaxial) utilizando

Leia mais

Como em AM e FM, a portadora é um sinal senoidal com frequência relativamente alta;

Como em AM e FM, a portadora é um sinal senoidal com frequência relativamente alta; Modulação Digital Modulação Digital Como em AM e FM, a portadora é um sinal senoidal com frequência relativamente alta; O sinal modulante é um sinal digital; A informação (bits) é transmitida em forma

Leia mais

PROJETO DO CANAL DE RETORNO PARA REDES HFC

PROJETO DO CANAL DE RETORNO PARA REDES HFC PROJETO DO CANAL DE RETORNO PARA REDES HFC Marcelo Melo da Costa mmc@amazon.com.br RESUMO As empresas de TV a cabo atualmente estão implementando redes para a distribuição dos sinais do tipo HFC (híbrida

Leia mais

IPT - INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO APRESENTAÇÃO DE REDES DE ACESSOS

IPT - INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO APRESENTAÇÃO DE REDES DE ACESSOS IPT - INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO APRESENTAÇÃO DE REDES DE ACESSOS Mestrandos: Delson Martins N:760 Turma 10 Márcio Fernando Flores N:767 Turma 10 Professores: Volnys; Kiatake;

Leia mais

Multimedia networked applications: standards, protocols and research trends

Multimedia networked applications: standards, protocols and research trends Multimedia networked applications: standards, protocols and research trends Maria Teresa Andrade FEUP / INESC Porto mandrade@fe.up.pt ; maria.andrade@inescporto.pt http://www.fe.up.pt/~mandrade/ ; http://www.inescporto.pt

Leia mais

Anatomia de uma rede de acesso banda-larga (Parte I) GTER 33

Anatomia de uma rede de acesso banda-larga (Parte I) GTER 33 Anatomia de uma rede de acesso banda-larga (Parte I) GTER 33 2012 Grupo Algar Negócios Algar Setor TI/Telecom Setor Agro Setor Serviços Turismo Algar Telecom Negócios & Atuação: Varejo Empresas Dados &

Leia mais

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani Redes de Dados e Comunicações Prof.: Fernando Ascani Redes Wireless / Wi-Fi / IEEE 802.11 Em uma rede wireless, os adaptadores de rede em cada computador convertem os dados digitais para sinais de rádio,

Leia mais

REDES DE TELECOMUNICAÇÕES

REDES DE TELECOMUNICAÇÕES REDES DE TELECOMUNICAÇÕES Transmissão digital no lacete do assinante Engª de Sistemas e Informática UALG/FCT/ADEEC 2003/2004 Redes de Telecomunicações 1 xdsl Sumário Conceitos Gerais VDSL Implementação

Leia mais

Redes de Acesso. Parte D - Redes Híbridas Fibra Cabo Coaxial (HFC) Mário Serafim Nunes Março 2005

Redes de Acesso. Parte D - Redes Híbridas Fibra Cabo Coaxial (HFC) Mário Serafim Nunes Março 2005 Redes de Acesso Parte D - Redes Híbridas Fibra Cabo Coaxial (HFC) Mário Serafim Nunes Março 2005 1 INTRODUÇÃO 2 2 ARQUITECTURA HFC 2 3 NORMAS DOCSIS 6 3.1 Arquitectura de referência 6 3.2 Estrutura das

Leia mais

PASSIVE OPTICAL NETWORK - PON

PASSIVE OPTICAL NETWORK - PON PASSIVE OPTICAL NETWORK - PON É uma solução para a rede de acesso, busca eliminar o gargalo das atuais conexões entre as redes dos usuários e as redes MAN e WAN. A solução PON não inclui equipamentos ativos

Leia mais

Transmissão e Multiplexação. Rodolfo I. Meneguette

Transmissão e Multiplexação. Rodolfo I. Meneguette Transmissão e Multiplexação Rodolfo I. Meneguette Redes de Acesso e Meios Físicos P: Como conectar os sistemas finais aos roteadores de borda? Redes de acesso residencial redes de acesso institucional

Leia mais

Utilização da Banda Passante do Meio. Multiplexação Redes. Utilização da Banda Passante do Meio. Bacharelado em Informática

Utilização da Banda Passante do Meio. Multiplexação Redes. Utilização da Banda Passante do Meio. Bacharelado em Informática Bacharelado em Informática Disciplina: de Computadores Multiplexação, Modulação e Codificação Prof. Sérgio Colcher colcher@inf.puc-rio.br Utilização da Banda Passante do Meio 0 40 400 Desperdício Configuração

Leia mais

Pós-Graduação: INF/CETUC

Pós-Graduação: INF/CETUC Pós-Graduação: INF/CETUC Disciplina: Redes de Acesso em Banda Larga Princípios Básicos Prof. Sérgio Colcher Prof. Luiz A. R. Da Silva Mello Copyright 1999-2004 by TeleMídia Lab. 1 Cenário 2 Modelo Provedores

Leia mais

Redes de Acesso Parte D - Redes Híbridas Fibra Cabo Coaxial (HFC) Mário Serafim Nunes, IST, Março 2005

Redes de Acesso Parte D - Redes Híbridas Fibra Cabo Coaxial (HFC) Mário Serafim Nunes, IST, Março 2005 Redes de Acesso Parte D - Redes Híbridas Fibra Cabo Coaxial (HFC) Mário Serafim Nunes, IST, Março 2005 1 INTRODUÇÃO 2 2 ARQUITECTURA HFC 2 3 NORMAS DOCSIS 6 3.1 Arquitectura de referência 6 3.2 Estrutura

Leia mais

Rede Telefónica Pública Comutada - Principais elementos -

Rede Telefónica Pública Comutada - Principais elementos - Equipamento terminal: Rede Telefónica Pública Comutada - Principais elementos - o telefone na rede convencional Equipamento de transmissão: meio de transmissão: cabos de pares simétricos, cabo coaxial,

Leia mais

2- Conceitos Básicos de Telecomunicações

2- Conceitos Básicos de Telecomunicações Introdução às Telecomunicações 2- Conceitos Básicos de Telecomunicações Elementos de um Sistemas de Telecomunicações Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Telecomunicações 2 1 A Fonte Equipamento que origina

Leia mais

Capítulo 2: Camada Física. Capítulo 2. A camada física

Capítulo 2: Camada Física. Capítulo 2. A camada física Capítulo 2: Camada Física Capítulo 2 A camada física slide 1 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. Computer Networks, Fifth Edition by Andrew Tanenbaum and David Wetherall, Pearson

Leia mais

Sistema DVB para Transmissão de Televisão Digital

Sistema DVB para Transmissão de Televisão Digital Sistema DVB para Transmissão de Televisão Digital Pedro A. Amado Assunção Instituto de Telecomunicações Pinhal de Marrocos, 3030-290 Coimbra, Portugal Instituto Politécnico de Leiria/ESTG amado@co.it.pt

Leia mais

Local Multipoint Distribuition Service (LMDS)

Local Multipoint Distribuition Service (LMDS) Local Multipoint Distribuition Service (LMDS) Este tutorial apresenta a tecnologia LMDS (Local Multipoint Distribuition Service), acesso em banda larga para última milha por meio de rádios microondas.

Leia mais

IEEE 802.16 - WiMAX. Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Universidade Federal do Paraná Departamento de Engenharia Elétrica mehl@eletrica.ufpr.

IEEE 802.16 - WiMAX. Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Universidade Federal do Paraná Departamento de Engenharia Elétrica mehl@eletrica.ufpr. IEEE 802.16 - WiMAX Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Universidade Federal do Paraná Departamento de Engenharia Elétrica mehl@eletrica.ufpr.br WiMax - Worldwide Interoperability for Microwave Access WiMAX Forum:

Leia mais

Exercícios do livro: Tecnologias Informáticas Porto Editora

Exercícios do livro: Tecnologias Informáticas Porto Editora Exercícios do livro: Tecnologias Informáticas Porto Editora 1. Em que consiste uma rede de computadores? Refira se à vantagem da sua implementação. Uma rede de computadores é constituída por dois ou mais

Leia mais

INF-111 Redes Sem Fio Aula 06 Tecnologias para WMAN Prof. João Henrique Kleinschmidt

INF-111 Redes Sem Fio Aula 06 Tecnologias para WMAN Prof. João Henrique Kleinschmidt INF-111 Redes Sem Fio Aula 06 Tecnologias para WMAN Prof. João Henrique Kleinschmidt Santo André, outubro de 2014 Roteiro Sistemas de Telefonia Celular Evolução dos Sistemas Celulares WMAN WiMAX Arquitetura

Leia mais

Redes de computadores N Laboratório 01. Luiza Eitelvein 181375

Redes de computadores N Laboratório 01. Luiza Eitelvein 181375 Redes de computadores N Laboratório 01 Luiza Eitelvein 181375 Exercícios 1) a) Teorema de Shannon : MCs = B log₂(1+s/n) 40 db = 10 log(s/n) 4 = log(s/n) S/N = 10⁴ MCs = 3100 log₂(1+10000) = 3100 ( (log

Leia mais

Transmissão de Dados

Transmissão de Dados T 1 Transmissão de Dados FEUP/DEEC/RCD 2002/03 MPR/JAR T 2 Terminologia e Conceitos Meios de transmissão A transmissão de sinais, sob a forma de ondas electromagnéticas, é suportada em meios de transmissão

Leia mais

Comunicação sem Fio WLAN (802.11) Edgard Jamhour

Comunicação sem Fio WLAN (802.11) Edgard Jamhour Comunicação sem Fio WLAN (802.11) Edgard Jamhour WLAN: Parte I Técnicas de Modulação, Taxas de Transmissão e Alcance Faixa de Freqüências faixa desde até comprimento da onda ELF 30 Hz 300 Hz 10 7 metros

Leia mais

Sistemas de Comunicação Óptica Redes de Televisão por Cabo

Sistemas de Comunicação Óptica Redes de Televisão por Cabo Sistemas de Comunicação Óptica Redes de Televisão por Cabo João Pires Sistemas de Comunicação Óptica 110 Características do sinal de vídeo O sinal de vídeo inclui a inormação de luminância (intensidade)

Leia mais

Jornalismo Multiplataforma. Tecnologias Redes e Convergência. eduardo.barrere@ice.ufjf.br

Jornalismo Multiplataforma. Tecnologias Redes e Convergência. eduardo.barrere@ice.ufjf.br Jornalismo Multiplataforma Tecnologias Redes e Convergência eduardo.barrere@ice.ufjf.br Panorama Em 2011, a TV atingiu 96,9% (http://www.teleco.com.br/nrtv.asp) TV Digital Uma novidade???? TV Digital Resolve

Leia mais

Ligação à Internet. Conceitos de Sistemas Informáticos. Grupo de Comunicações por Computador Departamento de Informática Universidade do Minho

Ligação à Internet. Conceitos de Sistemas Informáticos. Grupo de Comunicações por Computador Departamento de Informática Universidade do Minho Grupo de Comunicações por Computador Departamento de Informática Universidade do Minho Maio de 2004 Sumário 1 2 TV Cabo Bragatel Sapo Clix OniNet Telepac Tipos de ligações actualmente disponibilizadas

Leia mais

Instituto Federal de Santa Catarina. Redes de Computadores RES 12502

Instituto Federal de Santa Catarina. Redes de Computadores RES 12502 Instituto Federal de Santa Catarina Redes de Computadores RES 12502 2014 2 O material para essas apresentações foi retirado das apresentações disponibilizadas pela Editora Pearson para o livro Redes de

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Disciplina: Redes de Computadores Prof.: Rafael Freitas Reale Aluno: Data / / Prova Final de Redes Teoria Base 1) Qual o tipo de ligação e a topologia respectivamente

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Redes I Fundamentos - 1º Período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 2: Transmissão de Dados 1.

Leia mais

TECNOLOGIAS xdsl para pares de cobre

TECNOLOGIAS xdsl para pares de cobre TECNOLOGIAS xdsl para pares de cobre ESTV 2002/03 Paulo Coelho Redes e Serviços em Banda Larga 1 Tecnologias para a rede de cobre Evolução da transmissão de dados sobre pares de cobre: Rede s/ elementos

Leia mais

LISTA DE EXERCICIOS - Parte I da matéria (revisão out/2013)

LISTA DE EXERCICIOS - Parte I da matéria (revisão out/2013) UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA APLICADA LISTA DE EXERCICIOS - Parte I da matéria (revisão out/2013) Não há gabarito, nem resoluções, nem

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Considerando o circuito mostrado na figura acima, julgue os itens seguintes. 51 O valor da tensão v o é igual a 10 V. 52 O valor da corrente I 2 é igual a 1 ma. 53 O equivalente

Leia mais

Prolongar a vida útil das redes HFC

Prolongar a vida útil das redes HFC Prolongar a vida útil das redes HFC Um projecto de Investigação do 7PQ da UE http://www.ict-redesign.eu/ Sétimo Programa-Quadro (7PQ) da UE A UE estimula a I&D através de Programas-Quadro em larga escala

Leia mais

Acesso residencial em banda larga

Acesso residencial em banda larga Universidade Federal do Rio de Janeiro Núcleo de Computação Eletrônica Mestrado em Informática Disciplina: MAB 735 Professor: Paulo Aguiar Acesso residencial em banda larga Agosto de 2000 Autor: Edmundo

Leia mais

TÉCNICAS DE ACESSO MÚLTIPLO NO DOMINIO ÓPTICO. José Valdemir dos Reis Junior

TÉCNICAS DE ACESSO MÚLTIPLO NO DOMINIO ÓPTICO. José Valdemir dos Reis Junior TÉCNICAS DE ACESSO MÚLTIPLO NO DOMINIO ÓPTICO José Valdemir dos Reis Junior ROTEIRO Gerações das redes PON Componentes das Redes Ópticas Passivas Técnicas de acesso múltiplo nas redes PON: - Acesso Multiplo

Leia mais

Prof.: GIANOTO EE012 - FEI

Prof.: GIANOTO EE012 - FEI TELEFONIA CELULAR Tecnologia celular digital - sistema TDMA TDMA= Time Division Multiple Acess Multiplexação digital As informações de vários usuários são transmitidas em um canal comum em um determinado

Leia mais

Prof. Luís Rodolfo. Unidade I REDES DE COMPUTADORES E

Prof. Luís Rodolfo. Unidade I REDES DE COMPUTADORES E Prof. Luís Rodolfo Unidade I REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO C Redes de computadores e telecomunicação Objetivo: apresentar os conceitos iniciais e fundamentais com relação às redes de computadores

Leia mais

Ethernet. O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet. Ethernet. Ethernet

Ethernet. O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet. Ethernet. Ethernet O Nível de Enlace nas Redes Locais Como já foi visto, o nível de enlace deve fornecer uma interface de serviço bem definida para o nível de rede. deve determinar como os bits do nível físico serão agrupados

Leia mais

Protocolos de Redes Revisão para AV I

Protocolos de Redes Revisão para AV I Protocolos de Redes Revisão para AV I 01 Aula Fundamentos de Protocolos Conceituar protocolo de rede; Objetivos Compreender a necessidade de um protocolo de rede em uma arquitetura de transmissão entre

Leia mais

COMUNICAÇÃO DE DADOS CAP. 5 MODEM

COMUNICAÇÃO DE DADOS CAP. 5 MODEM COMUNICAÇÃO DE DADOS CAP. 5 MODEM MODEM A palavra modem vem da contração das palavras MOdulador e DEModulador. É um equipamento bidirecional o qual é instalado nas duas extremidades de um canal de comunicação

Leia mais

1 Modulação digital para comunicações móveis

1 Modulação digital para comunicações móveis 1 Modulação digital para comunicações móveis Tabela 1: Algumas modulações empregadas em telefonia celular Sistema Forma de Largura da Critério de Razão celular modulação portadora qualidade sinal-ruído

Leia mais

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes Noções de Redes: Estrutura básica; Tipos de transmissão; Meios de transmissão; Topologia de redes;

Leia mais

Apostila Básica sobre transmissão de TV Digital Padrão Brasileiro

Apostila Básica sobre transmissão de TV Digital Padrão Brasileiro 1 Apostila Básica sobre transmissão de TV Digital Padrão Brasileiro Capitulo 1: Para começarmos a falar sobre TV Digital devemos conhecer os tipos de modulação digital que existem e entender, ao menos,

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula Complementar - EQUIPAMENTOS DE REDE 1. Repetidor (Regenerador do sinal transmitido) É mais usado nas topologias estrela e barramento. Permite aumentar a extensão do cabo e atua na camada física

Leia mais

1.264 Aula 22. Tecnologia de rede Celular, CATV, ISDN, DSL, rede de área local

1.264 Aula 22. Tecnologia de rede Celular, CATV, ISDN, DSL, rede de área local 1.264 Aula 22 Tecnologia de rede Celular, CATV, ISDN, DSL, rede de área local TV a cabo Permite a transferência de voz e dados nos estados permitidos (poucos até o momento) À LEC foi permitida a transferência

Leia mais

REDES DE ACESSO. Mário Serafim dos Santos Nunes. Instituto Superior Técnico

REDES DE ACESSO. Mário Serafim dos Santos Nunes. Instituto Superior Técnico REDES DE ACESSO Mário Serafim dos Santos Nunes Parte A Arquitecturas e Tecnologias Parte B Protocolos de Acesso Parte C Tecnologias de Acesso DSL Parte D Redes Híbridas Fibra - Cabo Coaxial (HFC) Parte

Leia mais

Segunda Lista de Exercícios

Segunda Lista de Exercícios INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA Segunda Lista de Exercícios 1. Qual é a posição dos meios de transmissão no modelo OSI ou Internet? Os meios de transmissão estão localizados abaixo

Leia mais

Interfaces Modem-ETD. RS-232c ou V.24 V.36/V.11 RS-449/RS-422a RS-449/RS-423a V.35 G.703 V.35 V.36 MAB-510 48

Interfaces Modem-ETD. RS-232c ou V.24 V.36/V.11 RS-449/RS-422a RS-449/RS-423a V.35 G.703 V.35 V.36 MAB-510 48 Interfaces Modem-ETD RS-232c ou V.24 V.36/V.11 RS-449/RS-422a RS-449/RS-423a V.35 G.703 V.35 V.36 MODEM MODEM MAB-510 48 Controle de Recepção e Transmissão Transmissão (request to send) RTS (clear to send)

Leia mais

Engenharia Eletricista, com habilitação em Telecomunicações, pela Faculdade Novo Milênio (2006).

Engenharia Eletricista, com habilitação em Telecomunicações, pela Faculdade Novo Milênio (2006). Estrutura de Transmissão de TV e Internet via Cabo O conteúdo deste tutorial foi obtido do artigo de autoria do Wemberson Rosi para a etapa de classificação do II Concurso Teleco de Trabalhos de Conclusão

Leia mais

REDES DE TELECOMUNICAÇÕES

REDES DE TELECOMUNICAÇÕES REDES DE TELECOMUNICAÇÕES Transmissão digital no lacete do assinante Engª de Sistemas e Informática UALG/FCT/ADEEC 2004/2005 Redes de Telecomunicações 1 xdsl Sumário Conceitos Gerais Implementação Redes

Leia mais

Largura de banda e Throughput (Tanenbaum,, 2.1.2)

Largura de banda e Throughput (Tanenbaum,, 2.1.2) Largura de banda e Throughput (Tanenbaum,, 2.1.2) A largura de banda,, em termos gerais, indica a quantidade máxima de dados que podem trafegar no meio em um determinado momento. É medida em bps (bits

Leia mais

Transmissão digital em pares simétricos na rede de acesso

Transmissão digital em pares simétricos na rede de acesso Transmissão digital em pares simétricos na rede de acesso Acesso em banda base Acesso com modulação digital Acesso RDIS, HDSL Acesso com modems de banda de voz, ADSL, VDSL Códigos de linha Bipolar (AMI),

Leia mais

X??? Digital Subscriber Line

X??? Digital Subscriber Line Tecnologias XDSL X??? Digital Subscriber Line AGENDA GERAL Tecnologias de Transmissão A Rede Rede Pública Comutada Loop local Central PROVEDOR REDE CORPORATIVA usuário Central Central usuário Par trançado

Leia mais

RAMS Part C Redes Híbridas Fibra - Cabo Coaxial (HFC)

RAMS Part C Redes Híbridas Fibra - Cabo Coaxial (HFC) RAMS Part C Redes Híbridas Fibra - Cabo Coaxial (HFC) 1 INTRODUÇÃO 2 2 A ARQUITECTURA HFC 3 2.1.1 Compressão digital de vídeo 4 2.1.2 Gestão do espectro 5 2.1.3 Evolução de redes HFC 6 3 DOCSIS 8 3.1 Introdução

Leia mais

Capítulo1 Redes de computador es e a Internet

Capítulo1 Redes de computador es e a Internet Redes de computadores e a Internet Capítulo Redes de computador es e a Internet O que é a Internet? Milhões de elementos de computação interligados: hospedeiros = sistemas finais Executando aplicações

Leia mais

6.3 Tecnologias de Acesso

6.3 Tecnologias de Acesso Capítulo 6.3 6.3 Tecnologias de Acesso 1 Acesso a redes alargadas Acesso por modem da banda de voz (através da Rede Fixa de Telecomunicações) Acesso RDIS (Rede Digital com Integração de Serviços) Acesso

Leia mais

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1 Equipamentos de Rede Repetidor (Regenerador do sinal transmitido)* Mais usados nas topologias estrela e barramento Permite aumentar a extensão do cabo Atua na camada física da rede (modelo OSI) Não desempenha

Leia mais

2 Perspectivas de Consumo de Banda no Acesso

2 Perspectivas de Consumo de Banda no Acesso 2 Perspectivas de Consumo de Banda no Acesso Esse capítulo apresenta os novos serviços disponíveis aos usuários e a tendência de oferta futura, indicando as previsões de bandas associadas necessárias a

Leia mais

REDES DE ACESSO ÓPTICO

REDES DE ACESSO ÓPTICO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS DE SÃO JOSÉ CURSO SUPERIOR TECNOLÓGICO EM SISTEMAS

Leia mais

O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet

O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet O Nível de Enlace nas Redes Locais Como já foi visto, o nível de enlace deve fornecer uma interface de serviço bem definida para o nível de rede. deve determinar como os bits do nível físico serão agrupados

Leia mais

Redes de Computadores Aula 2. Aleardo Manacero Jr.

Redes de Computadores Aula 2. Aleardo Manacero Jr. Redes de Computadores Aula 2 Aleardo Manacero Jr. O protocolo RM OSI 1 Camada Física e Componentes Funcionalidades relacionadas à transmissão de bits Codificação Modulação Sincronismo de bits Especificação

Leia mais

UNIDADE II. Fonte: SGC Estácio e João Bosco M. Sobral

UNIDADE II. Fonte: SGC Estácio e João Bosco M. Sobral UNIDADE II xdsl eadsl Fonte: SGC Estácio e João Bosco M. Sobral Nasceu da necessidade de acesso à Internet em velocidades superiores ao padrão V.90-56kbit/s e ISDN BRI-128kbit/s pelos clientes corporativos,

Leia mais

Transmissão Digital e Analógica

Transmissão Digital e Analógica Transmissão Digital e Analógica Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores I Introdução... 2 Transmissão Digital... 2 Codificação de Linha... 2 Codificação de Blocos... 4 Transmissão Digital

Leia mais

METODOLOGIA PARA IMPLANTAÇÃO DE SERVIÇOS DIGITAIS EM UMA REDE HFC EXISTENTE

METODOLOGIA PARA IMPLANTAÇÃO DE SERVIÇOS DIGITAIS EM UMA REDE HFC EXISTENTE VICENTE MAZZOLLA MORAIS METODOLOGIA PARA IMPLANTAÇÃO DE SERVIÇOS DIGITAIS EM UMA REDE HFC EXISTENTE Dissertação apresentada como requisito parcial à obtenção do grau de Mestre, no Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Tecnologia Mundial em Transporte e Distribuição de sinais de TV. www.linear.com.br

Tecnologia Mundial em Transporte e Distribuição de sinais de TV. www.linear.com.br Tecnologia Mundial em Transporte e Distribuição de sinais de TV Santa Rita do Sapucaí -MG Ilhéus - BA Ilhéus - BA Pça Linear,100 37540-000 - Santa Rita do Sapucaí-MG Brasil - (5535) 3473-3473 (5535) 3473-3474

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Parte II: Camada Física Dezembro, 2012 Professor: Reinaldo Gomes reinaldo@computacao.ufcg.edu.br Meios de Transmissão 1 Meios de Transmissão Terminologia A transmissão de dados d

Leia mais

Figura 1 - Comparação entre as camadas do Modelo OSI e doieee. A figura seguinte mostra o formato do frame 802.3:

Figura 1 - Comparação entre as camadas do Modelo OSI e doieee. A figura seguinte mostra o formato do frame 802.3: Introdução Os padrões para rede local foram desenvolvidos pelo comitê IEEE 802 e foram adotados por todas as organizações que trabalham com especificações para redes locais. Os padrões para os níveis físico

Leia mais

UFSM-CTISM. Teoria da Comunicação Aula-01

UFSM-CTISM. Teoria da Comunicação Aula-01 UFSM-CTISM Teoria da Comunicação Aula-01 Professor: Andrei Piccinini Legg Santa Maria, 2012 Objetivo Objetivos da disciplina: Ter conhecimento dos princípios básicos da telecomunicação; Conhecer os conceitos

Leia mais

INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE COMPUTADORES EM REDES LOCAIS (ICCRL)

INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE COMPUTADORES EM REDES LOCAIS (ICCRL) INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE COMPUTADORES EM REDES LOCAIS (ICCRL) Instalação, manutenção e utilização de redes locais Geni Gomes CEF Operador (a) de Informática Nível II [2012/2013] O que é uma rede? Conjunto

Leia mais

Introdução à Transmissão Digital. Funções básicas de processamento de sinal num sistema de comunicações digitais.

Introdução à Transmissão Digital. Funções básicas de processamento de sinal num sistema de comunicações digitais. Introdução à Transmissão Digital Funções básicas de processamento de sinal num sistema de comunicações digitais. lntrodução à transmissão digital Diferença entre Comunicações Digitais e Analógicas Comunicações

Leia mais

Introdução. Arquitetura de Rede de Computadores. Prof. Pedro Neto

Introdução. Arquitetura de Rede de Computadores. Prof. Pedro Neto Introdução Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 1. Introdução i. Conceitos e Definições ii. Tipos de Rede a. Peer To Peer b. Client/Server iii. Topologias

Leia mais

1 Modulação digital Noções básicas

1 Modulação digital Noções básicas 1 Modulação digital Noções básicas A modulação envolve operações sobre uma ou mais das três características de uma portadora (amplitude, fase, frequência). Há três técnicas básicas de modulação para transformar

Leia mais

O QUE É REDES DE COMPUTADORES?

O QUE É REDES DE COMPUTADORES? REDES DE COMPUTADORES Wagner de Oliveira O QUE É REDES DE COMPUTADORES? É a conexão de dois ou mais computadores através de um meio de comunicação (cabos, linhas telefônicas, etc.) Possibilita o compartilhamento

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO: CARACTERIZAÇÃO FUNCIONAL DE NOVOS SERVIÇOS DIGITAIS DA REDE DE ACESSO

INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO: CARACTERIZAÇÃO FUNCIONAL DE NOVOS SERVIÇOS DIGITAIS DA REDE DE ACESSO INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO: CARACTERIZAÇÃO FUNCIONAL DE NOVOS SERVIÇOS DIGITAIS DA REDE DE ACESSO Joaquim E Neves* 1 1 Universidade do Minho, Escola de Engenharia - Guimarães, Portugal *Email:

Leia mais

Centro Universitário Fundação Santo André. Disciplina Redes de Computadores. Módulo 05

Centro Universitário Fundação Santo André. Disciplina Redes de Computadores. Módulo 05 Centro Universitário Fundação Santo André Disciplina Redes de Computadores Módulo 05 2006 V1.0 Conteúdo Telecomunicação e Canais de Comunicação Multiplexação Tipos de Circuitos de Dados DTE e DCE Circuit

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006

Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006 Redes de Computadores Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006 Sinal no domínio do tempo Redes de Computadores 2 1 Sinal sinusoidal no tempo S(t) = A sin (2πft

Leia mais

HEADEND, REDES HIBRIDAS E CONCEITOS DE TRANSMISSÃO VIA CABO EM SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES.

HEADEND, REDES HIBRIDAS E CONCEITOS DE TRANSMISSÃO VIA CABO EM SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES. HEADEND, REDES HIBRIDAS E CONCEITOS DE TRANSMISSÃO VIA CABO EM SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES. Alexsandre Junior Cabral, ajcabral14@gmail.com Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia São Paulo

Leia mais

Bateria REDES MPU Prof. Walter Cunha http://www.waltercunha.com/blog http://twitter.com/timasters http://br.groups.yahoo.com/group/timasters/

Bateria REDES MPU Prof. Walter Cunha http://www.waltercunha.com/blog http://twitter.com/timasters http://br.groups.yahoo.com/group/timasters/ Bateria REDES MPU Prof. Walter Cunha http://www.waltercunha.com/blog http://twitter.com/timasters http://br.groups.yahoo.com/group/timasters/ STJ 2008 Com relação a transmissão de dados, julgue os itens

Leia mais

Redes de Computadores (RCOMP 2014/2015)

Redes de Computadores (RCOMP 2014/2015) Redes de Computadores (RCOMP 2014/2015) Tecnologias WAN: ATM/ISDN e DSL 1 WAN Redes ATM A tecnologia ATM (Asynchronous Transfer Mode ) está disponível há bastante tempo, mas a expansão da sua utilização

Leia mais

Tratamento do sinal Prof. Ricardo J. Pinheiro

Tratamento do sinal Prof. Ricardo J. Pinheiro Fundamentos de Redes de Computadores Tratamento do sinal Prof. Ricardo J. Pinheiro Resumo Modulação e demodulação Técnicas de modulação Analógica AM, FM e PM. Digital ASK, FSK e PSK. Multiplexação e demultiplexação

Leia mais

Elemento central da rede par trançado Camada física do modelo OSI Cascateamento de hubs

Elemento central da rede par trançado Camada física do modelo OSI Cascateamento de hubs Elemento central da rede par trançado Camada física do modelo OSI Cascateamento de hubs Porta UTP Regra 5-4-3 (em desuso) Porta UTP específica Hubs são enxergados como um único equipamento (geralmente

Leia mais

Me Engº Leonardo Ortolan. Me Engº Thiago L. S. Santos

Me Engº Leonardo Ortolan. Me Engº Thiago L. S. Santos TV Digital Me Engº Leonardo Ortolan Me Engº Thiago L. S. Santos Sumário Introdução Desenvolvimento TV Digital: O que é? Padrões de TV Digital TV Digital Brasileira Participação da PUCRS no SBTVD Conclusão

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Uma rede de computadores é um sistema de comunicação de dados constituído através da interligação de computadores e outros dispositivos, com a finalidade de trocar informação e partilhar

Leia mais

Bart Van Utterbeeck SSPI Broadcast day 5 de junho 2007. Shaping the future of satellite communications 1

Bart Van Utterbeeck SSPI Broadcast day 5 de junho 2007. Shaping the future of satellite communications 1 Bart Van Utterbeeck SSPI Broadcast day 5 de junho 2007 1 O que é DVB-S2? Novo padrão DVB para transmissão digital por satélite (2004) Deve substituir DVB-S & DVB-DSNG no futuro Digital Video Broadcasting

Leia mais

Redes de Telecomunicações. Redes de acesso 2006-2007

Redes de Telecomunicações. Redes de acesso 2006-2007 Redes de Telecomunicações Redes de acesso 2006-2007 Arquitectura da rede: Estrutura geral Central Local de Comutação concentra toda a comutação numa central de comutação telefónica ligando cada assinante

Leia mais

Sumário. Topologias de rede. Topologias Físicas. Topologia Física: Barramento 10/07/2015. Introdução as Redes

Sumário. Topologias de rede. Topologias Físicas. Topologia Física: Barramento 10/07/2015. Introdução as Redes Técnico em Informática 4º Int. Redes de Computadores Fabricio A. Steinmacher Sumário Topologias Físicas e Lógicas; Equipamentos para LAN Modelo OSI Introdução as Redes Topologia física Topologias de rede

Leia mais

Este tutorial apresenta os conceitos básicos de enlaces rádio digitais ponto a ponto.

Este tutorial apresenta os conceitos básicos de enlaces rádio digitais ponto a ponto. Enlace Rádio Digital Ponto a Ponto Este tutorial apresenta os conceitos básicos de enlaces rádio digitais ponto a ponto. Eduardo Tude Engenheiro de Teleco (IME 78) e Mestre em Teleco (INPE 81) tendo atuado

Leia mais

Redes de Computadores. Redes de Computadores ADSL / XDSL. Protocolos de Redes. Aula 9 ADSL FACULDADE PITÁGORAS DE TECNOLOGIA

Redes de Computadores. Redes de Computadores ADSL / XDSL. Protocolos de Redes. Aula 9 ADSL FACULDADE PITÁGORAS DE TECNOLOGIA Redes de Computadores Protocolos de Redes Redes de Computadores Aula 9 / XDSL Introdução A tecnologia (Asymmetric Digital Subscriber Line - Linha Digital Assimétrica de Assinante) opera com transmissões

Leia mais

Visão geral de QAM e fundamentos de solução de problemas para novos operadores de rede digital a cabo

Visão geral de QAM e fundamentos de solução de problemas para novos operadores de rede digital a cabo Documento técnico Visão geral de QAM e fundamentos de solução de problemas para novos Os sinais QAM (digital quadrature amplitude modulation) são um desafio complexo para média dos técnicos de cabo Este

Leia mais

Introdução a Redes de Computadores. Professor Machado

Introdução a Redes de Computadores. Professor Machado Introdução a Redes de Computadores Professor Machado 1 O que é uma rede de computadores? Uma rede de computadores é um conjunto de computadores autônomos, interconectados, capazes de trocar informações

Leia mais

DO ANALÓGICO AO DIGITAL: CONCEITOS E

DO ANALÓGICO AO DIGITAL: CONCEITOS E DO ANALÓGICO AO DIGITAL: CONCEITOS E TÉCNICAS BÁSICASB Fernando Pereira Instituto Superior TécnicoT Digitalização Processo onde se expressa informação analógica de forma digital. A informação analógica

Leia mais

Processamento Batch. Computadores Pessoais. Processamento On-Line. Redes Locais de Computadores. Integração Total. Departamento Pessoal

Processamento Batch. Computadores Pessoais. Processamento On-Line. Redes Locais de Computadores. Integração Total. Departamento Pessoal Introdução Redes de Computadores Evolução Conceitos Topologias Evolução na comunicação Comunicação sempre foi uma necessidade humana, buscando aproximar comunidades distantes Sinais de fumaça Pombo-correio

Leia mais

TI Aplicada. Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br

TI Aplicada. Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br TI Aplicada Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br Conceitos Básicos Equipamentos, Modelos OSI e TCP/IP O que são redes? Conjunto de

Leia mais

General Packet Radio Service (GPRS) Aluna: Marília Veras

General Packet Radio Service (GPRS) Aluna: Marília Veras General Packet Radio Service (GPRS) Aluna: Marília Veras Tópicos O que é GPSR Arquitetura do Sistema Estados Operacionais do Celular GPRS Classes do Celular GSM/ GPRS Protocolos do GPRS Transmitindo Pacotes

Leia mais

Redes de Alta Velocidade

Redes de Alta Velocidade Redes de Alta Velocidade IEEE 802.3z e IEEE 802.3ab Gigabit Ethernet Redes de Alta Velocidade IEEE 802.3z e IEEE 802.3ab Gigabit Ethernet Parte I IEEE 802.3 Ethernet Parte II IEEE 802.3u Fast Ethernet

Leia mais