A Competitividade dos Portos Portugueses O Turismo e o Sector dos Cruzeiros

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1 O Turismo e o Sector dos Cruzeiros

2 Agenda 1. Portugal e o Mar 2. Os Cruzeiros no PENT 3. O Turismo na Economia Portuguesa 4. O Segmento de Cruzeiros Turísticos 5. Cruzeiros Turísticos em Portugal Terminais de Cruzeiros 6. Portos Internacionais Terminais de Cruzeiro 7. Considerações Finais 2

3 1. Portugal e o Mar 3

4 1. Portugal e o Mar Portugal Maior Zona Económica Exclusiva Novos Desafios Redescoberta da Importância Económica do Mar Valor Económico das Actividades ligadas ao mar Desenvolvimento tecnológico e investimento implica maior competitividade Económica entre sectores. Peso das actividades ligadas ao mar, ascende a 2% do PIB Nacional, empregando directamente cerca de 76 milhares de pessoas (1). (1) Hypercluster do Mar Figura. Sector das Pescas Figura. Sector Energético 4

5 1. Portugal e o Mar Portugal precisa de: Reconhecer o subaproveitamento dos recursos marítimos; Necessidade de reatar uma relação mais próxima com o Mar; Reestruturar os sectores de actividade relacionados com o Mar; Criar sinergias intersectoriais. Figura. Sector do Turismo Marítimo Figura. Sector dos Transportes Marítimos 5

6 2. Os Cruzeiros no PENT 6

7 2. Os Cruzeiros no PENT Nas Principais Linhas de Actuação Politica das Grandes Opções do Plano (..) O Novo Programa de Intervenção no sector do turismo focalizará a sua intervenção na requalificação de infra-estruturas, nomeadamente em Centros de Congressos e em regiões com forte potencial de desenvolvimento deste produto. ( ) ( ) Os Oceanos são um elemento essencial da identidade nacional e têm de ser considerados numa visão estratégica para Portugal ( ) ( ) No âmbito empresarial pretende-se apoiar actividades relacionadas com o mar tendentes à criação de um cluster, em especial nos sectores de elevado potencial de exportação, ou criação de riqueza. ( ) 7

8 2. Os Cruzeiros no PENT 10 Produtos turísticos estratégicos Define um deles como sendo o Turismo Náutico: A aposta no produto Turismo Náutico poderá ter um grande impacto para o Turismo em Portugal, mas requer o desenvolvimento de infra-estruturas de suporte Este produto pode ser dividido em 3 segmentos: cruzeiros, iates e marítimodesportivo O principal desafio para o segmento dos cruzeiros é melhorar as condições nos terminais e criar novas rotas, trabalhando em parceria com os 3 principais operadores. Por outro lado, é necessário enriquecer a experiência dos turistas durante o tempo que passam fora das embarcações. 8

9 3. O Turismo na Economia Portuguesa 9

10 3. O Turismo na Economia Portuguesa Numa altura em que a Europa e o mundo se viram cada vez mais para o mar, como fonte das grandes riquezas futuras ( ) o mar está já na base da maior actividade económica portuguesa o Turismo cit. Jornal do Ambiente e Energia 06.Maio

11 3. O Turismo na Economia Portuguesa Operadores Agências Clientes/Turistas Figura. Caracterização Sector do Turismo 11

12 3. O Turismo na Economia Portuguesa Indicadores Económicos Consumo Turístico Interior (10 6 Euros) TMCA 3.28% Fonte: INE, TP Contas Satélite do Turismo Peso do Consumo Turístico no PIB 10.1% 10.0% 9.4% 9.1% 9.3% 9.4% 9.7% 10.5%10.5% 4.6% Tx. do Consumo Turístico 12.7% 8.4% 6.9% 3.9% 2.5% -1.2% -1.2% Fonte: INE, TP Contas Satélite do Turismo Fonte: INE, TP Contas Satélite do Turismo -6.0% 12

13 3. O Turismo na Economia Portuguesa Indicadores Económicos Contribuição do Turismo para o VAB da Economia (10 6 Euros) TMCA 3.61% Fonte: INE, TP Contas Satélite do Turismo Peso do Turismo no VAB Tx. do VAGT 5.1% 5.0% 4.7% 4.9% 4.6% 4.6% 4.6% 4.8% 8.5% 8.5% 8.1% 11.4% 4.4% 2.0% 1.1% -0.7% -2.0% Fonte: INE, TP Contas Satélite do Turismo Fonte: INE, TP Contas Satélite do Turismo 13

14 3. O Turismo na Economia Portuguesa Indicadores Económicos Emprego nas Actividades Características do Turismo (Nº Postos de Trabalho) TMCA 2.29% N.D N.D N.D Fonte: INE, TP Contas Satélite do Turismo Peso do Emprego das Actividades do turismo no emprego 7.1% 7.2% 7.1% 7.4% 7.6% 7.8% 8.0% 2.8% Tx. do Emprego do Turismo 3.0% 2.6% 2.6% 2.7% 0.1% Fonte: INE, TP Contas Satélite do Turismo Fonte: INE, TP Contas Satélite do Turismo 14

15 4. O Segmento de Cruzeiros Turísticos 15

16 4. O Segmento de Cruzeiros Turísticos O Segmento de Cruzeiros Turísticos apresenta-se como o novo paradigma do Turismo de Lazer Integrado e Multidisciplinar 16

17 4. O Segmento de Cruzeiros Turísticos Algumas ideias chave caracterizadoras do mercado Segmento de Mercado Robusto. Multidisciplinaridade de agentes económicos. Clientes dos Cruzeiros Turísticos cada vez mais novos. Interacção das Instalações portuárias com os restantes agentes é alvo de interesse. Nível de Satisfação dos Clientes extremamente elevado. Os Cruzeiros Turísticos são um meio fundamental de promoção de um país e cidade. 17

18 4. O Segmento de Cruzeiros Turísticos Segmento de Mercado Robusto. Na indústria do Turismo de Lazer, o Segmento de Cruzeiros Turísticos é aquele que apresenta a maior taxa de crescimento anual. Crescimento anual de 8% 18

19 A Bordo 4. O Segmento de Cruzeiros Turísticos Multidisciplinaridade de agentes económicos. É um produto que engloba uma diversidade de serviços, interagindo com variados agentes económicos. Cruzeiros Turísticos Hotelaria Restauração Entretenimento /Cultura Transportes Em Terra Serviços Figura. Interacção Sectorial dos Cruzeiros Turísticos 19

20 4. O Segmento de Cruzeiros Turísticos Clientes dos Cruzeiros Turísticos cada vez mais novos. Cruzeiros Idade Figura. Caracterização da tendência etária do segmento de cruzeiros. 20

21 4. O Segmento de Cruzeiros Turísticos O Mercado Europeu ao longo dos anos tem ganho quota de mercado Aumento progressivo do número de passageiros EUA Europe Figura. Principais Mercados Emissores Europeus Fonte: CLIA, GPWILD 21

22 4. O Segmento de Cruzeiros Turísticos Os Cruzeiros Turísticos são um meio fundamental de promoção de um país e cidade, junto do mercado exterior Mercado Europeu (Nº de Passageiros) UK Alemanha Itália Espanha França Escandinávia Belgíca & Holanda Suiça Austria Portugal Outros EU +3 Figura. Principais Mercados Emissores Europeus Fonte: CLIA, GPWILD 22

23 4. O Segmento de Cruzeiros Turísticos 14.2 bilhões de despesas directas relativas às linhas de cruzeiro e passageiros bilhões de Produção Total empregos directos e 10.0 bilhões de compensações salariais Impactos Directos e Indirectos nas Economias Europeias 2008 País Despesas Directas Milhões Crescimento Desde 2007 Total Emprego Remuneração Total Itália % Alemanha % Reino Unido % França % Espanha % Finlândia % Top Seis % Resto EU % Total % Fonte: European Cruise Council, GP Wild 23

24 4. O Segmento de Cruzeiros Turísticos Despesas Directas na Indústria de Cruzeiros por País 2008 País Despesas Directas Milhões Quota % Total Itália % Alemanha % Reino Unido % França % Espanha % Finlândia % Noruega % Grécia % Holanda % Dinamarca % Top Dez % Portugal % Suécia % Malta % Chipre % Áustria % Resto EU % Total % Fonte: European Cruise Council, GP Wild 24

25 4. O Segmento de Cruzeiros Turísticos Total de Emprego Por País 2008 País Total Emprego Quota % Total Itália % Reino Unido % Alemanha % Espanha % França % Finlândia % Noruega % Grécia % Polónia % Portugal % Top Dez % Holanda % Hungria % Dinamarca % Suécia % Malta % Chipre % Resto EU % Total % Remunerações Totais Por País 2008 País Remunerações Quota % Total Itália % Reino Unido % Alemanha % França % Espanha % Noruega % Finlândia % Grécia % Holanda % Dinamarca % Top Dez % Portugal % Suécia % Polónia % Chipre % Malta % Resto EU % Total % Fonte: European Cruise Council, GP Wild 25

26 5. Cruzeiros Turísticos em Portugal Terminais de Cruzeiro 26

27 5. Cruzeiros Turísticos em Portugal Terminais de Cruzeiro Principais Terminais de Cruzeiro Porto Douro / Leixões Porto de Lisboa Porto do Funchal Porto de Portimão Porto dos Açores 27

28 5. Cruzeiros Turísticos em Portugal Terminais de Cruzeiro Porto de Leixões Segmento de Cruzeiros Turístico com pouca expressão Residual na actividade global do Porto de Leixões Factor de exploração e dinamização futura Porto de Leixões Cruzeiros Passageiros Fontes: APDL, INE, TP Turnaround Em Trânsito 28

29 5. Cruzeiros Turísticos em Portugal Terminais de Cruzeiro Porto de Lisboa Cais de Alcântara Cais de Stª Apolónia Cais Jardim do Tabaco 1ªFase Concluída (16.3 M ) 2ªFase Dez.2010 (37.4 M ) 3ªFase Prev (25.5 M ) 4ªFase Prev ( ) 29

30 5. Cruzeiros Turísticos em Portugal Terminais de Cruzeiro Porto de Lisboa Lisboa porto estratégico na rota de cruzeiros TMCA 14.2% Porto de Lisboa Cruzeiros Passageiros Turnaround Em Trânsito Fonte: Porto de Lisboa, Relatórios de Actividade, INE 30

31 6. Portos Internacionais - Terminais de Cruzeiro Porto de Lisboa Fonte: Google Earth 31

32 5. Cruzeiros Turísticos em Portugal Terminais de Cruzeiro Porto da Madeira Porto Nacional com maior impacto no segmento de Cruzeiros Marítimos. Importante porto de escala de viagens transoceânicas TMCA 11.8% Porto da Madeira Cruzeiros Passageiros Turnaround Em Trânsito Fonte: Porto da Madeira, Relatórios de Actividade 32

33 5. Cruzeiros Turísticos em Portugal Terminais de Cruzeiro Porto de Portimão Inicio de actividade em 1996 Funciona como porta marítima para a entrada de cruzeiros. Terceira posição na classificação dos portos nacionais Aumento do consumo turístico, derivado do aumento do tráfego de passageiros provenientes de cruzeiros turísticos. Porto de Portimão Porto Nacional com maior impacto no segmento de Cruzeiros Marítimos. Crescimento sustentado ao longo dos anos Oportunidade de exploração do conceito turístico algarvia como forma de fomentação do segmento dos cruzeiros. Cruzeiros Cruzeiros Cruzeiros E Cruzeiros E Passageiros 33

34 5. Cruzeiros Turísticos em Portugal Terminais de Cruzeiro Porto dos Açores Inicio de operação em Aposta no Turismo de Cruzeiros, como forma de atenuar a sazonalidade do Turismo Regional. Turismo de Cruzeiros como forma de mitigar a ultraperificidade da região. Crescimento estimado de 15% ano Porto dos Açores Devido a conjunturas económicas, o crescimento estimado deve situar-se apenas entre os 5% e 6% E 2011E Cruzeiros E 2011E Passageiros 34

35 5. Portos Internacionais - Terminais de Cruzeiro 35

36 6. Portos Internacionais - Terminais de Cruzeiro Porto de Barcelona Porto Nacional com maior impacto no segmento de Cruzeiros Marítimos. Importante porto de escala de viagens transoceânicas TMCA 17.5% Cruzeiros Passageiros Fonte: Porto de Barcelona Turnaround Em Trânsito 36

37 6. Portos Internacionais - Terminais de Cruzeiro Porto de Barcelona Fonte: Google Earth 37

38 6. Portos Internacionais - Terminais de Cruzeiro Porto de Veneza Pertencente aos portos inseridos nas principais rotas de cruzeiros mundiais. Um dos principais destinos turísticos. Porto de Veneza TMCA 15.8% Cruzeiros Passageiros Fonte: Porto de Veneza 38

39 6. Portos Internacionais - Terminais de Cruzeiro Porto de Lisboa vs. Porto de Barcelona Porto de Lisboa Turnaround Em Trânsito Porto de Barcelona Fonte: Porto de Lisboa, Porto de Barcelona Turnaround Em Trânsito 39

40 6. Portos Internacionais - Terminais de Cruzeiro Porto de Barcelona [Passado] Porto de Lisboa [Presente] Porto de Barcelona [Presente] 40

41 6. Portos Internacionais - Terminais de Cruzeiro Visão Geral Porto de Lisboa Porto de Barcelona Porto de Veneza Porto da Madeira Porto # Milhares de Turistas % Estimada de Turnaround Principais Rotas Barcelona % Atlântico e Mediterrâneo Veneza % Atlântico e Mediterrâneo Lisboa % Atlântico e Mediterrâneo Madeira % Atlântico e Mediterrâneo Nota: Extrapolação relativa a 2009 Movimento Turnaround / Número de passageiros Total Fonte: Porto de Lisboa, Porto de Barcelona, Porto de Veneza 41

42 6. Portos Internacionais - Terminais de Cruzeiro Principais Terminais de Cruzeiro Europa 2008 Milhões de Passageiros Terminal Embarcados Desembarcados Escalas Total Mediterrâneo Barcelona Civitavecchia Nápoles Palma Maiorca Veneza Savona Europa do Norte Southampton Copenhaga Lisboa São Petersburgo Tallim Estocolmo Helsínquia Fonte: Europen Cruise Council, e outros 42

43 6. Portos Internacionais - Terminais de Cruzeiro Nº de Passageiros por País de Origem País Passageiros Quota % Total Reino Unido % Alemanha % Itália % Espanha % França % Escandinávia % Benelux % Suíça % Áustria % Portugal % Outros EU % Total % Nº de Passageiros por País de Embarque País Passageiros Quota % Total Itália % Espanha % Reino Unido % Grécia % Alemanha % Dinamarca % França % Chipre % Holanda % Portugal % Suécia % Malta % Outros EU % EU % Resto Europa % Total % Fonte: Europen Cruise Council, e outros 43

44 6. Portos Internacionais - Terminais de Cruzeiro Lisboa na corrida aos World Travel Awards Lisboa é novamente candidata aos prestigiados prémios de Turismo World Travel Awards 2010, para os quais está nomeada em: 2010 World's Leading Cruise Destination 2010 World's Leading Cruise Port 2010 World's Leading Destination 2010 Europe's Leading Cruise Destination 2010 Europe's Leading Cruise Port 2010 Europe's Leading Destination 44

45 7.Considerações Finais 45

46 7.Considerações Finais Plano Estratégico do Turismo de Lisboa : Desenvolver o turismo de cruzeiros aumentando o turnaround. Beneficiar da proximidade ao aeroporto. Beneficiar da situação geográfica (potenciando rotas alternativas: Rota Ilhas Atlânticas; Rota Atlântico Norte; Rota Atlântico Mar do Norte; Rota Mediterrâneo; Rota Ilhas Mediterrânicas) Características favorecem cruzeiros direccionados a jovens Fonte:Lisboa 2010 Plano de Marketing Estratégico para o Turismo de Lisboa 46

47 7.Considerações Finais Porto de Lisboa Fonte: Google Earth 47

48 7.Considerações Finais Porto de Lisboa Terminal Jardim do Tabaco [Futuro] 48

49 7.Considerações Finais Necessário efectuar investimentos na modernização das infra-estruturas portuárias. Exemplos internacionais demonstram existir retorno no investimento. Novo terminal de cruzeiros de Lisboa em 2013 (1ª Fase) É o melhor local? Qual o target? (Turnaround vs Escalas) Acessibilidades? Espaços para Operadores de Cruzeiros? Espaços para logística? Envolver o Sector do Turismo na escolha das opções. Trabalhar em conjunto com o Sector do Turismo, mais concretamente com a hotelaria, na captação de clientes de cruzeiros. 49

50 É inútil dizer «Estamos a fazer o possível». Precisamos de fazer o que é necessário. Winston Churchill 50

51 Obrigado! 51

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