Trabajo precoz y riesgos a la salud

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1 Adolescencia Latinoamericana / Trabalho precoce e riscos à saúde* Trabajo precoz y riesgos a la salud Rafael Narciso Franklin,* Eduardo Cesar Moreira Mariz Pinto,* Jarbas Terra Lucas,* Michel Linné,* Rosana Peixoto,* Maria Teresa Nardin Sauer,** Clécio Homrich da Silva,*** Paulo de Jesus Hartmann Nader **** Resumo O trabalho de crianças e adolescentes é um grave problema social que atinge toda a humanidade, e está estreitamente vinculado à condição econômica, não sendo, porém, restrito aos países pobres. Este trabalho tem como objetivo fazer uma revisão bibliográfica sobre aspectos epidemiológicos, culturais, legais e socioeconômicos do trabalho precoce, bem como estabelecer os principais riscos e suas eventuais conseqüências à saúde do menor trabalhador. Para tanto, levamos em consideração os tipos de trabalho mais prevalentemente exercidos por menores no Brasil e no Estado do Rio Grande do Sul. Unitermos: Adolesc Latinoam 2001; 2 (2): trabalho precoce, saúde do trabalhador, riscos do trabalho. Introdução A questão do trabalho precoce é complexa, estando associada, embora não restrita, à pobreza, à desigualdade e à exclusão social existentes tanto no Brasil quanto em muitos outros países do mundo. Porém, outros fatores de natureza cultural, econômica e de organização social da produção respondem também pelo seu agravamento. É importante salientar que este problema não acomete somente os países subdesenvolvidos, mas também os mais desenvolvidos. Há, no Brasil, de forma regionalmente diferenciada, uma cultura de valorização do trabalho com o objetivo de retirar as crianças e os adolescentes da ociosidade e da possível delinqüência. Existem, também, fatores vinculados a formas tradicionais e familiares de organização econômica, em especial na pequena produção agrícola, em que os objetivos primordiais são o aprendizado de algum ofício e o auxílio na mão-de-obra familiar. Por outro lado, ocorre a exploração da mão-de-obra infanto-juvenil, que muitas vezes é a única forma de sustento da família. Ademais, as poucas oportunidades oferecidas influenciam sobremodo a participação dos menores na força de trabalho. Sumario El trabajo de niños y adolescentes es un grave problema social que afecta a toda la humanidad estrechamente vinculado a la condición económica, sin embargo, no siendo restricto a los países pobres. Este trabajo tiene como objetivo hacer una revisión bibliografica sobre aspectos epidemiológicos, culturales, legales y socio-económicos del trabajo precoz bien como establecer los principales riesgos y sus eventuales consecuencias a la salud del menor trabajador. Para ello llevamos en consideración los tipos de trabajo más provablemente ejercidos por menores en el Brasil y en el Estado de Rio Grande do Sul. Unitermos: Adolesc Latinoam 2001; 2 (2): trabajo precoz, salud del trabajador, riesgos del trabajo. Introducción La cuestión del trabajo precoz es compleja estando asociada, aunque no restricta, a la pobreza, a la desigualdad y a la exclusión social existentes tanto en el Brasil como en muchos otros países del mundo. Sin embargo, otros factores de naturaleza cultural, económica y de organización social de la producción responden también por su agravamiento. Es importante salientar que este problema no acomete solamente a los países subdesarrollados sino también a los países desarrollados. Hay en el Brasil, de forma regionalmente diferenciada, una cultura de valorización del trabajo con el objetivo de retirar a los niños y a los adolescentes de la ociosidad y de la posible delincuencia. Existen, también, factores vinculados a formas tradicionales y familiares de organización económica, en especial en la pequeña producción agrícola, donde los objetivos primordiales son el aprendizado de algún oficio y el auxilio en la mano de obra familiar. Por otro lado, ocurre la explotación de mano de obra infanto-juvenil, que muchas veces es la única forma de sustento de la familia. Además, las pocas oportunidades ofrecidas influencian sobremodo la participación de los menores en la fuerza de trabajo. *Trabalho realizado na Disciplina de Pediatria do Curso de Medicina da Universidade Luterana do Brasil. Endereço: Rua Miguel Tostes, 101 Bairro São Luís Caixa Postal: 124 Canoas RS Cep * Acadêmicos do Curso de Medicina da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). ** Médica Pediatra, Especialista em Adolescência, Médica do Trabalho, Professora Adjunta da Disciplina de Pediatria do Curso de Medicina da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). *** Médico Pediatra, Professor Adjunto da Disciplina de Pediatria do Curso de Medicina da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). **** Médico Pediatra, Professor Regente da Disciplina de Pediatria do Curso de Medicina da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). 80

2 Importam nessa questão não apenas os números, que mostram a inserção precoce das crianças e adolescentes na força de trabalho, mas também a natureza desse trabalho em particular, pelas condições em que se realiza e pelos riscos e abusos a que são submetidos em seu exercício. No Brasil, o trabalho infantil localizado na zona rural, tanto no regime de economia familiar, a exemplo da atividade fumageira, quanto em outras atividades, tais como plantações de cana-de-açúcar, produção de carvão vegetal e extração de pedras, é decidido pelos pais, que utilizam o trabalho dos filhos para garantir as cotas de produção e complementar a sua renda familiar. Na zona urbana a mão-de-obra infanto-juvenil é absorvida principalmente no setor informal e em algumas atividades formais como a produção de calçados. As crianças também participam de atividades ilegais e anti-sociais de alto risco, como a prostituição e o tráfico de drogas. O trabalho precoce é um problema social que atinge toda a humanidade, com estreita relação com a condição econômica. A criança trabalha, muitas vezes, em circunstâncias que comprometem sua saúde e longevidade, pois os pais contam com os braços dos filhos para sobreviverem. Essa estratégia, embora tenha uma resposta econômica imediata para assegurar a sobrevivência das famílias, reveste-se de elevado custo social com o passar do tempo na medida em que perpetua a pobreza e a desigualdade. Dessa forma, nos casos em que o trabalho apenas consegue assegurar a comida para a sobrevivência, a educação é um luxo inacessível e o futuro torna-se sombrio. Epidemiologia A Organização Internacional do Trabalho (OIT) calcula que cerca de 250 milhões de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 14 anos trabalham no mundo, sendo que a metade deles em período integral. Recentemente, foi divulgada pela OIT um relatório que identifica 153 milhões de crianças trabalhadoras na Ásia, 80 milhões na África e 17,5 milhões na América Latina. (13) (14) (23) O Brasil é o terceiro país da América Latina que mais explora o trabalho infanto-juvenil, precedido pelo Haiti e pela Guatemala. Segundo estimativas do IBGE, existem aproximadamente 7,5 milhões de crianças e adolescentes inseridos no mercado de trabalho. Destes, cerca de 3 milhões com idade entre 10 e 14 anos e 4,5 milhões entre 14 e 17 anos, o equivalente a 12% da população economicamente ativa do Brasil. Outros dados estatísticos nos levam a entender a importância do trabalho infanto-juvenil: 4,5 milhões de brasileiros, dos 7 aos 14 anos fase do ensino obrigatório não freqüentam a escola. Além disso, existem trabalhadores abaixo de 18 anos que são tidos como semi-escravos e cum- (2) (6) (22) prem jornadas de até 12 horas sem remuneração. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 1995 (PNAD), a distribuição regional das crianças e adolescentes que trabalham no Brasil é muito heterogênea, como ilustra a Figura 1. O maior explorador da mão-de-obra infanto-juvenil é o Nordeste, abrigando mais de 50% dos trabalhadores brasileiros na faixa etária entre 5 e 9 anos e 47,5% daqueles entre 10 e 14 anos. O segundo maior é o Sudeste, com aproximadamente 20% entre 5 e 9 anos e 23,8% entre 10 e 14 anos. A região Sul emprega cerca de 20% das crianças entre 5 e 9 anos e 22% dos jovens entre 10 e 14 anos. As regiões que menos exploram esta mão-de-obra são, em ordem decrescente, Centro-Oeste e Norte. A principal ocupação, como evidencia a Figura 2, ainda é na agropecuária (58,3%), seguida do comércio (12,4%), da prestação de serviços (11,2%) e da indústria (9,98%). Os dados mostram que 53,8% exerciam seu trabalho em fazendas, sítios, granjas, chácaras e correlatos, e 23,1% em lojas, fábricas, oficinas e escritórios. (1) (4) (5) (6) Importan en esa cuestión no apenas los números, que muestran la introducción precoz de los niños y adolescentes en la fuerza de trabajo, pero también la naturaleza de ese trabajo en particular, por las condiciones en que se realiza y por los riesgos y abusos que son sometidos en su ejercicio. En el Brasil, el trabajo infantil localizado en la zona rural, tanto en el regimen de economía familiar a ejemplo de la actividad tabacalera, como en otras actividades tales como plantaciones de caña de azucar, producción de carbón vegetal y extracción de piedras, es decidido por los padres que utilizan el trabajo de los hijos para garantizar las cuotas de producción y complementar su renta familiar. En la zona urbana la mano de obra infanto-juvenil es absorvida principalmente en el sector informal y en algunas actividades formales como la producción de calzados. Los niños también participan de actividades ilegales y antisociales de alto riesgo como la prostitución y el tráfico de drogas. El trabajo precoz es un problema social que afecta a toda la humanidad con estrecha relación con la condición económica. El niño trabaja, muchas veces, en circunstancias que comprometem su salud y longevidad, pues los padres cuentan con los brazos de los hijos para sobrevivir. Esa estrategia aunque tenga una respuesta económica inmediata para asegurar la sobrevivencia de las familias se reviste de elevado costo social con el pasar del tiempo en la medida que, perpetua la pobreza y la desigualdad. De esa forma, en los casos donde el trabajo apenas consigue asegurar la comida para la sobrevivencia, la educación es un lujo inaccesible y el futuro se torna sombrío. Epidemiologia La Organización Internacional del Trabajo (OIT) calcula que cerca de 250 millones de niños y adolescentes con edad entre 5 y 14 años trabajan en el mundo siendo que, la mitad de éstos en período integral. Recientemente, fué divulgado por la OIT un informe que identifica 153 millones de niños trabajadores en Ásia, 80 millones en África y 17,5 millones en América Latina. (13) (14) (23) El Brasil es el tercer país de América Latina que más explota el trabajo infanto-juvenil, precedido por Haiti y Guatemala. Según estimativas del IBGE, existen aproximadamente 7,5 millones de niños y adolescentes inseridos en el mercado de trabajo. De éstos, cerca de 3 millones con edad entre 10 y 14 años y 4,5 millones entre 14 y 17 años, lo equivalente a 12% de la población economicamente activa del Brasil. Otros datos estadísticos nos llevan a entender la importancia del trabajo infanto-juvenil: 4,5 millones de brasileños, de los 7 a los 14 años etapa de la enseñanza obligatoria no frecuentan la escuela. Además de eso, existen trabajadores menores de 18 años que son tenidos como semi-esclavos y cumplen jornadas de hasta 12 horas sin remuneración. (2) (6) (22) Según la Encuesta Nacional por Muestra de Domicilios de 1995 (PNAD), la distribución regional de los niños y adolescentes que trabajan en el Brasil es muy heterogénea, como ilustra la Figura 1. El mayor explotador de la mano de obra infanto-juvenil es el Noreste, abrigando más de 50% de los trabajadores brasileños en la edad entre 5 y 9 años y 47, 5% de aquéllos entre 10 y 14 años. El segundo mayor es el Sureste con aproximadamente 20% entre 5 y 9 años y 23,8% entre 10 y 14 años. La región sur emplea cerca de 20% de los niños entre 5 y 9 años y 22% de los jóvenes entre 10 y 14 años. Las regiones que menos explotan esta mano de obra son, en orden decreciente, Centro-Oeste y Norte. La principal ocupación, como evidencia la Figura 2, todavía es en la agropecuaria (58,3%) seguida del comercio (12,4%), de la prestación de servicios (11,2%) y de la industria (9,98%). Los datos muestran que 53,8% ejercían su trabajo en estancias, fincas, granjas, chacras y correlatos y 23,1% en tiendas, fabricas, talleres y oficinas. (1) (4) (5) (6) 81

3 Percentual (%) 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste 5 a 9 anos 10 a 14 anos Figura 1 Distribuição regional dos trabalhadores por faixa etária no Brasil (Fonte: PNAD/95) Agropecuária 0,29% 11,21% 6,39% 0,36% 1,08% Indústria Comércio Transportes Prestação de Serviços 12,42% Outras 9,98% 58,27% Atividade técnica Administração Figura 2 Distribuição do trabalho infanto-juvenil segundo o setor onde exercem a ocupação (Fonte: PNAD/95) No Rio Grande do Sul os índices são alarmantes. Em 1993, o expressivo contingente de menores de 10 a 17 anos já se encontrava inserido no mercado de trabalho, o que correspondia a uma taxa de atividade de 36,2% da população nesta faixa etária (ver Figura 3). Em termos absolutos, segundo o IBGE-PNAD/ 93, crianças e adolescentes representam cerca de 10,02% do total da força de trabalho do Rio Grande do Sul. Destes, 59,23% encontram-se na faixa etária entre 15 e 17 anos e 25% entre 10 e 14 anos. A situação é mais dramática na faixa etária entre 5 e 9 anos, na qual encontramos 6,59%, o que representa um número total de crianças integradas no mercado produtivo. (18) (19) Somente na Região Metropolitana de Porto Alegre, a taxa de atividade dos 10 aos 14 anos equivale a 11,74% dessa população. (21) A agricultura é o ramo que, individualmente, mais ocupa a mãode-obra infanto-juvenil. Na faixa dos 10 aos 14 anos alcança 56,04% de crianças trabalhadoras. Porém, no conjunto os menores representavam, em 1993, aproximadamente 15% da força de trabalho no setor. Entre os menores do sexo masculino, depois da agropecuária as profissões mais freqüentes, por ordem decrescente de importância, são: trabalhadores braçais sem especificação, serventes de pedreiro, trabalhadores na fabricação de calçados, vendedores, contínuos, tratoristas, repositores de mercadorias e produtores agropecuários autônomos. Entre as mulheres tem-se, em primeiro lugar, os empregos domésticos, seguidos de trabalhos na En Rio Grande do Sul los índices son alarmantes. En 1993, el expresivo contingente de menores de 10 a 17 años ya se encontraba inserido en el mercado de trabajo, lo que correspondía a una tasa de actividad de 36,2% de la población en esta etapa (ver Figura 3). En terminos absolutos, según el IBGE-PNAD/93, niños y adolescentes representan cerca de 10,02% del total de la fuerza de trabajo de Rio Grande do Sul. De éstos, 59,23% se encontraron en la etapa entre los 15 y 17 años y 25% entre los 10 y 14 años. La situación es más dramática entre los 5 y 9 años, donde encontramos 6,59%, lo que representa un número total de niños integrados al mercado productivo. (18) (19) Solamente en la Región Metropolitana de Porto Alegre la tasa de actividad de los 10 a los 14 años equivale a 11,74% de esa población. (21) La agricultura es el ramo que, individulamente, más ocupa la mano de obra infanto-juvenil. En la etapa de los 10 a 14 años alcanza 56,04% de los niños trabajadores. Sin embargo, en el conjunto los menores representaban en 1993, aproximadamente 15% de la fuerza de trabajo en el sector. Entre los menores del sexo masculino, después de la agropecuaria las profesiones más frecuentes, por orden decreciente de importancia, son: trabajadores brazales sin especialización, ayudantes de albañil, trabajadores en la fabricación de calzados, vendedores, mensajeros, tractoristas, personal de reposición de mercaderías y productos agropecuarios autónomos. Entre las mujeres, se tiene en primer lugar, los empleos domésticos seguidos de trabajos en la agrope- 82

4 agropecuária, fabricação de calçados, vendas, operadoras de caixa, auxiliares de escritório, secretárias e costureiras. (19) Trabalho precoce e os direitos dos menores O trabalho precoce expõe a criança e o adolescente à disciplina do trabalho, podendo prejudicar sua formação tanto física quanto intelectual. Além disso, pode privar o direito à educação, ao convívio familiar, à saúde e ao lazer. Em relação à idade, considera-se criança toda pessoa com até 10 anos de idade incompletos e adolescente aquela entre 10 e 20 anos de idade. (9) No Brasil, a Constituição Federal de 1988 em seu Artigo 7 estabelece os direitos do menor e o Artigo 227, parágrafo 3º, I e III regulamenta a proteção especial que se deve dar ao menor trabalhador. (3) Dentro da Consolidação das Leis do Trabalho, o Artigo 402 estabelece que o trabalhador menor é aquele com idade entre 12 (doze) e 18 (dezoito) anos. O Artigo seguinte reza que o menor de 12 (doze) anos é proibido de trabalhar. Aqueles entre 12 e 14 anos devem ter garantia de freqüência à escola que assegure sua formação ao menos em nível primário e só poderão exercer serviços de natureza leve, que não sejam nocivos à sua saúde e ao seu desenvolvimento. Também o Arcuaria, la fabricación de calzados, ventas, cajeras, ordenanzas, secretarias y modistas. (19) Taxas de atividade, por faixa etária e por região Brasil a 13 anos 14 a 17 anos RS Área Rural Área Urbana Região Metropolitana Poa Figura 3 (Fonte: PNAD/93) Em se tratando de horas trabalhadas por semana, no Rio Grande do Sul grande parte dos adolescentes cumprem uma carga horária exagerada e incompatível com suas necessidades escolares e de desenvolvimento. Segundo o IBGE, 46,57% dos jovens, na faixa etária entre 10 e 14 anos, trabalham 40 horas ou mais por semana. Enquanto que, dos 15 aos 17 anos, este percentual alcança aproximadamente 75% (ver Figura 4). Tradandose de horas trabajadas por semana, en Rio Grande do Sul, gran parte de los adolescentes cumplen una carga horaria exagerada incompatible con sus necesidades escolares y de su desarrollo. Según el IBGE, 46,57% de los jóvenes, entre los 10 y 14 años, trabajan 40 horas o más por semana. Mientras que de los 15 a los 17 años, este porcentaje alcanza aproximadamente 75% (ver Figura 4). Pessoas ocupadas de 10 a 17 anos por número de horas trabalhadas na semana 80% 60% 40% 20% 0% 10 a 14 anos 15 a 17 anos Até 20 horas 21 a 39 horas 40 horas ou mais Figura 4 (Fonte: PNAD/93) Trabajo precoz y los derechos de los menores El trabajo precoz expone al niño y al adolescente a la disciplina del trabajo, pudiendo perjudicar su formación tanto física como intelectual. Además de eso puede privarlo al derecho a la educación, a la convivencia familiar, a la salud y al entretenimiento. En relación a la edad se considera niño a toda persona con hasta 10 años de edad incompletos y adolescente com aquélla entre 10 y 20 años de edad. (9) En el Brasil, la Constitución Federal de 1988 en su Artículo 7 establece los derechos del menor y el Artículo 227, parráfo 3º, I y III reglamenta la protección especial que se debe dar al menor trabajador. (3) Dentro de la Consolidación de las Leyes del Trabajo, el Artículo 402 establece que el trabajador menor es aquel con edad entre 12 (doce) y 18 (dieciocho) años. El siguiente Artículo reza que el menor de 12 (doce) años es prohibido de trabajar. Aquéllos entre 12 y 14 años deben tener garantia de frecuencia a la escuela que asegure su escolaridad al menos en el nivel primario y sólo podrán ejercer trabajos de naturaleza leve, que no sean nocivos a su salud y a su desarro- 83

5 tigo 405 impede o menor de trabalhar em locais e serviços perigosos, insalubres ou prejudiciais à moralidade. Em síntese, segundo os Artigos 424 a 433, o trabalho do menor não deve comprometer seu tempo de estudo, condições de saúde, constituição física e educação moral. (24) O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lista algumas características que tornam o trabalho precoce prejudicial ao desenvolvimento educacional e biopsicossocial das crianças: (6) I) Aquele realizado em tempo integral, em idade muito jovem; II) Aquele de longas jornadas; III) Aquele que conduza a situações de estresse físico, social ou psicológico ou que seja prejudicial ao pleno desenvolvimento psicossocial; IV) O exercido nas ruas em condições de risco para a saúde e a integridade física e moral das crianças; V) Aquele incompatível com a freqüência à escola; VI) O que exija responsabilidades excessivas para a idade; VII) O que comprometa e ameace a dignidade e a auto-estima da criança, em particular, quando relacionado com o trabalho forçado e com a exploração sexual; VIII) Trabalhos sub-remunerados. Riscos do trabalho precoce Entende-se por risco a possibilidade diferenciada de certas exposições e/ou experiências causarem danos à integridade física (morte, doenças, desgaste, sofrimento, perda, entre outros). A legislação brasileira, porém, só reconhece o risco físico. Existe ainda o risco psíquico, causado por trabalho repetitivo, exaustivo, barulhento, estressante e outros que venham a prejudicar a educação e a formação moral e social. (16) (17) As crianças são mais vulneráveis às doenças e aos acidentes de trabalho devido a alguns fatores, dentre os quais se pode citar imaturidade e inexperiência desse grupo de trabalhadores, distração e curiosidade naturais à idade, pouca resistência física, menor coordenação motora (quanto menor a idade), desconhecimento dos riscos do trabalho, tarefas inadequadas a sua capacidade, locais e instrumentos de trabalho desenhados para adultos. (7) Os riscos relacionados às atividades na agricultura, na indústria e comércio encontram-se no Quadro 1. llo. También, el Artículo 405 impide al menor de trabajar en locales y trabajos peligrosos insalubres o perjudiciales a la moralidad. En síntesis, según los Artículos 424 a 433 el trabajo del menor no debe comprometer su tiempo de estudio, condiciones de salud, constitución física y educación moral. (24) El Fundo de las Naciones Unidas para la Infancia (UNICEF) lista algunas características que tornan el trabajo precoz perjudicial al desarrollo educacional y biopsicosocial de los niños: (6) I) Aquél realizado en tiempo integral, en muy temprana edad; II) Aquél de largas jornadas; III) Aquél que conduzca a situaciones de estrés físico, social o psicológico o que sea perjudicial al pleno desarrollo psicosocial; IV) Lo ejercido en las calles en condiciones de riesgo para la salud y la integridad física y moral de los niños; V) Aquél incompatible con la frecuencia a la escuela; VI) Él que exija responsabilidades excesivas para la edad; VII) Él que comprometa y amenace la dignidad y el autoestima del niño en particular, cuando es relacionado con el trabajo forzado y con la explotación sexual; VIII) Trabajos sub remunerados. Riesgos del trabajo precoz Se entiende por riesgo la posibilidad diferenciada de ciertas exposiciones y/o experiencias causaren daños a la integridad física (muerte, enfermedades, desgaste, sufrimiento, perdida entre otros). La legislación brasilera sin embargo, sólo reconoce el riesgo físico. Existe todavía, el riesgo psíquico causado por el trabajo repetitivo, fatigante, ruidoso, estresante y otros que vengan a perjudicar la educación y la formación moral y social. (16) (17) Los niños son más vulnerables a las enfermedades y a los accidentes de trabajo debido a algunos factores entre los cuales se puede citar inmaduridad e inexperiencia de ese grupo de trabajadores, distracción y curiosidad naturales a la edad, poca resistencia física, menor coordinación motora (cuanto menor la edad), desconocimiento de los riesgos del trabajo, tareas inadecuadas a su capacidad, locales e instrumentos de trabajo moldados para adultos. (7) Los riesgos relacionados a las actividades en la agricultura, en la industria y comercio se encuentran relacionados en el Cuadro 1. Quadro 1 Riscos do trabalho precoce na infância de acordo com as atividades desenvolvidas Agricultura Indústria Comércio Riscos Uso de ferramentas cortantes Transporte em veículos sem segurança Possibilidade de picada de animais peçonhentos Manipulação de agrotóxicos Manuseio de máquinas e equipamentos em más condições Esforços físicos excessivos e inadequados Excesso de jornada de trabalho (6) (7) (10) Exposição a temperaturas extremas de calor e frio Ambientes mal iluminados e sem ventilação Mobiliário inadequado Exposição a ruído intenso e a umidade excessiva Manuseio de máquinas sem proteção Jornada de trabalho excessiva Realização de trabalho em horário noturno Exposição a contaminantes atmosféricos (gases, vapores e poeiras) (2) (7) (17) Excesso de jornada de trabalho Trabalho noturno Mobiliário inadequado Ambientes mal iluminados e mal ventilados Atropelamentos por exercício de atividades em vias de trânsito de veículos (7) (11) 84

6 Devem ainda ser considerados os riscos ambientais; os agentes químicos, físicos, biológicos, mecânicos e ergonômicos existentes nos ambientes de trabalho que sejam capazes de causar danos à saúde e à integridade física da criança e do adolescente, em função de sua natureza, intensidade, susceptibilidade e tempo de exposição. (15) (16) Problemas de saúde Alguns sinais e sintomas são mais prevalentes entre as crianças e adolescentes inseridos precocemente no mercado de trabalho. Os problemas de saúde decorrentes e suas principais causas encontram-se no Quadro 2. Deben ser todavía considerados los riesgos ambientales, los agentes químicos, físicos, biológicos, mecánicos y ergonómicos existentes en los ambientes de trabajo que sean capaces de causar daños físicos a la salud y a la integridad física del niño y del adolescente, en función de su naturaleza, intensidad, susceptibilidad y tiempo de exposición. (15) (16) Problemas de salud Problemas de salud Algunas señales y síntomas son más predominantes entre los niños y adolescentes inseridos precozmente en el mercado de trabajo. Los problemas de salud transcurrentes y sus principales causas se encuentran en el Cuadro 2. Quadro 2 Causas e conseqüências relacionadas ao trabalho infantil precoce Causas Conseqüências Longas jornadas de trabalho Esforço físico Horários indevidos Fadiga crônica Horários inadequados de trabalho Distúrbios do sono Irritabilidade excessiva Exposição a ruídos Progressiva perda auditiva Iluminação excessiva ou deficiente Irritação ocular Má postura Esforços exagerados Movimentos repetitivos Carregamento de peso Posturas inadequadas Contraturas musculares Distensões Entorses Deformações ósseas Equipamentos e mobiliário inadequados Lombalgia Cefaléia Mialgias Esforço repetitivo dos dedos, mãos e braços Exposição excessiva ao sol, umidade, frio, calor, vento e poeira Falta de proteção contra a luz solar e outros agentes físicos, químicos e biológicos Inalação de poeiras, fibras Exposição ao ar-condicionado sem manutenção Inalação e fixação de partículas sólidas espalhadas na atmosfera (carvão, sílica) Alimentação inadequada Tendinite Lesão por esforço repetido (LER). Mal-estar Ferimentos de pele Alergias Dermatites Furunculoses Câncer de pele (2) (7) (9) (11) Bronquite Pneumonia Rinite Faringite Pneumoconioses Distúrbios digestivos 85

7 Essas crianças também estão sujeitas a perda da alegria natural da infância, tornando-se tristes, desconfiadas, amedrontadas e pouco sociáveis pela submissão ao autoritarismo e à disciplina no trabalho. Por fim, as crianças e adolescentes estão sujeitos a sofrer acidentes, ferimentos, lacerações, fraturas, esmagamentos, amputações de membros e outros traumatismos que, entre outras conseqüências, podem até causar a morte. (7) (11) (22) Segundo a Delegacia Regional do Trabalho do estado do Rio Grande do Sul, os locais que expõem a riscos potencialmente mais lesivos à saúde do trabalhador infanto-juvenil são: empresas do setor calçadista, madeireiras (corte de árvores), pedreiras, beneficiamento de pedras semipreciosas, entre outras menos significativas. (21) Os jovens trabalhadores do calçado estão em contato com vários agentes nocivos, tais como colas, agentes de curtimento, amoníaco, anilina, ceras, fungicidas, n-hexano, resinas, polidores, posição adotada, iluminação e ruído. Nessa atividade, pode-se assegurar que o maior risco à saúde de crianças e adolescentes se vincula ao uso de colas, que possuem ação narcótica devido à presença de tolueno em sua fórmula, provocando cansaço, fraqueza, cefaléia, anorexia, náuseas e falta de coordenação. Existem relatos de lesões do Sistema Nervoso Central (SNC), Autônomo e Periférico e também disfunção menstrual nas mulheres. Os polidores e as ceras utilizadas têm em sua composição solventes orgânicos que agem como depressores do aparelho respiratório e até do SNC, além de provocarem irritação da pele e mucosas. Outro componente desses produtos é a parafina, que provoca dermatites, furunculoses, foliculites, pápulas, hiperceratoses e carcinoma. Os ruídos também encontrados nestes locais de trabalho podem causar lesões no aparelho auditivo. (4) (7) (11) Nas plantações de acácia e eucaliptos são comuns as dermatoses causadas por parasitoses cutâneas (ácaros) e pelo tanino, inseticidas e fungicidas. Devido à umidade, podem surgir casos de monilíase. Outros vegetais provocam dermatite por sensibilização. Existem também casos de asma profissional. Os equipamentos de corte e descasque provocam acidentes graves. A alimentação é precária e são comuns os excessos físicos superiores às capacidades orgânicas e musculares. (6) (11) (19) (21) Nas regiões das pedreiras observam-se riscos à saúde como sobrecarga de peso, podendo acarretar lesões osteomusculares, e escoriações provocadas por lascas de pedras. Outros agentes nocivos podem levar a lesões auditivas, respiratórias e à ce- (19) (21) gueira. Em relação aos menores lapidadores de pedras semipreciosas, verifica-se uma situação peculiar. Neste caso, uma quantidade considerável de poeira é inalada, havendo alto risco de silicose. A poluição ambiental pelo óleo diesel utilizado pelas máquinas é constante. As posições de trabalho são antiergonômicas e o esforço físico exigido dos trabalhadores menores é superior à sua capacidade, o que pode levar à lombalgia e a alterações da coluna vertebral. (19) (21) Considerações finais O trabalho precoce pode prejudicar a formação intelectual de crianças e adolescentes, pois eles deixam de brincar, ir à escola e realizar atividades compatíveis com sua idade. Isso, sobremaneira, é prejudicial ao seu desenvolvimento psíquico, intelectual e afetivo, acarretando perda de etapas fundamentais da sua vida, (22) significando uma necessidade de se tornar adulto antes do tempo. (7) Além disso, compromete a formação escolar, uma vez que a falta de tempo e condições físicas e mentais de trabalhar e estudar ao mesmo tempo proporciona um aumento na evasão escolar e índi- Estos niños también están sujetos a la perdida de la alegría natural de la infancia tornandose tristes, desconfiados, atemorizados y poco sociables por la sumision al autoritarismo y a la disciplina en el trabajo. Por fin, los niños y adolescentes están sujetos a sufrir accidentes, herimientos, laceraciones, fracturas, aplastamientos, amputaciones de miembros y otros traumatismos que, entre otras consecuencias, pueden hasta causar la muerte.(7) (11) (22) Según la Comisaría Regional del Trabajo del estado de Rio Grande do Sul, los locales que exponen a riesgos potencialmente más lesivos a la salud del trabajador infanto-juvenil son: empresas del sector calzadista, madereras (corte de árboles), pedrera, beneficiamento de piedras semipreciosas entre otras menos significativas. (21) Los jóvenes trabajadores del calzado están en contacto con varios agentes nocivos tales como: pegamentos, agentes de curtimiento, amoniaco, anilina, ceras, insecticidas, n-hexano, resinas, pulidores, posición adoptada, iluminación y ruido. En esa actividad, se puede asegurar que el mayor riesgo a la salud de niños y adolescentes se vincula al uso de pegamentos que poseen acción narcótica debido a la presencia de tolueno en su fórmula provocando cansancio; debilidad, cefalea, anorexia, náuseas y falta de coordinación. Existen relatos de lesiones del Sistema Nervioso Central (SNC), Autónomo y Periférico y también disfunción menstrual en las mujeres. Los pulidores y las ceras utilizadas tienen en su composición solventes orgánicos que actuan como depresores del aparato respiratorio y hasta del SNC además de provocar irritación de la piel y mucosas. Otro componente de esos productos es la parafina que provoca dermatitis, furunculosis, foliculites, pápulas, hiperceratoses y carcinoma. Los ruidos también encontrados en estos locales de trabajo pueden causar lesiones en el aparato auditivo. (4) (7) (11) En las plantaciones de acacia y eucaliptos son comunes las dermatosis causadas por parasitoses cutáneas (ácaros) y por el tanino, insepticidas y fungicidas. Debido a la humedad, pueden surgir casos de monilíase. Otros vegetales provocan dermatitis por sensibilidad. Existen también casos de asma profesional. Los equipamentos de corte y decasque provocan accidentes graves. La alimentación es precaria y son comunes los excesos físicos superiores a las capacidades orgánicas y musculares. (6) (11) (19) (21) En las regiones de las pedreras se observan riesgos a la salud como sobrecarga de peso pudiendo ocacionar lesiones osteomusculares y escoriaciones provocadas por lascas de piedras. Otros agentes nocivos pueden llevar a lesiones auditivas, respiratórias y a la ceguera. (19) (21) En relación a los menores lapidadores de piedras semipreciosas se verifica una situación peculiar. En este caso una cantidad considerable de polvareda es inhalada habiendo alto riesgo de silicosis. La contaminación ambiental por el oleo diesel utilizado por las máquinas es constante. Las posiciones de trabajo son antiergonómicas y el esfuerzo físico exigido de los trabajadores menores es superior a su capacidad lo que puede llevar a lombalgia y a alteraciones de la columna vertebral. (19) (21) Consideraciones finales Consideraciones finales El trabajo precoz puede perjudicar la formación intelectual de niños y adolescentes pues ellos dejan de jugar, ir a la escuela y realizar actividades compatibles con su edad. Eso sobremanera es perjudicial a su desarrollo psíquico, intelectual y afectivo, ocasionando la perdida de etapas fundamentales de su vida, (22) significando una necesidad de tornarse adulto antes del tiempo. (7) Además de eso, compromete la formación escolar una vez que, la falta de tiempo y condiciones físicas y mentales de trabajar y estudiar al miesmo tiempo, proporcionan un aumento en la evasión escolar e índices de poca escola- 86

8 ces de baixa escolaridade. (7) (9) (11) A desagregação do núcleo familiar, a falta de perspectivas futuras, a redução de postos de trabalho para adultos, a força de trabalho desqualificada e comprometida no futuro bem como o aumento da marginalização e criminalidade são também conseqüências do trabalho precoce que repercutem tanto na família quanto na sociedade. (2) (7) (8) (12) O situação do trabalho infanto-juvenil precoce não é restrita somente a aspectos relacionados à saúde ou à educação, mas passa, necessariamente, por aspectos políticos e econômicos. A realidade mostra que as leis que regem e protegem os direitos dos menores existem, porém são desconhecidas e/ou descumpridas. Esta realidade, se por um lado reflete a desestruturação política, econômica e social cujas origens se encontram na própria estrutura da sociedade brasileira, por outro lado fundamenta-se na filosofia de que o trabalho afasta o jovem da marginalidade. Em relação aos aspectos econômicos, temos um mercado de trabalho saturado com crescente desemprego e baixos salários, onde há poucas opções de emprego tanto para os adultos quanto para os jovens, sendo que estes, em geral, formam uma mão-de-obra barata e pouco qualificada. Assim, ocorre o ingresso precoce da criança e do adolescente no mercado de trabalho com o objetivo de auxiliar na renda familiar ou, em alguns casos, ser a única fonte de renda de sua família. Do ponto de vista da importância e da dignidade do trabalho, encontramos pais e responsáveis que defendem a idéia de que o trabalho precoce é benéfico por afastar o jovem da delinqüência e criminalidade. Paralelamente, o ambiente escolar desfavorável e o convívio com colegas já envolvidos em atividades anti-sociais favorecem o seu ingresso nas atividades ilícitas e nocivas. Além disso, a maioria das escolas somente oferece a educação básica, distanciada da realidade social de seus alunos e em horários incompatíveis com o estilo de vida dos mesmos. Entretanto, devemos lembrar que o trabalho educativo executado dentro do ambiente familiar e relacionado à transmissão de um elemento fundamental em nossa cultura, o ofício, pode ser admitido como necessário ao processo de socialização. Desta forma, devemos estar atentos ao limite entre o trabalho precoce não-prejudicial e o trabalho que impeça a escolarização, prejudique a saúde e/ou comprometa o futuro destes jovens, tornando-se, então, deseducativo. Ainda é preciso considerar que a falta de opções para os menores, especialmente em relação ao seu futuro profissional e emocional, já que a renda familiar não lhes permite sonhar, os empurra para o mercado de trabalho ou para a marginalidade na busca de satisfações e necessidades imediatas não supridas por outros meios. Sendo assim, é imprescindível um esforço de conscientização em toda a sociedade, mostrando que o trabalho do menor, na forma em que hoje se realiza, pode comprometer o seu futuro profissional, emocional e a sua saúde, pois ele será submetido a uma eterna servidão devido às suas limitações futuras. Tal questão indica que nenhum programa de prevenção ao trabalho precoce será eficaz se não dispuser de recursos capazes de compensar a falta dos rendimentos dos menores em sua família. ridad. (7) (9) (11) La disociación del núcleo familiar, la falta de perpectivas futuras, la redución de puestos de trabajo para adultos, la fuerza de trabajo descalificada y compremetida en el futuro, bien como el aumento de la marginalización y criminalidad son también, consecuencia del trabajo precoz que repercuten tanto en la familia como en la sociedad. (2) (7) (8) (12) La situación del trabajo infanto-juvenil precoz no es restricta solamente a aspectos relacionados a la salud o a la educación pero pasa, necesariamente, por aspectos políticos y económicos. La realidad muestra que las leyes que rigen y protegen los derechos de los menores existen aunque, son desconocidas y/o descumplidas. Esta realidad si por un lado reflite la desestructura política, económica y social cuyos origenes se encuentran en la propia estructura de la sociedad brasilera por otro lado, se fundamenta en la filosofía de que el trabajo aleja al joven de la marginalidad. En relación a los aspectos económicos tenemos un mercado de trabajo saturado con creciente desempleo y bajos sueldos donde hay pocas opciones de empleo tanto para los adultos como para los jóvenes, siendo que éstos, en general, forman una mano de obra barata y poco calificada. Así, ocurre el ingreso precoz del niño y del adolescente en el mercado de trabajo con el objetivo de auxiliar en la renta familiar o en algunos casos, ser la única fuente de renta de su familia. Del punto de vista de la importancia y de la dignidad del trabajo encontramos padres y responsables que defienden la idea de que el trabajo precoz es benéfico por alejar al joven de la delincuencia y criminalidad. Paralelamente, el ambiente escolar desfavorable y la convivencia con colegas ya envueltos en actividades antisociales, favorecen su ingreso en actividades ilícitas y nocivas. Además de eso, la mayoría de las escuelas solamente ofrecen la educación básica, distanciada de la realidad social de sus alumnos en horarios incompatibles con el estilo de vida de los mismos. Sin embargo debemos recordar que el trabajo educativo ejecutado dentro del ambiente familiar y relacionado a la transmisión de un elemento fundamental en nuestra cultura, la ocupación, puede ser admitido como necesario al proceso de socialización. De esta forma, debemos estar atentos al límite entre el trabajo precoz no perjudicial y el trabajo que impida la escolarización, perjudique la salud y/o comprometa el futuro de estos jóvenes, tornandose entonces deseducativo. Todavía es necesario considerar que, la falta de opciones para los menores, especialmente en relación a su futuro profesional y emocional ya que, la renta familiar no le permite soñar, los empuja para el mercado de trabajo o para la marginalidad en la busqueda de satisfacciones y necesidades inmediatas no suplidas por otros medios. Siendo así es imprescindible un esfuerzo de concientización en toda la sociedad mostrando que el trabajo del menor, en la forma en que hoy se realiza, puede comprometer su futuro profesional, emocional y su salud pues será submetido a una eterna servidumbre debido a sus limitaciones futuras. Tal cuestión indica que ningún programa de prevención al trabajo precoz será eficaz si no dispone de recursos capaces de compensar la falta de los rendimientos de los menores en su familia. Abstract Children and teenagers working is a social problem, that reaches a large amount of the human beings. That is vinculated to the economical level, but It s not restrict to the poor countries. This paper has the purpose reviews the epidemiologic, cultural, legal and social-economic aspects of the children and teenagers working, as well as to establish the main risks and Its eventual consequences to the little workers. For this, we considered the most 87

9 prevalent labors done by the young workers in Brazil and on the State of Rio Grande do Sul. Key words: Adolesc Latinoam; 2 (2): children and teenagers working, worker health, work risks. Bibliografia/Bibliografía Bibliografía 1. Becker D. Estudos setoriais e regionais comparados. Programa de Mestrado da Universidade de Santa Cruz do Sul. Santa Cruz do Sul, RS; Separata. 2. Brasil. Congresso Nacional. Relatório Final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito. Denúncias sobre o trabalho de crianças e adolescentes no Brasil. Brasília: DF; Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de a ed., atualizada e ampliada. São Paulo: Saraiva, Brasil. Ministério da Saúde. Saúde no Brasil. Brasília: DF; Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Erradicação do Trabalho Infantil: Diagnóstico preliminar dos focos do trabalho da criança e do adolescente no Brasil. Brasília: outubro, Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Trabalho Infantil no Brasil: Questões e políticas. Brasília, Brasil. Ministério do Trabalho. Secretaria de Inspeção do Trabalho. Trabalho Precoce: Saúde em Risco. Brasília; Conferencia Internacional del Trabajo: 87 ª Reunion. Convenio Sobre la Prohibicion de las Peores Formas de Trabajo Infantil y la Accion Inmediata para su Eliminacion. Organización Internacional del Trabajo Genebra, Costa M. C. O, Souza R. P. Indicadores de Saúde para a Infância e Adolescência. In: Avaliação e Cuidados Primários da Criança e do Adolescente. Porto Alegre, Editora Artes Médicas, Ferreira M.A.F. Ministério do Trabalho e do Emprego, SSST/SEFIT. Investigação dos Comprometimentos do Trabalho Precoce na Saúde de Crianças e Adolescentes: Relatório final de pesquisa. Organização Internacional do Trabalho OIT. 11. Forastier V. Children at Work: Health and Safety Risks. ILO Child Labour Collection. Geneva, International Labour Office, Fundação Maurício Sirotski Sobrinho. Uma década de Avanços para a Criança e o Adolescente. Papel Social. 1999; 57: International Labour Office. Bureau of Statistics. Methodological child labour surveys and statistics. Geneva International Labour Office. Bureau of Statistics. Statistics on working children and hazardous child labour in brief. Geneva Brasil. Ministério Público do Trabalho. Atividades na erradicação do trabalho infantil Brasília, DF Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Fórum sobre Trabalho Educativo: Proteção e Educação no Trabalho. Porto Alegre, RS Rosário M. Caderno de Cidadania. Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. 1 a ed. Porto Alegre, RS, Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente RS. Iª Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente: Criança Prioridade Absoluta. Eixo: Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalho do Adolescente. Porto Alegre, RS ssão Estadual de Combate ao Trabalho Infantil no Rio Grande do Sul. Diagnóstico Preliminar do Trabalho Infanto-Juvenil no Rio Grande do Sul Separata. 20. Benguigui Y, Land S, Paganini J.M., Yunes J. Acciones de Salud Materno Infantil a Nivel Local: Según las metas de la Cumbre Mundial en Favor de la Infância. Organización Panamericana de la Salud OPS. Washington DC, Delegacia Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul. Comissão Estadual de Combate ao Trabalho Infantil no Rio Grande do Sul. Comitê Estadual de Preparação ao Tribunal Internacional contra o Trabalho Infantil: Situação Geral do Trabalho Infanto-Juvenil no Rio Grande do Sul. Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalho do Adolescente. Porto Alegre, RS

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