A BRICOLAGE COMO PROCESSO DE CRIAÇÃO NA MÚSICA POPULAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A BRICOLAGE COMO PROCESSO DE CRIAÇÃO NA MÚSICA POPULAR"

Transcrição

1 1 A BRICOLAGE COMO PROCESSO DE CRIAÇÃO NA MÚSICA POPULAR Giordano Godoy Pagotti Resumo: Bricolage é um termo complexo aplicado nas mais variadas áreas, da sociologia da religião ao estudo da evolução, passando pelo processo de criação artística. Claude Levi Strauss e Jacques Derrida o definem como um trabalho ou objeto desenvolvido sem planejamento pré-concebido, se afastando conseqüentemente dos processos e normas comuns às técnicas tradicionais. Tem como característica marcante a utilização de quaisquer materiais que se tenha à mão e que sejam interessantes ao criador, materiais estes já existentes no ambiente e com funções definidas para além da obra do bricoleur. A presente pesquisa teve como objetivo observar como esse conceito adquire relevância na criação musical a partir do século XX, mais especificamente na música popular, e propor formas de compreensão do processo de bricolage tanto como ferramenta de criação quanto de análise musicais. Foi realizada através da coleta de exemplos nos quais pôde-se identificar o processo de bricolage, a análise destes em relação a esse processo, e a organização do material pesquisado em grupos que demonstram similaridades quanto ao uso do mesmo. As análises abordaram aspectos técnico-musicais (seqüências harmônicas, trechos melódicos, combinações tímbricas, dentre outros), se atendo àqueles relevantes à temática da pesquisa. Pretende-se demonstrar algumas possibilidades de compreensão da bricolage enquanto processo de criação, para além de uma sistematização de seu uso algo que iria contra o próprio conceito aqui discutido. O termo francês bricolage, em sua definição mais simples, se refere a um trabalho manual, feito com o aproveitamento de todo tipo de objetos e materiais disponíveis. Claude Levi Strauss (2003) e Jacques Derrida (1971), ao se apropriarem do termo, definiram por bricoleur (aquele que cria bricolages) o indivíduo que realiza um trabalho ou desenvolve um objeto de forma que não há planejamento pré-concebido, se afastando conseqüentemente dos processos e normas comuns às técnicas tradicionais. O trabalho ou objeto em questão tem como característica marcante a utilização de quaisquer materiais que se tenha à mão e que sejam interessantes ao criador, materiais estes já existentes no ambiente e com funções definidas para além da obra do bricoleur. Posteriormente o termo expande seu significado, sendo aplicado nas mais variadas áreas, da sociologia da religião ao estudo da evolução, passando pelo processo de criação artística. Sturken e Cartwright (2001) o definem então como um modo de adaptação no qual coisas são postas em utilizações para as quais elas não foram intencionadas e em formas que as deslocam de seu contexto normal ou esperado.

2 2 Objetos que valorizamos como sendo de uma determinada forma podem ser usados com o propósito de chocar e criar novos significados. Nesse contexto, bricolage foi inicialmente utilizado na sociologia da religião por Thomas Luckmann (1967), sinalizando a individualização religiosa: as pessoas escolhem em que acreditar, selecionando as suas práticas religiosas e opções éticas favoritas. Esse fenômeno já foi definido como religião à la carte, porque o indivíduo ignora o conjunto de aspectos referentes a uma crença específica, e em sua procura mescla elementos de diferentes práticas religiosas. Poder-se-ia então interpretar bricolage como a criação de um objeto através da junção de outros objetos pré-existentes, que já têm funções específicas. Na música, o termo é novo, e de significado amplo, por ser uma adaptação das definições já explicadas. O presente trabalho objetiva pesquisar como esse conceito adquire relevância na criação musical a partir do século XX, mais especificamente na música popular, e propor formas de compreensão do processo de bricolage tanto como ferramenta de criação quanto análise musicais. Nesse sentido serão abordadas quatro possibilidades: 1 o - Uso de bricolage na criação de uma obra, com o propósito referencial. O material bricolado é adaptado para fazer sentido no novo contexto. A obra recém-criada e o material pré-existente nela utilizado têm similaridades, que podem estar na sonoridade, no conceito, na temática, ou em qualquer outro aspecto que o bricoleur considerar relevante. O uso da bricolage tem o propósito de enfatizar essas similaridades. Ex: Pelo Telefone, de Donga e Mauro de Almeida, gravada em 1916 por Bahiano; Pela Internet, de Gilberto Gil, lançada em 1997 em CD single promocional, em seguida através da internet e posteriormente no disco Quanta Gente Veio Ver. Início da canção de Donga (transposto para Dó maior):

3 3 Seção B da canção de Gilberto Gil (transposto para Dó maior): Vê-se claramente a começar pelo título que a inspiração de Gil ao compor Pela Internet veio do samba Pelo Telefone, lançado em 1916 e de grande importância histórica por ser considerado (em meio a controvérsias) o primeiro samba gravado. Ambas começam com trechos quase idênticos ( O chefe da folia e O Chefe da polícia ), e Gil continua a letra de sua canção com referências a inovações tecnológicas (celular, vídeo poker), algo também presente em Pelo Telefone (no caso, o próprio aparelho referido no título). É interessante notar que, graças à enorme popularidade da primeira gravação de Pelo Telefone, surgiram posteriormente versões com letras modificadas, dentre elas uma que demonstra forte vínculo com Pela Internet. Nela o verso inicial é o seguinte: O chefe da polícia Pelo telefone Manda me avisar Que na Carioca Tem uma roleta Para se jogar Há também semelhanças entre as melodias dos dois trechos. As duas frases cada uma com quatro compassos que compõem o trecho de Pela Internet têm seus inícios praticamente idênticos às do trecho de Pelo Telefone (também duas frases de quatro compassos cada), com alterações na canção de Gil somente em poucas adaptações rítmicas à letra. Há também pequenas variações nos finais de ambas as frases de Pela Internet em relação à canção de Donga, mas nada que atrapalhe a percepção das similaridades entre os trechos. Em relação à harmonia, a presença da bricolage também se faz notar, já que funcionalmente não há grandes diferenças entre os materiais aqui analisados. A progressão funcional T_S_D_S_D_T forma o esqueleto harmônico de ambos os trechos, ainda os acordes que a preenchem sejam em alguns casos diferentes. Nota-se uma única diferença no compasso 4 de Pela Internet, onde o acorde de função Dominante

4 4 Primária G7 (presente em Pelo Telefone no mesmo compasso) é substituído pelo Dominante Secundário (V7/ii) A7. A sensação de tensão característica da função Dominante, entretanto, é mantida. 2 o - Outro uso de bricolage na criação de uma obra, também com propósito referencial, mas sem que exista a necessidade de adaptação, pois não há a intenção de enfatizar as semelhanças entre a música recém-criada e os materiais pré-existentes. Estão à disposição quaisquer sons, de quaisquer fontes, da forma que o bricoleur quiser. Pode ser comparado a uma colcha de retalhos sonora. Ex: Os Planetas, op. 32, 4 o movimento: Júpiter, o portador da alegria, de Gustav Holst ( ); Invocation & Ritual Dance of the Young Pumpkin, de Frank Zappa, lançada no disco Absolutely Free, de Trecho retirado da obra de Holst e utilizado por Frank Zappa: 3 o - Uso de material já existente como fonte de criação para uma nova obra. O material pré-existente é facilmente percebido, por vezes inclusive enfatizado pelo compositor bricoleur, com o propósito de explicitar a bricolage. Há aqui, entretanto, a questão da necessidade de clareza do material original criado pelo bricoleur, e de até que ponto esse processo de criação com base na bricolage pode ser desenvolvido sem se caracterizar como plágio assunto de ampla discussão, e que está além do propósito da presente pesquisa. Ex: Canon em Ré maior, de Johann Pachelbel ( ); Juvenar, do conjunto brasileiro Karnak, gravada no disco Estamos Adorando Tokio, de 2000.

5 5 Seqüência harmônica do Canon de Pachelbel, com a linha do baixo escrita: Seqüências harmônicas da canção do Karnak, com as linhas do baixo escritas: Introdução e parte A : Parte B e Refrão: A semelhança entre os trechos é clara, especialmente pelo fato da linha do baixo ser idêntica em todos eles durante os 2 compassos iniciais, e pela similaridade harmônica. É importante frisar que a obra de Pachelbel é uma passacaglia forma caracterizada por variações contínuas sobre uma linha de baixo e/ou estrutura harmônica constante o que explicita a importância estrutural da linha do baixo e da sequência harmônica transcritas acima. Há ainda em Juvenar outros fatores que evidenciam a presença de bricolage, como o tímbrico (sons de cravo e cordas na execução do trecho transcrito, remetendo à sonoridade barroca ), além do referente à estruturação dos acordes e à condução de vozes entre os mesmos. 4 o - Uso de materiais de uma ou mais músicas no arranjo de outra. Na música popular do século XX a figura do arranjador ganha ênfase e enorme importância. Tendo

6 6 inicialmente a função de adaptar obras de gosto popular a diferentes formações instrumentais e de criar roupagens adequadas a canções populares, o papel do arranjador com o tempo se amplia. Há casos em que ele atua quase como um segundo compositor, no sentido de criar algo particular e único a partir de uma obra já existente. Assim, não é de se espantar que este tenha sido um terreno fértil para o uso de bricolage musical. Também nesse caso é bastante comum haver semelhanças entre o material bricolado e a música a ser arranjada. Ambos podem ter, por exemplo, similaridades sonoras (de harmonia, de melodia, etc), mesma temática (explicitadas nas letras de canções, por exemplo), relação contextual (representarem um mesmo período ou acontecimento histórico por exemplo), mesmo(s) compositor(es), dentre várias possibilidades. No exemplo transcrito abaixo há diversas semelhanças entre o original (a canção Estrada do Sol) e o material bricolado ( presente em Chovendo na Roseira): As duas são composições de Tom Jobim, sendo Estrada do Sol uma parceria deste com Dolores Duran. Ambas tratam de temática semelhante, que fica clara ao compararmos os versos iniciais das canções: Olha, está chovendo na roseira que só da rosa mas não cheira a frescura das gotas úmidas (Chovendo na Roseira) É de manhã Vem o sol mas os pingos da chuva que ontem caiu ainda estão a brilhar ainda estão a dançar (Estrada do Sol) Tanto Chovendo na Roseira quanto Estrada do Sol são em estrutura rítmica ternária (ou criam essa sensação através de recursos rítmico-melódicos), remetendo à valsa ou à valsa jazz, algo incomum na obra de Jobim. Harmonicamente também há semelhanças, como o fato de ambas as composições começarem com um certo caráter modal, gerado pelo uso de cadências não resolvidas. No caso de Estrada do Sol a sequência harmônica II_V7 na tonalidade de Dó maior se repete por vários compassos

7 7 sem ser resolvida, resultando numa sonoridade que remete ao Ré dórico. Já em Chovendo na Roseira a sensação modal se dá pelo uso da sequência A6_A7sus4(9), sendo que este segundo acorde pode ser interpretado também como um G/A, criando-se a progressão A6_G/A, que remete a Lá mixolídio. Outra semelhança harmônica, aproveitada por Nelson Faria nesse arranjo é o fato da seção B de Chovendo na Roseira ser estruturada em progressões II_V_I, sendo assim similar à estrutura harmônica da seção inicial de Estrada do Sol citada acima. Ex: Chovendo na Roseira, de Tom Jobim. Estrada do Sol, de Tom Jobim e Dolores Duran; arranjo de Nelson Faria, gravado no disco Carol Saboya e Nelson Faria interpretam as canções de Tom Jobim, lançado em 1999 pela Lumiar Discos. Arranjo de Nelson Faria:

8 8

9 9 Concluindo, deve-se explicitar a importância da presente linha de estudo por mostrar as integrações culturais existentes na sociedade contemporânea, mais especificamente em relação à música, e permitir, através da compreensão destes aspectos, o estímulo a novas integrações. O entendimento da bricolage ainda amplia as possibilidades de pesquisa e estudo dos processos de produção e criação musical, cuja relevância na produção atual é imensa. Há hoje forte exposição a um número muito grande de influências, inclusive pelo acesso a informações musicais em imensa quantidade e diversidade. Além disso, a tecnologia do mundo contemporâneo oferece possibilidades antes inimagináveis, levando a novas propostas de criação musical, e mesmo à reformulação de conceitos como propriedade intelectual e direito autoral. O estudo da bricolage permite a desconstrução, para que sejam compreendidas as gêneses criativas incluídas em sua formação, propondo assim tentativas de compreensão desses novos conceitos. Bibliografia LEVI-STRAUSS, Claude. Antropologia estrutural. 6.ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, DERRIDA, Jacques. A escritura e a diferença. São Paulo: Perspectiva, STURKEN, Marita, CARTWRIGHT, Lisa. Practices of looking: an introduction to visual culture. Inglaterra: Oxford University Press, LUCKMANN, Thomas. The invisible religion: the problem of religion in modern society. Inglaterra: Macmillan Publishing Company, 1967.

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Francine Kemmer Cernev francine@cernev.com.br Universidade Estadual de Londrina/ Colégio Nossa Senhora do Rosário, Cornélio Procópio/PR/

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES ENSINO BÁSICO 2º CICLO PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES ENSINO BÁSICO 2º CICLO PLANIFICAÇÃO ANUAL Domínios e Subdomínios Desenvolvimento da Capacidade de Expressão e Comunicação: Interpretação e Comunicação INDICADORES O aluno canta controlando a emissão vocal em termos de afinação e respiração. O

Leia mais

PROVA ESCRITA DE EDUCAÇÃO MUSICAL. PRIMEIRA PARTE - QUESTÕES DISCURSIVAS (70 pontos)

PROVA ESCRITA DE EDUCAÇÃO MUSICAL. PRIMEIRA PARTE - QUESTÕES DISCURSIVAS (70 pontos) COLÉGIO PEDRO II DIRETORIA GERAL SECRETARIA DE ENSINO CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSORES DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO = 2002 = PRIMEIRA PARTE - QUESTÕES DISCURSIVAS (70 pontos) 1) Escreva uma notação rítmica

Leia mais

Mapa Musical da Bahia 2014 FAQ

Mapa Musical da Bahia 2014 FAQ Mapa Musical da Bahia 2014 FAQ 1. O que é o Mapa Musical da Bahia? O Mapa Musical da Bahia é uma ação da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB) para mapear, reconhecer e promover a difusão da música

Leia mais

Provas de Habilidades Específicas em Música Composição e Licenciatura

Provas de Habilidades Específicas em Música Composição e Licenciatura Provas de Habilidades Específicas em Música Composição e Licenciatura Percepção Ditado Melódico 1: Reconhecimento de notas erradas na partitura (duração da questão 01min 30s). 1. Ouviremos a seguir um

Leia mais

1º FEMASF FESTIVAL DE MUSICA DA ASSOCIAÇÃO SABESP - FRANCA

1º FEMASF FESTIVAL DE MUSICA DA ASSOCIAÇÃO SABESP - FRANCA Regulamento TÍTULO 1 - DA PROMOÇÃO: O 1 FEMASF FESTIVAL DE MUSICA DA ASSOCIAÇÃO SABESP -, promovido pela ASSOCIAÇÃO SABESP Departamento de Franca, através de sua diretoria Cultural, terá apenas uma categoria,

Leia mais

Ano letivo 2014/15. Clube de Música

Ano letivo 2014/15. Clube de Música Ano letivo 2014/15 Clube de Música O Clube de Música 1 - Introdução A música tem uma importância relevante no desenvolvimento das capacidades e das competências ligadas à compreensão e manipulação dos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º MU096- CANTO 1A OBRIG 0 60 60 2.0 Fórmula: MU055 MU055- PERCEPCAO RITMICA MU271- CANTO CORAL 1 OBRIG 0 30 30 1.0 Fórmula: MU096 MU096- CANTO 1A PRÁTICA DA POLIFONIA VOCAL A DUAS E TRÊS VOZES.

Leia mais

A obra de Marco Pereira para violão solo: aspectos composicionais. Palavras chave: Violão solo brasileiro, Marco Pereira, jazz, Garoto.

A obra de Marco Pereira para violão solo: aspectos composicionais. Palavras chave: Violão solo brasileiro, Marco Pereira, jazz, Garoto. A obra de Marco Pereira para violão solo: aspectos composicionais Julio Cesar Moreira LEMOS, UFG - EMAC. Julioczar10@gmail.com Werner AGUIAR, UFG EMAC werneraguiar@gmail.com Palavras chave: Violão solo

Leia mais

EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II

EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II Músicas infantis. Danças, músicas e personagens folclóricos. Conhecer textos e melodias folclóricos; Entoar músicas do folclore brasileiro; Dançar músicas folclóricas; Imitar

Leia mais

ESCOLA PIRLILIM / ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE

ESCOLA PIRLILIM / ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE ESCOLA PIRLILIM / ANO 2015 PLANO DE UNIDADE GRUPO: 7 PERÍODO: / à / ÁREA DO CONHECIMENTO: Música CARGA HORÁRIA: COMPETÊNCIAS E HABILIDADES PLANO DA I UNIDADE - Conhecer e criar novas melodias. - Desenvolver

Leia mais

Cantando pelo Mundo. II - Disciplinas envolvidas no projeto: Música, Língua Portuguesa, História e Geografia.

Cantando pelo Mundo. II - Disciplinas envolvidas no projeto: Música, Língua Portuguesa, História e Geografia. Cantando pelo Mundo I - Período do projeto: 2º Bimestre de 2015 II - Disciplinas envolvidas no projeto: Música, Língua Portuguesa, História e Geografia. III Problematização Intercâmbio musical e cultural

Leia mais

INSTITUTO GREGORIANO DE LISBOA CURSOS BÁSICO E SECUNDÁRIO DE MÚSICA PIANO OBJECTIVOS GERAIS

INSTITUTO GREGORIANO DE LISBOA CURSOS BÁSICO E SECUNDÁRIO DE MÚSICA PIANO OBJECTIVOS GERAIS CURSOS BÁSICO E SECUNDÁRIO DE MÚSICA PIANO OBJECTIVOS GERAIS CURSO BÁSICO Desenvolver competências técnicas e artísticas através do estudo de um repertório diversificado. Trabalhar a compreensão do texto

Leia mais

INFORMAÇÃO PROVAS GLOBAIS DE FORMAÇÃO MUSICAL 2014/2015 12.º ANO / 8.º GRAU

INFORMAÇÃO PROVAS GLOBAIS DE FORMAÇÃO MUSICAL 2014/2015 12.º ANO / 8.º GRAU INFORMAÇÃO PROVAS GLOBAIS DE FORMAÇÃO MUSICAL 2014/2015 12.º ANO / 8.º GRAU 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova global do ensino secundário da disciplina de Formação

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Expressões e Tecnologias Planificação Anual de Educação Musical 5º ano Ano Letivo 2013/2014

Leia mais

Escalas I. Escalas - I. Escala Pentatônica Menor e Escala Penta-blues. Assista a aula completa em: http://www.youtube.com/watch?

Escalas I. Escalas - I. Escala Pentatônica Menor e Escala Penta-blues. Assista a aula completa em: http://www.youtube.com/watch? Escalas - I Escala Pentatônica Menor e Escala Penta-blues Assista a aula completa em: http://www.youtube.com/watch?v=ek0phekndbu Sumário Introdução Escalas Musicais...0 Escala Pentatônica Menor Histórico

Leia mais

REGULAMENTO RADICE PRODUÇÕES. 8º CONCURSO SAMBA DE QUADRA Troféu Nelson Sargento CLAUSULA 1º.- DO OBJETIVO.

REGULAMENTO RADICE PRODUÇÕES. 8º CONCURSO SAMBA DE QUADRA Troféu Nelson Sargento CLAUSULA 1º.- DO OBJETIVO. REGULAMENTO RADICE PRODUÇÕES APRESENTA 8º CONCURSO SAMBA DE QUADRA Troféu Nelson Sargento CLAUSULA 1º.- DO OBJETIVO. A RADICE PRODUÇÕES, estabelecida na cidade do Rio de Janeiro apresenta o 8º CONCURSO

Leia mais

24 Acorde Maior X Acorde Menor - Conteúdo

24 Acorde Maior X Acorde Menor - Conteúdo Introdução Formação de Escalas e de Acordes Encadeamentos e Harmonia Acordes Maiores e Menores Tons Homônimos Encadeamento V7 i em Fá Menor (Fm) Cadência de Picardia próxima 2 Introdução Nas Unidades de

Leia mais

Currículo Referência em Música Ensino Médio

Currículo Referência em Música Ensino Médio Currículo Referência em Música Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

27 Acordes Substitutos Diatônicos - Conteúdo

27 Acordes Substitutos Diatônicos - Conteúdo Introdução Princípio Geral de Substituição de Acordes Tonalidades Maiores: Acordes Substitutos da Tônica Tonalidades Maiores: Acordes Substitutos da Subdominante Tonalidades Maiores: Acordes Substitutos

Leia mais

FUVEST - VESTIBULAR 2012 PROVA DE APTIDÃO EM MÚSICA

FUVEST - VESTIBULAR 2012 PROVA DE APTIDÃO EM MÚSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES DEPARTAMENTO DE MÚSICA FUVEST - VESTIBULAR 2012 PROVA DE APTIDÃO EM MÚSICA Curso: ( ) Licenciatura ( ) Canto ( ) Instrumento ( ) Regência ( ) Composição

Leia mais

10 Educação Musical: planejamento e atividades Conteúdo

10 Educação Musical: planejamento e atividades Conteúdo Planejamento de atividades lúdicas em Educação Musical Planejamento de atividades em Educação Musical Criando estratégias de ensino e aprendizagem musical Questões para pensar estratégias de ensino e aprendizagem

Leia mais

de 20, à criação do samba no Rio de Janeiro ou ao cinema novo. Ao mesmo tempo procurei levar em conta as aceleradas transformações que ocorriam nesta

de 20, à criação do samba no Rio de Janeiro ou ao cinema novo. Ao mesmo tempo procurei levar em conta as aceleradas transformações que ocorriam nesta 5 Conclusão A década de 70 foi com certeza um período de grande efervescência para a cultura brasileira e em especial para a música popular. Apesar de ser muito difícil mensurar a constituição de um termo

Leia mais

Escola Básica 2,3/S Dr. Azevedo Neves

Escola Básica 2,3/S Dr. Azevedo Neves Escola Básica 2,3/S Dr. Azevedo Neves 5º e 6º ano Professor Hugo Costa 2009/2010 A Cappella música vocal sem acompanhamento de instrumentos musicais. Accelerando - Aumento gradual do andamento de uma parte

Leia mais

A PRÁTICA DA CRIAÇÃO E A APRECIAÇÃO MUSICAL COM ADULTOS: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA. Bernadete Zagonel

A PRÁTICA DA CRIAÇÃO E A APRECIAÇÃO MUSICAL COM ADULTOS: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA. Bernadete Zagonel Artigo publicado em: Anais do VI Encontro da ABEM, Recife, 1998. A PRÁTICA DA CRIAÇÃO E A APRECIAÇÃO MUSICAL COM ADULTOS: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA. Bernadete Zagonel Durante alguns anos ministrei as disciplinas

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS 1 NOTA INTRODUTÓRIA Programa Música - AEC (1º e 2º Ano - 1º CEB) (Adaptação do Programa do 1º Ciclo Plano da Meloteca) No âmbito da Expressão e Educação Musical, ao abrigo do Despacho n.º 9265-B/2013,

Leia mais

Promoção e realização Do objeto Da finalidade Do cronograma

Promoção e realização Do objeto Da finalidade Do cronograma REGULAMENTO I Promoção e realização: O SESCANÇÃO 2015 Mostra Sergipana de Música é uma realização sem fins lucrativos do Serviço Social do Comércio Sesc em Sergipe, entidade integrante do Sistema Fecomércio

Leia mais

Modos Gregos II. Preencha a tabela, analise, escreva o nome do modo e adicione TODAS as tensões que o modo permitir: ( )

Modos Gregos II. Preencha a tabela, analise, escreva o nome do modo e adicione TODAS as tensões que o modo permitir: ( ) Modos Gregos II Mais que Musica c u r s o s Preencha a tabela, analise, escreva o nome do modo e adicione TODAS as tensões que o modo permitir: C) Iônico Dórico Frígio Lídio Mixolídio Eólico Lócrio E T

Leia mais

COMPOSIÇÃO Duração Total (03h00:00)

COMPOSIÇÃO Duração Total (03h00:00) PROVA DE APTIDÃO MÚSICA COMPOSIÇÃO Duração Total (03h00:00) 1. ANÁLISE COMPARATIVA (01:00:00) Ouça atentamente os três trechos musicais a serem reproduzidos durante o exame 1.1 Esboce uma representação

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos A TRANSMUTAÇÃO DE LINGUAGENS NO MOVIMENTO CRIADOR DO CARNAVALESCO PAULO BARROS Juliana dos Santos Barbosa (UEL) juliana.barbosa@londrina.pr.gov.br

Leia mais

QUEM É ALICE CAYMMI? >> www.alicecaymmi.com.br

QUEM É ALICE CAYMMI? >> www.alicecaymmi.com.br QUEM É ALICE CAYMMI? A cantora e compositora carioca Alice Caymmi nasceu no dia 17 de março de 1990, na cidade do Rio de Janeiro. Neta de Dorival Caymmi, a musicista compõe desde os dez anos e começou

Leia mais

A música surgiu com os sons

A música surgiu com os sons Dó A música surgiu com os sons da natureza, já que seus elementos formais - som e ritmo - fazem parte do Universo e, particularmente da estrutura humana O homem pré-histórico deve ter percebido os sons

Leia mais

CONCURSO DE MÚSICAS DE CARNAVAL 2014 14ª edição

CONCURSO DE MÚSICAS DE CARNAVAL 2014 14ª edição CONCURSO DE MÚSICAS DE CARNAVAL 2014 14ª edição Data: 18, 19 e 20 de fevereiro de 2014 Local: Rua Victor Meirelles - Centro Horário: 20h I INTRODUÇÃO: O Concurso Carnavalesco de Marchinhas e Marchas-Rancho

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO. Concerto encenado em classe de conjunto: estudo sobre perceções e aprendizagens

PROGRAMAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO. Concerto encenado em classe de conjunto: estudo sobre perceções e aprendizagens PROGRAMAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO Concerto encenado em classe de conjunto: estudo sobre perceções e aprendizagens Ana Estevens, nº 120138001 Trabalho realizado na Unidade Curricular de Processos de Experimentação

Leia mais

O ESTUDO DO HANON NA MÚSICA POPULAR: UM NOVO OLHAR PARA A SUA TÉCNICA PIANÍSTICA

O ESTUDO DO HANON NA MÚSICA POPULAR: UM NOVO OLHAR PARA A SUA TÉCNICA PIANÍSTICA O ESTUDO DO HANON NA MÚSICA POPULAR: UM NOVO OLHAR PARA A SUA TÉCNICA PIANÍSTICA Por Turi Collura Elaborado no Século XIX, o antigo livro de técnica pianística chamado Hanon - O Pianista Virtuoso resiste

Leia mais

COMPOSIÇÃO COMO RECURSO NO PROCESSO ENSINO / APRENDIZAGEM MUSICAL

COMPOSIÇÃO COMO RECURSO NO PROCESSO ENSINO / APRENDIZAGEM MUSICAL 389 COMPOSIÇÃO COMO RECURSO NO PROCESSO ENSINO / APRENDIZAGEM MUSICAL Ruth de Sousa Ferreira Silva Mestranda em Artes pela Universidade Federal de Uberlândia Introdução Este relato de experiência tem como

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

A inserção do Youtube na aula de piano: um relato de experiência

A inserção do Youtube na aula de piano: um relato de experiência XVII ENCONTRO NACIONAL DA ABEM DIVERSIDADE MUSICAL E COMPROMISSO SOCIAL O PAPEL DA EDUCAÇÃO MUSICAL SÃO PAULO, 08 A 11 DE OUTUBRO DE 2008 IMPRIMIR FECHAR A inserção do Youtube na aula de piano: um relato

Leia mais

CONSERVATÓRIO MUSICAL BEETHOVEN www.beethoven.art.br beethoven@beethoven.art.br

CONSERVATÓRIO MUSICAL BEETHOVEN www.beethoven.art.br beethoven@beethoven.art.br Curso de Capacitação em Música para Professores do Ensino Médio, Fundamental 03 horas / semanais e Musicalização Infantil ( com base no PCN Artes ) VAGAS LIMITADAS FAÇA SUA PRÉ-RESERVA 10 meses ( inicio

Leia mais

HARMONIA. A à Z. Por: Fábio Leão

HARMONIA. A à Z. Por: Fábio Leão HARMONIA DE A à Z Por: Fábio Leão 1 Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição -Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil. Para ver uma cópia desta licença, visite:

Leia mais

Violão Popular. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos!

Violão Popular. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Violão Popular Prof. Juarez Barcellos Licença Creative Commons Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Em 2002, comecei a dar aulas particulares nas Em 2002, comecei a dar aulas particulares

Leia mais

Educação musical em João Pessoa: espaços, concepções e práticas de ensino e aprendizagem da música

Educação musical em João Pessoa: espaços, concepções e práticas de ensino e aprendizagem da música Educação musical em João Pessoa: espaços, concepções e práticas de ensino e aprendizagem da música Luis Ricardo Silva Queiroz (Coordenador) luisrsq@uol.com.br Marciano da Silva Soares gclaft@yahoo.com.br

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO AO ESTUDOS DE MÚSICA POPULAR Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO AO ESTUDOS DE MÚSICA POPULAR Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO AO ESTUDOS DE MÚSICA POPULAR Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Jazz e Música Moderna 3. Ciclo de Estudos

Leia mais

HISTÓRIA DA ARTE REVISÃO PARA O ENEM 2015. Profº Uriel Bezerra

HISTÓRIA DA ARTE REVISÃO PARA O ENEM 2015. Profº Uriel Bezerra HISTÓRIA DA ARTE REVISÃO PARA O ENEM 2015 Profº Uriel Bezerra QUESTÃO 91 (ENEM - 2009) Os melhores críticos da cultura brasileira trataram-na sempre no plural, isto é, enfatizando a coexistência no Brasil

Leia mais

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 Gabriel Ferrão Moreira 2 Prof. Dr. Sérgio Luiz Ferreira de Figueiredo 3 Palavras-chave:

Leia mais

46 Dona Nobis Pacem: alturas Conteúdo

46 Dona Nobis Pacem: alturas Conteúdo Introdução Formação de tríades maiores menores Arpejos maiores e menores Cânone Sobreposição de vozes formando acordes Inversão de acordes Versões do cânone Dona Nobis Tonalidades homônimas Armaduras Influência

Leia mais

PRÁTICA INSTRUMENTAL AO PIANO

PRÁTICA INSTRUMENTAL AO PIANO PRÁTICA INSTRUMENTAL AO PIANO OBJECTIVOS GERAIS Desenvolver competências técnicas e artísticas através do estudo de um repertório diversificado. Trabalhar a compreensão do texto musical de modo a favorecer

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro 1.º Ciclo PLANIFICAÇÃO ANUAL - EXPRESSÕES. Ano letivo 2015/2016

Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro 1.º Ciclo PLANIFICAÇÃO ANUAL - EXPRESSÕES. Ano letivo 2015/2016 EXPRESSÃO E EDUCAÇÃO PLÁSTICA Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro 1.º Ciclo PLANIFICAÇÃO ANUAL - EXPRESSÕES Ano letivo 2015/2016 3.º Ano Descoberta e organização progressiva de volumes Modelagem

Leia mais

II MoQueCa Festival Capixaba da Canção Espírita Mocidade Que Canta - Regulamento -

II MoQueCa Festival Capixaba da Canção Espírita Mocidade Que Canta - Regulamento - Da Promoção Artigo 1º. O II Festival Capixaba da Canção Espírita Mocidade Que Canta II MoQueCa é uma iniciativa do Projeto Arte Espírita Eu Apoio e conta com o apoio da CEC Casa Espírita Cristã (Vila Velha/ES),

Leia mais

Sistemas de Organização Sonora

Sistemas de Organização Sonora Sistemas de Organização Sonora Apoio para Unidade 3 Introdução à Prosódia Musical Coordenador: Fernando Lewis de Mattos Bolsistas: Fernanda Krüger Garcia Bernardo Grings Gerson de Souza Departamento de

Leia mais

FESTIVAL DE MUSICA DA FEIRA VOCACIONAL 2015 DIOCESE DE SANTO AMARO REGULAMENTO:

FESTIVAL DE MUSICA DA FEIRA VOCACIONAL 2015 DIOCESE DE SANTO AMARO REGULAMENTO: FESTIVAL DE MUSICA DA FEIRA VOCACIONAL 2015 DIOCESE DE SANTO AMARO REGULAMENTO: 1. Dos princípios gerais: 1.1. O festival de Música cristã promovido pela Feira Vocacional tem como objetivo: A. O anúncio

Leia mais

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC.

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC. 1 O ensino de música extracurricular na Escola Técnica Federal em Florianópolis/SC: relato de experiência sobre uma oficina de improvisação musical realizada Maycon José de Souza 1 Universidade do Estado

Leia mais

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento FLADEM 2011 Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento Sandra Mara da Cunha e Claudia Maradei Freixedas Breve introdução A experiência

Leia mais

Colégio Cenecista Dr. José Ferreira

Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Colégio Cenecista Dr. José Ferreira MATEMÁTICA E MÚSICA ESTRUTURA MUSICAL EM ESCALA MATEMÁTICA Área de Concentração: Matemática, Ciências Naturais e Teoria Musical Disciplina de Concentração: Matemática

Leia mais

Alexandre Bortoletto ÂNCORAS MUSICAIS. São Paulo

Alexandre Bortoletto ÂNCORAS MUSICAIS. São Paulo Alexandre Bortoletto ÂNCORAS MUSICAIS São Paulo 2001 2 Alexandre Bortoletto ÂNCORAS MUSICAIS Artigo publicado nas mídias brasileiras entre jornais, revistas e internet sobre o tópico âncoras com abordagem

Leia mais

Aprendizagem na Educação Musical

Aprendizagem na Educação Musical Aprendizagem na Educação Musical Flávia Rizzon Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo: O presente texto refere-se à importância de reavaliar a didática na área da Educação Musical, relacionando-a

Leia mais

Festival de Musica de Juazeiro Edição 2008 FESTIVAL EDESIO SANTOS DA CANCAO TROFEU: 50 ANOS DE BOSSA. Art. 1 Da Promoção e Realização

Festival de Musica de Juazeiro Edição 2008 FESTIVAL EDESIO SANTOS DA CANCAO TROFEU: 50 ANOS DE BOSSA. Art. 1 Da Promoção e Realização Festival de Musica de Juazeiro Edição 2008 FESTIVAL EDESIO SANTOS DA CANCAO TROFEU: 50 ANOS DE BOSSA Art. 1 Da Promoção e Realização O FMJ O Festival de Musica de Juazeiro é uma promoção da Prefeitura

Leia mais

Programação Geral. Música Regional Brasileira. A música do Brasil - Seg/Dom 6h.

Programação Geral. Música Regional Brasileira. A música do Brasil - Seg/Dom 6h. Programação Geral Música Regional Brasileira A música do Brasil - Seg/Dom 6h. Programa destinado a divulgar a música típica das regiões do Brasil. Toca os grandes mestres da música nordestina e mostra

Leia mais

Apresentação Reinaldo Arias

Apresentação Reinaldo Arias Apresentação Reinaldo Arias 2011 Projeto musical Música para envolver, encantar e integrar. Essa é a proposta do músico, produtor e compositor Reinaldo Arias. Artista atuante, gravou, produziu e compôs

Leia mais

Reflexão. A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação. Aluna: Ana Isabel Araújo Olim

Reflexão. A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação. Aluna: Ana Isabel Araújo Olim 1 Reflexão A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação Aluna: Ana Isabel Araújo Olim As escolas, ao longo do ano letivo, trabalham várias temáticas sociais. O infantário Donamina, para

Leia mais

Escola E.B. 2/3 dos Olivais

Escola E.B. 2/3 dos Olivais Escola E.B. 2/3 dos Olivais Esta planificação foi concebida como um instrumento necessário. Os objectivos da Educação Física no ensino básico bem como os princípios de organização das actividades nas aulas,

Leia mais

FUVEST - VESTIBULAR 2010 PROVA DE APTIDÃO EM MÚSICA

FUVEST - VESTIBULAR 2010 PROVA DE APTIDÃO EM MÚSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES DEPARTAMENTO DE MÚSICA FUVEST - VESTIBULAR 2010 PROVA DE APTIDÃO EM MÚSICA Curso: ( ) Licenciatura ( ) Canto ( ) Instrumento ( ) Regência ( ) Composição

Leia mais

PROCESSO SELETIVO EDITAL 12/2013

PROCESSO SELETIVO EDITAL 12/2013 PROCESSO SELETIVO EDITAL 12/2013 CARGO E UNIDADES: Instrutor de Música (Caicó) Atenção: NÃO ABRA este caderno antes do início da prova. Tempo total para resolução desta prova: 3 (três) horas. Assine no

Leia mais

O CONTRABAIXO NA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA: ASPECTOS DA UTILIZAÇÃO DE PIZZICATO NO SAMBA E BOSSA NOVA

O CONTRABAIXO NA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA: ASPECTOS DA UTILIZAÇÃO DE PIZZICATO NO SAMBA E BOSSA NOVA O CONTRABAIXO NA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA: ASPECTOS DA UTILIZAÇÃO DE PIZZICATO NO SAMBA E BOSSA NOVA Ghadyego Carraro 1 Resumo: Este artigo apresenta uma reflexão sobre a utilização do pizzicato no Samba

Leia mais

Um exemplo prático. Como exemplo, suponha que você é um recémcontratado

Um exemplo prático. Como exemplo, suponha que você é um recémcontratado pessoas do grupo. Não basta simplesmente analisar cada interpretação possível, é preciso analisar quais as conseqüências de nossas possíveis respostas, e é isso que proponho que façamos de forma racional.

Leia mais

instrumentos passaram a ser tocados muitas vezes de maneira diferente da regular

instrumentos passaram a ser tocados muitas vezes de maneira diferente da regular INTRODUÇÃO A música do século XX foi marcada por grandes inovações em estruturações e outros procedimentos. As estruturações passaram a ter formas cada vez mais livres como na poesia sem metro ou rima;

Leia mais

Música é linguagem que organiza, intencionalmente, os sons e o silêncio, no continuum espaço-tempo.

Música é linguagem que organiza, intencionalmente, os sons e o silêncio, no continuum espaço-tempo. CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO MUSICAL SESC/SEDU MÓDULO 1: ELEMENTOS DA MÚSICA PROF. DARCY ALCANTARA (UFES) CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO MUSICAL SESC/SEDU DOMINGO - MANHÃ REVISÃO DOS CONCEITOS DE MÚSICA, RITMO E MELODIA

Leia mais

Prefeitura Municipal de Sousa Fundação Municipal de Cultura Sandoval Silva de Assis

Prefeitura Municipal de Sousa Fundação Municipal de Cultura Sandoval Silva de Assis 12 a 14 DE JULHO 2013 I - INTRODUÇÃO: A FUNDAÇÃO MUNICÍPAL DE CULTURA DE CULTURA, apresenta o projeto Festival Sertanejo da Canção, que será realizado nos dos dias 12, 13 e 14 de Julho de 2013 com a finalidade

Leia mais

A relação entre a fala e a escrita

A relação entre a fala e a escrita A relação entre a fala e a escrita Karen Alves da Silva Proposta e objetivo: Partindo de um episódio de escrita, podemos refletir sobre: de que maneira está posta a relação entre escrita e oralidade; como

Leia mais

Sugestões Metodológicas: Estratégias/Atividades. Metas de Aprendizagem

Sugestões Metodológicas: Estratégias/Atividades. Metas de Aprendizagem Ano Letivo - 2012/201 Conteúdos Objetivos Curriculares Metas de Aprendizagem Sugestões Metodológicas: Estratégias/Atividades Avaliação Calendarização Dinâmica Forma Ficheiro 1 Reconhece diferentes timbres,

Leia mais

Chovendo na roseira de Tom Jobim: uma abordagem schenkeriana

Chovendo na roseira de Tom Jobim: uma abordagem schenkeriana Chovendo na roseira de Tom Jobim: uma abordagem schenkeriana Carlos de Lemos Almada (UNIRIO, Rio de Janeiro, RJ) calmada@globo.com Resumo: O presente artigo examina a canção Chovendo na roseira, de Antônio

Leia mais

ANTONIO LOUREIRO. www.boranda.com.br/antonioloureiro

ANTONIO LOUREIRO. www.boranda.com.br/antonioloureiro ANTONIO LOUREIRO www.boranda.com.br/antonioloureiro O compositor e multi-instrumentista Antonio Loureiro chega ao segundo álbum solo apostando na liberdade do improviso e defendendo uma criação musical

Leia mais

Há muito tempo eu escuto esse papo furado Dizendo que o samba acabou Só se foi quando o dia clareou. (Paulinho da Viola)

Há muito tempo eu escuto esse papo furado Dizendo que o samba acabou Só se foi quando o dia clareou. (Paulinho da Viola) Diego Mattoso USP Online - www.usp.br mattoso@usp.br Julho de 2005 USP Notícias http://noticias.usp.br/canalacontece/artigo.php?id=9397 Pesquisa mostra porque o samba é um dos gêneros mais representativos

Leia mais

Elaboração do Projeto de Pesquisa

Elaboração do Projeto de Pesquisa Elaboração do Projeto de Pesquisa Pesquisa Pesquisa é um conjunto de atividades, que tem como finalidade solucionar e esclarecer dúvidas e problemas; comprovar hipóteses; Utiliza procedimentos próprios,

Leia mais

Práticas musicais no contexto urbano de João Pessoa

Práticas musicais no contexto urbano de João Pessoa Práticas musicais no contexto urbano de João Pessoa Luis Ricardo Silva Queiroz Universidade Federal da Paraíba e-mail: luisrsq@uol.com.br Anne Raelly Pereira de Figueirêdo Universidade Federal da Paraíba

Leia mais

Aprenda inglês cantando Como ensinar inglês sem saber falá-lo?

Aprenda inglês cantando Como ensinar inglês sem saber falá-lo? Aprenda inglês cantando Como ensinar inglês sem saber falá-lo? Taklit Publishing & Productions 22, rue de Fleurus 75006 Paris France All rights reserved 2012 Você compreende essa frase? This is a cat.

Leia mais

Valores: R$ 21,00 (comerciário/dependente), R$ 37,00 (conveniado) e R$ 48,00 (usuário).

Valores: R$ 21,00 (comerciário/dependente), R$ 37,00 (conveniado) e R$ 48,00 (usuário). CURSOS DE MÚSICA DO SESC (2º Semestre) MODALIDADE INICIANTE 1) VIOLÃO POPULAR Este curso está direcionado ao estudo da música popular com acompanhamento harmônico. Serão praticadas canções do repertório

Leia mais

2012/13 [PLANO ANUAL - AEC DE EXPRESSÃO MUSICAL]

2012/13 [PLANO ANUAL - AEC DE EXPRESSÃO MUSICAL] 2012/13 [PLANO ANUAL - AEC DE EXPRESSÃO MUSICAL] Plano Anual de Expressão Musical Ano Letivo 2012/2013 Introdução: Esta atividade pretende que os alunos fortaleçam o gosto natural pela expressão musical

Leia mais

Desenvolvimento do pensamento e imaginação musical, isto é, a capacidade de imaginar e relacionar sons;

Desenvolvimento do pensamento e imaginação musical, isto é, a capacidade de imaginar e relacionar sons; DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ARTÍSTICA Educação Musical _ º ANO _ A Ano Letivo: 0/0. Introdução / Finalidades O processo de ensino e aprendizagem da educação musical consiste na interação de um conjunto

Leia mais

Fábio Gonçalves Cavalcante Doristi Teoria

Fábio Gonçalves Cavalcante Doristi Teoria Fábio Gonçalves Cavalcante Doristi Teoria Realizado com a Bolsa de Pesquisa, Experimentação e Criação Artística 2005 do Instituto de Artes do Pará (IAP) Ourém PA 2006 Projeto Gráfico: Fábio Gonçalves Cavalcante

Leia mais

HISTÓRIA DA MÚSICA OCIDENTAL

HISTÓRIA DA MÚSICA OCIDENTAL HISTÓRIA DA MÚSICA OCIDENTAL A Música Barroca A palavra barroco vem da língua portuguesa e significa "pérola irregular". Foi adotada internacionalmente para caracterizar o estilo ornamentado e pomposo

Leia mais

5) Caracterização da busca: forma utilizada pelos usuários para iniciar a busca (ver também Tabelas 9 e 10)

5) Caracterização da busca: forma utilizada pelos usuários para iniciar a busca (ver também Tabelas 9 e 10) 78 5) Caracterização da busca: forma utilizada pelos usuários para iniciar a busca (ver também Tabelas 9 e 10) TABELA 8: FORMA USADA INICIALMENTE NA BUSCA PELOS USUÁRIOS FORMA DE BUSCA % AUTOR OU COMPOSITOR

Leia mais

PROVA DE HABILIDADES ESPECÍFICAS MÚSICA ETAPA TEÓRICA

PROVA DE HABILIDADES ESPECÍFICAS MÚSICA ETAPA TEÓRICA PROVA DE HABILIDADES ESPECÍFICAS MÚSICA ETAPA TEÓRICA Para responder às questões de 01 a 09, consulte a obra Kanonisches Liedchen, de Robert Schumann, do Álbum Para Juventude Op. 68, que se encontra reproduzida

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Expressões e Tecnologias Planificação Anual de Educação Musical 6º ano Ano Letivo 2015/2016

Leia mais

Portaria n.º 84/2004 de 21 de Outubro de 2004

Portaria n.º 84/2004 de 21 de Outubro de 2004 Portaria n.º 84/2004 de 21 de Outubro de 2004 JORNAL OFICIAL Nº 43 I SÉRIE 21-10-2004 Ao abrigo do regime jurídico da educação extra-escolar, criado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 13/2002/A, de

Leia mais

A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria. Não é somente através do som de uma

A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria. Não é somente através do som de uma Dança Desde 1982, no dia 29 de abril, comemora-se o dia internacional da dança, instituído pela UNESCO em homenagem ao criador do balé moderno, Jean- Georges Noverre. A Dança é a arte de mexer o corpo,

Leia mais

AS ATIVIDADES RÍTMICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

AS ATIVIDADES RÍTMICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL AS ATIVIDADES RÍTMICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Profª Doutora Daisy Barros Especialização em Ginástica Rítmica e Dança Ritmo é vida e está particularmente ligado à necessidade do mundo moderno. Cada indivíduo,

Leia mais

Projeto Festival Clube da Viola. Resumo do Projeto

Projeto Festival Clube da Viola. Resumo do Projeto Projeto Festival Clube da Viola Resumo do Projeto A música brasileira é um dos elementos culturais que contribuem para a criação e o fortalecimento de uma idéia de pertencimento nacional, promovendo uma

Leia mais

1 FESTIVAL DE MÚSICA DO COLÉGIO MÓDULO REGULAMENTO

1 FESTIVAL DE MÚSICA DO COLÉGIO MÓDULO REGULAMENTO 1 FESTIVAL DE MÚSICA DO COLÉGIO MÓDULO REGULAMENTO 01. DA REALIZAÇÃO: O Colégio Módulo promoverá o 1 Festival de Música, direcionado ao público interno da Instituição, familiares e amigos. 02. DO OBJETIVO:

Leia mais

Prova Prática: Curso de Música

Prova Prática: Curso de Música Universidade do Estado de Santa Catarina Vestibular 2014.1 Prova Prática: Curso de Música NOME DO(A) CANDIDATO(A) Instruções Para fazer a prova você usará: este caderno de prova; um cartão-resposta que

Leia mais

2º Nas cópias das letras impressas só deverá constar o número de inscrição do autor, sendo vedada a identificação nominal do concorrente;

2º Nas cópias das letras impressas só deverá constar o número de inscrição do autor, sendo vedada a identificação nominal do concorrente; REGULAMENTO DO CONCURSO DA LETRA DO HINO OFICIAL DO CENTENÁRIO DA PRESENÇA CONCEPCIONISTA NO BRASIL HINO: Art. 1º A escolha da letra do Hino tem por objetivo expressar alegria e gratidão pela presença

Leia mais

Roda de conversa 6 Moderadores: Sergio Molina e Adriana Terahata Participantes: Carlos Sandroni e Ivan Vilela

Roda de conversa 6 Moderadores: Sergio Molina e Adriana Terahata Participantes: Carlos Sandroni e Ivan Vilela A música do Brasil e do mundo Moderadores: Sergio Molina e Adriana Terahata Participantes: Carlos Sandroni e Ivan Vilela Sergio Molina Projeto A Música na Escola, roda de conversa número seis vai discutir

Leia mais

Primeiros conceitos de harmonia tonal/funcional

Primeiros conceitos de harmonia tonal/funcional Primeiros conceitos de harmonia tonal/funcional Por Turi Collura Vimos que os 3 acordes principais da tonalidade maior, que são I, IV e V, constituem as 3 categorias de (completar), e 1 Pode-se notar que

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO MUSICAL 5.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO MUSICAL 5.º ANO DE EDUCAÇÃO MUSICAL 5.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO Perfil do aluno no final do 5.º Ano O aluno canta a solo e em grupo, com intencionalidade expressiva, canções em diferentes tonalidades

Leia mais

Refletindo sobre a digestão

Refletindo sobre a digestão Atividade de Aprendizagem 6 Refletindo sobre a digestão Eixo(s) temático(s) Vida e ambiente / Ser humano e saúde Tema Obtenção, transformação e utilização de energia pelos seres vivos Conteúdos Sistema

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIDEIRA SECRETARIA DE TURISMO E CULTURA 17º FECAVI FESTIVAL DA CANÇÃO DE VIDEIRA 27, 28 DE FEVEREIRO E 1º DE MARÇO DE 2015

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIDEIRA SECRETARIA DE TURISMO E CULTURA 17º FECAVI FESTIVAL DA CANÇÃO DE VIDEIRA 27, 28 DE FEVEREIRO E 1º DE MARÇO DE 2015 PREFEITURA MUNICIPAL DE VIDEIRA SECRETARIA DE TURISMO E CULTURA 17º FECAVI FESTIVAL DA CANÇÃO DE VIDEIRA 27, 28 DE FEVEREIRO E 1º DE MARÇO DE 2015 1. OBJETIVO O FECAVI 2015 (Festival da Canção de Videira)

Leia mais

Tchaikovsky romântico sem solução

Tchaikovsky romântico sem solução Tchaikovsky romântico sem solução Resumo Uma pérola do romantismo na música, Tchaikovsky nos é apresentado aqui juntamente com as grandes peças teatrais que o tornaram imortal. Com uma melodia sensível,

Leia mais

IGREJA CRISTÃ MARANATA. Apostila De Teclado. Comissão de ensino Vale do Aço

IGREJA CRISTÃ MARANATA. Apostila De Teclado. Comissão de ensino Vale do Aço IGREJA CRISTÃ MARANATA Apostila De Teclado Comissão de ensino Vale do Aço Introdução O Teclado é um dos instrumentos mais utilizados hoje em dia, por sua grande flexibilidade e diversificação. Com um simples

Leia mais

Com fortes referências no repertório

Com fortes referências no repertório Aprovado pela lei estadual de incentivo à cultura (ProAC ICMS) o projeto tem como objetivo a gravação e prensagem do primeiro CD do Duo Saraiva-Murray (com a disponibilização de partituras na Internet),

Leia mais

FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I ARTES. Conteúdo: Aula 1 e 2: Canção de roda.

FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I ARTES. Conteúdo: Aula 1 e 2: Canção de roda. Conteúdo: Aula 1 e 2: Canção de roda. 2 Habilidades: H12 Reconhecer diferentes funções da arte, do trabalho da produção dos artistas em seus meios culturais. 3 Música clássica- baseada no folclore Heitor

Leia mais