METODOLOGIA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

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1 METODOLOGIA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) AUTORA: LUCI OLIVEIRA GRADUAÇÃO

2 Sumário Metodologia do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) APRESENTAÇÃO DO CURSO... 3 UNIDADE I O PROJETO DE PESQUISA ELEMENTOS ESSENCIAIS... 5 UNIDADE II CONDUÇÃO DA PESQUISA E COMUNICAÇÃO DOS RESULTADOS UNIDADE III EXEMPLOS DE PROJETO DE PESQUISA... 40

3 APRESENTAÇÃO DO CURSO A graduação em Direito prevê como um dos componentes curriculares obrigatórios a entrega de um trabalho de conclusão de curso (TCC). Esse trabalho deve ser realizado em uma das áreas de especialização: (i) Advocacia Pública e Poder Judiciário; (ii) Advocacia Empresarial ou (iii) Relações Internacionais e Direito Global. E pode ser entregue em formato escrito (monografia, artigo científico, parecer jurídico, projeto de lei) ou audiovisual (filme jurídico). As normas sobre o TCC devem ser consultadas no Manual de Apresentação de Trabalhos escritos da FGV Direito Rio 1. A disciplina de metodologia do Trabalho de Conclusão de Curso tem por objetivo auxiliar o aluno no planejamento, organização e desenvolvimento do TCC. No aspecto de planejamento o foco está na elaboração do projeto de pesquisa que dará origem ao trabalho de conclusão de curso. O projeto de pesquisa consiste em uma proposta do que o aluno pretende realizar, uma carta de intenções bem fundamentada, visando demonstrar o que se objetiva fazer (qual o tema de pesquisa e o que interessa o aluno nesse tema, ou seja, qual é o problema ou quais são as questões e aspectos que deseja tratar); com base em que (qual é a discussão corrente, ou seja, o referencial teórico que permeia a discussão), para que fazer (qual é a meta e o objetivo que se alcançará com a realização da pesquisa), porque é importante fazê-lo (a justificativa ou relevância do que está sendo proposto), como se fará (qual metodologia será empregada) e quando (cronograma das etapas a serem realizadas). Além dos seis pontos listados acima, é preciso demonstrar que a execução do projeto é possível, e que a pesquisa é factível e viável (ou seja, há informação suficiente e disponível para a pesquisa, o aluno tem acesso aos recursos necessários para a pesquisa, em termos de tempo, conhecimento da literatura, etc.). Nos aspectos de organização e desenvolvimento, o foco está nos elementos formais e metodológicos da pesquisa que será executada, concretizando-se no TCC. Trataremos dos cuidados na condução da pesquisa e na comunicação dos seus resultados. Este material didático serve de apoio para o curso, visando orientar o aluno na elaboração do seu projeto de pesquisa e no desenvolvimento e comunicação do trabalho final, resultado dessa pesquisa. O material está estruturado em três unidades: I. O projeto de pesquisa elementos essenciais II. Condução da pesquisa e comunicação dos resultados III. Exemplos de projeto de pesquisa 1. O manual pode ser obtido na coordenação de TCC ou no site da FGV Direito Rio: br/ccmw/images/7/78/tcc-_manual_de_trabalhos_escritos.pdf FGV DIREITO RIO 3

4 É importante frisar que o objetivo do trabalho de conclusão de curso é a produção de conhecimento jurídico-acadêmico, resultado da condução de pesquisa acadêmica, que pode ou não ter ênfase na aplicação prática. O que se espera do aluno é que ele demonstre suas habilidades de investigação, leitura, pensamento crítico e redação (aos que optarem pelo filme jurídico também será exigido um projeto de pesquisa no qual justifique sua escolha), assim como domínio de técnicas de coleta, análise e interpretação de dados, uso de fontes de informação, e evidencie domínio do tema em que se insere seu TCC Apesar da atividade de pesquisa ser comum tanto na vida acadêmica, quanto na atividade prática profissional, a metodologia, a linguagem e as técnicas que guiam a pesquisa nesses dois âmbitos tendem a ser diferentes. Como nos lembra Lee Epstein e Gary King (2002), a diferença entre o advogado praticante e o acadêmico é que o advogado praticante busca defender uma causa ou tese, ele é o advogado da hipótese, que procura acumular todas as provas e evidências para comprovar a sua hipótese e desviar a atenção de qualquer coisa que possa ser vista como uma informação contraditória. Já o advogado acadêmico busca testar uma hipótese e testar implica em que tal hipótese possa ser comprovada ou derrubada. Assim, o advogado acadêmico busca submeter a sua hipótese a todos os testes e fontes de dados possíveis, procurando inclusive provas e evidências contrárias a ela 2. Com isso, no trabalho de conclusão de curso espera-se que o aluno realize uma pesquisa acadêmica, tendo por base procedimentos racionais e sistemáticos, com o objetivo de proporcionar respostas aos problemas propostos, partindo de uma abordagem de caráter problematizante e investigativo (Gil, 2002) 3. Para ter êxito na realização da pesquisa e na conclusão do TCC, a postura que recomendamos aos alunos é a mesma que Gil (2002: 18) ressalta nos bons pesquisadores: conhecimento do assunto a ser pesquisado; curiosidade; criatividade; integridade intelectual; atitude autocorretiva; sensibilidade social; imaginação disciplinada; perseverança e paciência e confiança na experiência. Esse material foi elaborado com base na experiência da autora em cursos de metodologia de pesquisa, e em artigos e livros recomendados abaixo para leitura e consulta: ADEODATO, João Maurício (1999). Bases para uma metodologia da pesquisa em Direito. REVISTA CEJ, Brasília, Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal, vol. 3, nº 7, jan./abr. COURTIS, Christian. (Org.). (2006). Observar la ley - Ensayos sobre metodología de la investigación jurídica. Madrid: Editorial Trotta, v. 1. GIL, Antônio Carlos. (1999). Pesquisa Social. São Paulo, Atlas. 2. EPSTEIN, Lee & Gary King (2002). The Rules of Inference. University of Chicago Law Review. 69 (1): Disponível em northwestern.edu/research/rules.pdf (acesso em 20/04/2012) 3. GIL, Antonio Carlos (2002). Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas. FGV DIREITO RIO 4

5 LOPES, José Reinaldo Lima. (2006). Regla y compás. In Observar la ley, ed. C. Courtis. Madrid: Editorial Trotta. MCCONVILLE, Mike e CHUI, Wing Hong (2007). Research methods for law. Edinburgh: Edinburgh University Press. OLIVEIRA, Luciano (2004), Não Fale do Código de Hamurabi. In: Sua Excelência o Comissário e outros ensaios de sociologia jurídica. Rio de Janeiro, Letra Legal 7. Uma observação se faz necessária ao documento que segue: não é recomendado em trabalhos acadêmicos do tipo monografia, artigo científico, dissertação ou tese, a utilização de citações e transcrições de textos longas, como muitas utilizadas neste material didático. Aqui se utiliza desse recurso de forma didática, para pontuar argumentos importantes elaborados por determinados autores, visando auxiliar alunos e pesquisadores no processo de condução de uma pesquisa. UNIDADE I O PROJETO DE PESQUISA ELEMENTOS ESSENCIAIS Nesta unidade, trataremos do desenho do projeto de pesquisa. Abordaremos sete aspectos: 1) O projeto de pesquisa e sua estrutura 2) A escolha e a delimitação do tema 3) A questão de interesse ou problema de pesquisa 4) Tipo de pesquisa e metodologia 5) Justificativa, objetivo e hipótese 6) Marco teórico 7) Forma de entrega 1) O projeto de pesquisa e sua estrutura O projeto de pesquisa é o documento no qual se delineia o planejamento da pesquisa a ser executada para a realização do TCC. O objetivo do projeto é traçar o caminho intelectual, teórico e prático do processo de pesquisa. É um plano de ação, indicando o que se quer pesquisar, qual objetivo pretende-se atingir, a relevância de realização da pesquisa, a modalidade de pesquisa e os procedimentos de coleta e análise de dados, assim como a previsão da forma de apresentação dos resultados. O projeto deve trazer, ainda, um planejamento temporal de execução das diversas etapas da pesquisa, o cronograma, e a indicação de uma bibliografia inicial pertinente ao problema a ser pesquisado. FGV DIREITO RIO 5

6 Não há uma estrutura rígida para a elaboração de projetos de pesquisa. Conforme atenta Antonio Carlos Gil (2002), a estrutura do projeto é determinada em grande parte pela natureza do problema a ser pesquisado e também pelo estilo do pesquisador (o autor do projeto). Qualquer que seja a estrutura que o autor adote, é necessário que o projeto permita responder às seguintes perguntas: O que se quer fazer? (tema e problema de pesquisa) Com base em que? (referencial teórico no qual o problema de pesquisa se insere) Por quê? (justificativa da pesquisa) Para quê e para quem? (objetivos gerais e específicos da pesquisa) Como e com o quê? (metodologia da pesquisa) Quando? (planejamento das etapas cronograma) Além destas seis perguntas, é importante considerar no aspecto metodológico quais são os recursos necessários para a execução da pesquisa, pensando em termos de sua viabilidade: disponibilidade de materiais, possibilidade de acesso às informações, tempo a ser dedicado na execução da pesquisa, orçamento, etc. Uma possibilidade de estrutura para o projeto de pesquisa, tida como clássica em diversas áreas do conhecimento, é a que organiza os elementos essenciais do projeto em pré-textuais (capa, folha de rosto, sumário, título, dados de identificação do projeto), textuais (introdução; objetivos; referencial teórico; metodologia; plano de exposição; cronograma) e pós-textuais (referências bibliográficas e anexos). Abaixo especificamos o que cada um desses tópicos deve conter (nos itens A-L). A. CAPA E FOLHA DE ROSTO A instituição para a qual o projeto será apresentado usualmente tem um modelo de capa e folha de rosto. No caso do projeto de TCC, a FGV Direito Rio indica um modelo a ser seguido, que pode ser consultado no Manual de Trabalhos Escritos. Basicamente contém o nome da instituição, o título do trabalho, o nome do autor e do professor orientador, assim como local e data. B. SUMÁRIO O sumário enumera as divisões do texto (tópicos, seções ou capítulos), indicando a ordem e paginação na qual aparecem no trabalho. FGV DIREITO RIO 6

7 C. TÍTULO O título deve comunicar o teor do trabalho, ou seja, a área de estudo e o assunto de que trata a pesquisa. Ele deve ser abrangente, mas sintetizar o conteúdo da pesquisa. Uma dica é utilizar um subtítulo para delimitar melhor o assunto trabalhado. D. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Área de especialização da FGV Direito Rio: (i) Advocacia Empresarial; (ii) Advocacia Pública e Poder Judiciário ou (iii) Relações Internacionais e Direito Global) Área de pesquisa (tabela de áreas do conhecimento CNPq: Direito Civil, Direito Internacional, Direito Privado, Direito Constitucional, etc.) Forma de entrega: (i) monografia; (ii) artigo científico; (iii) projeto de lei; (vi) parecer jurídico; (v) filme jurídico. E. INTRODUÇÃO A introdução contempla quatro elementos do projeto de pesquisa: (i) o tema e sua delimitação; (ii) o problema de pesquisa; (iii) a hipótese e (iv) a justificativa. O texto da introdução é escrito de forma a enunciar o assunto sobre o qual o trabalho vai tratar, demarcando a extensão e a profundidade que se pretende empregar no desenvolvimento desse tema, delimitando-o em termos de tempo e espaço. Na sequência, indica-se especificamente o que nesse tema é do interesse do autor, ou seja, qual é a pergunta (ou perguntas) que se quer responder. E para guiar o desenvolvimento da pesquisa, é comum indicar uma pré-solução ou resposta possível ao problema levantado, ou seja, elaborar uma hipótese (ou hipóteses) de pesquisa. Em algumas pesquisas as hipóteses não estão explicitadas, mas é possível estabelecer hipóteses subjacentes. E por fim, essa seção introdutória traz a justificativa para a pesquisa, ou seja, as razões que motivam o estudo (qual a importância de realizar o estudo proposto, qual a contribuição que trabalho trará - teórica, prática, etc.). Na justificativa é esperado que se liste argumentos que indiquem que a pesquisa é significativa e relevante. F. OBJETIVOS Os objetivos indicam os propósitos da pesquisa, o que se pretende alcançar (metas). É comum dividir a seção de objetivos em geral e específicos. O FGV DIREITO RIO 7

8 objetivo geral indica o resultado principal que se espera da pesquisa, e os objetivos específicos indicam pontos que o trabalho discutirá. Uma recomendação usual é que na exposição dos objetivos se utilize verbos no infinitivo: esclarecer, definir, procurar, permitir, demonstrar, etc. G. REFERENCIAL TEÓRICO O referencial teórico - também chamado de revisão da bibliografia ou da literatura, embasamento teórico, pressupostos teóricos, estado da arte, entre outras designações refere-se a contextualização do problema em uma discussão e debate mais amplos. A ideia aqui é que o aluno faça uma compilação crítica dos principais trabalhos no assunto que pretende discutir no TCC, demonstrando que tem familiaridade com os pressupostos e conceitos teóricos pertinentes ao seu problema de pesquisa. O referencial teórico auxilia na fundamentação teórica do trabalho (indicando quem são os principais autores ou doutrinadores nessa área e qual a linha que a pesquisa seguirá). É um levantamento prévio do que já foi publicado sobre o assunto, auxiliando na identificação das lacunas e respostas que ainda precisam ser dadas nesse tema. Entre suas principais funções está ser um histórico sobre o tema, uma atualização da área, servindo como fonte de respostas aos problemas formulados (hipóteses) e evitando a repetição de trabalhos já feitos. Note que não se espera que o aluno faça uma busca exaustiva da literatura, pois esta busca é parte do próprio trabalho de pesquisa. Mas na redação do projeto, espera-se uma leitura básica inicial, que de conta das principais categorias e conceitos que servirão de fundamento para o desenvolvimento da pesquisa. H. METODOLOGIA Este tópico trata do caminho que será seguido para responder a questão proposta, quais ferramentas serão adotadas para responder ao problema de pesquisa. Aqui o aluno deve indicar basicamente o tipo de pesquisa que realizará (doutrinária, empírica, mista), o tipo de dados e informações com os quais trabalhará e a forma de coleta e análise destas informações (indicando as fontes de dados, técnicas de coleta e operacionalização e análise de dados). É importante frisar que a escolha da metodologia depende fundamentalmente da natureza e escopo do problema de pesquisa. FGV DIREITO RIO 8

9 I. PLANO DE EXPOSIÇÃO O plano de exposição nada mais é do que a previsão de sumário que o trabalho de curso irá seguir. Nesse tópico o aluno apresenta uma estrutura provisória do TCC, indicando as divisões de capítulo, sub-capítulos e seções que o futuro trabalho deve contemplar. Abaixo um exemplo de plano de exposição extraído do projeto de TCC de Jordana Righeti, apresentado no primeiro semestre de 2011, como requisito para a disciplina de TCC1. FGV DIREITO RIO 9

10 PLANO DE EXPOSIÇÃO Inicialmente, o Parecer será composto por uma Ementa, um Relatório da consulta efetuada, e objeto do TCC, a Fundamentação Jurídica com base em normas, jurisprudência e entendimentos doutrinários sobre questões que envolvam Licenciamento Ambiental, mais especificamente de uma empresa de siderurgia. Ao final, haverá uma Conclusão sobre os principais aspectos abordados e relevantes para a consulta. EMENTA RELATÓRIO 1. LICENCIAMENTO AMBIENTAL 1.1. COMPETÊNCIA PARA LICENCIAR 1.2. TIPOS DE LICENÇA LICENÇA DE PRÉ-OPERAÇÃO 2. ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL 2.1. COMPENSAÇÃO AMBIENTAL 2.2. SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO 2.3. OUTORGA DE USO DE ÁGUA 2.4. COGERAÇÃO DE ENERGIA (TERMOELÉTRICA) 2.5. MUDANÇAS CLIMÁTICAS 2.6. ENTREVISTAS MP E EMPRESAS 3. RESPONSABILIDADE AMBIENTAL 3.1. DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 3.2. FILTROS DE EMISSÃO DE POLUENTES 4. JURISPRUDÊNCIA 5. OUTROS CUIDADOS A SEREM TOMADOS PELO EM- PREENDEDOR CONCLUSÃO Em cada item, e ao longo de todo o Trabalho, serão abordadas as respostas para as seguintes perguntas: (i) qual o fato? (ii) quais as regras aplicáveis ao fato? (iii) como as regras são aplicadas ao fato? e (iv) conclusão. J. CRONOGRAMA O cronograma consiste na apresentação da sequência de etapas da investigação ao longo do tempo. Ele traz a identificação de cada etapa (revisão da literatura, coleta de dados, análise de dados, redação dos capítulos, etc.), assim como o tempo demandado para sua conclusão. Usualmente o crono- FGV DIREITO RIO 10

11 grama é apresentado em forma de matriz de atividades, sendo que nas linhas encontram-se discriminadas as atividades e nas colunas o tempo (a unidade de referencia comum é mês). Exemplo de cronograma K. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Neste tópico devem estar arroladas todas as obras, documentos e fontes citados na elaboração do projeto. As referências bibliográficas devem ser construídas com base nas regras da ABNT. L. ANEXOS Neste tópico devem ser inseridos documentos citados que sejam relevantes para a compreensão do projeto (um projeto de lei, um parecer, etc.), ou ainda instrumentos de coleta de dados que se pretenderá usar (por exemplo, o questionário ou o roteiro de entrevista). Não é obrigatório haver anexo no projeto, mas caso haja ele deve vir ao final, depois das referências bibliográficas. 2) A escolha e a delimitação do tema O processo de pesquisa no Direito, assim como em qualquer área do conhecimento, começa a partir da escolha de um tema que se quer investigar. Alguns fatores a serem considerados na escolha de um tema são: FGV DIREITO RIO 11

12 a) Afinidade e familiaridade com a área de pesquisa escolhida; b) Interesse pessoal ou gosto pelo assunto a ser trabalhado; c) Tempo disponível para a realização do trabalho de pesquisa; d) Relevância do tema, novidade, oportunidade, originalidade; e) Recursos disponíveis para a realização do trabalho de pesquisa. Exemplos de tema de pesquisa são: Acesso à justiça Recuperação judicial de empresas Processo decisório no judiciário Concorrência e atos de concentração Meios alternativos de solução de conflitos Criminalização do aborto Princípio da insignificância Reforma do judiciário Privacidade na internet Responsabilidade civil da administração pública Uma boa sugestão para a escolha dos temas é a leitura de periódicos científicos para acompanhar os trabalhos que estão sendo realizados na área de pesquisa que você elegeu como de interesse. Caso você não saiba em quais revistas pesquisar, uma boa dica é consultar a tabela de periódicos da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) para a área do Direito 4. Outra dica é consultar Congressos na área do Direito, sendo que no Brasil um dos principais congressos voltado para estudantes de graduação e pós-graduação é o CONPEDI (Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Direito) 5. Além de periódicos científicos e anais de congressos, uma boa fonte de inspiração temática são os portais jurídicos (Conjur, Jus Navegandi, etc.), e os jornais (Valor, Folha de S. Paulo, O Globo, etc. - que possuem colunistas voltados a cobrir aspectos do mundo jurídico). Após escolher o tema, o passo seguinte é delimitá-lo, ou seja, especificar o aspecto desse tema que se pretende estudar. É preciso delimitar o tema no sentido de restringir o campo de investigação sob o ponto de vista de tempo e espaço, mas também de características e aspectos de interesse. Por exemplo, no caso do tema de acesso à justiça, posso perguntar sobre a utilização dos juizados especiais cíveis no Rio de Janeiro, nos últimos dez anos. No caso da recuperação judicial de empresas, posso me interessar pelos efeitos da mudança legislativa de 2005 em casos de recuperação judicial de empresas. E no caso de processo decisório no judiciário, posso delimitar a partir do processo decisório no Supremo Tribunal Federal em casos de judicial review, desde a Constituição de A tabela Qualis Capes para a área do Direito pode ser acessada pelo link qualis.capes.gov.br/arquivos/avaliacao/ webqualis/criterios2010_2012/criterios_qualis_2011_26.pdf 5. Os anais do Conpedi podem ser consultados pelo link: FGV DIREITO RIO 12

13 João Maurício Adeodato (1999) 6 recomenda cinco estratégias para delimitar um tema jurídico: (i) por assunto ( A dispensa abusiva no contrato de trabalho ); (ii) por autor ( O conceito de legitimidade em Hannah Arendt ); (iii) por circunscrição temporal ( Evolução do concubinato na segunda metade do século XX ); (iv) por circunscrição espacial ( Ações de despejo na Comarca de Escada ) e (v) por referência expressa a aspecto específico do Direito positivo ( O princípio da nacionalidade na Lei de Introdução ao Código Civil de 1916 ). O passo seguinte à delimitação do tema é a formulação do problema, ou seja, a problematização desse tema e a escolha da questão a ser respondida. 3) A questão de interesse ou problema de pesquisa Segundo José Reinaldo de Lima Lopes (2006) 7, o problema é o motor de uma pesquisa. Não há verdadeira pesquisa sem que haja um problema a ser resolvido. E isto é o que é mais difícil no trabalho acadêmico: construir um problema. Para isto, é preciso que o investigador tenha certa curiosidade, tenha dúvidas, encare o mundo, e o mundo do direito neste caso, como algo intrigante. O problema de pesquisa é formulado como uma pergunta para facilitar o desenvolvimento da pesquisa. Esse procedimento facilita a identificação do que efetivamente se deseja pesquisar. Por exemplo, no interesse em estudar o tema do acesso à justiça, delimitamos para a utilização dos juizados especiais cíveis no Rio de Janeiro, nos últimos dez anos. Uma forma de transformar esse tema em problema de pesquisa seria perguntar: A instalação dos juizados especiais cíveis no Rio de Janeiro contribuiu para a ampliação do acesso à justiça da população mais carente? Outro exemplo, o tema de recuperação de empresas, poderia ser transformado em problema de pesquisa a partir da seguinte pergunta: A mudança legislativa que ocorreu no processo de recuperação de empresas no Brasil em 2005 levou à redução significativa do número de falências no Brasil? No tema do processo decisório no STF, pode-se formular a seguinte pergunta: quais são os fatores de maior impacto no direcionamento das decisões do Supremo Tribunal Federal em casos de ADI no período de 1988 a 2009?. Segundo Gil (2002), por se vincular estreitamente ao processo criativo, a formulação de problemas não se faz mediante a observação de procedimentos rígidos e sistemáticos. No entanto, existem algumas condições que facilitam essa tarefa, tais como: imersão sistemática no objeto, estudo da literatura existente e discussão com pessoas que acumulam muita experiência prática no campo de estudo (Gil, 2002: 26). 6. Adeodato, João Maurício (1999). Bases para uma metodologia da pesquisa em Direito. REVISTA CEJ, Brasília, Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal, vol. 3, nº 7, jan./abr. 7. LOPES, José Reinaldo Lima. (2006). Regla y compás. In Observar la ley, ed. C. Courtis. Madrid: Editorial Trotta. FGV DIREITO RIO 13

14 Portanto, recomendamos que uma vez definido o tema de pesquisa, o aluno converse com seu orientador e faça pesquisa prévia na temática, lendo artigos e pesquisando na bibliografia o que já foi feito sobre esse tema. Charles Ragin (1994) 8 propõe um modelo analítico que ajuda a delimitar o tema e encontrar um problema de pesquisa. Segundo o autor são dez as questões que se deve fazer ao seu tema ou objeto de estudo para ajudar a encontrar um problema e desenvolver uma pesquisa: 1) Isso é um caso de que tipo? 2) Quais são as questões envolvidas? 3) Quais os problemas que suscita? 4) Qual a importância disso? 5) O que já foi dito e pesquisado sobre isso? 6) Quais são as comparações relevantes? 7) Quais são as características relevantes? 8) O que está faltando? 9) Quais respostas é preciso dar? 10) Quais perguntas devem ser feitas para se chegar a essas respostas? Formular um problema de pesquisa não é simplesmente fazer uma pergunta qualquer. A pergunta de pesquisa não é qualquer pergunta. Algumas condições são necessárias para sua elaboração. Recomenda-se primeiro formular para o seu tema perguntas básicas e simples: Como são as coisas? Quais suas causas? Quais suas consequências? Dado este diagnóstico, o que fazer? E se essas perguntas ainda não tiverem sido satisfatoriamente respondidas para o seu tema em questão, elas se oferecem como boas estratégias de pesquisa. Caso essas perguntas já tenham sido satisfatoriamente respondidas, então a sugestão é avançar para outras questões, mas tendo em mente alguns cuidados. Gil (2002) afirma que uma boa pergunta de pesquisa atende a três condições básicas: clareza, exequibilidade e pertinência. O problema, ou pergunta de pesquisa, deve ser claro e preciso (ou seja, não deve ser vago). Por exemplo, um iniciante em pesquisa poderia perguntar: Como funciona a mente do juiz? Mas como afirma Gil, esse tipo de problema não pode ser proposto porque não está claro ao que se refere. O problema deve ser realista (em termos dos recursos pessoais, materiais e técnicos necessários para sua solução) e deve ser suscetível de solução. Não deve ser moralizador (ou seja, não deve tratar de valores: bom ou mau, desejável ou indesejável, certo ou errado). E não deve induzir a uma resposta a priori lembrando que a pesquisa acadêmica é diferente de uma petição. 8. RAGIN, Charles (1994). Constructing Social Research: The Unity and Diversity of Method. Pine Forge Press. FGV DIREITO RIO 14

15 Rafael Mafei Rabelo Queiroz (2011) 9 indica três exemplos de como transformar um assunto (tema) em um problema de pesquisa. Segundo Queiroz, um bom problema de pesquisa jurídica pode: (1) buscar uma resposta nova para uma velha pergunta; (2) buscar organizar e sistematizar algo que está confuso ou (3) determinar o significado jurídico de algo novo. Para exemplificar o primeiro caso ele parte de uma velha questão, a ideologia da decisão judicial. São inúmeros os estudos e argumentos procurando demonstrar um viés ideológico nas decisões dos juízes. Queiroz cita como exemplo uma pesquisa de que levantou a hipótese, a partir da realização de entrevistas com magistrados brasileiros, de que o Judiciário tenderia a desrespeitar cláusulas contratuais e dispositivos legais para favorecer o litigante economicamente mais fraco e, assim, fazer justiça social. Essa hipótese foi tratada como verdadeira por muito tempo, até que em 2010 um grupo de pesquisadores resolveu testá-la empiricamente. Nas palavras desses pesquisadores, Diferente dos estudos anteriores, estas evidências foram procuradas não em pesquisas de opinião e de atitude, mas através do estudo de decisões judiciais em diversas áreas (Ferrão e Ribeiro, 2010) 11. Os autores analisaram 181 decisões tomadas pelo judiciário entre 2004 e 2005 e concluíram que os litigantes economicamente mais fortes têm 45% mais chances de saírem vitoriosos em uma disputa judicial do que os mais fracos, em casos iguais. Ou seja, a partir de um enfoque metodológico diferente para uma mesma questão, chegaram a uma resposta diferente. Para o segundo caso, Queiroz exemplifica com a análise de sucessões legislativas pouco claras no país. Toma como exemplo o regime de juros vigente no Brasil e formula a pergunta: a Lei da Usura foi ou não revogada pelo Código Civil de 2002? E por fim, exemplifica um caso em que se busca determinar o significado jurídico de algo novo. Parte do exemplo do surgimento do jogo virtual Second Life, descrevendo que nesse mundo virtual havia empresas reais anunciando produtos verdadeiros em outdoors virtuais (anúncios de roupas, perfumes, eletrônicos, automóveis, etc.). A pergunta que poderia surgir, dado esse fato naquele momento novo, é: os outdoors virtuais devem ser considerados como outdoors reais para fins jurídicos, havendo a incidência de ISS por prestação de serviços publicitários? Queiroz chama atenção para a diferença na formulação desses problemas como perguntas, e como seria se fossem formulados de forma tradicional, como assuntos: Da ideologia da decisão judicial, Dos juros, e Da tributação da publicidade na Internet. Ou seja, nesse formato mais tradicional, pouco se sabe do que o autor vai tratar. Queiroz dá ainda um exemplo de como partir de um tema muito debatido e encontrar novas formas de abordálo, imprimindo originalidade ao trabalho. Utiliza como exemplo o instituto 9. QUEIROZ, Rafael Mafei Rabelo. (2011). Artigo Científico: Concepção, Temas, Métodos e Técnicas. BePress Selected Works. Disponível em: works.bepress.com/rafaelmafei. 10. ARIDA, Pérsio; BACHA, Edmar e RE- SENDE, André Lara. Credit, interest, and jurisdictional uncertainty: Conjectures on the case of Brazil, Rio de Janeiro: IEPE/CdG, Texto para Discussão n.2, 2003, Publicado em GIAVAZZI. F.; GOLDFAJN, I; HERRERA, S. (orgs.); Inflation targeting, debt, and the Brazilian experience, 1999 to Cambridge, MA: MIT Press, may FERRÃO, Brisa L. M.; RIBEIRO, Ivan C. (2010) Os Juízes Brasileiros Favorecem a Parte Mais Fraca?. UC Berkeley: Berkeley Program in Law and Economics. FGV DIREITO RIO 15

16 da repercussão geral instituído pela Emenda Constitucional 45 de 2004, já exaustivamente debatido pela doutrina desde sua aprovação. Assim, um trabalho intitulado, digamos, Da repercussão geral, que se limite a descrever as principais posições doutrinárias e jurisprudenciais a este respeito, pouco acrescentaria a este tema já muito discutido. Mas isso não quer dizer que nenhum trabalho original e criativo possa ser feito tendo a repercussão geral por assunto, pois sempre haverá formas originais de se revisitar um tema, por mais repisado que seja: como, empiricamente, o Supremo Tribunal Federal tem avaliado a repercussão geral nos casos por ele analisados? Pelo valor da causa? Pela qualidade das partes? Pela importância da questão política de fundo? Os ministros têm, todos, pensamentos iguais nesse sentido? Como é possível explicar semelhanças e diferenças em seus votos? Há variações conforme o tipo de matéria tratada? Note-se que se trata de o mesmo assunto abordado de outra forma com outra metodologia, leia-se, um tanto mais original do que a costumeira abordagem exegética, que se limita a falar da natureza jurídica do instituto, da intenção do legislador etc. Pode-se ainda pensar em outras tantas formas de abordagem desse mesmo instituto: ao invés de uma pesquisa empírica de jurisprudência, por que não fazer uma avaliação comparada da norma criada pela Emenda 45 com outras congêneres de jurisdições estrangeiras, como o writ of cert da Suprema Corte dos EUA? Quais são os critérios utilizados pela corte suprema norte-americana para escolher os recursos que julgará? Seriam eles comparáveis à repercussão geral que a Emenda 45 pretendeu criar? Por que sim, ou por que não? É possível, a partir disso, extrair conclusões sobre o papel institucional do tribunal supremo dentro do sistema político-jurídico de cada um dos países? Que papéis seriam estes, da Suprema Corte e de nosso Supremo Tribunal Federal? Estaríamos aqui, como se percebe, diante de uma pesquisa com nuances de direito comparado que, a despeito de revisitar um assunto já batido, de forma alguma padeceria de falta de criatividade. (Queiroz, 2011: 10). Outra forma de pensar a elaboração do problema de pesquisa é verificar se ele é descritivo-exploratório ou propositivo. Um problema descritivoexploratório visa descrever as características de determinada população ou fenômeno, ou estabelecer relações entre variáveis, se propondo a responder a pergunta do tipo o quê, qual, quais. Já um problema propositivo visa ir além do diagnóstico descritivo e fornecer uma resposta, uma solução ou reformulação. Fecho este tópico com outros dois exemplos de problema de pesquisa identificados por José Reinaldo Lima Lopes (2006) 12 como bons exemplos: Um exemplo de problema jurídico bem explicado desde o início encontra-se no seguinte trecho de Ronald Dworkin: Em 1945 um negro de nome Sweatt candidatou-se à faculdade de direito da Universidade do Texas, mas foi recusado 12. LOPES, José Reinaldo Lima. (2006). Regla y compás. In Observar la ley, ed. C. Courtis. Madrid: Editorial Trotta. FGV DIREITO RIO 16

17 porque a legislação estadual dispunha que só brancos podiam freqüentá-la. A Suprema Corte declarou que a lei violava o direito à igualdade de Sweatt protegido pela Emenda 14 da Constituição dos EUA, que prevê que nenhum estadomembro negará a qualquer cidadão a igualdade perante suas leis. Em 1971 um judeu de nome De Funis candidatou-se à faculdade de direito de Washington. Não foi admitido, embora seu desempenho e suas notas fossem suficientemente altos para ser admitido caso ele fosse negro, filipino, chicano, ou índio. De Funis pediu que a Suprema Corte reconhecesse que a prática de Washington, ao exigir padrões menos rígidos para grupos minoritários, violava seus direitos à isonomia de acordo com a Emenda 14. (Dworkin 1977). Note que em um parágrafo apenas já sabemos do que ele vai falar (o seu tema) e como este assunto se converte em um problema: a questão é saber por que em um primeiro caso (o do negro) parece intuitivo que há algo errado em barrar-lhe a entrada pelo simples fato de ser negro e porque no segundo caso é tão complicado dar valores diferentes às notas e ao desempenho de alguém só porque é branco. O caráter problemático da questão aparece nitidamente. Outro trabalho cuja introdução me agrada e cumpre bem o papel de definir com clareza a situação problemática que pretende abordar é o seguinte: Este ensaio tem por objetivo analisar o modo com as Leis de Anistia, promulgadas pelos Países-membros do Mercosul em suas transições democráticas, foram interpretadas à luz do direito internacional dos direitos humanos e da regulamentação de suas graves violações pelo direito internacional penal, erigidas à categoria de crimes internacionais. (...) Apesar de as leis de anistia serem consideradas necessárias do ponto de vista interno pelas razões acima mencionadas, algumas perguntas vêm sendo formuladas a respeito de sua situação perante o direito internacional. Em face do direito internacional, tem validade uma lei de anistia interna? A comunidade internacional estaria sujeita a essas normas? Poderia um terceiro Estado ou um tribunal internacional exercer sua jurisdição sobre crimes internacionais anistiados internamente? (Cláudia Perrone-Moisés. Leis de anistia face ao direito internacional: desaparecimentos e direito à verdade ). Note que o trabalho pretende dar, ou pelo menos sugerir respostas normativas (pode um tribunal internacional exercer jurisdição sobre crimes anistiados domesticamente?) a várias questões e tais questões estão limitadas, naquele ensaio, em termos de tempo (período da transição democrática dos anos 1980) e de espaço (no Cone Sul da América), e de objeto mesmo (o confronto entre as anistias aprovadas na esfera nacional e o direito penal internacional dos direitos humanos). O leitor já sabe do que se vai falar, ainda que o problema a ser resolvido seja eventualmente mais conceitual (conflito de normas). (Lopes, 2006: 17-18) FGV DIREITO RIO 17

18 4) Tipo de pesquisa e metodologia A pesquisa jurídica pode ser classificada basicamente em dois tipos: doutrinária (teórica, dogmática) e não-doutrinária (empírica, interdisciplinar, sóciojurídica). E para cada tipo de pesquisa há diferentes procedimentos metodológicos a serem empregados. O procedimento metodológico consiste no caminho que será seguido para a abordagem do problema e objeto de estudo e para atingir os objetivos perseguidos. A metodologia a ser adotada na pesquisa trata do tipo de pesquisa, do tipo de dados e informações necessárias, das técnicas de coleta e análise de dados em suma, é o caminho a ser adotado para chegar ao resultado esperado. Na escolha e definição da metodologia é fundamental levar em consideração as características do assunto escolhido, bem como a resposta que se pretende dar à questão-problema. Quanto aos dois tipos essenciais de pesquisa no Direito, temos a pesquisa doutrinária, que é aquela voltada para discutir o que é o Direito, o que é a lei (ou um fenômeno jurídico específico), em uma área particular. Na maioria das vezes é baseada na coleta e análise de um corpo de jurisprudência, juntamente com a legislação relevante (fontes primárias), e apoiada em modelos teóricos (fontes secundárias) voltados para encontrar, entender e aplicar regras e princípios na solução de problemas legais (seja um caso concreto, ou um tipo particular de situação). Baseiam-se também na reconstrução de casos decididos em um quadro coerente na busca de racionalidade, ordem e coesão teórica, objetivando sistematizar, corrigir e clarificar o Direito sobre determinado assunto, a partir da análise de textos (seguindo para tanto, regras de interpretação é preciso na parte metodológica especificar o método de interpretação e os critérios utilizados). Muitas vezes, a partir desta discussão, tem por objetivo sugerir recomendações para o desenvolvimento e aperfeiçoamento da lei. Designada por Mike McConville e Wing Hong Chui (2007) 13, como black-letter research, a pesquisa doutrinária concentra-se no próprio Direito como um conjunto interno e auto-sustentado de princípios, que podem ser acessados através da leitura de decisões judiciais e de estatutos. Os autores envolvidos nesse tipo de pesquisa, segundo McConville e Chui, estão preocupados, na maioria das vezes, com a filosofia do Direito e enfocam principalmente a natureza da lei e da autoridade legal, e tratam temas em áreas de fundo do Direito, como responsabilidade civil, contratos, a natureza dos direitos, da justiça e da autoridade política, entre outros. Os autores listam as habilidades de pesquisa jurídica necessárias aqueles que planejam desenvolver pesquisa doutrinária, a partir de lista elaborada por David Stott (1999) 14 : 13. McConville, Mike e Chui, Wing Hong (2007). Research methods for law. Edinburgh: Edinburgh University Press. 14. STOTT, David. (1999). Legal Research. London: Cavendish. Pág. 3, apud McConville, Mike e Chui, Wing Hong (2007). Research methods for law. Edinburgh: Edinburgh University Press, pág. 4. FGV DIREITO RIO 18

19 Identificar e analisar o material fatual; Identificar o contexto legal em que surgem questões fatuais; Identificar as fontes para a investigação de fatos relevantes; Determinar quando os fatos são necessários; Identificar e analisar as questões jurídicas; Aplicar disposições legais pertinentes aos fatos; Relacionar as questões centrais direito e de fato uns aos outros; Identificar as questões legais, fatuais e outras apresentadas por documentos; Apresentar os resultados da pesquisa de forma clara, útil e confiável. Podemos esboçar de forma resumida o caminho metodológico usual para a condução de uma pesquisa doutrinária, com base em Courtis (2006) 15 : 1) Identificação do problema a ser tratado, com explicitação da natureza do problema; 2) Seleção do conteúdo normativo relevante para a resposta à pergunta; 3) Seleção do conteúdo doutrinário relevante para resposta a pergunta, precisando as respostas interpretativas rivais; 4) Desenvolvimento, explicitação e fundamentação do critério a partir do qual é possível eleger uma resposta entre as diversas respostas possíveis analisadas; 5) Conclusão - o resultado da análise da questão interpretativa à luz do problema identificado considerado em face da matriz teórica escolhida para seu tratamento. Construção de uma opinião interpretativa bem fundamentada, e explícita em seus critérios de escolha. Na pesquisa doutrinária é importante especificar quais são as principais fontes de pesquisa, quais autores/doutrinadores serão utilizados, atentando para o sopesamento de argumentos e linhas interpretativas/doutrinárias, não podendo ser ignoradas correntes contrárias, sendo preciso mencioná-las e no caso de se contrapor a elas, fazê-lo de maneira fundamentada. O tipo de pesquisa não doutrinária, ou empírica, tem como objetivo descrever, explicar e/ou criticar o direito e os fenômenos jurídicos tal qual eles se manifestam na realidade. A pesquisa empírica permite verificar como o aspecto material do Direito se realiza concretamente, e como fatos, atos e atividades concretizam o Direito no na vida em sociedade. Em outras palavras, focam em como o Direito e as instituições jurídicas operam em um contexto social, econômico e político mais amplo. 15. COURTIS, Christian. (Org.). Observar la ley - Ensayos sobre metodología de la investigación jurídica. Madrid: Editorial Trotta, 2006, v. 1 FGV DIREITO RIO 19

20 Empírica é a pesquisa baseada na observação sistemática da realidade, na recolha de informações e transformação destas informações em dados (codificação), com o intuito de descrever, compreender e explicar a realidade observada. A observação sistemática da realidade pode dar-se de diversas formas (técnicas), incluindo entrevistas quantitativas (surveys) ou qualitativas (entrevistas em profundidade, narrativas e histórias de vida, etc.), etnografia, uso de documentos, experimentos, decisões, etc.) 16. No caso da pesquisa empírica, a metodologia deve se preocupar em estabelecer: 1) Identificação do problema a ser tratado, com explicitação da natureza do problema; 2) Especificação do referencial teórico e dos autores a serem utilizados; 3) Qual o objeto e universo de interesse (pessoas, instituições, fenômeno ou conjunto de fenômenos, processos, etc.); 4) Especificação da origem e da natureza dos dados a serem utilizados (primários x secundários; quantitativos x qualitativos); 5) Definição dos conceitos e de sua operacionalização; 6) Especificação da forma de coleta de dados (fonte, técnica de coleta, instrumentos e operacionalização); 7) Especificação da forma de análise de dados. É importante ressaltar que os dois tipos de pesquisa (doutrinária e empírica) muitas vezes se misturam em abordagens para responder a problemas propostos, sendo que nas pesquisas empíricas necessariamente há o recurso a aspectos da pesquisa teórica ou doutrinária para o estabelecimento de parâmetros, e para a definição e a operacionalização de conceitos. E na pesquisa doutrinária, muitas vezes são aplicadas técnicas de pesquisa empírica, seja na realização de entrevistas, seja na forma de condução de pesquisa jurisprudencial. A pesquisa doutrinária e a empírica devem ser pensadas como complementares e não mutuamente excludentes. Lembrando que essa divisão entre doutrinária e não-doutrinária é uma das principais formas de pensar a pesquisa jurídica, mas não a única. Arthurs (1983) 17 apresenta uma matriz para pensar a pesquisa jurídica que a classifica em dois eixos: aplicada x acadêmico-pura e doutrinária x interdisciplinar. Nessa leitura, haveria quatro tipos de pesquisa jurídica: (i) a pesquisa expositiva (doutrinária e aplicada) é a pesquisa mais tradicional do direito, dogmática; (ii) a pesquisa sobre reforma do Direito (interdisciplinar e aplicada) são os estudos sócio-jurídicos; (iii) a pesquisa fundamental (interdisciplinar e acadêmica) são estudos críticos do direito e de sociologia do direito; e a (iv) teoria legal (doutrinária e acadêmica) são estudos de filosofia do direito. 16. Definição da autora, extraída do texto O sistema de justiça brasileiro sob olhares empíricos, publicado como apresentação do livro de OLIVEIRA, Fabiana Luci (org.) Justiça em foco: Estudos Empíricos. Rio de Janeiro: Editora FGV, Arthurs, H.W. (1983). Law and Learning. Report to the Social Sciences and Humanities. Research Council of Canada by the Consultative Group on Research and Education in Law, Information Division, Social Sciences and Humanities Research Council of Canada, Ottawa. FGV DIREITO RIO 20

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