no Brasil O mapa da Acreditação A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "no Brasil O mapa da Acreditação A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais"

Transcrição

1 O mapa da Acreditação no Brasil A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais metodologias Thaís Martins shutterstock >> Panorama nacional Pesquisas da ONA (Organização Nacional de Acreditação) revelam que 67% dos estados possuem serviços acreditados pela metodologia. São Paulo é o que conta com o maior número (134), seguido por Minas Gerais (47), Paraná (13) e Rio de Janeiro (11). Essas conquistas representam a maturidade do sistema e coloca o Brasil entre os países com o maior volume de certificações concedidas e válidas. 12 Melh res PráticasMar/Abr 2011

2 Há 11 anos, o Hospital Israelita Albert Einstein recebia o primeiro certificado de Acreditação do país. A busca por mais qualidade assistencial ganhou impulso na década de 1990 com a iniciativa de se estabelecer um convênio entre a OPAS - Organização Pan-Americana de Saúde, Federação Latino Americana de Hospitais e o Ministério da Saúde para elaborar o Manual de Padrões de Acreditação para América Latina. Desde então, dos 6,5 mil hospitais públicos e privados (dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE), cerca de 250 instituições optaram por contratar uma agência acreditadora que pudesse avaliá-las, comparando os processos de gestão de liderança, atenção ao paciente/cliente, diagnóstico, apoio técnico, abastecimento e apoio logístico aos padrões internacionalmente reconhecidos e, em caso de conformidade, conferir um dos quatro selos disponíveis no país: ONA, Joint Commission, NIAHO ou Accreditation Canada. Mudança cultural O sistema mundial de saúde passou do objetivo de evitar somente riscos financeiros institucionais para o de tornar o atendimento mais seguro. A compreensão desse conceito pode levar a um critério de escolha dos serviços assistenciais. Mas ainda há muitos desafios a serem enfrentados. O Dr. Francisco Balestrin, vice-presidente da ANAHP (Associação Nacional de Hospitais Privados), enumera como principal entrave o fato de a sociedade brasileira ainda não ter formada a cultura de procurar por serviços acreditados, pois desconhece os benefícios diretos de uma assistência segura, como índices reduzidos de permanência, infecção e mortalidade. A compreensão deste conceito qualificará o critério de escolha dos serviços assistenciais. Essa falta de conhecimento deve mudar nos próximos anos, pois a maioria das instituições hospitalares está buscando ferramentas para melhorar a qualidade e segurança de sua assistência. Para Balestrin, o processo é educativo, portanto, de médio e longo prazo. A existência de entidades como a ANAHP e a ANS, que A sociedade brasileira ainda não formou a cultura de buscar serviços acreditados, pois desconhece os benefícios de uma assistência segura valorizam a metodologia e sugerem que a segurança e a qualidade assistencial são fundamentais para a assistência médica, favorecem. O interesse da mídia em publicar os hospitais certificados e suas vantagens também contribui. O paciente deve estar informado sobre o que considerar na escolha do seu médico, seu hospital e até seu tratamento, afirma o Dr. Balestrin. Na maioria dos hospitais da Europa, dos Estados Unidos e do Canadá, o principal parâmetro utilizado pela população para a escolha de um serviço de saúde é a Acreditação. Nos EUA, há mais de uma década, a Cleveland Clinic começou a divulgar seus indicadores, iniciando um movimento transformador. Hoje, o norte-americano encontra informações abrangentes e até sites com quadros comparativos entre as várias instituições. Isso estimula os esforços para melhorar a qualidade, além de gerar competição entre os prestadores de serviço. No Brasil, mesmo entre instituições de primeira linha, poucas divulgam seus indicadores. Multiplicar essa prática dependerá, em grande parte, da própria atitude do consumidor. Hospitais como o Pró-Cardíaco, no Rio de Janeiro, e o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, já disponibilizam seus resultados para consulta em seus sites institucionais. Em 2009, uma iniciativa do IQG (Instituto Qualisa de Gestão), reuniu cerca de vinte instituições de saúde em uma campanha de relacionamento voltada ao público leigo, em especial àqueles que trabalham em departamentos de Recursos Humanos de empresas de São Paulo e Rio de Janeiro. Os profissionais de RH foram os escolhidos como foco da campanha por entendermos que participam anahp/divulgação Balestrin, da ANAHP: segurança assistencial é fundamental para a assistência médica Melh res PráticasMar/Abr

3 Nos países de primeiro mundo, estar certificado é a diferença entre ser um player de mercado ou estar fora dele intensamente do processo de compra e gestão do benefício-saúde. E, atualmente, os planos corporativos representam cerca de 70% do mercado, explica Gilmara Espino, coordenadora executiva do Grupo Entenda Acreditação. O grupo está indo para o seu terceiro ano de ação e no portal com.br, os usuários podem consultar quais os prestadores com certificado de qualidade mais próximos. Investimentos e retornos Outro desafio ao crescimento do número de certificações é a questão financeira. O vice-presidente da ANAHP explica que o processo de adequação pode levar de dois a três anos. Quanto aos custos, estes podem variar de instituição para instituição e também de acordo com a metodologia escolhida. Os valores são divididos entre as taxas da empresa acreditadora e as mudanças de estrutura e processos necessários para se atingir os requisitos, aponta Balestrin. As instituições de saúde também podem contar com o apoio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que vai muito além do financiamento à construção de hospitais, laboratórios de análise ou clínicas. Contempla desde os meios de produção (incluindo equipamentos, móveis e utensílios hospitalares), como também os serviços de Acreditação em consonância com as políticas públicas para a melhoria do atendimento na área da saúde, desde que prestados segundo os padrões de certificação reconhecidos pela ANS. Pode-se financiar as fases de obtenção e manutenção do respectivo certificado, excluindo-se os serviços de consultoria e treinamento, que visam preparar a empresa para obter a certificação. O futuro da certificação Hoje, em países de primeiro mundo, estar certificado é a diferença entre ser um player de mercado ou estar fora dele. Além disso, novos padrões definidos pela ANS para as operadoras de plano de saúde necessariamente obrigarão os prestadores de serviço a se encaixar nesse sistema, pois poderão perder seus convênios, analisa Balestrin. (veja nesta edição a entrevista com Márcio Coriolano, presidente do Bradesco Seguros). De fato, o número de certificações concedidas não para de crescer. Os números cedidos pela ONA demonstram esse fenômeno: incluindo recertificações, em 2006 foram 66 certificados entregues; 73 em 2007; 98 em 2008 e 123 em 2009; segundo a apresentação do Dr. Luiz Plinio Moraes de Toledo, presidente do Sistema Metodologia ONA Nível 1 Acreditado ONA Nível 2 Acreditado Pleno ONA Nível 3 Acreditado com Excelência Accreditation Canada Origem Brasil (1998) Brasil (1998) Brasil (1998) Canadá (1958) Foco Gestão da Segurança: certifica os recursos físicos, materiais, de equipamentos, financeiros, organizacionais, humanos, gestão da segurança Gestão Integrada: certifica o que e como é feito para os pacientes Gestão da Excelência:certifica os resultados obtidos em relação ao estado de saúde dos pacientes e sua satisfação com o sistema de prestação do serviço Estrutura, assistência, segurança do paciente e gestão de riscos Joint Commission International Estados Unidos (1951) Estrutura, assistência, segurança do paciente e gestão de riscos Validade 2 Anos 2 Anos 3 Anos 3 Anos 3 Anos 14 Melh res PráticasMar/Abr 2011

4

5 shutterstock 92% dos pacientes atendidos em um dos hospitais do SUS acreditados ficaram muito satisfeitos com a recepção. Reconhecimento dos esforços em gestão de qualidade Brasileiro de Acreditação, durante o 10º Fórum ANAHP, realizado em outubro do ano passado. No mesmo evento, Mara Machado, diretora técnica do IQG, avaliou positivamente a percepção atual do gestor da área de saúde. Ela informou que, no passado, buscavam metodologias de certificação que pudessem orientar sobre como reduzir ou evitar custos; atualmente, desejam também melhorias nos processos e protocolos, visando reduzir erros. No futuro, estarão focados na epidemiologia e em aumentar valor agregado do serviço prestado, implementando ações preventivas e melhorando a performance. Também é crescente o número de hospitais universitários que recebem investimentos de instituições privadas para iniciarem seus processos de Acreditação, que é um pouco diferente da rede privada. Este último tem uma maior integração das áreas técnicas e as lideranças estão mais definidas. Na esfera pública, as estruturas estão mais incipientes, além de haver a necessidade de vinculação com a área acadêmica. Atualmente, 16 projetos filantrópicos estão em andamento, totalizando um investimento anual de R$ 250 milhões. A escolha dos beneficiados é feita pelo Ministério da Saúde, de acordo com a necessidade de melhoria da instituição. O Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), representante exclusivo da Joint Commission International no Brasil, foi convidado a participar desse projeto pelas mantenedoras. Hoje, são cinco os hospitais universitários em preparação e mais dois em fase final de assinatura de contratos para iniciar o processo. >> Resultados evidentes Em um dos hospitais do SUS acreditados, o índice no atendimento médico fechou o ano de 2009 com 96% de satisfação dos pacientes e 92% disseram que o atendimento na recepção é muito satisfatório. Já em um dos hospitais privados acreditados nível III ONA e elegível para a Accreditation Canada, o índice de infecção hospitalar, em uma das UTIs, passou de 7% para menos de 1% de janeiro de 2007 a outubro de Na mesma instituição, a pneumonia associada à ventilação mecânica passou de 9% para 2% no mesmo período, representando 154 dias a menos de internação no ano de Melh res PráticasMar/Abr 2011

A) Legenda e descrição pormenorizada para os ícones dos atributos de qualificação dos prestadores de serviço na saúde suplementar

A) Legenda e descrição pormenorizada para os ícones dos atributos de qualificação dos prestadores de serviço na saúde suplementar Capítulo I A) Legenda e descrição pormenorizada para os ícones dos atributos de qualificação dos prestadores de serviço na saúde suplementar 1 - Prestadores de serviços hospitalares: a) Acreditação de

Leia mais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Carlos Figueiredo Diretor Executivo Agenda Anahp Brasil: contexto geral e econômico Brasil: contexto

Leia mais

Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH. Helton Freitas Diretor-presidente

Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH. Helton Freitas Diretor-presidente Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH Helton Freitas Diretor-presidente Agenda P P P P A Unimed-BH no mercado Qualificação da Rede Prestadora DRG Certificação e acreditação da Operadora A

Leia mais

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Quem somos Por que inovar Qualificação da rede Adoção do DRG Acreditação da Operadora Inovação

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde. Experiência Bradesco Saúde

Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde. Experiência Bradesco Saúde Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde Experiência Bradesco Saúde Pontos O Mercado de Saúde Suplementar O Contexto da Bradesco Saúde A Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde 2 Despesas Totais

Leia mais

"Acreditação: Valeu a pena investir na Certificação de Qualidade?" Centro Integrado de Atenção a Saúde CIAS Unimed Vitória - ES

Acreditação: Valeu a pena investir na Certificação de Qualidade? Centro Integrado de Atenção a Saúde CIAS Unimed Vitória - ES "Acreditação: Valeu a pena investir na Certificação de Qualidade?" Centro Integrado de Atenção a Saúde CIAS Unimed Vitória - ES AGENDA Programação do Evento - Histórico do Centro Integrado de Atenção a

Leia mais

Como os processos de acreditação podem contribuir para melhorar o desempenho ambiental do setor saúde?

Como os processos de acreditação podem contribuir para melhorar o desempenho ambiental do setor saúde? Gestão da qualidade e sustentabilidade Como os processos de acreditação podem contribuir para melhorar o desempenho ambiental do setor saúde? V Seminário Hospitais Saudáveis (SHS) Laura Schiesari lauschi@uol.com.br

Leia mais

Abertura Acreditação: aspectos, desafios e resultados para as organizações de saúde Nome do palestrante: Paulo H. Bertolini

Abertura Acreditação: aspectos, desafios e resultados para as organizações de saúde Nome do palestrante: Paulo H. Bertolini Abertura Acreditação: aspectos, desafios e resultados para as organizações de saúde Nome do palestrante: Paulo H. Bertolini GPT Acreditação ABRAC / Gerente de Novos Negócios Fundação Vanzolini Tema Acreditação:

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Epidemiologia Gerencial aplicada à Gestão de Serviços e Sistemas de Saúde

FICHA TÉCNICA. Epidemiologia Gerencial aplicada à Gestão de Serviços e Sistemas de Saúde FICHA TÉCNICA Epidemiologia Gerencial aplicada à Gestão de Serviços e Sistemas de Saúde O atual cenário de saúde tem exigido cada vez mais dos profissionais uma oferta equitativa de serviços (baseada na

Leia mais

CONCOMITÂNCIA DE DIFERENTES MODELOS DE ACREDITAÇÃO NUMA MESMA INSTITUIÇÃO

CONCOMITÂNCIA DE DIFERENTES MODELOS DE ACREDITAÇÃO NUMA MESMA INSTITUIÇÃO Nº DO TRABALHO: P_197_2011 ACREDITAÇÃO CONCOMITÂNCIA DE DIFERENTES MODELOS DE ACREDITAÇÃO NUMA MESMA INSTITUIÇÃO RESUMO Acreditação - coexistência de diferentes modelos numa instituição. Métodos de acreditação

Leia mais

Programa de Acreditação Internacional. Gestão da Qualidade e Segurança

Programa de Acreditação Internacional. Gestão da Qualidade e Segurança 2012 Programa de Acreditação Internacional Gestão da Qualidade e Segurança Responda rapidamente: Os serviços prestados pela sua instituição têm qualidade e segurança satisfatórias??? Por Quê???? QUALIDADE?

Leia mais

Trata-se de Nota Técnica referente à metodologia utilizada para o desenvolvimeto da primeira carga do D-TISS Detalhamento dos Dados do TISS.

Trata-se de Nota Técnica referente à metodologia utilizada para o desenvolvimeto da primeira carga do D-TISS Detalhamento dos Dados do TISS. Gerência/Diretoria: GEPIN/DIDES Protocolo nº 33902.552358/2015-01 Data: 09/12/2015 Hora: 10:00 Assinatura: Magno Fernandes Nota Técnica nº 586/2015/GEPIN/DIDES/ANS 1. Introdução Trata-se de Nota Técnica

Leia mais

Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS

Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS São Paulo - 18 de junho de 2013 GERPS/GGISE/DIDES/ANS Agenda Cenário Atual da Qualidade no Setor. Programas de Qualificação dos Prestadores de

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS DE SAUDE. Rita Maria B. R. Kaluf rita.kaluf@unimeds.com.br (11) 21462585

QUALIFICAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS DE SAUDE. Rita Maria B. R. Kaluf rita.kaluf@unimeds.com.br (11) 21462585 QUALIFICAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS DE SAUDE Rita Maria B. R. Kaluf rita.kaluf@unimeds.com.br (11) 21462585 Sistema Unimed no Estado de São Paulo Singulares - 73 Intrafederativas - 6 Federação Estadual

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA QUALIDADE EM SAÚDE - CURITIBA

Leia mais

A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP. Laura Schiesari Diretora Técnica

A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP. Laura Schiesari Diretora Técnica A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP Laura Schiesari Diretora Técnica AGENDA I. A ANAHP II. Melhores Práticas Assistenciais III. Monitoramento

Leia mais

Gerente de Qualidade do Hospital Sírio-Libanês. Vera Lúcia Borrasca Enfermeira Gerente de Segurança Assistencial do Hospital Sírio-Libanês

Gerente de Qualidade do Hospital Sírio-Libanês. Vera Lúcia Borrasca Enfermeira Gerente de Segurança Assistencial do Hospital Sírio-Libanês Coordenação Sandra Cristine da Silva Profª. Dra. em Enfermagem Gerente de Qualidade do Vera Lúcia Borrasca Enfermeira Gerente de Segurança Assistencial do Apresentação Abordar a qualidade em saúde não

Leia mais

INDICADORES E METAS A EXPERIÊNCIA DO CRER

INDICADORES E METAS A EXPERIÊNCIA DO CRER INDICADORES E METAS A EXPERIÊNCIA DO CRER Claudemiro Euzébio Dourado Superintendente Administrativo Financeiro AGENDA I. CRER Institucional Histórico CRER em números Ferramentas de Gestão II. INDICADORES

Leia mais

ESTRUTURA DOS HOSPITAIS PRIVADOS...38

ESTRUTURA DOS HOSPITAIS PRIVADOS...38 APRESENTAÇÃO...13 INTRODUÇÃO...15 Breve perfil do sistema de saúde... 15 Características do SUS e da saúde suplementar... 16 Modelo de financiamento... 17 O papel central dos hospitais... 18 A necessidade

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Gestão de Risco em Saúde: Segurança para Pacientes, Equipes e Ambiente Assistencial

FICHA TÉCNICA. Gestão de Risco em Saúde: Segurança para Pacientes, Equipes e Ambiente Assistencial FICHA TÉCNICA Gestão de Risco em Saúde: Segurança para Pacientes, Equipes e Ambiente Assistencial O objetivo do curso é capacitar os profissionais de saúde no uso de ferramentas de gerenciamento de risco

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE: ABORDAGEM

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Tendências e Desafios na Gestão dos Serviços de Enfermagem Luzia Helena Vizoná Abril 2009 Complexidade da gestão hospitalar Cenário da Saúde No cenário da saúde no Brasil, seja no setor público ou privado,

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA QUALIDADE EM SAÚDE Unidade Dias

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 6 Matrícula 8 Cronograma de Aulas Pág. 9 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA QUALIDADE EM

Leia mais

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos A formação em Farmácia Seminário do BNDES 7 de maio de 2003 Por que RH para Fármacos e Medicamentos? Fármacos e Medicamentos como campo estratégico

Leia mais

Positive Deviance: Engajamento da equipe para melhorar a adesão ao Checklist Cirúrgico Time Out Perfeito

Positive Deviance: Engajamento da equipe para melhorar a adesão ao Checklist Cirúrgico Time Out Perfeito Positive Deviance: Engajamento da equipe para melhorar a adesão ao Checklist Cirúrgico Time Out Perfeito Ana L. Vasconcelos Coordenadora Programa Integrado de Cirurgia O Protocolo de cirurgia segura do

Leia mais

Plano Diretor do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora

Plano Diretor do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora Plano Diretor do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora Missão Formar recursos humanos, gerar conhecimentos e prestar assistência de qualidade na área da saúde à comunidade da região.

Leia mais

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS -

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - 4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - EMPRESAS - OS DESAFIOS PARA O SEGMENTO DE AUTOGESTÃO Vilma Dias GERENTE DA UNIDADE CASSI SP AGENDA 1.

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

HOSPITAL SÃO RAFAEL TUDO É POSSÍVEL A QUEM CRÊ

HOSPITAL SÃO RAFAEL TUDO É POSSÍVEL A QUEM CRÊ HOSPITAL SÃO RAFAEL TUDO É POSSÍVEL A QUEM CRÊ Origem A preocupação com as questões sociais fez com que o professor e sacerdote italiano D. Luigi Maria Verzé chegasse ao Brasil, em 1974, através do Monte

Leia mais

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE CONTEXTO DO PROGRAMA O Texbrasil, Programa de Exportação da Indústria da Moda Brasileira, foi criado em 2000 pela Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção)

Leia mais

Mercado de Saúde no Brasil. Jaqueline Castro residecoadm.hu@ufjf.edu.br 40095172

Mercado de Saúde no Brasil. Jaqueline Castro residecoadm.hu@ufjf.edu.br 40095172 Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro residecoadm.hu@ufjf.edu.br 40095172 Constituição de 1988 Implantação do SUS Universalidade, Integralidade e Participação Social As instituições privadas participam

Leia mais

Política do Programa de Voluntariado Corporativo GRPCOM ATITUDE

Política do Programa de Voluntariado Corporativo GRPCOM ATITUDE Política do Programa de Voluntariado Corporativo GRPCOM ATITUDE O Programa de Voluntariado Corporativo GRPCOM ATITUDE visa fortalecer a missão de desenvolver a nossa terra e nossa gente e contribuir para

Leia mais

ENTIDADES AUTO-REGULADORAS DO MERCADO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO

ENTIDADES AUTO-REGULADORAS DO MERCADO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO BM&FBOVESPA A BM&FBOVESPA é muito mais do que um espaço de negociação: lista empresas e fundos; realiza negociação de ações, títulos, contratos derivativos; divulga cotações; produz índices de mercado;

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

A VERTICALIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE GESTÃO: VIABILIDADE, PROBLEMAS E IMPLICAÇÕES

A VERTICALIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE GESTÃO: VIABILIDADE, PROBLEMAS E IMPLICAÇÕES A VERTICALIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE GESTÃO: VIABILIDADE, PROBLEMAS E IMPLICAÇÕES FÁBIO SINISGALLI MEMBRO DO CONSELHO DELIBERATIVO DA ANAHP ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE HOSPITAIS PRIVADOS Verticalização como

Leia mais

Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde

Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde Painel: Como construir programas de acesso aos medicamentos Dirceu Barbano Diretor São Paulo, 07 de junho de 2010. Acesso a medicamentos: definição...relação

Leia mais

Registro Eletrônico de Saúde Unimed. Números do Sistema

Registro Eletrônico de Saúde Unimed. Números do Sistema Números do Sistema Números do Sistema 36 Prestadoras 300 Operadoras (30% das operadoras de saúde) 15 Federações Institucionais 351 Cooperativas 1 Confederação Nacional 1 Confederação Regional 1 Central

Leia mais

Curso de Especialização em GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR

Curso de Especialização em GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR Curso de Especialização em GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração e Saúde. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Gestão e Logística Hospitalar.

Leia mais

O Melhor e Mais Importante Encontro do Setor da Saúde

O Melhor e Mais Importante Encontro do Setor da Saúde O Melhor e Mais Importante Encontro do Setor da Saúde 4ª Conferência Anual Encontre Soluções Estratégicas para o GERENCIAMENTO HOSPITALAR Atinja a Máxima Qualidade Assistencial e Empresarial por meio da

Leia mais

Epidemia de Doenças Crônicas: Como enfrentar esse desafio? Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2010 Martha Oliveira Assessoria da Presidência- ANS

Epidemia de Doenças Crônicas: Como enfrentar esse desafio? Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2010 Martha Oliveira Assessoria da Presidência- ANS Epidemia de Doenças Crônicas: Como enfrentar esse desafio? Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2010 Martha Oliveira Assessoria da Presidência- ANS I A ANS e a Saúde Suplementar I A ANS e a Saúde Suplementar

Leia mais

CONSTRUINDO UM EXCELENTE LUGAR PARA TRABALHAR LISTA GREAT PLACE TO WORK BRASIL - 2014

CONSTRUINDO UM EXCELENTE LUGAR PARA TRABALHAR LISTA GREAT PLACE TO WORK BRASIL - 2014 CONSTRUINDO UM EXCELENTE LUGAR PARA TRABALHAR LISTA GREAT PLACE TO WORK BRASIL - 2014 MISSÃO: CONSTRUIR UMA SOCIEDADE MELHOR, AJUDANDO EMPRESAS A TRANSFORMAR SEU AMBIENTE DE TRABALHO PRESENÇA GLOBAL 53

Leia mais

ANS. Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho

ANS. Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho ANS Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho Diretor de Desenvolvimento Setorial São Paulo, maio de 2011 Plano Coletivo

Leia mais

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil Gestão de Qualidade O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, visando a qualidade assistencial e a satisfação do cliente compromete-se a um entendimento

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde. dos Trabalhadores da Saúde

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde. dos Trabalhadores da Saúde CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde O HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFMG E A EBSERH: APROIMAÇÃO ENTRE A GESTÃO E OS TRABALHADORES EM UM CONTETO DE MUDANÇAS

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA QUALIDADE EM SAÚDE Unidade Dias

Leia mais

Assistência. Assistência no INCA

Assistência. Assistência no INCA Assistência A qualidade do tratamento oferecido aos pacientes pelo Sistema Único de Saúde é de alta prioridade entre as ações desenvolvidas para o controle do câncer no Brasil. Por tratar-se de uma doença

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR A ANS, AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR, está estabelecendo novos parâmetros

Leia mais

ilupas da informação e comunicação na área de Saúde entrevista

ilupas da informação e comunicação na área de Saúde entrevista ilupas Pesquisa Nacional identifica investimentos em tecnologias da informação e comunicação na área de Saúde Por Kelly de Souza O baixo grau de investimento em Tecnologias da Informação e Comunicação

Leia mais

Gestão do Corpo Clínico Avaliação da Prática Médica Baseada em Evidências Antonio Antonietto agosto 2012

Gestão do Corpo Clínico Avaliação da Prática Médica Baseada em Evidências Antonio Antonietto agosto 2012 Gestão do Corpo Clínico Avaliação da Prática Médica Baseada em Evidências Antonio Antonietto agosto 2012 antonio.antonietto@hsl.org.br Até meados dos anos 70 - hospitais universitários ou de organizações

Leia mais

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE CONTEXTO DO PROGRAMA O Texbrasil, Programa de Internacionalização da Indústria da Moda Brasileira, foi criado em 2000 pela Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e

Leia mais

Qualidade na Saúde. Patrícia Paula Dias de Sá Residente de Gestão Hospitalar - Administração Hospital Universitário - UFJF

Qualidade na Saúde. Patrícia Paula Dias de Sá Residente de Gestão Hospitalar - Administração Hospital Universitário - UFJF Qualidade na Saúde Patrícia Paula Dias de Sá Residente de Gestão Hospitalar - Administração Hospital Universitário - UFJF De acordo com o Dicionário Aurélio, QUALIDADE consiste na: * Maneira de ser, boa

Leia mais

Superintendência Médica Bradesco Saúde Dra. Maristela Duarte Rodrigues

Superintendência Médica Bradesco Saúde Dra. Maristela Duarte Rodrigues Superintendência Médica Bradesco Saúde Dra. Maristela Duarte Rodrigues Destaques Presença nacional Operadora líder do mercado brasileiro de saúde suplementar, em faturamento e em vidas 12,4% de Market

Leia mais

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS Brasília, 08 de junho de 2010. Cumprimento de Contratos das Operadoras com os Laboratórios Clínicos. DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL - DIDES Gerência de

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento

Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento 1 Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento I Congresso Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público Oficina II Informação de Custo para

Leia mais

SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS

SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS Curitiba, 18 de março de 2015. 1 SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS Sumário APRESENTAÇÃO... 3 JUSTIFICATIVAS E BENEFÍCIOS... 3 COMO OBTER O SELO...

Leia mais

Sociedade para o Desenvolvimento da Tecnologia da Informação. CRISE FISCAL x OPORTUNIDADES DE MELHORIA NO ATENDIMENTO AO CIDADÃO

Sociedade para o Desenvolvimento da Tecnologia da Informação. CRISE FISCAL x OPORTUNIDADES DE MELHORIA NO ATENDIMENTO AO CIDADÃO Sociedade para o Desenvolvimento da Tecnologia da Informação CRISE FISCAL x OPORTUNIDADES DE MELHORIA NO ATENDIMENTO AO CIDADÃO Rápido, Fácil e Barato! TEMPOS DE CRISE REQUEREM PRAGMATISMO E SOLUÇÕES

Leia mais

Certificação ISO. Dificuldades, vantagens e desvantagens. Marcelo Henrique Wood Faulhaber, Med. Pat. Clin., MBA

Certificação ISO. Dificuldades, vantagens e desvantagens. Marcelo Henrique Wood Faulhaber, Med. Pat. Clin., MBA Certificação ISO Dificuldades, vantagens e desvantagens. Marcelo Henrique Wood Faulhaber, Med. Pat. Clin., MBA Avanços em Medicina Laboratorial UNICAMP 2012 Introdução à Qualidade Não existem laboratórios

Leia mais

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010 Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde Atibaia, 21 de abril de 2010 Cenário atual DESAFIOS Desafios da Sustentabilidade Pressão constante sobre os custos Incorporação de novas tecnologias

Leia mais

Círculos de Diálogos no Município. Municipalização dos ODM - 2010

Círculos de Diálogos no Município. Municipalização dos ODM - 2010 Círculos de Diálogos no Município Municipalização dos ODM - 2010 Desde 2006, o Movimento Nós Podemos Paraná articula os Círculos de Diálogo que são encontros para incentivar o trabalho voluntário dos três

Leia mais

Logística e distribuição de medicamentos Gestão compartilhada Vanusa Barbosa Pinto Coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica HCFMUSP

Logística e distribuição de medicamentos Gestão compartilhada Vanusa Barbosa Pinto Coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica HCFMUSP Logística e distribuição de medicamentos Gestão compartilhada Vanusa Barbosa Pinto Coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica HCFMUSP Diretora da Divisão de Farmácia ICHC Agenda Perfil Farmácia

Leia mais

Gestão estratégica em processos de mudanças

Gestão estratégica em processos de mudanças Gestão estratégica em processos de mudanças REVISÃO DOS MACRO PONTOS DO PROJETO 1a. ETAPA: BASE PARA IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DE GESTÃO DE PERFORMANCE PROFISSIONAL, que compreenderá o processo de Análise

Leia mais

TDR N O 11/2011 Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental da região do Projeto REDD+ Jari/Amapá Módulo Regulamentações, Programas e Projetos

TDR N O 11/2011 Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental da região do Projeto REDD+ Jari/Amapá Módulo Regulamentações, Programas e Projetos São Paulo, 11 de abril de 2011. Ref.: Termo de referência para realização de proposta técnica e financeira para diagnóstico socioeconômico e ambiental módulo regulamentações, programas e projetos da região

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT Quadro de Servidores SITUAÇÃO 2008 2009 Abril 2010 CARGOS EFETIVOS (*) 429 752 860 Analista Administrativo 16 40 41 Especialista em Regulação 98 156 169

Leia mais

Registro Eletrônico de Saúde para a Odontologia 9º SINPLO. Painel Tecnológico 09 de maio de 2014

Registro Eletrônico de Saúde para a Odontologia 9º SINPLO. Painel Tecnológico 09 de maio de 2014 Registro Eletrônico de Saúde para a Odontologia 9º SINPLO Painel Tecnológico 09 de maio de 2014 Registro Eletrônico de Saúde 9º SINPLO SP 09/05/2014. 1 Marizélia Leão Moreira Graduada em Ciências Sociais

Leia mais

DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIORJ DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA

DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIORJ DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIORJ DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA Lei 5764/71 de 16/12/1971 COOPERATIVA DE 3º GRAU CONFEDERAÇÃO COOPERATIVA DE 2º GRAU FEDERAÇÃO OU CENTRAL COOPERATIVA DE 1º GRAU

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA Executivo em Saúde Coordenação Acadêmica: Drª Tânia Regina da Silva Furtado

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA Executivo em Saúde Coordenação Acadêmica: Drª Tânia Regina da Silva Furtado CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA Executivo em Saúde Coordenação Acadêmica: Drª Tânia Regina da Silva Furtado APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada

Leia mais

QUALIDADE NA SAÚDE À LUZ DA ACREDITAÇÃO HOSPITALAR E SUA INTERFACE COM A GESTÃO DE PESSOAS

QUALIDADE NA SAÚDE À LUZ DA ACREDITAÇÃO HOSPITALAR E SUA INTERFACE COM A GESTÃO DE PESSOAS QUALIDADE NA SAÚDE À LUZ DA ACREDITAÇÃO HOSPITALAR E SUA INTERFACE COM A GESTÃO DE PESSOAS 2012 João Ferreira Coelho Filho Graduado em Gestão Hospitalar e graduando em Psicologia pelo Cento Universitário

Leia mais

Programa de Acreditação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde: a busca por uma assistência médica de qualidade.

Programa de Acreditação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde: a busca por uma assistência médica de qualidade. ISSN 1984-9354 Programa de Acreditação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde: a busca por uma assistência médica de qualidade. Luciana Gonçalves (LATEC/UFF) Resumo: Este artigo tem o

Leia mais

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 Cenário 1) Nas últimas décadas, os países da América Latina e Caribe vêm enfrentando uma mudança

Leia mais

Fundações Estatais e Contratos de Gestão: fortalecimento do Estado na área social e em particular para hospitais públicos -SUS

Fundações Estatais e Contratos de Gestão: fortalecimento do Estado na área social e em particular para hospitais públicos -SUS Fundações Estatais e Contratos de Gestão: fortalecimento do Estado na área social e em particular para hospitais públicos -SUS VI Fórum Brasileiro sobre Reforma do Estado Rio de Janeiro Pedro R. Barbosa

Leia mais

Envelhecimento Populacional X Assistência em Saúde X Qualidade de Vida Saúde & Lazer 09-Set-2010

Envelhecimento Populacional X Assistência em Saúde X Qualidade de Vida Saúde & Lazer 09-Set-2010 http://www.saudelazer.com/ Envelhecimento Populacional X Assistência em Saúde X Qualidade de Vida Saúde & Lazer 09-Set-2010 Especialistas que participarão de jornada sobre envelhecimento analisam o cenário

Leia mais

Experiência: Centro de Pesquisas do HCPA: inovando a gestão da pesquisa por meio de laboratórios compartilhados

Experiência: Centro de Pesquisas do HCPA: inovando a gestão da pesquisa por meio de laboratórios compartilhados Experiência: Centro de Pesquisas do HCPA: inovando a gestão da pesquisa por meio de laboratórios compartilhados Hospital de Clínicas de Porto Alegre Administração Central Responsável: Sérgio Carlos Eduardo

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

MANUAL DE USO. Ícones dos atributos de qualificação RN n o. 267/2011. Revisão - 20/03/2013

MANUAL DE USO. Ícones dos atributos de qualificação RN n o. 267/2011. Revisão - 20/03/2013 MANUAL DE USO Ícones dos atributos de qualificação N n o. 267/2011 evisão - 20/03/2013 1 Este aneo faz parte da Instrução Normativa IN nº XX e especifica a padronização do uso dos ícones dos atributos

Leia mais

Humanização no Atendimento

Humanização no Atendimento 1ª Jornada de Hotelaria Hospitalar Humanização no Atendimento Outubro de 2014 Juliana Hissamura Se pudéssemos ver o coração dos outros e entender os desafios que cada um enfrenta, acredito que nós trataríamos

Leia mais

As perspectivas do mercado para os hospitais

As perspectivas do mercado para os hospitais As perspectivas do mercado para os hospitais Yussif Ali Mere Jr Presidente da Federação e do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (FEHOESP e SINDHOSP) 1. CONTEXTO 2.

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e

Leia mais

Metodologia de Qualificação de Dados dos Planos Privados de Assistência à Saúde: uma experiência na ANS

Metodologia de Qualificação de Dados dos Planos Privados de Assistência à Saúde: uma experiência na ANS Metodologia de Qualificação de Dados dos Planos Privados de Assistência à Saúde: uma experiência na ANS X Congresso Brasileiro de Informática em Saúde out/2006 - Florianópolis (SC) ANS Lei nº 9.656/1998

Leia mais

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Contato Cláudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo Assessoria

Leia mais

CENÁRIO BRASILEIRO DO MARKETING RELACIONADO A CAUSAS Atitudes e comportamento das OSCs e Empresas

CENÁRIO BRASILEIRO DO MARKETING RELACIONADO A CAUSAS Atitudes e comportamento das OSCs e Empresas CENÁRIO BRASILEIRO DO MARKETING RELACIONADO A CAUSAS Atitudes e comportamento das OSCs e 3º Seminário de Marketing Relacionado a Causas 25 de outubro de 2007 1 Objetivos Estudar atitudes e comportamentos

Leia mais

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 No passado, até porque os custos eram muito baixos, o financiamento da assistência hospitalar

Leia mais

Universidade Livre para a Eficiência Humana. Desenvolver e valorizar o ser humano nas empresas e sociedade

Universidade Livre para a Eficiência Humana. Desenvolver e valorizar o ser humano nas empresas e sociedade Universidade Livre para a Eficiência Humana Desenvolver e valorizar o ser humano nas empresas e sociedade MISSÃO Realizar ações inovadoras de inclusão social no mundo do trabalho, por meio do desenvolvimento

Leia mais

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Economia Solidária A Santa Maria que Queremos

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Economia Solidária A Santa Maria que Queremos Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de A Santa Maria que Queremos Visão: Que Santa Maria e região sejam referências no fortalecimento de um novo modelo de organização e sustentabilidade da

Leia mais

Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE

Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE POR QUE? Porqueo paciente é colocado sob risco durante uma intervenção feita para melhorar sua saúde! Porque causam-se danos ao paciente durante os cuidados

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 3 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 6 Matrícula 8 Cronograma de Aulas Pág. 9 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM EXCELÊNCIA OPERACIONAL

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Conteúdo previsto para o

Conteúdo previsto para o O que é? O evento +RP tem como objetivo promover o encontro de profissionais da área de Relações Públicas e das diversas ramificações da área da comunicação. O compartilhamento e a troca de conhecimentos

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO Januário Montone II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 23: Inovações gerenciais na saúde O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO

Leia mais

PGQP. Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade. Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade

PGQP. Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade. Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade PGQP Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade visão das lideranças A Excelência de qualquer organização depende da sinergia entre três fatores:

Leia mais

Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde

Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde A Experiência da Bradesco Saúde Marcio Serôa de Araujo Coriolano Destaques! Marca líder e presença nacional;! Número 1 em vidas em planos corpora?vos;! 46%

Leia mais

MENSURANDO OS CUSTOS EM SAÚDE CENÁRIO ATUAL E PERSPECTIVAS NO ÂMBITO PÚBLICO E SUPLEMENTAR. Tania Moreira Grillo Pedrosa

MENSURANDO OS CUSTOS EM SAÚDE CENÁRIO ATUAL E PERSPECTIVAS NO ÂMBITO PÚBLICO E SUPLEMENTAR. Tania Moreira Grillo Pedrosa MENSURANDO OS CUSTOS EM SAÚDE CENÁRIO ATUAL E PERSPECTIVAS NO ÂMBITO PÚBLICO E SUPLEMENTAR Tania Moreira Grillo Pedrosa SISTEMA DE SAÚDE CENÁRIO MACROECONÔMICO BRASILEIRO Indicadores Econômicos Brasil

Leia mais

DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal

DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal Grupo temático: Direito à vida, à saúde e a condições

Leia mais

b. Completar a implantação da Rede com a construção de hospitais regionais para atendimentos de alta complexidade.

b. Completar a implantação da Rede com a construção de hospitais regionais para atendimentos de alta complexidade. No programa de governo do senador Roberto Requião, candidato ao governo do estado pela coligação Paraná Com Governo (PMDB/PV/PPL), consta um capítulo destinado apenas à universalização do acesso à Saúde.

Leia mais

Modelo Domiciliar de. Assistência ao Doente. Crônico

Modelo Domiciliar de. Assistência ao Doente. Crônico Modelo Domiciliar de Modelos Assistenciais Assistência ao Doente Alternativos Crônico Panorama da Saúde no Brasil Aumento do poder aquisitivo Mudanças no Estilo de Vida Crescimento da População com Planos

Leia mais

Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO

Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura OEI/TOR/MEC/DTI nº 003/2009 TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR 1. Projeto: OEI/BRA/09/004

Leia mais