FACULDADE ESTACIO DE SÁ DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM AMANDA DE SOUZA GOMES JAQUELINE DE FARIA RENAN DE SOUZA

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1 1 FACULDADE ESTACIO DE SÁ DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM AMANDA DE SOUZA GOMES JAQUELINE DE FARIA RENAN DE SOUZA PARTO DOMICILIAR: A BUSCA POR UM PARTO HUMANIZADO NA PERCEPÇÃO DE UM GRUPO DE MULHERES SÃO JOSÉ, 2011/2.

2 2 AMANDA DE SOUZA GOMES JAQUELINE DE FARIA RENAN DE SOUZA PARTO DOMICILIAR: A BUSCA POR UM PARTO HUMANIZADO NA PERCEPÇÃO DE UM GRUPO DE MULHERES Trabalho de Conclusão de Curso apresentado a Banca Examinadora, como requisito parcial para a obtenção de título de Bacharel em Enfermagem pela Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina. Orientadora Profª Ms. Fernanda Peixoto Cordova SÃO JOSÉ, 2011/2.

3 3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) G633p GOMES, Amanda de Souza. Parto domiciliar: a busca por um parto humanizado. / Amanda de Souza Gomes, Jaqueline de Faria, Renan de Souza. São José, f. ; 31 cm. Trabalho Monográfico (Graduação em Enfermagem) Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina, Bibliografia: f Parto natural. 2. Parto domiciliar. 3. Humanização do parto. I. FARIA, Jaqueline de. II. SOUZA, Renan de. III. Título CDD 618.4

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5 5 DEDICATÓRIA Com muito amor e carinho eu dedico a realização desse sonho a vocês, Pai e Mãe, que se empenharam na minha educação, me ensinaram os valores das coisas e das pessoas, que me incentivaram a buscar pelo meu sonho e a realizá-lo. Tenho muito orgulho de vocês. Obrigada por tudo. Eu amo vocês. Amanda de Souza Gomes Dedico essa conquista a vocês, Pai e Mãe, que me ensinaram o valor de um sonho e me deram apoio e estrutura para buscá-lo e torná-lo realidade. Eu amo vocês. Jaqueline de Faria Dedico essa pesquisa a vocês, Pai e Mãe, pois me deram grandes ensinamentos de como viver a vida com dignidade. Não bastaria um obrigado a vocês, que se doaram por inteiros e renunciaram muitos dos seus sonhos para que pudessem realizar os meus. Pela longa espera e compreensão durante essa longa jornada, não bastaria um muitíssimo obrigado. A vocês, pais por natureza, por opção e amor, não bastaria dizer, que não tenho palavras para agradecer por tudo que fizeram por mim. Amo muito vocês! Renan de Souza

6 6 AGRADECIMENTOS À nossa orientadora Fernanda Peixoto Cordova, pelo incentivo, dedicação e carinho na trajetória desse estudo. Essa pesquisa não seria possível sem você. Obrigada! A todas as Hanamães, mulheres vigorosas que buscaram uma forma mais humanizada de terem os seus filhos. Obrigado por cederem suas casas e horas de seu tempo para realizarmos as coletas dos dados contidos nessa pesquisa. Que Deus encha suas vidas de amor, carinho, felicidade e prosperidade. Que cada Hanabebê cresça com saúde e felicidade. A participação de vocês foi essencial para a conclusão dessa pesquisa. Às queridas enfermeiras obstetras da Equipe Hanami, as Hanamigas, por todas as oportunidades de participar dos seus eventos e por nos permitir desenvolver esse estudo. À enfermeira obstetra da Equipe Hanami, Joyce Green Koettker, membro de nossa banca, pelas importantes sugestões e pelo incentivo e dedicação desde o início da nossa pesquisa. À querida professora Maria de Lourdes Campos Hames, também membro de nossa banca, por ter contribuído em nosso aprendizado durante a graduação e pelas sugestões sobre o trabalho. Aos professores da Faculdade Estácio de Sá que contribuíram com seus conhecimentos para o nosso aprendizado nesses quatro anos de graduação. À nossa Coordenadora, Ana Cristina Hoffmann, obrigado por sempre resolver nossos problemas, por ter estado sempre disponível para discutir e atender nossos pedidos. Você é uma pessoa muito especial. Amanda, Jaqueline e Renan

7 7 AGRADECIMENTOS INDIVIDUAIS Agradeço primeiramente a Deus, que me deu o dom da vida, por me dar forças e por iluminar o meu caminho na conclusão desse sonho. Aos meus pais, Cida e Luis, sou muita grata a vocês por tudo que fizeram por mim. Por me ensinarem o que é certo e errado, por me incentivarem sempre a estudar, a buscar e realizar meus sonhos. Obrigada pelo carinho, amor incondicional e pelo apoio. Mas principalmente agradeço a minha Mãe, minha amiga, que esteve comigo nesses quatro anos, escutando meus desabafos e minhas alegrias. Mãe obrigada por ser essa pessoa tão especial, por tudo que você deixou de lado para que eu realizasse o meu sonho que se tornou também o seu sonho. Essa vitória não seria possível se não fosse por vocês. Eu amo muito vocês. Ao meu namorado Evandro, o amor da minha vida, pelo apoio, força, compreensão e companheirismo em todos os momentos da graduação e por estar sempre presente nos momentos mais importantes da minha vida. Meu ombro amigo de todas as horas, que nos momentos tristes estava sempre me animando, me fazendo sorrir, e nos felizes, me dando seu amor. Obrigada por tudo amor. Eu te amo muito. Você me faz muito feliz. Às minhas amigas e companheiras da graduação, Glorinha, Bianca, Gabriela, Juliana e Janaína, por estarem sempre do meu lado nessa longa caminhada, demonstrando amizade, apoio e carinho. Vou sentir saudades dos nossos cafezinhos, almoços, risadas, bagunças, estudos, na casa da nossa amiga Bi, que é uma pessoa maravilhosa, dona de um coração enorme, que sempre nos recebeu com muito amor e carinho na sua casa. Obrigada a vocês por ter me proporcionado tantas alegrias nesses quatro anos de graduação, vocês vão morar sempre no meu coração. Amo vocês. Aos meus companheiros de TCC, Jaqueline e o Renan, que durante um ano me acompanharam na realização desse estudo. Pelas dificuldades que encontramos durante a pesquisa e os obstáculos que ultrapassamos juntos. Jaque, amiga obrigada por me escutar desabafar nos momentos de estresse, pela sua sincera amizade e desculpa pelas briguinhas bobas. Renan, primo desculpa as renas, as discussões os momentos de conflito, você é uma pessoa muito especial. Obrigada por tudo. Eu amo vocês. À minha amiga, irmã de coração Bárbara, pelo apoio e pela sincera amizade, estando sempre ao meu lado. À minha família, minha cunhada Eloiza, minha comadre Kastiane, obrigada pela compreensão, amor e por todo o apoio que recebi de vocês de alguma forma. À equipe de enfermagem do Centro Cirúrgico da Maternidade Carmela Dutra, por me receberem com muito carinho durante o estágio e pela enorme contribuição no meu aprendizado. Nunca vou esquecer de vocês. Amanda de Souza Gomes A Deus, que me deu forças e iluminou meu caminho. Aos meus pais, José e Jacinta, que me ensinaram o valor de um sonho e me deram apoio e estrutura para buscá-lo. Não tenho palavras para agradecê-los, mas devo muito a vocês. Amo muiiiiito vocês. Ao meu irmão Jackson, que sempre esteve ao meu lado em todas as etapas da minha vida. Ao meu namorado Guilherme, pela paciência e companheirismo.

8 8 Às minhas amigas, Luana, Jerusa, Daniella, Gisela e Mariana que me mostraram através da sinceridade, lealdade e amor o verdadeiro sentido da amizade. Às minhas colegas de faculdade, Bianca, Gabriela, Glorinha, Janaina e Juliana, que tornaram esses quatro anos mais divertidos. Aos meus companheiros de TCC, Amanda e Renan, pelo amadurecimento acadêmico que tivemos juntos na realização deste trabalho. À todas as pessoas, principalmente ao Dr Marcos Leite, pela sugestão do tema do trabalho. E a todos que de certa forma contribuíram para a construção dessa pesquisa. A todos meus colegas de trabalho, pelo apoio, amizade e parceria que recebi de vocês durante essa longa trajetória. Jaqueline de Faria A Deus (o Pai, o Filho - Jesus Cristo, e o Espírito Santo), primeiramente, pelo fôlego de vida dado a mim quando ainda estava no ventre de minha mãe. Agradeço, também, por ser o meu guia nos momentos de tribulação, me consolando, e me mostrando os caminhos iluminados por sua presença. Tu és o meu SENHOR e salvador, o meu refúgio e baluarte. Assim como Davi, me fizeste repousar em pastos verdejantes, e junto as águas de descanso, refrigeras a minha alma, o teu bordão e o teu cajado me acalmam. Mesmo que eu ande no vale da sombra da morte, não temerei mal algum, pois fiz de ti a minha morada, e comigo sempre estarás. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do SENHOR para todo o sempre. Aos meus pais, Luiz e Neuza, por fazerem esse sonho se tornar uma realidade. Agradeço por darem a mim muito mais que amor, como também a amizade e o companheirismo, estando ao meu lado tanto nos momentos de alegria, mas ainda mais nos momentos de dificuldade. Pai e Mãe, obrigado por serem essas pessoas maravilhosas, e por estarem presentes em mais uma etapa da minha vida. Às minhas colegas e parceiras de pesquisa, Amanda e Jaqueline, por todo o empenho e carinho, dedicados por vocês, na conclusão desta pesquisa. Que Deus abençoa grandiosamente as suas vidas, e que vocês sejam muito felizes e se tornem as melhores enfermeiras que o mundo conheceu. Sem o companheirismo de vocês duas, a conclusão dessa pesquisa nunca seria possível. Aos colegas de sala, em especial ao Carlos e Murilo, colegas de trabalho, William, Plínio, Ramon, Roberto e Renan Bento, e irmãos na fé Telmo, Andréia, Édson e Verônica, companheiros nos momentos de dificuldade, e nos momentos de alegria. Agradeço por cada um de vocês, que estavam ao meu lado, me ajudando a lutar por esse sonho nesses últimos quatro anos. Afirmo que permanecerão nas minhas lembranças pelo resto da minha vida. Que nós possamos nos encontrar no local de trabalho e juntos nos dedicar a tornar a vida das pessoas o mais saudável possível para se viver. Um grande abraço, não mais como colega, mas sim como amigo. Renan de Souza

9 9 Para mudar o mundo é preciso antes, mudar a forma de nascer. Michel Odent

10 10 RESUMO GOMES, Amanda de Souza; FARIA, Jaqueline de; SOUZA, Renan de. Parto domiciliar: a busca por um parto humanizado na percepção de um grupo de mulheres. São José: FEESC, As práticas assistências destinadas ao nascimento sofreram com o passar dos anos diversas transformações, tais como a mudança na percepção de quem é o protagonista do parto, a substituição do ambiente domiciliar pelo hospitalar e a perda dos costumes, valores e crenças que permeiam esse fenômeno. Muitas dessas mudanças ocorreram devido a justificativa de busca por maior segurança, todavia estudos demonstram que essa transformação resultou no apoderamento do ato de partejar pelos profissionais da saúde, submetendo a mulher a uma série de intervenções, normas e rotinas obstétricas impostas pelas instituições hospitalares. Atualmente muitas organizações de saúde não governamentais lutam para resgatar a autonomia das mulheres no processo de parir, iniciando o movimento de humanização do parto e algumas mulheres vêm optando pelo parto domiciliar como forma de retornarem a serem protagonistas e terem suas necessidades, crenças e valores respeitados no processo de nascimento. Essa pesquisa portanto se propôs compreender as percepções de mulheres em relação à humanização do nascimento e ao parto domiciliar, com base na Teoria do Cuidado Transcultural de Madeleine Leininger a partir de um estudo exploratório descritivo de abordagem qualitativa. As informações foram coletadas por meio de entrevistas semiestruturadas realizadas com sete mulheres que tiveram parto domiciliar na Grande Florianópolis. A análise dos dados foi realizada a partir da técnica de análise de conteúdo do tipo temática, que resultou em sete categorias: experiências de partos hospitalares anteriores; fatores que influenciaram a escolha pelo parto domiciliar; preparação para o parto domiciliar; expectativas para o parto domiciliar; experiência do parto domiciliar; posições escolhidas para o parto e percepção e satisfação quanto a assistência prestada. Concluímos com os relatos das mulheres, que o parto em âmbito domiciliar foi o local mais adequado para o processo de nascimento, porque atualmente o ambiente hospitalar apresenta formas desnecessárias de assistência ao parto, a qual elas não vivenciaram em seus partos domiciliares. No domicilio, a parturiente recupera a autonomia e o protagonismo do seu processo de parir, e nele não estão mais presentes as intervenções e rotinas impostas nas instituições hospitalares. Dentre outros benefícios levantados, estão reforço do vínculo familiar, o início precoce do contato mãebebê, o que possibilitou o início imediato da amamentação, reduzindo as taxas de desnutrição e mortalidade neonatal. Todas as mulheres entrevistadas referiram terem vivenciado uma

11 11 experiência completa no parto domiciliar e que suas ideias e vontades foram respeitadas. Sentiram-se acolhidas e satisfeitas pela assistência prestada relatando que realizariam novamente o parto domiciliar caso aconteça uma nova gestação. Aos enfermeiros e demais profissionais da saúde destacam-se a importância de repensar o cuidado prestado às mulheres e aos recém-nascidos no ambiente hospitalar, uma vez que o cuidado humanizado se consagra em das premissas básicas para o atendimento de qualidade. PALAVRAS-CHAVES: Parto domiciliar. Humanização do Parto. Parto natural.

12 12 ABSTRACT GOMES, Amanda de Souza; FARIA, Jaqueline de; SOUZA, Renan de. Homebirth: the search for a humanized birth the perception of a group of women. São José: FEESC, Birth care assistance suffered several changes over the last years, such as changing the perception of who is the protagonist of the birth, home environment by replacing the hospital and the loss of customs, values and beliefs that underlie this phenomenon. Many of these changes occurred due to the search for greater security, however studies show that this transformation resulted in the empowerment of the act the midwife by health professionals, subjecting women to a series of interventions, rules and routines imposed by obstetric hospitals. Nowadays many non-governmental health organizations struggle to rescue the autonomy of women giving birth in the process of starting the movement of the humanization of birth and some women are opting for home birth as a way to return to be protagonists and have their needs, beliefs and values respected in the process of birth. This research therefore set out to understand the perceptions of women in the humanization of birth and home birth, based on Transcultural Care Theory Madeleine Leininger from an exploratory descriptive study with qualitative approach. Information was collected through semi-structured interviews with seven women who had home births in Florianópolis. Data analysis was performed using the technique of content analysis-type theme, which resulted in seven categories: earlier experiences at hospitals, factors that influenced the choice of home birth, home birth, expectations for home delivery, experience of home birth, positions taken, perception and satisfaction with the care provided. We conclude reports of women that by labor in the household was the most suitable place for the birth process, because now the hospital has forms unnecessary assistance to childbirth, which they have not experienced in their home births. At home, the woman regains autonomy and the role of the process of giving birth, and there are no longer exist interventions and routines imposed on hospitals. Among other benefits raised, is the strengthening of family ties, the early mother-infant contact allowed the immediate initiation of breastfeeding, reducing malnutrition rates and neonatal mortality. All the women interviewed reported having experienced a complete experience in home birth and that their ideas and wishes were respected. They felt welcomed and met by the assistance would hold back reporting that home birth if it happens a new pregnancy. Nurses and other health professionals should highlights the importance of rethinking the care provided to

13 13 mothers and newborns in the hospital environment, since the humanized care is devoted to the basic requirements for quality care. KEY WORDS: Home Childbirth. Humanizing Delivery. Natural Childbirth.

14 14 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS REVISÃO DE LITERATURA A TRAJETÓRIA DO PARTO HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AO PARTO A dor e os métodos de alívio não farmacológicos Tipos de parto e posições de parir Parto vaginal Parto cesárea Atenção humanizada ao recém-nascido A importância do acompanhante A enfermeira na assistência ao parto domiciliar REFERENCIAL TEÓRICO BREVE BIOGRAFIA DE MADELEINE LEININGER Pressupostos de Leininger Conceitos Conceitos específicos Definição de termos TRAJETÓTIA METODOLÓGICA TIPO DE ESTUDO O CONTEXTO E OS SUJEITOS DO ESTUDO COLETA DE DADOS ANÁLISE DOS DADOS ASPECTOS ÉTICOS RESULTADOS EXPERIÊNCIAS DE PARTOS HOSPITALARES ANTERIORES FATORES QUE INFLUENCIARAM A ESCOLHA PELO PARTO DOMICILIAR PREPARAÇÃO PARA O PARTO DOMICILIAR... 65

15 EXPECTATIVAS PARA O PARTO DOMICILIAR EXPERIÊNCIA DO PARTO DOMICILIAR POSIÇÕES ESCOLHIDAS PARA O PARTO PERCEPÇÃO E SATISFAÇÃO QUANTO À ASSISTÊNCIA PRESTADA CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICES APÊNDICE A APÊNDICE B APÊNDICE C ANEXOS ANEXO A ANEXO B

16 16 1 INTRODUÇÃO O ato de cuidar esteve presente durante toda a história da humanidade, e que ao longo dos tempos se tornou uma profissão, a enfermagem. O cuidado é um processo de fundamental importância a toda sociedade, pois todos necessitam de cuidado, sendo assim, exercer o papel de cuidador torna-se um grande desafio, pois o afeto e a atenção dada ao sujeito que necessita de cuidados podem ou não, influenciar nos fenômenos que esse vem enfrentando. O parto é um dos fenômenos naturais que muitas mulheres irão vivenciar no decorrer da vida. Tal fenômeno, caracterizado como essencial para manutenção da vida, é influenciado pelo meio sócio-cultural, onde preceitos culturais constroem a visão e forma com que a mulher irá vivenciar o seu processo de parir. O ato de dar à luz a uma criança, portanto, nunca será simplesmente um processo fisiológico, mas sim um evento que se desenvolve em um ambiente cultural, e o profissional que a assiste nesse momento precisa compreendê-lo dessa forma. Segundo Acker et al. (2006), no alvorecer do século XX, a assistência ao parto era um processo de exclusiva responsabilidade das mulheres, onde as parteiras com suas experiências e seus conhecimentos ancestrais atuavam predominantemente. Nessa época, o parto, em sua grande totalidade, acontecia na residência da parturiente, aonde essa participava integralmente do seu processo de parir. As ações das parteiras baseavam-se em garantir um ambiente viável para a realização do parto e promover a atuação da mulher em todo o processo de parir, intervindo somente quando necessário. O parto acontecia de forma natural e dava a mulher o total domínio e experiência desse processo. Em meados do século XX, com o desenvolvimento da ciência, a assistência ao parto passou a ser realizada por pessoas dotadas de uma formação científica, tornando-se uma prática institucionalizada, realizada principalmente em âmbito hospitalar, fato que favoreceu a intervenção médica no ato de parir e o controle do período gravídico puerperal (ACKER et al., 2006). O parto, que antes era visto como um processo fisiológico, com o passar dos anos passou a ser visto como algo patológico. A sociedade passou a perceber esse processo como um intenso sofrimento físico e moral, sendo necessária a intervenção do profissional de saúde, médico e enfermeiro, e a utilização de instrumentos e medicações que aliviassem o sofrimento materno. (CASTRO; CLAPIS, 2005)

17 17 Contudo, a vivência do parto em instituições de saúde, com a presença de vários profissionais conduzindo esse período, fez com que a mulher deixasse de ser a protagonista do processo parturitivo. Ao perder o protagonismo, a parturiente passou a agir como coadjuvante, sendo submetida a normas institucionais e intervenções sem o devido esclarecimento. (ACKER et al., 2006) Não se pode negar que intervenções médicas como a cesariana proporcionam maior segurança à vida da gestante e do feto, quando se encontram em situação de alto risco. Para Medeiros, Santos e Silva (2008), essa busca desenfreada por segurança, no entanto, fez com que as intervenções passassem a ser usadas sem justificativas obstétricas adequadas, impedindo a mulher de vivenciar todos os fenômenos que envolvem o processo de parir. No Brasil são realizados diversos procedimentos interventivos sem a devida necessidade como, por exemplo, a cesariana. Em 2008, a taxa de cesariana no Brasil foram bastante elevadas, em torno de 35% e atingiram valores ainda maiores nos serviços privados de 70% a 90%. (BRASIL, 2008) Reagindo a essa medicalização do parto, na década de 80 surge o movimento da humanização da assistência ao parto com a finalidade de garantir a evolução do trabalho de parto e parto com naturalidade, resgatando as necessidades específicas do corpo de cada mulher, a sua autonomia e seu papel ativo durante o processo parturitivo. (KOETTKER, 2010) Diante desse movimento, começa-se a refletir se o modelo de assistência ao parto adotado atualmente como filosofia nas instituições de saúde brasileira estaria atendendo às expectativas das mulheres, desde o momento da descoberta da gestação até o pós-parto. Segundo Diniz (2005), para que ocorra a humanização da assistência ao parto no ambiente hospitalar, é necessário uma mudança na cultura assistencial, promovendo uma assistência voltada mais para as necessidades maternas e familiares. Para tal, é também indispensável modificações na estrutura física, proporcionando um ambiente mais acolhedor e favorável à implantação de práticas humanizadas. O parto humanizado busca resgatar a naturalidade do parto para a mulher, para sua família e a equipe de profissionais envolvida. A humanização também busca fazer com que o parto, momento em que geralmente é carregado de medos e tensões, siga de modo natural, de acordo com as necessidades específicas de cada mulher e com os profissionais interferindo o mínimo possível. (CRIZÓSTOMO et al., 2007) Para Medeiros, Santos e Silva (2008), o parto humanizado é um processo que respeita a individualidade da gestante, valorizando-a como protagonista do seu processo

18 18 parturitivo, onde são criadas condições para que as dimensões espirituais, psicológicas, biológicas e culturais sejam plenamente atendidas. Entendemos como parto humanizado, um conjunto de condutas e procedimentos que façam esse processo ocorrer de forma saudável, sem a utilização de práticas intervencionistas desnecessárias. Na assistência humanizada é dada a mulher o total domínio do seu processo de parir, de forma que atenda toda suas necessidades biológica, psicológica e espiritual, garantindo segurança a ela e ao bebê. Humanizar o nascimento portanto é adequá-lo a cada mulher, a cada homem, ou seja, envolver a família no nascimento, onde a técnica não pode tornar-se mais importante do que as pessoas envolvidas. (BRASIL, 2008) Nesta perspectiva, o cuidado cultural destaca-se como forma de representar os valores, crenças e práticas de cada sujeito, com o objetivo de proporcionar práticas de enfermagem e de cuidados na promoção da saúde ou bem-estar, contemplando as diferenças culturais. (LEININGER, 1991) Segundo Fialho (2008), é direito da mulher, ter o filho em ambiente calmo e aconchegante, rodeada por pessoas preparadas e dedicadas ao nascimento. É direito dela também ter liberdade de se alimentar, se hidratar, caminhar livremente, assumir a postura que preferir e ter um acompanhante familiar (Lei Federal nº , de 7 de abril de 2005), durante o trabalho de parto e o parto e de ser informada sobre os procedimentos adotados e participar das decisões. Portanto, os profissionais de saúde possuem a responsabilidade de orientar as mulheres quanto aos seus direitos e romper com todos os preceitos intervencionistas envolvidos na assistência ao parto. Para Crizóstomo et al. (2007), o local escolhido para a realização do parto é muito importante. No Brasil a maioria dos partos é realizada em âmbito hospitalar, sendo que, as mulheres que buscam maior autonomia preferem realizar em casas de parto ou até mesmo no próprio domicilio. O parto natural domiciliar configura-se em uma das opções para quem quer evitar o modelo tecnocrático de atendimento à parturiente, diferente do modelo hospitalar tradicional. Para a realização do parto no domicílio, a mulher deve ter uma gestação sem complicações, e ser avaliada por um profissional da saúde que diagnosticará se o parto será de baixo risco. A Organização Mundial de Saúde (OMS), compreende o parto de baixo risco como de início espontâneo, com o feto nascendo em apresentação cefálica, com idade gestacional entre 37 e 42 semanas completas, e que após o parto, a mãe e o bebê se encontrem em boas condições de saúde. Seguindo essa definição, no mundo cerca de 70% a 80% de

19 19 todas as gestações poderiam ser consideradas de baixo risco no início do trabalho de parto. (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE, 1996) A assistência exercida antigamente pelas parteiras, não possuía como alicerce um conhecimento científico sobre anatomia e fisiologia humana, porém ocorria da forma mais natural possível, sem quaisquer intervenções desnecessárias. (MORAIS, 2010) As parteiras eram mulheres que já haviam vivenciado na própria pele, os fenômenos que envolvem o processo de parto. Essa experiência dava tanta confiança às parteiras a exercer sua assistência, tornando-as hábeis para confortar as mulheres durante todo o trabalho de parto. (ACKER et al., 2006) Segundo Davim e Menezes (2001), a parturiente deve ser acompanhada por um profissional devidamente capacitado, para que as intervenções ocorram quando necessárias e não como rotinas, privilegiando o bem-estar da parturiente e do bebê. Contudo, destaca-se que essa assistência é mais realizada pelas enfermeiras obstetras, que atuam dentro de uma visão mais humana e holística. De acordo com Brasil (2008), a formação da enfermeira obstétrica dá maior ênfase aos aspectos fisiológicos, emocionais e socioculturais do processo reprodutivo. A enfermeira obstetra é a profissional mais adequada para a assistência aos partos de baixo risco, seja no domicílio, em centros de parto normal, ou em serviços de obstetrícia hospitalares. Destaca-se aqui que em um ambiente propício, como o domicílio, a enfermeira consegue resgatar os processos naturais que envolvem e norteam toda a dinâmica do parto, aonde a parturiente tem participação mais ativa e confiança em seu potencial de parir, o que se torna também natural, pelo fato de não haver intervenções desnecessárias o que muitas vezes acontece no hospital. No parto domiciliar é garantido à mulher a opção de escolher a posição de parir, a liberdade de se movimentar, caminhar e a presença de familiares. Atualmente no Brasil encontramos enfermeiras obstetras que realizam parto domiciliar nas cidades de Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Bahia, Natal, entre outras. Amparadas pela legislação, tais enfermeiras podem oferecer às mulheres um cuidado seguro, qualificado e individualizado, respeitando os princípios da humanização da atenção à gestação, ao parto e ao puerpério. (AMIGAS DO PARTO, 2011) Diante do exposto, o presente trabalho teve como questão norteadora: Quais são as percepções de mulheres em relação à humanização do nascimento e ao parto domiciliar? A escolha pelo tema teve início com as experiências vivenciadas por nós, acadêmicos de enfermagem, na unidade obstétrica do Hospital Regional de São José e da Maternidade

20 20 Carmela Dutra. Durante os ensaios clínicos práticos, presenciamos diversos partos, dentre eles realizados por cesariana, e a forma com que esses eram dirigidos trouxe-nos incomodação, o que fez surgir em nós o sentimento de busca por um parto humanizado. Durante o período de estágio obrigatório, conhecemos a Equipe Hanami 1, conduzida por enfermeiras obstetras que realizam parto natural em domicílio na Grande Florianópolis, o que nos proporcionou uma nova forma de ver o processo de parir. A realização deste trabalho de conclusão de curso tem como finalidade resgatar o processo de parto natural, amplamente realizados antigamente pelas parteiras tradicionais, que proporcionava à mulher, a experiência de parto, aonde essa, tinha todo o domínio do seu processo de parir, e eram atendidas todas as suas necessidades biológicas, psicológicas, culturais e espirituais, reforçando o vínculo familiar, e tornando esse momento, que hoje é visto como intenso sofrimento, em algo prazeroso. Além disso, a presente pesquisa evidencia a importância da atuação da enfermagem obstétrica para humanização do nascimento, uma vez que as enfermeiras obstétricas possuem respaldo legal para atenção ao parto de baixo risco e primam por práticas menos intervencionistas. (CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM, 1986) 1 Hanami é a equipe de enfermeiras que realizam parto domiciliar na Grande Florianópolis. A equipe é composta por sete enfermeiras obstetras, que buscam realizar o parto de uma maneira humanizada.

21 21 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL Compreender as percepções de mulheres em relação à humanização do nascimento e ao parto domiciliar, com base na Teoria do Cuidado Transcultural de Madeleine Leininger. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar os fatores que influenciaram as mulheres na escolha por um parto domiciliar; Identificar qual posição as mulheres optaram no momento de parir; Descrever as experiências vivenciadas pelas mulheres no processo de nascimento; Investigar a satisfação sobre a assistência recebida no parto domiciliar.

22 22 3 REVISÃO DE LITERATURA 3.1 A TRAJETÓRIA DA ASSISTÊNCIA AO PARTO HOSPITALAR E DOMICILIAR A perpetuação da espécie humana até os dias de hoje foi possível através da reprodução, o que torna o nascimento um fenômeno fisiológico vivenciado por todos os seres humanos. Porém, a gestação e o parto vão além de processos fisiológico privativo à mulher, são também eventos sociais, em um ambiente regido por padrões culturais. (MORAIS, 2010) Segundo Acker et al. (2006), os rituais que envolviam o processo de nascer no passado foram sendo modificados ao longo dos anos devido as influencias do desenvolvimento científico. O nascimento que antes era marcado por grande envolvimento afetivo familiar, atualmente está cercado de procedimentos técnicos desenvolvidos para aumentar a segurança do parto, porém está afastando a família, do componente humano e afetivo. O resgate histórico das práticas e relações que envolviam o ato de parir na antiguidade nos permite compreender a origem do processo de cuidar, o vínculo que se estabelecia entre o cuidador e a parturiente antes do alvorecer da ciência, e a mudança no padrão cultural do nascimento. (ACKER et al., 2006) O processo de nascimento sempre tocou a curiosidade humana, envolvendo em sentimentos como a simpatia, o medo e a alegria sobre os fenômenos que envolvem esse processo. Há controvérsia em como se iniciou a assistência à mulher no processo de parir, porém acredita-se que no princípio a mulher paria em um ambiente isolado, uma vez que a gravidez e a capacidade reprodutora feminina ainda não eram fenômenos de interesse da coletividade. (ACKER et al., 2006) A assistência ao parto teve início a partir do momento em que algumas mulheres passaram a ser encarregadas de auxiliar outras mulheres a trazerem seus filhos ao mundo. Essa pratica se torna exclusiva de um grupo feminino de pessoas denominadas parteiras. Embora conhecidas há muito tempo, pouco foi registrado sobre as práticas e estilos de vida adotados por elas. (MOURA, 2007) Vale ressaltar que mesmo havendo restrições de acesso dos homens no auxilio ao processo de parir, o nascimento ainda sim era vivenciado não apenas pela mulher, mas também pela família e comunidade (MORAIS, 2010).

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