REFLEXÕES PEDAGÓGICAS SOBRE A DANÇA NO ENSINO MÉDIO
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- Agustina Arantes Delgado
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1 REFLEXÕES PEDAGÓGICAS SOBRE A DANÇA NO ENSINO MÉDIO Izabele Trindade Caldas (CALDAS I. T.) e Elaine Melo de Brito Costa (COSTA E. M. DE B.). Departamento de Educação Física Universidade Estadual da Paraíba Grupo de Pesquisa e Extensão Corpo, Educação e Linguagens - CEL [email protected] - [email protected] 1 Introdução O presente estudo surgiu como trabalho final, sob a forma de 'Projeto Educativo em Dança' apresentado ao componente curricular Dança na Escola, no curso de Especialização em Educação Física Escolar/UEPB, concluído em No decorrer do curso foram vivenciadas e discutidas estratégias de ensino da dança na escola, dentre elas a metodologia de projetos, tendo como referência específica da área o livro Educação Física Escolar Saberes e Projetos. Para a sua organizadora Silvana Finck (2010, p. 23), a proposição de organização das práticas pedagógicas por meio de projetos em escolas constitui-se num grande desafio, pois envolve um trabalho coletivo e solidário entre os educadores, incluindo, portanto, uma concepção inovadora do ensinar e do aprender. A Educação Física trata pedagogicamente, na escola, de conteúdos (dança, esporte, lutas, jogo, ginástica, dentre outros.) que devem ser trabalhos no decorrer de cada aprendizagem e ciclos, conforme é citado nas Orientações Curriculares para o Ensino Médio (MEC, 2006 ). O estudo destaca a dança, conteúdo que trata as expressões corporais, históricas, estéticas, culturais, dentre outras, desenvolvidas pelo movimento espontâneo e não apenas movimentos pré-determinados/técnicas de dança. Na visão de Marques (2012), o que ainda se observa é que professores e alunos acreditam que a dança não seja para todos e relacionam a dança ao balé e ao espetáculo.
2 O presente estudo teve como objetivo apontar e discutir possibilidades de ensino da dança, no ensino médio, a partir da operacionalização da metodologia de projetos nas aulas de Educação Física escolar. O estudo inspirado ainda na obra de FILHO et al (2012), aponta sua relevância para o âmbito escolar, no ensino médio, ao compreender a dança como parte do conhecimento da cultura corporal que deve ser tratada de forma pedagógica e interdisciplinar, despertando os alunos para uma apropriação do saber com base na interatividade, expressividade, autonomia, criatividade e senso crítico. O estudo foi apresentado, na forma de projeto, e elaborado pela professora de Educação Física, sendo este desenvolvido na E. E. E. F. M. Ademar Veloso da Silveira com as turmas do ensino médio (2º ano A e o 3º ano A), no período de 08 de agosto a 20 de setembro de 2013, totalizando 12 aulas sendo 2 aulas a cada semana nos turnos da manhã. O referido projeto intitulado 'Práticas da Dança no Ensino Médio' foi premiado pelo Mestres da Educação 2013 da Secretaria do Estado de Educação da Paraíba. Teve como suporte a abordagem pedagógica da Educação Física denominada de crítico-superadora, tratada por FILHO et al (2012), que tem como característica não somente levantar sobre questões de como ensinar, mas também sobre como adquirimos estes conhecimentos, valorizando a questão da contextualização dos fatos e do resgate histórico. As estratégias de ensino baseavam-se em referenciais da educação com Libâneo, e também da Educação Física com Taffarel, Faria Junior e Taborda. 2 Refletindo sobre o ensino da Dança no Ensino Médio O quadro I apresenta uma síntese da experiência de sala de aula na relação entre objetivos, conteúdos, metodologia e avaliação. Geral: conhecer e refletir sobre a dança no campo das linguagens e sua relação com a história, sociedade e cultura na Objetivos do Projeto 'Práticas da Dança no Ensino Médio' contemporaneidade. Específico: identificar e vivenciar os fatores do movimento; ritmo;
3 Conteúdos Abordados Estratégias de Ensino Estratégias de Avaliação reconhecer a diversidade de danças em sua temporalidade; vivenciar a dança numa perspectiva de desenvolvimento sociocultural e crítico reflexivo. Contextos da dança (elementos históricos, culturais e sociais); Fatores do movimento (espaço, tempo, fluência, peso); Aspectos e estruturas do movimento; Aspectos estéticos (vestuário, adereços); Repertórios, improvisação e composição coreográfica. Pesquisa, Debate, Seminários, aulas expositivas dialogadas, Elaboração conjunta, Resolução de problemas. Produção e reflexão crítica a partir de pesquisas e seminários; Produção de textos coreográficos. A partir deste quadro, o estudo destaca alguns aspectos identificados na operacionalização do projeto desenvolvido na escola: 1. A resistência inicial dos alunos, sexo masculino, às aulas de dança; 2. A importância do diagnóstico sobre o conhecimento/vivência dos alunos sobre/com a dança para eles: movimento, cultura, ritmos, forró, dança de rua, capoeira, samba, suinguera e o funk para o desdobramento do ensino da dança; 3. As dificuldades na apropriação do Conteúdo 'fatores de movimento' diante da novidade que dança não é somente reprodução de movimentos; 4. A organização e a motivação de grupos para a pesquisa sobre os repertórios destacando fatos históricos, figurino, dança na contemporaneidade e movimentos de cada estilo de dança; 5. Outras configurações para apropriação do conhecimento nas aulas de Educação Física a partir da descoberta das pesquisas e suas apresentações em forma de seminários realizados sobre o Forró (histórico, músicas, nomes relevantes, figurino; reflexão crítica sobre forró eletrônico e a tradição cultural, vivência de movimentos do Xote); 5.2. Dança do ventre (figuras dos diversos figurinos da dança, caracterização dos movimentos
4 ondulatórios, adereços e estética); 5.3. Dança de rua (apresentação de fatos históricos, a dança no Brasil, a cultura do hip hop, elementos estéticos figurino, características dos movimentos, vivência dos movimentos); 5.4. Capoeira (histórico da capoeira, figurino, graduação e cores da faixa, apresentação e vivência); 6. A construção de textos coreográficos a partir dos repertórios pesquisados e vivenciados, de forma conjunta (alunos e professora). Baseando-se no pensamento de Marques (2012), a seleção destes conteúdos possibilitou a reflexão sobre o papel social, cultural e político da dança, bem como a apropriação de conteúdos específicos da dança como, os fatores de movimento, os repertórios e a composição coreográfica. Despertando também os alunos para suas potencialidades criativas e transformadoras, ao mesmo tempo, desconstruindo a ideia de que a dança serve apenas como relaxamento, acalmar os alunos ou até mesmo para apresentações em festividades. Assim, fazendo uma relação com a metodologia de projetos, priorizouse na troca de conhecimentos entre alunos e professor, entendendo que o âmbito escolar é um espaço de construção e reconstrução do saber. Como trata Finck (2010, p.19): a prática pedagógica deve ser aberta à experimentação e à participação, processos que devem ser vivenciados em parceria por professores e alunos, no dia a dia escolar, num ambiente educativo adequado para o exercício da autonomia e da criatividade. Para Marques (2012, p. 28) afirma que poderíamos introduzir em nossas salas de aula momentos de reflexão, pesquisa, comparação, desconstrução das danças de que gostamos ou não e, assim, podemos agir crítica e corporalmente em função da compreensão, desconstrução e transformação de nossa sociedade. A avaliação na Educação Física normalmente centraliza-se no desempenho ou por observação e participação. Nesse estudo, aponta e reflete a necessidade de compreensão do professor para avaliar a apropriação dos conteúdos tratados em sala de aula. Portanto, as pesquisas, os debates, os seminários, as produções de textos coreográficos são formas
5 avaliativas que estão coerentes aos objetivos traçados, aos conteúdos abordados e à metodologia utilizada numa perspectiva de formação crítica e criativa do aluno do ensino médio. 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Tratar os conteúdos da Educação Física escolar sob a dimensão de projetos não se caracteriza, de um modo geral, como uma prática cotidiana do professor de Educação Física e da escola também. O desafio de desprender-se de práticas de ensino tradicionais ainda perduram nesse cotidiano escolar por diversos fatores: políticos, sociais, financeiros, mesmo as tendências pedagógicas apontando para uma perspectiva transformadora e crítica. Porém, é possível a Educação Física como componente curricular da educação básica, exercer seu papel na formação do aluno, na sistematização de vivências com seus conteúdos, como forma de linguagens, em que o aluno do ensino médio deverá apropriar-se dos saberes do corpo, da temporalidade dos conteúdos e suas relações com a dimensão sócio-cultural, histórica, saúde, dentre outras. Nessa perspectiva crítico-reflexiva, a Educação Física pode participar efetivamente da construção da identidade do aluno, em seu desenvolvimento humano, objetivando a formação integral do Ser. REFERÊNCIAS FILHO, Castellani Lino, et al. Metodologia do Ensino de Educação Física. 2. ed. rev. São Paulo: Cortez, FINCK, Silvia Christina Madrid (organizadora). Educação Física Escolar: Saberes e Projetos. Ponta Grossa: Editora UEPG, p.; il. LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, MARQUES, I. A. Dançando na escola. São Paulo: Cortez, Orientações Curriculares para o Ensino Médio (MEC). Programa Curricular de Educação Física para Educação Básica. Governo da Paraíba
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