COMPETITIVIDADE BRASIL COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS BRASÍLIA 2012

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMPETITIVIDADE BRASIL COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS BRASÍLIA 2012"

Transcrição

1 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS BRASÍLIA 2012

2

3 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 BRASÍLIA 2012

4 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI PRESIDENTE Robson Braga de Andrade 1º VICE-PRESIDENTE Paulo Skaf 2º VICE-PRESIDENTE Antônio Carlos da Silva 3º VICE-PRESIDENTE Flavio José Cavalcanti de Azevedo VICE-PRESIDENTES Paulo Gilberto Fernandes Tigre Alcantaro Corrêa José de Freitas Mascarenhas Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira Rodrigo Costa da Rocha Loures Roberto Proença de Macêdo Jorge Wicks Côrte Real José Conrado Azevedo Santos Mauro Mendes Ferreira Lucas Izoton Vieira Eduardo Prado de Oliveira Alexandre Herculano Coelho De Souza Furlan 1º DIRETOR FINANCEIRO Francisco de Assis Benevides Gadelha 2º DIRETOR FINANCEIRO João Francisco Salomão 3º DIRETOR FINANCEIRO Sérgio Marcolino Longen 1º DIRETOR SECRETÁRIO Paulo Afonso Ferreira 2º DIRETOR SECRETÁRIO José Carlos Lyra de Andrade 3º DIRETOR SECRETÁRIO Antonio Rocha da Silva DIRETORES Olavo Machado Júnior Denis Roberto Baú Edílson Baldez das Neves Jorge Parente Frota Júnior Joaquim Gomes da Costa Filho Eduardo Machado Silva Telma Lúcia de Azevedo Gurgel Rivaldo Fernandes Neves Glauco José Côrte Carlos Mariani Bittencourt Roberto Cavalcanti Ribeiro Amaro Sales de Araújo Sergio Rogeério de Castro Julio Augusto Miranda Filho CONSELHO FISCAL TITULARES João Oliveira de Albuquerque José da Silva Nogueira Filho Carlos Salustiano de Sousa Coelho SUPLENTES Célio Batista Alves Haroldo Pinto Pereira Francisco de Sales Alencar

5 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012

6 2012. CNI Confederação Nacional da Indústria. Qualquer parte desta obra poderá ser reproduzida, desde que citada a fonte. CNI Gerência-Executiva de Pesquisa e Competitividade - GPC C748c FICHA CATALOGRÁFICA Confederação Nacional da Indústria. Competitividade 2012 : comparação com países selecionados. Brasília : CNI, p. : il. 1.Indústria Indústria - Crescimento. 3. Indústria Infraestrutura. I. Título. CDU: 67(81) CNI Confederação Nacional da Indústria Serviço de Atendimento ao Cliente SAC Setor Bancário Norte Tels.: (61) / Quadra 1 Bloco C Edifício Roberto Simonsen Brasília DF Tel.: (61) Fax: (61)

7 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Posição competitiva dos 14 países selecionados Figura 2 Posicionamento do nas ordenações relativas ao fator disponibilidade e custo da mão de obra e aos subfatorese variáveis associados Figura 3 Disponibilidade e custo da mão de obra Figura 4 Custo da mão de obra Figura 5 Níveis de remuneração na indústria manufatureira Figura 6 Produtividade do trabalho na indústria Figura 7 Disponibilidade da mão de obra Figura 8 Participação da PEA na população Figura 9 Crescimento da força de trabalho Figura 10 Posicionamento do nas ordenações relativas ao fator disponibilidade e custo do capital e aos subfatores e variáveis associados Figura 11 Disponibilidade e custos do capital Figura 12 Custo do capital Figura 13 Spread da taxa de juros Figura 14 Taxa de juros real de curto prazo Figura 15 Disponibilidade do capital Figura 16 Facilidade de acesso a financiamento Figura 17 Financiamento no mercado de ações local Figura 18 Disponibilidade de venture capital Figura 19 Sistema financeiro Figura 20 Ativos do setor bancário Figura 21 Classificação do crédito do país Figura 22 Disponibilidade de serviços financeiros Figura 23 Posicionamento do nas ordenações relativas ao fator infraestrutura e logística e aos subfatores e variáveis associados Figura 24 Infraestrutura e logística Figura 25 Infraestrutura de transporte Figura 26 Qualidade das rodovias Figura 27 Qualidade da infraestrutura ferroviária Figura 28 Qualidade da infraestrutura portuária Figura 29 Qualidade da infraestrutura de transporte aéreo Figura 30 Infraestruturas de energia e de telecomunicações Figura 31 Internet banda larga Figura 32 Telefonia móvel

8 Figura 33 Custo da energia elétrica para clientes industriais Figura 34 Disponibilidade de energia elétrica Figura 35 Alfândega e operadores Figura 36 Alfândega Figura 37 Capacidade logística Figura 38 Rastreabilidade Figura 39 Pontualidade Figura 40 Posicionamento do nas ordenações relativas ao fator peso dos tributos e às variáveis associadas Figura 41 Peso dos tributos Figura 42 Receita total de impostos Figura 43 Pagamento de impostos pelas empresas Figura 44 Impostos sobre o lucro das empresas Figura 45 Impostos indiretos Figura 46 Posicionamento do nas ordenações relativas ao fator ambiente macroeconômico e às variáveis associadas Figura 47 Ambiente macroeconômico Figura 48 Taxa de inflação Figura 49 Dívida bruta do Governo Figura 50 Formação bruta de capital fixo Figura 51 Investimento estrangeiro direto no país Figura 52 Taxa de câmbio efetiva real Figura 53 Posicionamento do nas ordenações relativas ao fator ambiente microeconômico e às variáveis associadas Figura 54 Ambiente microeconômico Figura 55 Barreira tarifária Figura 56 Dimensão do mercado doméstico Figura 57 Intensidade da concorrência no mercado doméstico Figura 58 Posicionamento do nas ordenações relativas ao fator educação e às variáveis associadas Figura 59 Educação Figura 60 Disseminação da educação Figura 61 Matrículas no ensino médio Figura 62 Matrículas na educação superior Figura 63 População com ensino médio completo Figura 64 População com educação superior completa Figura 65 Qualidade da educação Figura 66 Avaliação da educação em leitura Figura 67 Avaliação da educação em matemática Figura 68 Avaliação da educação em ciências Figura 69 Gastos com educação Figura 70 Gasto público com educação Figura 71 Gasto público per capita com educação Figura 72 Posicionamento do nas ordenações relativas ao fator tecnologia e inovação e aos subfatores e variáveis associados Figura 73 Tecnologia e Inovação Figura 74 Apoio governamental

9 Figura 75 Despesa total com P&D Figura 76 Pessoal total dedicado a P&D no país per capita Figura 77 Compra governamental de produtos de tecnologia avançada Figura 78 P&D e inovação nas empresas Figura 79 Gastos de P&D nas empresas Figura 80 Pessoal dedicado a P&D nas empresas per capita Figura 81 Capacidade de inovação Figura 82 Comparação Figura 83 Comparação Figura 84 Comparação Figura 85 Comparação Figura 86 Comparação Figura 87 Comparação Figura 88 Comparação Figura 89 Comparação Figura 90 Comparação Figura 91 Comparação Figura 92 Comparação Figura 93 Comparação Figura 94 Comparação Figura 95 Evolução da posição brasileira entre 2010 e 2012 por subfatores Figura 96 Evolução da posição brasileira entre 2010 e 2012 por fatores e subfatores LISTA DE TABELAS Tabela 1 Fatores que condicionam a competitividade e as variáveis associadas Tabela 2 Características estruturais dos países selecionados

10 COMPETITIVIDADE BRASIL 2011/2012 8

11 SUMÁRIO 1. SOBRE O RELATÓRIO SÍNTESE DOS RESULTADOS DISPONIBILIDADE E CUSTO DA MÃO DE OBRA Custo da mão de obra Disponibilidade da mão de obra DISPONIBILIDADE E CUSTO DO CAPITAL Custo do capital Disponibilidade de capital Sistema financeiro INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA Infraestrutura de transporte Infraestruturas de energia e de telecomunicações Alfândega e operadores PESO DOS TRIBUTOS AMBIENTE MACROECONÔMICO AMBIENTE MICROECONÔMICO EDUCAÇÃO Disseminação da educação Qualidade da educação Gastos com educação TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Apoio governamental à Ciência e Tecnologia Pesquisa e Desenvolvimento e inovação nas empresas VANTAGENS E DESVANTAGENS COMPETITIVAS DO BRASIL EM RELAÇÃO A CADA UM DOS 13 PAÍSES SELECIONADOS EVOLUÇÃO DOS FATORES DE COMPETITIVIDADE DO BRASIL NOTA METODOLÓGICA Fatores que condicionam a competitividade e as variáveis associadas Procedimentos adotados LISTA DE VARIÁVEIS...106

12 1. SOBRE O RELATÓRIO

13 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI A prioridade da agenda da CNI é a elevação da competitividade da indústria e, consequentemente, da economia brasileira. É esse foco que motiva a elaboração do relatório Competitividade : comparação com países selecionados, publicado pela primeira vez em A atenção crescente conferida ao tema competitividade, acentuada pelo avanço do processo da globalização, tem induzido a multiplicação de estudos e pesquisas que esforço vem gerando a publicação periódica de relatórios que comparam a competitividade dos países a partir dessa perspectiva. O presente relatório, apesar de se inserir nessa linha de estudos, se difere dos mais difundidos The Global Competitiveness Report, do World Economic Forum, e IMD World Competitiveness, uma vez que tem como foco: Um conjunto limitado de países que, por suas características econômico-sociais e/ou por seu posicionamento no mercado internacional, constituem um referencial mais adequado para uma avaliação do potencial competitivo das empresas brasileiras; Um conjunto restrito de variáveis, mais diretamente relacionado à realidade desse conjunto de países, selecionado a partir do universo das variáveis contempladas nos relatórios divulgados por entidades internacionais. Fatores que condicionam a competitividade e as variáveis associadas Competitividade refere-se à habilidade da empresa concorrer no mercado vale dizer, à sua capacidade de igualar ou superar seus concorrentes na preferência dos consumidores. As empresas dispõem basicamente de dois mecanismos para conquistar essa preferência: preço e diferenciação de seu produto por meio de qualidade, inovação ou propaganda. O potencial competitivo de uma economia pode ser avaliado a partir do exame dos mecanismos de competição. Nesse sentido, cabe considerar: 11

14 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 desses instrumentos, como: Disponibilidade e custo de mão de obra; Disponibilidade e custo de capital; Infraestrutura e logística; Carga tributária. Fatores que condicionam os anteriores e afetam indiretamente o desempenho das empresas, como: Ambiente macroeconômico; Ambiente microeconômico; Nível educacional da população; Tecnologia e inovação. Esses fatores foram desdobrados em 16 subfatores, aos quais foram associadas 51 variáveis. O ponto de partida para a avaliação da competitividade das empresas brasileiras é o valor assumido por essas 51 variáveis no e em outros 13 países. A agregação das 51 variáveis nos 16 subfatores e a subsequente agregação desses subfatores nos 8 fatores apontados permitem, por sua vez, uma avaliação do efeito de cada um desses subfatores e fatores para a competitividade das empresas brasileiras. Na seção 13 deste relatório, retornaremos a este assunto. Países selecionados como marco de referência O potencial competitivo da economia brasileira foi avaliado em função da posição relativa do vis-à-vis um conjunto de países selecionados em função de suas características econômico-sociais e/ou da natureza de sua participação no mercado internacional. Esse conjunto de países compreende,,,,,,,,,,, e. A apresentação dos resultados A próxima seção apresenta o sumário dos resultados gerais para cada um dos oito fato- cionamento do nas ordenações relativas a cada fator, com a indicação dos subfatores e variáveis associados. Também são utilizadas cores distintas para sinalizar este posicionamento em relação a outros países. Sendo a correspondência de cores a seguinte: Verde, quando o está no terço de países com posição mais favorável (posições de 1 a 4); Amarelo, quando no estrato intermediário (posições de 5 a 10); Vermelho, quando no terço inferior (posições 11 a 14). 12

15 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI posição relativa dos 14 países em cada fator, subfator e variável. e de cada um dos 13 países selecionados em relação aos oito fatores que condicionam a capacidade de suas empresas. 1 Confederação Nacional da Indústria. Competitividade 2010: uma comparação com países selecionados: uma chamada para a ação. Confederação Nacional da Indústria, Brasília, anterior 1, apontando-se como evoluíram os fatores condicionantes da competitividade das empresas brasileiras nos últimos anos. 13

16 2. SÍNTESE DOS RESULTADOS

17 Confederação Nacional da Indústria CNI O aumento da competitividade é o maior desafio do. A baixa competitividade do país é registrada por diferentes indicadores e estudos, nacionais e internacionais. Ao comparar a situação do com um conjunto de países mais próximos (seja devido ao nível de desenvolvimento, seja por serem competidores próximos), este relatório deixa mais evidente o desafio do país. Dentre os 14 países avaliados, o ocupa a 13ª posição, ficando à frente apenas da. O situa-se no grupo de países menos competitivos em seis dos oito fatores condicionantes da competitividade. O encontra-se no grupo intermediário (na sétima posição em 13 países) no fator tecnologia e inovação e no grupo superior (quarta posição em 13) no fator Disponibilidade e custo da mão de obra. Cabe ressaltar que, nesse caso, no subfator Custo da mão de obra, o ocupa a última posição, compensada pela primeira posição no subfator Disponibilidade de mão de obra, em razão do período atual de bônus demográfico. Quatro países dos cinco latino-americanos considerados no grupo de países avaliados encontram-se no terço inferior. Apenas o (na sétima posição) situa-se no grupo intermediário. O é o país melhor posicionado. Esse país só não aparece no terço superior no fator Ambiente macroeconômico, onde divide as últimas posições com, e. Ainda compondo o grupo de quatro países do terço superior, têm-se, e. 15

18 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 Posiç ão 14º 13º 12º 11º 10º 9º 8º 7º 6º 5º 4º 3º 2º 1º AR MX CO RU PO AS CL IN ES CH AU CS CA Disponibilidade e custo da mão de obra IN PO ES AS RU AU CH CA CS CO CL MX Disponibilidade e custos do capital AR CO RU MX PO CS ES IN CL AS AU CH CA Infraestrutura e logística CO AR IN MX RU PO AS CH CL AU CA CS ES Peso dos tributos AR ES PO CO AS CH MX IN AU RU CL CA CS Ambiente macroeconômico AU CA RU AS ES CO AR IN CH MX CL PO CS Ambiente microeconômico AR RU CO AS MX CL IN CS CH PO AU CA ES Educação CO MX CL RU PO ES CS CA AU Tecnologia e Inovação AR MX PO AS CL IN ES RU CH CA AU CS O país está no terço de países com posição mais favorável (do 1º ao 4º lugar). O país está no terço intermediário (do 5º ao 10º lugar). O país está no terço inferior (do 11º ao 14º lugar). Países: AR: MX: CO: RU: PO: AS: CL: IN: ES: CH: AU: CS: CA: 16

19

20 3. DISPONIBILIDADE E CUSTO DE MÃO DE OBRA

21 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Custo da mão de obra 13 em 13 Disponibilidade da mão de obra 1 Níveis de remuneração na indústria manufatureira 7 em 13 População economicamente ativa 2 O número ordinal indica a posição do no conjunto de 14 países selecionados (quando não indicado em contrário) Produtividade do trabalho na indústria 12 em 13 Crescimento da força de trabalho 4 está no terço de países com posição mais favorável Estrato intermediário Terço inferior O resultado referente ao efeito da disponibilidade e custo da mão de obra sobre a diametralmente oposto de seus dois componentes: o custo da mão de obra, em que o ocupa a última posição entre os 13 países para os quais se dispõe de informação, e a disponibilidade de mão de obra, em que ocupa a primeira posição. 19

22 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 DISPONIBILIDADE E CUSTO DA MÃO DE OBRA 5,4 5,3 5,3 5,1 5,1 5,0 6,0 5,7 5,7 5,7 6,6 6,5 6,4 Valor Custo da mão de obra O subfator Custo da mão de obra é avaliado a partir do nível de remuneração do trabalhador e da produtividade do trabalho, ambos referidos à indústria. O tem posição intermediária no tocante ao nível de remuneração da indústria. Por outro lado, a posição do país referente à produtividade do trabalho, convertida para dólar pela taxa PPP, é superior apenas à. A, que tinha também posição inferior ao no relatório de 2010, superou-o desde então. mais do que compensa sua baixa produtividade e a situa, em relação ao subfator custo da mão de obra, em posição mais favorável do que o, a quem cabe a última posição entre os 13 países para os quais se dispõe de informação. 20

23 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI CUSTO DA MÃO DE OBRA 5,1 5,1 5,0 4,9 6,5 6,5 6,3 6,2 6,1 6,1 5,8 5,8 5, NÍVEIS DE REMUNERAÇÃO NA INDÚSTRIA MANUFATUREIRA 0,80 2,11 2,86 3,17 3,57 4,65 5,32 Remuneração total do trabalhador por hora de trabalho (salários mais benefícios complementares) US$. Referência: ,21 7,15 8,44 14,40 20,02 23,65 32,05 V Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook

24 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 FIGURA 6 PRODUTIVIDADE DO TRABALHO NA INDÚSTRIA PIB (PPP) por pessoa ocupada na indústria US$. Referência: Milhares Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook Disponibilidade da mão de obra O indicador referente ao subfator Disponibilidade da mão de obra leva em conta o comportamento da oferta de mão de obra. Difere do indicador apresentado no relatório de trabalho. A variável que indicava essa rigidez, calculada pelo Banco Mundial, deixou de ser divulgada. A exclusão da variável Rigidez do emprego, em relação a qual o ocupava a penúltima posição em 2010, altera completamente a posição do país na ordenação referente àquele subfator, fazendo-o avançar, em 2010, da oitava para a primeira posição. O país mantém essa primeira posição em 2012, avançando ainda quatro posições no tocante ao crescimento da força de trabalho. 22

25 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI DISPONIBILIDADE DA MÃO DE OBRA 5,3 5,1 5,7 6,3 6,6 7,2 6,9 6,9 5,0 4,9 4,8 4,6 4,3 4, PARTICIPAÇÃO DA PEA NA POPULAÇÃO 74,1 69,9 67,4 66,6 65,5 População 63,0 economicamente ativa 61,9 como percentagem da população total com 60,7 mais de 15 anos. 60,4 Referência: ,2 59,3 55,9 55,6 52, Fonte: Organização Internacional do Trabalho (OIT). 23

26 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 CRESCIMENTO DA FORÇA DE TRABALHO 1,94 2,73 3,05 3,05 3,57 3,78 Variação percentual anual. Referência: ,54 1,42 1,13 1,10 1,09 0,94 0,06 0, Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook

27 25 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI

28 4. DISPONIBILIDADE E CUSTO DE CAPITAL

29 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Custo do Capital 14 Disponibilidade do capital 7 Sistema Financeiro 6 Spread da taxa de juros 14 Facilidade de acesso a financiamento 7 Ativos no setor bancário 6 Taxa de juros real de curto prazo 14 Financiamento no mercado de ações local 6 Classificação do crédito do país 7 O número ordinal indica a posição do no conjunto de 14 países selecionados (quando não indicado em contrário) Disponibilidade de venture capital 7º Sofisticação do mercado financeiro 5 está no terço de países com posição mais favorável Estrato intermediário Terço inferior 27

30 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 A avaliação desse fator de competitividade leva em consideração o custo e a disponibilidade do capital. No cômputo geral, a contribuição desse fator para a competitividade das empresas brasileiras é negativa o ocupa, juntamente com a, a última posição entre os 14 países uma vez que o elevado custo do capital se sobrepõe aos outros aspectos mais positivos reconhecidos pelos demais indicadores apresentados. DISPONIBILIDADE E CUSTOS DO CAPITAL 3,9 3,8 4,8 4,7 4,9 6,0 5,9 5,9 5,8 5,6 5,2 6,3 6,2 7, Custo do capital O indicador relativo ao subfator Custo do capital situa o na última posição entre os 14 países. O custo do crédito é avaliado pela taxa de juros real de curto prazo (medida pela taxa do mercado monetário ou taxa de operações crédito do Banco Central) e pelo spread médio entre taxa de empréstimo e taxa de depósitos. Embora a taxa de juros real de curto prazo tenha apresentado redução expressiva desde o relatório de 2010, o se manteve na última posição do ranking dos 14 países selecionados no que se refere a ambas variáveis. 28

31 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI CUSTO DO CAPITAL 2,0 6,2 9,0 8,9 8,6 8,5 8,4 7,9 7,9 7,8 7,7 7,4 7,3 7, SPREAD DA TAXA DE JUROS 0,37 2,07 2,58 2,95 3,06 3,33 3,40 3,41 3,74 3,69 4,02 4,75 6,96 32,89 Spread: diferença entre taxa de empréstimo e taxa de depósito. Referência: Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook

32 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 TAXA DE JUROS REAL DE CURTO PRAZO -2,4-2,3-2,1-2,0-1,6-0,4 0,2 0,3 0,5 1,3 1,3 1,8 3,2 4,1 Taxa do mercado monetário ou taxa de operações de crédito do Banco Central. Referência: Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook Disponibilidade de capital O subfator Disponibilidade de capital leva em conta avaliações qualitativas quanto à de mobilização de venture capital para projetos inovadores. O ocupa uma posição intermediária em relação a essas três variáveis, apresentando ainda, nos três casos, avanços na comparação com o relatório de

33 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI 5,0 5,2 4,9 4,8 4,2 4,6 3,9 3,7 3,2 3,1 2,8 2,7 1,7 2, FACILIDADE DE ACESSO A FINANCIAMENTO 2,6 2,6 3,3 3,1 3,1 3,1 3,7 3,7 3,5 3,8 Variável gerada a partir de respostas à pergunta: Quão fácil é obter um empréstimo bancário apenas com um bom plano de negócios, mas sem nenhuma garantia? (1 = muito difícil; 7 = muito fácil). Referência: , média ponderada. 2,2 2,5 1,7 2, Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 31

34 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 FINANCIAMENTO NO MERCADO DE AÇÕES LOCAL 4,1 3,9 3,8 4,9 4,7 4,6 4,6 5,4 Variável gerada a partir de respostas à pergunta: Quão fácil é levantar recursos emitindo ações no mercado de ações? (1 = muito difícil; 7 = muito fácil). Referência: , média ponderada. 3,7 3,6 3,0 3,5 3,0 2, Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. DISPONIBILIDADE DE VENTURE CAPITAL 2,6 2,8 2,8 3,6 3,5 3,4 3,3 3,2 3,1 Variável gerada a partir de respostas à pergunta: Quão fácil é para empresários com projetos inovadores, mas de risco, obter venture capital? (1 = muito difícil; 7 = muito fácil). Referência: média ponderada. 2,5 2,4 2,4 2,2 1, Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 32

35 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI 4.3 Sistema financeiro SISTEMA FINANCEIRO 2,1 3,9 4,1 4,3 4,7 4,7 6,1 6,0 5,9 5,4 5,3 5,1 6,4 7,4 Valor

36 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 ATIVOS DO SETOR BANCÁRIO 49,1 48,6 40,0 72,3 98,7 94,6 89,2 76,1 119,9 114,1 123,6 178,4 199,1 214,3 Percentagem do PIB. Referência: Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook CLASSIFICAÇÃO DO CRÉDITO DO PAÍS 37,4 82,1 79,6 78,5 70,9 70,5 68,4 66,9 64,7 64,6 64,0 61,4 93,1 89,7 Classificação em uma escala de 1 a 100 pelo Institutional Investor Magazine. Referência: Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook

37 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI DISPONIBILIDADE DE SERVIÇOS FINANCEIROS 5,0 4,8 4,7 4,7 5,5 5,4 5,8 5,8 6,4 Variável gerada a 6,2 partir de respostas à pergunta: O setor financeiro em seu país oferece uma gama variada de produtos e serviços às empresas? (1 = nenhuma variedade; 7 = oferece uma ampla variedade). Referência: , média ponderada. 4,6 4,2 3,7 3, Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 35

38 5. INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA

39 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Infraestrutura de transporte 14 Infraestruturas de energia e de telecomunicações 6 Alfândega e operadores 8 Qualidade de rodovias Internet banda larga Alfândega 11 11º 12º Qualidade da infraestrutura ferroviária Telefonia móvel Capacidade logística Qualidade da infraestrutura portuária 14º Custo da energia elétrica para clientes industriais 11º em 11 Rastreabilidade 7º O número ordinal indica a posição do no conjunto de 14 países selecionados (quando não indicado em contrário) Qualidade da infraestrutura de transporte aéreo 14º Disponibilidade de energia elétrica 9º Pontualidade 9º está no terço de países com posição mais favorável Estrato intermediário Terço inferior 37

40 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 A avaliação desse fator de competitividade leva em consideração as infraestruturas de transporte e de energia e de telecomunicações, bem como as características e qualidade dos serviços associados ao comércio exterior. Quando comparada aos resultados de 2010, o país manteve a última posição em relação à infraestrutura de transporte. No tocante às infraestruturas de energia e de telecomunicações, o avançou três posições. INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA Coreia 3,4 4,5 4,4 4,4 4,2 4,1 3,8 3,7 3,7 5,0 5,2 5,9 6,0 6, Infraestrutura de transporte O subfator Infraestrutura de transporte é avaliado a partir de variáveis qualitativas provenientes do World Economic Forum, Executive Opinion Survey. O indicador relativo a esse fator confere ao a pior posição entre os 14 países selecionados e, assim, aponta que a infraestrutura de transporte no país tem um impacto extremamente desfavorável à competitividade das empresas brasileiras. Esse resultado é comum a todos os modais de transporte. Na comparação com os países selecionados, o ocupa a antepenúltima posição na infraestrutura ferroviária e a última nas infraestruturas portuária e do transporte aéreo. relatório anterior. Por outro lado, no caso das rodovias e ferrovias, registra-se o avanço de uma posição. 38

41 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTE 8,1 7,9 7,7 6,8 6,3 6,2 5,8 5,3 5,1 3,5 3,3 4,2 2,6 3, ,5 5,1 4,9 4,5 4,4 5,9 Variável gerada a partir de respostas 5,9 à pergunta: Como 5,8 avalia as rodovias do país? (1 = muito 5,6 subdesenvolvido; 7 = abrangente e eficiente pelos padrões internacionais). Referência: , média ponderada. 2,7 2,6 3,0 2,6 2,3 0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 39

42 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 QUALIDADE DA INFRAESTRUTURA FERROVIÁRIA 2,8 2,6 3,4 4,6 4,4 4,3 4,2 5,0 5,7 5,6 Variável gerada a partir de respostas à pergunta: Como avalia o sistema ferroviário do país? (1 = muito subdesenvolvido; 7 = abrangente e eficiente pelos padrões internacionais). Referência: , média ponderada. 2,4 1,8 1,7 1, Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. FIGURA 28 QUALIDADE DA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA 4,4 4,3 4,0 3,7 4,7 5,2 5,1 5,8 5,7 5,5 Variável gerada a partir de respostas à pergunta: Como avalia as instalações portuárias do país? (1 = muito subdesenvolvido; 7 = abrangente e eficiente pelos padrões internacionais). Referência: , média ponderada. 3,6 3,2 3,5 2, Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 40

43 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI FIGURA 29 QUALIDADE DA INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTE AÉREO 3,8 4,8 4,7 4,5 5,5 6,1 6,0 5,9 5,9 5,8 Variável gerada a partir de respostas à pergunta: Como avalia a infraestrutura de transporte aéreo do país? (1 = muito subdesenvolvido; 7 = abrangente e eficiente pelos padrões internacionais). Referência: , média ponderada. 3,8 3,5 3,8 3, Infraestruturas de energia e de telecomunicações Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. A avaliação relativa às infraestruturas de energia e de telecomunicações situa o móvel e à disponibilidade de energia elétrica e posições desfavoráveis referentes à internet banda larga e, em especial, ao custo da energia elétrica para a indústria. Em relação a esse último item, destaque-se a perda de três posições desde o último relatório, o que situou o país na última posição entre os 11 países para os quais se dispõe de informação. Por outro lado, o experimentou avanço de três posições no quesito telefonia móvel. 41

44 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 FIGURA 30 INFRAESTRUTURAS DE ENERGIA E DE TELECOMUNICAÇÕES 3,3 3,2 3,1 3,1 3,0 4,4 2,6 2,5 2,3 1,9 1,7 1,5 0,6 0,4 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 4,5 5,0 INTERNET DE BANDA LARGA 14,4 23,9 23,5 32,0 36,9 Número de assinantes de internet banda larga fixa por 100 habitantes. Referência: ,2 11,6 11,6 10,6 10,5 1,0 1,8 6,9 8,6 0, Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 42

45 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI TELEFONIA MÓVEL Número de assinantes de telefones celulares por 1000 habitantes. Referência: Fonte: : IMD World Competitiveness Yearbook FIGURA 33 CUSTO DA ENERGIA ELÉTRICA PARA CLIENTES INDUSTRIAIS US$ per kwh Referência: ,05 0,05 0,06 0,07 0,10 0,12 0,12 0,14 0,16 0,17 0,18 0,00 0,02 0,04 0,06 0,08 0,10 0,12 0,14 0,16 0,18 0,20 Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 43

46 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 FIGURA 34 DISPONIBILIDADE DE ENERGIA ELÉTRICA Razão entre a geração anual de energia elétrica e calor pelo PIB, expresso em TWh/ milhões de dólares. Referência: Fonte: Elaborado pela CNI a partir de dados do CO2 Emissions from Fuel Combustion (2011 Edition), IEA. 5.3 Alfândega e operadores O subfator Alfândega e operadores é avaliado a partir de variáveis qualitativas provenientes de enquete realizada pelo Banco Mundial e divulgada no Connecting to Compete Trade Logistics in the Global Economy. O ocupa uma posição intermediária em relação a esse subfator que engloba variáveis associadas ao desempenho do setor público e do setor privado. O resultado mais desfavorável está relacionado ao componente governamental da logística do comércio nesse item avançou uma posição e é superior à da e da. Quanto às variáveis referentes ao desempenho de agentes privados, o país ocupa uma posição intermediária, tendo, no entanto, perdido cinco posições no tocante à pontualidade no cumprimento dos prazos programados. 44

47 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI FIGURA 35 ALFÂNDEGA E OPERADORES 5,9 5,7 5,4 7,1 6,9 6,8 6,6 6,4 6,4 7,5 4,0 4,8 5,4 5,3 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 ALFÂNDEGA 2,04 2,77 2,65 2,63 2,51 2,45 3,60 3,58 3,42 3,40 3,35 3,30 3,25 3,11 Eficiência dos processos de liberação alfandegária - escala 1 a 5. Referência: Fonte: Connecting to Compete Trade Logistics in the Global Economy, World Bank,

48 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 FIGURA 37 CAPACIDADE LOGÍSTICA 2,65 3,85 3,75 3,69 3,65 3,56 3,47 3,30 3,14 3,12 3,02 3,00 2,95 2,95 Competência e qualidade dos serviços de logística - escala 1 a 5. Referência: Fonte: Connecting to Compete Trade Logistics in the Global Economy, World Bank, FIGURA 38 RASTREABILIDADE 2,76 2,66 3,86 3,83 3,79 3,68 3,67 3,52 3,42 3,32 3,30 3,22 3,15 3,09 Capacidade de rastrear carga despachada - índice de 1 a 5. Referência: Fonte: Connecting to Compete Trade Logistics in the Global Economy, World Bank,

49 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI PONTUALIDADE 4,05 4,04 4,03 4,02 4,31 Frequência com que a carga chega ao destinatário dentro do prazo programado escala 1 a 5. Referência: ,02 3,80 3,58 3,55 3,47 3,47 3,45 3,27 3, Fonte: Connecting to Compete Trade Logistics in the Global Economy, World Bank,

50 6. PESO DOS TRIBUTOS

51 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Receita total de impostos 9º Pagamento de impostos pelas empresas 12º O número ordinal indica a posição do no conjunto de 14 países selecionados (quando não indicado em contrário) Impostos sobre o lucro das empresas 12º Impostos indiretos 11 está no terço de países com posição mais favorável Estrato intermediário Terço inferior 49

52 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 A avaliação desse fator de competitividade leva em consideração as alíquotas magnitude dos diversos impostos pagos pelas empresas como percentagem de seus lucros país como percentagem do seu PIB). 2,1 3,7 4,8 4,6 4,5 5,1 5,1 5,1 5,6 5,5 5,5 6,5 6,5 6, demais países selecionados. Sua posição relativa é particularmente desfavorável no caso das alíquotas referentes aos impostos incidentes sobre os lucros das empresas e aos impostos que os demais países emergentes. pelo recuo de uma posição no caso dos impostos incidentes sobre os lucros das empresas. 50

53 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI RECEITA TOTAL DE IMPOSTOS 9,7 Percentagem do PIB. 10,6 Referência: ,1 18,4 19,6 23,4 25,1 25,3 25,4 26,6 28,4 31,4 31,8 32, Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook PAGAMENTO DE IMPOSTOS PELAS EMPRESAS 25,0 28,8 29,7 33,1 38,7 43,6 46,9 47,7 52,7 61,8 63,5 Total de impostos recolhidos pela empresa como percentagem de seu lucro (Imposto sobre o lucro da empresa, contribuições sociais e impostos incidentes sobre a mão de obra, impostos sobre propriedade e sobre transferência de propriedade, impostos sobre dividendos, ganhos de capital e transações financeiras). Referência: ,1 74,8 108, Fonte: Doing Business 2012, World Bank. 51

54 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 IMPOSTOS SOBRE O LUCRO DAS EMPRESAS 19,0 Alíquota acumulada dos impostos incidentes. 20,0 Referência: ,0 24,2 25,0 28,3 30,0 30,0 30,0 33,0 33,2 34,0 34,6 35, Fonte: KPMG s Corporate and Indirect Tax Rate Survey IMPOSTOS INDIRETOS 5,0 10,0 10,0 Alíquota acumulada. Referência: ,5 14,0 16,0 16,0 17,0 18,0 18,0 19,0 19,0 21,0 23, Fonte: KPMG s Corporate and Indirect Tax Rate Survey

55

56 7. AMBIENTE MACROECONÔMICO

57 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Taxa de inflação 11º Dívida bruta do governo 12º Formação bruta de capital fixo 13º Investimento estrangeiro direto no país 6º O número ordinal indica a posição do no conjunto de 14 países selecionados (quando não indicado em contrário) Taxa de câmbio efetiva real 12º está no terço de países com posição mais favorável Estrato intermediário Terço inferior 55

58 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 As variáveis associadas ao Ambiente macroeconômico posição entre os 14 países considerados. numa posição relativa intermediária entre os 14 países selecionados (a dívida bruta do país na pior posição entre os 14 países. para o terço inferior. Apenas o investimento estrangeiro direto no país permaneceu no 4,2 5,3 5,2 5,2 5,1 5,0 4,8 4,7 6,1 6,1 6,0 6,0 5,8 5,

59 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI TAXA DE INFLAÇÃO 2,9 3,2 3,3 3,4 Índice de preço ao consumidor variação anual percentagem. Referência: ,4 3,4 4,0 4,2 5,0 5,4 6,6 8,4 8,5 9, Fonte: Fundo Monetário Internacional. FIGURA 49 DÍVIDA BRUTA DO GOVERNO 9,6 9,9 22,9 Percentagem do PIB. Referência: ,8 34,1 34,7 38,8 43,8 44,2 55,4 66,2 68,1 68,5 85,0 Valor Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 57

60 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL FIXO 31,5 45,8 Percentagem do PIB. Referência: ,4 26,8 23,2 23,0 22,6 21,7 21,5 21,1 20,4 20,3 19,3 18, Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook INVESTIMENTO ESTRANGEIRO DIRETO NO PAÍS 4,0 7,0 Percentagem do PIB. Referência: ,1 2,8 2,8 2,7 2,5 2,4 1,8 1,7 1,5 1,4 1,3 0, Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook

61 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI TAXA DE CÂMBIO EFETIVA REAL 88,1 90,7 92,7 94,4 95,1 97,8 98,5 98,9 101,3 102,7 103,3 106,3 110,5 111,3 Taxa de câmbio efetiva real (média mensal) na data de referência, expressa como percentagem da média aritmética das taxas mensais observadas no período de janeiro de 2005 a dezembro de Referência: dezembro de Fonte: Elaborado pela CNI a partir de taxas de câmbio efetiva real estimadas pelo Bank for International Settlements. 59

62 8. AMBIENTE MICROECONÔMICO

63 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Barreira tarifária 13º Dimensão do mercado doméstico 3º O número ordinal indica a posição do no conjunto de 14 países selecionados (quando não indicado em contrário) Intensidade da concorrência no mercado doméstico 9º está no terço de países com posição mais favorável Estrato intermediário Terço inferior 61

64 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 A avaliação desse fator de competitividade leva em consideração variáveis que afetam a concorrência no mercado interno e a dimensão desse mercado. concorrência no mercado doméstico e no terço inferior em relação às barreiras tarifárias. 5,9 6,4 6,4 8,2 8,0 7,9 7,9 7,6 7,4 7,2 7,0 7,0 6,9 6,

65 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI 0,9 0,9 2,7 Alíquota alfandegária média ponderada pelo volume de comércio. Referência: ,9 4,7 6,5 8,3 8,3 8,5 10,3 10,9 11,5 11,6 12, Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 5,7 5,6 5,5 5,4 5,4 6,2 6,8 PIB mais o valor das importações de bens e serviços menos o valor das exportações de bens e serviços, normalizado para uma escala de 1 a 7. Referência: ,4 5,0 5,0 4,9 4,8 4,6 4, Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 63

66 COMPETITIVIDADE BRASIL ,1 4,0 5,9 5,7 5,6 5,5 5,4 5,4 5,3 5,3 5,1 5,1 4,8 4,7 Variável gerada a partir de respostas à pergunta: Como avalia a intensidade da concorrência no mercado doméstico do país? (1 = limitada na maioria das indústrias; 7 = intensa na maioria das indústria). Referência: , média ponderada Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 64

67 65 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI

68 9. EDUCAÇÃO

69 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Disseminação da educação 8º em 9 Qualidade de educação 9º em 11 Gastos com educação 6 Matrículas no ensino secundário 3 Avaliação da educação em leitura 10º em 11 Gasto público com educação 6º Matrículas no ensino superior 12 Avaliação da educação em matemática 10º em 11 Gasto público per capita com educação 6 População que completou pelo menos curso secundário 7º em 9 Avaliação da educação em ciências 9º em 11 está no terço de países com posição mais favorável População que completou curso superior 9º em 9 Estrato intermediário Terço inferior O número ordinal indica a posição do no conjunto de 14 países selecionados (quando não indicado em contrário) 67

70 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 A avaliação desse fator de competitividade leva em consideração a disseminação da as variáveis pertinentes. Coreia 6,8 7,1 7,1 5,4 5,0 4,8 4,1 3,0 2,7 2, Disseminação da educação O indicador relativo ao subfator Disseminação da educação abrange apenas nove países. 68

71 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI consideradas. O ocupa uma posição relativa favorável no tocante ao volume de educação superior. Os resultados referentes à conclusão de ambos os cursos são negativos comparação com o relatório de 2010 no caso das variáveis relativas ao ensino médio. DISSEMINAÇÃO DA EDUCAÇÃO 9,2 7,8 7,6 7,6 6,3 5,9 4,8 2,5 2,

72 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 MATRÍCULAS NO ENSINO MÉDIO Coreia 105,8 101,3 97,1 97,0 96,4 124,7 131,3 Razão entre o número de estudantes matriculados no ensino médio e a população na faixa etária que corresponde oficialmente a esse nível de ensino. Referência: ,8 88,8 88,6 88,5 87,9 81,2 63, Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. MATRÍCULAS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR Coreia 60,0 79,9 75,9 73,2 71,2 70,5 103,1 Razão entre o número de estudantes matriculados na educação superior e a população na faixa etária que corresponde oficialmente a esse nível de educação. Referência: ,2 28,0 39,1 25,9 17,9 25,6 15, Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 70

73 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI POPULAÇÃO COM ENSINO MÉDIO COMPLETO Parcela da população entre 25 e 34 anos com ensino médio completo. Referência: Portugal Fonte: Education at a Glance OECD. POPULAÇÃO COM EDUCAÇÃO SUPERIOR COMPLETA Parcela da população entre 25 e 34 anos com educação superior. Referência: Fonte: Education at a Glance OECD. 71

74 COMPETITIVIDADE BRASIL Qualidade da educação nos testes de matemática e de ciência e o recuo de uma posição no teste de leitura. QUALIDADE DA EDUCAÇÃO 8,6 7,7 8,0 7,0 6,3 5,7 4,6 3,8 2,8 3,1 3,

75 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO EM LEITURA Nota média referente ao desempenho de estudantes de 15 anos de idade em teste de leitura. Referência: Fonte PISA 2009 Results: What Students Know and Can Do: Student Performance in Reading, Mathematics and Science, OECD. AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO EM MATEMÁTICA Nota média referente ao desempenho de estudantes de 15 anos de idade em teste de matemática. Referência: Fonte: PISA 2009 Results: What Students Know and Can Do: Student Performance in Reading, Mathematics and Science, OECD. 73

76 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS Nota média referente ao desempenho de estudantes de 15 anos de idade em teste de ciências. Referência: Fonte: PISA 2009 Results: What Students Know and Can Do: Student Performance in Reading, Mathematics and Science, OECD. 9.3 Gastos com educação A avaliação relativa ao subfator Gastos com educação leva em consideração variáveis que comparam esses gastos ao PIB e à população do país. Esse indicador confere ao às duas variáveis consideradas. 74

77 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI GASTOS COM EDUCAÇÃO 1,6 1,5 1,5 2,2 2,1 2,1 3,2 3,2 3,6 4,0 4,2 5,9 6, GASTO PÚBLICO COM EDUCAÇÃO 3,94 3,79 3,55 3,32 3,13 2,80 5,42 5,02 4,97 4,63 5,96 5,84 6,28 Percentagem do PIB. Referência: Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook

78 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 GASTO PÚBLICO PER CAPITA COM EDUCAÇÃO US$ per capita. Referência: Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook

79

80 10. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

81 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Apoio governamental 7 P&D e inovação nas empresas 8º Despesa total com P&D 6 Gastos de P&D nas empresas 7º Pessoal total dedicado a P&D no país per capita 9 Pessoal dedicado a P&D nas empresas per capita 8º em 11 O número ordinal indica a posição do no conjunto de 14 países selecionados (quando não indicado em contrário) Compra governacional de produtos de tecnologia avançada 6º Capacitação de inovação 5 está no terço de países com posição mais favorável Estrato intermediário Terço inferior 79

82 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 A avaliação desse fator de competitividade leva em consideração o volume de recursos e 2,4 2,1 2,0 1,9 1,9 1,6 1,4 3,3 3,5 3,6 4,4 4,3 6, Apoio governamental à Ciência e Tecnologia O indicador relativo ao subfator Apoio governamental a C&T situa o em posição intermediária em relação aos demais países. Essa posição é comum a todas as variáveis 80

83 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI APOIO GOVERNAMENTAL 6,4 4,9 3,7 4,8 3,6 3,5 2,4 2,7 2,3 2,2 2,0 2,0 1,8 1, DESPESA TOTAL COM P&D 2,07 3,74 Percentagem do PIB. Referência: ,80 1,77 1,39 1,16 1,16 0,95 0,85 0,74 0,68 0,51 0,37 0,16 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook

84 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 PESSOAL TOTAL DEDICADO A P&D NO PAÍS PER CAPITA 5,90 6,31 6,78 7,25 Pessoa dedicada em tempo integral a P&D (equivalente) por 1000 pessoas. Referência: ,72 2,14 1,90 1,40 1,39 0,75 0,66 0,62 0, Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook COMPRA GOVERNAMENTAL DE PRODUTOS DE TECNOLOGIA AVANÇADA 4,0 3,9 3,8 3,8 3,8 3,7 3,6 3,4 3,3 4,4 Variável gerada a partir de respostas à pergunta: As decisões de compra do governo promovem a inovação tecnológica no país? (1 = não, de modo nenhum; 7 = sim, extremamente eficiente). Referência: , média ponderada. 3,2 3,1 2,9 2, Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 82

85 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI 10.2 Pesquisa e Desenvolvimento e inovação nas empresas P&D e inovação nas empresas P&D E INOVAÇÃO NAS EMPRESAS 2,2 2,1 1,9 1,7 1,6 1,4 1,2 3,0 4,1 3,8 3,6 3,4 6,

86 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 GASTOS DE P&D NAS EMPRESAS 2,80 0,91 1,33 1,30 Percentagem do PIB Referência: ,71 0,70 0,55 0,51 0,20 0,18 0,17 0,15 0,14 0,03 0,00 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook PESSOAL DEDICADO A P&D NAS EMPRESAS PER CAPITA 2,60 3,12 4,66 Pessoa dedicada em tempo integral a P&D (equivalente) por 1000 pessoas Referência: ,96 1,40 0,48 0,32 0,29 0,27 0,21 0,00 0,500 1,00 1,500 2,00 2,500 3,00 3,500 4,00 4,500 5,00 Fonte: IMD World Competitiveness Yearbook

87 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI CAPACIDADE DE INOVAÇÃO Polômia Colombia 3,3 3,3 3,2 3,5 3,5 3,5 4,1 4,1 3,9 3,7 4,5 Variável gerada a partir de respostas à pergunta: Como as empresas obtêm tecnologia no país? (1 = exclusivamente pelo licenciamento ou cópia de empresas estrangeiras; 7 = realizando pesquisa e introduzindo novos produtos e processos desenvolvidos pela empresa). Referência: , média ponderada. 3,1 3,0 2, Fonte: The Global Competitiveness Report , World Economic Forum. 85

88 COMPETITIVIDADE BRASIL VANTAGENS E DESVANTAGENS COMPETITIVAS DO BRASIL EM RELAÇÃO A CADA UM DOS 13 PAÍSES SELECIONADOS 86

89 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI 87

90 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 FATORES DE COMPETITIVIDADE disponibilidade e custo de mão de obra 9 Mi disponibilidade e custo de capital infraestrutura e logística peso dos tributos ambiente macroeconômico ambiente microeconômico Disponibilidade e custo de mão de obra 6,0 5,3 Disponibilidade e custo de capital 3,8 6,0 Infraestrutura e logística 3,8 4,4 Peso dos tributos 3,7 5,1 Ambiente macroeconômico 4,2 5,1 Ambiente microeconômico 6,9 6,9 Educação 3,0 Tecnologia e inovação 2,4 1,9 Mi 0 educação tecnologia e inovação Disponibilidade e custo de mão de obra 6,0 9 Disponibilidade e custo de capital 3,8 3,9 Infraestrutura e logística 3,8 3,7 Peso dos tributos 3,7 2,1 Ambiente macroeconômico 4,2 5,3 0 Ambiente microeconômico 6,9 5,9 Educação 3,0 Mi Tecnologia e inovação 2,4 1,4 9 Disponibilidade e custo de mão de obra 6,0 5,4 Disponibilidade e custo de capital 3,8 6,2 Infraestrutura e logística 3,8 5,2 Peso dos tributos 3,7 5,5 Ambiente macroeconômico 4,2 4,7 0 Ambiente microeconômico 6,9 7,9 Educação 3,0 7,1 Mi Tecnologia e inovação 2,4 4,4 88

91 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Mi 0 9 Disponibilidade e custo de mão de obra 6,0 5,7 Disponibilidade e custo de capital 3,8 7,0 Infraestrutura e logística 3,8 5,9 Peso dos tributos 3,7 6,5 Ambiente macroeconômico 4,2 4,8 Ambiente microeconômico 6,9 8,0 Educação 3,0 7,1 Tecnologia e inovação 2,4 4,3 Mi 0 9 Disponibilidade e custo de mão de obra 6,0 6,5 Disponibilidade e custo de capital 3,8 5,9 Infraestrutura e logística 3,8 5,0 Peso dos tributos 3,7 6,2 Ambiente macroeconômico 4,2 6,0 Ambiente microeconômico 6,9 7,0 Educação 3,0 4,1 Tecnologia e inovação 2,4 2,0 Mi 0 9 Disponibilidade e custo de mão de obra 6,0 5,7 Disponibilidade e custo de capital 3,8 6,3 Infraestrutura e logística 3,8 4,5 Peso dos tributos 3,7 5,1 Ambiente macroeconômico 4,2 5,8 Ambiente microeconômico 6,9 7,6 Educação 3,0 Tecnologia e inovação 2,4 3,6 89

92 COMPETITIVIDADE BRASIL 2012 FATORES DE COMPETITIVIDADE disponibilidade e custo de mão de obra disponibilidade e custo de capital infraestrutura e logística Disponibilidade e custo de mão de obra 6,0 6,4 Disponibilidade e custo de capital 3,8 4,7 Infraestrutura e logística 3,8 3,4 9 Mi peso dos tributos ambiente macroeconômico ambiente microeconômico Peso dos tributos 3,7 4,8 Ambiente macroeconômico 4,2 5,2 Ambiente microeconômico 6,9 6,4 Educação 3,0 Tecnologia e inovação 2,4 2,6 Mi 0 educação tecnologia e inovação Disponibilidade e custo de mão de obra 6,0 5,0 9 Disponibilidade e custo de capital 3,8 5,6 Infraestrutura e logística 3,8 6,0 Peso dos tributos 3,7 5,5 Ambiente macroeconômico 4,2 6,1 0 Ambiente microeconômico 6,9 7,4 Educação 3,0 Tecnologia e inovação 2,4 6,8 6,7 Mi Disponibilidade e custo de mão de obra 6,0 5,1 9 Disponibilidade e custo de capital 3,8 5,8 Infraestrutura e logística 3,8 6,0 Peso dos tributos 3,7 4,5 Ambiente macroeconômico 4,2 5,2 0 Ambiente microeconômico 6,9 8,2 Educação 3,0 Tecnologia e inovação 2,4 5,4 3,3 Mi 90

93 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Mi 0 9 Disponibilidade e custo de mão de obra 6,0 5,7 Disponibilidade e custo de capital 3,8 5,9 Infraestrutura e logística 3,8 3,7 Peso dos tributos 3,7 6,5 Ambiente macroeconômico 4,2 5,7 Ambiente microeconômico 6,9 7,2 Educação 3,0 Tecnologia e inovação 2,4 2,1 Mi 0 9 Disponibilidade e custo de mão de obra 6,0 6,6 Disponibilidade e custo de capital 3,8 4,9 Infraestrutura e logística 3,8 4,1 Peso dos tributos 3,7 5,1 Ambiente macroeconômico 4,2 6,0 Ambiente microeconômico 6,9 7,0 Educação 3,0 Tecnologia e inovação 2,4 2,7 1,6 Mi 0 9 G Disponibilidade e custo de mão de obra 6,0 5,1 Disponibilidade e custo de capital 3,8 5,2 Infraestrutura e logística 3,8 4,4 Peso dos tributos 3,7 4,6 Ambiente macroeconômico 4,2 6,1 Ambiente microeconômico 6,9 7,9 Educação 3,0 Tecnologia e inovação 2,4 5,0 1,9 91

COMPETITIVIDADE BRASIL COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS BRASÍLIA 2013

COMPETITIVIDADE BRASIL COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS BRASÍLIA 2013 COMPETITIVIDADE BRASIL 213 COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS BRASÍLIA 213 COMPETITIVIDADE BRASIL 213 COMPETITIVIDADE BRASIL 213 COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI

Leia mais

COMPETITIVIDADE BRASIL

COMPETITIVIDADE BRASIL COMPETITIVIDADE BRASIL 2014 COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS COMPETITIVIDADE BRASIL 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Robson Braga de Andrade Presidente Diretoria de Políticas e Estratégia

Leia mais

COMPETITIVIDADE BRASIL

COMPETITIVIDADE BRASIL COMPETITIVIDADE BRASIL 2014 COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS COMPETITIVIDADE BRASIL 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Robson Braga de Andrade Presidente Diretoria de Políticas e Estratégia

Leia mais

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES Eduardo Augusto Guimarães Maio 2012 Competitividade Brasil 2010: Comparação com Países Selecionados. Uma chamada para a ação África

Leia mais

DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS

DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS PERFIL DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS 2014 PER DA IND PERFIL DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Robson Braga de Andrade Presidente Diretoria de Políticas e Estratégia José Augusto

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: INCLUSÃO FINANCEIRA JUNHO/2012

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: INCLUSÃO FINANCEIRA JUNHO/2012 RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: INCLUSÃO FINANCEIRA JUNHO/2012 Pesquisa CNI-IBOPE CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI Presidente: Robson Braga de Andrade DIRETORIA DE POLÍTICAS E ESTRATÉGIA José

Leia mais

Estratégia tributária: caminhos para avançar a reforma

Estratégia tributária: caminhos para avançar a reforma Estratégia tributária: caminhos para avançar a reforma 2 PROPOSTAS DA INDÚSTRIA Estratégia tributária: caminhos para avançar a reforma CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI PRESIDENTE Robson Braga de

Leia mais

Agências reguladoras: iniciativas para aperfeiçoar e fortalecer

Agências reguladoras: iniciativas para aperfeiçoar e fortalecer Agências reguladoras: iniciativas para aperfeiçoar e fortalecer 18 PROPOSTAS DA INDÚSTRIA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI PRESIDENTE Robson Braga de Andrade 1º VICE-PRESIDENTE Paulo Antonio Skaf

Leia mais

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Fernando Veloso IBRE/FGV Book Launch of Surmounting the Middle Income Trap: The Main Issues for Brazil (IBRE/FGV e ILAS/CASS) Beijing, 6 de Maio

Leia mais

Inovação no Brasil nos próximos dez anos

Inovação no Brasil nos próximos dez anos Inovação no Brasil nos próximos dez anos XX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas XVIII Workshop ANPROTEC Rodrigo Teixeira 22 de setembro de 2010 30/9/2010 1 1 Inovação e

Leia mais

O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil

O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil Davi Almeida e Rodrigo Ventura Macroplan - Prospectiva, Estratégia & Gestão Artigo Publicado em: Sidney Rezende Notícias - www.srzd.com Junho de 2007 Após duas décadas

Leia mais

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI. Presidente em Exercício: Robson Braga de Andrade. Diretoria Executiva - DIREX

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI. Presidente em Exercício: Robson Braga de Andrade. Diretoria Executiva - DIREX Pesquisa CNI-IBOPE CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI Presidente em Exercício: Robson Braga de Andrade Diretoria Executiva - DIREX Diretor: José Augusto Coelho Fernandes Diretor de Operações: Rafael

Leia mais

METODOLOGIA DA PESQUISA CNI-IBOPE. 2ª Edição - Brasília 2010

METODOLOGIA DA PESQUISA CNI-IBOPE. 2ª Edição - Brasília 2010 METODOLOGIA DA PESQUISA CNI-IBOPE 2ª Edição - Brasília 2010 Versão 2.0 - Brasília - Julho/2010 METODOLOGIA DA PESQUISA CNI-IBOPE 2ª Edição - Brasília 2010 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI Presidente

Leia mais

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012 RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO Junho de 2012 Riscos e oportunidades para a indústria de bens de consumo A evolução dos últimos anos, do: Saldo da balança comercial da indústria

Leia mais

Retratos da Sociedade Brasileira: A indústria brasileira na visão da população

Retratos da Sociedade Brasileira: A indústria brasileira na visão da população 18 Retratos da Sociedade Brasileira: A indústria brasileira na visão da população CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Presidente: Robson Braga de Andrade DIRETORIA DE POLÍTICAS E ESTRATÉGIA José Augusto

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

NOTA METODOLÓGICA COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL

NOTA METODOLÓGICA COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL NOTA METODOLÓGICA COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL Versão 1.0 - Brasília - Novembro/2011 NOTA METODOLÓGICA COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI Robson Braga de

Leia mais

DECOMTEC ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES IC-FIESP 2014. José Ricardo Roriz Coelho

DECOMTEC ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES IC-FIESP 2014. José Ricardo Roriz Coelho Departamento de Competitividade e Tecnologia ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES E OS FATORES-CHAVE PARA O BRASIL AVANÇAR EM COMPETITIVIDADE IC-FIESP 14 José Ricardo Roriz Coelho PARTE II Novembro

Leia mais

Retratos da Sociedade Brasileira: Educação a Distância

Retratos da Sociedade Brasileira: Educação a Distância 15 Retratos da Sociedade Brasileira: Educação a Distância CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Presidente: Robson Braga de Andrade DIRETORIA DE POLÍTICAS E ESTRATÉGIA José Augusto Coelho Fernandes Diretor

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

FORUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO

FORUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO FORUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO Educação Profissional e Tecnológica Sergio Moreira BRASIL ÍNDICE GLOBAL DE COMPETITIVIDADE 2013/2014 Ranking Global de Competitividade BRICS: 2006 a 2013 Brasil ficou em 56º

Leia mais

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 Retratos da Sociedade Brasileira: Problemas e Prioridades do Brasil para 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA

Leia mais

98,3% 90,3% 64,2% 38% 63,3% 3º trimestre/2014. das empresas avaliaram o sistema 80,7% tributário brasileiro qualitativamente como ruim ou muito ruim.

98,3% 90,3% 64,2% 38% 63,3% 3º trimestre/2014. das empresas avaliaram o sistema 80,7% tributário brasileiro qualitativamente como ruim ou muito ruim. 3º trimestre/2014 das empresas avaliaram o sistema 80,7% tributário brasileiro qualitativamente como ruim ou muito ruim. 98,3% 90,3% 64,2% 38% 63,3% das indústrias gaúchas avaliam que o número de tributos

Leia mais

Indicadores CNI ISSN 2317-7012 Ano 5 Número 4 Dezembro de 2015. Pesquisa CNI-Ibope AVALIAÇÃO DO GOVERNO. Dezembro / 2015

Indicadores CNI ISSN 2317-7012 Ano 5 Número 4 Dezembro de 2015. Pesquisa CNI-Ibope AVALIAÇÃO DO GOVERNO. Dezembro / 2015 Indicadores CNI ISSN 237-702 Ano 5 Número 4 Dezembro de 205 Pesquisa CNI-Ibope AVALIAÇÃO DO GOVERNO Dezembro / 205 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI Presidente: Robson Braga de Andrade DIRETORIA

Leia mais

REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E AS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS: 2010-2014

REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E AS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS: 2010-2014 NOTAS CEMEC 01/2015 REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E AS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS: 2010-2014 Carlos A. Rocca Lauro Modesto Santos Jr. Fevereiro de 2015 1 1. Introdução No Estudo Especial CEMEC de novembro

Leia mais

Política de Conteúdo Local na Cadeia de Petróleo e Gás

Política de Conteúdo Local na Cadeia de Petróleo e Gás Política de Conteúdo Local na Cadeia de Petróleo e Gás: Uma visão sobre a evolução do instrumento e a percepção das empresas investidoras e produtoras de bens Março de 2012 1 Política de Conteúdo Local

Leia mais

DR.ª JUDITE CORREIA LISBOA, PORTUGAL 21 DE OUTUBRO DE 2011 4º CONGRESSO NACIONAL DOS ECONOMISTAS

DR.ª JUDITE CORREIA LISBOA, PORTUGAL 21 DE OUTUBRO DE 2011 4º CONGRESSO NACIONAL DOS ECONOMISTAS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA: DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO, RELAÇÕES E PARCERIAS 1 DR.ª JUDITE CORREIA LISBOA, PORTUGAL 21 DE OUTUBRO DE 2011 4º CONGRESSO NACIONAL DOS ECONOMISTAS 1. Introdução 2 2. Diagnóstico

Leia mais

INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA

INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA Informativo da Confederação Nacional da Indústria Ano 5 Número 01 janeiro de 2014 www.cni.org.br Intenção de investimentos para 2014 é a menor desde 2010 Investimentos em 2013

Leia mais

FALTA DE TRABALHADOR QUALIFICADO NA INDÚSTRIA. Falta de trabalhador qualificado reduz a competitividade da indústria

FALTA DE TRABALHADOR QUALIFICADO NA INDÚSTRIA. Falta de trabalhador qualificado reduz a competitividade da indústria SONDAGEM ESPECIAL INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E EXTRATIVA Ano 3 Número 1 ISSN 2317-7330 outubro de www.cni.org.br FALTA DE TRABALHADOR QUALIFICADO NA INDÚSTRIA Falta de trabalhador qualificado reduz a competitividade

Leia mais

PROPOSTAS DA INDÚSTRIA PARA AS ELEIÇÕES 2014

PROPOSTAS DA INDÚSTRIA PARA AS ELEIÇÕES 2014 PROPOSTAS DA INDÚSTRIA PARA AS ELEIÇÕES 2014 Propostas para os candidatos Desde as eleições de 1994, a CNI apresenta à sociedade e aos candidatos sugestões para melhorar o desempenho da economia. Propostas

Leia mais

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico.

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico. Síntese APRESENTAÇÃO O Relatório da Competitividade é elaborado anualmente, com o objectivo de monitorizar a evolução de um conjunto de indicadores ( Carteira de Indicadores ) em Portugal e a sua comparação

Leia mais

Indicadores CNI ISSN 2317-7012 Ano 5 Número 1 Março de 2015. Pesquisa CNI-Ibope AVALIAÇÃO DO GOVERNO. Março / 2015

Indicadores CNI ISSN 2317-7012 Ano 5 Número 1 Março de 2015. Pesquisa CNI-Ibope AVALIAÇÃO DO GOVERNO. Março / 2015 Indicadores CNI ISSN 217-7012 Ano 5 Número 1 Março de 2015 Pesquisa CNI-Ibope AVALIAÇÃO DO GOVERNO Março / 2015 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI Presidente: Robson Braga de Andrade DIRETORIA DE

Leia mais

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS 1 Questão: Considere uma economia na qual os indivíduos vivem por dois períodos. A população é constante e igual a N. Nessa economia

Leia mais

PANORAMA MUNDIAL DA EDUCAÇÃO E O BRASIL: CENÁRIOS E PERSPECTIVAS

PANORAMA MUNDIAL DA EDUCAÇÃO E O BRASIL: CENÁRIOS E PERSPECTIVAS PANORAMA MUNDIAL DA EDUCAÇÃO E O BRASIL: CENÁRIOS E PERSPECTIVAS Márcio de Souza Pires, Dr.¹ A educação mundial é fortemente analisada e acompanhada por importantes instituições, em busca de avanços no

Leia mais

ROSÁRIO MARQUES Internacionalizar para a Colômbia Encontro Empresarial GUIMARÃES 19/09/2014

ROSÁRIO MARQUES Internacionalizar para a Colômbia Encontro Empresarial GUIMARÃES 19/09/2014 ROSÁRIO MARQUES Internacionalizar para a Colômbia Encontro Empresarial GUIMARÃES 19/09/2014 REPÚBLICA DA COLÔMBIA POPULAÇÃO 48 Milhões SUPERFÍCIE 1.141.748 Km2 CAPITAL Bogotá 7,3 milhões PRINCIPAIS CIDADES

Leia mais

NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO 2010-2014

NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO 2010-2014 NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO 2010-2014 Março 2015 1 NOTA CEMEC 03/2015 SUMÁRIO Os dados de Contas Nacionais atualizados até o terceiro trimestre de 2014 revelam a continuidade da

Leia mais

Construção encerra o ano em ritmo fraco

Construção encerra o ano em ritmo fraco SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Informativo da Confederação Nacional da Indústria Ano 4 Número 12 Dezembro de 2013 www.cni.org.br ISSN 2317-7322 Destaques ANÁLISE ECONÔMICA Dificuldade no acesso ao crédito

Leia mais

Maioria das empresas já adota ou pretende adotar medidas que contribuem para o controle das emissões

Maioria das empresas já adota ou pretende adotar medidas que contribuem para o controle das emissões Ano 7 Número 05 dezembro de 2009 www.cni.org.br Mudança Climática Maioria das empresas já adota ou pretende adotar medidas que contribuem para o controle das emissões 97% das empresas industriais têm conhecimento

Leia mais

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar AGENDA BAHIA Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar Além das reformas tributária e trabalhista, país precisa investir em infraestrutura eficaz, na redução do custo da energia

Leia mais

POLÍTICA FISCAL E DÍVIDA PÚBLICA O difícil caminho até o Grau de Investimento Jedson César de Oliveira * Guilherme R. S.

POLÍTICA FISCAL E DÍVIDA PÚBLICA O difícil caminho até o Grau de Investimento Jedson César de Oliveira * Guilherme R. S. POLÍTICA FISCAL E DÍVIDA PÚBLICA O difícil caminho até o Grau de Investimento Jedson César de Oliveira * Guilherme R. S. Souza e Silva ** Nos últimos anos, tem crescido a expectativa em torno de uma possível

Leia mais

SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÃO BALANÇO 2012 E PERSPECTIVAS 2013

SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÃO BALANÇO 2012 E PERSPECTIVAS 2013 SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÃO BALANÇO 2012 E PERSPECTIVAS 2013 AGUINALDO DINIZ FILHO PRESIDENTE DO CONSELHO DA ABIT JANEIRO DE 2013 ESTRUTURA DA CADEIA PRODUTIVA E DE DISTRIBUIÇÃO TÊXTIL E DE CONFECÇÃO INFOGRÁFICO

Leia mais

Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda

Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal Brasília, 22 de maio de 2012 1 A situação da economia internacional

Leia mais

Construção intensifica insatisfação com a situação financeira

Construção intensifica insatisfação com a situação financeira SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Informativo da Confederação Nacional da Indústria Ano 5 Número 3 Março de 2014 www.cni.org.br ISSN 2317-7322 Destaques ANÁLISE ECONÔMICA Piora na situação financeira é

Leia mais

INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA

INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA Indicadores CNI INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA Momento difícil da indústria se reflete nos investimentos Intenção de investimento para 2015 é a menor da pesquisa Em 2014, 71,8% das empresas investiram 7,9

Leia mais

Recursos humanos para inovação: engenheiros e tecnólogos

Recursos humanos para inovação: engenheiros e tecnólogos Recursos humanos para inovação: engenheiros e tecnólogos 20 PROPOSTAS DA INDÚSTRIA Recursos humanos para inovação: engenheiros e tecnólogos CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI PRESIDENTE Robson Braga

Leia mais

Pisa 2012: O que os dados dizem sobre o Brasil

Pisa 2012: O que os dados dizem sobre o Brasil Pisa 2012: O que os dados dizem sobre o Brasil A OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) divulgou nesta terça-feira os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos,

Leia mais

FGO E FGI. Fundos Garantidores de Risco de Crédito COMO AS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS PODEM SE BENEFICIAR

FGO E FGI. Fundos Garantidores de Risco de Crédito COMO AS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS PODEM SE BENEFICIAR FGO E FGI Fundos Garantidores de Risco de Crédito COMO AS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS PODEM SE BENEFICIAR Brasília, 2013 BRASÍLIA, 2013 FGO E FGI Fundos Garantidores de Risco de Crédito COMO AS MICRO,

Leia mais

Empresas de Minas diminuem investimento

Empresas de Minas diminuem investimento Ano 5 Nº 1 JANEIRO 2015 Empresas de Minas diminuem investimento No ano de 2014 mais da metade das empresas mineiras realizaram investimentos, no entanto, desde o início da pesquisa em 2010, o percentual

Leia mais

Indicadores CNI ISSN 2317-7012 Ano 5 Número 2 Junho de 2015. Pesquisa CNI-Ibope AVALIAÇÃO DO GOVERNO. Junho / 2015

Indicadores CNI ISSN 2317-7012 Ano 5 Número 2 Junho de 2015. Pesquisa CNI-Ibope AVALIAÇÃO DO GOVERNO. Junho / 2015 Indicadores CNI ISSN 217-7012 Ano 5 Número 2 Junho de 2015 Pesquisa CNI-Ibope AVALIAÇÃO DO GOVERNO Junho / 2015 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI Presidente: Robson Braga de Andrade DIRETORIA DE

Leia mais

Universidade de Coimbra Faculdade de Direito. Crise do Estado Fiscal, Competitividade e Bem-Estar Social

Universidade de Coimbra Faculdade de Direito. Crise do Estado Fiscal, Competitividade e Bem-Estar Social Universidade de Coimbra Faculdade de Direito Crise do Estado Fiscal, Competitividade e Bem-Estar Social Eduardo Molan Gaban Sócio das áreas de Direito Antitruste e Comércio Internacional de Machado Associados

Leia mais

27.03.12. Paulo Safady Simão Presidente da CBIC

27.03.12. Paulo Safady Simão Presidente da CBIC 27.03.12 Paulo Safady Simão Presidente da CBIC REPRESENTANTE NACIONAL E INTERNACIONAL DAS ENTIDADES EMPRESARIAIS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E DO MERCADO IMOBILIÁRIO SINDICATOS, ASSOCIAÇÕES E CÂMARAS 62

Leia mais

IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL

IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL Brasília, Novembro/ 2013 Unidade de Políticas Públicas NOTA TÉCNICA IMPACTOS DAS DISTORÇOES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL Este estudo

Leia mais

Investimento internacional. Fluxos de capitais e reservas internacionais

Investimento internacional. Fluxos de capitais e reservas internacionais Investimento internacional Fluxos de capitais e reservas internacionais Movimento internacional de fatores Determinantes da migração internacional: diferencial de salários; possibilidades e condições do

Leia mais

FCO, FNE e FNO Fundos Constitucionais de Financiamento

FCO, FNE e FNO Fundos Constitucionais de Financiamento FCO, FNE e FNO Fundos Constitucionais de Financiamento Como as micro, pequenas e médias empresas podem se beneficiar Brasília 2011 2011. CNI Confederação Nacional da Indústria. Qualquer parte desta obra

Leia mais

ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS ECONÔMICOS E SOCIAIS. IETS Instituto de Estudos de Trabalho e Sociedade

ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS ECONÔMICOS E SOCIAIS. IETS Instituto de Estudos de Trabalho e Sociedade ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS ECONÔMICOS E SOCIAIS Uma proposta de trabalho para apresentação ao SESC Serviço Social do Comércio Preparada pelo IETS Instituto de Estudos de Trabalho e Sociedade Maurício Blanco

Leia mais

COMPETITIVIDADE NO SETOR FLORESTAL

COMPETITIVIDADE NO SETOR FLORESTAL COMPETITIVIDADE NO SETOR FLORESTAL 15/03/2012 Joésio D. P. Siqueira Vice-Presidente STCP 1/29 A STCP Conquistas recentes Clientes de 38 países das Américas, África, Europa, Ásia e Oceania 17 escritórios

Leia mais

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE AUMENTAR O INVESTIMENTO PRIVADO EM P&D ------------------------------------------------------- 3 1. O QUE É A PDP? ----------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO Fórum do Planalto 03/07/2008

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO Fórum do Planalto 03/07/2008 INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO Fórum do Planalto 03/07/2008 O momento e as tendências Fundamentos macroeconômicos em ordem Mercados de crédito e de capitais em expansão Aumento do emprego

Leia mais

Indicadores de Desempenho Julho de 2014

Indicadores de Desempenho Julho de 2014 Alguns fatores contribuiram para acentuar a desaceleração da produção industrial, processo que teve início a partir de junho de 2013 como pode ser observado no gráfico nº 1. A Copa do Mundo contribuiu

Leia mais

Por que Serviços? Serviços (% PIB) - eixo da esquerda PIB per capita ($ de 2005) - eixo da direita

Por que Serviços? Serviços (% PIB) - eixo da esquerda PIB per capita ($ de 2005) - eixo da direita Por que Serviços? Jorge Arbache 1 Bens e serviços estão se combinando por meio de uma relação cada vez mais sinergética e simbiótica para formar um terceiro produto que nem é um bem industrial tradicional,

Leia mais

Efeitos não se restringem a financiamento. das empresas consultadas se dizem impactadas pela crise. afirmaram que seus investimentos foram afetados

Efeitos não se restringem a financiamento. das empresas consultadas se dizem impactadas pela crise. afirmaram que seus investimentos foram afetados Ano 1 Número 01 novembro de 2008 www.cni.org.br Crise financeira internacional Efeitos não se restringem a financiamento A crise financeira internacional já se faz sentir na economia brasileira. Praticamente

Leia mais

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Yoshiaki Nakano Escola de Economia de São Paulo Fundação Getulio Vargas 26 de Abril de 2006 Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil A Base do Novo

Leia mais

Dificuldade no acesso ao crédito é disseminada na construção

Dificuldade no acesso ao crédito é disseminada na construção SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Informativo da Confederação Nacional da Indústria Ano 5 Número 6 Junho de 2014 www.cni.org.br ISSN 2317-7322 Destaques ANÁLISE ECONÔMICA Falta de crédito dificulta recuperação

Leia mais

Pesquisa. Os Problemas da Empresa Exportadora Brasileira 2008. Entraves e Prioridades

Pesquisa. Os Problemas da Empresa Exportadora Brasileira 2008. Entraves e Prioridades Pesquisa Os Problemas da Empresa Exportadora Brasileira 2008 Entraves e Prioridades Renato Fonseca Brasília, 1 de outubro de 2008 Apresentação 1. Amostra 2. Entraves à expansão das exportações 3. Tributação

Leia mais

SONDAGEM DA CONSTRUÇÃO CIVIL

SONDAGEM DA CONSTRUÇÃO CIVIL SONDAGEM DA CONSTRUÇÃO CIVIL Informativo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Ano 2 Número 3 março de 2011 www.cni.org.br Destaques ANÁLISE ECONÔMICA Construção civil: um novo cenário à frente Pág.

Leia mais

63 ESPECIAL SONDAGEM

63 ESPECIAL SONDAGEM Indicadores CNI SONDAGEM 63 ESPECIAL Tributação Indústria reprova sistema tributário brasileiro Número elevado de tributos, complexidade e instabilidade de regras lideram as avaliações negativas A tributação

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 Educação e Sustentabilidade Tatiana Feitosa de Britto A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) tem como tema o futuro que queremos,

Leia mais

Avaliação de Conhecimentos. Macroeconomia

Avaliação de Conhecimentos. Macroeconomia Workshop de Macroeconomia Avaliação de Conhecimentos Específicos sobre Macroeconomia Workshop - Macroeconomia 1. Como as oscilações na bolsa de valores impactam no mercado imobiliário? 2. OquemoveoMercadoImobiliário?

Leia mais

A Carga Tributária para a Indústria de Transformação

A Carga Tributária para a Indústria de Transformação nº 01 A A Indústria de Transformação brasileira deve encerrar 2014 com mais um resultado negativo para a produção, ratificando o quadro de baixa atividade fabril que caracterizou últimos quatro anos, período

Leia mais

Educação para o Desenvolvimento

Educação para o Desenvolvimento Educação para o Desenvolvimento FIESC Jornada pela Inovação e Competitividade Florianópolis, 19 de julho de 2012 gustavo.ioschpe@g7investimentos.com.br gioschpe A Educação no Brasil 74% da população brasileira

Leia mais

Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014

Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 1 Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 Brasil: Fundamentos Macroeconômicos (1) Reservas International

Leia mais

SONDAGEM ESPECIAL 72% 88% 54% 55% Prazo médio das operações se amplia, mas dificuldades persistem CRÉDITO DE CURTO PRAZO

SONDAGEM ESPECIAL 72% 88% 54% 55% Prazo médio das operações se amplia, mas dificuldades persistem CRÉDITO DE CURTO PRAZO Ano 7 Número 04 setembro de 2009 www.cni.org.br CRÉDITO DE CURTO PRAZO Prazo médio das operações se amplia, mas dificuldades persistem 72% das grandes empresas utilizam mais os bancos privados nacionais

Leia mais

Fase 2 (setembro 2012) Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012

Fase 2 (setembro 2012) Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012 Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012 Apresentação A sondagem Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário 2012 Fase 2 apresenta a visão do empresário do transporte

Leia mais

Brasil: Potência ou Colônia? Uma reflexão necessária...

Brasil: Potência ou Colônia? Uma reflexão necessária... Brasil: Potência ou Colônia? Uma reflexão necessária... Sede Nacional Sede Nacional - SP Fundação: 1937 - origem em um sindicato têxtil; Possui 1.500 empresas associadas e representa 4,5 mil empresas;

Leia mais

Resultados 1T07 10 de maio de 2007

Resultados 1T07 10 de maio de 2007 PUBLICIDADE CAIXA CRESCEU 102% BASE DE ASSINANTES BANDA LARGA CRESCEU 32% São Paulo, O UOL (BOVESPA: UOLL4) anuncia hoje os resultados do 1T07. As demonstrações financeiras da Companhia são elaboradas

Leia mais

RELATÓRIO TRIMESTRAL DE FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL. Abril 2015

RELATÓRIO TRIMESTRAL DE FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL. Abril 2015 RELATÓRIO TRIMESTRAL DE FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL Abril 2015 Equipe Técnica: Diretor: Carlos Antônio Rocca Superintendente: Lauro Modesto Santos Jr. Analistas: Elaine Alves Pinheiro e Fernando

Leia mais

NFSP (% PIB) ' 8. indexador: dezembro (%) 9. produto potencial (% a.a.) 15. idade (%) 24. anual (%) 24

NFSP (% PIB) ' 8. indexador: dezembro (%) 9. produto potencial (% a.a.) 15. idade (%) 24. anual (%) 24 Sumário de tabelas TABELA 1.1 Taxas de crescimento - médias por período (% a.a.) 5 TABELA 1.2 Indicadores sociais 6 TABELA 1.3 Brasil - Dívida externa - fim de período (US$ bilhões) 7 TABELA 1.4 Necessidades

Leia mais

Balanço de Pagamentos

Balanço de Pagamentos Balanço de Pagamentos Agosto/2015 22 de setembro de 2015 Resumo dos Resultados Em agosto de 2015, o déficit em Transações Correntes foi de US$ 2,5 bilhões, resultado superior ao observado em agosto de

Leia mais

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 3 } 1. INTRODUÇÃO: PARQUE TECNOLÓGICO CAPITAL DIGITAL - PTCD Principal polo de desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Distrito Federal, o PTCD

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Indicadores sócio-econômicos. Campos Gerais. Paraná.

PALAVRAS-CHAVE Indicadores sócio-econômicos. Campos Gerais. Paraná. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( x ) TRABALHO

Leia mais

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 12 Páginas Sem figuras nem imagens, Entrelinha

Leia mais

MARKETING INTERNACIONAL

MARKETING INTERNACIONAL MARKETING INTERNACIONAL Produtos Ecologicamente Corretos Introdução: Mercado Global O Mercado Global está cada dia mais atraente ás empresas como um todo. A dinâmica do comércio e as novas práticas decorrentes

Leia mais

Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Março 2005

Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Março 2005 Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Março 2005 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Abril de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março de 2015... 5 3.

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: QUALIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS E TRIBUTAÇÃO MARÇO/2011

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: QUALIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS E TRIBUTAÇÃO MARÇO/2011 RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: QUALIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS E TRIBUTAÇÃO MARÇO/2011 Pesquisa CNI-IBOPE CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI Presidente: Robson Braga de Andrade Diretoria Executiva

Leia mais

1 (V) 1 Usualmente assume-se que as empresas agem de forma a maximizar suas utilidades

1 (V) 1 Usualmente assume-se que as empresas agem de forma a maximizar suas utilidades CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE TURISMO DISCIPLINA: ECONOMIA DO TURISMO (ECTX2) Questões para revisão Nome completo: 1 (V) 1 Usualmente assume-se que as empresas agem de forma a maximizar suas

Leia mais

Qualidade do Sistema Tributário é considerada muito ruim

Qualidade do Sistema Tributário é considerada muito ruim Qualidade do Sistema Tributário é considerada muito ruim O empresário industrial paraibano avalia como muito ruim quatro das sete variáveis investigadas quanto à qualidade do sistema tributário brasileiro.

Leia mais

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos Economia e Mercado Aula 4 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Oscilações dos níveis de produção e emprego Oferta e demanda agregadas Intervenção do Estado na economia Decisão de investir Impacto da

Leia mais

O indicador do clima econômico piorou na América Latina e o Brasil registrou o indicador mais baixo desde janeiro de 1999

O indicador do clima econômico piorou na América Latina e o Brasil registrou o indicador mais baixo desde janeiro de 1999 14 de maio de 2014 Indicador IFO/FGV de Clima Econômico da América Latina¹ O indicador do clima econômico piorou na América Latina e o Brasil registrou o indicador mais baixo desde janeiro de 1999 O indicador

Leia mais

Gráfico nº 1 - Variação do Nível de Atividade 1T/08-1T/07 Elaboração Núcleo de Pesquisa Industrial da FIEA 52,08

Gráfico nº 1 - Variação do Nível de Atividade 1T/08-1T/07 Elaboração Núcleo de Pesquisa Industrial da FIEA 52,08 Resumo Executivo A Sondagem Industrial procura identificar a percepção dos empresários sobre o presente e as expectativas sobre o futuro. Os dados apresentados servem como parâmetro capaz de mensurar o

Leia mais

Cenário Econômico e Produtividade

Cenário Econômico e Produtividade Cenário Econômico e Produtividade junho/2015 Prof. José Pio Martins Economista Reitor da Universidade Positivo Introdução Missões do gestor Gerenciar o dia a dia Preparar a organização para o futuro Dar

Leia mais

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012 Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios Curitiba, 20 de novembro de 2012 PBM: Dimensões Dimensão Estruturante: diretrizes setoriais

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: SAÚDE PÚBLICA JANEIRO/2012

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: SAÚDE PÚBLICA JANEIRO/2012 RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: SAÚDE PÚBLICA JANEIRO/2012 Pesquisa CNI-IBOPE CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI Robson Braga de Andrade Presidente Diretoria Executiva - DIREX José Augusto Coelho

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Fevereiro de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Fevereiro de 2015...

Leia mais

Seus serviços vão além das fronteiras?

Seus serviços vão além das fronteiras? Seus serviços vão além das fronteiras? Negócios Internacionais Oportunidades para o setor de serviços Globalização Transformações de ordem política, econômica e cultural mundial Mais intensidade nas últimas

Leia mais

Seminário O Público e o Privado na Saúde. Mesa: Políticas e Estratégias Governamentais de Regulação

Seminário O Público e o Privado na Saúde. Mesa: Políticas e Estratégias Governamentais de Regulação Seminário O Público e o Privado na Saúde Mesa: Políticas e Estratégias Governamentais de Regulação Tema: O Mais Saúde (PAC Saúde) e as Políticas Sistêmicas de Investimentos Setoriais Pedro Ribeiro Barbosa

Leia mais