PAULO GIL MARTINS COMANDANTE OPERACIONAL NACIONAL DA AUTORIDADE NACIONAL DE PROTECÇÃO CIVIL SISTEMA PROTECÇÃO CIVIL

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1 COMANDANTE OPERACIONAL NACIONAL DA AUTORIDADE NACIONAL DE PAULO GIL MARTINS 1

2 A Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes, abrange: Superfície km População População % total 28 Concelhos 26 Freguesias 281 Edifícios Alojamentos familiares Economia % PIB 45 2

3 DANOS PREVISIVEIS Pessoas afectadas < Mortos e feridos graves Rede eléctrica Rede gás Rede telecomunicações < 3% das pessoas afectadas Forte afectação Colapso de alguns troços 10 a 20 % da rede Parque edificado não habitacional Danos moderados 3

4 DIRECTOR DO PLANO Ministro da Administração Interna ou por delegação Secretário de Estado da Protecção Civil O Director do Plano assegura a direcção e coordenação do PEERS e das medidas excepcionais de emergência, com vista a minimizar a perda de vidas, bens e agressões ao ambiente, assim como o restabelecimento das condições mínimas de normalidade, logo que possível. 4

5 INTENÇÃO DO DIRECTOR DO PLANO Garantir a activação do Plano; Criar as condições favoráveis ao empenhamento rápido, eficiente e coordenado de todos os meios e recursos nacionais ou resultantes de apoio internacional solicitado; Apoiar a direcção, comando e conduta das operações de protecção civil e socorro de nível nacional, distrital e municipal, através dos respectivos Governadores Civis, Presidentes das Câmaras Municipais e Centros de Coordenação Operacional; Prever a utilização de medidas de carácter excepcional decorrentes da lei, destinadas a repor a normalidade das condições de vida nas áreas geográficas afectadas pela situação de emergência; Garantir o desenvolvimento de acções de informação e formação dos cidadãos, em matéria de auto protecção e de colaboração com as autoridades. 5

6 O DE O DE COORDENAÇÃO INSTITUCIONAL TEM 3 NÍVEIS VERTICAIS COMANDO, CONTROLO, COMUNICAÇÕES E INFORMAÇÕES TEM 3 NÍVEIS VERTICAIS OS 26 MUNICÍPIOS INTEGRANTES DO PLANO SÃO AGRUPADOS EM ZONAS 6

7 CADA MUNICIPIO CONSTITUI-SE COMO UM ÚNICO TEATRO DE OPERAÇÕES CADA MUNICIPIO INSTALA UM ÚNICO POSTO DE COMANDO CADA MUNICIPIO TERÁ UMA ORGANIZAÇÃO OPERACIONAL DE ACORDO COM O PEERS E COM O SEU PRÓPRIO PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA 7

8 CENTROS COORDENAÇÃO OPERACIONAL Célula Resposta Operacional CEROP Célula Resposta Técnica Imediata CERTIM Célula Resposta Técnica Sustentada CERTES Os CCO são responsáveis pela gestão da participação operacional de cada força ou serviço nas operações de socorro e asseguram que todas as entidades e instituições de âmbito nacional se articulam entre si, garantindo os meios considerados adequados à gestão da ocorrência. RESPONSÁVEL CCON MAJ. GEN. ARNALDO CRUZ PRES ANPC Avaliar a situação, propor a activação do Plano ao Director do Plano e garantir a activação do Centro Táctico de Comando. Garantir a activação e coordenar o CCON, assegurar a permanente articulação com o nível político, nomeadamente com o Director do Plano e com a CNPC. Garantir a mobilização e treino do pessoal, das comunicações e dos procedimentos operacionais através da realização de exercícios de simulação da ocorrência de um evento sísmico de cariz nacional a ser realizado de dois em dois anos. 8

9 CENTROS COORDENAÇÃO OPERACIONAL Célula Resposta Operacional CEROP COORDENADOR DA CEROP ADON MIGUEL CRUZ - CNOS A CEROP é responsável pela prestação do apoio operacional solicitado no quadro das acções de resposta, cabendo-lhe, através das entidades que a compõem, mobilizar os recursos humanos e técnicos necessários às mesmas. 9

10 CENTRO COORDENAÇÃO OPERACIONAL Célula Resposta Técnica Imediata CERTIM COORDENADOR DA CERTIM ENG PATRICIA PIRES - DNPE A CERTIM é responsável pela prestação do apoio técnico específico solicitado no âmbito das operações de emergência. Este apoio pode traduzir-se na mobilização de meios e equipamento mas também de peritos. 10

11 CENTROS COORDENAÇÃO OPERACIONAL Célula Resposta Técnica Sustentada CERTES COORDENADOR DA CERTES ENG CARLOS MENDES - DNPE A CERTES é responsável pela prestação do apoio técnico específico no âmbito das acções de resposta em curso. Este apoio pode traduzir-se na mobilização de meios e equipamento mas também de peritos. 11

12 CENTRO COORDENAÇÃO OPERACIONAL NACIONAL Célula Resposta Operacional CEROP Célula Resposta Técnica Imediata CERTIM Célula Resposta Técnica Sustentada CERTES CB GNR PSP FA DGAM INAC INEM CVP EMA APAMBIENTE AUT SAUDE ARS LVT EDP IM INETI INML ITGAS LNEC MIN PUBLICO OP. MÓVEIS PJ PT REN GAS SEF SEG SOCIAL ANA CNE CNPCE EPAL MNE NAV SOFLUSA TRANSTEJO LUSOPONTE OUTRAS 12

13 CENTRO COORDENAÇÃO OPERACIONAL DISTRITAL Célula Resposta Operacional CEROP Célula Resposta Técnica Imediata CERTIM Célula Resposta Técnica Sustentada CERTES CB GNR PSP FA CVP ARS EDP PJ SEF REN GAS PT SEG SOCIAL OUTRAS CNE OUTRAS Nos PCDis e PCMun Lx deverão estar representadas as entidades que tenham meios envolvidos nas operações de resposta do respectivo distrito ou Município e na medida das suas possibilidades. As entidades podem variar de acordo com os cenários. 13

14 CENTRO TÁCTICO COMANDO RESPONSÁVEL CETAC Célula Operações Célula Planeament o Análise Risco e Avaliação Danos Célula Logística Célula Comunicaçõ es Célula Finanças CONAC GIL MARTINS - CNOS O CETAC é o órgão director das operações, destinado a apoiar o CONAC na preparação das decisões e na articulação dos meios na Zona de Intervenção, assegurando: Recolha e tratamento operacional das informações; Preparação das acções a desenvolver; Formulação e transmissão de ordens, directrizes e pedidos; Controlo da execução das ordens; Manutenção das capacidades operacionais dos meios empregues; Gestão dos meios de reserva. Ao CONAC compete garantir o funcionamento do CETAC, a operatividade e a articulação com todos os agentes de protecção civil, assegurando o comando operacional das operações de socorro, o comando operacional integrado de todos os corpos de bombeiros, e a coordenação, direcção estratégica e gestão de todas as operações de protecção civil. 14

15 CENTRO TÁCTICO COMANDO Célula Operações COORDENADOR DE CÉLULA ADON PATRICIA GASPAR - CNOS Implementar o PEERS-AML Colocar os meios, com base nos objectivos e prioridades definidos; Controlar as ZRR e ZCR de nível nacional e Internacional; Avaliar continuamente a evolução da ocorrência e os progressos obtidos para a sua resolução; Gerir os meios aéreos postos á disposição do CETAC; Articular as operações combinadas entre os meios aéreos e os meios terrestres; Providenciar a segurança individual; Determinar necessidades adicionais e propor a requisição de meios. 15

16 CENTRO TÁCTICO COMANDO Célula Operações COORDENADOR DE CÉLULA ADON PATRICIA GASPAR - CNOS Obter informação permanente sobre a situação da ocorrência, localização dos meios já empenhados na operação e dos recursos disponíveis; Atribuir aos PCDis e PCMun Lx os meios necessários, de acordo com o PEERS-AML; Determinar ou tomar conhecimento das necessidades de meios e recursos adicionais e propor a sua requisição; Informar da disponibilidade dos meios e recursos na ZI; Informar as ocorrências especiais verificadas na ZI; Garantir as informações disponíveis aos representantes das outras entidades; Assegurar a realização regular de briefings operacionais com os coordenadores de todas as células do CETAC e CCON. 16

17 CENTRO TÁCTICO COMANDO Célula Planeamento Análise Risco e Avaliação Danos COORDENADOR DE CÉLULA ENG HENRIQUE VICENCIO - DNPE Obter o POSIT inicial sobre a situação e localização dos meios e recursos; Implementar, ao nível do CETAC o PEERS-AML, estabelecendo objectivos para o controlo da situação; Manter actualizadas as informações sobre a situação dos meios e pessoal; Avaliar a estratégia em curso e planear as operações, de acordo com o CONAC; Coordenar a actividade com todas as entidades que colaboram no planeamento; Avaliar as prioridades, factores críticos específicos e a segurança global; Prever a necessidade de mais meios; Prever a necessidade de técnicos especializados; Elaborar o plano de tráfego, assinalando os itinerários de penetração no TO; 17

18 CENTRO TÁCTICO COMANDO Célula Planeamento Análise Risco e Avaliação Danos COORDENADOR DE CÉLULA ENG HENRIQUE VICENCIO - DNPE Garantir a recolha de informações meteorológicas ou outras de âmbito técnico cientifico; Identificar a necessidade de aplicação de meios ou recursos especializados; Obter todos os dados para a análise de risco e avaliação de danos; Identificar e registar potenciais perigos; Verificar o cumprimento das normas de segurança e o uso de equipamento de protecção individual; Verificar todos os acidentes com o pessoal; Manter todos os registos e documentos da operação; Manter a lista dos representantes, contactos e ligações das várias entidades; Elaborar o plano de desmobilização. 18

19 CENTRO TÁCTICO COMANDO Célula Logística COORDENADOR DE CÉLULA ADON ANTONIO GUALDINO - CNOS Obter o POSIT inicial sobre a situação, meios e recursos envolvidos; Elaborar o plano logístico que inclui a alimentação, os combustíveis, os abastecimentos, os serviços e material de apoio às operações; Obter o fornecimento de combustíveis; Garantir a assistência e reparação urgente de viaturas e equipamentos; Identificar os serviços e requisitos de suporte ao desenvolvimento das operações logísticas; Coordenar e proceder à requisição de recursos adicionais ao plano estabelecido; Considerar a necessidade da elaboração ou não de um plano de assistência médica; Solicitar a mobilização de equipamento especializado; Coordenar as rendições de pessoal; Satisfazer quaisquer outras necessidades logísticas conforme pedido pelo CONAC; Tomar conhecimento do plano de desmobilização e articulá-lo com o plano logístico. 19

20 CENTRO TÁCTICO COMANDO Célula Comunicações COORDENADOR DE CÉLULA ENG JOSÉ OLIVEIRA - DNRPC Obter o POSIT inicial sobre a situação, meios e recursos envolvidos; Preparar e implementar o plano de Comunicações; Garantir o efectivo exercício das funções de comando e controlo; Identificar os serviços e requisitos de suporte ao desenvolvimento das comunicações; Coordenar e proceder à requisição de recursos adicionais ao plano estabelecido; Solicitar a mobilização de equipamento especializado; Garantir a redução/eliminação do tráfego não essencial na Zona de intervenção; Satisfazer quaisquer outras necessidades de comunicações conforme pedido pelo CONAC; Tomar conhecimento do plano de desmobilização e articulá-lo com o plano de comunicações. 20

21 CENTRO TÁCTICO COMANDO Célula Finanças COORDENADOR DE CÉLULA DR. JOSÉ PEREIRA - DNRPC Obter o POSIT inicial sobre a situação, meios e recursos envolvidos; Garantir o controlo das despesas relativas ao evento; Garantir o registo de todos os acidentes e feridos da FOCON; Garantir as peritagens ou inspecções relativas a acidentes com meios da FOCON; Garantir os levantamentos sobre danos causados a terceiros pela intervenção da FOCON; Assegurar o levantamento dos custos totais da intervenção e planear custos futuros; Assegurar a aquisição de bens e a contratação de serviços; 21

22 Célula Gestão Informação Emergência COORDENADOR DE CÉLULA DR. FRANCISCO TEIXEIRA - NSCP Obter o POSIT inicial sobre a situação, meios e recursos envolvidos; É responsável por estabelecer um conjunto de acções que permitam dar informações permanentes, precisas e completas respeitantes à dimensão, situação corrente, recursos envolvidos e outros assuntos de interesse geral; É responsável pela recepção, processamento e avaliação de toda a informação emanada dos escalões inferiores e do nível político, cabendo-lhe aconselhar o Coordenador do CCON na presente matéria e garantir a informação e a articulação permanente com o CONAC; Desenvolver propostas de comunicados e emitir para o exterior através dos órgãos de comunicação social; Providenciar, de forma correcta e validada, a informação relativa à evolução da situação e desenvolver procedimentos de difusão para audiências internas e externas; 22

23 Célula Gestão Informação Emergência COORDENADOR DE CÉLULA DR. FRANCISCO TEIXEIRA - NSCP Garantir as relações com os órgãos de comunicação social. Assegurar o funcionamento de um centro de atendimento telefónico público ou personalizado. Assegurar a realização de briefings ou conferências de imprensa no CETAC; Assegurar a emissão de comunicados com periodicidade determinada, no CETAC; Assegurar a resposta a solicitações de informação durante e após a emergência; Difundir recomendações e linhas de actuação; Assegurar um sistema de monitorização e disseminação da informação ao CETAC e CCON; Elaborar e propor os comunicados oficiais a difundir para os cidadãos. Coordenar a actividade das CEIP dos PCDis e PCMun Lx. 23

24 Célula Informação Pública Dos PCDis e PCMun Lx COORDENADOR DE CÉLULA A NOMEAR LOCALMENTE É responsável pela recepção, processamento e avaliação de toda a informação emanada dos escalões inferiores, cabendo-lhe aconselhar o Coordenador do CCOD na presente matéria e garantir a informação ao PCDis respectivo e CETAC. A CEIP é ainda responsável pelo desenvolvimento de propostas de comunicados e emitir para o exterior através dos órgãos de comunicação social, no seu nível de jurisdição, exclusivamente sobre informação aos cidadãos e de acordo com as directrizes e em estreita articulação com a CEGIE. A CEIP reporta permanentemente à CEGIE. 24

25 A estrutura de um Sistema de Gestão de Operações de Protecção Civil assenta numa metodologia operacional com 5 ideias base: Clara hierarquização do comando; Sectorização dos teatros de operações; Delegação de tarefas; Gestão de recursos e controlo; Um único porta voz por escalão

26 ORGANOGRAMA GERAL PCMun Lx 26

27 EQUIPAS DE RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO (ERAS) Têm como principal objectivo dotar os postos de comando dos diferentes escalões, de informação imediata e indispensável ao processo de tomada de decisão sobretudo no que se refere ao reconhecimento e avaliação de: Focos de incêndios; Locais com maiores danos no edificado; Locais com maior número de sinistrados; Eixos rodoviários de penetração na ZI,nas ZS e nos TO; Vias principais e alternativas; Infra-estruturas críticas (escolas, hospitais, quartéis de bombeiros, instalações das forças de segurança, etc.). 27

28 EQUIPAS DE AVALIAÇÃO TÉCNICA (EATE) Têm como principal objectivo dotar os postos de comando dos diferentes escalões, de informação imediata e indispensável ao processo de tomada de decisão nomeadamente no que se refere: Ao reconhecimento e avaliação da estabilidade e operacionalidade das infra-estruturas, tendo em vista o desenvolvimento das operações de busca, socorro e salvamento, a segurança do pessoal do DIR e das populações e o restabelecimento das condições mínimas de vida. 28

29 FACTOR CRITICO DE SUCESSO ESTRUTURA DE COMANDO PÚBLICO INTERNO GESTÃO DA INFORMAÇÃO DE EMERGÊNCIA PÚBLICO EXTERNO MEDIA 29

30 FACTOR CRITICO DE SUCESSO INFORMAÇÃO PÚBLICA CENTRALIZADA E COORDENADA CÉLULA DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO DE EMERGÊNCIA NACIONAL CETAC CÉLULA DE INFORMAÇÃO PÚBLICA DISTRITAL PCDis CÉLULA DE INFORMAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL PCMun 30

31 POSTO COMANDO (PC) ZONA DE CONCENTRAÇÃO RESERVA (ZCR) ZONA CONCENTRAÇÃO APOIO POPULAÇÕES (ZCAP) ZONA RECEPÇÃO MORTOS (ZREM) AUTORIDADE PROTECÇÃO CIVIL BASE AÉREA Nº 1 SINTRA BASE AÉREA Nº 1 SINTRA FÁTIMA DISTRITO LISBOA MAFRA (CMPC) MAFRA (CMFED* TAP.MILITAR) PARQUE EXPOTORRES (TORRES VEDRAS) MAFRA (ARMAZÉM FRUTAS) DISTRITO SANTARÉM TOMAR (JUNTO CDOS) SANTARÉM (ESCOLA SUP. AGRÁRIA) SANTARÉM (CNEMA) ALPIARÇA (INSTALAÇÕES ALPIAGRA) DISTRITO SETÚBAL PALMELA (JUNTO CDOS) ÁGUAS DE MOURA (LIDL) PALMELA (AUTO-EUROPA) PALMELA (MAKRO PALMELA) MUNICIPIO LISBOA QUARTEL RSB Lx (COLOMBO) TBD TBD MONSANTO (PAVILHAO DESPORTIVO) 31

32 IC 16 IC 19 N 6-8 CREL CASCAIS A 5 LISBOA 32

33 SINTRA ÁREA DE COORDENAÇÃO E COMANDO CONTROLO ACESSOS 33

34 ÁREA DE COORDENAÇÃO E COMANDO CCON CETAC ALIMENTAÇÃO 34

35 Comando Nacional de Operações de Socorro 35

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