4. APRECIAÇÃO QUALITATIVA DA EXECUÇÃO DO PIC URBAN II LISBOA (VALE DE ALCÂNTARA)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "4. APRECIAÇÃO QUALITATIVA DA EXECUÇÃO DO PIC URBAN II LISBOA (VALE DE ALCÂNTARA)"

Transcrição

1 4. APRECIAÇÃO QUALITATIVA DA EXECUÇÃO DO PIC URBAN II LISBOA (VALE DE ALCÂNTARA) No presente capítulo será abordada uma pequena avaliação qualitativa dos projectos já concluídos, ou ainda em curso, procurando salientar as principais mais-valias que criaram não só em termos físicos como também para as pessoas e, eventualmente, as transformações que originaram na sua perspectiva de vida. Para além da apreciação qualitativa ao desempenho de alguns projectos, numa segunda parte abordar-se-á o envolvimento dos parceiros e a evolução do relacionamento com a Administração Local APRECIAÇÃO QUALITATIVA DE ALGUNS PROJECTOS DO PIC URBAN II LISBOA (VALE DE ALCÂNTARA) O Programa de iniciativa Comunitária URBAN II Lisboa (Vale de Alcântara) possui três objectivos estratégicos: promover a coesão do espaço urbano, valorizando a integração do novo Bairro Casal Ventoso na sua envolvente, apostando na criação de equipamentos com vocação supra-local e do desenvolvimento do comércio e serviços; promover a transição para uma cidadania de deveres e direitos, assente na integração no mercado de trabalho, na promoção do sucesso escolar e no acesso aos mecanismos de apoio social; prevenir e conter a toxicodependência no Bairro e na sua envolvente. No que respeita ao primeiro objectivo, à excepção do desenvolvimento do comércio e serviços, tem vindo a ser cumprido através dos projectos de tipo físico concretizados até ao final de Dentro deste objectivo destacam-se dois projectos, quer pela sua dimensão física e financeira, quer pela capacidade de se projectarem em termos supra-locais Jardim da Bela Flor e Piscina Municipal Correia Telles. O Jardim da Bela Flor localiza-se numa das saídas de Lisboa, pelo Viaduto Duarte Pacheco, e a sua construção resulta de uma opção do executivo municipal em não concretizar todos os blocos de realojamento previstos para aquela área. O desenho do Jardim procura aproveitar as características morfológicas do local, introduzindo um miradouro, e requalifica e valoriza uma entrada/saída de Lisboa. Apesar destas potencialidades, a 32 32

2 Câmara Municipal de Lisboa deverá melhorar o enquadramento na envolvente de forma a incentivar o seu usufruto pelo maior número de pessoas possível (estacionamento, acessos, ). A criação de equipamentos de referência em bairros que resultam de operações de realojamento, para além de constituírem potenciais locais de convívio entre diferentes realidades sócio-económicas, contribuem para a melhoria da auto-estima dos residentes e para a inclusão sócio-urbanística destas áreas. Figura 11 Enquadramento do Jardim da Bela Flor Jardim da Bela Flor A Piscina Municipal do Correia Telles localiza-se na periferia da Zona URBAN II com o bairro de Campo de Ourique, nas traseiras da Escola EB 2,3 Manuel da Maia. A Zona URBAN II possui uma outra piscina construída no âmbito do PIC URBAN I, junto à Avenida de Ceuta, e mais vocacionada para servir a população residente nos bairros que resultaram da demolição do Casal Ventoso. Apesar de a distância em linha recta entre estes dois equipamentos não ser significativa, a orografia do terreno desincentiva utilizações externas ao Bairro. A nova piscina, inserida no tecido consolidado de Campo de Ourique mas suficientemente próxima das áreas mais carenciadas da Zona URBAN II, constitui um espaço de referência e capaz de promover o convívio entre diferentes realidades sóciourbanísticas. A proximidade à Escola EB 2,3 Manuel da Maia poderá criar as condições para um usufruto por parte desta comunidade escolar, ao mesmo tempo que contribui para incrementar a educação desportiva dos jovens e para reduzir os riscos do seu encaminhamento para actividades marginais. A criação destes espaços para a prática desportiva deveria também ser acompanhada pelo desenvolvimento de projectos de animação dos mesmos, o que não se verificou pelo menos no que se refere à piscina já existente

3 Figura 12 Enquadramento da Piscina Municipal Correia Telles na área de intervenção e na sua envolvente Zona URBAN II Piscina Municipal do Correia Telles Campo de Ourique No que se refere ao segundo objectivo, pode-se considerar que está totalmente concretizado no que se refere à promoção do sucesso escolar e ao acesso aos mecanismos de apoio social. Estas duas componentes têm sido totalmente cobertas pelos projectos já desenvolvidos em parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa e as associações locais. A restante componente deste segundo objectivo está ainda insuficientemente coberta - integração no mercado de trabalho -, apesar de alguns projectos ainda em curso poderem vir a melhorar a sua concretização. Alguns aspectos poderão explicar este facto projectos insuficientemente virados para o mercado de trabalho, inexistência de verdadeiras acções de formação para a empregabilidade, não foi concretizado qualquer projecto que apoio ao auto-emprego A Câmara Municipal de Lisboa deverá atender a estas carências na programação das acções até ao final do Programa

4 Para ilustrar este objectivo destacam-se três projectos Ajuda de Mãe, Projecto Alkantara e Alcântara Musical. O projecto Ajuda de Mãe, desenvolvido pela instituição com o mesmo nome, dirige-se às mães jovens da Zona URBAN II e procura colmatar carências que possam existir, tanto em termos de competências pessoais e sociais, como ao nível dos cuidados de base a ter com um recém-nascido. O presente projecto, cujo apoio no âmbito do PIC URBAN II Lisboa (Vale de Alcântara) se iniciou em 2004 e teve continuidade em 2005, revela-se de grande importância no apoio e na valorização das jovens mães, que na maior parte dos casos não possui o suficiente suporte familiar para desempenhar este novo papel Por constituir um estrato da população sob forte risco de exclusão este tipo de projectos, para além de pretender aumentar as suas competências, visa igualmente melhorar a auto-estima destas jovens mulheres. Este projecto carece, eventualmente, de acções dirigidas a uma integração plena no mercado de trabalho das mulheres em situação de desemprego. No entanto, haverá também que verificar da vocação da instituição para o desenvolvimento deste tipo de acções. Figura 13 Projecto Ajuda de Mãe O Projecto Alkantara, desenvolvido pela instituição com o mesmo nome, dirige-se fundamentalmente à população idosa da Zona URBAN II, e mais especificamente dos Bairros que bordejam a Avenida de Ceuta. O Antigo Bairro do Casal Ventoso possuía uma estrutura social bastante fechada ao exterior, tanto em termos de relacionamento pessoal como de conhecimento de outras realidades. A génese do bairro e as transformações que registou a partir dos finais da década de 70, com o tráfego e o consumo de droga em 35 35

5 larga escala, criaram todas as condições para uma cristalização dos seus habitantes em torno daquele espaço. O Projecto Alkantara, cujas acções são apoiadas desde o início do PIC URBAN II Lisboa (Vale de Alcântara), procura melhorar o enquadramento social e incrementar a qualidade de vida dos idosos. De entre as diferentes acções integradas no projecto destacam-se: apoio domiciliário, visitas a diferentes locais da cidade de Lisboa e de Portugal, realização de pequenas festas coincidindo com as principais festividades do calendário, noções de higiene e de saúde, introdução às novas tecnologias, A concretização destas diferentes actividades para além de alargar os horizontes de conhecimento dos idosos e de lhes conferir alguma qualidade de vida, permite que este estrato de população mantenha um mínimo de dinamismo. Estes projectos revelam-se de grande importância a nível do bairro, mas progressivamente devem integrar uma lógica de cidade, que seja, de funcionamento em rede, devidamente enquadradas por uma estratégica de apoio e dinamização social da Câmara Municipal de Lisboa. Figura 14 Projecto Alkantara O Projecto Alcântara Musical visa colmatar a deficiente oferta formativa nesta área do conhecimento, assentando nas competências específicas e princípios orientadores mais recentes desenvolvidos pelo Ministério da Educação no contexto do Currículo Nacional do Ensino Básico, adaptada aos contextos em que o Projecto está a ser desenvolvido. Do mesmo modo que nenhuma criança é igual, as metodologias e abordagens a um mesmo assunto ou problema não o pode ser, portanto é inconsequente a definição de metodologias universais sendo sim obrigatório o desenvolvimento progressivo de metodologias específicas para cada escola, turma ou criança. Esta tem sido a filosofia do Projecto Alcântara Musical. As competências artístico-musicais desenvolvem-se através de processos diversificados de apropriação de sentidos, de técnicas, de experiências de reprodução, de criação e reflexão, de acordo com os níveis de desenvolvimento das crianças

6 As competências específicas estão pensadas no sentido de providenciar práticas artísticas diferenciadas e adequadas aos diferentes contextos onde se exerce a acção educativa, de forma a possibilitar a construção e o desenvolvimento da literacia musical. Neste sentido, as competências específicas propostas e a desenvolver constroem-se de forma a potenciar, através da prática artística, a compreensão e as interpelações entre a música na escola, na sala de aula e as músicas presentes nos quotidianos dos alunos e das comunidades. O projecto desenvolveu-se em seis estabelecimentos de ensino - Escola do Primeiro Ciclo do Ensino Básico n.º 76, Jardim de Infância da Escola do Primeiro Ciclo do Ensino Básico n.º 76, Escola do Primeiro Ciclo do Ensino Básico n.º 157, Jardim de Infância da Escola do Primeiro Ciclo do Ensino Básico n.º 157, Creche Victor Manoel, e Creche de Santo Amaro. As acções desenvolvidas são de grande importância para a formação das crianças e para o alargar dos horizontes do seu conhecimento, incrementando o gosto pela música e pelas actividades culturais. Figura 15 Projecto Alcântara Musical O terceiro objectivo do Programa refere-se a um problema que, pelas piores razões, foi, e ainda é, a imagem que a maior parte das pessoas guardam do antigo Casal Ventoso a toxicodependência. Desde o início do Programa são desenvolvidos diferentes projectos dirigidos ao apoio aos toxicodependentes, onde um dos objectivos é enquadrá-los em programas de tratamento e de recuperação. Num balanço às duas componentes deste objectivo podemos considerar que os projectos até agora aprovados se dirigem no essencial à contenção da toxicodependência no Bairro e na sua envolvente. Aqui esta tarefa não pode repousar única, e exclusivamente, na Câmara Municipal de Lisboa e no 37 37

7 Programa URBAN II, havendo a necessidade de um trabalho conjunto, alargado e profundo, envolvendo igualmente a Administração Pública Central. No que respeita à componente prevenção está ainda insuficientemente coberta, uma vez que os projectos até agora aprovados se dirigem quase exclusivamente à população toxicodependente, ou seja, actuam a jusante do problema. Afim de ilustrar este terceiro objectivo seleccionaram-se dois projectos Centro de Acolhimento da Rua de Cascais e Centro Ocupacional para Arrumadores. O Centro de Acolhimento da Rua de Cascais é desenvolvido pela Associação Ares do Pinhal, com sede fora da Zona URBAN II mas com um trabalho de alguns anos junto da população toxicodependente do Vale de Alcântara. Figura 16 Localização do Centro de Acolhimento da Rua de Cascais Centro de Acolhimento da Rua de Cascais O Centro de Acolhimento da Rua de Cascais funciona em regime residencial aberto, e destina-se a: acolher toxicodependentes em situação de sem-abrigo da Zona de Intervenção; facultar uma oportunidade para, de uma forma estruturada, iniciarem um projecto de tratamento; facultar uma experiência de vida; prevenir a exclusão dos toxicodependentes; ajudar a reconhecer os seus direitos e deveres de cidadania; apoiar o contacto com familiares; ajudar a iniciar um projecto terapêutico

8 Durante o período de acolhimento neste espaço a Associação procura trabalhar com os toxicodependentes alguns conceitos (higiene, alimentação, ), institui um conjunto de regras que têm de ser cumpridas, dinamiza algumas actividades (cinema, visitas a alguns espaços da cidade, ), e procura (re)enquadrá-los na sociedade. Este projecto desenvolve-se em estreita articulação com outras acções em curso na Zona URBAN II como, por exemplo, a das Equipas de Rua. Esta actuação em rede permite identificar os indivíduos em risco, encaminhá-los para uma primeira instituição de acolhimento e, posteriormente, enquadrá-los no programa de recuperação mais adequado. Este projecto, desenvolvido em continuidade desde o início do Programa, é de grande importância no trabalho e no contacto com a população toxicodependente. O projecto Centro Ocupacional para Arrumadores surge na sequência de uma outra acção integrada neste Programa, as Equipas de Rua, sendo que a partir do trabalho destas estruturas a Câmara Municipal de Lisboa verificou da necessidade e da carência de algumas estruturas que possam dar respostas às problemáticas desta população alvo. Figura 17 Centro Ocupacional para Arrumadores Em parceria com a Associação Crescer na Maior, a Câmara Municipal de Lisboa promoveu a criação deste espaço Sócio-Pedagógico alternativo à actividade de arrumar carros, permitindo o aparecimento das experiências relacionais necessárias a um projecto de mudança. O risco de insucesso junto deste tipo de população é elevadíssimo, mas o desenvolvimento deste tipo de acções permite criar condições para uma minimização das situações exclusão, melhorando o seu enquadramento social e criando expectativas na integração no mercado de trabalho

9 O Programa de Iniciativa Comunitária URBAN II Lisboa (Vale de Alcântara) possui neste momento um conjunto vasto de projectos já aprovados, revelando algum dinamismo na implementação do Programa. No entanto, e numa análise retrospectiva, será possível recordar as dificuldades no seu arranque e na identificação de um conjunto de projectos articulados e devidamente enquadrados na estratégia do Programa, onde a inexistência de um Programa de Acção foi bastante penalizador. A opção da Câmara Municipal de Lisboa em não constituir uma equipa local de apoio à implementação do Programa, dificultou o acompanhamento/monitorização dos projectos e, desde logo, o normal desempenho do Programa APRECIAÇÃO QUALITATIVA DO ENVOLVIMENTO DOS PARCEIROS O envolvimento das Associações Locais foi prejudicado pelo início atribulado do Programa, dificultando o desenvolvimento de parcerias entre estas instituições e o Município. Todavia, saliente-se que os primeiros projectos apoiados foram precisamente desenvolvidos por parceiros locais. O decurso do Programa contribuiu, por um lado, para uma maior aproximação entre as Associações Locais e a Câmara Municipal de Lisboa, e, por outro, para um alargamento das instituições envolvidas. Este facto revela-se de particular importância não só para pacificar o Programa, mas também numa perspectiva de futuro e de sustentabilidade das acções a desenvolver. A participação das instituições locais num Programa com as características do URBAN apresenta um conjunto de aspectos positivos que vão para lá do simples financiamento das acções, e que abrangem a própria organização interna (gestão dos projectos, níveis de exigência, ) e a estruturação/preparação dos projectos. Infelizmente nem todas as Associações se terão apercebido destas potencialidades do Programa, reduzindo as acções candidatadas ao assistencialismo social à população residente na Zona URBAN II

Relatório de Actividades 2008

Relatório de Actividades 2008 Relatório de Actividades 2008 Elaborado por: Grupo Dinamizador da Comissão Social de Freguesia de Stº Antº dos Cavaleiros, 2009 Nota Introdutória O presente documento tem como principal objectivo a avaliação

Leia mais

Serviço Comunitário na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos

Serviço Comunitário na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos 1.º Congresso Nacional da Ordem dos Psicólogos 18 a 21 abril 2012 Luísa Ribeiro Trigo*,

Leia mais

Ficha de Caracterização de Projecto

Ficha de Caracterização de Projecto Ficha de Caracterização de Projecto Projecto +Skillz E5G Programa Escolhas Promotor: Associação Mais Cidadania 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto Projecto +Skillz E5G Promotor: Associação Mais

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO

PROJETO DE INTERVENÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES CANDIDATURA A DIRETOR PROJETO DE INTERVENÇÃO (2013-2017) Pedro Paulo da Costa Cerqueira Amares, maio de 2013 As organizações, tal como os organismos vivos, têm os seus

Leia mais

INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL

INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL JESSICA KICK-OFF MEETING FÁTIMA FERREIRA mrferreira@ihru.pt POLÍTICA DE CIDADES NO ÂMBITO DO QREN - PORTUGAL PO Regional Programas integrados de regeneração

Leia mais

CANDIDATURA AO CONSTRUÇÃO DE UMA CRECHE NO COMPLEXO SOCIAL INTEGRADO DE SANTA MARIA

CANDIDATURA AO CONSTRUÇÃO DE UMA CRECHE NO COMPLEXO SOCIAL INTEGRADO DE SANTA MARIA I FUNDAMENTAÇÃO E OBJECTIVOS DA OPERAÇÃO A presente candidatura, designada Construção de Creche no Complexo Social Integrado do Centro Social Paroquial de Santa Maria, promovida pelo Centro Social Paroquial

Leia mais

Câmara Municipal. Habitação Social. no Município de LAGOS. Programa Global de Realojamento de 56 Famílias. 27 de Janeiro de 2006

Câmara Municipal. Habitação Social. no Município de LAGOS. Programa Global de Realojamento de 56 Famílias. 27 de Janeiro de 2006 Câmara Municipal Habitação Social no Município de LAGOS Programa Global de Realojamento de 56 Famílias 27 de Janeiro de 2006 I. Programa Global de Realojamento de 56 Famílias Breve Enquadramento Metodológico

Leia mais

Ficha de Caracterização de Projecto

Ficha de Caracterização de Projecto Ficha de Caracterização de Projecto Há escolhas no bairro-e5g Programa Escolhas Promotor: Mediar - Associação Nacional de Mediação Sócio-Cultural 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto Projecto

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE CANAVIAIS Concelho de Évora GRANDES OPÇÕES DO PLANO

JUNTA DE FREGUESIA DE CANAVIAIS Concelho de Évora GRANDES OPÇÕES DO PLANO GRANDES OPÇÕES DO PLANO Na continuidade das opções que temos vindo a desenvolver ao longo do nosso mandato, que reflectem nas suas linhas gerais de orientação, uma constante preocupação em proporcionar

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO CENTRO DE ALOJAMENTO DE LONGA DURAÇÃO 1 Introdução A experiência da AANP, decorrente quer da intervenção e acompanhamento diários

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO

REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO INTRODUÇÃO A cultura Comunitária é a expressão concreta de tentar proporcionar aqueles que mais precisam a ajuda necessária para começar de novo a viver. O Centro

Leia mais

13. OUTROS TIPOS E MODALIDADES DE EDUCAÇÃO

13. OUTROS TIPOS E MODALIDADES DE EDUCAÇÃO 13. OUTROS TIPOS E MODALIDADES DE EDUCAÇÃO Existem na estrutura do sistema educativo português as seguintes modalidades especiais de educação escolar: educação especial; formação profissional; ensino recorrente

Leia mais

Regulamento da Raízes para o voluntariado

Regulamento da Raízes para o voluntariado Regulamento da Raízes para o voluntariado Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de Aplicação O presente Regulamento visa definir as regras de actuação do voluntariado, nas actividades desenvolvidas

Leia mais

Acção Sócio-Educativa

Acção Sócio-Educativa Acção Sócio-Educativa Dinamizar estratégias que visam prevenir situações de absentismo e abandono escolar, voltar a colocar os jovens no Sistema Educativo. Estruturar os cursos de Alfabetização e Formação

Leia mais

Nota Introdutória Erro! Marcador não definido.

Nota Introdutória Erro! Marcador não definido. GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2015 ÍNDICE Nota Introdutória Erro! Marcador não definido. Ações Educação e Formação 2 Ação Social 3 Gestão Participada e Finanças 4 Saúde 5 Desporto 5 Juventude 6 Cultura 6 Turismo

Leia mais

ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS RESPOSTAS SOCIAIS

ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS RESPOSTAS SOCIAIS 1. bjectivo presente documento tem como objectivo definir o esquema de acreditação para a Certificação do Serviço proporcionado pelas várias Respostas Sociais, tendo em conta os Modelos de Avaliação da

Leia mais

PO AÇORES 2020 FEDER FSE

PO AÇORES 2020 FEDER FSE Apresentação pública PO AÇORES 2020 FEDER FSE Anfiteatro C -Universidade dos Açores -Ponta Delgada 04 de marçode 2015 8EIXO EMPREGO E MOBILIDADE LABORAL > Administração regional Objetivo Específico 8.1.1

Leia mais

RESUMO DAS OBRAS VISITADAS:

RESUMO DAS OBRAS VISITADAS: RESUMO DAS OBRAS VISITADAS: Bairro da Laje, freguesia de Porto Salvo: - Parque Urbano Fase IV Os Arranjos Exteriores do Parque Urbano Fase IV do bairro da Laje, inserem-se num vasto plano de reconversão

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4. Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5

NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4. Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5 INDICE NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4 Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5 Eixo de Desenvolvimento 2: Empregabilidade de Formação Profissional... 13 Eixo

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO AUCV ASSOCIAÇÃO UNIDOS DE CABO VERDE, IPSS 96/85. Número de Pessoa Colectiva: 501 417 303 TELEFONE: 21 492 41 77

IDENTIFICAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO AUCV ASSOCIAÇÃO UNIDOS DE CABO VERDE, IPSS 96/85. Número de Pessoa Colectiva: 501 417 303 TELEFONE: 21 492 41 77 1 IDENTIFICAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO AUCV ASSOCIAÇÃO UNIDOS DE CABO VERDE, IPSS 96/85 SEDE RUA MÁRIO VIEGAS, Nº 1 CASAL DE SÃO BRÁS 2700-899 AMADORA TELEFONE: 21 492 70 71 FAX: 21 492 70 71 E-MAIL: unidoscaboverde@gmail.com

Leia mais

ARAGÃOPINTO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL VAMOS AJUDAR QUEM PRECISA!

ARAGÃOPINTO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL VAMOS AJUDAR QUEM PRECISA! A ESSENCIALIDADE DE CUIDAR DAS NOSSAS CRIANÇAS INVESTIR A TEMPO PARA EVITAR... E PERSISTIRMOS NA BUSCA DE FAZER SEMPRE MELHOR PARA NÓS A PREVENÇÃO NÃO É UMA OPÇÃO... É UMA OBRIGATORIEDADE MISSÃO A Fundação

Leia mais

Projecto de Apoio ao

Projecto de Apoio ao Projecto de Apoio ao O Centro Social Paroquial Padre Ricardo Gameiro presta serviços dedicados a crianças e idosos, promovendo igualmente o apoio ao emprego e o auxílio a famílias carenciadas. O Centro

Leia mais

PARECER DA UMAR relativo ao O III PLANO NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE AO TRÁFICO DE SERES HUMANOS 2014-2017

PARECER DA UMAR relativo ao O III PLANO NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE AO TRÁFICO DE SERES HUMANOS 2014-2017 PARECER DA UMAR relativo ao O III PLANO NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE AO TRÁFICO DE SERES HUMANOS 2014-2017 Antes de concretizar a análise do referido Plano cumpre-nos dizer que é necessário que todos

Leia mais

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005 Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Senhor Presidente da ALRAA Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo

Leia mais

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE REGULAMENTO DO CONCURSO DE IDEIAS (Aberto a todos os Cidadãos) 1. O QUE É: O concurso Uma Boa Ideia para a Sustentabilidade é uma iniciativa da Câmara Municipal de

Leia mais

INTRODUÇÃO ÍNDICE OBJECTIVOS DA EDUCAÇÂO PRÈ-ESCOLAR

INTRODUÇÃO ÍNDICE OBJECTIVOS DA EDUCAÇÂO PRÈ-ESCOLAR INTRODUÇÃO ÍNDICE - Objectivos de Educação Pré-Escolar - Orientações Curriculares - Áreas de Conteúdo/Competências - Procedimentos de Avaliação - Direitos e Deveres dos Encarregados de Educação - Calendário

Leia mais

Índice. 1. Nota Introdutória... 1. 2. Actividades a desenvolver...2. 3. Notas Finais...5

Índice. 1. Nota Introdutória... 1. 2. Actividades a desenvolver...2. 3. Notas Finais...5 Índice Pág. 1. Nota Introdutória... 1 2. Actividades a desenvolver...2 3. Notas Finais...5 1 1. Nota Introdutória O presente documento consiste no Plano de Acção para o ano de 2011 da Rede Social do concelho

Leia mais

1. Como pensam integrar, no âmbito dos poderes e competências da autarquia, as questões da educação intercultural e do combate ao racismo?

1. Como pensam integrar, no âmbito dos poderes e competências da autarquia, as questões da educação intercultural e do combate ao racismo? Gostaríamos de iniciar a resposta a este questionário com uma nota prévia relativamente às questões que nos foram colocadas: as questões da discriminação e do racismo constituem, desde o surgimento desta

Leia mais

Plano Municipal de Cascais contra a Violência Doméstica 2008-2011

Plano Municipal de Cascais contra a Violência Doméstica 2008-2011 Plano Municipal de Cascais contra a Violência Doméstica 2008-2011 A violência doméstica é um fenómeno complexo que requer uma intervenção concertada e multidisciplinar. 1 PLANO MUNICIPAL CONTRA A VIOLÊNCIA

Leia mais

Comissão Social Inter Freguesias da Zona Central

Comissão Social Inter Freguesias da Zona Central Comissão Social Inter Freguesias da Zona Central Regulamento Interno Preâmbulo O Regulamento Interno estabelece a constituição, organização e funcionamento da Comissão Social Inter Freguesia da Zona Central,

Leia mais

Dinamização das Zonas Rurais

Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais A Abordagem LEADER A Europa investe nas Zonas Rurais As zonas rurais caracterizam-se por condições naturais e estruturais que, na maioria dos

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

1º RETAIL PARK EM FORTALEZA

1º RETAIL PARK EM FORTALEZA 1º RETAIL PARK EM FORTALEZA CONTATOS NEW RETAIL Invest - Brasil Av. Paulista nº 1765-7º andar- Cj. 71e 72 Bairro Bela Vista São Paulo-SP CEP 01311-200 SUMÁRIO Pág. 1. FORTALEZA: A 5ª cidade do Brasil e

Leia mais

Cada utente é um ser Humano único, pelo que respeitamos a sua pessoa, os seus ideais, as suas crenças, a sua história e o seu projecto de vida.

Cada utente é um ser Humano único, pelo que respeitamos a sua pessoa, os seus ideais, as suas crenças, a sua história e o seu projecto de vida. 1. APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO A Casa do Povo de Alvalade foi criada em 1943, por grupo informal de pessoas, na tentativa de dar resposta às necessidades das pessoas que a esta se iam associando. Com o

Leia mais

Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto. Projecto de Desenvolvimento Comunitário da Ameixoeira - K Cidade

Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto. Projecto de Desenvolvimento Comunitário da Ameixoeira - K Cidade Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto Projecto de Desenvolvimento Comunitário da Ameixoeira - K Cidade 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto(s) Promotor(es) : Sigla Fundação Aga Khan e Santa

Leia mais

Dinâmicas de exportação e de internacionalização

Dinâmicas de exportação e de internacionalização Dinâmicas de exportação e de internacionalização das PME Contribuição da DPIF/ Como fazemos? 1. Posicionamento e actuação da DPIF A DPIF tem como Missão: Facilitar o acesso a financiamento pelas PME e

Leia mais

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Janeiro/2004 INTRODUÇÃO A experiência da acção social no âmbito da intervenção e acompanhamento das famílias em situação de grande vulnerabilidade social,

Leia mais

Politicas Municipais de Apoio à Criança

Politicas Municipais de Apoio à Criança Politicas Municipais de Apoio à Criança MUNICIPIO DA MOITA DASC / Divisão de Assuntos Sociais Projectos Dirigidos à Comunidade em Geral Bibliotecas - Biblioteca Fora d Horas - Pé Direito Juventude - Férias

Leia mais

DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Natureza do trabalho Os docentes de educação especial exercem as suas funções junto de crianças e jovens do ensino pré-escolar, básico e secundário com necessidades educativas

Leia mais

Apoio a crianças e jovens em situação de risco

Apoio a crianças e jovens em situação de risco Ficha de Projecto Dezembro/2006 Designação Parceria Acordo de Parceiros de 20.12.05 Gabinete para a Cooperação do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social de Portugal Gabinete do Ministro do Trabalho,

Leia mais

APOIO AO INVESTIMENTO EM EQUIPAMENTOS SOCIAIS. Porto 30-01-2008

APOIO AO INVESTIMENTO EM EQUIPAMENTOS SOCIAIS. Porto 30-01-2008 APOIO AO INVESTIMENTO EM EQUIPAMENTOS SOCIAIS Porto 30-01-2008 AGENDA AS MARCAS DO POPH I INVESTIMENTO EM EQUIPAMENTOS SOCIAIS CANDIDATURAS II III I AS MARCAS DO POPH AS MARCAS DO POPH 1 O MAIOR PROGRAMA

Leia mais

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de O do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de Desenvolvimento Social, onde estão definidos alguns Projectos (com o desejo de uma projecção num futuro próximo), a serem desenvolvidos para se concretizarem

Leia mais

Espaço t Associação para o Apoio à Integração Social e Comunitária. Instituição Particular de Solidariedade Social

Espaço t Associação para o Apoio à Integração Social e Comunitária. Instituição Particular de Solidariedade Social Associação para o Apoio à Integração Social e Comunitária Instituição Particular de Solidariedade Social Missão O Espaço t Associação para Apoio à Integração Social e Comunitária, criada em 1994, é uma

Leia mais

CONTRATO LOCAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL (CLDS) ESPINHO VIVO

CONTRATO LOCAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL (CLDS) ESPINHO VIVO CONTRATO LOCAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL (CLDS) ESPINHO VIVO EIXO 1 EMPREGO, FORMAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E EMPREENDEDORISMO 01 - BALCÃO DE EMPREGABILIDADE; O Balcão de Empregabilidade pretende apoiar os desempregados

Leia mais

Projecto GPS Gabinete de Proximidade para a Sustentabilidade

Projecto GPS Gabinete de Proximidade para a Sustentabilidade Projecto GPS Gabinete de Proximidade para a Sustentabilidade Actividade Formativa - Intervenção Comunitária Data - 1 de Abril de 2009 Local Auditório do Edifício Cultural Município de Peniche Participação:

Leia mais

AVISO. Admissão de Pessoal. (m/f)

AVISO. Admissão de Pessoal. (m/f) AVISO Admissão de Pessoal (m/f) A AJITER Associação Juvenil da Ilha Terceira pretende admitir jovens recém-licenciados à procura do primeiro emprego, para estágio no seu serviço, ao abrigo do Programa

Leia mais

Braga, 10 de Janeiro de 2011.

Braga, 10 de Janeiro de 2011. Braga, 10 de Janeiro de 2011. Página 1 de 20 INDICE INTRODUÇÃO... 3 Págs. CARACTERIZAÇÃO DO SERVIÇO DE FORMAÇÃO... 10 BALANÇO DAS ACTIVIDADES DEP. FORMAÇÃO.11 PRIORIDADES DE MELHORIA. 15 CONCLUSÃO.. 16

Leia mais

PNAI Plano Nacional de Acção para a Inclusão (2003-2005)

PNAI Plano Nacional de Acção para a Inclusão (2003-2005) V Articulação O PDS deve integrar orientações de outros programas a nível nacional, regional e localmente com os diversos planos, projectos, serviços e sectores específicos do Município, criando sinergias

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO O Programa Nacional de Microcrédito, criado pela Resolução do Conselho de Ministros Nº 16/2010, pretende ser uma medida de estímulo à criação de emprego e ao empreendedorismo entre

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011 1. Análise do Plano Plurianual de Investimentos (PPI) Neste orçamento, o Município ajustou, as dotações para despesas de investimento, ao momento de austeridade que o país

Leia mais

É aprovado o Regulamento dos Núcleos Distritais ou Regionais do Projecto VIDA, anexo a este despacho e que dele faz parte integrante.

É aprovado o Regulamento dos Núcleos Distritais ou Regionais do Projecto VIDA, anexo a este despacho e que dele faz parte integrante. PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIOS DA DEFESA NACIONAL, DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA, DA JUSTIÇA, DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO EMPREGO E DA SEGURANÇA SOCIAL. Despacho conjunto. - Considerando

Leia mais

CASA PIA DE LISBOA, I.P. Gabinete da Presidente do Conselho Directivo

CASA PIA DE LISBOA, I.P. Gabinete da Presidente do Conselho Directivo 1 CARTA DE MISSÃO Ministério: Trabalho e Solidariedade Social Serviço/Organismo: Casa Pia de Lisboa, I.P. Cargo e Titular: Presidente do Conselho Directivo Período da Comissão de Serviço: de 15 de Maio

Leia mais

Teatro com Teias e Histórias

Teatro com Teias e Histórias Teatro com Teias e Histórias 3 em Pipa Associação de Criação Teatral e Animação Cultural Organização de um grupo de voluntários que, integrados num projecto comunitário de vertente artística, actuam junto

Leia mais

Distrito de Aveiro Concelho Ílhavo Freguesias: S. Salvador, Gafanha da Nazaré, Gafanha da Encarnação e Gafanha do Carmo

Distrito de Aveiro Concelho Ílhavo Freguesias: S. Salvador, Gafanha da Nazaré, Gafanha da Encarnação e Gafanha do Carmo IDENTIFICACÃO Atendimento Integrado e Núcleo Local de Inserção de Ílhavo Morada de Ílhavo Código Postal 3830-044 Ílhavo Localidade Ílhavo Distrito de Aveiro Concelho Ílhavo Freguesias: S. Salvador, Gafanha

Leia mais

Cercipenela Manual de Gestão da Qualidade

Cercipenela Manual de Gestão da Qualidade Cercipenela Manual de Gestão da Qualidade I ÍNDICE I - Índice II - Lista de revisões efectuadas 3 III - Lista de abreviaturas 4 IV - Introdução 1. Confidencialidade 5 2. Referências 5 3. Promulgação 5

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015. Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis

PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015. Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015 Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis CAPÍTULO I AETP: A INSTITUIÇÃO 1. Introdução No decorrer do ano de 2015 prevê-se que a AETP

Leia mais

REDE SOCIAL CONCELHO DA MARINHA GRANDE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL Definido 5 anos

REDE SOCIAL CONCELHO DA MARINHA GRANDE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL Definido 5 anos REDE SOCIIAL CONCELHO DA MARIINHA GRANDE 2010 PLANO DE SOCIAL Dezembro 2010 a Dezembro 2015 Rede Social 1 No âmbito da Lei que regulamenta a Rede Social, de acordo com o ponto 1, do artigo n.º36, do capítulo

Leia mais

FICHA DO PROJECTO. Desporto para todos. Fundação Aragão Pinto - IPSS

FICHA DO PROJECTO. Desporto para todos. Fundação Aragão Pinto - IPSS FICHA DO PROJECTO Desporto para todos Nome do Projecto: Sport For All - Desporto e Inovação Objectivos do projecto:. Envolvimento de jovens na criação de um programa inovador de prevenção e integração

Leia mais

PARECER DA UMAR. V Plano Nacional para a Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação. UMAR União de Mulheres Alternativa e Resposta

PARECER DA UMAR. V Plano Nacional para a Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação. UMAR União de Mulheres Alternativa e Resposta PARECER DA UMAR V Plano Nacional para a Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação UMAR União de Mulheres Alternativa e Resposta Contactos: e-mail: umar.sede@sapo.pt; T. 218873005 www.umarfeminismos.org

Leia mais

COMBATE AO TRABALHO INFANTIL Nota de Imprensa

COMBATE AO TRABALHO INFANTIL Nota de Imprensa COMBATE AO TRABALHO INFANTIL Nota de Imprensa No próximo dia 12 de Junho, comemora-se o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. O PETI e o Escritório da OIT Organização Internacional do Trabalho em

Leia mais

MUNICÍPIO DO CARTAXO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Acta n.º3/2004

MUNICÍPIO DO CARTAXO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Acta n.º3/2004 MUNICÍPIO DO CARTAXO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Acta n.º3/2004 Aos dez dias do mês de Maio do ano de 2004, no Auditório Municipal da Quinta das Pratas, reuniu o Conselho Municipal de Educação do Concelho

Leia mais

Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1

Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1 Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1 Mário Jorge Silva (psicólogo clínico) e Marli Godinho (psicóloga clínica)

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

VOLUNTARIADO REGULAR NO BLVO

VOLUNTARIADO REGULAR NO BLVO Entidade Actividade a Desenvolver Freguesia Público Alvo Santa Casa da Misericórdia de - Elaboração de cabazes e distribuição dos bens do Banco Alimentar (no armazém da Santa Casa). População em geral

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Manual de GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Apoios Sociais Pessoas com Deficiência

Leia mais

Projecto. M3 - Mais Encontro: Mais Participação: Mais Ação. Candidatura Orçamento Tu Decides 2015 Município de Braga

Projecto. M3 - Mais Encontro: Mais Participação: Mais Ação. Candidatura Orçamento Tu Decides 2015 Município de Braga Candidatura Orçamento Tu Decides 2015 Município de Braga Projecto M3 - Mais Encontro: Mais Participação: Mais Ação 1. IDENTIFICAÇÃO 2. CONTEXTUALIZAÇÃO E PROBLEMÁTICA 3. PROPOSTA 4. OBJECTIVOS E RESULTADOS

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE

1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE 1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE I. Enquadramento A UGT regista o lançamento da Iniciativa Oportunidade para a Juventude em Dezembro de 2011 e, no âmbito

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

Enquadramento dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social Mais

Enquadramento dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social Mais Enquadramento dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social Mais No seguimento do Programa de Contratos Locais de Desenvolvimento Social (regulado pela portaria n.º396/2007 de 2 de abril e com alterações

Leia mais

MANUAL DE Gestão da. Qualidade

MANUAL DE Gestão da. Qualidade MANUAL DE Gestão da Qualidade Resposta Social: Estrutura Residencial para Idosos Prestamos Serviços de Qualidade Aldeia de S. Sebastião ADCS Aldeia de S. Sebastião, Largo da Igreja nº6 6355-041 Aldeia

Leia mais

PAREDES DE COURA INTRODUÇÃO

PAREDES DE COURA INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO Após a elaboração do Plano de Desenvolvimento Social, definindo as linhas orientadoras de intervenção social até ao final de 2009, procedemos agora à formulação de um Plano de Acção para esse

Leia mais

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA. Preâmbulo

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA. Preâmbulo REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA Preâmbulo O voluntariado é definido como um conjunto de acções e interesses sociais e comunitários, realizadas de forma desinteressada no âmbito

Leia mais

Curso de Formação Complementar. Apresentação

Curso de Formação Complementar. Apresentação Curso de Formação Complementar I Apresentação O curso de Formação Complementar destina-se a jovens titulares de cursos de Tipo 2, Tipo 3 ou outros cursos de qualificação inicial de nível 2, que pretendam

Leia mais

Apoio à Preparação de Voluntários de Leitura Um projeto de cidadania Missão Potenciar o desenvolvimento de uma rede nacional de volutariado na área da promoção da leitura. Objectivos centrais Apoiar iniciativas;

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE MURÇA EB 2,3/S DE MURÇA

AGRUPAMENTO VERTICAL DE MURÇA EB 2,3/S DE MURÇA AGRUPAMENTO VERTICAL DE MURÇA EB 2,3/S DE MURÇA REGULAMENTO DO FUNCIONAMENTO DAS ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR I. Introdução Nos termos do art.º 22º da Lei nº 30/2002, de 20 de Dezembro, alterada

Leia mais

Banco Local de Voluntariado de Gondomar

Banco Local de Voluntariado de Gondomar Regulamento Interno do Banco Local de Voluntariado de Gondomar (Aprovado em reunião de Câmara de 12 de Fevereiro e Assembleia Municipal de 18 de Fevereiro de 2009) Preâmbulo Entende-se por voluntariado

Leia mais

Programa de Apoio ao Autoemprego

Programa de Apoio ao Autoemprego Programa de Apoio ao Autoemprego Relatório do Programa Operacional Agosto 2013 Promotor: Coordenação da Execução: Introdução Objectivo e enquadramento Este relatório foi redigido com base no estudo As

Leia mais

Cidades Solidárias que Futuro?

Cidades Solidárias que Futuro? Cidades Solidárias que Futuro? Santa Casa da Misericórdia de Lisboa Departamento de Empreendedorismo e Economia Social Lisboa, 26 de Novembro de 2010 Dr. António Santos Luiz Vice-Provedor da Santa Casa

Leia mais

DESIGNAÇÃO: Inclusão na diversidade - Preparar o Futuro. Associação Espaço Mundo CEDL - CASA DA EUROPA DO DISTRITO DE LISBOA. Inclusão e Prevenção

DESIGNAÇÃO: Inclusão na diversidade - Preparar o Futuro. Associação Espaço Mundo CEDL - CASA DA EUROPA DO DISTRITO DE LISBOA. Inclusão e Prevenção REFERÊNCIA: 071 DESIGNAÇÃO: Inclusão na diversidade - Preparar o Futuro BIP/ZIP em que pretende intervir: 22. Alta de Lisboa Sul 67. Alta de Lisboa Centro ENTIDADES: Promotoras: Parceira: Associação Espaço

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO 2015. Respostas sociais: O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais:

PROGRAMA DE AÇÃO 2015. Respostas sociais: O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais: PROGRAMA AÇÃO 2015 O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais: - Preservar a identidade da Instituição, de modo especial no que respeita a sua preferencial ação junto das pessoas, famílias e grupos

Leia mais

Reabilitação Urbana: oportunidades do novo regime jurídico

Reabilitação Urbana: oportunidades do novo regime jurídico Reabilitação Urbana: oportunidades do novo regime jurídico 8 Março 2013 O QUE MUDOU NO ÚLTIMO ANO Alteração do RJRU da Lei das Rendas Publicação do PDM Agravamento / escassez do crédito Insolvências na

Leia mais

As IPSS do Nosso Concelho

As IPSS do Nosso Concelho As IPSS do Nosso Concelho A - CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO A foi fundada no início do segundo quartel do século, a 5 de Maio de 1928. Iniciou as suas actividades, no antigo Hospital (Marquês de Pombal),

Leia mais

Seminário Final. 18 de Junho 2008

Seminário Final. 18 de Junho 2008 O impacto do (des)emprego na pobreza e exclusão social na sub-região Porto-Tâmega pistas de acção estratégicas Porto Rua Tomás Ribeiro, 412 2º 4450-295 Matosinhos tel.: 22 939 91 50 fax.: 22 909 91 59

Leia mais

Escolas de Pentatlo Moderno

Escolas de Pentatlo Moderno Escolas de Pentatlo Moderno ÍNDICE O que é o franchising PENTAKID? 3 Serviços PENTAKID 5 Marketing 6 Recursos Humanos 7 Financiamento 8 Processo de aquisição 9 Ficha técnica 10 Carta de resposta 11 2 O

Leia mais

Ação Social e Inclusão

Ação Social e Inclusão Ação Social e Inclusão Ação Social O campo de actuação da Ação Social compreende, em primeira instância, a promoção do bem estar e qualidade de vida da população e a promoção duma sociedade coesa e inclusiva,

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PLANO DE ACÇÃO 2011

AVALIAÇÃO DO PLANO DE ACÇÃO 2011 AVALIAÇÃO DO PLANO DE ACÇÃO 2011 Eixo de Desenvolvimento I: Emprego/Desemprego Desenvolver medidas com vista à redução do desemprego, ao aumento da estabilidade no emprego e facilitadores do ingresso dos

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO

PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO VOLUNTARIOS SOCIAIS DO CONCELHO DE ALBERGARIA-A-VELHA - PROGRAMA ALBERGARIA SOLIDÁRIA NOTA JUSTIFICATIVA No âmbito de uma política social que se vem orientando para potenciar

Leia mais

Grelha de Análise SWOT (Strengths (forças); Weaknesses (fraquezas); Opportunities (oportunidades), Threats (ameaças))... Factores Endógenos

Grelha de Análise SWOT (Strengths (forças); Weaknesses (fraquezas); Opportunities (oportunidades), Threats (ameaças))... Factores Endógenos Problemática Essencial I Envelhecimento Demográfico - Apoio Domiciliário do Centro de Saúde com viatura cedida pela Câmara Municipal. - Iniciativas da Câmara Municipal com o objectivo de proporcionar momentos

Leia mais

São igualmente tidas em conta situações de pobreza e de exclusão social que necessitam um tratamento específico no âmbito do PRODESA.

São igualmente tidas em conta situações de pobreza e de exclusão social que necessitam um tratamento específico no âmbito do PRODESA. 1. Medida 3.4: Apoio ao desenvolvimento do Emprego e da Formação Profissional 2. Descrição: A Medida Apoio ao desenvolvimento do Emprego e Formação Profissional do PRODESA visa criar as condições para

Leia mais

Empresas que se mexem, são empresas que crescem!

Empresas que se mexem, são empresas que crescem! Empresas que se mexem, são empresas que crescem! Apresentação do Projecto/ Abertura de inscrições Introdução A Adere-Minho - Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho, entidade de natureza associativa

Leia mais

Os Empresários, as Empresas e a Inclusão Social. João Oliveira Rendeiro Presidente da Associação EIS Empresários pela Inclusão Social

Os Empresários, as Empresas e a Inclusão Social. João Oliveira Rendeiro Presidente da Associação EIS Empresários pela Inclusão Social Os Empresários, as Empresas e a Inclusão Social João Oliveira Rendeiro Presidente da Associação EIS Empresários pela Inclusão Social Conferência "Compromisso Cívico para a Inclusão" Santarém, 14 de Abril

Leia mais

Instituto Politécnico de Lisboa. Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) Gestão da Qualidade

Instituto Politécnico de Lisboa. Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) Gestão da Qualidade Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) Gestão da Qualidade Relatório da Implementação de Medidas para a melhoria da Qualidade Abril 2011 1 Relatório da

Leia mais

EBI de Angra do Heroísmo

EBI de Angra do Heroísmo EBI de Angra do Heroísmo ENQUADRAMENTO GERAL Estratégia intervenção Ministério Educação promover o empreendedorismo no ambiente escolar Consonância com linhas orientadoras da Comissão Europeia Projectos

Leia mais

Rede Social do Concelho de Lamego Regulamento Interno do CLAS de Lamego

Rede Social do Concelho de Lamego Regulamento Interno do CLAS de Lamego REGULAMENTO INTERNO Conselho Local de Acção Social de Lamego (CLASL) Rede Social do Concelho de Lamego Preâmbulo As alterações inerentes à evolução da sociedade actual evidenciam problemas e necessidades

Leia mais

PROJET D'ECOMUSEES ET DE CENTRE DE RESSOURCES EDUCATIVES AUTOUR DU PARC NATIONAL DE GORONGOSA (MOZAMBIQUE) Baldeu Arquechande

PROJET D'ECOMUSEES ET DE CENTRE DE RESSOURCES EDUCATIVES AUTOUR DU PARC NATIONAL DE GORONGOSA (MOZAMBIQUE) Baldeu Arquechande CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 207 PROJET D'ECOMUSEES ET DE CENTRE DE RESSOURCES EDUCATIVES AUTOUR DU PARC NATIONAL DE GORONGOSA (MOZAMBIQUE) Baldeu Arquechande RESUMO DO PROJECTO As acções deste Projecto

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOCHETE REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL

CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOCHETE REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOCHETE REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Denominação, Sede e Âmbito 1. O Conselho Local de Acção Social do Concelho de

Leia mais

Plano DOM. Mudanças. Peso da Régua, 26 Setembro 2008 Isabel Gomes

Plano DOM. Mudanças. Peso da Régua, 26 Setembro 2008 Isabel Gomes Plano DOM Desafios, Oportunidades e Mudanças Peso da Régua, 26 Setembro 2008 Isabel Gomes De um Modelo Institucional, para um Modelo Especializado e Terapêutico. 29 de Setembro de 2008 2 Idade das crianças

Leia mais