E SCOLA BÁSICA I NTEGRADA 1,2,3/JARDIM DE I NFÂNCIA V ASCO DA G AMA L ISBOA

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1 E SCOLA BÁSICA I NTEGRADA 1,2,3/JARDIM DE I NFÂNCIA V ASCO DA G AMA L ISBOA Datas da visita:

2 212 I Introdução A Lei n.º 31/2002, de 20 de Dezembro, aprovou o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação préescolar e dos ensinos básico e secundário, definindo orientações gerais para a auto-avaliação e para a avaliação externa. Por sua vez, o programa do XVII Governo Constitucional estabeleceu o lançamento de um programa nacional de avaliação das escolas básicas e secundárias que considere as dimensões fundamentais do seu trabalho. Após a realização de uma fase piloto, da responsabilidade de um Grupo de Trabalho (Despacho conjunto n.º 370/2006, de 3 de Maio), a Senhora Ministra da Educação incumbiu a Inspecção-Geral da Educação de acolher e dar continuidade ao processo de avaliação externa das escolas. Neste sentido, apoiando-se no modelo construído e na experiência adquirida durante a fase piloto, a IGE está a desenvolver esta actividade, entretanto consignada como sua competência no Decreto Regulamentar n.º 81-B/2007, de 31 de Julho. O presente relatório expressa os resultados da avaliação externa da Escola Básica Integrada 1,2,3/Jardim-de- Infância Vasco da Gama realizada pela equipa de avaliação que visitou esta Unidade de Gestão em 26 e 27 de Novembro de Os capítulos do relatório caracterização da unidade de gestão, conclusões da avaliação por domínio, avaliação por factor e considerações finais decorrem da análise dos documentos fundamentais da Unidade de Gestão, da sua apresentação e da realização de entrevistas em painel. Espera-se que o processo de avaliação externa fomente a auto-avaliação e resulte numa oportunidade de melhoria para a Escola Básica Integrada 1,2,3/Jardim de Infância Vasco da Gama, constituindo este relatório um instrumento de reflexão e de debate. De facto, ao identificar pontos fortes e pontos fracos, bem como oportunidades e constrangimentos, a avaliação externa oferece elementos para a construção ou o aperfeiçoamento de planos de melhoria e de desenvolvimento de cada escola, em articulação com a administração educativa e com a comunidade em que se insere. A equipa de avaliação externa congratula-se com a atitude de colaboração demonstrada pelas pessoas com quem interagiu na preparação e no decurso da avaliação. O texto integral deste relatório, bem como um eventual contraditório apresentado pela Escola Básica Integrada 1,2,3/Jardim-de-Infância Vasco da Gama, será oportunamente disponibilizado no sítio internet da IGE (www.ige.minedu.pt). Escala de avaliação utilizada Níveis de classificação dos cinco domínios na Unidade de Gestão Muito Bom Predominam os pontos fortes, evidenciando uma regulação sistemática, com base em procedimentos explícitos, generalizados e eficazes. Apesar de alguns aspectos menos conseguidos, a organização mobiliza-se para o aperfeiçoamento contínuo e a sua acção tem proporcionado um impacto muito forte na melhoria dos resultados dos alunos. Bom Revela bastantes pontos fortes decorrentes de uma acção intencional e frequente, com base em procedimentos explícitos e eficazes. As actuações positivas são a norma, mas decorrem muitas vezes do empenho e da iniciativa individuais. As acções desenvolvidas têm proporcionado um impacto forte na melhoria dos resultados dos alunos. Suficiente Os pontos fortes e os pontos fracos equilibram-se, revelando uma acção com alguns aspectos positivos, mas pouco explícita e sistemática. As acções de aperfeiçoamento são pouco consistentes ao longo do tempo e envolvem áreas limitadas da Unidade de Gestão. No entanto, essas acções têm um impacto positivo na melhoria dos resultados dos alunos. Insuficiente Os pontos fracos sobrepõem-se aos pontos fortes. Não demonstra uma prática coerente e não desenvolve suficientes acções positivas e coesas. A capacidade interna de melhoria é reduzida, podendo existir alguns aspectos positivos, mas pouco relevantes para o desempenho global. As acções desenvolvidas têm proporcionado um impacto limitado na melhoria dos resultados dos alunos. 2

3 312 II Caracterização da Unidade de Gestão A Escola Básica Integrada 1,2,3/Jardim-de-Infância Vasco da Gama localiza-se no Parque das Nações, na freguesia de Santa Maria dos Olivais, no concelho de Lisboa, tendo sido criada pela Portaria n.º 745/99, de 26 de Agosto. De realçar que, esta Escola, inicialmente localizada no bairro da Portela, concelho de Loures, apresenta, entre 1972/73 e 1986/87, um historial como extensão de diversos estabelecimentos de ensino do distrito de Lisboa, em instalações pré-fabricadas, de carácter provisório e sem autonomia no seu funcionamento. Entre 1988/89 e 1996/97 denomina-se Escola C+S Vasco da Gama, tendo a partir deste último ano lectivo alterado o seu nome para Escola Básica 2,3 Vasco da Gama. A escolha da zona Norte da freguesia de Santa Maria dos Olivais para a realização da EXPO 98, possibilitou a requalificação urbana e ambiental da área e, em Julho de 1999, foi inaugurada a Escola Básica Integrada 1,2,3/Jardim de Infância Vasco da Gama (EBIVG), cujo projecto arquitectónico teve como pano de fundo a temática da Exposição Os Oceanos. A EBIVG situa-se numa zona residencial de construções recentes, fortemente urbanizada, manteve a população escolar proveniente da antiga Escola Básica 2,3 Vasco da Gama e acolheu os alunos da Educação Pré-Escolar e do 1.º ciclo do ensino básico (CEB), residentes na área de influência da Escola. Constituída por um único edifício destinado a albergar crianças e alunos cuja faixa etária varia entre os 4 e os 15 anos, a EBIVG apresenta, contudo, vários espaços individualizados por barreiras físicas e sujeitos a regras específicas de circulação, nomeadamente os destinados à Educação Pré-Escolar e ao 1.º CEB, que têm um recreio com parque infantil e ginásio próprios. A EBIVG dispõe também de um refeitório, utilizado por todos os níveis de educação e ensino, um ginásio para o 2.º e 3.º CEB, uma Biblioteca Escolar/Centro de Recursos (BE/CRE), um auditório e uma garagem. Embora de construção recente, tanto o edifício como os espaços exteriores apresentam algumas debilidades, nomeadamente, inexistência de espaços exteriores cobertos e condições precárias da cobertura do edifício, a que acrescem limitações arquitectónicas, como a impossibilidade de construção de uma saída de emergência para o sector norte do edifício; salas de aula, para os 2.º e 3.º CEB, circunscritas aos 1.º e 2.º pisos dificultando a evacuação em caso de emergência de alunos portadores de deficiência e janelas com fraca luminosidade, situações que têm merecido a atenção e a tomada de diligências pelo órgão de gestão junto da Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT). A EBIVG, embora não disponha de um Plano de Segurança de acordo com a legislação em vigor, está dotada de sinalética de emergência e extintores, havendo já alguma prática de simulacros de incêndio. A EBIVG disponibiliza actividades de apoio à família, prolongamento do horário escolar e de enriquecimento curricular. Estas actividades, no caso do 1.º CEB, são proporcionadas em contra horário. Os encarregados de educação (EE) apresentam, em geral, um elevado nível de instrução, sendo que 68% têm habilitações académicas ao nível do Ensino Superior e 23% possuem habilitações ao nível do Ensino Secundário, 12.º ano e Ensino pós-secundário. A EBIVG, actualmente, acolhe 693 crianças e alunos, dos quais 67 são crianças em idade pré-escolar, 196 são alunos do 1.º CEB, 171 do 2.º e 259 do 3.º. A maioria das crianças e alunos, respectivamente cerca de 92,5% e 93,1%, tem computador em casa e dispõe de um ponto de acesso à Internet. No presente ano lectivo, dos 75 docentes em exercício de funções nesta unidade de gestão, 5 leccionam na Educação Pré-Escolar, 11 no 1.º CEB, 19 no 2.º e 37 no 3.º. A EBIVG integra também 3 docentes da educação especial e 1 psicóloga. O corpo docente é considerado estável, porquanto 68% dos professores pertence ao quadro da Escola e 20 % ao de Zona Pedagógica. O pessoal não docente é constituído por 28 elementos, dos quais 19 são Auxiliares de Acção Educativa (AAE) e 6 exercem funções administrativas, 1 Chefe de Serviços de Administração Escolar (SAE) em regime de substituição, 1 tesoureira e 4 assistentes. Existem, ainda, 3 AAE colocadas pela Autarquia para apoio às salas da Educação Pré- Escolar (ao abrigo de um protocolo entre a DRELVT e a Câmara Municipal de Lisboa CML). O serviço de limpeza das instalações é apoiado por 3 assalariadas. III Conclusões da avaliação por domínio 1. Resultados Bom A EBIVG tem procedido ao tratamento dos resultados académicos dos alunos, através do levantamento estatístico de dados e respectivas análise e reflexão, de forma a propor estratégias conducentes à melhoria dos resultados, que, em 2006/2007, e nomeadamente em Língua Portuguesa e Matemática, se encontravam acima da média nacional. A EBIVG desenvolve uma prática de cultura de integração de alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE), de respeito e disciplina, valorizando a formação pessoal dos alunos, o que a torna conhecida junto da comunidade educativa e pretendida pela comunidade escolar. O código de conduta existente na EBIVG contribui para um ambiente calmo e respeitador, entre crianças, alunos, pessoal docente e não docente. O impacto das 3

4 412 aprendizagens é muito valorizado pelos alunos e pelos EE, sendo as suas expectativas bastante elevadas em termos de sucesso académico e de prosseguimento de estudos até ao Ensino Superior. 2. Prestação do serviço educativo Bom Na articulação entre a Educação Pré-Escolar e o 1.º CEB não existe ainda uma prática sustentada, sendo a articulação entre o 1.º e o 2.º CEB referida como pouco conseguida. Quanto aos 2.º e 3.º CEB essa articulação realiza-se fundamentalmente a nível disciplinar. Há, porém, uma interacção de diferentes disciplinas e ciclos que decorre da adesão a numerosos projectos nacionais e internacionais, alguns dos quais englobam toda a EBIVG e que envolvem também a contribuição de áreas curriculares disciplinares e não disciplinares. Existem numerosas actividades de enriquecimento curricular destinadas aos diferentes ciclos e que no 1.º CEB funcionam em contrahorário. Não há supervisão da prática de sala de aula, sendo o acompanhamento da prática lectiva realizado de modo indirecto pelo Coordenador de Departamento ou de ciclo. Há critérios expressos de avaliação, que são transmitidos a alunos e EE. A integração de crianças e alunos com NEE é um dos objectivos do Projecto Educativo de Escola (PEE), concretizando-se através da sinalização, apoio e encaminhamento dos mesmos. Existe, também, orientação vocacional no final do 3.º CEB, no âmbito da qual são prestadas informações aos alunos e EE sobre os possíveis percursos escolares no Ensino Secundário. 3. Organização e gestão escolar Muito Bom Os recursos humanos são geridos de acordo com as necessidades e contextos, atendendo às competências pessoais e profissionais dos docentes e funcionários. A gestão destes recursos garante o funcionamento dos diversos sectores da EBIVG e responde às necessidades da comunidade escolar. Os documentos de planeamento explicitam os princípios e normas da actividade escolar, no entanto não estabelecem uma hierarquização dos objectivos nem explicitam as estratégias, metodologias e recursos que levam à sua concretização. Os espaços escolares são adequados ao funcionamento das actividades de educativas e encontram-se limpos e aprazíveis. O reforço do orçamento privativo constitui um objectivo claramente assumido e alcançado pela EBIVG. A Associação de Pais e EE apresenta-se como uma parceira empenhada e participativa, interagindo com o órgão de gestão, na motivação dos pais para a vida escolar e bom desempenho dos alunos. A equidade e justiça são conseguidas através de uma política activa de resposta a problemas de aprendizagem e de integração dos alunos com NEE. 4. Liderança Bom O Conselho Executivo (CE), eleito em Outubro de 2007, tem consciência das situações que pode potencializar e das que tem de ultrapassar e demonstra preocupação em manter um diálogo aberto com todos os parceiros, em especial com os alunos, de forma a promover a qualidade do serviço educativo. O pessoal docente e não docente revela-se empenhado e motivado no acompanhamento dos alunos e na prossecução dos objectivos definidos no PEE. O relacionamento interpessoal que se verifica entre todos os actores contribui para um bom clima na EBIVG. Há um reconhecimento evidente, por parte da comunidade escolar, da importância das actividades desenvolvidas na mesma e dos projectos nacionais e internacionais a que adere. A EBIVG demonstra abertura à inovação e revela capacidade de mobilização de recursos e estabelecimento de parcerias activas. 5. Capacidade de auto-regulação e melhoria da Escola Bom São recolhidas as taxas de sucesso escolar, por ano e disciplina, que são debatidas em Conselho de Turma (CT) e nos Departamentos, bem como em Conselho Pedagógico (CP). É também realizada uma avaliação da implementação do Plano Anual de Actividades (PAA), organizada a partir dos relatórios dos coordenadores de projectos, o que tem permitido tomar algumas decisões tendentes à melhoria. Não existe, porém, um plano global de auto-avaliação, embora desde há dois anos esteja constituída uma pequena equipa que tem vindo a ensaiar alguns procedimentos e instrumentos, mas que necessita de alargamento e apoio para consolidar e aprofundar o trabalho desenvolvido, de forma a que a EBIVG possa definir com precisão as prioridades e metas a atingir e delinear estratégias globais e coerentes de melhoria. 4

5 512 IV Avaliação por factor 1. Resultados 1.1 Sucesso académico A EBIVG recolhe, trata e analisa, trimestralmente, os resultados académicos dos alunos nos diferentes ciclos de escolaridade. Este procedimento é realizado por cada professor titular de turma ao nível do Conselho de Docentes e pelo CT, nos 2.º e 3.º CEB. No início do período lectivo seguinte, as estruturas de orientação educativa analisam os resultados e apresentam sugestões de melhoria. Por sua vez, a equipa de auto-avaliação, no final do ano lectivo, tem procedido à análise dos resultados académicos, que são apresentados, no início do ano lectivo subsequente. Os dados constantes no perfil da EBIVG, para o ano lectivo de 2006/2007, revelam que as taxas de transição/conclusão para os diferentes anos de escolaridade são, de um modo geral, elevadas. Estas são de 100% no 1.º ano, 97% no 2.ºano, 98% no 3.º ano, 96% no 4.º ano, 89% do 5.º ano, 95% no 6.º ano, 92% no 7.º ano, 89% no 8.º e 89,3% no 9.º ano de escolaridade. Os resultados nas provas de aferição do 6.º ano em Língua Portuguesa (LP) e Matemática (Mat.) foram bastante positivos, tendo os alunos obtido melhores resultados, em comparação com os resultados nacionais, em ambas as disciplinas. No ano lectivo de 2006/2007, os resultados, nos exames nacionais no 9.º ano, situaram-se acima da média nacional em LP e em Mat., respectivamente 0,1 e 0,7. A maioria dos alunos obteve, no exame nacional de LP, uma classificação igual ou superior à classificação interna. Na disciplina de Mat. verificou-se que uma percentagem significativa (14,9 %) de alunos obteve no exame uma classificação inferior à classificação interna. Segundo os dados disponibilizados pela EBIVG, dos 77 alunos admitidos ao exame nacional de LP, 90,9% obtiveram classificação positiva, e dos 74 alunos que realizaram o exame nacional de Mat., 67,6% obtiveram classificação positiva. O órgão de gestão e as estruturas de orientação educativa têm consciência dos bons resultados académicos embora considerem que podem ser melhorados. A EBIVG não tem uma prática sistemática e consistente de comparação de resultados com outras escolas com características idênticas, pese embora a preocupação em proceder a uma comparação com as médias nacionais. Tem conhecimento dos resultados obtidos por alguns dos alunos que transitaram para Escolas Secundárias (Portela, Olivais, Maria Amália Vaz de Carvalho, D. Filipa de Lencastre, Padre António Vieira), que, pela informalidade e pouca sistematicidade com que são transmitidos, os torna pouco precisos. O abandono escolar, nesta EBIVG, é reduzido e sem expressão considerando que, no ano lectivo de 2006/2007, houve 3 abandonos e 2 alunos foram excluídos por faltas. 1.2 Participação e desenvolvimento cívico Há co-responsabilização participada dos alunos em algumas das decisões que lhes dizem respeito, designadamente, quanto às actividades desenvolvidas nas Áreas Curriculares não Disciplinares das respectivas turmas e nas actividades inerentes ao cargo de delegado(a) e subdelegado(a) de turma estabelecidas no Regulamento Interno (RI), embora ainda não seja prática a participação dos representantes dos alunos nos órgãos da Escola. Foi perceptível a existência de um sentimento de identificação dos alunos com a EBIVG, visivelmente reforçada por alguns elementos de união como o hino da Escola e a participação no jornal escolar. Na EBIVG desenvolvem-se actividades com as crianças e alunos de forma a aceitar, conviver e integrar os colegas portadores de deficiência. 1.3 Comportamento e disciplina Os alunos conhecem e cumprem, na generalidade, as regras de funcionamento da EBIVG constantes no RI e que no início do ano lectivo são divulgadas aos alunos e EE. A interiorização destas regras, pelas crianças e alunos, nomeadamente no que respeita à circulação pelos diferentes espaços, tem o apoio regular das AAE. Não existem casos graves de indisciplina, embora se verifiquem alguns casos de comportamento pouco ajustado de alunos, dentro da sala de aula, que são tratados ao nível das direcções de turma. Na solução destes casos, a EBIVG conta, sempre que necessário, com a colaboração da psicóloga em funções no Serviço de Psicologia e Orientação (SPO). Há participação dos EE na definição de um código de conduta e na implementação de estratégias para ultrapassar os problemas de comportamento e disciplina relacionados com os seus educandos. 5

6 612 Na EBIVG existe grande preocupação em promover nas crianças e alunos o sentimento de pertença, espírito de solidariedade e respeito pelos outros. O clima de segurança que se vive na EBIVG advém do bom relacionamento existente entre alunos, EE, pessoal docente e não docente. 1.4 Valorização e impacto das aprendizagens As expectativas da comunidade escolar em relação ao futuro académico dos alunos são elevadas, sendo a EBIVG muito procurada logo a partir da Educação Pré-Escolar. A EBIVG está inserida num meio social, cultural e económico que valoriza as aprendizagens, de natureza curricular e não curricular, dos alunos, havendo um claro incentivo para o prosseguimento de estudos. O pessoal docente e não docente mostra grande satisfação na evolução das crianças e alunos a nível das aprendizagens sociais e académicas. Ao longo do ano lectivo, são realizados eventos abertos à comunidade educativa, que dão visibilidade ao trabalho desenvolvido nos diferentes níveis de educação e de ensino. Na EBIVG, o reconhecimento do valor, mérito e excelência nos alunos é feito através da implementação dos Quadros de Valor e de Excelência nos 2.º e 3.º CEB, e dos Quadros de Valor e de Mérito no 1.º CEB, o que é considerado importante, pelos alunos, para estimular e premiar a valorização do conhecimento e o sucesso académico. É dada relevância a esta prática com a afixação destes quadros, no átrio da EBIVG, com a entrega de diplomas em cerimónia aberta à comunidade educativa. 2. Prestação do serviço educativo 2.1 Articulação e sequencialidade A articulação intradepartamental depende da composição mais ou menos diversificada dos Departamentos Curriculares. Ao nível dos 2.º e 3.º CEB essa articulação realiza-se fundamentalmente a nível disciplinar, o que levou a Escola a reintroduzir a figura de delegado de disciplina Entre a Educação Pré-Escolar e o 1.º CEB não existe ainda uma prática sustentada de articulação. Esta, é referida como pouco conseguida entre o 1.º e o 2.º CEB, limitando-se a algumas indicações do professor titular de turma do 4.º ano, relativamente à constituição das turmas no 5.º ano. No que respeita às Ciências Físico-Químicas e às Ciências Naturais, incluídas no mesmo Departamento, têm sido feitos esforços de articulação entre ambas as disciplinas. Este Departamento tem promovido algumas iniciativas destinadas ao jardim-de-infância e ao 1.º CEB, de colaboração entre professores, nomeadamente através dos núcleos de estágio de Ciências Físico-Químicas, em que, nas aulas de Área de Projecto, de Ciências Naturais e de Ciências Físico-Químicas, os alunos mais velhos preparam actividades de carácter científico e experimental para os mais novos. Além destas actividades, estes alunos participam noutras promovidas pelos Departamentos Curriculares, nomeadamente, pelo Departamento de Línguas Estrangeiras, como seja a comemoração do Halloween ou a assistência a uma peça de Teatro realizada por uma companhia inglesa. As actividades desenvolvidas na disciplina de Educação Musical integram a Área de Projecto e, no ano lectivo transacto, esta disciplina desenvolveu alguns trabalhos de articulação com a Educação Pré-Escolar, aos quais não foi dada continuidade. A interacção entre disciplinas e entre ciclos resulta do desenvolvimento de projectos transversais a toda a EBIVG como acontece com o Plano Nacional de Leitura (PNL), que constituiu no ano lectivo passado um pólo aglutinador de toda a EBIVG. Surge ainda como resposta a necessidades decorrentes da adesão a projectos internacionais, implicando a participação do Inglês e de outras disciplinas como a Educação Visual, a Matemática, a Educação Física, a Educação Musical, as Ciências Físico-Químicas e envolvendo, nalguns casos, a Educação Pré-Escolar e o 1.º CEB. O desenvolvimento dos projectos implica, também, uma articulação entre áreas curriculares disciplinares e não disciplinares, tendo a EBIVG sentido necessidade da introdução da figura do coordenador de Área de Projecto e Estudo Acompanhado. Para além da contribuição dada pelo professor titular de turma ou pelos DT na constituição de turmas, o apoio prestado a alunos e EE no processo de transição entre ciclos centra-se fundamentalmente no final do 3.º CEB, ao nível da orientação vocacional. 2.2 Acompanhamento da prática lectiva em sala de aula O acompanhamento da actividade lectiva é realizado de modo indirecto através de planificações realizadas em conjunto, havendo nalguns casos também a cotação conjunta de provas. Este trabalho é realizado no 1.º CEB por anos de escolaridade. Os coordenadores supervisionam a elaboração e implementação desta planificação. As 6

7 712 práticas nos departamentos são diversas, havendo alguns que incluem neste trabalho a troca de materiais e fichas de avaliação. Não há supervisão na sala de aula, embora tenham sido relatados casos em que as dificuldades ao nível do desempenho dos professores foram resolvidas por apoio de colega ou mudança do professor para outra turma. A articulação entre os professores de cada turma é assegurada, nos 2.º e 3.º ciclos, pela liderança do Director de Turma (DT). Foi, no entanto, referido pelos professores entrevistados que a operacionalização do Projecto Curricular de Turma (PCT) não tem sido bem conseguida, por não dar resposta às especificidades de cada turma. O Projecto Curricular de Escola (PCE) contempla critérios de avaliação para os três ciclos de escolaridade, que seguem uma matriz comum e apresentam ponderações relativamente a cada componente ( aquisição de conhecimentos, aquisição de destrezas e competências, atitudes e comportamentos ). Está consignado no PCE que, a partir de 30% de insucesso a nível de turma e de 20% a nível de disciplina, os docentes procedam à justificação desses resultados. A EBIVG elaborou um plano de formação dos docentes, de acordo com as necessidades detectadas, que apresentou ao Centro de Formação António Sérgio a que está associada. Decorrente da política de investimento nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), a EBIVG atribuiu especial relevo à formação dos professores no âmbito da plataforma Moodle, nela participando mais de 20 docentes. Esta formação teve um primeiro momento de iniciação, correspondendo actualmente a acções de aprofundamento que contemplam As TIC e a avaliação das escolas, Net e Aprendizagem do Inglês, Gestão pedagógica do Moodle, TIC e Plano Nacional de Leitura. O número de professores que as frequentou irá permitir um apoio, centrado na Escola, a outros colegas. A título individual foram frequentadas pelos docentes outras acções no âmbito das respectivas disciplinas. 2.3 Diferenciação e apoios A integração dos alunos com NEE é um dos grandes objectivos do PEE. A equipa de Serviços Especializados de Apoio Educativo, constituída por três professores trabalha, em estreita colaboração com a psicóloga do SPO, no processo de sinalização, diagnóstico e acompanhamento dos alunos, sendo estes seguidos pelo mesmo professor ao longo do seu percurso escolar. Estão actualmente a ser apoiados 33 alunos dos quais 3 na Educação Pré-Escolar, 14 no 1.º CEB, 2 no 2.º e 15 no 3.º. Trata-se, em geral, de alunos com NEE de carácter permanente, alguns dos quais apresentam problemáticas severas. Foi realçado, em diferentes painéis, o espírito de solidariedade que os alunos demonstram relativamente aos colegas portadores de deficiência, assim como ficou patente o empenhamento das AAE no apoio que lhes prestam. Para encaminhamento dos alunos que chegam à Escola já sinalizados, e nem sempre adequadamente, a equipa organizou uma ficha de sinalização a ser preenchida pelo professor titular da turma ou pelo DT. Os casos que requerem diagnóstico psicológico são observados pela psicóloga, que desenvolve o seu trabalho em articulação com os EE e veicula a informação necessária ao conselho de turma. Esta equipa tem procurado maximizar o apoio educativo, procurando distinguir maus resultados escolares de necessidades de apoio, no sentido de reduzir as condições especiais de avaliação e a diminuição de alunos por turma por integração de alunos com NEE. A equipa está, igualmente, disponível para dar resposta a outras necessidades da EBIVG, como acontece, no presente ano lectivo, com a intervenção junto de uma turma de 9.º ano. A psicóloga, que manifesta disponibilidade para atendimento de alunos e EE que a procurem, encarrega-se também da orientação vocacional no 9.º ano, actividade para a qual no ano passado teve a colaboração de uma estagiária a realizar estágio profissional. A EBIVG disponibiliza, a alunos e EE, informações sobre as possibilidades de prosseguimento de estudos. Alguns alunos são encaminhados para Cursos de Formação Profissional e orientados para as escolas que possam dar resposta às suas necessidades. Para atender às características dos alunos a EBIVG promove, também, planos de recuperação e acompanhamento e avalia a sua eficácia em sede de CT. 2.4 Abrangência do currículo e valorização dos saberes e da aprendizagem A EBIVG proporciona como oferta educativa a Educação Pré-Escolar, o 1.º, 2.º e 3.º CEB. Neste ciclo de escolaridade, oferece como opção, a nível de Línguas Estrangeiras, o Inglês, o Francês e o Espanhol. Verifica-se, também a adesão a diferentes projectos e programas, locais, nacionais e internacionais: Plano de Acção para a Matemática (PAM); Olimpíadas da Matemática; Plano Nacional de Leitura (PNL); Aprender a Empreender Programa Economia para o Sucesso (ligado à Formação Cívica e envolvendo especificamente as turmas de 9.º ano); Parlamento dos Jovens - centrado em energias alternativas e preservação ambiental encontrando-se a funcionar em turmas do 8º ano; Latitude 60º educação ambiental promovida pelo Comité Português para o Ano Polar Internacional; Projecto Comenius centrado, no ano lectivo transacto, no tema Ourlives (envolvendo a Bulgária, a Eslovénia, a Finlândia e a Turquia, além de Portugal, e implicou a visita de alguns alunos da Escola à Finlândia) e, no presente ano lectivo, no 7

8 812 tema A aprendizagem ao longo da vida (em que os outros países visitarão Portugal); ENO Environement On Line Escola Virtual e Rede a Nível Global e Pensar Amarelo Campanha de reciclagem. Estes projectos são valorizados por professores e EE, embora tenha sido manifestado por uns e por outros que se poderia fazer ainda melhor. Na Área de Projecto os alunos escolhem os temas ou aderem aos projectos propostos pela EBIVG. As metodologias activas e/ou experimentais são valorizadas. Constatou-se a promoção de visitas de estudo que incidem em aspectos científicos e artísticos: visitas a teatros, exposições, entre outros. As actividades de enriquecimento curricular incluem a Hora do Conto, Clube de Informática, Xadrez, Bike-Bichos, Ginástica/Dança, Voleibol, Coro e Teatro, sendo que esta última ainda não se iniciou no presente ano lectivo. Através do Painel Aconteceu, vai Acontecer, da revista trimestral Marés de Notícia, do sítio internet da EBIVG, é divulgada informação à comunidade educativa e ao exterior, sobre trabalhos e actividades realizados para e pelas crianças e alunos. O apoio à família, no jardim-de-infância e 1.º CEB, e as actividades de enriquecimento curricular neste último, estão a cargo da empresa Obstáculo Zero, sendo supervisionadas pelo docente titular de turma. Para além disso, a EBIVG está aberta a outras actividades, da iniciativa do Clube Parque das Nações, que se realizam entre as 18 h.30 min. e as 20 h.30 min. e incluem Ginástica, Judo, Aeromodelismo e Ioga. A aposta nas TIC levou à adesão à iniciativa Escolas, Professores e Computadores, que permitiu um melhor apetrechamento da EBIVG, prevendo o órgão de gestão a sua melhor rentabilização. 3. Organização e gestão escolar 3.1 Concepção, planeamento e desenvolvimento da actividade O PEE, elaborado para o triénio 2005/2008, sob o lema «Educar para Transformar», tem subjacentes, no seu plano de acção, critérios de melhoria e eficácia. O planeamento da actividade educativa decorre dos princípios orientadores enunciados no PEE que, embora faça o enfoque na optimização da prática pedagógica, na integração de alunos com necessidades educativas especiais, na formação de docentes e não docentes e na relação interpessoal, não define prioridades em cada uma das metas. No PCE, definido para um horizonte temporal de três anos lectivos, não é visível uma articulação com o PEE, porquanto não apresenta uma hierarquização dos objectivos neste expressos e não explicita, de forma sustentada, estratégias, metodologias e recursos viabilizadores da sua consecução. A programação e planificação dos momentos essenciais do ciclo anual da gestão escolar são feitas pelo órgão de gestão. O Plano Anual de Actividades (PAA) apresenta-se como um documento orientador, ainda pouco estruturado. Embora a maioria das actividades e projectos nele enunciados resultem de propostas das diferentes estruturas de orientação educativa e denotem relação com o PEE, nem sempre é explícita a forma como se articulam. Ainda não há uma prática sistemática de envolvimento dos alunos e do pessoal não docente na construção do PAA. O RI é divulgado através do sítio Internet da Escola e facultado aos EE, em suporte papel, pelos DT, no início do ano lectivo. A figura do DT assume um papel relevante na comunicação com os alunos e EE. Os Projectos Curriculares de Grupo e os de Turma, elaborados de acordo com os interesses dos alunos, requerem, segundo os docentes entrevistados, uma melhoria ao nível da operacionalização, nomeadamente no 3.º CEB. Nessa perspectiva, iniciou-se, no presente ano lectivo, um trabalho de reformulação do guião orientador da elaboração do PCT. A Formação Cívica tem constituído um espaço de desenvolvimento de competências sociais e de responsabilização escolar. O Estudo Acompanhado pretende dar resposta por um lado à consolidação de aprendizagens e por outro a dificuldades de aprendizagem manifestadas pelos alunos, tendo sido atribuído à docente da disciplina de Português no 9.º ano (90 minutos) e à da disciplina de Matemática no 6.º ano (45minutos). As actividades de substituição no âmbito do Plano de Ocupação Plena dos Tempos Escolares, nos 2.º e 3.º CEB, nem sempre asseguram, de acordo com os alunos e docentes entrevistados, situações educativas satisfatórias. A EBIVG proporciona aos alunos diversas actividades de enriquecimento curricular, nomeadamente clubes, cujos horários de funcionamento não são inteiramente do seu agrado, sobretudo quando são dinamizados em horário coincidente com o do almoço. Segundo os alunos, e sobretudo, no 9.º ano, a escolha destas actividades é influenciada, não tanto pelo âmbito das mesmas, mas pela adesão do grupo de amigos. A Assembleia de Escola concebe, planeia e desenvolve as suas actividades, em articulação com o CE e o CP. Responsável pela definição de linhas orientadoras da actividade e do orçamento da EBIVG, procede ao acompanhamento das actividades desenvolvidas e emite recomendações aos diferentes órgãos. 8

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS

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