JIA ZHANGKE, A CIDADE EM QUADRO

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1 JIA ZHANGKE, A CIDADE EM QUADRO

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3 JIA ZHANGKE, A CIDADE EM QUADRO Jia Zhangke, the city in frame

4 5 a 17 ago 2014 CAIXA Cultural Rio de janeiro 12 a 24 ago 2014 CAIXA BELAS ARTES

5 apresenta JIA ZHANGKE, A CIDADE EM QUADRO Jia Zhangke, the city in frame organização MARIANA KAUFMAN e JO SERFATY

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8 A CAIXA é uma das principais patrocinadoras da cultura brasileira. Destina, anualmente, mais de R$ 60 milhões do orçamento para patrocinar projetos culturais em seus espaços, com o foco em artes visuais, peças de teatro, espetáculos de dança e shows, além de artesanato brasileiro e festivais de teatro e dança em todo o território nacional. Os projetos patrocinados são selecionados a partir do Programa de Seleção Pública, uma opção da CAIXA para tornar mais democrática e acessível a participação de produtores e artistas de todas as unidades da Federação, e mais transparente para a sociedade o investimento dos recursos da Empresa em patrocínio. A mostra JIA ZHANGKE, a cidade em quadro, apresentará nas unidades da CAIXA Cultural do Rio de Janeiro e CAIXA BELAS ARTES, em São Paulo, ao longo de três semanas, uma retrospectiva completa e inédita no Brasil de um dos maiores cineastas contemporâneos, considerado o maior ícone da chamada Sexta geração do cinema chinês. O público terá a oportunidade de mergulhar em sua obra através dos filmes, duas mesas de debate gratuitas (uma em cada cidade) e um livro bilíngue de 300 páginas com textos de pesquisadores e teóricos do mundo todo sobra sua cinematografia. Além disso, o público será presenteado com a presença do próprio cineasta no Brasil para dar duas masterclasses, gratuitas, falando de seu processo de trabalho. Dessa maneira, a CAIXA contribui para promover e difundir a cultura nacional e retribui à sociedade brasileira a confiança e o apoio recebidos ao longo de seus 153 anos de atuação no país, e de efetiva parceria no desenvolvimento das nossas cidades. Para a CAIXA, a vida pede mais que um banco. Pede investimento e participação efetiva no presente, compromisso com o futuro do país, e criatividade para conquistar os melhores resultados para o povo brasileiro. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

9 CAIXA is one of the major sponsors of Brazilian culture, assigning annually over R$ 60 million of its budget in cultural sponsorship in its spaces, now mainly focusing in visual art exhibitions, theater plays, dance performances, musical concerts, theater and dance festivals across the country, and also Brazilian handicraft. The sponsored projects are selected by a Public Selection Program, the process chosen by CAIXA to make easier, more accessible and democratic participation of producers and artists from all units of the Brazilian federation, and also more transparent to the society the investment of company resources in sponsorship. The exhibition JIA ZHANGKE, the city in frame will present at the centers of CAIXA Cultural in Rio de Janeiro and CAIXA BELAS ARTES in São Paulo, over three weeks, a complete and unprecedented retrospective in Brazil of one of the greatest contemporary filmmakers. The audience will have the opportunity to follow the work of this filmmaker considered the greatest icon of the so called Sixth generation of the Chinese cinema. The audience will have free access to two debate tables, one in each city, and a 300 pages book in Portuguese and English with articles and essays written by theorists and critics on the director filmmaking. In addition, the public will be graced with the presence of the filmmaker in Brazil to give two master classes open to the public talking about his work process. In this way, CAIXA contributes to promote and spread the national culture and return to the Brazilian society the trust and support received throughout 153 years of operation in the country, with an effective partnership in the development of our cities. For CAIXA, life asks more than a bank. Life asks for investment and effective participation in the present, commitment with the future of the country, and creativity to achieve the best results for the Brazilian people. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

10 SUMÁRIO / CONTENT APRESENTAÇÃO / INTRODUCTION 12 JO SERFATY Ruínas e escombros do Mundo 14 JO SERFATY Ruins and rubble of the world 16 MARIANA KAUFMAN A China é aqui, agora 20 MARIANA KAUFMAN China is here, and now 24 FILMOGRAFIA COMPLETA / Complete filmography ENSAIOS / ESSAYS escritos Jia Zhangke 28 A ERA DOS FILMES AMADORES ESTÁ PARA VOLTAR The era of amateur films is about to return 32 CHRIS BERRY Contextualizando Jia Zhangke 38 CHRIS BERRY Jia Zhangke in context escritos Jia Zhangke 44 SOBRE A SEXTA GERAÇÃO Speaking of The sixth generation 52 CECÍLIA MELLO Realismo e intermidialidade no cinema de Jia Zhangke 58 CECÍLIA MELLO Realism and Intermediality in the cinema of Jia Zhangke 64 ISAAC PIPANO Feito leite derramado sobre a pedra 71 ISAAC PIPANO Like milk spilt on a stone 78 ERIK BORDELEAU Em busca da vida: destruição como intercessão 90 ERIK BORDELEAU Jia Zhangke s Still Life: destruction as intercession escritos Jia Zhangke 102 EU NÃO POETIZO MINHA EXPERIÊNCIA I do not poetize my experience

11 FILMES / FILMS 108 ONE DAY IN BEIJING 109 VOLTA PRA CASA / XIAO SHAN GOING HOME 110 DU DU 112 UM ARTISTA BATEDOR DE CARTEIRAS / PICKPOCKET HERNANI HEFFNER A estratégia Wu HERNANI HEFFNER The Wu strategy 118 PLATAFORMA / PLATAFORM RUY GARDNIER Plataforma RUY GARDNIER Plataform 125 TRECHO DE ENTREVISTA CONCEDIDA A FELIPE BRAGANÇA Excerpt from the interview with Felipe Bragança 126 DOG S CONDITION 127 IN PUBLIC 128 PRAZERES DESCONHECIDOS / UNKNOW PLEASURES ERLY VIEIRA JR Das histórias menores de uma geração solitária ERLY VIEIRA JR Minor stories of a lonely generation 136 O MUNDO / THE WORLD JULIANO GOMES Uma arqueologia do tempo sobre O mundo JULIANO GOMES A time arqueology, The world 146 EM BUSCA DA VIDA / STILL LIFE CHENG-YING WANG O legado do olhar CHENG-YING WANG The legacy of the view conversa entre Jia Zhangke e Hou Hsiao-Hsien 166 FILME AQUILO EM QUE VOCÊ ACREDITA Film what you believe in

12 174 DONG JULIO BEZERRA Um filme manifesto JULIO BEZERRA A manifesto film 181 INÚTIL / USELESS AMARANTA CÉSAR Resistência: modos de usar AMARANTA CÉSAR Resistence: ways to wear 190 OUR TEN YEARS CITY LÚCIA MONTEIRO A poesia do desaparecimento LÚCIA MONTEIRO The poetry of disappearance 202 CRY ME A RIVER 203 BLACK BREAKFAST conversa entre Jia Zhangke e Tsai Ming Liang 204 ISTO É FICÇÃO E TAMBÉM UM DOCUMENTÁRIO This is fiction and a documentary too 216 REMEMBRANCE 217 MEMÓRIAS DE XANGAI / I WISH I KNEW CAROLIN OVERHOFF FERREIRA Memórias de Xangai CAROLIN OVERHOFF FERREIRA I wish I knew 228 YULU 229 ALONE TOGETHER 230 UM TOQUE DE PECADO / A TOUCH OF SIN VICTOR GUIMARÃES Figuras rebeldes sobre paisagem em mutação VICTOR GUIMARÃES Rebel figures on a mutating landscape 237 VENEZIA 70 FUTURE RELOADED

13 ENTREVISTA / INTERVIEW 240 ENTREVISTA JIA ZHANGKE por Jo Serfaty e Mariana Kaufman 251 INTERVIEW JIA ZHANGKE escritos Jia Zhangke 260 EU PRECISO DE ÁLCOOL PARA QUE MEUS PENSAMENTOS VOEM I need alcohol in order for my thoughts to fly INFORMAÇÕES / INFORMATIONS 266 BIOGRAFIAS / BIOGRAPHIES

14 RUÍNAS E ESCOMBROS DO MUNDO JO SERFATY O tempo passado e o tempo futuro, o que poderia ter sido e o que foi, convergem para um só fim, que é sempre presente. - T. S. ELIOT APRESENTAÇÃO JO SERFATY A cidade em quadro, esquadrinhada, fissurada nos vestígios do tempo; escombros do amanhã. É no fluxo dessa paisagem em transformação com memórias soterradas em montanhas de concreto, que revela-se um dos maiores cineastas contemporâneos, Jia Zhangke. Jia coloca em perspectiva a história atual da China quando escava; busca e atualiza na superfície sujeitos que vivem na corda bamba entre resquícios do antigo e a ferocidade do novo. Atento para não deixar desaparecer (mesmo que grande parte já esteja) a casa onde nasceu, sua hometown, sem nostalgia, mas dotada de certa melancolia e constatação. São os subsídios da realidade do seu país que inspiram o cineasta, que parte muitas vezes dos próprios documentários para a ficcionalização. Influenciado pelo neorrealismo italiano de Rosselini, apropria-se de uma linguagem construída por longos planos sequência, na qual lança mão de atores e não atores para criar uma composição de acontecimentos reais ao invés da pura fabulação imaginária e dramatizada. Assistir seus filmes é deixar-se levar pela inércia na história destes habitam o espaço urbano: trabalhadores de fábricas, artistas, prostitutas, batedores de carteiras. Sujeitos que não se beneficiam do crescimento econômico, que nunca viajaram de avião e ainda escutam as músicas populares chinesas ao mesmo tempo que se encantam com pop americano. Jia traz à tona e reacende memórias pessoais destroçadas. Indo além, o cineasta não só torna esses indivíduos visíveis, mas também produz com sua obra novas formas possíveis de vida, sem vitimizá-los. Criando, então, um mapa composto de brechas, singularidades dentro do imenso território (muitas vezes hostil) da nação mais populosa do mundo. Um dos mais importantes elementos que percorrem sua obra e, não à toa, alvo de interesse também para urbanistas e arquitetos, é a relação que a cidade estabelece com os corpos que por ela circulam. Evidenciado pela priorização da escolha das locações como ponto de partida para as narrativas, os parques, rodoviárias, karaokês, bares e até mesmo muralhas, dão ritmo e movimento a seus personagens. Locais esses que produzem desvios, choques e confluências em espaços públicos marcados pelo trânsito de pessoas com impressões do tempo em ebulição. Jia cria imagens a partir desses espaços contrastantes da China em crescimento e, dessa forma, nos permite pensar um mundo dotado de geografia urbana composta por ruínas, escombros, muralhas, grandes prédios modernos, onde seus personagens coexistem nesse mesmo quadro, ora indo para um lado, ora para outro. A obra do cineasta é potencializada ainda mais quando combina a impactante realidade chinesa com elementos fantásticos, rompendo o registro cotidiano documental para acender o embate que tanto marca seus filmes; o dilema entre a vida concreta e os súbitos absurdos do mundo. O cinema de Jia explora a complexidade do real em suas múltiplas contradições e faz o espectador embarcar em uma experiência poderosa e desestabilizadora, incitando reflexões como a de um prédio-foguete decolar poder ser tão crível quanto uma cidade que expulsa 1,2 milhão de pessoas para a construção da maior hidrelétrica do planeta. Jia Zhangke nos desperta de certa apatia. Talvez porque o autor, mesmo depois de premiado internacionalmente, nunca tenha deixado de afirmar sua linguagem experimental ao 12

15 chamar atenção para o cinema como um ato amador, de reinvenção e risco, inclinando-se para questões referentes aos processos de transformação das grandes metrópoles nas duas últimas décadas. Assistindo aos filmes de Jia é impossível não traçar paralelo com as cidades brasileiras. Peking, Fenyngang e Xangai poderiam ser também Rio de Janeiro, São Paulo ou Recife. Cidades, quadros, ruínas partilhadas, todas submetidas ao processo de perda de identidade e transformação descontrolada. A mostra Jia Zhangke, a cidade em quadro destaca a urgência em refletir o crescimento da metrópole contemporânea. Proporcionar esse encontro é uma oportunidade para discutir imagens que surgem e perdem-se nesse contexto em transição. Uma chance de compartilhar experiências entre espaços díspares, que encontram persistência em seus personagens pelas ruas, no passado ou no presente, na China ou no Brasil. APRESENTAÇÃO JO SERFATY 13

16 RUINS AND RUBBLE OF THE WORLD JO SERFATY What might have been and what has been, point to one end, which is always present. T. S. ELIOT INTRODUCTION JO SERFATY A city presented in a picture frame, scrutinized, split in the traces of time; rubble of tomorrow. The flow of a changing landscape with memories buried in concrete mountains reveals one of the biggest contemporary filmmakers nowadays: Jia Zhangke. Jia puts the current history of China into perspective while he digs it; at its surface, he seeks and modernizes people who live on a tightrope between the vestiges of the ancient and the ferocity of the new. Attentive enough not to let the house where he was born disappear (even though most of it is already gone), his hometown has no nostalgia, but it is endowed with a certain melancholy and substantiation. These are the subsidies of the reality of his country that inspire the filmmaker, who most of the times turns his own documentaries into fiction. Influenced by the Rossellini s Italian Neorealism, he seizes upon a language constructed by long shot-sequences, in which he makes use of actors and non-actors to create a composition of real events instead of a pure imaginary and dramatized fabled story. To watch his films is to be drawn in by the inertia in the story of those who inhabit the urban space: factory workers, artists, prostitutes and pickpockets. People who don t benefit from the economic growth, who have never traveled by airplane and still listen to popular Chinese songs, while the American pop charms them. Jia highlights and rekindles personal memories pulled to pieces. Going further, the filmmaker not only makes those people visible, but also produces new possible forms of life with his work, without victimizing them. He creates, then, a map composed by gaps, singularities inside the immense territory (hostile, most of the times) of the most populous nation of the world. One of the most important elements that go through his work and which, not by chance, is also a target of interest to urbanists and architects, is the relation that the city establishes with the bodies circulating around it. Plainly visible thanks to the prioritization of the choice of locations as a starting point to the narratives, those parks, coach stations, karaokes, bars or even great walls set the rhythm and the movement to the characters. These places create deflections, shocks and confluences in public spaces marked by the transit of people with their impressions of an effervescent time. Jia creates images from these contrasting times in an in-growth China and, that way, he allows us to think of a world endowed with an urban geography composed by ruins, rubble, walls, big modern buildings, where his characters coexist in this same picture frame, going from one point to another. The filmmaker s work is even more empowered when it combines the shocking Chinese reality with fantastic elements, breaking the everyday documental register to bring up the impact that marks his films: the dilemma between the concrete life and the absurd and unexpected occurrences of the world. Jia s cinema explores the complexity of the real in its multiple contradictions and takes the spectator into a powerful and destabilizing experience, inciting reflections such as a rocket-building taking off being as believable as a city that thrusts out 1,2 million people to build the biggest hydroelectric power station of the planet. Jia Zhangke awakens us from our apathy. Maybe because the author, even after being internationally rewarded, has never failed to affirm his experimental language when 14

17 he calls our attention to the cinema as an amateur s act of reinvention and risk, leaning towards issues concerning the processes of transformation of large cities in the last two decades. When we watch Jia s movies, it is impossible not to draw a comparison with some Brazilian cities. Peking, Fenyngang and Shanghai could also be Rio de Janeiro, São Paulo or Recife. Cities, picture frames, shared ruins, all of them submitted to the process of a loss of identity and uncontrolled transformation. The exhibition Jia Zhangke, the city in frame features the urge of thinking about the growth of this contemporary metropolis. To provide this meeting is an opportunity to discuss the images that appear and get lost in a transition context. It is an opportunity to share experiences in disparate spaces that find persistence in their characters along the streets, in the past or in the present time, in China or in Brazil. INTRODUCTION JO SERFATY 15

18 A CHINA É AQUI, AGORA MARIANA KAUFMAN APRESENTAÇÃO MARIANA KAUFMAN Jia Zhangke nasceu em 1970 na cidade de Fenyang, na província de Shanxi, em uma China ainda comandada por Mao Tsetung, em plena Revolução Cultural. Vindo de uma pequena cidade, primeiro estudou Artes Visuais pois, segundo ele, não conseguiria passar para o curso de Cinema. Mais tarde ingressou, finalmente, na prestigiada Academia de Cinema de Pequim e em 1994 fez seu primeiro curta-metragem chamado One Day in Bejing. A essa altura, a China já não era a mesma dos anos 70, passava por uma enorme transformação: saindo de um regime de economia planificada para um sistema mais aberto, que progressivamente foi incorporando mecanismos de uma economia liberal. Desde seu primeiro curta, cuja cópia se perdeu, Jia estava já falando de suas próprias incertezas e do mundo à sua volta, filmando a multidão e tumulto nas ruas da grande Pequim com o olhar intrigado de recém chegado da cidade pequena. Em seu segundo filme, o média-metragem Volta para casa (Xiao Shan huijia, 1995), Jia Zhangke narra a história de um cozinheiro, habitante de Pequim, que queria passar o réveillon em sua cidade natal. Após convidar vários amigos para acompanhá-lo nesta volta pra casa, termina desistindo da viagem pois nenhum deles desejava retornar aos pequenos vilarejos do interior da China. Na perspectiva do cineasta o filme não é sobre voltar para casa mas sim sobre o desejo de querer voltar. Quando fez seu emblemático primeiro longa-metragem Um artista batedor de carteiras (Xiao Wu), Jia tinha um roteiro pronto, porém ao chegar a Fenyang - sua cidade natal - para filmá-lo em 1997, apenas um ano depois de tê-la visitado pela última vez, encontrou uma cidade tão diferente que decidiu abandonar o roteiro e filmar esse poderoso processo de transformação acontecendo em sua cidade, em seu país. A partir disso, surgiram os longos planos-sequência que acompanham o protagonista Wu em suas andanças sem rumo pela cidade em reconstrução. Esse movimento continuo parece se relacionar com o fato de que o próprio Jia, ele mesmo, ser contemporâneo de toda essa transformação e talvez por isso não possa filmar nada que não seja o movimento. Wu é apenas um dos primeiros personagens, dentre tantos outros que Jia Zhangke viria criar nos filmes, que está à margem desse capitalismo excludente no qual mergulha a China, mas não à margem porque não compartilha bens de consumo mas à margem porque não se encaixa e não quer se encaixar nesse modo de viver. O grande desejo de Jia Zhangke, desde os primeiros filmes, era filmar as mudanças no momento em que elas aconteciam. Queria filmar as transformações pelas quais a China estava passando, da Revolução Cultural aos dias de hoje, a partir das vivências de seus habitantes e da rica dinâmica de destruição e reconstrução de suas cidades. A grande força do seu cinema foi ter conseguido - através da modulação dos elementos em quadro (personagens / diálogo / mise-en-cene / locação / câmera / luz etc.) criar uma fissura temporal e espacial em cada imagem fazendo com que passado, presente e futuro se encontrem, gerando uma noção de presente que se atualiza a 24 quadros por segundo. O que está por trás do quadro nos filmes de Jia Zhangke? Está tudo na superfície, não por trás. Está tudo ali e, talvez, essa seja uma das grandes forças de seu cinema. A imagem em seus filmes é multifocal, cria infinitos pontos de atenção legando importância similar a todos elementos dessa imagem, e com isso reconfigura as relações convencionais entre 16

19 figura e fundo, trazendo tudo para a superfície. Jia dedica a mesma atenção aos personagens e ao espaço, provocando uma tensão permanente entre esses dois vetores. Talvez porque seja claro para ele que a condição humana desses personagens, às margens das transformações da nova China global, é indissociável do espaço que os cerca: cada prédio em construção e demolição, cada rua, cada cidade, cada província chinesa, e a própria China, são partes daqueles personagens que, por sua vez, são parte dela. Somado a isso, Jia, parece buscar em todos os filmes uma espécie de multitemporalidade, friccionando, na mesma imagem, passado, futuro e presente e configurando, na superfície de cada quadro, tempo e espaço próprios, que parecem ser sempre o encontro entre vários tempos e espaços simultâneos. Como exemplo, podemos citar um plano-sequência no filme O mundo (Shijie, 2004) que se passa quase inteiramente dentro de uma espécie de parque temático (que existe de verdade em Pequim) cujo slogan é conheça o mundo sem sair de Pequim e onde se podem ver réplicas de mais de 100 monumentos de países do mundo todo, na maioria das vezes, em escala de 1:3. Em um determinado plano-sequência no início do filme, a personagem Tao está em um trem monotrilho falando ao telefone celular. Ela diz que está indo para Índia enquanto vemos passar, ao fundo, as pirâmides do Egito, a Torre Eiffel e alguns homens de uniforme carregando caixas. Na mesma imagem não há protagonista, a torre, a atriz, os trabalhadores ou o trem, todos conjugam significados que, concomitantemente, se somam e se chocam. Cada um dos elementos traz um dado temporal: o presente contemporâneo, o passado moderno, os mais antigos egípcios, talvez o monotrilho, que se desloca pelo parque (assim como a câmera também em movimento) engendra a idéia de futuro. Mas ao mesmo tempo em que esses personagens são parte do espaço (que é parte deles) eles rompem com seu entorno a todo momento. Enquanto as cidades estão em desconstrução e construção ininterrupta, esses personagens parecem almas suspensas, rondando um eterno não lugar, à margem dessa nova China que se forma, e o fato de jamais se encaixarem provoca uma instabilidade permanente em seus filmes. Esse embate dos personagens com o espaço talvez se radicalize no mais recente longa-metragem de Jia Zhangke Um toque de pecado (Tian zgu ding, 2013), onde a violência explícita dos personagens irrompe definitivamente nos corpos e na tela. Em contraste com, por exemplo, seu o primeiro longa Um Artista batedor de carteiras, onde a forma de violência parece ser distinta, e a revolta não fazia parte do vocabulário de possibilidades dos habitantes daquela China pós-revolução. Nesse último longa-metragem, Jia cria personagens que não só vagam desencaixados por suas cidades, mas agora interferem brutalmente no curso da sua história e do mundo que os cerca, matando, ferindo, e até acabando com suas vidas. O próprio cineasta, ao falar sobre o filme, relata que nos últimos anos os assassinatos e agressões físicas na China vêm se tornando cada dia mais rotineiros, sendo objetos permanentes de relatos nas redes sociais. Estes fatos talvez sejam parte da nova China, um país cuja principal marca já não seria o brutal processo de transformação, mas sim a brutalidade de uma sociedade desigual. Ou, ainda, podemos estar diante de circunstâncias que Zhangke, com sua habilidade de filmar o processo em movimento, possa estar captando e criando imagens sobre algo que ainda não consigamos compreender. Ao longo de 20 anos, em que Jia dirigiu em média um filme a cada dois anos, é impressionante o grau de transformação nos mais variados aspectos do cotidiano chinês que seus filmes revelam. Cidades, vestimentas, meios de transportes, eletrodomésticos, aparelhos APRESENTAÇÃO MARIANA KAUFMAN 17

20 APRESENTAÇÃO MARIANA KAUFMAN eletrônicos, vão se modificando de forma semelhante àquelas projeções aceleradas, muito usadas na época do cinema mudo. É impressionante perceber que um cineasta de 43 anos possa ter filmado, enquanto acontecia, uma mudança tão radical em um país continental e milenar como a China. É mais do que impressionante, parece irreal. A China tem algumas das cidades mais antigas do mundo, cidades milenares com mais de 2500 anos, e que estão sendo rapidamente destruídas, demolidas, submersas. Por exemplo, é o que se passa com a construção da hidroelétrica de Três Gargantas a maior do mundo como vemos nas imagens dos filmes Em busca da vida (Sanxia haoren, 2006) e Dong (2006). E é esse país, nas superfícies de suas cidades, que vivenciou uma metamorfose urbana, cultural, social, econômica, tecnológica e afetiva, no mais curto período de tempo da história mundial. Em 20 anos, a China migrou de um país isolado, fechado, comunista, agrário, para um país, mesmo ainda autoritário, de economia de mercado com a maior taxa de crescimento anual dentre as economias mundiais. Essas transformações, segundo Jia, fogem de qualquer compreensão do real ou de qualquer possibilidade de criação imagética que se poderia conceber. E a isso ele parece estar respondendo com filmes como o já mencionado O Mundo, onde as idéias de real e irreal se confundem fazendo com que a personagem dance ao lado do Taj Mahal e em seguida suba a Torre Eiffel para avistar toda Pequim. Ou então em Em busca da vida, onde o fantástico parece ser a única possibilidade de lidar com a imagem de uma cidade milenar que está, de um lado inundada, e, do outro, demolida (na região das Três Gargantas). Nesse filme, Jia Zhangke cria uma narrativa de ficção onde os personagens transitam por entre as superfícies cobertas de escombros e água até que subitamente um prédio de concreto levanta vôo como um foguete espacial, e ninguém vê, ou melhor ainda, ninguém se choca com algo que parece tão banal diante do impossível que são as imagens dessas cidades prestes a desaparecer. Essa cena, do quinto longa-metragem de ficção do cineasta, pode ser vista como uma síntese de seu cinema na medida em que, ao mesmo tempo, mostra seu engajamento em filmar a transformação em seu país enquanto ela acontece e também revela que, para fazer isso, a realidade e ficção se confundem. Nas próprias palavras de Jia: Como uma arte da ficção, um filme tenta apresentar a realidade e, ao contrário do que se poderia pensar, apresentar a realidade é um ato de imaginação. Nessa cena, ou em tantas outras dos filmes de Jia Zhangke, como é o caso da cena de Prazeres desconhecidos (Ren xiao yao, 2002) em que a população festeja nas ruas o anúncio de que Pequim seria a sede das Olimpíadas de 2008, podemos perceber a relação que se estabelece de seu cinema com o Brasil de hoje. O crescimento econômico brasileiro, decorrente de uma conjuntura global específica, somadas às políticas internas de fortalecimento do mercado nacional, e a conjugação com o mercado e o capital estrangeiro, juntamente com os megaeventos como a Copa do Mundo, e as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro tornaram o país um grande foco de atenção do mundo. Como resultado, temos a especulação imobiliária, a alta dos preços, a reconstrução de áreas da cidade e o incentivo ao turismo sem precedentes no país. É importante ter em conta que o processo chinês, desde o fim da Revolução Cultural, e o processo brasileiro são absolutamente distintos. Assim como são distintas suas sociedades, suas culturas, suas trajetórias políticas e econômicas. No entanto, é impossível não perceber que o Brasil, outro país continental, e, historicamente mais pobre do que os chamados países desenvolvidos, apresenta semelhanças com a China em relação às transformações 18

21 que alteram diretamente a vida de seus habitantes e suas configurações urbanas. Não só as cidades, tradições, culturas e povos, desaparecendo submersos no fundo do mar, mas também as cidades em pleno processo de transfiguração, prédios demolidos, áreas inteiras desabitadas para darem lugar a novos prédios, choque de ordem atropelando as pequenas culturas e tantos outros processos. Por isso, essa mostra não teria o mesmo significado há três anos, e nem terá daqui a três anos. Essa mostra acontece agora, depois de junho de 2013, menos de um mês após o fim da Copa e a exatos dois anos do início das Olimpíadas. Ela possibilita que, através do contato com a obra, a possibilidade de reflexão a partir desses textos e a presença viva e concreta de Jia Zhangke no Brasil, possamos criar, quem sabe, uma fissura, mesmo que ínfima, em nossa própria história, recriando a nós mesmos, em nossas brutais transformações de agora. Para a mostra tentamos trazer todos os filmes nos formatos que pareceram mais fiéis ao original, exibindo todos os longas, quase todos os curtas e também um documentário do cineasta Damien Ounorri sobre o processo de criação do cineasta. Em paralelo, teremos duas mesas de debate com alguns dos pesquisadores que participaram deste catálogo. Ao longo do livro (bilíngue) criado para a Mostra Jia Zhangke, a cidade em quadro, tentamos proporcionar uma viagem sobre e a partir dessa obra. São mais de 15 textos inéditos escritos por autores (brasileiros e estrangeiros) que, de forma geral, já vêm se debruçando sobre sua obra ao longo dos anos. Alguns artigos já escritos, selecionamos e traduzimos por considerá-los importantes para se pensar a obra do cineasta. Além disso, uma entrevista inédita que fizemos por e escritos do próprio Jia publicados na China e na França (que nunca haviam sido traduzidos nem para o inglês nem para o português). Esses escritos incluem conversas com dois outros dos maiores cineastas chineses do mundo atual (taiwaneses) e que são, segundo Jia, duas de suas grandes referências, Hou Hsiao Hsien e Tsai Ming Liang. Dessa forma, acreditamos que cada espectador/leitor tem a chance de entrar nesse universo Jia Zhangkeniano, por caminhos distintos, podendo realizar um mergulho nessa obra complexa através de múltiplos pontos de vista. A ideia aqui, portanto, é de que possamos ter um instante de contato entre nós (todos os autores desse livro), o próprio cineasta e os leitores do livro. É quase como uma quarta dimensão, o gesto dos corpos no filme, o gesto fílmico do cineasta sobre a obra, o gesto de cada um dos autores dos textos que compõe este catálogo e o gesto de curadoria que tenta, de alguma forma, trazer à tona o tempo presente desses gestos todos em um encontro, em cada sessão da mostra, em cada página do livro e no encontro real e vivo com o próprio Jia Zhangke. Que venha Jia Zhangke e que possamos aprender muito com isso. APRESENTAÇÃO MARIANA KAUFMAN 19

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