SITUAÇÃO DA GESTÃO E TRATAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA REGIÃO CENTRO OESTE

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1 ANÁLISE DAS DIVERSAS TECNOLÓGICAS DE TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL, EUROPA, ESTADOS UNIDOS E JAPÃO SITUAÇÃO DA GESTÃO E TRATAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA REGIÃO CENTRO OESTE EQUIPE: ERALDO HENRIQUES DE CARVALHO (COORDENADOR REGIONAL) DIÓGENES AIRES DE MELO DIOGO APPEL COLVERO LÍVIA MARIA DIAS SIMONE COSTA PFEIFFER SOLANGE FÁTIMA DE OLIVEIRA CRUZ 1

2 INTRODUÇÃO SEGUNDA MAIOR REGIÃO DO BRASIL EM EXTENSÃO CONTEMPLA OS ESTADOS DE GOIÁS, MATO GROSSO, MATO GROSSO DO SUL E O DISTRITO FEDERAL NÚMERO DE MUNICÍPIOS: 466 (80% com menos de hab.) O DISTRITO FEDERAL É COMPOSTO POR 30 REGIÕES ADMINISTRATIVAS 2

3 3 INTRODUÇÃO

4 INTRODUÇÃO POPULAÇÃO: APENAS 7,4% DA POPULAÇÃO TOTAL DO PAÍS DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 8,71 hab./km 2 (DISTRITO FEDERAL hab./km 2 ) A POPULAÇÃO SE CONCENTRA, EM SUA MAIORIA, NA ZONA URBANA (85%) O CLIMA DA REGIÃO É TROPICAL SEMIÚMIDO (estação de estiagem bem definida) 4

5 INTRODUÇÃO PRINCIPAIS ATIVIDADES ECONÔMICAS: AGRICULTURA E A PECUÁRIA ATIVIDADES SECUNDÁRIAS: MINERAÇÃO E INDÚSTRIA FARMACÊUTICA RENDA MÉDIA DOMICILIAR PER CAPITA: 756 reais IDH MÉDIO: 0,815 PIB DA REGIÃO: 9,2% do nacional 5

6 CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) GERAÇÃO PER CAPITA DE RSU : 1,25 kg/hab.dia GERAÇÃO DIÁRIA DE RSU : 8,1% do total do país ÍNDICE PER CAPITA DE COLETA DE RSU: 1,14 kg/hab.dia Quantidade de resíduos sólidos urbanos coletados na região centro-oeste 6 (Fonte: ABRELPE, 2011)

7 CARACTERIZAÇÃO DOS RSU COMPOSIÇÃO GRAVIMÉTRICA DOS RSU PARA O DISTRITO FEDERAL ( hab.) 7

8 GERENCIAMENTO E GESTÃO (PANORAMA) ACONDICIONAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS 8

9 GERENCIAMENTO E GESTÃO (PANORAMA) COLETA E TRANSPORTE DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS CONVENCIONAL: 90% DE ALCANCE E NA MAIORIA DOS MUNICÍPIOS A ADMINISTRAÇÃO É DIRETA SELETIVA: EXISTENTE EM MENOS DE 30% DOS MUNICÍPIOS E DE BAIXO ALCANCE (1 a 5% dos RSD) 9

10 GERENCIAMENTO E GESTÃO (PANORAMA) TRIAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS IMPERA A FILANTROPIA/ASSISTENCIALISMO NA AJUDA A CATADORES NA MAIORIA DOS CASOS A TRIAGEM É FEITA EM LOCAIS IMPROVISADOS A QUANTIDADE DE USINAS DE RECICLAGEM É RELATIVAMENTE BAIXA 10

11 GERENCIAMENTO E GESTÃO (PANORAMA) COLETA SELETIVA E TRIAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENTANTO, GOIÂNIA APRESENTA PROGRAMA DE COLETA SELETIVA DE ALCANCE RELATIVAMENTE GRANDE E COM DESTAQUE NACIONAL (1.800 t/mês) (recuperação: 25% dos recicláveis gerados) 11

12 GERENCIAMENTO E GESTÃO (PANORAMA) TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO FINAL UTILIZADAS NA REGIÃO TRIAGEM* COMPOSTAGEM ATERRO SANITÁRIO 12

13 GERENCIAMENTO E GESTÃO (PANORAMA) UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DE COMPOSTAGEM GOIÁS: APENAS UM MUNICÍPIO DISTRITO FEDERAL: DUAS REGIÕES ADMINISTRATIVAS MATO GROSSO DO SUL: APENAS UM MUNICÍPIO MATO GROSSO: NÃO POSSUI 13

14 GERENCIAMENTO E GESTÃO (PANORAMA) DISPOSIÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS 70% SÃO DESCARTADOS DE FORMA INADEQUADA PERCENTUAL DE MUNICÍPIOS COM ATERROS SANITÁRIOS: GOIÁS: 3% MATO GROSSO DO SUL: 6% DISTRITO FEDERAL: 0% MATO GROSSO: 1,4% 14

15 ANÁLISE DAS DIVERSAS TECNOLÓGICAS DE TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL, EUROPA, ESTADOS UNIDOS E JAPÃO PRÁTICAS NO TRATAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA REGIÃO CENTRO OESTE 15

16 PRÁTICAS NO DISTRITO FEDERAL BRASÍLIA (USINA DE TRIAGEM E COMPOSTAGEM -TIPO DANO) CEILÂNDIA (USINA DE TRIAGEM E COMPOSTAGEM - TIPO TRIGA) 16

17 17

18 USINA DE TRIAGEM E COMPOSTAGEM DA ASA SUL/DF EXITOSIDADE: REGULARIDADE DOS SERVIÇOS AO LONGO DE 50 ANOS; TRABALHO E RENDA PARA OS CATADORES; E COMERCIALIZAÇÃO/DOAÇÃO DE COMPOSTO; 18

19 USINA DE TRIAGEM E COMPOSTAGEM DA ASA SUL/DF DESCRIÇÃO BÁSICA IMPLANTAÇÃO: 1963 TECNOLOGIA DINAMARQUESA SISTEMA DANO CAPACIDADE INSTALADA: 600 t./dia CAPACIDADE PROCESSADA: 100 a 300 t./dia POPULAÇÃO ATENDIDA: hab. ÁREA TOTAL: m 2 NATUREZA DO PRESTADOR DO SERVIÇO: PRIVADO ORIGEM DOS RESÍDUOS: DOMICÍLIOS E COMÉRCIOS 202 FUNCIONÁRIOS (180 COOPERADOS COM RENDA MÉDIA DE R$ 1.000,00)

20 USINA DE TRIAGEM E COMPOSTAGEM DA ASA SUL/DF

21 PREÇO COM OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DA ROTA, PAGO PELO SLU/DF À EMPRESA PRIVADA (2011) Serviço Preço Anual (R$) Quantidade de resíduos (t/ano) Preço unitário (R$/t) Coleta Indiferenciada , ,00 Triagem e Compostagem (incluso energia elétrica*) Transporte do Rejeito para o aterro controlado Transporte do pré-composto para Usina de Lixo de Ceilândia Disposição do rejeito no aterro controlado , , , , , , , ,00

22 USINA DE TRIAGEM E COMPOSTAGEM DE CEILÂNDIA/DF 22 EXITOSIDADE: REGULARIDADE DOS SERVIÇOS AO LONGO DE 30 ANOS; TRABALHO E RENDA PARA OS CATADORES; E COMERCIALIZAÇÃO/DOAÇÃO DE COMPOSTO.

23 USINA DE TRIAGEM E COMPOSTAGEM DE CEILÂNDIA/DF DESCRIÇÃO BÁSICA IMPLANTAÇÃO: 1987 TECNOLOGIA FRANCESA SISTEMA TRIGA CAPACIDADE INSTALADA: 600 t./dia CAPACIDADE PROCESSADA: 300 t./dia POPULAÇÃO ATENDIDA: hab. NATUREZA DO PRESTADOR DO SERVIÇO: PRIVADO ORIGEM DOS RESÍDUOS: DOMICÍLIOS E COMÉRCIOS 142 FUNCIONÁRIOS COOPERADOS (RENDA MÉDIA DE R$ 1.000,00)

24 USINA DE TRIAGEM E COMPOSTAGEM DE CEILÂNDIA/DF

25 PREÇO COM OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DA ROTA, PAGO PELO SLU/DF À EMPRESA PRIVADA (2011) Serviço Preço Anual (R$) Quantidade (t/ano) Preço unitário ( R$/t) Coleta Indiferenciada , ,09 Triagem e Compostagem (incluso energia elétrica) Transporte do Rejeito para o aterro controlado Disposição do rejeito no aterro controlado , , , , ,00

26 TECNOLOGIAS EXITOSAS NO ESTADO DE GOIÁS GOIÂNIA (ATERRO SANITÁRIO) CHAPADÃO DO CÉU (CENTRAL DE TRIAGEM, COMPOSTAGEM E DISPOSIÇÃO FINAL) 26 CIDADE OCIDENTAL (CENTRAL DE TRIAGEM E ATERRO SANITÁRIO COMPARTILHADO)

27

28 ESTAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA DE RESÍDUOS - GOIÂNIA/GO 2 a 3 caminhões 1 carreta de 45 m³ Percurso até o Aterro Sanitário: 42 km Capacidade instalada: 600 t/dia Capacidade Processada: 361 t/dia (2011)

29 ATERRO SANITÁRIO DE GOIÂNIA/GO 29 EXITOSIDADE: REGULARIDADE DOS SERVIÇOS AO LONGO DE 20 ANOS, COM OPERAÇÃO SATISFATÓRIA; ÚNICA CAPITAL DA REGIÃO QUE POSSUI ATERRO SANITÁRIO.

30 DESCRIÇÃO DA TECNOLOGIA (ATERRO SANITÁRIO DE GOIÂNIA/GO) IMPLANTAÇÃO: TRABALHADORES R$ 1.400,00 (Renda mensal) CAPACIDADE PROCESSADA: t./dia POPULAÇÃO ATENDIDA: hab. ÁREA TOTAL: m 2 NATUREZA DO PRESTADOR DO SERVIÇO: PÚBLICO (COMURG) ORIGEM DOS RESÍDUOS: DOMICÍLIOS, COMÉRCIOS E ÁREAS PÚBLICAS

31 DESCRIÇÃO DA TECNOLOGIA EXITOSA (ATERRO SANITÁRIO DE GOIÂNIA/GO)

32 CUSTO COM OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DA ROTA QUE ENVOLVE O ATERRO SANITÁRIO DE GOIÂNIA/GO (2011) Serviço Coleta Indiferenciada - Aterro Sanitário Coleta Indiferenciada - Estação de Transferência - Aterro Sanitário Disposição final no Aterro Sanitário Custo Anual (R$) Quantidade de resíduos (t/ano) Custo unitário (R$/t) , ,47 94, , ,82 51, , ,29 13,50

33 CENTRAL DE TRIAGEM, COMPOSTAGEM E DISPOSIÇÃO FINAL DE CHAPADÃO DO CÉU/GO EXITOSIDADE: COLETA SELETIVA DE GRANDE ALCANCE; TRIAGEM E COMPOSTAGEM DE TODOS OS RESÍDUOS GERADOS; 33

34 ACONDICIONAMENTO DE RESÍDUOS (COLETA SELETIVA) CHAPADÃO DO CÉU/GO

35 COLETA E TRANSPORTE DE RESÍDUOS CHAPADÃO DO CÉU/GO

36 DESCRIÇÃO DA TECNOLOGIA (CENTRAL DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS DE CHAPADÃO DO CÉU/GO) IMPLANTAÇÃO: TRABALHADORES R$ 1.500,00 CAPACIDADE PROCESSADA: 9,3 t/dia POPULAÇÃO ATENDIDA: hab. NATUREZA DO PRESTADOR DO SERVIÇO: PÚBLICO - SANEACÉU ORIGEM DOS RESÍDUOS: DOMICÍLIOS, COMÉRCIOS E ÁREAS PÚBLICAS

37 DESCRIÇÃO DA CENTRAL DE RESÍDUOS DE CHAPADÃO DO CÉU/GO

38 DESCRIÇÃO DA CENTRAL DE RESÍDUOS DE CHAPADÃO DO CÉU/GO

39 CENTRAL DE TRIAGEM, COMPOSTAGEM E DISPOSIÇÃO FINAL DE CHAPADÃO DO CÉU/GO (BALANÇA DE MASSA) Quantidade de resíduos processados, em 2011 (t/ano) Frações geradas Percentual da massa processada (%) Quantitativo da fração gerada (t/ano) Composto Recicláveis 13,5 460 Rejeitos 60,

40 CUSTO COM OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DA ROTA PARA CHAPADÃO DO CÉU/GO (2011) Serviço Custo Anual (em R$) Quantidade de resíduos (t/ano) Custo da tonelada (R$/t) Coleta Diferenciada , ,09 83,61 Triagem, Compostagem e Aterro Controlado , ,09 134,50

41 LOCALIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE CIDADE OCIDENTAL/GO Cidade Ocidental é um município que compõe a RIDE Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno

42

43 CENTRAL DE TRIAGEM DO MUNICÍPIO DE CIDADE OCIDENTAL/GO EXITOSIDADE: BOA OPERAÇÃO E TRABALHO E RENDA PARA OS CATADORES 43

44 CENTRAL DE TRIAGEM DE CIDADE OCIDENTAL/GO DESCRIÇÃO BÁSICA Implantação: 2011 Capacidade Processada: 1,0 t/dia População Atendida: hab. Área Total: m 2 Prestador do serviço: Cooperativa (27 catadores) Renda média mensal: R$ 700,00

45 CENTRAL DE TRIAGEM DE CIDADE OCIDENTAL/GO (BALANÇO DE MASSA) Quantidade de resíduos processados, em 2011 (t/ano) Frações geradas Percentual da massa processada (%) Quantitativo da fração gerada (t/ano) 240 Recicláveis Rejeitos 20 48

46 CUSTO DE IMPLANTAÇÃO DA CENTRAL DE TRIAGEM DE CIDADE OCIDENTAL/GO Implantação da Tecnologia Custo (R$) ,23 Origem dos recursos Prefeitura de Cidade Ocidental

47 PREÇO DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DA ROTA QUE ENVOLVE A CENTRAL DE TRIAGEM DE CIDADE OCIDENTAL/GO Serviço Preço Anual (R$) Quantidade (t/ano) Preço unitário (R$/t) Coleta diferenciada , ,00 Triagem ,00* ,75 Transporte do Rejeito para o Aterro Disposição do rejeito no aterro 4.019, , , ,82 * CUSTO

48 CENTRAL DE TRIAGEM DE CIDADE OCIDENTAL/GO

49 ATERRO COMPARTILHADO DE CIDADE OCIDENTAL/GO 49 EXITOSIDADE: REGULARIDADE NA OPERAÇÃO DESDE 2008; PARCEIRIA PÚBLICO/PRIVADA; ATERRO COMPARTILHADO

50 CUSTO DE IMPLANTAÇÃO DO ATERRO SANITÁRIO DE CIDADE OCIDENTAL/GO Implantação da Tecnologia Custo (R$) ,48 Origem dos recursos QUEBEC Construções e Tecnologia Ambiental Ltda

51 PREÇOS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DA ROTA QUE ENVOLVE O ATERRO SANITÁRIO DE CIDADE OCIDENTAL/GO Item Preço Anual (R$) Quantidade (t/ano) Preço unitário (R$/t) Coleta indiferenciada , ,73 Disposição no aterro sanitário , ,82 Preço da rota , ,55

52 ATERRO SANITÁRIO DE CIDADE OCIDENTAL/GO

53 TECNOLOGIAS EXITOSAS NO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 53 DOURADOS (ATERRO SANITÁRIO)

54 ATERRO SANITÁRIO DO MUNICÍPIO DE DOURADOS (MS) EXITOSIDADE: REGULARIDADE DE BOA OPERAÇÃO AO LONGO DE 8 ANOS (MELHOR ATERRO SANITÁRIO DO ESTADO) 54

55 ATERRO SANITÁRIO DO MUNICÍPIO DE DOURADOS (MS) IMPLANTAÇÃO: 2004 CAPACIDADE INSTALADA: 176,33 t/dia CAPACIDADE PROCESSADA: 176,33 t/dia POPULAÇÃO ATENDIDA: hab. ÁREA TOTAL: 0,05 km 2 NATUREZA DO PRESTADOR DO SERVIÇO: PRIVADO FINANCIAL CONSTRUTORA INDUSTRIAL ORIGEM DOS RESÍDUOS: DOMICÍLIOS, COMÉRCIOS, VARRIÇÃO PÚBLICA, LIMPEZA DE JARDINS E GRANDES GERADORES COLETA INDIFERENCIADA.

56 ATERRO SANITÁRIO DO MUNICÍPIO DE DOURADOS (MS)

57 ATERRO SANITÁRIO DO MUNICÍPIO DE DOURADOS (MS)

58 PREÇO COM OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DA ROTA QUE ENVOLVE O ATERRO SANITÁRIO DE DOURADOS/MS (2011) Serviços Preço Anual (R$) Quantidade (t/ano) Preço unitário (R$/t) Coleta indiferenciada (resíduos domiciliar e comercial) Disposição no aterro (resíduos domiciliar e comercial) Disposição no aterro (resíduos gerados nas atividades de varrição e limpeza de jardins) Disposição no aterro (resíduos de grandes geradores) , ,54 89, , ,54 63, , ,48 63, , ,09 63,69

59 TECNOLOGIA EXITOSA NO ESTADO DE MATO GROSSO TANGARÁ DA SERRA COLÍDER EXITOSIDADE: COLETA SELETIVA DE GRANDE ALCANCE, CENTRAL DE TRIAGEM E ATERRO SANITÁRIO. 59

60 CENTRAL DE TRIAGEM DO MUNICÍPIO DE COLÍDER/MT IMPLANTAÇÃO: 2008 CAPACIDADE PROCESSADA: 5,6 t/dia ÁREA TOTAL: 324 m 2

61 CUSTOS DE IMPLANTAÇÃO DA CENTRAL DE TRIAGEM DE COLÍDER/MT Implantação da Tecnologia Custo (R$) ,00 Origem dos recursos Prefeitura de Colíder e Estado de Mato de Grosso

62 CENTRAL DE TRIAGEM DE COLÍDER/MT

63 ATERRO SANITÁRIO DO MUNICÍPIO DE COLÍDER/MT

64 CENTRAL DE TRIAGEM DE TANGARÁ DA SERRA/MT IMPLANTAÇÃO: 2009 CAPACIDADE PROCESSADA: 7,0 t/dia POPULAÇÃO ATENDIDA: hab. ÁREA TOTAL: 324 m 2

65 CENTRAL DE TRIAGEM DE TANGARÁ DA SERRA/MT

66 MUITO OBRIGADO!! ERALDO HENRIQUES DE CARVALHO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL FONE: (62)

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