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1 Capítulo 3 SAMBA Introdução Uma das utilizações mais interessantes no servidor Linux é a de poder compartilhar arquivos com outros S.O. (Sistemas Operacionais), o software mais utilizado para esta finalidade é o SAMBA, este pacote foi desenvolvido por Andrew Tridgell e esta solução é distribuída livremente e sem ônus. O SAMBA utiliza os protocolos de rede SMB (Server Message Block) para poder se comunicar com outros S.Os., estes protocolos são nativos do Windows 95/98/NT e OS2, permitem que uma máquina Linux atue como servidor ou estação de trabalho em redes mistas. O SMB pode também ser utilizado sobre outros protocolos de transporte como por exemplo IPX e NetBEUI. A escalabilidade do SAMBA é muito boa, empresas então usando com mais de 500 clientes e obtendo uma performance excelente. Cada cliente SAMBA ocupa cerca de 600 a 800K de memória no servidor dependendo do tipo de utilização, use este parâmetro para cálculo da memória do seu servidor. Desta forma, ele vem substituindo os servidores Windows, OS2, Netware e Unix, devido a sua estabilidade e a necessidade de pouco em termos de hardware. Outra grande vantagem é ser licenciado pelo GPL, de livre distribuição, sem limite de usuários ou custos por licença. Tecnicamente também há ganhos em performance e segurança de dados. O SAMBA vem sendo utilizado em empresas, para a substituição de antigos servidores, a um custo muito baixo e sem necessidade de trocas de hardware nos servidores como em estações de trabalho. Com o SAMBA, poderá se compartilhar todos os recursos de hardware, bem como acesso compartilhado de arquivos e diretórios da rede com a máxima segurança, pois o serviço também dispõe de acesso através de senhas individuais. Instalação SAMBA para os usuários do Conectiva Linux já está instalado na configuração de instalação, mas se utilizar outra distribuição do Linux verifique no manual desta ou acesse o site através do endereço : No site poderão encontrar todas as informações sobre o SAMBA e inclusive arquivos binários para a instalação. Para verificar se o SAMBA já está instalado, utilize o comando abaixo. rpm qa grep samba Caso não esteja instalado, verifique mais detalhes com o distribuidor da sua versão do Linux.

2 Caso queira integrar SAMBA com o Windows 2000, necessita ser instalada a versão do SAMBA ou posterior. Estrutura do SAMBA O SAMBA é divido em duas partes : - arquivo de configuração smb.conf - serviços SMBD e NMBD O arquivo smb.conf está localizado no diretório /etc, sendo responsável por todo a configuração nos acessos aos diretórios, arquivos e impressão. Dentro do arquivo smb.conf existem algumas subdivisões, que devem ser respeitadas para uma correta configuração. O processo SMBD verifica a porta 139 e replica-se a cada solicitação do cliente na realização de tarefas de impressão e compartilhamento de arquivos. O processo NMBD recebe todo o tráfego da porta UDP/137 e UDP/138 para os serviços de nomes, registros e browsing. O protocolo SMB está estruturado conforme a figura abaixo. Aplicação SMB TCP/IP NetBIOS NetBEUI IPX/SPX PPP, 802.x Token Ring, Ethernet, FDDI,... Há três tipos de pacotes utilizados no protocolo SMB sobre o TCP/IP : - UDP/137 (resolução de nome e registros de tráfego); - UDP/138 (browsing e anúncio de tráfego); - UDP/139 (compartilhamento de arquivos) Estrutura de diretórios (Servidor advlinux.com.br) Iremos abordar as configurações necessárias no servidor como nas estações de trabalho. A estrutura de diretórios e arquivos que iremos utilizar é a implementada no capítulo 2 deste livro e está estruturada conforme a figura abaixo.

3 As estruturas destes diretórios deverão ser criadas caso não existam, de forma que os usuários possam acessar os arquivos e aplicações. Arquivo SMB.CONF Abaixo colocamos um exemplo do arquivo smb.conf, o qual iremos utilizar para a instalação dos aplicativos e compartilhamentos dos arquivos departamentais e pessoais. # Samba config file created using SWAT # from pc1000 ( ) # Date: 1999/12/17 23:14:15 # Global parameters [global] # Nome do Servidor atribuido no NetBios netbios name = LINUX # Num. IP da Interface do Servidor

4 interfaces = / # Nome do Servidor SAMBA server string = LINUX %v %h # Utiliza senha criptografadas # Especial atenção a este item pois é default no Win95b, Win95c, WinNT4 SP3 ou posterior, Win98Me, Win98SE, WIndows 2000 encrypt passwords = yes # Arquivo onde as senhas do SAMBA irão ser gravadas smb passwd file = /etc/smbpasswd # Informa que o update da senha está criptografado update encrypted = yes # Aceita senha vazia null passwords = yes # Arquivo de logs do SAMBA log file = /var/log/samba/log.%m # Tamanho máximo do arquivo de log em Kilobytes # Caso o arquivo ultrapasse este tamanho, os dados mais antigos ser descartados max log size = 50 # Maquinas que utilizando o windows tendem a travar de tempos em tempos. # Este parametro e' utilizado para verificar o estado da conexao. keepalive = 20 # Esta opçao incrementa o velocidade de acesso socket options = TCP_NODELAY SO_RCVBUF=8192 SO_SNDBUF=8192 # Arquivos onde se encontram as definiçoes das impressoras printcap name = /etc/printcap # O nivel de eleiçao do servidor de dominio. Default e' 20 os level = 20 # Nao utiliza DNS com servidor proxy dns proxy = No # Suporte para utilizar servidores WINS wins support = no hosts allow = # Impressao através de BSD printing = bsd # Diretorio onde esta localizado o controle de lock lock directory = /var/lock/samba # Aceita travar (lock) de arquivo locking = yes # Modo compartilhado de arquivos share modes = yes # Autenticacao no security = user

5 short preserve case = yes # Preserva o nome dos arquivos preserve case = yes # Sincroniza a senha com o LINUX unix password sync = no # Indica qual o programa que ira autenticar as senhas # passwd program = /usr/bin/passwd # Nome do grupo do ambiente Windows workgroup = advlinux.com.br # Este parametro e' somente usado com security=share # O valor default e' never map to guest = never # Faz a combinaçao entre maiusculas e minuscular da senha ate # n caracteres. Setado como 32 password level = 32 # Elege um servidor para nmbd # Caso utilize servidor de senha NT coloque este item como yes preferred master = yes # Utilizado para configurar um expecifico dominio # Somente utilizado para que o SAMBA autentique os usuarios no NT domain master = yes # Dominio master esta localizado no Linux local master = yes # Numero de segundos de inatividade. Apos este periodo a conexao sera' # cortada. 0(zero) indica auto-desconexao # SAMBA inicia esta verificaçao, qdo o numero de arquivos abertos # por um determinado usuario for 0 (zero) dead time = 0 # Sincroniza a data/hora do Servidor e dos clientes time server = True # Nivel de debug do sistema, desta forma o sistema tornara' mais # flexivel debug level = 0 # Carrega as Impressoras load printers = yes # De forma a aumentar a performace do servidor.alterado o valor do # buffer de transmissão para o valor maximo max xmit = [homes] comment = Diretorio Pessoal read only = No browseable = NO

6 create mode = 750 [LaserHP] comment = Impressora CPD guest ok = Yes path = /var/spool/samba browseable = yes create mode = 0777 postscript = yes printable = yes public = no writable = no printer = lp1 [Publico] comment = Publico path = /home/public read only = No guest ok = Yes [Aplic] path = /opt comment = Aplicativos browseable = yes public = yes read only = no share modes = yes guest ok = yes [Win98] path = /mnt/win98 comment = Windows 98 browseable = yes public = yes read only = no share modes = yes guest ok = yes [Cdrom] path = /mnt/cdrom comment = Cdrom Linux browseable = yes public = yes read only = yes share modes = yes guest ok = yes

7 O arquivo smb.conf é dividido por seções e parâmetros. As seções são iniciadas por nomes entre colchetes, como por exemplo [global],[homes],[temp] entre outras. Cada seção é utilizada para cada compartilhamento específico, exceto a seção [global], pois nesta seção todo o parâmetro configurado serve para todas as seções, salvo configuração específica. Na seção [home], são definidos as conexões dos clientes com os seus respectivos diretórios de trabalho e pessoais. Na seção [printers] são definidos os compartilhamentos entre os recursos de impressão disponíveis na rede. Parâmetros: definem os atributos das seções as quais estão, sendo alguns deles específicos e usados somente em determinadas seções. Variáveis: valores definidos para atribuição a um parâmetro. Então temos conforme o diagrama abaixo o formato usado para se criar e manter o smb.conf. Global Global Parâmetros Compartilhamentos [HOME] [PRINTERS] [PROFILES] [TMP] O arquivo smb.conf permite muitas funções para uma melhor adequação as necessidades de cada solução.

8 As principais funções já se encontram comentadas no arquivo smb.conf mostrado anteriormente. De modo a complementar as funções anteriormente implementadas, abaixo são mostradas e comentadas outras funções. Variável Descrição %S Nome do serviço (compartilhamento) atual %u Nome do usuário %g Nome do grupo %H Nome do diretório pessoal do usuário (HOME) %m Nome da máquina utilizada pelo usuário ( ex. pc1001 ) %L Nome do servidor NetBIOS %M Nome Internet da máquina cliente %a Nome do sistema operacional da máquina do cliente ( ex. wfw, win95,winnt) %I Número IP da máquina cliente %T Data e horário Os parâmetros seguidos de (S) podem ser utilizados em qualquer seção que defina um compartilhamento. Os seguidos por (G) podem ser utilizados somente na seção [global]. Admin users (S) Permite definir os usuários que terão privilégios de administração do compartilhamento, ou seja, terão poderes de superusuário no samba. Exemplo: admin user = l.linux, d.linux announce as (G) Especifica o tipo de servidor nmbd (Servidor de Nomes NetBIOS) que será divulgado na rede. O padrão é igual a Windows NT. As opções válidas são "NT", "NT Server", "NT Workstation", "Win95" ou "WfW". Exemplo: announce as = NT Server browseable (S) Controla se o compartilhamento será visualizado na lista de recursos disponíveis. O padrão é browseable = Yes comment (S) Contém o texto que será visualizado pelo usuário quando solicita uma lista de recursos disponíveis na rede. Exemplo: comment = Servidor Linux copy (S) Permite que a seção atual seja uma cópia de qualquer seção anterior. Caso haja necessidade de alterar um parâmetro, basta informá-lo na seção atual. Útil para criar modelos que podem ser replicados e rapidamente alterados para todos os recursos compartilhados. Exemplo:

9 copy = home create mode (S) Define as permissões que serão utilizadas na criação de arquivos no recurso compartilhado. Exemplo: create mode = 0775 guest account (S) Define o nome do usuário usado para acessar os compartilhamentos definidos com o parâmetro guest ok'. Normalmente este usuário estará definido no Linux, porém não terá uma forma válida de acesso ao sistema. Usualmente a conta "ftp" é uma boa escolha. Exemplo: guest account = ftp guest ok (S) Caso este parâmetro seja definido como yes' para um serviço, nenhuma senha será solicitada ao usuário. Os privilégios serão iguais aos determinados para a conta "guess account" definida no parâmetro anterior. Exemplo: guest ok = yes hosts allow (S) Define o conjunto de máquinas que podem acessar um determinado compartilhamento. Pode-se utilizar o nome ou o endereço IP da máquina. É possível, por exemplo, restringir o acesso a somente uma sub-rede de classe C, como em "allow hosts = ". Pode-se ainda usar o subparâmetro "EXCEPT" para excluir (em)-se alguma(s) máquina(s), como por exemplo: hosts allow = EXCEPT allow hosts = advlinux.com.br hosts deny (S) Neste parâmetro são colocados tosas os computadores que não devem ter acesso aos serviços. Exemplo: hosts deny = minha_máquina.domínio.com.br load printers (G) Determina que as impressoras definidas no printcap serão disponibilizadas na lista padrão de recursos. Exemplo: load printers = yes max connections (S) Permite configurar o número máximo de conexões simultâneas a um determinado serviço. Exemplo: max connections = 10 max disk size (G) Permite definir um limite aparente da área em disco que pode ser utilizada pelo compartilhamento. A unidade-padrão é igual a Mb (megabytes). Exemplo: max disk size = 250

10 path (S) Especifica o diretório ao qual o usuário do serviço terá acesso. No caso de impressoras, será o diretório de arquivos temporários de impressão. Exemplo: path = /home/m.linux printer (S) Define o nome da impressora para a qual os serviços de impressão serão enviados. Exemplo: printer name = laserwriter security (G) Define a autenticação de um cliente junto ao servidor Samba. São possíveis as seguintes opções: "security=share": senhas de acesso são solicitadas por recurso compartilhado e não por usuário, ou seja, cada diretório ou impressora poderá ter uma senha única conhecida por todos os usuários autorizados. "security=user": para acesso a determinado recurso, o usuário deverá apresentar uma identificação individual e uma senha válida. "security=server": neste caso o Samba tentará validar o usuário e a senha enviando os dados para um servidor SMB, como por exemplo um servidor Windows NT. "security=domain": caso a máquina local tenha sido adicionada a um Domínio Windows NT através do comando smbpasswd, será possível utilizar esta opção. As informações de usuário e senha serão enviadas para um servidor Windows NT Primário da mesma forma que uma máquina NT o faria. É necessário que a conta exista tanto no Linux quanto no servidor primário. O padrão assumido pelo Samba é "security = USER". Exemplo: security = DOMAIN workgroup (G) Define em qual grupo de trabalho o servidor estará presente, quando pesquisado pelos clientes. Este parâmetro também define o nome do domínio usado em "security=domain". Exemplo: workgroup = Linux writeable (S) Caso este parâmetro seja definido como "no", não será permitida a criação ou modificação de arquivos no diretório compartilhado. O parâmetro "printable = yes" sempre permitirá a gravação através de operações de geração de arquivos temporários de impressão. Exemplos: read only = no writeable = yes write ok = yes Na seção [printers] permite-se que os clientes (Linux, Windows, DOS) utilizem uma impressora conectada à máquina local, configurada através do utilitário printcap. Uma típica seção de impressora terá o seguinte aspecto:

11 [printers] path = /usr/spool/public writeable = no guest ok = yes printable = yes Parâmetros: definem os atributos das seções em que se encontram, sendo alguns deles específicos e usados somente em determinadas seções. Variáveis: valores definidos para um parâmetro podem ser substituídos por valor definitivo no momento do acesso ao recurso compartilhado. Serviços SMB e NMB Estes serviços são responsáveis pela integração dos pacotes que trafegam pela rede, eles utilizam a porta 137 e 139 de comunicação. Devemos editar o arquivo inetd.conf e descomentar as linhas (retirando os # da frente das linhas) abaixo, caso elas não existam devem ser inseridas. Devem estar exatamente como mostrado. Antes de iniciar este serviço, certifique-se que o arquivo smb.conf esteja configurado. # Serviços NetBIOS/SAMBA netbios-ssn stream tcp nowait root /usr/sbin/smbd smbd netbios-ns dgram udp wait root /usr/sbin/nmbd nmbd Após ter feito isso salve o arquivo e reinicialize manualmente o ined.conf através do comando killall HUP inetd Para iniciar o processo automaticamente toda vez que o servidor for inicializado, acione o programa ntsysv e torne a serviço smb ativo. Caso seja feita alguma alteração no arquivo smb.conf, deve-se reinicializar o servidor SAMBA. Abaixo são mostrados alguns comandos úteis para a inicialização, parada e reinicialização do servidor SAMBA. Inicialização do servidor SAMBA /etc/rc.d/init.d/smb start Parada do servidor SAMBA

12 /etc/rc.d/init.d/smb stop Reinicialiação do servidor SAMBA /etc/rc.d/init.d/smb restart Os usuários do Conectiva Linux poderão utilizar o comando samba para iniciar, reiniciar, parar ou verificar o status do servidor SAMBA. Para isso basta digitar no prompt os seguinte comandos : Verificar o status do servidor samba status Parar o servidor SAMBA samba stop Iniciar o servidor SAMBA samba start Reiniciar o servidor SAMBA samba restart Usuários e Senhas no SAMBA O SAMBA necessita que todos os usuários que utilizarão este serviço estejam cadastrados. O SAMBA não utiliza o cadastramento feito no Linux. Os usuários do SAMBA e Linux são distintos, aumenta o nível de segurança ao acesso às informações, pois o usuário cadastrado no SAMBA não necessita existir no Linux. Desta forma o usuário não poderá acessar o Linux inadvertidamente. Para o cadastramento do usuário e alteração de senha do SAMBA utiliza-se o comando abaixo: smbpasswd [opções] [nome do usuário] Cadastrar usuários no SAMBA A sintaxe deste comando é muito simples conforme abaixo: smbpasswd a [nomedousuario] Deletar usuários no SAMBA smbpasswd x [nomedousuario] Habilitar usuários no SAMBA smbpasswd e [nomedousuario] Disabilitar usuários no SAMBA

13 smbpasswd d [nomedousuario] Para mais opções, consulte ajuda pelo comando. man smbpasswd Para facilitar a administração iremos cadastrar os nossos usuários no SAMBA com os mesmos nome utilizados no Linux. Para isso iremos utilizar o quadro abaixo para ter uma visão de todos os usuários contidos no Linux. Nome do Usuário Nome do Grupo (departamento) Base do diretório Home (Diretório) Nome Completo m.linux presidencia /opt/pres Marco Linux d.linux presidencia /opt/pres Debora Linux l.linux administrativo /opt/adm Lucybel Linux a.linux pagrec /opt/adm/pr Antonio Linux m.linux rh /opt/adm/rh Mara Linux p.linux comercial /opt/compvend Pepe Linux j.linux compras /opt/compvend/compras Jose Linux v.linux vendas /opt/compvend/vendas Vilma Linux c.linux tecnico /opt/desprod Carlos Linux f.linux producao /opt/desprod/prod Fabio Linux m.linux desenvolvimento /opt/desprod/des Moura Linux

14 Crie um usuário no SAMBA com direitos ilimitados (chmod 777) no diretório /opt, será responsável pela instalação e administração dos aplicativos e arquivos contidos neste diretório. Exemplo do comando : Iremos agora cadastrar o usuário Marco Linux no servidor SAMBA. smbpasswd -a m.linux Este comando deverá ser repetido para todos os usuários que utilizarão o SAMBA (em nossa instalação iremos cadastrar todos os usuários, pois eles utilizarão tanto o sistema Linux como o SAMBA). Cadastro de senha no SAMBA A senhas no SAMBA são armazenadas no arquivo smbpasswd localizado no diretório /usr/samba/private. Caso o administrador queira migrar o sistema, este arquivo deverá ser copiado para não necessitar cadastrar as senhas dos usuários novamente. Após serem incluídos os usuários poderá cadastrar ou alterar a senha, para isso use a sintaxe do comando que é mostrado abaixo: smbpasswd nomedousuario Exemplo: smbpasswrd m.linux New SMB password: Retype SMB password: Digite sua senha aqui. O utilitário pedirá a senha e após incluí-la, deverá ser re-escrita a senha novamente para a confirmação. Troca de senha no SAMBA Para a troca da senha o procedimento é o mesmo utilizado no cadastramento da senha, a única diferencá é que será solicitado que o usuário digite sua antiga senha. Exemplo: smbpasswrd m.linux Old SMB password: New SMB password: Retype SMB password: Password changed for user m.linux Digite sua senha aqui. Digite sua nova senha aqui.

15 Senha trocada com sucesso. Sincronização de Senhas entre LINUX e SAMBA A sincronização das senhas entre o Linux e o SAMBA facilita tanto o usuário como o administrador do sistema. Desta forma qualquer alteração de senha realizada no LINUX será refletida no SAMBA. Para realizar esta implementação devem ser incluídas as seguintes linhas no arquivo smb.conf. #arquivo smb.conf [global] #senhas não encriptografadas encrypt passwords = no #localização do arquivo de senhas smb passwrd file = /usr/local/private/smbpasswd #habilitia a sincronização de senha unix password file sync = yes passwd program = changepass %u # fim da modificação Introdução as Estações de Trabalho O SAMBA aceita estações de trabalho com os mais variados S.O. (sistemas operacionais). Abordaremos em nosso livro os mais usados em computadores desktop. Na figura abaixo temos a estrutura utilizada para esta implementação.

16 A configuração para os computadores desktops não é difícil, mas requer uma atenção do administrador nas configurações. A seguir serão demonstradas as configurações. Configuração de Estações de Trabalho Windows 9x Um dos problemas encontrados nas configurações em sistemas que utilizam o Windows é que algumas versões utilizam senha criptografadas e outras não, ocasionado um problema de acesso, pois no SAMBA deve ser definido se as senhas recebidas por ele, estão ou não criptografadas. No quando abaixo temos um resumo de como cada Windows trabalha com as senhas.

17 Sistema Operacional Windows ME Windows 98 SE Windows 98 Windows 95 (OSR2) Windows 95a Windows 95 Windows 2000 Windows NT 4 com SP3 ou maior Windows NT 4 com SP1 ou SP2 Senha Criptografada SIM SIM SIM SIM SIM NÃO SIM SIM NÃO Em nossa implementação estamos utilizando senhas não criptografadas, pois desta forma as estações que utilizam o sistema operacional DOS poderão trabalhar. Caso a sua rede não tenha estações DOS, utilize senha criptografadas, desta forma teremos um aumento da segurança na autenticação dos usuários. Senhas Criptografadas (Estação de Trabalho Windows 9x) O problema mais comum durante a instalação do Samba é relacionado com as senhas dos usuários. A partir da versão 98, o Windows começou a fazer a transmissão de senhas criptografadas pela rede NetBIOS. O Windows 95 e as versões iniciais do Windows NT, porém, transmitiam sem encriptar as senhas. Essa falta de padronização entre estes sistemas torna a configuração do Samba um tanto mais complexa. A encriptação de senhas visa proteger as mesmas de tentativas primitivas de descoberta. Infelizmente, os algoritmos de encriptação utilizados não são particularmente fortes. Senhas Descriptografadas no Windows 95 O padrão do Windows 95 é não encriptar as senhas. Assim, é provável que esta configuração não seja necessária para você. Porém, versões mais recentes do Windows 95 (como, por exemplo, o Windows 95 OSR2) mudaram seu comportamento. Se você tiver problemas com senhas, siga o procedimento descrito nesta seção. A configuração do Windows 95 pode ser feita de duas maneiras. Uma delas seria a utilização do arquivo Win95_PlainPassword.reg que acompanha o Samba. Este arquivo pode ser localizado no diretório docs/ da documentação on-line do Samba: # cd /usr/doc/samba*/docs

18 Você pode copiá-lo para as estações Windows 95. Depois, basta abrir o arquivo (dar dois cliques sobre o mesmo) para que ele seja instalado. Outra maneira de habilitar senhas é editar o registro através do utilitário regedit do Windows para alterar ou incluir a chave: [HKEY_LOCAL_MACHINE\System\CurrentControlSet\Services\VxD\VNETSUP] "EnablePlainTextPassword"=dword: Senhas Descriptografadas no Windows 98 Como padrão, o Windows 98 encripta todas as senhas que trafegam pela rede. Para poder utilizar estações Windows 98 com sua rede, siga o procedimento descrito nesta seção. A configuração de senhas não encriptadas no Windows 98 pode ser feita de duas maneiras. Uma delas seria a utilização do arquivo Win98_PlainPassword.reg que acompanha o Samba. Este arquivo pode ser localizado no diretório docs/ da documentação on-line do Samba: # cd /usr/doc/samba*/docs Você pode copiá-lo para as estações Windows 98. Depois, basta abrir o arquivo (dar dois cliques sobre o mesmo) para que ele seja instalado. Outra maneira de habilitar senhas é editar o registro através do utilitário regedit do Windows para alterar ou incluir a chave: [HKEY_LOCAL_MACHINE\System\CurrentControlSet\Services\VxD\VNETSUP] "EnablePlainTextPassword"=dword: Senhas Descriptografadas no Windows NT O Windows NT encripta senhas em algumas versões e não encripta em outras. Notadamente, após o terceiro pacote de consertos (Service Pack 3, ou SP3), ele passou a encriptar todas as senhas trafegadas pela rede. Assim, recomenda-se seguir os procedimentos descritos nesta seção para assegurar que ele funcione como cliente de uma rede Samba. Além disso, recomendamos que você tenha, pelo menos, o Windows NT SP3 instalado. A configuração de senhas não encriptadas no Windows NT pode ser feita de duas maneiras. Uma delas seria a utilização do arquivo NT4_PlainPassword.reg que acompanha o Samba. Este arquivo pode ser localizado no diretório docs/ da documentação online do Samba: # cd /usr/doc/samba*/docs Você pode copiá-lo para as estações Windows NT. Depois, basta abrir o arquivo (dar dois cliques sobre o mesmo) para que ele seja instalado. Outra maneira de habilitar senhas é editar o registro através do utilitário regedit do Windows para alterar ou incluir a chave:

19 [HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Rdr\Parameters] "EnablePlainTextPassword"=dword: Para que a instalação da estação com Windows 9x acesse o servidor SAMBA, deverão ser instalados os drivers da placa de rede, protocolo TPC/IP e o cliente para rede windows. Siga as instruções abaixo, que mostrarão passo a passo esta instalação. Certifique-se que a placa de rede instalada é compatível com sua rede, na arquitetura mostrada no capítulo1. Se faz necessária a aquisição de placa com o conector RJ 45, pois todos as conexões da rede trafegam através de um HUB que utiliza este tipo de configuração física. A placa de rede deverá ter driver para a versão do Windows instalado no computador. Inicie o Windows 9x e siga até o menu Configurações. Selecione a opção Painel de Controle

20 Será aberta uma janela, onde deverá ser selecionado o ícone REDE. Agora iniciaremos a instalação dos protocolos, clientes e placas.

21 Selecione o driver do adaptador (placa de rede) compatível com a placa instalada no computador. Caso na lista do Windows não conste a placa, selecione o botão Com disco... e introduza o disco com o driver da placa. Selecione agora o protocolo que irá trafegar na rede, para uma melhor integração entre os ambientes de redes externos e internos. Deve-se selecionar o protocolo TCP/IP, conforme mostra a figura abaixo.

22 Selecione o Cliente de Rede para Redes Microsoft.

23 Devemos agora configurar a protocolo TCP/IP, informado o número TCP/IP do computador, o número TCP/IP do roteador. O numero TCP/IP do roteador deverá ser o número TCP/IP do servidor Linux ( ), pois este servidor poderá ser utilizado como gateway, caso necessite de interligação com outras redes. A máscara da rede será definida como , pois só temos um seguimento ( ???) na rede. Este seguimento poderá comportar até 255 componentes de rede (impressoras, servidores e estações). Caso haja outras redes, esta máscara deverá ser alterada.

24 Configure o gateway.

25 Agora iremos verificar se o NetBIOS esta configurado sobre o protocolo TCP/IP. Agora iremos configurar o nome do Grupo de Trabalho e o Nome do computador à rede. O Nome do Grupo de Trabalho deverá ser o mesmo que já foi designado no campo workgroup do arquivo smb.conf no servidor Linux. Na configuração já realizada este campo deverá conter advlinux.com.br.

26 Agora reinicie o computador e está pronto. Quando o computador for reinicializado abrirá uma tela de login, solicitando o nome de login e senha, já previamente cadastrado nos passos anterior deste capítulo. Configuração da Estação de Trabalho DOS Para acesso das estações DOS ao servidor SAMBA, deve-se instalar um cliente para esta finalidade. Este cliente pode ser obtido através no endereço ftp://ftp.microsoft.com/bussys/clients/msclient, o qual é composto por dois arquivos (dsk3-1.exe e dsk3-2.exe), os devem ser descompactados em dois disquetes distintos. Nota Se faz necessário - caso utilize o WFW (Windows for Workgroup) - a instalação do protocolo TCP/IP, o qual poderá ser obtido no endereço ftp://ftp.microsoft.com/bussys/clients/wfw/tcp32b.exe, este arquivo ao ser executado faz auto extração. Siga as instruções contidas neste arquivo em conjunto com o manual de WFW. Após ter gerado o disquete como cliente para DOS, insira o disquete 1 no drive e rode o programa setup.exe. Serão apresentadas algumas telas para a configuração A tela abaixo mostra a configuração típica de um cliente.

27 Escolha a opção Network Configuration.

28 Selecione a placa de rede na lista ou insira no driver o disquete com o driver da placa. Após ter instalado verifique as características da placa. Adicione o protocolo TCPIP no menu ADD Protocol.

29 Configure o protocolo TPCIP conforme abaixo Disable Automatic Configuration =1 Este campo deverá ser seta para 1 (default=0) IP Address Número do IP na rede Default Gateway Número IP do gateway Os números IPs são separados por espaço e não por pontos como comumente é usado.

30 Retorne ao menu principal e configure o menu Names. Na configuração não utilize caracteres especiais, conforme é mostrado abaixo.

31 Agora retorne ao menu principal e selecione o item Setup Options. Utilize a configuração padrão do sistema. Um item a se destacar é Redir Options, onde poderá ser selecionada uma das opções, conforme é mostrado abaixo.

32 Escolha a opção Use Full Redirector por ser a mais abrangente para conexão com a rede. Agora saia da instalação e após a reinicializarão será encontrado o servidor que solicitará o login e senha. Instalação de Aplicativos OFFICE (StarOffice 5.1) Um dos softwares que vem mais se destacando no mercado de softwares para escritórios é o StarOffice da empresa SUN. Está disponível para os ambientes Linux, Microsoft Windows entre outras plataformas. Este software poderá ser obtido no endereço eletrônico abaixo: Para a instalação do software StarOffice será necessário o espaço em disco abaixo: Servidor Linux 180Mb Estações 15Mb Com este tipo de instalação obteremos algumas vantagens: - pequeno espaço de disco ocupado nas estações de trabalho; - numa eventual troca de versão poderá ser feito de maneira rápida; - menor probabilidade de vírus, somente o administrador terá acesso a escrita no diretório do programa Iniciaremos a instalação. Primeiramente crie o diretório /opt/appl no servidor Linux, de direitos de rwx para o usuário root e membros do grupo root e somente de r_x para os demais usuários (chmod 775 como root no diretório /opt/appl). Agora instale a máquina Java e posteriormente instalar o StarOffice. Crie um usuário administrador no Linux pertencente ao grupo root e após tê-lo criado inclua este usuário no SAMBA. Assim todos os softwares instalados por este usuário ou qualquer membro do grupo root, somente poderão ser alterados pelos membros do grupo root (não utilize o usuário root para instalação de software, pois poderá ocorrer de outros usuários não poderem ter acesso a aplicação instalada). Nesta instalação o drive L: do usuário administrador corresponde ao diretório /opt/appl no servidor Linux. Instalação no Servidor Para instalar a máquina Java, rode o programa jre117bi-win32.exe.

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