Apostila Design de Interfaces para Internet

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apostila Design de Interfaces para Internet"

Transcrição

1 Apostila Design de Interfaces para Internet Este documento é propriedade intelectual do Núcleo de Educação a distância da NRsystem e distribuído sob os seguintes termos: 1. As apostilas publicadas pelo do Núcleo de Educação a distância da NRsystem podem ser reproduzidas e distribuídas no todo ou em parte, em qualquer meio físico ou eletrônico, desde que os termos desta licença sejam obedecidos, e que esta licença ou referência a ela seja exibida na reprodução. 2. Qualquer publicação na forma impressa deve obrigatoriamente citar, nas páginas externas, sua origem e atribuições de direito autoral (o Núcleo de Educação a distância da NRsystem e seu(s) autor(es)). 3. Todas as traduções e trabalhos derivados ou agregados incorporando qualquer informação contida neste documento devem ser regidas por estas mesmas normas de distribuição e direitos autorais. Ou seja, não é permitido produzir um trabalho derivado desta obra e impor restrições à sua distribuição. O Núcleo de Educação a distância da NRsystem deve obrigatoriamente ser notificado de tais trabalhos com vista ao aperfeiçoamento e incorporação de melhorias aos originais. Adicionalmente, devem ser observadas as seguintes restrições: A versão modificada deve ser identificada como tal O responsável pelas modificações deve ser identificado e as modificações datadas Reconhecimento da fonte original do documento A localização do documento original deve ser citada Versões modificadas não contam com o endosso dos autores originais a menos que autorização para tal seja fornecida por escrito. A licença de uso e redistribuição deste material é oferecida sem nenhuma garantia de qualquer tipo, expressa ou implícita, quanto a sua adequação a qualquer finalidade. O Núcleo de Educação a distância da NRsystem não assume qualquer responsabilidade sobre o uso das informações contidas neste material. 1

2 Sumário INTRODUÇÃO... 3 CAPITULO 1 - SEMIÓTICA Alfabetização Visual Classificação das cores... 6 CAPÍTULO 2 - TEORIA DAS CORES Associação de Cores:... 8 CAPÍTULO 3 - DESIGN: CONCEITOS CAPÍTULO 4 - O QUE É IHC? Interface Protótipos Prototipagem Classificação dos protótipos Storyboard Wireframe CAPÍTULO 5 - PROJETOS DE INTERFACE CAPÍTULO 6 - ENTENDENDO AS NECESSIDADES DOS USUÁRIOS CAPÍTULO 7 - DESIGN FÍSICO: CONCRETIZANDO UMA IDÉIA Diretrizes adotadas no desenvolvimento do design físico Exemplos práticos aplicados ao desenvolvimento físico de interfaces Usando a varredura de texto CAPÍTULO 8 - USABILIDADE E INTERAÇÃO CAPÍTULO 9 - ENGENHARIA DE USABILIDADE Princípios de usabilidade aplicados à interface SUGESTÕES DE LEITURA

3 INTRODUÇÃO A utilização de elementos visuais como forma comunicação é uma prática comum no processo de desenvolvimento de interfaces para internet. Um dos grandes desafios consiste em criar interfaces intuitivas, sendo assim, o sucesso de um trabalho de design, depende em grande parte, da utilização de elementos com os quais o usuário se identifique. O uso de imagens em interfaces para internet contribui de maneira significativa para a composição visual de um site, este recurso, quando bem explorado, pode tornar a navegação mais intuitiva. Importante ressaltar, que em virtude do grande número de pessoas com limitação visual, devemos sempre disponibilizar uma descrição alternativa das imagens na forma de texto (acessibilidade universal). Esta apostila apresenta técnicas, conceitos e métodos que podem ser utilizados sistematicamente para assegurar um alto grau de usabilidade na interface de aplicações web. CAPITULO 1 - SEMIÓTICA A semiótica provém da raiz grega semeion, que denota signo 1. Assim, desta forma, podemos definir semeiotiké como a arte no uso dos signos. Aqui faço uma ressalva, não se trata de signos do zodíaco, mas sim, de signos de linguagem. A semiótica difere da linguística devido a sua maior abrangência: Enquanto a Linguística se dedica ao estudo científico da linguagem humana, a semiologia preocupa-se com todo e qualquer sistema de comunicação, seja ele natural ou convencional. Na Engenharia Semiótica o designer é autor de uma mensagem ao usuário, onde: Cada mensagem pode ser formada por um ou mais signos; Receptor recebe a mensagem gera ideia do que o emissor quis dizer. 1.1 Alfabetização Visual Atualmente, passamos por várias alfabetizações. Devemos levar em conta que a formação educacional não se limita ao domínio da leitura e escrita; a mesma envolve uma diversidade de códigos culturais da sociedade e das relações econômicas e produtivas. 1 Signo: Algo que representa alguma coisa para alguém. Por exemplo, tanto a palavra <cão> quanto uma fotografia de um cão representam o animal cachorro. 3

4 O conceito de alfabetização visual foi desenvolvido pelo professor João Kulcsár em tese de mestrado, na Universidade de Kent (Inglaterra), nos anos 90, e na Universidade de Harvard (Estados Unidos), onde esteve como professor visitante em 2002 e Alfabetização digital é definida como a forma como as imagens são utilizadas e manipuladas para conter mensagens precisas e reunirem informações. A Linguagem visual é uma linguagem não verbal, que compreende várias formas de expressão, construídas a partir de elementos visuais. Para compreender a estrutura da linguagem visual é conveniente concentrar-se nos seguintes elementos visuais: Ponto; Linha; Cor; Textura; Dimensão. A análise individual dos elementos visuais se faz necessária para um conhecimento mais aprofundado de suas qualidades específicas. Ponto O ponto é a unidade mais simples na comunicação visual (irredutível). Quando fazemos uma marca com tinta ou com um bastão, por exemplo, pensamos nesse elemento visual como um ponto de referência ou um indicador de espaço. Qualquer ponto tem grande poder de atração visual sobre o olho. Dois pontos são instrumentos úteis no desenvolvimento de qualquer tipo de projeto visual. Aprendemos cedo a utilizar o ponto como sistema de notação ideal, junto com a régua e outros instrumentos de medição, como o compasso, por exemplo. 4

5 Linha Quando os pontos estão muito próximos entre si, torna-se praticamente impossível identificá-los individualmente, neste caso, temos a sensação de direção, e a cadeia de pontos se transforma em outro elemento visual distintivo: a linha. Poderíamos definir a linha como um ponto em movimento, ou como a história do movimento de um ponto, pois, quando fazemos uma marca contínua, ou uma linha, nosso procedimento se resume a colocar um marcador de pontos sobre uma superfície e movê-lo segundo uma determinada trajetória, de tal forma que as marcas assim formadas se convertam em registro. Cor No Design digital, o uso de cores proporciona: Mostrar as coisas conforme são vista na natureza; Representar associações simbólicas; Chamar e direcionar a atenção; Tornar a interface mais fácil de ser memorizada; Auxiliar na identificação de estruturas e processos. O critério para selecionar as cores não pode ser somente baseado em conceitos estéticos, deve-se também considerar como elas irão interagir umas com as outras. As pessoas relacionam as cores com diversas situações, entre elas: perigo, atenção, entre outras; estas associações variam de acordo com aspectos geográficos, culturais e/ou idade. Textura A textura é o elemento visual que se relaciona com a composição de uma substância com variações mínimas na superfície do material, perceptíveis através do tato ou da visão (aspecto de lixa). 5

6 Dimensão A representação da dimensão em formatos visuais bidimensionais depende da ilusão (ótica). Em nenhuma das representações bidimensionais da realidade, como o desenho, pintura, fotografia, cinema e televisão, existem uma dimensão real; ela é apenas implícita. 1.2 Classificação das cores Basicamente, quando falamos em cor, estamos na verdade falando de luz, pois, sem a luz não existiriam o que chamamos "cores". As cores podem ser classificadas como cromáticas e acromáticas (baseadas em tons de cinza). Enquanto o sistema RGB é conhecido como sistema cor-luz ou sistema aditivo, o sistema CMY é conhecido como sistema cor-pigmento ou sistema subtrativo. Os dois sistemas são os opostos físico/matemático um do outro, suas permutações indicam as relações entre as cores opostas e/ou complementares bem como as relações entre positivo/negativo de cores e de luz. Cores acromáticas: Cores cromáticas: 1. Cores Quentes: Amarelo, Laranja e Vermelho; 2. Cores frias: Azul, Turquesa e Violeta. Obs. Existem ainda, as chamadas cores marginais, seu caráter depende da cor que esteja ao redor. Exemplo: Verde e Magenta. 6

7 EXERCÍCIO A ilusão pode ser reforçada de muitas maneiras, mas o principal artifício para simulá-la é a convenção técnica da perspectiva. Faça uma análise e identifique os itens visuais e os elementos simbólicos utilizados no quadro de Pablo Picasso Guernica. 7

8 CAPÍTULO 2 - TEORIA DAS CORES O critério para selecionar as cores não deve se basear apenas em padrões estéticos, devemos levar em consideração como as cores adotadas irão interagir umas com as outras. O uso de cores em interfaces permite: Mostrar as coisas conforme são vistas na natureza; Representar associações simbólicas; Chamar e direcionar a atenção; Enfatizar alguns aspectos da interface; Diminuir a ocorrência de erros; Auxiliar na memorização de estruturas e processos; Tornar uma interface mais fácil de ser memorizada. 2.1 Associação de Cores: Normalmente, as pessoas associam as cores a diversas situações de suas vidas, seu uso pode indicar condições diversas: perigo, atenção, qualidade dos alimentos, acidez e alcalinidade em experimentos químicos, etc. As associações dependem de diversos aspectos, entre eles: Geográficos; Culturais; Idade. Uso de Cores Associações à cor branca Em aplicativos em que o usuário tem que visualizar uma mesma tela por muito tempo, não é recomendado o uso da cor branco como cor de fundo. Em contraste com um texto escuro produz uma máxima legibilidade. Associações do branco Positivas Negativas Neve Frio Pureza Hospital Inocência Vulnerabilidade Paz Palidez fúnebre Limpeza Rendição 8

9 Uso de Cores Associações à Cor Preta Funciona como um estimulante para as demais cores e harmoniza bem com todas elas. Não é aconselhável utilizar como cor de fundo. Eficientes para aumentar o contraste entre cores diferentes. Associações do preto Positivas Noite Carvão Poder Estabilidade Solidez Negativas Medo Vazio Morte Segredo Maldição Uso de Cores Associações à Cor Cinza O default da maioria dos softwares comerciais possui uma cor cromática de baixo brilho como cor de fundo. Quanto mais baixo o brilho (menor a intensidade de luz), mais cinza existe na cor. A cor cinza reduz conotações emocionais. Combina com todas as cores. Embora seja uma boa cor de fundo tem pouco apelo. Uso de cores Associações à Cor Vermelha A cor vermelha possui o maior impacto universal devido a sua associação com o sangue e o fogo, portanto com a guerra. Curiosidade, seu significado simbólico varia: Na Inglaterra representa a realeza; Nos Estados Unidos representa perigo; Na China representa revolução; Na Índia representa o casamento. Associações do vermelho Positivas Força Paixão Coragem Ação Energia Negativas Guerra Sangue O vermelho é eficiente em interfaces para chamar a atenção, bordas vermelhas são rapidamente percebidas. Obs. Evite usar a cor vermelha em áreas amplas ou como cor de fundo, devido ao fato de ser uma cor agressiva (dominante) chama muito atenção. 9 Satã Feridas Fogo

10 Uso de Cores Associações à Cor Amarela A cor amarela possui como característica incandescência acolhedora por sua associação com o sol, simboliza vida e calor. Associação do amarelo Positivas Sol Verão Serenidade Ouro Inovação Negativas Covardia Traição Risco Doença Loucura Uso de Cores Associações à Cor Verde A cor verde se tornou marca dos movimentos ambientalistas. O olho humano é mais propicio aos comprimentos de onda próximos ao verde-amarelo, desta forma, entre as três cores do RGB é a cor mais visível, sendo muito propicia quando se deseja passar rapidamente uma informação. Uso de Cores Associações à cor Azul Associações do verde Positivas Vegetação Natureza Fertilidade Esperança Segurança Negativas Decadência Inexperiência Inveja Ganância Fuga à realidade A cor azul sugere profundidade e espaço devido a sua associação com o céu e mar. O azul é uma cor fria e suave, tem uma grande capacidade em relaxar e tranquilizar as pessoas. Entre as principais qualidades da cor azul, podemos destacar o fato de ser a cor mais usada nas bandeiras nacionais por simbolizar autoridade e espiritualidade. Associações do Azul Positivas Céu Espiritualidade Estabilidade Paz Negativas Depressão Obscenidade Mistério Conservadorismo Obs. Devido ao fato do olho humano ser menos sensível aos comprimentos de ondas da cor azul, a cor azul não oferece uma boa focalização ou níveis de contraste, sendo assim, evite utilizar a cor azul como cor de texto e detalhes finos. 10

11 CAPÍTULO 3 - DESIGN: CONCEITOS Design pode ser definido como o esforço relacionado à configuração, concepção e elaboração de algo, como por exemplo, um objeto ou uma imagem (voltado para uma determinada função). O termo design refere-se à concepção de uma solução prévia para um problema, o profissional atuante nesta área é o designer, palavra da língua inglesa para qual não cabe tradução, as principais formas de expressão nessa área são: pintura, ilustração, fotografia, vídeo, ambientes, vestimenta, etc. Design Gráfico Consiste no processo de programar, projetar, coordenar, selecionar e organizar uma série de elementos para produzir objetos visuais destinados a comunicar mensagens específicas a determinados grupos. O profissional desta área trabalha com sistemas visuais: criação de logotipos e identidade visual, embalagens, interfaces para websites, editoração de livros e revistas, etc. O resultado final de um design gráfico denomina-se grafismo (unidade composto por uma infinidade de elementos diferentes). Webdesign WebDesign é o design voltado para a Internet, e webdesigner é o criador do processo. Assim como as demais mídias, a internet possui elementos visuais próprios. Sites que tenham um design bem definido e que estejam de acordo com a proposta do produto ou do assunto a que deram origem, com certeza serão mais eficientes. No design para web imagem é tudo, ou quase tudo, portanto um webdesigner tem que saber exatamente os elementos que deve ou não utilizar em cada projeto. Design Conceitual O objetivo do design conceitual é transformar as necessidades e requisitos do usuário em um modelo conceitual, considere o seguinte: O quê você quer criar? Para que seja compreendida pelos usuários da maneira pretendida, a descrição de uma aplicação pode ser feita de acordo com um conjunto de ideias e conceitos integrados a respeito do que ela deve fazer, de como deve se comportar e com o que deve se parecer. 11

12 Princípios chave do design conceitual: Manter a mente aberta, mas nunca esquecer os usuários e seu contexto; Discutir ideias com outros stakeholders 2 ; Utilizar prototipação de baixa fidelidade para obter rápido feedback. Formas de pensar o modelo conceitual Uma pergunta que pode ajuda-lo a formular o modelo conceitual: Quais modos de interação e estilos devem ser utilizados na aplicação/sistema? O Modo de interação refere-se à forma como o usuário executa ações ou interage com a aplicação e/ou sistema. Exemplos de interação: Conversação: interação com o aplicação/sistema em modo similar a uma conversação; Instrução: utilização do teclado para dar comandos ou selecionar opções em um menu; Manipulação e navegação: agir diretamente sobre objetos e interagir diretamente em um ambiente virtual; Exploração e pesquisa: possibilidade de descobrir e aprender através da pesquisa, sem a necessidade de formular questões específicas ao sistema. Exemplos de Modos de Interação Em relação à guia de estilos, diferentes estilos requerem diferentes tipos de recursos, exemplo de estilos: Identidade visual, comercial, corporativo... QUIZ Quais mecanismos de interação podem ser implementados em uma interface web? Existe um modo de interação mais adequado para esse tipo de produto? 2 Stakeholders: Público que possui interesse no projeto 12

13 CAPÍTULO 4 - O QUE É IHC? De acordo com a Sociedade Brasileira de Computação, a Interface Homem-Computador ou Interação Humano-Computador (IHC) é a área que se dedica a estudar os fenômenos de comunicação entre pessoas e sistemas computacionais, as pesquisas em IHC envolvem todos os aspectos relacionados com a interação entre usuários e sistemas. Importante: Durante um projeto de desenvolvimento de interface, precisamos identificar em quais momentos devemos pensar como técnico/projetista e em quais, devemos nos colocar no lugar do usuário final. 4.1 Interface Definições para Interface: Superfície entre duas faces; Interligação entre dois dispositivos; Lugar onde acontece o contato entre duas entidades. Exemplos de interfaces intuitivas: Maçanetas de portas, torneiras, etc. Durante o desenvolvimento da interface, devemos levar em conta três considerações básicas: 1. Para produzir tecnologia que auxilie o ser humano, é preciso antes conhecê-lo; 2. Aproveite os conhecimentos do usuário e torne-o um parceiro no desenvolvimento. 3. Primeiramente procure estudar as necessidades dos usuários, se não for possível, estude as tecnologias disponíveis (análise de requisitos); QUIZ No contexto do desenvolvimento web, como a Interação Humano-Computador (IHC) poderá nos fornecer subsídios para superarmos um dos maiores desafios: criar interfaces intuitivas? 13

14 Exemplo de falha no levantamento de requisitos 4.2 Protótipos No que diz respeito à IHC, um protótipo, pode ser: Uma série de rascunhos de tela; Mock-up 3 ou representações de um design; Um slide em PowerPoint; Os protótipos permitem testar facilmente diferentes ideias e podem responder questões que envolvam a escolha de melhores alternativas, normalmente são usados para: Testar a viabilidade técnica de uma ideia; Esclarecer requisitos vagos; Realizar alguns testes com usuários. 4.3 Prototipagem A técnica de prototipagem pode ser usada para definir a diagramação, posição e tamanho dos elementos para aumentar a efetividade do site (conversão). O protótipo é a primeira atividade executada numa etapa de concepção visual, para que o site comece a tomar forma. Características de um protótipo Pode-se construir um protótipo com a intenção de descartá-lo; Pode-se construir um protótipo com a intenção de fazê-lo evoluir para o produto final. 3 Mock-up: Modelo em escala ou em tamanho real de um design ou dispositivo 14

15 4.4 Classificação dos protótipos Protótipos de Baixa Fidelidade: não se assemelham muito ao produto final, mas são úteis, pois tendem a serem mais simples, baratos e de fácil produção. Os protótipos de baixa fidelidade são normalmente usados para obter feedback rápido durante a definição de requisitos. Protótipos de Alta fidelidade: Utilizam material que se espera que seja o mesmo da versão final. Apesar de precisarmos de mais tempo e recursos para elaborar um protótipo de alta fidelidade, este tipo de protótipo apoia a avaliação de todos os detalhes do design, e se parece mais com a versão final do produto Storyboard O storyboard é um esboço de como você deseja abordar um projeto particular. Criar um storyboard antes de começar o seu site facilita seu trabalho, pois te dá uma perspectiva global do projeto. A partir de um plano geral do site, você poderá quebrar um projeto complexo em unidades funcionais que poderão ser resolvidas individualmente. Esboço de site usando técnica de storyboard 15

16 4.4.2 Wireframe O wireframe é um guia visual que fornece a estrutura (template) que será usada pelo designer para construir o layout (visual), o principal objetivo no uso de wireframe é planejar como os requisitos funcionais serão usados pelo desenvolvedor. A utilização de wireframe possibilita planejar a arquitetura da aplicação minimizando as influências visuais. Os wireframes podem ter diferentes níveis de detalhes. Uma das ferramentas mais usadas na criação de wireframe é o aplicativo Fireworks (Adobe Systems). Protótipo de site usando wireframe 16

17 Observação: Em protótipos de alta fidelidade é comum à utilização de ferramentas do tipo: What You See Is What You Get (WYSIWYG). A imagem de manipulação da interface é a mesma que a aplicação cria. Exemplos: Word da Microsoft e Fireworks da Adobe Systems Ferramentas free para criação de wireframe: Cacoo - site para download: https://cacoo.com/getstarted iplotz site para download: Sugestão de leitura Design de Interação Autor: Preece, Rogers & Sharp Edição: 1 / 2005 Idioma: Português Breve Descrição: Exposição atualizada do design das tecnologias interativas do momento e de nova geração, como web, dispositivos móveis e computação vestível. Explica como utilizar técnicas de design e avaliação para o desenvolvimento de tecnologias interativas de sucesso. Técnicas de prototipação rápidas. Autor: Guilhermo Almeida dos Reis. Disponível em: Acessado em: 20/02/

18 CAPÍTULO 5 - PROJETOS DE INTERFACE O principal objetivo do planejamento de projetos é fornecer uma estrutura que possibilite fazer estimativas, sendo assim, a modelagem de processos de negócio é uma fase crucial na definição dos aspectos de usabilidade do produto. A definição do publico alvo (usuários) e tarefas que serão realizadas na aplicação compõem a análise de contexto de uso. A partir da identificação de contexto de uso podemos escolher o estilo de interface. O estilo adotado no desenho de uma interface pode resultar em uma aplicação mais adequada para a realização das tarefas. A seguir são descritos alguns exemplos de estilos de interface. What You See Is What You Get (WYSIWYG) - A imagem de manipulação da interface é a mesma que a aplicação cria. Exemplos: Editores de texto do tipo Word da Microsoft e Fireworks da Adobe Systems. Manipulação direta - Windows Explorer (mover arquivo/ diretório,...). Windows, Icons, Menus and Pointers (WIMP). Permite a interação através de componentes de interação virtuais denominados widgets. Estilo Menu, Logs de comando, Formulários. CAPÍTULO 6 - ENTENDENDO AS NECESSIDADES DOS USUÁRIOS A web se tornou um recurso crítico global, durante sua evolução houve mudanças no perfil dos usuários e dispositivos a ela conectados. Em um projeto de aplicação para web devemos conhecer usuários específicos e suas práticas de trabalho. Conceitos de interoperabilidade 4, acessibilidade 5 e usabilidade 6 devem ser adotados no desenvolvimento de interfaces para internet visando atender: 1. Os diversos dispositivos conectados na web e suas diferentes resoluções; 2. Possibilitar acesso ao conteúdo por pessoas com necessidades específicas; 3. Reduzir o tempo para acessar uma informação. 4 Interoperabilidade: Capacidade de uma aplicação funcionar em plataformas diferentes, independente de hardware ou software. 5 Acessibilidade: Consiste em oferecer alternativas que facilitem o acesso ao conteúdo independente do dispositivo ou das necessidades especiais do usuário. 6 Usabilidade: Qualidade de experiência do usuário ao interagir com um sistema (fácil de usar, fácil de lembrar, maximiza a produtividade e minimiza a quantidade de erros). 18

19 Durante o processo de design, utilize técnicas baseadas no usuário, testadas e aprovadas. Dicas importantes: Considerar no que as pessoas são boas ou não. Ouvir o que as pessoas querem e envolvê-las no design. Considerar o que pode ajudar as pessoas na atual maneira de fazer as coisas. O sucesso de uma interface web depende em grande parte em oferecer alternativas de uso, independente de limitação física ou tecnológica dos usuários. Por envolverem competências específicas de desenvolvimento, projetos de aplicações web têm equipes cuja formação e número depende dos objetivos e da complexidade dos resultados. Existem pontos positivos e negativos ao se gerenciar equipes com pessoas com diferentes experiências, perspectivas, formas de falar e ver as coisas. Benefícios: Muitas ideias e design gerados. Desvantagens: Dificuldade na comunicação e no processo de criação de design. Importante: No contexto histórico, os primeiros programas não possuíam interface gráfica (MS DOS, por exemplo). Algumas décadas após o surgimento dos primeiros programas, a interação passou da linha de comando, em modo texto, para desktops em três dimensões e softwares que aceitam comandos por voz ou gestos com o propósito de facilitar e tornar mais intuitiva a utilização das máquinas. Sugestão de leitura: Felipe Arruda. História da Interface. Disponível em: em: 20/02/2015 Acessado 19

20 CAPÍTULO 7 - DESIGN FÍSICO: CONCRETIZANDO UMA IDÉIA O Design físico envolve considerar questões mais concretas e detalhadas sobre as estruturas de design físico que a GUI (Graphical User Interface) deverá adotar, como por exemplo: design de tela ou do teclado, quais ícones utilizar, como estruturar menus, etc... Questões realistas devem ser consideradas; Detalhamento do design da interface; Interação entre o design conceitual e o design físico. O que deve ser considerado no design físico de um menu de navegação? Quantos itens o menu deve ter? Em que ordem eles devem estar? De que forma o menu deve ser estruturado, isto é, quando deve ser utilizado sub-menus? Caixas de combinação (combo)? Quantas categorias devem ser utilizadas para agrupar itens de menu? Como a divisão em grupos será denotada, isto é, com cores diferentes, linhas divisórias? Quantos menus deverá haver? Qual a terminologia a ser utilizada? (as atividades para determinar os requisitos fornecerão esta reposta) Como as restrições físicas podem ser compensadas (por exemplo, um telefone celular)? Design de Ícones Um bom design de ícones é difícil. O significado dos ícones é muitas vezes cultural e sensitivo ao contexto. Algumas considerações: 1. Sempre que existir um padrão, utilize símbolos tradicionais. 2. Esses objetos do ClipArts, o que eles significam para você? Figuras do ClipArts 20

21 7.1 Diretrizes adotadas no desenvolvimento do design físico Avaliação heurística Os princípios de heurísticas propostos pelo cientista da computação Jakob Nielsen consistem em um método de avaliação de usabilidade. Este método de avaliação é baseado no julgamento do avaliador e, normalmente, descobre 75% dos problemas de usabilidade. Lista de heurísticas 1. Visibilidade do status do sistema: A interface do sistema sempre deve informar ao usuário o que está acontecendo (feedback imediato). 2. Compatibilidade entre o sistema e o mundo real: O sistema deve utilizar a linguagem do usuário, com palavras, frases e conceitos familiares a ele, fazendo as informações aparecerem em ordem lógica e natural, de acordo com as convenções do mundo real. 3. Liberdade e controle do usuário: Usuários frequentes escolhem por engano funções do sistema e então necessitam de uma saída de emergência clara para sair do estado não desejado sem perdas. 4. Consistência e padrões: Referem-se ao fato de que os usuários não precisam adivinhar que diferentes palavras ou ações representam a mesma coisa. A interface deve ter convenções não ambíguas. 5. Prevenção contra erros: Os erros são as principais fontes de frustração, ineficiência e ineficácia durante a utilização do sistema. Melhor que uma boa mensagem de erro é um design cuidadoso que previna o erro antes dele acontecer. 6. Reconhecimento em lugar de lembrança: As características da interface devem ter objetos, ações e opções visíveis e coerentes, os usuários não devem ter que lembrar as informações de uma para outra parte do diálogo, ou seja, as instruções de uso do sistema devem ser visíveis ou facilmente recuperadas. 7. Flexibilidade e eficiência de uso: A ineficiência das tarefas de usuário podem reduzir a eficácia do usuário e causar-lhes frustrações. 8. Projeto minimalista e estético: Os diálogos não deveriam conter informações que são irrelevantes ou raramente necessárias. 9. Auxiliar os usuários a reconhecer, diagnosticar e recuperar-se de erros: As mensagens devem ser expressas em linguagem simples (sem códigos), indicando o problema e sugerindo uma solução. 10. Ajuda e documentação: Embora seja melhor um sistema que possa ser utilizados sem documentação, é necessário prover ajuda e documentação. 21

22 Como aplico isto na prática? Use o seu bom senso!!! Segmente seu trabalho adotando diferentes guias de estilos: comercial, corporativos... Diferentes estilos requerem diferentes tipos de recursos (caixa de diálogo, barras de ferramentas, ícones, menus, etc.). Muita atenção nos seguintes itens: Apresentação das informações (tipo de fonte, cor de fonte, espaçamento, etc.); Design de menu (padronização dos links, por exemplo); Design de ícones; Design de telas. 7.2 Exemplos práticos aplicados ao desenvolvimento físico de interfaces Apresentação da informação As informações mais relevantes devem estar disponíveis todo o tempo; Diferentes tipos de informações implicam em diferentes tipos de apresentação; Ajustar a consistência da nomenclatura (padronizar); Consistência entre dados impressos e os exibidos apenas na tela Usando a varredura de texto Varredura de textos é uma técnica utilizada para permitir aos usuários uma leitura mais rápida de um texto extenso. Através desta técnica você é capaz de encorajar o seu usuário em relação à leitura, além de ajudá-lo a memorizar as informações mais importantes mais rapidamente. Algumas técnicas de varredura de textos: 1. Dividir os textos em tópicos, subtópicos, etc. 2. Aumentar o espaçamento entre as linhas. 3. Criar parágrafos curtos e objetivos. 4. Destacar os títulos das seções com cores diferentes em relação ao restante do texto. 5. Destacar as palavras-chave do parágrafo. 6. Criar caixas (seções) com cores de fundo diferentes. 7. Utilização de listas (ordenadas e/ou não ordenadas), quando necessário. 8. Criar espaçamento entre parágrafos. 9. Dividir as informações de um parágrafo longo em dois ou mais parágrafos. 10. Criar tarjas, sublinhados para títulos. 22

23 Exercício 1: Aplique a técnica de varredura de textos no texto localizado dentro da caixa abaixo. Apresente pelo menos duas soluções diferentes. O autor é MBA em Gestão de Projetos pelo Centro Universitário de Santo André e Especialista em Banco de Dados Oracle pelo Centro Universitário de Araraquara. Foi professor em várias Instituições de Ensino Superior no Estado de São Paulo e Minas Gerais, como UNIABC, Faculdade Sumaré e UFSJ. Ministrou 15 disciplinas diferentes em diversos cursos, como Sistemas de Informação, Ciência da Computação, Análise de Sistemas, Gestão de Tecnologia da Informação e Sistemas para Internet. Atualmente é professor no ensino superior do Centro Universitário FMU na cidade de São Paulo onde leciona disciplinas na área de banco de dados, gestão, web design e interface homem-computador. Solução 1: Solução 2: 23

24 Exercício 2: Imagine que você é o designer do sistema de biblioteca e deseja projetar uma interface para que o usuário faça uma consulta a um livro ou artigo. 1. Que mensagem você pretende passar ao usuário? Resposta: 2. Como você organizaria a tela para passar essa mensagem? Resposta? 3. Que informações devem estar disponíveis para que o usuário realize essa tarefa? Resposta: Protótipo da interface 24

25 Exemplo prático de Design de Ícones Acesse o site https://icomoon.io/app/#/select 1º Após selecionar os ícones de interesse, clique em gerar fonte. 2º Na próxima tela, faça o download do pacote de fonte 25

26 3º Descompacte a Pasta e importe os arquivos para dentro de seu projeto 4º Agora é só criar as classes no HTML de acordo com o CSS da Pasta Exemplo de utilização do ícone book: Como podemos perceber, no diretório principal possuímos uma pasta para os arquivos CSS da aplicação, uma pasta para as imagens utilizadas (img) e o código HMTL utilizado (index). * Você pode mudar o arquivo style das fontes para a pasta CSS, sendo necessário nesse caso, mudar o endereço no link no head do arquivo HTML <link href="style.css" rel="stylesheet" type="text/css"> 26

27 Exemplos de utilização de design de ícones em interfaces Exemplo 2 Exemplo 1 Exemplo 3 Questões importantes em um design de tela Capture a atenção do usuário para um ponto de destaque utilizando cores, ícones, movimento ou molduras; Animação é um recurso muito poderoso, mas pode distrair o usuário; Uma boa organização ajuda: agrupando e aproximando fisicamente; Procure o equilíbrio entre uma tela com itens muito dispersos e uma tela sobrecarregada de itens. CAPÍTULO 8 - USABILIDADE E INTERAÇÃO O design de interação é um dos elementos da experiência do usuário, sua principal função é determinar como o sistema deve se comportar em resposta às ações dos usuários. Ao adotarmos o design de interação, podemos definir como o usuário irá interagir com as funcionalidades do sistema fundamentando-se nos princípios de usabilidade (design centrado no usuário). Embora se trate de uma categoria relativamente nova, a usabilidade não é algo restrito somente á web sites, ela está presente em quase todas as coisas, mas o foco dessa apostila é trabalhar a usabilidade focada na web, na criação para a web. 27

28 Etapas do Design de Interação: 1. Identificar necessidades e estabelecer requisitos; 2. Desenvolver designs alternativos que preencham esses requisitos; 3. Construir versões interativas dos designs, de maneira que possam ser comunicados e analisados; 4. Avaliar o que esta sendo construído durante o processo. Aplicações: Explicar as diferenças entre os bons e os maus designs; Delinear as diferentes formas de orientação utilizadas no design de interação; Metas de usabilidade e princípios de design. O objetivo do design de Interação é trazer a usabilidade para dentro do processo de criação. Principal motivação: Entender o impacto das interfaces junto a: Usuários; Tarefas; Organizações. Premissas básicas: Independente da experiência do designer, raramente o sistema dá certo logo na primeira vez. Você não saberá se o sistema está funcionando até que se comece a testá-lo. A seguir são apresentados alguns exemplos de design, levando em consideração a usabilidade dos produtos apresentados, faça uma análise pensando como designer e outra como usuário final. 28

29 Bom e mau design: Caso 1 O que há de errado com o controle da Apex? (cinza à direita) Por que o controle da TIVo tem um melhor design? Figura 7 - Design físico 1 29

30 Bom e mau design: Caso 2 Site de busca Aonde Site de busca Google Para otimizar as interações do usuário com o sistema, o que devemos considerar? 1. Quem são os usuários? 2. Que tipo de atividades as pessoas estão realizando? 3. Onde ocorre a interação? 30

31 Atividade de fixação - Maneiras de conceituar a usabilidade. Crie um projeto de uma secretária eletrônica seguindo os seguintes critérios: 1. Não pode haver nenhum tipo de texto ou letras 2. Não pode haver botões (físicos) Como será a interação do usuário com esse objeto? Como orientar os designers a pensar sobre aspectos diferentes de seus designs? Como determinar o que os usuários devem ver e fazer quando realizam tarefas utilizando um produto interativo? 31

32 CAPÍTULO 9 - ENGENHARIA DE USABILIDADE Engenharia de usabilidade: Eficácia, eficiência e satisfação analisadas sob o prisma da ISO 9241: Eficácia: A capacidade oferecida para alcançar seus objetivos em número e com a qualidade necessária. Eficiência: A quantidade de recursos necessários que os sistemas solicitam aos usuários para a obtenção de seus objetivos com o sistema. Satisfação: A emoção que os sistemas proporcionam aos usuários em face dos resultados obtidos e dos recursos necessários para alcançar tais objetivos. Princípios de Ergonomia: visa proporcionar eficácia e eficiência, além do bem estar e saúde do usuário, por meio da adaptação do trabalho ao homem. Relação entre conforto e produtividade Falhas de interface e seus impactos 32

33 9.1 Princípios de usabilidade aplicados à interface Usabilidade pode ser medida através da qualidade de experiência do usuário ao interagir com um sistema. Exemplo de falha de usabilidade em interface Engenharia de Usabilidade Desenvolve o projeto de utilização. Engenharia de Software Desenvolve o projeto da lógica do funcionamento. Observa as estratégias de uso do sistema pelos usuários. Identifica requisitos funcionais que o sistema deve implementar. A Usabilidade é associada a 5 características: 1. Fáceis de aprender; 2. Fáceis de lembrar; 3. Maximizam a produtividade; 4. Minimizam erros; 5. Maximizam satisfação. 33

34 Exemplo de falha de usabilidade. Onde está localizado o menu do site abaixo???? Exemplo de falha de usabilidade em projeto de website Perguntas comuns em sistemas com falhas de usabilidade: Se tudo funciona como especificado, por que os usuários não estão satisfeitos com o sistema? Porque é importante considerar além da funcionalidade? QUIZ Se o preenchimento de um formulário cadastral de um sistema ocasiona cinco erros, em média, e esses erros representam um esforço de uma meia hora para correção, então, podemos deduzir que nessa situação: a) Houve falha no levantamento de requisitos funcionais b) Não foi utilizada adequadamente a engenharia de usabilidade durante a fase de desenvolvimento. c) O problema está na estratégia de uso da aplicação d) Não é possível avaliar a usabilidade desse sistema durante a fase de desenvolvimento, uma vez que é necessária a presença de um indivíduo para avaliar essa característica. e) É normal um sistema demorar meia hora para se recuperar de um erro 34

35 Métricas para avaliação de Usabilidade: 1. Tempo utilizado para a realização de uma tarefa; 2. Número de cliques ou comandos efetuados; 3. Razão entre interações de sucesso e erro; 4. Frequência de uso de manuais de ajuda; 5. Número de vezes que o usuário expressou frustração; 6. Taxa de tarefas completadas. Enquanto a usabilidade é medida, a ergonomia da interface só pode inspecionada e/ou avaliada. Diferença entre usabilidade e ergonomia Efeitos de um problema de usabilidade: Sobrecarga cognitiva; Sobrecarga perceptiva; Sobrecarga física. CONSIDERAÇÕES FINAIS Falha de design de produto Antes de publicarmos o site ou aplicação no ambiente de produção, é importante certificarmo-nos de que tudo esteja funcionando corretamente de acordo com parâmetros pré-definidos. A realização de testes pelo próprio desenvolvedor é o primeiro passo para a homologação de uma interface. Existem diversas ferramentas online para validação de código e testes de acessibilidade, destaque para Markup Validation Service da W3C e AccessMonitor. Esta apostila procurou abordar os vários conceitos, métodos e técnicas que envolvem o projeto de interfaces para web, trata-se de material em constante atualização, de forma a compatibilizá-lo às constantes mudanças na área. 35

O quê avaliação? Unidade IV - Avaliação de Interfaces. Quem deve avaliar um produto de software? Técnicas de Avaliação

O quê avaliação? Unidade IV - Avaliação de Interfaces. Quem deve avaliar um produto de software? Técnicas de Avaliação Unidade IV - Avaliação de Interfaces O quê avaliação? O quê avaliação? Técnicas de Avaliação Tipos de Avaliação com Usuários Paradigmas de avaliação com usuários Avaliação rápida e suja Testes de Usabilidade

Leia mais

COMPUTAÇÃO GRÁFICA CORES. Curso: Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: COMPUTAÇÃO GRÁFICA 4º Semestre Prof.

COMPUTAÇÃO GRÁFICA CORES. Curso: Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: COMPUTAÇÃO GRÁFICA 4º Semestre Prof. COMPUTAÇÃO GRÁFICA CORES Curso: Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: COMPUTAÇÃO GRÁFICA 4º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA CORES EM COMPUTAÇÃO GRÁFICA O uso de cores permite melhorar

Leia mais

Cores em Computação Gráfica

Cores em Computação Gráfica Cores em Computação Gráfica Uso de cores permite melhorar a legibilidade da informação, possibilita gerar imagens realistas, focar atenção do observador, passar emoções e muito mais. Colorimetria Conjunto

Leia mais

Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1

Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1 Instituto Federal do Sertão-PE Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1 Prof. Felipe Correia Conteúdo Por que estudar Design de Interfaces e Usabilidade?! Conceitos básicos sobre Design! Primeira

Leia mais

Interface Homem- Computador

Interface Homem- Computador Interface Homem- Computador (IHC) Profª. Leticia Lopes Leite Software Educacional I Interface Deve ser entendida como sendo a parte de um sistema computacional com a qual uma pessoa entra em contato física,

Leia mais

Avaliação de Interfaces

Avaliação de Interfaces Especialização em Tecnologias de Software para Ambiente Web Avaliação de Interfaces Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo Projeto e Avaliação de Interfaces: Ambiente Web

Leia mais

Interação Humano Computador IHC

Interação Humano Computador IHC Universidade Federal do Vale do São Francisco -UNIVASF Colegiado de Engenharia de Computação IHC Prof. Jorge Cavalcanti Jorge.cavalcanti@univast.edu.br www.twitter.com/jorgecav Informações Gerais da Disciplina

Leia mais

Multimídia e Interface Usuário - Máquina

Multimídia e Interface Usuário - Máquina Multimídia e Interface Usuário - Máquina Profa. Cristina Paludo Santos Slides baseados no livro: Design e Avaliação de Interfaces Humano Computador (Heloísa Vieira da Rocha/M.Cecília C. Baranauskas). Material

Leia mais

Guia de Início Rápido

Guia de Início Rápido Guia de Início Rápido O Microsoft Word 2013 parece diferente das versões anteriores, por isso criamos este guia para ajudar você a minimizar a curva de aprendizado. Barra de Ferramentas de Acesso Rápido

Leia mais

Interação Humano-Computador Design: estrutura e estética PROFESSORA CINTIA CAETANO

Interação Humano-Computador Design: estrutura e estética PROFESSORA CINTIA CAETANO Interação Humano-Computador Design: estrutura e estética PROFESSORA CINTIA CAETANO Arte X Engenharia Desenvolver Sistema Web é arte? A Web oferece espaço para arte...... mas os usuários também desejam

Leia mais

Design de IHC Design da Comunicação Modelos de Interação

Design de IHC Design da Comunicação Modelos de Interação 1 Design de IHC Design da Comunicação Modelos de Interação INF1403 Introdução a IHC Luciana Salgado Representações e Aspectos de IHC Representações e Aspectos de IHC Representações e Aspectos de IHC Representações

Leia mais

Webdesign Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign

Webdesign Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign Webdesign Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign Conteúdos Os materiais de aula, apostilas e outras informações estarão disponíveis em: www.thiagomiranda.net Tópicos da Aula 1. Design 2. Importância do

Leia mais

RELATÓRIO DO GOMOMETER

RELATÓRIO DO GOMOMETER RELATÓRIO DO GOMOMETER Análise e conselhos personalizados para criar sites mais otimizados para celular Inclui: Como os clientes de celular veem seu site atual Verificação da velocidade de carregamento

Leia mais

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: Quando nos referimos à qualidade da interação

Leia mais

Desenvolvimento de Interfaces Prototipação

Desenvolvimento de Interfaces Prototipação Autarquia Educacional do Vale do São Francisco AEVSF Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina - FACAPE Centro de Engenharia e Ciências Tecnológicas CECT Curso de Ciência da Computação Desenvolvimento

Leia mais

Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign

Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign Webdesign Fluxo de Desenvolvimento do Webdesign Apresentação, Fluxo de Desenvolvimento e Arquitetura da Informação Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net

Leia mais

Usabilidade na WEB CCUEC. Roberto Romani. UNICAMP- Universidade Estadual de Campinas

Usabilidade na WEB CCUEC. Roberto Romani. UNICAMP- Universidade Estadual de Campinas CCUEC Roberto Romani UNICAMP- Universidade Estadual de Campinas Usabilidadena WEB Tópicos Principais O que é usabilidade? Por que usabilidade na Web 7 regras básicas de usabilidade na Web Inspeção de usabilidade

Leia mais

USO DE CORES. Ruy Alexandre Generoso

USO DE CORES. Ruy Alexandre Generoso USO DE CORES Ruy Alexandre Generoso DEFINIÇÃO DE COR Cor é a sensação ou o efeito fisiológico que produz a decomposição da luz branca em radiações com larguras variáveis. veis. AS CORES Proporcionam uma

Leia mais

Disciplina: Interface Humano-Computador Prof: João Carlos da Silva Junior

Disciplina: Interface Humano-Computador Prof: João Carlos da Silva Junior Disciplina: Interface Humano-Computador Prof: João Carlos da Silva Junior Definição Interação homem-computador é o conjunto de processos, diálogos, e ações através dos quais o usuário humano interage com

Leia mais

IHM Interface Humano-Máquina

IHM Interface Humano-Máquina A IHM Interface Humano-Máquina Prof. Dra. Sílvia Dotta Aula 1 - Introdução Roteirodaaula Apresentação da disciplina Motivação, Objetivos Metodologia de ensino Introdução e conceituação de IHM Histórico

Leia mais

MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007

MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007 MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007 MÓDULO - I APRESENTAÇÃO... 1 AMBIENTE DE TRABALHO... 2 A folha de cálculo... 2 O ambiente de trabalho do Excel... 3 Faixas de Opções do Excel... 4 - Guia

Leia mais

PROPOSTA DE MELHORIA DA INTERFACE PARA O

PROPOSTA DE MELHORIA DA INTERFACE PARA O PROPOSTA DE MELHORIA DA INTERFACE PARA O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM MOODLE Orientado: Nestor Vicente Soares Netto Orientador: André Luiz Zambalde Co-orientador: Ahmed Ali Abdalla Esmin Roteiro 1.

Leia mais

Interface Homem-Computador

Interface Homem-Computador Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão Interface Homem-Computador Aula: Engenharia Cognitiva e Semiótica Professor: M.Sc. Flávio Barros flathbarros@gmail.com Conteúdo Engenharia Cognitiva Fundamentos

Leia mais

Avaliação de IHC: objetivos

Avaliação de IHC: objetivos Avaliação de IHC: objetivos Decisões de design afetam usabilidade Conhecimento dos usuários e de suas necessidade Design: Design: diferentes diferentes soluções soluções possíveis possíveis Interação:

Leia mais

Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller

Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller 1 Introdução O objetivo deste trabalho é verificar a eficiência da Avaliação com o Usuário e da

Leia mais

Tema: Por que estudar IHC (Interação Humano Computador)?

Tema: Por que estudar IHC (Interação Humano Computador)? Profa. Tatiana Aires Tavares tatiana@lavid.ufpb.br Tema: Por que estudar IHC (Interação Humano Computador)? Criar desejos... Resolver problemas do nosso dia-a-dia Facilitar a vida da gente Tornar possível...

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

Princípios de usabilidade e engenharia semiótica no projeto de interfaces gráficas com o usuário

Princípios de usabilidade e engenharia semiótica no projeto de interfaces gráficas com o usuário Princípios de usabilidade e engenharia semiótica no projeto de interfaces gráficas com o usuário Anaís Schüler Bertoni Mestranda em Design Centro Universitário Ritter dos Reis anais@d750.com.br Silvia

Leia mais

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Tópicos de Ambiente Web Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Roteiro Motivação Desenvolvimento de um site Etapas no desenvolvimento de software (software:site) Analise

Leia mais

GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA

GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA Você deve ter em mente que este tutorial não vai te gerar dinheiro apenas por você estar lendo, o que você deve fazer e seguir todos os passos

Leia mais

Guia de qualidade de cores

Guia de qualidade de cores Página 1 de 5 Guia de qualidade de cores O Guia de qualidade de cores ajuda você a entender como as operações disponíveis na impressora podem ser usadas para ajustar e personalizar a saída colorida. Menu

Leia mais

Guia de Ambientação Março/2011

Guia de Ambientação Março/2011 Guia de Ambientação Março/2011 APRESENTAÇÃO Caro cursista, Bem vindo ao Guia de Ambientação. Este documento é dirigido a você, participante. Com ele, você conhecerá como está estruturada a interface de

Leia mais

Manual do Usuário Android Neocontrol

Manual do Usuário Android Neocontrol Manual do Usuário Android Neocontrol Sumário 1.Licença e Direitos Autorais...3 2.Sobre o produto...4 3. Instalando, Atualizando e executando o Android Neocontrol em seu aparelho...5 3.1. Instalando o aplicativo...5

Leia mais

Apresentando o GNOME. Arlindo Pereira arlindo.pereira@uniriotec.br

Apresentando o GNOME. Arlindo Pereira arlindo.pereira@uniriotec.br Apresentando o GNOME Arlindo Pereira arlindo.pereira@uniriotec.br O que é o GNOME? GNOME é um ambiente desktop - a interface gráfica de usuário que roda sobre um sistema operacional - composta inteiramente

Leia mais

U NIFACS ERGONOMIA INFORMACIONAL PROFª MARIANNE HARTMANN 2006.1

U NIFACS ERGONOMIA INFORMACIONAL PROFª MARIANNE HARTMANN 2006.1 U NIFACS ERGONOMIA INFORMACIONAL PROFª MARIANNE HARTMANN 2006.1 AULA 20 PROBLEMAS DE INTERFACE 12.maio.2006 FAVOR DESLIGAR OS CELULARES usabilidade compreende a habilidade do software em permitir que o

Leia mais

Barra de Títulos. Barra de Menu. Barra de Ferramentas. Barra de Formatação. Painel de Tarefas. Seleção de Modo. Área de Trabalho.

Barra de Títulos. Barra de Menu. Barra de Ferramentas. Barra de Formatação. Painel de Tarefas. Seleção de Modo. Área de Trabalho. Conceitos básicos e modos de utilização das ferramentas, aplicativos e procedimentos do Sistema Operacional Windows XP; Classificação de softwares; Principais operações no Windows Explorer: criação e organização

Leia mais

Flex. MANUAL DE USO DA FERRAMENTA FLEX O Flex como gerenciador de conteúdo

Flex. MANUAL DE USO DA FERRAMENTA FLEX O Flex como gerenciador de conteúdo 2011 MANUAL DE USO DA FERRAMENTA FLEX O Flex como gerenciador de conteúdo Aprenda como é simples utilizar a ferramenta Flex como seu gerenciador de conteúdo online. Flex Desenvolvido pela ExpandWEB 31/01/2011

Leia mais

Aula 5 Microsoft PowerPoint 2003: Criando uma Apresentação

Aula 5 Microsoft PowerPoint 2003: Criando uma Apresentação Universidade de São Paulo/Faculdade de Saúde Pública Curso de Saúde Pública Disciplina: HEP 147 - Informática Aula 5 Microsoft PowerPoint 2003: Criando uma Apresentação 1 Introdução ao Microsoft PowerPoint

Leia mais

ANDRÉ APARECIDO DA SILVA APOSTILA BÁSICA SOBRE O POWERPOINT 2007

ANDRÉ APARECIDO DA SILVA APOSTILA BÁSICA SOBRE O POWERPOINT 2007 ANDRÉ APARECIDO DA SILVA APOSTILA BÁSICA SOBRE O POWERPOINT 2007 CURITIBA 2015 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO AO MICROSOFT POWERPOINT 2007... 3 JANELA PRINCIPAL... 3 1 - BOTÃO OFFICE... 4 2 - FERRAMENTAS DE ACESSO

Leia mais

Channel. Visão Geral e Navegação. Tutorial. Atualizado com a versão 3.9

Channel. Visão Geral e Navegação. Tutorial. Atualizado com a versão 3.9 Channel Visão Geral e Navegação Tutorial Atualizado com a versão 3.9 Copyright 2009 por JExperts Tecnologia Ltda. todos direitos reservados. É proibida a reprodução deste manual sem autorização prévia

Leia mais

Guia de Início Rápido

Guia de Início Rápido Guia de Início Rápido O Microsoft PowerPoint 2013 parece diferente das versões anteriores, por isso criamos este guia para ajudar você a minimizar a curva de aprendizado. Encontre o que você precisa Clique

Leia mais

RELATÓRIO DO SITE DA DISCIPLINA ENG312 PROJETOS MECÂNICOS I (www.projetosdemaquinas.eng.ufba.br)

RELATÓRIO DO SITE DA DISCIPLINA ENG312 PROJETOS MECÂNICOS I (www.projetosdemaquinas.eng.ufba.br) UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG 312 PROJETOS MECÂNICOS I RELATÓRIO DO SITE DA DISCIPLINA ENG312 PROJETOS MECÂNICOS I (www.projetosdemaquinas.eng.ufba.br)

Leia mais

Sumário. HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1

Sumário. HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1 Sumário HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1 Linguagem HTML HTML é a abreviação de HyperText Markup Language, que pode ser traduzido como Linguagem de Marcação de Hipertexto. Não é uma linguagem

Leia mais

Sumário INTRODUÇÃO 3 DICAS PARA CRIAR UM BOM SITE 4

Sumário INTRODUÇÃO 3 DICAS PARA CRIAR UM BOM SITE 4 Sumário Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 5.988 de 14/12/73. Nenhuma parte deste livro, sem prévia autorização por escrito de Celta Informática, poderá ser reproduzida total ou parcialmente,

Leia mais

Norton 360 Online Guia do Usuário

Norton 360 Online Guia do Usuário Guia do Usuário Norton 360 Online Guia do Usuário Documentação versão 1.0 Copyright 2007 Symantec Corporation. Todos os direitos reservados. O software licenciado e a documentação são considerados software

Leia mais

Teoria para IHC: Engenharia Semiótica

Teoria para IHC: Engenharia Semiótica Teoria para IHC: Engenharia Semiótica ERBASE EPOCA 2009 2010 Engenharia Semiótica: uma nova perspectiva A Engenharia Semiótica é uma abordagem para IHC na qual o design e a interação fazem parte de um

Leia mais

Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC

Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Campus Formosa Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC Prof. M.Sc. Victor Hugo Lázaro Lopes IHC Paradigmas de IHC AGENDA Engenharia Cognitiva

Leia mais

Princípios de Design TRADUÇÃO DE TATIANE CRISTINE ARNOLD, DO ARTIGO IBM DESIGN: DESIGN PRINCIPLES CHECKLIST.

Princípios de Design TRADUÇÃO DE TATIANE CRISTINE ARNOLD, DO ARTIGO IBM DESIGN: DESIGN PRINCIPLES CHECKLIST. Princípios de Design TRADUÇÃO DE TATIANE CRISTINE ARNOLD, DO ARTIGO IBM DESIGN: DESIGN PRINCIPLES CHECKLIST. Um software deve ser projetado para simplificar tarefas e criar experiências positivas para

Leia mais

Continuação. 32. Inserir uma imagem da GALERIA CLIP-ART

Continuação. 32. Inserir uma imagem da GALERIA CLIP-ART Continuação 32. Inserir uma imagem da GALERIA CLIP-ART a) Vá para o primeiro slide da apresentação salva no item 31. b) Na guia PÁGINA INICIAL, clique no botão LAYOUT e selecione (clique) na opção TÍTULO

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE CMP1280/CMP1250 Prof. Me. Fábio Assunção Introdução à Engenharia de Software SOFTWARE Programa de computador acompanhado dos dados de documentação e configuração

Leia mais

Aula: BrOffice Impress primeira parte

Aula: BrOffice Impress primeira parte Aula: BrOffice Impress primeira parte Objetivos Conhecer as características de um software de apresentação; Saber criar uma apresentação rápida com os recursos de imagem e texto; Saber salvar a apresentação;

Leia mais

Padrão Visual de Sistemas da Anvisa na Internet

Padrão Visual de Sistemas da Anvisa na Internet Agência Nacional de Vigilância Sanitária Padrão Visual de Sistemas da Anvisa na Internet Gerência-Geral de Tecnologia da Informação Gerência de Sistemas www.anvisa.gov.br Brasília, janeiro de 2007 Agência

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Dimensões de análise dos SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução n Os sistemas de informação são combinações das formas de trabalho, informações, pessoas

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3. A série... 3

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3. A série... 3 WORD 2007 E 2010 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 A série... 3 01 CAPTURAS DE TELA WORD 2010... 3 02 IMAGENS 2007/2010... 5 03 NOTAS DE RODAPÉ... 13 04 NUMERAÇÃO DE PÁGINAS... 15 05 CONTAR PALAVRAS...

Leia mais

CSF Designer Intuition SOLUÇÕES DE OUTPUT FIS

CSF Designer Intuition SOLUÇÕES DE OUTPUT FIS SOLUÇÕES DE OUTPUT FIS O CSF Designer Intuition TM da FIS ajuda organizações que lidam com o cliente a criar, de forma instantânea e interativa, documentos comerciais respeitando as regulações vigentes,

Leia mais

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 Este tutorial não tem como finalidade esgotar todas as funcionalidades do Ambiente, ele aborda de forma prática

Leia mais

Microsoft Power Point 2007

Microsoft Power Point 2007 Microsoft Power Point 2007 Sumário Layout e Design 4 Formatação de Textos 8 Salvando um arquivo do PowerPoint 15 Plano de Fundo 16 Marcadores 18 Réguas e grade 19 Tabelas 20 Gráficos 21 Imagens 22 Smart

Leia mais

COMO REDUZIR O CUSTO NA COMUNICAÇÃO USANDO A INTERNET

COMO REDUZIR O CUSTO NA COMUNICAÇÃO USANDO A INTERNET COMO REDUZIR O CUSTO NA COMUNICAÇÃO USANDO A INTERNET Ao mesmo tempo em que hoje se tornou mais fácil falar a longa distância, pela multiplicidade de opções e operadoras de telefonia, também surgem as

Leia mais

Passo-a-Passo Curso do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas para Editor-Gerente

Passo-a-Passo Curso do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas para Editor-Gerente Passo-a-Passo Curso do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas para Editor-Gerente Versão do OJS/SEER 2.3.4 Universidade Federal de Goiás Sistema de Bibliotecas da UFG (SiBi) Gerência de Informação

Leia mais

Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual

Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual Gláucio Brandão de MATOS 1 ; Alisson RIBEIRO 2 ; Gabriel da SILVA 2 1 Ex-aluno do Curso Superior

Leia mais

Informática Básica. Microsoft Word XP, 2003 e 2007

Informática Básica. Microsoft Word XP, 2003 e 2007 Informática Básica Microsoft Word XP, 2003 e 2007 Introdução O editor de textos Microsoft Word oferece um conjunto de recursos bastante completo, cobrindo todas as etapas de preparação, formatação e impressão

Leia mais

15. OLHA QUEM ESTÁ NA WEB!

15. OLHA QUEM ESTÁ NA WEB! 7 a e 8 a SÉRIES / ENSINO MÉDIO 15. OLHA QUEM ESTÁ NA WEB! Sua home page para publicar na Internet SOFTWARES NECESSÁRIOS: MICROSOFT WORD 2000 MICROSOFT PUBLISHER 2000 SOFTWARE OPCIONAL: INTERNET EXPLORER

Leia mais

Interface Humano -Computador

Interface Humano -Computador A Interface Humano -Computador Aula 04 Modelos de Processos de Design de IHC Giliane Bernardi - giliane@inf.ufsm.br http://nte.ufsm.br O Processode Design de IHC Relembrando Questões chave no projeto centrado

Leia mais

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net Objetivos da Disciplina Conhecer os limites de atuação profissional em Web

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software.

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software. 1 - Sumário 1 - Sumário... 2 2 O Easy Chat... 3 3 Conceitos... 3 3.1 Perfil... 3 3.2 Categoria... 4 3.3 Ícone Específico... 4 3.4 Janela Específica... 4 3.5 Ícone Geral... 4 3.6 Janela Geral... 4 4 Instalação...

Leia mais

Serviço Técnico de Informática. Curso Básico de PowerPoint

Serviço Técnico de Informática. Curso Básico de PowerPoint Serviço Técnico de Informática Curso Básico de PowerPoint Instrutor: Tiago Souza e Silva de Moura Maio/2005 O Microsoft PowerPoint No Microsoft PowerPoint, você cria sua apresentação usando apenas um arquivo

Leia mais

Avaliação dos Equívocos Descritos por Nielsen em Páginas Web

Avaliação dos Equívocos Descritos por Nielsen em Páginas Web Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Informática Departamento de Informática Aplicada Interação Homem-Computador INF01043 Aluno: Leonardo Garcia Fischer Cartão UFRGS: 116627 Matrícula:

Leia mais

Guia de Início Rápido

Guia de Início Rápido Guia de Início Rápido O Microsoft OneNote 2013 parece diferente das versões anteriores, por isso criamos este guia para ajudar você a minimizar a curva de aprendizado. Alterne entre a entrada por toque

Leia mais

Como funciona o site treinamento técnico ON-LINE?

Como funciona o site treinamento técnico ON-LINE? Manual do Usuário INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DO TREINAMENTO ON LINE A ATIC Tecnologia do Brasil Ltda. com o objetivo de atender aos seus diversos clientes, oferece treinamentos EAD - Educação a Distância

Leia mais

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR Novell Teaming - Guia de início rápido Novell Teaming 1.0 Julho de 2007 INTRODUÇÃO RÁPIDA www.novell.com Novell Teaming O termo Novell Teaming neste documento se aplica a todas as versões do Novell Teaming,

Leia mais

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo Introdução Recursos de acessibilidade principais Navegação usando

Leia mais

Guia de Início Rápido

Guia de Início Rápido Guia de Início Rápido Microsoft PowerPoint 2013 apresenta uma aparência diferente das versões anteriores; desse modo, criamos este guia para ajudá-lo a minimizar a curva de aprendizado. Encontre o que

Leia mais

Guia Rápido de Utilização. Ambiente Virtual de Aprendizagem. Perfil Aluno

Guia Rápido de Utilização. Ambiente Virtual de Aprendizagem. Perfil Aluno Guia Rápido de Utilização Ambiente Virtual de Aprendizagem Perfil Aluno 2015 APRESENTAÇÃO O Moodle é um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) open source¹. Esta Plataforma tornouse popular e hoje é utilizada

Leia mais

ÍNDICE BLUELAB A UTILIZAÇÃO DO BLUELAB PELO PROFESSOR RECURSOS PARA PROFESSORES E ALUNOS...05 INICIANDO O BLUELAB PROFESSOR...06

ÍNDICE BLUELAB A UTILIZAÇÃO DO BLUELAB PELO PROFESSOR RECURSOS PARA PROFESSORES E ALUNOS...05 INICIANDO O BLUELAB PROFESSOR...06 ÍNDICE BLUELAB RECURSOS PARA PROFESSORES E ALUNOS...05 INICIANDO O BLUELAB PROFESSOR...06 ELEMENTOS DA TELA INICIAL DO BLUELAB PROFESSOR guia Meu Espaço de Trabalho...07 A INTERFACE DO BLUELAB...07 INICIANDO

Leia mais

Painel de Controle Windows XP

Painel de Controle Windows XP Painel de Controle Windows XP Autor: Eduardo Gimenes Martorano Pág - 1 - APOSTILA PAINEL DE CONTROLE Pág - 2 - ÍNDICE INTRODUÇÃO:...4 PAINEL DE CONTROLE...4 TRABALHANDO COM O PAINEL DE CONTROLE:...4 ABRINDO

Leia mais

NECESSIDADES PARA O DESENVOLVIMENTO DE UMA INTERFACE ADEQUADA PARA RESULTADOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM BEM SUCEDIDOS. TCC3047

NECESSIDADES PARA O DESENVOLVIMENTO DE UMA INTERFACE ADEQUADA PARA RESULTADOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM BEM SUCEDIDOS. TCC3047 1 NECESSIDADES PARA O DESENVOLVIMENTO DE UMA INTERFACE ADEQUADA PARA RESULTADOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM BEM SUCEDIDOS. TCC3047 FEVEREIRO /2006 José Antonio Gameiro Salles UNISUAM / CCET / Desenv. de Softwares

Leia mais

OFICINA BLOG DAS ESCOLAS

OFICINA BLOG DAS ESCOLAS OFICINA BLOG DAS ESCOLAS Créditos: Márcio Corrente Gonçalves Mônica Norris Ribeiro Março 2010 1 ACESSANDO O BLOG Blog das Escolas MANUAL DO ADMINISTRADOR Para acessar o blog da sua escola, acesse o endereço

Leia mais

CAPÍTULO 4. AG8 Informática

CAPÍTULO 4. AG8 Informática 2ª PARTE CAPÍTULO 4 Este capítulo têm como objetivo: 1. Tratar das etapas do projeto de um Website 2. Quais os profissionais envolvidos 3. Administração do site 4. Dicas para não cometer erros graves na

Leia mais

MICROSOFT WORD 2007. George Gomes Cabral

MICROSOFT WORD 2007. George Gomes Cabral MICROSOFT WORD 2007 George Gomes Cabral AMBIENTE DE TRABALHO 1. Barra de título 2. Aba (agrupa as antigas barras de menus e barra de ferramentas) 3. Botão do Office 4. Botão salvar 5. Botão de acesso à

Leia mais

Requisitos de Software

Requisitos de Software Requisitos de Software Centro de Informática - Universidade Federal de Pernambuco Kiev Gama kiev@cin.ufpe.br Slides originais elaborados por Ian Sommerville e adaptado pelos professores Márcio Cornélio,

Leia mais

Índice. Brasil Profissionalizado SIMEC/DTI/MEC 2

Índice. Brasil Profissionalizado SIMEC/DTI/MEC 2 Índice 1. Prefácio... 2 2. Requisitos Mínimos... 3 3. Como acessar o SIMEC... 4 4. Solicitando cadastro... 5 5. A Estrutura do Módulo... 7 6. Instruções Gerais... 8 6.1. Diagnóstico/BRASIL PROFISSIONALIZADO...9

Leia mais

AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES Rafael Milani do Nascimento, Claudete Werner Universidade Paranaense (Unipar)

Leia mais

Interface Homem-Computador

Interface Homem-Computador Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão Interface Homem-Computador Aula: Prototipação Professor: M.Sc. Flávio Barros flathbarros@gmail.com Prototipar...... desenvolver e testar interfaces antes

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS ESPECIALIZAÇÃO EM ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS. Prof. M.Sc.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS ESPECIALIZAÇÃO EM ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS. Prof. M.Sc. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS ESPECIALIZAÇÃO EM ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS Microsoft Office PowerPoint 2007 Prof. M.Sc. Fábio Hipólito Julho / 2009 Visite o site:

Leia mais

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem 2.1 Introdução Caro Pós-Graduando, Nesta unidade, abordaremos o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) que será utilizado no curso: o Moodle. Serão

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

Diveo Exchange OWA 2007

Diveo Exchange OWA 2007 Diveo Exchange OWA 2007 Manual do Usuário v.1.0 Autor: Cícero Renato G. Souza Revisão: Antonio Carlos de Jesus Sistemas & IT Introdução... 4 Introdução ao Outlook Web Access 2007... 4 Quais são as funcionalidades

Leia mais

MICROSOFT POWER POINT 2003

MICROSOFT POWER POINT 2003 MICROSOFT POWER POINT 2003 APOSTILA PAGINAS.TERRA.COM.BR/EDUCACAO/INFOCAO 1 Sumário Software de Apresentação 03 Exemplos de Software de Apresentação 04 Considerações para uma boa Apresentação 05 Apresentações

Leia mais

www.rakutencommerce.com.br E-BOOK

www.rakutencommerce.com.br E-BOOK APRENDA AS ÚLTIMAS DICAS E TRUQUES SOBRE COMO DAR UM TAPA 3.0 NA SUA LOJA VIRTUAL. www.rakutencommerce.com.br E-BOOK propósito desse ebook é muito simples: ajudar o varejista on-line a dar um tapa 3.0

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES SISTEMA OPERACIONAL MÉTODO QUANTUM 2014

MANUAL DE INSTRUÇÕES SISTEMA OPERACIONAL MÉTODO QUANTUM 2014 MANUAL DE INSTRUÇÕES SISTEMA OPERACIONAL MÉTODO QUANTUM 2014 ÍNDICE Apresentação Principais Botões Login Usúario Resultado Método Quantum Preencher Método Quantum Extrato On-Line Engenharia de Função Grupos

Leia mais

BVS Site. Aplicativo para geração de portais BVS. Cláudia Guzzo Patrícia Gaião

BVS Site. Aplicativo para geração de portais BVS. Cláudia Guzzo Patrícia Gaião BVS Site Aplicativo para geração de portais BVS Cláudia Guzzo Patrícia Gaião Gerência de Produção de Fontes de Informação / Projetos e Instâncias da BVS BIREME/OPAS/OMS Biblioteca Virtual em Saúde (BVS)

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Precisamos reinventar a forma de ensinar e aprender, presencial e virtualmente, diante de tantas mudanças na sociedade e no mundo do trabalho. Os modelos tradicionais

Leia mais

Moodle - Tutorial para Professores

Moodle - Tutorial para Professores Moodle - Tutorial para Professores por Prof. Maurício Lima 1 agosto de 2010 Objetivo Este documento apresenta aos professores da Faculdade Novos Horizontes os primeiros passos na utilização do pacote Moodle.

Leia mais

CONCEITO: Moodle Moodle Moodle Moodle

CONCEITO: Moodle Moodle Moodle Moodle NE@D - Moodle CONCEITO: O Moodle é uma plataforma de aprendizagem a distância baseada em software livre. É um acrônimo de Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment (ambiente modular de aprendizagem

Leia mais

Monitores CommandCenter Geração 4

Monitores CommandCenter Geração 4 Observações Importantes: Ao instalar essa versão do software SO 8.11.2456-13 Geração 4, a atualização pode levar até 25 minutos para atingir o mesmo nível porcentual (cerca de 82%) na etapa Instalação

Leia mais

2 Editoração Eletrônica

2 Editoração Eletrônica 8 2 Editoração Eletrônica A década de 80 foi um marco na história da computação. Foi quando a maioria dos esforços dos desenvolvedores, tanto de equipamentos, quanto de programas, foram direcionados para

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais