FORÚM DE DEBATES SOBRE SAÚDE SUPLEMENTAR. Nota Introdutória sobre Estrutura de Mercado, Concentração e. Mercados Relevantes 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FORÚM DE DEBATES SOBRE SAÚDE SUPLEMENTAR. Nota Introdutória sobre Estrutura de Mercado, Concentração e. Mercados Relevantes 1"

Transcrição

1 FORÚM DE DEBATES SOBRE SAÚDE SUPLEMENTAR Nota Introdutória sobre Estrutura de Mercado, Concentração e Mercados Relevantes 1 Maria da Graça Derengowski 2 João Francisco Fonseca 3 Julho de 2003 (versão preliminar) 1 Este trabalho contou também com o apoio de Rodrigo Zeidan, economista e doutorando do IE UFRJ 2 Economista, Professora do Instituto de Economia da UFRJ 3 Economista 1

2 1.Introdução O surgimento das atividades de saúde suplementar 4 no Brasil remonta à década de 60 quando algumas empresas do setor industrial e serviços começam a oferecer planos de saúde para seus funcionários através de convênios-empresa ou por meio de caixas de assistência à entidades patronais ou planos administrados por departamentos de RH. Nos anos 70 as cooperativas médicas e empresas de medicina de grupo expandem-se graças aos incentivos da Previdência Social, especialmente através de convênios-empresa 5. No entanto, no final dos anos 70 a Previdência deixa de conceder incentivos e os convênios passam a ser estabelecidos diretamente com as empresas médicas. No final dos anos 80 ocorre uma mudança significativa no mercado de planos de saúde quando as empresas de medicina de grupo passarm a comercializar planos individuais com padrões de cobertura diferenciados. Com isso, elas ganham a chance de poder discriminar seus preços em função dos grupos de clientes de renda mais alta, especializando e qualificando os sues serviços de acordo com o perfil destes grupos. A ampliação da demanda e oferta dos serviços privados de saúde, ainda nos anos 80 e 90, teve que esperar cerca de uma década até que fosse estabelecido no país um arcabouço legal e normativo minimamente adequado ao comportamento dos agentes o que ocorreu com a Lei de agosto de 1998 e com a Resolução de 29/10/2002, através da qual as seguradoras de saúde passaram a ser subordinadas à Superintendência de Seguros Privados. O Brasil conta, atualmente, com um importante mercado para serviços privados de assistência à saúde. A demanda por estes serviços aumentou de forma sustentada até o final dos anos 90, apesar dos problemas trazidos pelo aumento de preço dos serviços na segunda metade da década de noventa e pela redução da renda de boa parte da clientela, especialmente da classe média urbana, entre 1999 e O 4 O uso do termo saúde suplementar refere-se ao fato de existir obrigatoriedade na contribuição com o serviço de assistência médica e hospitalar público. Apesar desta obrigatoriedade, há a opção de os agentes pagarem por um seguro privado, denominado suplementar. 5 Estes convênios eram financiados pela Previdência Social através do pagamento de uma taxa per capital correspondente ao número de trabalhadores e dependentes, desde que optassem pela assitência em grupo, empresas médicas ou diretamente através do sistema de autogestão em que as próprias empresas estruturam a rede de provedores e serviços. 2

3 mercado de planos de saúde está sendo diretamente afetado pelo desemprego e terceirização da mão-de-obra, uma vez que famílias que tinham planos pagos pelos empregadores ficaram, de uma hora para outra, sem cobertura. Do ponto de vista da oferta, ocorreu um aumento dos custos financeiros, administrativos e tributários para as empresas em função do aumento da CPMF e da cobrança de taxas adicionais. Além disso, houve uma acentuada elevação do grau de utilização destes serviços por parte da população, o que aumentou os custos médicohospitalares (Reis, 2002). Segundo Andreazzi (2002) isso levou a uma queda nos prêmios das empresas. Os segmentos de mercado mais afetados foram os de medicina de grupo. Em contrapartida, as empresas têm colhido os frutos da adoção de bem sucedidas estratégias de diferenciação dos serviços, oferecidos a segmentos de clientes, tentando mantê-los cativos e leais. Esta estratégia acabou, reciprocamente, aumentando as opções para os clientes, mantendo a concorrência entre operadores, prestadores e empresas de seguros. 2. Estrutura de Mercado: mapeamento preliminar Dados da ANS mostram que o setor privado de saúde suplementar atendia em 2000 a quase 1/4 da população brasileira, movimentando cerca de R$ 23 bilhões 6. Em termos do conjunto do mercado, 2/3 são planos coletivos. Segundo Reis (2002) com base em amostra da PNAD, cerca de 65% do mercado é constituído por planos coletivos e apenas 35% são planos individuais. Como já mencionado, há estimativas de que entre 1999 e 2002 a cobertura da população por planos de saúde tenha caído em 6,5 milhões de beneficiários, passando de 41,5 milhões para 35 milhões de pessoas. Este último número é o adotado pela ANS e pelas agências e instituições de defesa da concorrência (CADE, SAE e SDE). O motivo é a queda de renda do trabalhador, uma vez que plano de saúde custa R$ 500 por mês, em média, para um rendimento médio mensal do brasileiro de R$ 880 (Notícias da ANS em O número de operadoras supera 2.700, segundo estatística da Agência Nacional de Saúde (ANS). De um modo geral, mais de um milhão de procedimentos médicos são 6 As 2,4 mil empresas de saúde suplementar movimentam R$ 18 bilhões, segundo a Abramge. 3

4 realizados por dia pelos agentes da medicina suplementar. As empresas de medicina de grupo lideram no número de beneficiários, com 37% do total, nos recursos financeiros mobilizados - com 23% do total de R$ 23 bilhões - e na quantidade de hospitais (próprios ou credenciados) com 34% do total de estabelecimentos. Segundo informações da Abramge, apresentadas no relatório Austin, as operadoras de Medicina de Grupo concentram 44% dos usuários, seguidas pelas cooperativadas, que ficam com praticamente um quarto dos usuários e pelos sistemas de autogestão e seguradoras, que ficam, em conjunto, com os 29% restantes (Figura 1 logo abaixo). Figura 1 Categorias de Atendimento por Beneficiários 13,2% 16,1% 44,2% 26,4% Medicina de Grupo Cooperativa Autogestão Seguradoras Fonte: Abramge A expansão do número de operadoras e de clientes por segmento ou modalidade empresarial é mostrada nos Quadros abaixo, obtidos dos trabalhos de Reis (2002), Bahia e Andreazzi (2002). Observe-se que os operadores expandiram-se a uma taxa maior do que a dos usuários. Uma análise inicial dos dados apresentados análise confirmada por Abdreazzi - sugerem que houve uma fuga de clientes do segmento medicina e da autogestão para os segmentos seguradoras e cooperativas. As razões desta migração ocorreram, em parte, devido aos melhoramentos de natureza gerencial entre as firmas seguradoras. Estas empresas estão ligadas à grandes conglomerados e se caracterizam por uma gestão altamente eficiente dos recursos financeiros. 4

5 Quadro 1 Número de Empresas por Segmento (unidades) / /19 Segmento Medicina de Grupo Cooperativas Seguradoras Autogestão * Fonte : Reis (2002) e Bahia (2002) / * em 2000 Quadro 2 Número de Usuários por Segmento (mil usuários) Segmento Medicina de Grupo Cooperativas * si Seguradoras * Autogestão si si Fonte: Andreazzi (2002) * em 1996 As cooperativas, por sua vez, estão fortemente estabelecidas não só em São Paulo mas nos mercados locais e oferecem, via preços e proximidade do consumidor, forte concorrência às empresas líderes em cada uma das categorias 7. A comparação do 7 Esta análise, no entanto só pode ser aprofundada através de um estudo mais detalhado a nível dos estados 5

6 número de operadoras com o número de beneficiários mostra uma grande disputa por estes últimos - um saudável indício de concorrência. No entanto, observa-se, também, a partir da Figura 2, reproduzida de Reis (2002) que 31,12 % dos clientes estão alocados em apenas 12 operadoras. Isso denota, segundo o autor, uma concentração relativa, em que um número reduzido de operadoras disputa um grande número de associados. Figura 2 Distribuição dos Clientes por Operadoras %; 60.02% 80.02% 100% Milhões de Clientes. Fonte: Reis (2002) com base em dados da ANS Em termos de faturamento não há uma estimativa precisa do desempenho por segmentos de mercado. Usando estimativas sobre evolução do faturamento baseada no prêmio com base em prêmios de seguro por segmento de mercado, Andrezzi Silianky apresenta o que poderia ser uma pequena perda de posição das empresas que operam na categoria medicina de grupo (MG) e um inegável ganho das seguradoras (Quadro3) 8. 8 Esta análise será complementada com análise do share das empresas com base no premio, no íttem 4. 6

7 Quadro 3 Estimativas de Prêmios de Seguro Saúde por Segmento de Mercado (R$milhões) Segmentos / Ano Medicina de Grupo Cooperativas si Seguradoras Autogestão si R$ ajustados pelo IPC FGV base=1998 A mesma análise, em dólar, aparece no Quadro 4. Observe-se que apesar da desvalorização do Real em 1999, de cerca de 40%, fica evidente o bom desempenho do segmento das seguradoras em detrimento dos demais. Quadro 4 Estimativa de Prêmios por Segmento de Mercado (D$bilhões) Segmentos / Ano Medicina de Grupo 3,7 3,8 3,9 2,8 3,1 Cooperativas 3,5 2,8 3,5 2,1 Seguradoras 3,0 4,0 4,0 2,6 3,0 Autogestão 4,5 4,6 7,7 4,6 Fonte: Siliansky (2002) Em termos regionais, há um grande número de empresas no Sul e Sudeste do País, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Nestes estados estão as empresas classificadas como de grande porte, por manterem um cadastro de mais de 200 mil associados. 7

8 Figura 3 Brasil Quantidade de Operadoras por Região C-Oeste Norte Nordeste 7% 3% 13% Sul 17% Sudeste 60% Fonte ANS, 2003 Já as empresas médias, com população de beneficiários entre 50 e 200 mil usuários são dominantes em estados menores e em grandes cidades do interior. Na faixa imediatamente abaixo, composta por empresas que atendem entre 10 e 50 mil usuários, concentra empresas localizadas em cidades de médio porte, ou em capitais dos menores estados. As empresas menores no total, que atendem menos de 10 mil usuários, encontram-se espalhadas pelo interior, também em cidades pequenas, mas também nas periferias das grandes cidades. Neste último segmento há certa predominância de serviços oferecidos por pequenos hospitais e Santas Casas. Estas empresas comercializam a modalidade de planos mais baratos, com as limitações de qualidade decorrentes, no entanto com o vínculo criado pela proximidade. A importância dos serviços de saúde suplementar pode, também, ser observada através das atividades hospitalares. Segundo a Associação Nacional dos Hospitais Privados (ANHP), existem cerca de 8 mil hospitais no país, dos quais 65% são particulares. Cerca de 13,5 milhões de brasileiros são atendidos anualmente nos hospitais privados sendo que 90% destes atendimentos estão ligados à pacientes de planos de saúde privados. A oferta total de leitos nestes hospitais é de 500 mil ao ano, dos quais 82% pertencem à rede privada. Já o perfil do usuário da saúde suplementar pode ser observado no Quadro 2, resumido de Reis (2002).. Segundo este autor, verifica-se que a população jovem, 8

9 que anão atingiu ainda a idade de 30 anos, e que ainda não usa plenamente os serviços oferecidos, é predominante. Quadro 5 Número de Beneficiários de Planos de Saúde no Brasil Faixa Etária Milhões de Beneficiários % Até 17 anos 8,3 27,5 18 a 29 anos 6,6 21,9 30 a 39 anos 5,5 18,2 40 a 49 anos 4,3 14,4 50 a 50 anos 2,6 8,5 60 a 69 anos 1,5 5,1 Mais de 70 1,3 4,4 Total 30,1 100 Fonte: dados da ANS Reis (2002) usando Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 95% da população beneficiada pelos planos de saúde privada estão concentrados em zonas urbanas. Quanto à distribuição da população por faixas de rendimento, 52% dos beneficiários do setor tem renda média familiar inferior a 10 salários mínimos. A população feminina é majoritária (54%) e a parcela mais jovem da população representa 2/3 do total de beneficiários, pois 67% têm menos de 40 anos de idade. 9

10 3. Mercado de Saúde Privado: delimitação de segmentos de mercado relevantes De um modo geral há uma grande diversidade de planos de saúde. Segundo Reis (2002) Esta diversidade deve-se a um conjunto de fatores econômicos e institucionais entre os quais: - o porte patrimonial e financeiro da firma empregadora que está patrocinando os serviços de saúde aos trabalhadores; - o porte patrimonial e financeiro das operadoras de planos de saúde, bem como sua inserção entre os setores da economia; - a qualificação e posição ocupacional dos trabalhadores; - o perfil verticalizado das operadoras de planos de saúde a partir da estruturação da rede ambulatorial e hospitalar própria; - presença simultânea de atividades financeiras e prestação de serviços médicos; - qualidade, capacidade instalada, localização, sofisticação tecnológica da rede credenciada; - rigidez da oferta dos operadores e prestadores no espaço geográfico ( caso do monopólio cativo da UNIMED em alguns municípios e cidades brasileiras; - números de beneficiários; - contratos e formas de negociação. Entre os fatores institucionais podemos apontar principalmente a natureza do processo de negociação da prestação do serviço, resumida através de forma contratual e no âmbito da própria regulação. Cabe ao contrato estipular a forma de divisão do risco entre os agentes: as operadoras, os prestadores de serviços e os usuários dos serviços. Além disso, o contrato estipula o preço e a natureza do serviço a ser prestado e se o pagamento é feito antecipadamente ou posteriormente. Os contratos devem ainda estabelecer se há ou não reembolso, os tipos de carência que envolvem os seviços, a inclusão ou exclusão de determinados tipos de procedimentos, medicamentos e a possível exclusão de pacientes considerados como de risco. Este último aspecto tem o objetivo de diminuir o risco para as empresas e operadores tanto por desconhecimento de informações básicas sobre o cliente potencial - um paciente com doença crônica não seria aceito - ou por conhecê-las demais, como é o caso dos pacientes idosos sobre quem se sabe que correm mais riscos de saúde por causa da idade. 10

11 Também não se pode deixar de mencionar a questão de definição do regime de trabalho dos médicos, bem como a forma de contratação de agentes intermediários, como hospitais e laboratórios. Estes últimos podem ser contratados através de credenciamento, livre escolha ou da própria empresa. Estas características são importantes para definir a natureza e o escopo dos serviços suplementares. A definição de mercado relevante tem ainda o objetivo de esclarecer exatamente o espaço, em que os agentes costumam exercitar seu poder de monopólio ou de mercado. Em termos econômicos tradicionais, o mercado é definido como o locus de concorrência entre produtos e serviços substitutos ou imperfeitamente substitutos. Neste contexto, a definição mais aceita sugere que o mercado, desde que perfeito, é um espaço no qual é plausível que um dos agentes assuma uma posição dominante. Além disso, o mercado relevante também é definido em função de sua localização geográfica, como nacional ou regional. No caso de serviços, esta delimitação é bastante difícil devido caráter naturalmente diferenciado destes serviços de atendimento médico. O mercado de planos de saúde caracteriza-se pela presença de inúmeras operadoras e prestadores de serviços enlaçados através de uma complexa rede de contratos e acordos. Além disso, a natureza dos contratos de longo prazo estabelecidos entre os ofertantes de serviços e os usuários mostra-se também bastante complicada, dando lugar à manifestação de comportamentos oportunistas dos agentes envolvidos. Na realidade, o mercado de serviços de saúde é quase imperfeito por definição, mesmo que comporte um grande número de agentes, empresas de ofertantes e demandantes, o que torna a sua delimitação bastante complicada. Segundo Teixeira (2001) o mercado de saúde apresenta várias imperfeições entre as quais destacam-se: assimetrias informacionais consideráveis entre os agentes envolvidos (especialmente na relação médico-paciente), limitação de informações sobre qualidade e preços, práticas de discriminação de preços, presença de externalidades negativa. Estas características acentuam a incerteza e limitam a realização de escolhas perfeitamente informadas por parte dos agentes, operadores e usuários, dando lugar a comportamentos oportunistas, como o risco moral e a seleção adversa 9. 9 Williamson,

12 As operadoras e prestadores de serviços de saúde costumam operar em todos os segmentos básicos do mercado. Isso faz com que a competição seja mais acirrada, apesar das imperfeições de mercado. Em conseqüência as empresas costumam operar abaixo dos níveis ótimos de capacidade instalada. Apesar das dificuldades há necessidade de identificação de segmentos relevantes do mercado, a partir dos quais se determinam as características competitivas básicas, do ponto de vista microeconômico. É necessário observar que, no que se refere ao mercado de saúde suplementar, estas características isoladamente - não são suficientes para estabelecer os limites dos mercados sendo necessário complementá-las com informações sobre a estrutura de regulação, sobre as instituições encarregadas de estabelecer as regras do jogo institucional e sobre a natureza incompleta dos contratos de longo prazo estabelecidos entre os agentes de saúde suplementar. Note-se também, que do ponto de vista da reação da demanda às mudanças de preços, o mercado de saúde ainda pode ser considerado como competitivo. No entanto, há espaço para que seus agentes, firmas, operadores e seguradores, obtenham quase rendas não derivadas do poder de mercado. A obtenção destas rendas extraordinárias não decorre diretamente da existência de poder de monopólio em decorrência da existência de barreiras à entrada de novos competidores. Devem ser explicadas do ponto de vista da existência de ativos específicos e relações do tipo agente-principal entre operadores e prestadores de serviço. Além disso, as quaserendas são características de contratos de longo prazo, como são os contratos de prestação de serviços de assistência à saúde. Nestes contratos direitos de propriedades dos ativos tangíveis (associados ao uso de hospitais e equipamentos hospitalares, por exemplo) ou intangíveis (decorrentes do conhecimento altamente especializado do agente que presta o serviço, o médico) não conseguem ser completamente estabelecidos devido à incerteza e falta de informações 10. Do ponto de vista prático, o primeiro aspecto a ser levado em consideração na definição dos segmentos de mercado é a relação entre risco e modalidade de pagamento/preço. Esta não é apenas uma questão de natureza técnica ou atuarial, mas pode definir, de um modo mais geral a natureza dos contratos uma vez que há 10 Williamson (ibidem), Alchiam and Demsetz (1972) Production, information costs and economic organization, American Economic Review 62:

13 uma importância muito grande entre a forma como o pagamento é efetuado e o desenho do contrato 11. Neste sentido há, aparentemente três situações: 1) contratos onde o seguro e os serviços estão integrados, ou seja, em que os serviços são oferecidos pela própria empresa; 2) contratos em que é prevista uma separação entre o agente que oferece o seguro e o que realiza os seviços (médicos, hospitais, laboratórios; 3) contratos mistos, que são as mais freqüentes no Brasil. Embora não possam evitar as superposições e redundâncias, as classificações feitas nos estudos de consultoria e associações de classe dividem o mercados em quatro segmentos, de acordo com a função das empresas e operadores, a saber: medicina de grupo, seguros, autogestão e cooperativas. 11 Andreazzi Silianky observa que há uma influência importante entre o modo de pagamento e o comportamento dos prestadores de serviços. 13

14 3.1 Medicina de Grupo (MG) As empresas deste segmento operam com um tipo de contrato popularmente conhecido como convênio médico. Refere-se à prestação de serviços médicos e hospitalares mediante a realização de contratos com os clientes ao quais são cobrados valores fixos, porém submetidos a reajustes periódicos. A medicina de grupo costuma ser associada à prestação de serviços de boa qualidade. No caso das empresas líderes do segmento, seus donos são geralmente médicos e possuem serviços hospitalares próprios. Estes serviços, em geral, são oferecidos em hospitais e laboratórios próprios ou serviços credenciados. Os serviços de medicina de grupo classificam-se em coletivos, individuais e familiares. Seus agentes operam com rede própria de hospitais, ou sem rede própria. Podem ser, também, associadas a hospitais filantrópicos. A classificação MG geralmente obedece a critérios de renda, em que os preços dos serviços variam de acordo com a renda dos clientes (Austin, 2002). Os planos mais caros oferecem os melhores serviços variando também de acordo com o grupo médico. Os planos básicos asseguram consultas médicas com hora marcada, exames complementares, internações hospitalares e cirurgias. Estas duas categorias exigem carência para certos serviços. Já os convênios realizados com empresas não exigem carência e costumam ser mais baratos do que os planos individuais. As empresas de medicina de grupo surgiram e se desenvolveram nos anos 60 em São Paulo, em virtude da precariedade dos serviços públicos na região. Hoje elas estão operando em quase todas as cidades com mais de 40 mil habitantes, sendo representadas a npivel institucional pelo sistema Abramge.ibidem). A Medicina de Grupo é responsável pelo atendimento de cerca de 18,4 milhões de pessoas, das quais 14,3 milhões (78%) através de planos patrocinados por empresas para trabalhadores e dependentes e 4,1 milhões (22%) em planos individuais e familiares, onde o próprio interessado contrata a operadora dos respectivos planos. Segundo dados da Abramge para o ano de 2002, o valor movimentado pelo segmento é de cerca de R$ 6.2 bilhões (Figura 4). 14

15 Figura 4 Medicina de Grupo - Movimentacao Financeira R$ Bilhoes 4,57 5,18 5,65 6, Anos Fonte Abramge Das 2,3 mil agentes que operam no segmento MG no País, 77% são pequenas empresas de medicina de grupo e 10% do mercado podem ser classificadas como grandes pelos critérios de classificação da ANS, superando os 500 mil usuários. A maior parte dos beneficiários do segmento de medicina de grupo está localizada nas regiões Sul e Sudeste e apenas o estado de São Paulo representa 42% deste segmento de mercado Apenas a Região Metropolitana de São Paulo, representa atualmente o maior mercado para o sistema MG, calculado em R$ 3,6 bilhões (ver Figura 5 logo abaixo). Figura 5 SMG- Distribuição Regional Sudeste 78,1% Centro- Oeste 1,2% Norte 1,5% Nordeste 7,6% Sul 11,6% Fonte: Abramge,

16 Mais da metade dos clientes dos serviços de saúde encontram-se em São Paulo, onde operam as grandes empresas de medicina de grupo. Segundo Bahia (1999) 12, a face paulista da assistência suplementar está marcada pelo crescimento regional das empresas criadas nos anos 60. Segundo dados da autora as cinco maiores empresas são: Amil (fundada em 1981), Intermédica (1968), Interclínicas (1964), Medail e Amico 13 (ver também ANEXO). Todas estas empresas também atendem clientes no Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraná e Pernambuco. Apenas no município de São Paulo operam 40 das 131 operadoras de medicina de grupo. Estas 131 empresas paulistas movimentam planos ambulatoriais e mil planos globais. O desempenho do segmento de medicina de grupo pode ser avaliado pelo número de procedimentos apresentados em Quadros mostrados no ANEXO. Recentemente surgiram pequenas empresas de medicina de grupo vinculadas a segmentos de menor poder aquisitivo e/ou nas cidades do interior e em municípios Menores. Estes planos são ofertados por hospitais filantrópicos. Um dos exemplos é o da Confederação das Misericórdias do Brasil, com dos 360 hospitais (Bahia, 1999). 3.2 Seguradoras De acordo com Bahia (2001) a natureza jurídico-institucional das seguradoras é bastante complexa mas mesmo assim é possível distinguir empresas segundo a origem do capital e vínculo. Segundo dados de 1996, a maior parte das seguradoras é vinculada a empresas independentes nacionais (18), bancos nacionais (9) e o restante a estabelecimentos independentes estrangeiros (3), independentes estrangeiros e nacionais (2) e estrangeiros (1). As empresas seguradoras representam a modalidade mais recente no mercado de planos de saúde, congregando o menor número de clientes. O seguro-saúde existe desde 1966 (Decreto-lei nº 73) e permite livre escolha de médicos e hospitais pelo sistema de reembolso de despesas, no limite da apólice contratada, sendo operado pelas seguradoras de saúde. Estas últimas são vinculadas ao capital financeiro e, legalmente, não poderiam organizar a prestação de serviços médicos. No entanto, contam com uma rede credenciada de médicos e hospitais. As 12 Bahia,L.(2001). O Mercado de Planos e seguros de Saúde no Brasil: tendências pós-regulamentação in Cadernos de Saúde Suplementar,

17 companhias seguradoras são submetidas à regulação específica e operam apenas com planos privados de assistência à saúde. Nos últimos 10 anos, este segmento de mercado vem crescendo expressivamente e, atualmente, há 37 seguradoras com 5,5 mihões de associados que realizam 28 milhões de consultas, segundo a Abrange (Austin, 2002). A participação dos seguros-saúde representa cerca de 27% do total dos prêmios seguro que é de R$ 21 bilhões, o que equivale a um mercado de cerca de R$ 5,6 bilhões, no dados da Fenaseg. A participação do seguro de assistência de saúde no conjunto dos seguros é apresentada na Figura 6, vindo atrás apenas da parcela de seguros de automóveis e na frente dos seguros de vida em termos do volume de prêmios. As duas grandes seguradoras do mercado nacional são a Sul América e a Bradesco. Em conjunto, elas são responsáveis por 60% do volume de prêmios no ramo saúde. Figura 6 Participacao do seguro saúde no total de seguros 2,8 1,1 2,1 1,5 3,6 3,8 18, ,4 Vida Auto Saude Incendio Acidentes Pessoais DPVAT Habitacional Transporte Riscos Diversos Fonte: Abramge Observe-se que, por qualquer critério observado, a concentração é maior no segmento de mercado das seguradoras. Em termos de número de clientes, a liderança é da Bradesco Seguros, com 2,4 milhões de beneficiários, seguida pela Sul América, Sul América - com 1,6 milhão de beneficiários. No entanto, os dados mostram que a posição delas varia, conforme a especificidade dos planos, individuais ou de outra natureza. 13 Posteriormente a Intermediária vinculou-se à Notre Dame, a Amil constituiu a Amil Seguradora e a Golden Cross 17

18 3.3 Segmento Cooperativas (SC) Os convênios médicos organizados por cooperativas de trabalho atuam como os planos de Medicina de Grupo (MG) cobrando, também, uma taxa fixa per capita pelo serviço prestado. As cooperativas de saúde são extremamente numerosas no Brasil. A maior cooperativa é a UNIMED com 11 milhões de usuários, 364 associados regionais, médicos hospitais,6.500 clínicas e laboratórios credenciados 14. As cooperativas possuem 90 mil médicos autônomos cooperados que são, simultaneamente, sócios e prestadores de serviços. Em conseqüência da predominância da medicina de grupo (MG) na região metropolitana de São Paulo, a UNIMED desenvolveu-se inicialmente no interior de São Paulo passando posteriormente para outros estados. As cooperativas são mais abrangentes setorialmente do que as empresas que operam em MG, embora a maior parte dos clientes estejam concentrados em São Paulo. Em 1998, dos mil clientes registrados na UNIMED, mil eram de São Paulo, cerca de mil de Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná e do Rio Grande do Sul. Em termos municipais as maiores Unimeds são da área de Campinas (448 mil clientes, ou 50% da população desta cidade), além do próprio município de São Paulo, onde estão associados. modificou sua narureza jurídicco-institucional. 14 Em termo de recursos próprios são 54 hospitais com três mil leitos e 19 laboratóriosd 18

19 3.4 Autogestão em Saúde (AS) Autogestão é o modelo em que a própria empresa ou organização administra o programa de assistência à saúde dos seus empregados e dependentes. Pode ser operado com recursos e serviços credenciados (convênios) ou de livre-escolha (reembolso). A autogestão tem sido extremamente afetada nos últimos anos por causa da redução do emprego. Apesar disso ainda é a terceira categoria por classificação. O segmento possui 6,7 milhões de usuário atendendo a cerca de 22,5 milhões de consultas por ano. As entidades de autogestão não comercializam planos de saúde, exceto nos casos dos convênios de reciprocidade e planos destinados a famílias. Com rede credenciada própria, as empresas e organizações costumam administrar seu próprio programa de saúde, por meio do departamento de recursos humanos, ou associações de empregados (Caixas e Fundações). Além disso, possuem também programas preventivos e ambulatórios para tratamentos de pequeno risco. Segundo Reis (2002) as empresas se vêem compelidas a terceirizar a administração de suas redes ou a gestão dos planos de saúde e estão perdendo espaço para as operadoras melhor posicionadas no mercado. 4. Atos de Concentração Do ponto de vista legal são atos que visam a qualquer forma de concentração econômica (horizontal, vertical ou conglomeração), seja através de fusão ou de incorporação de empresas, de constituição de sociedade para exercer o controle de empresas ou qualquer forma de agrupamento societário, que implique participação da empresa, ou do grupo de empresas resultante, igual ou superior a 20% (vinte por cento) de um mercado relevante, ou em que qualquer dos participantes tenha registrado faturamento bruto anual no último balanço equivalente a R$ ,00 (quatrocentos milhões de reais) ( 3º do artigo 54 da Lei n.º 8.884/94). Segundo Oliveira (2001) 15 atos de concentração são operações mediante as quais duas ou mais empresas previamente independentes entre si e concorrentes em um ou mais mercados passam a cooperar por meio de fusões, aquisições e joint 15 Oliveira, Gesner (2001) Concorrêencia. Panorama no Brasil e no Mundo. Ed Saraiva 19

20 ventures. Estes atos não são expressivos no setor de saúde suplementar no Brasil. Na apuração destes atos junto à secreta Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda constata-se que são poucos os atos de concentração envolvendo o setor de saúde suplementar Segundo Mello (2002), os atos de concentração exercidos pelo CADE têm por finalidade prever o surgimento de condições estruturais que possam facilitar o exercício abusivo de posição dominante. São, por isso, chamado de controle de estrutura - de caráter preventivo (ibidem). Isso se refere a quaisquer contratos que tenham impactos sobre a estrutura de mercado, como fusões, aquisições, incorporações, formação de grupos de sociedades, holdings, joint ventures. A intenção é impedir que sejam efetuados acordos e adotadas estratégias que possam produzir dominação de mercados superior a 20%, ou que ultrapassem o faturamento bruto mencionado. Do ponto de vista estritamente econômico a intenção é a de verificar se a ação analisada mediante o contrato em que os agentes econômicos atuem para a diminuição da concorrência. Para efeitos do controle de concorrência, como já havia sido antecipado no início do trabalho, o mercado de saúde complementar foi regulado em 1988 através da Lei 9656, que foi alterada por medidas provisórias que complementam o quadro regulatório e institucional. São passíveis de regulação: a) os planos privados de assistência à saúde que impliquem em prestação continuada de serviços ou cobertura de custos assistenciais a preços pré ou pós estabelecidos por prazo indeterminado, entre outros aspectos; b) as operadoras dos planos de assistência à saúde, que são as pessoas jurídicas que responsabilizam pela assistência; elas podem ser sociedades civis ou comerciais, cooperativas e entidades de autogestão; c) os conjunto de contratos de cobertura dos custos assistenciais e serviços de assistência ou carteiras. Como também já mencionado, a ANS classifica os serviços de saúde complementar em grupos ou segmentos: medicina de grupo que opera com os convênios médicos, as cooperativas, que operam de forma similar, a autogestão, que é um sistema fechado vinculados à empresas públicas e privadas, e as seguradoras, 20

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar 1. Informações Gerais No segundo trimestre de 2010, o número de beneficiários de planos de saúde cresceu 1,9%, totalizando 44.012.558

Leia mais

Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico

Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo Sinog Dezembro/ 2011 Press Kit para Imprensa Sinog Sindicato Nacional das Empresas

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar - NACISS

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar - NACISS Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar - NACISS 29ª Edição Agosto de 214 SUMÁRIO EXECUTIVO Número de beneficiários de planos médico-hospitalares (Mar/14): 5.722.522; Taxa

Leia mais

Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico

Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo Sinog Março / 2011 Press Kit para Imprensa Sinog Sindicato Nacional das Empresas

Leia mais

OPERADORAS DE SAÚDE. Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br

OPERADORAS DE SAÚDE. Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br OPERADORAS DE SAÚDE Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br O que são Operadoras de saúde? O que são Operadoras de saúde? Operadora é a pessoa jurídica que opera ( administra,

Leia mais

ESCRITÓRIO TÉCNICO DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO NORDESTE ETENE INFORME INDÚSTRIA E SERVIÇOS ETENE SISTEMA BRASILEIRO DE SAÚDE. Ano 3 No.

ESCRITÓRIO TÉCNICO DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO NORDESTE ETENE INFORME INDÚSTRIA E SERVIÇOS ETENE SISTEMA BRASILEIRO DE SAÚDE. Ano 3 No. O nosso negócio é o desenvolvimento ESCRITÓRIO TÉCNICO DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO NORDESTE ETENE INFORME INDÚSTRIA E SERVIÇOS ETENE SISTEMA BRASILEIRO DE SAÚDE Ano 3 No. 1 Dezembro 2009 2 O nosso negócio

Leia mais

8º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviço de Saúde. José Cechin SP, 24.mai.2013

8º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviço de Saúde. José Cechin SP, 24.mai.2013 8º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviço de Saúde José Cechin SP, 24.mai.2013 1 Gestão da Qualidade Adote o processo, escolha depois 2 FENASAUDE 3 FenaSaúde Associadas: 17 grupos empresariais

Leia mais

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar - NACISS

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar - NACISS Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar - NACISS 30ª Edição Outubro de 2014 SUMÁRIO EXECUTIVO Número de beneficiários de planos médico-hospitalares (jun/14): 50.930.043; Taxa

Leia mais

Panorama dos gastos com cuidados em saúde

Panorama dos gastos com cuidados em saúde Panorama dos gastos com cuidados em saúde Os custos da saúde sobem mais que a inflação em todo o mundo: EUA Inflação geral de 27% em dez anos, a inflação médica superou 100%; Brasil Inflação geral 150%

Leia mais

2014 SETEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2014 SETEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2014 SETEMBRO Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários,

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS E DE BENEFICIÁRIOS

INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS E DE BENEFICIÁRIOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS E DE BENEFICIÁRIOS Boletim da Saúde Suplementar ed. 11 Dezembro 2015 02 Boletim da Saúde Suplementar Indicadores Econômico-financeiros e de Beneficiários edição 11 Apresentação

Leia mais

1. Ambiente e Arranjos Institucionais 2. Regulação Econômico-Prudencial 3. Características do Mercado Produto Demanda Oferta (padrão de competição)

1. Ambiente e Arranjos Institucionais 2. Regulação Econômico-Prudencial 3. Características do Mercado Produto Demanda Oferta (padrão de competição) Dez anos de regulamentação A necessidade de uma reforma institucional na saúde suplementar do Brasil por Denise Alves Baptista APRESENTAÇÃO Dez anos de regulamentação A necessidade de uma reforma institucional

Leia mais

Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ

Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ Introdução No Brasil, não existe qualquer tipo de regulamentação do setor. As iniciativas estão limitadas a algumas

Leia mais

Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS

Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS Mercado de Saúde Suplementar Tabela 13 - Operadoras em atividade por porte, segundo modalidade (Brasil março/2012) Modalidade da operadora Total Sem beneficiários

Leia mais

BRADESCO SAÚDE SPG 100 e EMPRESARIAL 200

BRADESCO SAÚDE SPG 100 e EMPRESARIAL 200 NOVO SPG 100 e EMPRESARIAL 200 SPG 100 Empresarial 200 NOVOS PRODUTOS, NOVAS OPORTUNIDADES. Diversas soluções, MUITAS VANTAGENS. Na busca contínua pela melhoria, a Bradesco Saúde é pioneira mais uma vez,

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício nº 813/2006/SDE/GAB, de 21 de fevereiro de 2006.

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício nº 813/2006/SDE/GAB, de 21 de fevereiro de 2006. MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06102/2006/RJ COGAM/SEAE/MF 10 de março de 2006 Referência: Ofício nº 813/2006/SDE/GAB, de 21 de fevereiro de 2006. Assunto:

Leia mais

Hot topics em benefício saúde / Entendendo os melhores desempenhos Cesar Lopes e Raquel Bressan 03 de maio de 2012

Hot topics em benefício saúde / Entendendo os melhores desempenhos Cesar Lopes e Raquel Bressan 03 de maio de 2012 Hot topics em benefício saúde / Entendendo os melhores desempenhos Cesar Lopes e Raquel Bressan 03 de maio de 2012 2012 Towers Watson. Todos os direitos reservados. 29ª Pesquisa de Benefícios Towers Watson

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 116 - Data 28 de abril de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS. REGIME DE

Leia mais

Mercado de Saúde no Brasil. Jaqueline Castro residecoadm.hu@ufjf.edu.br 40095172

Mercado de Saúde no Brasil. Jaqueline Castro residecoadm.hu@ufjf.edu.br 40095172 Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro residecoadm.hu@ufjf.edu.br 40095172 Constituição de 1988 Implantação do SUS Universalidade, Integralidade e Participação Social As instituições privadas participam

Leia mais

MENSAGEM PREGÃO ELETRÔNICO N. 65/2009 ESCLARECIMENTO 1

MENSAGEM PREGÃO ELETRÔNICO N. 65/2009 ESCLARECIMENTO 1 MENSAGEM Assunto: Esclarecimento Referência: Pregão Eletrônico n. 65/2009 Data: 12/11/2009 Objeto: Contratação de pessoa jurídica especializada na prestação de serviços de assistência médica, ambulatorial

Leia mais

mesmo nem ao inimigo, jamais sairá vitorioso. Sun Tzu: A Arte da Guerra

mesmo nem ao inimigo, jamais sairá vitorioso. Sun Tzu: A Arte da Guerra Se você conhece a si mesmo e ao inimigo, não temerá a batalha. Se você conhece a si mesmo, porém não ao inimigo, perderá uma batalha para cada batalha que ganhar; e se você não conhece a si mesmo nem ao

Leia mais

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2013 Março Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários,

Leia mais

O mercado de serviços de Saúde no Brasil

O mercado de serviços de Saúde no Brasil www.pwc.com.br O mercado de serviços de Saúde no Brasil O mercado brasileiro de serviços de saúde: um dos mais promissores e atraentes do mundo Contexto Quinto país em termos de área e população, com 8,51

Leia mais

O que é Saúde Complementar

O que é Saúde Complementar O que é Saúde Complementar A Lei 9.656/1998 define Operadora de Plano de Assistência à Saúde como sendo a pessoa jurídica constituída sob a modalidade de sociedade civil ou comercial, cooperativa, ou entidade

Leia mais

6º Seminário SINDHOSP e Grupo Fleury

6º Seminário SINDHOSP e Grupo Fleury 6º Seminário SINDHOSP e Grupo Fleury Saúde Suplementar Oportunidades e Desafios para o Crescimento São Paulo 16.abril.2013 Federação Nacional de Saúde Suplementar FENASAÚDE 2 Federação Nacional de Saúde

Leia mais

SISTEMA DE SAÚDE PRIVADO

SISTEMA DE SAÚDE PRIVADO DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos SISTEMA DE SAÚDE PRIVADO SETEMBRO DE 2015 1 SERVIÇOS 2 CADEIA DE SERVIÇOS DO SETOR DE SAÚDE Médicos Dentistas Clínicas Consultórios Hospitais Laboratórios

Leia mais

TERMO DE ADITAMENTO AO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE PME ALTO TIETÊ - PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

TERMO DE ADITAMENTO AO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE PME ALTO TIETÊ - PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS JAN/10 TERMO DE ADITAMENTO AO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE PME ALTO TIETÊ - PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS O presente aditamento é parte integrante do Contrato de Assistência Médica

Leia mais

Por dentro da Saúde Suplementar

Por dentro da Saúde Suplementar Por dentro da Saúde Suplementar GUIA PRÁTICO PARA CORRETORES Índice 3...Apresentação 4...Setor de Saúde Suplementar no Brasil 6...Operadoras de planos de saúde 9...Planos de saúde contrato e produto 9.

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício nº 2388/2009/SDE/GAB, de 30 de março de 2009.

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício nº 2388/2009/SDE/GAB, de 30 de março de 2009. MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer n o 06386/2009/RJ COGCE/SEAE/MF Referência: Ofício nº 2388/2009/SDE/GAB, de 30 de março de 2009. Em 10 de julho de 2009. Assunto: ATO

Leia mais

DESAFIOS PARA O ADMINISTRADOR HOSPITALAR NUM CENÁRIO DE CRESCENTE COMPLEXIDADE NO SEGMENTO DA SAÚDE. Adm. Sérgio Lopez Bento 4.10.

DESAFIOS PARA O ADMINISTRADOR HOSPITALAR NUM CENÁRIO DE CRESCENTE COMPLEXIDADE NO SEGMENTO DA SAÚDE. Adm. Sérgio Lopez Bento 4.10. DESAFIOS PARA O ADMINISTRADOR HOSPITALAR NUM CENÁRIO DE CRESCENTE COMPLEXIDADE NO SEGMENTO DA SAÚDE Adm. Sérgio Lopez Bento 4.10.2012 A G E N D A 1. Cenário da saúde no Brasil 2. Um setor cada vez mais

Leia mais

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO PANORAMA DO SETOR DE SAÚDE - ANS Beneficiários Médico-Hospitalar

Leia mais

Audiência Pública Câmara dos Deputados Comissão de Defesa do Consumidor. Brasília 03.abril.2013

Audiência Pública Câmara dos Deputados Comissão de Defesa do Consumidor. Brasília 03.abril.2013 Audiência Pública Câmara dos Deputados Comissão de Defesa do Consumidor Brasília 03.abril.2013 Federação Nacional de Saúde Suplementar Associadas: 15 grupos empresariais Beneficiários: 25 milhões (37.2%)

Leia mais

Guia técnico do consultor. Plano de Saúde Coletivo por Adesão

Guia técnico do consultor. Plano de Saúde Coletivo por Adesão Guia técnico do consultor Plano de Saúde Coletivo por Adesão Principais destaques e características dos planos: Excelente rede médica e hospitalar credenciada Os planos Omint oferecem uma ampla rede credenciada

Leia mais

Uma análise econômica do seguro-saúde Francisco Galiza Outubro/2005 www.ratingdeseguros.com.br

Uma análise econômica do seguro-saúde Francisco Galiza Outubro/2005 www.ratingdeseguros.com.br Uma análise econômica do seguro-saúde Francisco Galiza Outubro/2005 www.ratingdeseguros.com.br Um dos ramos mais importantes do mercado segurador brasileiro é o de saúde. Surgido sobretudo com uma opção

Leia mais

ESCOLA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS MBA EXECUTIVO EM GESTÃO EMPRESARIAL

ESCOLA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS MBA EXECUTIVO EM GESTÃO EMPRESARIAL ESCOLA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS MBA EXECUTIVO EM GESTÃO EMPRESARIAL APRESENTAÇÃO DE CASO: MAPEAMENTO EMPRESARIAL NO MODELO DAS CINCO FORÇAS COMPETITIVAS

Leia mais

4 4 9 4 9 ) E E MI M D I D D L D E

4 4 9 4 9 ) E E MI M D I D D L D E SPG E MIDDLE SEGURO PARA MÉDIOS E PEQUENOS GRUPOS ASSOCIADOS ABASE SPG (4 à 49 vidas) E MIDDLE (50 à 99 vidas) A ABASE em parceria com a NOVA ROTA SEGUROS traz para os seus associados uma proposta totalmente

Leia mais

SulAmérica Saúde PME Folheto de Apoio às Vendas. Atualização: Nov/2007

SulAmérica Saúde PME Folheto de Apoio às Vendas. Atualização: Nov/2007 SulAmérica Saúde PME Folheto de Apoio às Vendas Atualização: Nov/2007 Folheto de Apoio às Vendas Este folheto contém as principais informações, regras e características pra facilitar a venda do SulAmérica

Leia mais

Índice. 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 2. Como funcionam as regras de reajuste. 3. Quais as regras de reajuste dos planos

Índice. 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 2. Como funcionam as regras de reajuste. 3. Quais as regras de reajuste dos planos Índice FenaSaúde na Redação Reajuste dos Planos de Saúde Apresentação 6 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 8 2. Como funcionam as regras de reajuste dos planos de saúde? 3. Quais as regras

Leia mais

Saúde Suplementar em Números

Saúde Suplementar em Números Saúde Suplementar em Números Edição nº 9-2015 Setembro de 2015 Sumário Executivo Número de beneficiários de planos médico-hospitalares (setembro/15): 50.261.602; Taxa de crescimento do número de beneficiários

Leia mais

Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro 4009 5172 residecoadm.hu@ufjf.edu.br

Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro 4009 5172 residecoadm.hu@ufjf.edu.br Constituição de 1988 Implantação do SUS Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro 4009 5172 residecoadm.hu@ufjf.edu.br Universalidade, Integralidade e Participação Social As instituições privadas participam

Leia mais

Poder de Mercado e Eficiência em Fusões & Aquisições nos Setores de Saúde Suplementar. Arthur Barrionuevo arthur.barrionuevo@fgv.

Poder de Mercado e Eficiência em Fusões & Aquisições nos Setores de Saúde Suplementar. Arthur Barrionuevo arthur.barrionuevo@fgv. Poder de Mercado e Eficiência em Fusões & Aquisições nos Setores de Saúde Suplementar arthur.barrionuevo@fgv.br Objetivo: Investigar quais os fatores devem ser levados em conta para a análise das eficiências

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06363/2005/RJ COGAM/SEAE/MF Rio de Janeiro, 16 de setembro de 2005 Referência: Ofício n º 4354/2005 SDE/GAB, de 06 de setembro

Leia mais

2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2014 DEZEMBRO Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Diretoria

Leia mais

ADITIVO CONTRATUAL DE MANUTENÇÃO DE SEGURADOS DEMITIDOS OU APOSENTADOS

ADITIVO CONTRATUAL DE MANUTENÇÃO DE SEGURADOS DEMITIDOS OU APOSENTADOS ADITIVO CONTRATUAL DE MANUTENÇÃO DE SEGURADOS DEMITIDOS OU APOSENTADOS Este aditivo é parte integrante do Seguro Saúde contratado pelo Estipulante abaixo indicado, bem como de suas Condições Gerais. Número

Leia mais

Desafios do setor de saúde suplementar no Brasil Maílson da Nóbrega

Desafios do setor de saúde suplementar no Brasil Maílson da Nóbrega Desafios do setor de saúde suplementar no Brasil Maílson da Nóbrega Setor de grande importância Mais de 50 milhões de beneficiários no país. Níveis elevados de satisfação com os serviços. Custos hospitalares

Leia mais

Como são calculadas as mensalidades?

Como são calculadas as mensalidades? Este informe aborda os aspectos relacionados ao reajuste do valor das mensalidades do Plano de Assistidos e do Plano de vinculados administrados pelo Eletros-Saúde (ES) para o ano de 2015. mas antes, é

Leia mais

TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA (UN005/0312-ANS Nº 39.332-1) CELEBRADO ENTRE O TI-Rio E A UNIMED-RIO EMPRESA ADERENTE

TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA (UN005/0312-ANS Nº 39.332-1) CELEBRADO ENTRE O TI-Rio E A UNIMED-RIO EMPRESA ADERENTE TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA (UN005/0312-ANS Nº 39.332-1) CELEBRADO ENTRE O TI-Rio E A UNIMED-RIO Razão Social CNPJ n Endereço EMPRESA ADERENTE Inscrição Municipal Código

Leia mais

sobre as transações no setor de saúde

sobre as transações no setor de saúde 10 Minutos sobre as transações no setor de saúde Valor global de fusões e aquisições cresce e reverte tendência Destaques O valor total das transações no setor de saúde aumentou 4% em relação à segunda

Leia mais

UNIDAS. Angélica Villa Nova de Avellar Du Rocher Carvalho Gerente-Geral de Análise Técnica da Presidência Brasília, 28 de abril de 2014

UNIDAS. Angélica Villa Nova de Avellar Du Rocher Carvalho Gerente-Geral de Análise Técnica da Presidência Brasília, 28 de abril de 2014 UNIDAS Angélica Villa Nova de Avellar Du Rocher Carvalho Gerente-Geral de Análise Técnica da Presidência Brasília, 28 de abril de 2014 Saúde no Brasil Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado,

Leia mais

Manual de Orientação para contratação de planos de saúde

Manual de Orientação para contratação de planos de saúde Manual de Orientação para contratação de planos de saúde nós somos a casembrapa Somos uma operadora de saúde de autogestão. Uma entidade sem fins lucrativos, mantida com recursos dos associados e da patrocinadora

Leia mais

Publicação do Sistema Abramge-Sinamge-Sinog - Edição I - N o 01 - Setembro/2014

Publicação do Sistema Abramge-Sinamge-Sinog - Edição I - N o 01 - Setembro/2014 Publicação do Sistema Abramge-Sinamge-Sinog - Edição I - N o 01 - Setembro/2014 A saúde suplementar no Brasil cresceu consistentemente nos últimos anos e o país ocupa lugar de destaque no cenário mundial.

Leia mais

Manual de Orientação para contratação de planos de saúde

Manual de Orientação para contratação de planos de saúde Manual de Orientação para contratação de planos de saúde nós somos a casembrapa Funcionamento de um plano de autogestão: Somos uma operadora de saúde de autogestão. Uma entidade sem fins lucrativos, mantida

Leia mais

COOPERATIVISMO ANS AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR

COOPERATIVISMO ANS AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR COOPERATIVISMO ANS AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR LEI DOS PLANOS DE SAÚDE A Lei Federal nº 9.656/98 - regulamenta os planos privados de assistência à saúde, foi sancionada em 03 de junho de 1998.

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico..Referência: Ofício SDE/GAB nº 364, de 17 de janeiro de 2007.

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico..Referência: Ofício SDE/GAB nº 364, de 17 de janeiro de 2007. MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06058/2007/RJ COGCE/SEAE/MF Rio de Janeiro, 29 de janeiro de 2007.Referência: Ofício SDE/GAB nº 364, de 17 de janeiro de

Leia mais

Dados gerais sobre o atendimento oftalmológico no Brasil

Dados gerais sobre o atendimento oftalmológico no Brasil As Condições de Sa ú d e Oc u l a r n o Br a s i l 2012 124 Dados gerais sobre o atendimento oftalmológico no Brasil As Condições de Sa ú d e Oc u l a r n o Br a s i l 2012 126 Dados de financiamento

Leia mais

VCMH Variação dos Custos Médico-Hospitalares

VCMH Variação dos Custos Médico-Hospitalares VCMH Variação dos Custos Médico-Hospitalares José Cechin Superintendente Executivo José Cechin Carina Burri Martins Francine Leite Apresentação Entende-se por Custos Médico-Hospitalares o total das despesas

Leia mais

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar. Sumário Executivo. Nesta edição: Planos médico-hospitalares Informações gerais

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar. Sumário Executivo. Nesta edição: Planos médico-hospitalares Informações gerais Junho 201 Sumário Executivo Nesta edição: Número de beneficiários de planos médicohospitalares (Mar/1): 48.802.991; Taxa de crescimento do número de beneficiários de planos médicos no período de: Dez/12

Leia mais

A SAÚDE SUPLEMENTAR E A REGULAÇÃO

A SAÚDE SUPLEMENTAR E A REGULAÇÃO A SAÚDE SUPLEMENTAR E A REGULAÇÃO IBDESS Fevereiro/2010 Fausto Pereira dos Santos Diretor-Presidente Vínculos a planos privados de assistência à saúde e registros no cadastro: Brasil (2000 2009) (milhões)

Leia mais

Conjuntura - Saúde Suplementar

Conjuntura - Saúde Suplementar Apresentação Nesta 17ª Carta de Conjuntura da Saúde Suplementar, constam os principais indicadores econômicos de 2011 e uma a n á l i s e d o i m p a c t o d o crescimento da renda e do emprego sobre o

Leia mais

Sustentabilidade do Setor de Saúde Suplementar. Leandro Fonseca Diretor Adjunto de Normas e Habilitação de Operadoras - DIOPE

Sustentabilidade do Setor de Saúde Suplementar. Leandro Fonseca Diretor Adjunto de Normas e Habilitação de Operadoras - DIOPE Seminário Anual de Saúde 2013 Sustentabilidade dos programas de saúde: desafios e oportunidades Leandro Fonseca ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar 16 de maio de 2013 2013 Towers Watson. Todos os

Leia mais

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS -

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - 4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - EMPRESAS - OS DESAFIOS PARA O SEGMENTO DE AUTOGESTÃO Vilma Dias GERENTE DA UNIDADE CASSI SP AGENDA 1.

Leia mais

CONTEXTO E DESAFIOS CASEMBRAPA 2014

CONTEXTO E DESAFIOS CASEMBRAPA 2014 CONTEXTO E DESAFIOS CASEMBRAPA 2014 1 CONTEXTO CUSTOS DA SAÚDE COLOCAM OPERADORAS EM RISCO FINANCEIRO O SETOR DE SAÚDE ESTÁ EM ALERTA O aumento dos custos com procedimentos médicos e hospitalares tem superado

Leia mais

ANS. Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho

ANS. Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho ANS Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho Diretor de Desenvolvimento Setorial São Paulo, maio de 2011 Plano Coletivo

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR A ANS, AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR, está estabelecendo novos parâmetros

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício n 2584/2006/SDE/GAB de 31 de maio de 2006

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício n 2584/2006/SDE/GAB de 31 de maio de 2006 MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer n o 06246/2006/RJ COGAM/SEAE/MF Rio de janeiro, 26 de junho de 2006. Referência: Ofício n 2584/2006/SDE/GAB de 31 de maio de 2006 Assunto:

Leia mais

ESTRUTURA DOS HOSPITAIS PRIVADOS...38

ESTRUTURA DOS HOSPITAIS PRIVADOS...38 APRESENTAÇÃO...13 INTRODUÇÃO...15 Breve perfil do sistema de saúde... 15 Características do SUS e da saúde suplementar... 16 Modelo de financiamento... 17 O papel central dos hospitais... 18 A necessidade

Leia mais

Apresentação. Prezado beneficiário,

Apresentação. Prezado beneficiário, LANOIII Apresentação Prezado beneficiário, Visando dar continuidade à prestação dos melhores serviços em saúde e promover uma melhor qualidade de vida ao beneficiário, a CompesaPrev apresenta o CompesaSaúde

Leia mais

TEXTO DO RAMO DA SEGURIDADE SOCIAL PARA CONTRIBUIÇÃO AO DEBATE SOBRE O SUS NOS CECUT S E CONCUT

TEXTO DO RAMO DA SEGURIDADE SOCIAL PARA CONTRIBUIÇÃO AO DEBATE SOBRE O SUS NOS CECUT S E CONCUT TEXTO DO RAMO DA SEGURIDADE SOCIAL PARA CONTRIBUIÇÃO AO DEBATE SOBRE O SUS NOS CECUT S E CONCUT 1 SUS - um debate sobre a conjuntura atual! Formatado: À esquerda Desde sua criação a partir da Constituição

Leia mais

Caderno de Informação da Saúde Suplementar

Caderno de Informação da Saúde Suplementar 2010 Setembro Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários Operadoras Planos de Saúde ISSN 1981-0962 MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde

Leia mais

Audiência Pública. DF, 10mai2011

Audiência Pública. DF, 10mai2011 Audiência Pública DF, 10mai2011 FENASAÚDE Associadas 15 grupos empresariais Beneficiários 2010 20,2 milhões 33,6% do mercado planos médicos e odontológicos R$ 21,7 bilhões Despesas Assistenciais: (37,5%)

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA Protocolo: 08012.005422/2000-52 Natureza: Averiguação Preliminar Representante: Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do

Leia mais

PLANOS DE SAÚDE. O que é preciso saber?

PLANOS DE SAÚDE. O que é preciso saber? PLANOS DE SAÚDE O que é preciso saber? Queridos amigos, Estamos muito felizes por concluir a nossa segunda cartilha sobre direitos atrelados à saúde. Este trabalho nasceu com o propósito de levar informações

Leia mais

I Jornada Científica Outubro de 2012. Planos de saúde no Brasil: Uma análise da regulação econômica.

I Jornada Científica Outubro de 2012. Planos de saúde no Brasil: Uma análise da regulação econômica. I Jornada Científica Outubro de 2012 Planos de saúde no Brasil: Uma análise da regulação econômica. Doutorando do PPED/IE/UFRJ: Rodrigo Mendes Leal (RMendesleal@gmail.com) Orientadora: Dra. Maria Lucia

Leia mais

CONVÊNIO DE RECIPROCIDADE E COOPERAÇÃO TÉCNICA OFERTA DE PLANO PRIVADO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ODONTOLÓGICA

CONVÊNIO DE RECIPROCIDADE E COOPERAÇÃO TÉCNICA OFERTA DE PLANO PRIVADO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ODONTOLÓGICA CONVÊNIO DE RECIPROCIDADE E COOPERAÇÃO TÉCNICA OFERTA DE PLANO PRIVADO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ODONTOLÓGICA BELO DENTE FAMILIAR E INDIVIDUAL Registro Produto nº. 455.668/06-2. SINCOR-MG, Sindicato dos Corretores

Leia mais

Alguns equívocos comuns sobre saúde suplementar

Alguns equívocos comuns sobre saúde suplementar 50 Alguns equívocos comuns sobre saúde suplementar SANDRO LEAL ALVES 1 1 Este artigo reflete a opinião do autor e foi produzido a partir de apresentação realizada pelo mesmo por ocasião da 4ª Conferência

Leia mais

A Omint dispõe de planos Hospitalares e Odontológicos cujas condições poderão ser apresentadas sob consulta.

A Omint dispõe de planos Hospitalares e Odontológicos cujas condições poderão ser apresentadas sob consulta. 1 Planos Omint Completo C19 C20 C21 C22 C23 Cobertura ambulatorial, hospitalar e obstétrica, incluindo pré-natal, na rede credenciada Omint e Skill ou pelo sistema de livre escolha, através de reembolso

Leia mais

Agradecimentos... 7. Nota à segunda edição... 17. Prefácio... 21. Introdução... 23. As Operadoras de Planos e Seguros de Saúde...

Agradecimentos... 7. Nota à segunda edição... 17. Prefácio... 21. Introdução... 23. As Operadoras de Planos e Seguros de Saúde... Su m á r i o Agradecimentos... 7 Nota à segunda edição... 17 Lista de siglas e abreviaturas... 19 Prefácio... 21 Introdução... 23 Capítulo I Etiologia Histórica dos Planos e Seguros de Saúde... 27 1.1

Leia mais

Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas. Prof. Marcos Mendes. é Realizada pelo Ministério da Saúde:

Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas. Prof. Marcos Mendes. é Realizada pelo Ministério da Saúde: Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas Prof. Marcos Mendes 26 de novembro de 2015 A Regulação da Saúde no Brasil é Realizada pelo Ministério da Saúde: Diretamente sobre os sistemas públicos

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos Processo Administrativo nº. 08012.002153/2000-72 Representante: Associação dos Médicos de Santos Representada: Comitê de Integração de Entidades Fechadas de Assistência à Saúde CIEFAS, Associação Beneficente

Leia mais

Seguros, Previdência e Capitalização

Seguros, Previdência e Capitalização Seguros, Previdência e Capitalização Análise das contas Patrimoniais e do Resultado Ajustado do Grupo Bradesco de Seguros, Previdência e Capitalização: Balanço Patrimonial Mar10 Dez09 Mar09 Ativo Circulante

Leia mais

Destaque Setorial - Bradesco

Destaque Setorial - Bradesco Sistema de Saúde Privada 03 de junho de 2015 Sistema de saúde privado deverá ser impactado pela piora do mercado de trabalho no curto prazo Regina Helena Couto Silva Departamento de Pesquisas e Estudos

Leia mais

EMPRESAS BRADESCO SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO

EMPRESAS BRADESCO SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO L2 0 0 6 R E L AT Ó R I O A N U A EMPRESAS BRADESCO SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO Prêmio de Seguros Participação no Mercado (em %) Mercado 74,2% Fonte: Susep e ANS Base: Nov/2006 Bradesco 25,8%

Leia mais

A relevância do setor de Contact Center na economia brasileira. Setembro de 2014

A relevância do setor de Contact Center na economia brasileira. Setembro de 2014 A relevância do setor de Contact Center na economia brasileira Setembro de 2014 Lógica Econômica da Terceirização Contratos de Prestação de Serviços entre Empresas Criação de empregos no setor de serviços,

Leia mais

A Importância dos Incentivos para que Famílias e Empregadores Contribuam com o Sistema de Saúde POF 2002 e 2008

A Importância dos Incentivos para que Famílias e Empregadores Contribuam com o Sistema de Saúde POF 2002 e 2008 A Importância dos Incentivos para que Famílias e Empregadores Contribuam com o Sistema de Saúde POF 2002 e 2008 Marcos Novais José Cechin Superintendente Executivo APRESENTAÇÃO Este trabalho se propõe

Leia mais

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar 1. Informações Gerais Pelo quarto ano consecutivo, a ANS apresenta dados de crescimento do número de beneficiários do setor acima de

Leia mais

Manual TISS Troca de Informaçõ

Manual TISS Troca de Informaçõ Manual TISS Troca de Informaçõ ções em Saúde Suplementar Versão o 1.1 Instruçõ ções para preenchimento das guias PREENCHER EXCLUSIVAMENTE COM CANETA PRETA OU AZUL GCES A Unimed Natal desenvolveu este manual

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Produção de bens e serviços de saúde A origem dos bens e serviços ofertados em qualquer setor da economia (oferta ou recursos) pode ser a produção no próprio país ou a importação.

Leia mais

Termo de uso genérico para designar qualquer grau de UNIMED Singular, Federação/ Central e Confederação, individualmente ou no conjunto.

Termo de uso genérico para designar qualquer grau de UNIMED Singular, Federação/ Central e Confederação, individualmente ou no conjunto. 1- INTERCÂMBIO A negociação entre as UNIMEDS do País, que geram relações operacionais específicas e normatizadas para atendimento de usuários na área de ação de uma cooperativa ou contratados por outra

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre Portabilidade de Carência em Planos de Saúde

Perguntas e Respostas sobre Portabilidade de Carência em Planos de Saúde Perguntas e Respostas sobre Portabilidade de Carência em Planos de Saúde Atos Normativos ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar Resolução Normativa 186, de 14 de janeiro de 2009 - ANS Instrução Normativa

Leia mais

Fachesf de FUNDAÇÃO CHESF DE ASSISTÊNCIA E SEGURIDADE SOCIAL www.fachesf.com.br

Fachesf de FUNDAÇÃO CHESF DE ASSISTÊNCIA E SEGURIDADE SOCIAL www.fachesf.com.br Fachesf de Você está em nossos planos Criada em 10 de abril de 1972, pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), sua patrocinadora, a Fundação Chesf de Assistência e Seguridade Social é uma

Leia mais

Rua Visconde de Inhaúma, 38-9º Andar, Sala 902 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20091-007 Tel.: (21) 2216-6900.

Rua Visconde de Inhaúma, 38-9º Andar, Sala 902 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20091-007 Tel.: (21) 2216-6900. ADITIVO CONTRATUAL AO CONTRATO CELEBRADO ENTRE SALUTAR SAÚDE SEGURADORA S.A, O SINDICATO DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO LIVRE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E AS EMPRESAS ASSOCIADAS À SINDELIVRERIO. 1 SALUTAR

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A NOVA LEI DOS PLANOS DE SAÚDE: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DE SEU DESVIO DE FINALIDADE E O DIREITO DO CONSUMIDOR RICARDO PESTANA DE GOUVEIA 1 Sumário: Introdução 1. Breves considerações

Leia mais

A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria

A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria Rio de Janeiro, Maio de 2008 Alfredo de Almeida Cardoso Diretor de Normas e Habilitação de Operadoras ANS Boa Tarde!

Leia mais

PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO PERGUNTAS E RESPOSTAS

PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO PERGUNTAS E RESPOSTAS PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO PERGUNTAS E RESPOSTAS Para que todos os empregados possam ter suas dúvidas esclarecidas, os questionamentos recebidos pela Comissão Saúde serão respondidos

Leia mais

Fachesf de FUNDAÇÃO CHESF DE ASSISTÊNCIA E SEGURIDADE SOCIAL www.fachesf.com.br

Fachesf de FUNDAÇÃO CHESF DE ASSISTÊNCIA E SEGURIDADE SOCIAL www.fachesf.com.br Fachesf de Você está em nossos planos Criada em 10 de abril de 1972, pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), sua patrocinadora, a Fundação Chesf de Assistência e Seguridade Social é uma

Leia mais

Unimed Brasil. A Unimed é a maior experiência cooperativista na área da saúde em todo o mundo e também a maior rede de assistência médica do Brasil:

Unimed Brasil. A Unimed é a maior experiência cooperativista na área da saúde em todo o mundo e também a maior rede de assistência médica do Brasil: Unimed Brasil A Unimed é a maior experiência cooperativista na área da saúde em todo o mundo e também a maior rede de assistência médica do Brasil: Presente em 83% território nacional; 375 cooperativas

Leia mais

O FIOSAÚDE está adotando, no que aplica, as Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09 em suas demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2011.

O FIOSAÚDE está adotando, no que aplica, as Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09 em suas demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2011. Notas explicativas às Demonstrações Contábeis do Exercício Findo em 31 de dezembro de. (Valores expressos em Reais) 1. Contexto Operacional A Caixa de Assistência Oswaldo Cruz FIOSAÚDE, pessoa jurídica

Leia mais

Regulaçã. ção o Atuarial dos Planos de Saúde. Rosana Neves Gerente Gerente de Regulação Atuarial de Produtos - GERAT

Regulaçã. ção o Atuarial dos Planos de Saúde. Rosana Neves Gerente Gerente de Regulação Atuarial de Produtos - GERAT Regulaçã ção o Atuarial dos Planos de Saúde Rosana Neves Gerente Gerente de Regulação Atuarial de Produtos - GERAT Gerência-Geral Geral Econômico-Financeiro dos Produtos GGEFP/DIPRO Regulação do Setor

Leia mais