O Setor de Saúde no Brasil. Prof.Dr. Renato M.E. Sabbatini Núcleo de Informática Biomédica Universidade Estadual de Campinas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Setor de Saúde no Brasil. Prof.Dr. Renato M.E. Sabbatini Núcleo de Informática Biomédica Universidade Estadual de Campinas"

Transcrição

1 O Setor de Saúde no Brasil Prof.Dr. Renato M.E. Sabbatini Núcleo de Informática Biomédica Universidade Estadual de Campinas O Brasil dispõe de um sistema misto de assistência à saúde, que incorpora elementos de medicina privada e paga (através de seguros e planos de saúde) e socializada (atenção pública gratuita), copiando e adaptando modelos europeus (Inglaterra, principalmente), norte-americanos (EUA), entre outros. Segundo a Constituição Brasileira, a saúde é um direito de todos e um dever do Estado, portanto teoricamente o sistema social de saúde amparado pelo governo e pelos impostos dos cidadãos e das empresas deveria cobrir as necessidades de 100% dos habitantes do País. No entanto, devido a uma série de deficiências, isso está muito longe da meta ideal, e dos 164 milhões de brasileiros existentes no final de 1998, cerca de 41 milhões (ou 25%) tinham optado pelo que o governo federal denomina eufemisticamente de Sistema de Saúde Complementar, ou seja, ao permitir a coexistência de um sistema privado pago de grande porte e de melhor qualidade, confessa a sua falha em cumprir as metas da Constituição. De qualquer modo, os gastos em saúde no Brasil são ainda majoritariamente realizados pelo Estado, através do Sistema Unificado de Saúde, que foi criado há uma década atrás para organizar um sistema hierárquico e decentralizado, que seria idealmente baseado nos municípios e nas comunidades, e que surgiu a partir de um sistema caótico e excessivamente centralizado, herdeiro dos Institutos de Aposentadoria e Pensões dos sindicatos (IAPs) e do INAMPS. O sistema nacional de saúde atualmente encontra-se em estado de fluxo, de um lado através de um contínuo aperfeiçoamento organizacional e aumento da abrangência do SUS, e de outro, pela entrada de novos modelos de saúde privada, como as HMOs (Health Maintenance Organizations), copiadas dos EUA, e em muitos casos, começando a ser adotadas através da desregulamentação da participação de empresas estrangeiras no mercado, o que antes não era possível. O sistema público

2 Existem atualmente no país (estatísticas de julho de 1999) aproximadamente unidades de assistência ambulatorial credenciados pelo SUS, sendo centros e postos de saúde, clínicas especializadas, ambulatórios hospitalares, clínicas odontológicas, unidades auxiliares de diagnóstico e terapia, unidades de saúde familiar, 800 prontos-socorros e unidades de emergência, e outras. Cerca de 70% das unidades ambulatoriais estão na região Sul/Sudeste. Com relação à natureza jurídica, existe uma clara predominância: 66% são municipais e 21,5% são privadas, respondendo as demais categorias (federais, estaduais, filantrópicos, etc.) por 4% ou menos cada uma. Com relação ao setor hospitalar, o país conta atualmente com cerca de hospitais cadastrados pelo Ministério da Saúde, sendo que são privados, são públicos, e 155 são hospitais universitários. Nota-se que o setor privado, ao contrário, ao contrário do que acontece com as unidades ambulatoriais, responde por 63% dos hospitais, no geral. A proporção de hospitais nas regiões Sul e Sudeste é menor do que a proporção de unidades ambulatoriais: aproximadamente 47% (3.000 hospitais). Somente o Estado de São Paulo conta com 720 hospitais e leitos. No total, os hospitais brasileiros tem leitos (isso dá uma média de 75 leitos por hospital, sendo que os hospitais universitários têm um tamanho comparativamente maior, por serem unidades de referência do sistema: 309 leitos por hospital. Os hospitais públicos têm uma média menor: 52 leitos por hospital). Quanto à natureza jurídica a maioria dos hospitais é privada contratada, com 36,5%. Em seguida temos os hospitais filantrópicos (como as Santas Casas), com 26,5%, e os hospitais municipais e estaduais, com 23% e 10,5%, respectivamente. Os hospitais universitários e os federais próprios representam menos de 3% do total. Entretanto, a proporção de leitos oferecidos pelas unidades hospitalares do setor privado é menor nas regiões mais pobres, denotando uma maior presença do governo na assistência: ela varia de 50% na região Norte a 81% na região Sul. Esses dados são importantes, pois apontam para uma indisponibilidade geral de recursos por parte dos hospitais brasileiros, pois com exceção dos hospitais universitários, a maioria dos hospitais públicos e filantrópicos opera com forte limitação de recursos financeiros, enquanto que os hospitais privados se ressentem da baixa remuneração dos serviços prestados pelo SUS. Note-se também a diferença de distribuição por natureza jurídica dos serviços ambulatoriais predominantemente municipais, devidos aos centros e

3 postos de atenção primária) e dos serviços de internação hospitalar (neste caso, predominantemente contratados). Foram realizadas 11,8 milhões de internações hospitalares pelo SUS em Das 21 categorias de morbidade (tipos de doenças) descritas pela OMS, o maior número de internações foi relacionada à gravidez e parto (com 2,9 milhões de internações), doenças respiratórias (1,9 milhões), cardiovasculares (1 milhão), gastrointestinais (950 mil), infecciosas e parasitárias (870 mil) genito-urinárias (750 mil), acidentes e causas externas (600 mil), e mentais (425 mil). No total, essas oito causas respondem por 80% de todas as internações, e as três primeiras por 50% O número de internações por 100 habitantes por ano varia de 4,8 a 8,6, com uma média nacional de 7,6. Foram realizadas em 1998 cerca de 1,5 bilhão de atos ambulatoriais pelo SUS, sendo 887 milhões no Sul e Sudeste (60%). Destes, 954 milhões de atos se referem ao atendimento básico, e o restante a atendimento nãobásico. Os provedores privados e filantrópicos foram responsáveis por apenas 36 milhões de atos básicos (2%), mostrando uma alta concentração do poder público nesta área; mas realizaram 184 milhões de atos não-básicos (12%), ou seja, de medicina especializada. Essa última remunera com valores mais altos, por isso o setor privado médico-hospitalar tem rescindido crescentemente contratos com o SUS para atenção ambulatorial, mas mantido os procedimentos de média e alta complexidade. Os habitantes do País recorrem a uma média de 2,2 consultas médicas por ano no sistema SUS, variando esse índice de 1,4, na região Norte, a 2,6 na região Sudeste (2,8 em São Paulo). Quanto aos exames de imagens, eles são solicitados em média de 7 a 10% para cada 100 consultas, conforme o Estado. Gastos no Setor Público de Saúde O setor governamental federal tem um orçamento de cerca de 19 bilhões de reais por ano para o Ministério da Saúde. Deste total, gasta-se cerca de 11 bilhões em assistência médica, com recursos próprios ou conveniados. O restante é gasto em administração, serviço de dívida, investimentos, etc. Essa verba corresponde a 18% do orçamento público federal, e corresponde a cerca de 65% dos gastos em saúde no País (o setor privado responde por

4 35%). Deste modo, o Estado ainda é a maior fonte de recursos no setor saúde. As despesas totais do SUS em 1999 tem sido de 850 a 900 milhões de reais por mês, sendo que a Federação gasta 220 a 250 milhões por mês em internações hospitalares e 180 a 200 milhões por mês em atendimentos ambulatoriais. São transferidos para os estados e municípios de 160 a 200 milhões por mês para atenção primária e ações básicas de saúde, e 270 a 290 milhões por mês para procedimentos de média e alta complexidade. Destas transferência, a grande maioria é destinada às internações hospitalares e atendimentos ambulatoriais, com 260 a 280 milhões; em seguida o programa mais caro é o de urgências e emergências, com 3 a 6 milhões por mês. O Programa de Saúde Familiar ainda tem poucos recursos: uma média de 7,5 milhões de reais por mês. Os gastos do SUS com internações hospitalares foram de 3,8 bilhões de reais em Isso corresponde, portanto a um valor bastante baixo gasto, em média, por internação: R$ 325, variando entre R$ 180 e R$ Curiosamente, a causa do maior número de internações é uma das com menor custo: gravidez, parto e puerpério têm uma internação média curta e barata: R$ 190 em média. Isso demonstra o baixíssimo nível de remuneração proporcionado pelo SUS (uma internação equivalente na medicina privada custa entre 2,5 a 10 mil reais). Os custos mais altos ocorre na área de saúde mental (internações mais longas), oncologia e doenças genéticas. O total gasto pelo SUS na cobertura de atos ambulatoriais em 1998 foi de 4,7 bilhões de reais, sendo que o setor privado e filantrópico ficou com 1,64 bilhões (35% do total). O gasto médico por atendimento ambulatorial é baixíssimo no Brasil: a média de 1996 foi de R$ 2,72 (comparado com os planos de saúde, em torno de R$ 45, e da medicina privada, em torno de R$ 200). O maior gasto ocorre na região Sudeste, com R$ 2,96 (e R$ 4 na Grande São Paulo). O setor privado Existem atualmente quatro sistemas concomitantes de atenção privada à saúde no Brasil, em ordem decrescente de participação no mercado: medicina de grupo (com 44,7% dos usuários), cooperativas médicas (26%), planos de autogestão (19,5%), e seguradoras médicas (9,7%). A esses se

5 acresce a medicina liberal. Eles atendem 41 milhões de beneficiários, ou 25% da população brasileira. A medicina privada liberal (pagamento particular, sem seguro ou planos de saúde): atualmente representa menos de 2% de todos os atos médicos no Brasil e continua em queda livre, devido aos altos custos e à maior disponibilidade de outras alternativas de boa qualidade. É um sistema muito pulverizado, sem qualquer agrupamento, e de baixo potencial para de "home care", pois normalmente concentra-se em medicina especializada. Recentemente, este modelo econômico agregou um aliado, o sistema SINAM: que foi criado pela Associação Médica Brasileira. Consiste de celebração de acordos individuais para cobrir exclusivamente os custos das consultas médicas, que são pagas diretamente pelos pacientes aos médicos, segundo a tabela das seguradoras médicas, eliminando assim a intermediação da seguradora ou empresa de medicina de grupo. Em agosto de 1999 o sistema SINAM já contava com médicos afiliados e cerca de pacientes (1,5% dos usuários), mas como ele não obriga o descredenciamento dos médicos dos outros sistemas, esse número tem uma sobreposição com os demais. O maior segmento em termos de participação no mercado é a medicina de grupo. Este modelo surgiu no Brasil nos anos 60 no ABC paulista, como uma alternativa aos sistemas existentes de medicina liberal e de serviços públicos. É um sistema de pré-pagamento fixo, como os demais, com a finalidade de atender planos de saúde coletivos e individuais, com a diferença que é um sistema voltado ao lucro, e nos quais os médicos são empregados. Existem atualmente 740 grupos médicos, com 18,3 milhões de beneficiários, sendo 80% inscritos em planos coletivos. O sistema emprega médicos e credencia outros No total, detém 225 hospitais próprios, com leitos e credencia hospitais privados, com leitos. As empresas de grupo realizam anualmente 90,6 milhões de consultas (média de 4,95 consultas/beneficiário/ano), 1,81 milhão de internações (média de 10 internações por cada 100 beneficiários por ano), e 83 milhões de exames complementares por ano. Entre as maiores empresas de medicina de grupo estão a Amil, Intermédica, Interclínicas, Amico, Amesp, Medial e Samcil. A movimentação financeira atingiu em 1998 cerca de 4,7 bilhões de reais, com um valor médio/beneficiário por ano de R$ 258. As empresas de grupo são fortemente concentradas nas regiões mais ricas, com 78% dos beneficiários na região Sudeste, 11,6% na região Sul, 7,6% na região Nordeste, 1,5% na região Norte e 1,2% na região Centro-Oeste. A

6 ABRAMGE (Associação Brasileira de Empresas de Medicina de Grupo) é a associação de classe que reúne cerca de 300 das empresas. Em segundo lugar vêm as cooperativas médicas, tipificadas pela UNIMED, que é um sistema de cooperativas de trabalho que negociam planos privados de saúde coletivos, familiares e individuais, sendo que os médicos que prestam serviços são os associados da cooperativa local. Existem cerca de 366 cooperativas locais (denominadas singulares), cobrindo cerca de 80% do território nacional, com 10,5 milhões de beneficiários e médicos afiliados. A UNIMED surgiu no final dos anos 60, na cidade de Santos, SP, como uma reação ao domínio das empresas de medicina de grupo, consideradas mercantilistas e inimigas da medicina liberal, e cresceu rapidamente devido à atratividade do modelo para os médicos (atualmente inclui em algumas cidades outros profissionais de saúde). Indo contra a filosofia inicial, muitas das UNIMEDs detêm hoje vultosos recursos próprios, como 42 hospitais (com um total de leitos), 70 ambulatórios e centrais de prontoatendimento e pronto-socorro e 36 centros diagnósticos e laboratoriais. Para preencher a demanda, a UNIMED também trabalha credenciando empresas na área de diagnóstico e medicina especializada ( empresas). O faturamento bruto do sistema é de cerca de 5,5 bilhões de reais/ano. Também incluem um complexo sistema formado por cooperativas de crédito (UNICREDs), cooperativas de usuários (USIMEDs), seguradora, financeira e corretora de valores, empresa de administração e serviços, empresa de tecnologia, empresa de transporte aeromédico e uma holding (empresa de participações). Sua expansão foi baseada em uma filosofia semelhante às franquias, com federações estaduais e uma confederação nacional unindo as cooperativas singulares. A confederação cria novos produtos para o mercado e padroniza muitas coisas, algumas das quais são de uso obrigatório pelas singulares, e outras são adotadas se quiserem. Sua influência se estendeu além das fronteiras nacionais, pois já existem UNIMEDs no Paraguai, Uruguai, Argentina e Colômbia. O esquema dirigente não é igual a de uma empresa, pois envolve um sistema político com eleições periódicas dos diretores, e decisões baseadas em assembléias em vários níveis. Recentemente a UNIMED tem passado por uma grande crise política desagregadora e uma série de derrotas externas, devido a conflitos internos entre regiões e grupos na Confederação, a nova lei federal que regulamenta a medicina complementar, a liberalização da regras econômicas e empresariais e o aumento da concorrência. A Confederação dividiu-se em duas, a Aliança

7 UNIMED e a UNIMED Brasil. Um dos pontos fortes da UNIMED tem sido seu virtual monopólio da atenção médica privada em um grande número de cidades do interior, por razão da regra de proibição da "dupla militância", ou seja, os médicos cooperados são proibidos de se credenciarem em empresas de grupo ou seguradoras médicas. Essa disposição foi recentemente julgada anticonstitucional, mas ainda não exerceu seus efeitos. Empresas seguradoras médico-hospitalares: Este seguro garante ao segurado as despesas com assistência médico-hospitalar. Pode ser feito por pessoa física ou jurídica (em favor de pessoas físicas). A seguradora pode pagar diretamente aos profissionais e organizações médico-hospitalares credenciados que prestaram os serviços, ou efetuar o reembolso ao próprio segurado a vista dos comprovantes de despesas médica-hospitalares realizadas. As coberturas são variáveis de acordo com as necessidades de segurado, podendo abranger consultas de rotina, exames, internação hospitalar, tratamento e cirurgia, variando, consequentemente o custo do seguro. Diferentemente dos planos de saúde operados por Medicina de Grupo ou Cooperativas, os planos de seguro saúde são fiscalizados pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), que controla as reservas técnicas e a solvência das seguradoras, visando a proteção do segurado. O setor teve um faturamento bruto de 4,43 bilhões de reais em 1998, com uma taxa de sinistralidade média de 79,5%. Depois das despesas, a lucratividade foi de 12,5%, correspondentes a um lucro total de 550 milhões de reais. As seguradoras de saúde mais conhecidas são a Golden Cross, Bradesco Saúde, Itaú Saúde, Amil, Sul América, Blue Life, entre outras. Entre as maiores estão várias seguradoras que pertencem a bancos ou a empresas de seguros tradicionais. A Federação Nacional de Empresas de Seguros (FENASEG) é o órgão de classe dessas empresas. Planos de autogestão de saúde Este setor se caracteriza por ser um sistema de atendimento de saúde/médico/hospitalar/dental montado por grandes empresas comerciais, industriais ou de serviços, como Petrobrás, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bosch, etc. Funciona de forma semelhante a um seguro médicohospitalar: a empresa custeia uma parte da parcela mensal de adesão do funcionário e de sua família, e o funcionário outra parte. Em um outro modelo, a empresa reembolsa os gastos do funcionário ou de sua família, até um certo limite. Os planos de autogestão geralmente não têm serviços próprios de saúde, eles são terceirizados através de uma rede conveniada

8 (médicos, dentistas, psicólogos, hospitais, clínicas, laboratórios, etc., credenciados pelos planos nas cidades onde há funcionários da empresa) que deve ser usada pelo funcionário. Atualmente esse sistema vem diminuindo de importância e tamanho, tendo surgido nos anos 70s, como uma resposta das empresas à falta de alternativas eficientes na época, e também com o objetivo de restringir os custos crescentes da atenção médica para seus empregados. Com o surgimento das empresas de medicina de grupo, seguradoras médicas, cooperativas, etc., que criaram agressivamente planos de saúde para o mesmo segmento atendido pelos planos de autogestão, levando à uma competição maior, e, portanto, preços mais baixos; muitas empresas desistiram de ter planos próprios e partiram para a contratação externa, através dos planos coletivos. As UNIMEDs, com variado grau de sucesso, se especializaram nesse nicho (por exemplo, em Campinas, 40% da população de habitantes é associada à UNIMED, sendo que a grande maioria através de planos coletivos. A maior "empresa" da região, que é a UNICAMP, tem um grande plano coletivo, com mais de associados). População e Grau de Cobertura Tradicionalmente, as populações rurais têm um grau de cobertura de serviços de saúde bem menor do que as populações urbanas, dispondo também de menor gama de serviços, principalmente os secundários e terciários. No Brasil, a proporção da população rural em relação à total varia amplamente entre as regiões e as UF's. Em 1991, no último censo, o IBGE determinou uma média nacional de 24,5%. Ela é maior que a média na região Norte (41%) e Nordeste (39%) e menor que a média na região Centro-Oeste (surpreendentemente, com 18,7%) e na região Sudeste (24,4%). Os estados com maiores populações rurais são o Maranhão (60%), o Pará e o Piauí (com 47% cada), Tocantins, Rondônia, Alagoas e Bahia (40 a 41%); e os com menor, São Paulo (7,2%), Distrito Federal (5,3%) e Rio de Janeiro (4,7%). Esses dados, projetados para 1999, implicam em uma enorme população rural, mal servida pelos serviços de saúde: cerca de 40 milhões de pessoas, 23 milhões das quais no Norte e Nordeste, que, como vimos, tem menos hospitais, menos leitos, menos serviços primários de saúde, etc. A média de habitantes por leito é de 440 na região Norte e 390 na região Nordeste, e de 318 nas regiões Sul e Sudeste. Se considerarmos a relação habitantes/leito

9 apenas para a população rural, aparece uma disparidade ainda maior: 38 habitantes por leito na região Sul, para 140 e 180 nas regiões Nordeste e Norte, respectivamente (quase 5 vezes entre a maior e a menor). O grau de cobertura em relação aos profissionais médicos também é altamente contrastante. Em 1997, última vez em que foi feita essa estatística, o Brasil tinha profissionais da área médica, aproximadamente, dos quais 73,5% atuavam nas regiões Sul e Sudeste, evidenciando uma péssima distribuição dos médicos, que preferem ficar nas capitais e cidades maiores, deixando desassistidos os municípios mais pobres (cerca de metade dos municípios brasileiros não tem nenhum médico). Com isso, o número de habitantes por médico é muito abaixo do preconizado pela OMS (cerca de 1000) em estados como o Rio de Janeiro (297 habitantes/médico), São Paulo (392) e Distrito Federal (336), e altíssimo nas regiões Norte e Nordeste, com alguns estados, como Amazonas (1792), Acre (1765), Maranhão (1645) e Pará (1454) em níveis verdadeiramente africanos. Com isso, ocorrem 62% dos óbitos sem assistência médica em Paraíba, 50% no Piauí e 47% no Maranhão; contra 9,8% no Rio Grande do Sul e 14% em São Paulo. Quanto à idade média da população, atualmente ela tem se transformado rapidamente. Existiam no país em 1997 cerca de 12 milhões de pessoas com mais de 60 anos, dos quais 7,7 milhões nas regiões Sul e Sudeste. Isso representa, na média brasileira, entre 5 a 10% da população total (média geral de 7,9%). A expectativa de vida continua a aumentar, modificando rapidamente o perfil demográfico do país. Atualmente, a expectativa média de vida do brasileiro é de 63.8 anos e da brasileira é de 71.4 anos. Entretanto, esse índice varia amplamente com a situação sócio econômica, sendo de 67.4, 64.5, 68.8, 70.2 e 68.5 anos para as regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, respectivamente. O estado com maior expectativa de vida é o Rio Grande do Sul, com 66.8 para homens e 75.2 para mulheres. Projeções para Assistência Domiciliar ("Home Care") O setor de assistência médica domiciliar no Brasil ainda é bastante incipiente. Mais presente no passado, passou por uma quase completa interrupção nos últimos 30 anos, devido às mudanças nos sistemas de saúde público e privado. O sistema público enfatizou uma filosofia de centros e postos de saúde, prontos-socorros e ambulatoriais hospitalares (estes últimos em grande parte conveniados junto ao setor privado), como ponto de atenção

10 primária, e uma estratégia de pagamento por serviços ("fee for service"), que contrariam a filosofia do "home care" (o qual trabalha mais com um sistema de capitação por família ou salários fixos). O sistema privado, por ser remunerado pelo governo para serviços conveniados, adotou a mesma estratégia, enfatizando ainda a atenção direta pelos médicos especialistas (sistema de livre-escolha dos convênios médicos particulares, o qual remunera melhor os profissionais da saúde curativa). Assim, o sistema de saúde nacional ficou baseado praticamente em uma única situação: a visita do paciente ao ponto de assistência, e não o contrário. Houve também um desvio de todo o sistema para a medicina curativa e especializada, ao invés da medicina preventiva e geral, como seria o racional, e como acontece na Europa, Canadá e muitos outros países. No entanto, nos últimos anos, uma mudança gradativa, provocada simultaneamente pelos setores públicos e privados, começou a marcar um retorno à atenção primária baseada na família, de base populacional, e de visitas ativas do profissional da saúde. Atenção Domiciliar no Setor Público Do lado público foram iniciados dois grandes programas: o PACS (Programa de Agentes Comunitários de Saúde) e PSF (Programa de Saúde Familiar). Ambos contam atualmente (agosto de 1999) com Agentes Comunitários de Saúde em municípios e Equipes de Saúde da Família em municípios. A filosofia do PACS foi a de montar um sistema paralelo e complementar de profissionais de saúde auxiliares (leigos), que devidamente treinados, promovem ações básicas de saúde visitando direta e regularmente os membros da comunidade onde vivem. Esse programa tem obtido grandes sucessos, principalmente na redução da mortalidade infantil (programa materno-infantil) e prevenção das doenças infecto-contagiosas e parasitárias, grandes agentes de morbidade e mortalidade nas comunidades carentes. É um programa barato, com dezenas de milhares de agentes, mas pouco sofisticado tecnologicamente. Teoricamente, no entanto, tem bom potencial para aplicações da telemedicina, principalmente nas áreas materno-infantil e de doenças crônico-degenerativas. Já existem alguns programas-piloto em estados nordestinos que dotaram cada agente comunitário com um "palmtop" contendo softwares de apoio.

11 As áreas de atuação do ACS são: planejamento familiar, pré- e pós-natal, vacinação, prevenção e tratamento da diarréia e IRA, adolescência (comportamento e drogas), idosos, deficientes físicos e mentais, AIDS, câncer uterino e de mama, saúde bucal, educação nutricional, tuberculose e hanseníase, hipertensão e diabetes, e participação comunitária em saúde. Um produto interessante para o PACS seria um sistema de comunicação misto capaz de comunicação por POTS, celular e wireless, com canal de voz (telefone), e entradas para monitoração de sinais (ECG, ECG fetal, ausculta, glicosimetria, albuminurimetria, espirometria de fluxo) e monitor de LCD para envio de mensagens. Para regiões rurais isoladas, produto semelhante poderia utilizar satélites de baixa órbita. O teclado permitiria enviar respostas com base em alternativas de escolha múltipla, implementando sistemas de apoio diagnóstico e à conduta. Deste modo aumentaria a qualidade da atenção à saúde praticada pelo agente comunitário. O potencial de mercado é grande. Atualmente são gastos 15 a 18 milhões de reais por mês com o PACS e 7 a 8 milhões com o PSF, mas ambos devem ser ampliados, particularmente o PSF, que se encontra em fase de treinamento de cerca de 40 mil profissionais (médicos e enfermeiros) através do projeto REFORSUS (Reforço à Reestruturação do SUS), com verba total de 800 milhões de dólares do Banco Mundial. O PACS cobre aproximadamente 45% dos municípios brasileiros, e o PSF ainda apenas 23%. O DATASUS contabiliza atualmente cerca de visitas domiciliares por mês pelos programas PACS/PSF. O Programa de Ações Básicas de Saúde (PAB) do SUS é outro foco de atenção domiciliar. Atualmente (agosto de 1999), estão sendo realizados uma média de 2,5 milhões de visitas domiciliares por ano por profissionais de nível médio e visitas por médicos e outros profissionais de saúde de nível superior (ainda pouco, mas crescerá depois do treinamento das equipes de PSF). Atenção Domiciliar no Setor Privado O setor privado também começou a se mobilizar recentemente com relação à atenção domiciliar à saúde. Para o sistema privado de saúde, a atenção domiciliar faz sentido do ponto de vista médico e financeiro. Chega a mais de 40% a redução de custos com

12 o sistema de assistência domiciliar, incluindo as diárias hospitalares, custos de pessoal (médicos e enfermagem), alimentação e hotelaria. Os números da Unimed Guarujá são reveladores: o paciente clínico com acompanhamento domiciliar em média custou R$ 15,00 e o cirúrgico R$ 17,00 por dia; no modelo tradicional, baseado na internação, a média seria de 70 a 100 reais (dados de 1995). Além disso, levar o paciente para casa mais precocemente traz vantagens, como a humanização do tratamento e a conseqüente reintegração ao seu ambiente familiar, favorecendo psicologicamente na sua recuperação; e restaura a independência funcional do paciente, estimulando os auto-cuidados. Como funciona A internação domiciliar não tem limites: tudo o que se faz num hospital pode ser levado à casa do paciente, como respirador, eletrocardiógrafo,etc. A monitoração remota por telemedicina e o apoio à distância ao profissional de saúde que faz o atendimento tem enorme potencial, uma vez que na maioria das vezes não se tratam de médicos. Já a assistência domiciliar é um recurso de levar o paciente a seu domicílio com a orientação de uma equipe multiprofissional e equipamentos necessários para mantê-lo em casa, dentro de um padrão que se considera como rotina de visita médica. Este serviço funciona como uma espécie de ambulatório, ficando na verdade entre o hospital e o ambulatório. Também nesse caso, diferentes tipos de equipamentos de telemedicina podem aumentar a segurança do diagnóstico e do tratamento por ocasião da visita do profissional. Por exemplo, em gravidez de alto risco, a empresa Matria, dos EUA, a enfermeira que visita a paciente em casa leva uma unidade portátil de telemedicina, de tecnologia proprietária, que contém uma balança eletrônica, aparelho de pressão, glicosímetro e medidor de albuminúria, sensores de ECG fetal, contrações uterinas e movimentos fetais. Os dados são recolhidos com a ajuda da enfermeira e enviados por linha telefônica comum para a central. Com relação ao perfil do paciente atendido pela assistência domiciliar, cada programa apresenta a sua peculiaridade. Tendo como base uma pesquisa realizada em 1996 junto a 833 pacientes atendidos em casa pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, verificou-se que 35% sofriam de doenças neurológicas; 30% de doenças cardiovasculares, 11% com doenças pulmonares crônicas e com problemas circulatórios. O quarto grupo é formado por pacientes com câncer, diabetes e traumatismos. O Programa de Internação Domiciliar Municipal na cidade de Santos determinou que o

13 perfil dos pacientes é predominantemente idoso: 65% são maiores de 60 anos e 20% maiores de 80 anos. Lida-se muito com o paciente terminal no atendimento domiciliar. O número de pacientes atendidos por dia depende muito do escopo do programa (tipos de patologias atendidas), do número de profissionais e recursos atendidos, e da propaganda que se faz do sistema junto aos pacientes. Em Santos, o Hospital Municipal atende cerca de 80 pacientes por dia, nas UNIMEDs que implantaram esse programa o número é muito menor: 5 a 10 por mês, devido ao grande número de restrições quanto à indicação, feita pelo plano de saúde (geralmente somente o pós-cirúrgico com curativos complicados, ou pacientes com AVC). A UNIMED de Campinas, por exemplo, exige que o paciente seja portador de patologia crônica, com 5 ou mais internações em um ano, ou ser paciente restrito ao leito ou cadeira de rodas, ou ter patologia terminal (neoplasias malignas). É necessário ainda existir um responsável pela realização e manutenção dos cuidados e orientações necessárias. As patologias estão restritas assim às faixas etárias maiores: seqüelas de acidente vascular cerebral e de neuropatias, problemas pulmonares, úlceras crônicas, varizes e diabetes. Os pacientes com câncer que já passaram por quimioterapia e radioterapia também podem ser mantidos em casa. Várias UNIMEDs já estão implementando serviços de atenção domiciliar específicos, com excelentes resultados, mas ainda poucos números. A UNIMED representa um excelente mercado para tecnologias de "home care" baseadas em telemedicina, pois tem sofisticação, recursos, e utiliza um sistema semelhante à uma franquia, em que uma confederação nacional gera novos produtos e tecnologias (como recentemente, software para gestão de cooperativas, cartão único de identificação do paciente utilizando tecnologia digital, etc.). Desospitalização e Atenção Domiciliar A atenção domiciliar promove a desospitalização em muitos casos, permitindo minimizar a ocorrência de iatrogenias (doenças e seqüelas causadas pela atenção médica), como infecção hospitalar. Ao promover a alta hospitalar precoce, ocorre a diminuição de custos da internação, o aumento de vagas de leitos e com isso a otimização dos meios.

Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico

Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo Sinog Dezembro/ 2011 Press Kit para Imprensa Sinog Sindicato Nacional das Empresas

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico

Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo Sinog Março / 2011 Press Kit para Imprensa Sinog Sindicato Nacional das Empresas

Leia mais

Termo de uso genérico para designar qualquer grau de UNIMED Singular, Federação/ Central e Confederação, individualmente ou no conjunto.

Termo de uso genérico para designar qualquer grau de UNIMED Singular, Federação/ Central e Confederação, individualmente ou no conjunto. 1- INTERCÂMBIO A negociação entre as UNIMEDS do País, que geram relações operacionais específicas e normatizadas para atendimento de usuários na área de ação de uma cooperativa ou contratados por outra

Leia mais

Saúde Suplementar em Números

Saúde Suplementar em Números Saúde Suplementar em Números Edição nº 9-2015 Setembro de 2015 Sumário Executivo Número de beneficiários de planos médico-hospitalares (setembro/15): 50.261.602; Taxa de crescimento do número de beneficiários

Leia mais

Pesquisa de Condições de Vida 2006. Gráfico 24 Distribuição dos indivíduos, segundo condição de posse de plano de saúde (1) Estado de São Paulo 2006

Pesquisa de Condições de Vida 2006. Gráfico 24 Distribuição dos indivíduos, segundo condição de posse de plano de saúde (1) Estado de São Paulo 2006 Pesquisa de Condições de Vida Acesso e utilização dos serviços de saúde A posse de planos ou convênios privados é uma das formas de distinguir a parcela da população dependente exclusivamente dos serviços

Leia mais

Melhorar sua vida, nosso compromisso Redução da Espera: tratar câncer em 60 dias é obrigatório

Melhorar sua vida, nosso compromisso Redução da Espera: tratar câncer em 60 dias é obrigatório Melhorar sua vida, nosso compromisso Redução da Espera: tratar câncer em 60 dias é obrigatório Maio de 2013 Magnitude do Câncer no Brasil 518 mil novos casos em 2013 Câncer de pele não melanoma deve responder

Leia mais

b. Completar a implantação da Rede com a construção de hospitais regionais para atendimentos de alta complexidade.

b. Completar a implantação da Rede com a construção de hospitais regionais para atendimentos de alta complexidade. No programa de governo do senador Roberto Requião, candidato ao governo do estado pela coligação Paraná Com Governo (PMDB/PV/PPL), consta um capítulo destinado apenas à universalização do acesso à Saúde.

Leia mais

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014 PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP Maio de 2014 UMA RÁPIDA VISÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL HOJE Estrutura com grandes dimensões, complexa, onerosa e com falta de

Leia mais

Junho 2013 1. O custo da saúde

Junho 2013 1. O custo da saúde Junho 2013 1 O custo da saúde Os custos cada vez mais crescentes no setor de saúde, decorrentes das inovações tecnológicas, do advento de novos procedimentos, do desenvolvimento de novos medicamentos,

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR Prof. Dr. Jones Alberto de Almeida Divisão de saúde ocupacional Barcas SA/ CCR ponte A necessidade de prover soluções para demandas de desenvolvimento, treinamento

Leia mais

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS -

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - 4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - EMPRESAS - OS DESAFIOS PARA O SEGMENTO DE AUTOGESTÃO Vilma Dias GERENTE DA UNIDADE CASSI SP AGENDA 1.

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

Panorama dos gastos com cuidados em saúde

Panorama dos gastos com cuidados em saúde Panorama dos gastos com cuidados em saúde Os custos da saúde sobem mais que a inflação em todo o mundo: EUA Inflação geral de 27% em dez anos, a inflação médica superou 100%; Brasil Inflação geral 150%

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS SENADO FEDERAL BRASÍLIA, 16 DE MAIO DE 2013 Criação de um novo departamento dentro da SAS: DAET- Departamento de Atenção

Leia mais

Relatório Metodológico da Tipologia dos Colegiados de Gestão Regional CGR. O presente relatório tem por objetivo apresentar uma tipologia dos CGR

Relatório Metodológico da Tipologia dos Colegiados de Gestão Regional CGR. O presente relatório tem por objetivo apresentar uma tipologia dos CGR Relatório Metodológico da Tipologia dos Colegiados de Gestão Regional CGR Apresentação O presente relatório tem por objetivo apresentar uma tipologia dos CGR Colegiados de Gestão Regional do Brasil segundo

Leia mais

O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde

O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde Patrícia Constante Jaime CGAN/DAB/SAS/MS Encontro sobre Qualidade na Formação e Exercício Profissional do Nutricionista Brasília,

Leia mais

Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes

Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes Sistema de pesquisas domiciliares existe no Brasil desde 1967, com a criação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD; Trata-se de um sistema de pesquisas

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES CNHD Supervisão

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle

Leia mais

Dados gerais sobre o atendimento oftalmológico no Brasil

Dados gerais sobre o atendimento oftalmológico no Brasil As Condições de Sa ú d e Oc u l a r n o Br a s i l 2012 124 Dados gerais sobre o atendimento oftalmológico no Brasil As Condições de Sa ú d e Oc u l a r n o Br a s i l 2012 126 Dados de financiamento

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES MELLITUS MORBIDADE AUTO REFERIDA

Leia mais

OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE

OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE pg44-45.qxd 9/9/04 15:40 Page 44 44 OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO BRASIL OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE NA INFÂNCIA pg44-45.qxd 9/9/04 15:40 Page 45 45 4 " META 5 REDUZIR EM DOIS TERÇOS, ENTRE

Leia mais

Ciclo de Encontros Executivos As Melhores Práticas em Gestão de Saúde CENÁRIOS E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE SAÚDE NO BRASIL. Mozart de Oliveira Júnior

Ciclo de Encontros Executivos As Melhores Práticas em Gestão de Saúde CENÁRIOS E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE SAÚDE NO BRASIL. Mozart de Oliveira Júnior Ciclo de Encontros Executivos As Melhores Práticas em Gestão de Saúde CENÁRIOS E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE SAÚDE NO BRASIL Mozart de Oliveira Júnior Histórico Atividades caritativas e ação sobre o ambiente

Leia mais

ESTRUTURA DOS HOSPITAIS PRIVADOS...38

ESTRUTURA DOS HOSPITAIS PRIVADOS...38 APRESENTAÇÃO...13 INTRODUÇÃO...15 Breve perfil do sistema de saúde... 15 Características do SUS e da saúde suplementar... 16 Modelo de financiamento... 17 O papel central dos hospitais... 18 A necessidade

Leia mais

Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas. Prof. Marcos Mendes. é Realizada pelo Ministério da Saúde:

Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas. Prof. Marcos Mendes. é Realizada pelo Ministério da Saúde: Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas Prof. Marcos Mendes 26 de novembro de 2015 A Regulação da Saúde no Brasil é Realizada pelo Ministério da Saúde: Diretamente sobre os sistemas públicos

Leia mais

Redes de Serviços de Reabilitação Visual no SUS

Redes de Serviços de Reabilitação Visual no SUS Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Área Técnica Saúde da Pessoa com Deficiência Redes de Serviços de Reabilitação Visual no SUS Érika Pisaneschi

Leia mais

Analfabetismo no Brasil

Analfabetismo no Brasil Analfabetismo no Brasil Ricardo Paes de Barros (IPEA) Mirela de Carvalho (IETS) Samuel Franco (IETS) Parte 1: Magnitude e evolução do analfabetismo no Brasil Magnitude Segundo estimativas obtidas com base

Leia mais

Munic 2014: 45% dos municípios tinham política de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica

Munic 2014: 45% dos municípios tinham política de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica Munic 2014: 45% dos municípios tinham política de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica A Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (Estadic) e a Pesquisa de Informações Básicas Municipais

Leia mais

ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO TERRITÓRIO A SAÚDE ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO

ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO TERRITÓRIO A SAÚDE ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO TERRITÓRIO A SAÚDE ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO Marlúcio Alves UFU Bolsista programa CAPES/FCT Jul/dez 2011 A ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA - ESF

Leia mais

CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS OU REGIONAIS INSTRUMENTAL PARA GRUPO DE TRABALHO SAÚDE

CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS OU REGIONAIS INSTRUMENTAL PARA GRUPO DE TRABALHO SAÚDE CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS OU REGIONAIS INSTRUMENTAL PARA GRUPO DE TRABALHO SAÚDE II CONFERÊNCIA DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL Instrumental de Trabalho baseado nas Propostas Aprovadas na I Conferencia Estadual

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR Regulamento do Programa de Assistência Domiciliar aprovado pelo Conselho REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMILICIAR CAPITULO I DEFINIÇÕES GERAIS

Leia mais

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2013 Março Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários,

Leia mais

Comentários. Programa saúde da família

Comentários. Programa saúde da família Comentários levantamento suplementar de saúde da Pesquisa Nacional por O Amostra de Domicílios PNAD 2008 trouxe informações detalhadas sobre a saúde da população residente em domicílios particulares no

Leia mais

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO PANORAMA DO SETOR DE SAÚDE - ANS Beneficiários Médico-Hospitalar

Leia mais

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 No passado, até porque os custos eram muito baixos, o financiamento da assistência hospitalar

Leia mais

Apresentação. A AMIB (Associação de Medicina Intensiva. Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa. apresentar uma visão do cenário das Unidades

Apresentação. A AMIB (Associação de Medicina Intensiva. Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa. apresentar uma visão do cenário das Unidades Apresentação A AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa apresentar uma visão do cenário das Unidades de Terapias Intensivas (UTI) no país. Objetivos Elaborar

Leia mais

OPERADORAS DE SAÚDE. Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br

OPERADORAS DE SAÚDE. Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br OPERADORAS DE SAÚDE Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br O que são Operadoras de saúde? O que são Operadoras de saúde? Operadora é a pessoa jurídica que opera ( administra,

Leia mais

2014 SETEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2014 SETEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2014 SETEMBRO Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários,

Leia mais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Carlos Figueiredo Diretor Executivo Agenda Anahp Brasil: contexto geral e econômico Brasil: contexto

Leia mais

PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE - PAS (ANO)

PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE - PAS (ANO) PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE - PAS (ANO) Mês e Ano de elaboração MODELO PARA ELABORAÇÃO DA PAS 2014: Gerência de Programação em Saúde- DEPLAN/SUSAM 1 SUMÁRIO IDENTIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO...3 ELABORAÇÃO...4

Leia mais

Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ

Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ Introdução No Brasil, não existe qualquer tipo de regulamentação do setor. As iniciativas estão limitadas a algumas

Leia mais

REDE HOSPITALAR DE SANTAS CASAS E FILANTRÓPICOS BRASILEIROS

REDE HOSPITALAR DE SANTAS CASAS E FILANTRÓPICOS BRASILEIROS REDE HOSPITALAR DE SANTAS CASAS E FILANTRÓPICOS BRASILEIROS HOSPITAIS ATENDIMENTOS AMBULATORIAIS SUS 240.430.247 1.753 TOTAL SUS LEITOS 170.869 126.883 (74%) INTERNAÇÕES SUS TOTAL 11.590.793 100% FILANTRÓPICOS

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Dr.Pedro Silveira Gonçalves Filho

Dr.Pedro Silveira Gonçalves Filho A SAÚDE OCULAR NA SAÚDE DO BRASIL Dr.Pedro Silveira Gonçalves Filho CONF. OMS / ALMA- ATA/ URSS-1978 Atenção Primária de Saúde A prevenção da cegueira é parte integrante da atenção primária de saúde. Deve

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

O conceito de assistência à saúde...

O conceito de assistência à saúde... Prof. Humberto Medrado hmedrado@ventureconsultoria.com.br O conceito de assistência à saúde... Estabelecer prioridades Planejar, avaliar e implementar continuamente ações de assistência integral à saúde

Leia mais

ENGENHARIA E ARQUITETURA PÚBLICA UMA VISÃO SISTÊMICA DA POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA A HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL.

ENGENHARIA E ARQUITETURA PÚBLICA UMA VISÃO SISTÊMICA DA POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA A HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL. ENGENHARIA E ARQUITETURA PÚBLICA UMA VISÃO SISTÊMICA DA POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA A HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL. 1- Apresentação A Constituição de 1988, denominada pelo saudoso Deputado

Leia mais

Unimed Brasil. A Unimed é a maior experiência cooperativista na área da saúde em todo o mundo e também a maior rede de assistência médica do Brasil:

Unimed Brasil. A Unimed é a maior experiência cooperativista na área da saúde em todo o mundo e também a maior rede de assistência médica do Brasil: Unimed Brasil A Unimed é a maior experiência cooperativista na área da saúde em todo o mundo e também a maior rede de assistência médica do Brasil: Presente em 83% território nacional; 375 cooperativas

Leia mais

Financiamento da saúde

Financiamento da saúde Financiamento da saúde Sessão de debates temáticos no Senado Federal Senado Federal 19 de setembro de 2013 O Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes que assumiu o desafio de ter um

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

PLANOS UNIMED CONVÊNIO ASDEP Contato: convênios@asdep.com.br

PLANOS UNIMED CONVÊNIO ASDEP Contato: convênios@asdep.com.br PLANOS UNIMED CONVÊNIO ASDEP Contato: convênios@asdep.com.br 1. PLANO UNIMAX COLETIVOS POR ADESÃO Características: Apresentam abrangência Nacional, com atendimentos e ampla utilização na rede Unimed, contando

Leia mais

Modelo Domiciliar de. Assistência ao Doente. Crônico

Modelo Domiciliar de. Assistência ao Doente. Crônico Modelo Domiciliar de Modelos Assistenciais Assistência ao Doente Alternativos Crônico Panorama da Saúde no Brasil Aumento do poder aquisitivo Mudanças no Estilo de Vida Crescimento da População com Planos

Leia mais

A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO

A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO ÍNDICE Diagnóstico Princípios Básicos: 1- Redefinição da atuação pública na saúde 2-Saúde como direito de todos 3-Estabilidade e continuidade das políticas de

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet. Mortalidade

Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet. Mortalidade Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Epidemiologia e Informação - CEInfo Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet Mortalidade Taxa ou Coeficiente

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO LUIZA MACHADO COORDENADORA ATENÇÃO Ä SAÚDE DA PESSOA IDOSA -AÇÕES DO MINISTERIO

Leia mais

DIABETES MELLITUS NO BRASIL

DIABETES MELLITUS NO BRASIL DIABETES MELLITUS NO BRASIL 17º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes PATRÍCIA SAMPAIO CHUEIRI Coordenadora d Geral de Áreas Técnicas DAB/MS Julho, 2012 DIABETES MELITTUS Diabetes é considerado

Leia mais

Pacto Nacional pela Saúde. Mais hospitais e unidades de saúde Mais Médicos Mais Formação

Pacto Nacional pela Saúde. Mais hospitais e unidades de saúde Mais Médicos Mais Formação Pacto Nacional pela Saúde Mais hospitais e unidades de saúde Mais Médicos Mais Formação 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Conheça mais: Programa Mais Médicos Faltam médicos no Brasil De 2003 a 2011, o número de postos

Leia mais

O CUIDADO PRESTADO AO PACIENTE ONCOLÓGICO PELA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA

O CUIDADO PRESTADO AO PACIENTE ONCOLÓGICO PELA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 O CUIDADO PRESTADO AO PACIENTE ONCOLÓGICO PELA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA Aline Paula

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE APLICAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - SUS

ORIENTAÇÕES SOBRE APLICAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - SUS ORIENTAÇÕES SOBRE APLICAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - SUS 1) PAB FIXO Podem ser custeados com o PAB-FIXO, todos os procedimentos pertinentes à atenção básica da saúde (ambulatorial),

Leia mais

Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014.

Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014. Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014. Ministério da Saúde / Secretaria-Executiva Departamento de Monitoramento

Leia mais

Pnad: Um em cada cinco brasileiros é analfabeto funcional

Pnad: Um em cada cinco brasileiros é analfabeto funcional 08/09/2010-10h00 Pesquisa visitou mais de 150 mil domicílios em 2009 Do UOL Notícias A edição 2009 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia

Leia mais

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência?

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Dados preliminares do sistema de informações de mortalidade do Ministério da Saúde de

Leia mais

Profissionais da Saúde e provimento em áreas remotas

Profissionais da Saúde e provimento em áreas remotas I Fórum Internacional sobre Cobertura e Sistemas Universais em Saúde Profissionais da Saúde e provimento em áreas remotas Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde Departamento de Planejamento

Leia mais

Debates GVsaúde. Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões. Denise Eloi Maio/2014

Debates GVsaúde. Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões. Denise Eloi Maio/2014 Debates GVsaúde Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões Denise Eloi Maio/2014 Sistema de Saúde Suplementar 1.274 operadoras de planos de saúde com beneficiários Mais

Leia mais

Mercado de Saúde no Brasil. Jaqueline Castro residecoadm.hu@ufjf.edu.br 40095172

Mercado de Saúde no Brasil. Jaqueline Castro residecoadm.hu@ufjf.edu.br 40095172 Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro residecoadm.hu@ufjf.edu.br 40095172 Constituição de 1988 Implantação do SUS Universalidade, Integralidade e Participação Social As instituições privadas participam

Leia mais

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Linha de Cuidado da Obesidade Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Evolução do excesso de peso e obesidade em adultos 0,8% (1.550.993) da população apresenta obesidade grave 1,14% das

Leia mais

Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery. Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP

Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery. Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP 1 Um pouquinho de teoria Cobertura e acesso universais são essenciais mas não suficientes Valor: patient health

Leia mais

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE Paulo Eduardo Elias* Alguns países constroem estruturas de saúde com a finalidade de garantir meios adequados para que as necessidades

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

PORTO ALEGRE E DEMAIS CAPITAIS BRASILEIRAS

PORTO ALEGRE E DEMAIS CAPITAIS BRASILEIRAS Equipe de Vigilância de Eventos Vitais, Doenças e Agravos não Transmissíveis Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde Secretaria Municipal da Saúde da Prefeitura Municipal de Porto Alegre PORTO ALEGRE

Leia mais

Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014

Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014 Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014 1 Mercado de Planos de Saúde Impactado por 5 Tendências E o Mercado? Continuará a Crescer? 5 Usuário

Leia mais

GRAU DE COBERTURA DOS PLANOS DE SAÚDE E DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DO GASTO PÚBLICO EM SAÚDE

GRAU DE COBERTURA DOS PLANOS DE SAÚDE E DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DO GASTO PÚBLICO EM SAÚDE GRAU DE COBERTURA DOS PLANOS DE SAÚDE E DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DO GASTO PÚBLICO EM SAÚDE Samuel Kilsztajn* Dorivaldo Francisco da Silva** Marcelo Bozzini da Câmara** Vanessa Setsuko Ferreira** RESUMO: O

Leia mais

Sistema Único de Saúde. 15 anos de implantação: Desafios e propostas para sua consolidação.

Sistema Único de Saúde. 15 anos de implantação: Desafios e propostas para sua consolidação. Sistema Único de Saúde 15 anos de implantação: Desafios e propostas para sua consolidação. 2003 Sistema Único de Saúde! Saúde como direito de cidadania e dever do Estado, resultante de políticas públicas

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Produção de bens e serviços de saúde A origem dos bens e serviços ofertados em qualquer setor da economia (oferta ou recursos) pode ser a produção no próprio país ou a importação.

Leia mais

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar - NACISS

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar - NACISS Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar - NACISS 29ª Edição Agosto de 214 SUMÁRIO EXECUTIVO Número de beneficiários de planos médico-hospitalares (Mar/14): 5.722.522; Taxa

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº Altera dispositivos da Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012 que Regulamenta o 3 o do art. 198 da Constituição Federal para dispor sobre os valores mínimos a

Leia mais

GRÁFICO 136. Gasto anual total com transplante (R$)

GRÁFICO 136. Gasto anual total com transplante (R$) GRÁFICO 136 Gasto anual total com transplante (R$) 451 3.5.2.13 Freqüência de transplantes por procedimentos Pela tabela da freqüência anual de transplantes por procedimentos, estes cresceram cerca de

Leia mais

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos Gestão Foto: dreamstime.com Longo caminho Medida da ANS inicia discussão sobre a oferta de medicamentos ambulatoriais para doentes crônicos pelas operadoras de saúde Por Danylo Martins Acontece no mundo

Leia mais

RELATÓRIO DE PESQUISA

RELATÓRIO DE PESQUISA 2011 14 RELATÓRIO DE PESQUISA Relatório da Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS quanto aos aspectos de acesso e qualidade percebida na atenção à saúde, mediante inquérito amostral. Ministério da

Leia mais

II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo

II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo Conhecendo o Grupo 18 COLÉGIOS - PR / SC / RJ / SP/ RS 1 HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - HUSF FUNCLAR FUNDAÇÃO CLARA DE ASSIS UNIFAG UNIDADE DE PESQUISA

Leia mais

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 1 Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Nome fantasia: Projeto de volta prá casa Instituições: Núcleo de Epidemiologia do Serviço de Saúde Comunitária da Gerência de saúde Comunitária

Leia mais

Gestão Estratégica da Cadeia de Suprimentos: Modelos e Tendências SANTA CASA DE SÃO PAULO. Dr. Antonio Carlos Forte

Gestão Estratégica da Cadeia de Suprimentos: Modelos e Tendências SANTA CASA DE SÃO PAULO. Dr. Antonio Carlos Forte Gestão Estratégica da Cadeia de Suprimentos: Modelos e Tendências SANTA CASA DE SÃO PAULO Dr. Antonio Carlos Forte SANTA CASA DE SÃO PAULO Complexo hospitalar formado por dez unidades de assistência a

Leia mais

Experiência no Atendimento Domiciliar ao Paciente Serviço Social

Experiência no Atendimento Domiciliar ao Paciente Serviço Social Experiência no Atendimento Domiciliar ao Paciente Serviço Social Flávia J.Rodrigues de Sá Pinheiro de Melo Assistente Social Especialista em Saúde Mental e Moléstias Infecciosas - Unicamp Serviço Atenção

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde

Pesquisa Nacional de Saúde Diretoria de Pesquisas Coordenação de Trabalho e Rendimento Pesquisa Nacional de Saúde 21/08/15 Histórico INVESTIGAÇÃO DO TEMA SAÚDE... 1998 2003 2008 2013 PNAD Características da PNS Pesquisa Domiciliar

Leia mais

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL SAÚDE DO IDOSO CURSO ESPECÍFICOS ENFERMAGEM - A Saúde do Idoso aparece como uma das prioridades no Pacto pela Vida, o que significa que, pela primeira vez na história das políticas públicas no Brasil,

Leia mais

Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde

Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde Consultoria Técnica para a Gestão da Sinistralidade Suporte para Organização das Auditorias Operadora Consultoria Técnica em OPME Auditorias,

Leia mais

Seminário de Doenças Crônicas

Seminário de Doenças Crônicas Seminário de Doenças Crônicas LINHA DE CUIDADO DE HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES EXPERIÊNCIA DE DIADEMA SP Dra Lidia Tobias Silveira Assistente Gabinete SMS Diadema Linha de cuidado de HAS e DM Experiência

Leia mais

Gestão em Faturamento, Auditoria de Contas e Administração Comercial Hospitalar Capítulo B Gestão Comercial Hospitalar Simulado da Prova de Conceito

Gestão em Faturamento, Auditoria de Contas e Administração Comercial Hospitalar Capítulo B Gestão Comercial Hospitalar Simulado da Prova de Conceito Questão B.1.1 Sobre o escopo e abrangência da Gestão Comercial Hospitalar A) O escopo e abrangência da Gestão Comercial Hospitalar é igual à pratica nas empresas de outros segmentos de mercado B) Abrange

Leia mais

reduzir a mortalidade infantil

reduzir a mortalidade infantil objetivo 4. reduzir a mortalidade infantil A mortalidade infantil reflete as condições socioeconômicas e ambientais de uma região assim como a condição de acesso a um sistema de saúde de qualidade. Além

Leia mais

Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB FGV. Debates. As tendências do Sistema Único de Saúde

Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB FGV. Debates. As tendências do Sistema Único de Saúde Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB Debates FGV As tendências do Sistema Único de Saúde Hospitais sem fins lucrativos Estabelecimentos de saúde que

Leia mais

SECRETARIA DA SAUDE. Fonte:http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1

SECRETARIA DA SAUDE. Fonte:http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1 SECRETARIA DA SAUDE Fonte:http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1 1 2 UBS Equipe da Atenção Básica UBS Equipe da Atenção Básica + EACS Equipe de Agentes Comunitários da Saúde UBS Equipe da Atenção

Leia mais

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 *

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * Andréa Branco Simão UFMG/Cedeplar Luiza de Marilac de Souza UFMG/Cedeplar Palavras Chave:

Leia mais

Redução da mortalidade na infância no Brasil. Setembro de 2013

Redução da mortalidade na infância no Brasil. Setembro de 2013 Redução da mortalidade na infância no Brasil Setembro de 2013 Taxa de mortalidade na infância 62 Redução de 77% em 22 anos (em menores de 5 anos) 1990 33 14 2000 *Parâmetro comparado internacionalmente

Leia mais

O CUIDADO QUE EU PRECISO

O CUIDADO QUE EU PRECISO O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento

Leia mais

UNIMED FESP. Dra. Maria Manuela Almeida Nunes Mazzini. Gerente de Gestão em Saúde. manuela.mazzini@unimedfesp.coop.br 22/07/2013 1

UNIMED FESP. Dra. Maria Manuela Almeida Nunes Mazzini. Gerente de Gestão em Saúde. manuela.mazzini@unimedfesp.coop.br 22/07/2013 1 UNIMED FESP Dra. Maria Manuela Almeida Nunes Mazzini Gerente de Gestão em Saúde manuela.mazzini@unimedfesp.coop.br 1 PERFIL UNIMED UNIMED FESP Quantidade de usuários 565.582 Área de abrangência Quantidade

Leia mais

INTRODUÇÃO (WHO, 2007)

INTRODUÇÃO (WHO, 2007) INTRODUÇÃO No Brasil e no mundo estamos vivenciando transições demográfica e epidemiológica, com o crescente aumento da população idosa, resultando na elevação de morbidade e mortalidade por doenças crônicas.

Leia mais

Programa Saúde da Família - PSF

Programa Saúde da Família - PSF COORDENAÇÃO-GERAL DE NORMAS DE CONTABILIDADE APLICADAS À FEDERAÇÃO - CCONF GERÊNCIA DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE GESTÃO FISCAL - GENOP Programa Saúde da Família - PSF REUNIÃO DO GRUPOS TÉCNICOS DE PADRONIZAÇÃO

Leia mais