Dia Internacional da Erradicação da Pobreza

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Dia Internacional da Erradicação da Pobreza"

Transcrição

1 Rendimento e Condições de Vida de outubro de 2014 Dia Internacional da Erradicação da Pobreza Por ocasião da comemoração do Dia Internacional da Erradicação da Pobreza (17 de outubro), o INE apresenta os resultados definitivos do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento realizado em 2013, sobre rendimentos de 2012, privilegiando uma análise sobre a condição particular da população infantil. De acordo com este inquérito, 18,7% das pessoas estavam em risco de pobreza em 2012, o valor mais elevado no período iniciado em Nesse ano acentuou-se sobretudo a tendência de crescimento do risco de pobreza para as/os menores de 18 anos (24,4%, valor superior em 2,6 p.p. ao verificado em 2011). A tendência para o risco de pobreza na população infantil ser superior ao da restante população é comum ao observado para a União Europeia (UE27), mas a distância entre as famílias com crianças dependentes residentes em Portugal e a média registada para o mesmo tipo de famílias na UE27, tem vindo a aumentar. As crianças 1, grupo populacional com riscos de pobreza ou exclusão social superiores aos da população em geral desde 2010, foram as mais afetadas pelo aumento da pobreza ou exclusão social (mais 3,8 p.p. entre 2012 e 2013). O risco de pobreza para as crianças diminuía com o aumento do nível de escolaridade completado pelos pais, sendo de 37,5% para aquelas com pais que não tinham completado pelo menos o ensino secundário, de 14,1% quando os pais concluíram o ensino secundário ou pós-secundário (não superior) e de 4,1% quando os pais possuíam habilitações académicas de nível superior. Esta condição está alinhada com o facto de, em média, o risco de pobreza para a população adulta diminuir com o aumento do nível de escolaridade. O risco de pobreza para quem possuía habilitações ao nível do ensino secundário ou superior é cerca de metade do risco enfrentado por alguém que detém habilitações académicas inferiores ao ensino secundário. 1 População com menos de 18 anos. Rendimento e Condições de Vida /11

2 Acentuou-se o crescimento da taxa de risco de pobreza das crianças O Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (EU- SILC), realizado em 2013 sobre rendimentos do ano anterior, indica que 18,7% das pessoas estavam em risco de pobreza em 2012, o valor mais elevado no período iniciado em 2009 (entre 2009 e 2011 o risco de pobreza afetava, em média, cerca de 17,9% da população residente). De acordo com os resultados definitivos deste inquérito, a mediana do rendimento monetário líquido por adulto equivalente registou um decréscimo nominal de 1,8% entre 2011 e Consequentemente, o limiar, ou linha de pobreza relativa (que corresponde a 60% da mediana da distribuição dos rendimentos monetários líquidos equivalentes) reduziu-se de euros para euros, ou seja, de 416 euros para 408 euros em termos mensais. Taxa de risco de pobreza segundo o grupo etário, Portugal, EU-SILC ,4% A tendência de crescimento da taxa de risco de pobreza para as/os menores de 18 anos acentuou-se em 2012 (24,4%, valor superior em 2,6 p.p. ao verificado em 2011), num cenário retrospetivo a 2009 em que o risco de pobreza para as crianças é sempre superior ao do resto da população. 18,4% 14,6% anos anos anos Portugal 18,7% Ainda que em menor grau, também a tendência de crescimento do risco de pobreza para a população em idade ativa se acentuou em 2012 (18,4%, valor superior em 1,5 p.p. ao verificado em 2011 e superior em 2,7 p.p. ao verificado em 2009). Ao contrário, a taxa de risco de pobreza para a população idosa, 14,6% em 2012, manteve a tendência decrescente apresentada na série para este indicador (inferior em 6,4 p.p. ao valor de 2009 e menos 14,3 p.p. desde 2003). Taxa de risco de pobreza, Portugal, EU-SILC ,4% 22,4% A tendência para o risco de pobreza na população infantil ser superior ao da restante população é comum ao observado para a média da União Europeia (UE27): em 2012, 20,3% das/dos menores de 18 anos encontravam-se em famílias em risco de pobreza o que compara com um risco de pobreza de 16,6% para o total da população. Na UE27 o efeito da inclusão das transferências sociais, relacionadas com a doença e incapacidade, família, desemprego e inclusão social traduziu-se em menos 14,3 p.p. na taxa de risco de pobreza observada para a população infantil em Em Portugal, no mesmo ano, estas transferências sociais contribuíram em 7,3 p.p. para a redução do risco de pobreza das/dos menores. 21,8% 17,9% 18,0% 17,9% 24,4% 18,7% anos Total Rendimento e Condições de Vida /11

3 Taxa de risco de pobreza após transferências sociais e após transferências relativas a pensões dos 0 aos 17 anos, Portugal e UE27, EU-SILC 2013 PT 31,7% 24,4% UE27 34,6% 20,3% Agravou-se a insuficiência de recursos da população em risco de pobreza A taxa de intensidade da pobreza, que mede em termos percentuais a insuficiência de recursos da população em risco de pobreza, foi de 27,3% em 2012, registando-se um agravamento de 3,3 p.p. face ao défice de recursos registado em 2011 (24,1%) e de 4,6 p.p. relativamente a O valor de 2012 reflete ainda um agravamento considerável do distanciamento para a média na UE27, que tem registado valores estáveis, entre 23,4% em 2009 e 23,8% em Taxa de intensidade da pobreza, Portugal, EU-SILC Após transferências relativas a pensões Após transferências sociais 33,1% respetivamente) e de 8,3 p.p. relativamente ao valor estimado para Na UE27 a taxa de intensidade da pobreza para a população infantil foi de 25,2% em Em Portugal o risco de pobreza das famílias com crianças dependentes é superior à média da UE27 Nos últimos anos tem vindo a agravar-se o risco de pobreza dos agregados com crianças dependentes (19,1% em 2009 e 22,2% em 2012), ao contrário da condição dos agregados sem crianças dependentes que tem vindo a revelar uma ligeira melhoria (16,5% em 2009 e 15,0% em 2012). Taxa de risco de pobreza (60% da mediana) após transferências sociais, por composição do agregado familiar, Portugal, EU-SILC Ano de referência dos dados Total, sem crianças dependentes 16,5 15,8 15,2 15,0 Total, com crianças dependentes 19,1 20,1 20,5 22,2 1 adulto c/ pelo menos 1 criança 37,0 27,9 30,7 33,1 2 adultos com 1 criança 12,6 15,6 16,2 16,0 2 adultos com 2 crianças 17,1 19,8 17,0 19,8 2 adultos com 3 + crianças 33,2 34,5 41,2 40,4 Outros agregados, com crianças 20,7 19,5 22,5 23,8 24,8% 25,1% 26,9% 27,3% EU-SILC N o ta: são consideradas "crianças dependentes" todos os indivíduos com menos de 18 anos, bem como os indivíduos entre 18 e 24 anos economicamente dependentes. 24,1% 22,7% 23,2% anos Total A intensidade da pobreza para a população infantil - em 2012 superior em 5,7 p.p. à verificada para o total da população - registou um aumento de 6,2 p.p. comparativamente a 2011 (33,1% e 26,9%, A comparação com os dados mais recentes (2012) disponíveis para a UE27, permite concluir que tem vindo a aumentar a distância entre as famílias com crianças dependentes residentes em Portugal e a média registada para o mesmo tipo de famílias na UE27 (0,7 p.p. em 2009 e 3,5 p.p. em 2012). Rendimento e Condições de Vida /11

4 Taxa de risco de pobreza (60% da mediana) após transferências sociais, por composição do agregado familiar, UE27, EU-SILC Em Portugal, tal como na UE27, os agregados com crianças dependentes mais afetados pelo risco de pobreza têm sido, consistentemente, os agregados compostos por dois adultos com três ou mais crianças e por um adulto com pelo menos uma criança dependente. No país, a situação em termos de risco de pobreza destes agregados, em 2012, foi estimada em 33,1% para os agregados constituídos por um adulto com pelo menos uma criança dependente e em 40,4% quando constituídos por dois adultos com três ou mais crianças. Ano de referência dos dados ("E) Total, sem crianças dependentes 14,4 15,0 14,9 14,6 Total, com crianças dependentes 18,4 18,7 18,9 18,7 1 adulto c/ pelo menos 1 criança 36,7 34,6 33,4 31,8 2 adultos com 1 criança 11,8 12,6 13,2 12,8 2 adultos com 2 crianças 14,8 15,7 15,2 14,2 2 adultos com 3 + crianças 26,3 25,4 25,5 26,8 Outros agregados, com crianças 18,3 19,5 20,9 21,6 "E - Dado estimado pelo Eurostat EU-SILC ("E) N o ta: são consideradas "crianças dependentes" todos os indivíduos com menos de 18 anos, bem como os indivíduos entre 18 e 24 anos economicamente dependentes. Euro stat, EU-SILC A nível da UE27 as taxas de risco de pobreza estimadas para os agregados constituídos por dois adultos com três ou mais crianças e por um adulto com pelo menos uma criança dependente são inferiores às registadas em Portugal: 26,8% e 31,8% em O risco de pobreza para a população infantil diminui com o nível de escolaridade dos pais Em 2012, 37,5% das crianças com pais que tinham completado no máximo o ensino básico estavam em risco de pobreza. O risco de pobreza para as/os menores de 18 anos diminuía com o aumento do nível de escolaridade completado pelos pais, sendo de 14,1% quando os pais concluíram o ensino secundário ou pós-secundário (não superior) e 4,1% quando os pais possuíam habilitações académicas de nível superior. Taxa de risco de pobreza dos 0 aos 17 anos por nível de escolaridade completo dos pais, Portugal, EU-SILC ,5% 14,1% 4,1% Taxa de risco de pobreza segundo a composição do agregado familiar, Portugal, EU-SILC 2013 Ensino básico Ensino secundário e póssecundário (não superior) Ensino superior Total, sem crianças dependentes 15,0% 1 adulto sem crianças 2 adultos ambos c/ menos de 65 anos, sem crianças 2 adultos, pelo menos 1 c/ anos, sem crianças Outros agregados, sem crianças Total, com crianças dependentes 21,9% 17,0% 13,4% 12,0% 22,2% Esta condição está alinhada com o facto de, em média, o risco de pobreza para população adulta diminuir com o aumento do nível de escolaridade. O risco de pobreza de um detentor de habilitações ao nível do ensino 1 adulto c/ pelo menos 1 criança 33,1% secundário ou superior é cerca de metade do risco 2 adultos com 1 criança 2 adultos com 2 crianças 2 adultos com 3 + crianças Outros agregados, com crianças 16,0% 19,8% 23,8% 40,4% enfrentado por alguém que detém habilitações académicas inferiores ao ensino secundário: em 2012 aquela diferença ultrapassava os 10 p.p. (10,7% e Portugal: 18,7% 21,2%, respetivamente). Rendimento e Condições de Vida /11

5 Taxa de risco de pobreza segundo o sexo, Portugal, EU-SILC 2013 Ensino superior Ensino secundário e pós-secundário (não superior) Ensino básico 3,8% 3,9% 3,7% 9,2% 10,7% 12,1% Total Homens Mulheres 21,2% 20,7% 21,6% Em 2013, mais de ¼ da população residente em Portugal encontrava-se em privação material 3. O risco aumentava para as/os menores, com 29,2% em privação material. Pobreza consistente, Portugal, EU-SILC ,0% 11,8% 11,6% 11,0% 10,4% Por outro lado, este distanciamento é mais acentuado para as mulheres. Para estas o risco de pobreza é em geral superior ao dos homens; contudo as mulheres que concluíram o ensino superior registam um risco de pobreza ligeiramente inferior ao dos homens com as mesmas habilitações académicas (3,7% e 3,9% em 2012). A pobreza consistente atingia 15% das crianças em 2013 A análise da pobreza consistente associa o risco de pobreza calculado com base na distribuição do rendimento disponível por adulto equivalente e o indicador de privação material definido no quadro do EU-SILC, visando obter a proporção de pessoas que se encontram simultaneamente em risco de pobreza e em situação de privação material 2. 8,5% 8,3% 8,2% anos Total A proporção de população em pobreza consistente (ou seja, simultaneamente em risco de pobreza e privação material) era de 10,4% em 2013, contrariando a tendência de ligeira descida que vinha a verificar-se desde 2010 (8,5% em 2010, 8,3% em 2011 e 8,2% em 2012). Para a população infantil, em 2013 este indicador apresentava um valor superior em quase 5 p.p. face à restante população: 15,0% das pessoas com menos de 18 anos encontravam-se em pobreza consistente, percentagem superior à observada nos três anos imediatamente anteriores (11,8% em 2010, 11,0% em 2011 e 11,6% em 2012). 2 De acordo com a estrutura metodológica do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, o indicador anual de pobreza consistente compara os indivíduos que referem a existência de privação material no momento da entrevista com os indivíduos em risco de pobreza no ano anterior (ou seja, com o ano de referência dos rendimentos recolhidos). 3 Os indicadores de privação material baseiam-se num conjunto de nove itens relacionados com as necessidades económicas e de bens duráveis das famílias, cujo elenco se encontra na nota metodológica. Para efeitos do presente destaque são apresentados o indicador geral de privação material, que corresponde às situações em que não existe acesso a pelo menos três de nove itens e o indicador de privação material severa, que corresponde às situações em que não existe acesso a pelo menos quatro de nove itens. Rendimento e Condições de Vida /11

6 As crianças foram as mais afetadas pelo aumento da pobreza ou exclusão social A estratégia Europa 2020 monitoriza anualmente o indicador relativo à população em risco de pobreza ou exclusão social, que conjuga os conceitos de risco de pobreza relativa e de situação de privação material severa, com o conceito de intensidade laboral per capita muito reduzida 4. De acordo com o inquérito realizado em 2013, a proporção da população em risco de pobreza ou exclusão social pessoas em risco de pobreza (18,7%) ou vivendo em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida (12,2%) ou em situação de privação material severa (10,9%) era de 27,4%, constatando-se um aumento superior a 2 p.p. face ao valor de 25,3% no ano anterior. O risco de pobreza ou exclusão social para as/os menores de 18 anos foi, entre 2010 e 2013, sempre superior ao verificado para o total da população, sendo aquela diferença de 4,2 p.p. em Por outro lado, foi também para a população infantil que se registou, entre 2012 e 2013, o maior aumento do risco de pobreza ou exclusão social, de 3,8 p.p. (27,8% em 2012 e 31,6% em 2013). Sobre a Linha de Pobreza ancorada no tempo Uma vez que a taxa de risco de pobreza constitui um indicador que considera, por definição, apenas a distribuição do rendimento monetário líquido em cada ano, é, assim, condicionada pelas alterações do rendimento mediano. A título complementar procedeuse ao cálculo de uma linha de pobreza ancorada em 2009 e atualizada em 2010, 2011 e em 2012 com base na variação do índice de preços no consumidor. Com uma linha de pobreza ancorada em 2009 e atualizada em 2010, 2011 e em 2012, observa-se o aumento da proporção de pessoas em risco de pobreza: 17,9% em 2009, 19,6% em 2010, 21,3% em 2011 e 24,8% em Linha de pobreza ancorada em 2009 e taxa de risco de pobreza (%), Portugal, EU-SILC Ano de referência dos dados un Linha de pobreza a preços de Taxa de risco de pobreza Total % 17,9 19,6 21,3 24,8 anos % 22,4 23,9 26,1 30,9 anos % 15,7 17,7 20,4 23,7 anos % 21,0 21,6 20,0 22,4 EU-SILC Situação análoga ocorre quando se observam os resultados para a população infantil: em 2012, aquela apresentava um risco de pobreza de 30,9%, agravando-se em 4,8 p.p. face ao ano anterior (26,1%). Com uma linha de pobreza ancorada em 2009 ter-se-ia, entre 2009 e 2012, um crescimento de 8,5 p.p. no risco de pobreza das/dos menores. 4 Consideram-se em intensidade laboral muito reduzida todas as pessoas com menos de 60 anos que, no período de referência do rendimento, viviam em agregados familiares em que as/os adultas/os entre os 18 e os 59 anos (excluindo estudantes) trabalharam em média menos de 20% do tempo de trabalho possível. Rendimento e Condições de Vida /11

7 Anexos Indicadores de pobreza segundo o sexo e grupo etário, Portugal, EU-SILC Ano de referência dos dados Taxa de risco de pobreza (60% da mediana) Após transferências sociais (1) Total 17,9 22,4 15,7 21,0 18,0 22,4 16,2 20,0 17,9 21,8 16,9 17,4 18,7 24,4 18,4 14,6 Homens 17,3 24,9 15,0 17,5 17,6 23,8 15,7 18,0 17,5 22,4 16,4 16,1 18,8 24,6 18,5 13,7 Mulheres 18,4 19,8 16,4 23,5 18,4 20,9 16,7 21,4 18,2 21,1 17,4 18,4 18,6 24,2 18,3 15,2 Após transferências relativas a pensões (2) Total 26,4 32,2 25,2 24,9 25,4 30,9 24,4 23,3 25,3 29,6 25,6 20,2 25,5 31,7 26,3 17,4 Homens 26,1 34,8 24,6 21,2 25,2 32,0 24,1 21,1 25,1 30,6 25,2 18,5 25,9 31,5 26,7 16,2 Mulheres 26,7 29,6 25,7 27,5 25,6 29,7 24,7 24,9 25,4 28,6 25,9 21,4 25,2 31,8 25,8 18,2 Taxa de intensidade da pobreza Total 22,7 24,8 25,7 15,9 23,2 25,1 25,9 11,0 24,1 26,9 26,9 11,4 27,3 33,1 31,2 13,4 Homens 23,1 25,4 25,7 12,7 23,4 23,4 26,2 9,5 25,3 28,8 28,1 10,4 28,4 32,7 31,6 12,0 Mulheres 22,6 24,7 25,7 17,3 23,0 28,1 25,0 13,0 23,2 26,8 26,8 12,0 27,0 33,9 30,6 13,5 EU-SILC (1) Inclui rendimentos do trabalho e outros rendimentos privados, pensões de velhice e sobrevivência e outras transferências sociais (2) Inclui rendimentos do trabalho e outros rendimentos privados, pensões de velhice e sobrevivência Rendimento e Condições de Vida /11

8 Indicadores de pobreza segundo o sexo e grupo etário, segundo o sexo e grupo etário, UE27, EU-SILC Ano de referência dos dados ("E) Taxa de risco de pobreza (60% da mediana) Após transferências sociais (1) Total 16,4 20,8 15,3 15,7 16,9 20,8 16,0 15,8 16,9 20,7 16,4 14,5 16,6 20,3 16,4 13,7 Homens 15,7 20,5 14,9 12,7 16,1 20,5 15,5 13,1 16,3 20,3 16,1 12,1 16,1 20,2 16,0 11,4 Mulheres 17,1 21,0 15,7 18,0 17,6 21,0 16,6 17,9 17,5 21,1 16,8 16,3 17,2 20,4 16,8 15,5 Após transferências relativas a pensões (2) Total 25,9 35,2 24,9 19,5 26,3 35,0 25,5 19,5 25,7 34,1 25,4 17,9 25,8 34,6 25,7 17,0 Homens 25,1 34,7 24,2 16,2 25,5 34,9 24,7 16,3 25,0 34,0 24,7 14,9 25,1 34,1 25,0 14,3 Mulheres 26,7 35,6 25,6 22,1 27,0 35,1 26,3 21,9 26,4 34,2 26,1 20,3 26,5 35,0 26,3 19,2 Taxa de intensidade da pobreza Total 23,4 23,9 25,6 16,3 23,3 24,4 25,9 16,7 23,4 23,7 25,8 15,8 23,8 25,2 25,7 15,7 Homens 24,2 23,4 26,4 16,0 24,5 24,3 26,7 16,3 24,4 24,0 26,6 15,9 24,5 25,2 26,5 15,7 Mulheres 22,4 24,6 24,9 16,4 22,5 24,7 24,9 16,9 22,5 23,6 25,0 15,9 23,1 25,3 25,1 16,0 EU-SILC ("E) "E - Dado estimado pelo Eurostat (1) Inclui rendimentos do trabalho e outros rendimentos privados, pensões de velhice e sobrevivência e outras transferências sociais (2) Inclui rendimentos do trabalho e outros rendimentos privados, pensões de velhice e sobrevivência Eurostat, EU-SILC Rendimento e Condições de Vida /11

9 Taxa de risco de pobreza (60% da mediana) após transferências sociais, por composição do agregado familiar, Portugal, EU-SILC Unidade : % Ano de referência dos dados Total, sem crianças dependentes 16,5 15,8 15,2 15,0 1 adulto sem crianças 30,1 27,5 24,2 21,9 1 adulto com menos de 65 anos, sem crianças 22,2 23,2 20,7 22,3 1 adulto com anos, sem crianças 34,9 30,1 26,6 21,6 2 adultos ambos c/ menos de 65 anos, sem crianças 16,6 16,2 16,6 17,0 2 adultos, pelo menos 1 c/ anos, sem crianças 20,3 19,5 16,5 13,4 Outros agregados, sem crianças 9,1 9,1 10,1 12,0 Total, com crianças dependentes 19,1 20,1 20,5 22,2 1 adulto c/ pelo menos 1 criança 37,0 27,9 30,7 33,1 2 adultos com 1 criança 12,6 15,6 16,2 16,0 2 adultos com 2 crianças 17,1 19,8 17,0 19,8 2 adultos com 3 + crianças 33,2 34,5 41,2 40,4 Outros agregados, com crianças 20,7 19,5 22,5 23,8 EU-SILC N o ta: são consideradas "crianças dependentes" todos o s indivíduo s co m meno s de 18, bem co mo o s indivíduo s entre 18 e 24 economicamente dependentes. Taxa de risco de pobreza (60% da mediana) após transferências sociais, por composição do agregado familiar, UE27, EU-SILC Unidade : % Ano de referência dos dados ("E) Total, sem crianças dependentes 14,4 15,0 14,9 14,6 1 adulto sem crianças 24,9 25,6 25,3 24,9 1 adulto com menos de 65 anos, sem crianças 25,9 27,1 27,6 27,5 1 adulto com anos, sem crianças 23,4 23,4 21,9 21,2 2 adultos ambos c/ menos de 65 anos, sem crianças 10,4 11,0 11,1 11,1 2 adultos, pelo menos 1 c/ anos, sem crianças 12,3 12,4 11,3 10,3 Outros agregados, sem crianças 9,0 9,8 10,7 10,5 Total, com crianças dependentes 18,4 18,7 18,9 18,7 1 adulto c/ pelo menos 1 criança 36,7 34,6 33,4 31,8 2 adultos com 1 criança 11,8 12,6 13,2 12,8 2 adultos com 2 crianças 14,8 15,7 15,2 14,2 2 adultos com 3 + crianças 26,3 25,4 25,5 26,8 Outros agregados, com crianças 18,3 19,5 20,9 21,6 "E - Dado estimado pelo Eurostat EU-SILC ("E) N o ta: são consideradas "crianças dependentes" todos o s indivíduo s co m meno s de 18, bem co mo o s indivíduo s entre 18 e 24 economicamente dependentes. Eurostat, EU-SILC Rendimento e Condições de Vida /11

10 Taxa de risco de pobreza, taxa de privação material e pobreza consistente segundo o sexo e grupo etário, Portugal, EU-SILC Ano do inquérito T o ta l a no s a no s 0-17 a no s a no s T o ta l 0-17 a no s Taxa de risco de pobreza (60% da mediana) Total 17,9 22,4 15,7 21,0 18,0 22,4 16,2 20,0 17,9 21,8 16,9 17,4 18,7 24,4 18,4 14,6 Homens 17,3 24,9 15,0 17,5 17,6 23,8 15,7 18,0 17,5 22,4 16,4 16,1 18,8 24,6 18,5 13,7 Mulheres 18,4 19,8 16,4 23,5 18,4 20,9 16,7 21,4 18,2 21,1 17,4 18,4 18,6 24,2 18,3 15,2 Taxa de privação material Total 22,5 27,5 20,5 24,4 20,9 25,2 19,5 21,3 21,8 24,4 21,2 21,7 25,5 29,2 25,2 23,1 Homens 21,9 27,6 20,4 21,0 20,1 23,5 19,7 17,7 21,5 25,1 21,3 18,1 25,3 30,4 25,2 20,1 Mulheres 22,9 27,3 20,5 26,8 21,6 27,0 19,3 23,9 22,2 23,7 21,0 24,3 25,6 27,9 25,2 25,2 Pobreza consistente Total 8,5 11,8 7,1 9,9 8,3 11,0 7,4 8,5 8,2 11,6 7,6 7,1 10,4 15,0 10,2 6,8 Homens 8,3 13,4 6,9 8,0 7,8 10,7 7,3 6,5 8,0 13,0 7,2 5,6 10,5 15,2 10,3 5,8 Mulheres 8,6 10,1 7,3 11,3 8,7 11,3 7,5 10,0 8,4 10,2 7,9 8,3 10,3 14,9 10,0 7,5 EU-SILC População em risco de pobreza ou exclusão social, segundo o sexo e grupo etário, Portugal, EU-SILC Ano do inquérito Total 25,3 28,7 24,1 26,1 24,4 28,6 23,2 24,5 25,3 27,8 25,6 22,2 27,4 31,6 28,5 20,3 Homens 24,8 31,7 23,4 22,3 23,8 29,4 22,6 21,9 24,6 27,6 25,0 19,7 27,4 32,2 28,4 18,3 Mulheres 25,8 25,4 24,8 28,9 25,1 27,8 23,9 26,4 25,9 27,9 26,1 24,0 27,4 31,0 28,5 21,6 EU-SILC N o ta: O indicador População em risco de pobreza ou exclusão social combina indicadores construídos com base em informação relativa ao ano de referência do rendimento (Taxa de risco de pobreza e Intensidade laboral per capita muito reduzida) com um indicador com informação relativa ao ano do inquérito (Taxa de privação material severa). Rendimento e Condições de Vida /11

11 Nota metodológica Os indicadores apresentados neste destaque foram construídos com base no rendimento monetário anual líquido das famílias do ano anterior. Excluem-se, assim, outras fontes de rendimento, nomeadamente o salário em géneros, o autoconsumo, o autoabastecimento e a autolocação. De forma a refletir as diferenças na dimensão e composição das famílias, o rendimento líquido foi transformado em rendimento por adulto equivalente, utilizando a escala de equivalência modificada da OCDE. O rendimento por adulto equivalente é obtido dividindo o rendimento líquido de cada família pela sua dimensão em número de adultos equivalentes e o seu valor atribuído a cada membro da família. Escala de equivalência modificada da OCDE: esta escala atribui um peso de 1 ao primeiro adulto de um agregado; 0,5 aos restantes adultos e 0,3 a cada criança, dentro de cada agregado. A utilização desta escala permite ter em conta as diferenças na dimensão e composição dos agregados. Intensidade laboral per capita muito reduzida: consideram-se em intensidade laboral per capita muito reduzida todos os indivíduos com menos de 60 anos que, no período de referência do rendimento, viviam em agregados familiares em que os adultos entre os 18 e os 59 anos (excluindo estudantes) trabalharam em média menos de 20% do tempo de trabalho possível. Linha de pobreza: limiar do rendimento abaixo do qual se considera que uma família se encontra em risco de pobreza. Este valor foi convencionado pela Comissão Europeia como sendo o correspondente a 60% da mediana do rendimento por adulto equivalente de cada país. População em risco de pobreza ou exclusão social: indivíduos em risco de pobreza ou vivendo em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida ou em situação de privação material severa. Rendimento equivalente: resultado obtido pela divisão do rendimento de cada agregado pela sua dimensão em termos de adultos equivalentes, utilizando a escala de equivalência modificada da OCDE. Nota: Adultos equivalentes é uma unidade de medida da dimensão dos agregados que resulta da aplicação da escala modificada da OCDE. Rendimento monetário líquido: rendimento monetário obtido pelos agregados e por cada um dos seus membros, proveniente do trabalho (trabalho por conta de outrem e por conta própria), de outros rendimentos privados (rendimentos de capital, propriedade e transferências privadas), das pensões e outras transferências sociais, após dedução dos impostos devidos e das contribuições para a segurança social. Taxa de intensidade da pobreza (Relative at risk of poverty gap): corresponde ao quociente entre a diferença do limiar de pobreza e o rendimento mediano dos indivíduos em risco de pobreza relativamente ao limiar de pobreza, em percentagem. Taxa de privação material: corresponde à proporção da população em que se verificam pelo menos três das seguintes nove dificuldades a) Sem capacidade para assegurar o pagamento imediato de uma despesa inesperada próxima do valor mensal da linha de pobreza (sem recorrer a empréstimo); b) Sem capacidade para pagar uma semana de férias, por ano, fora de casa, suportando a despesa de alojamento e viagem para todos os membros do agregado; c) Atraso, motivado por dificuldades económicas, em algum dos pagamentos regulares relativos a rendas, prestações de crédito ou despesas correntes da residência principal, ou outras despesas não relacionadas com a residência principal; d) Sem capacidade financeira para ter uma refeição de carne ou de peixe (ou equivalente vegetariano), pelo menos de 2 em 2 dias; e) Sem capacidade financeira para manter a casa adequadamente aquecida; f) Sem disponibilidade de máquina de lavar roupa por dificuldades económicas; g) Sem disponibilidade de televisão a cores por dificuldades económicas; h) Sem disponibilidade de telefone fixo ou telemóvel, por dificuldades económicas; i) Sem disponibilidade de automóvel (ligeiro de passageiros ou misto) por dificuldades económicas. Taxa de privação material severa: corresponde à proporção da população em que se verificam pelo menos quatro das nove dificuldades descritas em Taxa de privação material. Taxa de risco de pobreza: proporção da população cujo rendimento equivalente se encontra abaixo da linha de pobreza definida como 60% do rendimento mediano por adulto equivalente. Transferências sociais (excluindo pensões): inclui os apoios à família, educação, habitação, doença/invalidez, desemprego, combate à exclusão social. O Inquérito às Condições de Vida e Rendimento das Famílias (EU-SILC) é realizado em Portugal desde 2004, no quadro de legislação comunitária específica (Regulamento nº 1177/2003), que estabelece um sistema comunitário harmonizado de produção de estatísticas sobre a pobreza, privação e exclusão social. Em Portugal, a informação é recolhida com periodicidade anual através de entrevistas presenciais assistidas por computador (CAPI, ou Computer Assisted Personal Interview em inglês). O questionário incorpora perguntas sobre o agregado familiar e também sobre as características pessoais de cada membro, em particular sobre os rendimentos de todos os membros com 16 ou mais anos. Em 2013, o inquérito dirigiu-se a famílias, das quais com resposta completa (com recolha de dados sobre pessoas; com 16 e mais anos). A operação de recolha decorre normalmente entre maio e julho de cada ano. A realização do inquérito visa a obtenção de resultados para o conjunto de todos os indivíduos que no período de referência residem no território nacional. Para o rendimento, este período de referência corresponde ao ano anterior àquele em que são realizadas as entrevistas. Os agregados familiares são escolhidos por amostragem estratificada por conglomerados bietápica a partir da Amostra-Mãe, sendo assegurada a longitudinalidade da amostra e a limitação da carga estatística sobre os respondentes através do estabelecimento de um esquema de utilização anual de 4 subamostras independentes, com substituição de uma delas em cada ano. Assim, cada família responde no máximo a quatro entrevistas, e em cada ano visase a sobreposição de ¾ dos respondentes do ano anterior. Considera-se a estratificação por NUTS nível II e a seleção aleatória de áreas da Amostra-Mãe na primeira etapa e, dentro destas, de 4 ou 5 alojamentos em cada área e subamostra (segunda etapa). São selecionados todos os indivíduos residentes nos alojamentos escolhidos. Em geral, cada subamostra contém cerca de alojamentos. Os resultados estimados são obtidos a partir dos ponderadores de agregado familiar e indivíduo, que permitem replicar as condições reportadas pelos respondentes para o conjunto de famílias residentes em Portugal e para os seus membros, de acordo com pressupostos de semelhança em termos de região, dimensão familiar, idade e sexo. Rendimento e Condições de Vida /11

18,7% em risco de pobreza em 2012

18,7% em risco de pobreza em 2012 Rendimento e Condições de Vida 2013 (Dados Provisórios) 24 de março de 2014 18,7% em risco de pobreza em 2012 O Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (EU-SILC), realizado em 2013 sobre rendimentos

Leia mais

Aumentou a importância relativa das despesas em habitação nos orçamentos das famílias

Aumentou a importância relativa das despesas em habitação nos orçamentos das famílias Aumentou a importância relativa das despesas em habitação nos orçamentos das famílias A despesa anual média dos agregados familiares foi de 20 391, em 2010/2011, de acordo com os resultados definitivos

Leia mais

Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2013

Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2013 Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2013 38% DAS PESSOAS COM IDADE ENTRE 16 E 74 ANOS CONTACTAM COM ORGANISMOS

Leia mais

Do total das despesas das famílias em 2006, Habitação, Alimentação e Transportes representavam mais de metade

Do total das despesas das famílias em 2006, Habitação, Alimentação e Transportes representavam mais de metade Do total das despesas das famílias em 2006, Habitação, Alimentação e Transportes representavam mais de metade O Instituto Nacional de Estatística, de 5 em 5 anos, recolhe informação sobre os orçamentos

Leia mais

Desigualdade Económica em Portugal

Desigualdade Económica em Portugal Observatório Pedagógico Desigualdade Económica em Portugal Carlos Farinha Rodrigues ISEG / Universidade Técnica de Lisboa Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos 18 de Outubro de 2012 2 Objectivos:

Leia mais

Taxa de desemprego estimada em 11,9%

Taxa de desemprego estimada em 11,9% 5 de agosto de 215 Estatísticas do Emprego 2º trimestre de 215 Taxa de desemprego estimada em 11,9% A taxa de desemprego no 2º trimestre de 215 foi de 11,9%. Este valor é inferior em 1,8 pontos percentuais

Leia mais

Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2012

Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2012 Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2012 06 de novembro de 2012 60% das pessoas dos 16 aos 74 anos utilizam Internet

Leia mais

"Retrato social" de Portugal na década de 90

Retrato social de Portugal na década de 90 "Retrato social" de Portugal na década de 9 Apresentam-se alguns tópicos da informação contida em cada um dos capítulos da publicação Portugal Social 1991-21, editada pelo INE em Setembro de 23. Capítulo

Leia mais

Taxa de risco de pobreza foi de 18%

Taxa de risco de pobreza foi de 18% Rendimento e Condições de Vida 2011 (Dados Provisórios) 13 de julho de 2012 Taxa de risco de pobreza foi de 18% A população residente em risco de pobreza foi de 18,0% em 2010, segundo os resultados do

Leia mais

A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010

A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010 Estatísticas do Emprego 4º trimestre de 2010 16 de Fevereiro de 2011 A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010 A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2010 foi de 11,1%. Este

Leia mais

Utilização da Internet cresce quase 20 por cento nos últimos dois anos nas famílias portuguesas

Utilização da Internet cresce quase 20 por cento nos últimos dois anos nas famílias portuguesas Utilização da cresce quase 20 por cento nos últimos dois anos nas famílias portuguesas Mais de metade das famílias portuguesas ainda não dispõe de computador mas o parque informático dos agregados familiares

Leia mais

Cerca de 13% das famílias endividadas têm encargos com a dívida superiores a 40% do seu rendimento

Cerca de 13% das famílias endividadas têm encargos com a dívida superiores a 40% do seu rendimento Inquérito à Situação Financeira das Famílias 2010 25 de maio de 2012 Cerca de 13% das famílias endividadas têm encargos com a dívida superiores a 40% do seu rendimento O Inquérito à Situação Financeira

Leia mais

O risco de pobreza reduziu-se, em 2015, para 19,0%

O risco de pobreza reduziu-se, em 2015, para 19,0% Rendimento e Condições de Vida 2016 (Dados provisórios) 15 de dezembro de 2016 O risco de pobreza reduziu-se, em 2015, para 19,0% De acordo com os resultados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento,

Leia mais

População Portuguesa. Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação 2002 DOCUMENTO METODOLÓGICO

População Portuguesa. Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação 2002 DOCUMENTO METODOLÓGICO População Portuguesa Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação 2002 DOCUMENTO METODOLÓGICO ÍNDICE 1. IDENTIFICAÇÃO E OBJECTIVOS DO INQUÉRITO...3 2. RECOLHA E TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO...3

Leia mais

Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010

Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010 Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010 18 de Maio de 2010 A taxa de desemprego foi de 10,6% no 1º trimestre de 2010 A taxa de desemprego estimada para o 1º trimestre de 2010 foi de 10,6%. Este valor

Leia mais

Indicadores sobre a pobreza. Dados Europeus e Nacionais. A t u a l i z a ç ã o m a r ç o 2 0 1 4

Indicadores sobre a pobreza. Dados Europeus e Nacionais. A t u a l i z a ç ã o m a r ç o 2 0 1 4 Indicadores sobre a pobreza Dados Europeus e Nacionais A t u a l i z a ç ã o m a r ç o 2 0 1 4 EAPN Rede Europeia Anti-Pobreza/ Portugal Rua de Costa Cabral, 2368 4200-218 Porto Telefone 225 420 800 Fax

Leia mais

A taxa de variação média do IPC foi -0,3% em 2014 e a taxa de variação homóloga situou-se em -0,4% em dezembro

A taxa de variação média do IPC foi -0,3% em 2014 e a taxa de variação homóloga situou-se em -0,4% em dezembro 13 de janeiro de 2015 ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR Dezembro de 2014 A taxa de variação média do IPC foi -0,3% em 2014 e a taxa de variação homóloga situou-se em -0,4% em dezembro Em 2014, o Índice de

Leia mais

A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9%

A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9% Estatísticas do Emprego 3º trimestre de 2007 16 de Novembro de 2007 A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9 A taxa de desemprego estimada para o 3º trimestre de 2007 foi de 7,9. Este valor

Leia mais

O risco de pobreza continuou a aumentar em 2013

O risco de pobreza continuou a aumentar em 2013 Rendimento e Condições de Vida 2014 (Dados provisórios) 30 de janeiro de 2015 O risco de pobreza continuou a aumentar em 2013 O Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, realizado em 2014 sobre rendimentos

Leia mais

Indicadores sobre a pobreza

Indicadores sobre a pobreza Indicadores sobre a pobreza Dados Europeus e Nacionais A t u a l i z a ç ã o A g o s t o 2 0 1 2 EAPN Rede Europeia Anti-Pobreza/ Portugal Rua de Costa Cabral, 2368 4200-218 Porto Telefone 225 420 800

Leia mais

Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2010

Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2010 05 DEE NOVVEEMBBRRO DEE 2010 Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2010 Metade dos agregados domésticos em Portugal

Leia mais

Deslocações turísticas de residentes aumentaram

Deslocações turísticas de residentes aumentaram PROCURA TURÍSTICA DOS RESIDENTES 2º Trimestre 2013 31 de outubro de 2013 Deslocações turísticas de residentes aumentaram Entre abril e junho de 2013, os residentes em Portugal efetuaram 3,9 milhões de

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

Indicadores sobre a pobreza. Dados Europeus e Nacionais

Indicadores sobre a pobreza. Dados Europeus e Nacionais Indicadores sobre a pobreza Dados Europeus e Nacionais A t u a l i z a ç ã o O u t u b r o 2 0 1 4 EAPN Rede Europeia Anti-Pobreza/ Portugal Rua de Costa Cabral, 2368 4200-218 Porto Telefone 225 420 800

Leia mais

Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente

Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente 26 de junho de 2014 Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação Maio de 2014 Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente O valor médio de avaliação bancária 1 do total do País foi de 995 euros/m

Leia mais

Observatório Nacional de Recursos Humanos

Observatório Nacional de Recursos Humanos RUBRICA AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO Observatório Nacional de Recursos Humanos Resultados nacionais agregados de 211 O Observatório Nacional de Recursos Humanos (ONRH) celebra este ano 1 anos de existência.

Leia mais

ECONOMIA C E ÁREA DE PROJECTO

ECONOMIA C E ÁREA DE PROJECTO ESCOLA SECUNDÁRIA DE CANEÇAS ECONOMIA C E ÁREA DE PROJECTO SEGURANÇA SOCIAL A DESPESA DA POBREZA Bruno Simões, nº 6 12º D David Figueira, nº 9-12º D Fábio Vilela, nº 13 12º D Professores: Ana Rita Castro

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

Índices de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria Julho de 2014

Índices de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria Julho de 2014 08 de setembro de 2014 Índices de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria Julho de 2014 Diminuição homóloga do Índice de Volume de Negócios na Indústria Em termos nominais,

Leia mais

Censo Demográfico 2010. Resultados gerais da amostra

Censo Demográfico 2010. Resultados gerais da amostra Censo Demográfico 2010 Resultados gerais da amostra Rio de Janeiro, 27 de abril de 2012 População e distribuição relativa População e distribuição relativa (%) para o Brasil e as Grandes Regiões 2000/2010

Leia mais

1. Introdução. 2. Metodologia e Taxa de Adesão. Resultados Nacionais Agregados de 2011

1. Introdução. 2. Metodologia e Taxa de Adesão. Resultados Nacionais Agregados de 2011 1 Resultados Nacionais Agregados de 11 Observatório Nacional de Recursos Humanos Resultados Nacionais Agregados de 11 1. Introdução Desde a sua criação em 02 que o Observatório Nacional de Recursos Humanos

Leia mais

Desigualdade Económica em Portugal

Desigualdade Económica em Portugal Observatório Pedagógico Desigualdade Económica em Portugal Carlos Farinha Rodrigues ISEG / Universidade Técnica de Lisboa AULA ABERTA - ECONOMIA INTERNACIONAL 28/11/2012 28 de Novembro de 2012 2 Objectivos:

Leia mais

População Portuguesa. Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação 2003 DOCUMENTO METODOLÓGICO

População Portuguesa. Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação 2003 DOCUMENTO METODOLÓGICO População Portuguesa Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação 2003 DOCUMENTO METODOLÓGICO ÍNDICE 1. IDENTIFICAÇÃO E OBJECTIVOS DO INQUÉRITO...3 2. RECOLHA E TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO...3

Leia mais

Estatísticas Vitais 2014

Estatísticas Vitais 2014 Estatísticas Vitais 214 3 de abril de 215 Manteve-se o saldo natural negativo e a diminuição do número de casamentos Em 214 registaram-se 82 367 nascimentos com vida de crianças cujas mães eram residentes

Leia mais

Prova Escrita de Economia A

Prova Escrita de Economia A Exame Final Nacional do Ensino Secundário Prova Escrita de Economia A 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 19/01, de 5 de julho Prova 71/.ª Fase Critérios de Classificação 1 Páginas 014 Prova 71/.ª

Leia mais

O PAPEL DAS POLÍTICAS SOCIAIS SUJEITAS A CONDIÇÕES DE RECURSOS NO COMBATE À POBREZA DAS CRIANÇAS E DOS IDOSOS EM PORTUGAL

O PAPEL DAS POLÍTICAS SOCIAIS SUJEITAS A CONDIÇÕES DE RECURSOS NO COMBATE À POBREZA DAS CRIANÇAS E DOS IDOSOS EM PORTUGAL Centro de Investigação Sobre Economia Portuguesa O PAPEL DAS POLÍTICAS SOCIAIS SUJEITAS A CONDIÇÕES DE RECURSOS NO COMBATE À POBREZA DAS CRIANÇAS E DOS IDOSOS EM PORTUGAL Equipa de Investigação Carlos

Leia mais

Comércio Internacional Saídas aumentam 15,1% e Entradas diminuem 3,6%

Comércio Internacional Saídas aumentam 15,1% e Entradas diminuem 3,6% 09 de janeiro de 2012 Estatísticas do Comércio Internacional Novembro de 2011 Comércio Internacional Saídas aumentam 15,1% e Entradas diminuem 3,6% No período de setembro a novembro de 2011, as saídas

Leia mais

Em 2013 perderam-se 4 683 anos potenciais de vida devido à diabetes mellitus

Em 2013 perderam-se 4 683 anos potenciais de vida devido à diabetes mellitus Dia Mundial da diabetes 14 de novembro 1983-2013 EMBARGO ATTÉ 13 DE NOVEMBRO DE 2014,, ÀS 11 HORAS Em 2013 perderam-se 4 683 anos potenciais de vida devido à diabetes mellitus Em 2013, as doenças endócrinas,

Leia mais

Dia Internacional da Erradicação da Pobreza

Dia Internacional da Erradicação da Pobreza Rendimento e Condições de Vida 2014 (Dados definitivos) 16 de outubro de 2015 Dia Internacional da Erradicação da Pobreza Por ocasião da comemoração do Dia Internacional da Erradicação da Pobreza (17 de

Leia mais

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 12 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2003

SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2003 9 de Janeiro de 4 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 3 Em Junho de 3, 38,3% dos agregados domésticos portugueses

Leia mais

Banco de Portugal divulga estatísticas de balanço e taxas de juro dos bancos relativas a 2013

Banco de Portugal divulga estatísticas de balanço e taxas de juro dos bancos relativas a 2013 N.º fevereiro Banco de Portugal divulga estatísticas de balanço e taxas de juro dos bancos relativas a Estatísticas de balanço Aplicações Crédito interno Em e pelo terceiro ano consecutivo, o crédito interno

Leia mais

Por ocasião do Dia Internacional da Mulher - 8 de Março

Por ocasião do Dia Internacional da Mulher - 8 de Março Por ocasião do Dia Internacional da Mulher - 8 de Março Estatísticas no Feminino: Ser Mulher em Portugal, 21-211* Editor Instituto Nacional de Estatística, IP Av. António José de Almeida 1-43 Lisboa, Portugal

Leia mais

Comité da Protecção Social. Relatório sobre indicadores no domínio da pobreza e da exclusão social. Outubro de 2001

Comité da Protecção Social. Relatório sobre indicadores no domínio da pobreza e da exclusão social. Outubro de 2001 Comité da Protecção Social Comité da Protecção Social Relatório sobre indicadores no domínio da pobreza e da exclusão social Outubro de 2001 Relatório sobre indicadores no domínio da pobreza e da exclusão

Leia mais

Envelhecimento da população residente em Portugal e na União Europeia

Envelhecimento da população residente em Portugal e na União Europeia Dia Mundial da População 11 julho de 15 1 de julho de 15 Envelhecimento da população residente em e na União Europeia Para assinalar o Dia Mundial da População (11 de julho), o Instituto Nacional de Estatística

Leia mais

Indicadores Sociais 2010 - Principais Resultados

Indicadores Sociais 2010 - Principais Resultados 29 de dezembro de 2011 Indicadores Sociais (Versão corrigida às 12H) 2010 (Na página 7, Cap. Saúde onde se lia 839 médicos por 100 mil habitantes, deve ler-se 389 médicos por 100 mil habitantes Indicadores

Leia mais

PELA PRIMEIRA VEZ, DESDE QUE HÁ REGISTOS, HOUVE MENOS DE 90 MIL NADOS VIVOS

PELA PRIMEIRA VEZ, DESDE QUE HÁ REGISTOS, HOUVE MENOS DE 90 MIL NADOS VIVOS PELA PRIMEIRA VEZ, DESDE QUE HÁ REGISTOS, HOUVE MENOS DE 90 MIL NADOS VIVOS Pela primeira vez, desde que há registos, observaram-se menos de 90 mil nados vivos em Portugal. De facto, o número de nados

Leia mais

Seminário. 12 novembro 2013. Iniciativa conjunta INE LNEC

Seminário. 12 novembro 2013. Iniciativa conjunta INE LNEC Seminário 12 novembro 2013 Iniciativa conjunta INE LNEC Casa própria ou arrendamento perfil da ocupação residencial emportugal Bárbara Veloso INE 12 novembro 2013 Iniciativa conjunta INE LNEC Sumário Aumentaram

Leia mais

Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações

Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações M ensagens que devem permanecer A pobreza não se combate apenas com caridade ou medidas de emergência. Queremos que a situação melhore

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

Evolução do Número de Beneficiários do RSI

Evolução do Número de Beneficiários do RSI Evolução do Número de Beneficiários do RSI Carlos Farinha Rodrigues De acordo com os dados do Instituto da Segurança Social (ISS), em Julho houve 269.941 pessoas a receber o Rendimento Social de Inserção,

Leia mais

Relatório de evolução da atividade seguradora

Relatório de evolução da atividade seguradora Relatório de evolução da atividade seguradora 1.º Semestre 214 I. Produção e custos com sinistros 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

Um retrato social de Portugal: uma leitura de evoluções ocorridas nos últimos anos

Um retrato social de Portugal: uma leitura de evoluções ocorridas nos últimos anos 27 de dezembro de 2012 Indicadores Sociais 2011 Um retrato social de Portugal: uma leitura de evoluções ocorridas nos últimos anos Em Portugal, existe cada vez maior esperança média de vida à nascença.

Leia mais

Graf. 1 - Índices de preços no consumidor e de inflação subjacente (taxa de variação homóloga e média dos últimos 12 meses) Jun-07. Mar-07.

Graf. 1 - Índices de preços no consumidor e de inflação subjacente (taxa de variação homóloga e média dos últimos 12 meses) Jun-07. Mar-07. ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR Dezembro de 2009 13 de Janeiro 2010 Em 2009 a taxa de variação média diminuiu para -0,8 0,8% e em Dezembro a taxa t de variação homóloga situou-se se em -0, 0,1% Em 2009,

Leia mais

Comunidade de Países de Língua Portuguesa: breve retrato estatístico

Comunidade de Países de Língua Portuguesa: breve retrato estatístico Estatísticas da CPLP 23-21 12 de julho de 213 Comunidade de Países de Língua Portuguesa: breve retrato estatístico A população residente no conjunto dos oito países 1 da Comunidade de Países de Língua

Leia mais

Informar para saber...saber para desenvolver.

Informar para saber...saber para desenvolver. INQUÉRITO AO EMPREGO 4º Trimestre de 2011 Serviço Regional de Estatística dos Açores Informar para saber......saber para desenvolver. INQUÉRITO AO EMPREGO 4º TRIMESTRE DE 2011 NOTA INTRODUTÓRIA A presente

Leia mais

Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017

Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017 Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017 As projeções para a economia portuguesa em 2015-2017 apontam para uma recuperação gradual da atividade ao longo do horizonte de projeção. Após um crescimento

Leia mais

Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas

Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas Atividade Turística Fevereiro de 20 15 de Abril de 20 Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas Os estabelecimentos hoteleiros registaram cerca de 2 milhões

Leia mais

Obras licenciadas e concluídas acentuaram decréscimo em 2013

Obras licenciadas e concluídas acentuaram decréscimo em 2013 Estatísticas da Construção e Habitação 213 9 de julho de 214 Obras licenciadas e concluídas acentuaram decréscimo em 213 De acordo com as Estimativas do Parque Habitacional, em 213 existiam em Portugal

Leia mais

3. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões

3. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões Figura 5 Evolução de empréstimos, depósitos e taxas de juro do setor bancário 3% 2% 1% % -1% -2% -3% -4% -5% -6% -7% -8% Emprés mos concedidos pelo setor bancário (variação anual) dez-1 dez-11 dez-12 dez-13

Leia mais

97% dos indivíduos com idade entre os 10 e os 15 anos utilizam computador, 93% acedem à Internet e 85% utilizam telemóvel

97% dos indivíduos com idade entre os 10 e os 15 anos utilizam computador, 93% acedem à Internet e 85% utilizam telemóvel 97% dos indivíduos com idade entre os 10 e os 15 anos utilizam computador, 93% acedem à Internet e 85% utilizam telemóvel De acordo com o Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da pelas

Leia mais

Workshop de disseminação dos resultados da pobreza em Cabo Verde RESULTADOS DO QUIBB

Workshop de disseminação dos resultados da pobreza em Cabo Verde RESULTADOS DO QUIBB Workshop de disseminação dos resultados da pobreza em Cabo Verde RESULTADOS DO QUIBB 2007 PLANO DE APRESENTAÇÃO OBJECTIVOS METODOLOGIA PRINCIPAIS INDICADORES INCIDENCIA DA POBREZA DISTRIBUIÇÃO DOS POBRES

Leia mais

ndicadores sobre a pobreza

ndicadores sobre a pobreza ndicadores sobre a pobreza Dados Europeus e Nacionais Atualização em Julho de 2011 EAPN Portugal /Rede Europeia Anti-Pobreza Rua de Costa Cabral, 2368 4200-218 Porto Telefone: 225 420 800 Fax: 225 403

Leia mais

Centro de Emprego da Maia. Estágios Emprego. Reativar. Emprego Jovem Ativo. Estímulo Emprego. Mobilidade Geográfica. Empreendedorismo.

Centro de Emprego da Maia. Estágios Emprego. Reativar. Emprego Jovem Ativo. Estímulo Emprego. Mobilidade Geográfica. Empreendedorismo. Centro de Emprego da Maia Estágios Emprego Reativar Emprego Jovem Ativo Estímulo Emprego Mobilidade Geográfica Empreendedorismo Adolfo Sousa maiago, 14 maio 2015 Taxa de Desemprego em Portugal - INE 0

Leia mais

GANHOS MÉDIOS ABRIL 2013. Direção de Serviços de Estatísticas do Trabalho da Direção Regional do Trabalho

GANHOS MÉDIOS ABRIL 2013. Direção de Serviços de Estatísticas do Trabalho da Direção Regional do Trabalho GANHOS MÉDIOS ABRIL 2013 Fonte: Inquérito aos Ganhos e Duração do Trabalho Abril 2013 Direção de Serviços de Estatísticas do Trabalho da Direção Regional do Trabalho/GEE do MEE- Gabinete de Estratégia

Leia mais

Encontros do Observatório 2014 Pobreza Infantil

Encontros do Observatório 2014 Pobreza Infantil º Uma iniciativa: Com apoio: 1 Encontros do Observatório, 23 Maio 2014 1. Contextualização O Observatório de Luta contra a Pobreza na Cidade de Lisboa definiu como prioridade temática para 2014 a, problema

Leia mais

Sr. Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Sras. e Srs. Deputados Sra. e Srs. membros do Governo

Sr. Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Sras. e Srs. Deputados Sra. e Srs. membros do Governo A mulher e o trabalho nos Piedade Lalanda Grupo Parlamentar do Partido Socialista A data de 8 de Março é sempre uma oportunidade para reflectir a realidade da mulher na sociedade, apesar de estes dias

Leia mais

Pnad: Um em cada cinco brasileiros é analfabeto funcional

Pnad: Um em cada cinco brasileiros é analfabeto funcional 08/09/2010-10h00 Pesquisa visitou mais de 150 mil domicílios em 2009 Do UOL Notícias A edição 2009 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia

Leia mais

Conta Satélite da Saúde 2010-2012Pe

Conta Satélite da Saúde 2010-2012Pe Conta Satélite da Saúde 21-212Pe 21 de junho de 213 Em 212 a despesa corrente em saúde voltou a diminuir Em 212, a despesa corrente em saúde voltou a diminuir significativamente (-5,5), após ter registado

Leia mais

Procura Turística dos Residentes 4º Trimestre de 2014

Procura Turística dos Residentes 4º Trimestre de 2014 Procura Turística dos Residentes 4º Trimestre de 2014 30 de abril de 2015 Viagens turísticas dos residentes com ligeiro aumento No 4º trimestre de 2014 os residentes em Portugal realizaram cerca de 4,0

Leia mais

Fundo de Apoio a Famílias

Fundo de Apoio a Famílias gari Fundo de Apoio a Famílias Formulário de Candidatura Identificação do Requerente: Freguesia: N.º de Processo: Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Aveiro Informação de Caráter Confidencial Sexo

Leia mais

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico.

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico. Síntese APRESENTAÇÃO O Relatório da Competitividade é elaborado anualmente, com o objectivo de monitorizar a evolução de um conjunto de indicadores ( Carteira de Indicadores ) em Portugal e a sua comparação

Leia mais

4. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões

4. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões 4. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões O número total de empresas de seguros a operar no mercado nacional manteve-se estável em 212, sem alterações significativas à sua estrutura. Neste

Leia mais

Taxa de analfabetismo

Taxa de analfabetismo B Taxa de analfabetismo B.1................................ 92 Níveis de escolaridade B.2................................ 94 Produto Interno Bruto (PIB) per capita B.3....................... 96 Razão de

Leia mais

Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2014

Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2014 Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 14 Mais de metade dos utilizadores da internet fazem-no em mobilidade De acordo

Leia mais

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 12 Páginas Sem figuras nem imagens, Entrelinha

Leia mais

Observatório Pedagógico. Objectivos: Políticas Redistributivas e Desigualdade em Portugal. Carlos Farinha Rodrigues DESIGUALDADE ECONÓMICA EM PORTUGAL

Observatório Pedagógico. Objectivos: Políticas Redistributivas e Desigualdade em Portugal. Carlos Farinha Rodrigues DESIGUALDADE ECONÓMICA EM PORTUGAL Observatório Pedagógico Políticas Redistributivas e Desigualdade em Portugal Carlos Farinha Rodrigues ISEG / Universidade Técnica de Lisboa Objectivos: 21 22 23 24 25 26 29 21 22 23 24 25 26 29 "shares"

Leia mais

Seminário> Família: realidades e desafios. Instituto de Defesa Nacional / Lisboa - Dias 18 e 19 de Novembro de 2004

Seminário> Família: realidades e desafios. Instituto de Defesa Nacional / Lisboa - Dias 18 e 19 de Novembro de 2004 Instituto de Defesa Nacional / Lisboa - Dias 18 e 19 de Novembro de 2004 1 PADRÕES DE CONSUMO DAS FAMÍLIAS NUMEROSAS EM PORTUGAL Caracterização com base no Inquérito aos Orçamentos Familiares de 2000 >Rute

Leia mais

SEGURANÇA SOCIAL EM NÚMEROS

SEGURANÇA SOCIAL EM NÚMEROS SEGURANÇA SOCIAL SEGURANÇA SOCIAL EM NÚMEROS Continente e Regiões Autónomas Agosto/2015 Direção-Geral da Segurança Social Instituto de Informática, I.P. Í NDICE PÁGINA Pirâmide etária da população residente

Leia mais

CGTP-IN APRESENTA PETIÇÃO: PELO DIREITO AO EMPREGO E À PROTECÇÃO SOCIAL NO DESEMPREGO

CGTP-IN APRESENTA PETIÇÃO: PELO DIREITO AO EMPREGO E À PROTECÇÃO SOCIAL NO DESEMPREGO CGTP-IN APRESENTA PETIÇÃO: PELO DIREITO AO EMPREGO E À PROTECÇÃO SOCIAL NO DESEMPREGO O direito ao trabalho e ao emprego com direitos é cada vez mais posto em causa no nosso país. As políticas seguidas

Leia mais

Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas

Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas Atividade Turística Dezembro de 2012 14 de fevereiro de 2013 Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas As dormidas na hotelaria atingiram 1,7 milhões em dezembro 2012, mais 1,9%

Leia mais

Município de Alfândega da Fé Câmara Municipal

Município de Alfândega da Fé Câmara Municipal Economia-Alfândega da Fé Atividades Económicas do Concelho Pessoas ao Serviço por sector económico, / (%) 70,0% 60,0% 50,0% 53,2% 61,2% 40,0% 30,0% 20,0% 21,5% 16,5% 25,2% 22,3%,0% 0,0% Primário Secundário

Leia mais

Exercício de stress test Europeu: Resultados principais dos bancos portugueses 15 Julho 2011

Exercício de stress test Europeu: Resultados principais dos bancos portugueses 15 Julho 2011 Exercício de stress test Europeu: Resultados principais dos bancos portugueses Julho Esta nota resume as principais características e resultados do exercício de stress test realizado ao nível da União

Leia mais

Construção continua em queda

Construção continua em queda Construção: Obras licenciadas e concluídas 2º Trimestre de 2012 - Dados preliminares 13 de setembro de 2012 Construção continua em queda O licenciamento de obras acentuou a sua trajetória descendente,

Leia mais

Resultados definitivos. Anabela Delgado INE, Gabinete dos Censos 20 de novembro 2012

Resultados definitivos. Anabela Delgado INE, Gabinete dos Censos 20 de novembro 2012 Resultados definitivos Anabela Delgado INE, Gabinete dos Censos 20 de novembro 2012 Temas em Análise População Família Parque Habitacional 1 População 2 População Residente À data do momento censitário

Leia mais

Metodologia. Método de recolha de dados

Metodologia. Método de recolha de dados Amigas dos Idosos Entidade Promotora/co-financiadora Entidades Co-Financiadoras Metodologia Método de recolha de dados O processo de recolha de dados que foi desenvolvido no âmbito do projeto cidades envolveu

Leia mais

INDICADORES ESTATÍSTICOS

INDICADORES ESTATÍSTICOS INDICADORES ESTATÍSTICOS Indicadores Ano Unidade Estrutura Territorial Área 28 Km 2 27 332,4 92 9, Concelhos - Freguesias 28 nº 47-31 38-426 Lugares 28 nº 947 26797 Cidades Estatísticas 28 nº 15 151 Densidade

Leia mais

Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2007

Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2007 03 de Dezembro de 2007 Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2007 77% DOS AGREGADOS DOMÉSTICOS COM LIGAÇÃO À INTERNET

Leia mais

Famílias. Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação 2004. Principais Resultados

Famílias. Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação 2004. Principais Resultados Famílias Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação 2004 Principais Resultados NOTA METODOLÓGICA (SÍNTESE) O Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação

Leia mais

Estatísticas trimestrais sobre processos de falência, insolvência e recuperação de empresas e sobre processos especiais de revitalização (2007-2013)

Estatísticas trimestrais sobre processos de falência, insolvência e recuperação de empresas e sobre processos especiais de revitalização (2007-2013) Abril de 2014 Boletim n.º 15 DESTAQUE ESTATÍSTICO TRIMESTRAL 4º Trimestre de 2013 Estatísticas trimestrais sobre processos de falência, insolvência e recuperação de empresas e sobre processos especiais

Leia mais

Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2008

Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2008 Sociedade da Informação e do Conhecimento 04 de Novembro 2008 Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2008 Banda larga presente em 86% dos agregados domésticos

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros Danos d. Automóvel II PROVISÕES TÉCNICAS E ATIVOS REPRESENTATIVOS

Leia mais

Promover emprego e trabalho com qualidade: dinamizar a contratação colectiva, valorizar e proteger

Promover emprego e trabalho com qualidade: dinamizar a contratação colectiva, valorizar e proteger Promover emprego e trabalho com qualidade: dinamizar a contratação colectiva, valorizar e proteger SEM MAIS EMPREGO NÃO É POSSÍVEL A RECUPERAÇÃO ECONÓMICA DO PAÍS Slides utilizados na intervenção que fiz

Leia mais

Sobre o combate à pobreza

Sobre o combate à pobreza PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar Projeto de Resolução nº 482/XI-1ª Sobre o combate à pobreza O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza assinala-se em Portugal num preocupante quadro

Leia mais

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Apresentação Plenário Comissão Social de Freguesia www.observatorio-lisboa.eapn.pt observatoriopobreza@eapn.pt Agenda I. Objectivos OLCPL e Principais Actividades/Produtos

Leia mais

1.2 Situação patrimonial dos setores não financeiros

1.2 Situação patrimonial dos setores não financeiros .2 Situação patrimonial dos setores não financeiros No primeiro semestre de 203, prosseguiu o processo de ajustamento gradual dos desequilíbrios no balanço dos particulares 3 Nos primeiros seis meses de

Leia mais

RELATÓRIOS E ANÁLISES

RELATÓRIOS E ANÁLISES RELATÓRIOS E ANÁLISES Relatório de Conjuntura n.º 128 1.º Trimestre de 2012 Relatório de Conjuntura n.º 1.º Trimestre de 2012 Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) Ministério da Solidariedade e da

Leia mais

Projeções para a economia portuguesa: 2014-2016

Projeções para a economia portuguesa: 2014-2016 Projeções para a Economia Portuguesa: 2014-2016 1 Projeções para a economia portuguesa: 2014-2016 As projeções para a economia portuguesa apontam para uma recuperação gradual da atividade ao longo do horizonte.

Leia mais

setembro 2015 BARÓMETRO CENTRO DE PORTUGAL

setembro 2015 BARÓMETRO CENTRO DE PORTUGAL setembro 2015 Índice Apresentação Síntese Indicador global de avaliação Fichas de análise Crescimento e Competitividade Potencial Humano Qualidade de Vida Coesão Sustentabilidade Ambiental e Energética

Leia mais

CONTABILIDADE NACIONAL 1

CONTABILIDADE NACIONAL 1 CONTABILIDADE NACIONAL 1 Ópticas de cálculo do valor da produção O produto de um país pode ser obtido por três ópticas equivalentes: Óptica do Produto permite-nos conhecer o valor do produto por sector

Leia mais