O Valor Patrimonial Tributável. Algumas Questões Contabilístico-Fiscais CAPÍTULO I A REFORMA DA TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Valor Patrimonial Tributável. Algumas Questões Contabilístico-Fiscais CAPÍTULO I A REFORMA DA TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO"

Transcrição

1 APEMIP Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal O Valor Patrimonial Tributável Algumas Questões Contabilístico-Fiscais POR: JOAQUIM FERNANDO DA CUNHA GUIMARÃES Mestre em Contabilidade e Auditoria (U. Minho) Lic. Gestão de Empresas (U. Minho) Revisor Oficial de Contas n.º 790 Docente do Ensino Superior Técnico Oficial de Contas n.º 2586 Consultor de Empresas Braga, 6 de Julho de CAPÍTULO I A REFORMA DA TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO 2 Cap. I A Reforma da Tributação do Património 1 Vários Estudos por Especialistas Relatório para o Desenvolvimento da Reforma Fiscal ou Relatório Silva Lopes Relatório Sidónio Pardal Resolução do Conselho de Ministros n.º 119/97, de 14 de Julho Relatório Medina Carreira Relatório Saldanha Sanches 3

2 Cap. I A Reforma da Tributação do Património 2 Frases Paradigmáticas Medina Carreira O imposto sucessório só é pago pelos distraídos Joaquim Guimarães Com a reforma da tributação do património do DL 14/2003, de 30 de Maio a SISA já tem algum siso 4 Cap. I A Reforma da Tributação do Património 3 A Reforma Actual Autorização legislativa pela Lei n.º 16/2003, de 30 de Julho Decreto-Lei n.º 287/2003, de 11 de Novembro que aprovou o: CIMI Código do Imposto Municipal sobre Imóveis CIMT Código do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis Alterou também o CIRC, o CIRS, o EBF, o Código do Imposto de Selo e o Código do Notariado 5 Cap. I A Reforma da Tributação do Património 3 A Reforma Actual (cont.) Antes Código da Constituição Autárquica Código da Contribuição Predial e do Imposto sobre a Industria Agrícola Actualmente OBS Sobre a propriedade CIMI (posse/detenção) Código do Imposto Municipal de SISA e do Imposto sobre as Sucessões e Doações CIMT Sobre a Transmissão Onerosa 6

3 CAPÍTULO II O VALOR PATRIMONIAL TRIBUTÁRIO 7 Cap. II O Valor Patrimonial Tributário 1 Art.º 38.º do CIMI Vt = Vc x A x Ca x Cl x Cq x Cv (art.º 38.º) (art.º 39.º) (art.º 40.º) (art.º 41.º) (art.º 42.º) (art.º 43.º) (art.º 44.º) VALOR m 2 Coeficientes: 0, ,... 2,... 8 Cap. II O Valor Patrimonial Tributário 1 Art.º 38.º do CIMI (cont.) Vt = Valor patrimonial tributário (VPT) Vc = Valor base dos prédios edificados (art.º 39.º do CIMI) A = Área bruta de construção mais a área excedente à área de implementação (art.º 40.º do CIMI) Ca = Coeficiente de afectação (art.º 41.º do CIMI) Cl = Coeficiente de localização (art.º 42.º do CIMI) Cq = Coeficiente de qualidade e conforto (art.º 43.º do CIMI) Cv = Coeficiente de vetustez (art.º 44.º do CIMI) 9

4 Cap. II O Valor Patrimonial Tributário 1 Art.º 38.º do CIMI (cont.) Vt = Vc... x Ca x... Ca Coeficiente de afectação Vc = 200 (por hipótese) Ca (comércio) = 1,20 Vt (parcial) = 200 x 1,2 = 240 Ca (habitação) = 1 Vt (parcial) = 200 x 1 = 200 Ca (Armazéns da actividade industrial) = 0,6 Vt (parcial) = 200 x 0,6 = Cap. II O Valor Patrimonial Tributário 2 Algumas Considerações O objectivo é a aproximação aos valores de mercado Na maioria dos casos o VPT é inferior ao valor de mercado(?) O cálculo do VPT é objectivo, daí que se torne difícil a sua reclamação. Existem poucas reclamações A segunda avaliação (art.º 76.º) e as impugnações (art.º 77.º) 11 Cap. II O Valor Patrimonial Tributário 2 Algumas Considerações (cont.) Está constituído um grupo de trabalho no Fisco para reanálise do VPT O Coeficiente de localização (Cl) é o mais discutível De acordo com informações do Secretario de Estado dos Assuntos Fiscais, foi efectuado um teste de avaliação, por amostragem, tendo-se concluído que a aplicação dos factores de avaliação aproximará o VP dos imóveis entre 80% a 90% dos respectivos valores de mercado 12

5 CAPÍTULO III ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRC 13 Cap. III Alterações ao Código do IRC 1 Transmissões Gratuitas Art.º 15.º n.º 1, al. b) Definição da matéria colectável... incluindo os incrementos patrimoniais obtidos a título gratuito Art.º21.ºn.º2 Para efeitos da determinação do lucro tributável, consideram-se como valor de aquisição dos incrementos patrimoniais obtidos a titulo gratuito o seu valor de mercado, não podendo ser inferior ao que resulta da aplicação das regras de determinação do valor tributável previstas no Código do Imposto do Selo. 14 Cap. III Alterações ao Código do IRC 1 Transmissões Gratuitas (cont.) A redacção anterior do art.º 21.º n.º 1 al. c) referira que não se incluía no LT do IRC, pois tal variação patrimonial não era considerada no LT c) Os incrementos patrimoniais sujeitos a imposto sobre as sucessões e doações Obs.: Para evitar a dupla tributação (IRC e IMSSD) 15

6 Cap. III Alterações ao Código do IRC 1 Transmissões Gratuitas (cont.) A Directriz Contabilística n.º 2 Contabilização, pelo donatário, de activos transmitidos a título gratuito ACTIVO CAPITAL PRÓPRIO VALOR 3... Existências 4... Imobilizado a 576 Reservas Doações Justo Valor Na perspectiva do donatário (quem recebe). E na óptica do doador? 16 Cap. III Alterações ao Código do IRC 2 Transmissões Onerosas (cont.) VPT (apuramento do LT) Alienante ABORDAGEM FISCAL Correcção fiscal positiva (proveito fiscal que não é proveito contabilístico) Campo 257 do Q07/DR22 Adquirente ABORDAGEM CONTABILISTICA - Reintegrações aceites fiscalmente desde que contabilizada a aquisição pelo VPT e as respectivas amortizações; - Custos das mercadorias vendidas e das matérias consumidas 17 Cap. III Alterações ao Código do IRC 2 Transmissões Onerosas (cont.) Pareceres emitidos: Da CNC para a DGCI Da Câmara dos TOC Defende que as Normas Contabilísticas Nacionais e Internacionais não consideram o VPT como Critério Valorimétrico, logo não é passível de registo contabilístico (registo extra-contabilístico) 18

7 Cap. III Alterações ao Código do IRC 2 Transmissões Onerosas (cont.) Valor do contrato (VC) = 100 VPT = 150 D = VPT VC = =50 Alienante/Vendedor Correcção positiva ao LT de 50 no Quadro 07 da DR22 Adquirente/Comprador 3... Existências a 57 Reservas Art.º 58.º A 4... Imobilizado - Não tributada a compra - Variação patrimonial positiva excluída do art.º 21.º al. b) 19 Cap. III Alterações ao Código do IRC 2 Transmissões Onerosas (cont.) ALGUNS ASPECTOS CONCEPTUAIS A expressão Valores normais de mercado O conceito contabilístico do justo valor, cf. Directriz Contabilística n.º 13 Conceito de Justo Valor O Justo Valor é a quantia pela qual um bem (ou serviço) pode ser trocado, entre um comprador conhecedor e interessado e um vendedor nas mesmas condições, numa transacção ao seu alcance 20 Cap. III Alterações ao Código do IRC 2 Transmissões Onerosas (cont.) O Justo Valor pressupõe a existência de um mercado fiável O Justo Valor não raras vezes é o valor que dá jeito ao comprador e ao vendedor(!?) O VPT constituiu uma aproximação ao justo valor (?) i.e. ao valor de mercado Justo Valor dos terrenos e edifícios (cf. item 66 da DC13) Valores de avaliação usualmente estabelecidos com referência aos valores correntes de mercado se disponíveis. 21

8 CAPÍTULO IV APRESENTAÇÃO AO CÓDIGO DO IRS 22 1 Os ganhos da Transmissão Onerosa de Direitos Reais sobre Imóveis podem ser incluídos em: CATEGORIAS EM IRC - B (rendimentos empresariais) - G (mais-valias) 23 2 Mais Valias (n.º 4 do art.º 10.º do CIRS) O ganho é constituída pela diferença entre o valor de realização e o valor de aquisição MV = VR - VA O valor de realização é definido no n.º 1 do art.º 44.º do CIRC no qual há diversas referências ao valor de mercado 24

9 2 Mais Valias (n.º 4 do art.º 10.º do CIRS) (cont.) N.º 2 do art.º 44.º do CIRC Nos casos das..., tratando-se de direitos reais sobre bens imóveis, prevalecerão, quando superiores, os valores por que os bens houverem sido considerados para efeitos de liquidação de IMT ou, não havendo lugar a esta liquidação, os que devessem ser, caso fosse devida Mais Valias (n.º 4 do art.º 10.º do CIRS) (cont.) Há uma intenção clara de aproximar os valores da avaliação aos valores de mercado dos bens: Nos termos do n.º 1 do art.º 15.º do Decreto-Lei n.º 287/2003 Enquanto não se proceder à avaliação geral, os prédios urbanos já inscritos na matriz serão avaliados, nos termos do CIMI, aquando da primeira transmissão ocorrida após a sua entrada em vigor, sem prejuízo, quanto a prédios arrendados, do disposto no art.º 17.º Mais Valias (n.º 4 do art.º 10.º do CIRS) (cont.) Sempre que for transmitido um prédio urbano, será o mesmo avaliado de acordo com as novas regras do CIMI, valendo essa valorização para efeitos de determinação do valor de realização para cálculo de mais valias em IRS 27

10 3 Valor de Aquisição (a título gratuito) Art.º 45.º do CIRS 1 Para a determinação dos ganhos sujeitos a IRS considera-se o valor de aquisição, no caso de bens adquiridos a título gratuito, aquele que haja sido considerado para efeitos de liquidação de imposto do selo. 2 Não havendo lugar à liquidação do imposto referido no número anterior, considerar-se-ão os valores que lhe serviriam de base, caso fosse devido, determinados de harmonia com as empresas próprias daquele imposto Valor de Aquisição (a título gratuito) (cont.) Até agora a mudança da titularidade de um imóvel, fosse a título oneroso, fosse a título gratuito, não tinha qualquer reflexos no valor patrimonial pré-fixado. Agora, havendo transmissão de imóvel, o mesmo é avaliado com base nas regras do CIMI, alterando-se o respectivo VPT. E é esse novo valor que é considerado valor de aquisição para efeitos de determinação de futuras mais valias tributáveis Isenção das Transmissões gratuitas a favor do cônjuge, de ascendentes ou de descendentes, cf. alínea e) do art.º 6.º do CIS Aplica-se também as regras de cálculo do VPT do CIMI Duplo benefício Isenção da transmissão gratuita O valor da aquisição para efeitos de mais valias futuras é o VPT, o que significa uma menor tributação em futura alienação Penalização Maior IMI pela consideração do VPT 30

11 5 Valor de Aquisição (a título oneroso) Art.º 46.º do CIRS 1 No caso de alínea a) do n.º 1 do art.º 10.º, se o bem imóvel houver sido adquirido a título oneroso, considera-se valor de aquisição o que tiver servido para efeitos de liquidação do IMT. 2 Não havendo lugar à liquidação do IMT, considera-se o valor que lhe serviria de base, caso fosse devida, determinado da harmonia com as regras próprias daquele imposto Valor de Aquisição (a título oneroso) (cont.) O n.º 1 do art.º 12.º do CIMIT determina: O IMT incidirá sobre o valor constante do acto ou do contrato ou sobre o valor patrimonial tributário dos imóveis, consoante o que for maior. Se o VPT é superior ao valor do contrato é o VPT que é considerado para efeitos de mais-valias em IRS 32 6 O Caso dos Rendimentos Empresariais (Categoria B) Art.º 31.º-A, n.º 1 Em caso de transmissão onerosa de direitos reais sobre bens imóveis, sempre que o valor constante do contrato seja inferior ao valor definitivo que servir de base à liquidação do imposto municipal sobre as transmissões onerosas de imóveis, ou que serviria no caso de não haver lugar a essa liquidação, é este o valor a considerar para efeitos da determinação do rendimento tributável. 33

12 6 O Caso dos Rendimentos Empresariais (Categoria B) Art.º 31.º-A, n.º 3 o disposto no n.º 1 não prejudica a consideração de valor superior ao aí referido quando a Direcção-Geral dos Impostos demonstre que esse é o valor efectivo da transacção. 34

O VALOR PATRIMONIAL TRIBUTÁRIO Implicações Contabilísticas e Fiscais

O VALOR PATRIMONIAL TRIBUTÁRIO Implicações Contabilísticas e Fiscais APOTEC ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE O VALOR PATRIMONIAL TRIBUTÁRIO Implicações Contabilísticas e Fiscais POR: JOAQUIM FERNANDO DA CUNHA GUIMARÃES Mestre em Contabilidade e Auditoria

Leia mais

Tributação dos imóveis A TRANSMISSÃO CIVIL E A FISCAL

Tributação dos imóveis A TRANSMISSÃO CIVIL E A FISCAL Tributação dos imóveis A TRANSMISSÃO CIVIL E A FISCAL Sua relevância para efeitos de IMT, SELO, IVA, IRS e IRC Texto de Apoio à Formação (não publicado) Por: Abílio Marques Consultor Fiscal Não é uniforme

Leia mais

A Tributação do Património IMI - AVALIAÇÕES. Elaborados por Abílio Marques www.abiliomarques.pt AVALIAÇÕES FISCAIS AICCOPN 2009-03-26

A Tributação do Património IMI - AVALIAÇÕES. Elaborados por Abílio Marques www.abiliomarques.pt AVALIAÇÕES FISCAIS AICCOPN 2009-03-26 A Tributação do Património IMI - AVALIAÇÕES Porto, 26 de Março de 2009 Organização: AICCOPN Porto Elaborados por Abílio Marques www.abiliomarques.pt Espécies de prédios: (artigo 3º) Prédios rústicos (artº

Leia mais

PORTUGAL - SISTEMA FISCAL SOBRE O PATRIMÓNIO IMOBILIÁRIO

PORTUGAL - SISTEMA FISCAL SOBRE O PATRIMÓNIO IMOBILIÁRIO PORTUGAL - SISTEMA FISCAL SOBRE O PATRIMÓNIO IMOBILIÁRIO 1 OS IMPOSTOS SOBRE O PATRIMÓNIO - IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS (IMI) - O IMI é um imposto que incide sobre o valor patrimonial tributário dos

Leia mais

Publicado na revista TOC. Fiscalidade no imobiliário Contrato de locação financeira imobiliária Enquadramento fiscal

Publicado na revista TOC. Fiscalidade no imobiliário Contrato de locação financeira imobiliária Enquadramento fiscal Publicado na revista TOC Fiscalidade no imobiliário Contrato de locação financeira imobiliária Enquadramento fiscal O regime jurídico do contrato de locação financeira, vem consagrado no DL nº 149/95,

Leia mais

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo.

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo. Classificação: 00 0. 0 1. 0 9 GABINETE DO DIRECTOR GERAL Direcção de Serviços do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Activos Fixos Tangíveis Código do IRC Decreto Regulamentar n.º 25/2009,

Leia mais

TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO

TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO Aspectos particulares da sua aplicação Por Abílio Marques Consultor Fiscal Neste trabalho tratamos do modo de efectivar a correcção do lucro tributável, referida no artigo 58-A

Leia mais

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar Fiscalidade em Portugal Um primeiro olhar ÍNDICE 01 IMPOSTOS PORTUGUESES A perspectiva global 02 TRIBUTAÇÃO DO RENDIMENTO Principais regras e taxas 03 TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO Principais regras e taxas

Leia mais

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME SIMPLIFICADO / ACTO ISOLADO. Regime Simplificado de Tributação. Profissionais, Comerciais e Industriais

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME SIMPLIFICADO / ACTO ISOLADO. Regime Simplificado de Tributação. Profissionais, Comerciais e Industriais MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2008 3 A MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS - IRS IDENTIFICAÇÃO DO(S) SUJEITO(S) PASSIVO(S) Sujeito passivo A NIF 06 Sujeito

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 FISCAL E FINANÇAS LOCAIS NEWSLETTER RVR 2 Maio de 2007 ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 Sandra Cristina Pinto spinto@rvr.pt O Decreto Lei nº 238/2006 e a Lei nº 53-A/2006, publicados

Leia mais

O Regime Fiscal nas Transmissões de Imóveis

O Regime Fiscal nas Transmissões de Imóveis O Regime Fiscal nas Transmissões de Imóveis O objectivo da presente reflexão é o de contribuir para uma melhor compreensão do regime fiscal associado a uma das componentes da tributação do património a

Leia mais

TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO

TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO Antas da Cunha LAW FIRM TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO I) MAIS-VALIAS A mais-valia consiste na diferença entre o valor de aquisição (que pode ser gratuita ou onerosa) e o valor de realização

Leia mais

Advocacia e Cidadania

Advocacia e Cidadania REGRA GERAL: SUJEIÇÃO TRIBUTÁRIA (Art. 3.º e 48.º CIRC) IPSS não exercem a título principal uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola Tributadas pelo rendimento global, o qual corresponde

Leia mais

Alterações introduzidas com o Orçamento Geral do Estado para 2009

Alterações introduzidas com o Orçamento Geral do Estado para 2009 PRÁTICA FISCAL II Alterações introduzidas com o Orçamento Geral do Estado para 2009 IMI 1. Os prédios urbanos em ruínas passam a ser equiparados a terrenos de construção para efeitos de avaliação. 2. As

Leia mais

O Orçamento de Estado para 2014 e as alterações fiscais em sede de tributação estática do património imobiliário

O Orçamento de Estado para 2014 e as alterações fiscais em sede de tributação estática do património imobiliário O Orçamento de Estado para 2014 e as alterações fiscais em sede de tributação estática do património imobiliário Orador: Victor Duarte 1.ª Conferência O Informador Fiscal/Lexit A Fiscalidade e o Orçamento

Leia mais

CÓDIGO DO IMT. Elementos estruturantes. Incidência objectiva

CÓDIGO DO IMT. Elementos estruturantes. Incidência objectiva CÓDIGO DO IMT 1 Elementos estruturantes Tributação do património utilizado na aquisição de imóveis; Paradigma de sujeição Os efeitos do contrato de compra e venda (a transmissão da propriedade) Sujeição

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade DOCUMENTAÇÃO Acção de Formação Fiscalidade Painel Fiscalidade ENQUADRAMENTO FISCAL IRS IVA EBF IRC INCIDÊNCIA BASE DO IMPOSTO RENDIMENTOS ISENTOS DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL DETERMINAÇÃO DO RENDIMENTO

Leia mais

Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância

Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância CURSO DIS0508 Curso: Contratos de Construção e Actividades Imobiliárias Aspectos Contabilísticos e Fiscais (NCRF 19) 1 - OBJECTIVOS :

Leia mais

Avaliação geral de prédios urbanos

Avaliação geral de prédios urbanos Avaliação geral de prédios urbanos Foi publicada a Lei n 60-A/2011, de 30/11, que aditou os artigos 15 o -A a 15 -P ao Decreto-Lei n 287/2003, de 12/11, que regulamentam o regime da Avaliação Geral de

Leia mais

A aquisição de qualquer imóvel pressupõe o pagamento de IMT, IMI e imposto de selo.

A aquisição de qualquer imóvel pressupõe o pagamento de IMT, IMI e imposto de selo. Impostos A aquisição de qualquer imóvel pressupõe o pagamento de IMT, IMI e imposto de selo. IMT (Imposto sobre Transmissões Onerosas de Imóveis) Imposto sobre as transmissões onerosas do direito de propriedade

Leia mais

Financiamento e Tributação da Reabilitação Urbana. Guilherme W. d Oliveira Mar=ns 18 de Maio de 2012

Financiamento e Tributação da Reabilitação Urbana. Guilherme W. d Oliveira Mar=ns 18 de Maio de 2012 Financiamento e Tributação da Reabilitação Urbana Guilherme W. d Oliveira Mar=ns 18 de Maio de 2012 Financiamento da Reabilitação Urbana Incen=vos fiscais Incen=vos financeiros - JESSICA Inicia=va privada

Leia mais

CÓDIGO DO IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS

CÓDIGO DO IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS CÓDIGO DO IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS APROVADO PELO DECRETO-LEI N.º 287/2003, DE 12 DE NOVEMBRO ALTERADO/A PELOS SEGUINTES DIPLOMAS: - DECLARAÇÃO DE RECTIFICAÇÃO N.º 4/2004, DE 9 DE JANEIRO - LEI N.º

Leia mais

Obrigações Fiscais conexas com a Actividade Notarial - Funcionalidades do Portal das Finanças

Obrigações Fiscais conexas com a Actividade Notarial - Funcionalidades do Portal das Finanças Obrigações Fiscais conexas com a Actividade Notarial - Funcionalidades do Portal das Finanças as - Coimbra - 29 de Maio de 2010 Lisboa - 10 de Julho de 2010 Porto - 11 de Dezembro de 2010 Pedro Duarte

Leia mais

IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS. O que é. A que tipo de prédios se aplica

IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS. O que é. A que tipo de prédios se aplica IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS O que é A que tipo de prédios se aplica Quem tem de pagar IMI Prédios isentos Reconhecimento Tipo de isenção Prédios classificados como monumentos nacionais ou património

Leia mais

Valor patrimonial tributário superior ao valor da venda

Valor patrimonial tributário superior ao valor da venda 56 Consultório Técnico Aos rendimentos da categoria F (prediais) poderão ser deduzidas algumas despesas inerentes aos imóveis. As despesas com publicidade feita em jornais para arrendar moradias e apartamentos

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS. Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho)

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS. Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho) ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho) Artigo 2.º Conceito de benefício fiscal e de despesa fiscal e respectivo controlo

Leia mais

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Artigo 102.º Objecto É aprovado o regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento

Leia mais

Entradas em espécie. c o n s u l t ó r i o t é c n i c o. de reavaliação (fiscalmente este valor não será considerado).

Entradas em espécie. c o n s u l t ó r i o t é c n i c o. de reavaliação (fiscalmente este valor não será considerado). Entradas em espécie Um empresário em nome individual tem contabilidade organizada desde 1996. Neste ano foram reunidos os elementos contabilísticos para abertura de escrita, mas por lapso não foi atribuído

Leia mais

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O P Ú B L I C A ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico dos Fundos

Leia mais

QUADRO 07 APURAMENTO DO LUCRO TRIBUTÁVEL

QUADRO 07 APURAMENTO DO LUCRO TRIBUTÁVEL 89 QUADRO 07 APURAMENTO DO LUCRO TRIBUTÁVEL Este Quadro, A PREENCHER SOMENTE pelas entidades que exerçam, a título principal, uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola, QUANDO SUJEITAS

Leia mais

DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS

DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS O TRESPASSE DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS Aspectos Fiscais e Contabilísticos Trespasse a título oneroso e a título gratuito; Enquadramento em IRS/IRC do trespassante e no imposto do selo no trespassário;

Leia mais

Descarregue gratuitamente atualizações online em www.portoeditora.pt/direito Condomínio Col. Legislação (06702.90)

Descarregue gratuitamente atualizações online em www.portoeditora.pt/direito Condomínio Col. Legislação (06702.90) orquê as atualizações aos livros da COL. LEGISLAÇÃO? O panorama legislativo nacional é bastante mutável, sendo constante a publicação de novos diplomas. Ao disponibilizar novas atualizações, a ORTO EDITORA

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS FUNDOS ESPECIAIS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S M I S T O S ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII)

Leia mais

VAI COMPRAR CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE!

VAI COMPRAR CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE! VAI COMPRAR CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE! Compra e venda é o contrato pelo qual se transmite a propriedade de uma coisa ou outro direito, mediante um preço Art.º 874.º do Código Civil 1. Legislação

Leia mais

O SISTEMA FISCAL MOÇAMBICANO

O SISTEMA FISCAL MOÇAMBICANO O SISTEMA FISCAL MOÇAMBICANO O sistema tributário moçambicano integra impostos directos e impostos indirectos, actuando a diversos níveis, designadamente: a) Tributação directa dos rendimentos e da riqueza;

Leia mais

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC V Conferência Internacional OTOC/IDEFF/Direcção - Geral dos Impostos 8 e 9 de Outubro de 2010 Apresentado por: José Vieira dos Reis 1 1. Normalização Contabilística 2.

Leia mais

Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro

Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro Reforma da tributação do património, com os novos Códigos do Imposto Municipal sobre Imóveis (CIMI) e do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (CIMT) Decreto-Lei n.º 287/2003, de

Leia mais

PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 02 ÁREA DA SEDE, DIRECÇÃO EFECTIVA OU ESTAB. ESTÁVEL IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO TIPO DE SUJEITO PASSIVO

PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 02 ÁREA DA SEDE, DIRECÇÃO EFECTIVA OU ESTAB. ESTÁVEL IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO TIPO DE SUJEITO PASSIVO MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 009 DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO D E RENDIMENTOS 0 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DESIGNAÇÃO Residente que exerce a título principal actividade comercial industrial

Leia mais

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à Reabilitação Urbana e Nova Lei das Rendas Introdução Como instrumento

Leia mais

No Site do Instituto de Registos e Notariado (www.irn.mj.pt) poderão obter se os Contactos dos Serviços de Registo Predial.

No Site do Instituto de Registos e Notariado (www.irn.mj.pt) poderão obter se os Contactos dos Serviços de Registo Predial. VAI PERMUTAR A SUA CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE! As normas da compra e venda são aplicáveis aos outros contratos onerosos pelos quais se alienam bens ou se estabeleçam encargos sobre eles, na medida

Leia mais

Impostos Diferidos e o SNC

Impostos Diferidos e o SNC Impostos Diferidos e o SNC Na vigência do anterior Plano Oficial de Contabilidade (POC) a Directriz Contabilistica (DC) nº 28, da Comissão de Normalização Contabilística (CNC) veio, em tempo, estabelecer

Leia mais

CATEGORIA G - INCREMENTOS PATRIMONIAIS e MAIS-VALIAS

CATEGORIA G - INCREMENTOS PATRIMONIAIS e MAIS-VALIAS CATEGORIA G - INCREMENTOS PATRIMONIAIS e MAIS-VALIAS Constituem incrementos patrimoniais: As mais-valias, como tal definidas no artigo 10.º; As indemnizações que visem a reparação de danos emergentes não

Leia mais

SEMINÁRIO CROWE HORWATH O CIRC E SUA ADAPTAÇÃO AO SNC. Seminário Crowe Horwath Fevereiro 2011. 2011 Crowe Horwath International

SEMINÁRIO CROWE HORWATH O CIRC E SUA ADAPTAÇÃO AO SNC. Seminário Crowe Horwath Fevereiro 2011. 2011 Crowe Horwath International SEMINÁRIO CROWE HORWATH O CIRC E SUA ADAPTAÇÃO AO SNC 1 1 APRESENTAÇÃO A revogação do POC e o novo Sistema de Normalização Contabilística (SNC) Aspectos fiscais mais relevantes decorrentes da adopção do

Leia mais

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS CIRCULAR Nº 1/2014 Com a aprovação do orçamento do estado para o ano de 2014 publicado pela lei nº 83-C/2013 de 31/12, o governo introduziu várias alterações legislativas significativas em matérias fiscais

Leia mais

Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro. Artigo 28.º Remissões

Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro. Artigo 28.º Remissões CÓDIGO DO IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS (CIMI) (Substitui o Código da Contribuição Autárquica) (Aprovado pelo Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro) Nota: A contribuição autárquica considera-se

Leia mais

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O PA R T I C U L A R ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico

Leia mais

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME CONTABILIDADE ORGANIZADA. Profissionais, Comerciais e Industriais. Agrícolas, Silvícolas e Pecuários

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME CONTABILIDADE ORGANIZADA. Profissionais, Comerciais e Industriais. Agrícolas, Silvícolas e Pecuários MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JAEIRO DE 2009 ORIGIAL PARA A DGCI Os dados recolhidos são processados automaticamente, destinando-se à prossecução das atribuições legalmente cometidas à administração fiscal.

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 287/2003, DE 12 DE NOVEMBRO (COM A ALTERAÇÃO PRODUZIDA PELA LEI Nº60-A/2011, DE 30 DE NOVEMBRO)

DECRETO-LEI Nº 287/2003, DE 12 DE NOVEMBRO (COM A ALTERAÇÃO PRODUZIDA PELA LEI Nº60-A/2011, DE 30 DE NOVEMBRO) DECRETO-LEI Nº 287/2003, DE 12 DE NOVEMBRO (COM A ALTERAÇÃO PRODUZIDA PELA LEI Nº60-A/2011, DE 30 DE NOVEMBRO)... 6 CAPÍTULO III... 6..REGIME TRANSITÓRIO ARTIGO 13.º ELEMENTOS PARA AVALIAÇÕES... 6 ARTIGO

Leia mais

ATRAIR INVESTIMENTO ESTRANGEIRO PARA PORTUGAL OS REGIMES DOS GOLDEN VISA E DOS RESIDENTES NÃO HABITUAIS

ATRAIR INVESTIMENTO ESTRANGEIRO PARA PORTUGAL OS REGIMES DOS GOLDEN VISA E DOS RESIDENTES NÃO HABITUAIS ATRAIR INVESTIMENTO ESTRANGEIRO PARA PORTUGAL OS REGIMES DOS GOLDEN VISA E DOS RESIDENTES NÃO HABITUAIS ENQUADRAMENTO LEGAL Fontes utilizadas: www.sef.pt; www.portugal.gov.pt ENQUADRAMENTO LEGAL A autorização

Leia mais

A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares.

A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares. A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares. Estamos à sua disposição para o aconselhar em questões

Leia mais

Aequivalência patrimonial é um método

Aequivalência patrimonial é um método 32 Fiscalidade A equivalência patrimonial eosimpostos diferidos A equivalência patrimonial e o método do custo têm particularidades que é conveniente ter em conta. Na aplicação dos métodos de contabilização

Leia mais

Lei nº 3-B/2010, de 28 de Abril. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares

Lei nº 3-B/2010, de 28 de Abril. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares ORÇAMENTO DO ESTADO 2010 Lei nº 3-B/2010, de 28 de Abril Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares Artigo 3º - Rendimentos da categoria B nº 3 - Para efeitos do disposto nas alíneas h) e i) do

Leia mais

IMI. Imposto Municipal sobre Imóveis. Trabalho realizado por: Vera Valadeiro. Paula Meireles. Sofia Gonçalves. Paula Machado

IMI. Imposto Municipal sobre Imóveis. Trabalho realizado por: Vera Valadeiro. Paula Meireles. Sofia Gonçalves. Paula Machado IMI Imposto Municipal sobre Imóveis Trabalho realizado por: Vera Valadeiro Paula Meireles Sofia Gonçalves Paula Machado Índice: Introdução Incidência Início da tributação Isenções Determinação do valor

Leia mais

Definição do conceito fiscal de prédio devoluto

Definição do conceito fiscal de prédio devoluto Definição do conceito fiscal de prédio devoluto A dinamização do mercado do arrendamento urbano e a reabilitação e renovação urbanas almejadas no Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), aprovado pela

Leia mais

IVA transmissão de estabelecimento

IVA transmissão de estabelecimento IVA transmissão de estabelecimento É possível, ao abrigo do artigo 3.º, n.º 4 do CIVA transmitir um estabelecimento (isto é, todo o seu activo) de uma sociedade para um empresário em nome individual no

Leia mais

APOIOS E INCENTIVOS À REABILITAÇÃO URBANA

APOIOS E INCENTIVOS À REABILITAÇÃO URBANA APOIOS E INCENTIVOS À REABILITAÇÃO URBANA RJRU REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA AS NOVAS POLÍTICAS Reabilitar em vez de construir Reabilitar a área urbana em vez do edifício Diferenciar a responsabilidade

Leia mais

CAPÍTULO I INCIDÊNCIA... 14 CAPÍTULO II ISENÇÕES... 19 CAPÍTULO III DETERMINAÇÃO DO VALOR TRIBUTÁVEL... 24 CAPÍTULO IV TAXAS... 31

CAPÍTULO I INCIDÊNCIA... 14 CAPÍTULO II ISENÇÕES... 19 CAPÍTULO III DETERMINAÇÃO DO VALOR TRIBUTÁVEL... 24 CAPÍTULO IV TAXAS... 31 CAPÍTULO I INCIDÊNCIA... 14 Artigo 1º Incidência geral... 14 Artigo 2.º Incidência objectiva e territorial... 14 Artigo 3º Incidência simultânea a IMT e a imposto do selo... 16 Artigo 4º Incidência subjectiva...

Leia mais

Descarregue gratuitamente actualizações online em www.portoeditora.pt/direito Fiscal Col. Legislação (06704.24). Novembro, 2009.

Descarregue gratuitamente actualizações online em www.portoeditora.pt/direito Fiscal Col. Legislação (06704.24). Novembro, 2009. orquê as actualizações aos livros da COLECÇÃO LEGISLAÇÃO? O panorama legislativo nacional é bastante mutável, sendo constante a publicação de novos diplomas. Ao disponibilizar novas actualizações, a ORTO

Leia mais

Fiscalidade. As Mais valias e Menos Valias de Partes Sociais em sede de IRS

Fiscalidade. As Mais valias e Menos Valias de Partes Sociais em sede de IRS As Mais valias e Menos Valias de Partes Sociais em sede de IRS 1.1 Enquadramento Geral De acordo com o n.º 1 do artigo 10º do Código do IRS (CIRS) constituem mais-valias os ganhos obtidos que, não sendo

Leia mais

DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES

DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES Perspectiva Contabilística e Fiscal Fases DISSOLUÇÃO LIQUIDAÇÃO PARTILHA Formalidades da Dissolução A dissolução deve obedecer a uma das seguintes formas: Por escritura

Leia mais

NEWSLETTER N.º 4 PORTUGAL FEVEREIRO 2015

NEWSLETTER N.º 4 PORTUGAL FEVEREIRO 2015 NEWSLETTER N.º 4 PORTUGAL FEVEREIRO 2015 FISCALIDADE VERDE Foi aprovado no passado dia 31 de Dezembro, a Lei n.º 82-D/2014 que promove reforma da tributação ambiental, regulamentando assim a Fiscalidade

Leia mais

Portaria 982/2004, de 4 de Agosto

Portaria 982/2004, de 4 de Agosto Portaria 982/2004, de 4 de Agosto Aprova e dá publicidade aos coeficientes a fixar dentro dos limites estabelecidos no Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (CIMI), bem como aprova e dá publicidade

Leia mais

Conferência Sistemas de Informação Geográfica - Que Políticas, afinal?

Conferência Sistemas de Informação Geográfica - Que Políticas, afinal? Conferência Sistemas de Informação Geográfica - Que Políticas, afinal? Graciosa Delgado Judas Gonçalves 22 OUT 2014 CADASTRO PREDIAL E SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICO AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA

Leia mais

Fiscalidade. As Mais-Valias e Menos-Valias de Partes Sociais em sede de IRC. Joana Moniz

Fiscalidade. As Mais-Valias e Menos-Valias de Partes Sociais em sede de IRC. Joana Moniz Joana Moniz Fiscalidade As Mais-Valias e Menos-Valias de Partes Sociais em sede de IRC 1.1. Introdução Com a apresentação deste tema pretendemos estudar e sistematizar a diversidade de situações fiscais

Leia mais

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS.

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS. CATEGORIA E RENDIMENTOS DE CAPITAIS Definem-se rendimentos de capitais, todos os frutos e demais vantagens económicas, qualquer que seja a sua natureza ou denominação, pecuniários ou em espécie, procedentes,

Leia mais

TRIBUTAÇAO DO SECTOR IMOBILIÁRIO EM MOÇAMBIQUE BENTO MACHAÍLA, SECRETÁRIO DO CIMLOP EM REPRESENTAÇAO DE MOÇAMBIQUE

TRIBUTAÇAO DO SECTOR IMOBILIÁRIO EM MOÇAMBIQUE BENTO MACHAÍLA, SECRETÁRIO DO CIMLOP EM REPRESENTAÇAO DE MOÇAMBIQUE TRIBUTAÇAO DO SECTOR IMOBILIÁRIO EM MOÇAMBIQUE BENTO MACHAÍLA, SECRETÁRIO DO CIMLOP EM REPRESENTAÇAO DE MOÇAMBIQUE TRIBUTAÇAO DO SECTOR IMOBILIÁRIO EM MOÇAMBIQUE TRIBUTAÇÃO AOS CONTRATOS DE COMPRA E VENDA

Leia mais

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário Overview pela fiscalidade no sector imobiliário A perspectiva do pequeno investidor II Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa Sociedade de Geografia 16 de Abril de 2015 ÍNDICE DE CONTEÚDOS I INCENTIVOS

Leia mais

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS 1 O E / 2008 IRC 2 Apresentação 1. Acolhimento de recomendações da OCDE 2. Combate à evasão fiscal 3. Aperfeiçoamentos técnico-legislativos 4. Medidas de simplificação

Leia mais

CALENDÁRIO FISCAL Novembro de 2015

CALENDÁRIO FISCAL Novembro de 2015 DATA DE CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS Até ao dia 02 IUC Liquidação, por transmissão eletrónica de dados, e pagamento do Imposto Único de Circulação (IUC), relativo aos veículos cujo aniversário da

Leia mais

O regime fiscal da cisão de sociedades

O regime fiscal da cisão de sociedades O regime fiscal da cisão de sociedades Por Óscar Veloso Membro estagiário A operação de cisão enquadra-se numa série de operações de concentração e reestruturação empresarial. A cisão é utilizada quando

Leia mais

AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES

AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES São sujeitos passivos de: - IRC; - IVA. Têm obrigações previstas no Código do IRS Têm obrigação de documentar as despesas e os pagamentos. Algumas poderão beneficiar

Leia mais

Enquadramento Fiscal

Enquadramento Fiscal Organizações Sem Fins Lucrativos Enquadramento Fiscal Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Organizações Sem Fins Lucrativos Os principais tipos de entidades sem fins lucrativos em Portugal são as associações,

Leia mais

Código do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis

Código do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis www.pwc.pt/inforfisco Código do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis Aprovado pelo Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de novembro Última alteração pela Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O I N T R O D U Ç Ã O O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património

Leia mais

CASA PRONTA. Perguntas & Respostas

CASA PRONTA. Perguntas & Respostas CASA PRONTA Perguntas & Respostas 1. O que é o balcão Casa Pronta? O Casa Pronta é um balcão único onde é possível realizar todas as operações relativas à compra e venda de casa (prédios urbanos). Neste

Leia mais

Regime dos Planos de Poupança em Acções

Regime dos Planos de Poupança em Acções Decreto-Lei n.º 204/95 de 5 de Agosto * A constituição de planos individuais de poupança em acções, além de procurar estimular a canalização dos recursos das famílias para a poupança de longo prazo, visa

Leia mais

Facturação (Questões a Abordar)

Facturação (Questões a Abordar) 1 ção (Questões a Abordar) 1. Emissão de facturas Normas fiscais aplicáveis Quem está obrigado; Quais os tipos de documentos a emitir; Elementos obrigatórios dos documentos; Quais as formas de emissão

Leia mais

II Congresso de Direito Fiscal

II Congresso de Direito Fiscal II Congresso de Direito Fiscal João de Sousa Lisboa, 11 de Outubro de 2011 Tópicos Definições de PME s; Factores fiscais discriminatórios para as PME s; Factores fiscais favoráveis às PME s; Comentários

Leia mais

CALENDÁRIO FISCAL Outubro de 2015

CALENDÁRIO FISCAL Outubro de 2015 CALENDÁRIO FISCAL DATA DE CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS Até ao dia 12 Envio da Declaração Periódica, por transmissão eletrónica de dados, acompanhada dos anexos que se mostrem devidos, pelos sujeitos

Leia mais

Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA

Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA Exercício de 2011 Notas às Demonstrações Financeiras 31 De Dezembro de 2011 e 2010 1. Identificação da entidade Accendo, Lda, inscrita na conservatória

Leia mais

Regime de Reavaliações

Regime de Reavaliações Regime de Reavaliações DL 31/98 REAVALIAÇÃO DE BENS - LEGISLAÇÃO Permite aos sujeitos passivos do IRS e do IRC reavaliar os elementos do seu activo imobilizado tangível, afectos ao exercício de uma actividade

Leia mais

Em primeiro lugar deverá verificar se a transmissão

Em primeiro lugar deverá verificar se a transmissão TOC 113 - Agosto 2009 IVA Facturação a offshore Uma empresa britânica pretende adquirir equipamentos a uma empresa portuguesa. Tratando-se de uma offshore, apenas tem um número de registo, não possuindo

Leia mais

Freguesia de Paços de Brandão

Freguesia de Paços de Brandão REGULAMENTO DE INVENTÁRIO E PATRIMÓNIO (RIP) Freguesia de Paços de Brandão PREÂMBULO Para dar cumprimento ao disposto nas alíneas f) do n.º 1, alínea d) do n.º 2 e alínea a) do n.º 5 do artigo 34.º da

Leia mais

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME CONTABILIDADE ORGANIZADA. Profissionais, Comerciais e Industriais. Agrícolas, Silvícolas e Pecuários

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME CONTABILIDADE ORGANIZADA. Profissionais, Comerciais e Industriais. Agrícolas, Silvícolas e Pecuários MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JAEIRO DE 2010 REDIMETOS DA CATEGORIA B REGIME COTABILIDADE ORGAIZADA 1 DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS Profissionais Comerciais e Industriais 01 Agrícolas Silvícolas e Pecuários

Leia mais

PE ENQUADRAMENTO HISTÓRICO- -CONTABILÍSTICO E PERSPECTIVAS FUTURAS

PE ENQUADRAMENTO HISTÓRICO- -CONTABILÍSTICO E PERSPECTIVAS FUTURAS PE ENQUADRAMENTO HISTÓRICO- -CONTABILÍSTICO E PERSPECTIVAS FUTURAS JOAQUIM FERNANDO DA CUNHA GUIMARÃES Revisor Oficial de Contas n.º 790 Docente do Ensino Superior Técnico Oficial de Contas n.º 2586 Membro

Leia mais

7. A Soc. Z efectuou, pela 1ª vez, ajustamentos em dívidas a receber ( Provisões para créditos de cobrança duvidosa), conforme quadro abaixo:

7. A Soc. Z efectuou, pela 1ª vez, ajustamentos em dívidas a receber ( Provisões para créditos de cobrança duvidosa), conforme quadro abaixo: Considere os seguintes limites fixados para os funcionários públicos (P 30-A/2008): Subsídio de Refeição (4,11 ); Transporte em automóvel próprio ( 0,39 por quilómetro). O SP A está sujeito à seguinte

Leia mais

Reinvestimento. Consignação de rendimentos CONSULTÓRIO

Reinvestimento. Consignação de rendimentos CONSULTÓRIO Reinvestimento A empresa «A», SA, sociedade hoteleira, vendeu em 2007 o edifício (hotel) de que era proprietária. Desta venda resultaram mais-valias fiscais. Para uma perspectiva de continuidade do negócio,

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 8/2015, Série I, de 13/01, Páginas 380-386.

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 8/2015, Série I, de 13/01, Páginas 380-386. Classificação: 060.01.01 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de janeiro Estado: vigente. Resumo:

Leia mais

VAI PERMUTAR A SUA CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE!

VAI PERMUTAR A SUA CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE! VAI PERMUTAR A SUA CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE! As normas da compra e venda são aplicáveis aos outros contratos onerosos pelos quais se alienam bens ou se estabeleçam encargos sobre eles, na medida

Leia mais

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário Overview pela fiscalidade no sector imobiliário A perspectiva do pequeno investidor II Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa Sociedade de Geografia 16 de Abril de 2015 ÍNDICE DE CONTEÚDOS I INCENTIVOS

Leia mais

Lei nº53-a/2006 de 29 Dezembro 2006-1 -

Lei nº53-a/2006 de 29 Dezembro 2006-1 - IRS Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares ------------------------------------------------------------------------ IRS Rendimentos empresariais e profissionais (Categoria B) Estabelece-se para

Leia mais

Regime Fiscal 2013 - Seguros Reais e de Poupança -

Regime Fiscal 2013 - Seguros Reais e de Poupança - Regime Fiscal i) Pessoas Singulares 1. PPR Plano Poupança Reforma pág.2 2. Seguros Vida: Capitalização e Reais pág.4 3. Seguros de Acidentes Pessoais pág.4 4. Seguro de Saúde pág.5 5. Regimes Especiais

Leia mais

Nova derrama da Lei das Finanças Locais

Nova derrama da Lei das Finanças Locais Nova derrama da Lei das Finanças Locais José Silva Jorge 'Partner' da Ernst & Young in Diário de Notícias!"# $%&'(# ) * +!(# ),$%& + * - ) * + *., 01#2 3"#4 2 5, ) ) *, * $%& 2 ) $ * ) + ). ) ("6,. ),

Leia mais

Sistema Fiscal Português

Sistema Fiscal Português Sistema Fiscal Português Índice Introdução 4 1. IRC Imposto sobre Rendimento de Pessoas Colectivas 4 1.1. Características do imposto 4 1.2. Incidência do imposto 5 1.3. Base do imposto 5 1.4. Isenção 5

Leia mais

Calendário Fiscal. Fevereiro de 2014 DIA 10. Segurança Social - declaração de remunerações (Janeiro)

Calendário Fiscal. Fevereiro de 2014 DIA 10. Segurança Social - declaração de remunerações (Janeiro) Calendário Fiscal Fevereiro de 2014 DIA 10 Segurança Social - declaração de remunerações (Janeiro) A entrega da declaração de remunerações referente ao mês de Janeiro de 2014 tem que ser feita obrigatoriamente

Leia mais

Investimento Imobiliário em Angola Guia Prático

Investimento Imobiliário em Angola Guia Prático www.finaccount.com Investimento Imobiliário em Angola Guia Prático Prestação de Serviços de Consultoria Empresarial e Formação Aquisição de bens imóveis O processo de aquisição de bens imóveis em Angola

Leia mais

Lei 71/93 de 26 de ovembro Lei n.º 71/93 Orçamento ao Orçamento do Estado para 1993

Lei 71/93 de 26 de ovembro Lei n.º 71/93 Orçamento ao Orçamento do Estado para 1993 Lei 71/93 de 26 de ovembro Lei n.º 71/93 Orçamento ao Orçamento do Estado para 1993 A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º, alínea h), e 169.º, n.º 3, da Constituição, o seguinte:

Leia mais

Lei n.º 60-A/2011. de 30 de Novembro

Lei n.º 60-A/2011. de 30 de Novembro Lei n.º 60-A/2011 de 30 de Novembro Procede à segunda alteração à Lei do Orçamento do Estado para 2011, aprovada pela Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro, altera o Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro,

Leia mais

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Agosto de 2011 1 Contratos de Construção Enquadramento Contabilístico e Fiscal 2 Revisores e Auditores 7

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Agosto de 2011 1 Contratos de Construção Enquadramento Contabilístico e Fiscal 2 Revisores e Auditores 7 Assuntos Resumo Fiscal/Legal Agosto de 2011 1 Contratos de Construção Enquadramento Contabilístico e Fiscal 2 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL AGOSTO DE 2011 Ministério das Finanças - Gabinete

Leia mais

ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS

ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS Tribunal de Contas LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS I COM IMPLICAÇÕES NA RECEITA ESTADUAL A) No âmbito dos impostos directos sobre o

Leia mais