GESTÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E NO ENSINO BÁSICO

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1 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO GESTÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E NO ENSINO BÁSICO Relatório Colecção Relatórios

2 FICHA TÉCNICA Título Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no Ensino Básico Relatório Autoria Inspecção-Geral da Educação Elaboração: Maria Margarida Paulo e Maria Leonor Duarte Colaboração: Sandrina Rodrigues Colecção Relatórios Edição Inspecção-Geral da Educação (IGE) Av. 24 de Julho, LISBOA Tel.: / Fax: / URL: Coordenação editorial, copidesque, design gráfico, revisão tipográfica e divulgação IGE Divisão de Comunicação e Documentação (DCD) Julho

3 ÍNDICE Introdução Programa Acompanhamento Objectivos da actividade Organização do relatório... 5 METODOLOGIA Selecção dos agrupamentos de escolas e das escolas Recolha de informação Procedimentos e agenda Agrupamentos e escolas intervencionados Caracterização Dados do roteiro RESULTADOS Planificação da acção educativa Projectos educativo e curricular de agrupamento ou escola Planos de actividades Planos e programas nacionais Projectos curriculares de grupo da educação pré-escolar Projectos curriculares de turma do ensino básico Gestão do currículo Educação Pré-Escolar Ensino Básico Coordenação educativa e supervisão pedagógica Conselho de turma Departamento Curricular Conselho Pedagógico Actividades de animação socioeducativa e de enriquecimento curricular Planeamento Supervisão pedagógica Educação pré-escolar animação socioeducativa Primeiro ciclo - actividades de enriquecimento curricular Segundo e terceiro ciclos actividades de enriquecimento curricular Refeições escolares Avaliação dos serviços prestados Relatórios-Síntese

4 4.1 Planificação da acção educativa Gestão do currículo Educação pré-escolar Ensino básico Coordenação educativa e supervisão e pedagógica Conselhos de Turma Departamentos Curriculares Conselho Pedagógico Actividades de animação socioeducativa e de enriquecimento curricular Conclusões Planificação da acção educativa Gestão do currículo Coordenação educativa e supervisão pedagógica Actividades de animação socioeducativa e de enriquecimento curricular Lista de Escolas/Agrupamentos de Escolas Delegação Regional do Norte Delegação Regional do Centro Delegação Regional de Lisboa e Vale do Tejo Delegação Regional do Alentejo Delegação Regional do Algarve

5 INTRODUÇÃO 1.1 Programa Acompanhamento Com as actividades do Programa Acompanhamento, a Inspecção-Geral da Educação visa observar e acompanhar a acção educativa desenvolvida pelos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas. Pretende-se que as actividades deste programa sejam indutoras de melhores práticas de organização e funcionamento das escolas e, consequentemente, contribuam para a melhoria das aprendizagens e dos resultados escolares dos alunos. A actividade Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no Ensino Básico faz parte do Programa Acompanhamento e integra o Plano de Actividades da IGE. Esta actividade teve duas fases. Uma primeira, que decorreu de Outubro de 2009 a Fevereiro de 2010, circunscreveu-se à educação pré-escolar e ao 1.º ciclo do ensino básico, e uma segunda, que decorreu de Março a Junho de 2010, e se estendeu aos 2.º e 3.º ciclos. Refira-se que na primeira foram inspeccionados 84 agrupamentos de escolas e na segunda Objectivos da actividade Com a actividade Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no Ensino Básico pretende-se: Acompanhar a gestão do currículo nacional do ensino básico e a gestão das orientações curriculares para a educação pré-escolar, tendo em conta, designadamente: a articulação entre as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares e entre as actividades lectivas e as de enriquecimento curricular; a implementação dos Planos Nacionais de Leitura, do Ensino do Português, da Matemática, do Ensino Experimental das Ciências e do Plano Tecnológico; Apreciar os procedimentos de articulação curricular e a sequencialidade entre níveis e ciclos educativos; Analisar o planeamento, a monitorização e a avaliação das actividades a desenvolver com as crianças e os alunos. 1.3 Organização do relatório Este relatório apresenta os resultados obtidos, em aspectos relacionados com a gestão do currículo na educação pré-escolar e no ensino básico, nas escolas abrangidas por esta acção de acompanhamento e estrutura-se em cinco capítulos: Capítulo 1 Apresenta o Programa Acompanhamento, os objectivos da actividade e o modo como o relatório se estrutura. Capítulo 2 É dedicado à metodologia adoptada para a realização desta actividade. 5

6 Capítulo 3 Apresenta os resultados obtidos de acordo com as áreas do roteiro da actividade: planificação da acção educativa, gestão do currículo e actividades de animação socioeducativa e de enriquecimento curricular, e respectivos parâmetros de análise, apresentando e interpretando os valores percentuais das afirmações registadas. Capítulo 4 Nas dimensões analisadas destacam-se os aspectos, predominantemente, indicados como mais positivos e a carecer de melhoria, organizados de acordo com os dados dos roteiros da actividade e com as asserções registadas nos relatórios-síntese. Capítulo 5 Apresenta algumas conclusões decorrentes da análise dos registos efectuados nos roteiros e nos relatórios-síntese. 6

7 METODOLOGIA 2.1 Selecção dos agrupamentos de escolas e das escolas Cada Delegação Regional da IGE determinou o número de acções a efectuar e definiu, em conjugação com o desenvolvimento de outras actividades, designadamente a de Resultados Escolares e Estratégias de Melhoria no Ensino Básico e a de Avaliação Externa das Escolas, quais as escolas 1 a intervencionar. 2.2 Recolha de informação A análise dos documentos mencionados no ponto 2.3, assim como as entrevistas a diferentes intervenientes no processo educativo, incluindo as crianças da educação pré-escolar e os alunos do ensino básico, constituíram as fontes de informação. Os dados recolhidos foram registados no roteiro que é o documento orientador da intervenção inspectiva, organizado nas seguintes áreas de análise: I. Planificação da Acção Educativa Projecto Educativo e Curricular, Plano de Actividades, Planos e Programas Nacionais, Projectos Curriculares de Grupo e de Turma; II. III. Gestão do Currículo Educação Pré-escolar, Ensino Básico, Coordenação Educativa e Supervisão Pedagógica; Actividades de Animação Socioeducativa e de Enriquecimento Curricular Planeamento, Supervisão Pedagógica, Animação Socioeducativa na Educação Pré-Escolar, Actividades de Enriquecimento Curricular (1.º, 2.º e 3.º ciclos), Componente de Apoio à Família (1.º ciclo), Refeições Escolares, Transportes Escolares e Avaliação dos Serviços Prestados. Para cada área de análise foi determinado um conjunto de parâmetros, decorrentes do consignado nas orientações curriculares para a educação pré-escolar, no currículo nacional do ensino básico, nos programas em vigor, em orientações e legislação aplicável. Os registos efectuados em cada parâmetro de análise do roteiro, na forma afirmativa de Sim ou negativa de Não, e as especificidades registadas sob a forma de Observações serviram de base à elaboração dos relatórios-síntese. 2.3 Procedimentos e agenda Cada intervenção foi desenvolvida em quatro dias: três dias de trabalho nas escolas e um destinado à elaboração do relatório-síntese. Foi da responsabilidade de cada delegação regional da IGE a gestão do processo, designadamente os reajustamentos de agenda considerados necessários face às especificidades dos contextos educativos em análise. A informação sobre a realização da actividade e respectiva metodologia de trabalho foi antecipadamente dada a conhecer aos directores das escolas. Na oportunidade, foi-lhes solicitada a disponibilização da documentação para análise e a colaboração na organização dos painéis de 1 Neste documento utiliza-se escola para designar um agrupamento de escolas ou uma escola não agrupada. 7

8 entrevistas, designadamente a convocatória dos interlocutores e a obtenção das autorizações escritas dos encarregados de educação para a realização de entrevistas aos respectivos educandos. Concluída a intervenção, as delegações regionais remeteram a cada escola o relatório-síntese, que contemplou, para cada uma das áreas analisadas, os Aspectos mais positivos, os Aspectos que carecem de melhoria e, se necessário, Outros aspectos que merecem referência. Para cada direcção regional de educação, foram enviadas cópias dos relatórios-síntese. Para concretizar a metodologia da actividade os inspectores analisaram os seguintes documentos: Projectos educativo e curricular; Regulamento interno; Plano de actividades; Relatórios de avaliação de projectos e de actividades; Relatórios de auto-avaliação; Projectos curriculares de grupo e de turma: da educação pré-escolar (EPE) 2 do 1.º ciclo (1.º e 4.º anos) 2 do 2.º ciclo (5.º e 6.º anos) 2 do 3.º ciclo (7.º e 9.º anos) 2 Acordo de Colaboração celebrado entre a escola e a entidade promotora das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC); Projectos da escola para o desenvolvimento de planos, programas e projectos nacionais Plano Nacional de Leitura; Programa Nacional de Ensino do Português 1.º ciclo do Ensino Básico; Plano do Ensino Experimental das Ciências, Plano de Acção para a Matemática; Plano Tecnológico da Educação; Actas do conselho pedagógico e dos departamentos curriculares relativas ao ano lectivo em curso; Actas dos conselhos de turma do ano lectivo em curso (turmas cujos projectos curriculares foram seleccionados). No decurso da intervenção poderiam ser solicitados outros documentos considerados pertinentes face ao contexto educativo em análise. Foram auscultados, através de entrevistas em painel, os seguintes intervenientes: Crianças da educação pré-escolar e alunos do ensino básico; Pais e encarregados de educação; Animadores das actividades de animação socioeducativa e técnicos das actividades de enriquecimento curricular; 8

9 Assistentes operacionais e outros trabalhadores envolvidos nas actividades de animação socioeducativa e de enriquecimento curricular, designadamente os que desenvolvem tarefas relacionadas com o serviço de refeições e com o acolhimento de crianças e alunos; Docentes da educação pré-escolar e do ensino básico dos grupos e das turmas cujos projectos curriculares foram objecto de análise; Responsáveis das estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica; Órgãos de direcção e administração, autarquia e parceiros. 2.4 Agrupamentos e escolas intervencionados O QUADRO I apresenta a distribuição regional dos 180 agrupamentos de escolas e das 6 escolas inspeccionadas, no âmbito desta actividade, no ano lectivo de Delegações Regionais QUADRO I DISTRIBUIÇÃO POR DELEGAÇÃO REGIONAL DA IGE Agrupamentos de Escolas Escolas Não Agrupadas Total (N.º) Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve Total Caracterização Os agrupamentos e as escolas onde se realizou a actividade, conforme dados apresentados nos QUADROS II E III, eram frequentados por crianças da educação pré-escolar distribuídas por 1448 grupos e por alunos do ensino básico ( º ciclo; º ciclo, e º ciclo), distribuídos por 6751 turmas. QUADRO II JARDINS-DE-INFÂNCIA, GRUPOS E CRIANÇAS Educação Pré-Escolar Total (N.º) Jardins-de-Infância 712 Grupos da educação pré-escolar 1448 Total de crianças da educação pré-escolar

10 QUADRO III ESCOLAS, TURMAS E ALUNOS Ensino Básico Total (N.º) Escolas 1132 Turmas do 1.º ciclo 4565 Turmas do 1.º ciclo em regime normal 3750 Turmas do 1.º ciclo em regime duplo 815 Total de alunos do 1.º ciclo Turmas do 2.º ciclo 976 Total de alunos do 2 º ciclo Turmas do 3.º ciclo 1210 Total de alunos do 3 º ciclo Total de alunos do ensino básico NOTA De Outubro de 2009 a Fevereiro de 2010 a actividade circunscreveu-se à educação pré-escolar e ao 1.º ciclo e teve lugar em 84 agrupamentos de escolas. De Março a Junho de 2010 alargou-se aos 2.º e 3.º ciclos e abrangeu 96 agrupamentos e seis escolas não agrupadas. 2.5 Dados do roteiro A interpretação das percentagens das afirmações registadas nos parâmetros de análise contidos no roteiro da actividade é feita de acordo com os termos apresentados no QUADRO IV. QUADRO IV TERMOS USADOS PARA INTERPRETAR OS VALORES PERCENTUAIS DAS AFIRMAÇÕES REGISTADAS NOS PARÂMETROS DE ANÁLISE Todas as escolas 100% Quase todas 90% 99% A maioria 61% 89% Mais de metade 50% 60% Quase metade 39% 49% Uma minoria 10% 38% Muito poucas Menos de 10% 10

11 RESULTADOS 3.1. Planificação da acção educativa Projectos educativo e curricular de agrupamento ou escola QUADRO V PROJECTOS EDUCATIVO E CURRICULAR Parâmetros de análise Consagram a orientação educativa do Agrupamento (explicita os princípios, os valores, as metas e as estratégias que se propõe cumprir) Afirmações Definem prioridades curriculares para todos os níveis de educação e ensino 74% Enunciam as competências a adquirir pelos alunos no final de cada ciclo do ensino básico 49% Contemplam orientações e critérios para a avaliação das aprendizagens das crianças e alunos 82% Prevêem a articulação curricular dos níveis de educação e ensino 54% Contemplam a articulação entre as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares 59% 92% Introduzem aspectos regionais e locais 37% A comunidade educativa conhece os projectos educativos e curriculares 78% Está prevista a sua avaliação 83% De acordo com o QUADRO V, os dados obtidos indicam que quase todas as escolas intervencionadas consagravam nos projectos educativo e curricular a respectiva orientação educativa, designadamente ao nível dos princípios, valores e metas (92%). A maioria destes projectos definiam prioridades curriculares para todos os níveis de educação e ensino (74%), contemplavam critérios e orientações para a avaliação das aprendizagens das crianças e dos alunos (82%), eram conhecidos pela comunidade educativa (78%) e continham a previsão da sua avaliação (83%). A articulação curricular entre os diferentes níveis de educação e ensino e a articulação entre as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares estavam previstas em mais de metade dos projectos analisados (54% e 59%, respectivamente). A enunciação das competências a adquirir pelos alunos no final de cada ciclo do ensino básico registava-se em quase metade das escolas (49%) e a introdução de aspectos regionais e locais para o desenvolvimento do currículo estava considerada numa minoria dos projectos educativo e curricular (37%) Planos de actividades QUADRO VI PLANOS DE ACTIVIDADES Parâmetros de análise Afirmações Definem em função do projecto educativo, os objectivos, as formas de organização e de programação das actividades 82% Identificam os recursos necessários à sua execução 60% Incluem as actividades de animação e de apoio à família 54% Incluem as actividades de enriquecimento curricular 41% Consideram a articulação entre as actividades dos níveis de educação e ensino 73% Prevêem a sua avaliação 59% 11

12 Como se pode observar no QUADRO VI, a maioria dos planos de actividades definiam em função do projecto educativo da escola os objectivos, as formas de organização e a programação das actividades (82%) e contemplavam a articulação entre as actividades dos vários níveis de educação e ensino (73%). Mais de metade dos planos identificavam os recursos necessários para a sua execução (60%), incluíam as actividades de animação e de apoio à família (54%) e previam a respectiva avaliação (59%). A referência às actividades de enriquecimento curricular observou-se em quase metade dos referidos planos (41%) Planos e programas nacionais QUADRO VII PLANOS E PROGRAMAS NACIONAIS Parâmetros de análise Educação Pré- Escolar Afirmações Ensino Básico Elaboraram projectos no âmbito: 1.º ciclo 2.º ciclo 3.º ciclo Plano Nacional de Leitura 91% 94% 93% 94% Rede de Bibliotecas Escolares 81% 88% 93% 96% Programa Nacional de Ensino do Português 1.º ciclo % Novo Programa de Português do Ensino Básico % 50% 54% Português Língua não Materna % 33% 36% Plano de Acção para a Matemática % 67% 69% Plano da Matemática II % 78% 82% Novo Programa de Matemática do Ensino Básico % 48% 47% Programa Mais Sucesso Escolar --- 9% 9% 14% Programa de Formação em Ensino Experimental das Ciências 18% 38% 19% 19% Programa Ciência Viva 11% 16% 14% 19% Programa Eco-Escolas 39% 41% 46% 47% Plano Tecnológico da Educação 61% 73% 85% 89% Programa de Promoção e Educação para a Saúde 76% 83% 91% 96% Desporto Escolar % 96% As actividades planeadas estão integradas nos: Afirmações Projecto educativo e curricular 54% Plano de actividades 79% Os dados apresentados no QUADRO VII, referentes à implementação de planos e programas nacionais e à elaboração de projectos, permitem referir que quase todas as escolas elaboraram projectos relativos: ao Plano Nacional de Leitura abrangendo a educação pré-escolar (91%) e o ensino básico 1.º ciclo (94%), 2.º ciclo (93%), 3.º ciclo (94%); à Rede de Bibliotecas Escolares no 2.º (93%) e no 3.º ciclo (96%); ao Programa de Promoção e Educação para a Saúde nos 2.º (91%) e 3.º ciclos (96%), e ao Desporto Escolar, no 2.º (91%) e no 3.º ciclo (96%). Verificou-se que a maioria das escolas desenvolveu projectos no âmbito dos Planos da Matemática, dirigidos aos três ciclos do ensino básico: Plano da Matemática II - 1.º ciclo (78%), 2.º ciclo (78%), 3.º ciclo (82%); Plano de Acção para a Matemática: 2.º ciclo (67%), 3.º ciclo (69%). Os projectos relativos ao Plano Tecnológico da Educação englobaram a educação pré-escolar (61%) e os três ciclos do ensino básico - 1.º ciclo (73%), 2.º ciclo (85%), 3.º ciclo (89%). O Programa de Promoção e Educação para a 12

13 Saúde foi objecto de projectos na educação pré-escolar (76%) e no 1.º ciclo (83%), assim como a Rede de Bibliotecas Escolares na educação pré-escolar (81%) e no 1.º ciclo (88%). Mais de metade das escolas, no 2.º ciclo (50%) e no 3.º ciclo (54%), trabalhou sobre o Novo Programa de Português do Ensino Básico e no 1.º ciclo esta situação verificou-se numa minoria de escolas (26%). Os projectos elaborados sobre o Novo Programa de Matemática do Ensino Básico ocorreram em quase metade das escolas 1.º ciclo (47%), 2.º ciclo (48%) e 3.º ciclo (47%). Verificou-se semelhante incidência para o Programa Eco-Escolas 1.º ciclo (41%), 2.º ciclo (46%) e 3.º ciclo (47%). Relativamente ao Programa Nacional de Ensino do Português 1.º ciclo, quase metade das escolas elaborou projectos neste âmbito (49%). Uma minoria de escolas organizou projectos relativos aos Programas de Formação em Ensino Experimental das Ciências educação pré-escolar (18%), 1.º ciclo (38%), 2.º ciclo (19%) e 3.º ciclo (19%) e Ciência Viva educação pré-escolar (11%), 1.º ciclo (16%), 2.º ciclo (14%) e 3.º ciclo (19%). Os dados recolhidos revelaram que mais de metade das escolas integrou as actividades planeadas no âmbito dos planos e programas nacionais nos projectos educativo e curricular (54%), e a maioria incluiu-as nos seus planos de actividades (79%) Projectos curriculares de grupo da educação pré-escolar QUADRO VIII PROJECTOS CURRICULARES DE GRUPO Parâmetros de análise Afirmações Caracterizam as crianças do grupo 91% Identificam problemas 86% Definem prioridades de intervenção 81% Contemplam as áreas de conteúdo das orientações curriculares 91% Consideram a organização do ambiente educativo 86% Estabelecem metodologias de diferenciação pedagógica 64% Contemplam actividades no âmbito dos planos, programas e projectos nacionais 66% Contemplam actividades no âmbito de projectos locais e da iniciativa da escola 67% Contemplam actividades de utilização das TIC 42% Contemplam a avaliação das aprendizagens das crianças 89% Contém a avaliação periódica numa perspectiva de regulação 69% É divulgado aos pais e encarregados de educação 84% Os valores apresentados no QUADRO VIII reportam-se a 372 projectos curriculares de grupo analisados no âmbito desta actividade, de acordo com os parâmetros de análise descritos. Os educadores titulares de grupo na educação pré-escolar, responsáveis pela elaboração e execução dos respectivos projectos curriculares, foram interpelados através de entrevista. A selecção destes projectos foi da responsabilidade dos directores das escolas. Quase todos os projectos curriculares caracterizavam as crianças que integravam os grupos (91%) e contemplavam as áreas de conteúdo das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar Formação Pessoal e Social, Expressão e Comunicação e Conhecimento do Mundo (91%). A identificação de problemas inerentes ao grupo de crianças (86%), a definição de prioridades de intervenção (81%), a organização do ambiente educativo (86%) e a avaliação das aprendizagens (89%) 13

14 são aspectos considerados na maioria dos projectos analisados. São também contempladas, na maioria daqueles, as metodologias de diferenciação pedagógica (64%), as actividades no âmbito dos planos, programas nacionais (66%), locais e da iniciativa da escola (67%) e a avaliação periódica da execução do projecto, numa perspectiva de regulação (69%). A maioria dos projectos curriculares de grupo eram divulgados aos encarregados de educação (84%) e quase metade destes projectos contemplavam actividades com a utilização das tecnologias de informação e comunicação (42%) Projectos curriculares de turma do ensino básico QUADRO IX PROJECTOS CURRICULARES DE TURMA Parâmetros de análise Afirmações 1.º ciclo 2.º ciclo 3.º ciclo Consideram a caracterização dos alunos da turma 94% 91% 95% Identificam problemas 89% 88% 94% Definem prioridades de intervenção 83% 78% 85% Contemplam todas as componentes do currículo 77% 65% 71% Identificam competências a desenvolver em cada área curricular 73% 60% 64% Contemplam a planificação das áreas curriculares disciplinares e não disciplinares 83% 82% 85% Prevêem experiências de aprendizagem e a sua calendarização 65% 57% 60% Prevêem formas de trabalho interdisciplinar 71% 75% 74% Estabelecem metodologias de diferenciação pedagógica 68% 67% 73% Contemplam actividades no âmbito de planos, programas e projectos nacionais 67% 51% 58% Contemplam actividades no âmbito de projectos locais e da iniciativa da escola 64% 57% 62% Consideram a organização do ambiente educativo 68% 49% 49% Contemplam momentos, modalidades e instrumentos de avaliação das aprendizagens 83% 54% 57% Contêm a avaliação periódica do projecto, numa perspectiva de regulação 74% 62% 72% São divulgados aos pais e encarregados de educação 81% 75% 77% Os valores apresentados no QUADRO IX referem-se aos projectos curriculares de turma analisados: 372 do 1.º ciclo; 188 do 2.º ciclo, e 188 do 3.º ciclo. Estes projectos foram seleccionados pela escola de acordo com a metodologia estabelecida para esta actividade. Para além da análise dos projectos foram entrevistados os docentes titulares de turma e os directores de turma responsáveis pela respectiva elaboração e execução. Considerando os parâmetros em análise verifica-se que quase todos os projectos curriculares caracterizavam os alunos da turma 1.º ciclo (94%), 2.º ciclo (91%), 3.º ciclo 95% e no 3.º ciclo identificavam os respectivos problemas (94%). A maioria destes documentos de trabalho identificava problemas 1.º ciclo (89%), 2.º ciclo (88%); competências a desenvolver em cada área curricular 1.º ciclo (73%), 2.º ciclo (60%), 3.º ciclo (64%); definiam prioridades 1.º ciclo (83%), 2.º ciclo (78%), 3.º ciclo (85%); contemplavam todas as componentes do currículo 1.º ciclo (77%), 2.º ciclo (65%), 3.º ciclo (71%) e a planificação das áreas curriculares disciplinares e não disciplinares 1.º ciclo (83%), 2.º ciclo (82%), 3.º ciclo (85%), perspectivando formas de trabalho interdisciplinar 1.º ciclo (71%), 2.º ciclo (75%), 3.º ciclo (74%), estabelecendo metodologias de diferenciação pedagógica 1.º ciclo (68%), 2.º ciclo (67%), 3.º ciclo (73%). A maioria dos projectos previa, ainda, a sua avaliação periódica numa perspectiva de regulação 1.º ciclo (74%), 2.º ciclo (62%), 3.º ciclo (72%). 14

15 No 1.º ciclo a maioria dos projectos contemplavam, também, actividades no âmbito de planos, programas e projectos nacionais (67%), locais e de iniciativa da escola (64%), prevendo experiências de aprendizagem e respectiva calendarização (65%), consideravam a organização do ambiente educativo (68%) e os momentos, modalidades e instrumentos de avaliação das aprendizagens (83%). Mais de metade dos projectos curriculares de turma, nos 2.º e 3.º ciclos, previam experiências de aprendizagem e a sua calendarização 2.º ciclo (57%), 3.º ciclo (60%), contemplavam actividades no âmbito de planos, programas e projectos nacionais 2.º ciclo (51%), 3.º ciclo (58%), assim como, momentos, modalidades e instrumentos de avaliação das aprendizagens dos alunos 2.º ciclo (54%) 3.º ciclo (57%). Quase metade destes projectos consideravam a organização do ambiente educativo nestes dois ciclos de ensino (2.º e 3.º ciclos 49%). A maioria destes projectos era divulgada aos pais e encarregados de educação 1.º ciclo (81%), 2.º ciclo (75%), 3.º ciclo (77%). 3.2 Gestão do currículo Educação Pré-Escolar QUADRO X GESTÃO DAS ORIENTAÇÕES CURRICULARES Parâmetros de análise Afirmações Realização de actividades que contemplam: A área de formação pessoal e social 93% O domínio da linguagem oral e abordagem à escrita 93% O Plano Nacional de Leitura 88% O domínio da matemática 94% O domínio das expressões (motora, dramática, plástica e musical) 92% A área do Conhecimento do Mundo 93% As ciências experimentais 80% Utilização das TIC nas actividades educativas 55% Articulação entre as diferentes áreas de conteúdo 93% Gestão equilibrada do tempo ao longo do dia, na realização das aprendizagens 92% Utilização de instrumentos diversificados de registo das aprendizagens de cada criança 92% Realização, ao longo do ano lectivo de actividades e projectos de articulação curricular entre a EPE e o EB 77% Informação aos pais e encarregados de educação sobre as actividades a desenvolver 88% Informação aos pais e encarregados de educação sobre o percurso e as aprendizagens das crianças 95% Promoção da participação dos pais e encarregados de educação nas actividades educativas 90% Considerando a construção e a gestão do currículo na educação pré-escolar (QUADRO X), em quase todos os jardins-de-infância o tempo destinado à realização das aprendizagens nas diferentes áreas de conteúdo era gerido, ao longo do dia, de forma equilibrada (92%). Eram realizadas actividades no âmbito da Formação Pessoal e Social (93%), da Expressão e Comunicação: domínio da expressão motora, dramática, plástica e musical (92%); domínio da linguagem oral e abordagem à escrita (93%); domínio da matemática (94%) e do Conhecimento do Mundo (93%), estando prevista a articulação entre as diferentes áreas (93%). Relativamente à avaliação, quase todos os jardins-de-infância utilizavam instrumentos diversificados de registo das aprendizagens das crianças (92%) e promoviam a 15

16 participação dos pais e encarregados de educação nas actividades educativas (90%). Quase todos os jardins-de-infância informavam os pais e encarregados de educação sobre o percurso e as aprendizagens dos seus educandos (95%). Na maioria dos jardins-de-infância realizavam-se actividades do Plano Nacional de Leitura (88%) e de ciências experimentais (80%). Do mesmo modo, estes desenvolviam, ao longo do ano lectivo, em idêntica proporção, projectos de articulação curricular com o 1.º ciclo (77%) e informavam os pais e encarregados de educação sobre as actividades a realizar com as crianças (88%). A utilização das tecnologias da informação e comunicação nas actividades educativas verificava-se em mais de metade dos jardins-de-infância (55%) Ensino Básico QUADRO XI GESTÃO DO CURRÍCULO Afirmações Parâmetros de análise 1.º ciclo 2.º ciclo 3.º ciclo Coerência do planeamento com as orientações dos departamentos curriculares 86% 87% 89% Gestão equilibrada do tempo na leccionação das áreas curriculares 82% Desenvolvimento, ao longo do ano lectivo, de projectos e actividades de articulação curricular 85% 86% 89% Utilização das TIC nos processos de ensino e de aprendizagem 73% 85% 89% Realização de actividades de pesquisa 86% 88% 91% Realização de projectos articulados e integradores no âmbito da Área de Projecto 87% 89% 91% Realização de actividades no âmbito do Estudo Acompanhado 90% 90% 93% Realização de actividades no âmbito da Formação Cívica 91% 90% 93% Articulação entre as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares 89% 89% 93% Articulação curricular entre ciclos 63% 66% 62% Utilização de instrumentos diversificados de registo das aprendizagens de cada aluno 91% 90% 94% Conhecimento dos procedimentos de avaliação por parte dos alunos 90% 93% 96% Informação aos pais e encarregados de educação sobre os conteúdos programados e leccionados em cada período 80% 73% 74% Informação aos pais e encarregados de educação sobre o percurso e as aprendizagens dos alunos 94% 93% 96% Promoção da participação dos pais e encarregados de educação nas actividades educativas 90% 82% 84% Nos três ciclos do ensino básico, os dados registados, relativos aos parâmetros que orientaram a análise de aspectos relacionados com a gestão e a concretização do currículo (QUADRO XI), indicam que quase todas as escolas realizavam actividades de Estudo Acompanhado 1.º ciclo (90%), 2.º ciclo (90%), 3.º ciclo (93%) e de Formação Cívica 1.º ciclo (91%), 2.º ciclo (90%), 3.º ciclo (93%). Do mesmo modo, no 3.º ciclo, eram realizadas actividades de pesquisa (91%) e projectos articulados e integradores na área curricular não disciplinar da Área de Projecto (91%). Relativamente aos 1.º e 2.º ciclos, a maioria das escolas realizavam actividades de pesquisa 1.º ciclo (86%) e 2.º ciclo (88%) e projectos articulados e integradores no âmbito da Área de Projecto 1.º ciclo (87%) e 2.º ciclo (89%). Em quase todas as escolas, nos três ciclos, eram utilizados instrumentos diversificados de registo das aprendizagens de cada aluno 1.º ciclo (91%), 2.º ciclo (90%), 3.º ciclo (94%). Estes conheciam os procedimentos de avaliação 1.º ciclo (90%), 2.º ciclo (93%), 3.º ciclo (96%) e os encarregados de 16

17 educação eram informados sobre os percursos e as aprendizagens dos respectivos educandos 1.º ciclo (94%), 2.º ciclo (93%), 3.º ciclo (96%). Na maioria das escolas, o planeamento era coerente com as orientações dos departamentos curriculares 1.º ciclo (86%), 2.º ciclo (87%), 3.º ciclo (89%) e ao longo do ano lectivo eram desenvolvidos projectos e actividades de articulação curricular 1.º ciclo (85%), 2.º ciclo (86%), 3.º ciclo (89%). A articulação entre as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares, nos 1.º (89%) e 2.º ciclos (89%), verificava-se na maioria das escolas, e no 3.º ciclo (93%) em quase todas. A promoção da participação dos pais e encarregados de educação nas actividades educativas verificava-se em quase todas as escolas do 1.º ciclo (90%) e na maioria das escolas dos 2.º (82%) e 3.º ciclos (84%). De igual modo, na maioria das escolas os pais e encarregados de educação recebiam informações sobre os conteúdos programados e leccionados em cada período lectivo 1.º ciclo (80%), 2.º ciclo (73%), 3.º ciclo (74%). A articulação curricular entre ciclos ocorria na maioria das escolas com ensino básico 1.º ciclo (63%), 2.º ciclo (66%), 3.º ciclo (62%). 3.3 Coordenação educativa e supervisão pedagógica Conselho de turma QUADRO XII CONSELHO DE TURMA Parâmetros de análise Afirmações 2.º ciclo 3.º ciclo Coordena e supervisiona: A análise da situação da turma, identificando as características específicas dos alunos a ter em conta no processo de ensino e de aprendizagem 90% 95% A promoção da articulação com os serviços técnico-pedagógicos, em ordem à superação das necessidades educativas especiais diagnosticadas 93% 97% A planificação das actividades a realizar com os alunos na sala de aula 76% 80% A planificação das actividades das áreas curriculares não disciplinares para: Promover a integração dos alunos 91% 96% Melhorar as aprendizagens 91% 96% Promover a educação para a cidadania 91% 95% A interdisciplinaridade 78% 82% A adopção de estratégias de diferenciação pedagógica 84% 88% O trabalho colaborativo entre docentes da turma, ao nível da: Planificação 76% 80% Produção e selecção de materiais pedagógicos 70% 71% Selecção de experiências de aprendizagem 68% 69% Construção de instrumentos de avaliação 71% 72% Reflexão sobre práticas didácticas 70% 74% Os conselhos de turma faziam a análise da situação das turmas, identificando as características específicas dos alunos a ter em conta no processo de ensino e de aprendizagem 2.º ciclo (90%), 3.º 17

18 ciclo (95%) promovendo a articulação com os serviços técnico-pedagógicos com vista à superação das necessidades educativas especiais 2.º ciclo (93%), 3.º ciclo (97%) em quase todas as escolas (QUADRO XII). Verificava-se, também, em quase todas as escolas, que a planificação das actividades das áreas curriculares não disciplinares, realizada no conselho de turma, propunha-se promover a integração dos alunos 2.º ciclo (91%), 3.º ciclo (96%) - a educação para a cidadania 2.º ciclo (91%), 3.º ciclo (95%) e a melhoria das aprendizagens 2.º ciclo (91%), 3.º ciclo (96%). Na sua maioria a planificação destas áreas contemplava a interdisciplinaridade 2.º ciclo (78%), 3.º ciclo (82%) e a diferenciação pedagógica 2.º ciclo (84%), 3.º ciclo (88%). Na maioria das escolas as actividades a realizar com os alunos na sala de aula eram planificadas nos conselhos de turma através do trabalho colaborativo dos docentes 2.º ciclo (76%), 3.º ciclo (80%). Do mesmo modo, este trabalho entre os docentes, realizado nesta sede, destinava-se à produção e à selecção de materiais pedagógicos 2.º ciclo (70%), 3.º ciclo (71%); à construção de instrumentos de avaliação 2.º ciclo (71%), 3.º ciclo (72%); à selecção de experiências de aprendizagem 2.º ciclo (68%), 3.º ciclo (69%); e à reflexão sobre práticas didácticas 2.º ciclo (70%), 3.º ciclo (74%) Departamento Curricular Parâmetros de análise Coordena e supervisiona: QUADRO XIII DEPARTAMENTO CURRICULAR Educação Pré- Escolar Afirmações Ensino Básico 1.º ciclo 2.º ciclo 3.º ciclo A operacionalização das orientações curriculares e do currículo nacional 84% 89% 85% 89% A realização das actividades de animação socioeducativa e de enriquecimento curricular E a existência de trabalho colaborativo entre docentes para: 82% 81% 76% 80% Planificação 81% 82% 83% 86% Produção e selecção de materiais 78% 77% 78% 80% Selecção de experiências de aprendizagem 82% 80% 78% 80% Construção de instrumentos de avaliação 82% 84% 81% 84% Reflexão sobre práticas didácticas 78% 78% 77% 81% A avaliação da actividade dos grupos e das turmas 86% 88% 87% 91% No âmbito do trabalho dos departamentos curriculares, de acordo com o QUADRO XIII, os dados obtidos indicam que na maioria das escolas esta estrutura coordenava e supervisionava a operacionalização das orientações curriculares na educação pré-escolar (84%) e do currículo nacional no ensino básico 1.º ciclo (89%), 2.º ciclo (85%), 3.º ciclo (89%). Ainda no que respeita aos departamentos curriculares, verificava-se igualmente a existência de trabalho colaborativo entre docentes ao nível da planificação educação pré-escolar (81%), 1.º ciclo (82%), 2.º ciclo (83%), 3.º ciclo (86%), produção e selecção de materiais educação pré-escolar (78%), 1.º ciclo (77%), 2.º ciclo (78%), 3.º ciclo (80%), selecção de experiências de aprendizagem educação pré-escolar (82%), 1.º ciclo (80%), 2.º ciclo (78%), 3.º ciclo (80%), construção de instrumentos de avaliação educação pré-escolar (82%), 1.º ciclo (84%), 2.º ciclo (81%), 3.º ciclo (84%), e reflexão sobre práticas didácticas educação pré-escolar (78%), 1.º ciclo (78%), 2.º ciclo (77%), 3.º ciclo (81%). 18

19 Na maioria das escolas, a coordenação e a supervisão da avaliação das actividades dos grupos e das turmas eram asseguradas pelos departamentos educação pré-escolar (86%), 1.º ciclo (88%) e 2.º ciclo (87%). No 3.º ciclo, esta situação verificava-se em quase todas (91%) Conselho Pedagógico QUADRO XIV CONSELHO PEDAGÓGICO Parâmetros de análise Coordena e supervisiona: Educação Pré- Escolar Afirmações Ensino Básico 1.º ciclo 2.º ciclo 3.º ciclo A operacionalização das orientações curriculares e do currículo nacional 70% 76% 77% 81% A realização das actividades de animação socioeducativa e de enriquecimento curricular 59% 72% 78% 80% A articulação curricular dos níveis de educação e ensino 61% 64% 64% 67% A avaliação das crianças e dos alunos 80% 89% 88% 90% A avaliação do trabalho desenvolvido em cada uma das áreas curriculares Os projectos em desenvolvimento no âmbito dos programas e planos nacionais Os projectos em desenvolvimento de âmbito local ou da iniciativa do Agrupamento 66% 72% 70% 73% 78% 81% 80% 83% 74% 79% 79% 82% A formação dos docentes 81% 83% 82% 84% De acordo com os dados apresentados no QUADRO XIV, na maioria das escolas, o conselho pedagógico coordenava e supervisionava a operacionalização das orientações curriculares na educação pré-escolar (70%) e do currículo nacional do ensino básico 1.º ciclo (76%), 2.º ciclo (77%), 3.º ciclo (81%), a articulação curricular dos níveis de educação e ensino educação pré-escolar (61%), 1.º ciclo (64%), 2.º ciclo (64%), 3.º ciclo (67%), a avaliação do trabalho desenvolvido em cada uma das áreas curriculares educação pré-escolar (66%), 1.º ciclo (72%), 2.º ciclo (70%), 3.º ciclo (73%), os projectos em desenvolvimento no âmbito dos programas e planos nacionais educação pré-escolar (78%), 1.º ciclo (81%), 2.º ciclo (80%), 3.º ciclo (83%), os projectos em desenvolvimento de âmbito local ou da iniciativa do agrupamento/escola educação pré-escolar (74%), 1.º ciclo (79%), 2.º ciclo (79%), 3.º ciclo (82%), assim como a formação dos docentes educação pré-escolar (81%), 1.º ciclo (83%), 2.º ciclo (82%), 3.º ciclo (84%). Verificava-se que a coordenação e a supervisão da avaliação das crianças e dos alunos eram efectivadas, na maioria das escolas da educação pré-escolar (80%), do 1.º ciclo (89%) e do 2.º ciclo (88%), e em quase todas do 3.º ciclo (90%). Os dados recolhidos indicam que a realização das actividades de animação socioeducativa na educação pré-escolar era objecto de coordenação e supervisão em mais de metade das escolas (59%). Na maioria, as actividades de enriquecimento curricular no ensino básico eram coordenadas e supervisionadas pelo conselho pedagógico 1.º ciclo (72%), 2.º ciclo (78%), 3.º ciclo (80%). 19

20 3.4 Actividades de animação socioeducativa e de enriquecimento curricular Planeamento Parâmetros de análise Planeamento realizado: QUADRO XV PLANEAMENTO Educação Pré-Escolar Afirmações Ensino Básico 1.º ciclo 2.º ciclo 3.º ciclo Pelo agrupamento 18% 14% 89% 94% Pelo agrupamento em parceria com as entidades promotoras 77% 78% De acordo com o projecto educativo 64% 68% 74% 74% Envolvendo os docentes titulares de grupo e de turma 82% 78% Envolvendo o conselho de turma % 73% Envolvendo os animadores e os técnicos 90% 90% Em articulação com as actividades da componente lectiva 77% 71% 74% 78% Tendo em conta as necessidades das famílias 86% 87% De acordo com o QUADRO XV, na maioria das situações, o planeamento das actividades de animação socioeducativa na educação pré-escolar e de enriquecimento curricular estava de acordo com o projecto educativo educação pré-escolar (64%), 1.º ciclo (68%), 2.º ciclo (74%), 3.º ciclo (74%). O planeamento destas actividades tinha em conta as necessidades das famílias, na educação préescolar (86%) e no 1.º ciclo (87%). Nestes dois níveis de educação e ensino o planeamento destas respostas era efectuado em parceria com as entidades promotoras educação pré-escolar (77%), 1.º ciclo (78%). No 2.º ciclo, o planeamento era realizado pela maioria dos agrupamentos (89%) e no 3.º ciclo por quase todos (94%). Na educação pré-escolar (82%) e no 1.º ciclo (78%), o envolvimento dos docentes titulares de grupo e de turma nas tarefas de planeamento ocorria na maioria dos agrupamentos, abrangendo os conselhos de turma nos 2.º (71%) e 3.º ciclos (73%). Em quase todos os agrupamentos existia envolvimento dos animadores e dos técnicos no planeamento destas actividades educação pré-escolar (90%) e 1.º ciclo (90%). Na maioria das escolas o planeamento destas actividades estava articulado com a componente lectiva educação pré-escolar (77%), 1.º ciclo (71%), 2.º ciclo (74%) e 3.º ciclo (78%). 20

21 3.4.2 Supervisão pedagógica QUADRO XVI SUPERVISÃO PEDAGÓGICA Parâmetros de análise Afirmações Educação 1.º ciclo Pré-Escolar Conhecimento das orientações programáticas para as AEC por parte dos docentes titulares de turma % Participação dos docentes titulares de grupo e de turma na programação das actividades 78% 75% Acompanhamento da realização das actividades pelos docentes, através de reuniões 80% 81% Avaliação das actividades com os técnicos 78% 78% Realização de reunião com os encarregados de educação para dar a conhecer a evolução das actividades 75% 77% Os dados apresentados no QUADRO XVI indicam que a supervisão pedagógica das actividades de animação socioeducativa e de enriquecimento curricular era efectuada na maioria dos jardins-deinfância e escolas do 1.º ciclo. Esta supervisão contemplava várias dimensões: conhecimento das orientações programáticas para as actividades de enriquecimento curricular por parte dos docentes titulares de turma (80%), participação dos docentes titulares de grupo e de turma na programação das actividades na educação pré-escolar (78%) e no 1.º ciclo (75%), acompanhamento da realização destas actividades pelos docentes, através de reuniões na educação pré-escolar (80%) e no 1.º ciclo (81%). Em proporção idêntica era efectuada a avaliação das actividades com os técnicos, na educação préescolar (78%) e no 1.º ciclo (78%), assim como a realização de reuniões com os encarregados de educação para dar a conhecer a sua evolução educação pré-escolar (75%) e 1.º ciclo (77%) Educação pré-escolar animação socioeducativa QUADRO XVII ANIMAÇÃO SOCIOEDUCATIVA Parâmetros de análise Afirmações As actividades desenvolvem-se: Nos espaços dos jardins-de-infância (exceptuando às salas de actividades) 76% Nas salas de actividades dos jardins-de-infância 39% Noutros espaços do agrupamento de escolas 14% Em espaços da comunidade 28% Suficiência e adequação dos espaços para a realização das actividades 65% Suficiência e adequação dos recursos materiais para a realização das actividades 74% Os dados apresentados no QUADRO XVII indicam que, na educação pré-escolar, as actividades de animação socioeducativa se desenvolviam na maioria dos estabelecimentos deste nível de educação em espaços a elas destinados (76%). Quase metade desenvolveu-as na sala de actividades (39%). Uma minoria usou outros espaços do agrupamento a que pertencem os jardins-de-infância (14%) e espaços da comunidade (28%). Os registos efectuados indicam que na maioria dos jardins-de-infância existia suficiência e adequação dos espaços (65%) e dos recursos materiais (74%) para desenvolver as actividades de animação socioeducativa. 21

22 3.4.4 Primeiro ciclo actividades de enriquecimento curricular É de referir que das 4565 turmas do 1.º ciclo, 815 funcionavam em regime duplo. Este facto condicionava o acesso dos alunos destas turmas às actividades, assim como a sua organização (ver QUADRO III). ACTIVIDADES DE OFERTA OBRIGATÓRIA Apoio ao Estudo Os dados apurados nas escolas inspeccionadas mostram que dos alunos que frequentavam o 1.º ciclo, 83,5% beneficiavam da actividade de Apoio ao Estudo (QUADRO XVIII). QUADRO XVIII APOIO AO ESTUDO Total alunos 1.º ciclo Alunos que frequentam o Apoio ao Estudo % ,5 Parâmetros de análise Afirmações Realizado em todas as escolas do agrupamento 93% Assegurado por todos os professores titulares da turma 88% Assegurado por professores não titulares da turma 30% Os alunos realizam trabalhos de casa 83% Os alunos realizam consolidação de aprendizagens 93% Os alunos realizam outras actividades 44% Existência de articulação entre os professores de apoio ao estudo 67% Quase todas as escolas que integram os agrupamentos realizavam actividades de Apoio ao Estudo (93%). De igual modo, em quase todas os alunos que frequentavam esta actividade realizavam tarefas de consolidação das aprendizagens (93%) e na maioria faziam os trabalhos de casa (83%). As outras actividades mais referidas, e que tinham lugar em quase metade das escolas (44%), eram: orientação na pesquisa em livros e na Internet, jogos didácticos, actividades no âmbito do Plano Nacional de Leitura e Plano da Matemática II e trabalho em grupo no âmbito de projectos em desenvolvimento nas escolas. A leccionação desta actividade era assegurada na maioria das escolas pelos professores titulares das turmas (88%). Uma minoria de escolas assegurava a leccionação desta actividade por professores não titulares da turma (30%), que segundo os registos efectuados eram professores de apoio educativo, coordenadores de estabelecimento e docentes dos 2.º e 3.º ciclos. A articulação entre os professores que leccionavam o Apoio ao Estudo ocorria na maioria das escolas (67%). 22

23 Ensino de Inglês QUADRO XIX ENSINO DE INGLÊS Total alunos 1.º ciclo Alunos que frequentam o Ensino de Inglês % ,3 Parâmetros de análise Afirmações Realizado em todas as escolas do agrupamento 91% Em articulação com os professores titulares de turma 81% Em articulação com os professores de Inglês dos 2.º e 3.º CEB (departamento curricular) 51% Substituição dos técnicos quando faltam 65% Suficiência e adequação dos recursos materiais para a realização das actividades 80% Suficiência e adequação dos espaços para a realização das actividades 85% Os dados do QUADRO XIX mostram que 85,3% dos alunos do 1.º ciclo frequentavam o Ensino de Inglês que era realizado em quase todas as escolas dos agrupamentos (91%). Foram identificadas situações de alunos que não frequentavam o Ensino de Inglês por decisão dos encarregados de educação. Para a realização desta actividade existia, na maioria dos agrupamentos, articulação com os professores titulares de turma (81%), e em mais de metade existia, ao nível do departamento curricular, articulação com os professores de Inglês dos 2.º e 3.º ciclos (51%). A maioria das escolas (65%) assegurava a substituição dos técnicos quando faltavam. Esta substituição era efectuada maioritariamente por assistentes operacionais que assumiam funções de vigilância dos alunos. Foram assinaladas situações de mobilidade de técnicos que ministram o Ensino de Inglês, o que ocorria várias vezes ao longo do ano lectivo. Os dados recolhidos indicam que na maioria das escolas existia suficiência e adequação dos espaços (85%) e dos recursos materiais (80%) para a realização das actividades de aprendizagem desta língua. 23

24 ACTIVIDADES DE OFERTA FACULTATIVA Actividade Física e Desportiva e Ensino da Música Como se pode observar no QUADRO XX, dos alunos do 1.º ciclo, 82,3% frequentavam a Actividade Física e Desportiva e 66,8% o Ensino da Música. QUADRO XX ACTIVIDADE FÍSICA E DESPORTIVA E ENSINO DA MÚSICA Total alunos 1.º ciclo Alunos que frequentam a Actividade Física e Desportiva % ,3 Total alunos 1.º ciclo Alunos que frequentam o Ensino da Música % ,8 Parâmetros de análise Act. Fis. Desporto Afirmações Ensino Música Articulação com os professores titulares de turma 82% 71% Articulação dos técnicos com os professores das áreas dos 2.º e 3.º CEB (departamentos curriculares) 49% 40% Articulação entre os técnicos das actividades 72% 69% Substituição dos técnicos quando faltam 67% 65% Suficiência e adequação dos recursos materiais para a realização das actividades 79% 67% Suficiência e adequação dos espaços para a realização das actividades 55% 73% Na maioria das escolas existia articulação dos professores titulares das turmas com os técnicos que leccionavam a Actividade Física e Desportiva (82%) e o Ensino da Música (71%). A articulação dos mencionados técnicos com os professores das disciplinas de Educação Física (49%) e de Música (40%), ao nível dos departamentos curriculares, verificava-se em quase metade das escolas. A substituição dos técnicos, quando faltavam, era assegurada na maioria das escolas: Actividade Física e Desportiva (67%) e Ensino da Música (65%). Na maioria das escolas verificava-se suficiência e adequação dos recursos materiais, para a leccionação da Actividade Física e Desportiva (79%) e do Ensino da Música (67%). Relativamente aos espaços estes revelavam-se suficientes e adequados para o Ensino da Música (73%) na maioria das escolas, e para a Actividade Física e Desportiva (55%) em mais de metade. Para além destas actividades de oferta facultativa eram implementadas actividades noutras áreas, sendo as mais frequentes: Ciências, Expressão Dramática, Artes Plásticas, Informática, Cidadania, Robótica e Filosofia para crianças. 24

25 3.4.5 Segundo e terceiro ciclos actividades de enriquecimento curricular QUADRO XXI ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR E RESPECTIVOS DOMÍNIOS N.º de alunos Alunos do 2.º ciclo Alunos do 3.º ciclo Total Domínios das actividades N.º de alunos Desportivo Artístico 3687 Científico e tecnológico 3745 Ligação da escola com o meio 3941 Solidariedade e voluntariado 1158 Dimensão europeia 3223 As escolas inspeccionadas eram frequentadas por alunos do 2.º ciclo e do 3.º ciclo. A actividade de enriquecimento curricular que mobilizava mais alunos situava-se no domínio desportivo. O domínio que envolvia menos alunos era o da solidariedade e do voluntariado (QUADRO XXI) QUADRO XXII ESPAÇOS E RECURSOS Parâmetros de análise 2.º ciclo 3.º ciclo Suficiência e adequação dos recursos materiais para a realização das actividades 87% 89% Suficiência e adequação dos espaços para a realização das actividades 80% 83% 3.5 Refeições escolares QUADRO XXIII JARDINS-DE-INFÂNCIA E ESCOLAS Educação pré-escolar N.º Jardins-de-infância 712 Total de crianças Ensino Básico N.º Escolas 1132 Total de alunos do 1.º ciclo Total de alunos do 2.º ciclo Total de alunos do 3.º ciclo Os agrupamentos inspeccionados, conforme dados apresentados no QUADRO XXIII, englobavam 712 jardins-de-infância, frequentados por crianças, e 1132 escolas básicas, frequentadas por alunos. 25

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