Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es)."

Transcrição

1 A TERCEIRA IDADE NA UNIVERSIDADE ABERTA: NAVEGANDO, BUSCANDO, APRENDENDO EM UM MAR SEM FIM Elizabeth Thomaz Pereira FATEC Prof. Waldomiro May Cruzeiro, São Paulo, Brasil Objetivos: identificar as percepções que alunos e professores adultos maduros e idosos têm sobre o aprender, nessa fase da vida, em duas universidades abertas no Estado de São Paulo e descrever e interpretar a natureza do fenômeno do aprender na terceira idade na universidade aberta. A finalidade era de coletar subsídios para serem utilizados na formação de professores para contextos instrucionais, que visam à formação de práticas voltadas à educação dessa faixa etária, proporcionando-lhes não só desenvolvimento integral, mas também oportunidades igualitárias e inclusão social. Fundamentação Teórica: o envelhecimento; a Gerontologia; a educação; as universidades abertas da terceira idade e a formação de professores (para a terceira idade). Metodologia: abordagem Hermenêutico-Fenomenológica. Resultados: Durante o processo de descrição e interpretação, contudo, a metodologia revelou que, diferentemente do enfoque inicial, a experiência de vida pesquisada, é a busca na terceira idade na universidade aberta. Temas que estruturam o fenômeno: bem-estar, ocupação, relações e aprendizagem. Palavras chaves: UnATI, Formação de Professores, Abordagem Hermenêutica- Fenomenológica. Este trabalho fundamentou-se na consideração de que o envelhecimento populacional no Brasil, a partir do final século XX tornou-se um assunto gerador de grandes mudanças no cotidiano das cidades e das famílias. Em Villani (2007:28), encontramos informação que evidencia um aumento das pessoas com mais de 60 anos, como sendo o segmento que mais cresce no Brasil. Atualmente, o percentual da população idosa é de 8%; em 2020, será de 13%. Os problemas da população que envelhece têm sido alvo de vários setores nas sociedades modernas. Porém, há pouca informação relativa à questão do envelhecimento populacional no que se refere às pesquisas nas universidades. Tais

2 pesquisas existem de forma isolada e estão restritas a algumas instituições. A PUC-SP tem uma perspectiva voltada para a Gerontologia Social, onde encontramos trabalhos como os de Kachar (2001), nos quais são discutidas as interações significativas da terceira idade e o computador. No âmbito da gerontologia básica, temos uma avaliação crítica da universidade aberta para a terceira idade encontrada nos trabalhos de Jordão Netto (2001). As questões próprias de uma pedagogia específica para os idosos têm, em Lima (2001), trabalhos na área da Gerontologia Educacional. Os projetos pedagógicos envolvendo o segmento etário dos idosos desenvolvem cada vez mais, novas vertentes. A relevância da minha investigação deve-se, principalmente, ao crescente interesse mundial pela longevidade e pela inserção social do idoso. É importante que se discuta a realidade desse indivíduo, para a promoção dos seus interesses e das necessidades específicas de um universo tão heterogêneo. Concordo com a afirmação de Stano (2001:156) para quem a velhice é uma etapa singular da vida humana, marcada por mudanças biológicas, sociais e econômicas. A própria Organização Mundial de Saúde tem parâmetros diferenciados para definir o início do processo de envelhecimento. A partir de 1982, essa instituição estabeleceu que nos países mais ricos, o processo tem início aos 65 anos e, nos países em desenvolvimento, ele se inicia aos 60 anos. Além das considerações da Organização, utilizo, neste estudo, o conceito de adultos maduros, de Bühler (1935: ), para designar os indivíduos entre os 45 e os 65 anos. O envelhecimento, mesmo sem corresponder a uma faixa etária padronizada, pode ter especificidades marcadas pela posição de classe social, pela cultura e pelas condições socioeconômicas e sanitárias individuais e/ou coletivas da região, produzindo um aumento da expectativa de vida das pessoas nas sociedades modernas. Segundo Goldman (2001:7), com o aumento da longevidade surgiram novos estereótipos: o

3 idoso com aparência-comportamento jovem, o idoso produtivo, o idoso que freqüenta grupos de cultura e lazer. Não se usa mais o termo velho, que foi substituído por idoso. Para Peixoto (1998:81), idoso simboliza, sobretudo as pessoas mais velhas, os velhos respeitados, enquanto terceira idade designa principalmente os jovens velhos, os aposentados dinâmicos. O termo terceira idade também é usado para descrever uma nova etapa da vida. Segundo Neri e Freire (2000:13), a expressão terceira idade foi cunhada na França, na década de 1960, para designar a idade em que a pessoa se aposentava. Considerando que a aposentadoria ocorria por volta dos 45 anos, naquele contexto, surgiu a necessidade de se garantir atividades para um grande número de pessoas com boa saúde e com perspectiva de viver mais tempo que as gerações anteriores. No Brasil, segundo afirmam Neri e Freire (2000:13), os termos maturidade, idade madura e meia-idade se sobrepõem à expressão terceira idade, servindo para designar a faixa etária intermediária entre a vida adulta e a velhice. A variedade de designações para tratar dessa fase da vida só mascara o preconceito e a negação de uma realidade que atinge a todos. A sociedade cria termos para tratar do processo de mudanças físicas, psicológicas e sociais que se acentuam e se tornam mais ou menos perceptíveis a partir dos 45 anos.

4 Cachioni (2003:46) também afirma que importamos a expressão terceira idade da Europa, que é considerada uma alternativa à denominação velhice. O termo velhice, para muitos, carrega forte conotação negativa. Assim, segundo Cachioni (2003:46), a expressão terceira idade veio substituir a palavra velhice por termo mais agradável aos ouvidos dos idosos e também dos não idosos. Concordo com Goldman (2001:7) quando diz que, ao se substituir o termo velho por idoso, se esconde o antigo velho sob uma nova roupagem. Do indivíduo que envelhece é cobrada a integração em atividades físicas, culturais e de lazer, mesmo que não façam parte do seu interesse. Por outro lado, é atribuída a ele a responsabilidade pelas suas mazelas e pelas doenças que a velhice pode acarretar. Além disso, aquele que envelhece vê sua autodeterminação minada por modelos veiculados na mídia que teimam em adequá-lo ao sabor da moda. De acordo com Frutuoso (1996:33), o termo terceira idade refere-se a uma emergente realidade da velhice, ligada a um novo tempo de lazer. Como trato nesta pesquisa de um enfoque conceitual, Neri e Freire (2000:14) consideram melhor utilizar os termos velho ou idoso para designar pessoas idosas; velhice, para falar da última fase do ciclo vital; e envelhecimento, para designar esse evento do ciclo vital. Entretanto, a literatura gerontológica faz também a distinção entre idosos e adultos maduros a nomenclatura idosos designa os indivíduos acima de 60 anos e adultos maduros designa os que ultrapassam os 45 anos. É importante ressaltar que existem especificações significativas entre as faixas etárias que não

5 podem ser desconsideradas. Apesar de os termos idosos e adultos maduros não serem intercambiáveis e as universidades abertas da terceira idade, em sua maioria, aceitam alunos a partir dos 45 anos. No Brasil, são raras as referências à formação de docente que estão envolvidos em programas para a Terceira Idade. Cachioni (2003:32) acrescenta que não há uma área definida para a formação de professores para a terceira idade, estando ela a cargo de poucos cursos de atualização oferecidos nas próprias UnATIs, dos núcleos de estudos gerontológicos na universidade e dos cursos de especialização em gerontologia. A autora admite ainda que, a partir de levantamento realizado, um dos motivos detectados para a evasão dos alunos nas universidades abertas tem sido a falta de preparo de alguns docentes em atuar com a terceira idade. Essa mão de obra especializada e a produção de estudos específicos sobre as necessidades da terceira idade em nosso meio é ainda restrita. A infraestrutura necessária para responder às demandas sociais desse grupo, em termos de programas específicos e mesmo recursos humanos adequados qualitativamente, ainda é relativamente precária. Esta pesquisa teve por objetivo descrever e interpretar o fenômeno do aprender para os alunos adultos maduros e idosos em duas Universidades Abertas da Terceira Idade, com a finalidade de coletar subsídios que possam ser utilizados na formação de professores para esse contexto instrucional. Com este trabalho, pude obter subsídios que possam ser úteis aos professores que intervêm ou venham a intervir na educação de adultos maduros e idosos em espaços específicos: instituições, comunidades, universidades abertas, visando à formação de práticas voltadas à educação nessa faixa

6 etária, proporcionando-lhes não só desenvolvimento integral, mas também oportunidades igualitárias e inclusão social. Para operacionalizar tal objetivo, lancei mão de uma orientação metodológica de cunho Hermenêutico-Fenomenológica (van Manen, 1990; Freire, 2007) e destaco duas questões centrais: que interpretações alunos e professores, adultos maduros e idosos, de duas universidades abertas da terceira idade têm sobre o aprender nessa fase da vida e qual a natureza do aprender na terceira idade na universidade aberta? Os quatro fundamentos teóricos utilizados no trabalho foram: o envelhecimento, a educação, as universidades abertas da terceira idade e a formação de professores. A orientação metodológica, de cunho Hermenêutico-Fenomenológica, utilizada foi de importância fundamental e os instrumentos e procedimentos de coleta deram subsídios para a textualização que eu precisava para realizar as interpretações e desenvolver a pesquisa. Os procedimentos de interpretação me deram o suporte necessário para interpretar as falas dos participantes. A metodologia foi escolhida em função do seu caráter predominantemente subjetivo, mas que permitiu espaço para a objetividade procurada em um trabalho científico. A interpretação das entrevistas feitas com os dezesseis participantes da pesquisa visou aprofundar e perceber como os participantes interpretaram o fenômeno do aprender na terceira idade na universidade aberta. Depois descrevi e interpretei o fenômeno do aprender na terceira idade na universidade aberta, buscando a sua essência, portanto, um processo de tematização. Quando se faz uma pesquisa usando a orientação metodológica Hermenêutico- Fenomenológica, parte-se de um fenômeno da experiência humana, visto pelo ângulo daqueles que vivenciam essa experiência. Portanto, o fenômeno que eu decidi estudar era o aprender na terceira idade na universidade aberta para aquele grupo de alunos e professores, adultos maduros e idosos que eu pesquisei. Só que lendo as respostas que os pesquisados me deram, eu descobri que esses alunos adultos maduros e idosos, não vão para as universidades abertas somente para aprender. Eles vão em busca de coisas que vão além do aprender. Essa busca na terceira idade na universidade aberta envolve, além do aprendizado, bem-estar, relações e ocupação.

7 Logo, cabe destacar que houve uma importante descoberta durante a análise e interpretação dos textos para chegar à essência do fenômeno pesquisado. Essa descoberta sinalizou que apesar de, inicialmente, o fenômeno pesquisado ter como foco o aprender na terceira idade na universidade aberta, ao interpretar os textos da pesquisa, pude identificar que o que parecia ser apenas um tema, era o próprio fenômeno: a busca na terceira idade na universidade aberta. Essa busca era direcionada a várias coisas: ao bem-estar, à ocupação, às relações, ao aprendizado. Porém, eu só pude chegar a essa conclusão quando eu já estava acabando de identificar os temas, por meio das ressignificações do que alunos e professores disseram durante as entrevistas, voltando sempre aos textos para ver se eu não havia me distanciado das suas falas. Antes disso, essa mudança do fenômeno não poderia ter ocorrido. Esse ir e vir, chamado de ciclo de validação, é que pode mostrar a cientificidade da pesquisa por mim proposta usando a orientação metodológica selecionada. Como temas, passei a enfocar as relações, o bem-estar, a ocupação e o aprendizado. Bibliografia BÜHLER, C. (1935) The curve of life as studied in biographies. The Journal of Applied Psychology, n. 4, v. 19, p CACHIONI, M. (2003) Quem educa os idosos? Um estudo sobre professores de universidades da terceira idade. Editora Alínea. CAMARANO, A. A. (2002) Envelhecimento da população brasileira: uma contribuição demográfica. Texto para discussão nº Ministério do Planejamento, orçamento e gestão. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Disponível em: - Acessado: em 22/11/08. FREIRE, M. M. (2007) A abordagem Hermenêutico-Fenomenológica: conceito e procedimentos. Apresentação feita no Primeiro Encontro do Grupo de estudos sobre a abordagem Hermenêutico-Fenomenológica. Programa de Estudos Pós-Graduados em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. FREIRE, S. A. (2000) Envelhecimento bem-sucedido e bem-estar psicológico. In: A. L. Neri & S. A. Freire, E por falar em boa velhice. Papirus.

8 FRUTUOSO, D. L. F. (1996) A terceira idade na universidade: estudo do campo de representação. Tese de Doutorado. Faculdade de Educação. UFRJ. GOLDMAN, S. N. (2001) Universidade para a terceira idade: uma lição de cidadania. Textos sobre Envelhecimento. UNATI / UERJ, v. 3, n.5. p JORDÃO NETTO, A. (2001) Universidade Aberta para a Maturidade: avaliação crítica de uma avançada proposta educacional e social. In: V. Kachar, Longevidade um novo desafio para Educação. Cortez Editora. KACHAR, V. (org.) (2001) Longevidade: um novo desafio para a educação. Cortez Editora. LIMA, M. P. (2001) Reformas paradigmáticas na velhice do século XXI. In: V. Kachar (org.), Longevidade um novo desafio para Educação. Cortez Editora. NERI, A. L. & FREIRE, S. A. (2000) Apresentação: Qual é a idade da velhice? In: A. L. Neri & S. A. Freire (orgs.), E por falar em boa velhice. Papirus. PEIXOTO, C. (1998) Entre o estigma e a compaixão e os termos classificatórios: velho, velhote, idoso, terceira idade. In: M. M. L. Barros (org.), Velhice ou Terceira Idade? Estudos antropológicos sobre identidade, memória e política. Fundação Getulio Vargas Editora. STANO, R. C. M. T. (2001) Espaço escolar: um tempo de ser-na-velhice. In: V. Kachar (org.), Longevidade um novo desafio para Educação. Cortez Editora. van MANEN, M. (1990) Researching lived experience: Human science for an action sensitive pedagogy. The Althouse Press. VILLANI, F. L. (2007) A longevidade no aprendizado de línguas: acrescentando vida aos anos e não anos à vida. Tese de Doutorado. PEPG em LAEL. PUC/SP. Doutora em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem e Mestra em Gerontologia, PUC/SP, coordenadora do projeto de extensão universitária FATEC_da Melhor Idade da FATEC-Cruzeiro, professora de língua inglesa.

LEMBRANÇAS DA ESCOLA: HISTÓRIAS DE VIDA DE ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS

LEMBRANÇAS DA ESCOLA: HISTÓRIAS DE VIDA DE ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS LEMBRANÇAS DA ESCOLA: HISTÓRIAS DE VIDA DE ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS CAIADO, Katia Regina Moreno Docente da Faculdade de Educação da Puc-Campinas Doutoranda na Faculdade de Educação da USP. INTRODUÇÃO

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

A terceira idade na universidade aberta: navegando, buscando, aprendendo em um mar sem fim

A terceira idade na universidade aberta: navegando, buscando, aprendendo em um mar sem fim PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Elizabeth Thomaz Pereira A terceira idade na universidade aberta: navegando, buscando, aprendendo em um mar sem fim DOUTORADO EM LINGÜÍSTICA APLICADA

Leia mais

PARTICIPAÇÃO NA VELHICE: POLÍTICAS PÚBLICAS E CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADES ENTRE IDOSOS INSERIDOS EM GRUPOS E ASSOCIAÇÕES

PARTICIPAÇÃO NA VELHICE: POLÍTICAS PÚBLICAS E CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADES ENTRE IDOSOS INSERIDOS EM GRUPOS E ASSOCIAÇÕES PARTICIPAÇÃO NA VELHICE: POLÍTICAS PÚBLICAS E CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADES ENTRE IDOSOS INSERIDOS EM GRUPOS E ASSOCIAÇÕES Kátia Ramos Silva (Doutoranda PPGS/UFPB) E-mail: katya6@gmail.com I. INTRODUÇÃO A

Leia mais

EDUCAÇÃO NA TERCEIRA IDADE UM NOVO APRENDIZADO

EDUCAÇÃO NA TERCEIRA IDADE UM NOVO APRENDIZADO EDUCAÇÃO NA TERCEIRA IDADE UM NOVO APRENDIZADO Regiane Ap. de O. Bayczar 1 RESUMO Sabemos que a terceira idade é marcada por conflitos cognitivos, exclusão social e familiar.nos últimos anoshouve um aumento

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

UNIVERSIDADE ABERTA À TERCEIRA IDADE: O EXERCICIO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL

UNIVERSIDADE ABERTA À TERCEIRA IDADE: O EXERCICIO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL UNIVERSIDADE ABERTA À TERCEIRA IDADE: O EXERCICIO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL (2006) Salvador Loureiro Rebelo Junior Graduando do 6º ano de Psicologia da Universidade Estadual Paulista Bauru, Intercambista

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). IDOSOS E COMPUTADORES: FACILITADORES E LIMITADORES NO PROCESSO DE APRENDER Maria Auxiliadora Ávila dos Santos Sá Universidade de Taubaté UNITAU Brasil Laurinda Ramalho de Almeida Pontifícia Universidade

Leia mais

O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias

O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias Daiana de Aquino Hilario Machado * RESUMO: Neste artigo estaremos discutindo sobre as repercussões do envelhecimento

Leia mais

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA PLANO DE DISCIPLINA 1. UNIDADE: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação 2. PROGRAMA: Pós-graduação em Televisão Digital: Informação e Conhecimento 3. NÍVEL: Mestrado Profissional 4. ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:

Leia mais

TELEMEDICINA:NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO SUPERIOR

TELEMEDICINA:NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO SUPERIOR TELEMEDICINA:NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO SUPERIOR Alessandra R. M. de Castro-HE-UFPEL/FAU 1 Resumo: O presente estudo trata do relato de experiência a partir de uma nova tecnologia, denominada telemedicina,

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS 2014 Gisele Vieira Ferreira Psicóloga, Especialista e Mestre em Psicologia Clínica Elenise Martins Costa Acadêmica do curso de Psicologia da Universidade

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO,

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, Juliana Cordeiro Soares Branco CEFET MG Juliana.b@ig.com.br OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales CEFET MG mariarita2@dppg.cefetmg.br

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 43 3 METODOLOGIA DA PESQUISA Medeiros (2005) esclarece que a pesquisa científica tem por objetivo maior contribuir para o desenvolvimento humano. Para isso, conta com métodos adequados que devem ser planejados

Leia mais

MAPEAMENTO DE PESQUISAS EDUCACIONAIS EM TORNO DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA TEMAS E DEBATES DAS PESQUISAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (2005-2010)

MAPEAMENTO DE PESQUISAS EDUCACIONAIS EM TORNO DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA TEMAS E DEBATES DAS PESQUISAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (2005-2010) MAPEAMENTO DE PESQUISAS EDUCACIONAIS EM TORNO DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA TEMAS E DEBATES DAS PESQUISAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (2005-2010) Taílla Caroline Souza Menezes¹ e Ludmila Oliveira Holanda

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

Dados do Ensino Médio

Dados do Ensino Médio Dados do Ensino Médio População de 15 a 17 anos (2010): 10.357.874 (Fonte: IBGE) Matrículas no ensino médio (2011): 8.400.689 (Fonte: MEC/INEP) Dados do Ensino Médio Dos 10,5 milhões de jovens na faixa

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

ATUALIDADES SOBRE O IDOSO NO MERCADO DE TRABALHO

ATUALIDADES SOBRE O IDOSO NO MERCADO DE TRABALHO ATUALIDADES SOBRE O IDOSO NO MERCADO DE TRABALHO (2006) Roberta Fernandes Lopes do Nascimento Psicóloga. Mestranda em Psicologia Clínica no Grupo de Pesquisa Avaliação e Intervenção Psicológica no Ciclo

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). O TRABALHO NA TERCEIRA IDADE: A CONTINUAÇÃO DE UMA IDENTIDADE SOCIAL? Rosimeire de Oliveira Sueli Galego de carvalho Universidade Presbiteriana Mackenzie São Paulo, Brasil Resumo O número de idosos tem

Leia mais

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA 1.0 INTRODUÇÃO JUSCIARA LOURENÇO DA SILVA (UEPB) VIVIANA DE SOUZA RAMOS (UEPB) PROFESSOR ORIENTADOR: EDUARDO

Leia mais

MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE

MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE Karolayne Germana Leal e Silva e-mail: karolaynegermana@hotmail.com Magna Adriana de Carvalho e-mail: magnacreas@hotmail.com

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

Encontro: 20 e 21 de Setembro. Prof. Esp. Angélica Viriato Ortiz Alves

Encontro: 20 e 21 de Setembro. Prof. Esp. Angélica Viriato Ortiz Alves Encontro: 20 e 21 de Setembro Prof. Esp. Angélica Viriato Ortiz Alves 1 RAÍZES - Habilidades, Qualidades, Valores 2 TRONCO: Nome / Formação 3 GALHOS/FOLHAS: Projetos para o futuro 4 FLORES: Projetos em

Leia mais

COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE: o programa COOPERJOVEM em turmas da EJA na Escola Municipal Maria Minervina de Figueiredo em Campina Grande-PB

COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE: o programa COOPERJOVEM em turmas da EJA na Escola Municipal Maria Minervina de Figueiredo em Campina Grande-PB COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE: o programa COOPERJOVEM em turmas da EJA na Escola Municipal Maria Minervina de Figueiredo em Campina Grande-PB Monaliza Silva Professora de ciências e biologia da rede estadual

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

Universidade Aberta Para a Terceira Idade - Projeto Maioridade

Universidade Aberta Para a Terceira Idade - Projeto Maioridade Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Universidade Aberta Para a Terceira Idade - Projeto Maioridade Área Temática de Saúde Resumo No Brasil

Leia mais

A EDUCAÇÃO, A CULTURA, O ESPORTE E O LAZER PARA OS IDOSOS

A EDUCAÇÃO, A CULTURA, O ESPORTE E O LAZER PARA OS IDOSOS A EDUCAÇÃO, A CULTURA, O ESPORTE E O LAZER PARA OS IDOSOS Agostinho Both3 3, Carmen Lucia da Silva Marques 3,José Francisco Silva Dias 3 As instituições, em especial as educacionais, não podem se furtar

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior

A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior Eixo temático 2: Formação de professores e cultura digital ZAIDAN, Lílian Araújo Ferreira 1 VIEIRA, Vânia Maria de Oliveira 2 No ensino

Leia mais

Curso de Pedagogia Ementário da Matriz Curricular 2010.2

Curso de Pedagogia Ementário da Matriz Curricular 2010.2 1ª FASE 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL A Biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão neurológica nos processos básicos: os sentidos

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR

PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR Instituição Certificadora: FALC Amparo Legal: Resolução CNE CES 1 2001 Resolução CNE CES 1 2007 Carga Horária: 460h Período de Duração: 12 meses (01 ano) Objetivos:

Leia mais

ESTUDO DE PROJETOS E A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE NATAÇÃO/EDUCAÇÃO FÍSICA SUBSIDIADA POR PRINCÍPIOS E CONCEITOS DA TEORIA DE HENRI WALLON1

ESTUDO DE PROJETOS E A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE NATAÇÃO/EDUCAÇÃO FÍSICA SUBSIDIADA POR PRINCÍPIOS E CONCEITOS DA TEORIA DE HENRI WALLON1 ESTUDO DE PROJETOS E A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE NATAÇÃO/EDUCAÇÃO FÍSICA SUBSIDIADA POR PRINCÍPIOS E CONCEITOS DA TEORIA DE HENRI WALLON 1 Ana Martha de Almeida Limongelli (PED/PUC-SP) Introdução: O presente

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais

Simone de Sousa Barbosa e Silva

Simone de Sousa Barbosa e Silva PROGRAMA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR PAAE (SEE/MG): POLÍTICA PÚBLICA EDUCACIONAL ATINENTE AOS DIREITOS SOCIAIS E ESTRATIFICAÇÃO DO WELLFARE STATE, A SERVIÇO DA LUTA POR JUSTIÇA SOCIAL, OU MERA

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

NARRATIVAS SOBRE O ENVELHECER: MEMÓRIAS E HISTÓRIAS DE IDOSAS

NARRATIVAS SOBRE O ENVELHECER: MEMÓRIAS E HISTÓRIAS DE IDOSAS NARRATIVAS SOBRE O ENVELHECER: MEMÓRIAS E HISTÓRIAS DE IDOSAS Wanderléia da Consolação Paiva(1); Dr. Marcos Vieira Silva(2) Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ) São João Del-Rei Minas Gerais

Leia mais

MAPAS CONCEITUAIS NAS PESQUISAS DO NÚCLEO DE ETNOGRAFIA EM EDUCAÇÃO

MAPAS CONCEITUAIS NAS PESQUISAS DO NÚCLEO DE ETNOGRAFIA EM EDUCAÇÃO MAPAS CONCEITUAIS NAS PESQUISAS DO NÚCLEO DE ETNOGRAFIA EM EDUCAÇÃO Autor: Riselda Maria de França Oliveira Universidade Estadual do Rio de Janeiro - riseldaf@hotmail.com Co-autor: Marcelo Alex de Oliveira

Leia mais

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente A internet como atividade integrante de uma prática docente Flávio Chame Barreto Instituto Educacional Vivenciando RJ flaviocbarreto@yahoo.com.br Resumo Um consenso entre os docentes do Ensino Fundamental

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA Tema debatido na série Integração de tecnologias, linguagens e representações, apresentado no programa Salto para o Futuro/TV Escola, de 2 a 6 de maio de 2005 (Programa 1) INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO

Leia mais

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Ariane Baffa Lourenço 1, Maria Lúcia V. dos S. Abib 2 e Salete Linhares Queiroz 3 1 Programa de Pós-Graduação Interunidades

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero. PNLD 2011: ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVRO DIDÁTICO DE INGLÊS Universidade Federal de Goiás Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestranda: Maria Letícia Martins Campos FERREIRA mleticiaf@hotmail.com

Leia mais

cultural de fundamental importância quando mergulham conceitualmente em temas de interesse para o bem-estar de pessoas e de populações idosas, para o

cultural de fundamental importância quando mergulham conceitualmente em temas de interesse para o bem-estar de pessoas e de populações idosas, para o Prefácio Ao longo dos últimos 11 anos, a coleção Velhice e Sociedade vem cumprindo a missão de divulgar conhecimento sobre a velhice e tem contribuído para o desenvolvimento e o aperfeiçoamento de recursos

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos da Educação de Jovens e Adultos Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º 1 - Ementa (sumário, resumo) Abordagens

Leia mais

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais)

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) UFPR SETOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) 1º ANO

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

UMI UNIVERSIDADE DA MELHOR IDADE 1

UMI UNIVERSIDADE DA MELHOR IDADE 1 UMI UNIVERSIDADE DA MELHOR IDADE 1 BOAVENTURA, Lara Duarte dos Santos 2 ; ALCÂNTARA, Bruna dos Santos 3 ; SILVA, Juliana Adono da 4 ; GUIMARÃES, Pedro Henrique 5 ; PALMA, Vanessa Cristina Lourenço Casotti

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE - MT 2011 Apresentação Articulado com o novo Plano de Desenvolvimento Institucional (2011-2015)

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO DOS SENIORES NUMA OFICINA DE MÚSICA E TEATRO: IMPACTOS NA AUTO-ESTIMA E AUTO-IMAGEM. Sandra Maria Franco Carvalho

A PARTICIPAÇÃO DOS SENIORES NUMA OFICINA DE MÚSICA E TEATRO: IMPACTOS NA AUTO-ESTIMA E AUTO-IMAGEM. Sandra Maria Franco Carvalho CENTRO DE COMPETÊNCIAS DE CIÊNCIAS SOCIAIS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO A PARTICIPAÇÃO DOS SENIORES NUMA OFICINA DE MÚSICA E TEATRO: IMPACTOS NA AUTO-ESTIMA E AUTO-IMAGEM ESTUDO DE CASO NUMA UNIVERSIDADE

Leia mais

A QUESTÃO DO ENVELHECIMENTO POPULACIONAL E SEUS EFEITOS NO MERCADO DE TRABALHO: UM FOCO NA PERCEPÇÃO E ATITUDES DO APOSENTADO.

A QUESTÃO DO ENVELHECIMENTO POPULACIONAL E SEUS EFEITOS NO MERCADO DE TRABALHO: UM FOCO NA PERCEPÇÃO E ATITUDES DO APOSENTADO. Revista Ceciliana Dez 2(2): 41-45, 21 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana A QUESTÃO DO ENVELHECIMENTO POPULACIONAL E SEUS EFEITOS NO MERCADO DE TRABALHO:

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

Apresentação das pesquisas

Apresentação das pesquisas 1 A EDUCAÇÃO DE ADOLESCENTES, JOVENS E ADULTOS NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA - A PROPOSTA: A ESCOLA, O PROFESSOR E O ALUNO GOMES, Dinorá de Castro UCG gomes.diza@gmail.com COSTA, Cláudia Borges

Leia mais

RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207

RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207 1201 RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207 1202 RESUMOS DE PROJETOS ENSINO, APRENDIZAGEM E FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM LETRAS: IDENTIDADES E CRENÇAS

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

1. Capacitação Docente em Informática na Educação

1. Capacitação Docente em Informática na Educação DO EDITOR DE TEXTOS A PLATAFORMA MOODLE: UM PROJETO PILOTO INOVADOR DE CAPACITAÇÃO DOCENTE CONSTRUCIONISTA EM UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Maria Beatriz

Leia mais

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 RESUMO Aila Catori Gurgel Rocha 1 Rosana de Sousa Pereira Lopes 2 O problema proposto

Leia mais

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO

Leia mais

MAIS VIDA AOS ANOS MAIS ANOS À VIDA: O UNIPAM SÊNIOR E O RESGATE DA CIDADANIA DE IDOSOS

MAIS VIDA AOS ANOS MAIS ANOS À VIDA: O UNIPAM SÊNIOR E O RESGATE DA CIDADANIA DE IDOSOS MAIS VIDA AOS ANOS MAIS ANOS À VIDA: O UNIPAM SÊNIOR E O RESGATE DA CIDADANIA DE IDOSOS Maria da Penha Vieira Marçal UNIPAM Patos de Minas penhavm@terra.com.br 1 Leonardo Moreira Ulhôa UFU Uberlândia MG

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS ISSN 2316-7785 FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS José André Tavares de Oliveira Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

EVASÃO ESCOLAR DE ALUNOS TRABALHADORES NA EJA

EVASÃO ESCOLAR DE ALUNOS TRABALHADORES NA EJA EVASÃO ESCOLAR DE ALUNOS TRABALHADORES NA EJA OLIVEIRA, Paula Cristina Silva de Faculdade de Educação/UFMG EITERER, Carmem Lúcia. (Orientadora) Faculdade de Educação/UFMG RESUMO: Este é um trabalho de

Leia mais

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA 1 UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA INTRODUÇÃO Compreende-se que na promoção de ações de estímulo à leitura, a escola tem como instrumento

Leia mais

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades.

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades. A PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL/INCLUSÃO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DA PESQUISA-AÇÃO: REFLEXÕES A PARTIR DE SEUS CONTEXTOS Mariangela Lima de Almeida UFES Agência Financiadora: FAPES Num contexto

Leia mais

INCLUSÃO SOCIAL DA PESSOA IDOSA NO CONTEXTO ACADÊMICO EM TERESINA - PIAUÍ: uma experiência concreta.

INCLUSÃO SOCIAL DA PESSOA IDOSA NO CONTEXTO ACADÊMICO EM TERESINA - PIAUÍ: uma experiência concreta. INCLUSÃO SOCIAL DA PESSOA IDOSA NO CONTEXTO ACADÊMICO EM TERESINA - PIAUÍ: uma experiência concreta. Fabiana Soares de Almeida 1 Cassandra Maria Bastos Franco 2 Resumo O presente artigo tem como objetivo

Leia mais

AIDS E ENVELHECIMENTO: UMA REFLEXÃO ACERCA DOS CASOS DE AIDS NA TERCEIRA IDADE.

AIDS E ENVELHECIMENTO: UMA REFLEXÃO ACERCA DOS CASOS DE AIDS NA TERCEIRA IDADE. AIDS E ENVELHECIMENTO: UMA REFLEXÃO ACERCA DOS CASOS DE AIDS NA TERCEIRA IDADE. Milca Oliveira Clementino Graduanda em Serviço social pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB milcaclementino@gmail.com

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMO ESPAÇO DE CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DOCENTE DE LICENCIANDOS EM MATEMÁTICA

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMO ESPAÇO DE CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DOCENTE DE LICENCIANDOS EM MATEMÁTICA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMO ESPAÇO DE CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DOCENTE DE LICENCIANDOS EM MATEMÁTICA Marília Lidiane Chaves da Costa Universidade Estadual da Paraíba marilialidiane@gmail.com Introdução

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

O TRABALHO DE MONOGRAFIA

O TRABALHO DE MONOGRAFIA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Módulo VI-a 27 a 29 de janeiro de 2011 O TRABALHO DE MONOGRAFIA PRINCÍPIO PARA O CONHECIMENTO E A FORMAÇÃO PROFISSIONAL Prof. Ms. Adriana Fernandes

Leia mais

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ESPAÇO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E AMPLIAÇÃO DE CONHECIMENTOS REFERENTES À INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Florianópolis SC - maio 2012 Categoria: C Setor

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA

PROGRAMA DA DISCIPLINA UPE Campus Petrolina PROGRAMA DA DISCIPLINA Curso: GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA Disciplina: ESTÁGIO I Carga Horária: 90h Teórica: Prática: 80h Semestre: 2013.2 Professora: Claudia Mara Soares

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO Projeto do Curso de Extensão ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO

Leia mais

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com:

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com: 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 4: Tipos de pesquisa Podemos classificar os vários tipos de pesquisa em função das diferentes maneiras pelo qual interpretamos os resultados alcançados. Essa diversidade

Leia mais

INCLUSÃO DIGITAL: A TERCEIRA IDADE E SUAS DIFICULDADES ASSOCIADAS AS NOVAS TECNOLOGIAS.

INCLUSÃO DIGITAL: A TERCEIRA IDADE E SUAS DIFICULDADES ASSOCIADAS AS NOVAS TECNOLOGIAS. INCLUSÃO DIGITAL: A TERCEIRA IDADE E SUAS DIFICULDADES ASSOCIADAS AS NOVAS TECNOLOGIAS. Cícero Gonçalves dos Santos Faculdade Sete de Setembro (FASETE), cycero_hsc@hotmail.com Denise Xavier Fortes Faculdade

Leia mais

Novos textos no ensino da Geografia

Novos textos no ensino da Geografia Novos textos no ensino da Geografia Renata de Souza Ribeiro (UERJ/ FFP) Thiago Jeremias Baptista (UERJ/ FFP) Resumo Este texto relata a experiência desenvolvida no curso Pré-vestibular Comunitário Cidadania

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico Unidade Universitária: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde - 040 Curso: Psicologia Núcleo Temático:Psicologia e Saúde Coletiva Disciplina:Psicologia Escolar I Professor(es): Marcos Vinícius de Araújo

Leia mais

O PROGRAMA UNATI DA UNIOESTE/CAMPUS DE TOLEDO: CONSTRUINDO A CIDADANIA DO IDOSO

O PROGRAMA UNATI DA UNIOESTE/CAMPUS DE TOLEDO: CONSTRUINDO A CIDADANIA DO IDOSO O PROGRAMA UNATI DA UNIOESTE/CAMPUS DE TOLEDO: CONSTRUINDO A CIDADANIA DO IDOSO Roseli Odorizzi 1 Andreia Correa da Silva 2 Clariane de A.Toledo de Godoy Claudia Grun Cristhiane Loiva Novello Elizane Aparecida

Leia mais

AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E DOENÇA E ASPECTOS CLÍNICOS DE PESSOAS COM HIV/AIDS ABAIXO E ACIMA DE 50 ANOS

AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E DOENÇA E ASPECTOS CLÍNICOS DE PESSOAS COM HIV/AIDS ABAIXO E ACIMA DE 50 ANOS AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E DOENÇA E ASPECTOS CLÍNICOS DE PESSOAS COM HIV/AIDS ABAIXO E ACIMA DE 50 ANOS Regina Lígia Wanderlei de Azevedo FIP regina.azevedo@gmail.com Josevânia da Silva UNIPÊ josevaniasco@gmail.com

Leia mais

Orientação para Aposentadoria. Donália Cândida Nobre Assistente Social Suzana Pacheco F. de Melo Psicóloga

Orientação para Aposentadoria. Donália Cândida Nobre Assistente Social Suzana Pacheco F. de Melo Psicóloga Orientação para Aposentadoria Donália Cândida Nobre Assistente Social Suzana Pacheco F. de Melo Psicóloga Orientação para aposentadoria Entendendo a saúde na definição da Organização Mundial da Saúde:

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

Procuramos verificar o que propõem alguns professores que ministram disciplinas relacionadas aos temas em questão nos cursos de licenciatura em

Procuramos verificar o que propõem alguns professores que ministram disciplinas relacionadas aos temas em questão nos cursos de licenciatura em A SISTEMATIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR RELACIONADA AOS TEMAS JOGOS E BRINCADEIRAS E CAPOEIRA, NA PERSPECTIVA DE DOCENTES DO ENSINO SUPERIOR André Barros Laércio Iório Luciana Venâncio

Leia mais

PROCESSO DE CRIAÇÃO E EXPANSÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO-SENSU EM EDUCAÇÃO/EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL

PROCESSO DE CRIAÇÃO E EXPANSÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO-SENSU EM EDUCAÇÃO/EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL PROCESSO DE CRIAÇÃO E EXPANSÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO-SENSU EM EDUCAÇÃO/EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL SILVA, Régis Henrique dos Reis - NUPEFI/CEPAE/UFG SILVA, Sarah Maria de Freitas Machado - ESEFEGO/UEG

Leia mais

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de PAULO FREIRE E A ALFABETIZAÇÃO Vera Lúcia Queiroga Barreto 1 Uma visão de alfabetização que vai além do ba,be,bi,bo,bu. Porque implica uma compreensão crítica da realidade social, política e econômica

Leia mais

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente Leandro Pedro de Oliveira¹ INTRODUÇÃO A introdução à carreira docente tem sido objeto de

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO BACHETI, Luciane Serrate Pacheco, FERNANDES, Márcia Alessandra de Souza, SILVA, Maria Izabel

Leia mais

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA Aline Alcalá; Amanda Fernandes Dayrell; Danielle Martins Rezende; Gabriela Camacho; Renata Carmo-Oliveira O processo de inclusão de pessoas com necessidades

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

Um estudo sobre as características dos acadêmicos do curso de Ciências Contábeis da UNIOESTE

Um estudo sobre as características dos acadêmicos do curso de Ciências Contábeis da UNIOESTE Um estudo sobre as características dos acadêmicos do curso de Ciências Contábeis da UNIOESTE Udo Strassburg (Docente da UNIOESTE), udo@udostrassburg.com.br, rua Rodrigues Alves, 1197, Jardim Maria Luiza,

Leia mais