Socioambiental. O fio que nos une

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1 Relatório 2010 Socioambiental O fio que nos une

2 Relatório 2010 Socioambiental

3 Alta Administração Composição em 31 de dezembro de 2010 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DIRETORIA EXECUTIVA Armando Casado de Araújo (Presidente) Carlos Augusto Vidotto Carlos Nadalutti Filho Francisco Romário Wojcicki Luiz Paulo Fernandez Conde Vladimir Muskatirovic Carlos Nadalutti Filho (Diretor-Presidente) Cesar Ribeiro Zani (Diretor de Operação do Sistema e Comercialização de Energia) Luís Fernando Paroli Santos (Diretor de Gestão Corporativa) Luiz Henrique Hamann (Diretor Financeiro) Márcio Antônio Arantes Porto (Diretor de Construção) Mário Márcio Rogar (Diretor de Engenharia) CONSELHO FISCAL Membros Efetivos Antônio de Pádua Ferreira Passos (Presidente) Marisete Fátima Dadald Pereira Sonia Regina Jung Membros Suplentes João Vicente Amato Torres Israel da Silva Ronaldo Sérgio Monteiro Lourenço

4 Água, uma questão de respeito coletivo Durante séculos perpetuou-se a máxima de que a água era um recurso natural inesgotável. Entretanto, há alguns anos ficou claro para todos que, ao contrário, é um recurso finito e vulnerável. O estoque de água que existe no planeta é o mesmo desde sua estabilização e não se pode fabricar mais. Por isso, é preciso cuidar para que ele se mantenha não só em quantidade, mas em qualidade para uso. Essa consciência vem se ampliando, especialmente desde a Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente e o Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992 (Rio 92), durante a qual sedimentou-se a ideia do desenvolvimento sustentável. Em 2012, o Brasil sediará a Conferência Rio+20 e a água estará na pauta do encontro. O Relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Cuidando das águas: soluções para melhorar a qualidade dos recursos hídricos (2010), chama a atenção para um dado alarmante: quase 1 bilhão de pessoas em todo o mundo não têm acesso à água potável. O documento destaca ainda que, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), aproximadamente 4 mil crianças menores de 5 anos morrem por dia em decorrência de doenças como diarreia e cólera, que podem ter sua transmissão relacionada à qualidade da água. Dados como esses, fizeram com que a ONU declarasse, em 2010, o acesso à água como um Direito Humano. O Brasil, a despeito de dispor em torno de 12% da água doce do mundo, já enfrenta problemas que podem comprometer esse valioso recurso. A água encontra-se distribuída de forma irregular no território: o Sudeste, região de maior concentração populacional, tem disponível somente 6% da água do Brasil. O quadro de crescimento exagerado de demandas localizadas decorrente de processos desordenados de expansão agrícola, industrial e urbana é agravado pela degradação da qualidade das águas causada pela falta de tratamento adequado de esgotos e efluentes. FURNAS, consciente da importância da água para geração de energia e manutenção da vida, está investindo cada vez mais em projetos e ações que contribuam para a manutenção dos recursos hídricos do país. Grande parte das iniciativas desenvolvidas com esse intuito está nesta publicação da Empresa, o Relatório Socioambiental 2010 O Fio Que Nos Une.

5 Mensagem do Presidente Gerar e transmitir energia em bases sustentáveis representa um enorme desafio que FURNAS enfrenta, renovando a cada ano seu compromisso com o desenvolvimento do País, e criando as bases para a empresa que pretende ser nas próximas décadas. O ano de 2010 foi marcado por importantes conquistas que queremos compartilhar com nossos parceiros, colaboradores e demais públicos. Quatro novas usinas, construídas sob forma de Sociedade de Propósito Específico, entraram em operação: Baguari, Foz do Chapecó, Serra do Facão e Retiro Baixo e as linhas de transmissão Furnas- Pimenta II, construída também por uma Sociedade de Propósito Específico, e Macaé-Campos III foram energizadas. A conquista em leilão, em parceria com a iniciativa privada, do direito de construir e operar a Usina Hidrelétrica Teles Pires, ampliará nossa atuação na região amazônica, iniciada com a implantação da Usina Santo Antônio. Gerar energia na Amazônia, região que ainda depende fortemente de unidades térmicas à base de óleo diesel, contribuirá para que o País reduza as emissões de gases de efeito estufa. A implantação de empreendimentos de infraestrutura no Norte do País fortalece a presença do poder público e a soberania nacional. Por outro lado, a construção de grandes projetos na região exige uma atenção especial com o meio ambiente, populações tradicionais e atividades econômicas locais. Para tal, FURNAS tem se empenhado em construir parcerias, ampliar o diálogo com as instituições e comunidades locais e buscar soluções tecnológicas ambientalmente corretas. A construção de três parques eólicos e a conexão de usinas à base de biomassa e pequenas centrais hidrelétricas ao Sistema Interligado Nacional, em parceria com a iniciativa privada, abrem novas perspectivas para FURNAS atuar no segmento de fontes alternativas de energia. No âmbito do Plano de Transformação da Eletrobras, os presidentes de todas as empresas do Sistema reafirmaram seu compromisso com a sustentabilidade ao firmarem o Pacto de Furnas com metas de aperfeiçoamento do desempenho nas dimensões econômico-financeira, social e ambiental. FURNAS aderiu aos Princípios de Empoderamento das Mulheres, iniciativa do Pacto Global e do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher e ao Compromisso Corporativo no Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, reforçando sua disposição em transformar os Princípios do Pacto Global da ONU, do qual é signatária desde 2003, em práticas consistentes. Tenho certeza que a leitura deste relatório dará a real dimensão do trabalho que FURNAS vem realizando para fornecer a infraestrutura necessária ao desenvolvimento do país, em bases sustentáveis, ou seja, com viabilidade econômica, respeito ao meio ambiente e inclusão social. Para tal, conta com uma equipe de colaboradores de excelente nível técnico e altamente comprometidos com um projeto de transformação social e dispostos a deixar um legado de grandes obras, em um ambiente saudável, para as gerações futuras. Flavio Decat de Moura Diretor-Presidente

6 Sobre o Relatório O primeiro Balanço Social de FURNAS foi publicado, em 1998, e contemplava cerca do 45% dos itens constantes do modelo elaborado pelo Instituto de Análises Sociais e Econômicas (Ibase). No Balanço Social de 2004, tal percentual já alcançava 90%, além de o documento incluir alguns indicadores da Global Initiative Reporting (GRI) e conter um guia de leitura. Foi a partir de 2007 que o Balanço Social, como era denominado à época, alinhou-se de forma mais consistente às diretrizes da GRI. O Relatório Socioambiental de FURNAS O Fio Que Nos Une, em sua versão de 2010, apresenta como principal inovação, em relação aos anos anteriores, a correlação dos indicadores da norma internacional ISO , publicada em novembro de 2010, com as diversas ações descritas no referido documento. À semelhança com edições passadas, foram observadas as diretrizes, bem como os indicadores do Suplemento de Energia Elétrica da GRI e os indicadores de desempenho constantes do Manual de Elaboração do Relatório Anual de Responsabilidade Socioambiental das Empresas de Energia Elétrica, da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Outro aspecto inovador constante desta publicação é a primeira pesquisa realizada com os públicos de interesse de FURNAS, a fim de conhecer os temas por eles julgados de maior relevância com relação à sustentabilidade. A pesquisa abrangeu acionistas/investidores, comunidades, clientes, empregados diretos, demais integrantes da força de trabalho, fornecedores, governo e outros segmentos. O resultado da pesquisa em questão e de outras que pretendemos realizar, obviamente, se constitui em valioso instrumento para a elaboração dos futuros Relatórios Socioambientais, como forma de aperfeiçoar o diálogo da Empresa com seus públicos de interesse. Este Relatório visa divulgar, de forma clara e transparente, o desempenho de FURNAS nas dimensões econômico-financeira, social e ambiental e, abrangendo, entre outros, temas relacionados à Ética e Governança, Tecnologia e Informação, Desempenho Social e Ambiental. Desde a adesão de FURNAS ao Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) e aos seus princípios, no ano de 2003, os Relatórios Socioambientais são apresentados como relatórios de progresso (communication on progress) e incluídos na página do Pacto disponível na internet (www.pactoglobal.org.br). Com o objetivo de evitar a duplicidade de informações, optou-se por fazer referência ao Relatório Anual 2010, sempre que o detalhamento de informações sobre as atividades-fim da Empresa quais sejam, geração, transmissão e comercialização de energia elétrica, foi julgado importante. Integram este Relatório, em sua parte final, como anexos, as políticas corporativas de FURNAS, as tabelas requeridas pela ANEEL, os indicadores da GRI e da ISO e o Balanço Social modelo Ibase. A coleta das informações que compõem este Relatório teve a participação fundamental dos integrantes do Comitê de Sustentabilidade Empresarial de FURNAS. Por fim, além da distribuição aos públicos de interesse na forma impressa e digital, por meio de card-drives, o conteúdo deste Relatório poderá ser acessado na página de FURNAS na internet (www.furnas.com.br) e, por seus colaboradores, na página da intranet.

7 Sumário LISTA DE SIGLAS E ACRÔNIMOS 12 QUEM SOMOS E O QUE FAZEMOS 19 ÉTICA E GOVERNANÇA 23 TECNOLOGIA E INOVAÇÃO 37 ANEXOS Políticas A Política de Responsabilidade Social A Política Ambiental A Política de Educação Ambiental A Política de Recursos Florestais A Política de Recursos Hídricos A Política de Gestão de Resíduos A Política de Sustentabilidade do Sistema Eletrobras A7 SOCIEDADE E COMUNIDADE Governança corporativa A9 DESEMPENHO AMBIENTAL Indicadores de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e científico A10 4. Indicadores sociais e setoriais A11 TABELA GRI E BALANÇO IBASE Indicadores sociais e setoriais internos A Indicadores sociais e setoriais externos A22 5. Indicadores ambientais A26 6. Indicadores de desempenho operacional e de produtividade A39 7. Indicadores do Setor Elétrico A43

8 Lista de Siglas e Acrônimos CEO CEP CERHI CERJ CIEN CFURH Chief Executive Officer Comissão de Ética Pública Conselho Estadual de Recursos Hídricos Companhia de Eletricidade do Estado do Rio de Janeiro Companhia de Interconexão Energética Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos ABNT ACL ACR ACT ADR AIDS Alago ALCOA Ampla ANA ANEEL Associação Brasileira de Normas Técnicas Ambiente de Contratação Livre Ambiente de Contratação Regular Acordo Coletivo de Trabalho American Depositary Receipts Acquired Immune Deficiency Syndrome (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) Associação dos Municípios do Lago de Furnas Alcoa Alumínio S.A. Ampla Energia e Serviços S.A. Agência Nacional de Águas Agência Nacional de Energia Elétrica CMDCA COERGO Conab COPASA COPPE COPPETEC CPF CPFL CRA CRAS CUT Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente Grupo de Estudos em Ergonomia Companhia Nacional de Abastecimento Companhia de Saneamento de Minas Gerais Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia Fundação Coordenação de Projetos, Pesquisas e Estudos Tecnológicos Cadastro de Pessoas Físicas Companhia Paulista de Força e Luz Centro de Recursos Ambientais Centro de Referência da Assistência Social Central Única dos Trabalhadores ANP APAE APM Manso ASEF Agência Nacional do Petróleo Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais Aproveitamento Múltiplo de Manso Associação dos Empregados de FURNAS DAEE/SP DF DJSI Departamento de Águas e Energia Elétrica no Estado de São Paulo Distrito Federal Dow Jones Sustainability Index (Índice Dow Jones de Sustentabilidade da Bolsa de Nova Iorque) Avape Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência DME DME Energética Ltda. DNPM Departamento Nacional de Produção Mineral BNDES Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNEF Bloomberg New Energy Finance EDP Brasil EDP Energias do Brasil BOVESPA Bolsa de Valores de São Paulo EIA Estudo de Impacto Ambiental BID Banco Interamericano de Desenvolvimento Enersus Energia Sustentável do Brasil EPE Empresa de Pesquisa Energética CCEE Câmara de Comercialização de Energia Elétrica ERP Enterprise Resource Planning (Sistemas Integrados de Gestão Empresarial) CEEE Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica ES Estado do Espírito Santo CDP Carbon Disclosure Project CEBDS Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável FAEPE Fundação de Apoio ao Ensino Pesquisa e Extensão, da Universidade de Lavras CEIVAP Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul FEEAM Fundação Estadual de Engenharia Ambiental de Minas Gerais CEM Campo Eletromagnético FGTS Fundo de Garantia por Tempo de Serviço Cemig Companhia Energética de Minas Gerais FIA Fundo da Infância e da Adolescência

9 Fiocruz Fundação Oswaldo Cruz LER Leilão de Energia de Reserva Fiotec Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde LT Linha de Transmissão FNDCT Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNQ Fundação Nacional da Qualidade MAB Movimento dos Atingidos por Barragens FRG Fundação Real Grandeza MG Estado de Minas Gerais FUNAI Fundação Nacional do Índio MMA Ministério de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Amazônia Legal FURNASNet Intranet da Empresa MME Ministério de Minas e Energia MT Estado do Mato Grosso GD3 GD7 Comitê de Bacia Hidrográfica do Entorno do Reservatório de Furnas Comitê de Bacia Hidrográfica dos Afluentes Mineiros do Médio rio Grande MTE Ministério do Trabalho e do Emprego MW Unidade de medida de potência ativa (W) Potência nominal Megawatt (x10 6 ) GE Grupo de Especialistas em Gestão de Riscos GEE Gases de Efeito Estufa Naturatins Instituto Natureza do Tocantins GESAC Programa de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações NBR Denominação de norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) GG Grupo Gênero GHG Greenhouse Gas Protocol (Protocolo de Gases de Efeito Estufa) ODM Objetivos de Desenvolvimento do Milênio GRI Global Reporting Initiative ONS Operador Nacional do Sistema Elétrico GO Estado de Goiás ONU Organização das Nações Unidas GT Grupo de Trabalho GTESE Grupo de Trabalho da Ética do Sistema Eletrobras PAC Programa de Aceleração do Crescimento PAD Plano Anual de Desenvolvimento IAP Instituto Ambiental do Paraná PAE Plano de Atendimento às Emergências Ibama Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis PAE Programa de Ações Estratégicas do Sistema Eletrobras Ibase Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas PAPC Planejamento Anual de Prevenção de Cheias IBDD Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência PCB Polychlorinated Biphenyls (Bifenilas Policloradas) ICMBio Instituto Chico Mendes da Biodiversidade PCR Plano de Carreira e Remuneração IEMA Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo PDI Plano de Desenvolvimento Individual IF/SP Instituto Florestal de São Paulo PDGR Plano Diretor de Gestão de Riscos Corporativos IGAM Instituto Mineiro de Gestão das Águas PEA Programa de Educação Ambiental Inea Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro P&D Pesquisa e Desenvolvimento Ines Instituto Nacional de Educação de Surdos PINE Programa de Integração de Novos Empregados INPI Instituto Nacional de Propriedade Industrial PLpT Programa Luz para Todos INSS Instituto Nacional do Seguro Social PNMC Política Nacional sobre Mudanças do Clima INTESA Integração Transmissora de Energia S.A. PNUMA Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente ISE Índice de Sustentabilidade Empresarial PRD Proposta de Resolução de Diretoria ISO International Organization for Standardization (Organização Internacional de Padronização) PROCEL Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica

10 Procon Ar Programa de Autocontrole de Emissões para a Atmosfera SISSMA Semana Interna de Saúde, Segurança e Meio Ambiente Prodeem Programa de Desenvolvimento Energético dos Estados e Municípios SMLQA Sistema de Monitoramento Limnológico e da Qualidade das Águas PROMAN Produtores Energéticos de Manso S.A. SOX Lei Sarbanes-Oxley PR Estado do Paraná SP Estado de São Paulo Prove Programa de Reaproveitamento do Óleo Vegetal do Estado do Rio de Janeiro SPE Sociedade de Propósito Específico PTSE Plano de Transformação do Sistema Eletrobras SPED Sistema Público de Escrituração Digital PUC-MG Pontifícia Universidade Católica do Estado de Minas Gerais SVMA/SP Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente/SP PUC-RJ Pontifícia Universidade Católica do Estado do Rio de Janeiro TI Tecnologia da Informação ReLuz Programa Nacional de Iluminação Pública Eficiente RIMA RJ RO RSE Relatório de Impacto Ambiental Estado do Rio de Janeiro Estado de Rondônia Responsabilidad Social Empresarial (Responsabilidade Social Empresarial) UF UFG UFLA UFMG UFRGS Unidade da Federação Universidade Federal de Goiás Universidade Federal de Lavras Universidade Federal de Minas Gerais Universidade Federal do Rio Grande do Sul SAGE SAIGEE Sala SC SE Sebrae SEC Sefac SEMA SEMAD Sistema Aberto de Gerenciamento de Energia Sistema de Apoio ao Inventário de Gases de Efeito Estufa Sistema de Acompanhamento de Licenciamento Ambiental Estado de Santa Catarina Subestação Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Securities and Exchange Commission Serra do Facão Energia S.A. Secretaria de Estado de Meio Ambiente Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais UFRJ UFSC UGT UHE UICN UnB UNIFEM UNIRIO USP UTE Universidade Federal do Rio de Janeiro Universidade Federal de Santa Catarina União Geral dos Trabalhadores Usina Hidrelétrica União Internacional para a Conservação da Natureza Universidade de Brasília United Nations Development Fund for Women (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher) Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro Universidade de São Paulo Usina Termelétrica SEMARH Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos SEMESA Serra da Mesa Energia S.A. Semma Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Macaé Senai Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SESC Serviço Social do Comércio Serla Superintendência Estadual de Rios e Lagoas SGA Sistema de Gestão Ambiental SIN Sistema Interligado Nacional SIPAT Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho

11 Quem Somos e o que Fazemos

12 QUEM SOMOS E O QUE FAZEMOS Sustentabilidade obtida com trabalho que alinha diálogo, parceria e desenvolvimento. Entre as metas do Governo Federal estão fortalecer a proteção ao meio ambiente, reduzindo o desmatamento e impulsionando a matriz energética mais limpa do mundo, mantendo a vanguarda nacional na produção de biocombustíveis e desenvolvendo nosso potencial hidrelétrico. Neste sentido, FURNAS, responsável por aproximadamente 40% da energia que movimenta o Brasil, em 2010, investiu mais de R$ 1,2 bilhão, consolidou obras e firmou contratos importantes para o crescimento do mercado energético, sempre alinhando o desenvolvimento a ações que sustentam o equilíbrio socioambiental. Com a inauguração de três novas usinas hidrelétricas Retiro Baixo, Serra do Facão e Foz do Chapecó, em 2010, o complexo de geração de energia elétrica de FURNAS soma atualmente 15 usinas hidrelétricas, das quais oito são de propriedade exclusiva, duas em parceria e cinco em Sociedades de Propósito Específico (SPE) e duas termelétricas. O sistema de transmissão compreende aproximadamente 20 mil quilômetros de linhas de transmissão de propriedade exclusiva e 51 subestações, das quais 44 são integralmente de FURNAS, duas em parceria e cinco em SPE. Com essa estrutura, a Empresa está operando em quatro das cinco regiões do Brasil (Sul, Sudeste, Norte e Centro-Oeste), abrangendo dez estados e o Distrito Federal. Dando continuidade ao seu projeto de expansão e comprometimento com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal, estão sendo construídas três novas usinas hidrelétricas Santo Antônio (RO), em SPE, Simplício (RJ/MG) e Batalha (GO/MG), de propriedade integral de FURNAS e desenvolvidos 11 projetos de transmissão, sendo três com recursos próprios e oito em SPE. Ainda no âmbito do PAC, FURNAS participa da SPE responsável pela implantação da UHE Teles Pires, com início da construção previsto para Em 2010, FURNAS finalizou o projeto que prevê a construção de três parques de energia eólica no litoral do Rio Grande do Norte, sob a forma de SPE, que agregarão 147,6 MW à disponibilidade operacional e ampliarão a área de atuação da Empresa para o Nordeste do país. O investimento em energia eólica reforça o compromisso da Empresa com os critérios de sustentabilidade socioambiental. Na área da Responsabilidade Social, FURNAS participou ativamente do processo de elaboração da norma internacional ISO , publicada em novembro de A Empresa aderiu, ainda, aos Princípios de Empoderamento das Mulheres, iniciativa lançada em março daquele mesmo ano, por meio de uma parceria entre o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM) e o Pacto Global das Nações Unidas, que oferece à comunidade empresarial uma nova ferramenta no trabalho para ampliar e valorizar a liderança feminina no mercado profissional. Também em 2010, FURNAS passou a integrar o Programa de Combate à Exploração de Crianças e Adolescentes, do Governo Federal, e aderiu ao Plano de Ação Conjunto dos Governos do Brasil e dos Estados Unidos, para Eliminação da Discriminação Étnico-Racial e a Promoção da Igualdade. O reconhecimento da excelência de FURNAS resultou, em 2010, na conquista do 5º Prêmio Brasil de Meio Ambiente pelo Melhor Trabalho em Educação Ambiental Projeto Horizontes para Renovação da Licença de Operação da UHE Itumbiara; do 12º Prêmio da Associação Brasileira de Companhias Abertas pela publicação do Relatório Anual (edição 2010) e da Medalha de Ouro no Prêmio Paulista de Qualidade. Pelo terceiro ano consecutivo, FURNAS recebeu, do Governo Federal, o Selo Pró-Equidade de Gênero pelo conjunto de ações implementadas, entre outros prêmios que serão destacados no final do capítulo Ética e Governança deste Relatório.

13 Ética e Governança

14 ÉTICA E GOVERNANÇA Compromissos e ações baseados em princípios globais. De mãos dadas com o mundo Equidade de gênero em FURNAS Dando prosseguimento ao trabalho iniciado em 2004, em cumprimento às diretrizes e ações afirmativas definidas pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para as empresas vinculadas, FURNAS aderiu à 3ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero, do Governo Federal, no biênio 2009/2010. A adesão da Empresa à 1ª edição do Selo, em 2005/2006, foi considerada um marco na história da estatal. FURNAS é uma das nove empresas brasileiras que receberam as três versões do Selo. FURNAS é signatária de iniciativas como Pacto Global e Objetivos do Milênio, ambas da ONU, e do Pacto de Ação em Defesa do Clima, lançado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), tornando-se Membro Fundador do Programa Brasileiro GHG Protocol, em Ao aderir ao Pacto Global, a Empresa assumiu o compromisso de internalizar seus princípios e realizar ações de interesse público, contribuindo, assim, para melhorar a condição humana. O conjunto de princípios do Pacto Global orienta as atividades das empresas signatárias em quatro grandes áreas: Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Contra a Corrupção. Desde então, a Empresa tem sido premiada com o Selo pelo conjunto de ações implementadas, sob supervisão do Grupo Gênero. As medidas evidenciaram a promoção de tratamento e as oportunidades iguais para homens e mulheres em FURNAS, e fomentaram o desenvolvimento de novas concepções de gestão de pessoas e de cultura organizacional. Podemos apontar como uma evidência o crescimento de mulheres em cargos de gerência como demonstrado na tabela a seguir, na qual se observa o crescimento de 47,06% do número de mulheres em cargos gerenciais, considerando o período 2004 até Após a aprovação da Declaração do Milênio, em 2000, os países-membros da ONU estabeleceram oito Nº de mulheres em cargos de gerência propostas, conhecidas como Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), para reduzir a pobreza e as desigualdades, bem como assegurar o desenvolvimento sustentável. Para tanto, foram definidas metas de desenvolvimento social, econômico e ambiental a serem atingidas até FURNAS aderiu aos oito objetivos. Os programas e as ações sociais desenvolvidas, além de refletirem o compromisso firmado no Pacto Global, contribuem para o cumprimento dos ODM Princípios de Empoderamento das Mulheres (UNIFEM) Os Princípios de Empoderamento das Mulheres Igualdade Significa Negócios foram lançados em março de O documento é resultado de uma parceria entre o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM) parte da ONU Mulheres e o Pacto Global das Nações Unidas. O objetivo é oferecer à comunidade empresarial uma nova ferramenta no ambiente profissional para ampliar e valorizar a liderança feminina no mercado de trabalho. Mais detalhes do trabalho realizado pelo Grupo Gênero, em 2010, estão disponíveis no capítulo Sociedade e Comunidade deste Relatório. A iniciativa foi referendada por FURNAS e 39 presidentes e diretores executivos de diversas empresas na Declaração de Apoio dos CEOs aos Princípios de Empoderamento das Mulheres Igualdade Significa Negócios, em junho de No documento, os presidentes e diretores executivos expressam o Programa Na Mão Certa compromisso com a promoção da igualdade entre homens e mulheres a ser adotada em escala mundial, a fim de representar nas empresas as diversidades global e nacional. FURNAS, signatária do Pacto Empresarial, participa do Programa Na Mão Certa uma iniciativa do Instituto Childhood Brasil, com o objetivo de coibir a exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias Os Princípios de Empoderamento das Mulheres são os seguintes: Marketing brasileiras. Em 2010, a Empresa participou de workshops visando à qualificação de seus colaboradores, para que atuem como pontos focais e multiplicadores, contribuindo, dessa forma, para o enfrentamento desse problema social. Durante a sua participação no Seminário Nacional de Transporte das Utilities- Senatrans, realizado em São Paulo, FURNAS destacou a importância da campanha contra a exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas e viabilizou a difusão do Programa no evento. Além disso, a Empresa convidou a Childhood Brasil para realizar palestra no local da construção da Usina de Batalha, visando a sensibilizar gestores da Empresa e da construtora Camargo Corrêa contra a exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas. Para os trabalhadores de ambas as empresas, e também para os prestadores de serviços no empreendimento, foram realizadas campanhas educativas, com distribuição de folders e afixação de cartazes nos locais de grande circulação de pessoas.

15 ÉTICA E GOVERNANÇA Estratégias de governança A governança de FURNAS é constituída pelos Processos Deliberativos, de Relatórios Corporativos Oficiais e de Apoio. Nos Processos Deliberativos, as matérias de interesse de cada diretoria são propostas à Diretoria Executiva. Cada matéria é expressa e justificada em Proposta de Resolução de Diretoria (PRD), previamente distribuída a todos os diretores. O processo de controle de conformidade regulamentar de cada PRD constitui-se de análise de pareceres independentes de órgãos especializados, principalmente os pareceres jurídico e econômico-financeiro, que devem ser coerentes com o escopo da proposta de não conformidade, comentadas e justificadas, em relação aos normativos internos e externos. Quando há necessidade de maior discussão interdisciplinar em relação às matérias, são utilizados Grupos de Trabalho transitórios e/ou Comitês de atuação permanente, criados por decisão da Diretoria Executiva. Os Comitês são grupos de ação de natureza contínua, compostos por representantes das diversas diretorias da companhia, cuja finalidade é prover flexibilidade à organização para alinhar-se às mudanças dos ambientes externo e interno. Atualmente, a Empresa mantém os seguintes comitês: Sustentabilidade Empresarial, Planejamento Estratégico e Empresarial, Gestão de Riscos, Comissão de Ética, Recursos Humanos, Segurança no Trabalho e Saúde Ocupacional, Comercialização de Energia, Coordenação de Novos Negócios, Recursos Hídricos, Qualidade e Produtividade, Segurança da Informação, Pesquisa e Desenvolvimento, Informática, Pró-Memória de FURNAS, Normalização Técnica, Comunicação Corporativa, Comissão para a Coleta Seletiva Solidária, Seguros, Avaliação de Documentos e Gestão Sociopatrimonial. No final desta publicação, você encontrará uma tabela com os objetivos de cada Comitê. Plano de Transformação da Eletrobras Planejamento Estratégico O Planejamento Estratégico de FURNAS foi elaborado em 2008, antes do início dos trabalhos do PTSE, com ajuda de consultoria externa e com a participação de representantes de, praticamente, todos os órgãos da Empresa. Em razão do Plano de Transformação, foi, logo a seguir, revisado com o objetivo de buscar o alinhamento com as diretrizes estratégicas do PTSE. Hoje, reflete as intenções estratégicas da Empresa e sustenta-se na ampla análise dos ambientes interno e externo, estando, perfeitamente alinhado com a condução que se espera para as empresas do Sistema Eletrobras, um grupo robusto, líder em sua área de atuação e com alto potencial de alavancar os negócios. Em 2010, após o intenso trabalho de revisão, sedimentou-se o Mapa Estratégico e os Indicadores Resultantes, formando, assim, um instrumento de análise do desempenho no nível estratégico. Os Grupos de Iniciativas Estratégicas foram reativados e estimulados a continuarem com os trabalhos de revisão das Ações Estratégicas e de seus respectivos indicadores, o que deve continuar no ano de Gestão de Riscos No final de 2009, FURNAS criou o Comitê de Gestão de Riscos, com o objetivo de representar a Diretoria Executiva nas deliberações relativas à gestão de riscos corporativos. Em janeiro de 2010, foi criado o Grupo de Trabalho (GT), composto por empregados de diversas áreas estratégicas da Empresa, com o intuito de viabilizar o desenvolvimento da gestão de riscos corporativos e de atender às demandas da Eletrobras. O projeto foi desenvolvido com o apoio da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), que, junto com o Grupo de Especialistas em Gestão de Riscos (GE) criado simultaneamente ao GT elaborou, ao longo de 2010, o Plano Diretor de Gestão de Riscos Corporativos de FURNAS (PDGR). O Plano de Transformação do Sistema Eletrobras (PTSE) surgiu como uma necessidade de transformar a Eletrobras e as empresas controladas, em razão das várias alterações ocorridas no marco legal de energia elétrica e, principalmente, pela consciência de que os grandes projetos de expansão se darão mediante a sinergia da empresa pública com a privada. O PDGR foi concebido baseado na Norma ISO 31000, tendo sido desenvolvido em cinco etapas: preparação de equipes, sensibilização e capacitação, levantamento, diagnóstico e, por último, elaboração do documento. Adicionalmente à arquitetura de gestão proposta para implantação em FURNAS, gerou-se, também, um catálogo compreendendo 114 eventos de riscos corporativos. FURNAS, assim como as demais empresas, já tinha a percepção de que seria preciso se reestruturar e, mais, se adequar à nova realidade do setor elétrico, uma vez que vários agentes privados passaram a atuar nos campos da geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica. A Empresa participou dos vários grupos de trabalho, e ainda participa, apontando as soluções possíveis para que as empresas possam caminhar com segurança em um ambiente diferente daquele em que costumavam tratar de negócios. A principal meta do plano é, sem dúvida, a orientação de todo o Sistema Eletrobras para um novo patamar de competitividade, em que a disputa pelo direito de ofertar energia elétrica ocorre por meio de leilões, nos quais o preparo comercial é a principal virtude. A Empresa, então, reorientou seu Planejamento Estratégico, a fim de deixá-lo coerente com as diretrizes e estratégias do Governo Federal. Além disso, aderiu ao novo Código de Ética e à Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras, determinando que o Comitê de Sustentabilidade Empresarial de FURNAS, em articulação com os órgãos próprios da Empresa, adote as ações necessárias para o cumprimento dessa política. Visando a melhoria do relacionamento institucional e o aprimoramento da sustentabilidade empresarial, FURNAS revisou, em 2010, o Mapa Estratégico de Risco da Empresa que, levando em conta o PTSE, apresentou orientações voltadas para a gestão integrada de riscos no âmbito das empresas do grupo, alinhadas ao Programa de Ações Estratégicas (PAE)

16 ÉTICA E GOVERNANÇA Lei Sarbanes-Oxley Todos os procedimentos e normas de FURNAS são adaptados aos requisitos da Lei Sarbanes-Oxley, em razão da obtenção, por parte da Eletrobras, em 2008, do registro de seus American Depositary Receipts (ADRs) na Securities and Exchange Commission (SEC), o que permite a negociação de suas ações no pregão da Bolsa de Nova Iorque. A referida lei determina que os processos relevantes de negócios e de tecnologia da informação estejam documentados (mapeados) e sejam avaliados quanto à eficácia do desenho e da operação dos respectivos controles existentes em cada processo. O mapeamento consiste aspectos relacionados à execução dos processos. Parte interessada Canal de relacionamento Principais programas e ações Público interno Ouvidoria.asp) docs.asp?doc=arcs\pdf\codigo_de_ etica.pdf) qualidade de vida no trabalho entre cidadãos, empregados e a Empresa Em alinhamento às diretrizes estabelecidas pelo Ministério de Minas e Energias (MME) para o Sistema Eletrobras, FURNAS desenvolveu um novo modelo de Planejamento Estratégico em âmbito corporativo, como já mencionado, um moderno sistema de gestão empresarial ERP (Projeto Sintonia) e o Projeto SOX, implantados em O processo de certificação SOX, para adequação aos requisitos da Lei Sarbanes- Oxley, consiste no levantamento de todos os controles internos relativos aos relatórios financeiros e o links.asp?lnk=grupogenero/grupo genero.asp) objetivo é possibilitar que a Eletrobras mantenha com a SEC o registro que permite a negociação de suas ações no pregão da Bolsa de Valores de Nova Iorque. A primeira certificação ocorreu para o ano de 2009 e se repetirá anualmente. Em 2010, o trabalho abrangeu as seguintes fases: identificação das contas contábeis e processos e Sindicatos Associações de classe profissional Trabalho demais demandas Órgãos governamentais nos Estados Unidos. MME Todos, Prodeem e PROCEL) Relacionamento sem barreiras EPE Transmissão Comissões FURNAS compreende que o relacionamento com todas as partes interessadas no trabalho desenvolvido pela Empresa precisa ser pleno, para que o sucesso seja garantido. É necessário ouvir para depois agir. Com esse intuito, mantém o diálogo permanente com o público interno, sindicatos, associações de classe profissional, órgãos governamentais, controladora (Eletrobras), ONS, empresas parceiras, associações setoriais (nacionais e internacionais), sociedade, comunidade, organizações não governamentais, movimentos sociais, universidades e centros de pesquisa, escolas, acionistas, imprensa/mídia, clientes e fornecedores. Confira na tabela a seguir. CCEE ANEEL de Energia de Energia energia elétrica geração e transmissão e venda de energia recomendações, determinações e constatações Órgãos Ambientais Controladora (Eletrobras) ONS do SIN

17 ÉTICA E GOVERNANÇA Parte interessada Canal de relacionamento Principais programas e ações Empresas parceiras Associações Setoriais (nacionais e internacionais) Sociedade Serviços Comercialização de Energia como Representantes nas Entidades Ouvidoria.asp) de empreendimentos de geração e transmissão entre cidadãos, empregados e a Empresa Parte interessada Canal de relacionamento Principais programas e ações Clientes Fornecedores de Energia Elétrica Serviços (www.furnas.com.br) FURNAS detém capacitação tecnológica Empresarial na Relação de FURNAS com seus Fornecedores br/docs.asp?doc=arcs\pdf\codigo_de_ etica.pdf) Obs.: Detalhes sobre os relacionamentos de FURNAS com órgãos governamentais e participação em fóruns setoriais encontram-se disponíveis no Relatório Anual 2010 (www.furnas.com.br). home/frmloginfale.asp) Twitter informações FURNAS Ouvidoria Em 2010, destacou-se a criação da Instrução Normativa Manifestação à Ouvidoria, que estabelece critérios e orienta a respeito das manifestações recebidas, bem como dos formulários eletrônicos Recomendação da Ouvidoria que registra, de maneira padronizada, as sugestões a serem enviadas ao corpo gerencial da Operação do Sistema) Empresa, e Relatório Analítico da Ouvidoria, utilizado para descrição detalhada dos casos considerados mais importantes e de solução complexa, com encaminhamento similar ao anterior. Comunidade Social A Ouvidoria recebeu e respondeu a 792 manifestações, agrupadas em solicitações (44%), reclamações (43%), denúncias (7%), sugestões (4%) e elogios (2%). Desse total, cerca de 72% foram de origem externa à Empresa, 23% de origem interna e 5% não puderam ter sua procedência identificada. Organizações não Governamentais Regionais Social Comissão de Ética Entre os principais feitos da Comissão de Ética de FURNAS está a elaboração do novo Código de Ética do Sistema Eletrobras, em destaque no próximo parágrafo. Além disso, a Comissão participou mensalmente Regionais do Fórum Nacional da Gestão da Ética nas Empresas Estatais, incluindo a Coordenação de Subcomitês de atividades específicas e do Comitê de Ética Empresarial da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Movimentos Sociais famílias atingidas Participou, ainda, do XI Seminário Ética na Gestão, coordenado pela Comissão de Ética Pública (CEP), e analisou e concluiu todos os casos de desvios éticos apresentados ao longo de Registrou-se Universidades e Centros de Pesquisa Desenvolvimento apenas um caso de indícios de discriminação de sexo, tendo sido acordado um Termo de Compromisso de Conduta Pessoal e Profissional com a pessoa denunciada. Os outros casos acompanhados pela Escolas Regionais Acionistas Extraordinárias Imprensa/mídia Clipping Comissão referiam-se a uso indevido de TecnoIogia da Informação ou a problemas administrativos.

18 ÉTICA E GOVERNANÇA A Engajamento de partes interessadas No final de 2010, a Eletrobras realizou uma pesquisa para levantar os temas da sustentabilidade mais relevantes para cada uma de suas partes interessadas, no sentido de aperfeiçoar a prestação de contas à sociedade. A pesquisa contemplou as partes interessadas das empresas controladas. As respostas recebidas por FURNAS, num total de 712, podem ser assim classificadas, por categoria de parte interessada: Parte interessada Nº de respostas Acionista/investidor 6 Comunidade 9 Cliente 7 Empregado direto 42 Demais integrantes da força de trabalho 611 Fornecedor 26 Governo 1 Outro segmento 5 Sociedade civil organizada 5 Código Único de Ética do Sistema Eletrobras Durante as reuniões do Comitê de Sustentabilidade da Eletrobras, em 2009, foram identificados gaps para o atendimento dos requisitos do ISE Bovespa e do Dow Jones (DJSI), que se referiam ao Código de Ética. No encontro Pacto de Tucuruí, como foi chamado, as empresas do Sistema Eletrobras perceberam que era necessário um código de ética único para todas elas e levantaram questões de sustentabilidade que precisariam ser tratadas coletivamente. Para pensar sobre os termos do referido documento criouse o Grupo de Trabalho da Ética do Sistema Eletrobras (GTESE), composto de representantes de todas as diretorias da Companhia e de um representante de cada empresa que integra o Sistema. Os temas considerados mais relevantes pelo conjunto de partes interessadas, sem considerar a ponderação no número de respostas por categoria, podem ser assim discriminados: comunidade, impactos econômicos indiretos, desempenho econômico, biodiversidade, fornecedores, energia, emissões, efluentes e resíduos. O GTESE realizou oito workshops envolvendo todas as áreas, com especial atenção àquelas consideradas mais sensíveis, que tratam de suprimentos, licitações, recursos humanos, relação com investidores, jurídico, área de patrocínio, dentre outras. Realizou-se um workshop em cada empresa do Sistema Eletrobras para ampliar a participação e legitimar o código de ética em cada uma delas. A Comissão de Ética participou do Programa de Integração dos Novos Empregados (PINE), concedendo palestras sobre Gestão da Ética e o novo Código de Ética. Todo o trabalho foi coordenado pela Comissão de Ética da Eletrobras, em sintonia com as demais Comissões de Ética das empresas controladas. Fale conosco FURNAS mantém um canal de comunicação na sua página da internet, para que qualquer cidadão possa encaminhar solicitações, elogios, sugestões, reclamações, denúncias ou pedidos de informação. Em 2010, a Empresa recebeu mensagens, das quais 30 abordavam questões específicas de Responsabilidade Social. Do total de mensagens recebidas, 93% foram atendidas. A pequena fração sem resposta deveu-se aos erros na transmissão de dados ou à não obtenção de resposta da área responsável pela informação.

19 ÉTICA E GOVERNANÇA Prêmios e reconhecimento Em 2010, FURNAS conquistou prêmios importantes, que refletem o empenho da Empresa em operar alinhada a valores e princípios globais que visam o bem-estar socioambiental. GRI Readers Choice Awards 2010 O Relatório Socioambiental de FURNAS 2008, intitulado O Fio Que Nos Une, foi destaque em três das seis categorias na segunda e última fase do GRI Readers Choice Awards 2010, organizado pela Global Report Initiative, em Amsterdã, Holanda. O relatório foi considerado o 3º melhor na categoria Relatório Mais Efetivo, 4º melhor na categoria Sociedade Civil e 4º melhor na categoria Escolha dos Leitores GRI. Mais de 2 mil publicações entraram na competição e receberam votos dos leitores. Certificado Empresa Cidadã FURNAS foi agraciada pelo oitavo ano consecutivo com o Certificado Empresa Cidadã, conferido pelo Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro, como reconhecimento pelo seu Relatório Socioambiental 2009 O Fio Que Nos Une ao Futuro, em cerimônia realizada na Fecomércio-RJ, no mês de outubro de Troféu Rogério Morgado Concedido à Empresa pela Fundação Coge por apresentar o maior número de projetos (27) na categoria Ações de Responsabilidade Social ao longo de dez anos do prêmio. Entre os projetos estão os Núcleos de Integração Comunitária, que objetivam a geração de trabalho e de renda em quatro comunidades no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Mato Grosso e beneficiam cerca de 20 mil pessoas. 5ª Edição do Prêmio Mogi News/Chevrolet de Responsabilidade Social do Alto Tietê Foram premiados os projetos sociais Energia na Rede, Conta que eu Conto e Corte e Costura, do Departamento de Construção de Transmissão Sul. V Edição do Prêmio DEST de Monografias Um colaborador da Assessoria de Promoção da Cidadania Empresarial obteve o 2º lugar com a monografia intitulada A viabilidade da aplicação do modelo GRI em FURNAS.

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