Autoria: Rafaela Módolo de Pinho, Fabio Moraes da Costa

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1 Qualidade de Accruals e Persisência dos Lucros em Firmas Brasileiras Lisadas na Bovespa Auoria: Rafaela Módolo de Pinho, Fabio Moraes da Cosa Resumo Ese arigo objeiva invesigar a relação enre a qualidade dos accruals e do lucro em relação ao erro de esimação dos accruals, verificando se algumas caracerísicas da firma podem ser usadas como insrumeno para qualidade dos accruals. Busca-se, ambém relacionar al qualidade com a persisência dos lucros. Para ano, foi uilizada uma amosra conendo dados de empresas brasileiras lisadas na Bovespa enre 1995 e Assumiu-se que a mensuração da qualidade do accruals é o resíduo da regressão Dados em Painel, endo como variável dependene a Variação do Capial Circulane e, como variáveis independenes os Fluxos de Caixa Operacional no passado presene e fuuro. Essa mensuração já havia sido uilizada no rabalho de Dechow e Dichev (2002), sendo que essa é uma réplica do esudo que ambas realizaram com as empresas americanas. Concluiu-se que a Magniude da Volailidade dos Fluxos de Caixa e a Magniude dos Accruals, caracerísicas observáveis da firma, podem ser usadas como insrumeno da qualidade dos accruals. Além disso, não se obeve uma evidência níida de que o aumeno da qualidade desses ajuses, aumene a persisência dos lucros. Palavras Chave: qualidade do accrual, persisência do lucro, caracerísicas observáveis da firma. 1. Inrodução A assimeria de informação exisene enre a adminisração da empresa e os demais agenes, ais como fornecedores e invesidores, faz com que informações a respeio da performance da empresa sejam demandadas. O Lucro e o Fluxo de caixa passado são algumas das informações uilizadas. Enreano, muio se em discuido a respeio de qual represena uma melhor mérica (LOPES; MARTINS, 2005; GREENBERG e al. 1986, DECHOW, 1994). O sucesso da firma consise na geração de enradas de caixa que superem as saídas. Assim sendo, quando analisamos a firma sobre inervalos finios de empo, o Fluxo de Caixa passado pode não ser ão informaivo. Isso ocorre devido a problemas de iming e maching. Timing diz respeio a alocação iner-emporal dos fluxos de caixa, poso que denro de um mesma Demonsração de Fluxo de Caixa, há enradas e saídas que compeem a diferenes períodos. Já o maching decorre do problema de iming e se resume na confronação enre receias e despesas, pois denro de uma única demonsração podem haver valores de diversas compeências. Dessa forma, visando minimizar esses problemas, o Lucro é uma informação conábil baseado no regime de compeência, que esá apoiado em dois princípios básicos, o de Reconhecimeno da receia e o de confronação enre receias e despesas. O reconhecimeno da receia somene deve ocorrer quando a empresa já presou o serviço ou pare subsancial do mesmo e em cereza suficiene do recebimeno. Já a confronação requer que as despesas sejam associadas às receias e reconhecidas no mesmo período desas. Assim pode-se perceber que esses princípios esão mais ligados ao eveno econômico do que a efeiva saída ou enrada de caixa. Para que a informação conábil enha uilidade, ela deve ser confiável e relevane, ou seja, deve proporcionar ao usuário a previsão de fluxos de caixa fuuros. Nesse pono um rade off é gerado, pois a medida que a informação ganha relevância ela acaba se ornando subjeiva e, porano, menos confiável.

2 Diane desse rade off, percebe-se que o fluxo de caixa é mais objeivo e, porano, mais confiável. Enreano, o Lucro, apesar de subjeivo é mais relevane como medida de performance. Lopes e Marins (2005, p.68) desacam que: (...) Se o regime de compeência fornece números mais próximos dos fluxos fuuros do que o próprio fluxo de caixa, podemos concluir que a relevância da informação conábil reside no regime de compeência. As diferenças exisenes enre Fluxo de Caixa e Lucro decorrenes do regime de compeência são chamados de accruals. Assim, os accruals melhoram a capacidade do lucro de mensurar a performance da empresa. É válido salienar que para melhorar a mensuração, esses accruals devem possuir qualidade, poso que permiem um cero nível de gerenciameno de resulados, o qual pode ser usado de forma oporunisa pelo gesor para manipulá-los. Nese conexo, se houver muio gerenciameno de resulados a Demonsração de Fluxo de Caixa pode passar a ser mais relevane. Dechow (1994), revela que o regime de compeência melhora mais a capacidade de mensuração da performance da empresa no curo prazo do que o Fluxo de caixa. Sobre isso, a auora expressa que em curos inervalos de empo o Lucro esá associado de forma mais fore ao reorno da empresa do que ao Fluxo de Caixa realizado. Mosra ainda, que a Capacidade do Fluxo de Caixa para mensurar performance, melhora em relação ao lucro quando os inervalos de empo são alongados. Denre seus demais eses, Dechow (1994, p.33) conclui que: The resuls demonsrae ha isolaing he condiions under which earnings and realized cash flows are expeced o differ by he greaes magniude provides more powerful ess of he usefulness of accouning accruals. Overall, he evidence suggess ha accruals play are imporan role in improving he abiliy of earnings o reflec firm performance. Desse modo, faz-se necessário analisar a qualidade dos accruals para que eles proporcionem ao lucro uma melhor forma de avaliação de performance. Dechow e Dichev (2002) mosram que a qualidade dos accruals e do lucro decresce na medida em que a magniude da esimação dos erros dos accruals aumena. Também provam que algumas caracerísicas das empresas ais como volailidade dos accruals e dos lucros podem ser usadas como insrumeno para a qualidade dos accruals. É válido ressalar ainda que Dechow e Dichev (2002) enconram uma relação posiiva enre a qualidade dos accruals e a persisência dos lucros, mosrando dessa forma, a imporância da mensuração da qualidade dos accruals. Assim sendo, busca-se nessa pesquisa replicar pare de esudo feio por essas auoras, para as empresas brasileiras lisadas na Bovespa, buscando observar se as conclusões se maném iguais. O arigo esá dividido em seções: a Fundamenação Teórica se enconra na seção 2. A seção 3 mosra a Meodologia da Pesquisa, que inclui a Amosra, Definição e Cálculo das Variáveis uilizadas. Na seção 4 apresena-se os Resulados da pesquisa e sua Análise. A seção 5 apresena as Limiações surgidas no decorrer do processo de desenvolvimeno do ema e na seção 6 o rabalho foi concluído. 2. Fundamenação Teórica Alguns esudos como de o Dechow (1994) e Dechow (1998) aponam a imporância dos accruals, evidenciando que o Lucro é uma medida de performance da firma superior ao Fluxo de Caixa realizado. Bowen e al. (1987) concluem que as informações baseadas nos accruals possuem um poder de explicação incremenal se comparadas as informações que esão conidas nos Fluxos de Caixa. 2

3 Enreano, Cheng e al. (1996) salienam que o poder de explicação das informações incremenais que esão conidas no Fluxo de Caixa Operacional aumena, quando ocorre uma diminuição da persisência dos Lucros. Dechow (1994) conclui que sobre curos inervalos de empo o Lucro em uma relação mais fore com o reorno da empresa do que o fluxo de Caixa Realizado, mas que quando os inervalos de empo aumenam, a capacidade do Fluxo de Caixa de medir a performance da firma melhora em relação ao lucro. Dessa forma, Dechow saliena que os accruals em o papel fundamenal de melhorar a capacidade do Lucro de refleir a performance da firma. Finger (1994) evidencia que aumenando os inervalos de empo, o Fluxo de Caixa presene prevê melhor os Fluxos de caixa fuuros no curo prazo do que o Lucro e, que no longo prazo a capacidade de previsão dos mesmos se igualar. Dechow e. al (1998) demonsram que o lucro prevê melhor o Fluxo de caixa Fuuro do que o fluxo de caixa do próprio período. Para chegar a ais conclusões os auores desenvolveram um modelo conendo accruals, fluxo de caixa e lucro, assumindo as vendas e os cusos como um processo aleaório (Random walk). Dessa forma, Barh e al. (2001) uilizam-se do modelo desenvolvido por Dechow (e al. 1998), separando os componenes dos accruals e concluem que, os componenes do fluxo de caixa junamene com os componenes dos accruals que esão no resulado possuem maior capacidade de prever fluxos de caixa fuuros do que o resulado (lucro) como um odo. Cheng e Hollie (2005) se apoiam no rabalho de Barh e al. (2001) mencionado acima acrescenando ao modelo a decomposição do Fluxo de Caixa enre operacional e não operacional e, percebem que a previsão do Fluxo de caixa fuuros melhora. Poso que o Lucro de deerminado período é igual ao Fluxo de Caixa do mesmo período mais os accruals, percebe-se ainda, que quano menor for a proporção dos accruals no resulado da firma, maior qualidade o Lucro apresenará, poso que ao conrário, exisem maiores margens para manipulação das demonsrações conábeis (DECHOW, 1994). Assim sendo, Sloan (1996) mosra em sua pesquisa que o nível de accruals é menos persisene do que o nível do Fluxo de Caixa, o que sugere que as firmas com alo nível de accruals, em baixa qualidade do Lucro. Analisando de forma mais ampla, Dechow e Dichev (2002) mosram que o nível de accruals e a qualidade desses são complemenares para explicar a persisência dos Lucros. Enreano, a qualidade dos accruals apresena-se como um deerminane mais fore. Dechow e Dichev (2002) concluem ainda que caracerísicas observáveis da firma, ais como Volailidade dos accruals e do lucro podem ser uilizadas como mérica para qualidade dos accruals. Frezai (1996) discue qual a informação mais apropriada, lucro ou fluxo de caixa, para gerenciar um negócio, ressalando, que na maioria das empresas as informações são complemenares. Salloi (2003) esa duas écnicas de esimação Fluxo de Caixa operacional, para saber se o fluxo de Caixa Operacional que é publicado pode ser subsiuído pelo esimado. O auor evidencia que a écnica que se uiliza dos dados do balanço Parimonial, Demonsração dos resulados, Demonsração de Origens e Aplicações de Recursos e Demonsração da Muação do Parimônio Líquido para esimação é adequada para a subsiuição. Enreano, a écnica que se baseia pela medida do Lucro anes dos juros, imposos, depreciação e amorização não é esaisicamene adequada para a subsiuição. Souza (2006) replica o Modelo de Accruals feio por Dechow e Dichev (2002) e compara o R² desse modelo, com o R² do modelo de accruals em que considera as parcelas do Fluxo de Caixa Operacional. Dessa forma, a auora percebe que o poder de explicação do modelo que adoou, considerando as parcelas do Fluxo de Caixa operacional que são relacionadas com os accruals correnes, em maior poder de explicação do que o modelo 3

4 adoado por Dechow e Dichev(2002), em que são considerados os valores oais do Fluxo de caixa operacional. 3. Meodologia da Pesquisa 3.1. Definição e Cálculo das Variáveis Ciclo Operacional O Ciclo Operacional consise na soma dos prazos médios de esocagem e recebimeno da firma, sendo, porano o empo despedido desde a produção aé o recebimeno de caixa pela venda dos produos. Assim sendo, sua fórmula é definida como: COi = + Equação 01 Vi + CRM i CPVi + EM i Em que: CO i : Ciclo operacional de cada firma i no período V i : Vendas realizadas por cada firma i no período, sendo considerada como Receia Brua. CRM i: Conas a receber média de cada firma i no período, sendo conssiderada como a cona Clienes. CPV i : Cuso dos produos vendidos no período por cada firma i no período. EM i : Esoque Médio de cada firma i no período Variação do Capial Circulane Líquido A Variação do Capial Circulane ( CCL) líquido foi uilizada como Proxy dos accruals, pois Dechow e Dichev (2002) enconram uma fore correlação posiiva enre accrual e CCL, conforme recho abaixo: We also find ha Accruals and WC are highly posiively correlaed (0,75), suggesing ha he working capial capure much of he variaion in oal accruals. Dessa forma, o cálculo da CCL é obido pela subração enre Variação do Aivo Circulane, desconsiderando as disponibilidades, e a variação do Passivo Circulane, desconsiderando financiamenos de Curo Prazo: ΔCCL = ( AC DP ) ( AC 1 DP 1) ( PC FCP ) ( PC 1 FCP 1) Equação 02 Em que: AC: Aivo Circulane PC: Passivo Circulane DP: Disponibilidades FCP: Financiameno de Curo Prazo i: refere-se ao período inicial, no caso 31 de dezembro do ano -1 f: refere-se ao período final, no caso 31 de dezembro do ano Fluxo de Caixa Operacional O Fluxo de Caixa Operacional (FCO) é o fluxo resulane de aividades corriqueiras das empresas. Enreano, não é obrigaória a publicação da Demonsração do Fluxo de Caixa no Brasil. Dessa forma, uma maneira de se esimar o FCO é pelo méodo indireo, parindo do lucro e fazendo ajuses com as informações que esão disponíveis nas ouras demonsrações, ais como Demonsração do Resulado do Exercício, Demonsração das Origens e Aplicações de Recursos. 4

5 Porano, para esimação do FCO operacional nessa pesquisa, pariu-se do Lucro Operacional EBIT, acrescenando ao mesmo, ouras receias e despesas operacionais, bem como a depreciação, amorização e exausão do período. A parir daí, diminuiu-se a Variação do Capial Circulane Líquido, descrio acima, obendo-se, dessa forma, o Fluxo de Caixa Operacional Lucro Anes dos Accruals de longo prazo Conforme a meodologia adoada por Dechow e Dichev 2002, O Lucro Anes dos Accruals de Longo prazo(lalp) será calculado aravés da Equação 03 abaixo: LALP = FCO + ΔCCL De acordo com Dechow 94 o Fluxo de Caixa Operacional não coném accruals relacionados ao Capial Circulane da firma, conforme a ciação abaixo: However, cash from operaions excludes accruals associaed wih changes in firms working capial requiremens Accruals Os Accruals são considerados ajuses advindos do regime de compeência, sendo porano a diferença enre o Lucro e o Fluxo de Caixa Operacional, conforme fórmula abaixo: ACC = LL FCO Equação 04 Em que: ACC = Accruals no inervalo de empo LL = Lucro Líquido no inervalo de empo 3.2 Amosra Foram analisadas empresas brasileiras lisadas na Bovespa, no período de 1996 aé 2007, que possuíam dados compleos, resulando em 71 empresas por ano. Enreano, os dados foram coleados a parir de 1995, pois algumas variáveis foram calculadas pela variação enre saldo final e inicial Conrole da Amosra Os dados uilizados na pesquisa foram coleados de acordo com o valor do 31 de dezembro de cada ano. Sendo consideradas as empresas que possuíam dados conínuos em odos os anos. A colea dos dados no período enre 1995 e 2007 foi escolhida por esar após o adveno do Plano Real, período no qual a economia apresenava um comporameno esável. Para balancear a amosra as variáveis uilizadas, exceo Ciclo operacional, foram divididas pelo Aivo Toal do período anerior. 3.3 Modelo de Accruals Dechow Dichev 2002 consroem um modelo de Accruals, baseado no fao do Lucro refleir a soma do Fluxo de Caixa (FC) e dos Accruals (AC), conforme a equação 05 abaixo: Lucro = FC + AC As auoras consideram que os accruals são ajuses que aleram o fluxo de caixa de vários períodos, para que os números conábeis possam expressar melhor performance da firma. Enreano, os accruals exigem que esimaivas sejam feias as quais podem coner erros. No caso de erros, dois lançameno devem ser realizados, um no valor da realização do caixa e ouro para correção do erro que foi esimado. Dessa forma, pode-se perceber que quano mais erros forem esimados, menor será a qualidade dos accruals esimados. 5

6 O modelo consruído pelas auores se baseia em accruals de curo prazo, pois a diferença os accruals e fluxo de caixa serão reveridos em aé um ano, verificando a sua origem (accrual de aberura) e sua reversão (accrual de fechameno). Dado a equação XX acima mencionada, as auoras começam a segregar os fluxos de caixa enre o insane em que são gerados e o insane em que impacarão o resulado do período. Dessa forma, são consideradas rês siuações de segregação. Uma ocorre quano os pagameno ou recebimenos são conabilizados no período -1, mas só impacarão o caixa em (FC -1 ). Oura siuação ocorre quando o caixa e o resulado são impacados no mesmo período, sendo que nesse caso não há exisência de accrual (FC ). Além disso, o caixa pode ser impacado no período, mas só sendo conabilizado no período +1 (FC +1 ). Como podese perceber na noação do Fluxo de caixa, o ermo subscrio remee ao momeno de conabilização do caixa, enquano o ermo sobrescrio remee ao momeno de conabilização no resulado. Assim sendo, o Fluxo de Caixa pode ser decomposo em rês pares conforme mencionado acima e evidenciado na equação 06 abaixo: 1 +1 FC = FC + FC + FC Os Accruals ambém são segregados no modelo desenvolvido pelas auoras. Exisem os acrruals de aberura (A a ) e de fechameno (A f ) já mencionados aneriormene. O accrual de aberura pode ocorrer quando alguma receia ou despesa é reconhecida anes de seu impaco no caixa ou quando ocorrem enradas (A a FC +1) ou saída de caixa anes do reconhecimeno no resulado (A a FC +1 ). Já o accrual de fechameno se refere a reversão do accrual de aberura gerado aneriormene. No primeiro caso do Accrual de aberura (A a FC +1), como o resulado é reconhecido anes do caixa, há necessidade de se fazer esimaivas, o que pode levar a erros. Assim sendo, abaixo pode ser observado o respecivo accrual de aberura e fechameno e o impaco no fluxo de caixa. A a FC +1 FC +1 + ε +1 A f FC -1 - FC -1 - ε -1 No segundo caso do Accrual de aberura (A a FC +1 ), não há esimação de erros, pois o caixa é impacado anes do resulado. Assim sendo, os respecivos accruals de aberura e fechameno, bem como impaco no caixa para essa siuação podem ser observados a seguir: A a FC +1 - FC +1 A f FC-1 FC -1 Formalizando em uma equação a segregação dos accruals, pode-se chegar a seguine equação 07: a f a f AC = A + A 1 + A A FC + 1 FC FC FC 1 Sendo que essa rês equações descrias nessa seção podem ser reorganizadas, gerando a seguine equação 08 que permie verificar que o resulado de deerminado período é função dos ajuses dos fluxos de caixa (passado, presene e fuuro) enre diferenes períodos, mais erros de esimaivas e sua respecivas correções. É válido ressalar que ano os erros quano as correções reduzem a qualidade do lucro. 1 L = FC 1 + FC + FC+ 1 + ε ε Dechow e Dichev (2002) reorganizam a equação acima levando em consideração as correlações enre as variáveis, mosradas em esudos aneriores como de Dechow 1994 e Dechow a. al Dessa forma, se obém a expressão 09 abaixo que mosra que os 6

7 accruals são ajuses emporários arasam ou anecipam o reconhecimeno do fluxo de caixa realizado A = FC 1 ( FC + FC ) + FC+ 1 + ε Além disso, verifica-se que os accruals são posiivamene relacionados com os fluxos de caixa passado e fuuro e negaivamene relacionado com o presene. A equação acima foi derivada, para que pudesse haver uma mensuração práica, já que é exremamene delicado fazer a separação das porções do Fluxo de caixa passado, presene e fuuro que são relaivas as accruals correnes. A regressão 01 que possibilia aplicação esá evidenciada a seguir: Δ CCL = β 0 + β1fco 1 + β 2FCO + β3fco ε Dechow e Dichev (2002) enconraram ainda que a Variação do Capial Circulane Líquido esá alamene associada aos accruals, sugerindo que CCL capura muio da variação dos accruals oais. Como os resíduos da regressão represenam os accruals que não esão relacionados as realizações do fluxo de caixa, o desvio dos mesmo foi uilizado pela auoras para mensurar a qualidade dos accruals. Nesse caso, desvios grandes represenam baixa qualidade e, porano, desvios pequenos, maior qualidade. Dessa forma a regressão 01 acima será rodada, para verificar se os resulados enconrados vão de enconro a eoria e para ober os resíduos, cujos desvios servirão como proxy para qualidade dos accruals. Será uilizada a écnica de dados em Painel com efeio fixo com Robus, por apresenar-se a melhor opção depois da realização de alguns eses esaísicos. 3.4 Caracerísicas da Firma Dechow e Dichev (2002) argumenam que mesmo na ausência de gerenciameno de resulados, a qualidade dos accruals poderia esar ligada a caracerísicas observáveis da firma, ao conrário dos deerminanes de oporunidades de gerenciameno que não são observáveis. Nessa pesquisa foram feios eses para as oio caracerísicas que as auoras uilizaram em sua pesquisa. Assim sendo, foram consideradas as seguines caracerísicas observáveis: ciclo operacional, amanho da firma, magniude da volailidade das vendas, do fluxo de caixa, dos accruals, do lucro, além da freqüência de publicação de lucro negaivo da firma e a magniude dos accruals. Considera-se que firmas que enham grandes ciclos operacionais possuem baixa qualidade de accruals, poso que ciclos maiores envolvem maiores incerezas. Já as firmas maiores, possuem operações mais esáveis e previsíveis e, porano, espera-se que enham menores esimações de erros. Para o cálculo do amanho da firma foi considerado o Logarimo dos Aivos Toais É válido considerar que uma ala volailidade de vendas presume um ambiene operacional insável, provocando maiores erros de esimação e, dessa forma, baixa qualidade dos accruals. Uma ala volailidade do Fluxo de caixa ambém conoa um ambiene operacional insável e, porano baixa qualidade dos accruals. Como a mensuração da qualidade dos accruals é derivada como resíduo dos accruals, uma maior magniude da volailidade dos accruals remee baixa qualidade dos mesmos. Levando em consideração que o lucro resula da soma dos fluxos de caixa e accruals, quando há uma ala magniude da volailidade dos lucros, espera-se que a qualidade dos accruals seja baixa. Para o cálculo da volailidade dessas variáveis considerou-se o desvio padrão das mesmas para cada nível da firma. É imporane lembra ainda, que as variáveis foram balizadas pelo Aivo oal das firmas. 7

8 As perdas podem indicar fores choques no ambiene operacional da firma, o que pode levar a esimação de erros, fazendo com que a qualidade do accrual diminua. A Freqüência da publicação de Lucro negaivo foi obida pela divisão do número de anos que cada firma apresenou resulado negaivo pelo número de anos oal. Como mais accruals aumenam a probabilidade de erro de esimação, considera-se que quano maior a magniude dos accruals, menor será a qualidade dos lucros. Como a qualidade dos accruals é medida pelo desvio padrão dos resíduos da regressão 01 rodada, obém-se esse desvio por nível da firma. Sendo que quano maior o desvio menor a qualidade dos accruals. Assim sendo, foram rodadas regressões lineares simples pelo Méodo dos Mínimos Quadrados Ordinários (MQO), em que a variável dependene é considerada como o desvio padrão dos resíduos e a variável independene é uma das caracerísicas da firma. Conforme a regressão 02 abaixo: DesvRe s i = β 0 + β1carc i + ε i É válido salienar que relacionando odas as caracerísicas da firma com o desvio dos resíduos, os sinais a serem esperados são odos posiivos, exceo para o amanho da firma. Também foram rodadas regressões lineares múliplas, endo com variável dependene os mesmos desvios dos resíduos e como variáveis independenes algumas caracerísicas da firma. Os sinais esperados para odas as caracerísicas da firma, exceo para o amanho da firma, são posiivos, poso que a proxy para qualidade dos accruals é o desvio padrão dos resíduos da regressão 01, e, porano, quano maior o desvio, menor será a qualidade do accrual. 3.5 Relação enre a Qualidade dos accruals e Persisência nos Lucros A Persisência dos Lucros é obida aravés do coeficiene (δ), da regressão 03 a seguir, em que o Lucro amanhã é função do lucro de hoje. LALP +1 = α + δlalp + ε Inicialmene, a amosra foi dividida em quaris de acordo com a Magniude do desvio padrão dos resíduos (mérica de qualidade do accrual) e, poseriormene dividida em quaris de acordo com o valor absoluo dos Accruals ( WC ), formando quaro porifólios para cada siuação. Nessa pesquisa uilizou-se quaris ao invés de quinis como foi uilizado por Dichow e Dichev (2002), pois a amosra das empresas brasileiras é numericamene muio inferior a amosra das auoras. Espera-se que na medida em que a Magniude do Desvio Padrão dos Resíduos aumene, a persisência do Lucro aumene, pois há uma diminuição da qualidade dos accruals. Espera-se ambém, que na medida em que o valor absoluo do accrual aumene, a persisência dos Lucros ambém diminua. 4.Resulados 4.1 Modelo de Accruals A regressão 01 foi rodada para a amosra uma amosra conendo 710 observações, aravés de Dados em Painel, com efeio fixo com Robus. Os resulados são evidenciados na abela 03 abaixo. Resulados da Regressão Dados em Painel Efeio Fixo com Robus Variáveis Coeficiene Esaísica FCO-1 0,169 6,89*** FCO -0,711-28,78*** FCO+1 0,123 4,71*** 8

9 Β 0 0,051 12,20*** N= 710 R² = 0,612 F=291,27 P>F= 0,000 *, **, ***, para 10%, 5% e 1% respecivamene, do P-Value Pode-se observar que odas as variáveis passaram a um nível de confiança de 99%. Além disso, os resulados enconrados esão de acordo com a eoria, pois o Accrual esá relacionado de forma posiiva com os fluxos de caixa do passado e fuuro e de forma negaiva com o fluxo de caixa presene. Aravés da regressão, os resíduos foram selecionados e, os desvios desses resíduos foram calculados para o nível de cada firma, oalizando 71 desvios, já que a amosra se resringe a 71 empresas. A média desses desvios é 0, Qualidade dos accruals e Caracerísicas da firma Os resulados enconrados após rodar as regressões lineares simples MQO, expressa pela equação 02, em que a variável dependene é considerada como o desvio padrão dos resíduos e a variável independene é uma das caracerísica das firma, esão reporados na Tabela 01 abaixo: Resulados Regressão Lineares Simples Variáveis I II III IV V VI VII VIII CO Médio -0,000-0,296 Log(AT) -0,024-2,342** Desv. Vendas 0,081 2,385** Desv. FCO 0,851 32,030*** Desv. CCL 0,806 21,48*** Desv. LALP 0,838 4,139*** Prop. de LALP neg. por firma 0,086 3,355*** Média CCL 1,130 14,65*** α 0,091 11,17*** 0,233 3,799*** 0,062 4,584*** -0,016-4,292*** 0,005 1,238 0,023 1,343 0,064 6,11*** -0,000-0,014 R² 0 0,073 0,076 0,936 0,869 0,198 0,140 0,756 F 0,088 5,488 5, ,17 461,47 17,13 11,25 214,78 9

10 P>F 0,767 0,022 0,019 0,000 0,000 0,000 0,001 0,000 N 71 Primeira linha de cada variável: Coeficienes β. Segunda linha: Esaísica enre parêneses. *, **, ***, para 10%, 5% e 1% respecivamene, do P-Value Conforme exposo na meodologia os sinais esperados para odas as caracerísicas da firma, exceo para o amanho da firma, são posiivos. Dessa forma, odas as variáveis obiveram os sinais esperados, enreano percebe-se que o Ciclo Operacional Médio não é significane a 10% e que o modelo para esa mesma variável é refuado. Já analisando as ouras variáveis percebe-se que o poder de explicação do amanho da firma e da magniude da volailidade das vendas é muio pequeno em relação a qualidade dos accruals. As variáveis que apresenaram maiores coeficienes e poder de explicação foram a Magniude da Volailidade do Fluxo de caixa Operacional, a Magniude da Volailidade dos accruals e a Magniude dos Accruals. Apresenando coeficienes iguais a 0,851, 0,806 e 1,13, respecivamene e, R² iguais a 0,936, 0,869 e 0,75. Para verificar se o poder de explicação de algumas das caracerísicas da firma é subesimado quando consideradas em conjuno, rodou-se algumas regressões lineares múliplas pelo Méodo dos Mínimos Quadrados Ordinários, em que a variável dependene coninua sendo a qualidade dos accruals e as independenes as caracerísicas da firma. Os resulados esão reporados na abela 02 abaixo: Resulados Regressões Lineares Múliplas Variáveis I II III IV Prop. De LALP Neg. Por firma 0,013 1,99*** 0,033 2,16** Desv. FCO 0,639 10,91*** 0,619 10,50*** Desv. CCL 0,211 3,533*** 0,248 4,29*** 0,766 20,04*** Desv. LALP 0,239 2,88*** CO Médio 0,00 0,16 Média CCL 1,131 13,63*** Desv. Vendas 0,028 1,61 Log(AT) 0,015 2,54** α -0,016-4,37*** -0,013-3,84*** -0,009-1,30-0,113-2,67*** 10

11 R² 0,953 0,950 0,884 0,789 F 454,95 651,93 259,34 48,86 P>F 0,000 0,000 0,000 0,000 Primeira linha de cada variável: Coeficienes β. Segunda linha: Esaísica enre parêneses. *, **, ***, para 10%, 5% e 1% respecivamene, do P-Value Conforme pode ser verificado na Tabela 02 acima, o coeficiene da Magniude Volailidade dos Accruals diminui quando é rodado juno com a Magniude da Volailidade do Fluxo de Caixa Operacional. Dechow e Dichev (2002) enconram uma relação inversa, ou seja, o Coeficiene da Magniude do Fluxo de Caixa que diminui, quando rodado junamene com a Magniude da Volailidade dos accruals. Observa-se ainda, que a Magniude dos accruals coninua com alo coeficiene. Já o coeficiene da Magniude da Volailidade dos Lucros diminui quando inerage com a Magniude da Volailidade dos accruals. Enreano, mesmo quando rodado isoladamene, o seu poder de explicação (18,9%) é pequeno se comparado aos das ouras variáveis. Assim sendo, conclui-se que as caracerísicas da firma que em ala relação com a qualidade dos accruals, bem como poder de explicação, são a Magniude da Volailidade dos fluxos de Caixa e a Magniude dos accruals. Essas caracerísicas são diferenes das enconradas por Dichow e Dichev (2002), já que as auoras evidenciam que as caracerísicas da firma que podem ser usadas como insrumenos para qualidade dos accruals, consisem na Magniude da Volailidade dos Accruals e do Lucro. As diferenças podem ser explicadas pela diferença enre os ambienes insiucionais, já que a amosra desas auoras engloba companhias americanas. 4.3 Qualidade dos Accruals e Persisência dos Lucros Os resulados enconrados ao se dividir a amosra em quaris de acordo com o desvio padrão dos resíduos (proxy para qualidade) e de acordo com o Valor Absoluo dos Accruals ( WC ), são reporados nas Tabelas 03 e 04 a seguir: Porifólio Baseados na Magniude do Desvio Padrão dos Resíduos Porifólio Desv. Resíduos WC Persisência(δ) R² ajus. Nº observações 1 0,038 0,047 0,798*** 0, ,066 0,064 0,758*** 0, ,090 0,090 0,697*** 0, ,168 0,160 0,782*** 0, *, **, ***, para 10%, 5% e 1% respecivamene, do P-Value Porifólios Baseados no Valor Absoluo dos Accruals ( WC ) Porifólio WC Desv. Resíduos Persisência(δ) R² ajus. Nº observações 1 0,037 0,045 0,812*** 0, ,066 0,067 0,828*** 0, ,089 0,091 0,637*** 0, ,167 0,156 0,784*** 0, *, **, ***, para 10%, 5% e 1% respecivamene, do P-Value 11

12 No caso brasileiro, apesar de observar-se concordância com as inerpreações de Dichow e Dichev (2002) para os quaris exremos (1º e 4º), onde o desvio dos resíduos, bem como o valor absoluo dos accruals aumenam e a persisência do Lucro diminui, percebe-se uma não aderência dos resulados obidos por esas pesquisadoras para os quaris inermediários (2º e 3º), possivelmene devido ao amanho exíguo de amosra que é disponível. Além disso, as auoras fazem duas novas seleções de porfolios, uma aravés dos desvios dos resíduos, conrolando pelo valor absoluo do Accrual e oura aravés do valor absoluo dos accruals, conrolando pelo desvio dos resíduos, podendo verificar que o desvio dos resíduos no caso proxy para qualidade dos accruals é mais foremene relacionado a persisência dos Lucros do que a Nível dos Accruals. Enreano, essas duas novas seleções não foram feias devido a limiação do amanho da amosra, já que cada porifólio da pesquisa das mesmas, separados por quinis abrange por vola de 3047 observações, enquano cada porifólio desse rabalho, separados por quaris, abrangem somene 198 observações. 5. Limiações da Pesquisa A pesquisa possui limiações decorrenes do próprio modelo uilizado por Dechow e Dichev (2002), o qual considera os accruals como a Variação no Capial Circulane e considera como proxy do Fluxo de caixa, o Fluxo de caixa operacional. Além disso, não são uilizados as porções dos fluxos de caixa passado, presene e fuuro que são relacionadas com accruals correnes e, sim, os valores oais dos fluxos de caixa. Oura limiação do rabalho decorre do fao da pesquisa uilizar a variável Fluxo de Caixa Operacional, a qual não é divulgada pelas companhias nos anos da amosra, por não ser obrigaório, aé enão. Dessa forma, o Fluxo de Caixa operacional foi obido de forma indirea, podendo não refleir exaamene os valores do mesmo, caso fosse publicado. Além disso, a amosra obida é exremamene pequena se comparada a amosra das empresas da pesquisa de Dechow e Dichev (2002). 6. Considerações Finais Levando em consideração os faos mencionados, percebe-se que os accruals são de suma imporância para mensuração da performance da firma e, que para os mesmos proporcionem uma boa mensuração é necessário que enham qualidade. Observou-se que os accruals e Fluxos de caixa passado, presene e fuuro, da amosra uilizada, variáveis presenes no Modelo de Accrual de Dechow e Dichev (2002) vão de enconro com a eoria. Poso que os coeficienes da regressão 01 da pesquisa mosram que os accruals são posiivamene relacionados com o Fluxo de Caixa passado e fuuro e negaivamene relacionados com o Fluxo de caixa Presene. Magniude da Volailidade dos Fluxos de Caixa e a Magniude dos Accruals, caracerísicas observáveis da firma podem ser usadas como insrumeno da qualidade dos accruals, para a amosra de empresas brasileiras lisadas na Bovespa que apresenaram dados conínuos enre 1995 e Essas variáveis diferem das enconradas por Dechow e Dichev (2002), enreano saliena-se que exisem diferenças de ambiene insiucional e de GAAP enre as empresas brasileiras e as americanas e que a amosra das empresas brasileiras é muio pequena se comparada a das empresas americanas. A relação enre a qualidade dos accruals e persisência dos lucros, ou seja, quano maior a qualidade ou menor o nível dos accruals, maior a persisência, não se mosrou ão evidene quano na pesquisa de Dechow e Dichev (2002). Isso pode er ocorrido devido a limiação do amanho da amosra. Dessa forma, sugere-se como ema para pesquisas fuuras 12

13 uma exploração mais aprofundada da relação enre persisência nos lucros, qualidade e nível dos accruals. Referências Bibliográficas BARTH, Mary E.e al. Accruals and he predicions of fuure cash flows. The Accouning Review, v. 76. Jan 2001 BOWEN, Rober e al. The incremenal informaion conen of accruals versus cash flows. The Accouning Review, vol. 62 Ocober 1987 CHENG, C. S. e al. Earnings Permanence and he incremenal informaion conen of cash flows operaions. Journal Accouning Review, vol. 34, Spring 1996 CHENG, C. S; HOLLIE, Dana. The usefulness of core and non-core cash flows form operaions. Working Paper, January 2005 DECHOW, Paricia M. Accouning earnings and cash flows as measures of firm performance: he role of accouning accruals. Journal of Accouning and Economics, vol. 19, 1994 DECHOW, Paricia M. e al. The relaions beween earnings and cash flows. Journal of Accouning and Economics, No 25, 1998 DECHOW, Paricia M; DICHEV, Ilia D. The Qualiy of he Accruals and Earnings: he role of accruals esimaion errors.the Accouning Review, vol.77, 2002 FINGER, Caherine. A. The Abiliy of Earnings o Predicive Fuure Earnings and Cash Flow. Journal Accouning Research, vol. 32, Auumn 1994 FREZATTI, Fabio. Conribuição para o esudo da complemenaridade do lucro e do fluxo de caixa na gesão de negócios no ambiene empresarial brasileiro. São Paulo, Tese (Douorado em Ciências Conábeis)- Programa de Pós-Graduação em Ciências Conábeis, deparameno de Conabilidade e Auária, Faculdade de Economia, Adminisração e Conabilidade da Universidade de São Paulo. GREENBERG, Rober R. e al. Earnings versus cash flow as a predicor of fuure cash flow measures. Journal of Accouning, Audiing and Finance, vol. 1, 1986 LOPES, A; MARTINS, E. Teoria da Conabilidade: Uma Nova Abordagem. São Paulo: Ediora Alas S.A; Cap. 2, SALLOTI, Bruno Meirelles. Demonsrações dos Fluxos de Caixa: um esudo empírico sobre o fluxo de caixa das aividades operacionais. São Paulo, Tese (Mesrado em Ciências Conábeis)- Programa de Pós-Graduação em Ciências Conábeis, deparameno de Conabilidade e Auária, Faculdade de Economia, Adminisração e Conabilidade da Universidade de São Paulo. SLOAN, Richard G. Do sock prices fully reflec informaion in accruals and cash flows abou fuure earnings? The Accouning Review, vol. 71, July

14 SOUZA, Manuela S. Fluxo de Caixa por Regime de Compeência. São Paulo, Tese (Mesrado em Ciências Conábeis)- Programa de Pós-Graduação em Ciências Conábeis, deparameno de Conabilidade e Auária, Faculdade de Economia, Adminisração e Conabilidade da Universidade de São Paulo. 14

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