COMPLEMENTAÇÃO VERBAL EM LÍNGUA INGLESA: UMA QUESTÃO SEMÂNTICA

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1 COMPLEMENTAÇÃO VERBAL EM LÍNGUA INGLESA: UMA QUESTÃO SEMÂNTICA Fernanda Serpa FRITSCH 1 RESUMO: Ao que concerne à aquisição da Língua Inglesa como L2, uma das maiores dificuldades encontradas pelos aprendizes é saber como complementar um verbo corretamente. Em Inglês, um mesmo verbo pode aceitar mais de um padrão de complementação oracional, que é o caso de verbos de percepção como see, e dependendo do tipo do complemento escolhido, a sentença pode então apresentar um significado distinto. Dizer, por exemplo, Peter saw Olivia dance não tem o mesmo sentido de dizer Peter saw Olivia dancing. No primeiro caso, a escolha pelo Bare Infinitive denota que Peter assistiu à ação completa de dançar; enquanto, no segundo exemplo, o foco está no momento em que Peter viu Olivia dançando, mas ele não necessariamente presenciou a apresentação toda. O presente trabalho pretende, portanto, investigar as variações semânticas decorrentes do uso de diferentes padrões de complementos verbais oracionais, neste caso: To infinitival, -ING e Bare Infinitive. Dentre as conclusões alcançadas ao longo da pesquisa, pode-se destacar: I) complementos com To infinitival são preferidos para expressar eventos ainda não realizados, futuro potencial e/ou eventos hipotéticos; II) complementos com ING, ao contrário, são favorecidos para denotar eventos realizados, passados ou ações de aspecto imperfeito; e III) complementos com Bare infinitive são usados para expressar ações que devem ser vistas holisticamente. PALAVRAS-CHAVE: Complementação Verbal; Diferença Semântica; Língua Inglesa. ABSTRACT: Concerning the acquisition of the English language as L2, one of the biggest difficulties the learner is faced with is knowing how to complement a verb correctly. In English, the same verb may accept more than one pattern of complementation, which is the case with perception verbs like see, and, depending on the type of complement chosen, the sentence may then present a different meaning. To say, for example, Peter saw Olivia dance does not have the same meaning as saying Peter saw Olivia dancing. In the first case, choosing Bare infinitive denotes that Peter watched the whole action of dancing, while, in the second example, the focus is on the moment in which Peter saw Olivia dancing, but he was not necessarily present throughout the whole presentation. The present paper aims, therefore, to investigate the semantic variations that result from the use of different verbal complementation patterns, in this case: To infinitival, -ING and Bare Infinitive. Among the conclusions reached throughout the research, we can point out: I) To infinitival complements are preferred to express unrealized events, potential future and/or hypothetical events; II) ING complements, on the contrary, are favored to denote realized events, past or imperfective aspect actions; and III) Bare infinitive complements are used to express actions that must be seen holistically. KEYWORDS: Verb Complementation; Semantic Difference; English Language 1 Mestranda em Linguística pela PUCRS 1

2 1 Introdução Uma das muitas dificuldades que aprendizes de Inglês como segunda língua têm que enfrentar é saber como complementar um verbo corretamente. Em Inglês, vários verbos podem aceitar mais de um padrão de complementação e, dependendo do tipo de complemento escolhido, a oração pode apresentar um significado diferente. Dizer Peter saw Olivia dance é diferente de dizer Peter saw Olivia dancing. Na primeira frase, o uso do infinitivo nu (que aqui chamaremos de Bare infinitive) denota que Peter viu toda a ação de dançar, enquanto, no segundo exemplo, com o -ING o foco está no momento em que Peter viu Olivia dançando, mas não necessariamente em toda a ação. Tradicionalmente, a complementação verbal tem sido analisada principalmente sob o prisma sintático, como uma questão quase única de forma, estrutura, esquecendo o significado. Além disso, listas de verbos são frequentemente feitas para classificar os verbos com base no tipo de complementos que eles tomam (verbos intransitivos, transitivos diretos, britransitivos, etc), sem levar em consideração as diferenças de significado que os distintos padrões de complementação podem gerar. Este trabalho, que segue uma abordagem semântica, pretende mostrar as diferenças de significado decorrentes das utilizações de três diferentes complementos oracionais da Língua Inglesa: TO infinitival, -ING e Bare infinitive. 2 Complementação Verbal Quirk et al (1990, p. 1150) definem complementação como part of a phrase or clause which follows a word, and completes the specification of a meaning relationship that word implies 2. Neste sentido, Celce-Murcia e Larsen-Freeman (1999) também afirmam que um complemento verbal é um componente que completa o significado de um verbo em uma frase. Sabe-se que a língua inglesa tem cinco tipos distintos de verbos: intransitivos, cópula, monotransitivos, transitivos complexos e bitransitivos. Salvo os verbos intransitivos que não requerem complementação obrigatória, todas as outras classes exigem um complemento de algum tipo. Estes complementos podem ser sintagmas nominais ou adjetivos, orações finitas (That-clauses, WH-clauses) ou não-finitas (-ING, TO infinitive, Bare infinitive, ed-participle clauses). A escolha entre estes complementos não é aleatória, mas sim impulsionada pela intenção comunicativa do falante. Para os fins deste artigo, os verbos não serão apresentados de acordo com suas categorias sintáticas, mas serão agrupados em termos de categorias semânticas. Saber quando usar TO infinitival, -ING ou Bare infinitive é muito difícil, mesmo para pessoas com Inglês avançado. A questão centra-se sobre qual forma escolher quando apenas uma construção é possível ou quando mais de um tipo de complemento pode ser utilizado: He refuses to go, She enjoys partying, He makes me laugh, I prefer to stay/ staying, I saw him leave/ leaving. Wherrity (2001) menciona que a maioria dos erros de falantes não-nativos podem ser explicados em termos de interferência de primeira língua. Muitas línguas não apresentam diferenças de significado ao usar -ING ou TO infinitive como complementos, por exemplo. Outras línguas ainda não têm frases com complementos em -ING. Portanto, mesmo quando falantes não-nativos são ensinados a usar estes tipos de complementação verbal, eles têm problemas ao reconhecer as sutis diferenças semânticas que distinguem os usos de tais estruturas. 2 parte de um sintagma ou oração que segue uma palavra, e completa a relação de significação que aquela palavra contém/implica. (QUIRK et al, 1990, p. 1150) Tradução da autora. 2

3 Muitas tentativas para estabelecer as diferenças no uso de tais complementos foram feitas. Wherrity (2001) argumenta que, em uma abordagem tradicional, por exemplo, listas de verbos são frequentemente feitas para classificar os verbos com base no tipo de complemento que eles exigem; no entanto, quando um verbo pode receber -ING ou TO infinitive, por exemplo, nenhuma regra pode ser formulada, não há princípio de escolha apresentado, isto é, em uma abordagem tradicional a intenção de comunicação do falante não é levada em conta. Uma abordagem semântica/funcional, por outro lado, defende que qualquer diferença na forma sintática envolve diferença de significado, considerando então a intenção comunicativa do falante. No entanto, como Wherrity (2001) assinala, esta teoria também pode apresentar alguns problemas. Bolinger (1968 apud WHERRITY, 2001, p, 49-51), por exemplo, diz que um complemento do tipo TO infinitival da à frase um sentido de hipótese, expressando possibilidades não realizadas, enquanto um complemento com -ING expressa realidades e possibilidades concebidas como realidades. Este contraste é questionado por Celce-Murcia e Larsen-Freeman (1983 apud WHERRITY, 2001, p.51) que argumentam que uma frase como I would appreciate your doing this favor for me exigiria uma complementação infinitiva, já que o "fazer", no momento da fala, não tinha sido concretizado ainda. Wherrity (2001, p.51) defende que tal contraste é o "resultado de uma espécie de compatibilidade semântica entre o verbo e o complemento". O autor diz que o infinitivo por si só não significa hipótese, mas sim que é escolhido pelo falante para sugerir a noção de hipótese. Muitos estudiosos, como Biber et al (1999), Celce-Murcia e Larsen-Freeman (1999), Wherrity (2001), Smith (2008), entre outros, vêm tentando estabelecer os princípios usados por falantes nativos na escolha do complemento TO infinitive. Embora, de acordo com diferentes autores haja diferentes explicações sobre as razões pelas quais um verbo escolhe TO infinitival e recusa -ING, por exemplo, há um consenso, porém, sobre as categorias de verbos que recebam TO infinitval como complemento. Essas categorias são: "verbos de esforço" (endeavor, struggle, strive, etc); "verbos volitivos" ou "verbos de desejo" (want, wish, desire, long, yearn, hanker, hunger, etc); "verbos de controle ou manipulação" (force, cause, persuade, instruct, oblige, convince, etc), "verbos de gostar" (like, love, hate, etc) e "verbos de escolha" (choose, prefer, opt, select, pick, etc). Biber et al (1999, p ), com base no corpus LSWE (Longman Spoken and Written English corpus) com mais de 3,000 exemplos autênticos do Inglês falado e escrito, argumentam que verbos que aceitam complementos TO infinitival pertencem a dez grandes classes semânticas, são elas: verbos de ato de fala, como tell e ask: 1. I should have told Walter to let Peter go. verbos de comunicação, tais como show e prove: 2. Claire, who proved to be a brilliant student, has passed in the exam. verbos de cognição, como assume, expect e consider: 3. We expect to find the correct answer. verbos de percepção, tais como feel e see que geralmente selecionam complementos do tipo Bare infinitive ou -ING, podem também aceitar complementos TO infinitival quando eles ocorrem na voz passiva: 4. Non-tournament expenditure is also felt to be excessive in some areas. (BIBER et al, 1999, p.706). 3

4 Os autores mostram ainda que o verbo see também pode receber um complemento TO infinitival quando um sintagma nominal funciona como objeto direto, tal construção tem geralmente um sentido metafórico: 5. That is, one explanation sees the right ear advantage to be the result of stimulating a particular ear. (BIBER et al, 1999, p.706) verbos de desejo, como hope e wish (também considerados um subgrupo dos verbos mentais ): 6. I want to see the results. 7. She hated to say the words, for fear of bringing him pain. (BIBER et al, 1999, p.707) verbos de intenção ou decisão, como choose e decide: 8. I do not plan to have children. 9. She decided to get married. verbos de esforço, tais como try e manage, (ocorrem somente com complemento do tipo TO infinitival) 10. My students have failed to learn the present perfect. verbos de causação, como let e persuade: 11. My father persuaded my mother to sell her car. Quatro destes verbos have, help, let e make selecionam Bare infinitives como complementos. verbos aspectuais, como continue/continuar e start/começar: 12. She continues to love him even after all these years. verbos de existência/ocorrência, como appear e happen, que indicam que a proposição na sentença com To infinitival ou tem certo grau de probabilidade (appear, tend) ou é aceita como um fato (happen, turn out): 13. Derek appeared to believe in Meredith s intention. 14. The problem is that the principal happens to be my father s girlfriend. Embora Biber et al (1999) dividam os verbos em categorias semânticas, a explicação dos autores a respeito do porquê certos verbos requerem um complemento TO infinitival apresenta problemas. Os autores argumentam, por exemplo, que verbos de esforço são gramaticalmente restritos porque eles ocorrem apenas com o padrão VERBO + TO INFINITIVAL. Tal fato não é completamente verdadeiro, alguns verbos de esforço como try e attempt podem também selecionar um complemento do tipo ING, e esse uso distinto causa na oração uma mudança de significado. Na verdade, a maioria das categorias citadas por Biber et al (1999) como complementadas por TO infinitival também podem ser complementadas ou por ING (verbos de percepção, de cognição, de desejo) ou por Bare infinitive (verbos de percepção e causação). 4

5 Neste sentido, Celce-Murcia e Larsen-Freeman (1999, p ) também dividem os verbos que selecionam complementos do tipo TO infinitival em categorias: believe-type (believe, imagine, assume, find, know, show, think e understand); advise-type (allow, cause, force, help e persuade); attempt-type (manage, proceed, start e try) e want-type (desire, expect, hate, like e prefer). Diferentemente de Biber et al (1999), Celce-Murcia e Larsen- Freeman (1999) não agrupam tais categorias em termos semânticos, mas sim em relação a suas semelhanças sintáticas, como por exemplo, os verbos da categoria believe-type aceitam complementos que podem ter pronomes objetos como sujeitos, isto é, em uma sentença como Peter believes Mary to be the culprit, em que Mary é o sujeito da oração subordinada, caso este NP fosse substituído por um pronome, este pronome teria que ser um pronome objeto em vez de um pronome sujeito: Peter believes her to be the culprit. / *Peter believes she to be the culprit. Smith (2008) afirma que o TO infinitival é preferido em contextos hipotéticos, e que pode evocar sentidos de futuridade, propósito ou intenção (ou ainda uma mistura destes). No exemplo Mary went out to feed the dogs, podemos ver o sentido de propósito, enquanto, em Bob wants to start a new career, temos um sentido de intenção futura, ou volição. Verbos como aim, aspire, desire, hope, plan e yearn, que denotam volição, bem como verbos de esforço como attempt, endeavor, strive e struggle, ao serem complementados por TO infinitival podem ter um sentido de intenção futura. Seguindo a afirmação de Duffley e Tremblay (1994), de que a maioria dos verbos de esforço aceitam apenas TO infinitival e rejeitam ING, Fanego (1997) discute que o TO infinitival é a forma natural que se segue a verbos de esforço, alegando que esta complementação marca morfologicamente uma relação antes/depois que representa a ordem do esforço, vindo primeiro, e a realização do objetivo, vindo depois (FANEGO, 1997, p. 60). Embora seja uma explicação satisfatória, os verbos try e attempt são exceções, já que aceitam complementos em ING, como podemos ver em 15 e 16; o significado, porém, é diferente do uso de TO infinitival, como veremos ao longo do trabalho. 15. He tried to recite the pledge of allegiance, but no sound came out. 16. (After everything else failed), he tried reciting the pledge of allegiance, but the child kept crying. (DUFFLEY e TREMBLAY, 1994, p. 566) Quanto aos verbos que recebem complemento em ING, Biber et al (1999) os dividem nas seguintes categorias: verbos de aspecto ou maneira, como begin e delay: 17. In those days, people started predicting what computers, so called electronic brains, could be useful for in the future. (BIBER et al, 1999, p. 741) verbos de atos de fala/comunicação, como suggest e talk about: 18. The president suggests cutting spending. verbos de cognição, como consider e decide about: 19. I do not remember telling you this story. verbos de percepção, como see, hear e imagine, que também aceitam complementos em Bare infinitive: 20. I can feel your heart beating every time I touch you. 5

6 verbos de postura afetiva, como detest e like: 21. I love drinking hot chocolate while I watch romantic movies in the winter. 22. I hate going out on rainy days. verbos de descrição, como describe e find: 23. Frequently, Alex finds himself thinking of Izzie. verbos de esforço, como try e attempt, que, como discutido acima, apresentam diferença no significado quando completados por TO infinitival e ING: 24. You ought to try taking some of them. (BIBER et al, 1999, p. 745) verbos de (des)concordância ou (des)aprovação, como permit e allow: 25. This is a very popular instruction, since it allows counting without disturbing an accumulator. (BIBER et al, 1999, p. 745) verbos de evitação e obrigação, como avoid e resist: 26. I don t need you telling me what to do. verbos de ofensa, punição ou desculpa, como catch e condemn: 27. He admitted causing enough damage to her. verbos de ação requerida, como need, require e want: 28. It s the only one that really wanted repairing. (BIBER et al, 1999, p. 746) É importante salientar que Biber et al (1999) adotam classificações diferentes para os mesmos verbos, dependendo do seu domínio semântico na sentença. Assim, want, por exemplo, aparece classificado como verbo de desejo, quando seu complemento é TO infinitival ou wh-clause e verbo de ação requerida quando é complementado por ING. Celce-Murcia e Larsen-Freeman (1999) não dividem os verbos que aceitam complementação ING em grupos semânticos, listando apenas alguns exemplos de verbos. Já Wherrity (2001, p. 108) afirma que os falantes nativos escolhem ING para expressar simultaneidade, existência, concretização, vivacidade, urgência conceitual ou eventos experienciados. O autor ainda discute que os verbos enjoy, avoid, consider, imagine, suggest, admit e finish aceitam apenas complementação em ING, dividindo estes verbos em grupos semânticos. A divisão de Wherrity (2001) é a seguinte: like and dislike group, com exemplos como enjoy, adore, appreciate, detest, hate, love, entre outros: It was so pretty and artless that she felt like a child again and would have enjoyed running out barefoot to play on the wet grass ( ) (WHERRITY, 2001, p. 123) avoid group, contando com avoid, escape, forbear, evade, omit e resist: 30. I ve avoided buying a new car for quite some time. (WHERRITY, 2001, p. 125) consider group, que inclui anticipate, contemplate, imagine e intend: 31. I would like to suggest that the landlords and Commissionaires get together and consider liberalizing the practice of prohibiting dogs in apartments. (WHERRITY, 2001, p. 126) 6

7 start and stop group, contendo finish, begin, cease, continue, start e stop, entre outros: 32. She finished writing the book. recommend group, em que constam acknowledge, advise, advocate, debate, deny, propose e suggest: 33. John admitted stealing the wallet. Em suma, complementos em -ING são preferidos com eventos experienciados, além de eventos concretizados e vívidos, contrastando com complementos em TO infinitival, que implicam noções hipotéticas e não concretizadas. Sendo assim, podemos afirmar, seguindo Quirk et al (1990), que sempre haverá uma diferença de significado entre a escolha de um ou outro complemento para os verbos que aceitam ambos. Estes autores, além de Biber et al (1999) e Celce-Murcia e Larsen-Freeman (1999), afirmam que, em geral, o complemento em TO infinitival confere à ação um sentido de potencialidade, enquanto a complementação em ING sugere a concretização da ação. Para explicar as diferenças de significado decorrentes da escolha entre um ou outro tipo de complemento, Biber et al (1999) dividem os verbos em quatro domínios semânticos: verbos de desejo, verbos de cognição, verbos aspectuais e verbos de esforço. Biber et al (1999) afirmam que os verbos de desejo, também chamados de verbos emotivos (QUIRK et al, 1990) e verbos de gostar (DUFFLEY, 2004), como like, love e hate, estão associados com significados potenciais e hipotéticos quando complementados por TO infinitival, fato corroborado pela frequente associação do verbo modal would, como no exemplo em 34, enquanto o complemento em ING é preferido quando a ação é concretizada, como no exemplo em 35: 34. I would like to dance all night long, but my feet are aching. 35. I love living in New York. Verbos de cognição, como remember, são complementados por TO infinitival quando a ação ainda não ocorreu, como no exemplo em 36, e por ING quando a ação ocorreu de fato, como no exemplo em 37. Quirk et al (1990), que chama estes verbos de verbos retrospectivos, enfatiza que a diferença entre os dois usos é temporal, mostrando que, na complementação em TO infinitival, a ação denotada pelo verbo no infinitivo se segue ao processo mental denotado pelo verbo, é consequência dele, como demonstra o exemplo em 36, enquanto, na complementação em ING, o verbo que complementa denota uma ação que ocorreu antes do processo mental denotado pelo verbo de cognição, como em I must remember to pay the bill. 37. I remember paying the bill yesterday. A diferença na complementação dos verbos aspectuais, como start e begin também é uma questão de potencialidade; Biber et al (1999) afirmam que, ao serem complementados por TO infinitival, estes verbos indicam que estas ações foram iniciadas mas não realizadas, enquanto a complementação com ING indica uma ação que foi iniciada e realizada, como nos exemplos em, respectivamente, 38 e 39. Quirk et al (1990) apontam que ING é preferido quando múltiplos eventos estão envolvidos. 7

8 38. I started to ask Hunt where he was going, but Cristina interrupted me. 39. I started studying English when I was fifteen. Verbos de esforço como try se diferenciam de outros verbos desta categoria por também poderem receber complemento em ING. De acordo com Biber et al (1999), quando try é complementado por TO infinitival, geralmente propõe uma solução para um problema, e, quando complementado por ING, se refere a uma ação que o sujeito tenta fazer. Duffley e Tremblay (1994) adicionam que o uso de TO infinitival indica uma tentativa frustrada de realizar uma ação, como em 40, enquanto o uso de ING indica uma ação que foi realizada, mas não surtiu o efeito esperado, como em 41. A mesma diferença não é encontrada no verbo attempt, cuja complementação com ambas as estruturas resulta em significados praticamente sinônimos. 40. Sarah tried to apologize, but she began crying first. 41. Sarah tried apologizing, but her apologies were not accepted. Bourke (2007) faz seis divisões para explicar as diferenças entre a complementação em TO infinitival e ING. A primeira é factividade : o falante pressupõe que a informação na sentença que complementa é verdadeira. Sendo assim, verbos factivos como regret, admit e acknowledge, recebem ING, como em he admitted betraying his wife, enquanto verbos não-factivos, como hope, want e wish, recebem TO infinitival, como em she hoped to win the competition. A segunda divisão do autor é realidade ; -ING está relacionado com realização, enquanto TO infinitival se refere a potencialidade. Verbos de ação, portanto, exigiriam complementação ING, como em I enjoy partying with friends, enquanto ideias mais ligadas a potencialidade futura seriam representadas por TO infinitival, como em I expect to have many children. Implicação, para o autor, seria a propriedade de verbos de implicação positiva, como persuade, e verbos de implicação negativa, como prevent, de receberem, respectivamente, complementos do tipo TO infinitival, como em Callie persuaded Arizona to have children, e ING, como em Christina prevented Meredith from getting hurt. Verbos de cognição, como believe, assume, understand, suppose e think, que geralmente recebem that-clauses como complemento, podem também receber um complemento TO infinitival, como em Lucy believes Clark to be the right man or the business. Verbos emotivos, como like, dislike, love, hate, fear, regret, ignore e intend, para Bourke (2007), não aceitam that-clauses sem a inserção do NP the fact, e podem ser complementados por ING, como em I dislike playing football. Verbos de comunicação, para o autor, recebem complemento em ING quando o verbo tem valor factivo e o complemento tem uma referência ao passado (BOURKE, 2007, p. 43), como em Peter denied being Walter s son. A última das divisões do autor é tempo e aspecto, pois, segundo afirma, um complemento em ING pode, quando complemento de muitos verbos, denotar uma referência ao passado, enquanto o TO infinitival tende a conferir um aspecto futuro, colocando a ação após, temporalmente, àquela designada pelo verbo principal da sentença, como na comparação entre os exemplos he stopped smoking e he stopped to smoke. Além disso, a escolha entre um ou outro complemento pode depender da ausência ou presença da propriedade de duratividade no aspecto do verbo: se a ação pode ser vista como um ponto único no tempo, TO infinitival será o complemento escolhido, como em Mark refused to 8

9 sign the contract, enquanto, quando a ação estiver sendo vista em sua totalidade, -ING será escolhido, como em Mark refused signing the contract. Estas divisões de Bourke (2007), no entanto, apresentam alguns problemas. Primeiramente, a noção de factividade pode ser muito sutil, mesmo para falantes nativos. Além disso, o autor afirma que verbos de implicação negativa exigem complementação em ING, quando, na verdade, esta forma é exigida pela preposição from, que, por sua vez, é exigida pelos verbos utilizados pelo autor como exemplo, como prevent, stop, discourage e prohibit. O autor ainda afirma que os verbos emotivos recebem complementos -ING, sem explicar os motivos ou mencionar o fato de que estes verbos também podem receber um complemento TO infinitival. Wherrity (2001) discute que a diferença entre o uso destes dois tipos de complementos pode ser explicada por meio do significado de TO infinitival de orientação em direção a um ponto e do significado de ING de processo, de forma que, em uma sentença como I hope to win the lottery, TO infinitival é escolhido pois a ação de vencer ainda não ocorreu, ou seja, não está em processo; em vez disso, há uma orientação em direção a esta ação. Diferentemente de TO infinitival e ING, o Bare infinitive é um tipo de complemento que não é aceito por muitos verbos. Os verbos que recebem este tipo de complemento são basicamente de dois tipos: verbos de causação, como have, help e make, como podemos ver no exemplo em 42, e verbos de percepção, como feel, hear, see e watch,como vemos no exemplo em 43. Celce-Murcia e Larsen-Freeman (1999) propõem uma classe let-type, que incluiria estes dois tipos de verbos, alegando que, quando o Bare infinitive é usado, um agente faz com que outro aja, o que serve para alguns exemplos, mas não para outros, como é o caso de I ll have Peter solve this problem for me. 43. I hear my neighbor sing every night. 44. Mary saw Peter cross the street. Para explicar estes casos, porém, as autoras afirmam que o Bare infinitive é usado para designar o aspecto perfectivo, ou seja, marcar o evento como pontual, em contraste com o aspecto imperfectivo, geralmente expresso pela formas em ING. Enquanto Duffley (2004) concorda com essa visão, Van der Meer (1994) discorda que o Bare infinitive sempre apresenta ações perfectiva ou holisticamente, admitindo, porém, que, em comparação com ING, este tipo de complemento pode ser visto como perfectivo. Os verbos de percepção, portanto, podem receber tanto Bare infinitive quanto ING como complemento, diferentemente dos outros tipos de verbos. Semelhante ao que acabamos de citar, Felser (1998) afirma que a diferença entre aceitar um ou outro tipo de complemento, para estes verbos, está no aspecto do complemento, ou seja, Bare infinitive está mais associado à ideia de perfectividade, enquanto ING geralmente representa imperfectividade. 45. Mary saw John cross the street. 46. Mary saw John crossing the street. Sendo assim, o exemplo com Bare infinitive, em 45, implica que Mary viu todo o processo de John atravessando a rua, enquanto, em 46, o aspecto imperfectivo denotado pelo ING do complemento nos mostra que Mary viu algum estágio da ação de John de atravessar a rua, mas não necessariamente o evento inteiro. Duffley e Abida (2009) concordam com esta visão, afirmando que o Bare infinitive vê a situação como algo inteiro, e Van der Meer (1994, p. 477) oferece uma analogia para explicar esta diferença, descrevendo a representação do 9

10 Bare infinitive como uma imagem dinâmica, enquanto ING representaria a ação como uma imagem estática. Parece, portanto, haver um consenso na literatura a respeito das diferenças entre a complementação de verbos de percepção com Bare infinitive e ING: estes verbos preferem um complemento Bare infinitive para denotar ações em sua totalidade, enquanto o ING é escolhido para designar um ponto específico de um evento, desconsiderando seus outros estágios. 3 Conclusão O objetivo deste trabalho foi analisar as diferenças de significado associadas à escolha de TO infinitival, -ING e Bare infinitive como complementos. Foi estabelecido que os complementos do tipo TO infinitival são preferidos para designar eventos hipotéticos, potenciais, não realizados. Já complementos do tipo ING são usados para denotar eventos realizados e vívidos, bem como para ver as ações sob o ponto de vista do aspecto imperfectivo. Quanto ao Bare infinitive, este tipo de complemento é escolhido quando a ação é vista holisticamente, ou seja, em sua totalidade. Referências BIBER, Douglas et al. Longman grammar of spoken and written English. Essex: Longman, p BOURKE, James M. Verbal complementation: A pedagogical challenge. Reflections on English Language Teaching, Bandar Seri Begawan, v. 6, n. 1, p , BRINTON, Laurel J. The development of English aspectual systems: aspectualizers and postverbal particles. Cambridge: Cambridge University Press, CELCE-MURCIA, Marianne, LARSEN-FREEMAN, Diane. The grammar book: an ESL/EFL teacher's course. 2 ed. Boston: Heinle & Heinle, p DUFFLEY, Patrick J., ABIDA, Rafika. Complementation with Verbs of Choice in English. The Canadian journal of linguistics, Québec, v. 54, n. 1, p. 1-26, DUFFLEY, Patrick J. Verbs of Liking with the Infinitive and the Gerund. English Studies, Québec, v. 85, n. 4 (2004), p , DUFFLEY, Patrick J, TREMBLAY, Rachel. The infinitive and the -ing as complements of verbs of effort. English Studies, Québec, v. 75, p , FANEGO, Teresa. On patterns of complementation with verbs of effort. English Studies, Québec, v. 78, p , FELSER, Claudia. Perception and control: A minimalist analysis of English direct perception complements. Journal of Linguistics, Québec, v. 34, n. 2, p , QUIRK, Randolph et al. A comprehensive grammar of the English language. New York, NY: Longman, p. RUDANKO, Juhani. Emergent Alternation in Complement Selection: The Spread of the Transitive into -ing Construction in British and American English. Journal of English linguistics, [S.l.], v. 34, n. 4, p , Dec RUDANKO, Juhani. To-infinitive and to-ing complements: A look at some matrix verbs in late modern English and later. English Studies, Québec, v. 79, n. 4, p , SMITH, Michael B. The Semantics of Complementation in English: A Cognitive Semantic Account of Two English Complement Constructions. Language Sciences, Rochester, v. 31, n. 4, p ,

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