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1 Por Roberto Nunes Filho O grande mercado das pequenas empresas De acordo com a terceira edição do Estudo Mercado de Vizinhança, elaborado pela GfK Brasil, as vendas do pequeno varejo cresceram novamente no ano passado. Estudo completo traz o perfil das lojas e dos supermercadistas e mapeia aspectos vitais como gestão e relação com fornecedores pequeno varejo supermercadista, também O conhecido como mercado de vizinhança, vem registrando taxas de crescimento acima do autosserviço em geral. A GfK Brasil calcula que o País concentre cerca de 65 mil estabelecimentos de um a quatro check-outs, número em linha com o Ranking Abras, que registra 45 mil lojas com apenas um check-out (ver edição de abril de SuperHiper). Ou seja, diante do total Perspectiva para 2013 (%) Desempenho da loja em 2012 (%) de 84 mil lojas existentes no Brasil, pode-se considerar que o universo de pequeno varejo representa 77% do autosserviço nacional. Diversas particularidades e tendências deste segmento estão retratadas na terceira edição do Estudo Mercado de Vizinhança, produzido pela GfK Brasil e veiculado com exclusividade pela SuperHiper. O levantamento mostra que 63% das empresas respondentes 52 Junho 2013

2 Mercado de Vizinhança N o de Faturamento médio anual (R$) Check-outs Tempo de......experiência no varejo (%)...existência da loja (%) Junho

3 consideram que o desempenho em 2012 ficou dentro do esperado. Outras 13% foram surpreendidas positivamente e 22% disseram que os resultados não corresponderam com as expectativas. Para 2013, prevalece o otimismo, já que 77% dos varejistas creem que este ano será melhor ou muito melhor. É uma empresa familiar? (%) Em média, o tempo de existência das lojas de vizinhança é de 17,5 anos. As empresas com mais de 25 anos de atuação no mercado estão, em sua maioria, presentes no Sudeste. A região também concentra a maior parte das companhias familiares, que, no Brasil, representam 84% do pequeno varejo. Dentre as respondentes, 79% possuem apenas uma loja. As que possuem filiais somam 21%, estando a maior parte na Região Centro-Oeste/Norte. Em geral, 35% das lojas funcionam 12 horas por dia. Média de funcionário por loja (%) Enquanto o volume de vendas no autosserviço brasileiro evoluiu 0,2%, no mercado de vizinhança essa ascensão foi de 1,2%, proporcionando às pequenas lojas um faturamento médio mensal de R$ 139 mil. A maior parte das entrevistadas (35%) fatura acima de R$ 200 mil por mês. Outras 15% faturam até R$ 50 mil e a mesma proporção possui receita entre R$ 50 mil e R$ 100 mil por mês. Funcionários da empresa (%) Segundo o estudo da GfK, em termo anual, as lojas com um check-out terão em 2013 faturamento médio de R$ 420 mil, as com dois check-outs registrarão receita de R$ 1,4 milhão, as com três check-outs registrarão a média de R$ 2,68 milhões e as lojas que possuem quatro check-outs alcançarão o patamar dos R$ 4,23 milhões. Em relação à mão de obra, 36% das empresas possuem até nove funcionários, 61% trabalham com um efetivo entre 10 e 49 colaboradores e apenas 3% empregam entre 50 e 99 pessoas. Em 63% das companhias há familiares empregados. Perfil do varejista Mais da metade dos pequenos supermercadistas (57%) tem entre 36 e 55 anos. A maior parte atua em lojas de dois check-outs e no Sudeste. Na média, a idade deste profissional é de 41 anos. O estudo ainda mostra que 67% dos varejistas são homens e 80% dos que lideram este segmento não cursou ou não concluiu o ensino superior. A maior parte dos profissionais com diploma universitário está nas Regiões Centro-Oeste/Norte e Nordeste. Em média, o pequeno supermercadista brasileiro está no mercado há 17 anos. Do universo total, 24% possuem entre 6 e 10 anos de experiência no varejo, 22% atuam no autosserviço entre 16 e 20 anos e 16% são os mais experientes, com pelo menos 25 anos de caminhada. 54 Junho 2013

4 Por Roberto Nunes Filho Profissionalização dos pequenos é o desafio Diante de um mercado cada vez mais competitivo, exigente e dinâmico, fortalecer a gestão dos negócios é a chave para crescer. O estudo da GfK mostra que avanços neste campo foram conquistados, mas ainda há parcelas consideráveis de empresas que desconhecem números estratégicos que podem fazer a diferença Bastante pulverizado, o mercado de vizinhança está crescendo e continuará sendo alavancado por possuir um forte apelo de conveniência. No entanto, apesar das condições favoráveis, o pequeno varejo precisa fazer a sua parte para ter condições de competir com as grandes redes e de acompanhar o dinamismo da indústria, bem como suprir as exigências dos novos perfis de consumidores. A receita para isso é uma só: aperfeiçoamento da gestão e conhecimento dos indicativos de eficiência. Cientes desta necessidade, a maioria das pequenas empresas já possui ferramentas que otimizam o dia a dia das operações. De acordo com o estudo da GfK Brasil, 71% dos entrevistados contam com algum tipo de sistema para o controle de estoque e 64% utilizam softwares para gestão financeira. O Supermercado Marcon, por exemplo, que possui duas lojas em Laranjal Paulista (SP), uma delas com quatro check-outs, acaba de implantar uma solução de Enterprise Resource Planning (ERP) da Arius para mais bem visualizar a movimentação das mercadorias e identificar eventuais falhas nos processos, dentre outras vantagens. Outro adepto das tecnologias é o Supermercado Nidobox, de Fortaleza (CE), filiado à Rede Uniforça. Em sua loja de quatro check-outs, que abriga oito mil itens, já estão em funcionamento soluções que auxiliam a gestão da frente de caixa e também da retaguarda da loja. De acordo com o proprietário, Nidorando Pinheiro, ainda Faturamento destinado ao pagamento de funcionários (%) há planos de implantar etiquetas eletrônicas nas gôndolas até o fim deste ano para deixar a unidade mais moderna. Uma parcela de 18% dos pequenos supermercadistas não possui nenhum tipo de sistema de gestão. Dentro deste universo, 35% das lojas com um ou dois check-outs ainda operam de forma manual, assim como acontece com o Supermercado Estrela, de Salvador (BA). Segundo o proprietário, Welington Guedes, todo o controle de estoque é realizado manualmente e indicadores 56 Junho 2013

5 Média de clientes diários (%) m 2 e têm um check-out a cada 100 m 2. Diariamente, 39% das empresas atendem mais de 200 clientes. Isso acontece, prioritariamente, nas operações com quatro check-outs. Outras 15% atendem até 100 clientes e 34% dos entrevistados não sabem quantas pessoas passam por suas lojas. Sistemas que a loja possui atualmente (%) como tíquete médio e quantidade de visitantes ainda não são mensurados pela empresa. O grande desafio para o segmento de mercado de vizinhança é a profissionalização, observa o diretor de Auditoria de Varejo da GfK Brasil, Marco Aurélio Lima. O cenário está melhorando, mas ainda há muito a se avançar em termos de gestão. Essa questão, além de ampliar a competitividade do segmento, também impacta na forma como a indústria o enxerga. A boa notícia é que mais empresários planejam aperfeiçoar a sua gestão em 2013 com o auxílio da tecnologia. Dentre as empresas que não possuem soluções, 56% pretendem implantar um sistema de gestão de estoque, 39% querem uma ferramenta para a gestão financeira e 38% visam sistemas para o gerenciamento de produtos e categorias. O estudo também aponta queda na proporção de área de estoque. Atualmente, 83% do pequeno varejo dispõem deste tipo de espaço, sendo a maior parte utilizada por lojas de três a quatro check-outs situadas nas Regiões Sul e Sudeste. No ano passado, essa margem era de 86%. Inclusive, um terço das operações com Tamanho da loja, em m 2 (%) Indicadores e tendências Conforme mostra o levantamento da GfK Brasil, 56% das empresas planejam investir na ampliação, reforma ou melhorias de suas instalações ou, até mesmo, construir novas unidades. Dentre as respondentes, 22% estão filiadas a alguma rede de negócios. No universo do estudo, a maior parte das lojas (33%) possui mais de 300 m 2. Outras 21% possuem entre 200 m 2 e 300 m 2. As que possuem até 100 m 2 somam 12%. Em uma média geral, elas utilizam Junho 2013

6 Alertas para o pequeno varejo! 75% desconhecem o seu tíquete médio 45% não sabem o percentual de perdas e quebras 42% não sabem o percentual do faturamento destinado ao pagamento de funcionários 34% não sabem quantos clientes vão às lojas 23% não sabem os setores que geram maior faturamento 22% não conhecem o número de itens que comercializam na loja 17% não conseguiram dizer o tamanho da loja um check-out não possuía área de estoque em Hoje, mais da metade das lojas não possui. Em compensação, os mercados de vizinhança estão trabalhando com uma quantidade maior de SKUs. Até o ano passado, a média era de SKUs. Hoje, essa margem evoluiu para SKUs. Este cenário sugere que o varejista está abrindo mão da área de estoque para ampliar sua área de vendas e trabalhar com um sortimento maior, avalia Lima, da GfK Brasil. Essa relação impõe ao supermercadista a necessidade de comprar menos e de forma mais frequente para garantir o abastecimento da sua loja. Quando o assunto é gestão de mão de obra, 22% dos entrevistados relataram que os salários dos funcionários representam entre 6% e 10% do faturamento da empresa. Outra fatia de 11% dos empresários afirmou que as remunerações correspondem a mais de 10% da receita. Uma grande parcela, composta por 42% das empresas respondentes, não soube responder essa questão. Em termos de sucessão, 26% dos empresários já estão preparando futuras lideranças para os seus negócios e 74% ainda não se preocupam com essa questão. E quanto à capacitação profissional, 28% participaram de algum curso e treinamento voltado ao aperfeiçoamento da gestão, com destaque para as Regiões Centro-Oeste/ Norte e Nordeste, com índice de 40% das lojas. Serviços e estrutura Quase todos os respondentes do estudo possuem balança para pesar produtos (98%) e balcão refrigerado (97%). A presença dos leitores de código de barra nos check-outs registrou satisfatório crescimento de 10 pontos percentuais e já está em 84% das lojas. Além disso, 32% das lojas trabalham com confinados de produtos com alto valor agregado, sendo que no Nordeste este índice chega a 43%. Em relação aos serviços oferecidos aos clientes, a utilização de tabloides acontece por 55% dos varejistas. A estruturação de sites na internet já é uma realidade para 27% das Total de skus que comercializa (%) 60 Junho 2013

7 Estrutura e serviços oferecidos pela loja (%) Pertence à alguma rede de negócios? (%) pequenas empresas, com maior incidência nas lojas de três e quatro check-outs e na Região Sudeste. Além disso, 19% disponibilizam caixa eletrônico, 82% fazem entrega em domicílio, 44% dispõem de estacionamento e 75% das lojas trabalham com vale alimentação ou vale compras. Outro dado interessante é que 30% das lojas vendem fiado, sendo que na Região Sul esta margem é de 50%. Junho

8 Por Roberto Nunes Filho Relação com a indústria está mais próxima Os fabricantes estão focando mais o pequeno varejo e essa relação tende a se fortalecer com a evolução da profissionalização deste segmento. Dados da GfK também revelam os canais de compra utilizados, as categorias mais rentáveis e as marcas mais compradas em 30 categorias de produtos mercado de vizinhança está contando com O mais atenção por parte das indústrias. Segundo o estudo da GfK Brasil, 87% dos entrevistados recebem visitas de promotores. Até o ano passado, essa margem era de 71%, ou seja, houve um avanço de 22,5% neste quesito. Os promotores são mais atuantes nas Regiões Centro-Oeste/Norte, Sul e Nordeste e em lojas de quatro check-outs por causa da maior quantidade de itens comercializados. Quanto à frequência deste contato, 61% das visitas são semanais e 18% das empresas recebem promotores diariamente. No geral, a média de visitas é de 8,1 vezes ao mês. Nesta relação com a indústria, evidentemente que o atributo mais valorizado pela maioria dos pequenos varejistas (90%) é a entrega dos produtos em boas condições. Na sequência, os pontos que eles mais prezam são a pontualidade na entrega, a realização de promoções 62 Junho 2013

9 Materiais que os varejistas mais gostam em suas lojas (%) na loja e descontos com base na quantidade de itens comprados. A aproximação com a indústria tem melhorado (e continuará melhorando conforme evolua o grau de profissionalização do pequeno varejo), mas os extremos ainda fazem parte deste nicho supermercadista. Enquanto o Super Shop, sediado em Canoas (RS), compra quase todo o seu sortimento diretamente da indústria e recebe visitas constantes de promotores, o Supermercado Nossa Senhora Aparecida, de Barretos (SP), recorre ao atacado para abastecer suas gôndolas. Apenas 30% do meu mix vêm diretamente da indústria, relata o proprietário Roni Clemente de Oliveira. As indústrias também têm aproveitado melhor o pequeno varejo para a divulgação de seus produtos, mas devem verificar que tipo de material é mais apropriado enviar a essas lojas por causa do espaço físico. Dentro dessa Junho

10 análise, os participantes da pesquisa revelaram que os materiais de merchandising que eles mais gostam são geladeiras (59%), demarcadores de preços (42%) e wobbler (33%). Por outro lado, os materiais menos desejados são os infláveis (54%) e os móbiles (53%), bem como displays, cartazes e tabloides dos fabricantes. Mix e rentabilidade A motivação dos varejistas no instante da compra e para a definição do seu sortimento é influenciada por alguns critérios. Em primeiro lugar, os supermercadistas se pautam no que os clientes pedem. Na sequência, as decisões de compra são tomadas com base em produtos inovadores e que dão melhor margem e experiência própria. Em terceiro lugar, estão critérios como cópia de concorrentes e sugestões de fornecedores. Para a escolha das marcas, o principal quesito é a busca pelas marcas líderes muitas delas regionais (veja quadro). Em seguida, o que determina a decisão de compra por parte destes varejistas são preço baixo e promoções. Na terceira posição, estão busca por novidades e a manutenção das mesmas marcas vendidas. Como já foi apresentado, o estoque destes estabelecimentos estão diminuindo, o que faz com que a definição do canal de compra varie Recebe visita de promotores/ repositores? (%) de acordo com a seção. Nos refrigerados, 48% compram direto do fabricante e 26% de distribuidores exclusivos. Para comprar bebidas, 45% dos varejistas recorrem à indústria e 32% às distribuidoras. O mix de FLV provém, basica- Influências na decisão de compra 1 o O que os clientes pedem 2 o Produtos inovadores Experiência própria Produtos que dão melhor margem 3 o Copiar os concorrentes Sugestões dos fornecedores Metodologia Para realizar o Estudo Mercado de Vizinhança, a GfK Brasil toma com base um painel consolidado pelo instituto de pesquisa há mais de três anos. Ele é constituído por lojas de um a quatro check-outs que representam 47% do varejo desse formato. Participaram dessa edição do estudo 400 empresas. Os respondentes foram, em sua maioria, gerentes e proprietários. Todos foram ouvidos nos meses de março e abril e a análise dos dados foi concluída em maio. Os pontos de venda participantes estão localizados nas principais capitais e em municípios com mais de 100 mil habitantes. A mostra responde por 52% do IPC (índice de potencial de consumo) Nacional e é formada com base na Relação Nacional de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego. Os respondentes trabalham sob o conceito de autosserviço, o que inclui empresas familiares e participantes de redes e centrais de negócios. Os estabelecimentos são visitados mensalmente por cerca de 300 pesquisadores. Neles, é feito monitoramento contínuo da distribuição, preço, visibilidade de marcas e produtos, além de estudos específicos e customizados como este. O quadro referente às cinco principais marcas de 30 categorias de produtos é o único fornecido com informações colhidas a cada dois anos. Portanto, a tabela dividida por cestas de produtos (alimentos, bebidas, higiene e beleza) referem-se à segunda edição do Estudo Mercado de Vizinhança. A pesquisa foi idealizada e é coordenada pelo diretor de Auditoria de Varejo da GfK Brasil Marco Aurélio Cordeiro de Lima. 64 Junho 2013

11 Setor de maior faturamento (%) Junho

12 Canal de compra (%) Categoria Direto do Distribuidor Distribuidor Atacado Hiper Central Fabricante Exclusivo Multifabricante Supermercado de Compras Refrigerados Bebidas Hortifrúti Higiene e Beleza Bazar Limpeza Alimentos mente, dos produtores (35%) e das centrais de compras (16%). Os itens de higiene e beleza são comprados, prioritariamente, em distribuidores multifabricantes (29%) e distribuidores exclusivos e atacados, ambos os canais com 25% de participação. Na seção de bazar, distribuidor multifabricante (28%) e atacado (24%) dividem as primeiras posições, semelhante à cesta de limpeza, onde estes canais exercem respectivas importâncias de 26% e 23%. Nela, o distribuidor exclusivo também possui uma fatia significativa de 23% nas vendas. Quanto aos alimentos, 25% das compras são feitas no atacado, 23% no distribuidor multifabricante e 22% vêm direto do fabricante. Em todas essas seções, o canal menos representativo nas compras efetuadas pelo pequeno varejo é o supermercado/hipermercado, alternativa geralmente utilizada em casos extremos, quando há necessidade de reposição imediata do produto. A seção que gera mais receita para o mercado de vizinhança continua sendo a mercearia, com 53% de participação. Nesta, arroz, açúcar Preços médios mercado de vizinhança x hiper/super (%) Bebidas alcoólicas 17 Bebidas não alcoólicas 9 Higiene 8 Limpeza 6 Alimentos 5 Perecíveis 1 Açougue 3 FLV 12 Mercado de vizinhança Mais caro Mais barato e feijão são os itens de maior faturamento. Na sequência estão as seções de bebidas (14%), higiene e beleza (11%) e os refrigerados (9%). Dentro delas, os produtos mais rentáveis são, respectivamente, o refrigerante e a cerveja, xampu, papel higiênico e sabonete e a carne, iogurte e margarina. Na terceira posição estão as cestas de limpeza (5%), FLV (5%) e Bazar (3%). Na sequência, confira relação das marcas preferidas de 30 categorias pertencentes às cestas de alimentos, bebidas, higiene e limpeza. Como a indústria pode ajudar o varejista? Varejista Comprar o produto certo Precificar adequadamente Atrair o shopper Gerenciar a loja Indústria Ter marcas fortes e líderes e mostrar isso ao pequeno varejo Contribuir na precificação e ter custo adequado ao canal Ter visibilidade no PDV e adequar o melhor produto/categoria Conhecer e monitorar o pequeno varejo 66 Junho 2013

13 Alimentos * Açúcar Camil Usina Alto Alegre Cini Usina Caeté Usina Estivas Arroz Cerealista Pirahy Josapar Camil Neugebauer Engenho São Joaquim Atomatado Cargill Heinz Brasil Fugini Bunge Asa Biscoito Arcor Nestlé M. Dias Branco Mabel Bauducco Café Café 3 Corações Sara Lee Melitta do Brasil Café Maratá Mitsui Congelados Brasil Foods Pif Paf Guaraves Guarabira Ltda. Avipal Copacol Bebidas * Cerveja Ambev Kirin Femsa Cervejaria Petrópolis Polar Farinha (Milho/Mandioca) Yoki Pachá Alimentos Pink J.Macêdo Hikari Frios Brasil Foods Pif Paf Aurora Frimesa Marfrig Iogurte Danone Nestlé Itambé Brasil Foods Vigor Leite em Pó Itambé BRF Embaré Ilpisa Margarina Brasil Foods Bunge Vigor Saga Coamo Massa M. Dias Branco Santa Amália Domingos Costa Past.Selmi J.Macêdo Óleo de Soja Bunge Cargill Brasil Foods Coamo Cocamar Leite Longa Vida Itambé BRF Parmalat Cemil Ilpisa 68 Junho 2013

14 Higiene * Limpeza * Absorvente Higiênico Johnson & Johnson Procter & Gamble Kimberly Santher Carta Fabril Creme Dental Colgate/Palmolive Unilever Procter & Gamble Raymundo da Fonte Fralda Descartável Kimberly Procter & Gamble Hypermarcas Mili Aloes Papel Higiênico Santher Kimberly Mili Raymundo da Fonte Melhoramentos Sabonete Unilever Colgate/Palmolive Flora Raymundo da Fonte BDF Beiersdorf Shampoo Unilever Colgate/Palmolive L oréal Hypermarcas Johnson & Johnson Água Sanitária Anhembi Raymundo da Fonte Interlândia Iplasa Clorox Amaciante Unilever Química Amparo Scarlat Raymundo da Fonte Girando Sol Desinfetante Colgate/Palmolive Bombril Química Amparo Flora Scarlat Detergente em pó/líquido para roupas Unilever Química Amparo Bombril Asa Procter & Gamble Detergente líquido para louças Química Amparo Bombril Friboi Unilever Girando Sol Multiúso Reckitt & Benckiser Química Amparo Bombril Ki Jóia Anhembi Refrigerantes Coca-Cola Ambev Dolly do Brasil Schincariol Funada * Regiões onde os supermercados citaram a empresa estão demarcadas Suco Pronto Coca-Cola Unilever Ebba Belo Horizonte Tropical Junho

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