ESTÁGIO CURRICULAR I e II DESENVOLVIMENTO DIRIGIDO A TESTES PARA CONSTRUÇÃO DE SOFTWARE COM QUALIDADE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTÁGIO CURRICULAR I e II DESENVOLVIMENTO DIRIGIDO A TESTES PARA CONSTRUÇÃO DE SOFTWARE COM QUALIDADE"

Transcrição

1 Diego Felipe Nunes de Faria ESTÁGIO CURRICULAR I e II DESENVOLVIMENTO DIRIGIDO A TESTES PARA CONSTRUÇÃO DE SOFTWARE COM QUALIDADE EMPRESA: Informant SETOR: Desenvolvimento SUPERVISOR: Eduardo Krüger ORIENTADOR: Avanilde Kemczinski CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGIAS - CCT UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC JOINVILLE SANTA CATARINA - BRASIL NOVEMBRO DE 2011

2 APROVADO EM.../.../... Professora Avanilde Kemczinski, Dra. Professor Orientador Professor Alexandre Gonçalves Silva, Dr. Doutor em Engenharia Elétrica Professor Fabiano Baldo, Dr. Doutor em Engenharia Elétrica Pós-Doutorado em Engenharia de Automação Eduardo Krüger Bach. em Ciências da Computação Supervisor da CONCEDENTE ii

3 Carimbo da Empresa UNIDADE CONCEDENTE Razão Social: Informant Serviços de Tecnologia da Informação Ltda. CGC/MF: / Endereço: Rua Lagamar, 17 Bairro: Bom Retiro CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: (47) Supervisor: Eduardo Krüger Cargo: Desenvolvedor ESTAGIÁRIO Nome : Diego Felipe Nunes de Faria Matrícula: Endereço: Rua Tharcílio Vieira, 133 Bairro: Aventureiro CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: (47) Curso de : Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Título do Estágio: Estagiário em Programação Período: 01/08/2011 a 23/09/2011 Carga horária: 240 AVALIAÇÃO FINAL DO ESTÁGIO PELO CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS Representada pelo Professor da Disciplina de Estágio: Avanilde Kemczinski CONCEITO FINAL NOTA ETG I NOTA DO ESTÁGIO (Média Processo) do ETG II (Média Processo) do Rubrica Professor Disciplina do da Excelente (9,1 a 10) Muito Bom (8,1 a 9,0) Joinville Bom (7,1 a 8,0) Regular (5,0 a 7,0) Reprovado (0,0 a 4,9) / / iii

4 Nome do Estagiário : QUADRO I AVALIAÇÃO NOS ASPECTOS PROFISSIONAIS QUALIDADE DO TRABALHO: Considerando o possível. ENGENHOSIDADE: Capacidade de sugerir, projetar, executar modificações ou inovações. CONHECIMENTO: Demonstrado no desenvolvimento das atividades programadas. CUMPRIMENTO DAS TAREFAS: Considerar o volume de atividades dentro do padrão razoável. ESPÍRITO INQUISITIVO: Disposição demonstrada para aprender. INICIATIVA: No desenvolvimento das atividades. SOMA Pontos QUADRO II AVALIAÇÃO DOS ASPECTOS HUMANOS ASSIDUIDADE: Cumprimento do horário e ausência de faltas. DISCIPLINA: Observância das normas internas da Empresa. SOCIABILIDADE: Facilidade de se integrar com os outros no ambiente de trabalho. COOPERAÇÃO: Disposição para cooperar com os demais para atender as atividades. SENSO DE RESPONSABILIDADE: Zelo pelo material, equipamentos e bens da empresa. SOMA Pontos PONTUAÇÃO PARA O QUADRO I E II Sofrível - 1 ponto, Regular - 2 pontos, Bom - 3 pontos, Muito Bom - 4 pontos, Excelente - 5 pontos LIMITES PARA CONCEITUAÇÃO AVALIAÇÃO FINAL Pontos De 57 a SOFRÍVEL SOMA do Quadro I multiplicada por 7 De 102 a REGULAR SOMA do Quadro II multiplicada por 3 De 148 a BOM SOMA TOTAL De 195 a MUITO BOM De 241 a EXCELENTE Nome da Empresa: Informant Serviços de Tecnologia da Informação Ltda. Representada pelo Supervisor: Eduardo Krüger CONCEITO CONFORME SOMA TOTAL Rubrica do Supervisor da Empresa Local: Data : Carimbo da Empresa iv

5 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS - CCT PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO ESTAGIÁRIO Nome: Diego Felipe Nunes de Faria Matrícula: Endereço (Em Jlle): Rua Tharcílio Vieira, 133 Bairro: Aventureiro CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: (47) Endereço (Local estágio): Rua Lagamar, 17 Bairro: Bom Retiro CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: (47) Regularmente matriculado no semestre: 5 Curso: TADS Formatura (prevista) Semestre/Ano: 2011/2 UNIDADE CONCEDENTE Razão Social: INFORMANT SERVIÇOS EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA ME CGC/MF: / Endereço: Rua Lagamar, 17 Bairro: Bom Retiro CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: (47) Atividade Principal : Desenvolvimento Supervisor: Eduardo Kruger Cargo: Desenvolvedor DADOS DO ESTÁGIO Área de atuação: Desenvolvimento e Pesquisa Departamento de atuação: Desenvolvimento Fone: (47) Horário do estágio: 08:00 as 12:00. 13:30 as 15:30 Total de horas do Estágio: 240 Período: 01/08/2011 a 23/09/2011 Total de horas semanais: 30 Nome do Professor Orientador: Avanilde Kemczinski Departamento: DCC Disciplina(s) simultânea(s) com o estágio Quantas: 5 Quais: SOR - Sociologia das Organizações TES-04 Desenvolvimento de Aplicações Web TES-12 Análise e Projetos de Sistemas Avançados TES-18 Inteligência Artificial TES-28 Fundamentos de Computação Gráfica v

6 OBJETIVO GERAL Desenvolver produtos com alta qualidade usando uma técnica específica para desenvolvimento de software orientado a testes. ATIVIDADES OBJETIVO ESPECIFICO HORAS Treinamento JAVA e Orientação a Objetos Obter conhecimento em Orientação a Objetos e na linguagem para desenvolvimento Back-End. 44 Treinamento GRAILS Pesquisa referente à Desenvolvimento Dirigido a Testes (Test Driven Development) Desenvolvimento do coletor para o Facebook Desenvolvimento do coletor para o Twitter Desenvolvimento do coletor para o Google News e Google Blog Compreender a linguagem utilizada para desenvolvimento da interface web. Pesquisar, absorver e demonstrar o conhecimento adquirido em forma de Workshop para a equipe. Desenvolver um coletor de dados da rede social Facebook utilizando TDD como metodologia de desenvolvimento. Desenvolver um coletor de dados da rede social Twitter utilizando TDD como metodologia de desenvolvimento. Desenvolver um coletor de dados da rede social Google News e Google Blog utilizando TDD como metodologia de desenvolvimento Rubrica do Professor Orientador Aprovação do Membro do Comitê de Estágio Rubrica do Coordenador de Estágio Rubrica do Supervisor da Empresa Data: Profa Avanilde Kemczinski Data: Profa Avanilde Kemczinski Data: Prof Nilson Campos Data: Eduardo Krüger Carimbo da Empresa vi

7 CRONOGRAMA FÍSICO E REAL PERÍODO (10 horas) (P Planejado / R - Realizado) ATIVIDADES Treinamento JAVA e Orientação a Objetos Treinamento GRAILS Pesquisa referente à Desenvolvimento Dirigido a Testes (Test Driven Development) Desenvolvimento do coletor para o Facebook Desenvolvimento do coletor para o Twitter Desenvolvimento do coletor para Google News e Google Blog P R P R P R P R P R P R P R

8 Aos meus pais Rosana Nunes e Vilmar Honorato de Faria. A minha irmã Thaysi Cristine Nunes de Faria. A minha namorada Jéssica Fernanda Lorenzi.

9 AGRADECIMENTOS Para a elaboração deste relatório de estágio, foi imprescindível a participação de algumas pessoas que estão marcadas na minha vida. Agradeço aos meus pais Vilmar Honorato de Faria e Rosana Nunes que me apoiaram todos estes anos. Agradeço especialmente a minha namorada Jéssica Fernanda Lorenzi, pois sem seu apoio e ajuda seria muito mais difícil o desenvolvimento deste trabalho.

10 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS... XI LISTA DE QUADROS... XII RESUMO... XIII INTRODUÇÃO OBJETIVOS Geral Específicos Justificativa ORGANIZAÇÃO DO ESTUDO A EMPRESA HISTÓRICO PRINCIPAIS PRODUTOS Criação de produtos de software Ágil ERP ASaaS PRINCIPAIS CLIENTES CONSIDERAÇÕES GERAIS DESENVOLVIMENTO TREINAMENTO JAVA E ORIENTAÇÃO A OBJETOS Java GRAILS DESENVOLVIMENTO DIRIGIDO A TESTES / TDD SISTEMA PARA ANÁLISE DE DADOS DE MÍDIAS DIGITAIS DESENVOLVIMENTO DOS COLETORES Ferramentas Utilizadas Coletor Facebook Coletor Twitter Coletor Google Blogs Coletor Google News ENCERRA-SE AQUI O DESENVOLVIMENTO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO, SENDO QUE ESTE TROUXE GRANDE APRENDIZADO E EXPERIÊNCIAS NA ÁREA DE PROGRAMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE COM QUALIDADE CONSIDERAÇÕES FINAIS GLOSSÁRIO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... XXVI

11 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Tela do Sistema Ágil ERP... 4 Figura 2 Visão global do funcionamento da tecnologia Java... 8 Figura 3 Estrutura Grails... 9 Figura 4 Estrutura dos diretórios de um projeto Grails Figura 5 Mantra do TDD Figura 6 Método de teste testsincesearch Figura 7 Implementação do método sincesearch Figura 8 Implementação refatorada do método sincesearch Figura 9 Método mocktweet Figura 10 Método testtweettomessage Figura 11 Métodos de teste testsearchbyquery e testsearchbyquerypassandoquerynull (Coletor GoogleBlogs) Figura 12 Implementação do método searchbyquery (Coletor GoogleBlogs) Figura 13 Método de teste testsearchbyquery (Coletor GoogleNews) Figura 14 Método searchbyquery (Coletor GoogleNews) Figura 15 Método de teste testsearchbyquerypassandoquerynull (Coletor GoogleNews) Figura 16 Implementação da segunda funcionalidade para o método searchbyquery (Coletor GoogleNews)... 21

12 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Métodos do coletor Facebook Quadro 2 Métodos do coletor Twitter Quadro 3 Métodos do coletor GoogleBlogs Quadro 4 Métodos do coletor GoogleNews... 22

13 RESUMO Este relatório apresenta as atividades realizadas durante o Estágio Curricular I e II. O objetivo foi o desenvolvimento de aplicações que realizam buscas e fazem a coleta de dados de determinadas redes sociais e mídias online que são utilizadas para a complementação de um sistema de análise de dados publicados na internet. A construção dos produtos visou alta qualidade usando uma técnica específica para o desenvolvimento de software orientado a testes. Além das atividades são descritos os treinamentos que formam as competências necessárias para a realização destas tarefas, as tecnologias utilizadas para que o desenvolvimento fosse possível e também uma metodologia de desenvolvimento que auxilia na qualidade e no desenvolvimento das aplicações.

14 INTRODUÇÃO Os tópicos seguintes apresentam as atividades desenvolvidas pelo estagiário Diego Felipe Nunes de Faria na empresa Informant para que se torne possível o desenvolvimento dos coletores de dados para o projeto de análise de mídias digitais. Mostrou-se necessário o aprofundamento na linguagem de programação Java, nos conceitos de Orientação a Objetos e o estudo e pesquisa referente à Desenvolvimento Dirigido a Testes (TDD), que se torna requisito no desenvolvimento de aplicações com qualidade. No desenvolvimento são mostradas as partes essenciais para o desenvolvimento de cada coletor utilizando TDD OBJETIVOS estágio. É apresentada a descrição dos objetivos a serem alcançados durante o período de Geral Desenvolver os coletores de dados de mídias digitais com alta qualidade usando uma técnica específica para desenvolvimento de software orientado a testes Específicos A seguir constam os objetivos detalhados especificamente: Obter conhecimento em Orientação a Objetos e na linguagem para desenvolvimento Back-End. Compreender a linguagem Grails utilizada para desenvolvimento da interface web. 1

15 Pesquisar, absorver e demonstrar o conhecimento adquirido no estudo de Test Driven Development (TDD) como metodologia de desenvolvimento em forma de Workshop para a equipe. Desenvolver um coletor de dados da rede social Facebook utilizando Test Driven Development (TDD) como metodologia de desenvolvimento. Desenvolver um coletor de dados da rede social Twitter utilizando TDD como metodologia de desenvolvimento. Desenvolver um coletor de dados da rede social Google News e Google Blog utilizando TDD como metodologia de desenvolvimento Justificativa A realização de um projeto para análise de dados gerados por pessoas em determinados meios de comunicação online foi aprovado pelo cliente da empresa Informant, sendo necessária a coleta de dados destas determinadas redes sociais e mídias online. Assim foi determinado o desenvolvimento dos coletores para as redes sociais Twitter, Facebook e também para as mídias de noticias e blogs do Google. Foi determinada a realização de estudo e pesquisas referente a um modelo de desenvolvimento de software que auxiliasse no desenvolvimento e garantisse a qualidade do software através de testes automatizados. Desta forma assim fez-se necessário o entendimento de TDD ORGANIZAÇÃO DO ESTUDO No primeiro capítulo, constam o objetivo geral, os objetivos específicos e a organização deste trabalho. O segundo capítulo descreve o histórico, o principal produto, e os principais clientes da empresa onde se realizou este estágio. No terceiro capítulo, apresentam-se como as aplicações desenvolvidas, os conceitos empregados durante o desenvolvimento, e a técnica utilizada para o desenvolvimento com qualidade do software em questão. 2

16 2. A EMPRESA Neste capítulo a empresa Informant é apresentada, assim como seus serviços e produtos e alguns de seus principais clientes HISTÓRICO A Informant é uma empresa que nasceu de uma fusão de duas outras empresas que dividiam o aluguel de uma garagem para ter menos custo a aproximadamente quatro anos atrás. As duas empresas tinham seus produtos e chegou um momento onde os quatro sócios perceberam que estavam vendendo praticamente para os mesmos clientes, então decidiram unir as duas empresas, assim nasce a Informant. Hoje a maior parte do faturamento da empresa é liderada por prestação de serviços, apesar de possuir seus próprios produtos que ainda estão em fase de amadurecimento PRINCIPAIS PRODUTOS Criação de produtos de software A empresa possui um processo de desenvolvimento de produtos desde a criação até o lançamento no mercado, oferecendo uma orientação tecnológica sobre o produto, realizando o desenvolvimento e a manutenção. 3

17 2.2.2 Ágil ERP Software para gestão empresarial que segue o modelo de Software as a Service (SaaS 1 ), ou seja, o software é disponibilizado via internet e é vendido como um serviço. Possui foco em usabilidade e simplicidade como é mostrado na figura 1. Uma de suas principais vantagens é que o produto não precisa de investimento inicial, pois o cliente paga mensalmente pelo seu uso e utiliza um sistema sempre atualizado e em constante melhoria. Entre suas principais funcionalidades estão: Propostas Comerciais Controle de Estoque Relatórios Gerenciais Contas a Receber Contas a Pagar Figura 1 - Tela do Sistema Ágil ERP Fonte: Agil ERP, SaaS: do inglês Software as a Service, é o tipo de software que é disponibilizado como um serviço. 4

18 O sistema também possui a funcionalidade para emissão de Notas Fiscais Eletrônicas, no qual a tela de cadastro está sendo mostrada na figura 1. Têm como principais campos o município da ocorrência, a data de sua emissão, a empresa emitente, e o cliente para quem será feito a nota ASaaS Serviço para gestão de softwares SaaS, auxiliando no controle de assinaturas e gerando cobranças recorrentes automáticas. Auxilia também na comunicação com o cliente e possui variadas formas de cobrança como cartão de crédito e boleto bancário. Como todo software SaaS, uma de suas vantagens é que não possui custo inicial pois funciona através de mensalidades PRINCIPAIS CLIENTES A Informant conta com um leque variado de clientes. Destacam-se como principais: Nous (www.noussoftware.com) Axur (www.axur.com) Site Blindado (www.siteblindado.com/pt) Drimio (www.drimio.com) Bali Hai (www.balihai.com.br) Sundown (http://www.bmsa.com.br/) 2.4. CONSIDERAÇÕES GERAIS A empresa Informant possui hoje vinte e sete funcionários e o seu diferencial é proporcionar qualidade de vida a seus empregados através de uma metodologia 5

19 diferenciada de trabalho onde se pode destacar o horário flexível, comida à vontade, vídeo games e jogos para entretenimento. Este estágio foi muito importante para a empresa, pois se trata de desenvolver a parte fundamental do projeto de monitoramento de mídias digitais, o qual equivale a grande parte do faturamento atual da empresa. É também peça fundamental para a disseminação do modelo de Desenvolvimento Dirigido a Testes, fazendo com que este amadureça e não seja apenas teoria, pois tendo uma aplicação real e bem sucedida dentro da empresa, torna-se mais fácil os outros projetos seguirem este modelo. 6

20 3. DESENVOLVIMENTO O desenvolvimento de software é um processo com grande complexidade passível a muitos erros. Erros como desenvolvimento de código difícil de manter, não orientado a objeto, código com erro, etc. Por esse motivo, raramente identifica-se algum tipo de software sem erros. Começou então a ser adotada pela Informant uma técnica para o processo de desenvolvimento de software chamada Desenvolvimento Dirigido a Testes (TDD Test Driven Development), no qual o processo de desenvolvimento é reconstruído de forma a aumentar a qualidade dos softwares, gerando um fluxo que melhora desde a qualidade do código até a entrega do produto final ao cliente. 3.1 TREINAMENTO JAVA E ORIENTAÇÃO A OBJETOS Para o desenvolvimento das aplicações propostas no estágio, foi necessária a compreensão da tecnologia utilizada do lado do servidor, no qual são feitos apenas processamentos e coleta de dados e nada é exibido ao cliente. A tecnologia proposta a ser usada nesse projeto para este fim foi Java. Para desenvolver algum tipo de software nesta linguagem, mesmo sendo algo básico é necessário conhecimento de Orientação a Objetos Java Segundo a Oracle (2011), no começo da década de noventa, uma equipe de engenheiros chefiada por James Gosling, na empresa Sun Microsystems, acreditava que a nova onda da computação seria a convergência de aparelhos eletrônicos. Neste foco trabalharam afundo criando uma tecnologia que fosse capaz de rodar em qualquer aparelho eletrônico, essa tecnologia se chama Java. A tecnologia Java é o conjunto entre a linguagem de programação e a plataforma. Na linguagem de programação Java, o código é escrito em um arquivo com extensão.java e esse código fonte é compilado pelo compilador javac, transformando o código 7

21 fonte em um arquivo com extensão.class, onde não existem códigos nativos para o processador e sim bytecode, que é a linguagem da máquina virtual Java (JVM), no qual o programa é executado (ORACLE, 2011) conforme figura 2. Figura 2 - Visão global do funcionamento da tecnologia Java Fonte: ORACLE, Com este conceito do funcionamento da JVM, entende-se que um programa Java consegue ser executado em qualquer sistema operacional com JVM, que segundo a Oracle (2011), os sistemas operacionais suportados são Microsoft Windows, Solaris Operating System, Linux e Mac OS. 3.2 GRAILS Grails é um framework que segundo Rocher e Brown (2009), tem como objetivo simplificar o desenvolvimento web em Java, através da adoção de conceitos como Convention over Configuration (CoC), Don t Repeat Yourself (DRY) e a utilização da elegante linguagem Groovy. Grails também conta com algumas das mais populares tecnologias open source utilizadas atualmente: Hibernate: é um framework utilizado em Java que facilita o mapeamento de objetos e relacionamento (ORM) no banco de dados. Spring: framework para Java que ajuda a fazer o empacotamento de containers e injeção de dependências. SiteMesh: framework robusto e estável para renderização de layouts. Jetty: servidor web e servlet container escrito em Java. HSQLDB: implementação Java de um banco de dados relacional. Como mostrado na figura 3, Grails se utiliza de uma grande estrutura de componentes que o fazem ter grande poder e simplicidade. 8

22 Figura 3 Estrutura Grails Fonte: ROCHER, Graeme; BROWN, Jeff, Este framework foi feito para suportar tudo relacionado ao desenvolvimento web, desde a camada de visualização até a parte de persistência. A criação de um projeto é tão simples quanto a execução de um comando: grails create-app meu-projeto. Após a execução deste comando o Grails se encarrega de criar toda a estrutura que sua aplicação necessita e já pode ser executada, conforme figura 4. 9

23 Figura 4 Estrutura dos diretórios de um projeto Grails Fonte: Grails.org, A estrutura de um projeto Grails faz com que o projeto já comece pronto para ser executado, essa funcionalidade é adquirida pelo uso de CoC, onde assume-se que o desenvolvedor utiliza configurações conforme convenções, assim não é necessário configurar nada para que o projeto possa ser executado. 3.3 DESENVOLVIMENTO DIRIGIDO A TESTES / TDD Desenvolvimento Dirigido a Testes (TDD) é um método de desenvolvimento de software onde primeiro desenvolve-se o teste que irá validar a funcionalidade a ser desenvolvida, em seguida é desenvolvido o código suficiente para que o teste não falhe e ao final é feita uma refatoração do código para remover redundâncias. Esse ciclo proposto por Kent Beck possui um mantra, onde vermelho significa fazer falhar um teste, o verde significa desenvolver o código suficiente apenas para o teste passar e refatora nada mais é do que refatorar o código desenvolvido, conforme figura 5 (BECK, 2002). 10

24 Figura 5 Mantra do TDD Fonte: Redmond Developer News, Segundo Beck (2002), ao utilizar a cultura de testes que o TDD emprega, se ganha alguns benefícios essenciais para o desenvolvimento, como: Código limpo: ao desenvolver utilizando o ciclo vermelho, verde, refatora, a tendência é que tenhamos o código mais simples possível para a funcionalidade proposta, código limpo significa fácil manutenção. Blindagem de código: ao alterar um código já existente que possui testes se for alterado algo que impactará em outro lugar que você não percebeu, os testes falharão e você saberá o impacto correto que sua alteração causou. Promove o Design Evolutivo: um dos princípios que o TDD aplica é que se você demorar mais de dez minutos para fazer um teste unitário, significa que o código a ser testado não é orientado a objetos, isso faz com que você quebre em dois 11

25 métodos ou mais o que antes era um método complexo, isso além de melhorar o design vai deixar o código mais limpo. A primeira questão levantada ao iniciar a utilização desta metodologia é o tempo despendido para desenvolver os testes. No início há um grande esforço para construção de todo o código corretamente testado. Com o uso de TDD (Beck, 2002) obtêm-se resultados mais visíveis em longo prazo e a manutenção fica extremamente facilitada e previne a maioria dos problemas que seriam obtidos em um desenvolvimento sem os testes. Devido a estas vantagens foi escolhido este método de desenvolvimento para aplicar ao projeto durante o período de estágio. 3.4 SISTEMA PARA ANÁLISE DE DADOS DE MÍDIAS DIGITAIS O sistema para análise de dados de mídias digitais serve para coletar dados de variadas fontes disponíveis na internet como redes sociais, blogs e sites de notícias. O objetivo deste estágio é desenvolver os coletores de dados de mídias sociais para este sistema. No sistema os usuários cadastram escopos e esses escopos possuem termos que serão pesquisados nas mídias digitais, desta forma, o coletor receberá estes dados e fará a coleta conforme a lista de escopos passada. 3.5 DESENVOLVIMENTO DOS COLETORES Nesta seção é apresentado o desenvolvimento dos coletores para as mídias digitais Facebook, Twitter, Google Blog e Google News utilizando TDD como método de desenvolvimento. O objetivo é fazer a coleta de dados dessas mídias Ferramentas Utilizadas Foram utilizadas algumas ferramentas para auxiliar no desenvolvimento das aplicações e facilitar os testes unitários. 12

26 Para a integração das ferramentas e desenvolvimento do código foi utilizada a IDE SpringSource Tools Suite, que é disponibilizada pela VMWare.com. Auxiliando na execução e desenvolvimento dos testes unitários foi utilizado o plugin JUnit, que pode ser instalado na própria IDE e que é disponibilizado por JUnit.org. Outra ferramenta que auxilia no desenvolvimento de testes unitários é biblioteca Mockito, disponibilizada por Mockito.org Coletor Facebook Iniciando a primeira fase do ciclo do TDD denominada vermelha, cria-se a classe de teste que valida se as funcionalidades dos métodos estão corretas. Neste caso os métodos ainda não foram criados, mas sabe-se que a sua funcionalidade é coletar citações de usuários do Facebook, que são compatíveis com o termo pesquisado. Nessa fase é importante que o teste falhe, a partir disso será criado o método da funcionalidade testada. Como é possível observar o teste da figura 6 os dados foram realmente extraídos do Facebook, e a figura 7 mostra como o método foi desenvolvido a partir do teste. Figura 6 Método de teste testsincesearch Como é possível verificar na figura 6, no teste testsincesearch é chamado o método que se deseja testar e também o retorno do mesmo, lembrando que o método ainda não foi criado, isso irá ocasionar a falha, ou seja, o objetivo desta fase foi alcançado. 13

27 Figura 7 Implementação do método sincesearch A figura 7 encaixa-se na segunda fase do ciclo, chamada verde, no qual é criado o método e desenvolvido apenas o código suficiente para que o teste da figura 6 obtenha sucesso. Com isso nota-se a vantagem que esta fase do ciclo agrega, o código passa a ficar limpo, ou seja, não tem nada além da funcionalidade proposta a ser validada no teste. Como visto anteriormente a terceira fase do mantra conhecida como refatora, serve para realizar melhorias no código, como evitar redundâncias, melhorar desempenho, deixar o código fácil de entender, ou seja, escrever o código da melhor maneira possível caso necessário. O método sincesearch foi refatorado devido à existência de redundâncias como mostra a figura 8. Figura 8 Implementação refatorada do método sincesearch Para o coletor Facebook foram desenvolvidos mais onze métodos, conforme mostrado no quadro 1, e nove métodos de teste, sendo eles construídos através de ciclos utilizando o método TDD. A quantidade de testes foi menor do que a quantidade de métodos, pois existem métodos que por possuírem baixa complexidade, não necessitam de testes, como por exemplo, o método getname, que apenas retorna o nome da classe 14

28 do Facebook. Dentre todos os testes desenvolvidos para o coletor Facebook, o teste testsincesearch é a peça essencial para o objetivo do coletor. Para esta atividade foram necessárias 60 horas de desenvolvimento. Métodos search(scopedto scope) updatelikessearch(scopedto scope) searchnextpage(date lastdate, String nextpage, TermDTO term) normalsearch(termdto term) likessearch(termdto) buildquery(string allkeywords) facebookposttomessage(post fbpost) savefacebookpost(list<post> postlist, TermDTO term, Scope scope) createprofile(post facebookpost) saveprofile(profile profile) getpicturethumbnail(string thumbnail) Descrição / Função Faz a integração entre todos os outros métodos para realizar a pesquisa e salvar os resultados. Atualiza as menções do Facebook já coletadas. Procura menções na próxima página de pesquisa. Realiza uma pesquisa no Facebook através de um termo. Procura menções já existentes na base para atualizar o número de likes das menções. Contrói a String de busca do Facebook. Transforma um objeto Post para um objeto Message Salva uma lista de Posts. Cria um Profile a partir de um Post. Salva um Profile na base de dados. Retira o thumbnail para imagens do Facebook. Quadro 1 Métodos do coletor Facebook Coletor Twitter Para auxiliar o TDD foi utilizado uma técnica chamada Mocked Objects, que segundo Improve It (2008) nada mais é do que objetos que simulam comportamentos, permitindo isolar as classes de um sistema de forma bastante simples. Ou seja, significa que quando se testa uma classe, ao invés de usar a classe real, utiliza-se uma classe substituta, permitindo total controle sobre o comportamento desta classe. O mock object é utilizado dentro da classe de teste TwitterConsumerImplTest no método testtweettomessage, para que seja possível controlar os retornos dos métodos, assim consegue-se isolar a funcionalidade a ser testada. Na figura 9, pode-se observar como os métodos do objeto tweet tem seus comportamentos substituídos por comportamentos desejados para o determinado teste. 15

29 Figura 9 Método mocktweet O método mocktweet é utilizado no método testtweettomessage como apresentado na figura 10, com o intuito auxiliar no teste deste método, para que os atributos do objeto Tweet sempre retornem o mesmo valor, fazendo assim para que o teste obtenha sucesso. Figura 10 Método testtweettomessage A função assert é utilizada para realizar a validação do teste, ocasionando em falha ou sucesso. Na figura 10 foi utilizada a função assertequals que faz a comparação entre o retorno e o resultado esperado, que também ocasiona falha ou sucesso. Para completar o desenvolvimento do coletor Twitter foram criados mais seis métodos, conforme quadro 2, e oito métodos de teste suficientes para validar todas as funcionalidades do coletor. Nesta atividade foram utilizadas 60 horas de desenvolvimento. 16

30 Métodos search(scopedto scope) runnormalsearch(scopedto scope, TermDTO term, Message last) gettweetresults(twitter twitter, Query query, TermDTO term, ScopeDTO scope) buildqueryfromterm(termdto term) savetweets(list<tweet> listtweets, TermDTO term, ScopeDTO scope) buildmessageurl(tweet tweet) Descrição / Função Faz a integração entre todos os outros métodos para realizar a pesquisa e salvar os resultados. Realiza a pesquisa no Twitter. Extrai os resultados do objetos retornados pela pesquia. Constróia a busca para o Twitter. Salva os tweets na base de dados. Constróia a url da mensagem. Quadro 2 Métodos do coletor Twitter Coletor Google Blogs Em alguns casos utilizam-se dois testes para o mesmo método a ser testado, um exemplo disso é o método searchbyquery, o qual é testado por testsearchbyquery e testsearchbyquerypassandoquerynull. Figura 11 Métodos de teste testsearchbyquery e testsearchbyquerypassandoquerynull (Coletor GoogleBlogs) Conforme apresentado na figura 11, o método testsearchbyquery chama o método de pesquisa e verifica se a pesquisa foi realizada com sucesso. Além de testes 17

ESTÁGIO CURRICULAR I e II SISTEMA DE MONITORAMENTO DE TI EM SOFTWARE LIVRE

ESTÁGIO CURRICULAR I e II SISTEMA DE MONITORAMENTO DE TI EM SOFTWARE LIVRE FERNANDO RODRIGO NASCIMENTO GUSE i ESTÁGIO CURRICULAR I e II SISTEMA DE MONITORAMENTO DE TI EM SOFTWARE LIVRE EMPRESA: Globalmind Serviços em Tecnologia da Informação LTDA. SETOR: Infra Estrutura SUPERVISOR:

Leia mais

TESTES AUTOMATIZADOS COM JUNITE MOCKITO

TESTES AUTOMATIZADOS COM JUNITE MOCKITO TESTES AUTOMATIZADOS COM JUNITE MOCKITO Jaime William Dias 12, Dener Barranco 1, Douglas Delapria 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) 2 Universidade Estadual de Maringá (UEM) Paranavaí PR Brasil dener_barranco@hotmail.com,

Leia mais

Comparando Java e C#

Comparando Java e C# Por: Lincon Alexandre Marques Jonathan T. Dos Santos Ricardo Fumio Tanimoto Abril, 2009 Comparando Java e C# Introdução Escolhemos como tema deste artigo um comparativo entre as linguagens Java e C#, duas

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Ponta Grossa 2012 ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Trabalho elaborado pelo

Leia mais

ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I. Máquina Virtual. Instalação de S.O. em dual boot. 1º Semestre 2010 PROF.

ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I. Máquina Virtual. Instalação de S.O. em dual boot. 1º Semestre 2010 PROF. ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I Máquina Virtual Instalação de S.O. em dual boot 1º Semestre 2010 PROF. AMARAL Na ciência da computação, máquina virtual é o nome dado a uma máquina,

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

O CONCEITO DE TDD NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

O CONCEITO DE TDD NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE O CONCEITO DE TDD NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Renan Leme Nazário, Ricardo Rufino Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR - Brasil renazariorln@gmail.com, ricardo@unipar.br Resumo. Este artigo

Leia mais

ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Amarildo Aparecido Ferreira Junior 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil aapfjr@gmail.com

Leia mais

Lucas Nascimento Santos

Lucas Nascimento Santos Lucas Nascimento Santos Mobile Application Developer lucassantoos56@gmail.com Resumo Lucas Nascimento Santos (@ll_ucasn), engenheiro de software. Estudante de Ciência da Computação na Universidade Salvador

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Aplicação Prática de Lua para Web

Aplicação Prática de Lua para Web Aplicação Prática de Lua para Web Aluno: Diego Malone Orientador: Sérgio Lifschitz Introdução A linguagem Lua vem sendo desenvolvida desde 1993 por pesquisadores do Departamento de Informática da PUC-Rio

Leia mais

GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR I SUPORTE TI HOSPITALAR

GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR I SUPORTE TI HOSPITALAR GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR I SUPORTE TI HOSPITALAR EMPRESA: TRÍPLICE CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA. SETOR: INFORMÁTICA SUPERVISOR: RONALDO GUIZARDI ORIENTADOR: VILSON VIEIRA CURSO DE BACHARELADO EM

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais

Software. Gerenciamento de Manutenção

Software. Gerenciamento de Manutenção Software Gerenciamento de Manutenção Importância de um Software de Manutenção Atualmente o departamento de manutenção das empresas, como todos outros departamentos, necessita prestar contas de sua atuação

Leia mais

Lógica de Programação

Lógica de Programação Lógica de Programação Unidade 4 Ambiente de desenvolvimento Java QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática SUMÁRIO A LINGUAGEM JAVA... 3 JVM, JRE, JDK... 3 BYTECODE... 3 PREPARANDO O AMBIENTE

Leia mais

Dicas para implantação do Autodesk Vault para pequenas e médias empresas

Dicas para implantação do Autodesk Vault para pequenas e médias empresas Dicas para implantação do Autodesk Vault para pequenas e médias empresas Rodrigo Tito Nova CS Informática Cristiano Oliveira ConsultCAD É sabido por todos que hoje, o processo de desenvolvimento do produto

Leia mais

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Mastermaq Softwares Há quase 20 anos no mercado, a Mastermaq está entre as maiores software houses do país e é especialista em soluções para Gestão

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I E II INTEGRAÇÃO DE DADOS ENTRE SISTEMA ERP INFOSALFER E SAGA WMS

ESTÁGIO CURRICULAR I E II INTEGRAÇÃO DE DADOS ENTRE SISTEMA ERP INFOSALFER E SAGA WMS MURILO CARLOS CARDOSO ESTÁGIO CURRICULAR I E II INTEGRAÇÃO DE DADOS ENTRE SISTEMA ERP INFOSALFER E SAGA WMS EMPRESA: LOJAS SALFER S.A SETOR: TI SUPERVISOR: FABIO ADRIANO DACORREGIO MEIER. ORIENTADOR: VALMOR

Leia mais

INTRODUÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO PRIMEFACES MOBILE EM APLICAÇÕES JSF

INTRODUÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO PRIMEFACES MOBILE EM APLICAÇÕES JSF INTRODUÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO PRIMEFACES MOBILE EM APLICAÇÕES JSF Guilherme Macedo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil guilhermemacedo28@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores. Trabalho Interdisciplinar Semestral. 3º semestre - 2012.1

Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores. Trabalho Interdisciplinar Semestral. 3º semestre - 2012.1 Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Trabalho Interdisciplinar Semestral 3º semestre - 2012.1 Trabalho Semestral 3º Semestre Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Apresentação

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning

ERP Enterprise Resource Planning ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Evolução dos SI s CRM OPERACIONAL TÁTICO OPERACIONAL ESTRATÉGICO TÁTICO ESTRATÉGICO OPERACIONAL TÁTICO ESTRATÉGICO SIT SIG SAE SAD ES EIS

Leia mais

Planejando o aplicativo

Planejando o aplicativo Um aplicativo do Visual FoxPro geralmente inclui um ou mais bancos de dados, um programa principal que configura o ambiente de sistema do aplicativo, além de uma interface com os usuários composta por

Leia mais

Declaração do Escopo do Projeto. SysTrack

Declaração do Escopo do Projeto. SysTrack Declaração do Escopo do Projeto SysTrack Nome do Projeto: SysTrack Versão do Documento: 1.0 Elaborado por: André Ricardo, André Luiz, Daniel Augusto, Diogo Henrique, João Ricardo e Roberto Depollo. Revisado

Leia mais

Sistemas ERP. Profa. Reane Franco Goulart

Sistemas ERP. Profa. Reane Franco Goulart Sistemas ERP Profa. Reane Franco Goulart Tópicos O que é um Sistema ERP? Como um sistema ERP pode ajudar nos meus negócios? Os benefícios de um Sistema ERP. Vantagens e desvantagens O que é um ERP? ERP

Leia mais

DESENVOLVENDO APLICAÇÕES UTILIZANDO JAVASERVER FACES E MVC

DESENVOLVENDO APLICAÇÕES UTILIZANDO JAVASERVER FACES E MVC DESENVOLVENDO APLICAÇÕES UTILIZANDO JAVASERVER FACES E MVC Felipe Moreira Decol Claro 1, Késsia Rita da Costa Marchi 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil felipe4258@hotmail.com, kessia@unipar.br

Leia mais

COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO KIT ALUNO ESTÁGIO PASSO A PASSO

COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO KIT ALUNO ESTÁGIO PASSO A PASSO COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO KIT ALUNO ESTÁGIO PASSO A PASSO Maceió/2014 1º PASSO: PREENCHIMENTO DO CADASTRO DO ALUNO COORDENAÇÃO DE ESTÁGIOS CADASTRO DO ALUNO Curso: Período que Cursa: Matrícula: Nome Completo:

Leia mais

DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS

DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS Emanuel M. Godoy 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil godoymanel@gmail.com,

Leia mais

SIntegra Abordagem Completa - Conceitos Gerais.

SIntegra Abordagem Completa - Conceitos Gerais. SIntegra Abordagem Completa - Conceitos Gerais. 1 por Victory Fernandes Creio que muitos de vocês leitores, assim como eu, venham sendo constantemente abordados por seus clientes a respeito da obrigatoriedade

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS ALEXANDRE PRADO BARBOSA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Ponta Grossa 2012 ALEXANDRE PRADO BARBOSA Relatório

Leia mais

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS Cilene Loisa Assmann (UNISC) cilenea@unisc.br Este estudo de caso tem como objetivo trazer a experiência de implantação

Leia mais

GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR II ANÁLISE E SUPORTE EM TI HOSPITALAR

GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR II ANÁLISE E SUPORTE EM TI HOSPITALAR GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR II ANÁLISE E SUPORTE EM TI HOSPITALAR EMPRESA: TRÍPLICE CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA. SETOR: INFORMÁTICA SUPERVISOR: RONALDO GUIZARDI ORIENTADOR: VILSON VIEIRA CURSO DE

Leia mais

EMISSÃO DE CERTIFICADOS ELETRÔNICOS NOS EVENTOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA

EMISSÃO DE CERTIFICADOS ELETRÔNICOS NOS EVENTOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA EMISSÃO DE CERTIFICADOS ELETRÔNICOS NOS EVENTOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA Jeferson Boesing 1 ; Tiago Heineck 2 ; Angela Maria Crotti da Rosa 3 ; Leila Lisiane Rossi 4 INTRODUÇÃO Alunos

Leia mais

Grails: o que isso quer dizer? Gilliard Cordeiro http://gilliard.eti.br

Grails: o que isso quer dizer? Gilliard Cordeiro http://gilliard.eti.br Grails: o que isso quer dizer? Gilliard Cordeiro http://gilliard.eti.br Sobre mim Formado em análise de sistemas pela UFMS Trabalho há 5 anos com desenvolvimento Web Minha principal área de atuação é P&D

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES REALIZADAS DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR NA OPENCORE TECNOLOGIA EM SOFTWARE

ESTÁGIO CURRICULAR I DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES REALIZADAS DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR NA OPENCORE TECNOLOGIA EM SOFTWARE BRUNO PEREIRA DAMASCENO ESTÁGIO CURRICULAR I DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES REALIZADAS DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR NA OPENCORE TECNOLOGIA EM SOFTWARE EMPRESA: OPENCORE TECNOLOGIA EM SOFTWARE SETOR: DESENVOLVIMENTO

Leia mais

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES Alexandre Egleilton Araújo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil araujo.ale01@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 4ª Série Informática Industrial CST em Mecatrônica Industrial A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 27 de Setembro de 2013. Revisão aula anterior Desenvolvimento Ágil de Software Desenvolvimento e entrega

Leia mais

Declaração de Escopo

Declaração de Escopo 1/9 Elaborado por: Adriano Marra, Bruno Mota, Bruno Leite, Janaina Versão: 1.4 Lima, Joao Augusto, Paulo Takagi, Ricardo Reis. Aprovado por: Porfírio Carlos Roberto Junior 24/08/2010 Time da Equipe de

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade Disciplina: Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Professora: Carla Silva Equipe (Ciência da Computação): Airton Sobral (asds) Alan Gomes (aga) Glauco Roberto (grps)

Leia mais

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Programação Orientada a Objetos II Professor: Cheli dos S. Mendes da Costa Modelo Cliente- Servidor Modelo de Aplicação Cliente-servidor Os

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID Maik Olher CHAVES 1 ; Daniela Costa Terra 2. 1 Graduado no curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Leia mais

Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG

Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG Marco T. A. Rodrigues*, Paulo E. M. de Almeida* *Departamento de Recursos em Informática Centro Federal de Educação Tecnológica de

Leia mais

ATIVIDADE 1 MÁQUINAS VIRTUAIS. 1.1 Arquiteturas não virtualizadas

ATIVIDADE 1 MÁQUINAS VIRTUAIS. 1.1 Arquiteturas não virtualizadas ATIVIDADE 1 MÁQUINAS VIRTUAIS Existem hoje diversas tecnologias e produtos para virtualização de computadores e ambientes de execução, o que pode gerar uma certa confusão de conceitos. Apesar disso, cada

Leia mais

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Resumo. Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Autor: Danilo Humberto Dias Santos Orientador: Walteno Martins Parreira Júnior Bacharelado em Engenharia da Computação

Leia mais

O SISTEMA ERP E AS ORGANIZAÇÕES

O SISTEMA ERP E AS ORGANIZAÇÕES O SISTEMA ERP E AS ORGANIZAÇÕES André Luís da Silva Pinheiro * Resumo: Este trabalho discutirá o impacto da implantação de um sistema do tipo ERP em uma empresa. Apresentaremos uma breve introdução de

Leia mais

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas.

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas. Introdução Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado), ou seja manual, que abrange

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE I

ENGENHARIA DE SOFTWARE I ENGENHARIA DE SOFTWARE I Prof. Cássio Huggentobler de Costa [cassio.costa@ulbra.br] Twitter: www.twitter.com/cassiocosta_ Agenda da Aula (002) Metodologias de Desenvolvimento de Softwares Métodos Ágeis

Leia mais

EMISSÃO DE CERTIFICADOS ELETRÔNICOS NOS EVENTOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA

EMISSÃO DE CERTIFICADOS ELETRÔNICOS NOS EVENTOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA EMISSÃO DE CERTIFICADOS ELETRÔNICOS NOS EVENTOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS VIDEIRA Autores : Jeferson BOESING; Tiago HEINECK; Angela Maria Crotti da ROSA; Leila Lisiane ROSSI Identificação

Leia mais

Tecnologia gerando valor para a sua clínica.

Tecnologia gerando valor para a sua clínica. Aumente a eficiência de seu negócio O sclínica é a ferramenta ideal para a gestão de clínicas de diagnóstico. Desenvolvido a partir das necessidades específicas deste mercado, oferece uma interface inteligente,

Leia mais

DIFERENCIAIS SERVIÇOS. 1. Desenvolvimento De Sites Personalizados

DIFERENCIAIS SERVIÇOS. 1. Desenvolvimento De Sites Personalizados DIFERENCIAIS Acredito que o desenvolvimento de soluções para Internet não é um trabalho qualquer, deve-se ter certa experiência e conhecimento na área para projetar sistemas que diferenciem você de seu

Leia mais

BRAlarmExpert. Software para Gerenciamento de Alarmes. BENEFÍCIOS obtidos com a utilização do BRAlarmExpert:

BRAlarmExpert. Software para Gerenciamento de Alarmes. BENEFÍCIOS obtidos com a utilização do BRAlarmExpert: BRAlarmExpert Software para Gerenciamento de Alarmes A TriSolutions conta com um produto diferenciado para gerenciamento de alarmes que é totalmente flexível e amigável. O software BRAlarmExpert é uma

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

SIGLA - Sistema Integrado de Gestão Legislativa e Administrativa

SIGLA - Sistema Integrado de Gestão Legislativa e Administrativa Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas - ICEB Departamento de Computação - DECOM SIGLA - Sistema Integrado de Gestão Legislativa e Administrativa Aluno: Paulo

Leia mais

FLUXO DE CAIXA: Módulo BI (Business Intelligence)

FLUXO DE CAIXA: Módulo BI (Business Intelligence) RELATÓRIO DE ESTÁGIO: Tânia Cristina Leite RA: 046567 Orientador: Prof. Dr. Aurelio Ribeiro Leite de Oliveira FLUXO DE CAIXA: Módulo BI (Business Intelligence) Universidade Estadual de Campinas Instituto

Leia mais

A Grande Importância da Mineração de Dados nas Organizações

A Grande Importância da Mineração de Dados nas Organizações A Grande Importância da Mineração de Dados nas Organizações Amarildo Aparecido Ferreira Junior¹, Késsia Rita da Costa Marchi¹, Jaime Willian Dias¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil

Leia mais

7 Mudanças Realizadas

7 Mudanças Realizadas 7 Mudanças Realizadas Este capítulo tem o objetivo de detalhar as mudanças realizadas no ambiente de trabalho da equipe estudada. Ele cita as alterações no produto de software utilizado pela equipe, que

Leia mais

Projeto 4D: Gerenciamento e Simulação de projetos industriais com o Autodesk Navisworks

Projeto 4D: Gerenciamento e Simulação de projetos industriais com o Autodesk Navisworks Projeto 4D: Gerenciamento e Simulação de projetos industriais com o Autodesk Navisworks Diego de Oliveira Potapczuk teewe Serão apresentadas as soluções desenvolvidas pela teewe sobre a plataforma do Navisworks,

Leia mais

AGILE ROLAP - UMA METODOLOGIA ÁGIL PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AMBIENTES DE NEGÓCIOS BASEADO EM SERVIDORES OLAP.

AGILE ROLAP - UMA METODOLOGIA ÁGIL PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AMBIENTES DE NEGÓCIOS BASEADO EM SERVIDORES OLAP. AGILE ROLAP - UMA METODOLOGIA ÁGIL PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AMBIENTES DE NEGÓCIOS BASEADO EM SERVIDORES OLAP. Luan de Souza Melo (Fundação Araucária), André Luís Andrade Menolli (Orientador), Ricardo G. Coelho

Leia mais

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho vi http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Administração de Redes de Computadores Resumo de Serviços em Rede Linux Controlador de Domínio Servidor DNS

Leia mais

LINGUAGEM C UMA INTRODUÇÃO

LINGUAGEM C UMA INTRODUÇÃO LINGUAGEM C UMA INTRODUÇÃO AULA 1 Conceitos muito básicos 1 Introdução O C nasceu na década de 70. Seu inventor, Dennis Ritchie, implementou-o pela primeira vez usando um DEC PDP-11 rodando o sistema operacional

Leia mais

APLICATIVO WEB PARA O SETOR DE EXTENSÃO IFC VIDEIRA

APLICATIVO WEB PARA O SETOR DE EXTENSÃO IFC VIDEIRA APLICATIVO WEB PARA O SETOR DE EXTENSÃO IFC VIDEIRA Autores: Claudiléia Gaio BANDT; Tiago HEINECK; Patrick KOCHAN; Leila Lisiane ROSSI; Angela Maria Crotti da ROSA Identificação autores: Aluna do Curso

Leia mais

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas.

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Autoatendimento Digital Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Oferece aos clientes as repostas que buscam, e a você,

Leia mais

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas Linguagem de Programação JAVA Professora Michelle Nery Nomeclaturas Conteúdo Programático Nomeclaturas JDK JRE JEE JSE JME JVM Toolkits Swing AWT/SWT JDBC EJB JNI JSP Conteúdo Programático Nomenclatures

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

Sistema de Memorandos On-Line. (Projeto Arquitetural)

Sistema de Memorandos On-Line. (Projeto Arquitetural) Universidade Federal de Campina Grande Pb Departamento de Sistemas e Computação Disciplina: Projeto em Computação I 2111185 Professora: Francilene Procópio Garcia, P.Sc Alunos: Arnaldo de Sena Santos;

Leia mais

Fundamentos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação

Fundamentos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação Objetivo da Aula Tecnologia e as Organizações, importância dos sistemas de informação e níveis de atuação dos sistemas de informação Organizações & Tecnologia TECNOLOGIA A razão e a capacidade do homem

Leia mais

Cláudia Araújo Coordenadora Diego Macêdo Programador Marcelo Rodrigues Suporte

Cláudia Araújo Coordenadora Diego Macêdo Programador Marcelo Rodrigues Suporte BCON Sistema de Controle de Vendas e Estoque Declaração de escopo Versão 1.0 Histórico de Revisão Elaborado por: Filipe de Almeida do Amaral Versão 1.0 Aprovado por: Marcelo Persegona 22/03/2011 Time da

Leia mais

Há mais de 10 anos ajudando igrejas de todo o Brasil a se fortalecer, crescer e cumprir sua missão. Marcos Antonio Bassoli

Há mais de 10 anos ajudando igrejas de todo o Brasil a se fortalecer, crescer e cumprir sua missão. Marcos Antonio Bassoli Informatize sua igreja com a Gileade Sistemas! A empresa A Gileade Sistemas busca o que há de melhor em tecnologia para oferecer às igrejas soluções que auxiliem na organização administrativa e que possam,

Leia mais

Plano de curso Redes Sociais Profissional

Plano de curso Redes Sociais Profissional PLANO DE CURSO MSOBRSOCIALMKT PAG1 Plano de curso Redes Sociais Profissional Justificativa do curso Uma empresa ou profissional de máquinas e equipamentos hoje em dia não pode ignorar as redes sociais

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Sistemas de Produtividade

Sistemas de Produtividade Sistemas de Produtividade Os Sistemas de Produtividade que apresentaremos em seguida são soluções completas e podem funcionar interligadas ou não no. Elas recebem dados dos aplicativos de produtividade,

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE

ENGENHARIA DE SOFTWARE Pág. 1 0. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...2 2. OBJETIVOS....2 3. ESTIMATIVAS DO PROJETO....4 4. RISCOS DO PROJETO....5 4.1. Identificação e Análise dos Riscos....5 4.1.1. Riscos de Projeto...6 4.1.2. Riscos Técnicos....6

Leia mais

Intranets e Capital Intelectual

Intranets e Capital Intelectual Intranets e Capital Intelectual Intranets e Capital Intelectual As mídias sociais ultrapassaram os limites da vida privada. Os profissionais são 2.0 antes, durante e depois do expediente. É possível estabelecer

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar os princípios que se destacam como características da Web 2.0. INTRODUÇÃO

Leia mais

Tecnologias de GED Simone de Abreu

Tecnologias de GED Simone de Abreu Tecnologias de GED Simone de Abreu A rapidez na localização da informação contida no documento é hoje a prioridade das empresas e organizações, já que 95% das informações relevantes para o processo de

Leia mais

Virtualização de Sistemas Operacionais

Virtualização de Sistemas Operacionais Virtualização de Sistemas Operacionais Felipe Antonio de Sousa 1, Júlio César Pereira 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil felipeantoniodesousa@gmail.com, juliocesarp@unipar.br Resumo.

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

Nome da Empresa Sistema digitalizado no almoxarifado do EMI

Nome da Empresa Sistema digitalizado no almoxarifado do EMI Nome da Empresa Documento Visão Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 23/02/2015 1.0 Início do projeto Anderson, Eduardo, Jessica, Sabrina, Samuel 25/02/2015 1.1 Correções Anderson e Eduardo

Leia mais

4 Desenvolvimento da ferramenta

4 Desenvolvimento da ferramenta direcionados por comportamento 38 4 Desenvolvimento da ferramenta Visando facilitar a tarefa de documentar requisitos funcionais e de gerar testes automáticos em uma única ferramenta para proporcionar

Leia mais

INTERNET HOST CONNECTOR

INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR IHC: INTEGRAÇÃO TOTAL COM PRESERVAÇÃO DE INVESTIMENTOS Ao longo das últimas décadas, as organizações investiram milhões de reais em sistemas e aplicativos

Leia mais

Guia Rápido de Utilização. Ambiente Virtual de Aprendizagem. Perfil Aluno

Guia Rápido de Utilização. Ambiente Virtual de Aprendizagem. Perfil Aluno Guia Rápido de Utilização Ambiente Virtual de Aprendizagem Perfil Aluno 2015 APRESENTAÇÃO O Moodle é um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) open source¹. Esta Plataforma tornouse popular e hoje é utilizada

Leia mais

Capítulo 1 - Introdução 14

Capítulo 1 - Introdução 14 1 Introdução Em seu livro Pressman [22] define processo de software como um arcabouço para as tarefas que são necessárias para construir software de alta qualidade. Assim, é-se levado a inferir que o sucesso

Leia mais

DUAS RODAS DESENVOLVE PORTAL COLABORATIVO E ELIMINA PROCESSOS EM PAPEL. Case de Sucesso

DUAS RODAS DESENVOLVE PORTAL COLABORATIVO E ELIMINA PROCESSOS EM PAPEL. Case de Sucesso DUAS RODAS DESENVOLVE PORTAL COLABORATIVO E ELIMINA PROCESSOS EM PAPEL PERFIL Em 1925, surgiu a primeira fábrica de óleos essenciais do Brasil, em Jaraguá do Sul - SC. A autenticidade, a qualidade de seus

Leia mais

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software.

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software. 1 - Sumário 1 - Sumário... 2 2 O Easy Chat... 3 3 Conceitos... 3 3.1 Perfil... 3 3.2 Categoria... 4 3.3 Ícone Específico... 4 3.4 Janela Específica... 4 3.5 Ícone Geral... 4 3.6 Janela Geral... 4 4 Instalação...

Leia mais

Introdução a listas - Windows SharePoint Services - Microsoft Office Online

Introdução a listas - Windows SharePoint Services - Microsoft Office Online Page 1 of 5 Windows SharePoint Services Introdução a listas Ocultar tudo Uma lista é um conjunto de informações que você compartilha com membros da equipe. Por exemplo, você pode criar uma folha de inscrição

Leia mais

gesacad GESTÃO ACADÊMIDA DE ESCOLAS

gesacad GESTÃO ACADÊMIDA DE ESCOLAS gesacad GESTÃO ACADÊMIDA DE ESCOLAS Mais de uma década de experiência e evolução é o que dá ao sistema uma vasta gama de funcionalidades. Esse conhecimento que faz total diferença para sua empresa. xp+

Leia mais

Sistema de Automação Comercial de Pedidos- Versão 1.1

Sistema de Automação Comercial de Pedidos- Versão 1.1 Termo de Abertura Sistema de Automação Comercial de Pedidos- Versão 1.1 Iteração 1.0- Release 1.0 Versão do Documento: 1.1 Histórico de Revisão Data Versão do Documento Descrição Autor 18/03/2011 1.0 Versão

Leia mais

Proposta Técnica. Desenvolvimento de software QUICKSITE

Proposta Técnica. Desenvolvimento de software QUICKSITE Proposta Técnica Desenvolvimento de software CONTEÚDO Resumo Executivo...3 1.1 Duração e Datas Especiais... 3 1.2 Fatores Críticos de Sucesso... 3 A Hi Level...3 Solução Proposta...4 1.3 Escopo... 4 1.4

Leia mais

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento Aumente a eficiência de seu negócio O Versa é um poderoso software de gestão de negócios para editoras, distribuidoras e livrarias. Acessível e amigável, o sistema foi desenvolvido especificamente para

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE E MONITORAMENTO

ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE E MONITORAMENTO THALLES GRESCHECHEN ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE E MONITORAMENTO EMPRESA: NEOGRID INFORMÁTICA S/A SETOR: SUPORTE E MONITORAMENTO SUPERVISOR: FÁBIO ROBERTO MENDES ORIENTADOR: PROF. GERSON VOLNEY LAGEMANN

Leia mais

Orientação a Objetos

Orientação a Objetos 1. Domínio e Aplicação Orientação a Objetos Um domínio é composto pelas entidades, informações e processos relacionados a um determinado contexto. Uma aplicação pode ser desenvolvida para automatizar ou

Leia mais

URL amigável e otimização mínima para os mecanismos de busca. O sistema é integrado ao Google Analytics para auxiliar a medição do número de acessos.

URL amigável e otimização mínima para os mecanismos de busca. O sistema é integrado ao Google Analytics para auxiliar a medição do número de acessos. 1 - A AGÊNCIA Fundada em 1999, a Link e Cérebro é uma empresa 100% nacional sediada em São Paulo SP. Nossa missão é aproximar nossos clientes do seu público alvo através da internet. O corpo técnico conta

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO INSTITUTO POLITÉCNICO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas Operacionais Notas de Aulas: Tópicos 7 e 8 Estrutura do Sistema Operacional São Paulo 2009 1 Sumário

Leia mais