Professora Bruna FÍSICA B. Aula 18 Os focos principais. Página - 238

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1 FÍSICA B Aula 18 Os focos principais Página - 238

2 CLASSIFICAÇÃO DAS LENTES ESFÉRICAS As lentes esféricas podem ser classificadas quanto ao tipo de comportamento óptico e quanto à forma. Quanto ao tipo de comportamento óptico, como já vimos podem ser classificadas como convergente (quando tender a convergir fechar o feixe de luz que a atravessa) e como divergente (quando tende a divergir abrir o feixe de luz que a atravessa).

3 CLASSIFICAÇÃO DAS LENTES ESFÉRICAS Quanto à forma, as lentes esféricas podem ser classificadas como lentes de bordas finas ou lentes de bordas grossas.

4 CLASSIFICAÇÃO DAS LENTES ESFÉRICAS Uma lente será classificada como de borda fina se suas bordas forem mais estreitas que sua região central. Observe a figura abaixo.

5 CLASSIFICAÇÃO DAS LENTES ESFÉRICAS Uma lente será classificada como de bordas grossas, quando suas bordas forem mais espessas que sua região central. Observe a figura abaixo.

6 CLASSIFICAÇÃO DAS LENTES ESFÉRICAS O esquema a seguir ilustra o que ocorre com o feixe de luz cilíndrico que incide em uma lente esférica de bordas finas, feita de um material cujo índice de refração é maior que o meio em que está imersa.

7 CLASSIFICAÇÃO DAS LENTES ESFÉRICAS Como o feixe de luz emergente é convergente, podemos concluir que este tipo de lente é convergente. A mesma conclusão é válida para qualquer lente de bordas finas imersa em um meio menos refringente do que o material com que é feita.

8 CLASSIFICAÇÃO DAS LENTES ESFÉRICAS O esquema a seguir ilustra o que ocorre com o feixe de luz cilíndrico que incide em uma lente esférica de bordas grossas, feita de um material cujo índice de refração é maior que o meio em que está imersa.

9 CLASSIFICAÇÃO DAS LENTES ESFÉRICAS Como o feixe de luz emergente é divergente, podemos concluir que este tipo de lente é divergente. A mesma conclusão é válida para qualquer lente de bordas grossas imersa em um meio menos refringente do que o material com que é feita.

10 CLASSIFICAÇÃO DAS LENTES ESFÉRICAS Caso o material com que a lente foi feita, seja menos refringente que o meio em que ela está imersa, as conclusões que acabamos de tirar ficam invertidas, ou seja, lentes de bordas finas serão divergentes e lentes de bordas grossas serão convergentes.

11 CLASSIFICAÇÃO DAS LENTES ESFÉRICAS Em nossa utilização diária,as lentes devem conjugar imagens nítidas, sem (ou com poucas) deformações. Por isso são utilizadas lentes delgadas, mais finas. A representação dessas lentes está esquematizada a seguir, considerando que o material utilizado é mais refringente que o meio.

12 OS FOCOS PRINCIPAIS As lentes esféricas possuem dois focos principais, o foco principal objeto (F o ) e o foco principal imagem (F i ). Esses são dois dos pontos principais das lentes esféricas e estão posicionados em de cada lado da lente, em posições simétricas em relação a ela, como podemos observar na figura a seguir, considerando que os raios irão incidir do lado esquerdo da lente.

13 OS FOCOS PRINCIPAIS Professora Bruna

14 OS FOCOS PRINCIPAIS Note que, na lente esférica convergente, o foco principal objeto fica no lado em que os raios de luz incidem na lente e o foco principal imagem, do outro lado. Na lente esférica divergente as posições dos focos principais são contrárias às da lente convergente.

15 RAIOS DE LUZ PRINCIPAIS Todo raio de luz que incide em uma lente esférica paralelamente ao eixo principal, emergirá na direção do foco principal imagem.

16 RAIOS DE LUZ PRINCIPAIS Todo raio de luz que incidir em uma lente esférica na direção do foco principal objeto emergirá da lente paralelamente ao eixo principal.

17 FÍSICA B Aula 18 Os focos principais Exercícios de Aula - Página - 238

18 EXERCÍCIOS DE AULA Exercício 1 (a)

19 EXERCÍCIOS DE AULA Exercício 1 (b) Convergente.

20 EXERCÍCIOS DE AULA Exercício 1 (c) Como uma lente de bordas finas, já que suas bordas são menos espessas que sua parte central.

21 EXERCÍCIOS DE AULA Exercício 2 (a)

22 EXERCÍCIOS DE AULA Exercício 2 (b) Divergente.

23 EXERCÍCIOS DE AULA Exercício 2 (c) Como uma lente de bordas grossas, já que as bordas dessa lente são mais espessas que sua parte central.

24 EXERCÍCIOS DE AULA Exercício 3 Caso as lentes sejam feitas com um material que possui índice de refração maior do que o meio em que estão imersas, podemos falar que as lentes de bordas finas serão sempre convergentes e as lentes de bordas grossas serão sempre divergentes.

25 EXERCÍCIOS DE AULA Exercício 4 (a)

26 EXERCÍCIOS DE AULA Exercício 4 (b) Princípio da Reversibilidade.

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