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1 MANUAL DO MOTORISTA

2 SUMÁRIO 1. NORMAS DE CONDUTA É OBRIGAÇÃO DO MOTORISTA NÃO É PERMITIDO AOS MOTORISTAS ORIENTAÇÕES GERAIS SOBRE ACIDENTES ORIENTAÇÕES TÉCNICAS OPERACIONAIS REVISÕES DE VEÍCULOS NOVOS EM CONCESSIONÁRIAS TROCAS DE ÓLEO DA CAIXA E DIFERENCIAL INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE TROCAS DE ÓLEO DE MOTOR DE VEÍCULOS FORA DA GARANTIA Instruções específicas sobre troca e reposição de óleo de motor INFORMAÇÕES SOBRE ABASTECIMENTO DE DIESEL E OUTRAS RELACIONADAS ORIENTAÇÕES SOBRE A CONDUÇÃO DO VEÍCULO RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE OPERAÇÃO DO VEÍCULO CONDUÇÃO ECONÔMICA DIRIGIR DEFENSIVAMENTE ULTRAPASSAGEM CONDIÇÕES ADVERSAS DE TEMPO CONDIÇÕES ADVERSAS DAS VIAS ESTACIONAMENTO DO VEÍCULO FARÓIS PNEUS CINTO DE SEGURANÇA OBRIGAÇÕES DIÁRIAS DO MOTORISTA - CHECK LIST PELA MANHÃ VERIFIQUE COM FREQUENCIA RECOMENDAÇÕES PARA VIAGENS LONGAS ÁLCOOL CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO (CTB) E LEI N , DE TREINAMENTO PROCEDIMENTOS DE CARGA E DESCARGA ANTES DE SAIR PARA O CARREGAMENTO DURANTE O CARREGAMENTO APÓS O CARREGAMENTO DESCARGA PROCEDIMENTOS EM CASO DE CONTRATEMPOS DE VIAGEM ORIENTAÇÕES SOBRE ROUBO, FURTO OU SEQUESTRO Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 1 de 35

3 15. PLANO DE ATENDIMENTO EMERGENCIAL SITUAÇÃO EMERGENCIAL A SITUAÇÃO EMERGENCIAL B SITUAÇÃO EMERGENCIAL C SITUAÇÃO EMERGENCIAL D PROCEDIMENTOS PARA CASOS DE EMERGÊNCIA SIMBOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO DOS PRODUTOS TRANSPORTADOS PAINÉIS DE SEGURANÇA RÓTULOS DE RISCO DOCUMENTAÇÃO DOCUMENTAÇÃO PESSOAL DO MOTORISTA PORTE OBRIGATÓRIO DOCUMENTAÇÃO DOS VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS PORTE OBRIGATÓRIO DOCUMENTAÇÃO DA CARGA Documentos obrigatórios de acompanhamento da carga: Orientações sobre o preenchimento de OCC s Ordem de Coletas de Cargas Campos da OCC a serem preenchidos na chegada para carregamento Campos da OCC a serem preenchidos após o carregamento quando do recebimento da nota fiscal Orientações sobre licenças PASSE FISCAL INTERESTADUAL PROCEDIMENTOS EMISSÃO DO PASSE FISCAL INTERESTADUAL APRESENTAÇÃO NOS POSTOS FISCAIS BAIXA DOS PASSES FISCAIS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EQUIPAMENTOS DE EMERGÊNCIA INFORMAÇÕES E ORIENTAÇÕES SOBRE TACÓGRAFO PROCEDIMENTOS SOBRE O MICROCOMPUTADOR DE BORDO RASTREAMENTO DE FROTA POR SATÉLITE MACROS IRAPURU ABASTECIMENTOS MANUTENÇÃO PRESTAÇÃO DE CONTAS DE VIAGEM ENCAMINHAR OS RECIBOS DE DESPESAS MANOBRAS / ESTACIONAMENTO INTERNO EM CAXIAS DO SUL LOCAL PARA PERMANÊNCIA DE MOTORISTAS EM CAXIAS DO SUL RECOMENDAÇÃO ÚTIL POLÍTICAS IRAPURU POLÍTICA DA QUALIDADE Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 2 de 35

4 31.2 POLÍTICA CONTRA O USO DE ÁLCOOL E DROGAS POLÍTICA ANTIFUMO POLÍTICA DE SEGURANÇA PATRIMONIAL E CONFIDENCIALIDADE POLÍTICA DE DISCIPLINA Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 3 de 35

5 1. NORMAS DE CONDUTA 1.1 É OBRIGAÇÃO DO MOTORISTA 1. Zelar (conservar) pela manutenção do veículo, dos equipamentos de segurança e dos materiais confiados à sua responsabilidade quando da entrega do caminhão, a fim de devolvê-los quando solicitado. 2. Realizar e controlar as revisões de manutenção periódica de veículos em garantia, bem como as trocas de óleo da caixa de câmbio e diferencial, anotando e repassando ao Setor de Frota, as datas e as quilometragens em que foram realizadas. 3. Acatar e cumprir as determinações e decisões da Diretoria e Gerências das Filiais ou bases de apoio. As determinações do Setor de Frota, relativamente a rotas, pontos de apoio, abastecimento, jornada de limitações recomendadas. 4. Passar pelo processo de treinamento designado pela empresa. Sempre que solicitado, comparecer e participar dos cursos, palestras, treinamentos e reuniões programados pela empresa. 5. Guardar o veículo nos pátios da própria empresa, e quando em trânsito, parar somente em postos ou locais autorizados, e que apresentem bom grau de segurança. 6. Observar as normas da empresa em relação aos horários e intervalos para descanso e restrições de horários para trânsito. 7. Nas paradas e intervalos para alimentação, abastecimento e descanso, planejar atingir sempre locais previamente determinados e postos conveniados. 8. Abastecer preferencialmente nos postos da empresa e, quando não for possível, por combustível somente para garantir a chegada a uma das Filiais da empresa que disponha de posto de abastecimento próprio. 9. Ressarcir os valores referentes às multas de trânsito geradas por infrações relativas à não observância de normas, cuja responsabilidade é exclusiva do motorista. 10. Preencher corretamente as ACT s (Autorizações de Carregamento de Transporte), CTRC s (Conhecimentos de Transporte Rodoviários de Cargas) e OC s (Ordens de Carregamento), com todos os dados necessários ao processamento e faturamento dos serviços e outras mais recebidas em treinamento. 11. Apresentar os comprovantes de entrega de mercadoria (Canhotos de Notas Fiscais e CTRC`s devidamente assinados pela área de recebimento da empresa destinatário) na primeira filial ou base operacional da empresa. 12. Quando do acerto de contas, apresentar os comprovantes de tarefas, pedágios e despesas de viagem devidamente organizados, juntamente com a viagem e os discos de tacógrafo. 13. Manter a rota de viagem pré-estabelecida no plano de viagem, confeccionado entre programador e o motorista e aceito pela gerenciadora de riscos. 14. Ler atentamente todas as orientações, informações colocadas nos quadros murais da Matriz e Filiais e notícia da semana entregue pelas expedições. 15. Antes de empreender viagem com transporte de produtos químicos, proceder à leitura atenta da FICHA DE EMERGÊNCIA do produto transportado. Caso não compreenda algumas informações, solicite maiores detalhes do expedidor e, se este não lhe fornecer, esclareça todas as dúvidas com a gerência de operação. 16. Manter respeito aos bons costumes, a boa conduta moral, social e profissional, dentro das dependências da empresa, nas dependências dos clientes e de terceiros, bem como perante os órgãos de controle e fiscalização de trânsito. 17. Abster-se terminantemente do consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas, pois, o consumo habitual dessas substâncias compromete física e psiquicamente o funcionário. É estritamente Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 4 de 35

6 proibido: Álcool; Drogas; Cigarro; Rebites e qualquer medicamento ou produto que seja contra indicado a condutores. 18. Comunicar com razoável antecedência, a necessidade de afastar-se do trabalho, seja qual for o motivo, de sorte a propiciar se necessário a providência de substituto para a função. 19. Sempre que afastado por doença ou acidente bem como a previsão de retorno ao trabalho informar imediatamente ao departamento de Frota e RH. 20. Quando solicitado comparecer ao setor de RH para prestar esclarecimentos que eventualmente se façam necessários, e/ou fornecer documentos para a atualização do cadastro e dos registros inerentes à contratualidade. 21. Apresentar-se ao trabalho devidamente uniformizado e com boa apresentação pessoal dentro dos bons hábitos de higiene e limpeza: sempre observar a barba e bigode feitos, o cabelo aparado, unhas limpas e curtas, camisa com os botões fechados. É considerado uniforme padrão da empresa para os motoristas: Calça; Camisa; Sapato (proibido o uso de sandálias; chinelos e tênis). Os motoristas recebem quatro (04) jogos de uniforme que são substituídos a partir da apresentação do uniforme usado. A responsabilidade da entrega e substituição dos mesmos é feita pelo Setor de Segurança do Trabalho. Portar crachá de identificação sempre que estiver a serviço ou for ingressar nas dependências da empresa e de clientes. 22. Conhecer e cumprir todas as normas internas das empresas/clientes, tanto as de ordem de conduta quanto as de ordem operacional (qualidade), de segurança, saúde e meio ambiente. 23. Diante de eventuais problemas, jamais adotar postura hostil em relação a funcionários de clientes. As divergências deverão ser levadas ao conhecimento da administração ou da gerência operacional a que estiver subordinado, que buscará os canais competentes para solucioná-los via administrativa. 24. Comunicar imediatamente ao superior hierárquico qualquer ocorrência irregular no serviço ou nos equipamentos. 25. Por ocasião da rescisão do Contrato de Trabalho, devolver à Empresa, os uniformes, equipamentos de segurança e ferramentas, a Autorização para condução de veículos da empresa e a Carteira do Plano de Saúde em seu poder. 26. Observar rigorosamente as instruções de ordem operacional, administrativa, relativas à qualidade, segurança, saúde e meio ambiente. 27. Informar imediatamente ao gerente operacional da origem da carga, qualquer acidente/incidente ou irregularidade na qual esteja envolvido, de sorte a possibilitar à administração tomar as medidas técnicas, jurídicas e operacionais que se fizerem necessárias. 28. Observar rigorosamente as normas de segurança e condução estabelecidos pela empresa relativamente ao Microcomputador de Bordo e Tacógrafo. 29. Acompanhar a execução dos serviços mecânicos em terceiros, zelando pelo correto procedimento da operação. 30. Quando realizar serviços de manutenção fora da IRAPURU, peça para a empresa prestadora para que encaminhe via correio para o endereço cadastrado, a Nota Fiscal e os respectivos Boletos de Cobrança, seja a prestação à vista ou a prazo. Nunca receba estes documentos, pois estes devem ser remetidos pelo fornecedor diretamente à IRAPURU. 31. Identificar de forma correta as despesas de viagem, fazendo constar da Nota Fiscal, a data da execução do serviço e placa do veículo ou semi-reboque sobre o qual o serviço foi efetuado e, em caso de serviços no caminhão anotar a quilometragem. 32. Conferir os serviços ou abastecimentos realizados, cuidando para que a quantidade, a qualidade e o valor estejam corretos e condizentes com as notas fiscais e faturas. 33. Prestar contas dos adiantamentos prestados em outras Filiais ou postos, com a NF ou n do Manifesto. 34. Zelar pelo acondicionamento e transporte das mercadorias transportadas, de modo a entregá-las nas mesmas condições em que foi recebida, sem avarias e sem danos. Conhecer as características de cada produto carregado, adotando os cuidados necessários quanto à fragilidade, condições de tráfego, empilhamento, etc. Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 5 de 35

7 35. Quando observar alguma irregularidade entrar em contato com a empresa para receber orientação correta, pois o motorista não deve permitir o carregamento de material avariado, isto é: molhado, com caixas quebradas ou amassadas, peças riscadas, problemas de pintura, quantidade incorreta, etc. 36. Respeitar rigorosamente os limites de velocidades estabelecidos pela empresa, nas dependências dos clientes e de modo especial aqueles estabelecidos pela legislação de trânsito em vigor, nunca excedendo a velocidade limite de 80 km/hora estabelecido pela empresa. 37. Preencher o formulário Solicitação de Serviços de Manutenção, apontando a relação de pendências e necessidades de manutenção constatadas durante o período, para quando retornar de viagem, entregá-lo ao Encarregado de Manutenção para as devidas providências. O motorista deverá manter e controlar a disponibilidade deste formulário no seu veículo. 38. Cuidar para que a limpeza dos equipamentos seja feita somente em empresas especializadas indicadas, as quais estão devidamente licenciadas pelo órgão ambiental estadual competente. 39. Desligar os aparelhos celulares antes de descer do seu veículo para abastecimento. 40. No transporte de produtos químicos a granel ou em tambores, ocorrendo qualquer tipo de vazamento, parar o veículo em local adequado e seguro deve ser comunicando imediatamente o Coordenador do Plano de Atendimento Emergencial da Irapuru Setor de Seguros /Gerenciamento de Riscos. 41. Em caso de qualquer tipo de vazamento utilize os itens que compõem o Kit de Emergência do veículo e, para sua proteção individual os EPI`s. 42. Mensalmente confira todos os itens do Kit de Emergência e do Conjunto de EPI verificando o estado de conservação, requerendo a substituição ou adequação na Filial de Caxias do Sul. 43. Zelar para que as mercadorias sejam entregues em perfeito estado, intactas quanto ao peso e integridade. 44. Informar-se, por ocasião da descarga de produtos, se o peso esta em conformidade com a nota fiscal. Caso haja divergências, não sair do local sem contatar o gerente operacional, obter instruções sobre os procedimentos a serem adotados. 45. Se a descarga for no pátio da empresa, existem locais apropriados para esta tarefa, junto ao setor operacional, identificados como Box nº.1, Box nº. 2 e Box nº Verifique a descarga e pegue seu comprovante de entrega ASSINADO, DATADO e CARIMBADO. Obter (carimbo, data e assinatura) nos comprovantes de entrega das mercadorias. O comprovante de entrega serve para que a IRAPURU prove diante de seu cliente que realmente entregou a mercadoria, na data, para a empresa descrita no mesmo. Os Comprovantes de Entrega: todos os conhecimentos devem retornar assinados e carimbados: Os comprovantes de entrega da Braskem (Pólo) devem retornar com os RID s (romaneio) e os canhotos das NF s carimbados e assinados. Os comprovantes de entrega de conhecimentos da Jost para a Ford devem retornar com os canhotos das NF s carimbados e assinados. Os conhecimentos da GKN devem retornar com todos os canhotos das Notas Fiscais assinados e carimbados. Para as empresas que não tiverem carimbo que comprove o recebimento deve apresentar a assinatura (de forma legível) e o nº. do CPF ou RG de quem recebeu a mercadoria. Nas entregas que for acusado mercadoria avariada ou danificada ou falta de mercadoria deve-se: ligar imediatamente para o Setor Operacional do local (ou próximo) em que tenha efetuado o carregamento. Antes de sair do local da entrega realizar uma conferência em todos os comprovantes de entrega, para tanto é importante ter o relatório de viagem completo, deixando o manifesto anexado, pois aí constam todas as informações a quaisquer consultas que se fizerem necessárias. Manifesto de Navio: em cargas de Rio Grande para fora do Rio Grande do Sul o comprovante deve ser carimbado e assinado pelo posto fiscal e a assinatura do cliente. Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 6 de 35

8 47. No caso de veículos equipados com rastreamento por satélite, seguir rigorosamente os procedimentos e orientações recebidas no treinamento sobre o uso do Sistema de Rastreamento para garantir a sua segurança e da carga transportada. 1.2 NÃO É PERMITIDO AOS MOTORISTAS 1. Retirar vales em Postos de Abastecimento, sem a competente autorização superior. 2. Portar arma de qualquer espécie nas dependências e imediações da empresa e clientes. 3. A prática de atos e gestos obscenos ou o emprego de palavras de baixo calão, insultos ou ofensas morais dentro das dependências da empresa, nas dependências dos clientes ou de terceiros, bem como no trajeto VOCÊ É A IMAGEM DA EMPRESA. 4. Recusar o cumprimento de ordens de trabalho determinadas pelos superiores, gerentes de filiais e diretoria. É aberto, entretanto, o diálogo sobre qualquer assunto, desde que de modo civilizado. 5. Alterar as características ou acrescentar acessórios aos veículos sem autorização da empresa. 6. Abastecer os veículos em postos não autorizados. 7. Executar serviços mecânicos e adquirir peças ou acessórios sem prévia autorização dos Encarregados de Manutenção ou da Administração, quando for o caso. 8. Dar carona a terceiros, mesmo que familiares, sem expressa autorização do Gerente de Frota. 9. Transportar mercadorias que não sejam da própria carga, salvo para consumo próprio com autorização superior. 10. Abrir os lacres das carretas antes do momento da descarga sem prévia autorização da empresa remetente do produto, ou de alguma das gerências da nossa própria empresa. 11. Lavar o chassi dos veículos fora das filiais ou bases da empresa, exceto por determinação/autorização da empresa. 12. Oferecer brindes ou prêmios a funcionários ou prepostos de clientes com a finalidade de obter vantagens de qualquer natureza. 13. Desengatar as carretas utilizando o suspensor pneumático dos caminhões. 14. Alterar, modificar, substituir, inovar, corrigir ou mesmo prestar outras declarações sobre acidentes de trânsito após a confecção do Boletim de Ocorrência, sem autorização da Administração. 15. Manusear, lançar, despejar ou descartar sobras de produtos ou efluentes na natureza ou em qualquer outro local, fora das empresas licenciadas indicadas. 16. Comentar com outras pessoas o tipo de produto que estás transportando, o cliente, valor da mercadoria, valor do frete, origem, destino e itinerário, nem mostrar os documentos da sua carga a ninguém durante o percurso. Tal medida objetiva a segurança e o sigilo profissional. 17. Violar ou permitir a violação dos lacres das carretas. A abertura e o rompimento dos lacres somente poderão acontecer no momento da descarga, pelo próprio recebedor da carga, ou em situações excepcionais devidamente autorizadas. 18. Portar outras Fichas de Emergência e Envelope, além daqueles correspondentes ao produto que esteja transportando para evitar transtornos no caso de emergência. 19. O uso no veículo, de fogões, fogareiros ou quaisquer outros equipamentos que utilizem inflamáveis, ou de alguma forma possa representar risco para a atividade desenvolvida. 20. Parar o veículo em locais definidos como CRÍTICOS pelas áreas operacionais, de Frota e gerenciadora de riscos da Empresa. 2. ORIENTAÇÕES GERAIS SOBRE ACIDENTES Para os efeitos desta Instrução, considera-se acidente todo o fato anormal de trânsito, carga, descarga ou mesmo de transporte, que envolva veículos e funcionários da empresa, cuja ocorrência venha a Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 7 de 35

9 gerar alterações/depreciações ou danos ao patrimônio, tanto da empresa, como do cliente ou ainda de terceiros envolvidos, independente de culpa ou intencionalidade. 1. Ocorrendo acidente, especialmente envolvendo veículos da empresa com terceiros, ligue imediatamente para a CENTRAL DE MONITORAMENTO, providencie imediatamente a confecção do Boletim de Ocorrência Policial (BO), independente de ter sido você o culpado ou não. 2. Quando ocorrerem danos a bens de terceiros dentro de empresas clientes, postos ou indústrias, e não sendo possível a confecção da Ocorrência Policial, solicite uma cópia da ocorrência lavrada pela CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), ou pela segurança interna da própria empresa. 3. Todos os caminhões possuem seguro na modalidade de Responsabilidade Civil Facultativa, o que nos dá cobertura de despesas ocasionadas por danos provocados a terceiros, caso o incidente tenha se dado por nossa culpa, ressalvadas as situações de extrema negligência ou irresponsabilidade do motorista, assim considerado motorista alcoolizado e outras situações previstas na contratação, que excluem a cobertura. 4. Convém observar que terceiros não são somente pessoas ou veículos. Incluem-se nessa categoria outros bens, tais como casas, bombas de postos, postes, cercas, árvores, rios, matas, animais, etc. 5. Somente poderemos acionar o seguro através de registro de Ocorrência Policial (BO), por isso, é obrigatório o registro policial de qualquer sinistro, mesmo os de pequena monta, sendo o acidente de nossa culpa ou não. 6. Caso o terceiro, culpado ou não, empreender fuga anotar todos dados possíveis para futura identificação, tais como tipo de veículo, placas, etc. 7. Verificar se há testemunhas do acidente, envidando todos os esforços no sentido de anotar nomes, endereços, telefones bem como a versão da testemunha sobre o acidente. 8. Quando possível trazer em mãos o boletim de ocorrência em original, ou anotar o endereço, telefone e nome para contato do local onde foi registrada a ocorrência para futura retirada do mesmo. 9. Em caso de acidente, utilizando os telefones e meios de comunicação disponibilizados neste manual. Se possível, informe a filial mais próxima sobre os fatos, o estado dos veículos, o estado, a origem e o destino da carga. 10. A não observância destas instruções poderá acarretar a responsabilização do motorista diante de indenizações ou pagamento de despesas causadas a terceiros. 3. ORIENTAÇÕES TÉCNICAS OPERACIONAIS 3.1 REVISÕES DE VEÍCULOS NOVOS EM CONCESSIONÁRIAS 1. É obrigatório por parte dos motoristas, a realização de revisões de manutenção periódica até a dos quilômetros, sendo também sua obrigação inteirar-se junto às chefias operacionais, de frota ou de manutenção das quilometragens da mesma, sempre que receberem veículos novos ou dentro desta quilometragem. 2. Mesmo que a revisão dos km ocorra após 12 (doze) meses da compra do veículo, a mesma deve ser realizada. A obrigatoriedade dos procedimentos 1 e 2 acima se devem a necessidade do veículo contar com a garantia de fábrica, especialmente nos itens que possuem garantia superior a 12 meses, pois caso contrário o veículo perde a garantia. 3.2 TROCAS DE ÓLEO DA CAIXA E DIFERENCIAL A troca de óleo e de filtros, quando for o caso, será realizada a cada quilômetros, após as trocas feitas na revisão dos quilômetros realizada nas concessionárias. As mesmas serão feitas na Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 8 de 35

10 Filial em Caxias do Sul/RS, a quem caberá os controles e registros respectivos. Caso o motorista entenda que a troca está passando dos quilômetros, deverá pedir instruções ao Superior. 3.3 INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE TROCAS DE ÓLEO DE MOTOR DE VEÍCULOS FORA DA GARANTIA 1. As trocas de óleo de motor deverão ser feitas nas Filiais e bases da empresa, somente sendo admitidas trocas fora desses locais em casos de absoluta necessidade e em locais que possuam LO (Licença de Operações). 2. As trocas de óleo deverão ocorrer com km para motores convencionais, e km para motores eletrônicos, sendo admitida à tolerância de km para mais ou para menos, a fim de adequar a troca nas filiais acima estabelecidas Instruções específicas sobre troca e reposição de óleo de motor 1. Por ocasião da TROCA, o óleo deverá ser colocado até o nível máximo. 2. Quando estiver próximo da quilometragem da troca de óleo evitar-se a reposição, salvo se o nível baixar muito. 3. A reposição de óleo deverá ser feita quando o mesmo estiver próximo ao nível mínimo, repondo-o até aproximadamente o meio dos níveis, conforme ilustrado na faixa verde. (ESBOÇO DE VARETA DE ÓLEO) FAIXA DE REPOSIÇÃO NÍVEL MÁXIMO NÍVEL MÍNIMO 3.4 INFORMAÇÕES SOBRE ABASTECIMENTO DE DIESEL E OUTRAS RELACIONADAS 1. Os caminhões da IRAPURU somente devem ser abastecidos com diesel comum. 2. Considerando que possuímos abastecimento próprio em algumas Filiais (CAXIAS DO SUL, GRAVATAÍ, TABOÃO DA SERRA, entre outras) deve ser observado as instruções quanto aos abastecimentos: Todas as notas de despesas de viagem à vista ou a prazo, devem ser identificadas de forma correta: com a data, a quilometragem do Cavalo-Mecânico, e a placa do equipamento original da despesa, ou seja, se a despesa for correspondente ao Cavalo, coloca-se a placa do Cavalo, se for da Carreta a placa da Carreta. Antes de assinar as notas de abastecimento, conserto de pneus, ou outras quaisquer, conferir a data, a placa do equipamento e a quilometragem do Cavalo. Os abastecimentos deverão ser efetuados somente nos postos autorizados pela empresa, sempre com óleo diesel comum, salvo onde tal não esteja disponível. Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 9 de 35

11 Os lubrificantes deverão ser comprados nas quantidades exatas da troca ou complementação do nível, as quais deverão ser realizadas sempre no próprio posto. 4. ORIENTAÇÕES SOBRE A CONDUÇÃO DO VEÍCULO As orientações abaixo, dizem respeito a informações básicas e servem como complemento e lembrete, em relação ao Treinamento específico é ministrado aos motoristas. 4.1 RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE OPERAÇÃO DO VEÍCULO 1. Verificar imediatamente após a partida e periodicamente durante a condução, se todos os instrumentos estão funcionando normalmente. Se alguma lâmpada de advertência acender durante a condução, parar imediatamente e averiguar a causa. 2. Verificar o posicionamento e funcionamento dos diversos espelhos do veículo. 3. Nunca acelerar um motor frio. Por outro lado, o motor durante o aquecimento não deve estar em marcha lenta, devendo ser aquecido totalmente em movimento. 4. Nunca abra a grade frontal inferior do caminhão com o painel de segurança posicionado no suporte. Caso seja necessária a abertura desta grade para colocar água no radiador, remova o painel de segurança, repondo-o depois de realizada a operação. 5. Utilizar o tacômetro e o manômetro do turbo compressor (quando houver) como guia de condução. Manter durante a condução o motor trabalhando no seu regime mais efetivo, ou seja, no setor verde do tacômetro e do manômetro do turbo compressor. 6. Nunca ultrapassar o limite de rotação do motor. Tomar cuidado especial quando se utiliza o motor como freio em descidas. 7. Nunca cobrir o radiador para forçar o motor a aquecer. O termostato mantém a temperatura do motor dentro dos limites corretos em todas as condições de trabalho e temperatura externa. 8. Verificar o nível do líquido de arrefecimento do motor diariamente. Verificar com freqüência as mangueiras e a tensão das correias do ventilador. Se for detectada qualquer perda de água no sistema de refrigeração do motor ou no sistema de aquecimento da cabina, não continuar a conduzir sem proceder o respectivo reparo. 9. Nunca iniciar a marcha enquanto as lâmpadas de advertência do sistema de freios se mantiverem acesas. Não esquecer de liberar o freio de estacionamento antes de liberar a marcha. 10. Nunca forçar a direção hidráulica para virar para qualquer lado se as rodas estiverem muito encostadas ao meio fio ou outros obstáculos laterais. 11. Não descansar o pé em cima do pedal da embreagem. Não deixar o disco da embreagem patinar desnecessariamente. As desmultiplicações da caixa de mudanças permitem escolher a velocidade adequada para cada ocasião e para todas as condições de trabalho que possam surgir. 12. Durante a marcha a ré, não efetuar nunca qualquer mudança entre alta e baixa. 13. Utilizar o freio motor nas descidas e sempre que seja necessário reduzir a velocidade. A utilização do freio motor pelo menos uma vez por dia, evita que o freio se prenda por acumulo de carvão e ferrugem. 14. Utilizar o freio para evitar derrapagem lateral da carreta (efeito canivete ou L ), quando for necessário reduzir a velocidade em terreno escorregadio. 15. Deixar o motor em marcha lenta pelo menos 1 (um) minuto antes de pará-lo após terminado um período de serviço. Evitam-se assim tensões térmicas e perdas de líquidos refrigerantes. 16. Drenar diariamente a água condensada nos depósitos de ar dos freios. 17. Se em viagem o veículo apresentar qualquer problema, mesmo que seja um barulho estranho, pare o veículo em um lugar seguro, verifique se você pode corrigir o problema. Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 10 de 35

12 4.2 CONDUÇÃO ECONÔMICA 1. Uma técnica correta de condução permite não somente economizar combustível, como também reduzir o desgaste dos componentes do veículo. 2. Não deixar o motor trabalhar desnecessariamente em marcha lenta. Em paradas o motor deve ser desligado. 3. O regime de rotações onde o motor tem o menor consumo de combustível é indicado pelo tacômetro. Portanto sempre que possível, manter a rotação dentro desta faixa. 4. Nas subidas, não reduzir de marcha enquanto o ponteiro do tacômetro não estiver na faixa indicada. 5. Considerar que em subidas sempre haverá redução na velocidade. Aliviar o acelerador antes do topo e não acelerar se a seguir houver uma descida. 6. Verificar regularmente o desgaste dos pneus, alinhamento das rodas, tanto do cavalo mecânico como da carreta. 7. Nos declives utilize sempre o freio motor. 4.3 DIRIGIR DEFENSIVAMENTE 1. Conhecer e obedecer às leis e a sinalização de trânsito. 2. Manter o veículo em bom estado de conservação, em especial, os itens relacionados com a segurança, como freios, pneus, amortecedores, molejos, limpadores de pára-brisa e sistema elétrico. 3. Dirigir com calma. 4. Sinalizar antecipadamente todas as manobras a serem efetuadas. 5. Fazer do uso do cinto de segurança um hábito. 6. Evitar mudanças bruscas de direção e velocidade, salvo em emergências. 7. Andar na faixa correta de trânsito e com velocidade compatível. 8. Em caso de saída da pista, não retorne bruscamente, procure um local onde o acostamento está em nível com a pista, e retorne cuidadosamente. 9. Manter sempre uma distância de segurança do veículo à frente. 10. Ultrapassar somente com total segurança, sempre pela esquerda, nunca pela direita ou acostamento. 11. Antecipar o comportamento de terceiros e imaginar previamente uma situação de emergência. 12. Não aceitar desafios e provocações de outros motoristas. 13. Não dirigir se não estiver em condições físicas normais (sono, cansaço). 14. Observar as condições do tempo, do trânsito e do piso e dirigir de acordo com elas. 15. Ser prudente, ficar atento e reduzir a velocidade ao chegar a cruzamentos. 16. Em caso de parada por defeitos, estacionar o veículo em local seguro, acionar as luzes de emergência, fazer o isolamento total da área, avisar o fato o mais rápido possível pelo telefone da empresa. 17. Em longas viagens não dirigir por muitas horas; fazer paradas periódicas. 18. Não dirigir se estiver sob efeito de medicamentos que afetem os reflexos. 19. Nunca movimentar o veículo com as tampas (escotilhas) abertas. 20. Ao realizar manobras em centros urbanos, especialmente as conversões laterais, aumentar ainda mais o cuidado com veículos que possam estar ao seu lado, fora do campo de visão do retrovisor ou estacionados. Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 11 de 35

13 4.4 ULTRAPASSAGEM 1. Antes de iniciar a ultrapassagem, manifeste suas intenções aos outros motoristas através de sinais. 2. Observe as condições da pista e escolha um trecho que esteja livre e ofereça uma ampla visão. 3. Calcule bem à distância. 4. Engrene uma marcha mais forte, sinalize e inicie a ultrapassagem, mantendo-se sempre atento. 5. Caso o motorista a ser ultrapassado não perceba sua intenção, alerte-o com um breve sinal de luz ou buzina. 6. Faça rapidamente a ultrapassagem, conservando-se a uma distância lateral segura do outro veículo. 7. Assim que puder ver no retrovisor o veículo ultrapassado, retorne à sua mão de direção. 8. Antes de ultrapassar, veja se ninguém atrás de você começou a fazer o mesmo. 9. A faixa estando livre ligue a seta ou indique com o braço. 10. Caso você esteja na faixa da esquerda e outro veiculo que quer ultrapassá-lo, vá para a direita, sem precisar aumentar a velocidade. 11. Estando na faixa da direita, continue nela e mantenha a velocidade, desde que não seja inferior a metade da permitida na via. 12. Nas vias de duplo sentido e pista única, é proibido ultrapassar em curvas, subidas sem visibilidade, túneis, nas pontes, viadutos, nos cruzamentos e nas travessias de pedestres, e nas áreas de perímetro urbano das rodovias. 13. Ao ultrapassar um coletivo (ônibus) que esteja parado, reduza a velocidade e muita atenção. Passageiros poderão estar desembarcando ou correndo para tomar a condução. 14. A ultrapassagem na chuva o cuidado é redobrado, pois o veículo a sua frente provoca uma cortina de água que prejudica a sua visibilidade. 4.5 CONDIÇÕES ADVERSAS DE TEMPO FRIO, CALOR, VENTO, CHUVA, GRANIZO E NEBLINA, são fenômenos que reduzem muito a capacidade visual do motorista, tornando difícil a visibilidade de outros veículos. 1. Com chuva todo cuidado é pouco. No início, forma-se uma camada de lama, areia, óleo, detritos, etc. que torna a pista escorregadia. 2. Reduza, então, primeiramente, a velocidade do veículo para evitar derrapagens e ligue o limpador do pára-brisa. 3. Com chuva a velocidade máxima permitida é de 70 km/h. 4. As luzes acesas sinalizam a presença de seu veículo, tanto para aqueles que trafegam a sua retaguarda, quanto para aqueles que vêm em sentido contrário. 5. Ligue a ventilação ou abra um pouco os vidros laterais para evitar embaçamento interno CONDIÇÕES ADVERSAS DAS VIAS Condições adversas de vias de trânsito, também são fatores de risco que contribuem e/ou podem ser determinantes de acidentes. Sempre que estiveres sobre condições adversas, reduza a velocidade e redobre o cuidado. 1. As principais condições adversas gerais de vias são as seguintes 1.1. Rodovias sinuosas (Muitas curvas); 1.2. Aclives e declives acentuados (serra); 1.3. Elevações e lombadas; Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 12 de 35

14 1.4. Pistas estreitas e sem acostamento; 1.5. Rodovias mal sinalizadas; 1.6. Pavimento em mau estado de conservação; 1.7. Presença de água e/ou lama sobre a pista; 1.8. Acostamento em mau estado de conservação; 1.9. Desnível de acostamento; Buracos e obstáculos sobre a pista; Quebra-molas e sonorizadores; Travessia de pedestres; Travessia de zonas urbanas. 4.7 ESTACIONAMENTO DO VEÍCULO 1. Jamais deixe o caminhão ou outro veículo qualquer, desguarnecido, estacionado em via pública e longe da sua vista. 2. Observe a distância mínima de 04 metros de qualquer outro veículo que esteja transportando produtos perigosos. 3. Estacionar sempre longe da interferência de pessoas, de chamas, centelhas ou qualquer outra fonte de ignição, conforme NBR Observar sempre as normas de estacionamento nos locais de carga e descarga. 5. O estacionamento noturno deverá acontecer em local selecionado, com boa iluminação, a uma distância mínima de 15 (quinze) metros de qualquer edificação, e que atendam a NBR para o caso de transporte de produtos químicos perigosos. 6. O pernoite deverá ser feito em postos conveniados ou locais iluminados, dotados de estrutura de segurança. ATENÇÃO: Parada Segura / Postos Autorizados 7. Ao pernoitar, sempre deixe seu veículo desengrenado, com freio estacionário acionado e eixos da carreta baixados. 8. Nas filiais e na matriz, obedeça as normas internas para estacionamento. 5. FARÓIS 1. Verifique periodicamente o bom funcionamento das luzes externas e dos indicadores do quadro de instrumentos. 2. Não ande com lâmpadas queimadas ou faróis desregulados. 3. Os faróis altos são destinados a iluminação de maior profundidade tendo, portanto, a intensidade de luz mais forte. 4. Ao cruzar com outro veículo, use faróis baixos. Alerte o outro motorista com o lampejador, caso ele insista com luz alta. 5. Evite olhar para os faróis do veículo que trafega em sentido contrário e concentre-se nos sinais orientativos da estrada. 6. Os faróis altos devem ser usados somente quando se trafega em lugares de baixa visibilidade, em velocidades mais elevadas, e que não apareçam veículos em sentido contrário e o carro da frente esteja fora de alcance. Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 13 de 35

15 6. PNEUS 1. Mantenha os pneus sempre calibrados. A pressão incorreta - excessiva ou insuficiente- provoca desgaste irregular na banda de rodagem, além de afetar a dirigibilidade e a estabilidade do veículo. 2. A calibragem deve ser sempre com os pneus frios. Pneus quentes indicam pressão maior. A pressão a ser colocada em todos os pneus indistintamente é de 120 libras. 3. Verificar periodicamente de acordo com instruções recebidas, a pressão a ser utilizada em seu veículo. Seguindo o mesmo critério para balanceamento e alinhamento do veículo, obtém-se assim uma melhor dirigibilidade, além de evitar desgastes de outras partes mecânicas do veículo. Conforme instruções em vigor, os pneus tanto do cavalo quanto da carreta, deverão ser calibrados a cada 07 (sete) dias. 4. Não trafegue nunca com pneus carecas, pois provocam perda de aderência com o piso e facilitam a derrapagem. 5. Quando em trânsito, as carcaças de pneus substituídos e inutilizados deverão ser recolhidos e entregues na Filial de Caxias do Sul (RS). Do mesmo modo, os pneus estourados deverão ter seus restos recolhidos e entregues na Filial de Caxias do Sul, dando assim curso ao programa de coleta e descarte de pneus e resíduos de borracha, com vista à proteção ao meio ambiente. 7. CINTO DE SEGURANÇA O Art. 65, do CTB, estabelece que seja obrigatório o uso do cinto de segurança para o condutor e passageiro em todas as vias do território nacional. 8. OBRIGAÇÕES DIÁRIAS DO MOTORISTA - CHECK LIST Algumas verificações diárias do veículo e do equipamento contribuem para seu bom funcionamento, reduz custos de manutenção e aumenta consideravelmente a segurança. Tome por norma e realize todos os dias os seguintes procedimentos: 8.1 PELA MANHÃ 1. Antes de funcionar o motor, verifique água e óleo. 2. Nunca acelere o motor frio. 3. Procure rodar de 300 a 500 metros, antes de trocar de caixa; 8.2 VERIFIQUE COM FREQUENCIA 1. O óleo do motor e do hidráulico. 2. A água do radiador. 3. A água do esguicho do pára brisa. 4. As baterias (água e pólo). 5. Drene bujões de ar. 6. Pneus (calibragem e desgaste). 7. Estado dos parafusos das rodas (apertado, frouxo, quebrado, etc.) 8. Cabine. 9. Drene filtro racor (separador de água). Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 14 de 35

16 10. Faça funcionar e examinar vazamentos de ar. 11. Sistema elétrico (setas, luzes). 12. A presença de fumaça preta no escapamento (Lei da Fumaça Preta). 13. Ruídos anormais (Lei de Ruídos). 14. Examinar a carreta e a carga, conferindo as condições da carga, se eventualmente não tem pneus furados, vazamentos, peças quebradas ou danificadas, válvulas, lonas rasgadas, ou cortadas, estado geral, etc. 9. RECOMENDAÇÕES PARA VIAGENS LONGAS 1. Em viagens acima de 200 km de distância, proceder paradas obrigatórias de 10 a 20 minutos, a cada 2 horas de viagem. Esse procedimento possibilita melhorar circulação do sangue, e por conseqüência, seus reflexos tornam-se mais rápidos. 2. Proceda a uma inspeção do equipamento rodante e tanque. 3. Para sua segurança, lembramos que todas as paradas devem ser em locais urbanizados, iluminados e seguros, não sendo recomendado parar em acostamento de rodovias, ou qualquer via pública, salvo em situações de emergência. 10. ÁLCOOL CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO (CTB) E LEI N , de Art Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência. Infração: Gravíssima. Penalidade: Multa (cinco vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses. Medida Administrativa: Retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado e recolhimento do documento de habilitação. 2. Art Todo o condutor de veículo automotor, envolvido em acidente de trânsito ou que for alvo de fiscalização de trânsito, sob suspeita de dirigir sob a influência de álcool será submetido a testes de alcoolemia, exames clínicos, perícia ou outro exame que, por meios técnicos ou científicos, em aparelhos homologados pelo CONTRAN, permitam certificar seu estado. 3. Art Conduzir veículo automotor, na via pública, estando com concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a 6 (seis) decigramas, ou sob a influência de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência. Penas: Detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veiculo automotor. Parágrafo único: o Poder Executivo federal estipulará a equivalência entre distintos testes de alcoolemia, para efeito de caracterização do crime tipificado neste artigo. 11. TREINAMENTO 1. É política da empresa, que todo o motorista participe de programas de reciclagens, palestras, cursos e treinamento em segurança, saúde e meio ambiente, bem como cursos em operações de carregamento, transporte, descarga e manuseio de produtos perigosos (MOPP) exigidos pelo cliente Braskem, além daqueles exigidos e que atendam a legislação própria. 2. O motorista deve ter pleno conhecimento do produto, suas características, conhecendo o risco, os procedimentos de primeiros socorros, procedimentos de combate a incêndios, procedimentos emergenciais em caso de derramamentos acidentais, manuseio, armazenagem e especialmente em caso de acidentes. 3. Todo motorista, que por força de contrato com o cliente tiver que participar do processo de carregamento e/ou descarga de produtos, será devidamente treinado para tal nas próprias empresas expedidoras e receptoras, ou em empresas terceirizadas recomendadas por estas, dentro dos seus respectivos programas. Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 15 de 35

17 12. PROCEDIMENTOS DE CARGA E DESCARGA Esta Instrução é orientada conjuntamente com os Procedimentos PQOPER - 01 Propriedade do Cliente, Rastreabilidade e Controle de Serviços de Transporte, PQOPER - 02 Inspeção de Transporte, Identificação e Controle de Produto Não Conforme. Em geral, a operação de carga e descarga é realizada pelos operadores das próprias empresas, porém poderão surgir casos em que venha a ser solicitado para colaborar ou efetuar essas operações. Caso você ainda não tenha recebido o treinamento específico, expresse cordialmente ao solicitante, que não está habilitado para o serviço. Sua atividade no momento da coleta é acompanhar o carregamento das mercadorias para que não haja problema na fiscalização ou na descarga, além de conferir a quantidade de volumes. O PQOPER-01 trata sobre a Propriedade do Cliente, Rastreabilidade e Controle de Serviços de Transportes envolvendo itens como a Carga Transportada, a estiva, embalagens, rastreabilidade: no recebimento, durante o processo, na entrega, definição do fluxo do processo ANTES DE SAIR PARA O CARREGAMENTO Antes de cada viagem, ao sair da base para uma operação de carregamento os motoristas deverão disponibilizar os veículos para o Check List que será realizado por nossos inspetores, certificando assim que esteja em perfeitas condições técnicas, atenda à legislação pertinente (Documentação em dia, EPI s, Kit de Emergência, Sinalização, etc.). O PQOPER - 02 trata das inspeções para liberação do veículo antes do carregamento, as inspeções de carregamento, descarregamento, acessórios e check list de frota e inspeção de manutenção de frota, atitudes a serem tomadas diante de Produtos Não Conformes no carregamento e descarregamento DURANTE O CARREGAMENTO 1. Orientar os operadores, verificar se o peso está bem distribuído nos eixos, evitando assim qualquer tipo de excesso, bem como toda a amarração (principalmente das cintas), para assim evitar contratempos durante a viagem. 2. Lembre-se. No caso dos motoristas do Pólo (SSMAQ) receberam treinamento genérico para o Transporte e Movimentação de Produtos Perigosos (MOPP), além de noções gerais sobre os procedimentos de carga e descarga, informações sobre o produto, as manobras, ações, exigências do cliente e medidas de segurança que a atividade exige. OBS: Sempre que houver necessidade de envolvimento de motoristas nos procedimentos de carga e descarga de produtos perigosos, a empresa cientificar-se-á por ocasião da contratação, e ministrará o necessário treinamento para estas tarefas. 3. Em todas as operações de carga e descarga, nas quais houver a participação dos motoristas, deverão ser tomados todos os cuidados em relação à segurança das pessoas envolvidas, instalações, equipamentos, meio ambiente e qualidade destas operações, tais como: 3.1. Ao chegar às bases de carga ou descarga, fazer contato como responsável pelas operações; 3.2. Obter informações sobre os procedimentos de carga e descarga do local; 3.3. Estar equipado com os EPI s recomendados para a operação; 3.4. Certificar-se das boas condições de limpeza e adequação do equipamento, compatibilidade de produtos para cargas múltiplas, bem como em relação a cargas transportadas anteriormente; 3.5. Observar a segregação de produtos incompatíveis, quando do transporte de cargas embaladas; 3.6. Seguir as orientações operacionais e de segurança dos responsáveis pela base; 3.7. Manter permanente comunicação com os responsáveis pela base em todas as etapas da operação (início, meio e final); Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 16 de 35

18 3.8. Concluída a operação, seguir as demais orientações que forem passadas pelos responsáveis pela base. Atentar para acondicionamento da mercadoria, instalação dos lacres, placas de sinalização, etc APÓS O CARREGAMENTO 1. Após o carregamento, antes de empreender viagem para a entrega do produto, o motorista deve proceder uma inspeção detalhada no veículo à procura de eventuais falhas, vazamentos, extintores e pneus. 2. Certifique-se que os documentos recebidos estão corretos, dando especial atenção para o destinatário, que deverá coincidir com real destino do produto. 3. Antes de iniciar a viagem verifique toda a documentação relativa a carga: Nota Fiscal, Envelope e Ficha de Emergência (para produtos químicos), Conhecimento/Manifesto para Transporte Rodoviário; 4. Verifique se no Envelope consta o nome da Transportadora, endereço, telefones de emergência, nome do motorista e placa do veículo; 5. Verifique se o caminhão não está com excesso de peso, ou se a carga não está mal condicionada. 6. Quando observar alguma irregularidade entrar em contato com a empresa para receber orientação correta, pois o motorista não deve permitir o carregamento de material avariado, isto é: molhado, com caixas quebradas ou amassadas, peças riscadas, problemas de pintura, quantidade incorreta, etc. 7. Tanto na carga como na descarga, confira sempre os comprovantes de pesagem junto ao pessoal de balança, verificando se o peso confere com os pesos registrados nos documentos de viagem DESCARGA 1. Em caso de solicitação do cliente, para a entrega da mercadoria em local diverso daquele constante da Nota Fiscal, ACT, OC, ou CRTC, é obrigatório antes de qualquer ação manter contato com o superior imediato. 2. A entrega de mercadorias fora do local previsto na documentação, implica numa série de conflitos de ordem fiscal e tributária, além de diferenças de frete que certamente terão de ser cobrados. 3. Caso haja divergências, principalmente na descarga, comunique imediatamente o Setor Operacional da Filial mais próxima, e não saia da planta do cliente, antes de ter resolvido a questão. IMPORTANTE: Toda vez que se apresentar para carregamento ou descarga em cliente ainda desconhecido, solicite junto ao Setor Operacional, informações completas sobre o local, áreas de manobras, estacionamento, normas especiais de clientes, características físico-químicas do produto, e outras informações que julgares necessárias ao conhecimento total da nova situação que se apresenta. 13. PROCEDIMENTOS EM CASO DE CONTRATEMPOS DE VIAGEM 1. Sempre que ocorrer qualquer contratempo na viagem (problema mecânico, vazamento, guarda, acidente, etc.) que possa comprometer a previsão ou data de entrega da mercadoria, comunique imediatamente a CENTRAL DE MONITORAMENTO que se encarregará de avisar as filiais de origem e destino da carga. 2. Quando em viagem for constatado qualquer vazamento, não prossiga. Discretamente pare o veículo em local isolado e comunique a sua gerência de origem da carga buscando orientação. 3. Mantenha sua gerência informada sobre a evolução do quadro do problema (aumento ou diminuição), ou da solução do contratempo, informando a previsão de retomada de viagem e de entrega da mercadoria. Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 17 de 35

19 4. Sendo o contratempo de natureza mecânica (vazamentos em válvulas, boca de visita, motor, tanque com problemas de pressão, etc), não tome iniciativas sem a devida capacitação técnica para resolvê-lo. Comunique sempre sua chefia de origem, ela o orientará a respeito. 5. A carga deve respeitar a pontualidade de entrega. Caso ocorram problemas no decorrer da viagem, que poderão afetar o horário de entrega, tais como acidentes que interrompam o fluxo de passagem ou consertos na via, solicitar documento fornecido pelo Departamento de Polícia Rodoviária responsável e avisar SEMPRE ao Operacional de Destino. Se tal documento for negado sua localização também pode ser comprovada através da localização do rastreador. 14. ORIENTAÇÕES SOBRE ROUBO, FURTO OU SEQUESTRO Regras de segurança específicas de cada situação para evitar conseqüências indesejáveis: 1. Evite deixar o veículo aberto ou a chave no contato. 2. Nunca deixe documentos, ou objetos de valor expostos dentro do veículo. 3. Seja discreto, evite comentários sobre sua carga e seu itinerário. 4. Ao sair com o caminhão carregado, observe possíveis suspeitos o seguindo; se desconfiar mude o itinerário e procure apoio da polícia militar. ACIONE A SENHA DE COAÇÃO DO RASTREADOR E BOTAO DE PANICO, PARA QUE A CENTRAL FIQUE LHE ACOMPANHANDO. 5. Ao receber sinal de estranhos, não pare, não dê carona. 6. Evite ficar parado em lugar deserto. Quando estacionar, faça-o em local apropriado e bem iluminado. 7. Quando estacionar seu veículo, evite os acostamentos das rodovias, salvo em emergências. 8. Se ocorrer algo com o veículo, faça o possível para chegar a um posto policial militar. 9. Utilizar sempre as rotas previamente conhecidas. 10. Escolher postos de abastecimento e de apoio em locais em que o pátio tenha uma boa iluminação e possibilite uma visão ampla. 11. Evitar paradas para verificação de avarias ou batidas de pneus em locais que não ofereçam absoluta segurança. 12. Entregue o veículo sem esboçar reação. 13. Gravar na mente a fisionomia, cicatrizes, tatuagens, defeitos físicos, vestimentas, e os meios empregados (veículos e armas ). 14. Caso seja exigido, entregar todos os valores que disponha no momento. 15. Entrar em contato com Autoridade Policial e com a empresa. 16. Nunca entrar em luta corporal. 17. Prestar atenção no trajeto. 18. Caso seja exigido pelo ladrão/seqüestrador, deixar-se amarrar e amordaçar, nunca esboçar reação. 19. Dirija sempre com os vidros fechados, usando o sistema interno de ventilação. 20. Use o cinto de segurança e tranque as portas. 21. Registre a ocorrência no Distrito Policial mais próximo. Informe se os documentos do veiculo também foram levados. 15. PLANO DE ATENDIMENTO EMERGENCIAL O Plano de Atendimento Emergencial aqui proposto tem como finalidade estabelecer os procedimentos a serem adotados em situações emergenciais que eventualmente possam ocorrer no transporte rodoviário. Fornecendo também subsídios para o gerenciamento da adoção de ações rápidas e Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 18 de 35

20 eficientes, visando evitar ou minimizar danos materiais e preservar as comunidades vizinhas e o meio ambiente SITUAÇÃO EMERGENCIAL A Paralisação do transporte por qualquer motivo Isolamento do veículo Atitude imediata após a paralisação procurando manter o veículo em lugar seguro, utilizar de cone e fita de isolamento. Procedimento para evitar que os veículos colidam com o veículo paralisado. Acionamento da empresa Utilizando de sistemas de comunicação, tais como celular, telefone público, rádio, equipamento de rastreamento, aviso de emergência, usuários da via, etc. Procedimento para controle da situação emergencial objetivando receber os recursos necessários. Verificação do veículo Após isolar a área e comunicar a empresa fazer inspeção visual em todo veículo, manter os EPI s sempre a mão, notando qualquer outro problema repetir a atribuição de comunicar a empresa. Preparação do Atendimento Preparar veículo e área local para receber o socorro SITUAÇÃO EMERGENCIAL B Colisão / Tombamento com possibilidade de vazamento. Isolamento do veículo Atitude imediata após o acidente procurando manter o veículo em lugar seguro, utilizar de cone e fita de isolamento. Procedimento para evitar que os veículos colidam com o veículo paralisado. Acionamento da empresa Utilizando de sistemas de comunicação, tais como celular, telefone público, rádio, equipamento de rastreamento, aviso de emergência, usuários da via, etc. Se necessário, o Coordenador do Plano de Atendimento Emergencial fará o acionamento da Equipe de Atendimento Emergencial. Procedimento para controle da situação emergencial objetivando receber os recursos necessários. Verificação do veículo Após isolar a área e comunicar a empresa fazer inspeção visual em todo veículo, manter os EPI s sempre a mão, notando qualquer outro problema repetir a atribuição de comunicar a empresa. Medidas de Contenção No caso de produtos químicos construir diques de contenção na área ao redor do veículo, utilizar os recursos disponíveis no veículo ou da área local. Inspecionar a área ao redor bloqueando bueiros, valas e outros meios de drenagem. Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 19 de 35

21 Atendimento a autoridades Manter a mão documentos de viagem e do produto, tais como Nota Fiscal, Ficha de emergência, Envelope para Transporte etc. entregando quando solicitado às autoridades. Preparação do Atendimento Preparar veículo e área local para receber o socorro SITUAÇÃO EMERGENCIAL C Colisão / Tombamento com vazamento Isolamento do veículo Atitude imediata após o acidente procurando manter o veículo em lugar seguro, utilizar de cone e fita de isolamento. Procedimento para evitar que os veículos colidam com o veículo paralisado. Acionamento da empresa Utilizando de sistemas de comunicação, tais como celular, telefone público, rádio, equipamento de rastreamento, aviso de emergência, usuários da via, etc. Se necessário, o Coordenador do Plano de Atendimento Emergencial fará o acionamento da Equipe de Atendimento Emergencial. Procedimento para controle da situação emergencial objetivando receber os recursos necessários. Verificação do veículo Após isolar a área e comunicar a empresa fazer inspeção visual em todo veículo, manter os EPI s sempre a mão, notando qualquer outro problema repetir a atribuição de comunicar a empresa. Medidas de Contenção Construir diques de contenção na área ao redor do veículo, utilizar recursos disponíveis no veículo ou da área local. Inspecionar a área ao redor bloqueando bueiros, valas e outros meios de drenagem. Atendimento a autoridades Manter a mão documentos de viagem e do produto, tais como Nota Fiscal, Ficha de emergência, Envelope para Transporte etc., entregando quando solicitado às autoridades. Preparação do Atendimento Preparar veículo e área local para receber o socorro SITUAÇÃO EMERGENCIAL D Colisão / Tombamento seguido de explosão ou incêndio. Afastar-se do local Em caso de colisão ou tombamento seguido de explosão ou incêndio, afaste-se a uma distância segura, para avaliar a situação e tomar as medidas mais adequadas. Comunicar imediatamente o Coordenador do Plano de Atendimento Emergencial da empresa, o qual fará o acionamento dos órgãos Policiais Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 20 de 35

22 competentes, Bombeiros e Equipe de Atendimento Emergencial. Avalie as condições de segurança e se a situação o permitir, recolha os EPI s e a documentação do veículo e da carga. Isolamento do veículo Vestir os EPI s necessários, se disponíveis, e procurar sinalizar o local, utilizando cones, fitas de isolamento e outros métodos. Esse procedimento é importantíssimo para evitar que outros veículos venham a colidir o veículo acidentado. Acionamento da empresa Utilizando de sistemas de comunicação, tais como celular, telefone público, rádio, equipamento de rastreamento, aviso de emergência, usuários da via, etc. Se necessário, o Coordenador do Plano de Atendimento Emergencial fará o acionamento da Equipe de Atendimento Emergencial. Procedimento para controle da situação emergencial objetivando receber os recursos necessários. Verificar o veículo Após isolar a área, fazer uma verificação visual do veículo e de toda a situação, para tomar as medidas cabíveis. Medidas de Contenção Caso haja vazamento de produto, e a situação o permita construir diques de contenção na área ao redor do veículo, utilizando os recursos disponíveis no veículo ou da área local. Inspecionar a área ao redor, bloquear bueiros, valas e outros meios de drenagem. Atendimento a autoridades Manter a mão documentos de viagem e do produto, tais como Nota Fiscal, Ficha de emergência, Envelope para Transporte etc. entregando quando solicitado às autoridades. Preparação do Atendimento Preparar veículo e área local para receber o socorro. 16- PROCEDIMENTOS PARA CASOS DE EMERGÊNCIA SITUAÇÃO A PARALISIA DO TRANSPORTE POR QUALQUER MOTIVO 1 PROCURAR MANTER O VEÍCULO EM LUGAR SEGURO, ISOLAR O VEÍCULO IMEDIATAMENTE COM CONES E FITAS DE ISOLAMENTO, INCLUSIVE PARA EVITAR QUE OUTROS VEÍCULOS COLIDAM. 2 AVISAR O MONITORAMENTO DA EMPRESA, INFORMANDO O LOCAL DO PROBLEMA, QUAL O PROBLEMA E QUAIS AS PROVIDÊNCIAS JÁ TOMADAS. 3 FAZER INSPEÇÃO VISUAL EM TODO VEÍCULO, MANTER O EPI SEMPRE A MÃO. NOTANDO QUALQUER OUTRO PROBLEMA, VOLTAR A AVISAR A EMPRESA POR TELEFONE. 4 PREPARAR O VEÍCULO E LOCAL PARA RECEBER O SOCORRO. SITUAÇÃO B COLISÃO/TOMBAMENTO COM POSSIBILIDADE DE VAZAMENTO 1 ISOLAR O VEÍCULO IMEDIATAMENTE COM CONES E FITAS DE ISOLAMENTO, INCLUSIVE PARA EVITAR QUE OUTROS Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 21 de 35

23 VEÍCULOS COLIDAM. 2 AVISAR O COORDENADOR DO PLANO DE ATENDIMENTO EMERGENCIAL OU O MONITORAMENTO DA EMPRESA, INFORMANDO O LOCAL DO PROBLEMA, QUAL O PROBLEMA E QUAIS AS PROVIDENCIAS JÁ TOMADAS. 3 FAZER INSPEÇÃO VISUAL EM TODO VEÍCULO, UTILIZAR O EPI PARA LOCALIZAR POSSÍVEIS PONTOS DE VAZAMENTO. NOTANDO QUALQUER OUTRO PROBLEMA, VOLTAR A AVISAR OS RESPOSNÁVEIS DA EMPRESA POR TELEFONE. 4 CONSTRUIR DIQUES DE CONTENÇÃO AO REDOR DO VEÍCULO UTILIZANDO RECURSOS DISPONÍVEIS NO VEÍCULO OU NA ÁREA, INSPECIONAR A ÁREA AO REDOR BLOQUEANDO BUEIROS, VALAS E OUTROS MEIOS DE DRENAGEM. 5 MANTER A MÃO DOCUMENTOS DE VIAGEM E DO PRODUTO, TAIS COMO NOTAS FISCAIS, FICHA DE EMERGÊNCIA, ENVELOPE PARA TRANSPORTE, ENTREGANDO AS AUTORIDADES COMPETENTES QUANDO SOLICITADO. 6 PREPARAR O VEÍCULO E LOCAL PARA RECEBER O SOCORRO. SITUAÇÃO C COLISÃO/TOMBAMENTO COM VAZAMENTO 1 ISOLAR O VEÍCULO IMEDIATAMENTE COM CONES E FITAS DE ISOLAMENTO, INCLUSIVE PARA EVITAR QUE OUTROS VEÍCULOS COLIDAM. 2 AVISAR O COORDENADOR DO PLANO DE ATENDIMENTO EMERGENCIAL OU O MONITORAMENTO DA EMPRESA, INFORMANDO O LOCAL DO PROBLEMA, QUAL O PROBLEMA E QUAIS AS PROVIDENCIAS JÁ TOMADAS. 3 FAZER INSPEÇÃO VISUAL EM TODO VEÍCULO, UTILIZAR O EPI PARA LOCALIZAR POSSÍVEIS PONTOS DE VAZAMENTO. NOTANDO QUALQUER OUTRO PROBLEMA, COMUNICAR A AVISAR A EMPRESA POR TELEFONE 4 CONSTRUIR DIQUES DE CONTENÇÃO AO REDOR DO VEÍCULO UTILIZANDO RECURSOS DISPONÍVEIS NO VEÍCULO OU NA ÁREA, INSPECIONAR A ÁREA AO REDOR BLOQUEANDO BUEIROS, VALAS E OUTROS MEIOS DE DRENAGEM 5 MANTER A MÃO DOCUMENTOS DE VIAGEM E DO PRODUTO, TAIS COMO NOTAS FISCAIS, FICHA DE EMERGÊNCIA, ENVELOPE PARA TRANSPORTE, ENTREGANDO AS AUTORIDADES QUANDO SOLICITADO. 6 PREPARAR O VEÍCULO E LOCAL PARA RECEBER O SOCORRO. SITUAÇÃO D COLISÃO/TOMBAMENTO SEGUIDO DE EXPLOSÃO E INCÊNDIO 1 AFASTE-SE A UMA DISTÂNCIA SEGURA PARA AVALIAR A SITUAÇÃO. CHAME OS ÓRGÃOS DE TRÃNSTO E BOMBEIROS. SE POSSÍVEL, RECOLHA OS EPI S, A DOCUMENTAÇÃO DO VEÍCULO E DA CARGA. 2 VESTIR OS EPI S E PROCURAR SINALIZAR O LOCAL COM CONES, FITAS DE ISOLAMENTO OU OUTROS MEIOS, PARA EVITAR QUE OUTROS VEÍCULOS COLIDAM COM O VEÍCULO Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 22 de 35

24 ACIDENTADO. 3 FAZER INSPEÇÃO VISUAL EM TODO VEÍCULO E DE TODA A SITUAÇÃO, PARATOMAR AS MEDIDAS CABÍVEIS. 4 AVISAR O COORDENADOR DO PLANO DE ATENDIMENTO EMERGENCIAL OU O MONITORAMENTO DA EMPRESA, INFORMANDO O LOCAL DO PROBLEMA, QUAL O PROBLEMA E QUAIS AS PROVIDENCIAS JÁ TOMADAS. 5 CASO HAJA VAZAMENTO DE PRODUTO, CONSTRUIR DIQUES DE CONTENÇÃO AO REDOR DO VEÍCULO UTILIZANDO RECURSOS DISPONÍVEIS NO VEÍCULO OU NA ÁREA, INSPECIONAR A ÁREA AO REDOR BLOQUEANDO BUEIROS, VALAS E OUTROS MEIOS DE DRENAGEM 6 MANTER A MÃO DOCUMENTOS DE VIAGEM E DO PRODUTO, TAIS COMO NOTAS FISCAIS, FICHA DE EMERGÊNCIA, ENVELOPE PARA TRANSPORTE, ENTREGANDO AS AUTORIDADES QUANDO SOLICITADO. 7 PREPARAR O VEÍCULO E LOCAL PARA RECEBER O SOCORRO. 17- SIMBOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO DOS PRODUTOS TRANSPORTADOS 1. No caso de transporte produtos químicos perigosos os veículos deverão estar equipados com documentos, identificação do produto transportado (rótulos de risco e painéis de segurança específicos), de acordo com a ABNT NBR Os equipamentos de proteção individual e equipamentos de emergência, necessários em caso de acidente, devem atender a ABNT NBR A utilização desta simbologia tem por finalidade, facilitar a identificação do produto em casos acidentais, reconhecer os perigos, e servir como guia na tomada de decisões para as equipes de atendimento as emergências PAINÉIS DE SEGURANÇA Símbolos de medida e cor padronizados universalmente, utilizados para identificação do risco principal e subsidiário do produto transportado, assim como, identificação do próprio produto e respectiva classificação do produto perigoso, de acordo com as normas internacionais regulamentadoras dos produtos perigosos emitidas pela ONU (Organização das Nações Unidas). P.S.: (medidas = 30 cm x 40 cm / cor = laranja, com borda de 1 cm na cor preta) RÓTULOS DE RISCO Símbolo de medida padronizada universalmente. Tem pôr finalidade, identificar a classe ou subclasse a qual os produtos pertencem. Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 23 de 35

25 P.S. : (medidas = 30 cm x 30 cm) IMPORTANTE: Verificar as normas Brasileiras (NBR) aplicadas no caso de transportes de produtos perigosos, efetuando os treinamentos específicos indicados pela legislação. 18. DOCUMENTAÇÃO Antes de Sair de Viagem: O motorista deve verificar toda a documentação: própria, do cavalo, da carreta, licenças e conhecimentos. Os mesmos devem ser acondicionados no tubinho à ausência dos mesmos envolvem riscos na fiscalização acarretando atrasos e multas DOCUMENTAÇÃO PESSOAL DO MOTORISTA PORTE OBRIGATÓRIO 1. C.N.H. - Carteira Nacional de Habilitação. OBS: Para condução de veículo articulado, deverá constar categoria letra E. 2. R.G. (Registro Geral da Carteira de Identidade). 3. Certificado de Treinamento MOPP (Movimentação Operacional de Produtos Perigosos), para transportes no escopo SASSMAQ. 4. CPF (Cadastro Geral de Pessoas Físicas) DOCUMENTAÇÃO DOS VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS PORTE OBRIGATÓRIO 1. Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (C.R.L.V.). 2. Laudos de Verificação do Caminhão e da Carreta. 3. Seguro obrigatório recolhido. 4. Cópia do IPVA pago. 5. Licença para Circulação e Transporte. 6. Anualmente a empresa fornecerá calendário de licenciamento. Fique atento para o vencimento do licenciamento do seu equipamento, e requisite junto à filial, à qual você está subordinado, a documentação atualizada DOCUMENTAÇÃO DA CARGA Documentos obrigatórios de acompanhamento da carga: 1. Autorização de carregamento e transporte (C.T.R.C.). 2. Nota Fiscal da mercadoria. Cópia Controlada Reprodução Proibida Página 24 de 35

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