A conscientização patrimonial por meio das Estações Ferroviárias.

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1 1 A conscientização patrimonial por meio das Estações Ferroviárias. Tamires Sacardo Lico 1 Centro Universitário Claretiano de Batatais Resumo O Patrimônio deve ser visto como formador de memórias individuais e coletivas, provocador do sentimento de pertencimento. O processo de identificação patrimonial deve ser adequado à realidade local, útil à sociedade. A fim de valorizar a comunidade, deve-se buscar uma maior interação dos turistas com a vida cotidiana das comunidades, aumentando os pontos positivos do turismo. A preservação de um Patrimônio é uma promoção da cidadania, uma vez que ela envolve a conscientização de uma população sobre seu passado e a importância que estes indivíduos têm sobre a história de determinado local. O patrimônio não deve ser visto a partir do passado, mas como ação do presente sobre o presente. A educação patrimonial traz enriquecimento individual e coletivo, instrumento de alfabetização cultural, levando o indivíduo à compreensão do universo sociocultural e da trajetória histórico-temporal em que está inserido. Com a desativação das linhas ferroviárias, vemos então a inicialização do uso das mesmas através do turismo. O turismo passou a ser visto como estratégia para recuperar o patrimônio ferroviário, aumentando o desenvolvimento de regiões que um dia dependeram deste transporte. Devemos ainda nos atentar que em momento algum o turismo deve ser feito de forma desordenada de modo que vá depredar o patrimônio com uso excessivo e sem controle por meio do órgão responsável. Recuperar uma estação ferroviária significa recuperar a imagem de um passado perdido, onde podemos trazer de volta uma memória, valorizando assim uma região e utilizando-a de modo turístico. Palavras chave: Patrimônio, Memória, Ferrovias. A Importância da valorização de uma população com seu espaço. Entendemos que identidade é uma construção cultural advinda de hábitos que os seres humanos, viventes em grupos adquirem uns com os outros. Como uma sociedade é algo complexo não pensemos apenas em uma cultura e sim em culturas advindas dos diversos costumes humanos. O Patrimônio, seja ele material ou imaterial dá-se então no resgate da 1 Licenciatura em História pela Universidade Federal de Ouro Preto em 2010 e Pós-Graduação Latu Sensu em História Cultural pelo Centro Universitário Claretiano de Batatais em Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

2 2 memória local, elevando uma cultura perdida do tempo passado, ou desvalorizada pelo esquecimento ou falta de conscientização populacional. Consideremos o patrimônio cultural como tudo o que constitui um bem apropriado do homem, suas características e particularidades. O patrimônio é percebido então como aquilo que faz parte do engenho humano e não apenas as grandes construções. Percebemos que La cultura, entendida como todo aquello que és creación humana desde un sistema de parentesco hasta uma inovación tecnológica, cambia y se transforma inevitablemente a lo largo del tiempo. (PINEAU, 2010:90) O grande problema do chamado presentismo apresentado por Hartog está no ritmo de vida acelerado que as cidades proporcionam, fazendo com que haja falta de espaço e tempo para promover a memória. Se pensarmos que a memória só funciona quando há transmissão de valores, vemos que a desconsideração pelo passado faz com que a sociedade perca sua identidade cultural. Cuidar e valorizar o patrimônio faz com que o processo de memorização esteja presente no cotidiano dos cidadãos, fazendo com que nosso passado continue a ter vida. Preservar o patrimônio local nos permite conservar as raízes plurais dos povos, suas tradições e culturas, implicando na manutenção das identidades. O que ocorre então com prédios que ao longo dos anos perderam seu valor frente à população esquecida é chamado de pastiche: O pastiche não é percebido como tal, ele é a forma visual dominante contemporânea, é estilo social, corporal, político e material. Tanto expressa vistosamente às pessoas ou os grupos poderosos quanto, frivolamente, o comércio leve, burlescamente bares, boates, restaurantes; a seriedade de escolas e bancos; a assepsia das farmácias e hospitais. (PIMENTA E ALMEIDA, 2010: 505) A memória estabelece um vínculo entre presente e passado, onde as gerações veem-se como agentes históricas uma vez que se compreendem com a própria paisagem onde vivem, daí a importância do reconhecimento da localidade como elementos próprios de sua história, do espaço geográfico, das paisagens, das construções. O Patrimônio constitui uma representação do passado e cultura de uma sociedade. Segundo COSTA (2012:96) Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

3 3 Assim sendo, o ser humano, dotado de memória é capaz de rememorar, de religar, de fazer uso da tradição e de construir um processo permanente de criação, adaptação, assimilação e resignificação de valores em uma dada sociedade, é um ser capaz de produzir cultura, portanto, é em si mesmo o patrimônio. Dessa forma, cultura vem a ser a memória que procuramos ter enquanto agente sociais. O Patrimônio deve ser visto como formador de memórias individuais e coletivas, provocador do sentimento de pertencimento. O processo de identificação patrimonial deve ser adequado à realidade local, útil à sociedade. Um grande problema que encontramos é o do aburguesamento, onde as pessoas pobres acabam por ser afastadas do local patrimonial, que passa a ter aluguéis caros, o que gera prejuízos em relação ao tempo passado e a perda de laços com a própria história. Ao buscarmos pelo resgate de um bem material podemos também nos voltar à memória local, de personagens que vivenciaram o objeto de estudo ativo e que ainda guardam em suas memórias o tempo em que a sociedade passava pelas mudanças que nos trazem ao presente, uma vez que devemos pensar que ao analisarmos um patrimônio não estamos nos referindo somente ao passado, mas também ao presente. Daí que ao analisarmos um objeto recente podemos constantemente utilizar de diálogo com a comunidade envolvida, o que faz com que esta população possa se ver como parte da histórica e valorizar seu passado. A preservação de um Patrimônio é uma promoção da cidadania, uma vez que ela envolve a conscientização de uma população sobre seu passado e a importância que estas têm sobre a história de determinado local. É necessário o entendimento de que o Patrimônio Cultural não pertence a um indivíduo em particular, mas a toda sociedade. Consciente do Patrimônio, a população tende a se apropriar dele de maneira mais fecunda. A geração de regionalismos deve ser conservada como parte ativa da memória cultural de um país. Como afirma Marly Rodrigues, até 1980 víamos uma grande distância entre o patrimônio cultural e a maioria da população, uma vez que o passado colonial juntamente com a memória escravista fez com que esta classe não fosse uma criadora de valores culturais para nossa sociedade. Cabia aos negros e brancos pobres a função de trabalhadores, enquanto os brancos e proprietários com acesso as faculdades seriam os formadores da cultura. É então na década de 1980 que o Brasil passou a adotar a visão de patrimônio como um lugar de memória social integrando a história operária aos fatos nacionais. Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

4 4 A valorização de determinado bem patrimonial pode enriquecer um local de duas maneiras, isso se utilizado de forma responsável e consciente: como educação, que faz com que as pessoas, se vendo como parte da história, tenham sensação de pertencimento e valorizem os bens históricos, fazendo com que haja conservação consciente e diminuição da depredação e também como turismo, gerando empregos e rendas as famílias. Esse segundo item tem suas complicações, uma vez que devemos nos atentar que em momento algum o turismo deve ser feito de forma desordenada de modo que vá depredar o patrimônio com uso excessivo e sem controle. Com o turismo cabe melhorar da qualidade de vida da população local, reativar a economia, gerar rendas complementares, novas oportunidades de emprego, conservar o meio físico e natural com controle de frequência turística. A carência em infra-estrutura, em serviços públicos e em pessoas capacitadas colocam em risco a visitação de um local. Outro problema que percebemos a respeito do cuidado patrimonial falho é a teatralização que se adquire aos bens tombados sem a devida conscientização. Patrimônio Cultural como herança sociocultural dos cidadãos de determinada nação, tem como finalidade a criação de uma identidade nacional. O que se viu durante muito tempo foram bens preservados das classes mais favorecidas, o que acabava por gerar um poder simbólico. Via-se então a história e sua herança voltada a uma elite branca, portuguesa e católica, o que excluía os demais segmentos da população. Após a década de 80, sentimos uma ruptura paradigmática, onde passou-se a valorizar os excluídos da sociedade. É importante levar aos habitantes a valorização e reconhecimento do local patrimonial, a fim de que haja participação populacional no cuidado, manutenção e conservação do patrimônio. É necessário então, um trabalho educativo para que o patrimônio não seja considerado um acervo de uma minoria. Os valores patrimoniais locais é que distinguem cada comunidade e agregam a elas um perfil próprio. Não só vemos a importância em valorar o bem patrimonial pela sua função no passado, mas sim a representatividade que ele possui também no presente. O que gera a depredação patrimonial é a problemática da falta de sentimento de pertencimento da população, que desconhece aquele bem como parte de sua história, gerando despreocupação com o cuidado e manutenção do patrimônio. Segundo Goméz(2008:167) Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

5 5 El total desconocimiento que existe sobre la proteción que las leyes específicas confieren a estos tipos de construciones es outro de lós problemas, pues habría evitado las numerosas transformaciones y modificaciones que han sufrido gran parte de lós inmuebles. O Patrimônio deve ser protegido pelo que representa, ele é constituído de testemunhos e cabe a nós reconhecê-los. O patrimônio não deve ser visto a partir do passado, mas como ação do presente sobre o presente, uma vez que a busca pela memória faz com que o turismo se desenvolva sobre o determinado objeto, havendo aí a necessidade de investimentos econômicos importantes. Passando para o lado da memória, ele se torna memória da história e como tal símbolo de identidade. Memória, patrimônio, história, identidade, nação se encontram reunidos na evidência do estilo direto do legislador. (HARTOG, 2006: 266) É fundamental ações educativas que garantam proteção dos bens patrimoniais e estimulem novos projetos que atingem demais setores da sociedade. Vemos a ação educacional como instrumento de cidadania e inclusão social. A educação patrimonial traz enriquecimento individual e coletivo, instrumento de alfabetização cultural, levando o indivíduo à compreensão do universo sociocultural e da trajetória histórico-temporal em que está inserido. Patrimônios Industriais Vemos as paisagens industriais como micro-histórias de homens e mulheres no tempo passado e atual. Buscar o passado nos permite conhecer como era o desenvolvimento econômico de determinada região, dando valores aos bens sobreviventes no nosso tempo. Podemos perceber então a vida social dos trabalhadores com seus costumes e tradições, as transformações geográficas e as estruturas urbanas. As cidades são tidas como um dos fenômenos mais importantes da história dos homens, antes espaço de convívio, transformouse em luta e competição acirrada pela sobrevivência. As singularidades relacionais entre as culturas e o meio ambiente definem, conforme os fundamentos da geografia cultural, os traços da própria paisagem e a distinguem de outros espaços, determinando o seu geni us loci, ou seja, a alma do lugar. (PELEGRINI, 2009:119) O patrimônio aparece quase sempre em tensão com o presente e os símbolos que ele nos dá. A dificuldade que vemos em relação à conservação está nas diferentes compreensões Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

6 6 existentes sobre o patrimônio. Enquanto uma parcela da população vê o bem com importância no resgate do passado e na conservação da memória, outra parcela vê o patrimônio como um impasse para o desenvolvimento da sociedade. El lugar constituye entonces una única identidad; debe ser analizado como la consecuencia de uma multiplicidad de intersecciones de flujos generalizados, de estructuras de poder, de discursos y de subjetividades. (VAN DER HAMMEN, 2009: 66) Em relação às ferrovias percebemos um quadro de descaso patrimonial grande, uma vez que ao buscarmos suas conservações e manutenções turísticas vemos resultados positivos em cidades históricas como a linha Ouro Preto/Mariana em Minas Gerais. Porém, ao olharmos para as cidades que não são consideradas patrimônios históricos, vemos um abandono ou mesmo destruição desses monumentos. A população, sem trabalho de conscientização patrimonial torna-se apática a destruição de sua história local, e mesmo quem se preocupa com os bens esquecidos já aparenta cansaço ao reivindicar por preservação patrimonial. Percebamos em específico o caso de duas cidades do interior de São Paulo: Ituverava, onde ainda se mantém o prédio da Estação Ferroviária, mesmo que depredado e abandonado e Ribeirão Preto, que já não possui mais a Estação Ferroviária, porém como forma de preservação mantém um trem da Alta Mogiana exposto em uma praça central da cidade. Tal monumento encontra-se sem referência alguma ou projeto de valorização desta parte da história da cidade. Podemos constatar então que os bens expostos não possuem valor sem a conscientização popular e o trabalho patrimonial. Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

7 7 Foto: Tamires Sacardo Lico Foto: Tamires Sacardo Lico Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

8 8 Foto: Tamires Sacardo Lico Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

9 9 Foto: Tamires Sacardo Lico Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

10 10 Foto: Tamires Sacardo Lico. Imagens acima de uma Locomotiva em exposição em Ribeirão Preto. O sistema ferroviário contribuiu com a internacionalização do Sistema Capitalista e foi considerado o conjunto de obras públicas de engenharia mais conhecido até então. As ferrovias durante o século XIX podem ser consideradas um monopólio das empresas inglesas na América Latina. Linhas ferroviárias ocasionaram o surgimento de grandes cidades, dinamizando o comércio, o turismo, a cultura e a integração entre as cidades. No Brasil, a maioria das estradas de ferro foram instaladas para atender a produção de café, tendo transportado também açúcar, algodão, cacau, gado, dentre outros. De 1855 a 1920 houve o aparecimento e o desenvolvimento acelerado das estradas de ferro. Na década de 20 a extensão ferroviária chegou a km. Foi após a segunda Guerra Mundial que as ferrovias passaram por dificuldades em nível mundial, com o surto do desenvolvimento do transporte rodoviário e aéreo. De 1940 até 1945 vimos ainda à construção de pouco mais de 7.000km das ferrovias e após 1945 o sistema ferroviário entrou em uma crise aguda. Na história das ferrovias brasileiras durante o século XIX notamos então a dificuldade que existiam na construção e manutenção das estradas de ferro, uma vez que como nos expõe Ribeiro, havia a necessidade de a empresa prover, por sua conta nos vários trechos da linha, as fontes de energia para a fonte de energia motriz que utiliza, contrariamente ao que se passa na rodovia, exige um investimento complementar, além de um permanente gasto em despesas Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

11 11 de custeio, especialmente oneroso nos casos de combustíveis sólidos, quando grande parte de seu material rodante é desviado para atender à distribuição do combustível ao longo da linha. (RIBEIRO, 1956) Ribeiro ao longo de seu livro publicado no ano de 1956 expõe as dificuldades impostas às ferrovias em relação à construção e manutenção das rodovias, uma vez que na primeira, eram as empresas responsáveis por gerir as estradas de ferro, enquanto que na segunda, o governo arcava com todos os custos. Já então ao longo do século XIX as ferrovias brasileiras perderam importância visto que não houve apoio governamental para mantê-las como principal meio de transporte em terra. Como consequência, hoje vemos grandes monumentos ferroviários abandonados, e vagões que servem apenas de dormitório a andarilhos, como se este meio de transporte pertencesse apenas ao passado. Ribeiro expunha ainda o problema dos altos custos que se tinha ao optar pelas ferrovias, uma vez que outros meios de transporte saíam mais baratos, sem encargos com construções e consertos. Com tantas taxas as tarifas acabavam por sair caras aos passageiros. Com a desativação das linhas de modo comercial, vemos então a inicialização do uso das linhas ferroviárias através do turismo, tal ideia tem uso na Inglaterra na década de 1970, com a criação da SAVE, criando praças, oficinas, gerando espaços sociais e educativos, melhorando a qualidade de vida de moradores das regiões dando início o surgimento de um produto turístico que trouxe de volta a importância e memória das ferrovias. O turismo passou a ser visto então como estratégia para recuperar o patrimônio ferroviário, aumentando o desenvolvimento de regiões que um dia dependeram deste transporte. Com um plano turístico pode-se transformar o local escolhido num potencial de atração cultural, possibilitando empregos com o turismo. Segundo Rufino (2006:70) la recuperación del patrimônio ferroviário propicia un escenario de cambio en la localidad, ya que estas áreas se habian vuelto obsoletas después del proceso de desindustrialización y re-estruturación econômica. La transformación de esos espacios recalifica el entorno y valoriza la memoria de los actores sociales que construyeron su historia alli. Em um artigo feito por Maia e Dias sobre a estação de Mariana e Ouro Preto Minas Gerais, o que levaram os turistas a visitar a estação foi a nostalgia, a paisagem, a preservação Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

12 12 do patrimônio, a integração com os passageiros e uma opção turística a mais. Como nos expôs Maia e Dias, no Brasil foi criado o instituto CEPTA, que define políticas públicas sobre turismo e ferrovias que pensam em resultados a curto, médio e longo prazo sobre a patrimonialização de um local. Outra instituição criada foi a ABOTTC Associação Brasileira de Operadores de Trens Turísticos Culturais, onde em 2008 registrou-se que cerca de 3 milhões de pessoas viajaram em trens turísticos brasileiros com crescimento anual de 8%. A estação ferroviária que se encontra abandonada na cidade de Ituverava nos instiga a pensar no quanto a população seria favorecida com o resgate desta memória, levando conscientização do valor da história brasileira juntamente com a história local. Foto retirada do Livro: Subsídios para a História de Ituverava VI de Moacir França Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

13 13 Foto: Tamires Sacardo Lico. Estado atual da estação de Ituverava. Recuperar uma estação ferroviária significa recuperar a imagem de um passado perdido, seja com patrimônios industriais, arquitetônicos ou ferroviários, podemos trazer de volta uma memória que como nos mostra Hartog já vem apresentando amnésia, valorizando assim uma região e utilizando-a de modo turístico. Segundo Um prédio antigo guarda muitos segredos, pedaços de história perdidos em cada corredor, cada escada, cada objeto preservado ao longo de tantas reformas, e que hoje nos parecem sem qualquer função utilitária. (PIMENTA E ALMEIDA, 2010:514) Bibliografia ALMEIDA, Milton José de; PIMENTA, Alan Victor. Alguma memória do futuro.educ. Soc. Campinas, v. 31, n 111, p , abr. jun BRAC, Marcela. Patrimonio cultural y turismo emergente: Villa Guillermina, de pueblo obrero a nuevo destino turístico. Un estudio de caso. Cuad. antropol. soc. 2011, n.33, pp COSTA, Heloisa Helena Fernandes Gonçalves da. Museologia e patrimônio nas cidades contemporâneas: uma tese sobre gestão de cidades sob a ótica da preservação da cultura e da memória. Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi. Ciênc. hum. 2012, vol.7, n.1, pp DINIZ CARVALHO, Karoliny y DA SILVA BLOS, Wladimir. Performance y experiencia turística del Tambor de Crioula en São Luís de Maranhão - Brasil. Estud. perspect. tur. 2011, vol.20, n.3, pp FRANÇA, Mário. Subsídios para a História de Ituverava VI. Ituverava, Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

14 14 GÓMEZ, ORESTES SARDINAS. El Patrimonio em la periferia de los grandes centros urbanos: Una aproximación a la problemárica de la localidad de Cojímar, Ciudad de la Habana. Investig. Desarro. 2008, vol.16, n.1, pp HARTOG, François. Tempo e patrimônio. Varia hist. 2006, vol.22, n.36, pp MACHADO, Neli T. Galarce; LOPES, Sérgio Nunes; GHENO, Diego Anrtônio. Arqueologia Histórica e a Problemática do Patrimônio: discussões acerca da preservação, turismo e educação patrimonial no Vale do Taquari Rio Grande do Sul. História.vol. 28 n. 1, p Franca MAIA, Lourdes Regina Galvão; DIAS, Reinaldo. A Recuperação do Patrimônio Industrial Ferroviário e as Percepções da Comunidade: Um Estudo sobre o Trem da Vale x Moradores de Ouro Preto (MG) Patrimônio: Lazer & Turismo, v. 76, n. 9, jan- fev mar/2010, p PELEGRINI, Sandra C. A.. Cultura e natureza: os desafios das práticas preservacionistas na esfera do patrimônio cultural e ambiental. Rev. Bras. Hist. 2006, vol.26, n.51, pp PINEAU, Virgínia. La Educación Superior como um espacio de construcción del Patrimonio Cultural: Uma forma de entender la diversidad. Centro de Estudios em Diseño y COmunicación. Cuaderno 34. Cidade Autónoma de Buenos Aires, Pp RIBEIRO, Paulo de Assis. Estrutura, Economia e Política dos Transportes. Ministério da Educação e Cultura. Instituto Nacional do Livro. Rio de Janeiro, RODRIGUES, Marly. Preservar e Consumir: o patrimônio histórico e o turismo. In: FUNARI, Pedro Paulo; PINSKY, Jaime (Org.)Turismo e Patrimônio Cultural. São Paulo: Contexto, RUFINO, Silvana. Os dois lados da linha do trem: história urbana e intervenções contemporâneas em Campinas (SP). In: FRÚGOLI Jr., Heitor; ANDRADE, Luciana Teixeira de; PEIXOTO, Fernanda Áreas (Org.). As cidades e seus agentes: práticas e representações. p Belo Horizonte: PUC Minas/Edusp, p. SEGRERA, Yaumara López. La Conservación del patrimonio cafetalero en el sudeste de Cuba: El Plan de Manejo Integral de un Paisaje Arqueológico. Apuntes vol.22 n. 2 Bogotá jul- dec P TEIXEIRA, Simonne. Educación Patrimonial: Alfabelización Cultural para la ciudadanía. Estud. Pedagóg. 2006, vol 32, pp VAN DER HAMMEN, María Clara; LULLE, Thierry and PALACIO, Dolly Cristina. La Construcción Del Patrimonio como Lugar: Un estudio de caso en Bogotá. Antipod. Rev. Antropol. Arqueol 2009, n.8, pp CARLAN, Claudio Umpierre. Os museus e o patrimônio histórico: uma relação complexa. História. 2008, vol.27, n.2, pp ZANIRATO, Silvia Helena. São Paulo: exercícios de esquecimento do passado. Estud. av. 2011, vol.25, n.71, pp Anais I Semana de Arqueologia.. Campinas: LAP/NEPAM

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