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1 Democracia Brega: considerações a respeito do campo político de Soure, Ilha de Marajó, visto a partir de suas performances culturais. PALAVRAS CHAVE: Política. Religião. Cultura Popular. Pajelança. Amazonia. RESUMO: Este artigo apresenta uma reflexão antropológica baseada em pesquisa docente realizada na cidade de Soure, ilha de Marajó, entre os anos de 2000 e Parte da análise de uma série de incidentes envolvendo políticos e pajés locais, nos últimos vinte anos. Tais incidentes, narrados a partir dos valores e símbolos característicos da pajelança amazônica, apresentamse como uma percepção nativa do caráter demoníaco da política, que acompanha o processo de redemocratização da sociedade local. Centrando a análise numa série de performances culturais, interpretadas a partir da teoria antropológica do ritual, procura-se demonstrar que a intensa vida cultural desta região marajoara constrói um discurso de reivindicações políticas, em seus próprios termos, como o do estilo musical brega do Pará. KEY WORDS: Politics. Religion. Popular Culture. Amazon region. Xamanism. Summary: This article presents reflections based on research carried out in the city of Soure, Marajó island, Pará State, Brazil, between the years 2000 and Analyzing a series of incidents involving local politicians and pajés over the last twenty years. Such incidents, narrates from the values and symbols characteristics of Amazon Xamanism present a native perception about the "diabolic" character of political life, that accompanies the redemocratization process of local society. Focusing the analysis on a variety of cultural performances, interpreted from anthropological theory of rituals, seeks to demonstrate that the intense cultural life in that region constructs a speech political claims, on their own terms, comparable to the musical style "Brega do Pará".

2 1 Introdução: O objetivo primeiro desta comunicação é reconsiderar os objetivos e resultados de uma pesquisa de campo realizada nas cidades de Soure e Salvaterra, situadas na parte leste da ilha de Marajó, estado do Pará, a cerca de quatro horas de barco da capital, Belém. O Objetivo da pesquisa seria acompanhar as principais cerimônias religiosas da cidade de Soure, a mais importante da região dos campos do Marajó, em particular, seu Círio de Nazaré. Partia-se da hipótese de que o fato desta cidade realizar um Círio de Nazaré, bastante popular e concorrido na região, estaria relacionado com sua importância no cenário local, no arquipélago do Marajó. A realização de um Círio de Nazaré, à mesma virgem celebrada na cidade de Belém na maior procissão católica do País, poderia ter alguma relação com o fato de Soure ser conhecida como a capital informal da Ilha do Marajó. 1 Soure abriga uma expressiva versão de catolicismo popular amazônico, com um grande Círio de Nazaré; possui uma diversificada comunidade evangélica, dominada pela Assembléia de Deus, fundada lá em 1912; apresenta uma marcante presença de pajés e mães de Santo, praticantes de modalidades da pajelança amazônica, acrescidas de ritos do Tambor de Mina, oriundos do Maranhão e de Belém do Pará. A pesquisa de campo pode acompanhar uma série de eventos, nas quais líderes religiosos locais promoveram intervenções na cena pública, seguindo o modelo de suas procissões e festas de santo, motivados pela crise política que se abateu sobre o município de Soure ao longo do ano Tal fato permitiu reconsiderar não só o propósito da pesquisa como a própria questão do estudo de um campo religioso brasileiro. Estudos que procurem mostrar um campo religioso brasileiro em ação, a partir de uma abordagem etnográfica, são poucos. Tal tipo de estudo é importante, pois permite considerar in loco como a dinâmica religiosa opera na sociedade brasileira, atendendo a demandas de ordem propriamente social, vivenciadas pelos seus adeptos 2. O caso de Soure revelou-se exemplar na medida em que católicos, evangélicos e espíritas uniram-se em 2000 tanto para administrar uma crise política quanto para eleger um prefeito independente, e nos anos seguintes passaram rapidamente a negociar, a partir desta nova situação política, projetos sociais divergentes e concorrentes entre si. As primeiras reflexões produzidas a respeito deste material, nos anos de 2002 e 2003, quando a pesquisa empírica estava terminando, permitiram-me construir um primeiro modelo etnográfico deste campo religioso em questão. Embora limitado às exigências de tempo acadêmico e de espaço textual é possível afirmar uma serie de coisas, entre elas, que a

3 2 discussão do campo religioso pelos seus próprios agentes, sugere que a o tema da religiosidade popular é discutido publicamente, cada vez mais, a partir da noção de Tradição cultural. Esta noção é eminentemente antropológica, e é, de várias maneiras construída a partir de referenciais gerados pela Antropologia. Por isso mesmo, faze-se necessário um esforço sociológico de situar como determinados agentes sociais atuam politicamente, a partir de tal tipo de categoria cultural, já que este tema tem sido alvo de estudos crescentes, que apontam para a politização do campo cultural nas sociedades latino americanas. Teoria e método: Desde o início da pesquisa, em 2000, tive como objeto de investigação e análise as cerimônias religiosas que tem em lugar no espaço público, em especial o Círio de Nazaré e a festa de Yemanjá e de Exu, promovidas pela Federação Umbandista. A ênfase no espaço público tinha como referencial teórico algumas considerações de Victor Turner, a respeito de procissões religiosas. Turner 3 trabalha com exemplos de um cerimonial indiano, na qual a polaridade templo/procissão é interpretada segundo este conceito dialético. Em torno do templo, há uma condensação dos símbolos e agentes sociais proeminentes da estrutura social, com uma evidente expressão do campo político. Em torno das procissões e peregrinações, uma ênfase nos símbolos transcendentais, igualitários e coletivos, enfatizando os sentimentos propriamente religiosos. Dentro deste campo simbólico, a sociedade movimenta-se, aproveitando das passagens entre planos que tais distinções simbólicas permitem. Grosso modo, é possível observar, em cada caso se devotos vão ao templo, por um lado, e participam das procissões, por outro, em dois movimentos sociais distintos, dirigidos por agentes sociais diferentes, com orientações também distintas. Tal método esclarece muito da vida social de um lugar. Como a participação na procissão faz com que os devotos reconsiderem suas posições e expectativas dentro da sociedade e da cultura envolvente. A grande questão discutida por Turner(1974), diz respeito aos efeitos sociais dos processos rituais. Segundo o autor, toda sociedade está organizada dentro de um sistema de posições e papéis sociais, que necessitam de periódicos ajustes anti-estruturais, realizados ritualmente. Ao inverterem, abolirem e neutralizarem, momentaneamente, certas tensões sociais, os ritos permitem que a vida social seja revitalizada, e mantenha seus padrões estruturais. A Antropologia deve muito de sua vitalidade intelectual, entre outras coisas, a saber adaptar suas preposições teórico-metodológicas às artimanhas do acaso, como definiu

4 3 Mariza Peirano (1995). No caso de Soure, minhas investigações a respeito do campo religioso local, esbarraram no conturbadíssimo processo político municipal que a cidade atravessava. O atual prefeito fora afastado e reconduzido ao cargo três vezes consecutivas, entre abril e agosto, acusado de corrupção e desvio de verbas; o funcionalismo não recebia salários a três meses, entre junho e agosto, no meio do verão. Existiam seis candidatos a Prefeitura, sendo que nenhum era favorito. Acrescente-se mais de cem candidatos a vereador, para um universo de cerca de eleitores e estamos na Soure do segundo semestre de Retornando a Soure no final de julho de 2000, fui surpreendido não com o retorno a rotina social da cidade no segundo semestre, quando começam os preparativos para o ciclo dos Círios, mas com o agravamento de uma crise política. Com a chegada do mês de agosto, a insatisfação de todos os que dependiam dos salários da prefeitura aumentava dia a dia. Não só não pagava os salários como não saldava as dívidas da prefeitura junto ao comércio local, deixando uma boa parte da economia de Soure paralisada. Os professores não iniciaram o semestre letivo em agosto. No dia dezoito daquele mês ocuparam a prefeitura, impedindo o prefeito de continuar no governo municipal. Finalmente, no final do mês, a crise chegou a um auge. Correu um boato de que o prefeito e a esposa preparavam-se para deixar a cidade, fugindo para Belém. A população, revoltada, cercou a casa do Prefeito e começou a apedreja-la, além de ameaçar incendiá-la. O prefeito e sua família tiveram que sair escoltados pela polícia para, de fato, pegarem um barco para a capital. O próprio prefeito terminou por pedir uma intervenção estadual no município, como forma de garantir a realização das eleições municipais. Um interventor do Estado foi nomeado, governando Soure entre os meses de setembro a dezembro, garantindo a realização das eleições. Houve uma enorme mobilização popular, apoiada pelas lideranças católicas e evangélicas. Uma série de eventos de caráter religioso marcou todo o processo eleitoral. O vencedor das eleições, um candidato independente, derrotou os velhos caciques locais, imprimindo um cunho sacralizante à sua campanha, à sua vitória, e ao seu governo, dialogando tanto com os católicos e evangélicos, quanto com os pajés e mães de santo da Ilha. Vivenciando de maneira aguda um processo político, que revelava toda a sua natureza demoníaca, conforme discutido por Teixeira(1998), a sociedade local lançou mão de suas lideranças religiosas como intermediadores da crise, utilizando-se de uma série de recursos simbólicos disponíveis para negociar a situação.

5 4 Vendo valores fundamentais da vida política como honra, ética, responsabilidade, serem menosprezados por membros do executivo e legislativo local, a população passou a dramatizar, ritualizar e celebrar suas possibilidades de reivindicação e intervenção na vida política local, utilizando-se de recursos de mobilização tais como cultos ecumênicos, reuniões de oração e benção, juntamente com passeatas e protestos, expondo suas categorias sociais e culturais mais significativas. Teixeira(op.cit) na sua discussão de categorias weberianas de análise do fenômeno político, sintetiza de modo muito claro como a Política, ao constituir-se numa esfera de valor em si, no mundo moderno pode ser representada como demoníaca, ou diabólica exatamente por ser, explicitamente, o campo das parcialidades, aonde valores específicos e divergentes são representados e negociados. Sendo assim, o jogo político é necessariamente um jogo de facções, que podem ameaçar, no seu enfrentamento, o universo social maior no qual estão inseridos. Tal perspectiva, com relação à vida política brasileira, vem sendo alvo das pesquisas e reflexões de Heredia e Palmeira, que tem trabalhado em contextos sociais de pequenos municípios brasileiros. Ao discutir as ambigüidades da política, Heredia e Palmeira(1995) refletem a respeito do jogo de condenações populares da política e dos políticos, a partir da noção do tempo da política, cujo embasamento junto a teoria antropológica do ritual é muito relevante. Argumentando que, em cidades pequenas, a vida política está centrada em torno das eleições e que estas podem, por isso mesmo, serem interpretadas enquanto um tempo liminar, aonde os conflitos sociais estruturais podem ser cerimonialmente revelados, regulados e solucionados, ciclicamente. Sendo assim o processo eleitoral pode, e deve ser visto como um processo ritual, aonde o cotidiano é quebrado, substituído por um período de intensa sociabilidade. Tal perspectiva pode ser trazida para o caso de Soure, e serve para situar a especificidade deste município amazônico no cenário regional e nacional. Soure reivindica ser a capital informal da Ilha do Marajó por vários motivos. É a cidade natal de alguns políticos inportantes do estado do Pará e concentra uma série de instituições de fomento ao desenvolvimento regional, como o Banco do Brasil, o Banco da Amazônia, IBAMA, IBGE, que atuam na Ilha a partir de lá. Possui aeroporto, porto, é um centro pesqueiro significativo, um centro turístico importante para a população de Belém, principalmente os jovens, e é

6 5 muito conhecida por sua vida cultural. Possui um traçado urbano moderno, realizado pelo mesmo engenheiro que projetou Belo Horizonte, no início do século XX. Tem uma vida urbana própria, uma vez que dos seus habitantes, concentram-se na zona urbana, enquanto os restantes vivem dispersos em suas grandes fazendas. Esta vida urbana singular está longe de ser monótona, como costuma ser o cotidiano de algumas cidades pequenas do interior. Soure é regularmente visitada por turistas de fim de semana, principalmente no verão, entre junho e dezembro, período marcado também por uma série de festas religiosas. Suas praias são muito freqüentadas durante o mês de Julho, o Verão paraense. Recebe muitos visitantes também no final do ano, no Carnaval e na Semana Santa, embora estas datas aconteçam no período chuvoso. Sendo assim, o calendário anual de Soure é muito complexo, fazendo com que o tempo da política se articule a outros tempos, socialmente demarcados, notadamente o verão. Todos estes tempos, todavia, convergem para um espaço determinado, o terreiro e suas características aparelhagens de som. Existem cerca de 10 equipes de aparelhagem de som, que metonimicamente falando, ampliam a vida cultural de Soure em diversas direções possíveis, seja internamente, seja externamente, para o mercado turístico. Nada é mais característico, por entre as suas ruas e travessas, do que esses terreiros, espaços semipúblicos, semi-privados, limpos e preparados para algum tipo de festa, religiosa, cívica, católica, afrobrasileira ou mesmo protestante, com objetivo de angariar fundos ou simplesmente divertir, realizados em época de fluxo turismo ou não, ao longo dos meses de Junho a Dezembro. Na maioria dessas festas, não se vê todo mundo, ou algo assim. Ao contrário, são reuniões muito locais, de vizinhos, parentes, devotos de um santo, membros de uma congregação religiosa, ou ligados a alguma agremiação política. O processo eleitoral municipal, todavia, faz com que todos esses pedaços, (para utilizar a expressão de Magnani(1984), se articulem, sem se confundirem, na grande festa da democracia. ( com todas as barraquinhas de ambulantes que se tem direito). Partindo desta caracterização, é possível retornar às questões teóricas. Se o processo político evidencia as tensões e divisões sociais, ao mesmo tempo, visto a partir de Soure, foi exatamente o processo eleitoral, e sua crise, que permitia observar aquela formação social como uma totalidade, tomando o processo eleitoral como o fato social total, por excelência. O período eleitoral, que instaura uma liminariedade de fato, entre os meses de julho e

7 6 dezembro, foi, no caso da eleição municipal de 2000, reforçado pela intervenção do governo estadual entre os meses de setembro e dezembro. Nesta fase duplamente liminar, uma série de performances culturais, voltadas para a questão política, aconteceram em Soure, além de outras situações diretamente relacionadas, que servem a esta reflexão. Performance cultural é entendida aqui a partir da conceituação de Milton Singer(1972), a partir de seus estudos no Sul da Índia, numa região cultural fortemente marcada por uma vida cerimonial intensa. Este pesquisador define, como sua unidade de observação, as performances culturais, mais do que textos sagrados, com seus mitos e códigos de conduta, ou lugares e pessoas sagradas. Ao se procurar olhar, primeiramente, para um ato que se executa, pode-se contemplar, também, os referenciais tradicionais que são utilizados, as inovações introduzidas, do ponto de vista dos executores do ato. Tais considerações são importantes para pensar uma identidade cultural como a marajoara, pois, comparavelmente, tal noção não tem uma unidade no plano cultural, mas baseia-se num pertencimento a região e num domínio de seus elementos constitutivos. A noção da performance cultural permite, metodologicamente, estabelecer uma ponte entre as diversas manifestações, e os diversos agentes sociais, que contribuem para a formação desta identidade, sem reduzir um ao outro. De fato, é possível falar dos Círios de Nazaré em Soure sem fazer referência a outros atos performativos, a priori. Por outro lado, dificilmente os responsáveis pela realização do Círio estão voltados somente para tal evento cultural. Ao contrário, participam de uma série de outras atividades, situando-se dentro de uma idéia de cultura marajoara de várias maneiras. 4. A experiência de campo sugere que o fator político é que permite um entendimento deste campo cultural pois não só religioso em ação. As situações empíricas. No início de agosto, uma pequena faixa, colocada por entre as árvores do jardim do complexo da Igreja Matriz fazia-se notar. Dizia; MARIA CLAMA POR JUSTIÇA. Três semanas depois, a mesma fora substituída por outra já gasta (utilizada na Semana Santa) com o dizer: Vamos a Jesus pela graça de Maria. Por outro lado, na frente do salão paroquial era possível ler, disposto em várias faixas: QUEREMOS PUNIÇÃO URGENTE PARA AS PESSOAS QUE NÃO SOUBERAM ADMINISTRAR A VERBA DO FUNDEF ; OS FUNCIONÁRIOS CLAMAM POR SEUS SALÁRIOS EM DIA ; QUEREMOS NOSSOS SALÁRIOS PELO AMOR DE DEUS. SOCORRO!. A diferença de ênfase nas faixas era uma clara demonstração do desespero crescente

8 7 dos servidores públicos. A utilização dos espaços da Igreja Matriz também. Normalmente vagos, ocupados apenas por avisos de atividades desenvolvidas no salão paroquial, como reunião de jovens e senhoras, foram sendo progressivamente mobilizados pelo movimento dos servidores. O bispo e a madre superiora, esta também diretora de colégio, tiveram um papel importante como intermediários na crise, entre os representantes políticos e o movimento popular. Na segunda semana de novembro acontece o Círio de Nazaré de Soure. A festa é grande e concorrida, com as companhias de navegação colocando barcos extras de Belém para Soure, na sexta feira, no sábado e na segunda feira. O clima de tensão ainda era evidente no Círio, com a população católica tomando as ruas da procissão com bastante fervor. Havia um sentimento de agradecimento, estimulado pelos organizadores da festa, já que o interventor garantira a realização das eleições e o candidato eleito procurava dialogar com suas organizações comunitárias. Não havia tomado posse ainda, e os salários atrasados não haviam sido pagos. A procissão fora organizada pela Igreja e a madre superiora fora a voz do Círio, a pessoa que, num carro de som, conduz a procissão exortando os fiéis em sua devoção à Maria. À mediação de Maria, enquanto mãe de Jesus, sobrepunha-se a sua mediação de madre, líder religiosa e comunitária, numa cerimônia que consiste, entre outras coisas, numa apoteose da matrifocalidade característica da região. Significativamente, no ano seguinte, a voz do Círio ficou a cargo do principal leigo de Soure, dono de uma possante voz e extremamente ativo na vida religiosa local. A crise de política de 2000 também foi marcada por uma nova participação dos evangélicos de Soure nos seus espaços públicos. Maior culto pentecostal do Brasil, a AD foi fundada em Belém do Pará em 1911, tendo sido fundada em Soure em Há uma certa disputa com a cidade de Bragança, situada no litoral continental do Pará, pelo título de segundo templo aberto da AD. O fato significativo a considerar é a visita do fundador da Igreja, o missionário sueco Gunnar Vingren ao Marajó, em Este episódio tem contornos míticos, fazendo parte da história oficial da Assembléia de Deus e da memória dos evangélicos locais. O que chama a atenção, em primeiro lugar, veio a ser a participação dos evangélicos em uma série de cultos ecumênicos realizados no segundo semestre de 2000, oportunidade que tanto a Assembléia de Deus, quanto outras denominações evangélicas aproveitaram para marcar presença no cenário social de Soure. Vale lembrar que a Assembléia de Deus tem, em

9 8 Soure, um status de religião tradicional comparável à católica, devido a sua antiguidade e a sua influência. Além da AD, encontram-se presentes a Igreja cristã evangélica do Brasil, a Igreja Quadrangular, a Batista, a Jesus te ama, a Universal do Reino de Deus e a Adventista do Sétimo Dia. O primeiro dos cultos ecumênicos realizado em Soure aconteceu no sete de setembro. Não houve desfile de escolas nem de outras instituições do Estado. Ao contrário, foi realizado um evento cívico religioso.o hino nacional foi puxado pelas bandas evangélicas. A igreja católica fez a abertura com uma liturgia, enquanto o pastor da Assembléia de Deus iniciou um louvor, seguido da leitura da Bíblia. Novamente o padre católico assumiu o ofício realizando uma adoração e uma oração em favor da cidade. O evento aconteceu cedo, entre as sete e nove da manhã. À noite, o pastor da AD promoveu uma corrente de oração em frente à Prefeitura. Os evangélicos levaram sua parafernália. A mocidade da Igreja, liderada pela banda Jetsema animava o evento, que tinha um tom bastante festivo, em contraste com o tom sério e preocupado do sermão do pastor. O grande momento da noite foi a oração coletiva e a benção, quando todos os presentes procuravam envolver a prefeitura com sua corrente de fé. Ao final da cerimônia, a banda continuou tocando, enquanto um tacacá, comida típica da Amazônia era oferecido aos presentes. Era uma maneira evangélica de estar presente na cena política, ocupando, à sua maneira, um espaço simbólico que se fazia disponível a partir da invasão da prefeitura, e continuava com a chegada do interventor. Este, já empossado, cedera o palanque para a Assembléia de Deus promover sua cerimônia durante o dia da independência. Seria realizado outro culto, no mesmo estilo, no dia 23 de setembro, mas devido a problemas de saúde do cônego convidado para realiza-lo, o evento foi desmarcado. O outro evento foi a participação do pastor da AD e de seus congregados num culto ecumênico realizado no ginásio da cidade, o espaço mais importante da vida cultural de Soure. Realizado antes da posse do prefeito eleito, no dia primeiro de janeiro de 2001, tinha o objetivo explícito de ser um culto de benção em favor do novo prefeito. Os membros da câmara legislativa acompanharam o culto, promovido pela Igreja Católica e a Assembléia de Deus, mas executado pelo pastor batista de Soure. Foi assistido por mais de trezentas pessoas, lotando o ginásio. Outro rito, ocorrido em dezembro, enfatizaria o espírito ecumênico reinante em A

10 9 formatura dos alunos de pedagogia do Campus da UFPA, turma de 1996, foi celebrada primeiro no templo sede da AD, e depois na Igreja matriz. A turma de formandos, seus parentes, colegas e amigos, assistiu aos dois cultos nos dois templos. Depois, a solenidade de formatura aconteceu no auditório da Igreja matriz. Foi uma noite concorrida na cidade, pois também realizava-se a festa de Yemanjá, promovida pela federação umbandista, na praia em frente ao maior hotel de Soure. Esta, por sua vez, deixara um pouco a desejar. A prefeitura, ainda sob o controle do interventor do Estado do Pará, não fornecera o apoio esperado, como a iluminação do local, a instalação de um palanque. O próprio interventor não foi, embora o prefeito eleito em outubro tenha aparecido rapidamente. Devido a uma sugestão da Federação umbandista de Belém, a festa fora realizada uma semana depois do previsto, coincidindo com o início da estação chuvosa. A festa terminou mais cedo, debaixo de chuva, continuando no barracão do pajé responsável pela imagem de Yemanjá, para onde a mesma foi recolhida. O clima entre este pajé e o representante da federação ficou bastante tenso durante a cerimônia, pois o primeiro responsabilizara o segundo, responsável pela organização da festa, pelos problemas que ela tivera. O representante da federação não é pajé nem médium. É escrivão da polícia e simpatizante dos cultos de possessão. Sua maior função, em tese, é zelar pela ordem do culto, embora acabe desempenhando um papel de organizador de eventos, mediando as relações entre os pajés e mães de santo e os representantes do poder público. A federação umbandista, enquanto instituição, não participou do culto ecumênico, embora alguns pajés e mães de santo estivessem presentes. Mais importante, contudo, no campo umbandista, foram as alterações que aconteceram no dia 24 de agosto, quando é comemorado o dia de Exu. Coincidentemente, a data aconteceu imediatamente após a nomeação do interventor, encerrando a crise política e instaurando a liminariedade que nos interessa analisar. Há alguns anos, o representante da federação umbandista paraense em Soure conseguira com um prefeito que uma pequena praça, localizada numa importante encruzilhada num dos limites da cidade, fosse transformada na Praça do Exu. O local serve, desde então, de palco para as oferendas que uma série de tendas e terreiros de Umbanda de Soure realizam em homenagem a este ente do panteão afrobrasileiro. Devido à crise, a festa não foi realizada em 2000, cada casa de santo realizou suas obrigações em seus próprios limites.

11 10 Na noite de 24 de agosto, por outro lado, foi realizado um grande comício pelo candidato que viria a ser o vencedor do pleito, numa outra encruzilhada, formada pelo característico traçado modernista de Soure 5. O comício aconteceu no bairro do São José, um bairro bastante popular, que abriga a colônia dos pescadores e uma boa parte dos terreiros da cidade. Alguns líderes deste culto chegaram a alterar suas festas para Exu, em função do comício. Uma mãe de santo importante da cidade realizou sua festa de Exu no dia 23 de agosto, enquanto noutro terreiro, a incorporação dos médiuns, pelos Exus da Casa, só teve início ao final do comício, quando os freqüentadores habituais finalmente apareceram, e as entidades finalmente se manifestaram. O apoio dos líderes e freqüentadores dessas Casas de Santo ao candidato vencedor era bem evidente, embora nem todos os pajés o tenham, de fato, apoiado. Outros candidatos a prefeito, todavia, nem marcaram comício para este dia, nem tiveram um apoio tão explícito dos pajés. Candidatos a vereadores sim, faziam campanha em terreiros, sendo que a segunda vereadora mais votada no pleito de 2000, uma líder comunitária muito popular, é também pajé. Em meio à crise política, outros informantes, estudantes e professores da rede escolar, comerciantes e profissionais da área do turismo, contavam e recontavam histórias a respeito de políticos fazendo e traindo pactos com os pajés e suas entidades simbólicas, os encantados. Esses seres, na região em particular, apresentam-se através de formas muito peculiares, diferentes dos populares botos e matintapereiras comunicação com tais seres simbólicos, de caráter local, é possível através dos pajés, especialistas religiosos que podem incorpora-los e que sabem como apazigua-los com uma série de oferendas. Para aqueles informantes, a crise política de 2000 era continuação de uma história maior, iniciada em Neste ano a filha de um ex-prefeito desaparecera misteriosamente durante o Carnaval, e seu sumiço trouxe à tona o tema da vingança dos encantados. A menina deixara a casa da mãe de sua madrinha, uma importante pajé de Soure, e voltava para casa, situada duas travessas à frente, quando sumiu. Nesta época, casos de crianças seqüestradas abalaram o estado do Pará, tendo ocorrido, inclusive, outro na própria cidade de Soure, só que com final feliz. A menina escapara com vida. O tema da traição do pacto com os encantados, todavia, fez sentido dentro de Soure. Outra história era lembrada, acontecida na mesma época. O prefeito eleito em 1988 teria mandado fazer um aterro num mangue situado bem no centro da cidade, às margens do rio 6, presentes por toda a região amazônica. A

12 11 Paracauari, no local aonde vive o mais importante encantado de Soure, o pretinho da bacabeira. Como o encantado não fora consultado, o aterro terminou caindo, não resistindo à força das marés equatoriais da baía do Marajó. Tal narrativa é realçada pelos pajés, e expressa uma série de ambigüidades do campo religioso local, pois este prefeito tinha boas relações com os pajés e a federação umbandista, tendo sido ele que apoiara a realização da festa de Yemanjá e da festa de Exu, no seu primeiro mandato municipal. O prefeito eleito em 1992 e o eleito em 1996 teriam também realizado seus pactos com os encantados, teriam vencido, não teriam retribuído com obrigações rituais e teriam feito governos marcados pela corrupção. No caso do último prefeito, o tema da traição ao pacto com os encantados ganhava seu capítulo final. Ele teria se elegido prometendo grandes obrigações a um caboclo de um pajé importante, para depois não cumprir a promessa. A partir desta traição iria repetir o comportamento corrupto de seu antecessor. Para tais informantes, a quebra do pacto com os encantados era um símbolo de que tais políticos trairiam o povo, pois significava que eles não eram de confiança. Os pajés negam estes pactos, embora todos afirmem que façam campanha para os seus candidatos a vereador e a prefeito. As relações entre essas esferas e seres podem ser interpretadas como relações simbólicas de troca dádiva, conforme tão bem definidas por Marcel Mauss(1974). Não é um toma lá, dá cá generalizado, mas um sistema de comunicação entre seres sociais, ou seja, dispostos numa ordem social, que interage em diversas dimensões, no plano da natureza, da estrutura social e da identidade cultural. Do ponto de vista popular, baseado numa lógica de dádivas e contra dádivas recíprocas, governantes, governados e entidades protetoras deveriam estabelecer relações equilibradas e confiáveis entre si, que garantiriam o progresso de todos. A quebra deste pacto dadivoso pode ser interpretada como uma percepção simbólica do jogo político moderno, por parte dos pajés, e daqueles influenciados pelos seus valores, fundado não na reciprocidade, mas na dominação, por interesses políticos hegemônicos que, de fato, são decididos fora da Ilha, no contexto dos centros políticos da sociedade brasileira. Por mais que os pajés e seus encantados, possam atuar dentro do campo religioso característico de Soure, esta influência tem limites, que a crise política e seu desenrolar deixariam transparecer. Estas histórias, significativamente, contam a história recente da vida política de Soure. Começam no início da década de oitenta, quando da redemocratização da vida política brasileira. No caso de Soure, em particular, quando percebidas a partir da história da Ilha do

13 12 Marajó, sugerem que são, de fato, a história de um efetivo processo de democratização, trazendo para aquela formação social um novo horizonte político. Neste sentido, o universo dos terreiros e sua aparelhagem de som precisam ser devidamente considerados, nos termos analíticos aqui propostos. Se partimos das considerações de Turner, da dialética existente entre templos e procissões, é possível considerar um terceiro termo, os terreiros, como um espaço criado a partir dos dois primeiros. O fato dos terreiros serem notadamente palco do estilo musical Brega do Pará, reproduzidos pelas suas aparelhagens, merece consideração. José Maria da Silva (1992), em seu estudo a respeito deste gênero musical regional, aponta para o fato de que o Brega surge a partir do final da década de setenta, tornando-se um gênero musical popular consagrado ao longo da década de oitenta. Expressão de uma cultura popular de massa, construído a partir de media modernas, constitui-se numa verdadeira visão de mundo da nova cultura urbana da Amazônia, com seus novos ricos, novas classes médias e novos pobres. O Brega nasceu e se popularizou exatamente a partir de feiras de bairros e festas públicas, como as festas juninas de Belém, festas do catolicismo popular, festas cívicas e comícios políticos. Vai se consagrando a partir, entre outros eventos, dos shows promovidos pela classe política em seus comícios e feiras municipais. A partir de 1986 o Brega torna-se comercial, evoluindo para um gênero musical e de dança, além de um estilo de lazer urbano característico. Torna-se presente em gincanas de colégio, concursos de calouro, bares e festas de fim de semana, festas de confraternização, gerando selos próprios, gravadoras, rádios, empresários de shows, lojas de discos e casas noturnas especializadas no gênero. Soure, visto a partir deste referencial, seria um dos espaços de uma extensa rede, metropolitana num sentido amazônico possível, na qual o Brega vem a ser a linguagem cultural dominante. Vale lembrar que Soure é uma cidade que envia migrantes para Belém, Macapá e outras cidades da região do estuário amazônico regularmente. Muitas dessas pessoas voltam a Soure em Julho, nos feriados, no final de ano e nos finais de semana, quando possível. Soure, suas encantarias, suas praias, suas festas brega constitui-se num pólo identitário de tradições amazônicas, no caso da cultura marajoara. Neste sentido, a democracia que se instala a partir da década de oitenta, com políticos, pajés e encantados, festivais estaduais de quadrilha em junho, Círios semanais no segundo semestre, é uma democracia Brega No Pará.

14 13 1 A maior cidade do Arquipélago do Marajó é Breves, situada na parte ocidental da Ilha, em frente ao estreito do mesmo nome, passagem obrigatória para quem entra no vale do Amazonas por via fluvial. Com relação as festas do catolicismo popular em Marajó, a maior é a de São Sebastião de Cachoeira do Arari, realizada em 20 de janeiro. Cachoeira do Arari dista cerca de 80km de Soure. 2 Peter Fry(1997) em sua original Carta de Moçambique realiza um exercício deste tipo, numa região daquele país africano, propondo uma retomada do estudo realizado por Carlos Rodrigues Brandão(1978) na cidade de Monte Mor, estado de São Paulo. 3 TURNER, V.(1975) Dramas, Fields and Metaphors. Capítulo 7. 4 Outra perspectiva teórica interessante, para esta perspectiva, é a de Barth(2000), a respeito da natureza distributiva da cultura, e de sua desigualdade por entre diversos agentes sociais. 5 O traçado da cidade de Soure, com largas ruas, arborizadas por canteiros centrais, cortadas por dezenas de travessas, foi realizado pelo mesmo engenheiro que projetou Belo Horizonte, no início do século XX. 6 Estas entidades também existem na região. Ver a respeito, MAUÉS(1995) e Maués(1999).

15 14 BIBLIOGRAFIA MAGNANI, José G.C. Festa no pedaço. São Paulo: Brasiliense, MAUÉS, Raymundo H. Padres, Pajés, Santos e Festas: catolicismo popular e controle eclesiástico. Belém: CEJUP, MAUSS, Marcel. Sociologia e Antropologia.São Paulo: EPU/EDUSP, PALMEIRA, Moacir G. S. e HEREDIA, Beatriz M. A. Os Comícios e a Política de Facções. In Anuário Antropológico, Rio de Janeiro, vol. 94, p , PEIRANO, Mariza. A Favor da Etnografia. Rio de Janeiro: Relume Dumará,1995. SILVA, José Maria. Na periferia do sucesso: um estudo sobre as condições de produção e significação da cultura musical brega Dissertação de Mestrado. Programa de Pós- Graduação em Comunicação Social. Universidade de Brasília, Brasília SINGER, Milton. When a Great Tradition Modernizes. Chicago: The University of Chicago Press, TEIXEIRA, Carla C. A honra da política. Rio: Relume Dumará, 1998, 1ª ed. TURNER, Victor. Dramas, fields, and metaphors. Cornell University Press, O Processo Ritual. Petropólis: Vozes, 1974.

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