PLANO TIC ano lectivo 2006/2007

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO TIC ano lectivo 2006/2007"

Transcrição

1 PLANO TIC ano lectivo 2006/2007 O Coordenador TIC João Teiga Peixe

2 Índice Índice Introdução Objectivos Sectores Afectos Salas de Aulas Administrativo Outras salas Gestão dos espaços, do material e actividades Desenvolvimento pessoal, profissional e organizacional... 5 Formação e apoio... 5 Formação / apoio a docentes... 5 Formação / apoio a funcionários... 6 Formação/apoio aos alunos Página da escola... 6 Registo do domínio e Alojamento:... 6 Configuração do domínio 7 Conteúdos/serviços:... 7 Criação e divulgação de recursos educativos Projecto portáteis Plataforma de e-learning (Moodle) Administração e gestão da informação... 8 Comunicação com a comunidade... 9 Programa J.P.M Resultados esperados Outras Medidas Avaliação do projecto Momentos de avaliação: Objectos de avaliação: Critérios e indicadores de avaliação: Instrumentos de avaliação: Divulgação do projecto [2]

3 1. Introdução Pretende-se com a elaboração deste plano TIC s, previsto no Despacho nº /2005: Generalizar, entre o corpo docente, a prática da utilização das TIC como uma mais valia do processo de ensino, aprendizagem e avaliação; Encontrar novas estratégias de motivação para os alunos fazendo com que aprendam de outro modo, e que isso permita que aprendam mais e melhor. 2. Objectivos A realização do presente Plano TIC tem como objectivos fundamentais: 1) Aumentar o acesso e o uso da tecnologia pela comunidade educativa, perspectivando a escola como uma comunidade de aprendizagem; 2) Promover uma efectiva utilização das TIC nos diversos domínios: currículo, serviços, informação e administração; 3) Promover uma efectiva utilização das TIC nos processos de ensino, aprendizagem, avaliação e nas tarefas administrativas e de gestão escolar; 4) Perspectivar o uso das TIC como ferramentas potenciadoras e geradoras de novas situações de aprendizagem e de novas metodologias de trabalho; 5) Proporcionar aos professores formação e apoio na utilização das diversas aplicações informáticas, no domínio da planificação das actividades lectivas, na diversificação de estratégias, no desenvolvimento de projectos e na produção de recursos educativos, contemplando mecanismos presenciais e à distância; 6) Estimular e apoiar mecanismos e suportes de autoformação e de trabalho interpares, contribuindo para a actualização e formação contínua dos docentes; 7) Estimular e consolidar atitudes e metodologias de trabalho colaborativo ao nível docente e discente, desenvolvendo novas competências e partilhando recursos e boas práticas; 8) Promover o uso das TIC em contextos inter e transdisciplinares, fomentando o desenvolvimento de projectos educacionais colaborativos e comunidades virtuais de aprendizagem; [3]

4 9) Possibilitar aos alunos a utilização de instrumentos e mecanismos de autoavaliação, tendo em vista a regulação do seu percurso de aprendizagem; 10) Desenvolver nos alunos hábitos de trabalho e competências de pesquisa, selecção e tratamento da informação, tendo em vista a produção de conhecimentos; 11) Promover a selecção e organização de recursos educativos e materiais de apoio já existentes e a produção de outros, tendo em vista apoiar o trabalho de alunos e professores; 12) Disponibilizar os recursos organizados e produzidos na rede, prolongando os momentos de aprendizagem no tempo e no espaço; 13) Efectuar um levantamento de necessidades em termos de equipamento e de formação e providenciar pela resposta adequada; 14) Gerir de modo eficaz o parque informático, em termos de hardware e software; 15) Promover uma efectiva utilização das TIC nos processos administrativos 3. Sectores Afectos 1. Salas de Aulas a. Sala informática 1 b. Sala informática 2 c. Portáteis CRIE 2. Administrativo a. Secretaria b. Conselho Executivo 1, 2 e 3 c. Sala de Orientadores Educativos / SPO d. Sala de professores e. Sala dos CET f. Sala Contab./Financ. g. Sala de exploração agrícola [4]

5 3. Outras salas a. Biblioteca b. Residencial c. Auditório 4. Gestão dos espaços, do material e actividades Por Sectores Questões a tratar: 1. Definir quem é o responsável por cada sala / sector 2. Tarefas que o responsável de cada sala/sector deve realizar: a. Inventário: I. Software instalado; II. Folha de inventário por hardware (garantia dos equipamentos) III. Identificação do material / Etiquetagem b. Software necessário; c. Manutenção; d. Avarias: I. Substituição de peças; II. Saídas para reparação; e. Tarefas de manutenção; f. Plano de backups; g. Plano de manutenção / actualização; h. Cd s de instalação; 5. Desenvolvimento pessoal, profissional e organizacional Formação e apoio Formação / apoio a docentes a. Levantamento de necessidades de formação b. Levantamento de possíveis formadores / apoios c. Organização de um plano de formação. Aspectos a considerar na formação: [5]

6 Assegurar as competências básicas no uso dos quadros interactivos, do PC e do videoprojector Formação pedagógica sobre o uso das TIC Competências ao nível da comunicação ( , chats, fóruns, blogs) Competências em matéria de acompanhamento das aprendizagens on-line d. Organização de sistemas de apoio presencial e à distância e. Organização e implementação de momentos e mecanismos de trabalho colaborativo f. Produção de materiais g. Divulgação dos materiais produzidos / colocação on-line Formação / apoio a funcionários a. Levantamento de necessidades de formação b. Levantamento de possíveis formadores / apoios c. Organização de um plano de formação Assegurar as competências básicas no uso do PC Competências ao nível da comunicação ( ) d. Organização de sistemas de apoio presencial e à distância Formação/apoio aos alunos a. Dar continuidade à certificação em tics (Certificado em Competências Básicas em Tecnologias de Informação e Comunicação) b. Levantamento de necessidades de formação e possíveis formadores c. Organização de um plano de formação d. Organização de sistemas de apoio presencial e à distância 6. Página da escola Registo do domínio e Alojamento: Tratar das questões relativas ao registo [6]

7 Tratar das questões relativas ao alojamento Novo plano de alojamento com as seguintes características: - Maior espaço disponível no servidor - Possibilidade de criar múltiplos s (institucionais e pessoais para profs) Ex.: etc - Possibilidade de criar subdominios (institucionais, professores, actividades) Ex: loja.epadrv.edu.pt, centrohipico.epadrv.edu.pt, feiradolivro.epadrv.edu.pt Configuração do domínio - Transferir os conteúdos da página actual para o domínio - Inserir novos contactos e links - Criar lista de s institucionais do tipo [geral, secretaria, loja, assembleia, pedagogico, centrohipico, polobovinos, tics, reprografia] - Criar mails para todos os professores (sem quota, ie, com redireccionamento), do tipo - Criar mailinglists e outras] Conteúdos/serviços: - Reformulação do site da escola - inserção de páginas dos grupos de recrutamento - inserção de páginas de professores - inserção de páginas de turmas e/ou alunos Incluir: webquest, blogs, fóruns, - Dinamização da página Criação e divulgação de recursos educativos Criar e/ou disponibilizar recursos educativos nas disciplinas de cada grupo de recrutamento, e em suportes diversificados, nomeadamente: Fichas de trabalho, Fichas de avaliação, Webquest, Quizes, Hotpotatoes, Apresentações electrónicas, Portfolios, Testes, Trabalhos, Guiões, Relatórios, Endereços de páginas web, Criação de páginas web, Fóruns, Blogs, [7]

8 7. Projecto portáteis Organizar a implementação do projecto - Que actividades para que grupos? - Definição de metas e resultados Regulamentar a utilização dos portáteis por parte dos professores (uso pessoal e profissional) Regulamentar a utilização dos portáteis por parte dos professores com os alunos Criar o impresso para registo de requisição Criar o impresso para registo de utilização Registar a escola no projecto GATo Gestor de Actividades Tic Online (requisição online de meios audiovisuais) - Configurar e formar os utilizadores (professores e funcionários) para a utilização desta aplicação 8. Plataforma de e-learning (Moodle) Instalação da plataforma Configuração em função dos grupos de recrutamento, turmas e serviços Divulgação da plataforma, sensibilização e formação Inscrição na plataforma Disseminação da utilização da plataforma Criação de fóruns a nível docente e discente Disponibilização de materiais de apoio/recursos 9. Administração e gestão da informação Diligenciar no sentido de que venham a ser implementadas as seguintes medidas: Elaboração e impressão das actas através do uso de um processador de texto. Uniformização do layout das matrizes das pautas (notas por módulo e pautas A3). Uniformização do layout para elaboração dos testes. Implementação de um sistema de newsletter com distribuição através de a todos os interessados. Implementação de um Plano de backups; [8]

9 Comunicação com a comunidade Elaboração de panfletos, brochuras, flyers, posters para divulgação das actividades desenvolvidas na escola e divulgação da própria escola (cursos, loja, centro hípico, pólo bovinos leiteiros, ). Elaborações de apresentações electrónicas para divulgação das actividades desenvolvidas na escola e divulgação da própria escola (cursos, loja, centro hípico, pólo bovinos leiteiros, ). Elaboração de Documentação para apoio a utilizadores e equipa de desenvolvimento e manutenção da infraestrutura TIC. Apoio aos jornais e revista da escola Apoio nos protocolos com outros países Programa J.P.M. a. Levantamento das questões relacionadas com eficácia, segurança e fiabilidade do programa (realização de actualizações e backups de informação) b. Análise das potencialidades do programa relacionadas com o tratamento e a exportação/disponibilização de dados (NETDADOS) relativos a alunos (assiduidade e aproveitamento) 10. Resultados esperados Espera-se, com o presente plano, alcançar os seguintes resultados: A melhoria da qualidade da educação A melhoria da qualidade das aprendizagens e dos resultados escolares Aumento da taxa de sucesso escolar Melhoria da prática pedagógica dos professores Mais e melhor literacia tecnológica do corpo docente e discente Produção e disponibilização on-line de materiais de apoio às actividades de ensino, aprendizagem e avaliação Maior autonomia do corpo docente e discente (no âmbito das tics) Mais e melhor cooperação entre os professores Realização de projectos com recurso a meios informáticos [9]

10 11. Outras Medidas Outras medidas devem ser perspectivadas, tendo em conta o aumento do parque informático, a gestão das redes, a necessidade constante de manutenção e assistência técnica, as questões da segurança e a crescente e desejável utilização destes recursos, quer pelos alunos, quer pelos professores. Assim é recomendável que a escola, no biénio , encontre soluções organizacionais que permitam o bom funcionamento dos equipamentos informáticos e das redes, como condição imprescindível para a criação de segurança, confiança e fiabilidade, propiciando, desse modo, a sua eficaz utilização no processo de ensino aprendizagem. A escola deve, tendo em vista o acima delineado, equacionar: 1. Um reforço / reestruturação da sua rede; 2. A aquisição de mais videoprojectores, tendo em linha de conta a elevada taxa de utilização/ocupação dos actualmente existentes (3 móveis + 1 fixo no auditório); 3. A aquisição de um servidor que faça a gestão das Salas TIC s e outros sectores (ver ponto 3: sectores afectos), com contas de utilização para alunos, professores e funcionários; 4. A implementação de um sistema de Quotas de impressão; 12. Avaliação do projecto A avaliação do projecto TIC rege-se por um conjunto diversificado de parâmetros que se enumeram seguidamente. 1. Momentos de avaliação: A avaliação do projecto será efectuada ao longo de todo o ano lectivo, havendo lugar a uma avaliação intermédia e uma avaliação no final do ano lectivo. [10]

11 2. Objectos de avaliação: - Materiais produzidos; - Grau de literacia tecnológica do corpo docente; - Grau de satisfação dos intervenientes no projecto; - Desenvolvimento de novas destrezas e competências; - Novas metodologias de trabalho. 3. Critérios e indicadores de avaliação: - Quantidade e qualidade dos materiais produzidos; - Grau de satisfação dos intervenientes no projecto; - Taxa de utilização dos equipamentos (computadores, videoprojectores); - Número de professores que fizeram formação e/ou foram apoiados; - Consecução dos objectivos. 4. Instrumentos de avaliação: - Reuniões formais e informais com os professores; - Aplicação de questionários a alunos e professores; - Tratamento e análise das folhas de requisição e utilização do material informático (computadores, videoprojectores) por professor e por equipamento; - Gráficos relativos à utilização dos equipamentos. - Grelha de avaliação da qualidade dos materiais produzidos; Divulgação do projecto A divulgação e avaliação do projecto será feita através de suporte escrito em papel, afixada em placard próprio, na página da escola, plataforma moodle, O Coordenador TIC, [João Teiga Peixe] [11]

PLANO TIC. O Coordenador TIC. E g í d i a F e r n a n d e s F e r r a z G a m e i r o 2 0 0 8-2 0 0 9

PLANO TIC. O Coordenador TIC. E g í d i a F e r n a n d e s F e r r a z G a m e i r o 2 0 0 8-2 0 0 9 PLANO TIC 2 0 0 8-2 0 0 9 O Coordenador TIC E g í d i a F e r n a n d e s F e r r a z G a m e i r o [1] ESCOLA EB1/PE Santa Cruz http://escolas.madeira-edu.pt/eb1pescruz eb1pescruz@madeira-edu.pt IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MOITA PLANO DE AÇÃO PARA AS TIC

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MOITA PLANO DE AÇÃO PARA AS TIC AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MOITA PLANO DE AÇÃO PARA AS TIC Equipa PTE "A exclusão digital não é ficar sem computador ou telefone celular. É continuarmos incapazes de pensar, de criar e de organizar novas

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009/2010. Rede de Bibliotecas de Carregal do Sal GRUPO DE TRABALHO

PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009/2010. Rede de Bibliotecas de Carregal do Sal GRUPO DE TRABALHO GRUPO DE TRABALHO Rede de Bibliotecas de Carregal do Sal PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009/2010 O Plano de Acção da Rede de Bibliotecas de Carregal do Sal é um instrumento de trabalho ao nível da organização e

Leia mais

PLANO TIC. O Coordenador TIC Egídia Fernandes Ferraz Gameiro [1] 2 0 0 9-2 0 1 0

PLANO TIC. O Coordenador TIC Egídia Fernandes Ferraz Gameiro [1] 2 0 0 9-2 0 1 0 PLANO TIC 2 0 0 9-2 0 1 0 O Coordenador TIC Egídia Fernandes Ferraz Gameiro [1] EB1/PE Santa Cruz http://escolas.madeira-edu.pt/eb1pescruz eb1pescruz@madeira-edu.pt IDENTIFICAÇÃO DO COORDENADOR TIC Egídia

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE RAUL PROENÇA PLANO DE TIC 2007 08

ESCOLA SECUNDÁRIA DE RAUL PROENÇA PLANO DE TIC 2007 08 ESCOLA SECUNDÁRIA DE RAUL PROENÇA PLANO DE TIC 2007 08 ÍNDICE página 1. INTRODUÇÃO---------------------------------------------------------------------------------------------------3 2. CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM

PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM Ano Letivo 2011/2012 Marinha Grande, Setembro de 2011 1. Índice: Índice 2 1. Introdução 3 2. Caracterização

Leia mais

PLANO TIC 2009-2010. O Coordenador TIC Virgílio Freitas [1]

PLANO TIC 2009-2010. O Coordenador TIC Virgílio Freitas [1] PLANO TIC 2009-2010 O Coordenador TIC Virgílio Freitas [1] ESCOLA EB1/PE Visconde Cacongo URL: http://escolas.madeira-edu.pt/eb1pevcacongo Email: eb1pevcacongo@madeira-edu.pt IDENTIFICAÇÃO DO COORDENADOR

Leia mais

PLANO TIC. O Coordenador TIC Edgar Vieira Jardim 2010-2011 [1]

PLANO TIC. O Coordenador TIC Edgar Vieira Jardim 2010-2011 [1] PLANO TIC 2010-2011 O Coordenador TIC Edgar Vieira Jardim [1] IDENTIFICAÇÃO DO COORDENADOR TIC Edgar Jardim 291740010 ctichbg@gmail.com edgarvj@gmail.com IDENTIFICAÇÃO DA EQUIPA TIC Prof. Carlos Mendonça

Leia mais

Plano Tecnológico da Educação: um meio para a melhoria do desempenho escolar dos alunos

Plano Tecnológico da Educação: um meio para a melhoria do desempenho escolar dos alunos Plano Tecnológico da Educação Plano Tecnológico da Educação: um meio para a melhoria do desempenho escolar dos alunos 23 de Jun de 2008 O Plano Tecnológico da Educação constitui-se como um poderoso meio

Leia mais

Apresentação. Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares. Oliveira de Azeméis Novembro 2007

Apresentação. Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares. Oliveira de Azeméis Novembro 2007 Apresentação Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares Oliveira de Azeméis Novembro 2007 Apresentação SABE 12-11-2007 2 Apresentação O conceito de Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE) que se

Leia mais

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR)

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Nota Introdutória Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Apoiar e promover os objetivos educativos definidos de acordo com as finalidades e currículo

Leia mais

Plano T ecnológico Tecnológico d a da E ducação Educação

Plano T ecnológico Tecnológico d a da E ducação Educação Plano Tecnológico da Educação 23 de Julho de 2007 ENQUADRAMENTO Estratégia de Lisboa ME Tornar a Europa a economia baseada no conhecimento mais dinâmica e competitiva do mundo Aumentar a qualidade e a

Leia mais

ITEM 1 - A melhoria dos resultados escolares dos alunos Ano/Turma Disciplina Meta PE (%) Objectivo(s) (%)

ITEM 1 - A melhoria dos resultados escolares dos alunos Ano/Turma Disciplina Meta PE (%) Objectivo(s) (%) Período em avaliação: 2007 a 2009 ESCOLA S/3 ARQUITEO OLIVEIRA FERREIRA Identificação dos Intervenientes Nome do avaliado - Patrícia Cunha Melo Campos Corado Carvalhais Fonseca Categoria - PQZPND Departamento

Leia mais

E B I / J I d e T Á V O R A

E B I / J I d e T Á V O R A E B I / J I d e T Á V O R A R E G U L A M E N T O D E U T I L I Z A Ç Ã O D O S COMPUTA D O R E S PO R T Á T E I S O objectivo deste documento é regulamentar todas as actividades curriculares desenvolvidas,

Leia mais

Computadores Portáteis. Regulamento de utilização

Computadores Portáteis. Regulamento de utilização Computadores Portáteis Regulamento de utilização 1 Introdução Os computadores portáteis estão disponíveis para: a) a utilização individual e profissional por professores; b) a utilização por professores,

Leia mais

CRIE > Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis

CRIE > Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis CRIE > Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis Resumo do projecto Com a candidatura a este projecto, e envolvendo todos os departamentos, alunos e encarregados de educação, a nossa escola

Leia mais

PLANO TIC ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE MACHICO

PLANO TIC ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE MACHICO PLANO TIC ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE MACHICO 2010-2011 O Coordenador TIC Maria Jacinta Lopes IDENTIFICAÇÃO DO COORDENADOR TIC Maria Jacinta Lopes 962937650 marijacinta@gmail.com CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA

Leia mais

Plano Tecnológico da Educação objectivo estratégico e metas

Plano Tecnológico da Educação objectivo estratégico e metas Plano Tecnológico da Educação objectivo estratégico e metas Objectivo estratégico Colocar Portugal entre os cinco países europeus mais avançados na modernização tecnológica do ensino em 2010 Metas EU 2006

Leia mais

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1. Oferta Formativa 1.1. Dinamizar e consolidar a oferta formativa 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1.1.2. Promover o funcionamento de ciclos de estudos em regime

Leia mais

Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento

Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento orientações Rede Bibliotecas Escolares Sumário Nota introdutória... 2 Orientações Director... 3 Professor bibliotecário... 5 Docentes... 10

Leia mais

Escola EB 2,3 Abade Correia da Serra PLANO DE ACÇÃO DAS TIC 2009/2010

Escola EB 2,3 Abade Correia da Serra PLANO DE ACÇÃO DAS TIC 2009/2010 Escola EB 2,3 Abade Correia da Serra PLANO DE ACÇÃO DAS TIC EQUIPA PTE Serpa Dezembro de 2009 Índice 1. Identificação da escola... 2 2. Equipa PTE... 2 3. Recursos humanos... 3 4. Caracterização dos meios

Leia mais

ANEXO 5 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DA EQUIPA PTE

ANEXO 5 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DA EQUIPA PTE ANEXO 5 Regulamento Interno REGIME DE FUNCIONAMENTO DA EQUIPA PTE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS IBN MUCANA 2011/2014 INDÍCE ARTIGO 1º - DEFINIÇÃO DA EQUIPA DO PLANO TECNOLÓGICO DA EDUCAÇÃO... 3 ARTIGO 2º - COMPETÊNCIAS...

Leia mais

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria www.anotherstep.pt 2 Sumário Ponto de situação Plano de Ações de Melhoria PAM Enquadramento e planeamento Selecção das Ações de Melhoria Fichas de

Leia mais

BIBLIOTECA ESCOLAR REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO DA SILVA CORREIA

BIBLIOTECA ESCOLAR REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO DA SILVA CORREIA BIBLIOTECA ESCOLAR REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO DA SILVA CORREIA ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 CONDIÇÕES DE INSTALAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO... 3 1. A EQUIPA EDUCATIVA... 3 2. COMPETÊNCIAS

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA 2012-2015 PLANO DE MELHORIA (2012-2015) 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO Decorreu em finais de 2011 o novo processo de Avaliação Externa

Leia mais

Universidade Católica Portuguesa

Universidade Católica Portuguesa Universidade Católica Portuguesa Direcção de Sistemas de Informação Serviços disponíveis aos Alunos 2012/2013 Índice Direcção de Sistemas de Informação Pré requisitos e modo de acesso aos sistemas Pré

Leia mais

Website disponível em: Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt. Palavra-chave: *aluno*

Website disponível em: Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt. Palavra-chave: *aluno* Website disponível em: http://formar.tecminho.uminho.pt/moodle/course/view.php?id=69 Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt Palavra-chave: *aluno* Associação Universidade Empresa para o Desenvolvimento Web

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS INICIATIVA ESCOLAS, PROFESSORES E COMPUTADORES PORTÁTEIS EQUIPAMENTOS DO PROJECTO. Ano Lectivo 2006 / 07

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS INICIATIVA ESCOLAS, PROFESSORES E COMPUTADORES PORTÁTEIS EQUIPAMENTOS DO PROJECTO. Ano Lectivo 2006 / 07 REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DO PROJECTO INICIATIVA ESCOLAS, PROFESSORES E COMPUTADORES PORTÁTEIS Ano Lectivo 2006 / 07 O equipamento informático afecto ao Projecto será partilhado por vários

Leia mais

REFORÇAR Objectivo 1. Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa

REFORÇAR Objectivo 1. Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa CORECARD > MONITORIZAÇÃO Organização e Processos de Gestão Estratégica Liderar e criar uma cultura de escola Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa

Leia mais

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO PLANO DE MELHORIA DO 2015-2017 Conservatório de Música do Porto, 30 de outubro de 2015 1. Introdução... 3 2. Relatório de Avaliação Externa... 5 Pontos Fortes... 5 Áreas de Melhoria... 6 3. Áreas Prioritárias...

Leia mais

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 1.1- DOCENTES:... 4 1.2- NÃO DOCENTES:... 5 1.2.1- TÉCNICAS SUPERIORES EM EXERCÍCIO DE FUNÇÕES... 5 1.2.2- ASSISTENTES OPERACIONAIS EM EXERCÍCIO

Leia mais

Enunciados dos Trabalhos de Laboratório. Instituto Superior Técnico - 2005/2006. 1 Introdução. 2 Configuração de Redes

Enunciados dos Trabalhos de Laboratório. Instituto Superior Técnico - 2005/2006. 1 Introdução. 2 Configuração de Redes Enunciados dos Trabalhos de Laboratório Instituto Superior Técnico - 2005/2006 1 Introdução A empresa XPTO vende serviços de telecomunicações. O seu portfólio de serviço inclui: acesso à Internet; serviço

Leia mais

Plano de ação da biblioteca escolar

Plano de ação da biblioteca escolar AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA GAFANHA DA ENCARNÇÃO Plano de ação da biblioteca escolar 2013-2017 O plano de ação constitui-se como um documento orientador de linhas de ação estratégicas, a desenvolver num

Leia mais

Plano TIC EB1/PE do Paul do Mar - ETI

Plano TIC EB1/PE do Paul do Mar - ETI 2007 2008 Plano TIC EB1/PE do Paul do Mar - ETI Documento de suporte às funções do Coordenador TIC para o ano lectivo 2007/2008. Objectivos, recursos existentes, necessidades ao nível das TIC, actividades

Leia mais

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Liderança 1.1 1.2 1.3 1.4 1. As decisões tomadas pelo Conselho Pedagógico, pela Direção e pelo Conselho Geral são disponibilizadas atempadamente. 2. Os vários

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

COMISSÃO PERMANENTE DO CONSELHO GERAL. Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010

COMISSÃO PERMANENTE DO CONSELHO GERAL. Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010 Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010 O presente relatório traduz a avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento Vertical de Escolas de Leça da Palmeira/Santa Cruz do

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS. ESCOLA SECUNDÁRIA QUINTA do MARQUÊS

REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS. ESCOLA SECUNDÁRIA QUINTA do MARQUÊS REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS ESCOLA SECUNDÁRIA QUINTA do MARQUÊS Artigo 1º - Definição A Biblioteca Escolar - Centro de Recursos Educativos da Escola Secundária Quinta

Leia mais

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Definir o conceito de Help Desk; Identificar os diferentes tipos de Help Desk; Diagnosticar

Leia mais

Projecto de Actividades para a «Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis» Formulário de candidatura

Projecto de Actividades para a «Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis» Formulário de candidatura Projecto de Actividades para a «Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis» Formulário de candidatura (vide instruções no URL: http://www.crie.min-edu.pt/portateis/index.htm) 1. Identificação

Leia mais

MANUAL RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO

MANUAL RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO Agrupamento de Escolas n.º 2 de Beja Mário Beirão PLATAFORMA GATO:\> GESTÃO DE EQUIPAMENTOS E EQUIPAMENTOS ON LINE MANUAL RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO Novembro de 2009 1 O QUE É O GATO:\>? A aplicação das Tecnologias

Leia mais

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma.

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. Universidade de Aveiro Mestrado em Gestão da Informação Christelle Soigné Palavras-chave Ensino superior. e-learning.

Leia mais

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 1 Índice: I Enquadramento II Eixos de Intervenção Estratégica III Proposta de Orçamento IV Candidaturas a Programas de Apoio 2 I Enquadramento Estratégico

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

Escola Secundária de Alves Redol

Escola Secundária de Alves Redol Escola Secundária de Alves Redol Áreas de intervenção A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular A1. Difundir os recursos junto da organização pedagógica da escola Interacção com os Departamentos /Apresentação

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

MODERNIZAR E MELHORAR AS ESCOLAS ATRAVÉS DAS TIC

MODERNIZAR E MELHORAR AS ESCOLAS ATRAVÉS DAS TIC 30 Dossier Tic Tac Tic Tac MODERNIZAR E MELHORAR AS ESCOLAS ATRAVÉS DAS TIC Texto de Elsa de Barros Ilustração de Luís Lázaro Contribuir para o aumento do sucesso escolar dos alunos, equipando as escolas

Leia mais

Universidade Católica Portuguesa

Universidade Católica Portuguesa Universidade Católica Portuguesa Direcção de Sistemas de Informação Serviços disponíveis aos Docentes 2012/2013 Índice Direcção de Sistemas de Informação Pré requisitos e modo de acesso aos sistemas Pré

Leia mais

Universidade Católica Portuguesa

Universidade Católica Portuguesa Universidade Católica Portuguesa Direção de Sistemas de Informação Serviços disponíveis aos Alunos 2014/2015 Índice Direção de Sistemas de Informação Pré requisitos e modo de acesso aos sistemas Pré requisitos

Leia mais

Plano de Acção da Equipa do Plano Tecnológico da Educação

Plano de Acção da Equipa do Plano Tecnológico da Educação Ano Lectivo 2009/2010, 30 de Janeiro de 2010 Índice Introdução... 3 Caracterização do Agrupamento... 5 Equipa do... 6 Objectivos... 8 Actividades a Desenvolver... 10 Divulgação do plano PTE... 12 Avaliação

Leia mais

ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO

ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO 1. DIMENSÃO PEDAGÓGICA 1.a) ACESSIBILIDADE SEMPRE ÀS VEZES NUNCA Computadores, laptops e/ou tablets são recursos que estão inseridos na rotina de aprendizagem dos alunos, sendo possível

Leia mais

OBSERVAÇÃO E ANÁLISE DA RETENÇÃO NO ENSINO BÁSICO NO ANO LECTIVO DE 2006/2007

OBSERVAÇÃO E ANÁLISE DA RETENÇÃO NO ENSINO BÁSICO NO ANO LECTIVO DE 2006/2007 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA OBSERVAÇÃO E ANÁLISE DA RETENÇÃO NO ENSINO BÁSICO NO ANO LECTIVO DE 2006/2007 RELATÓRIO FINAL ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO

Leia mais

ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA

ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA Extracto do PARECER TÉCNICO emitido pelo Especialista da Formação PREÂMBULO O presente Parecer tem como objectivo a análise do Projecto de Investigação

Leia mais

PÁGINAS WEB. António Ginja Carmo

PÁGINAS WEB. António Ginja Carmo PÁGINAS WEB António Ginja Carmo Índice 1 - Titulo 2 2 Enquadramento 2 3 - Descrição 3 4 - Objectivos 3 5 Público-Alvo 3 6 - Conteúdos 4 7 - Calendário das Actividades 5 8 - Estratégias Pedagógicas 8 9

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14 Agrupamento de Escolas da Moita Plano de Melhoria P r o v i s ó r i o P p P r o Ano letivo 2013-14 Moita, 22 de abril de 2015 A COMISSÃO DE AUTOAVALIAÇÃO o Célia Romão o Hélder Fernandes o Ana Bela Rodrigues

Leia mais

2010/11 EQUIPA PTE, 2010/11

2010/11 EQUIPA PTE, 2010/11 Agrupamento de Escola de Canas de Senhorim PLANO TIC 2010/11 EQUIPA PTE, 2010/11 Capítulo: Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 AGRUPAMENTO... 4 2.1 Escolas do Agrupamento... 4 3 Equipa PTE... 5 3.1 Elementos da

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE ACTIVIDADES

RELATÓRIO ANUAL DE ACTIVIDADES SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E REABILITAÇÃO DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DE FORMAÇÃO E ADAPTAÇÕES TECNOLÓGICAS RELATÓRIO ANUAL DE ACTIVIDADES 2006 ÍNDICE 1. Nota Introdutória...

Leia mais

Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento

Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento orientações [setembro de 2011] Rede Bibliotecas Escolares Sumário Nota introdutória... 2 Orientações Diretor... 3 Professor bibliotecário...

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DA BAIXA DA BANHEIRA

ESCOLA SECUNDÁRIA DA BAIXA DA BANHEIRA ESCOLA SECUNDÁRIA DA BAIXA DA BANHEIRA Ano lectivo 2010 / 2011 Introdução De modo a dar cumprimento à legislação em vigor, tendo como base os objectivos do Projecto Educativo: Diminuir o Insucesso e abandono

Leia mais

CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO

CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO An 2-A Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria 2015l2017 ÍNDICE ÍNDICE: INTRODUÇÃO... 3 ÁREAS DE AÇÃO DE MELHORIA.... 4 PLANOS DE AÇÃO DE MELHORIA.. 5 CONCLUSÃO...

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA FACULDADE DE PSICOLOGIA E DE EDUCAÇÃO MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM INFORMÁTICA EDUCACIONAL Internet e Educação Ensaio: A Web 2.0 como ferramenta pedagógica

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO - PROJETO DO CONTRATO DE AUTONOMIA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO - PROJETO DO CONTRATO DE AUTONOMIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO - PROJETO DO CONTRATO DE AUTONOMIA ANEXO II DOMÍNIO: GESTÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR Estudex PROJETOS ATIVIDADES ESTRATÉGIAS PARCERIAS CALENDARIZAÇÃO Sala de estudo para o

Leia mais

Projecto de Acompanhamento do Uso Educativo da Internet nas Escolas Públicas do 1.º ciclo no distrito de Bragança

Projecto de Acompanhamento do Uso Educativo da Internet nas Escolas Públicas do 1.º ciclo no distrito de Bragança Seminário Contextualização SOCIEDADE DE CONHECIMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS NAS ZONAS RURAIS as novas acessibilidades na procura da qualidade de vida Projecto de Acompanhamento do Uso Educativo da Internet

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO ADOBE MUSE: CRIE E PUBLIQUE O SEU SITE EDIÇÃO Nº 01/2012

FICHA TÉCNICA DO CURSO ADOBE MUSE: CRIE E PUBLIQUE O SEU SITE EDIÇÃO Nº 01/2012 FICHA TÉCNICA DO CURSO ADOBE MUSE: CRIE E PUBLIQUE O SEU SITE EDIÇÃO Nº 01/2012 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Adobe Muse: crie e publique o seu site 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER Acesso a novas oportunidades:

Leia mais

DEPARTAMENTO DA QUALIDADE

DEPARTAMENTO DA QUALIDADE DEPARTAMENTO DA QUALIDADE PLANO DE MELHORIA ESA 2013-2016 Objetivos gerais do Plano de Melhoria 1. Promover o sucesso educativo e melhorar a sua qualidade 2. Melhorar os processos e resultados pedagógicos

Leia mais

PROJETO UCA: FORMAÇÃO BRASIL. Proposta de operacionalização. Formação dos professores na escola

PROJETO UCA: FORMAÇÃO BRASIL. Proposta de operacionalização. Formação dos professores na escola Ministério da Educação Secretaria de Educação a Distância Projeto Um Computador por Aluno PROJETO UCA: FORMAÇÃO BRASIL Proposta de operacionalização Formação dos professores na escola Outubro, 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores. Projeto Educativo. Educar para a Cidadania

Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores. Projeto Educativo. Educar para a Cidadania Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores Projeto Educativo Educar para a Cidadania Preâmbulo O Projeto Educativo é o documento que consagra a orientação educativa

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA. Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado

A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA. Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado O Plano Tecnológico da Educação (PTE), aprovado pela Resolução de

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Arronches. Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar

Agrupamento de Escolas de Arronches. Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar Agrupamento de Escolas de Arronches Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar João Garrinhas Agrupamento de Escolas de Arronches I. PRINCIPIOS, VALORES E MISSÃO DO AGRUPAMENTO

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO 2º TRIMESTRE 2014

PLANO DE FORMAÇÃO 2º TRIMESTRE 2014 AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA O seu conhecimento em primeiro lugar! AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA INTRODUÇÃO No primeiro trimestre a Agência para a Modernização Administrativa

Leia mais

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS INSTI INSTUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO + ESCOLA + PESSOA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA 2013-2017 Agrupamento de Escolas do Fundão Página 1 Perante o diagnóstico realizado, o Agrupamento assume um conjunto de prioridades

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA Plano Estratégico de Melhoria 2011-2012 Uma escola de valores, que educa para os valores Sustentabilidade, uma educação de, e para o Futuro 1. Plano Estratégico

Leia mais

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO PREÂMBULO O projecto Estarreja COMpartilha surge da necessidade que se tem verificado, na sociedade actual, da falta de actividades e práticas de cidadania. Traduz-se numa relação solidária para com o

Leia mais

O e-learning como etapa da universidade para o virtual

O e-learning como etapa da universidade para o virtual lmbg@ufp.pt & fergomes@ufp.pt O e-learning como etapa da universidade para o virtual Luis Borges Gouveia Fernando Gomes Universidade Fernando Pessoa e-learning como objectivo ou etapa? o e-learning como

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Ano Lectivo 2011/2012

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Ano Lectivo 2011/2012 Programa da Unidade Curricular SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Ano Lectivo 2011/2012 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Políticas de Segurança 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

Avaliação do Projecto Curricular

Avaliação do Projecto Curricular Documento de Reflexão Avaliação do Projecto Curricular 2º Trimestre Ano Lectivo 2006/2007 Actividade Docente desenvolvida Actividade não lectiva Com base na proposta pedagógica apresentada no Projecto

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Alfena. Plano de Melhoria. 2013/2014 a 2014/2015

Agrupamento de Escolas de Alfena. Plano de Melhoria. 2013/2014 a 2014/2015 Agrupamento de Escolas de Alfena Plano de Melhoria a 2014/2015 outubro 2013 Índice Introdução...3 Resultados da Avaliação Externa...4 Principais Áreas de Melhoria...6 Plano de Ação...7 Considerações Finais...14

Leia mais

Auditoria Sistemática

Auditoria Sistemática ISAL Instituto Superior de Administração e Línguas Auditoria Sistemática Resumo do Relatório da Inspecção Geral do MCTES 18.Novembro.2010 Índice INTRODUÇÃO... 3 CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE DOS PROCEDIMENTOS...

Leia mais

Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário

Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário Secundário reconhecem que a melhoria da educação e da qualificação dos Portugueses constitui

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2014/2017

PLANO DE ACÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2014/2017 PLANO DE ACÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2014/2017 1 O plano de ação que se apresenta teve por base as autoavaliações efetuadas durante os anos 2009-10; 2010-11;

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO DE ACÇÃO 2009/2013

PLANO ESTRATÉGICO DE ACÇÃO 2009/2013 ESCOLA SECUNDÁRIA DE VALONGO PLANO ESTRATÉGICO DE ACÇÃO 2009/2013 SALA DE ESTUDO ORIENTADO 2009/2013 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 PRIORIDADES... 4 OBJECTIVOS DA SALA DE ESTUDO ORIENTADO... 5 Apoio Proposto...

Leia mais

Introdução. Para a condução de cada ação teremos presentes duas questões importantes:

Introdução. Para a condução de cada ação teremos presentes duas questões importantes: Fevereiro 2014 Introdução A Escola é hoje um mundo onde todos os atores educativos têm voz por isso a facilidade, a celeridade, a clareza e a abertura são as caraterísticas da comunicação que possibilitam

Leia mais

2010/2011. Instituto de S. Tiago, Cooperativa de Ensino C.R.L.

2010/2011. Instituto de S. Tiago, Cooperativa de Ensino C.R.L. Plano de 2010/2011 Instituto de S. Tiago, Cooperativa de Ensino C.R.L. Plano de de Pessoal Docente e Não Docente 2010/11 INTRODUÇÃO O Plano de do Instituto de S. Tiago surge da cooperação entre todas as

Leia mais

REGULAMENTO. Elaborado por: Aprovado por: Versão

REGULAMENTO. Elaborado por: Aprovado por: Versão REGULAMENTO Regulamento dos Cursos de Pós-Graduação Elaborado por: Aprovado por: Versão Reitor 1.2 (Professor Doutor Rui Oliveira) Revisto e Confirmado por: Data de Aprovação Inicial (José João Amoreira)

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES Inovação e Qualidade Plano de Ação Estratégico - 2012/2013 ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES PROJECTO DE INTERVENÇÃO PLANO DE ACÇÃO ESTRATÉGICO 2012/2013 Escola de Oportunidades e de Futuro Telmo

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO Novembro/2014 Índice INTRODUÇÃO... 3 Balanço da execução do plano... 4 Conclusão... 5 Recomendações... 8 REVISÃO DO

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GARDUNHA E XISTO 161123. Plano de Melhoria Página 1

DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GARDUNHA E XISTO 161123. Plano de Melhoria Página 1 DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GARDUNHA E XISTO 161123 Plano de Melhoria Página 1 Introdução... 3 Identificação das áreas de melhoria... 3 Visão geral do Plano de Melhoria...

Leia mais

Módulo Presencial Síncrona Assíncrona TOTAL

Módulo Presencial Síncrona Assíncrona TOTAL REFRESCAMENTO DE PROFESSORES EM TIC NÍVEL 1 (125 horas) Objectivos gerais Este curso visa a aquisição de competências técnicas básicas no âmbito das aplicações informáticas de processamento de texto, folha

Leia mais

PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA

PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA 2010/2011 Coordenadora Elvira Maria Azevedo Mendes Projecto: Mais Sucesso Escolar Grupo de Matemática 500 1 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO 1.1 Nome do projecto:

Leia mais

WORKSHOPS. CONTEÚDOS E PÚBLICO-ALVO.

WORKSHOPS. CONTEÚDOS E PÚBLICO-ALVO. WORKSHOPS. CONTEÚDOS E PÚBLICO-ALVO. Workshop 1 Web 2.0 na educação (dinamizado por Fernando Delgado EB23 D. Afonso III) Os serviços da Web 2.0 têm um enorme potencial para a educação, pois possibilitam

Leia mais

Plano de Actividades 2010

Plano de Actividades 2010 Plano de Actividades 2010 Gabinete de Apoio ao Estudante com Deficiência Janeiro de 2010 O presente relatório explicita as actividades que, de forma permanente, são asseguradas pelo, bem como um conjunto

Leia mais

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Ano letivo 2014/2015 Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Aulas Previstas Semestre 32 Subdomínio: Conhecimento e utilização

Leia mais

Projeto de Ações de Melhoria

Projeto de Ações de Melhoria DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVES REDOL, VILA FRANCA DE XIRA- 170 770 SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALVES REDOL 400 014 Projeto de Ações de Melhoria 2012/2013

Leia mais

REGULAMENTO DA ACTIVIDADE FORMATIVA

REGULAMENTO DA ACTIVIDADE FORMATIVA A CadSolid tem como missão contribuir para a modernização da indústria portuguesa, mediante o desenvolvimento e comercialização de produtos e serviços inovadores, personalizados e concebidos para satisfazer

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA Regulamento do Curso Vocacional Artes e Multimédia Ensino Básico 3º ciclo Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas Levante da Maia 2014-2015 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas

Leia mais

Relatório Final da Acção de Formação Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências (1 de Julho a 13 de Setembro de 2008)

Relatório Final da Acção de Formação Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências (1 de Julho a 13 de Setembro de 2008) Relatório Final da Acção de Formação Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências (1 de Julho a 13 de Setembro de 2008) Centro de Formação Centro de Formação da Batalha Formando Selma

Leia mais