BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS"

Transcrição

1 A BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS Últim tulizção Mio/2011

2 VERSÃO MAIO/2011 ACABAMENTOS NATURAL: O cbmento pdrão d chp possui bi reflectânci e pode presentr vrições de brilho. BRILHANTE: Esse tipo de cbmento é obtido trvés do processo de lminção e present um ds fces mis reflectiv do que do cbmento nturl devido à menor rugosidde do cilindro de lminção. ENVERNIZADO OU PINTADO: Antes d chp receber pintur ou verniz é feit um preprção químic de superfície que proporcion melhor resistênci corrosão e melhor derênci dos revestimentos. Ess preprção consiste em um trtmento de desengre, limpez e ncorgem. Após esse processo, chp recebe em um ou mbs s fces plicção de verniz ou de tint bse de Polyester. Pr plicção destes revestimentos é utilizdo o sistem coil coting que confere o lumínio mior resistênci corrosão, brsão e intempéries, lém de proporcionr ecelente cbmento superficil. LAVRADO (STUCCO): A chp lvrd tem o specto superficilmente modificdo pelo desenho stucco em mbs s fces. GOFRADO: A chp gofrd tem o specto superficilmente modificdo com desenho tipo gofrdo em mbs s fces. ANTIDERRAPANTE: O mteril é um chp grvd em lto relevo com desenhos de cinco lágrims trvés de um processo especil de lminção. Esse tipo de cbmento confere crcterístic ntiderrpnte o produto.

3 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DO ALUMÍNIO (comprdo às de outros metis) PROPRIEDADES FÍSICAS ALUMÍNIO AÇO COBRE Peso específico (g/ cm³) Tempertur de Fusão ( C) Condutibilidde elétric (% IACS 20ºC) Condutibilidde térmic 25 C (Cl.cm/cm².sºC) Coeficiente de diltção térmic por C ( ºC) Módulo de elsticidde (kg/mm²) 2, , , , , , TÊMPERAS As ligs citds qui não são trtáveis termicmente, no entnto sus crcterístics de resistênci mecânic podem ser elevds trvés de deformção mecânic frio. A esse processo, denomindo encrumento, tribui-se letr H seguid de dois ou mis lgrismos que têm o seguinte significdo: H1X H2X H3X H4X O F Mteril somente encrudo. Mteril encrudo seguido de recozimento prcil. Mteril encrudo seguido de estbilizção. Indic que mteril é pintdo. o estdo recozido o mteril como fbricdo. O segundo lgrismo indic o gru de encrumento do mteril Sus proprieddes mecânics umentm à medid que ument este lgrismo. HX2 HX4 HX6 HX8 HX9 ¼ duro. ½ duro. ¾ duro. duro. etrduro O terceiro dígito qundo utilizdo indic um vrição d têmper de dois dígitos correspondente. O HX2 HX4 HX6 HX8 HX14 HX34 HX54 HX74 HX94 VERSÃO Mio/2011

4 COMPOSIÇÃO QUÍMICA ELEMENTO Ti + V+ Outros Si Fe Cu Mn Mg Cr Zn Ti Si + Fe V LIGA Cr + Mn Cd Totl Alumínio ,25 0,40 0,05 0,05 0,05-0,05 0,03-0,05 0,03-99, ,05-0,20 0, ,10-0,95-0,05 0, ,05 0, ,10 0,05-1,00-0,05 0, A 0,25 0,40 0,02-0,05-0,05 0, ,03-99, ,60 0,70 0,05-0,20 1,00-1, , ,05 0,15 Restnte ,60 0,70 0,30 0,30-0,80 0,20-0,80 0,20 0,40 0, ,05 0,15 Restnte ,50-0,90 0,60-1,00 0,10 0,20 0,05 0,05 0,10 0, ,05 0,15 Restnte NOTA: Os vlores são máimo permitido por elemento químico, qundo não se pontm os vlores no intervlo mínimo e máimo PROPRIEDADES MECÂNICAS LIGA 1050/ 1350A 1100/ LRT (MPA) LE (MPA) (%) TÊMPERA ALONGAMENTO MÍN. MÁX. MÍN. MÁX. MÍN. O H12 / H22¹ H14 / H24¹ H16 / H26¹ H O H12 / H22¹ H14 / H24¹ H16 / H26¹ H H H H18/ H28¹ H H H H H O H12 / H22¹ H14 / H24¹ H16 / H26¹ H ¹ ) Pr s têmpers H2X não se plic o limite máimo de resistênci trção, nem o limite convencionl de escomento mínimo NOTA: O vlor de Alongmento é proporcionl espessur, por isso foi tomdo como bse espessurs entre 0,5 mm e 1,0 mm * 9,807 Mp = 1kgf/mm² * Demis ligs e têmpers sob consult VERSÃO Mio/2011

5 LIMITES DE FABRICAÇÃO / BRILHANTE / NATURAL / NATURAL ANTI DERRAPANTE LIGA TÊMPERA H A H24 H26 H18/28 O H22 H24 H26 H28 H12 H14 H16 H18 H114 H234 H254 H274 H134 H154 H174 H274 H194 GOFRADA / PINTADA / PINTADA O O H42 H44 H46 H48 H414 H434 H454 H474 NOTA: Vlores de proprieddes mecânics ds chps lvrd, gofrd e ntiderrpnte são referentes chp lis ntes de sofrer deformção FILME DE PROTEÇÃO BAIXA ADESIVAÇÃO MÉDIA ADESIVAÇÃO APLICAÇÃO MATERIAL NATURAL, BRILHANTE OU PINTADO MATERIAL PINTADO Filme Adesivo Chp de Alumínio * Demis ligs e têmpers sob consult VERSÃO Mio/2011

6 Chp Bobin LIMITES DE FABRICAÇÃO LISA BRILHANTE LISA NATURAL NATURAL LISA PINTADA PINTADA ESPESSURA LARGURA > > DIÂMETRO INTERNO DIÂMETRO EXTERNO MÁX. 0,4 0,9 25, ou ,3 2,0 25, ou , ou ,4 1,2 25, ou ,4 1,5 25, ou ,4 1,2 25, ou Chp Formto BRILHANTE LISA NATURAL ANTI DERRAPANTE GOFRADA LISA PINTADA ESPESSURA LARGURA COMPRIMENTO > > > 0,4 0, ,3 0, , ,2 1, , ,4 1, ,4 1, ,5 2, ,3 0, ,4 1, , ,0 1, ,4 1, ,4 1, NOTA: Considerr pr chp ntiderrpnte espessur cim como sendo de bse. *Outros vlores sob consult VERSÃO Mio/2011

7 TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS Tolerânci de Espessur +/- 5% do vlor nominl Tolerânci de Lrgur (L) L 100 +/- 0,25 mm 100 < L 250 +/- 0,50 mm 250 < L /- 1,00 mm 1000 < L /- 1,50 mm Tolerânci de Comprimento (C) 500 < C /- 2,0 mm 1000 < C /- 2,5 mm 2000 < C /- 3,0 mm 4000 < C /- 3,5 mm Desvio Lterl PRODUTO LARGURA TOLERÂNCIA L 50 15,0 50 < L ,0 100 < L 250 6,0 L > 250 5,0 NOTA: Comprimento bse de desvio lterl: 2,0 m PRODUTO LARGURA COMPRIMENTO C < C < C < C < C L 900 1,0 2,5 5,0 9,0 14,0 900 < L ,5 1,5 3,0 5,0 8,0 Tolerânci de Esqudro D2 D1 COMPRIMENTO C 3500 C > 3500 LARGURA TOLERÂNCIA DE ESQUADRO 385 L 500 4,0 500 < L , < L ,0 385 L 500 5,0 500 < L , < L ,0 *Outros vlores sob consult VERSÃO Mio/2011

8 VERSÃO Mio/2011 RECOMENDAÇÕES Qundo você receber o lumínio: 1. Verifique se o metl ou emblgem present umidde ou dnos. 1.1 Cso hj umidde ou dnos, note ess ocorrênci em tods s cópis d NF e no conhecimento de crg d Trnsportdor. 1.2 Informe imeditmente o deprtmento de comprs ou o deprtmento de controle de qulidde e solicite presenç d Alco. 2. Verifique se o metl está muito frio 2.1 Cso ele estej, vise imeditmente o encrregdo; 2.2 Deie o metl em locl fresco, ms livre de corrente de r pr que ele sej lentmente quecido (se o metl for colocdo de imedito num áre muito quente, ele ficrá úmido e oidrá); 2.3 Qundo o metl estiver rzovelmente quecido coloque-o no depósito. Qundo o lumínio for trnsferido de um áre pr outr: Verifique se tempertur do mbiente pr onde o lumínio está sendo trnsportdo está mis elevd do que do mbiente de estocgem. Se diferenç for mior que 10 C: A) Trnsporte somente quntidde de lumínio que será utilizd no momento; B) Avise o encrregdo C) Mntenh o restnte do lumínio no mesmo lugr, té que sej necessário utilizá-lo. ESTOCAGEM E TRANSPORTE Vide recomendções n emblgem.

BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS

BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS A BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS Última atualização Dez/2009 VERSÃO DEZ/2009 ACABAMENTOS NATURAL: O acabamento padrão da chapa possui baia reflectância e pode apresentar variações de brilho. BRILHANTE: Esse

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS

BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS A BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS Última atualização Maio/2011 CLASSIFICAÇÃO DAS FOLHAS DE ALUMÍNIO A folha de Alumínio é um produto resultante do processo de laminação a frio com secção transversal variando

Leia mais

Construção e montagem

Construção e montagem Construção e montgem Tetos Knuf D11 Construção Os tetos Knuf com chps de gesso podem ser fixdos diretmente o teto originl ou suspensos com tirnte e suportes. As chps de gesso são prfusds num estrutur metálic,

Leia mais

Composição química do alumínio

Composição química do alumínio Índice Descrição Página Composição química do alumínio... 4 Propriedades mecânicas do alumínio... 5 Propriedades físicas do alumínio... 6 Comparativo do alumínio com outros metais... 6 Principais ligas,

Leia mais

FORÇA LONGITUDINAL DE CONTATO NA RODA

FORÇA LONGITUDINAL DE CONTATO NA RODA 1 ORÇA LONGITUDINAL DE CONTATO NA RODA A rod é o elemento de vínculo entre o veículo e vi de tráfego que permite o deslocmento longitudinl, suportndo crg verticl e limitndo o movimento lterl. Este elemento

Leia mais

AÇO INOXIDÁVEL. Tubos Barras Chapas Bobinas Cantoneiras

AÇO INOXIDÁVEL. Tubos Barras Chapas Bobinas Cantoneiras AÇO INOXIDÁVEL Tubos Barras Chapas Bobinas Cantoneiras CERT I F I CADA Empresa Certificada pela Norma ISO 9001:2008 ISO 9001 2008 www.elinox.com.br ÍNDICE Empresa...2 Visão, Missão e Valores...3 Qualidade...4

Leia mais

Cobresul Metais Ltda. semimanufaturados de cobre.

Cobresul Metais Ltda. semimanufaturados de cobre. Cobresul Metais Ltda. semimanufaturados de cobre. A Cobresul Metais Ltda., afiliada e controlada pela Plasinco Empreendimentos Ltda. proprietária das empresas Plasinco Ltda, Plasinco Importação e Exportação

Leia mais

MANUAL TÉCNICO DE AÇO INOXIDÁVEL

MANUAL TÉCNICO DE AÇO INOXIDÁVEL MANUAL TÉCNICO DE AÇO INOXIDÁVEL Manual Técnico de Aço Inoxidável Índice 1. INTRODUÇÃO...59 2. FABRICAÇÃO DO INOX...60 3. APLICABILIDADE DO AÇO INOXIDÁVEL...61 3.1 - Aço Inoxidável Austenítico...61 3.2

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTOS. Coberturas Metálicas

CATÁLOGO DE PRODUTOS. Coberturas Metálicas CATÁLOGO DE PRODUTOS Coberturs Metálics SOMOS UMA EMPRESA BRASILEIRA. A Telhs Brsil é um empres com mis de 15 nos de experiênci no desenvolvimento e fbricção de produtos pr estruturs e coberturs metálics.

Leia mais

ALICATES. Furo do rebite calibrado permite perfeito. sua vida útil. com alicates padrões.

ALICATES. Furo do rebite calibrado permite perfeito. sua vida útil. com alicates padrões. AICAES Mior Vid Útil do Corte Design do corte perfeiçodo e trtdo termicmente pr mior vid útil do licte. Cbo Ergonômico Cbo ntidesliznte fbricdo em duplo mteril pr mior conforto. Mior Durbilidde Fbricdo

Leia mais

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto Soluções reis: tividdes Nenhum solução rel é idel Desvio do comportmento idel com umento d concentrção de soluto O termo tividde ( J ) descreve o comportmento de um solução fstd d condição idel. Descreve

Leia mais

POLINÔMIOS. Definição: Um polinômio de grau n é uma função que pode ser escrita na forma. n em que cada a i é um número complexo (ou

POLINÔMIOS. Definição: Um polinômio de grau n é uma função que pode ser escrita na forma. n em que cada a i é um número complexo (ou POLINÔMIOS Definição: Um polinômio de gru n é um função que pode ser escrit n form P() n n i 0... n i em que cd i é um número compleo (ou i 0 rel) tl que n é um número nturl e n 0. Os números i são denomindos

Leia mais

Phoenix do Brasil Ltda.

Phoenix do Brasil Ltda. RESISTOR DE FIO AXIAL - AC CARACTERÍSTICAS Resistores de uso gerl Alt potênci em tmnho compcto Alto desempenho em plicções de pulso Váris opções de pré-form dos terminis Revestimento pr lt tempertur TECNOLOGIA

Leia mais

Regras. Resumo do Jogo Resumo do Jogo. Conteúdo. Conteúdo. Objetivo FRENTE do Jogo

Regras. Resumo do Jogo Resumo do Jogo. Conteúdo. Conteúdo. Objetivo FRENTE do Jogo Resumo do Jogo Resumo do Jogo Regrs -Qundo for seu turno, você deve jogr um de sus crts no «ponto n linh do tempo» que estej correto. -Se você jogr crt corretmente, terá um crt menos à su frente. -Se você

Leia mais

Unidade Industrial Belmetal Sorocaba, SP

Unidade Industrial Belmetal Sorocaba, SP índice 1 Nossa História... 2 2 Laminação do Alumínio... 3 2.1. Laminação a Quente... 3 2.2. Laminação a Frio... 3 2.3. Laminação Contínua... 3 3 Acabamentos Superficiais... 3 3.1. Acabamento Comum... 3

Leia mais

Semelhança e áreas 1,5

Semelhança e áreas 1,5 A UA UL LA Semelhnç e áres Introdução N Aul 17, estudmos o Teorem de Tles e semelhnç de triângulos. Nest ul, vmos tornr mis gerl o conceito de semelhnç e ver como se comportm s áres de figurs semelhntes.

Leia mais

0,8 0,9 1,0 1,2 1,32 1,6 18-20 100-250 ROSETADO AWS A 5.18 ER70S-6 0,15 0,15 0,15 0,03

0,8 0,9 1,0 1,2 1,32 1,6 18-20 100-250 ROSETADO AWS A 5.18 ER70S-6 0,15 0,15 0,15 0,03 ARAMES PARA SOLDA A MELHOR OPÇÃO PARA INDÚSTRIAS Soldar com GerdauMIG é ter alto rendimento nos processos industriais em soldagens semiautomáticas, mecanizadas e robotizadas, nos mais diversos segmentos.

Leia mais

ARAME PARA SOLDA MIG GERDAU A MELHOR OPÇÃO PARA INDÚSTRIAS

ARAME PARA SOLDA MIG GERDAU A MELHOR OPÇÃO PARA INDÚSTRIAS ARAMES PARA SOLDA ARAME PARA SOLDA MIG GERDAU A MELHOR OPÇÃO PARA INDÚSTRIAS Soldar com Gerdau-MIG é ter alto rendimento nos processos industriais em soldagens semiautomáticas, mecanizadas e robotizadas,

Leia mais

... ... a. Anexo I - Tabela de Tolerâncias Dimensionais e de Montagem de Elementos Pré-Fabricados. Identificação: A1.N2 Revisão: 03 Folha: 3 / 5

... ... a. Anexo I - Tabela de Tolerâncias Dimensionais e de Montagem de Elementos Pré-Fabricados. Identificação: A1.N2 Revisão: 03 Folha: 3 / 5 Identificção: A1.N2 Revisão: 03 Folh: 1 / 5 Função do Elemento Pinéis Arquitetônicos (item b1 do requisito Pilres, Vis, Pórticos, Terçs e Escds (itens b2, b3 e b4 do requisito Ljes Armds ou Protendids

Leia mais

TUDO PARA VOCÊ FAZER UM TRABALHO DE QUALIDADE

TUDO PARA VOCÊ FAZER UM TRABALHO DE QUALIDADE BARRAS E PERFIS AÇO PARA INDÚSTRIA TUDO PARA VOCÊ FAZER UM TRABALHO DE QUALIDADE Ao usar a ampla linha de Barras e Perfis Gerdau, você coloca mais qualidade no seu trabalho. Cada produto foi desenvolvido

Leia mais

INTrOdUÇÃO. alplan comércio de alumínio ltda

INTrOdUÇÃO. alplan comércio de alumínio ltda ao conceber este catálogo, procuramos sintetizar as linhas de perfis de acordo com a procura, o que não significa que não estejamos abertos a discutir e fornecer os itens de sua necessidade. o objetivo

Leia mais

8/6/2007. Dados os conjuntos: A={0,1} e B={a,b,c},

8/6/2007. Dados os conjuntos: A={0,1} e B={a,b,c}, 8/6/7 Orgnizção Aul elções clássics e relções Fuzz Prof. Dr. Alendre d ilv imões Produto Crtesino elções Crisp Produto crtesino Forç d relção Crdinlidde Operções em relções Crisp Proprieddes de relções

Leia mais

Quantidade de oxigênio no sistema

Quantidade de oxigênio no sistema EEIMVR-UFF Refino dos Aços I 1ª Verificção Junho 29 1. 1 kg de ferro puro são colocdos em um forno, mntido 16 o C. A entrd de oxigênio no sistem é controld e relizd lentmente, de modo ir umentndo pressão

Leia mais

Laminados. de alumínio

Laminados. de alumínio Laminados de alumínio COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIO Vista aérea da fábrica Alumínio SP Fundada em 9 na cidade de Alumínio (SP), a CBA, empresa do Grupo Votorantim, é uma das maiores indústrias do mundo

Leia mais

Algoritmos de Busca de Palavras em Texto

Algoritmos de Busca de Palavras em Texto Revisdo 08Nov12 A busc de pdrões dentro de um conjunto de informções tem um grnde plicção em computção. São muits s vrições deste problem, desde procurr determinds plvrs ou sentençs em um texto té procurr

Leia mais

MANUAL TÉCNICO DE TUBOS DE AÇO CARBONO COM COSTURA

MANUAL TÉCNICO DE TUBOS DE AÇO CARBONO COM COSTURA MANUAL TÉCNICO DE TUBOS DE AÇO CARBONO COM COSTURA Índice 1. INTRODUÇÃO...73 2. FABRICAÇÃO DE TUBOS...73 3. NORMAS DE FABRICAÇÃO...75 4. INFORMAÇÕES TÉCNICAS...77 4.1 - Cálculo do Peso Teórico de um Tubo

Leia mais

E-mail: vendas@bratal.com.br

E-mail: vendas@bratal.com.br CENTRAL DE VENDAS Consulte-nos pelo fone/fax : (19) 341.0081 E-mail: vendas@bratal.com.br 603 - Tubos 01 ESCOLHA ADEQUADA DA TUBULAÇÃO.... 1 DIAGRAMA TEÓRICO PARA CÁLCULO DE TUBULAÇÕES...........................

Leia mais

Matemática D Extensivo V. 6

Matemática D Extensivo V. 6 Mtemátic D Extensivo V. 6 Exercícios 0) ) cm Por definição temos que digonl D vle: D = D = cm. b) 6 cm² A áre d lterl é dd pel som ds áres dos qutro ldos que compõe: =. ² =. ( cm)² = 6 cm² c) 96 cm² O

Leia mais

Sua obra coberta de qualidade TELHAS DE AÇO. www.comercialgerdau.com.br

Sua obra coberta de qualidade TELHAS DE AÇO. www.comercialgerdau.com.br Sua obra coberta de qualidade TELHAS DE AÇO www.comercialgerdau.com.br Tipos de revestimentos Galvanizado por imersão a quente: apresenta grande resistência à corrosão atmosférica e atende a obras mais

Leia mais

Instruções de montagem

Instruções de montagem Instruções de montagem Indicações importantes relativas às instruções de montagem VOSS O desempenho e a segurança mais elevados possíveis no funcionamento dos produtos VOSS só serão obtidos se forem cumpridas

Leia mais

Instruções de montagem

Instruções de montagem Instruções de montagem Indicações importantes relativas às instruções de montagem VOSS O desempenho e a segurança mais elevados possíveis no funcionamento dos produtos VOSS só serão obtidos se forem cumpridas

Leia mais

Rolamentos com uma fileira de esferas de contato oblíquo

Rolamentos com uma fileira de esferas de contato oblíquo Rolmentos com um fileir de esfers de contto oblíquo Rolmentos com um fileir de esfers de contto oblíquo 232 Definições e ptidões 232 Séries 233 Vrintes 233 Tolerâncis e jogos 234 Elementos de cálculo 236

Leia mais

CATÁLOGO DE LAMINADOS

CATÁLOGO DE LAMINADOS CATÁLOGO DE LAMINADOS A TERMOMECANICA É UMA DAS MAIORES INDÚSTRIAS PRIVADAS DO BRASIL e líder no setor de trnsformção de metis não-ferrosos Cobre e sus ligs em produtos semielbordos e cbdos. Fundd em 1942,

Leia mais

PRODUTOS PARA CONsTRUçãO CIVIL E MECÂNICA

PRODUTOS PARA CONsTRUçãO CIVIL E MECÂNICA PRODUTOS PARA CONsTRUçãO CIVIL E MECÂNICA VOTORAÇO VS 50 Construção Civil Principais características dimensionais e de propriedades mecânicas do produto, conforme a ABNT NBR 7480. Especificação Diâmetro

Leia mais

Programação Linear Introdução

Programação Linear Introdução Progrmção Liner Introdução Prof. Msc. Fernndo M. A. Nogueir EPD - Deprtmento de Engenhri de Produção FE - Fculdde de Engenhri UFJF - Universidde Federl de Juiz de For Progrmção Liner - Modelgem Progrmção

Leia mais

TUDO PARA VOCÊ FAZER UM TRABALHO DE QUALIDADE

TUDO PARA VOCÊ FAZER UM TRABALHO DE QUALIDADE BARRAS E PERFIS AÇO PARA INDÚSTRIA TUDO PARA VOCÊ FAZER UM TRABALHO DE QUALIDADE Quando você usa a ampla linha de barras e perfis Gerdau, você coloca mais qualidade no seu trabalho. Cada produto foi desenvolvido

Leia mais

2º. Teste de Introdução à Mecânica dos Sólidos Engenharia Mecânica 25/09/ Pontos. 3 m 2 m 4 m Viga Bi Apoiada com Balanço

2º. Teste de Introdução à Mecânica dos Sólidos Engenharia Mecânica 25/09/ Pontos. 3 m 2 m 4 m Viga Bi Apoiada com Balanço 2º. Teste de Introdução à Mecânic dos Sólidos Engenhri Mecânic 25/09/2008 25 Pontos 1ª. Questão: eterminr os digrms de esforços solicitntes d Vig i-poid com blnço bixo. 40kN 30 0 150 kn 60 kn/m 3 m 2 m

Leia mais

1 a Lista de exercícios Análise do estado de tensões

1 a Lista de exercícios Análise do estado de tensões 1 List de eercícios Análise do estdo de tensões 1) Pr o estdo de tensões ddo, determinr s tensões, norml e de cislhmento, eercids sobre fce oblíqu do triângulo sombredo do elemento. R: τ = 25,5 MP σ =

Leia mais

Tubos. Especificações técnicas de fabricação

Tubos. Especificações técnicas de fabricação A Empresa Perfipar Uma completa estrutura, com mais de 500 colaboradores e capacidade de processar 80 mil toneladas de aço por ano, essa é a Perfipar. Uma empresa fundada no Paraná, que está em constante

Leia mais

CTM Primeira Lista de Exercícios

CTM Primeira Lista de Exercícios CTM Primeir List de Exercícios. Cite crcterístics típics de cd um ds 5 clsses de mteriis presentds no curso. Metis: resistentes, dúcteis, bons condutores térmicos/elétricos Cerâmics: resistentes, frágeis,

Leia mais

Portaria n.º 17, de 11 de janeiro de 2013.

Portaria n.º 17, de 11 de janeiro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 17, de 11 de janeiro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

metais não ferrosos aluminio-cobre-latão - aço inoxidável

metais não ferrosos aluminio-cobre-latão - aço inoxidável metais não ferrosos aluminio-cobre-latão - aço inoxidável Arames Barras chatas Bobinas Cantoneiras Chapas Discos Perfis Buchas Tubos Tubos de cobre para refrigeração Vergalhões, redondos, sextavados e

Leia mais

Processo TIG. Eletrodo (negativo) Argônio. Arco elétrico Ar Ar + + e - Terra (positivo)

Processo TIG. Eletrodo (negativo) Argônio. Arco elétrico Ar Ar + + e - Terra (positivo) Processo TIG No processo de soldgem rco sob proteção gsos, região se unir é quecid té que se tinj o ponto de fusão, pr que isto ocorr, é fornecid um energi trvés do rco elétrico, que irá fundir tnto o

Leia mais

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE 07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE SEMENTES NA QUALIDADE FISIOLOGICA DA SEMENTE E A EFICIENCIA NO CONTROLE DE PRAGAS INICIAIS NA CULTURA DA SOJA Objetivo Este trblho tem como objetivo vlir o efeito

Leia mais

Transmitindo Segurança Transportando Qualidade

Transmitindo Segurança Transportando Qualidade Transmitindo Segurança Transportando Qualidade CORREIS TRNSPORTDORS EDIÇÃO 2006 REYE CORREIS, tradicional fabricante de correias PNS de TRNSPORTE e TRNSMISSÃO (sem emenda), é uma indústria com fabricação

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Mnul de Operção e Instlção Clh Prshll MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Rev. B Novembro / 2008 S/A. Ru João Serrno, 250 Birro do Limão São Pulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999

Leia mais

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C.

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C. As grndezs A, B e C são tis que A é diretmente proporcionl B e inversmente proporcionl C. Qundo B = 00 e C = 4 tem-se A = 5. Qul será o vlor de A qundo tivermos B = 0 e C = 5? B AC Temos, pelo enuncido,

Leia mais

PORTA MOLDES COM MEDIDAS ESPECIAS, SOB ENCOMENDA OU ENVIAR DESENHO AO DEPARTAMENTO TÉCNICO.

PORTA MOLDES COM MEDIDAS ESPECIAS, SOB ENCOMENDA OU ENVIAR DESENHO AO DEPARTAMENTO TÉCNICO. PORT MOLDES Informações Gerais DEFINIÇÃO D SÉRIE: PR ESCOLH D SÉRIE, DEVE-SE CONSIDERR ÁRE ÚTIL DE EXTRÇÃO ESTUDNDO S DIMENSÕES, NÚMERO DE CVIDDES E COMPLEXIDDE D PEÇ SER INJETD DEFINIÇÃO D MONTGEM: S

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 33,de 22 de janeiro de 2004. O PRESIDENTE

Leia mais

Aço é uma liga metálica composta principalmente de ferro e de pequenas quantidades de carbono (em torno de 0,002% até 2%).

Aço é uma liga metálica composta principalmente de ferro e de pequenas quantidades de carbono (em torno de 0,002% até 2%). ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 3 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos. 31 de março, 2003. AÇOS PARA ARMADURAS 3.1 DEFINIÇÃO E IMPORTÂNCIA Aço é uma liga metálica composta principalmente

Leia mais

1 Distribuições Contínuas de Probabilidade

1 Distribuições Contínuas de Probabilidade Distribuições Contínus de Probbilidde São distribuições de vriáveis letóris contínus. Um vriável letóri contínu tom um numero infinito não numerável de vlores (intervlos de números reis), os quis podem

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE RISCO RURAL PORTARIA Nº 193, DE 8 DE JUNHO DE 2011 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE RISCO

Leia mais

ESPECIALISTA EM ALUMÍNIO

ESPECIALISTA EM ALUMÍNIO EPECILIT EM LUMÍNIO lumínio: um mercado em constante transformação. o longo de quase cinqüenta anos atuando na indústria de alumínio, pude vivenciar momentos dos mais distintos. Desde uma fase inicial

Leia mais

Ar condicionado a absorção e Central modular de co-geração de energia

Ar condicionado a absorção e Central modular de co-geração de energia Ar condiciondo sorção e Centrl modulr de co-gerção de energi Opções Competitivs n Gestão Energétic Eng./Arq. Mrco Tulio Strling de Vsconcellos IX CONBRAVA 23 de Setemro de 2005 Tópicos d Apresentção Chillers

Leia mais

N Questões - Flexão QUESTÕES DE PROVAS E TESTES (Flexão Pura)

N Questões - Flexão QUESTÕES DE PROVAS E TESTES (Flexão Pura) QUESTÕES DE ROVS E TESTES (Flexão ur) (1) Estudo Dirigido 04-02 r cd um ds vigs esquemtizds bixo, com s respectivs seções trnsversis mostrds o ldo, pede-se: ) Trçr o digrm de forçs cortntes, ssinlndo os

Leia mais

LFS - Canaletas de PVC UFS - Caixas de Tomada para Piso

LFS - Canaletas de PVC UFS - Caixas de Tomada para Piso Ctálogo LFS - UFS LFS - Cnlets de PVC UFS - Cixs de Tomd pr Piso fique conectdo. pense oo. Linh LFS Cnlets de PVC Com lto pdrão estético, s cnlets OBO vlorizm o miente, lém de oferecerem possiilidde de

Leia mais

Fundição em Moldes Metálicos Permanentes por Gravidade.

Fundição em Moldes Metálicos Permanentes por Gravidade. Aula 10: Processos de Fundição em Moldes Metálicos por Gravidade (Coquilhas) 01: Introdução - Características do processo - Etapas envolvidas. - Fatores econômicos e tecnológicos - Ligas emprwegadas 02:

Leia mais

Revestimento em chapa 100% alumínio; Liga 3105 Têmpera H 46; Pintura Polyester; Cores sólidas ou metalizadas; Peso (1,5 mm): 4,06 Kg/m 2.

Revestimento em chapa 100% alumínio; Liga 3105 Têmpera H 46; Pintura Polyester; Cores sólidas ou metalizadas; Peso (1,5 mm): 4,06 Kg/m 2. CARACTERÍSTICAS GERAIS Revestimento em chapa 100% alumínio; Liga 3105 Têmpera H 46; Pintura Polyester; Cores sólidas ou metalizadas; Peso (1,5 mm): 4,06 Kg/m 2. APLICAÇÕES Construções novas ou reformas;

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE DO EMPREGO DE CONCRETO PRODUZIDO COM ESCÓRIA DE ACIARIA EM PAVIMENTOS RÍGIDOS

ESTUDO DA VIABILIDADE DO EMPREGO DE CONCRETO PRODUZIDO COM ESCÓRIA DE ACIARIA EM PAVIMENTOS RÍGIDOS ESTUDO DA VIABILIDADE DO EMPREGO DE CONCRETO PRODUZIDO COM ESCÓRIA DE ACIARIA EM PAVIMENTOS RÍGIDOS 1. Introdução Atulmente questões referentes à corret utilizção e preservção do meio mbiente é um tem

Leia mais

Teorema Fundamental do Cálculo - Parte 2

Teorema Fundamental do Cálculo - Parte 2 Universidde de Brsíli Deprtmento de Mtemátic Cálculo Teorem Fundmentl do Cálculo - Prte 2 No teto nterior vimos que, se F é um primitiv de f em [,b], então f()d = F(b) F(). Isto reduz o problem de resolver

Leia mais

PPMEC UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI PROCESSO SELETIVO DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2014

PPMEC UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI PROCESSO SELETIVO DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2014 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI PPMEC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA PROCESSO SELETIVO DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2014 PROVA DE SIMULAÇÃO NUMÉRICA DO COMPORTAMENTO DOS MATERIAIS

Leia mais

Revestimentos com alto desempenho para indústria de petróleo e gás. Desempenho excepcional, excelente serviço ao cliente

Revestimentos com alto desempenho para indústria de petróleo e gás. Desempenho excepcional, excelente serviço ao cliente Petróleo e Gás Revestimentos com lto desempenho pr indústri de petróleo e gás Desempenho excepcionl, excelente serviço o cliente Representndo Revestimentos de polietileno Revestimentos de polipropileno

Leia mais

Foto: Arquitecto Luis Santos Edifício Desfo: Grijó

Foto: Arquitecto Luis Santos Edifício Desfo: Grijó Foto: Arquitecto Luis Santos Edifício Desfo: Grijó Sistema A.062 - Caracterização Sistema de batente com rotura de ponte térmica, vedação central e câmara europeia para as ferragens. Permite a construção

Leia mais

TECNOLOGIA DA DEFORMAÇÃO PLÁSTICA. VOL II APLICAÇÕES INDUSTRIAIS (Enunciados de Exercícios Complementares)

TECNOLOGIA DA DEFORMAÇÃO PLÁSTICA. VOL II APLICAÇÕES INDUSTRIAIS (Enunciados de Exercícios Complementares) TECNOLOGIA DA DEFORMAÇÃO PLÁSTICA VOL II APLICAÇÕES INDUSTRIAIS (Enunciados de Exercícios Complementares) Nota Introdutória Este documento é um anexo ao livro Tecnologia Mecânica Tecnologia da Deformação

Leia mais

Materiais / Materiais I

Materiais / Materiais I Materiais / Materiais I Guia para o Trabalho Laboratorial n.º 4 CORROSÃO GALVÂNICA E PROTECÇÃO 1. Introdução A corrosão de um material corresponde à sua destruição ou deterioração por ataque químico em

Leia mais

Rua Guishi Yoshioka, 305 - Itaquera - São Paulo/SP Tel. (011) 6525-9555

Rua Guishi Yoshioka, 305 - Itaquera - São Paulo/SP Tel. (011) 6525-9555 PAULISTEEL Ru Guishi Yoshiok, 0 Itquer São Pulo/SP Tel. (0) 9 0 nos Perfil U pdrão merino Perfil I pdrão merino Perfil H pdrão merino Perfil T Cntoneir s iguis Cntoneir s desiguis Trilhos Perfís As Prlels

Leia mais

Catálogo de Tubos. Soluções em aço

Catálogo de Tubos. Soluções em aço Catálogo de Tubos Soluções em aço A empresa Ao dirigir um carro, pedalar a bicicleta, se exercitar na academia e até mesmo na escola do seu filho, nós estamos lá. Sem que você perceba, os produtos fabricados

Leia mais

Simples, resistente e fácil de montar.

Simples, resistente e fácil de montar. Simples, resistente e fácil de montar. Economia e resistência são as principais qualidades da telha Vogatex. Possui peso reduzido e simplicidade estrutural, exigindo o mínimo de mão-de-obra e madeiramento

Leia mais

Incertezas e Propagação de Incertezas. Biologia Marinha

Incertezas e Propagação de Incertezas. Biologia Marinha Incertezs e Propgção de Incertezs Cursos: Disciplin: Docente: Biologi Biologi Mrinh Físic Crl Silv Nos cálculos deve: Ser coerente ns uniddes (converter tudo pr S.I. e tender às potêncis de 10). Fzer um

Leia mais

Dia 1 de Outubro Dia Nacional da Água

Dia 1 de Outubro Dia Nacional da Água Divisão de Plnemento Ambientl e Proteção Civil Di 1 de Outubro Di Ncionl d Águ entre 2 mil e 8 mil milhões de pessos té Águ 2050, num momento em que meç do Aquecimento Globl d Terr é um A águ é essencil

Leia mais

ART SHINGLE - TELHA DE MADEIRA

ART SHINGLE - TELHA DE MADEIRA ART SHINGLE - TELHA DE MADEIRA As Telhas de Madeira Art Shingle, além da resistência mecânica e durabilidade, tem como principais características, proporcionar beleza e excelente conforto térmico e acústico

Leia mais

ONDULADA. www.eternit.com.br. Eternit S.A. - R. Dr. Fernandes Coelho, 85-8º and. - São Paulo - SP - CEP 05423-040 - Tel.

ONDULADA. www.eternit.com.br. Eternit S.A. - R. Dr. Fernandes Coelho, 85-8º and. - São Paulo - SP - CEP 05423-040 - Tel. ONDULADA www.eternit.com.br Eternit S.A. - R. Dr. Fernndes Coelho, 85-8º nd. - São Pulo - SP - CEP 05423-040 - Tel.: (11) 3038-3838 Verstilidde e resistênci tod prov. A telh Onduld é um produto de grnde

Leia mais

Produto Rendimento Espessura Textura Catalisador Aplicações Características. K-4060 Catalise 5 X 1 em volume

Produto Rendimento Espessura Textura Catalisador Aplicações Características. K-4060 Catalise 5 X 1 em volume SISTEMA PU - 4000 - Tintas Industriais Esmalte E-4000 6,5 m2/litro sem diluição. 50 a 60 µm K-4060 Catalise 5 X 1 Excelente acabamento para pintura de caixa eletrônico, ônibus, baús, orelhões, painéis

Leia mais

Sistema A.045 - Caracterização

Sistema A.045 - Caracterização Sistema A.045 - Caracterização Sistema de batente com rotura de ponte térmica, vedação central e câmara europeia as ferragens. Permite a construção de caixilhos de abrir com uma ou mais folhas móveis,

Leia mais

os corpos? Contato direto F/L 2 Gravitacional, centrífuga ou eletromagnética F/L 3

os corpos? Contato direto F/L 2 Gravitacional, centrífuga ou eletromagnética F/L 3 Universidde Federl de Algos Centro de Tecnologi Curso de Engenri Civil Disciplin: Mecânic dos Sólidos 1 Código: ECIV018 Professor: Edurdo Nobre Lges Forçs Distribuíds: Centro de Grvidde, Centro de Mss

Leia mais

RESINA POLIÉSTER INSATURADO, ISOFTÁLICA, MÉDIA REATIVIDADE

RESINA POLIÉSTER INSATURADO, ISOFTÁLICA, MÉDIA REATIVIDADE BOLETIM TÉCNICO COMMODITIES ARAZYN 11.0 - BOLETIM TECNICO DA FAMILIA ARA QUÍMICA S/A. RUA ARTHUR CÉSAR, 200 18147-000 ARAÇARIGUAMA SP BRASIL TEL: 0 (XX) 11 4136 1900 BTE DOCUMENTO 000136 RESINA POLIÉSTER

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES PROFESSOR: MARCOS AGUIAR MAT. BÁSICA I. FUNÇÕES. DEFINIÇÃO Ddos

Leia mais

3 - A Metalurgia Extrativa

3 - A Metalurgia Extrativa 7 3 - A Metlurgi Extrtiv 3-1. Principis metis A metlurgi extrtiv estud otenção dos metis prtir de fontes mineris d nturez e d suct. Um comprção entre os principis metis produzidos pelo Homem em escl mundil

Leia mais

TEXTURA E COMPORTAMENTO MECÂNICO DE AÇOS IF ESTABILIZADOS AO Ti E Nb-Ti

TEXTURA E COMPORTAMENTO MECÂNICO DE AÇOS IF ESTABILIZADOS AO Ti E Nb-Ti http://dx.doi.org/10.4322/tmm.2012.044 TEXTURA E COMPORTAMENTO MECÂNICO DE AÇOS IF ESTABILIZADOS AO Ti E N-Ti Fio Moreir d Silv Dis 1 Fino Augusto Vllim Fonsec 2 Christien Guisrd Huegen 3 Jefferson Fricio

Leia mais

Tecnologia Mecânica. Programa. Processamento Mecânico de Materiais Metálicos. Fundamentos. Estampagem. Luís Alves. Corte Arrombamento.

Tecnologia Mecânica. Programa. Processamento Mecânico de Materiais Metálicos. Fundamentos. Estampagem. Luís Alves. Corte Arrombamento. Tecnologia Mecânica Programa Processamento Mecânico de Materiais Metálicos Fundamentos Estampagem Luís Alves Corte Arrombamento Forjamento Hydroforming Bárbara Gouveia Tecnologia Mecânica 1 Tecnologia

Leia mais

DECivil Secção de Mecânica Estrutural e Estruturas MECÂNICA I ENUNCIADOS DE PROBLEMAS

DECivil Secção de Mecânica Estrutural e Estruturas MECÂNICA I ENUNCIADOS DE PROBLEMAS Eivil Secção de Mecânic Estruturl e Estruturs MEÂNI I ENUNIOS E ROLEMS Fevereiro de 2010 ÍTULO 3 ROLEM 3.1 onsidere plc em form de L, que fz prte d fundção em ensoleirmento gerl de um edifício, e que está

Leia mais

PRODUÇÃO DA ARMADURA PRODUÇÃO DE ARMADURAS. Barras e fios de aço destinados à armadura. Barras e fios de aço destinados à armadura

PRODUÇÃO DA ARMADURA PRODUÇÃO DE ARMADURAS. Barras e fios de aço destinados à armadura. Barras e fios de aço destinados à armadura DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL PCC 2435 - Tecnologia da Construção de Edifícios I PRODUÇÃO DA ARMADURA PRODUÇÃO DE ARMADURAS Qual a função das armaduras? Estruturar o concreto simples Profs.

Leia mais

Construção de varandas e terraços. Variantes 1-8

Construção de varandas e terraços. Variantes 1-8 Construção de vrnds e terrços Vrintes 1-8 Construção de vrnds e de terrços Estrutur de construção 1 Construção de pvimentos com Schlüter -DITRA 25 Conjunto impermeável Descoplmento conjunto Compensção

Leia mais

Gestão do solo em SOUTOS para optimização da produtividade e da sustentabilidade

Gestão do solo em SOUTOS para optimização da produtividade e da sustentabilidade I XORNADAS INTERNACIONAIS SOBRE O CASTIÑEIRO Consellerí do Medio Rurl. Xunt de Glici Ourense, 22-24 Mio 2008 Gestão do solo em SOUTOS pr optimizção d produtividde e d sustentbilidde Afonso Mrtins UTAD

Leia mais

o Seu pé direito na medicina

o Seu pé direito na medicina o Seu pé direito n medicin UNIFESP //006 MATEMÁTIA 0 Entre os primeiros mil números inteiros positivos, quntos são divisíveis pelos números,, 4 e 5? 60 b) 0 c) 0 d) 6 e) 5 Se o número é divisível por,,

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Módulo IV Aula 04 Isolamento térmico AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Motivos Manter em condições de escoamento líquidos de alta viscosidade ou materiais que sejam sólidos

Leia mais

Característica de Regulação do Gerador de Corrente Contínua com Excitação em Derivação

Característica de Regulação do Gerador de Corrente Contínua com Excitação em Derivação Experiênci I Crcterístic de egulção do Gerdor de Corrente Contínu com Excitção em Derivção 1. Introdução Neste ensio máquin de corrente contínu ANEL trblhrá como gerdor utoexcitdo, não sendo mis necessári

Leia mais

Página 1 de 15 MANUAL TÉCNICO

Página 1 de 15 MANUAL TÉCNICO Página 1 de 15 MANUAL TÉCNICO Antes de iniciar a montagem: Aconselhamos que as tábuas Easydeck sejam desembaladas 48 horas antes de proceder à sua montagem, de forma a permitir que estas se adaptem às

Leia mais

1 a Lista de Exercícios Carga Elétrica-Lei de Gauss

1 a Lista de Exercícios Carga Elétrica-Lei de Gauss 1 1 ist de Eercícios Crg Elétric-ei de Guss 1. Um crg de 3, 0µC está fstd 12, 0cm de um crg de 1, 5µC. Clcule o módulo d forç ue tu em cd crg. 2. ul deve ser distânci entre dus crgs pontuis 1 = 26, 0µC

Leia mais

1 heae. 1 hiai 1 UA. Transferência de calor em superfícies aletadas. Tot. Por que usar aletas? Interior condução Na fronteira convecção

1 heae. 1 hiai 1 UA. Transferência de calor em superfícies aletadas. Tot. Por que usar aletas? Interior condução Na fronteira convecção Trnsferênci de clor em superfícies letds Por ue usr lets? Interior condução N fronteir convecção = ha(ts - T Pr umentr : - umentr o h - diminuir T - umentr áre A Intensificção d trnsferênci de clor Exemplo:

Leia mais

Pontos onde f (x) = 0 e a < x < b. Suponha que f (x 0 ) existe para a < x 0 < b. Se x 0 é um ponto extremo então f (x 0 ) = 0.

Pontos onde f (x) = 0 e a < x < b. Suponha que f (x 0 ) existe para a < x 0 < b. Se x 0 é um ponto extremo então f (x 0 ) = 0. Resolver o seguinte PPNL M (min) f() s. [, ] Pr chr solução ótim deve-se chr todos os máimos (mínimos) locis, isto é, os etremos locis. A solução ótim será o etremo locl com mior (menor) vlor de f(). É

Leia mais

LINHA DE PRODUTOS MARINE STEEL LIFTING

LINHA DE PRODUTOS MARINE STEEL LIFTING LINHA E PROUTOS Somos um empres especilizd n comercilizção de ferrgens pr embrcções e cessórios pr mrrção e elevção de crgs. Com o objetivo de fcilitr utilizção do nosso ctálogo, clssificmos nossos produtos

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA MÓDULO CHÁ. Versão 1.1

CÓDIGO DE CONDUTA MÓDULO CHÁ. Versão 1.1 CÓDIO DE CONDUTA MÓDULO CHÁ Versão 1.1 Cópis e trduções deste documento estão disponíveis em formto eletrônico no site d UTZ Certified: www.utzcertified.org Este documento foi trduzido do Inglês. Se houver

Leia mais

CÁLCULO E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I (2º ANO)

CÁLCULO E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I (2º ANO) GESTÃO DE EMPRESAS CÁLCULO E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I (2º ANO) Exercícios Amortizção de Empréstimos EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO Exercício 1 Um empréstimo vi ser reembolsdo trvés de reembolsos nuis, constntes

Leia mais

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Tintas Soluções para a Indústria de Cimento

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Tintas Soluções para a Indústria de Cimento Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Tintas A WEG Tintas fornece tecnologia em tintas para diversos tipos de ambientes agressivos. São produtos com maior retenção de cor e brilho,

Leia mais

UNESP - FEIS - DEFERS

UNESP - FEIS - DEFERS UNESP - FEIS - DEFERS DISCIPLINA: ARMAZENAMENTO E BENEFICIAMENTO DE GRÃOS Exercício Modelo sobre Secgem de Grãos Como técnico contrtdo pr ssessorr u propriedde produtor de milho pr grãos, efetur u nálise

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA MÓDULO CAFÉ. Versão 1.1

CÓDIGO DE CONDUTA MÓDULO CAFÉ. Versão 1.1 CÓDIGO DE CONDUTA MÓDULO CAFÉ Versão 1.1 Cópis e trduções deste documento estão disponíveis em formto eletrônico no site d UTZ: www.utz.org Este documento foi trduzido do Inglês. Se houver dúvids em relção

Leia mais

Matemática. Atividades. complementares. 9-º ano. Este material é um complemento da obra Matemática 9. uso escolar. Venda proibida.

Matemática. Atividades. complementares. 9-º ano. Este material é um complemento da obra Matemática 9. uso escolar. Venda proibida. 9 ENSINO 9-º no Mtemátic FUNDMENTL tividdes complementres Este mteril é um complemento d obr Mtemátic 9 Pr Viver Juntos. Reprodução permitid somente pr uso escolr. Vend proibid. Smuel Csl Cpítulo 6 Rzões

Leia mais

ESTRADA DO UNA, 305 - BAIRRO DO UNA - ITAQUAQUECETUBA/SP CEP: 08599-650 - TEL/FAX: (11) 2482-2911/2481-9254

ESTRADA DO UNA, 305 - BAIRRO DO UNA - ITAQUAQUECETUBA/SP CEP: 08599-650 - TEL/FAX: (11) 2482-2911/2481-9254 CEP: 08599-650 - TEL/FAX: (11) 2482-2911/2481-9254 1 APRESENTAÇÃO Atuando desde 2002 na fabricação de perfis e tubos de Alumínio, a Macro Extrusão de Alumínio conta com um corpo técnico capaz de desenvolver

Leia mais

CPV O cursinho que mais aprova na GV

CPV O cursinho que mais aprova na GV O cursinho que mis prov n GV FGV Administrção 04/junho/006 MATEMÁTICA 0. Pulo comprou um utomóvel fle que pode ser bstecido com álcool ou com gsolin. O mnul d montdor inform que o consumo médio do veículo

Leia mais