SERVIÇOS MANDATÓRIOS ESPECIAIS DA 3R BRASIL TECNOLOGIA AMBIENTAL

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1 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 1 DE 31 ÍNDICE DE REVISÕES REVISÃO PÁGINAS 0 Original A Item 8 Nota: Este material é de propriedade da 3R Brasil Tecnologia Ambiental. E só pode ser divulgado com menção aos envolvidos Contribuições Técnicas: ORIGINAL DATA 30/10/ /11/2013 EXECUÇÃO R.D. REGAZZI R.D. REGAZZI VERIFICAÇÃO R.D REGAZZI R.D. REGAZZI APROVAÇÃO R.D REGAZZI R.D. REGAZZI

2 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 2 DE 31 1 OBJETIVO O objetivo do presente documento é apresentar as boas práticas, as normativas e estratégias para com os demonstrativos ambientais ocupacionais anuais na área de Teleatendimento. Portanto, fornecer um manual técnico gerencial composto por estratégias, responsabilidades e métodos de quantificação reconhecido e representativo das atividades em diferentes jornadas de trabalho, com o controle do agente de Risco Ruído (Nível de Pressão Sonora Elevado - NPSE) para conservação auditiva e a preservação da qualidade acústica do ambiente. Esta cartilha esclarece os processos de reconhecimento de riscos, controle e neutralização com foco na prevenção a partir de demonstrativos ambientais. Possibilitando o entendimento e a integração entre o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO, o Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais - PPRA e o atendimento aos demonstrativos ambientais para com as exigências do INSS/MPAS. Este documento proporciona o conhecimento necessário para a implantação e acompanhamento da gestão do programa de conservação auditiva pelos prepostos e gestores, onde a divisão de responsabilidade integra diversos setores da empresa. Há responsabilidades e atenção especial envolvendo a direção, as áreas de compras, manutenção, operacional, e, principalmente da área de Medicina, Saúde e Segurança do Trabalho das Empresas. 2 - DOCUMENTO BASE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO PELAS MEDIÇÕES O Documento-base documenta os processos envolvidos na Gestão do Programa de Conservação Auditiva. Isto é, agrupa uma série de informações e procedimentos de trabalho que envolvem desde os processos de aquisição dos head-sets, como o treinamento, exames e a avaliação quantitativa anual da exposição dos colaboradores ao agente ruído ocupacional, tratando desde questões relacionadas a responsabilidades quanto a avaliação da exposição a nível de pressão sonora nas atividades com fone de ouvido (head-set). E, o conforto ambiental. Deve-se atender tanto as normas regulamentadoras NR-15 anexo 1 e 2, a norma de higiene ocupacional NHO-01 e Instruções Normativas 20, 27 e 45 do INSS para a avaliação dos riscos de exposição e enquadramentos, quanto a NR17 anexo II (Teleatendimento) relacionada a

3 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 3 DE 31 limites de conforto e trabalho eficiente; exigidos pelo MTE - Ministério do Trabalho e Emprego e pelo MPAS - Ministério da Previdência e Assistência Social. Portando, faz parte integrante deste documento os relatórios de exames e laudos ambientais, os procedimentos de treinamento, aquisição, teste e controle e higienização dos head-sets, dentre os tratamentos de singularidades. Então, através dos monitoramentos anuais e de um Programa de Conservação Auditiva a empresa estabelece um plano para controle e preservação da saúde auditiva de seus colaboradores que atuam nas atividades expostas ao agente ruído. 3 - PREMISSAS TÉCNICAS E LEGAIS Do PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário: O Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) é um formulário com campos a serem preenchidos com todas as informações relativas ao empregado, como por exemplo, a atividade exposto ao agente nocivo, a intensidade e a concentração do agente, exames médicos clínicos, além de dados referentes aos responsáveis pelos exames e laudos técnicos. O formulário deve ser preenchido pelas empresas que exercem atividades que exponham seus empregados a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física (origem da concessão de aposentadoria especial após 15, 20 ou 25 anos de contribuição). Além disso, todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais e do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, de acordo com Norma Regulamentadora nº 9 da Portaria nº 3.214/78 do MTE, também devem preencher o PPP. O PPP deve ser preenchido para a comprovação da efetiva exposição dos empregados a agentes nocivos, para o conhecimento de todos os ambientes e para o controle da saúde ocupacional de todos os trabalhadores. O PPP eletrônico já é uma realidade, as empresas terão acesso ao programa, farão as atualizações necessárias e enviarão para a Previdência Social, a exemplo do funcionamento do programa de declaração de imposto de renda.

4 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 4 DE 31 O PPP Eletrônico deverá, a princípio, estar disponibilizado na Internet, possibilitando que o trabalhador possa acessá-lo por meio de senha individual, permitindo assim o acompanhamento do preenchimento e das atualizações; a solicitação de retificação de possíveis erros; a emissão e impressão imediata quando necessitar para qualquer comprovação; entre outros. A partir da disponibilização do PPP Eletrônico pela Previdência Social as empresas serão obrigadas a informar o perfil profissiográfico de todos os trabalhadores, inclusive dos que não exerçam atividades expostas a agentes nocivos físicos, químicos, biológicos ou combinação destes. Do RAT - Riscos Ambientais de Trabalho: O RAT para o INSS representa a contribuição da empresa, prevista no inciso II do artigo 22 da Lei 8212/91, e consiste em percentual que mede o risco da atividade econômica, com base no qual é cobrada a contribuição para financiar os benefícios previdenciários decorrentes do grau de incidência de incapacidade laborativa (GIIL-RAT). A alíquota de contribuição para o RAT será de 1% se a atividade é de risco mínimo; 2% se de risco médio e de 3% se de risco grave, incidentes sobre o total da remuneração paga, devida ou creditada a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos. Havendo exposição do trabalhador a agentes nocivos que permitam a concessão de aposentadoria especial, há acréscimo das alíquotas na forma da legislação em vigor. O FAP (Fator Acidentário Previdenciário) é o fator que aumenta ou diminui esta alíquota. Então, os demonstrativos ambientais a partir do LTCAT (Laudo Técnico da Condição Ambiental de Trabalho) são essenciais para a elaboração do PPP, atendendo naturalmente as necessidades internas da área de Saúde e Segurança do Trabalho da empresa, conveniados e terceiros, promovendo a melhoria dos ambientes de trabalho, o aumento da produtividade e da segurança jurídica; buscando a excelência na área de SSMA, reduzindo riscos de acidentes e perdas materiais. Então o LTCAT consiste na qualificação e quantificação dos Agentes Ambientais (Químicos, Físicos e Biológicos) com objetivo de verificar a exposição dos trabalhadores a tais agentes, propondo medidas para eliminação, neutralização ou minimização dos mesmos. Estes são a base de todos os programas e documentos na área de saúde e

5 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 5 DE 31 segurança do trabalho, e, devem ser elaborados por Engenheiro de Segurança do Trabalho ou Médico do Trabalho capacitado na avaliação e medição do agente de risco. Do FAP - Fator Acidentário Previdenciário: Outro ponto que merece destaque está relacionado ao Fator Acidentário Previdenciário - FAP que impacta diretamente no cálculo da alíquota do SAT que as empresas arrecadam por colaborador. Desde Janeiro de 2009 o encaminhamento do empregado ao INSS gera automaticamente o código B91 sem a necessidade de emissão do CAT - Comunicado de Acidente de Trabalho, isto é, para o INSS, o encaminhamento ao órgão já caracteriza acidente de trabalho, tendo a empresa em 15 dias provar ao contrário e tentar enquadrar no código B31. Caso contrário, o INSS em função do número de acidentes de trabalho (B91), aumentará automaticamente esta alíquota, podendo, inclusive dobrá-la, incidindo para todos os colaboradores da empresa, inclusive gerentes e diretores. Essas questões muitas vezes são desconhecidas, negligenciadas ou não informadas pelos Contadores ou Sindicatos ocasionado pesadas perdas ou falência de empresas ou atividades aparentemente muito lucrativas. O FAP - Fator Acidentário de Prevenção encontra-se disponível no sítio do Ministério da Previdência e Assistência Social MPAS na Internet, juntamente com as respectivas ordens de freqüência, gravidade, custo e demais elementos que possibilitem a verificação, por parte da empresa, do seu desempenho dentro da sua SubClasse da CNAE, bem como a legislação correlata e dúvidas freqüentes. Então, calcular o FAP, o INSS observará os índices de freqüência, gravidade e custo de cada afastamento, utilizando uma metodologia aprovada pelo Conselho Nacional de Previdência Social, com publicação anual no Diário Oficial da União e internet, por atividade econômica, com informações que possibilitem a exposição dos dados utilizados na apuração do desempenho, índice que poderá variar a cada ano. Se houver discordância quanto ao FAP atribuído pelo Ministério da Previdência Social, a empresa poderá contestá-lo perante o Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional da Secretaria Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência Social, no prazo de trinta dias da sua divulgação oficial (Decreto nº 3.048/1999 art. 202-B e Portaria MPS/MF nº 451, de 23/09/2010). Para isso é fundamental o LTCAT - Laudos Técnicos das Condições Ambientais de Trabalho Anuais ( do RAT) e o PPP atualizados e anteriores de todos

6 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 6 DE 31 os colaboradores expostos ou com risco de exposição aos agentes ambientais, sendo estes controlados ou não, pois esses documentos também servem para comprovar a ausência ou neutralização do agente de risco. Segundo verificado no INSS a maioria dos pedidos de revisão ou recurso devido ao aumento da alíquota se deve pelo fato das empresas serem pegas de surpresa pela falta de conhecimento dos processos atuais de enquadramento automático do acidente de trabalho no código B91, além da própria gestão dos seus acidentes, doenças de trabalho e afastamentos, em conseqüência, a maioria dos recursos são negados. Portanto, devemos balizar nossas ações em função de laudos técnicos da condição do ambiente de trabalho precisos e esclarecedores, onde o número de amostras representativas da jornada e exposição de maior risco (EMR), a confiabilidade do equipamento de medição e a capacitação dos profissionais envolvidos serão a meta da contratação de serviços especiais de medição ocupacional. 4 - BREVE HISTÓRICO DAS EXIGÊNCIAS LEGAIS Em 29 de dezembro de 1994, a Portaria N.º25, aprovou o texto da Norma Regulamentadora, NR- 9 que estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implantação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados ou seus prepostos, do Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais - PPRA/DA. De acordo com a IN-99/2003, artigo nº 150, são consideradas condições especiais que prejudicam a saúde ou a integridade física, conforme aprovado pelo Decreto nº 3048, de 06 de maio de 1999, a exposição a agentes nocivos químicos, físicos ou biológicos ou a exposição à associação desses agentes, em concentração ou intensidade e tempo de exposição que ultrapasse os limites de tolerância ou que, dependendo do agente, torne a simples exposição em condição especial prejudicial à saúde. Os documentos, portanto, também tem por finalidade atender às exigências previstas nos Decretos, Ordens de Serviço e Instruções Normativas oriundas do Ministério da Previdência e Assistência Social - MPAS e do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS. A partir de 29 de abril de 1995, data da publicação da Lei nº 9.032, a caracterização de atividade como especial

7 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 7 DE 31 depende de comprovação do tempo de trabalho permanente, não ocasional nem intermitente, durante quinze, vinte ou vinte e cinco anos em atividade com efetiva exposição a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, observada a carência exigida. E ainda, com a mudança das Lei 8212 e Lei 8213 do INSS, a partir do ano de 2000 o empregador ou preposto deve recolher de 6%, 9% a 12% do salário base como contribuição ao benefício da aposentadoria especial daqueles que laboram em ambientes insalubres, ficando o ônus da prova do contratante ou empregador que deve manter periodicamente medições ambientais e acompanhamentos anuais devidamente registrado em documentos do tipo LTCAT (Laudo Técnico de Condição Ambiental de Trabalho) assinados por Engenheiro de Segurança do Trabalho ou Médico do Trabalho. Então, a ausência do LTCAT periódicos e anuais não respalda as informações inseridas no PPP a época, sendo este, portanto, o documento fundamental para as comprovações e demonstrações junto ao INSS das condições do ambiente de trabalho. O ônus da prova ao contrário da ausência ou não de riscos ambientais é do empregador ou contratante, portanto, a falta destes documentos ou a apresentação de forma incompleta ou inconsistente caracteriza uma situação jurídica desfavorável, pois não há como comprovar afirmações ao contrário, sendo este documento uma exigência regulamentada a partir de Instruções Normativas da época como, por exemplo, as IN 49 e IN 57. Então, as avaliações ambientais devem seguir processos de avaliação e análise regulamentados também a época, por exemplo a audio-dosimetrias de ruído só foram referenciadas pelo INSS a partir de 2001, e exigidas só para exposição a ruídos variados durante a jornada, portanto, a autarquia fiscal do INSS não pode exigi-las em anos anteriores. Isto é, obrigações técnicas, procedimentos de medição e limites de exposição para insalubridade segundo o MPAS devem obedecer ao previsto a época. Em janeiro de 2004 foi instituído o formulário oficial do PPP levando a muitos profissionais a acreditarem que o mesmo só deveria ser atualizado anualmente a partir desta data. Com a mudança das Leis do INSS em 2000 ficou bem claro que na ausência do documentos formal do PPP usar os formatos de informação ao INSS da época como o SB 40, DIS 8030 e DIRBEM 8030, dentre os modelos de laudos técnicos individuais sugeridos.

8 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 8 DE 31 Com o advento do FAP, a partir da competência 01/2010, as empresas continuam informando o campo RAT na GFIP e passam a informar também o campo FAP, conforme Manual da GFIP, Capítulo III, item 2.4. O FAP está normatizado no Regulamento da Previdência Social (RPS), aprovado pelo Decreto 3.048/1999, atualizado pelo Decreto 6.957/2009. O Decreto 6.957/2009, em seu Anexo V, promoveu a revisão de enquadramento de risco das alíquotas RAT, com aplicabilidade também a partir da competência 01/2010. Deve-se rever o enquadramento no RAT (1%, 2%, 3%) em conformidade com sua atividade preponderante, a fim de verificar se a alíquota permanece a mesma ou se foi reduzida ou majorada, por exemplo: a empresa podia estar pagando 1% e continuar com 1%; podia estar pagando 3% e agora vai pagar 2%; podia estar pagando 1%; e agora vai pagar 3%, enfim, são várias possibilidades. As regras para o enquadramento no grau de risco estão na IN RFB Nº 971/2009, art. 72, 1º, e a alíquota RAT no ANEXO V do Decreto 6.957/2009. Como regra geral, o FAP divulgado no ano corrente será aplicado para todo o ano seguinte. Outro ponto que merece destaque são as empresas de trabalho temporário (Lei n 6.019, de 03/01/74) que devem prestar as informações relativas aos trabalhadores cedidos, incluindo datas e códigos de movimentação, sempre por tomador de serviço, e nunca no movimento do pessoal administrativo e operacional, em decorrência da diferenciação da contribuição destinada a outras entidades e fundos (terceiros). Por envolverem códigos FPAS diferentes, devem ser duas GFIP/SEFIP distintas: por tomador e para a administração. Para a GFIP/SEFIP do pessoal administrativo é permitida a utilização de outro código de recolhimento. Lembramos que ações regressivas do INSS cobrando as empresas pela ausência desses documentos já são comuns, pois a informação no GFIP sem as devidas comprovações ambientais pode ser caracterizado COMO crime de falsidade ideológica, comprometendo os prepostos das empresas. Contudo, como o FAP será alterado anualmente, de acordo com os investimentos da empresa em seu estabelecimento, redução de afastamentos decorrentes do trabalho/trajeto e nexo entre as atividades e a saúde dos empregados, quanto mais o empregador investir em segurança no

9 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 9 DE 31 trabalho e na qualidade de vida do empregado, mais sua empresa será beneficiada, assim como seus empregados. 5 EXIGÊNCIAS DOS DEMONSTRATIVOS AMBIENTAIS ANUAIS A empresa que não mantiver laudo técnico atualizado com referencia aos agentes nocivos existentes no ambiente de trabalho de seus trabalhadores ou que emitir documentos de comprovação de efetiva exposição em desacordo com o respectivo laudo, está sujeira a penalidade prevista no artigo 133 da Lei n 8.213/91 (OS 600 /98). Partindo desta premissa e da necessidade de atender normativas anteriores as medições de áudio-dosimetria em fone ou head-sert, em conjunto um programa de conservação auditiva, complementa as exigências Legais relacionadas ao agente ruído ocupacional, integrando os processos da área médica e de SST da empresa. Cujas avaliações técnicas ambientais devem ser realizadas por empresa competente, com profissionais capacitados e registrada no CREA. A instrumentação deve ser rastreada a RBC/INMETRO e aplicado método da cabeça artificial com microfones de alta-exatidão tipo1. Os valores medidos pela instrumentação aplicada deve fornecer o mesmo valor de um equipamento posicionado na altura do ombro do operador quando ambos monitorando os níveis de pressão sonora do ambiente. Esta referência deve ser identificada nos laudos de medição. Como estratégia e metodologia em atendimento as exigências Legais deve ser dado destaque aos processos de monitoramento das condição ambientais de trabalho (LTCAT) envolvendo processos modernos de medição de alta exatidão, confiabilidade e reprodutibilidade, chamado de audio-dosimetria de fone conforme a ISO Esta técnica, mais recomendada, utiliza cabeça artificial com simulador de ouvido composto por microfone do tipo pressão classe 1, compensando para campo difuso. A técnica permite o monitoramento de mais de 70% da jornada de trabalho sem qualquer interferência com a operação ou comunicação, isto é, permite que o operador da PA altere o volume ou realize a troca de ouvido sem interferência nas medições. Como estamos interessados no pior caso, o valor total de exposição da jornada de trabalho já considera a soma da exposição nos dois ouvidos, isto é, considera que a exposição de toda a

10 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 10 DE 31 jornada seja de um único ouvido sem a troca de lado. Pode-se afirmar que a exposição apresentada nos laudos ambientais será igual ou menor a informada. Portanto, os demonstrativos ambientais anuais fundamentam o Programa de Conservação Auditiva com referências as Ordens de Serviços (OS) e as Instruções Normativas (IN) emitidas pelo INSS desde o ano Utilizou-se como referência a OS 608 que aprovou a norma técnica sobre perda auditiva neurossensorial por exposição continuada a níveis de pressão sonora de origem ocupacional, que descreve sobre a necessidade do PCA quando da existência de nível de pressão sonora elevado (NPSE) para toda a jornada, o que não é o caso. As etapas e os modelos foram aplicados como métodos para comprovar a ausência do risco de exposição continuada nas condições atuais e anteriores, além de atender as exigências dos demonstrativos anuais requeridos pelas instruções normativas anteriores e atuais IN 20, 27 e 45 do INSS. O programa de monitoramento anual devem atender tambem os métodos de medição e requisitos técnicos referente ao anexo II da NR-17, isto é, os critérios metrológicos que garantem a qualidade ambiental que estão envolvidos com a acústica de sala para a comparação correta dos valores de medição obtidos através das funções Leq, L50 e L90 do medidor analisador de NPS em oitavas de freqüência com os limites aceitáveis do ambiente estabelecidos na NBR 10152, relacionados ao índice NC - Noise Criterium e NIC - Nível de Inteligibilidade na Comunicação. Tais índices junto com o Tempo de Reverberação (TR) caracterizam a sala e estão diretamente relacionados as interferências na comunicação, e, conseqüentemente, no estresse e na ansiedade dos operadores que utilizam-se de maior ou menor volume dos fones (head-sets). Os programas de certificação sustentáveis como o Leed, Aqua, Casbee ou Breeam se utilizam também destes índices para pontuar os ambientes e prédios sustentáveis. Portanto, um diferencial competitivo aplicado nos processos da empresa de Teleatendimento. Os critérios de numero de amostra seguem a tabela de GHE da NR-22, como única referencia legal para as amostragens anuais quando da não alteração das atividades, equipamentos ou layout. Considerando ainda a exposição de maior risco (EMR), conforme preconiza a NHO-01 da Fundacentro, braço técnico do MTE. Portando a escolha do operador de uma ilha leva em consideração o que apresenta estatística de atendimento acima da media, isto é, os que ficam mais expostos ao ruído do fone.

11 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 11 DE PLANO DE AÇÃO PARA A PRESERVAÇÃO DA SAÚDE AUDITIVA O Plano de Ação é o planejamento de todas as ações necessárias para atingir um resultado desejado. É momento importante para a entidade pensar sobre a sua missão, identificando e relacionando as atividades prioritárias para o ano em exercício, tendo em vista os resultados e as sugestões de melhorias do programa GPCA Gestão do Programa de Conservação Auditiva. O Plano de Ação deve deixar claro tudo o que deverá ser feito, como e quando, para o cumprimento dos objetivos e metas do GPCA, deve esclarecer quem será o responsável por cada ação, para evitar possíveis dúvidas, deve ainda esclarecer, os porquês da realização de cada ação e onde serão feitas. Então como destaque para a elaboração do plano de ação para atender as metas e objetivos do GPCA destacamos: Definir escopo para compra/aquisição de Head-Set(s) conforme as sugestões da presente, evitando a escolha pelo mais barato sem atender as exigências mínimas preconizados neste documento como tubo/canutilho e espuma individuais e de fácil higienização. Exigir do fornecedor de head-set a curva de resposta de sinal individual do headset(s) que deve ser devidamente registrado. Pode haver casos que o Head-Set aprovado pela ANATEL não seja o fornecido num processos de aquisição, a exigência de controle individual com a respectiva curva de resposta é fundamental, impactando tanto nas questões operacionais quanto de saúde e segurança do trabalho e qualidade de vida. Definir processos de controle, registro, troca e manutenção dos fones (head-sets) exigindo dos fornecedores teste elétricos periódicos por amostragem dos fones adquiridos, com registro das dispersões e das partes danificadas. Exigir dos fornecedores de fones (head-sets) teste preliminares de exposição nas atividades da empresa (11 amostras da jornada), choque acústico e de níveis de sinais e esforço da haste, com questionários de adaptação e preferências dos operadores.

12 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 12 DE 31 Definir escopo para os serviços contratados de monitoramento anual/periódico do ambiente e de exposição a NPSE por audio-dosimetrias de fone da jornada com uso de cabeça artificial com a técnica definida pela ISO com sistemas de medição homologados que permitem atender pelo menos 70% da jornada de trabalho e no mínimo 22 amostragens anuais, conforme tabela da NR-22. Evitar a técnica do microfone Mire que compromete a empresa, incomoda e interfere nas operações. Estabelecer informativos técnicos a área de compras referente a necessidade de credenciamento no CREA ou CRM das empresas prestadoras de serviços e da necessidade de certificados de calibração emitido pelo Inmetro ou laboratórios da RBC. Estabelecer grupo de trabalho junto a CIPA e rotinas de trabalho para as escolhas aleatórias e não repetitivas dos colaboradores para os exames audiométricos periódicos mensais por amostragem. No total de 22 amostras por mês com exames realizados no local assinado por médico especialista, atendendo o MTE e o MPAS. Definir responsável pela guarda e implementação do GPCA em todos os níveis da empresa, com a divulgação do mesmo a área jurídica e alta gerência, mostrando os aspectos técnicos e legais envolvidos, o diferencial competitivo e os impactos no valor da empresa devido ao balizamento e atendimento as normativas e exigências Legais, calçando a empresa em processos e passivos trabalhistas. Definir responsável técnico pela avaliação da competência dos prestadores de serviço e o atendimento aos requisitos técnicos mínimos estabelecidos neste documento. Documentar os treinamentos periódicos para a questão da perda auditiva, processos de trabalho, entrega, troca e higienização das partes comuns e individuais dos fones, com destaque a espuma e o tubo/canudo/canutilho removíveis e individuais. Estabelecer treinamento referente ao ruído de fundo e a conversas entre operadores, informando a necessidade de se atender um limite de conforto e trabalho eficiente para a qualidade dos serviços e qualidade do ambiente de trabalho, evitando estresse e ansiedade devido a interferências na comunicação. Alertando os males de

13 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 13 DE 31 dispositivos sonoros multimídias. Se possível introduzir nos ambientes mostradores/displays que informam instantaneamente os NPS com código de cores variando entre verde, amarelo e vermelho. Estabelecer processos de aquisição de móveis e equipamentos que não comprometam a acústica da sala. Estabelecer processos de tratamento e encaminhamento das perdas auditivas neurossensoriais com ou sem indicativos de exposição a nível de pressão sonora elevado, informando os envolvidos que a empresa mantém um GPCA para atender as demandas com relação a dificuldade de audição e susceptibilidade individual. Introduzir nos informativos internos (cartilhas) tópicos sobre medicamentos e substâncias ototóxicas, inclusive as existentes em anticoncepcionais, também os cuidados e a necessidade de se preservar a audição nas atividades de lazer. Encaminhar o GPCA a DRT da região, buscando parecer e sugestões sobre o GPCA implementado na empresa para a chancela das medidas de controle, processos de monitoramento e de exames periódicos por amostragem adotados pela empresa, chacelando os processos dos GPCA. 7 - EQUIPAMENTOS E RASTREABILIDADE Destacamos neste item funções e características metrológicas que devem estar presentes nos equipamentos de medições. Alertamos para o fato do uso de equipamentos sem confiabilidade, que possuem um range dinâmico baixo, favorecendo os erros de medição; além dos profissionais e empresas sem registro no CREA. Os erros de medição são elevadíssimos quando usados equipamentos de baixa qualidade não observados nos processos de compra e aquisição de serviços especiais de avaliação ocupacional e ambiental. Os equipamentos de medição devem medir pelos menos de 50/60 db(a) com range dinâmico mínimo de 80 db, isto é, capacidade de medição de NPS RMS de 50 db(a) a 130 db(a) (50 +80), o que não acorre nos equipamentos de baixo preço. Lembramos

14 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 14 DE 31 que a seriedade dos consultores e empresas está diretamente relacionada na qualidade, no modelo e tipo de equipamentos e calibrador que utilizam. Caso estes pontos não sejam seguidos qualquer "overload" na medição impugna a mesma, pois satura o sinal de entrada durante um período. Esses "overloads" causam erros de medição e são devido a existência de níveis de pressão sonora acima da capacidade de medição. Da mesma forma acontece quando os equipamentos não permitem medições a partir de 60 db(a), não atendendo por completo a questão trabalhista que envolve o ambiente de trabalho como a NR- 17, além de não permitirem que identifiquemos corretamente os níveis de pressão sonora dos diferentes ambientes por estarem limitados a um valor mínimo devido a capacidade de medição que muitas vezes é de 70dB (A) para cima. Não haverá uma rastreabilidade adequada da jornada de trabalho realizadas por audio-dosimetrias, não atendendo as questões legais; relacionadas com exigência da apresentação do histograma/histórico de medição; conforme a IN57 de 2001 para rastreamento dos resultados e validação. Esses alertas com relação a instrumentação são muito importante, pois na maioria dos equipamentos de baixo custo não há proteção contra interferências eletromagnéticas nem contra umidade ou temperatura. No manual destes equipamentos os fornecedores sugerem o uso em apenas ambientes residenciais, comerciais ou indústrias leves, onde os ambientes são bem controlados o que não acontece na maioria dos locais de nível de pressão sonora elevados. Outro ponto muito importante com relação a instrumentação é o microfone do audio-dosímetro. Como é permitido na área de saúde e segurança do trabalho a utilização de equipamentos tipo 2, a totalidade dos audio-dosímetros são dotados de microfone do tipo eletreto. O que isto significa? Os equipamentos com microfone do tipo eletreto só permitem calibração elétrica. Então não é calibrado o microfone que é o transdutor do sistema de medição; a parte mais sensível e frágil. Quem possui ou já possuiu audio-dosímetros sabe que com o tempo sinais estranhos do microfone e interferências no cabo ocorrem constantemente. A calibração destes equipamentos na RBC ou INMETRO é apenas elétrica e nenhum tomador de serviço requer outras provas além do certificado de calibração. Tanto o legislador quanto os fornecedores são omissos.

15 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 15 DE 31 Na técnica de medição de audio-dosimetria de fone pelo método ISO , a cabeça artificial KU100 possui microfone capacitivo de grande exatidão que permitem calibração no INMETRO ou RBC. Neste caso acopla-se o microfone da cabeça artificial direto no audio-dosímetro tendo toda a cadeia de medição calibrada, uma exigência Normativa e Técnica. Caso contrário dos laudos podem ser impugnados por falta de rastreabilidade metrológica. É claro que necessitamos de avaliar a resposta do conjunto equipamento + microfone (sistema de medição). O calibrador acústico permite verificar a resposta em apenas uma freqüência de 1000 Hz em NPS de 94 db ou 114 db. O que deveria ser estabelecido como premissa técnica é um processo de verificação em laboratório ou por meio de um calibrador que emite freqüências de 250Hz, 500Hz, 1000Hz e 2000Hz com níveis de 94 db(a) e 114 db(a) para se ter um mínimo de rastreabilidade nas medições deste tipo; realizando verificações semanais. Esta é uma das práticas utilizadas pela empresa 3R Brasil Tecnologia Ambienta para a rastreabilidade metrológica dos sistemas de medição. 7.1 Equipamentos e Sistemas de Medição: Os audio-dosímetros devem seguir as seguintes Normas: ANSI S1.25 IEC (mais atual) Capacidade de medição de 50 ou 60 db(a) a 130 db(a) Circuito de medição Peak (pico) em paralelo com contagem de picos acima de 140 db(lin). Ser classificado como Tipo 1 ou Tipo 2. O medidor de nível de pressão sonora ou audio-dosímetro como medidor devem seguir: IEC (norma antiga, deve ser evitado) ANSI S1.4 IEC (norma antiga, deve ser evitado)

16 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 16 DE 31 IEC (mais atual) O medidor analisador de freqüência deve seguir: IEC classe 1 (mais atual) IEC (filtros 1/1, 1/3 e Frações) Na área ambiental e de perfilagem/mapeamento por freqüência ser do Tipo 1 Os audiômetros devem seguir: IEC Fones TDH Calibrador de Nível de Pressão Sonora: IEC Tipo 1L ou 1 Então, para o presente trabalho é estabelecido como premissa a calibração do audiômetro e dos equipamentos de medição no Inmetro ou na RBC (Rede Brasileira de Calibração). Para isso deve-se verificar a acreditação do laboratório no INMETRO para o serviço de calibração de audiômetro em via óssea e aérea e o selo da RBC nos certificados. A empresa executora da calibração das cabines ou ambientes dos exames in situ devem possuir equipamentos rastreados a RBC e INMETRO, e, profissional habilitado em metrologia e segurança do trabalho credenciado no CREA-RJ, além da pessoa jurídica também credenciada no CREA-RJ no número 36. O INMETRO não possui acreditação de pessoas e serviços para atendimento a ISO no local dos exames Audiométricos.

17 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 17 DE Configurações e Funções: Os resultados de nível de pressão sonora normalizado médio da exposição diária depende das configurações do equipamento de medição ou audio-dosímetro, conforme os seguintes parâmetros: Tempo critério = 8 horas; Nível Critério 85 db(a); Taxa de troca q = 3 com limite de integração 82 para atender os limites da NHO-01; Taxa de troca de q =5 com limite de integração de 80 db(a) para atender os limites da NR- 15 anexo 1. Então, se for considerado a Dose de exposição há um limite diário de 100% e 500% semanal para ambas as Normas e estes valores são obtidos a partir dos dados de medição e o cálculo do valor médio normalizado diário (NEN); conforme parâmetros e critérios empregados para atender aos limites da NHO-01 ou NR-15 anexo 1. Então as funções e nomenclaturas harmonizadas podem ser relacionadas: O Valor médio normalizado será o NE = TWA = Lavg O Valor médio normalizado para 8 horas será o NEN = TWA(8) = Lavg(8) Então, no caso da realização de dosimetrias com intervalos de 50% a 75% da jornada quando consideramos o resto da jornada nas mesma condições de trabalho, teremos: O NE = TWA ou Lavg = NEN (se jornada 8 horas 5 dias por semana e NPS constantes ou intermitentes para toda a jornada) O valor para toda a jornada é o mesmo em grande parte das avaliações quando atendidas a totalidade de situações acústicas e o ciclo de exposição. Esta estimativa é chamada de projeção de dose, pois mantenha-se o NE/TWA/Lavg e altera-se a dose para completar as 8 horas. Nos

18 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 18 DE 31 casos de operações sem grandes variações de NPS e ambientes os valores obtidos seriam os mesmo de deixássemos o equipamento operando toda a jornada de trabalho. Recomendamos 50% da jornada nas condição de maior risco (EMR) atendendo a NHO-01 e de 75% a 100% da jornada nos casos de atividades variáveis em diferentes pontos durante todo a jornada de trabalho sem conhecer a EMR. Recomenda-se o processo de avaliação de 50% da jornada quando é claro que a exposição de maior risco (EMR) ocorreu durante a medição da atividade. Desta forma, garantimos que as avaliações serão conservadoras; privilegiando o colaborador. Deve ficar claro que a dose obtida a partir do TWA ou Lavg e o tempo de monitoramento é a mesma dose para os valores normalizados diários de TWA(8) ou Lavg(8) quando medições em intervalos menores ou maiores que 8 horas, para a obtenção do NEN. Então no uso destas funções devemos considerar que o resto da jornada não houve exposição acima do limite de integração; quando, é claro, jornada de até 8 horas diárias. Neste caso, conserva-se a dose (que fica fixa) e aumenta-se o tempo, conseqüentemente os valores normalizados TWA(8)/Lavg(8)/NEN serão menores que o TWA/Lavg/NE medido. Então, diminui-se o nível, chamado de normalizado (NEN) para que a mesma dose não seja alterada, o que é claro. Então, conclui-se: NE = Lavg ou TWA NEN = Lavg(8) ou TWA(8) NE medido em 8 horas = NEN = TWA = Lavg = TWA(8) = Lavg(8) Para o NE em 8 horas e q=3 e com níveis sempre acima de 80 db(a) temos também o Leq = NEN = TWA = Lavg (L90 > 80 dba) Um dos pontos importantes e considerado como equívoco na grande parte das avaliações é a utilização sem conhecimento do valor Normalizado diário TWA(8) ou Lavg(8) obtido direto do equipamento ou software de medição, pois estes valores serão menores que o TWA ou Lavg obtidos no período de medição; quando monitoramento menores que 8 horas. O cálculo

19 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 19 DE 31 automático realizado pelo equipamento ou pelo software considera o tempo faltante para completar a jornada: sem exposição, não integrando a dose para completar a jornada. Mesmo no caso de Teleatendimento onde os colaboradores laboram 6 horas diárias 6 dias por semana seria um equívoco. Na realidade quando batizado a exposição diária a partir do tempo de trabalho semanal obtido para 5 dias por semana, dever-se-ia considerar 7,2 horas diárias (cinco dias por semana), isto é, 6h x 6 dias de trabalho = 36 que dividindo por 5 será igual a 7,2 horas. Estas considerações são levadas em consideração na presente e aplicadas nos relatório e laudos de exposição ao agente ruído. Procuramos tratar estas questões harmonizadas para as exigências normativas nacionais, originarias das fórmulas e considerações da ACGIH. A instrução normativa em vigência atual é a IN45 de agosto de Destacamos abaixo os pontos relevantes relacionados com o agente ruído ocupacional.

20 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 20 DE Normalizações dos Limites de Ação e Exposição para Teleatendimento: Deve-se considerar no caso de 6 horas por dia durante 6 dias na semana como acontece com os operadores de teleatendimento conforme memorial de cálculo: Devemos calcular o tempo diário normalizado 6 x 6 / 5 = 7,2 horas para cinco dias. Desta forma tratamos todos os processo da mesma forma, concentrando em 5 dias por semana como a referência do Legislador: q = 5, LT = 85 db(a), LA = 80 db(a), 8 horas, cinco dias por semana. Como exemplo: com o valor de medição de 83,6 db(a) em 7,2 horas, quando normalizado para 8 horas diária obtemos NEN = 82,9 db(a) (valor de exposição medido normalizado), como pode ser verificado no software NAW e GerenteSST da 3R Brasil Tecnologia Ambiental. Lembramos que em várias análises realizadas na área de teleatendimento os profissionais levam a utilizar o NEN/TWA(8)/Lavg(8) de 81,6 db(a), pois consideram de forma equivocada 6 horas diárias 5 dias por semana, o que não é o caso. Esse é um erro grave perpetuado por alguns profissionais, pois vai contra a lógica matemática: se o sujeito fica exposto mais um dia da semana esta dose adicional deve compor a análise. Caso contrário estaremos considerando a exposição em 5 dias por semana a um mesmo Nível de Pressão Sonora igual a exposição 6 dias por semana ao mesmo nível de pressão sonora. Não é necessário recorrer às referências normativas para verificar o Obvio. Embora isto seja claro quando analisado a origem dos limites normativos que consideram 5 dias por semana de 8 horas, isto é, 40 horas semanais. Então os limites aplicados devem ser: LT (q=5, 7,2h) = 85,8 db(a) e LA (q=5, 7,2h) = 80,8 db(a). Bem próximo dos estabelecidos como fixos para 8 horas diárias. O software GerenteSST e NoiseAtWork, são importantes ferramentas de gestão e cálculo normalizado do agente ruído. 8 - REFERÊNCIAS LEGAIS DE AMOSTRAGEM Procuramos tratar as questões de número de amostras anuais, procuramos atender aos requisitos mínimos Legais, destacamos a tabela da NR-22 que embora trate de GHE(s) de outro

21 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 21 DE 31 ramos de atividade, é a única referencia Legal do MTE para trabalhadores de um mesmo grupo homogêneo de exposição. Para a avaliação ambiental da exposição ao agente ruído o GPCA fixou no mínimo 22 avaliações de dosimetria de fone de ouvido anuais, aplicando a técnica apresentado na presente onde são procuradas as atividades e horários de exposições de maior risco (EMR). 9 - PARECER TELEATENDIMETO COM RELAÇÃO AO LTCAT Os padrões e métodos de medição hoje aplicados e consagrados na área de teleatendimento devem seguir as Instruções Normativas do INSS/MPAS, as Normas regulamentadoras do MTE e recomendações internacionais. A comparação com os limites de conforto, trabalho eficiente e insalubridade são premissa para o preenchimento da GFIP, e, portanto, da manutenção anual do PPP, quando agente de risco acima do limite de ação. Lembrarmos que até 1996 os operadores de telefonia tinham o ensejo a

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