SERVIÇOS MANDATÓRIOS ESPECIAIS DA 3R BRASIL TECNOLOGIA AMBIENTAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SERVIÇOS MANDATÓRIOS ESPECIAIS DA 3R BRASIL TECNOLOGIA AMBIENTAL"

Transcrição

1 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 1 DE 31 ÍNDICE DE REVISÕES REVISÃO PÁGINAS 0 Original A Item 8 Nota: Este material é de propriedade da 3R Brasil Tecnologia Ambiental. E só pode ser divulgado com menção aos envolvidos Contribuições Técnicas: ORIGINAL DATA 30/10/ /11/2013 EXECUÇÃO R.D. REGAZZI R.D. REGAZZI VERIFICAÇÃO R.D REGAZZI R.D. REGAZZI APROVAÇÃO R.D REGAZZI R.D. REGAZZI

2 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 2 DE 31 1 OBJETIVO O objetivo do presente documento é apresentar as boas práticas, as normativas e estratégias para com os demonstrativos ambientais ocupacionais anuais na área de Teleatendimento. Portanto, fornecer um manual técnico gerencial composto por estratégias, responsabilidades e métodos de quantificação reconhecido e representativo das atividades em diferentes jornadas de trabalho, com o controle do agente de Risco Ruído (Nível de Pressão Sonora Elevado - NPSE) para conservação auditiva e a preservação da qualidade acústica do ambiente. Esta cartilha esclarece os processos de reconhecimento de riscos, controle e neutralização com foco na prevenção a partir de demonstrativos ambientais. Possibilitando o entendimento e a integração entre o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO, o Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais - PPRA e o atendimento aos demonstrativos ambientais para com as exigências do INSS/MPAS. Este documento proporciona o conhecimento necessário para a implantação e acompanhamento da gestão do programa de conservação auditiva pelos prepostos e gestores, onde a divisão de responsabilidade integra diversos setores da empresa. Há responsabilidades e atenção especial envolvendo a direção, as áreas de compras, manutenção, operacional, e, principalmente da área de Medicina, Saúde e Segurança do Trabalho das Empresas. 2 - DOCUMENTO BASE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO PELAS MEDIÇÕES O Documento-base documenta os processos envolvidos na Gestão do Programa de Conservação Auditiva. Isto é, agrupa uma série de informações e procedimentos de trabalho que envolvem desde os processos de aquisição dos head-sets, como o treinamento, exames e a avaliação quantitativa anual da exposição dos colaboradores ao agente ruído ocupacional, tratando desde questões relacionadas a responsabilidades quanto a avaliação da exposição a nível de pressão sonora nas atividades com fone de ouvido (head-set). E, o conforto ambiental. Deve-se atender tanto as normas regulamentadoras NR-15 anexo 1 e 2, a norma de higiene ocupacional NHO-01 e Instruções Normativas 20, 27 e 45 do INSS para a avaliação dos riscos de exposição e enquadramentos, quanto a NR17 anexo II (Teleatendimento) relacionada a

3 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 3 DE 31 limites de conforto e trabalho eficiente; exigidos pelo MTE - Ministério do Trabalho e Emprego e pelo MPAS - Ministério da Previdência e Assistência Social. Portando, faz parte integrante deste documento os relatórios de exames e laudos ambientais, os procedimentos de treinamento, aquisição, teste e controle e higienização dos head-sets, dentre os tratamentos de singularidades. Então, através dos monitoramentos anuais e de um Programa de Conservação Auditiva a empresa estabelece um plano para controle e preservação da saúde auditiva de seus colaboradores que atuam nas atividades expostas ao agente ruído. 3 - PREMISSAS TÉCNICAS E LEGAIS Do PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário: O Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) é um formulário com campos a serem preenchidos com todas as informações relativas ao empregado, como por exemplo, a atividade exposto ao agente nocivo, a intensidade e a concentração do agente, exames médicos clínicos, além de dados referentes aos responsáveis pelos exames e laudos técnicos. O formulário deve ser preenchido pelas empresas que exercem atividades que exponham seus empregados a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física (origem da concessão de aposentadoria especial após 15, 20 ou 25 anos de contribuição). Além disso, todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais e do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, de acordo com Norma Regulamentadora nº 9 da Portaria nº 3.214/78 do MTE, também devem preencher o PPP. O PPP deve ser preenchido para a comprovação da efetiva exposição dos empregados a agentes nocivos, para o conhecimento de todos os ambientes e para o controle da saúde ocupacional de todos os trabalhadores. O PPP eletrônico já é uma realidade, as empresas terão acesso ao programa, farão as atualizações necessárias e enviarão para a Previdência Social, a exemplo do funcionamento do programa de declaração de imposto de renda.

4 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 4 DE 31 O PPP Eletrônico deverá, a princípio, estar disponibilizado na Internet, possibilitando que o trabalhador possa acessá-lo por meio de senha individual, permitindo assim o acompanhamento do preenchimento e das atualizações; a solicitação de retificação de possíveis erros; a emissão e impressão imediata quando necessitar para qualquer comprovação; entre outros. A partir da disponibilização do PPP Eletrônico pela Previdência Social as empresas serão obrigadas a informar o perfil profissiográfico de todos os trabalhadores, inclusive dos que não exerçam atividades expostas a agentes nocivos físicos, químicos, biológicos ou combinação destes. Do RAT - Riscos Ambientais de Trabalho: O RAT para o INSS representa a contribuição da empresa, prevista no inciso II do artigo 22 da Lei 8212/91, e consiste em percentual que mede o risco da atividade econômica, com base no qual é cobrada a contribuição para financiar os benefícios previdenciários decorrentes do grau de incidência de incapacidade laborativa (GIIL-RAT). A alíquota de contribuição para o RAT será de 1% se a atividade é de risco mínimo; 2% se de risco médio e de 3% se de risco grave, incidentes sobre o total da remuneração paga, devida ou creditada a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos. Havendo exposição do trabalhador a agentes nocivos que permitam a concessão de aposentadoria especial, há acréscimo das alíquotas na forma da legislação em vigor. O FAP (Fator Acidentário Previdenciário) é o fator que aumenta ou diminui esta alíquota. Então, os demonstrativos ambientais a partir do LTCAT (Laudo Técnico da Condição Ambiental de Trabalho) são essenciais para a elaboração do PPP, atendendo naturalmente as necessidades internas da área de Saúde e Segurança do Trabalho da empresa, conveniados e terceiros, promovendo a melhoria dos ambientes de trabalho, o aumento da produtividade e da segurança jurídica; buscando a excelência na área de SSMA, reduzindo riscos de acidentes e perdas materiais. Então o LTCAT consiste na qualificação e quantificação dos Agentes Ambientais (Químicos, Físicos e Biológicos) com objetivo de verificar a exposição dos trabalhadores a tais agentes, propondo medidas para eliminação, neutralização ou minimização dos mesmos. Estes são a base de todos os programas e documentos na área de saúde e

5 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 5 DE 31 segurança do trabalho, e, devem ser elaborados por Engenheiro de Segurança do Trabalho ou Médico do Trabalho capacitado na avaliação e medição do agente de risco. Do FAP - Fator Acidentário Previdenciário: Outro ponto que merece destaque está relacionado ao Fator Acidentário Previdenciário - FAP que impacta diretamente no cálculo da alíquota do SAT que as empresas arrecadam por colaborador. Desde Janeiro de 2009 o encaminhamento do empregado ao INSS gera automaticamente o código B91 sem a necessidade de emissão do CAT - Comunicado de Acidente de Trabalho, isto é, para o INSS, o encaminhamento ao órgão já caracteriza acidente de trabalho, tendo a empresa em 15 dias provar ao contrário e tentar enquadrar no código B31. Caso contrário, o INSS em função do número de acidentes de trabalho (B91), aumentará automaticamente esta alíquota, podendo, inclusive dobrá-la, incidindo para todos os colaboradores da empresa, inclusive gerentes e diretores. Essas questões muitas vezes são desconhecidas, negligenciadas ou não informadas pelos Contadores ou Sindicatos ocasionado pesadas perdas ou falência de empresas ou atividades aparentemente muito lucrativas. O FAP - Fator Acidentário de Prevenção encontra-se disponível no sítio do Ministério da Previdência e Assistência Social MPAS na Internet, juntamente com as respectivas ordens de freqüência, gravidade, custo e demais elementos que possibilitem a verificação, por parte da empresa, do seu desempenho dentro da sua SubClasse da CNAE, bem como a legislação correlata e dúvidas freqüentes. Então, calcular o FAP, o INSS observará os índices de freqüência, gravidade e custo de cada afastamento, utilizando uma metodologia aprovada pelo Conselho Nacional de Previdência Social, com publicação anual no Diário Oficial da União e internet, por atividade econômica, com informações que possibilitem a exposição dos dados utilizados na apuração do desempenho, índice que poderá variar a cada ano. Se houver discordância quanto ao FAP atribuído pelo Ministério da Previdência Social, a empresa poderá contestá-lo perante o Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional da Secretaria Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência Social, no prazo de trinta dias da sua divulgação oficial (Decreto nº 3.048/1999 art. 202-B e Portaria MPS/MF nº 451, de 23/09/2010). Para isso é fundamental o LTCAT - Laudos Técnicos das Condições Ambientais de Trabalho Anuais ( do RAT) e o PPP atualizados e anteriores de todos

6 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 6 DE 31 os colaboradores expostos ou com risco de exposição aos agentes ambientais, sendo estes controlados ou não, pois esses documentos também servem para comprovar a ausência ou neutralização do agente de risco. Segundo verificado no INSS a maioria dos pedidos de revisão ou recurso devido ao aumento da alíquota se deve pelo fato das empresas serem pegas de surpresa pela falta de conhecimento dos processos atuais de enquadramento automático do acidente de trabalho no código B91, além da própria gestão dos seus acidentes, doenças de trabalho e afastamentos, em conseqüência, a maioria dos recursos são negados. Portanto, devemos balizar nossas ações em função de laudos técnicos da condição do ambiente de trabalho precisos e esclarecedores, onde o número de amostras representativas da jornada e exposição de maior risco (EMR), a confiabilidade do equipamento de medição e a capacitação dos profissionais envolvidos serão a meta da contratação de serviços especiais de medição ocupacional. 4 - BREVE HISTÓRICO DAS EXIGÊNCIAS LEGAIS Em 29 de dezembro de 1994, a Portaria N.º25, aprovou o texto da Norma Regulamentadora, NR- 9 que estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implantação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados ou seus prepostos, do Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais - PPRA/DA. De acordo com a IN-99/2003, artigo nº 150, são consideradas condições especiais que prejudicam a saúde ou a integridade física, conforme aprovado pelo Decreto nº 3048, de 06 de maio de 1999, a exposição a agentes nocivos químicos, físicos ou biológicos ou a exposição à associação desses agentes, em concentração ou intensidade e tempo de exposição que ultrapasse os limites de tolerância ou que, dependendo do agente, torne a simples exposição em condição especial prejudicial à saúde. Os documentos, portanto, também tem por finalidade atender às exigências previstas nos Decretos, Ordens de Serviço e Instruções Normativas oriundas do Ministério da Previdência e Assistência Social - MPAS e do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS. A partir de 29 de abril de 1995, data da publicação da Lei nº 9.032, a caracterização de atividade como especial

7 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 7 DE 31 depende de comprovação do tempo de trabalho permanente, não ocasional nem intermitente, durante quinze, vinte ou vinte e cinco anos em atividade com efetiva exposição a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, observada a carência exigida. E ainda, com a mudança das Lei 8212 e Lei 8213 do INSS, a partir do ano de 2000 o empregador ou preposto deve recolher de 6%, 9% a 12% do salário base como contribuição ao benefício da aposentadoria especial daqueles que laboram em ambientes insalubres, ficando o ônus da prova do contratante ou empregador que deve manter periodicamente medições ambientais e acompanhamentos anuais devidamente registrado em documentos do tipo LTCAT (Laudo Técnico de Condição Ambiental de Trabalho) assinados por Engenheiro de Segurança do Trabalho ou Médico do Trabalho. Então, a ausência do LTCAT periódicos e anuais não respalda as informações inseridas no PPP a época, sendo este, portanto, o documento fundamental para as comprovações e demonstrações junto ao INSS das condições do ambiente de trabalho. O ônus da prova ao contrário da ausência ou não de riscos ambientais é do empregador ou contratante, portanto, a falta destes documentos ou a apresentação de forma incompleta ou inconsistente caracteriza uma situação jurídica desfavorável, pois não há como comprovar afirmações ao contrário, sendo este documento uma exigência regulamentada a partir de Instruções Normativas da época como, por exemplo, as IN 49 e IN 57. Então, as avaliações ambientais devem seguir processos de avaliação e análise regulamentados também a época, por exemplo a audio-dosimetrias de ruído só foram referenciadas pelo INSS a partir de 2001, e exigidas só para exposição a ruídos variados durante a jornada, portanto, a autarquia fiscal do INSS não pode exigi-las em anos anteriores. Isto é, obrigações técnicas, procedimentos de medição e limites de exposição para insalubridade segundo o MPAS devem obedecer ao previsto a época. Em janeiro de 2004 foi instituído o formulário oficial do PPP levando a muitos profissionais a acreditarem que o mesmo só deveria ser atualizado anualmente a partir desta data. Com a mudança das Leis do INSS em 2000 ficou bem claro que na ausência do documentos formal do PPP usar os formatos de informação ao INSS da época como o SB 40, DIS 8030 e DIRBEM 8030, dentre os modelos de laudos técnicos individuais sugeridos.

8 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 8 DE 31 Com o advento do FAP, a partir da competência 01/2010, as empresas continuam informando o campo RAT na GFIP e passam a informar também o campo FAP, conforme Manual da GFIP, Capítulo III, item 2.4. O FAP está normatizado no Regulamento da Previdência Social (RPS), aprovado pelo Decreto 3.048/1999, atualizado pelo Decreto 6.957/2009. O Decreto 6.957/2009, em seu Anexo V, promoveu a revisão de enquadramento de risco das alíquotas RAT, com aplicabilidade também a partir da competência 01/2010. Deve-se rever o enquadramento no RAT (1%, 2%, 3%) em conformidade com sua atividade preponderante, a fim de verificar se a alíquota permanece a mesma ou se foi reduzida ou majorada, por exemplo: a empresa podia estar pagando 1% e continuar com 1%; podia estar pagando 3% e agora vai pagar 2%; podia estar pagando 1%; e agora vai pagar 3%, enfim, são várias possibilidades. As regras para o enquadramento no grau de risco estão na IN RFB Nº 971/2009, art. 72, 1º, e a alíquota RAT no ANEXO V do Decreto 6.957/2009. Como regra geral, o FAP divulgado no ano corrente será aplicado para todo o ano seguinte. Outro ponto que merece destaque são as empresas de trabalho temporário (Lei n 6.019, de 03/01/74) que devem prestar as informações relativas aos trabalhadores cedidos, incluindo datas e códigos de movimentação, sempre por tomador de serviço, e nunca no movimento do pessoal administrativo e operacional, em decorrência da diferenciação da contribuição destinada a outras entidades e fundos (terceiros). Por envolverem códigos FPAS diferentes, devem ser duas GFIP/SEFIP distintas: por tomador e para a administração. Para a GFIP/SEFIP do pessoal administrativo é permitida a utilização de outro código de recolhimento. Lembramos que ações regressivas do INSS cobrando as empresas pela ausência desses documentos já são comuns, pois a informação no GFIP sem as devidas comprovações ambientais pode ser caracterizado COMO crime de falsidade ideológica, comprometendo os prepostos das empresas. Contudo, como o FAP será alterado anualmente, de acordo com os investimentos da empresa em seu estabelecimento, redução de afastamentos decorrentes do trabalho/trajeto e nexo entre as atividades e a saúde dos empregados, quanto mais o empregador investir em segurança no

9 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 9 DE 31 trabalho e na qualidade de vida do empregado, mais sua empresa será beneficiada, assim como seus empregados. 5 EXIGÊNCIAS DOS DEMONSTRATIVOS AMBIENTAIS ANUAIS A empresa que não mantiver laudo técnico atualizado com referencia aos agentes nocivos existentes no ambiente de trabalho de seus trabalhadores ou que emitir documentos de comprovação de efetiva exposição em desacordo com o respectivo laudo, está sujeira a penalidade prevista no artigo 133 da Lei n 8.213/91 (OS 600 /98). Partindo desta premissa e da necessidade de atender normativas anteriores as medições de áudio-dosimetria em fone ou head-sert, em conjunto um programa de conservação auditiva, complementa as exigências Legais relacionadas ao agente ruído ocupacional, integrando os processos da área médica e de SST da empresa. Cujas avaliações técnicas ambientais devem ser realizadas por empresa competente, com profissionais capacitados e registrada no CREA. A instrumentação deve ser rastreada a RBC/INMETRO e aplicado método da cabeça artificial com microfones de alta-exatidão tipo1. Os valores medidos pela instrumentação aplicada deve fornecer o mesmo valor de um equipamento posicionado na altura do ombro do operador quando ambos monitorando os níveis de pressão sonora do ambiente. Esta referência deve ser identificada nos laudos de medição. Como estratégia e metodologia em atendimento as exigências Legais deve ser dado destaque aos processos de monitoramento das condição ambientais de trabalho (LTCAT) envolvendo processos modernos de medição de alta exatidão, confiabilidade e reprodutibilidade, chamado de audio-dosimetria de fone conforme a ISO Esta técnica, mais recomendada, utiliza cabeça artificial com simulador de ouvido composto por microfone do tipo pressão classe 1, compensando para campo difuso. A técnica permite o monitoramento de mais de 70% da jornada de trabalho sem qualquer interferência com a operação ou comunicação, isto é, permite que o operador da PA altere o volume ou realize a troca de ouvido sem interferência nas medições. Como estamos interessados no pior caso, o valor total de exposição da jornada de trabalho já considera a soma da exposição nos dois ouvidos, isto é, considera que a exposição de toda a

10 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 10 DE 31 jornada seja de um único ouvido sem a troca de lado. Pode-se afirmar que a exposição apresentada nos laudos ambientais será igual ou menor a informada. Portanto, os demonstrativos ambientais anuais fundamentam o Programa de Conservação Auditiva com referências as Ordens de Serviços (OS) e as Instruções Normativas (IN) emitidas pelo INSS desde o ano Utilizou-se como referência a OS 608 que aprovou a norma técnica sobre perda auditiva neurossensorial por exposição continuada a níveis de pressão sonora de origem ocupacional, que descreve sobre a necessidade do PCA quando da existência de nível de pressão sonora elevado (NPSE) para toda a jornada, o que não é o caso. As etapas e os modelos foram aplicados como métodos para comprovar a ausência do risco de exposição continuada nas condições atuais e anteriores, além de atender as exigências dos demonstrativos anuais requeridos pelas instruções normativas anteriores e atuais IN 20, 27 e 45 do INSS. O programa de monitoramento anual devem atender tambem os métodos de medição e requisitos técnicos referente ao anexo II da NR-17, isto é, os critérios metrológicos que garantem a qualidade ambiental que estão envolvidos com a acústica de sala para a comparação correta dos valores de medição obtidos através das funções Leq, L50 e L90 do medidor analisador de NPS em oitavas de freqüência com os limites aceitáveis do ambiente estabelecidos na NBR 10152, relacionados ao índice NC - Noise Criterium e NIC - Nível de Inteligibilidade na Comunicação. Tais índices junto com o Tempo de Reverberação (TR) caracterizam a sala e estão diretamente relacionados as interferências na comunicação, e, conseqüentemente, no estresse e na ansiedade dos operadores que utilizam-se de maior ou menor volume dos fones (head-sets). Os programas de certificação sustentáveis como o Leed, Aqua, Casbee ou Breeam se utilizam também destes índices para pontuar os ambientes e prédios sustentáveis. Portanto, um diferencial competitivo aplicado nos processos da empresa de Teleatendimento. Os critérios de numero de amostra seguem a tabela de GHE da NR-22, como única referencia legal para as amostragens anuais quando da não alteração das atividades, equipamentos ou layout. Considerando ainda a exposição de maior risco (EMR), conforme preconiza a NHO-01 da Fundacentro, braço técnico do MTE. Portando a escolha do operador de uma ilha leva em consideração o que apresenta estatística de atendimento acima da media, isto é, os que ficam mais expostos ao ruído do fone.

11 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 11 DE PLANO DE AÇÃO PARA A PRESERVAÇÃO DA SAÚDE AUDITIVA O Plano de Ação é o planejamento de todas as ações necessárias para atingir um resultado desejado. É momento importante para a entidade pensar sobre a sua missão, identificando e relacionando as atividades prioritárias para o ano em exercício, tendo em vista os resultados e as sugestões de melhorias do programa GPCA Gestão do Programa de Conservação Auditiva. O Plano de Ação deve deixar claro tudo o que deverá ser feito, como e quando, para o cumprimento dos objetivos e metas do GPCA, deve esclarecer quem será o responsável por cada ação, para evitar possíveis dúvidas, deve ainda esclarecer, os porquês da realização de cada ação e onde serão feitas. Então como destaque para a elaboração do plano de ação para atender as metas e objetivos do GPCA destacamos: Definir escopo para compra/aquisição de Head-Set(s) conforme as sugestões da presente, evitando a escolha pelo mais barato sem atender as exigências mínimas preconizados neste documento como tubo/canutilho e espuma individuais e de fácil higienização. Exigir do fornecedor de head-set a curva de resposta de sinal individual do headset(s) que deve ser devidamente registrado. Pode haver casos que o Head-Set aprovado pela ANATEL não seja o fornecido num processos de aquisição, a exigência de controle individual com a respectiva curva de resposta é fundamental, impactando tanto nas questões operacionais quanto de saúde e segurança do trabalho e qualidade de vida. Definir processos de controle, registro, troca e manutenção dos fones (head-sets) exigindo dos fornecedores teste elétricos periódicos por amostragem dos fones adquiridos, com registro das dispersões e das partes danificadas. Exigir dos fornecedores de fones (head-sets) teste preliminares de exposição nas atividades da empresa (11 amostras da jornada), choque acústico e de níveis de sinais e esforço da haste, com questionários de adaptação e preferências dos operadores.

12 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 12 DE 31 Definir escopo para os serviços contratados de monitoramento anual/periódico do ambiente e de exposição a NPSE por audio-dosimetrias de fone da jornada com uso de cabeça artificial com a técnica definida pela ISO com sistemas de medição homologados que permitem atender pelo menos 70% da jornada de trabalho e no mínimo 22 amostragens anuais, conforme tabela da NR-22. Evitar a técnica do microfone Mire que compromete a empresa, incomoda e interfere nas operações. Estabelecer informativos técnicos a área de compras referente a necessidade de credenciamento no CREA ou CRM das empresas prestadoras de serviços e da necessidade de certificados de calibração emitido pelo Inmetro ou laboratórios da RBC. Estabelecer grupo de trabalho junto a CIPA e rotinas de trabalho para as escolhas aleatórias e não repetitivas dos colaboradores para os exames audiométricos periódicos mensais por amostragem. No total de 22 amostras por mês com exames realizados no local assinado por médico especialista, atendendo o MTE e o MPAS. Definir responsável pela guarda e implementação do GPCA em todos os níveis da empresa, com a divulgação do mesmo a área jurídica e alta gerência, mostrando os aspectos técnicos e legais envolvidos, o diferencial competitivo e os impactos no valor da empresa devido ao balizamento e atendimento as normativas e exigências Legais, calçando a empresa em processos e passivos trabalhistas. Definir responsável técnico pela avaliação da competência dos prestadores de serviço e o atendimento aos requisitos técnicos mínimos estabelecidos neste documento. Documentar os treinamentos periódicos para a questão da perda auditiva, processos de trabalho, entrega, troca e higienização das partes comuns e individuais dos fones, com destaque a espuma e o tubo/canudo/canutilho removíveis e individuais. Estabelecer treinamento referente ao ruído de fundo e a conversas entre operadores, informando a necessidade de se atender um limite de conforto e trabalho eficiente para a qualidade dos serviços e qualidade do ambiente de trabalho, evitando estresse e ansiedade devido a interferências na comunicação. Alertando os males de

13 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 13 DE 31 dispositivos sonoros multimídias. Se possível introduzir nos ambientes mostradores/displays que informam instantaneamente os NPS com código de cores variando entre verde, amarelo e vermelho. Estabelecer processos de aquisição de móveis e equipamentos que não comprometam a acústica da sala. Estabelecer processos de tratamento e encaminhamento das perdas auditivas neurossensoriais com ou sem indicativos de exposição a nível de pressão sonora elevado, informando os envolvidos que a empresa mantém um GPCA para atender as demandas com relação a dificuldade de audição e susceptibilidade individual. Introduzir nos informativos internos (cartilhas) tópicos sobre medicamentos e substâncias ototóxicas, inclusive as existentes em anticoncepcionais, também os cuidados e a necessidade de se preservar a audição nas atividades de lazer. Encaminhar o GPCA a DRT da região, buscando parecer e sugestões sobre o GPCA implementado na empresa para a chancela das medidas de controle, processos de monitoramento e de exames periódicos por amostragem adotados pela empresa, chacelando os processos dos GPCA. 7 - EQUIPAMENTOS E RASTREABILIDADE Destacamos neste item funções e características metrológicas que devem estar presentes nos equipamentos de medições. Alertamos para o fato do uso de equipamentos sem confiabilidade, que possuem um range dinâmico baixo, favorecendo os erros de medição; além dos profissionais e empresas sem registro no CREA. Os erros de medição são elevadíssimos quando usados equipamentos de baixa qualidade não observados nos processos de compra e aquisição de serviços especiais de avaliação ocupacional e ambiental. Os equipamentos de medição devem medir pelos menos de 50/60 db(a) com range dinâmico mínimo de 80 db, isto é, capacidade de medição de NPS RMS de 50 db(a) a 130 db(a) (50 +80), o que não acorre nos equipamentos de baixo preço. Lembramos

14 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 14 DE 31 que a seriedade dos consultores e empresas está diretamente relacionada na qualidade, no modelo e tipo de equipamentos e calibrador que utilizam. Caso estes pontos não sejam seguidos qualquer "overload" na medição impugna a mesma, pois satura o sinal de entrada durante um período. Esses "overloads" causam erros de medição e são devido a existência de níveis de pressão sonora acima da capacidade de medição. Da mesma forma acontece quando os equipamentos não permitem medições a partir de 60 db(a), não atendendo por completo a questão trabalhista que envolve o ambiente de trabalho como a NR- 17, além de não permitirem que identifiquemos corretamente os níveis de pressão sonora dos diferentes ambientes por estarem limitados a um valor mínimo devido a capacidade de medição que muitas vezes é de 70dB (A) para cima. Não haverá uma rastreabilidade adequada da jornada de trabalho realizadas por audio-dosimetrias, não atendendo as questões legais; relacionadas com exigência da apresentação do histograma/histórico de medição; conforme a IN57 de 2001 para rastreamento dos resultados e validação. Esses alertas com relação a instrumentação são muito importante, pois na maioria dos equipamentos de baixo custo não há proteção contra interferências eletromagnéticas nem contra umidade ou temperatura. No manual destes equipamentos os fornecedores sugerem o uso em apenas ambientes residenciais, comerciais ou indústrias leves, onde os ambientes são bem controlados o que não acontece na maioria dos locais de nível de pressão sonora elevados. Outro ponto muito importante com relação a instrumentação é o microfone do audio-dosímetro. Como é permitido na área de saúde e segurança do trabalho a utilização de equipamentos tipo 2, a totalidade dos audio-dosímetros são dotados de microfone do tipo eletreto. O que isto significa? Os equipamentos com microfone do tipo eletreto só permitem calibração elétrica. Então não é calibrado o microfone que é o transdutor do sistema de medição; a parte mais sensível e frágil. Quem possui ou já possuiu audio-dosímetros sabe que com o tempo sinais estranhos do microfone e interferências no cabo ocorrem constantemente. A calibração destes equipamentos na RBC ou INMETRO é apenas elétrica e nenhum tomador de serviço requer outras provas além do certificado de calibração. Tanto o legislador quanto os fornecedores são omissos.

15 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 15 DE 31 Na técnica de medição de audio-dosimetria de fone pelo método ISO , a cabeça artificial KU100 possui microfone capacitivo de grande exatidão que permitem calibração no INMETRO ou RBC. Neste caso acopla-se o microfone da cabeça artificial direto no audio-dosímetro tendo toda a cadeia de medição calibrada, uma exigência Normativa e Técnica. Caso contrário dos laudos podem ser impugnados por falta de rastreabilidade metrológica. É claro que necessitamos de avaliar a resposta do conjunto equipamento + microfone (sistema de medição). O calibrador acústico permite verificar a resposta em apenas uma freqüência de 1000 Hz em NPS de 94 db ou 114 db. O que deveria ser estabelecido como premissa técnica é um processo de verificação em laboratório ou por meio de um calibrador que emite freqüências de 250Hz, 500Hz, 1000Hz e 2000Hz com níveis de 94 db(a) e 114 db(a) para se ter um mínimo de rastreabilidade nas medições deste tipo; realizando verificações semanais. Esta é uma das práticas utilizadas pela empresa 3R Brasil Tecnologia Ambienta para a rastreabilidade metrológica dos sistemas de medição. 7.1 Equipamentos e Sistemas de Medição: Os audio-dosímetros devem seguir as seguintes Normas: ANSI S1.25 IEC (mais atual) Capacidade de medição de 50 ou 60 db(a) a 130 db(a) Circuito de medição Peak (pico) em paralelo com contagem de picos acima de 140 db(lin). Ser classificado como Tipo 1 ou Tipo 2. O medidor de nível de pressão sonora ou audio-dosímetro como medidor devem seguir: IEC (norma antiga, deve ser evitado) ANSI S1.4 IEC (norma antiga, deve ser evitado)

16 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 16 DE 31 IEC (mais atual) O medidor analisador de freqüência deve seguir: IEC classe 1 (mais atual) IEC (filtros 1/1, 1/3 e Frações) Na área ambiental e de perfilagem/mapeamento por freqüência ser do Tipo 1 Os audiômetros devem seguir: IEC Fones TDH Calibrador de Nível de Pressão Sonora: IEC Tipo 1L ou 1 Então, para o presente trabalho é estabelecido como premissa a calibração do audiômetro e dos equipamentos de medição no Inmetro ou na RBC (Rede Brasileira de Calibração). Para isso deve-se verificar a acreditação do laboratório no INMETRO para o serviço de calibração de audiômetro em via óssea e aérea e o selo da RBC nos certificados. A empresa executora da calibração das cabines ou ambientes dos exames in situ devem possuir equipamentos rastreados a RBC e INMETRO, e, profissional habilitado em metrologia e segurança do trabalho credenciado no CREA-RJ, além da pessoa jurídica também credenciada no CREA-RJ no número 36. O INMETRO não possui acreditação de pessoas e serviços para atendimento a ISO no local dos exames Audiométricos.

17 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 17 DE Configurações e Funções: Os resultados de nível de pressão sonora normalizado médio da exposição diária depende das configurações do equipamento de medição ou audio-dosímetro, conforme os seguintes parâmetros: Tempo critério = 8 horas; Nível Critério 85 db(a); Taxa de troca q = 3 com limite de integração 82 para atender os limites da NHO-01; Taxa de troca de q =5 com limite de integração de 80 db(a) para atender os limites da NR- 15 anexo 1. Então, se for considerado a Dose de exposição há um limite diário de 100% e 500% semanal para ambas as Normas e estes valores são obtidos a partir dos dados de medição e o cálculo do valor médio normalizado diário (NEN); conforme parâmetros e critérios empregados para atender aos limites da NHO-01 ou NR-15 anexo 1. Então as funções e nomenclaturas harmonizadas podem ser relacionadas: O Valor médio normalizado será o NE = TWA = Lavg O Valor médio normalizado para 8 horas será o NEN = TWA(8) = Lavg(8) Então, no caso da realização de dosimetrias com intervalos de 50% a 75% da jornada quando consideramos o resto da jornada nas mesma condições de trabalho, teremos: O NE = TWA ou Lavg = NEN (se jornada 8 horas 5 dias por semana e NPS constantes ou intermitentes para toda a jornada) O valor para toda a jornada é o mesmo em grande parte das avaliações quando atendidas a totalidade de situações acústicas e o ciclo de exposição. Esta estimativa é chamada de projeção de dose, pois mantenha-se o NE/TWA/Lavg e altera-se a dose para completar as 8 horas. Nos

18 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 18 DE 31 casos de operações sem grandes variações de NPS e ambientes os valores obtidos seriam os mesmo de deixássemos o equipamento operando toda a jornada de trabalho. Recomendamos 50% da jornada nas condição de maior risco (EMR) atendendo a NHO-01 e de 75% a 100% da jornada nos casos de atividades variáveis em diferentes pontos durante todo a jornada de trabalho sem conhecer a EMR. Recomenda-se o processo de avaliação de 50% da jornada quando é claro que a exposição de maior risco (EMR) ocorreu durante a medição da atividade. Desta forma, garantimos que as avaliações serão conservadoras; privilegiando o colaborador. Deve ficar claro que a dose obtida a partir do TWA ou Lavg e o tempo de monitoramento é a mesma dose para os valores normalizados diários de TWA(8) ou Lavg(8) quando medições em intervalos menores ou maiores que 8 horas, para a obtenção do NEN. Então no uso destas funções devemos considerar que o resto da jornada não houve exposição acima do limite de integração; quando, é claro, jornada de até 8 horas diárias. Neste caso, conserva-se a dose (que fica fixa) e aumenta-se o tempo, conseqüentemente os valores normalizados TWA(8)/Lavg(8)/NEN serão menores que o TWA/Lavg/NE medido. Então, diminui-se o nível, chamado de normalizado (NEN) para que a mesma dose não seja alterada, o que é claro. Então, conclui-se: NE = Lavg ou TWA NEN = Lavg(8) ou TWA(8) NE medido em 8 horas = NEN = TWA = Lavg = TWA(8) = Lavg(8) Para o NE em 8 horas e q=3 e com níveis sempre acima de 80 db(a) temos também o Leq = NEN = TWA = Lavg (L90 > 80 dba) Um dos pontos importantes e considerado como equívoco na grande parte das avaliações é a utilização sem conhecimento do valor Normalizado diário TWA(8) ou Lavg(8) obtido direto do equipamento ou software de medição, pois estes valores serão menores que o TWA ou Lavg obtidos no período de medição; quando monitoramento menores que 8 horas. O cálculo

19 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 19 DE 31 automático realizado pelo equipamento ou pelo software considera o tempo faltante para completar a jornada: sem exposição, não integrando a dose para completar a jornada. Mesmo no caso de Teleatendimento onde os colaboradores laboram 6 horas diárias 6 dias por semana seria um equívoco. Na realidade quando batizado a exposição diária a partir do tempo de trabalho semanal obtido para 5 dias por semana, dever-se-ia considerar 7,2 horas diárias (cinco dias por semana), isto é, 6h x 6 dias de trabalho = 36 que dividindo por 5 será igual a 7,2 horas. Estas considerações são levadas em consideração na presente e aplicadas nos relatório e laudos de exposição ao agente ruído. Procuramos tratar estas questões harmonizadas para as exigências normativas nacionais, originarias das fórmulas e considerações da ACGIH. A instrução normativa em vigência atual é a IN45 de agosto de Destacamos abaixo os pontos relevantes relacionados com o agente ruído ocupacional.

20 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 20 DE Normalizações dos Limites de Ação e Exposição para Teleatendimento: Deve-se considerar no caso de 6 horas por dia durante 6 dias na semana como acontece com os operadores de teleatendimento conforme memorial de cálculo: Devemos calcular o tempo diário normalizado 6 x 6 / 5 = 7,2 horas para cinco dias. Desta forma tratamos todos os processo da mesma forma, concentrando em 5 dias por semana como a referência do Legislador: q = 5, LT = 85 db(a), LA = 80 db(a), 8 horas, cinco dias por semana. Como exemplo: com o valor de medição de 83,6 db(a) em 7,2 horas, quando normalizado para 8 horas diária obtemos NEN = 82,9 db(a) (valor de exposição medido normalizado), como pode ser verificado no software NAW e GerenteSST da 3R Brasil Tecnologia Ambiental. Lembramos que em várias análises realizadas na área de teleatendimento os profissionais levam a utilizar o NEN/TWA(8)/Lavg(8) de 81,6 db(a), pois consideram de forma equivocada 6 horas diárias 5 dias por semana, o que não é o caso. Esse é um erro grave perpetuado por alguns profissionais, pois vai contra a lógica matemática: se o sujeito fica exposto mais um dia da semana esta dose adicional deve compor a análise. Caso contrário estaremos considerando a exposição em 5 dias por semana a um mesmo Nível de Pressão Sonora igual a exposição 6 dias por semana ao mesmo nível de pressão sonora. Não é necessário recorrer às referências normativas para verificar o Obvio. Embora isto seja claro quando analisado a origem dos limites normativos que consideram 5 dias por semana de 8 horas, isto é, 40 horas semanais. Então os limites aplicados devem ser: LT (q=5, 7,2h) = 85,8 db(a) e LA (q=5, 7,2h) = 80,8 db(a). Bem próximo dos estabelecidos como fixos para 8 horas diárias. O software GerenteSST e NoiseAtWork, são importantes ferramentas de gestão e cálculo normalizado do agente ruído. 8 - REFERÊNCIAS LEGAIS DE AMOSTRAGEM Procuramos tratar as questões de número de amostras anuais, procuramos atender aos requisitos mínimos Legais, destacamos a tabela da NR-22 que embora trate de GHE(s) de outro

21 LOCAL: 3R Brasil Tecnologia Ambiental / Rio de Janeiro PAG 21 DE 31 ramos de atividade, é a única referencia Legal do MTE para trabalhadores de um mesmo grupo homogêneo de exposição. Para a avaliação ambiental da exposição ao agente ruído o GPCA fixou no mínimo 22 avaliações de dosimetria de fone de ouvido anuais, aplicando a técnica apresentado na presente onde são procuradas as atividades e horários de exposições de maior risco (EMR). 9 - PARECER TELEATENDIMETO COM RELAÇÃO AO LTCAT Os padrões e métodos de medição hoje aplicados e consagrados na área de teleatendimento devem seguir as Instruções Normativas do INSS/MPAS, as Normas regulamentadoras do MTE e recomendações internacionais. A comparação com os limites de conforto, trabalho eficiente e insalubridade são premissa para o preenchimento da GFIP, e, portanto, da manutenção anual do PPP, quando agente de risco acima do limite de ação. Lembrarmos que até 1996 os operadores de telefonia tinham o ensejo a

www.isegnet.com.br.com.br

www.isegnet.com.br.com.br RAT - Riscos Ambientais de Trabalho Periodicidade, Manutenção e Geração dos Demonstrativos LTCAT e o PPP Parecer Preliminar - Educativo (publicado na íntegra - 15 páginas) Introdução O objetivo das avaliações

Leia mais

www.isegnet.com.br.com.br

www.isegnet.com.br.com.br M.Sc Rogério Dias Regazzi Diteror 3R Brasil Tecnologia Ambiental Diretor Isegnet.com.br Engo Mecânico e de SST Publicação: Parecer NAW OFFSHORE PARECER: JUSTIFICATIVA TÉCNICA DO LIMITE DE TOLERÂNCIA DE

Leia mais

Luiz Oscar Dornelles Schneider Especialista em Medicina do Trabalho AMB / ANAMT

Luiz Oscar Dornelles Schneider Especialista em Medicina do Trabalho AMB / ANAMT FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DA EXIGIBILIDADE DO LTCAT LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO Seguem-se abaixo os trechos dos documentos legais que versam sobre a matéria, de acordo com sua ordem hierárquica

Leia mais

PARECER LTCAT / É ÓBVIO, ELE NÃO MORREU! CANAL 3R / COTESIA ISEGNET

PARECER LTCAT / É ÓBVIO, ELE NÃO MORREU! CANAL 3R / COTESIA ISEGNET "ESTAMOS DISPONIBIZANDO ESTE MATERIAL APÓS UM SÉRIE DE PERGUNTAS DE USUÁRIOS SOBRE O TEMA: LAUDO TÉCNICO E LTCAT. PERCEBEMOS EQUIVOCOS PERPETUADOS SEM FUNDAMENTOS OU NEXO COM A REALIDADE. UMA TENTATIVA

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O 0 0 1 / 2 0 1 5

R E S O L U Ç Ã O 0 0 1 / 2 0 1 5 R E S O L U Ç Ã O 0 0 1 / 2 0 1 5 Estabelece instruções para o reconhecimento do tempo de serviço público exercido sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física pelo Instituto

Leia mais

01. esocial confirma fiscalização trabalhista total em 2016

01. esocial confirma fiscalização trabalhista total em 2016 BOLETIM INFORMATIVO Nº 28/2015 ANO XII (13 de agosto de 2015) 01. esocial confirma fiscalização trabalhista total em 2016 Embora o esocial passe efetivamente a ser obrigatório a partir de setembro de 2016,

Leia mais

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCO AMBIENTAL - PPRA NR 09

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCO AMBIENTAL - PPRA NR 09 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCO AMBIENTAL - PPRA NR 09 Prof. Me. Vítor Hugo Magalhães Vono Engenheiro de Segurança do Trabalho Lei 6514 de 12/77 Capítulo V da CLT da Segurança e Medicina do Trabalho (art.

Leia mais

GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA Odilon Machado de Saldanha Júnior Belo Horizonte 2009 2 GUIA DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO

Leia mais

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Josevan Ursine Fudoli ENGº CIVIL E DE SEGURANÇA DO TRABALHO HIGIENE OCUPACIONAL RUÍDO Aula

Leia mais

ANEXO X - ESPECIFICAÇÕES

ANEXO X - ESPECIFICAÇÕES ANEXO X - ESPECIFICAÇÕES 1. JUSTIFICATIVA 1.1. Motivação para a Contratação: A contratação constante do objeto em questão é justificada em virtude do término do atual contrato; da impreterível necessidade

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 22 DE JULHO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 22 DE JULHO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 22 DE JULHO DE 2010 (Publicada no D.O.U. de 27/07/2010) Atualizada até 26/05/2014 Estabelece instruções para o reconhecimento, pelos Regimes Próprios de Previdência Social

Leia mais

Dr. José Carlos Steola

Dr. José Carlos Steola n t e p f a p r a t (s a t) Dr. José Carlos Steola Médico do Trabalho Coordenador do Depto de Proteção no Trabalho ( UNIMED de Araras) Médico do Trabalho da Usina Sta Lúcia Araras Médico Coordenador de

Leia mais

PPP FERRAMENTA PARA A PREVENÇÃO. Antonio Carlos Castellar de Castro. Companhia Hidroelétrica do São Francisco CHESF

PPP FERRAMENTA PARA A PREVENÇÃO. Antonio Carlos Castellar de Castro. Companhia Hidroelétrica do São Francisco CHESF PPP FERRAMENTA PARA A PREVENÇÃO Antonio Carlos Castellar de Castro Companhia Hidroelétrica do São Francisco CHESF RESUMO O advento do Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP em 01/01/2004 no nosso

Leia mais

COMO ELABORAR CORRETAMENTE O PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - PPP

COMO ELABORAR CORRETAMENTE O PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - PPP COMO ELABORAR CORRETAMENTE O PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - PPP *Jaques Sherique O primeiro passo para a elaboração correta de um Sistema de Perfil Profissiográfico Previdenciário é a manutenção

Leia mais

MPAS/INSS. Perfil Profissiográfico Previdenciário DRA. SILVIA MATHEUS

MPAS/INSS. Perfil Profissiográfico Previdenciário DRA. SILVIA MATHEUS MPAS/INSS Perfil Profissiográfico Previdenciário DRA. SILVIA MATHEUS Perfil Profissiográfico OBJETIVO: As Aposentadorias Especiais têm características preventivas e visam retirar o trabalhador dos ambientes

Leia mais

Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho

Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho Sumário Abreviaturas...3 Resumo...4 Introdução...5 Cronograma dos processos...5 Análise crítica...8 Proposta de melhoria...9 Anexos...10 1 Abreviaturas

Leia mais

NR-7 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL. Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi

NR-7 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL. Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi NR-7 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL Curso:Tecnólogo em Gestão Ambiental Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira OBJETO: Estabelece

Leia mais

Texto para Discussão

Texto para Discussão Convênio: Fundação Economia de Campinas - FECAMP e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE Termo de Referência: Reforma Trabalhista e Políticas Públicas para Micro e Pequenas Empresas Texto

Leia mais

Institucional Serviços Especialidades Laboratórios Conveniados Treinamentos Clientes Localização

Institucional Serviços Especialidades Laboratórios Conveniados Treinamentos Clientes Localização 1º FORUM LISTER DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO GESTÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO Antônio Sampaio Diretor Técnico INTRODUÇÃO Institucional Serviços Especialidades Laboratórios Conveniados Treinamentos

Leia mais

Aposentadoria Especial

Aposentadoria Especial Aposentadoria Especial O novo modelo. Bases éticas e legais o conceito O laudo Técnico e o DSS Starling@sti.com.br tel.: (11) 208.06.98 Perito Assistente técnico. Evolução Histórica Instituída pela Lei

Leia mais

CARTILHA PPP VERSÃO 1 (30-06-2003) O quê é?

CARTILHA PPP VERSÃO 1 (30-06-2003) O quê é? CARTILHA PPP VERSÃO 1 (30-06-2003) O quê é? Documento histórico-laboral do trabalhador que reúne informações administrativas, ambientais e biológicas, durante todo o período em que prestou serviço para

Leia mais

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e PORTARIA SSST Nº 11, de 13/10/1994 "Publica a minuta do Projeto de Reformulação da Norma Regulamentadora nº 9 - Riscos Ambientais com o seguinte título: Programa de Proteção a Riscos Ambientais". A SECRETARIA

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA/ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA/ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA/ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS 1. OBJETO 1.1 Prestação de serviços técnicos especializados em Engenharia de segurança do Trabalho, de modo a elaborar o Programa de Prevenção de Riscos

Leia mais

PROGRAMAS (41) 35620280. medicinaocupacional@saudemais.med.br. http://www.saudemais.med.br

PROGRAMAS (41) 35620280. medicinaocupacional@saudemais.med.br. http://www.saudemais.med.br (41) 35620280 medicinaocupacional@saudemais.med.br http://www.saudemais.med.br Temos a satisfação de apresentar nossos serviços de Saúde Ocupacional. Oferecemos assessoria completa em segurança e medicina

Leia mais

APOSENTADORIA ESPECIAL

APOSENTADORIA ESPECIAL FUNDAMENTO LEGAL Artigo 201, 1º, CF/88 Artigo 57 e 58 da Lei 8213/91 Artigo 64 a 70, do Decreto 3048/99 Artigo 246 a 299 da IN 77/2015 CONCEITO É o benefício previdenciário devido ao segurado que tenha

Leia mais

PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA ARMANDO CAMPOS

PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA ARMANDO CAMPOS PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA LEGISLAÇÃO E NORMAS: RUÍDO CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO - CAPÍTULO V NORMA REGULAMENTADORA 15 - NR 15, ANEXOS 1 E 2 (LIMITES DE TOLERÂNCIA) DECRETO 3048/1999 - INSS

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO II

DIREITO DO TRABALHO II DIREITO DO II Me. Ariel Silva. l Órgãos de segurança SESMT: O Serviço Especializado em engenharia de segurança e em Medicina do Trabalho, SESMT, constitui-se no órgão técnico da empresa composto exclusivamente

Leia mais

esocial e as boas práticas de Segurança e Saúde do Trabalho

esocial e as boas práticas de Segurança e Saúde do Trabalho CURSO esocial e as boas práticas de Segurança e Saúde do Trabalho Orientador Rogério Andrade Henriques Advogado, especialista em Direito do Trabalho e Previdenciário, instrutor de cursos empresariais na

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3)

ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) 9.1. Do objeto e campo de aplicação. 9.1.1. Esta Norma Regulamentadora

Leia mais

e-book PPRA E PCMSO O QUE ISSO TEM A VER COM SEU PROJETO ARQUITETÔNICO OU MOBILIÁRIO? índice express

e-book PPRA E PCMSO O QUE ISSO TEM A VER COM SEU PROJETO ARQUITETÔNICO OU MOBILIÁRIO? índice express e-book PPRA E PCMSO O QUE ISSO TEM A VER COM SEU PROJETO ARQUITETÔNICO OU MOBILIÁRIO? índice express Apresentação 2 PPRA perguntas & respostas 3 PCMSO perguntas & respostas 5 Links Úteis 6 apresentação

Leia mais

O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) - Leonardo Bianchini Morais

O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) - Leonardo Bianchini Morais O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) - Leonardo Bianchini Morais MORAIS, Leonardo Bianchini. O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico

Leia mais

Impactos dos Acidentes do Trabalho e Afastamentos Previdenciários

Impactos dos Acidentes do Trabalho e Afastamentos Previdenciários Impactos dos Acidentes do Trabalho e Afastamentos Previdenciários Gustavo Nicolai Gerente de Saúde e Medicina Ocupacional 1. Sistema de Gestão Integrada de QMSR Ciência 2. Política de QMSR 3. Estrutura

Leia mais

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778. GR ASSESSORIA LTDA Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.4561 PCMSO Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional PPRA Programa

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA 1/10 INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRESA... 2 ABRANGÊNCIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 3 1. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE:... 4 - MANUAL DA QUALIDADE... 4 Escopo do SGQ e definição dos clientes... 4 Política

Leia mais

MANUAL DO CLIENTE. Orientações Gerais

MANUAL DO CLIENTE. Orientações Gerais MANUAL DO CLIENTE Orientações Gerais 2 Prezado Cliente: O compromisso da ESAME é oferecer a você o melhor serviço na área de Saúde e Segurança no Trabalho, assegurando a qualidade nos procedimentos médicos,

Leia mais

CIESP JUNDIAÍ INFORMAÇÕES TÉCNICAS E PRÁTICAS DO PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO (PPP)

CIESP JUNDIAÍ INFORMAÇÕES TÉCNICAS E PRÁTICAS DO PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO (PPP) CIESP JUNDIAÍ INFORMAÇÕES TÉCNICAS E PRÁTICAS DO PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO (PPP) Gerência Executiva em Jundiaí Seção de Saúde do Trabalhador SST Dr. Renato Humberto da Silva 06/11/2013 1 Brasil

Leia mais

Nome da atividade: PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE PERDAS AUDITIVA

Nome da atividade: PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE PERDAS AUDITIVA Nome da atividade: DE PERDAS AUDITIVA RESULTADOS ESPERADOS: - PREVENIR A INSTALAÇÃO DE PERDAS AUDITIVAS OCUPACIONAIS. - CONTROLAR A EVOLUÇÃO DE PERDAS JÁ EXISTENTES - DIAGNOSTICAR PRECOCEMENTE PERDAS AUDITIVAS

Leia mais

Aposentadoria Especial e o Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP PERGUNTAS E RESPOSTAS

Aposentadoria Especial e o Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP PERGUNTAS E RESPOSTAS 1 Aposentadoria Especial e o Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP PERGUNTAS E RESPOSTAS 1. O que se entende por aposentadoria especial? R. É benefício decorrente do trabalho realizado em condições

Leia mais

INSS ALTERA MAIS UMA VEZ AS CONDIÇÕES PARA A CONCESSÃO DA APOSENTADORIA ESPECIAL IMPONDO NOVOS ÔNUS PARA AS EMPRESAS

INSS ALTERA MAIS UMA VEZ AS CONDIÇÕES PARA A CONCESSÃO DA APOSENTADORIA ESPECIAL IMPONDO NOVOS ÔNUS PARA AS EMPRESAS INSS ALTERA MAIS UMA VEZ AS CONDIÇÕES PARA A CONCESSÃO DA APOSENTADORIA ESPECIAL IMPONDO NOVOS ÔNUS PARA AS EMPRESAS Jaques Sherique - Engenheiro de Segurança do Trabalho, Presidente da ABPA-SP 2º Vice-Presidente

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ SGQ 01-10

MANUAL DA QUALIDADE MQ SGQ 01-10 SUMÁRIO: Apresentação da ACEP 2 Missão da Empresa 3 Escopo e Justificativas de Exclusão 4 Comprometimento da Direção 5 Política da Qualidade 7 Objetivos de Qualidade 7 Fluxo de Processos 8 Organograma

Leia mais

TOTVS Manutenção de Ativos powered by NG

TOTVS Manutenção de Ativos powered by NG TOTVS Manutenção de Ativos powered by NG Gestão da engenharia de manutenção Otimização no uso de equipamentos Gestão de custos e mão de obra Aumente a confiabilidade e disponibilidade dos equipamentos

Leia mais

NR4- SESMT. Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. Alunos:

NR4- SESMT. Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. Alunos: NR4- SESMT Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho UFMS Faculdade de Engenharia Civil Prof. MSc. Elizabeth Spengler Cox e M. Leite Alunos: Jeverson Vasconcelos de Souza

Leia mais

Estado de Goiás Prefeitura Municipal de Niquelândia

Estado de Goiás Prefeitura Municipal de Niquelândia PROCEDIMENTOS E ROTINAS AO DARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS Título: Instrução Normativa nº. 001/2012. Ementa: Recomenda procedimentos para o Departamento de Recursos Humanos dos Órgãos da Administração Direta

Leia mais

PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO (PPP)

PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO (PPP) PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO (PPP) Os documentos (PPP) que estão anexados foram preparados pela GV Clínicas com os dados contidos no PCMSO, PPRA e LTCAT. É uma exigência do INSS e devem ser entregues

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Trata-se de proposta de texto para revisão do Anexo 8 da Norma Regulamentadora n.º 15 (Atividades

Leia mais

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2)

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2) Página 1 de 6 NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2) 7.1. Do objeto. 7.1.1. Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte

Leia mais

Complexidade da especialidade. Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros. Complexidade da especialidade

Complexidade da especialidade. Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros. Complexidade da especialidade Complexidade da especialidade Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros CATECE Comissão de Análise de Títulos de Especialistas e Cursos de Especialização O

Leia mais

INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO SOLUÇÕES PARA RUÍDO OCUPACIONAL

INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO SOLUÇÕES PARA RUÍDO OCUPACIONAL INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO SOLUÇÕES PARA RUÍDO OCUPACIONAL HISTÓRIA DE CASOS DIVISÃO TÉCNICA SEGURANÇA NO TRABALHO e DIVISÃO TÉCNICA DE ACÚSTICA 22/05/2012 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO ALGUNS

Leia mais

PROPOSTA PADRÃO DE PCA PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA CHAMADO GPCA PARA ATENDIMENTO AO MANUAL DE SAÚDE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE DA EMPRESA

PROPOSTA PADRÃO DE PCA PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA CHAMADO GPCA PARA ATENDIMENTO AO MANUAL DE SAÚDE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE DA EMPRESA Rio de Janeiro, 0x de XXXX de 2010 REF: PR_3R_GPCA_CONTROLE_EMPRESA_01010 Número de páginas: 09 PROPOSTA PADRÃO DE PCA PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA CHAMADO GPCA PARA ATENDIMENTO AO MANUAL DE SAÚDE,

Leia mais

SST - PPP. 11.8.x. abril de 2015. Versão: 4.0

SST - PPP. 11.8.x. abril de 2015. Versão: 4.0 SST - PPP 11.8.x abril de 2015 Versão: 4.0 1 Sumário 1 Objetivo... 4 2 Como utilizar esse material em seus estudos de Atendimento Clínico... 4 3 Introdução... 5 4 PPP... 6 4.1 Principais botões do sistema...

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS ASSUNTO PADRONIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, A SEREM EXECUTADAS PELAS EMPRESAS CONTRATADAS PELA INFRAERO RESPONSÁVEL DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO (DA) GERÊNCIA DE DINÂMICA LABORAL

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 45

PROVA ESPECÍFICA Cargo 45 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 45 QUESTÃO 26 Sobre os Limites de Tolerância para exposição ao calor, em regime de trabalho intermitente, com períodos de descanso no próprio local de prestação de serviço, de

Leia mais

Manual de Procedimentos de Segurança e Medicina do Trabalho para Empresas Contratadas

Manual de Procedimentos de Segurança e Medicina do Trabalho para Empresas Contratadas Manual de Procedimentos de Segurança e Medicina do Trabalho para Empresas Contratadas Responsável: Diretoria de Administração (DA) Superintendência de Recursos Humanos (DARH) Gerência de Dinâmica Laboral

Leia mais

NORMAS REGULAMENTADORAS FAP E NTEP

NORMAS REGULAMENTADORAS FAP E NTEP NORMAS REGULAMENTADORAS FAP E NTEP LEGISLAÇÃO A Portaria n 3214, de 08/06/1978, aprovou as normas regulamentadoras NR do capítulo V, Título II, da CLT, relativas a segurança e medicina do trabalho. Atualmente

Leia mais

PORTARIA MTE nº 1510/2009 NOVAS REGRAS SOBRE O CONTROLE ELETRÔNICO DE PONTO

PORTARIA MTE nº 1510/2009 NOVAS REGRAS SOBRE O CONTROLE ELETRÔNICO DE PONTO PORTARIA MTE nº 1510/2009 NOVAS REGRAS SOBRE O CONTROLE ELETRÔNICO DE PONTO Neste fascículo de Uma entrevista com o Advogado, apresentamos o conteúdo de artigo enviado pelo Ministério do Trabalho e Emprego

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Plano de Trabalho Docente 2013. Qualificação: SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Plano de Trabalho Docente 2013. Qualificação: SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Dr. Francisco Nogueira de Lima Código:059 Município: CASA BRANCA Área Profissional: AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA Habilitação Profissional: TÉCNICO EM SEGURANÇA

Leia mais

ESCOPO DE FORNECIMENTO DOS DOCUMENTOS DO PROJETO 3RFOLLOWGOGREENER Pág. 1 de 6

ESCOPO DE FORNECIMENTO DOS DOCUMENTOS DO PROJETO 3RFOLLOWGOGREENER Pág. 1 de 6 3RFOLLOWGOGREENER Pág. 1 de 6 Projeto N o Data de entrada: 3RFollowGoGreener-001-10-2010 Data de saída: Título do Projeto: Programa 3RFollowGoGreener - Sistema Follow é composto por Modelos de Documentos

Leia mais

A importância do RH no processo de contestação do FAP. WOLNEI TADEU FERREIRA Outubro 2014 FIESP

A importância do RH no processo de contestação do FAP. WOLNEI TADEU FERREIRA Outubro 2014 FIESP A importância do RH no processo de contestação do FAP WOLNEI TADEU FERREIRA Outubro 2014 FIESP Como é definido o FAP? Como é calculado: o FAP anual reflete a aferição da acidentalidade nas empresas relativa

Leia mais

Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros

Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros CATECE Comissão de Análise de Títulos de Especialistas e Cursos de Especialização Complexidade da especialidade O

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL...

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL... Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. Baseado na NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Portaria N 1.748 de 30 de Agosto de 2011. HOSPITAL... Validade

Leia mais

Sistema de Gestão de SMS

Sistema de Gestão de SMS DESCRIÇÃO DA EMPRESA Nome SMART EXPRESS TRANSPORTES LTDA EPP CNPJ 12.103.225/0001-52 Insc.Est. 79.477.680 Atividade: transporte rodoviário de carga em geral Código: 206-2 Nº de funcionários (inclusive

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ORIENTAÇÕES PREVIDÊNCIA SOCIAL

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ORIENTAÇÕES PREVIDÊNCIA SOCIAL VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ORIENTAÇÕES PREVIDÊNCIA SOCIAL Orientador Empresarial RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM CONDIÇÕES ESPECIAIS 1. Contribuição

Leia mais

NR-15 (Texto para Consulta Pública)

NR-15 (Texto para Consulta Pública) MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Trata-se de proposta de texto para alteração da Norma Regulamentadora n.º 15 (Atividades

Leia mais

SERVIÇOS MANDATÓRIOS ESPECIAIS DA 3R BRASIL TECNOLOGIA AMBIENTAL

SERVIÇOS MANDATÓRIOS ESPECIAIS DA 3R BRASIL TECNOLOGIA AMBIENTAL Última Atualização: Rio de Janeiro, 22 de Outubro de 2013. Número de páginas: 05 SERVIÇOS MANDATÓRIOS ESPECIAIS DA 3R BRASIL TECNOLOGIA AMBIENTAL Destacamos a seguir os serviços especiais mandatórios realizados

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ARTIGOS

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ARTIGOS TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Orientador Empresarial ARTIGOS FAP: AS MUDANÇAS PARA AS EMPRESAS COM A FLEXIBILIZAÇÃO DAS ALÍQUOTAS PARA O CUSTEIO DOS RISCOS AMBIENTAIS DO TRABALHO

Leia mais

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta.

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta. Segurança do Trabalho É o conjunto de medidas que versam sobre condições específicas de instalações do estabelecimento e de suas máquinas visando à garantia do trabalhador contra riscos ambientais e de

Leia mais

Norma de Referência Selo de Conformidade ANFIR

Norma de Referência Selo de Conformidade ANFIR Histórico das alterações: Nº Revisão Data de alteração 00 20.01.204 Emissão inicial do documento. Sumário das Alterações Pág. 1 1. Resumo Esta norma estabelece requisitos técnicos para a concessão do Selo

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO CONSULTA PÚBLICA do ANEXO 8 da NR-15 PROPOSTA DE TEXTO NORMATIVO NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES

Leia mais

APOSENTADORIA ESPECIAL PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE E RECONHECIMENTO DO DIREITO AOS SERVIDORES PÚBLICOS

APOSENTADORIA ESPECIAL PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE E RECONHECIMENTO DO DIREITO AOS SERVIDORES PÚBLICOS 2015 APOSENTADORIA ESPECIAL PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE E RECONHECIMENTO DO DIREITO AOS SERVIDORES PÚBLICOS Márcia Touni Advocacia 18/03/2015 APOSENTADORIA ESPECIAL PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE E RECONHECIMENTO

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

Fator Acidentário de Prevenção - FAP

Fator Acidentário de Prevenção - FAP Fator Acidentário de Prevenção - FAP Lei nº 10.666 De 8 de maio de 2003. quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010 Constituição Federal Direitos e Garantias Fundamentais (Título II) Direitos Sociais (Capítulo

Leia mais

PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional

PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional VIGÊNCIA: 1 ANO EMPRESA: Virtual Machine Data da Elaboração Data de Vencimento 18/ 02 /2008 17 / 02/2009 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: Vitual Machine CNPJ: 08.693.563/0001.14 CNAE: 4751200 Grau

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. Rede Completa Orientações Gerais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. Rede Completa Orientações Gerais MANUAL DE UTILIZAÇÃO Rede Completa Orientações Gerais Geremed Saúde e Segurança Ocupacional Ltda. 2011 3 de Prezado Cliente: Parabéns! Você é um CLIENTE GEREMED e para nós, isso é um motivo de grande satisfação.

Leia mais

esocial: Integração no Ambiente Sped SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL

esocial: Integração no Ambiente Sped SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL esocial: Integração no Ambiente Sped SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL NF-e Abrangência ECD esocial EFD EFD - IRPJ CT-e NFS-e E-Lalur FCont O esocial é um projeto do governo federal que vai unificar

Leia mais

MANUAL ORIENTATIVO DE FISCALIZAÇÃO CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO MODALIDADE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

MANUAL ORIENTATIVO DE FISCALIZAÇÃO CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO MODALIDADE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO MANUAL ORIENTATIVO DE FISCALIZAÇÃO CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO MODALIDADE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO Laudo Ergonômico Laudo de Periculosidade/Insalubridade Laudo

Leia mais

Secretaria da Administração

Secretaria da Administração Secretaria da Administração Procedimento para Elaboração de Programas de Segurança para Empresas Contratadas PCMSO / PPRA / PCMAT / ARO Revisão 00 2014 1. Objetivo Estabelecer as exigências mínimas sobre

Leia mais

esocial: Programas de medicina e segurança do trabalho: O que é preciso adequar?

esocial: Programas de medicina e segurança do trabalho: O que é preciso adequar? Nilza Machado esocial: Programas de medicina e segurança do trabalho: O que é preciso adequar? esocial: Uma nova ERA A escrituração digital chegou em SST Prazos (Resolução Comitê Diretivo do esocial Nº

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. Orientações Gerais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. Orientações Gerais MANUAL DE UTILIZAÇÃO Orientações Gerais Geremed Saúde e Segurança Ocupacional Ltda. 2013 Prezado Cliente: Parabéns! Você é um CLIENTE GEREMED e para nós, isso é um motivo de grande satisfação. Nosso compromisso

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

Prefeitura Municipal de Passo Fundo

Prefeitura Municipal de Passo Fundo ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA/ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS 1. OBJETO 2. OBJETIVO 1.1 Prestação de serviços técnicos especializados em Engenharia de segurança do Trabalho, de modo a elaborar e emitir os Laudos

Leia mais

O fator acidentário previdenciário (FAP) e o nexo técnico epidemiológico (NTE)

O fator acidentário previdenciário (FAP) e o nexo técnico epidemiológico (NTE) Página 1 de 5 O fator acidentário previdenciário (FAP) e o nexo técnico epidemiológico (NTE) Texto extraído do Jus Navigandi http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10065 Leonardo Bianchini Morais

Leia mais

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL. Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001.

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL. Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001. OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL ASPECTOS GERAIS Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001. Histórico: Normas e Gestão SSO BS 8800 Instituto Britânico

Leia mais

RSData construindo soluções diferenciadas para a. Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho

RSData construindo soluções diferenciadas para a. Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho RSData construindo soluções diferenciadas para a Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho Porque escolher a RSData? A empresa RSData é especializada e dedicada em softwares para a Gestão de Segurança e

Leia mais

Procedimento Institucional Gestão de EPI

Procedimento Institucional Gestão de EPI Tipo de Documento Procedimento Institucional Título do Documento Equipamento de Proteção Individual Elaborado por Paulo Sérgio Bigoni Área Relacionada Saúde e Segurança do Trabalhador Processo ESTRUTURAÇÃO

Leia mais

Evento ORAUG CAFÉ FISCAL

Evento ORAUG CAFÉ FISCAL Evento ORAUG CAFÉ FISCAL NEXO CS Informática S.A. : Empresa especializada em Software para Saúde Ocupacional, Segurança do Trabalho e Gestão Previdenciária. Desde 1996 São Paulo, 23 de Outubro de 2014

Leia mais

MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE VIBRAÇÃO PPRA

MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE VIBRAÇÃO PPRA MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE VIBRAÇÃO PPRA 1ª edição 2009 2ª edição 2013 3ª edição 2014 TUFFI MESSIAS SALIBA Engenheiro Mecânico. Engenheiro de Segurança do Trabalho. Advogado. Mestre em meio

Leia mais

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Objetivo A Norma Regulamentadora 9 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação,

Leia mais

Impresso em 26/08/2015 10:52:49 (Sem título)

Impresso em 26/08/2015 10:52:49 (Sem título) Aprovado ' Elaborado por Cintia Kikuchi/BRA/VERITAS em 08/01/2015 Verificado por Neidiane Silva em 09/01/2015 Aprovado por Americo Venturini/BRA/VERITAS em 12/01/2015 ÁREA QHSE Tipo Procedimento Regional

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Pato Branco Gerência de Pesquisa e Pós-Graduação ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa XXXVI CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO. Clique para editar os estilos do texto

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa XXXVI CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO. Clique para editar os estilos do texto Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa Clique para editar os estilos do texto de São Paulo XXXVI CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DO TRABALHO 2015 1 Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa

Leia mais

5º WORSHOP DO ALGODÃO AMPASUL NOÇÕES BÁSICAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO RURAL

5º WORSHOP DO ALGODÃO AMPASUL NOÇÕES BÁSICAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO RURAL 5º WORSHOP DO ALGODÃO AMPASUL NOÇÕES BÁSICAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO RURAL Instituto Algodão Social Missão Promover aos associados do setor algodoeiro a responsabilidade social empresarial, a cidadania,

Leia mais

SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO DIRETRIZES BÁSICAS

SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO DIRETRIZES BÁSICAS SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO DIRETRIZES BÁSICAS Elaborado em: 05/01/2011 Autor: Borges 1.Introdução É comum entre empregadores e colaboradores que exerçam cargos de confiança a preocupação em gerir

Leia mais

Procedimentos de Gestão da Qualidade. NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 01/09/2010 DE ACORDO

Procedimentos de Gestão da Qualidade. NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 01/09/2010 DE ACORDO Versão: 2 Pág: 1/6 NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 01/09/2010 DE ACORDO Dr. Renato de Lacerda Diretor Técnico 02/09/2010 APROVADO POR Dr. Jose Carlos dos

Leia mais

Denilson Cazuza dos Santos

Denilson Cazuza dos Santos LEGISLAÇÃO E NORMAS. SEGURANÇA E MEDICINA NO TRABALHO Denilson Cazuza dos Santos denilsoncazuza@terra.com.br NORMAS APLICAVEIS CF - Constituição Federal 88 Código Civil, art. 186 e 927 Código Penal ART.

Leia mais

INFORMAÇÃO PARA A PREVENÇÃO

INFORMAÇÃO PARA A PREVENÇÃO FALANDO SOBRE NEXO EPIDEMIOLOGICO Um dos objetivos do CPNEWS é tratar de assuntos da área de Segurança e Medicina do Trabalho de forma simples de tal forma que seja possível a qualquer pessoa compreender

Leia mais

O esocial e os desafios junto à fiscalização previdenciária, trabalhista e tributária. Necessidade de organização e consequências previsíveis.

O esocial e os desafios junto à fiscalização previdenciária, trabalhista e tributária. Necessidade de organização e consequências previsíveis. O esocial e os desafios junto à fiscalização previdenciária, trabalhista e tributária. Necessidade de organização e consequências previsíveis. Renan Cesco de Campos VIII Fórum de Relações Trabalhistas

Leia mais

Apresentação da Concessão

Apresentação da Concessão MEDICINA E ENGENHARIA DO TRABALHO Apresentação da Concessão Cuidar da Saúde e Segurança do Trabalhador é a nossa Especialidade! APRESENTAÇÃO TENHA SEU PRÓPRIO NEGÓCIO COM RETORNO GARANTIDO O mercado de

Leia mais

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro:

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro: Gerenciamento de Projetos Teoria e Prática Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009 do PMBOK do PMI Acompanha o livro: l CD com mais de 70 formulários exemplos indicados pelo PMI e outros desenvolvidos

Leia mais