NORMAS PARA REDAÇÃO DE MONOGRAFIAS

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1 INSTITUTO MACHADENSE DE ENSINO SUPERIOR FACULDADE DE DIREITO NORMAS PARA REDAÇÃO DE MONOGRAFIAS MACHADO-MG 2007

2 INSTITUTO MACHADENSE DE ENSINO SUPERIOR FACULDADE DE DIREITO Presidente Fumesc Dr. Jorge Eduardo Vieira de Oliveira Diretor Pedagógico IMES Prof. Rovilson Molina Lopes Diretor Administrativo Robertson Rodrigues Pereira Superintendente Administrativo Financeiro M.Sc. Ulisses Serafim Coordenador da Faculdade de Administração M.Sc. Ulisses Serafim Coordenadora da Faculdade de Direito M.Sc. Rosângela Aparecida da Silva Professora responsável pela elaboração das normas M.Sc. Eliana Mara Manso 2

3 MONOGRAFIA Monografia: documento investigativo e minucioso que apresenta o resultado de trabalho de atualização de conhecimentos sobre um tema específico e geralmente restrito, mediante revisão de publicações de outros autores e também próprias. O objetivo da monografia é reunir vários trabalhos e analisá-los comparativamente, com o fim de se promover a atualização de um dado tema. Via de regra, a monografia é constituída sob a supervisão de um especialista no assunto (professor ou pesquisador), que será a autoridade acadêmica a validar ou não os argumentos utilizados e a mostrar caminhos bibliográficos para o andamento da pesquisa. Largamente utilizada como trabalho de conclusão de cursos, é exigida na pós-graduação em nível lato-sensu, como trabalho final ou de conclusão de cursos de graduação. 1 ESTRUTURA DA MONOGRAFIA A estrutura da monografia estabelece a seqüência em que devem ser dispostos os elementos que a compõem. Disposição dos elementos: Pré-textuais - Capa (obrigatório) - Folha de rosto (obrigatório) - Ficha catalográfica (obrigatória), no verso da folha de rosto - Folha de avaliação (obrigatória) - Dedicatória (opcional) - Agradecimentos (opcional) - Citação ou epígrafe (opcional) - Resumo na língua vernácula (obrigatório) - Sumário (obrigatório) - Lista de ilustrações (se existirem gráficos ou tabelas) (i) - Lista de abreviaturas, siglas ou símbolos (opcional) (ii) Textuais - Introdução - Desenvolvimento - Conclusão Pós-textuais - Referências (obrigatório) - Apêndice(s) (opcional) - Anexo(s) (opcional) - Glossário (se necessário) 1

4 1.1 Elementos pré-textuais: Capa Capa é a proteção externa do trabalho, devendo conter os elementos essenciais para que se possa identificar o trabalho, o autor, a entidade em que foi produzida e a data de sua conclusão. O nome do autor deve aparecer no auto da folha, digitado em fonte Arial 14, todo em letras maiúsculas. Caso a tenha, o autor deverá identificar sua mais alta qualificação acadêmica, p. ex.: CD (Cirurgião Dentista); Prof. (Professor); Dr. (Doutor); etc. O título da monografia e subtítulo, se houver, ocuparão a região central da folha em fonte Arial 16. Na porção inferior da página grafam-se o nome da unidade acadêmica em fonte Arial 16 e, logo abaixo, o local da sede da mesma, seguido do ano da conclusão do trabalho, fonte Arial 14. Centralizam-se todos os parágrafos e as letras da capa serão maiúsculas e negritadas. A margem superior deve ser de 4cm, inferior e direita, 3cm e a esquerda 3,5cm. (Anexo A). Folha de rosto Deve permitir maior número de informações sobre a monografia. Além dos elementos constantes da capa, acrescenta-se, entre o título e a identificação da unidade acadêmica, a exigência que motivou sua produção em fonte Arial 12, com letras minúsculas, excetuando-se a inicial dos nomes próprios. O nome do orientador do trabalho será digitado em letras maiúsculas Arial 12. A palavra Orientador e as demais que permitem identificar sua qualificação acadêmica têm somente as primeiras em maiúsculas. Todos os elementos da folha de rosto deverão estar centralizados com exceção da descrição do trabalho, que deverá ser colocada à altura dos dois terços, parte inferior, à direita da página, em negrito. (Anexo B). Ficha catalográfica Deverá ser confeccionada, seguindo as normas vigentes da ABNT e normalmente, as unidades acadêmicas dispõem de um serviço de biblioteca que é encarregado de orientar os usuários em procedimentos técnicos exigidos 2

5 na produção do trabalho acadêmico. São necessárias três palavras-chave, as quais não deverão constar no título da monografia. Virá no verso da folha de rosto. (Confeccionada pela biblioteca). Folha de avaliação da monografia Deverá conter a identificação e a exigência que motivou o trabalho, dados para serem avaliados, conforme cada exigência. A folha deverá ser digitada em fonte Arial 12. O título AVALIAÇÃO DA MONOGRAFIA deve ser digitado em Arial 14, na parte superior da folha, em negrito e centralizado. (Anexo C). Dedicatória(s) É opcional, colocada após a folha de aprovação e deve estar em página própria. Deverá vir alinhada à margem direita, a 6cm da margem inferior. Agradecimento(s) Elemento opcional, colocado após a dedicatória, em folha própria. Deverá vir alinhado à margem direita, a 6cm da margem inferior. Citação ou epígrafe Elemento opcional, colocado após a dedicatória. Deverá vir alinhada à margem direita, a 6cm da margem inferior. Resumo na língua vernácula Trata-se de uma resenha do trabalho escrito, apresentando de forma concisa, pontos relevantes e as conclusões do trabalho. Deve ser redigido na terceira pessoa do singular, com o verbo na voz ativa, compondo-se de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de enumeração de tópicos Não deve incluir citações bibliográficas. Deve ser escrito em um único parágrafo, em página distinta, contendo no máximo 500 palavras. Abaixo do título RESUMO, um espaço duplo, precedido da respectiva referência bibliográfica da monografia de acordo com a ABNT NBR 6023, de agosto de Concluído o resumo, logo abaixo, deverá haver dois espaços duplos e as palavras-chave, 3

6 em negrito e apenas a primeira letra em maiúscula (Palavras-chave), em no máximo de cinco palavras, as quais não devem constar no título e subtítulo. Ao rodapé deverá constar o comitê de orientação, ou apenas: Orientador: nome. (Anexo D) Sumário Refere-se à indicação e enumeração das páginas que contêm as divisões do trabalho. Deve-se listar obrigatoriamente todos os itens que vierem após o sumário e nenhum item que estiver antes do mesmo pode nele constar. Os itens listados no sumário poderão ter subdivisões, a critério do autor. O título SUMÁRIO, em letras maiúsculas, deve ser centralizado no alto da página e digitado em Arial 14. Os itens devem ser digitados em Arial 12. As páginas do sumário não devem ser numeradas e os itens deverão estar na mesma margem, ou seja, sem indentação. (Anexo E) Lista de ilustrações Relação de gráficos ou tabelas apresentadas no texto, devendo conter número, legenda e página. Coloca-se logo após o sumário, recebendo paginação em algarismos romanos e iniciando com a numeração i. Lista de abreviaturas, siglas ou símbolos É opcional. Relação alfabética das abreviaturas, siglas ou símbolos utilizados no texto, seguidos das palavras, expressões correspondentes ou significados, por extenso. Deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. Lista própria para cada tipo. (Anexo F). 1.2 Elementos textuais Introdução É a apresentação do trabalho como um todo. Trata-se de um texto explicativo, onde o autor define o assunto, transmite a idéia clara do tema, objetivos, justificativa e suas aplicações práticas, problemáticas, metodologia 4

7 utilizada. A introdução pode referir-se aos tópicos principais fornecendo a ordem de apresentação dos mesmos. Desenvolvimento Trata-se da apresentação do trabalho, propriamente dito. Está dividido em três ou quatro capítulos (média de 10 a 15 laudas/capítulo). Todo documento analisado deve constar na listagem bibliográfica e ser referenciado conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), na NBR de agosto 2002, ou de forma resumida na NBR 6023 de agosto (Anexo H). Os nomes dos autores de todas as contribuições citadas deverão, obrigatoriamente, constar das Referências Bibliográficas. O desenvolvimento da monografia deverá ter no mínimo quarenta laudas. Conclusão Apresentação dos alcances que os resultados da pesquisa permitiram obter, atendendo aos objetivos propostos na introdução. 1.3 Pós-textuais Referências bibliográficas Relação das referências bibliográficas das publicações citadas no texto, de acordo com a ABNT NBR 6023 de agosto de 2002 (modelos em Anexo H). Apêndice e/ou anexo Suportes elucidativos úteis à compreensão do texto, como parte do trabalho. É um elemento em que são incluídas matérias suplementares, tais como leis, normas, jurisprudências, estatísticas, cópias de documentos e outros que acrescentam conteúdo ao trabalho. Os apêndices e/ou anexos Identificados por letras maiúsculas consecutivas, p.ex., APÊNDICE A, ANEXO A. Vêm imediatamente após as referências bibliográficas e não podem ser de arquivos colados, ou seja, devem ser digitados nas mesmas regras da monografia. 5

8 Glossário Opcional e elaborado em ordem alfabética. 2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA E FORMALIDADES 2.1 Formato A monografia deve ser impressa em papel branco, de boa qualidade, formato A4 (21cm x 29,7cm), digitada em cor preta apenas no anverso das folhas. 2.2 Digitação Utilizar caracteres tipo Arial, tamanho 12 para o texto, tamanho 9 em caso de notas de rodapé. Utilizar espaço um e meio entre linhas. Espaço simples deve ser usado apenas em resumo, tabelas longas, notas de rodapé, notas de fim de texto, títulos com mais de uma linha e nas referências bibliográficas. Todo parágrafo deve iniciar com tabulação equivalente a 1,25cm da margem esquerda, devendo o texto ser justificado. As margens devem ser: superior: 3cm; inferior: 2,5 cm; esquerda: 3,5cm; direita: 2,5cm. Os títulos dos capítulos deverão ser em caixa alta (CA), ou seja, em letras maiúsculas, Arial 14, em negrito e centralizados. Para iniciar um novo capítulo, em página nova, a palavra CAPÍTULO deverá estar a cinco centímetros da margem superior (3cm da margem + 5cm de espaço). São enumerados com algarismos romanos (CAPÍTULO I). Após um espaço duplo, o título do capítulo. Iniciar o texto após dois espaços. Os subtítulos em CA, Arial 12, em negrito, seguindo a numeração correspondente e alinhados à margem esquerda. Os itens e subitens devem aparecer gradativamente, em negrito, tendo apenas a primeira letra da primeira palavra em maiúscula (exceto se for nome próprio), alinhados à margem esquerda, utilizando o sistema de numeração progressiva. Após o título e o 6

9 subtítulo não colocar ponto final. Os algarismos que numerarem os títulos e subtítulos não virão acompanhados de ponto ou traço, separados por um espaço de caractere. Entre um título ou subtítulo e o texto deverá haver um espaço antes e um depois, conservando o espaçamento um e meio entre linhas. 2.3 Paginação A numeração deve ser colocada no centro inferior da página, centralizada, Arial 10, localizada de modo que a base superior do número esteja a 12mm da borda inferior do texto (última linha). Apenas para os elementos preliminares: lista de ilustrações, de abreviaturas, siglas ou símbolos (se houver), usar algarismos romanos minúsculos (i, ii, iii,...). Da introdução em diante, usar algarismos arábicos (1, 2, 3,...). A introdução corresponderá à página 1, mas o número é omitido. A primeira página de toda a divisão principal, embora contada, não recebe numeração. 2.4 Notas de rodapé Têm a finalidade de prestar esclarecimentos ou inserir no trabalho considerações complementares, cujas inclusões no texto interromperiam a seqüência lógica da leitura. São de dois tipos: bibliográficas ou de referências (informam ao leitor a fonte da citação feita) e explicativas (fazem um comentário marginal ao texto). A numeração das notas se faz por algarismos arábicos, devendo ser única e consecutiva. As notas de rodapé devem ser separadas do texto por um traço contínuo, de cerca de um terço da linha, a fonte no tipo Arial, estilo normal, tamanho nove, espaço simples entre linhas. Alinhamento justificado para notas explicativas. Quanto às notas bibliográficas, adotar um dos sistemas previstos pela ABNT (alfabético ou numérico) para fazer citações de obras consultadas. Se a opção for pelo alfabético, as referências devem ser ordenadas no final do 7

10 artigo em uma única ordem alfabética. Mas caso a opção tenha sido pelo sistema numérico, as referências finais aparecem na mesma ordem numérica crescente. (Anexo G). Maiores detalhes consultar a NBR de agosto de Notas de referência A primeira citação de uma obra, em nota de rodapé, deve ter sua referência completa. Para as subseqüentes citações da mesma obra, utilizam-se as expressões abaixo, abreviadas quando for o caso: a) Idem mesmo autor Id.; b) Ibidem na mesma obra Ibid.; c) Opus citatum, opere citado obra citada op. cit.; d) Confira, confronte Cf.; e) Passim aqui e ali, em diversas passagens passim; f) Loco citado no lugar citado loc. cit.; g) Sequentia seguinte ou que se segue et seq.; Obs.: as expressões constantes nas alíneas a), b), c) e d) só podem ser usadas na mesma página da citação a que se referem. Nas páginas seguintes, para as subseqüentes citações da mesma obra, pode-se fazer a referência reduzida a seus elementos essenciais, com uma das seguintes formas: Seqüência: autor (sobrenome em maiúsculas), data da publicação e página. Ex.: LAKATOS, 1991, p Seqüência: autor (sobrenome em maiúsculas e nome abreviado), data da publicação e página. Ex.: LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica, p Citações As citações podem ser transcrições literais (citação direta) ou uma síntese do trecho que se quer citar (citação indireta). Tanto num caso como no 8

11 outro, as fontes devem estar indicadas, não se admitindo transcrições sem a devida referência. As citações diretas que ultrapassarem três linhas devem vir em um parágrafo especial, dispensando-se as aspas, separadas do parágrafo anterior e posterior por uma linha a mais, fonte do tipo Arial, estilo normal, tamanho 11 e com recuo da margem esquerda igual ao dos parágrafos (1,25cm) e espaçamento simples. Para citação de citação, utiliza-se o termo em latim apud, cujo significado é junto a ou em ou a expressão citado por. Se tratar de citação de citação direta, usar aspas simples. Deve ser evitada e só usar quando for indispensável e não tiver possibilidade de acesso ao original. Nas citações de artigos de lei não se insere a fonte na nota de rodapé, pois já se menciona a Lei ou Código pertinente, logo após a menção do artigo. Para dar ênfase a um trecho de citação, indicar a alteração, utilizando a expressão: grifou-se, entre parênteses, ao final da redação. Porém, se o destaque já constar no original, ao final menciona-se: grifo do autor. Conforme a seguir, devem ser indicadas: a) supressões: [...] b) interpolações, acréscimos ou comentário: [ ] c) ênfase ou destaque: negrito. As citações devem ser apresentadas conforme a NBR ou de forma reduzida na NBR (Anexo G). 2.6 Normatização textual a) Redação: a monografia deve ser escrita na terceira pessoa, em linguagem clara, concisa e de consistência gramatical e seqüencial; frases simples e curtas (média de trinta palavras); parágrafos médios (oito a 15 linhas); capítulos médios (de dez a 15 laudas). 9

12 a) Destaque e diferenciação de palavras: nomes científicos, palavras e frases em língua estrangeira, títulos de obras (livros e periódicos), emprega-se itálico, sem aspas; para dar destaque a um termo, usar negrito; títulos de capítulos ou de poemas vêm entre aspas. b) Aspas: vão entre aspas duplas as citações de até três linhas, incorporadas ao texto. A citação de citação vem entre aspas simples. As citações longas, de mais de três linhas, são em bloco destacado do texto, sem aspas. c) Abreviaturas e siglas: devem ser utilizadas na forma recomendada por organismos de padronização nacional ou internacional ou órgãos científicos de competências de cada área. Na primeira vez em que forem mencionadas no texto, devem aparecer entre parênteses, precedidas da sua forma por extenso. Ex.: Código de Processo Penal (CPP). d) Símbolos: são as reduções de termos científicos de forma gráfica invariável, sem ponto final ou desinência de gênero ou número, como p. ex.: O (oxigênio), m (metro), cm (centímetro), min (minuto). e) Fórmulas e equações: devem aparecer bem destacadas do texto. No caso de ocorrer várias fórmulas e equações, elas são identificadas por números consecutivos, colocados entre parênteses na extrema direita da linha. f) Numerais: em algarismos arábicos, mas por extenso nos seguintes casos: - de zero a nove: cinco, sete mil, dois milhões,... - dezenas redondas: vinte, trinta mil, quarenta milhões,... - centenas redondas: duzentos, quatrocentos mil, seiscentos milhões,... as classes separam-se por espaços; em todos os casos só se usam palavras quando não houver nada nas ordens ou classes inferiores: 13 mil, mas e não 13 mil e 10

13 setecentos; e não 247 mil e trezentos e vinte. Acima do milhar, todavia, é possível recorrer a dois procedimentos: - aproximação do número fracionário, p.ex.: 23,6 milhões; - desdobramento dos dois termos numéricos, p.ex.: 3 milhões e 535 mil g) Frações: indicadas por algarismos, exceto quando ambos os elementos se situam de um a dez (um terço, 5/12); as frações decimais são escritas com algarismos (0,5; 16,35). h) Porcentagens: sempre indicadas por algarismos, sucedidos do símbolo próprio (5%, 25%). i) Ordinais: escritos por extenso de primeiro a décimo, porém os demais na forma numérica (quinto, 15º). j) Quantias: de um a dez se escrevem por extenso (cinco reais), entretanto, quando ocorrem frações, registra-se a quantia exclusivamente de forma numérica, acompanhada do respectivo símbolo (R$ 15,25). l) Algarismos romanos: usados normalmente nos seguintes casos: séculos, reis, imperadores, papas,..., de mesmo nome; grandes divisões das forças armadas; reuniões, acontecimentos,..., repetidos periodicamente; e, dinastias reais. m) Horas: a norma manda: 3h20min e não a forma usual: 3:20 (em horários). n) Datas: Quando por extenso, a indicação dos milênios deve ser feita ordinalmente e a dos séculos, cardinalmente. Na indicação numérica, usam-se algarismos romanos antepostos, no caso dos milênios, e pospostos, no caso de séculos. Ex.: Segundo milênio antes da era cristã = II milênio a.c.; século vinte = século XX. 11

14 O ano deve ser indicado numericamente por todos os algarismos e não apenas pela dezena final. Os meses são indicados por extenso ou em algarismos arábicos ou, ainda, abreviados por meio das três primeiras letras, seguidas de ponto quando minúsculas, e sem ponto, quando maiúsculas, excetuando-se o mês de maio, que é escrito por extenso. Ex.: 12 de abril de 1972; 12 abr. 1972; 12 ABR As datas, quando indicadas numericamente, seguem o uso internacional: ano, mês, dia. Ex.: A indicação dos dias da semana pode ser feita abreviadamente, da seguinte forma: 2ª-feira, 3ª-feira, 4ª-feira, 5ª-feira. 6ª-feira; sáb.; dom. 2.7 Ilustrações As ilustrações aparecem no trabalho para explicar ou complementar o texto. São as tabelas, quadros, gráficos, fluxogramas, organogramas, gravuras, fotografias, mapas, esquemas, desenhos e outros. Com exceção de tabelas e quadros, as ilustrações são nomeadas como figuras, sendo indicadas no texto ou final do período, entre parênteses. As ilustrações são numeradas em algarismos arábicos e em seqüência própria. Devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem Tabelas e Figuras Têm a finalidade de resumir ou sintetizar dados, fornecendo o máximo de informação num mínimo de espaço. O título da tabela ou quadro deve ser colocado acima da mesma (Tabela ), enquanto que o da figura, abaixo da mesma, com numeração própria e progressiva (Figura ). Para títulos longos de tabelas ou figuras deve-se empregar espaçamento simples. Se retiradas de material consultado, indicar a fonte (sobrenome do autor, ano de publicação e a página). Pode usar espaçamento e fontes de letras com tamanhos menores que os do texto. 12

15 As figuras devem ser designadas e mencionadas no texto pela palavra Fig., seguida do número de ordem ou localizar-se entre parênteses no final da frase. O mesmo ocorre com as tabelas, porém mencionadas no texto pela palavra Tab.. As tabelas são auto-explicativas e pode-se fazer uso de notas e chamadas colocadas no seu rodapé, quando a matéria nelas contidas exigir esclarecimentos. Devem ser construídas de acordo com as diretivas da NBR de agosto de Exemplo: Tabela 1 - Suicídios ocorridos no Brasil em 1986, segundo a causa atribuída Causa atribuída Freqüência Percentagem Alcoolismo ,26 Dificuldade financeira 198 9,98 Doença mental ,30 Outro tipo de doença 189 9,53 Desilusão amorosa ,98 Outros ,94 Fonte: IBGE (1988) 2.8 Revisão de português Sugere-se ao aluno que, depois de concluída a monografia, faça uma revisão de português. 2.9 Orientador De acordo com o Regulamento para a elaboração da monografia do Instituto Machadense de Ensino Superior (IMES), nos seus art. 29 e 30, compete ao professor orientador cumprir todas as etapas de avaliação e critérios previstos no regulamento e, estabelecer, juntamente com seu orientando, o plano de trabalho e cronograma de execução das atividades registrando-as na ficha de controle de orientações. 13

16 2.10 Encadernação Após a apresentação da monografia e efetuadas as eventuais correções, em sua versão final, deverá ser entregue um exemplar encadernado em capa dura, de cor vermelha para a Faculdade de Direito e em azul para a Faculdade de Administração, com letras em dourado (conforme padrão), cuja capa será exatamente igual à falsa folha de rosto. Na lombada deverão ser impressos na parte superior, o semestre e ano da apresentação, longitudinalmente o título da monografia, e na parte inferior o nome do autor (SOBRENOME, iniciais do nome). 14

17 BIBLIOGRAFIA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Referências bibliográficas. Rio de Janeiro: ABNT, ago NBR 14724: Informação e documentação; trabalhos acadêmicos; apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, ago NBR 10520: Informação e documentação; apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro: ABNT, ago FRANÇA, Júnia Lessa; VASCONCELLOS, Ana Cristina. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 7. ed. Belo Horizonte: UFMG, HENRIQUES, Antonio; MEDEIROS, João Bosco. Monografia no curso de direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa, da escolha do assunto à apresentação gráfica. 4. ed. São Paulo: Atlas, MÁTTAR NETO, João Augusto. Metodologia científica na era da informática. São Paulo: Saraiva, p. MEZZAROBA, Orides; MONTEIRO, Claúdia Servilha. Manual de metodologia da pesquisa no direito. 2. ed. rev. São Paulo: Saraiva, p. NUNES, Luiz Antonio.Rizzatto. Manual de monografía jurídica: como se faz uma monografía, uma dissertação, uma tese. 3. ed. rev. aum. São Paulo: Saraiva, p. OLIVEIRA, Luiz Cláudio Vieira de. Técnicas de comunicação científica. Belo Horizonte: [s.n.], Apostila. OLIVEIRA, Sílvio Luiz de. Metodologia científica aplicada ao direito. São Paulo: Thomson, p. SEVERINO, Antonio Joaquim. Os passos da pesquisa científica. Apostila de introdução aos estudos da educação. São Paulo: FEUSP, jan./jun

18 ± 4 cm. ANEXO A MARIA PAULA DA SILVA ± 3,5 cm ± 3 cm. ± 6 cm TUTELA PENAL NOS MAUS TRATOS CONTRA OS ANIMAIS ± 8 cm INSTITUTO MACHADENSE DE ENSINO SUPERIOR MACHADO - MG ± 3 cm.

19 ± 4 cm. ANEXO B MARIA PAULA DA SILVA ± 3,5 cm ± 3 cm. ± 6 cm TUTELA PENAL NOS MAUS TRATOS CONTRA OS ANIMAIS Monografia apresentada à Faculdade de... do INSTITUTO MACHADENSE DE ENSINO SUPERIOR, como parte dos requisitos para a obtenção do título de Bacharel em... ± 2 cm Orientador: Prof. PEDRO PAULO SILVA INSTITUTO MACHADENSE DE ENSINO SUPERIOR MACHADO - MG ± 3 cm.

20 ANEXO C AVALIAÇÃO DA MONOGRAFIA Avaliação da Monografia intitulada Tutela penal nos maus tratos conta os animais, apresentada ao Instituto Machadense de Ensino Superior, pela acadêmica Ana Paula da Silva, como requisito final para obtenção do título de Bacharel em... APROVADA em de de Prof. Dr. Fulano de Tal Orientador Prof. Beltrano de Tal M.Sc. - Membro Prof. Ciclano de Tal M.Sc. - Membro MACHADO MINAS GERAIS - BRASIL

21 ANEXO D ± 4 cm. RESUMO ALONSO, Elaine de Paiva. Tutela penal nos maus-tratos contra os animais. Machado: IMES, f. (Monografia em Direito). Instituto Machadense de Ensino Superior, Machado. Alicerçado na lei maior, o presente trabalho se fincou ao artigo 32 da Lei nº 9 605, de 1988, a Tutela do Meio Ambiente nos Maus-tratos contra os animais. As relações do homem com o animal e a natureza na civilização ocidental têm sido regidas pelo domínio. A cultura popular ainda deita raízes no passado e o meio ambiente, em especial os animais, são exterminados em alta velocidade e grande parte da população não protege ou se interessa pela proteção de nossa biodiversidade. Presencia-se no momento atual o retorno ao antropocentrismo, vez que o homem está sendo considerado, como o era em tempos remotos, o centro do mundo, possuidor do planeta terra na palma das mãos, assumindo para si o direito e a prerrogativa de destruir tudo que nela existe e de forma cada vez mais macabra e esdrúxula, maltratando os animais e os submetendo a atrozes crueldades. A Constituição Federal veda a prática de atos que sejam cruéis com os animais, portanto, quem é protegido com esse dispositivo legal é tanto o homem como o animal; o homem em relação a sua saúde psíquica, que não permite e nem consegue ver um animal sofrendo práticas cruéis e o animal, porque faz parte da fauna, elemento essencial ao equilíbrio da função ecológica, na manutenção do meio ambiente. Cruel, no texto constitucional, é submeter o animal a um mal além do absolutamente necessário. A Lei /02, que dispõe sobre a promoção e a fiscalização da defesa sanitária animal quando da realização de rodeio e dá outras providências, é um retrocesso social e totalmente inconstitucional, pois pretende legalizar uma atividade que é condenada em nossa Constituição Federal, já que os maus-tratos e a crueldade com animais nos rodeios são indubitáveis. Já passou o tempo da população e de seus representantes no Legislativo, no Executivo e no Judiciário evoluírem e perceberem que a utilização de animais para a satisfação do ego humano é algo totalmente ultrapassado. Palavras-chave: Meio ambiente. Biodiversidade. Crueldade com animais. Constituição Federal. Orientador: M.Sc. Pedro Paulo Silva. Titular da cadeira de Direito Penal

22 ANEXO E ± 4 cm. SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO I NOÇÕES GERAIS Retorno ao antropocentrismo Colocação do tema Antecedentes históricos Antecedentes próximos CAPÍTULO II - TUTELA CONSTITUCIONAL DO MEIO AMBIENTE NOS MAUS TRATOS CONTRA OS ANIMAIS Tutela constitucional Posição constitucional Conceito de meio ambiente Direito ambiental e a fauna brasileira CAPÍTULO III A PROTEÇÃO JUDICIAL E ADMINISTRATIVA DO MEIO AMBIENTE Supremo Tribunal Federal e o Supremo Tribunal de Justiça na defesa do meio ambiente A justiça federal e a proteção ambiental O Ministério Público Principais meios judiciais de proteção ao meio ambiente Tutela processual civil Ação civil pública Ação popular Mandato de segurança coletivo Tutela penal Tutela processual penal... 40

23 CAPÍTULO IV - CRIMES AMBIENTAIS Normas gerais de integração Prazo da entrada em vigor da lei Conteúdo da lei Crimes gerais de integração Objeto jurídico do delito Objeto material do delito Sujeito ativo Sujeito passivo Conduta Consumação Tentativa Finalidades da fauna Função ecológica Finalidade científica Finalidade recreativa da fauna Finalidade cultural CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 73

24 ± 4 cm. ANEXO F LISTA DE SIGLAS ACP ADCT CF DJU ECR IC IP L LCF MP MS PA RE STF STJ TJ apelação cível ato das disposições constitucionais transitórias Constituição Federal Diário Oficial da Justiça da União Emenda Constitucional de Revisão inquérito civil inquérito policial Lei federal Lei Complementar Federal Medida Provisória (Ministério Público) mandado de segurança processo administrativo recurso extraordinário Supremo Tribunal Federal Supremo Tribunal de Justiça Tribunal de Justiça

25 ANEXO G As citações de acordo com as normas da ABNT, NBR 6023 de agosto de 2002, as p. 20 e 21: 9 Ordenação das referências As referências dos documentos citados em um trabalho devem ser ordenadas de acordo com o sistema utilizado no texto, conforme NBR Os sistemas mais utilizados são: alfabético (ordem alfabética de entrada) e numérico (ordem de citação no texto). 9.1 Sistema alfabético:... Exemplos: Para Gramsci (1978) uma concepção de mundo crítico e coerente pressupõe a plena consciência de nossa historicidade, da fase de desenvolvimento por ela representada [...] Nesse universo, o poder decisório está centralizado nas mãos dos detentores do poder econômico e na dos tecnocratas dos organismos internacionais. (DREIFUSS, 1996). Os empresários industriais, mais até que os educadores são, precisamente, aqueles que hoje identificam tendências na relação entre as transformações pelas quais vêm passando o processo de trabalho, o nível de escolaridade e a qualificação real exigida pelo processo produtivo (CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA, 1993). Na lista de referências: CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA (Brasil). Educação básica e formação profissional. Salvador, DREIFUSS, René. A era das perplexidades: mundialização, globalização e planetarização. Petrópolis: Vozes, GRAMSCI, Antonio. Concepção dialética da História. 2.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Sistema numérico... O sistema numérico não pode ser usado concomitantemente para notas de referência e notas explicativas. Exemplos: No texto:... de acordo com as novas tendências de jurisprudência brasileira, 1 é facultado ao magistrado decidir sobre a matéria todos os índices coletados para a região escolhida foram analisados minuciosamente 2... Na lista de referências: 1 CRETELLA JÚNIOR, J. Do impeachment no direito brasileiro. [São Paulo]: Revista dos Tribunais, p BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Rio de Janeiro, p.20.

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