TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS REVISTA DO TCEMG MANUAL DE REDAÇÃO E ESTILO

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3 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS REVISTA DO TCEMG MANUAL DE REDAÇÃO E ESTILO Belo Horizonte 2014

4 ISBN

5 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS CONSELHEIROS Adriene Barbosa de Faria Andrade (Presidente) Sebastião Helvecio Ramos de Castro (Vice-Presidente) Cláudio Couto Terrão (Corregedor) Wanderley Geraldo de Ávila Mauri José Torres Duarte (Ouvidor) José Alves Viana Gilberto Pinto Monteiro Diniz CONSELHEIROS SUBSTITUTOS Licurgo Joseph Mourão de Oliveira Hamilton Antônio Coelho PROCURADORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO JUNTO AO TRIBUNAL DE CONTAS Daniel de Carvalho Guimarães (Procurador-Geral) Elke Andrade Soares de Moura Silva (Subprocuradora-Geral) Glaydson Santo Soprani Massaria Maria Cecília Mendes Borges Marcílio Barenco Corrêa de Mello Sara Meinberg Schmidt de Andrade Duarte Cristina Andrade Melo

6 Manual de edação e Estilo evista do TCEMG R COORDENADORIA DA REVISTA Juliana Mara Marchesani - COORDENAÇÃO DA OBRA - Diego Felipe Mendes A. de Melo - EDIÇÃO E REVISÃO - Flávia Azevedo Maksud Maria Lúcia Teixeira de Melo - COLABORAÇÃO - Célia Rosa Maria José de Araújo Rios - PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO - Lívia Maria Barbosa Salgado - EQUIPE TÉCNICA - Eliana Sanches Engler Regina Cássia Nunes da Silva

7 SUMÁRIO PREFÁCIO, 13 COMO USAR ESTA OBRA, 15 O CERTO E O ERRADO, 16 O PROCESSO EDITORIAL NA REVISTA DO TCEMG, 17 Artigos, 19 Recebimento e avaliação prévia, 19 Avaliação duplo-cega (sistema peer review), 23 Revisão de texto, 23 Primeira conferência, 24 Aprovação do texto final pelo autor, 24 Diagramação, 25 Pareceres e decisões, 26 Seleção/solicitação de pareceres e decisões, 26 Preparação de cópias para revisão, 26 Revisão, 27 Primeira conferência, 27 Outras fases, 27 Diagramação, 27 Fechamento da revista, 28 REDAÇÃO OFICIAL E REDAÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA, 29 Princípios norteadores, 31 Impessoalidade, 32 Norma-padrão da língua portuguesa e correção, 32

8 SUMÁRIO Clareza, 33 Concisão e objetividade, 33 Coesão e coerência, 34 Precisão, 35 ESTILO E PADRONIZAÇÃO, 37 Estilística e a redação oficial, 39 Estilo, 39 Polidez, 39 Concisão e adjetivações, 39 Padronização e gramática, 42 a + infinitivo, 42 À baila / à bailha / à balha, 42 A colação, 43 À custa de / às custas de, 43 A distância / à distância, 43 A fls. / à fl. / de fls. / das fls. / Ø fls., 44 A mancheias, 45 À medida que / na medida em que, 45 A mim me parece, 46 A nível (de) / em nível (de), 46 A par de / ao par de, 46 A partir de, 47 A posteriori / a priori, 48 A princípio / em princípio, 49 A teor de, 49 Abaixo assinado / abaixo-assinado, 51 Abordar, 51

9 Abreviaturas, acrônimos, unidades e siglas, 52 Acerca de / há / há cerca de, 54 Ademais / de mais / de mais a mais / demais, 54 Adentrar o / no, 54 Aderir, 55 Administração Pública, 55 Advérbios terminados em mente, 56 Aludir, 56 Ambiguidade, 57 Principais mecanismos geradores de ambiguidade, 57 Ambos, 58 Anexo / Em anexo, 59 Ano-calendário / Anos-calendário (plural), 60 Ao que sei, 60 Apenar e penalizar, 60 Apor / opor veto, 61 Aposentar-se, 61 Artigo científico e artigo original (estrutura), 61 Resumo, 61 Resumo em língua estrangeira, 63 Elementos textuais, 63 Citações, 63 Referências, 63 Artigos definidos (a, as, o, os), 63 Aspas, 64 Assim, 65 Assim como / bem como / bem assim, 65

10 SUMÁRIO Atender, 66 Atinente, 66 Através de, 67 Bacharel / bacharela, 68 Bastante, 68 Cacofonia, 68 Cada, 69 Clichê, frase feita e lugar-comum, 69 Colchetes, 70 Colocação, 71 Com vista(s) a /com vista(s) em, 71 Compelir / gerir, 71 Computar, 71 Condenar, 72 Configurar, 72 Conselheiro presidente, 73 Conselheiro relator, 73 Considerando (que...), 73 Consistir, 74 Constar, 74 Constatar, 74 Constituir, 75 Continuação / continuidade, 75 Cujo, 76 Cumprir, 77 Dado / visto, 77 Datas, 77

11 Primeiro dia do mês, 77 Zero à esquerda, 77 Ano, 78 Separação por barra ou ponto, 78 Datas de leis e atos normativos, 78 Acento grave em datas, 78 Convenção da Revista do TCEMG, 78 De forma que / de modo que / de maneira que / de forma a / de modo a / de maneira a, 79 De/em férias, 79 Desapercebido / despercebido, 80 Descriminação / descriminalização / discriminação, 80 Designar, 80 Despender / dispêndio, 81 Deste/do ponto de vista, 81 Digno / digníssimo, 81 Doutor, 82 Dupla negativa, 82 Ecoação, 82 Eis que, 82 Ele é suposto saber, 83 Elipse, 83 Em conformidade com / na conformidade de / em consonância a, 83 Em face de / em face a / face a, 84 Em função de, 85 Em que pese a / em que pesem as, 85 Em sede de, 86 Em vez de / ao invés de, 87 , 88

12 SUMÁRIO Enquanto / enquanto que, 88 Entre / dentre, 89 Erário, 89 Esquecer, 90 Este, esse, aquele, isto, isso, 90 Etc., 91 Fazer, haver (correlação temporal), 92 Gerundismo, 93 Grosso modo, 93 Haja vista, 94 Hora extra, 94 Horas, 94 Abreviatura, 94 Hora abreviada ou por extenso, 95 Abreviatura ou dois pontos, 95 Acento grave, 95 Hífen, 95 Ibidem, 95 Ilustríssimo, 96 Implicar, 96 Inclusive, 96 Inobstante / nada obstante / não obstante, 96 Inversão de frases, 97 Itálico / negrito / sublinha, 97 Itálico, 98 Negrito, 98 Sublinha, 98 Junto a / junto de, 99

13 Latim, 99 Mais bem / melhor, 99 Mal-empregado / Mal empregado, 100 Mestre / Mestra, 100 Multa-sanção (plural), 100 n. / nº, 100 Nem, 100 No sentido de / no sentido de que, 101 O mesmo / a mesma, 101 O(a) qual, 102 Obrigado, 102 Oficiar / oficializar, 102 Onde / aonde, 103 Operacionalizar, 103 Pagado, 104 Pertinente / pertinência, 104 Pontuação em listas, 104 Por unanimidade / à unanimidade, 104 Por via de regra / via de regra, 105 Posto que, 105 Precisar, 105 Proceder, 106 Pronome se + infinitivo, 106 Propor-se (fazer alguma coisa), 106 Protocolar / protocolizar, 107 Qualquer, 107 Quanto antes / o quanto antes, 107 Que pronome relativo, 107

14 SUMÁRIO Queísmo, 109 Quem / que pronome relativo, 109 Quite (particípio passado do verbo quitar), 109 Quorum / Quórum, 109 Quota/cota, 110 Regência e transitividade, 110 Ressalte-se, 110 Restar, 111 Resultar, 111 Sendo que, 112 Ser (omissão), 112 Sob o ponto de vista, 112 Sobrestar, 113 Soer, 113 Stricto sensu, 113 Sujeito preposicionado, 113 Superavit / deficit / défice, 114 Tratar-se (de) / tratar de, 114 Verbos abundantes, 115 Verbos em coordenação com regências diferentes, 115 Vez que / de vez que, 116 Visar, 116 Vossa Excelência, 117 Voz passiva (excesso), 118 GLOSSÁRIO, 120 REFERÊNCIAS, 123

15 P REFÁCIO Nos últimos dez anos, a Revista do TCEMG tem passado por diversas mudanças sempre com a finalidade de oferecer aos jurisdicionados seu público-alvo uma publicação da melhor qualidade possível e, além disso, inserir o periódico no meio acadêmico, conferindo-lhe mais objetividade e caráter científico. Nesse contexto, assume papel relevante a equipe de editores textuais, que envidam esforços para, sem prejudicar o estilo dos autores, tornar os textos mais claros, concisos, acordes com a norma-padrão da língua e normalizados conforme as regras aplicáveis. Alguns pensam que a revisão de textos é uma mera correção de ortografia ou de um aspecto pontual, como concordância e regência. Tal pensamento não poderia ser mais errôneo: a preparação e a revisão intervêm em diversos níveis textuais. A competência em gramática é apenas uma das várias que o revisor deve possuir. Isto é, um (bom) texto, meta ideal do autor e do revisor, não é dotado apenas de gramaticalidade, mas também de inteligibilidade e textualidade. Assim, no exercício de suas atribuições, os editores fazem uma revisão minuciosa mais do que simples correção gramatical, demandando, muitas vezes, a preparação de textos, copidesque e identificação com os mecanismos de tessitura textual adotados pelos autores. Na Revista do TCEMG, os editores lidam com textos de diversos tipos: narrativo, injuntivo, dialogal, dissertativo expositivo e, principalmente, dissertativo argumentativo. Este se sobressai em relação aos demais, pois a maior parte das seções do periódico refere-se a textos científicos e a decisões do Tribunal de Contas. Considerando a natureza e as peculiaridades do trabalho da equipe de revisão, surgiu a necessidade de elaborar um manual de redação com o objetivo de orientar a escrita técnica e de elucidar dúvidas atinentes à redação científica e à oficial. Este manual propõe orientar os editores da Revista do TCEMG e os autores de doutrina a elaborarem textos condizentes com a norma-padrão, compreensíveis pelos cidadãos (por quem e para quem exercemos nosso trabalho) e livres das afetações comuns em textos técnico-científicos principalmente os redigidos pelos cientistas do Direito e das contaminações de registros linguísticos estranhos ao assunto do texto. Em outras palavras, este manual pretende, sem caráter impositivo ou normativo, 13

16 PREFÁCIO auxiliar aqueles que, no dia a dia, trabalham com a gênese e a edição textuais. Por fim, salientamos que esta obra é fruto de discussões e troca de sugestões entre os seus autores e se baseou no exame detalhado dos textos constantes dos corpora da Revista do TCEMG. Belo Horizonte, 16 de abril de Diego Felipe Mendes de Melo 14

17 COMO CONSULTAR ESTE MATERIAL Com o intuito de deixar a leitura mais agradável, utilizamos símbolos (imagens e emoticons) para sinalizar os exemplos ou destacar algum trecho relevante. Legenda: Apesar de gramaticalmente correto, o texto não está na sua melhor construção. O texto está gramaticalmente correto e na sua melhor construção. Embora reconhecido pela maioria dos linguistas contemporâneos, trata-se de texto com construção mal vista pela gramática prescritiva ou vedada em redação oficial. O texto do exemplo está correto. O texto do exemplo está incorreto. Sinaliza um resumo, recomendação ou comentário feito pela redação. Introduz um alerta ou uma exceção sobre a informação dada. Recomenda literatura complementar sobre os temas em análise. 15

18 O CERTO E O ERRADO O vocábulo gramática vem do grego grammatiké e corresponde ao conjunto de regras para determinado uso da língua. Ou seja, a gramática varia conforme a situação e o meio em que as pessoas do discurso se comunicam. Hoje não mais se justifica uma gramática dogmática impondo leis sem um raciocínio reflexivo ou até mesmo um mínimo de cientificidade. Como alternativa à rigidez quase imutabilidade da gramática tradicional, baseada em autores cujas obras remontam a um século ou mais, muito se tem propagado a necessidade de uma grammatiké pragmática, funcional e condizente com a realidade dos falantes e escreventes da língua. Negar a dinamicidade e a evolução da língua apontando uma gramática de bons usos implicaria ir contra o fluxo natural do discurso e contradizer a própria formação da língua portuguesa. Por isso diz-se que não há necessariamente um discurso certo ou errado se o co(n)texto não for considerado. Tratando-se de textos científicos e oficiais, tanto o autor quanto o revisor devem ponderar as circunstâncias e os destinatários de sua mensagem, sem fugir à norma culta exigida pelos cânones jurídicos e acadêmicos. Dessa forma, o presente manual não se presta a impor regras gramaticais rígidas nem a determinar o estilo dos autores, mas sim a descrever as principais inadequações referentes à propriedade vocabular e ao uso da norma-padrão da língua portuguesa do Brasil. Para quem gosta de certezas e seguranças, tenho más notícias: a gramática não está pronta. Para quem gosta de desafios, tenho boas notícias: a gramática não está pronta. Um mundo de questões e problemas continua sem solução, à espera de novas ideias, novas teorias, novas análises, novas cabeças. Mário Alberto Perini JURIDIQUÊS RODRIGUES (2013) O CERTO E O ERRADO E PRECONCEITO LINGUÍSTICO BAGNO (2000); BAGNO (2003); SCHERRE (2005); SCHERRE (2008) 16

19 O processo editorial na Revista

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21 A RTIGOS Esquema do trâmite de artigos Recebimento Avaliação prévia Decisão editorial Preparação de cópias para revisão Revisão Aprovação pelo autor Diagramação Recebimento e avaliação prévia O artigo recebido para provável publicação é registrado no banco de dados da Revista e encaminhado para avaliação prévia, que analisa os critérios básicos de classificação de um texto de caráter técnico-científico e a pertinência com a linha editorial do periódico. A avaliação prévia consiste em analisar: 1. estrutura textual (introdução, desenvolvimento e conclusão); 2. classificação do artigo na linha editorial da Revista; 3. estrutura lógica da argumentação; 4. observância às normas da ABNT; 5. existência e pertinência do resumo, palavras-chave, abstract e keywords; 6. adequabilidade do título ao texto; 7. referenciação de todas as citações. 19

22 ARTIGOS 1 Estrutura textual (introdução, desenvolvimento e conclusão) Para que se crie um texto, não basta atender apenas aos ditames da norma culta padrão, mas também aos caracterizadores de textualidade. Vários períodos e parágrafos soltos sem conectivos e sem coerência entre as ideias expostas não formam uma trama de ideias, ou seja, não constituem um texto. Ademais, toda a estrutura textual, a fim de que seja compatível com o gênero texto científico, deve conter introdução, desenvolvimento e conclusão. Os títulos das seções introdução e conclusão devem respectivamente ser esses mesmos nomes explicitados. Se o arquivo encaminhado não for um texto ou não pertencer ao gênero texto científico, será rejeitado pelo editor-chefe e devolvido ao autor. 2 Classificação do artigo quanto à linha editorial da Revista Até a data de publicação desta obra, a linha editorial da Revista do TCEMG é a descrita na Resolução TCEMG n. 16, de 2010, a saber: Direito Público, Filosofia do Direito, História do Direito, Teoria Geral do Direito, Ciência Política, Sociologia Jurídica, Administração Pública, Contabilidade Pública, Ciências Econômicas, Ciências Atuariais e Psicologia aplicada aos Recursos Humanos. Caso o artigo não se enquadre na linha editorial, ele será rejeitado e devolvido ao autor, interrompendo sua tramitação. 3 Estrutura lógica da argumentação Em análise superficial, o editor pode verificar se a argumentação, do ponto de vista da lógica formal, constitui falácias. Nesse caso, se o autor tiver observado os demais critérios da avaliação prévia, as informações falaciosas serão anotadas no formulário de avaliação prévia com anuência do editor-chefe, e dar-se-á continuidade ao processo editorial do artigo. 4 Observância às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) As normas da ABNT (tabela 1) pertinentes a textos publicados em periódicos científicos devem ser observadas. 20

23 Tabela 1 Normas técnicas da ABNT relacionadas com periódicos científicos NORMA TÍTULO DATA NBR 5892 Norma para datar ago NBR 6021 NBR 6022 Informação e documentação Publicação periódica científica impressa Apresentação Informação e documentação Artigos em publicação periódica impressa Apresentação maio 2003 maio 2003 NBR 6023 Informação e documentação Referências Elaboração ago NBR 6024 NBR 6025 Informação e documentação Numeração progressiva das seções de um documento Apresentação Informação e documentação Revisão de originais e provas mar set NBR 6027 Informação e documentação Sumário - Apresentação maio 2003 NBR 6028 Informação e documentação Resumos Apresentação nov NBR 6032 Abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas ago NBR 6033 Ordem alfabética ago NBR 6034 Informação e documentação - Índice Apresentação dez NBR NBR NBR NBR NBR Informação e documentação Citações em documentos Apresentação Informação e documentação - Número Padrão Internacional para Publicação Seriada Informação e documentação - Relatório técnico e/ou científico Apresentação ago mar jun Informação e documentação Lombada Apresentação jun Métodos para análise de documentos Determinação de seus assuntos e seleção de termos de indexação ago Fonte: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (2013, [online]). 21

24 ARTIGOS Ressalvados os poucos casos que este manual aborda especificamente, aplicam-se sempre as NBRs em sua integralidade. Se o texto estiver em desalinho com as NBRs listadas na tabela 1, o editor anotará tal informação no formulário de avaliação prévia, dispensada a ratificação pelo editor-chefe, e o paper continuará seu trâmite no processo editorial. Diante de grave falta de normalização, o editor, em avaliação prévia, poderá suspender o processo editorial do artigo e devolvê-lo ao autor para que faça as alterações necessárias. Mesmo depois do aceite definitivo do artigo, a equipe de revisores, por deliberação de sua maioria, pode solicitar ao editor-chefe que suspenda o processo editorial do paper e o devolva ao autor para que faça a normalização conforme as NBRs listadas na tabela 1. 5 Existência e pertinência do resumo, palavras-chave, abstract e keywords Todo artigo deve possuir resumo e palavras-chave em língua portuguesa e inglesa (abstract e keywords). A estrutura e o texto do resumo e do abstract obedecem à NBR Caso o arquivo enviado careça de quaisquer desses elementos (resumo, palavras-chave, abstract e keywords), o editor, dispensada a ratificação pelo editor-chefe, poderá suspender o processo editorial até que o autor providencie o(s) elemento(s) faltante(s). Por despacho, o editor-chefe pode determinar que o artigo volte a tramitar no processo editorial, mesmo carecendo desses elementos pré e pós-textuais. Contudo, não há possibilidade de publicação do paper enquanto o autor não criar o elemento faltante. Consulte Artigo científi co. 22

25 6 Adequabilidade do título ao texto Todos os artigos enviados para publicação devem conter título. Este obviamente deve ser adequado ao conteúdo do texto. Se o editor verificar que o título não é adequado ao texto, ele anotará tal informação no formulário de avaliação prévia, e, desde que observados os demais critérios, o artigo seguirá seu trâmite no processo editorial. Se a inadequação for ratificada na avaliação definitiva, o autor será comunicado para que promova a alteração. Caso o paper careça de título, a tramitação do artigo será suspensa, até que o autor dê-lhe um. 7 Referenciação de todas as citações Toda citação deve ser referenciada. As citações e as referências devem estar em conformidade com as NBRs 6023 e Caso haja citação sem a referência correspondente, o editor poderá suspender o processo editorial até que o autor promova as correções necessárias. Avaliação duplo-cega (sistema peer review ) 1 Depois da avaliação prévia, são removidas todas as informações que podem evidenciar a autoria do artigo (propriedades do arquivo, identificação de autores, agradecimentos a pessoas, etc.), competindo ao editor-chefe o encaminhamento do trabalho para a avaliação por pareceristas. Revisão de texto A equipe de revisores é responsável por normalizar o texto conforme as regras da ABNT (incorreções simples); padronizar o paper conforme as regras de leiaute e apresentação da Revista; revisar a ortografia, gramática, propriedade vocabular, etc. do artigo; fazer copidesque e propor quaisquer tipos de mudanças textuais, quando for conveniente. 1 Até a data de publicação deste manual, o sistema peer review ainda se encontrava em fase de estudos de viabilidade. 23

26 ARTIGOS Todos os artigos são analisados por no mínimo dois revisores, conforme as orientações deste manual e deliberações da equipe de revisão. As alterações textuais por eles propostas são discutidas em reunião de pelo menos três revisores (consenso). Contudo, o quorum para consenso pode ser alterado pelo editor-chefe, por motivo de necessidade de serviço. No consenso, a deliberação quanto à retificação ou à manutenção do texto original é feita por maioria absoluta. Depois do consenso, nenhum revisor pode alterar o texto ou fazer nova revisão. Princípios orientadores da revisão de textos Princípio da alteridade do revisor de textos O revisor de textos atua como um dublê, um outro eu do autor, fazendo o possível para que suas interferências não prejudiquem o estilo original do texto. Em outras palavras, o revisor não deve fazer correções ou copidesques conforme o próprio estilo, e sim conforme o que mais se aproxima ao do autor. Princípio da mínima interferência A revisão de texto deve interferir minimamente no original do autor. Inversões de frases, substituições, adições e reduções de texto devem ser feitas apenas em situações específicas, quando a correção e a clareza as exigirem. Dessa forma, o copidesque só é possível à equipe de revisores quando o texto tiver problemas de coesão e coerência. PRINCÍPIOS ORIENTADORES DA REVISÃO DE TExTOS COELHO NETO (2008) Primeira conferência A conferência é feita pelo leitor de prova e tem por finalidade verificar a fluidez da leitura, problemas de padronização e erros não identificados pela equipe de revisores. Os problemas suscitados e as soluções propostas na primeira conferência são submetidos à revisão para analisar aqueles ou referendar estas. Aprovação do texto final pelo autor Posteriormente à primeira conferência, a equipe de revisores envia ao autor o texto revisado para fins de aprovação das modificações. Após o envio, o autor tem o prazo de três dias úteis para contestar a revisão. Se 24

27 esse período transcorrer sem nenhuma manifestação contrária, o texto revisado será considerado aceito. No caso de contestação, cabe aos revisores, em consenso, aceitarem as reversões ou as alterações enviadas pelo autor. Na hipótese de a revisão rejeitar o texto devolvido pelo autor, esta será a versão publicada, constada da primeira página do artigo nota de rodapé com a anotação Texto revisado parcialmente. Diagramação O editor de leiaute diagrama o artigo conforme o padrão estabelecido pela Revista. 25

28 PARECERES E DECISÕES Esquema do trâmite de pareceres e decisões Seleção/solicitação de pareceres e decisões O editor-chefe seleciona sugestões de pareceres e decisões a serem publicados e os encaminha aos gabinetes para fins de aprovação. Caso não consiga encontrar decisão ou parecer relevante de alguns dos órgãos que publicam na Revista, o editor-chefe comunica o gabinete responsável e assina prazo para que seja encaminhado algum texto ou desista da publicação. Preferencialmente são escolhidas decisões cujo voto do relator teve aprovação unânime. Preparação de cópias para revisão Depois da seleção, o parecer ou decisão é encaminhado para o editor de leiaute (diagramador) a fim de que prepare cópias para revisão. 26

29 Revisão Na revisão de pareceres e decisões, há primazia do princípio da mínima interferência. Cabe aos revisores padronizar os textos conforme as orientações deste manual e de outros quando for necessário. Primeira conferência A conferência é feita pelo leitor de prova e tem por finalidade verificar a fluidez da leitura, problemas de padronização e erros não identificados pela equipe de revisores. Os problemas suscitados e as soluções propostas na primeira conferência são submetidos à revisão para analisar aqueles ou referendar estas. Outras fases Elaboração de ementa e título; verificação do trânsito em julgado e de pacificidade de entendimento. Diagramação O editor de leiaute diagrama o texto conforme o padrão estabelecido pela Revista. 27

30 FECHAMENTO DA REVISTA Depois da diagramação de todas as seções do periódico, dá-se início ao processo de fechamento da revista, cujos procedimentos principais são: aprovação de todo o conteúdo pela Diretoria da Revista ; segunda conferência; preparação da boneca; terceira conferência; autorização de impressão. LEGISLAÇÃO ATINENTE À REVISTA DO TCEMG MINAS GERAIS (2010) 28

31 Redação oficial e redação técnico- -científica

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33 PRINCÍPIOS NORTEADORES A redação oficial é o instrumento formal de comunicação utilizado pelo Poder Público para redigir seus textos. Comunga desse entendimento a professora Flávia Rafaela Lôbo e Silva (2012, p. 1), diferenciando a redação oficial da comercial: Pode-se definir Redação Oficial como o conjunto de normas que regem as comunicações escritas, internas e externas, de repartições públicas. Quando o mesmo tipo de texto é praticado por particulares, será chamado de correspondência ou Redação Comercial. As correspondências oficiais orientam a feitura e a tramitação de documentos. Devido a isso, esse tipo de texto possui uma linguagem própria, formal e burocrática. Sendo a publicidade e a impessoalidade princípios da administração pública (Constituição da República, art. 37), é evidente que esses princípios devem, do mesmo modo, nortear a elaboração dos atos e comunicações oficiais. São características da redação oficial e da redação técnico-científica: impessoalidade; padrão culto da língua portuguesa e correção; clareza; concisão; coesão; objetividade; precisão. REDAÇÃO OFICIAL BRASIL (2002); MINAS GERAIS (2007) RITOS GENÉTICOS EDITORIAIS SALGADO (2007) REDAÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA GOPEN; SWAN (1990); GARCIA (2010) 31

34 P RINCÍPIOS NORTEADORES IMPESSOALIDADE A impessoalidade consiste na ausência de impressões individuais e subjetivas, pois é sempre em nome do serviço público que é feita a comunicação. Não há dúvida de que os temas das comunicações oficiais se restringem a questões que dizem respeito ao interesse público e, portanto, não cabe nessa redação nenhum tom pessoal ou particular. Assim, a redação oficial deve ser impessoal, evitando-se o uso de primeira pessoa e de adjetivações desnecessárias. O relator [...], com a convicção dos cultores das regras e princípios constitucionais, assim concluiu seu brilhante voto, que foi aprovado pelo competente Colegiado daquela Corte. O relator [...] concluiu seu voto, que foi aprovado pelo Colegiado daquela Corte. Note-se que há uma grande diferença entre o uso de pronomes de tratamento ou vocativos para demonstração de respeito (Vossa Excelência; Vossa Magnificência; Senhor, etc.) e a predicação bajuladora (de escol ; brilhante ; ilustre ; douto ; digno ; luminar ; etc.). IMPESSOALIDADE BRASIL (2004) NORMA PADRÃO DA LÍNGUA É imprescindível que o redator escreva de acordo com a ortografia oficial e se atenha às regras da norma culta. [...] essa concepção política trás em si uma profunda diferenciação filosófica [...]. [...] essa concepção política traz em si uma profunda diferenciação filosófica [...]. Ao redigir um texto, deve-se observar a sintaxe em todos seus aspectos, o emprego correto e apropriado das palavras, a pontuação, a colocação pronominal, a concordância, a regência e a melhor estruturação de períodos e parágrafos. [...] o anexo I do edital, deve ser retificado [...]. [...] o anexo I do edital Ø deve ser retificado [...]. 32

35 CLAREZA De acordo com o dicionário (HOUAISS, 2001, p. 735), clareza é [...] 2 qualidade do que é inteligível [...] 6 compreensão, percepção, entendimento [...]. Se aplicarmos tais conceitos ao texto escrito, depreendemos que clareza textual é a transmissão compreensível do pensamento do autor por meio da escrita, que consiste na boa estruturação das sentenças, fácil entendimento e ausência de ambiguidades. Torna-se óbvio, portanto, que a clareza tem forte afinidade com a coerência encadeamento lógico de ideias e que a escrita clara demanda do autor conhecimento do assunto e reflexão sobre o que se quer redigir. Nesse aspecto, cabe ressaltar que o empolamento e o emprego de termos rebuscados e desconhecidos tornam o texto obscuro e de difícil compreensão. Com isso deixamos de estar inseridos no centro do universo: ao ter uma nova visão cosmológica, a antiga metafísica entra em colapso justamente com a ética aristotélica (base do comunitarismo), pois não somente estamos fora do centro do universo, como também os conceitos aristotélicos em que o modelo ptolomaico se baseia era (cientificamente) incorreto. Muito nos interessa que atoa da exegese da história, nos segue o estudo das leis, das relações jurídicas entre os membros da sociedade e dos governantes e, o conjunto de normas que envolvem o direito público, isto é, as relações jurídicas verticais entre o Estado e os particulares. CLAREZA, COESÃO E COERÊNCIA FÁVERO (2009); KOCH (2012); VAL (1991) CONCISÃO E OBJETIVIDADE Qualquer texto possui uma hierarquia de ideias, ou seja, há ideias principais (contém a essência da mensagem a ser transmitida) e ideias acessórias (esclarecem o sentido das ideias principais e lhes estabelecem circunstâncias). Contudo o excesso destas últimas faz com que o texto tenha sua credibilidade reduzida e se torne prolixo, confuso. Assim, a concisão consiste em obter o máximo de efeito expressivo com menor número de palavras. 33

36 P RINCÍPIOS NORTEADORES O transporte de tais [necessidade e adequação] conceitos ao disciplinamento da concessão das medidas cautelares perante os órgãos de contas trará a concretude da eficácia do garantismo constitucional, afastando, assim, o arbítrio de uma violência que a própria sustação desarrazoada venha causar ao jurisdicionado; isto sob a ótica meramente cautelar, mantendo-se ilegítimas as medidas coercitivas por instrumento de mera conveniência procedimental, sem demonstração de flagrantes vícios insanáveis advindo do agir estatal. Ponderar a necessidade e adequação na concessão das medidas cautelares pelos órgãos de contas concretizará o garantismo constitucional, afastando o arbítrio de uma violência que a sustação desarrazoada cause ao jurisdicionado. De qualquer forma, mantêm-se ilegítimas as medidas coercitivas por mera conveniência procedimental, sem flagrantes vícios insanáveis advindo do agir estatal. Ser objetivo é ir diretamente ao assunto que se quer abordar, escrever sem floreios, evitar figuras de linguagem desnecessárias. A mensagem concebida precisa ser direta para que se atinja a finalidade proposta. Divagações, rodeios e modismos sem uma lógica mínima, em vez de resultarem numa redação correta e elegante, surtem efeito contrário. Sem dúvida, podem-se evitar os termos empolados e difíceis, as construções arrevesadas, eventuais citações em outros idiomas que se afigurem desnecessárias, longos períodos que nada significam, extensas digressões que não explicam coisa alguma. Isso se atribui a um estilo de redação, desenvolvido pelos operadores do Direito e de outras ciências que lidam com linguagem e de um jargão fossilizado, os quais levaram a crer que tais características demonstram uma cultura superior de quem assim fala ou escreve. A prolixidade, excesso de palavras inúteis empregadas para exprimir poucas ideias, deve ser evitada. A redundância e o pleonasmo vicioso, por exemplo, empobrecem o texto e tornam enfadonha a sua leitura (CEGALLA, 2009; BECHARA, 2001; MORENO, 2010). COESÃO E COERÊNCIA A coerência, conforme Koch e Travaglia (2001, p. 21), está diretamente ligada à possibilidade de se estabelecer um sentido para o texto, ou seja, ela é o que faz com que o texto faça sentido para 34

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