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1 1 SOBRE A REDAÇÃO DO TEXTO CIENTÍFICO ABOUT WRITING OF SCIENTIFIC TEXT Prof.Dr.Daniel Marinho Cezar da Cruz Mestre e Doutor em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos-UFSCar Professor do Departamento de Terapia Ocupacional da UFSCar Resumo Discute a elaboração de um texto científico e aponta algumas sugestões para aqueles que iniciam na atividade de pesquisa. Alguns tópicos para discussão são listados a fim de nortear a discussão. Tais tópicos têm por propósito estimular o iniciante para um olhar mais cauteloso na elaboração de manuscritos e, de certa forma, auxiliá-lo numa forma de caminhar para a redação de um texto científico. Palavras-chave: pesquisa, iniciação científica, educação especial, estudo. Abstract It discusses an elaboration of a scientific text by showing some suggestions for students and professionals that starts in research activity. Some issues were pointed to guide this discussion. It s believable that the topics shown can stimulate the student in research activities to develop a well-adviced sight on writing ideas, and it also can help in a way to improve the writing of a scientific text. Keywords: research, scientific iniciation, special education, study. Introdução Elaborar um texto científico não é tarefa fácil. Falar sobre como proceder para se chegar a um texto considerado científico é mais complexo ainda. Como eleger prioridades? Como elaborar um texto que seja considerado científico ou publicável em um canal formal? O título deste ensaio sugere uma possível resposta ao final da leitura desta discussão, portanto, cabe de antemão explicitar que tal resposta não será dada, pois não há uma receita pronta ou um manual a ser seguido para ter sucesso nesta etapa essencial que

2 2 compõe a atividade de pesquisa, porém, cabe discutir sobre alguns cuidados que devem ser tomados para não comprometer a qualidade de um texto. Desenvolver uma pesquisa envolve uma fundamentação teórica importante que norteie a escolha de um tipo de delineamento, desenho, uma abordagem de análise de dados e todos os critérios de uma investigação científica, que resulte na produção de conhecimento. Todos esses passos são importantes, entretanto, a redação de todo o caminho percorrido, que permite a comunicação a um público, pode comprometer todo o trabalho desenvolvido, se a redação for pobre ou mal feita. O ato de escrever é importante na pesquisa e isto inclui o saber expressar ideias, propor projetos, expor resultados em eventos, dentre outras atividades. Logo, precede todas estas atividades a habilidade para dissertar ou teorizar a respeito de algo que se deseja explanar ou comunicar. A experiência particular com alunos de graduação na preparação de Trabalhos de Conclusão de Curso, em geral, tem mostrado que há certa freqüência de vícios corriqueiros entre os estudantes que iniciam na atividade de pesquisa. A atenção para estes vícios e sua eliminação pode melhorar consideravelmente um trabalho, se constituindo no primeiro passo na redação de um bom texto. É fato que o tema em questão já foi exaustivamente descrito e debatido por vários autores que se propõem a falar de pesquisa e seus caminhos. Os livros sobre como elaborar projetos de pesquisa ou da Metodologia do Trabalho Científico se avolumam com o passar das décadas. Para o presente ensaio, cabe uma tentativa de discussão sobre como tornar alguns tópicos mais claros por meio de situações, que embora sejam fictícias, podem fazer parte das dificuldades encontradas para a redação de um texto científico. Segundo Hübner (2002) para elaborar um bom texto científico é necessário, prioritariamente ter comportamento científico em face à produção de conhecimento e, conseqüentemente, ou concomitantemente, pensar e raciocinar cientificamente. Para a autora esse pensar engloba basicamente compreender que a ciência envolve o lidar com incertezas, com fenômenos que são complexos, fazendo-se elementar o cuidado na afirmação ou negação de algo.

3 3 Com efeito, o pesquisador é aquele que questiona não somente seu objeto de estudo dentro de uma problemática minuciosamente elaborada, a fim de produzir ou revalidar conhecimentos, mas o que se preocupa também com os mínimos detalhes na produção de seu texto, tendo o cuidado na forma como se posiciona diante de uma dada realidade. Ao elaborar um projeto de pesquisa, deve-se pensar no problema de pesquisa, nos objetivos que estejam em consonância com o problema enfocado. O método escolhido deve ser coerente com os objetivos traçados, bem como no que se refere à seleção dos sujeitos ou população-alvo (se for o caso), ao local de realização da pesquisa, ao(s) instrumento(s) para coleta de dados e aos procedimentos para analisá-los. Um cronograma pode ser estipulado, embora efetivamente as pesquisas caminhem de acordo com o ritmo e a disponibilidade de cada pesquisador. Poderia se pensar que após colocar em prática o projeto de pesquisa, com todos os pré-requisitos citados acima, estaria acabada a missão de pesquisar. Uma boa parte já se fez, mas outra etapa, com igual relevância, precisa ser continuada. Percorrido este passo, têm-se as elaborações do texto propriamente dito. E é então que muitas pesquisas com um bom planejamento e coleta de dados podem ter todo o seu conteúdo comprometido. Logo, fica claro que é imprescindível uma atenção na elaboração do texto científico. Pensando-se nessa questão, alguns tópicos foram criados com o objetivo de nortear a presente discussão. Estes foram listados com base em experiências do autor no desenvolvimento de pesquisas, a partir da leitura de trabalhos e orientações de pesquisas, e da formação como pesquisador. Alguns tópicos apresentam exemplos de estudos e pesquisas fictícias, criadas pelo autor, com o objetivo de clarificar a discussão. VÍCIOS E ERROS DA LÍNGUA FALANTE- O REDATOR VICIADO Um texto científico mal redigido pode comprometer aquele que o escreve. Existe um perfil de redação que se coloca de forma bastante pessoal, caraterizado esse estilo de escrever. A forma como são colocadas as idéias no papel deve preconizar a escolha de palavras adequadas ao tema que se detém comunicar. Em geral, deve-se evitar a repetição de palavras no texto, ambigüidades, assim como o uso de gírias, jargões e palavras redundantes.

4 4 É usual seguir um único tempo verbal ao longo do texto. Geralmente a terceira pessoa do singular dá um caráter impessoal ao texto, sendo mais comum nas pesquisas. Não existe uma regra, mas o recomendado é que, feita a opção, o autor a sustente por todo o texto. Eco (1992) sugere evitar os pronomes pessoais, utilizando expressões que não impliquem em personalização do discurso científico. Em termos de ortografia, o uso do computador com corretor ortográfico tem auxiliado bastante na redação de textos, no entanto, não é suficiente para a redação de um texto de qualidade. Caso o pesquisador tenha dificuldades em escrever, uma alternativa será consultar um profissional habilitado em língua portuguesa para ajudá-lo com as correções do texto. Para publicações em periódicos científicos é provável que o texto requeira um abstract (resumo) e keywords (palavras-chave) e, se o autor não detiver o conhecimento da língua inglesa (neste caso), também convém consultar um profissional da área de letras com habilitação na língua. O translator (tradutor) pode ser um recurso a ser utilizado, embora não se recomende pela tradução feita ao pé da letra, que muitas vezes não expressa o real conteúdo do sentido em que a palavra está sendo utilizada. PARA QUEM SE DESTINA O TEXTO? O REDATOR INDECISO Ao construir este texto, é esperado que o autor em questão estivesse sistematizando exatamente o que gostaria de falar, pensando no leitor e na forma como este entenderá e processará o conjunto de informações que se deseja transmitir. É como um processo de empatia, ou seja, da capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa, imaginando como esta se comportaria ou pensaria diante do contexto analisado - o da leitura do texto. A redação de um texto, neste sentido pressupõe uma previsibilidade de como o leitor poderá compreender o conteúdo abordado. Luna (1993) faz uma oportuna sugestão para organização de um texto: A melhor maneira de se organizar um texto é, indiscutivelmente, por meio de um planejamento prévio da seqüência de tópicos dentro do tema e das informações a serem oferecidas dentro de cada tópico. Ou seja, trata-se de organizar uma sinopse ampliada do

5 5 texto, antes dele ser escrito (sempre é possível reformulá-la posteriormente) (p. 117, grifo do autor). De acordo com a afirmação de Luna (1993), pode-se acrescentar que o pensamento e o encadeamento de ideias devem seguir uma seqüência. O pesquisador pode iniciar e finalizar os tópicos direcionando o leitor para o que objetiva abordar em cada um deles. O leitor precisa ser situado sobre o tema que irá ler, isto é, cabe um desenvolvimento crescente do texto, dando sequência às ideias de uma forma objetiva e articulada. Antes de iniciar com a pesquisa propriamente dita, é importante fazer uma revisão de literatura sobre os estudos que têm sido desenvolvidos e conduzidos no mesmo espectro da pesquisa em questão. Um exemplo está no artigo intitulado: Benefícios da utilização de comunicação alternativa para crianças com seqüelas de paralisia cerebral espástica. O título é interessante e atual. Sugere-se inicialmente levantar tópicos, destacando-se uma breve abordagem sobre o que significa a paralisia cerebral e o tipo de comprometimento em questão (a do tipo espástica), sendo prosseguido de esclarecimentos sobre o conceito da tecnologia assistiva utilizada, neste caso, a comunicação alternativa. É importante lembrar que esta conduta faz-se essencial, pois o leitor pode não ser um pesquisador da área, desconhecendo termos específicos, que devem ser explicitados ao longo do trabalho. Um recurso que se pode valer é o da consulta ao orientador, aos pesquisadores e/ ou docentes com experiência de pesquisa, que possam colaborar no aprimoramento de um texto. A tentativa de publicação de trabalhos e pesquisas em diversos canais, ou seja, em periódicos, revistas e demais veículos é uma etapa importante e que auxilia na aprendizagem da redação de textos. A maioria das revistas possuem pareceristas ad hoc que fazem a avaliação dos trabalhos submetidos à publicação. As devolutivas para melhorar o texto nesse caso, são extremamente bem vindas, pois muito se pode aprender com as sugestões dos pareceristas com o fim de publicação do trabalho, ou mesmo na ocasião de uma recusa em publicá-lo.

6 6 O CONTROLE DE AFIRMAÇÕES DE JUÍZO PESSOAL- O REDATOR JULGADOR Criticar quando se pesquisa é uma postura importante, contudo é necessário tomar alguns cuidados. O pesquisador deve ser neutro ao analisar seus resultados, se detendo apenas ao que eles lhe revelam, estejam estes de acordo com sua forma de pensar ou não. Falsificar, alterar, manipular dados é inadmissível e um sério problema ético. De modo geral, deve existir um cuidado na linguagem utilizada. É importante frisar que as críticas são importantes, mas devem ser fundamentadas nos seus motivos: (...) evitam-se, nos textos científicos, os julgamentos explícitos, ou seja, o uso exagerado de adjetivos. A linguagem básica da ciência privilegia o uso de descrições, inferências, ainda que seja impossível excluir afirmações que indiquem tendências, preferências, opções. Assumir posições, defendê-las, atacá-las, faz parte do discurso científico, mas a condição sine qua non é apresentar os fundamentos que embasam tais posições (HÜBNER, 2002, p. 18). Por exemplo, em um estudo institucional, uma forte frase como: As instituições de educação especial não oferecem oportunidades adequadas de aprendizagem e desenvolvimento para crianças com necessidades educacionais especiais ; além de extremamente inconseqüente, não tem validade alguma se não vier embasada de fundamentações que a sustente. Outro exemplo é o da seguinte pesquisa intitulada: O brincar de crianças com deficiência intelectual segundo a percepção dos pais. Dentre os principais resultados o autor da pesquisa relata trechos das falas em que os pais comentam que seus filhos não brincam fora de casa. O autor ao discutir este resultado afirma que as crianças com deficiência intelectual não se socializam com outras crianças em função de permanecerem brincando em casa. Esta afirmação é um tanto equivocada, pois o autor fez uma declaração explícita que foge ao que os dados lhe permitem revelar, ao analisar que, pelo fato da criança brincar dentro de casa, não estaria se socializando com outras crianças. O resultado analisado não permite esta conclusão, na medida em que caberia coletar outras informações que norteiam a socialização de crianças, como o brincar com seus pares (crianças vizinhas

7 7 que possivelmente poderiam estar visitando a casa), ou parentes próximos, irmãos, primos, entre outros. Não seria isto, uma forma de socialização? Talvez, uma inferência a partir destas outras variáveis que influenciam o fenômeno fosse mais adequada no texto. NEM SEMPRE É POSSÍVEL GENERALIZAR RESULTADOS- O REDATOR EXAGERADO O cuidado com a generalização dos resultados de uma pesquisa é outro aspecto importante para discussão. Em muitas situações, é preciso ter coerência e sensibilidade para não se cometer erros de análise dos dados. Neste tópico será salientado apenas o cuidado com a generalização de resultados na forma como o texto é construído, não se detendo nas questões de seleção de amostragem, importantes para a generalização ou não dos resultados. Luna (1999) comenta que por mais abrangente que seja uma pesquisa, esta abarca sempre uma parte, uma amostra de um fenômeno para se estudar, tendo sua validade limitada às condições em que foi realizada. É cabível ao pesquisador indicar o grau de generalidade dos resultados, destacando quais as circunstâncias em que tais dados poderiam ser generalizados para uma população. Um exemplo bem claro está na afirmação que se segue, oriunda de uma pesquisa em escola de educação especial, envolvendo duas crianças com Síndrome de Down, na faixa etária de 5 anos, numa situação de brincadeira: As crianças com Síndrome de Down não conseguem representar situações de faz-de-conta quando lhe são oferecidos brinquedos e materiais lúdicos. A afirmação acima traz declarações que não podem ser generalizadas para todas as crianças com esta síndrome. É possível que não tenha sido intenção do autor, mas a forma como a frase está redigida sutilmente sugere uma conclusão generalista. A afirmação é passível de um questionamento: todas as crianças com Síndrome de Down seriam incapazes de entrar na situação lúdica de faz-de-conta? A frase estaria coerentemente elaborada se feita da seguinte forma: As crianças com Síndrome de Down participantes da pesquisa, dentro da situação lúdica planejada, não representaram o faz-de-conta quando oferecidos brinquedos e materiais lúdicos.

8 8 SOBRE A LITERATURA CIENTÍFICA UTILIZADA NO TEXTO- O REDATOR DESATENTO Um texto bem fundamentado é um passo a frente para sua qualidade. Na revisão sobre o assunto abordado, é coerente uma literatura atual com autores representativos do assunto enfocado. Para tanto, há bases de dados que o pesquisador pode utilizar para consulta on-line na Internet, onde se podem encontrar resumos e artigos científicos com texto integral para baixar (download) em formato de arquivo de texto. Salienta-se que ao se pesquisar por meio da Internet é preciso tomar cuidado com os conteúdos que são lançados na rede mundial de computadores, pois assim como facilmente se encontram os assuntos de interesse, muitos são de baixa qualidade e sem orientações sobre os procedimentos de suas fontes, comprometendo desta forma a validade do texto. Quanto à citação de autores no texto, outra precaução é atentar para que as idéias destes sejam preservadas, isto é, ao ler qualquer texto que se queira citar, poderá se fazer basicamente de duas maneiras. A primeira é citando literalmente o autor, seguido do ano da obra e da página. A segunda é apresentar a idéia do autor com suas próprias palavras (parafrasear), neste caso, deve-se acrescentar apenas o nome do autor, seguido do ano da obra (ECO, 1992). Não importa qual das maneiras utilizar, ambas são bem aceitas, o principal é que o autor do texto não se aproprie das idéias do autor que leu ou que as deturpe na forma como interpretou. A não citação de autores utilizados para a redação do texto configura-se como plágio. Luna (1993) afirma que em revisões históricas a transcrição literal representa grande validade, pois situa o leitor diretamente com o texto original, antes de analisá-lo. O autor prossegue sugerindo que um bom senso é o norteador na escolha de uma citação direta, uma vez que esta é indicada quando seja imprescindível sua explicitação de tal modo, por exemplo, para indicar uma afirmação contraditória na obra de um autor, de outra forma, deve-se evitá-la, sendo mais recomendável parafrasear a idéia. Uma falha corrente em textos onde há citações de autores é a ausência da obra nas referências bibliográficas. Tudo o que for citado no texto deve ser encontrado nas

9 9 referências bibliográficas. Não se deve esquecer que ao ler um texto, um leitor pode se interessar pelo assunto e na tentativa de aprofundar os conhecimentos poderá consultar as referências utilizadas pelo autor da obra. Logo, ao final de um trabalho ou pesquisa, é imprescindível uma revisão das citações de todos os autores referidos no corpo do texto, incluindo a confirmação do ano e título da obra. É interessante recomendar a leitura sobre normas técnicas, como a da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, que constantemente passa por revisões. Ao submeter um trabalho científico a uma revista, por exemplo, são exigidos vários critérios para aceitação e publicação. UM BOM TEXTO TRAZ UMA LINGUAGEM OBJETIVA- O REDATOR ENCHE LINGUIÇA A objetividade de um texto clareia suas idéias e o deixa menos cansativo para leitura. O estudo abaixo acerca do processo de inclusão escolar no Brasil exemplifica um uso desnecessário de palavras e que dificulta a compreensão da mensagem: No que tange à inclusão escolar esta é, sem dúvida, um grande e incomensurável desafio, no qual são fundamentais parceiros que se somem neste contexto, para melhorar de forma essencial as políticas públicas, destacando-se, principalmente, o papel do professor na escola, das famílias in loco, as próprias crianças com necessidades educacionais especiais, e a sociedade como um todo em prol destas melhoras. A economia de palavras permite maior objetividade e clareza no sentido da frase: A inclusão escolar é um desafio que requer a melhoria nas políticas públicas, a serem promovidas conjuntamente por professores, famílias e suas crianças com necessidades educacionais especiais, assim como pela sociedade onde esta se insere. Mais do que ficar preocupado com a quantidade de informações deve-se pensar na qualidade dos conteúdos transmitidos. Existem pesquisadores mais sucintos e aqueles que na tentativa de enriquecer um texto findam por confundir o leitor e deixá-lo enfadado com a leitura do assunto proposto. Em suma, o autor precisa saber o momento certo em que deve ser econômico nas palavras e quando é necessário se estender mais no discurso.

10 10 CONSIDERAÇÕES FINAIS Todos os exemplos citados permitem discutir e refletir sobre a importância da redação cuidadosa do texto científico. Este estudo teve por intento discutir através de tópicos selecionados, alguns aspectos que influenciam nessa redação. Espera-se que os passos sinalizados nesta discussão não sejam interpretados como um manual a ser adotado e seguido, mas que possam estimular o iniciante na pesquisa científica para um olhar mais crítico, reflexivo e cauteloso ao escrever suas idéias e, de certa forma, auxiliá-lo no caminho para a redação de um manuscrito com qualidade. Para concluir, falando a partir de uma abordagem cognitiva-comportamental Piagetiana, podemos refletir que: se o desenvolvimento da aprendizagem se dá pela experiência, com a redação de um texto científico também não poderia ser diferente. Na verdade, a melhor forma de se desenvolver a habilidade de escrever um texto científico é praticar e essa apresentação foi um mero exercício do pesquisador que a escreve na tentativa de se desenvolver. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. ECO, U. A redação. In:. Como se faz uma tese. Tradução por: Gilson César Cardoso de Souza. 9.ed. São Paulo: Perspectiva, p Do original em italiano: Como se fa una tesi di láurea. 2. HÜBNER, M.M. Guia para elaboração de monografias e projetos de dissertação de mestrado e doutorado. 4.ed. São Paulo: Mackenzie, Pioneira Thomson Learning, p. 3. LUNA, S.V. Chronos. Caxias do Sul, v.26, n.1 e n. 2, p , jan./ dez LUNA, S.V. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: Educ, 1999.

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