DE MITO PARA HISTÓRIA DO PARANÁ: A PRODUÇÃO HISTORIOGRÁFICA DE ROMARIO MARTINS. Maureen Elina Javorski (Historiadora do DEAP/mestranda UEPG)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DE MITO PARA HISTÓRIA DO PARANÁ: A PRODUÇÃO HISTORIOGRÁFICA DE ROMARIO MARTINS. Maureen Elina Javorski (Historiadora do DEAP/mestranda UEPG)"

Transcrição

1 DE MITO PARA HISTÓRIA DO PARANÁ: A PRODUÇÃO HISTORIOGRÁFICA DE ROMARIO MARTINS. Maureen Elina Javorski (Historiadora do DEAP/mestranda UEPG) Palavras chave: historiografia paranaense, Alfredo Romario Martins, identidade. Os ambientes de intelectualidade que emergiram, durante o século XX, formaram no Brasil e, especificamente, no Paraná alguns personagens fundamentais que passam a existir como exemplos deste espírito envolvente da época. Uma personalidade paranaense de grande influência e que esteve presente em diversas ramificações do cenário estadual, durante a primeira metade deste século, foi: Alfredo Romario Martins. Nascido em Curitiba em 8 de dezembro de 1874, Alfredo foi filho único de um casal, ambos viúvos, que eram atuantes no cenário político, econômico e social no período em que o Paraná ainda era província do Império. Estas influências paternas envolveram o herdeiro e o seguiram em toda sua trajetória de vida. A sua atuação no mercado de trabalho começou muito cedo. Foi na oficina de tipografia do jornal Dezenove de Dezembro que Romario, com apenas 14 anos foi aprendiz. Devido seu bom desempenho não demorou a ser convidado para participar do jornal A República, logo ingressando na redação do jornal e, mais tarde, ocupando o cargo de redator-chefe. Sua participação no funcionalismo público percorreu longos 35 anos em que atuou por diversos campos: sendo colaborador na Superintendência do Ensino Público; funcionário da Secretaria de Obras Públicas e Colonização; superintendente do Ensino Público; diretor do Museu Paranaense de ; foi político (deputado estadual, vereador e presidente da Câmara Municipal); chegou a ocupar o cargo de prefeito de Curitiba, por cerca de 8 meses; também foi diretor do Departamento de Agricultura do Estado do Paraná, entre outras influências. 1

2 Toda a carreira que se seguiu, a partir de seus percursos de atuação, foram de mérito e interesse dele próprio. Ao contrário de seus colegas contemporâneos, Romario Martins não frequentou nenhuma faculdade de o auxiliasse em sua formação intelectual. Mas a falta de instrução superior não atrapalhou a sua carreira. A sua dedicação e o domínio da prática do jornalismo parecem ter preenchido a ausência de uma formação acadêmica: A oficina é uma história e um lar. Instrui e educa. Ela formou meu espírito e formou-o de maneira a fazer de mim uma individualidade moral e intelectual de ação no meio do meu tempo 1. Sua trajetória na então Universidade do jornal lhe proporcionou todas as pressões sociais e políticas, o jogo de interesses o idealismo pessoal, as paixões, tudo o que uma época tem de vivo e dinâmico 2, conteúdo prático que possivelmente as outras graduações não lhe proporcionariam da mesma forma. Estes percursos o favoreceram na sua fixação em um lugar privilegiado ou um lugar comum, como aponta o pesquisador Antonio Marcos Myskiw em seu trabalho sobre a República das Letras onde revela que as redações de jornais e revistas, nos conselhos editoriais das tipografias, nos clubes, cafés e associações literárias 3 sendo estes espaços privilegiados. Neste contexto as temáticas como: o republicanismo, o livre-pensamento, o ocultismo, o positivismo, o patriotismo, o nacionalismo, os movimentos operários, o simbolismo, o neopitagorismo, a maçonaria, o espiritismo, o paranismo e o anticlericalismo 4 ganhavam força entre a sociedade e nestes círculos de participação dos grupos de intelectuais paranaenses. Com estas influências se iniciou sua produção literária. Estréia com uma carreira poética que logo se desmembra com a publicação do seu raro livro: O socialismo (1895) 1 MARTINS apud CAROLLO, Cassiana Lacerda. Romário Martins: biografia intelectual. In: MARTINS, Romário. História do Paraná. 20ª ed. Curitiba: Travessa dos Editores, p. XXI 2 TREVISAN, Edilberto. A formação de Romário Martins. In: Boletim do Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico Paranaense. v. XXIII, ano p MYSKIW, Antonio Marcos. Curitiba, República das Letras ( ). In: Revista eletrônica Reflexões em História. v. 2, n. 3, p. 1-27, Dourados, p.2. 4 CARNEIRO, Cintia Maria Sant ana Braga. O Museu Paranaense e Romário Martins: a busca de uma identidade para o Paraná ( ). Curitiba: SAMP, p.77. 2

3 onde o mesmo mostrou-se apoiador dos ideais de defesa aos indígenas abraçando como seu principal mestre o historiador Rocha Pombo. O momento que marca seu início de contribuição para a produção historiográfica sobre o Paraná é identificado pelo pesquisador Luis Roberto Soares com a publicação do folheto Combate do Cormorant, publicado em 1898 que assinala o seu ingresso nas chamadas letras históricas 5. Mas foi com a publicação de História do Paraná (1899) que seu nome se vinculou ao título de historiador. Esta obra lhe proporcionou uma abertura de oportunidades que permitiu um reconhecimento entre as instituições intelectuais brasileiras e até mesmo internacionais. Este livro foi caracterizado, por Brasil Pinheiro Machado, como o fundador de uma história regional que abrangia a história de uma comunidade [...] de um grupo humano nas suas relações com o meio geográfico 6. Como consequência desta publicação, Romario Martins foi aceito como sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e se sentiu estimulado a fundar, ao lado de outros companheiros, o Instituto Histórico e Geográfico Paranaense (IHGPR) em maio de Adentrando aos modelos de pesquisa, preestabelecidos pelo IHGB, podemos perceber a necessidade das criações das identidades brasileira e também regional. Esta ultima era como uma peça, formada por um estado ou região, que iria compor uma espécie de quebra cabeça que iria gerar a identidade do ser brasileiro. O exemplo prático era o Estado do Paraná que ainda sofria com as questões de pertencimento e assimilação. A sua criação como província, independente de São Paulo, tinha apenas 47 anos; passando pela ocorrência do período de grande imigração ( ) e sofrendo com os conflitos existentes nas questões de limites territoriais com Santa Catarina, por exemplo. 5 SOARES, Luis Roberto. Romário: um historiador combatente. In: MARTINS, Romário. História do Paraná. 20ª ed. Curitiba: Travessa dos Editores, p. X 6 MACHADO, Brasil Pinheiro. A historiografia de Romário Martins na sua História do Paraná. In. Anais do Colóquio de Estudos Regionais comemorativo ao I Centenário de Romário Martins. In: Boletim do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná, n. 21, 1974, p

4 Era momento de fazer emergir uma História que estivesse fundamentada nos propósitos nacionais. Uma narrativa que atingisse tanto o caboclo do interior como o novo imigrante que se inseria na sociedade paranaense, mesmo que não fosse de total apreciação dos lusitanos já estabelecidos. Juntamente com outros criadores, a escrita da história por Romario Martins foi muito eficaz: garantida graças ao exercício de funções míticas que realiza ao forjar um passado inteligível e compreensível dando sentido a aspectos significativos das relações sociais. Assim, é possível a uma parcela ponderável da população se reconhecer como fruto desta história, pois esta lhe dá uma origem auspiciosa, um presente de conquistas civilizacionais e um futuro venturoso 7. Interligado com as suas ações, a contribuição do Instituto Histórico e Geográfico Paranaense tinha como principal finalidade, de acordo com seu estatuto de fundação: Coligir, estudar, publicar e arquivar os documentos que sirvam à historiografia do Paraná, promovendo a difusão de seu conhecimento pela imprensa e pela tribuna 8 que garantissem a formação da história paranaense, perante todos seus conflitos, sustentados pela concentração de uma documentação que sustentassem uma memória que queriam formar. Com estes elementos de apoio a criação de uma história visava um interesse individual para o trabalho no específico iniciando seu caminho com o resgate de mitos e lendas paranaenses para formular suas teorias e criar os seus heróis. Não obstante e dando prosseguimento ao seu mestre, Rocha Pombo, o aparecimento dos ídolos indígenas ganhou destaque em seus textos. Para tanto Romario foi a busca do conhecimento de alguns termos indígenas para aparentar uma proximidade de identificação com estes grupos etnológicos. Neste elemento personagens como Guairacá, Paiquerê, Naipi e Tarobá, entre outros ganharam as páginas de seus livros e as dos jornais que colaborava. Em seus textos historiográficos buscava seguir as concepções de enaltecimento destes mitos que foram essenciais para o que o Paraná e o paranaense de seu tempo tinha se 7 SVARÇA, Décio. O Forjador: ruínas de um mito. Romário Martins ( ). Dissertação de Mestrado. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, p Estatuto de fundação do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná. In: Boletim do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, v.1, Curitiba, 1917.p.22. 4

5 transformado. O apoio aos indígenas e a inserção do negro na sua escrita merece destaques e ressalvas. O destaque fica por conta do fato de se fazer emergir na história personagens que até então não apareciam como pertencentes de um conjunto de formação nacional e que nas palavras de intelectuais da época ganhavam espaço. Já as ressalvas podem ser levadas em conta com os princípios dos interesses econômicos. A busca pela propaganda de progresso: um Paraná morigerado, advindo de suas participações na Secretaria de Agricultura, impulsionou Romario na dedicação de obras sobre a potencialidade da natureza nativa, do Estado, e produtiva. Desta forma, acreditava que o apoio de quem conhecia melhor esta natureza seria fundamental: o indígena e o caboclo. Conhecedores sim, mas administradores não!para isso pessoas mais qualificadas eram destinadas aos centros de cooperativas existentes. Mas dentre os seus objetivo não deixou de buscar incentivo e participação dos nativos. Para isso a obra, com fundamentação educacional, intitulada: Escolas rurais especiais para a educação e socialização do caboclo 9 serviu para a qualificação da mão de obra. Sobre este fator não buscamos compreender a finco, mas sua documentação acusa que o seu desempenho na difusão da agricultura surtiu efeito, alcançando metas nacionais e ultrapassando concorrentes já estabelecidos. Como foi, por exemplo, a Cruzada do Trigo ( ). Suas demais preocupações envolviam assuntos como a história e o diálogo dos indígenas com os portugueses; o desenvolvimento econômico paranaense; aspectos e histórico da fundação de cidades; discussões sobre o ensino no estado; preocupações com questões do patrimônio e memória; estudos e interesses técnicos sobre a Erva Mate; acompanhamento de feitos e diálogos com intelectuais paranaenses contemporâneos; homenagens e ações patrióticas ao Brasil e ao Paraná; fundações de sociedades de intelectuais; questão de limites territoriais entre Santa Catarina e Paraná; relações comerciais; intervenções políticas; divulgação de assuntos relativos ao Estado do Paraná; 9 Nome de obra publicada por Romario Martins no ano de

6 comprometimento com a divulgação da memória e identidade paranaense por meio do IHGPR; entre outros incontáveis assuntos que ele se envolvia 10. Outro fator que merece ser apresentado, sobre os interesses particulares de Romario Martins, era que o mesmo compunha a elite paranaense que se fundamentava nos proprietários de fazendas e produtores da Erva-Mate, que mais tarde caiu em decadência, mas que Romário teve a audácia de projetar novos investimentos nos ramos agrícolas, como vimos anteriormente. Este mesmo grupo foi, também, responsável e investidora nas questões de formação da identidade do ser paranaense. As propagações culturais podem ser observadas com o grande marco de uma geração que ficou conhecida pelo Movimento Paranista, de 1927, que ainda é lembrado por ter Romario como seu principal fundador, mas que foi fruto desta aliança da elite 11. O IHGPR também serviu como uma espécie de associação que cumpriria diferentes papéis: para alguns significava um local de projeção intelectual, para outros um espaço de promoção pessoal 12, da mesma forma que referenciam os participantes da mesma instituição nacional. Personalidades como Rocha Pombo, Romario Martins, Dario Vellozo, Euclides Bandeira, por exemplo, se beneficiaram das idéias elitistas no cenário cultural e intelectual paranaense dos anos 1870 a Como forma de divulgação o uso do simbolismo foi o principal veículo de propagação dos interesses, já mencionados. Elementos como: a Erva Mate, o pinheiro, o pinhão, o indígena, o trabalhador, o trigo, a terra, as águas, entre outros eram percebidos como um conjunto de símbolos que representavam a terra e o Estado do Paraná. 10 Consideração realizada pela autora, deste artigo, estimulado pelo longo período de pesquisa no fundo de número 41 do acervo de Romario Martins existente no Departamento Estadual do Arquivo Público do Paraná. 11 CORDOVA, Maria Julieta Weber. O paranismo e o processo de produção historiográfica paranaense: o episódio do Cerco da Lapa. In: Revista de História Regional, Ponta Grossa, v. 12, n. 2, p , p BELTRAMI apud SCHWARCZ. BELTRAMI, Rafael C. de C.. Da poesia na ciência: Fundadores do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, uma historia de suas idéias. Curitiba, Dissertação de mestrado em história. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, p MYSKIW. op. cit. p. 2. 6

7 Neste período a história, enquanto ciência, ainda não se apoiava nos historiadores. Pensadores de diversas áreas se desdobravam na escrita de uma história sem metodologia. Desta forma, um tipógrafo, político, poeta, intelectual, folclorista, simbolista e participante ativo da imprensa se viu próximo das instituições incumbidas na produção da história e responsáveis na produção de narrativas historiográficas regionais. O universo da imprensa, do Museu Paranaense, do Instituto Histórico Geográfico do Paraná, o Movimento Paranista e outras propostas culturais organizadas e compostas por este personagem foram fundamentais para a produção de uma história mitológica do Paraná que visava o desenvolvimento e o progresso por meio do resgate e criação de mitos e símbolos que reunissem os elementos que formaram a identidade desta coletividade. Seus textos proporcionaram reflexões de temas que ainda não haviam sido explorados pelos pesquisadores paranaenses, de até então, que se arriscaram a fazer história. Também não se prendeu a quaisquer cunhos metodológicos ou na descrição dos seus critérios historiográficos em suas obras 14. O historiador paranaense: Brasil Pinheiro Machado colocou esse historiador como o responsável pelo estabelecimento dos pontos principais para essa história local, assim como Varnhagen havia sido para os pertinentes à história nacional 15. Estatuto o qual valoriza sua contribuição para não só a história regional, mas como a nacional também. A temporalidade presente no livro de Romário Martins, também revela a sua vinculação a um conceito de história que constrói uma ponte ligando o passado resgatado como presente que se pretende legitimar. Uma das idéias mais cara a este pensamento acaba sendo a de progresso, onde os fatos históricos, resgatados de documentos oficiais e narrados sem qualquer preocupação com alguma crítica, são articulados de forma a demonstrar toda a evolução que a sociedade experimenta e, neste caso paranaense, mais do que isto, ainda tem a intenção de 14 MACHADO, B. P. A historiografia de Romário Martins na sua História do Paraná. In. Anais do Colóquio de Estudos Regionais comemorativo ao I Centenário de Romário Martins. In: Boletim do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná, n. 21, 1974, p MARCHETTE, Tatiana Dantas. A trajetória de Brasil Pinheiro Machado e a construção da historiografia regional do Paraná no território acadêmico. Tese de doutorado. Universidade Federal do Paraná, p

8 criar uma tradição para um Estado que até então não possuía sequer uma história sistematizada. 16 Suas constantes revisitações aos textos, perceptíveis em seus grifos, anotações e os reescritos representam sua preocupação com a atualização de seus novos pontos de vista. A afirmação de que Bastava-lhe depois uma folha de papel de borrão dos usados na imprensa, para lançar os seis períodos naquela letra cursiva bem talhada, de preferência a lápis permitindo a correção sem prejudicar a limpeza 17 se mostra presente em seu acervo documental. Uma tentativa de autocrítica que mostra um compromisso com seus estudos e com a sua intensa produção intelectual. O incansável Romário não deixava de publicar anualmente inúmeros artigos, livros, folhetos e de participar de eventos sociais, bem como dos centros culturais os quais ele também colaborou na fundação como o Centro Paranaense de Letras, o Circulo dos Estudos Bandeirantes, entre outros. O percurso de vida intelectual de Romario Martins deve ser lembrado pela sua força de vontade e possibilidades, positivas, que fizeram o mesmo ter vantagem em suas produções textuais. Sua vida foi dedicada aos estudos sobre o Paraná. Da mesma forma que suas propostas agrícolas do paranaense como um semeador que espalha suas sementes para o progresso do estado, buscou o conhecimento em diversas áreas e produziu uma literatura e desenvolveu projetos culturais com a finalidade de implantar uma representação do Paraná traçado em elementos próprios dos grupos étnicos existentes no estado. Sem dúvida a criação de mitos para se fazer história, deve, esta última muito mais do que imaginemos a figura deste paranaense que tanto fez e ainda hoje é pouco lembrado pela sociedade paranaense e até mesmo por nós historiadores. 16 PEREIRA, Luis Fernando Lopes. Paranismo: cultura e imaginário no Paraná da I República. Dissertação de Mestrado em História. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, p TREVISAN, Edilberto. A formação de Romário Martins. In: Boletim do Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico Paranaense. v. XXIII, ano p

9 Referências bibliográficas: BELTRAMI, Rafael C. de C.. Da poesia na ciência: Fundadores do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, uma historia de suas idéias. Curitiba, Dissertação de mestrado em história. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, CARNEIRO, Cintia Maria Sant ana Braga. O Museu Paranaense e Romário Martins: a busca de uma identidade para o Paraná ( ). Curitiba: SAMP, CAROLLO, Cassiana Lacerda. Romário Martins: biografia intelectual. In: MARTINS, Romário. História do Paraná. 20ª ed. Curitiba: Travessa dos Editores, CORDOVA, Maria Julieta Weber. O paranismo e o processo de produção historiográfica paranaense: o episódio do Cerco da Lapa. In: Revista de História Regional, Ponta Grossa, v. 12, n. 2, p , Estatuto de fundação do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná. In: Boletim do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, v.1, Curitiba, MACHADO, Brasil Pinheiro. A historiografia de Romário Martins na sua História do Paraná. In. Anais do Colóquio de Estudos Regionais comemorativo ao I Centenário de Romário Martins. In: Boletim do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná, n. 21, 1974, pp MARCHETTE, Tatiana Dantas. A trajetória de Brasil Pinheiro Machado e a construção da historiografia regional do Paraná no território acadêmico. Tese de doutorado. Universidade Federal do Paraná, MACIEL, Marcial. Romário na intimidade. In: Boletim do Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico Paranaense. Curitiba, v. 23, p , MYSKIW, Antonio Marcos. Curitiba, República das Letras ( ). In: Revista eletrônica Reflexões em História. v. 2, n. 3, p. 1-27, Dourados, Disponível em: Acesso em: 01 de junho de 2015 PEREIRA, Luis Fernando Lopes. Paranismo: cultura e imaginário no Paraná da I República. Dissertação de Mestrado em História. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, SOARES, Luis Roberto. Romário: um historiador combatente. In: MARTINS, Romário. História do Paraná. 20ª ed. Curitiba: Travessa dos Editores, SVARÇA, Décio. O Forjador: ruínas de um mito. Romário Martins ( ). Dissertação de Mestrado. Departamento de História. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, TREVISAN, Edilberto. A formação de Romário Martins. In: Boletim do Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico Paranaense. v. XXIII, ano

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

LUÍS REIS TORGAL. SUB Hamburg A/522454 ESTADO NOVO. Ensaios de História Política e Cultural [ 2. IMPRENSA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

LUÍS REIS TORGAL. SUB Hamburg A/522454 ESTADO NOVO. Ensaios de História Política e Cultural [ 2. IMPRENSA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA LUÍS REIS TORGAL SUB Hamburg A/522454 ESTADOS NOVOS ESTADO NOVO Ensaios de História Política e Cultural [ 2. a E D I Ç Ã O R E V I S T A ] I u IMPRENSA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA 2 0 0 9 ' C O I M B R

Leia mais

Nem cidadãos, nem brasileiros: Indígenas na formação do

Nem cidadãos, nem brasileiros: Indígenas na formação do Nem cidadãos, nem brasileiros: Indígenas na formação do Estado nacional brasileiro e conflitos na Província de São Paulo (1822-1845). São Paulo: Alameda, 2012. 292 p. Fernanda Sposito Luana Soncini 1 A

Leia mais

Resenha: Pontes sobre o Atlântico. Resenha

Resenha: Pontes sobre o Atlântico. Resenha Resenha VENANCIO, Giselle Martins. Pontes sobre o Atlântico: ensaios sobre relações intelectuais e editoriais luso-brasileiras (1870-1930). Rio de Janeiro: Vício de Leitura, 2012. Mariana Rodrigues Tavares

Leia mais

Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a. partir da análise de textos oficiais

Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a. partir da análise de textos oficiais Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a partir da análise de textos oficiais Maria Cecília do Nascimento Bevilaqua (UERJ) Apresentação Quem não se lembra da ênfase dada

Leia mais

O Rádio : Veículo de Integração na Curitiba da Década de 40

O Rádio : Veículo de Integração na Curitiba da Década de 40 O Rádio : Veículo de Integração na Curitiba da Década de 40 Ana Maria de Souza Melech Resumo O presente artigo busca discutir a atuação do rádio e do radiojornalismo como elementos de integração em Curitiba

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM R E S E N H A A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM TRABALHO PIONEIRO SALLES, VICENTE. O NEGRO NO PARÁ. SOB O REGIME DA ESCRAVIDÃO. 3ª EDIÇÃO. BELÉM: INSTITUTO DE ARTES DO PARÁ, 2005. JOSÉ MAIA BEZERRA

Leia mais

Arquivo CÂNDIDO DE MELLO NETO: organização e disponibilização dos acervos sobre Anarquismo, Integralismo e Documentos Particulares

Arquivo CÂNDIDO DE MELLO NETO: organização e disponibilização dos acervos sobre Anarquismo, Integralismo e Documentos Particulares Arquivo CÂNDIDO DE MELLO NETO: organização e disponibilização dos acervos sobre Anarquismo, Integralismo e Documentos Particulares Professora Elizabeth Johansen ( UEPG) Jessica Monteiro Stocco (UEPG) Tatiane

Leia mais

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO Sílvia Cristina Fernandes Paiva 1 Ana Arlinda Oliveira 2 A leitura literária na escola Podemos afirmar que a leitura é fundamental para construção

Leia mais

MAPEAMENTO DE PESQUISAS EDUCACIONAIS EM TORNO DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA TEMAS E DEBATES DAS PESQUISAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (2005-2010)

MAPEAMENTO DE PESQUISAS EDUCACIONAIS EM TORNO DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA TEMAS E DEBATES DAS PESQUISAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (2005-2010) MAPEAMENTO DE PESQUISAS EDUCACIONAIS EM TORNO DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA TEMAS E DEBATES DAS PESQUISAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (2005-2010) Taílla Caroline Souza Menezes¹ e Ludmila Oliveira Holanda

Leia mais

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA Autora: Regina Coelli Gomes Nascimento - Professora do curso de História

Leia mais

Ana Rita Uhle. O índio nos monumentos públicos brasileiros. 1 (IFCH-UNICAMP doutoranda em Política, Memória e Cidade).

Ana Rita Uhle. O índio nos monumentos públicos brasileiros. 1 (IFCH-UNICAMP doutoranda em Política, Memória e Cidade). Ana Rita Uhle. O índio nos monumentos públicos brasileiros. 1 (IFCH-UNICAMP doutoranda em Política, Memória e Cidade). Os monumentos públicos celebrativos, construídos no Brasil a partir do século XIX,

Leia mais

Arqueologia em construção

Arqueologia em construção Carta produzida pelo Grupo de Trabalho Arqueologia de Contrato Coletivo de estudantes do PPGARQ- MAE-USP Arqueologia em construção A Semana de Arqueologia tem como objetivos o debate, a troca de informações

Leia mais

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte A Bandeira Brasileira e Augusto Comte Resumo Este documentário tem como ponto de partida um problema curioso: por que a frase Ordem e Progresso, de autoria de um filósofo francês, foi escolhida para constar

Leia mais

O DIREITO ÀS MEMÓRIAS NEGRAS E A OUTRAS HISTÓRIAS : AS COLEÇÕES DO JORNAL O EXEMPLO. Maria Angélica Zubaran

O DIREITO ÀS MEMÓRIAS NEGRAS E A OUTRAS HISTÓRIAS : AS COLEÇÕES DO JORNAL O EXEMPLO. Maria Angélica Zubaran O DIREITO ÀS MEMÓRIAS NEGRAS E A OUTRAS HISTÓRIAS : AS COLEÇÕES DO JORNAL O EXEMPLO Maria Angélica Zubaran Sabemos que, no âmbito das ciências humanas, a memória está relacionada aos processos da lembrança

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

1 REGISTRO, Tânia Cristina. O arranjo de fotografias em unidades de informação: fundamentos teóricos e

1 REGISTRO, Tânia Cristina. O arranjo de fotografias em unidades de informação: fundamentos teóricos e Michelle Cartolano de Castro Ribeiro. Catolicismo e Espiritismo: potenciais de pesquisa a partir do Fundo José Pedro Miranda (Centro Universitário Barão de Mauá pós-graduando) O espaço de estudo usado

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná. Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG

O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná. Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG 1 O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG O presente trabalho apresenta resultados preliminares de uma

Leia mais

Símbolo do Paraná no Ensino Fundamental

Símbolo do Paraná no Ensino Fundamental Símbolo do Paraná no Ensino Fundamental Carlos Alexandro Keiber 1 - UEPG Rafael Marques Laurindo 2 - UEPG Celbo Antonio Fonseca Rosas 3 - UEPG Capes Resumo Este trabalho retrata a experiência desenvolvida

Leia mais

FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO

FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO João Carlos da Silva 1 A produção da IPB reúne uma farta publicação de

Leia mais

O ACERVO DO GEEMPA COMO FONTE PARA A ESCRITA DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA EM PORTO ALEGRE, AO TEMPO DA MATEMÁTICA MODERNA

O ACERVO DO GEEMPA COMO FONTE PARA A ESCRITA DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA EM PORTO ALEGRE, AO TEMPO DA MATEMÁTICA MODERNA O ACERVO DO GEEMPA COMO FONTE PARA A ESCRITA DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA EM PORTO ALEGRE, AO TEMPO DA MATEMÁTICA MODERNA Maria Cecilia Bueno Fischer 1 Fabiane Carpes 2 Resumo A pesquisa que apresentamos,

Leia mais

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1 Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana avier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE RESUMO Este trabalho se propõe uma jornada Arcoverde adentro

Leia mais

Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte Eunápolis Bahia

Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte Eunápolis Bahia Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte Eunápolis Bahia PORTARIA Nº 14/2009 Aprova o Regulamento da I Conferência Municipal de Cultura de Eunápolis-BA e dá outras providências. A SECRETÁRIA

Leia mais

TÍTULO: MOVIMENTO PELA CRIAÇÃO DA UNIVERSIDADE: AÇÕES DE ROCHA POMBO E DO ESTADO DO PARANÁ (1892)

TÍTULO: MOVIMENTO PELA CRIAÇÃO DA UNIVERSIDADE: AÇÕES DE ROCHA POMBO E DO ESTADO DO PARANÁ (1892) TÍTULO: MOVIMENTO PELA CRIAÇÃO DA UNIVERSIDADE: AÇÕES DE ROCHA POMBO E DO ESTADO DO PARANÁ (1892) NÉVIO DE CAMPOS 1 - PPG-UFPR O projeto de ensino superior pensado por Rocha Pombo estava estruturado por

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL MÓDULO 3

ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL MÓDULO 3 ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL MÓDULO 3 Índice 1. Direito Civil - Continuação...3 1.1. Fatos e Atos Jurídicos... 3 1.2. Direito de Propriedade... 3 1.2.1. Propriedade intelectual... 4 1.2.2. Propriedade

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO ACADÊMICA EM PROJETOS DE EXTENSÃO E SUA IMPORTÂNCIA PARA O PROCESSO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

A PARTICIPAÇÃO ACADÊMICA EM PROJETOS DE EXTENSÃO E SUA IMPORTÂNCIA PARA O PROCESSO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( X ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA A PARTICIPAÇÃO

Leia mais

Seminário Internacional do Museu Histórico Nacional

Seminário Internacional do Museu Histórico Nacional Seminário Internacional do Museu Histórico Nacional Ponta do Calabouço e adjacências: história, memória e patrimônio nos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro CHAMADA PÚBLICA DE TRABALHOS A faixa de terra

Leia mais

PROJETO INTELECTUAL INTERDISCIPLINAR HISTÓRIA E GEOGRAFIA 7º ANO A ESCRAVIDÃO EM UBERABA: PASSADO E PRESENTE

PROJETO INTELECTUAL INTERDISCIPLINAR HISTÓRIA E GEOGRAFIA 7º ANO A ESCRAVIDÃO EM UBERABA: PASSADO E PRESENTE PROJETO INTELECTUAL INTERDISCIPLINAR HISTÓRIA E GEOGRAFIA 7º ANO A ESCRAVIDÃO EM UBERABA: PASSADO E PRESENTE Professores Responsáveis: Marcus Oliveira e Franceline Miranda Quantidade de vagas: 15 a 25

Leia mais

LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM

LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM Adriana Bragagnolo i ( Universidade de Passo Fundo) 1. NOTA INICIAL O presente texto objetiva socializar reflexões a respeito da literatura infantil no cenário

Leia mais

LICENCIATURA EM HISTÓRIA. fgv.br/vestibular

LICENCIATURA EM HISTÓRIA. fgv.br/vestibular LICENCIATURA EM HISTÓRIA fgv.br/vestibular IDEALISMO, EXCELÊNCIA E CREDIBILIDADE A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944 com o objetivo de preparar profissionais qualificados em Administração

Leia mais

CONFEITARIA COLOMBO. Rio de Janeiro

CONFEITARIA COLOMBO. Rio de Janeiro CONFEITARIA COLOMBO Rio de Janeiro A Confeitaria Colombo é a memória viva da belle époque do Rio de Janeiro antigo, situada na rua Gonçalves Dias e foi fundada em 1894 pelos portugueses Joaquim Borges

Leia mais

*Não foi propriamente um movimento ou escola literária; * Trata-se de uma fase de transição para o Modernismo, nas duas primeiras décadas do século

*Não foi propriamente um movimento ou escola literária; * Trata-se de uma fase de transição para o Modernismo, nas duas primeiras décadas do século *Não foi propriamente um movimento ou escola literária; * Trata-se de uma fase de transição para o Modernismo, nas duas primeiras décadas do século XX; * É quando surge uma literatura social, através de

Leia mais

COLEÇÃO IMAGÉTICA: FOTOGRAFIA, EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA NO PROJETO FOCA FOTO. PALAVRAS-CHAVE Fotografia. Coleção fotográfica. Lapa. Extensão.

COLEÇÃO IMAGÉTICA: FOTOGRAFIA, EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA NO PROJETO FOCA FOTO. PALAVRAS-CHAVE Fotografia. Coleção fotográfica. Lapa. Extensão. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

COMITÊ BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA ARTE CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA ANPUH E AOS COLEGAS HISTORIADORES

COMITÊ BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA ARTE CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA ANPUH E AOS COLEGAS HISTORIADORES CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA ANPUH E AOS COLEGAS HISTORIADORES História Prezado Prof. Benito Bisso Schmidt Presidente da Associação Nacional dos Professores Universitários de Tendo tomado conhecimento

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL ALCIDES MUNHOZ ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

COLÉGIO ESTADUAL ALCIDES MUNHOZ ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO COLÉGIO ESTADUAL ALCIDES MUNHOZ ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO Rua Marechal Floriano Peixoto, 61 Cep:84430-000 Fone/Fax:(42)34361327 e-mail: iuvalcidesmunhoz@seed.pr.gov.br Imbituva - Paraná Projeto de Leitura

Leia mais

Convivência. Revista do PEN Clube do Brasil. 2ª Fase - 1º Semestre 2012 - Número 2 - Rio de Janeiro Brasil / ISSN 1518-9996 ESPECIAL

Convivência. Revista do PEN Clube do Brasil. 2ª Fase - 1º Semestre 2012 - Número 2 - Rio de Janeiro Brasil / ISSN 1518-9996 ESPECIAL Convivência Revista do PEN Clube do Brasil 2ª Fase - 1º Semestre 2012 - Número 2 - Rio de Janeiro Brasil / ISSN 1518-9996 ESPECIAL PEN CLUBE DO BRASIL: 76 ANOS (1936-2012) Cláudio Aguiar O sentido de qualquer

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR:

ESTRUTURA CURRICULAR: ESTRUTURA CURRICULAR: Definição dos Componentes Curriculares Os componentes curriculares do Eixo 1 Conhecimentos Científico-culturais articula conhecimentos específicos da área de história que norteiam

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

Cinema e História - um olhar cultural sobre os espaços de sociabilidades

Cinema e História - um olhar cultural sobre os espaços de sociabilidades Cinema e História - um olhar cultural sobre os espaços de sociabilidades Eliane A Silva Rodrigues * Desde que a humanidade se afirmou capitalista, conheceu a modernidade e as indústrias se desenvolveram

Leia mais

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos RESUMO PDI PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL, PPI PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL E PPC PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO, ENTRE O DITO E O FEITO ESTUDOS DE CASO MÚLTIPLOS / IES/ RS BRASIL 2007/2008. Autora

Leia mais

Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria.

Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria. 1 Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria. Quem somos: A Abrasa Associação Brasileiro-Afro-Brasileira para o Desenvolvimento da Dança, Cultura Educação e Arte, é uma Instituição

Leia mais

62 ESPIRAIS DO TEMPO

62 ESPIRAIS DO TEMPO 62 ESPIRAIS DO TEMPO ESPIRAIS DO TEMPO 63 Campo Largo Antigo Engenho de Mate da Rondinha Segundo Romário Martins, o estado do Paraná, basicamente, está ligado a três ciclos de povoamento: mineração, criação

Leia mais

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Diálogos - Revista do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História ISSN: 1415-9945 rev-dialogos@uem.br Universidade Estadual de Maringá Brasil de Melo Salgueiro, Eduardo "O MAIOR

Leia mais

Lançamento de Livros e Sessão de Autógrafos 12 de Julho - 19h30

Lançamento de Livros e Sessão de Autógrafos 12 de Julho - 19h30 Lançamento de Livros e Sessão de Autógrafos 12 de Julho - 19h30 Ana Isabel Madeira (Apresentação pela autora - sala 1) Referência da Obra: Madeira, A. (2012). A Construção do Saber Comparado em Educação:

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO Fátima Aparecida Queiroz Dionizio UEPG faqdionizio@hotmail.com Joseli Almeida Camargo UEPG jojocam@terra.com.br Resumo: Este trabalho tem como

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Faculdade de Educação PROJETO DE PESQUISA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Faculdade de Educação PROJETO DE PESQUISA PROJETO DE PESQUISA INSTITUIÇÕES E INTELECTUAIS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: HISTÓRIA, IDEIAS E TRAJETÓRIAS Responsável: Prof. Dr. Mauro Castilho Gonçalves O projeto investiga a história de instituições educativas

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

A FALA DOS TAPUIAS VISTA ATRAVÉS DA PRÁTICA DO ENDOCANIBALISMO

A FALA DOS TAPUIAS VISTA ATRAVÉS DA PRÁTICA DO ENDOCANIBALISMO A FALA DOS TAPUIAS VISTA ATRAVÉS DA PRÁTICA DO ENDOCANIBALISMO Juvandi de Souza Santos Chamamos de Tapuias aos indígenas habitantes do interior, os Sertões. Debret (1834) classificou os indígenas do Brasil

Leia mais

Oficina inaugural de produção textual sobre o texto narrativo

Oficina inaugural de produção textual sobre o texto narrativo Oficina inaugural de produção textual sobre o texto narrativo Caro Monitor, Esta oficina tem como objetivo geral favorecer o primeiro contato do aluno da EJA Ensino Fundamental com o tipo textual que será

Leia mais

Da formação á prática na saúde

Da formação á prática na saúde REALIZAÇÃO: GRUPO DE PESQUISA EM SOCIOLOGIA DA SAÚDE UFPR/CNPq PRROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SOCIOLOGIA DA UFPR Mestrado e Doutorado em Sociologia PATROCÍNIO: APOIO: SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO INVENTÁRIO DO FUNDO AURÉLIO PIRES

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO INVENTÁRIO DO FUNDO AURÉLIO PIRES GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO INVENTÁRIO DO FUNDO AURÉLIO PIRES Revisão e Atualização Diretoria de Arquivos Permanentes Diretoria de Acesso à

Leia mais

Fotografia, memória e história oral

Fotografia, memória e história oral Fotografia, memória e história oral Silvana Louzada Pós-doutoranda do PPGH/UFF, pesquisadora associada ao LABHOI/UFF O objetivo desse artigo é apresentar o Laboratório de História Oral e Imagem LABHOI/UFF,

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» SOCIOLOGIA E METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» SOCIOLOGIA E METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» SOCIOLOGIA E METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA «21. Assinale a alternativa que caracteriza a acumulação primitiva, segundo o pensamento de Karl Marx. a) O processo de separação

Leia mais

Dossiê Cinema e Audiovisual: entre o sensível e o reflexivo

Dossiê Cinema e Audiovisual: entre o sensível e o reflexivo Apresentação Milene de Cássia Silveira Gusmão* ** *** *Doutora em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Docente do Bacharelado em Cinema e Audiovisual e do Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Fundação Romi. Centro de Documentação

Fundação Romi. Centro de Documentação Fundação Romi Centro de Documentação Neste espaço os mais importantes períodos da história barbarense são pontuados, partindo dos povos primitivos, passando pela fundadora, a cana-de-açúcar, os impactos

Leia mais

Odesafio de resgatar a memória da imprensa e construir

Odesafio de resgatar a memória da imprensa e construir Duzentos anos de mídia no Brasil [VI Congresso Nacional de História da Mídia] Odesafio de resgatar a memória da imprensa e construir a história da mídia no Brasil que deu origem, em 2001, à Rede Alfredo

Leia mais

CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO

CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO OLIVEIRA, Luiz Antonio Coordenador/Orientador ARAÚJO, Roberta Negrão de Orientadora O artigo tem como objetivo apresentar o Projeto

Leia mais

Wendel Uhren Meira 08/11/2012

Wendel Uhren Meira 08/11/2012 Wendel Uhren Meira 08/11/2012 Sequência Didática Trabalho Concludente Tema: A Imigração no Estado de São Paulo e suas diferentes facetas. Justificativa: É fator de grande importância para esse período

Leia mais

Imaginário não basta: para entender a construção do território brasileiro

Imaginário não basta: para entender a construção do território brasileiro Imaginário não basta: para entender a construção do território brasileiro 386 é doutoranda em Histoire et Civilisations pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS- Paris). E-mail: camila.dias@usp.br

Leia mais

AVANÇOS NAS CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO

AVANÇOS NAS CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO AVANÇOS NAS CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO 1 Jussara Hoffmann Sobre a avaliação Para se debater o sistema de avaliação das aprendizagens, primeiro é preciso compreender o termo avaliar com a amplitude

Leia mais

DOCUMENTO FINAL DO ENCONTRO

DOCUMENTO FINAL DO ENCONTRO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE HISTÓRIA ANPUH-BRASIL O PERFIL PROFISSIONAL DOS HISTORIADORES ATUANTES EM ARQUIVOS DOCUMENTO FINAL DO ENCONTRO São Paulo, dezembro de 2012. APRESENTAÇÃO Este documento, produzido

Leia mais

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação fabiana.ebraille@gmail.com RESUMO No presente trabalho, tenciona-se

Leia mais

Projeto de Regulamento de Propriedade Intelectual

Projeto de Regulamento de Propriedade Intelectual Projeto de Regulamento de Propriedade Intelectual Preâmbulo O Instituto Politécnico de Viana do Castelo, doravante designado IPVC, considera que a proteção e valorização dos direitos intangíveis resultado

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO

ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO NADOLNY, Lorena de Fatima PMC e UFPR lorenaedf@gmail.com GARANHANI, Marynelma Camargo-

Leia mais

Fernando Correia. Principais atividades e funções atuais

Fernando Correia. Principais atividades e funções atuais 1 Fernando Correia Fernando António Pinheiro Correia nasceu em Coimbra em 1942. Jornalista. Docente universitário, com o grau de Professor Associado Convidado. Investigador em Sociologia, História e Socioeconomia

Leia mais

Geyso D. Germinari Universidade Estadual do Centro-Oeste

Geyso D. Germinari Universidade Estadual do Centro-Oeste O ENSINO DE HISTÓRIA LOCAL E A FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA HISTÓRICA DE ALUNOS DO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM A UNIDADE TEMÁTICA INVESTIGATIVA Geyso D. Germinari Universidade Estadual

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Teoria e Planejamento Curricular I Carga Horária Semestral: 40 horas Semestre do Curso: 5º 1 - Ementa (sumário, resumo) Currículo:

Leia mais

PROCESSO DE INGRESSO NA UPE

PROCESSO DE INGRESSO NA UPE PROCESSO DE INGRESSO NA UPE SOCIOLOGIA 2º dia 1 SOCIOLOGIA VESTIBULAR 11. A Sociologia surgiu das reflexões que alguns pensadores fizeram acerca das transformações ocorridas na sociedade do seu tempo.

Leia mais

2ª Etapa: Propor a redação de um conto de mistério utilizando os recursos identificados na primeira etapa da atividade.

2ª Etapa: Propor a redação de um conto de mistério utilizando os recursos identificados na primeira etapa da atividade. DRÁCULA Introdução ao tema Certamente, muitas das histórias que atraem a atenção dos jovens leitores são as narrativas de terror e mistério. Monstros, fantasmas e outras criaturas sobrenaturais sempre

Leia mais

Primeiro Contato Histórias reais de um mundo desconhecido 1

Primeiro Contato Histórias reais de um mundo desconhecido 1 Primeiro Contato Histórias reais de um mundo desconhecido 1 Gabriela VICENTINO 2 Ivo STANKIEWICZ 3 Kelly Cristina SILVA 4 Mylena GAMA 5 Otávio Fernando LOPES 6 José Carlos FERNANDES 7 Pontifícia Universidade

Leia mais

ESTADO DA ARTE DA PRODUÇÃO SOBRE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO : O NEGRO COMO SUJEITO NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

ESTADO DA ARTE DA PRODUÇÃO SOBRE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO : O NEGRO COMO SUJEITO NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA ESTADO DA ARTE DA PRODUÇÃO SOBRE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO : O NEGRO COMO SUJEITO NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA Lays Regina Batista de Macena Martins dos Santos lays.regin@gmail.com Surya Aaronovich Pombo

Leia mais

PROJETO CINEMEMÓRIA 2. OBJETIVOS GERAIS

PROJETO CINEMEMÓRIA 2. OBJETIVOS GERAIS PROJETO CINEMEMÓRIA 1. JUSTIFICATIVA A História e a Memória da Educação no Estado do Paraná estãocontidos nos documentos impressos, nos objetos, mobiliários, equipamentos, recursos da aprendizagem, na

Leia mais

PAINEL GURUPI COMICS ESTÓRIAS DE GURUPI

PAINEL GURUPI COMICS ESTÓRIAS DE GURUPI PAINEL GURUPI COMICS ESTÓRIAS DE GURUPI João Paulo de Oliveira Maciel Graduando do Curso de Licenciatura em Artes Cênicas IFTO Prof. Pablo Marquinho Pessoa Pinheiro (Orientador) Instituto Federal de Educação,

Leia mais

Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia

Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho de Ministros Decreto Lei n.º 15/99 De 8 de Outubro Considerando que a política científica tecnológica do Governo propende para uma intervenção

Leia mais

RESOLUÇÃO CUNI Nº XXXX

RESOLUÇÃO CUNI Nº XXXX RESOLUÇÃO CUNI Nº XXXX Aprova o Projeto Acadêmico CECANE/UFOP. O Conselho Universitário da Universidade Federal de Ouro Preto, em sua xxxx reunião ordinária, realizada em xxx de xxx de 2011, no uso de

Leia mais

Facebook/Cearpa Sorriso

Facebook/Cearpa Sorriso Facebook/Cearpa Sorriso Facebook/Weider Santana @joelmaqueirozz Facebook/Cila Vilela Facebook/Gorette Rocha @inpev ENGAJAMENTO 29 ENGAJAMENTO G4-26 e DMA @eliandersonzte O inpev articula os elos da cadeia

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

(In)visibilidades fotográficas do mundo do trabalho: representações visuais e lacunas do visível nas imagens da Revista do Globo.

(In)visibilidades fotográficas do mundo do trabalho: representações visuais e lacunas do visível nas imagens da Revista do Globo. Mesa 24 (In)visibilidades fotográficas do mundo do trabalho: representações visuais e lacunas do visível nas imagens da Revista do Globo. Cláudio de Sá Machado Júnior Dentre as várias tipologias fotográficas

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O Colégio Ceom, fundamenta seu trabalho educacional na área da Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Fundamental II e Ensino Médio, a partir das teorias de Jean Piaget e Emília

Leia mais

Biografia. Campos Vergal

Biografia. Campos Vergal Biografia De Campos Vergal O Espiritismo desponta como uma dinâmica doutrina, suscetível de equacionar os milenares problemas que assolam a humanidade. No cenário espiritual brasileiro, a figura marcante

Leia mais

Recorde: Revista de História de Esporte volume 1, número 2, dezembro de 2008

Recorde: Revista de História de Esporte volume 1, número 2, dezembro de 2008 CAPOEIRA THE HISTORY OF AN AFRO-BRAZILIAN MARTIAL ART RESENHA Prof. Vivian Luiz Fonseca Fundação Getúlio Vargas - PPHPBC CPDOC/FGV Rio de Janeiro, Brasil vivianluizfonseca@gmail.com Recebido em 9 de setembro

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO Sequência de aulas de História Autora: Professora Vanessa Maria Rodrigues Viacava

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade

Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade 1 Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade Maria Helena de Lima helenal@terra.com.br/helena.lima@ufrgs.br Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo. Este artigo constitui

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

Conheça quatro projetos de educação transformadores que foram premiados pelo Sinepe/PR

Conheça quatro projetos de educação transformadores que foram premiados pelo Sinepe/PR Conheça quatro projetos de educação transformadores que foram premiados pelo Sinepe/PR Projetos educacionais transformadores realizados por instituições de ensino particular do Paraná ganharam reconhecimento

Leia mais

7 Congresso de Pós-Graduação O ENSINO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - PUBLICIDADE E PROPAGANDA EM DISSERTAÇÕES E TESES NO BANCO DE DADOS DA CAPES

7 Congresso de Pós-Graduação O ENSINO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - PUBLICIDADE E PROPAGANDA EM DISSERTAÇÕES E TESES NO BANCO DE DADOS DA CAPES 7 Congresso de Pós-Graduação O ENSINO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - PUBLICIDADE E PROPAGANDA EM DISSERTAÇÕES E TESES NO BANCO DE DADOS DA CAPES Autor(es) CHRISTINE BARBOSA BETTY Orientador(es) BRUNO PUCCI 1.

Leia mais

SANTOS, Emille Ribeiros 1 Email: emilleribeiro87@gmail.com Orientadora: Profa. Dra. Avanete Pereira Sousa 2

SANTOS, Emille Ribeiros 1 Email: emilleribeiro87@gmail.com Orientadora: Profa. Dra. Avanete Pereira Sousa 2 ACERVO, PATRIMÔNIO E MEMÓRIA: A DOCUMENTAÇÃO DA JUSTIÇA DO TRABALHO DE VITÓRIA DA CONQUISTA EXISTENTE NO LABORATÓRIO DE HISTÓRIA SOCIAL DO TRABALHO (LHIST/UESB) SANTOS, Emille Ribeiros 1 Email: emilleribeiro87@gmail.com

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA MOVIMENTO PARANÁ SEM CORRUPÇÃO Primeiro voto: o papel do jovem eleitor em relação ao combate à corrupção ROTEIRO

Leia mais

UNIDADE 2 Empreendedorismo

UNIDADE 2 Empreendedorismo UNIDADE 2 Empreendedorismo O mundo tem sofrido inúmeras transformações em períodos de tempo cada vez mais curtos. Alguns conceitos relativos à administração predominaram em determinados momentos do século

Leia mais

Palavras-chave: Mediação Cultural; Autonomia; Diversidade.

Palavras-chave: Mediação Cultural; Autonomia; Diversidade. Um olhar sobre a diversidade dos educativos da Fundaj 1 Maria Clara Martins Rocha Unesco / MG Maria José Gonçalves Fundaj / PE RESUMO Os programas educativos nos diferentes equipamentos culturais da Fundação

Leia mais

HISTÓRIA COMENTÁRIO DA PROVA

HISTÓRIA COMENTÁRIO DA PROVA COMENTÁRIO DA PROVA De uma forma geral, a prova foi boa com questões claras e bem articuladas. Louvável a intenção de cobrar reflexões sobre a históriografia, bem como a de revisitar o passado a partir

Leia mais

Universidade Federal do Acre UFAC Centro de Filosofia e Ciências Humanas CFCH.

Universidade Federal do Acre UFAC Centro de Filosofia e Ciências Humanas CFCH. Universidade Federal do Acre UFAC Centro de Filosofia e Ciências Humanas CFCH. Colóquio Religiões e Campos simbólicos na Amazônia Período de realização 25 a 28 de agosto de 2014. Grupos de trabalhos. GT

Leia mais