Língua portuguesa: ultrapassar fronteiras, juntar culturas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Língua portuguesa: ultrapassar fronteiras, juntar culturas"

Transcrição

1 A ORGANIZAÇÃO ARGUMENTATIVA DO TEXTO DE PRÉ- UNIVERSITÁRIOS: MOVIMENTOS DISCURSIVOS DA MOBILIZAÇÃO DE SABERES Eliana Vasconcelos da Silva ESVAEL 1 RESUMO: Como parte de um processo de avaliação classificatória, a redação de vestibular é uma prática letrada socialmente situada em condições especificas de letramento. Os enunciados do gênero redação de vestibular são produzidos numa situação de enunciação altamente responsiva e, por isso, revelam uma relação dialógica peculiar, em que determinadas marcas lingüísticas mostram as representações desses estudantes diante do seu texto e do seu interlocutor, o examinador. Nosso objetivo é investigar, por meio de expressões qualificadoras, as estratégias argumentativas utilizadas pelos vestibulandos para construir o ponto de vista dominante na organização do texto e a mobilização de saberes envolvidos nessa construção. O corpus é composto de 100 redações elaboradas por candidatos ao curso de Letras da Universidade de São Paulo Brasil, por ocasião do vestibular do ano de 2006, cujo tema era o trabalho. A fundamentação teórica alia Bakhtin, para discutir a questão do gênero redação de vestibular, a Ducrot e a Anscombre e Ducrot, para discutir os conceitos relativos à argumentação. Os resultados, ainda parciais, revelam que, nos desdobramentos discursivos das estratégias argumentativas marcadas por expressões qualificadoras, pode-se apreender o encontro imprevisto (?) dos diferentes saberes mobilizados pelos vestibulandos. PALAVRAS-CHAVE: redação de vestibular; estratégias argumentativas; expressões qualificadoras; ponto de vista dominante; mobilização de saberes. Considerações Iniciais Este estudo 2 tem como interesse a análise de um gênero discursivo específico, a redação de vestibular 3, elaborada por candidatos ao curso de Letras, por ocasião do 1 Doutoranda pela Universidade de São Paulo; Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas; Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas. Programa de Pós-graduação em Filologia e Língua Portuguesa. Rua do Lago, 717 Cidade Universitária - São Paulo - SP Brasil - CEP Trata-se de um recorte da minha pesquisa de doutoramento. 3 Vestibular é o exame que possibilita o acesso às universidades brasileiras. 49

2 exame da FUVEST O vestibular é um evento singular da instituição escolar, uma vez que marca um episódio importante na vida do estudante: o acesso ao ensino superior. Em se tratando de vestibular da FUVEST, é ainda mais marcado porque regula o acesso a uma universidade pública, representante das instituições educacionais de boa qualidade. Trata-se da investigação da escrita em um contexto de avaliação. A redação, apesar de sua circulação restrita na sociedade, é uma prática social; portanto, analisamos a língua em seu uso concreto. A configuração do corpus A prova de redação 5 que deu origem ao corpus da pesquisa teve como tema o trabalho, tratado sob diferentes visões, por meio de uma coletânea composta por três fragmentos de textos, que reproduzimos a seguir: Texto 1: O trabalho não é uma essência atemporal do homem. Ele é uma invenção histórica e, como tal, pode ser transformado e mesmo desaparecer. Texto 2: Adaptado de A. Simões Há algumas décadas, pensava-se que o progresso técnico e o aumento da capacidade de produção permitiriam que o trabalho ficasse razoavelmente fora de moda e a humanidade tivesse mais tempo para si mesma. Na verdade, o que se passa hoje é que uma parte da humanidade está se matando de tanto trabalhar, enquanto a outra parte está morrendo por falta de emprego. Texto 3: M.A. Marques 4 FUVEST: Fundação Universitária para o Vestibular. Trata-se do exame que dá acesso à Universidade de São Paulo USP. 5 A prova de português completa está disponível no site da FUVEST: <http://www.fuvest.br/vest2006/provas/2fase/por/por06.stm>, acessado em fevereiro

3 O trabalho de arte é um processo. Resulta de uma vida. Em 1501, Michelangelo retorna de viagem a Florença e concentra seu trabalho artístico em um grande bloco de mármore abandonado. Quatro anos mais tarde fica pronta a escultura David. Adaptado de site da Internet O terceiro texto está acompanhado da imagem de uma escultura criada por Michelangelo, Davi. Além dos fragmentos, há também uma instrução para a elaboração da redação, cuja comanda é relacionar esses três fragmentos e elaborar uma dissertação, argumentando sobre as idéias neles contida e outras que o candidato julgue pertinentes. O objetivo desta apresentação é destacar algumas das estratégias argumentativas utilizadas pelos candidatos, para construir o ponto de vista dominante na organização do texto. Trata-se de analisar os modos qualificar o trabalho, verificando o que se pode apreender de seus desdobramentos discursivos. Pressupostos Teóricos Para compreender melhor o processo da produção escrita e especificamente da escrita de uma redação de vestibular, partimos da abordagem dos dados na perspectiva enunciativo-discursiva. Para isso, tomamos a construção de ponto(s) de vista na organização do texto como movimentos de posicionamentos, ou posturas enunciativas (MAINGUENEAU, 2004) que, a partir de lugares discursivos, o sujeito pode se constituir como autor. Esses lugares discursivos são passíveis de observações de elementos concernentes ao enunciador, bem como da permeabilidade dos discursos e saberes que os contornam. Na análise do processo de construção do ponto de vista dominante na organização do texto, que envolve a organização argumentativa interna ao texto e sua 51

4 relação com os tipos de saberes mobilizados em sua construção, consideramos a presença de elementos qualificadores como uma estratégia argumentativa e/ou como parte de estratégias argumentativas que caracterizam a organização do texto. Buscamos em Anscombre e Ducrot (1983) e Ducrot (1987 [1976]) a noção de orientação argumentativa e alguns aspectos da teoria polifônica da enunciação, a saber, a noção de locutor e de enunciador. Esclarecemos que este estudo insere-se no campo da análise do discurso e, como tal, não é o estudo da argumentação na língua nela mesma; pelo contrário, buscamos apreender o gênero redação de vestibular em sua dimensão social e em seu caráter eminentemente dialógico (BAKHTIN, 1986, 1992), ou seja, aquilo que diz respeito a sua determinação sócio histórica e ao acontecimento social do qual os enunciados das redações integram. Faz-se necessário, então, investigar a ligação dos argumentos com as diversas fontes de saber que os constituem e como essa ligação está inscrita nos textos. Os enunciados das redações apresentam uma estrutura dissertativoargumentativa, o que pressupõe construções complexas em que se tomam posições diante de um dado tema e, ao mesmo tempo, orientam para uma conclusão. Destacamos para este trabalho, as construções concernentes aos elementos qualificadores que, a nosso ver, são utilizadas como estratégias argumentativas com a função de orientar a dissertação-argumentação para um determinado ponto de vista. Nesse sentido, podemos dizer que temos nos enunciados das redações elementos qualificadores cuja função primeira é qualificar o referente o trabalho, delimitando-o ou explicitando suas características. Ao qualificar o referente, o sujeito assume posicionamentos e mobiliza determinados saberes para sustentar esses posicionamentos. Podemos dizer que os elementos qualificadores são lugares privilegiados para observarmos os saberes 52

5 mobilizados pelos estudantes, bem como para apreendermos os desdobramentos discursivos dessa mobilização. Para Ducrot e Anscombre (1983), todo enunciado tem uma orientação argumentativa em defesa de uma conclusão R. Tomamos os qualificadores como parte das seqüências argumentativas que constroem uma orientação em defesa de uma determinada conclusão. A orientação argumentativa postulada pelos autores é ancorada na teoria polifônica da enunciação, em que Ducrot (1987 [1976]), ao contestar a unicidade do sujeito falante, concebe o enunciado tomado por vários sujeitos: os locutores e os enunciadores. Locutor é o ser do discurso, que o autor difere de sujeito falante o ser empírico no nosso caso, o vestibulando. Além dos locutores, estão presentes nos enunciados os enunciadores. Para o autor, os enunciadores servem para fazer aparecer no enunciado um sujeito diferente não somente daquele que fala de fato (romancista/sujeito empírico/falante [o vestibulando]), mas também daquele de que se diz que fala (narrador/locutor) (DUCROT, 1987 [1976], p. 197). Eles ocupam, no enunciado, diferentes lugares, diferentes posições, ou seja, diferentes pontos de vista. E entram em cena, segundo o autor, para que o locutor possa dirigir-se ao interlocutor. Para nós, a argumentação se constitui no jogo entre esses enunciadores, entre os pontos de vista que, ao entrarem em cena, aproximam-se ou distanciam-se do locutor. Nesse movimento, o locutor assume posicionamentos que podem se apresentar sob três perspectivas em relação aos enunciadores: (a) a de solidarizar-se a eles; (b) a de refutálos; (c) ou mesmo a de não tomar posição diante deles. Vemos esses posicionamentos do locutor como lugares discursivos dos quais transparecem, nos enunciados das redações, discursos singulares em função do acontecimento social que determinou o gênero estudado: o exame vestibular. 53

6 Nesse sentido, o gênero redação de vestibular é visto como processo e não como produto, uma vez que envolve a relação do sujeito com a língua e com a história, porque é resultado da interação social, da relação entre o eu e o tu. Em função dessa relação, o sujeito constrói imagens de si e imagens do outro, o seu interlocutor. Imagens que estão inscritas nos enunciados das redações e revelam as representações sociais dos vestibulandos: representações de si e do outro, representações da escrita, bem como representações sociais do trabalho. A construção de pontos de vista na organização do texto se dá a partir dessas representações, que são mediadas pela situação de enunciação, ou seja, pela dimensão social do enunciado e por sua finalidade discursiva. É nesse sentido que concebemos a perspectiva teórica adotada: enunciativodiscursiva. Nessa perspectiva, concebemos o ponto de vista extrapolando o domínio do enunciado tal como concebido na semântica argumentativa (DUCROT, 1987 [1976]) para chegar ao domínio do enunciado concreto, ligado ao gênero (BAKHTIN, 1992). Isso porque o sentido do enunciado não está na língua, em si mesmo, mas nas determinações das posições ideológicas, resultantes do processo sócio-histórico da sua produção (PÊCHEUX, 1997). Portanto, se, por um lado, com os estudos enunciativos pretendemos identificar a hierarquização dos enunciadores em busca de um dominante, a fim de encontrar as estratégias adotadas pelos candidatos para posicionar-se diante do tema dado; por outro, a perspectiva discursiva permitirá observar como os diferentes saberes, provenientes de formações discursivas determinadas, intervêm nas ligações e nas fissuras argumentativas do texto. As posturas enunciativas, ou seja, os pontos de vista se constituem, assim, no interior das formações discursivas, mas também na 54

7 interdiscursividade, pois é em função dos já-ditos, em função do outro que os discursos se constituem. Vimos em Ducrot (1987 [1976]) que o locutor introduz enunciadores nos enunciados para poder dirigir-se ao outro. Entretanto, o enunciado não é somente dirigido ao outro, mas tomado pelas palavras do outro. Cada ponto de vista é determinado na correlação com outros pontos de vistas tomados em outros enunciados: O enunciado está repleto dos ecos e lembranças de outros enunciados (BAKHTIN, 1992, p. 316). Escrevemos o que já foi escrito, dizemos o que já foi dito. Os ditos, bem como os modos de dizer esse dito, são determinados pela enunciação, como afirma Maingueneau (1991, p ): cada enunciado, antes de ser um fragmento da língua a analisar, é o produto desse acontecimento único, sua enunciação, relacionado a uma situação de enunciação cujos parâmetros são as pessoas o tempo e o lugar da comunicação. Analisar a redação de vestibular, a partir dos elementos qualificadores é, para nós, analisar não um fragmento da língua, mas o enunciado como resultado de um acontecimento singular na história: o exame de redação do vestibular. Nesse acontecimento único, o lugar de onde se fala e os papéis sociais dos interlocutores estão bem definidos e estão impregnados com seus pré-construídos, com suas representações enunciativas e discursivas. É nesse espaço, enunciativo-discursivo, que o sujeito se constitui. Ele se constrói no seio de seu próprio discurso, na interação, deixando marcas, pistas da configuração de pontos de vista ora dominantes, ora concorrentes na organização do texto. Assim, como parte de um processo de avaliação classificatória, a redação de vestibular é uma prática letrada, socialmente situada em condições especificas de 55

8 letramento. Os enunciados desse gênero são produzidos numa situação de enunciação altamente responsiva e, por isso, revelam uma relação dialógica peculiar, em que determinadas marcas lingüísticas mostram as representações desses estudantes diante do seu texto, do seu interlocutor, o examinador, bem como do próprio trabalho, tema dado pelo enunciado da prova de redação. Nessas representações estão inscritos diferentes posicionamentos, diferentes pontos de vista que portam diferentes saberes com seus valores e crenças. Saberes que o vestibulando julga como de autoridade, porque o próprio evento o exame vestibular orienta o que dizer e o como dizer. Analisar os enunciados das redações enquanto gênero (enunciado concreto) é considerar as interações e as relações interdiscursivas, uma vez que eles respondem aos enunciados anteriores e antecipam os enunciados de seus interlocutores: O enunciado é um elo na cadeia de comunicação verbal e não pode ser separado dos elos anteriores que o determinam, por fora e por dentro, e provocam nele reações-respostas imediatas e uma ressonância dialógica (BAKHTIN, 1992, p. 320). Como reação-resposta aos enunciados dos fragmentos da coletânea, podemos dizer que os vestibulandos respondem ao enunciado da prova de duas maneiras: a) pelo modo de qualificar o trabalho e, b) pelos tipos de saberes por eles mobilizados. A partir dessas respostas, depreendemos os desdobramentos discursivos das estratégias argumentativas marcadas nos enunciados por expressões qualificadoras. Alguns resultados Explicitar os movimentos discursivos da mobilização de saberes presentes na organização argumentativa da redação de vestibular significa considerar a cena enunciativa que a gerou, uma vez que é a partir dela que os sujeitos se posicionam. 56

9 Apresentamos, assim, alguns resultados que revelam os posicionamentos enunciativos e os desdobramentos discursivos das estratégias argumentativas marcadas pelos modos de qualificar o trabalho nas redações de vestibular. Observamos nos enunciados das redações que as expressões qualificadoras deixam transparecer as formações discursivas que representam seus enunciadores e revelam seus posicionamentos diante do tema dado, o trabalho. Estão presentes nos enunciados das redações dois modos dicotômicos de qualificar o trabalho ou as relações entre o homem e o trabalho: (1) com proposições positivas e, (2) com proposições negativas. No primeiro modo, encontramos uma formação discursiva cujo discurso qualifica o trabalho como imprescindível, essencial para a sobrevivência e o que dignifica o homem, como podemos observar, nos fragmentos a seguir: [1] 6 [...] o trabalho é essencial para a sobrevivência das pessoas. (T09) [2] [...] o trabalho é um processo indispensável. (T95) [3] [...] [o trabalho é] elemento dignificante de ser humano. (T97). Nos exemplos [1] a [3], o locutor introduz um enunciador cujo ponto de vista engrandece o trabalho. Trata-se de um discurso revelador da ideologia capitalista que toma o trabalho como a razão de viver. 6 Os exemplos são apresentados com recortes, pois a FUVEST não autorizou a publicação integral dos textos das redações. 57

10 No segundo modo de qualificar o trabalho, o enunciador assume um ponto de vista que desqualifica o trabalho e a sua relação com o homem, revelando um discurso que toma o trabalho como obrigação, castigo, o responsável pelo males do mundo: [4] [...] o trabalho é uma obrigação. (T05). [5] Visto na maioria das vezes como uma obrigação, um fardo a ser carregado [...]. (T08) [6] [...] a forma como o sistema capitalista e a população elitista conduziu o trabalho é o motivo dos piores problemas da sociedade [...]. (T57). Esses dois modos dicotômicos de qualificar o trabalho ou a sua relação com o homem revelam as representações sociais do vestibulando, que vê o trabalho ora como bom, gratificante, ora como ruim, degradante. São representações tomadas do senso comum e que traz para a cena enunciativa um saber mobilizado em função da relação que o vestibulando estabelece com o trabalho. Como parte das estratégias argumentativas do vestibulando, o modo de qualificar o trabalho revela também sua preocupação com o interlocutor. Como dissemos anteriormente, os enunciados das redações foram produzidos numa situação de enunciação altamente dialógica por se tratar de uma avaliação. Nesse sentido, destacamos a presença de pistas que evidenciam as imagens que o sujeito constrói de si e de seu interlocutor, ao adotar como estratégia argumentativa, por exemplo, a qualificação do trabalho de arte tema do terceiro fragmento dado pela coletânea da prova de redação com proposições positivas: [7] 58

11 O trabalho do artista é um processo onde transforma-se algo aparentemente sem significado em algo belo. (T53) [8] A poesia, a música, a arte em geral, pode ser considerada uma forma sublime de trabalho que de uma maneira ou de outra atinge todos à sua volta. Os grandes gênios artísticos fazem com que, o que para muitos pode se tornar cansativo e entediante, algo que seja extremamente precioso aos olhos e ouvidos. (T67) [9] Portanto, o trabalho pode causar conseqüências boas e ruins. As negativas são devido a grande quantidade de tempo desnecessária que uma pessoa pode aderir e as positivas são devido às expressões artísticas. (T83) Além de qualificar o trabalho de arte num eixo eufórico, o vestibulando classifica-o como o trabalho ideal, como aquele que deveria servir de modelo para todos os tipos de trabalho: [10] O mundo não tem de esperar pelo dia que não haverá mais trabalho, nem que todos sejam artistas [...], deve-se almejar o prazer naquilo que se faz, a paixão pela atividade que exerce e o amor de produzir algo útil ao meio que se vive. (T13) [11] Que ele traga mais beleza à vida, como o trabalho dos grandes artistas. (T23) [12] [...] acredita-se que o trabalho pode sim evoluir, [...] e será como uma obra de arte nas mãos dos homens [...]. (T29) [13] A solução para tantas discrepancias deve ser buscada em um processo delicado e eficaz como na formulação de uma obra de arte. (T62) 59

12 Estão também inscritos nos enunciados das redações, saberes mobilizados pelos vestibulandos. Saberes que denotam igualmente a imagem que querem mostrar de si ao examinador, como podemos observar em [14]: [14] Um exemplo típico dessa situação é a ilha de Manhattan, nos Estados Unidos, onde podem-se ver altos executivos dos grandes escritórios internacionais trabalhando muitas horas por dia, convivendo com os desempregados que ficam pelas ruas na eterna esperança de obter um emprego, por mais simples e humilhante que esse possa ser. (T06) No exemplo [14], o locutor, para dirigir-se a seu interlocutor, introduz enunciadores que marcam no enunciado discrepâncias entre trabalhadores bem empregados e aqueles sem emprego. Ele tenta construir, desse modo, a imagem de um sujeito crítico, que sabe posicionar-se diante das mazelas sócio-econômicas da sociedade. As expressões qualificadoras traduzem um discurso que circula na esfera midiática e revelam um sujeito preocupado com sua imagem diante do examinador: trata-se da construção da imagem de um sujeito bem informado, que tem conhecimentos de fatos internacionais, que não apenas lê jornais, mas lê e se posiciona criticamente diante das informações dadas, como é comumente recomendado aos vestibulandos. Nos exemplos [15] e [16], o sujeito mobiliza saberes da esfera literária, ao fazer referência aos livros de Oscar Wilde e de Machado Assis. Em ambos os exemplos, marcados por expressões qualificadoras, principalmente as relativas, o sujeito enuncia detalhes das obras desses autores, como podemos notar, a seguir: [15] [o texto] intitulado A alma do homem sob o Socialismo, escrita pelo irlandês Oscar Wilde. Nesse, Wilde prevê uma utopia artística, na qual homens serão dispensados de seus empregos para que possam se dedicar a suas habilidades 60

13 criativas de forma livre de qualquer tirania e tédio. Isso só virá [...] com uma revolução, na qual os excluídos da sociedade atual se levantarão e irão exigir os seus direitos a uma vida mais digna e melhor. (T13) [16] Trabalhar é algo necessário, em tese. Conhecemos a personagem "Brás Cubas" de Machado de Assis, por exemplo, que viveu normalmente sem trabalhar, porém sabemos que esta até pode ser a realidade de famílias ricas, pois na maioria da população que é pobre isto é impossível de ocorrer. (T65) Ao detalhar essas obras, o sujeito enunciador está tentando construir a imagem de um bom candidato, conhecedor de obras literárias. Nesse sentido, mobiliza saberes que julga como de autoridade e, ao mesmo tempo, como saberes valorizados pela instituição escolar. Trata-se de um sujeito que tem a ilusão de, por meio da mobilização desses saberes, construir a imagem de um sujeito leitor, como é exigido pela universidade. Ainda com relação aos saberes julgados como de autoridade, encontramos nos três exemplos a seguir, a mobilização de saberes relacionados a fatos e personagens da história. Nos exemplos [17] e [18], os fatos e personagens citados estão diretamente relacionados com a temática do trabalho, mas aquela ligada à luta do proletariado, do trabalhador: [17] Essa questão [o trabalho] chegou mesmo a ser a força motriz que impulsionava os pais do pensamento econômico, com Karl Marx, Keynes e outros, mas também impulsiona ainda nossos pensadores atuais, nossos líderes sindicais, a igreja e muitos outros extratos da sociedade moderna. (T23) [18] [...] exatamente no ano de 1848, Karl Marx e Friederich Engels lançariam o livro "Manifesto do Partido Comunista" que viria a dar novamente denominações ruins ao trabalho. (T87) Temos nos exemplos [17] e [18] a construção de um ponto de vista que está 61

14 orientado para a valorização do trabalhador. A construção desse ponto de vista é concretizada por meio da mobilização de um saber histórico e bastante singular. O sujeito enunciador tomado por esses outros discursos tentar construir uma boa imagem de si, apropriando-se desses ditos para construir seu ponto de vista: aquele que defende o trabalhador sofredor, o proletariado. No exemplo [19], os saberes mobilizados circulam em outras duas esferas: a religiosa e a popular: [19] o trabalho adquiriu características positivas com o aumento da burguesia que [...] conduziu alguns séculos mais tarde a Reforma Protestante que na figura de João Calvino enobrecia o trabalho e afamaria a máxima "o trabalho dignifica o homem." [...]. (T87) Temos em [19] um enunciador cujo ponto de vista é a defesa daquilo que dignifica o homem, ou seja, o discurso da valorização do trabalho. Para isso, o locutor recorre ao saber popular, marcado no enunciado pelo provérbio, o trabalho dignifica o homem. Entretanto, o ponto de vista dado pelo provérbio, apesar de valorizar o trabalho e o trabalhador, não é o mesmo dado no exemplo anterior [18]. Neste, a relação entre o trabalho e o homem é marcado pela luta contra a exploração do trabalhador, ou seja, o centro da questão é o trabalhador. Enquanto que em [19], trata-se de um discurso que valoriza o trabalho porque ele enaltece o homem. O foco central é o trabalho e não o trabalhador. Esses pontos de vista são enunciados na relação do sujeito enunciador com as formações discursivas que o determinam. Formações discursivas que ora valorizam o trabalho, em detrimento do trabalhador, ora o seu inverso. A mobilização desses saberes, assim, evidencia um sujeito trabalhando com a linguagem e que tenta posicionar-se criticamente diante do tema dado, construindo a 62

15 imagem de um sujeito conhecedor de fatos históricos. Temos nesses exemplos, saberes que os vestibulandos mobilizam a fim mostrar ao examinador seu conhecimento e que possuem certo domínio sobre o tema que disserta. São saberes que circulam em esferas de atividades variadas e são reveladores de seus diferentes letramentos. Podemos, pois, dizer que as expressões qualificadoras com as quais o vestibulando qualifica o trabalho e sua relação com o homem, são lugares privilegiados para apreendermos os tipos de saberes que ele julga como de autoridade. Desse modo, as expressões qualificadoras funcionam como são estratégias argumentativas ou como parte das estratégias argumentativas para construir pontos de vista na organização do texto. Os saberes mobilizados pelos vestibulandos não são aleatórios. Eles lançam mão de saberes para reforçar o ponto de vista que estão construindo. E, sobretudo, mobilizam determinados saberes em função de seu interlocutor, ou melhor, das imagens que ele constrói desse interlocutor, a universidade, representada pelo examinador. Desse modo, os saberes mobilizados emolduram os argumentos e constituem a sua força, conduzindo a orientação argumentativa do enunciado da redação para uma conclusão que ele julga como condizente com o ponto de vista que constrói e organiza em seu texto. Podemos dizer que, enunciativamente, o vestibulando se marca no texto por meio desses modos de qualificar o trabalho ou relação do trabalho com o homem. Ao mesmo tempo, temos movimentos de discursos outros; os já ditos inerentes a todos os enunciados, que são introduzidos nos enunciados das redações por meio dos diferentes enunciadores que se marcam nos texto ora pela qualificação do trabalho com proposições positivas, ora com proposições negativas. Além disso, os tipos de saberes 63

16 mobilizados revelam o funcionamento discursivo da redação de vestibular porque marca um dito e um modo de dizer esse dito. Considerações finais Na totalidade do corpus analisado, encontramos diferentes movimentos discursivos dados pelas expressões qualificadoras e pelos tipos de saberes mobilizados pelos vestibulandos. Vimos que a qualificação do trabalho ou de sua relação com o homem se dá ora com proposições positivas, ora com proposições negativas. Dentre a valorização com proposições positivas, encontramos, também, o discurso da valorização do trabalho de arte, tomado como o tipo de trabalho ideal, que deveria ser modelos para os demais tipos de trabalho. Temos, assim, movimentos discursivos que ora valorizam o trabalho porque ele enaltece, dignifica o homem, ora o desvalorizam porque é a causa da exploração do homem. Trata-se, então, de um jogo enunciativo, com desdobramentos discursivos em que o sujeito toma por estratégias argumentativas os tipos de saberes mobilizados e os modos de qualificar o trabalho. Os diferentes enunciadores que entram na cena enunciativa marcam um sujeito tomado pelas formações discursivas que o determinam. Na construção de pontos de vista, transparecem seu conhecimento de mundo e seu modo de concebê-lo. Transparecem igualmente suas práticas letradas: seu modo de ler a própria coletânea dada pelo exame e seus letramentos advindos de sua formação, seja na instituição escolar ou fora dela. Ao mobilizar determinados saberes em detrimento de outros, o vestibulando leva em consideração a posição de seu interlocutor. Nesse sentido, temos um locutor que se investe de um papel social da posição de vestibulando e é investido de uma posição 64

17 de destinatário a universidade. O movimento discursivo é constituído, assim, em função das imagens que ele quer mostrar de si e das imagens que ele constrói de seu interlocutor. O que nos remete ao princípio dialógico da linguagem, postulado por Bakhtin (1986 [1929]): todo enunciado é dialógico e pressupõe o outro. Além disso, as posições assumidas pelo locutor são correlacionadas em função de outras posições (BAKHTIN, 1992 [1979]). Temos nos dois modos antagônicos da qualificação do trabalho um jogo de posicionamentos, ou seja, pontos de vista que são construídos a partir das imagens que os enunciadores constroem tanto de si como também do outro o examinador (que representa a universidade). Os saberes são mobilizados em função das práticas letradas dos candidatos e determinados pela situação de enunciação. Além disso, são moldados por suas crenças e representações. As redações feitas em situação de vestibular, de um lado respondem à proposição que diz respeito à proposta a ser desenvolvida pelo candidato dada pelo exame. Isto é, fatos de cerceamento da dêixis discursiva, considerada em relação ao enunciador que se coloca prioritariamente como um sujeito deôntico: o aluno deve escrever segundo o tema que é imposto como avaliação a ser executada. No outro pólo da circunscrição da dêixis discursiva da redação do vestibular está o interlocutor, configurado como banca examinadora e que representa a Universidade. Os papéis dos interlocutores e o gênero estão definidos e impostos pelo evento, o exame vestibular. Submisso ou não a essas coerções, encontramos um sujeito trabalhando um dito e um modo de dizer, manifestando posicionamentos, pontos de vista, a partir de outros pontos de vista, para construir um dominante. 65

18 Referências bibliográficas ANSCOMBRE, Jean-Claude et DUCROT, Oswald. L'Argumentation dans la langue. Bruxelles. Liège: P. Mardaga, BAKHTIN, Mikail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1986 : Os gêneros do discurso. In: Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, p , 1992: DUCROT, Oswald. O dizer e o dito. Campinas: Pontes, MAIGUENEAU, Domenique. L analyse du discours: introduction aux lectures de l archive. Paris : Hachette, Le discours littéraire: paratopie et scène d énonciation. Paris : Armand Colin, PÊCHEUX, Michel. Semântica e discurso: uma crítica à afirmação do óbvio. Trad. Eni P. Orlandi [et al]. 3ª Ed. Campinas-SP: Editora da UNICAMP,

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO BECK, Eliane Maria Cabral (UNIOESTE)² PALAVRAS-CHAVE: interpretação, interlocutor, contexto. Resumo: Pretende-se, com este trabalho, analisar a transmissão de informação expressa

Leia mais

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA).

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). Alinne da Silva Rios Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP e-mail: alinnerios@hotmail.com Profa. Ms. Leila

Leia mais

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

Representações sociais do trabalho de arte: partilha de valores

Representações sociais do trabalho de arte: partilha de valores Representações sociais do trabalho de arte: partilha de valores (Social representations of the art work: sharing of values) Eliana Vasconcelos da Silva Esvael¹ ¹Grupo de Pesquisa Práticas de leitura e

Leia mais

Profª Drª Maria Aparecida Baccega

Profª Drª Maria Aparecida Baccega Profª Drª Maria Aparecida Baccega http://lattes.cnpq.br/8872152033316612 Elizabeth Moraes Gonçalves - UMESP Alguns dados de currículo Livre Docente em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da

Leia mais

(Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1

(Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1 (Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1 Beatriz Maria ECKERT-HOFF 2 Doutoranda em Lingüística Aplicada/UNICAMP Este texto se insere no painel 04, intitulado Mises au point et perspectives à

Leia mais

A instituição midiática Veja e a produção de sentidos referentes aos sujeitos. candidatos à Presidência da República.

A instituição midiática Veja e a produção de sentidos referentes aos sujeitos. candidatos à Presidência da República. Crátilo: Revista de Estudos Linguísticos e Literários. Patos de Minas: UNIPAM, (3):30 37, 2010 ISSN 1984 0705 A instituição midiática Veja e a produção de sentidos referentes aos sujeitos candidatos à

Leia mais

ELEMENTOS CONSTITUINTES DO DISCURSO: UMA ANÁLISE EM REDAÇÕES ESCOLARES RESUMO

ELEMENTOS CONSTITUINTES DO DISCURSO: UMA ANÁLISE EM REDAÇÕES ESCOLARES RESUMO ELEMENTOS CONSTITUINTES DO DISCURSO: UMA ANÁLISE EM REDAÇÕES ESCOLARES Jamires Nobre Menezes de Oliveira ( UNEB). RESUMO Este trabalho apresenta os elementos constituintes do discurso estabelecidos entre

Leia mais

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação.

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação. Karen Alves de Andrade 1 RESUMO A inserção dos gêneros textuais no ensino vem mudando a dinâmica da educação em língua portuguesa em nosso país. A importância de se trabalhar a língua em uso, através de

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero. PNLD 2011: ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVRO DIDÁTICO DE INGLÊS Universidade Federal de Goiás Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestranda: Maria Letícia Martins Campos FERREIRA mleticiaf@hotmail.com

Leia mais

DIETA DO SEXO - DISCURSOS SOBRE FEMININO/MASCULINO EM UMA PROPAGANDA DE PRESERVATIVOS: MEMÓRIA DISCURSIVA, INTERPRETAÇÃO E DESLIZAMENTO DE SENTIDOS

DIETA DO SEXO - DISCURSOS SOBRE FEMININO/MASCULINO EM UMA PROPAGANDA DE PRESERVATIVOS: MEMÓRIA DISCURSIVA, INTERPRETAÇÃO E DESLIZAMENTO DE SENTIDOS DIETA DO SEXO - DISCURSOS SOBRE FEMININO/MASCULINO EM UMA PROPAGANDA DE PRESERVATIVOS: MEMÓRIA DISCURSIVA, INTERPRETAÇÃO E DESLIZAMENTO DE SENTIDOS Verônica Rodrigues Times 1 Texto e Discurso: delimitando

Leia mais

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987)

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) Blanca de Souza Viera MORALES (UFRGS) Para Pêcheux e Gadet a lingüística não pode reduzir-se

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 A MATERIALIZAÇÃO

Leia mais

O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos. Luciana Aleva Cressoni. PPGPE/UFSCar

O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos. Luciana Aleva Cressoni. PPGPE/UFSCar O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos Luciana Aleva Cressoni PPGPE/UFSCar Depois de uma palavra dita. Às vezes, no próprio coração da palavra se reconhece o Silêncio. Clarice Lispector

Leia mais

ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE A PARTIR DO JOGO TRAVESSIA DO RIO. Palavras-chave: resolução de problemas; jogo; problematizações.

ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE A PARTIR DO JOGO TRAVESSIA DO RIO. Palavras-chave: resolução de problemas; jogo; problematizações. ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE A PARTIR DO JOGO TRAVESSIA DO RIO Cidinéia da Costa Luvison SME Bragança Paulista/SP; SEE - Morungaba/SP E-mail: cidineiadacosta.luvison@gmail.com Cleane Aparecida dos Santos

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL Élcio Aloisio Fragoso 1 INTRODUÇÃO Neste texto, faremos algumas considerações acerca do discurso simbolista no Brasil, relativamente à história

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MCH0181 HISTÓRIAS EM QUADRINHOS SOB A PERSPECTIVA DA TEORIA BAKHTINIANA

Leia mais

A REDAÇÃO DO VESTIBULAR E A CONSTRUÇÃO DE UM ETHOS DISCURSIVO APOIADO NO HIPERENUNCIADOR JORNALISTA

A REDAÇÃO DO VESTIBULAR E A CONSTRUÇÃO DE UM ETHOS DISCURSIVO APOIADO NO HIPERENUNCIADOR JORNALISTA A REDAÇÃO DO VESTIBULAR E A CONSTRUÇÃO DE UM ETHOS DISCURSIVO APOIADO NO HIPERENUNCIADOR JORNALISTA Gislane Kátia TESSAROLO AUTORA - MESTRANDA DO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM LETRAS E LINGUÍSTICA UFG

Leia mais

Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO

Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO Projeto de Pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria como requisito parcial para a seleção de ingresso

Leia mais

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009.

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009. Resenhas 161 ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009. Márcia Moreira Pereira* marcia.moreirapereira@gmail.com *Possui graduação em Letras pela Universidade

Leia mais

PROJETO SALA DE REDAÇÃO

PROJETO SALA DE REDAÇÃO PROJETO SALA DE REDAÇÃO Eliane Teresinha da Silva Acadêmica do Curso de Letras Português e Literaturas UAB Restinga Seca/UFSM Gláucia Josiele Cardoso Acadêmica do Curso de Letras Português e Literaturas

Leia mais

A LEITURA E A ESCRITA NA ESCOLA: PRÁTICAS CONJUNTAS

A LEITURA E A ESCRITA NA ESCOLA: PRÁTICAS CONJUNTAS A LEITURA E A ESCRITA NA ESCOLA: PRÁTICAS CONJUNTAS ROCHA, Wanessa Cristina Manhente 1 ; NASCIMENTO, Juliana Barbosa 2 ; COSTA, Keila Matida de Melo 3 ; ELIAS, Carime Rossi 4 Palavras-chaves: Linguagem.

Leia mais

CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO NAS LETRAS DE MÚSICA 1. Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil

CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO NAS LETRAS DE MÚSICA 1. Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO NAS LETRAS DE MÚSICA 1 Juliana Dionildo dos Santos 2 e Eliane Marquez da Fonseca Fernandes 3 Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil

Leia mais

A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1

A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1 A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1 Daiana Marques Sobrosa 2 1. Introdução Em 26 de março de 1991, Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai assinaram o Tratado de Assunção

Leia mais

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS SOCIAIS

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS SOCIAIS EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS SOCIAIS Flávio Pereira DINIZ (FCS UFG / diniz.fp@gmail.com) 1 Dijaci David de OLIVEIRA (FCS UFG / dijaci@gmail.com) 2 Palavras-chave: extensão universitária;

Leia mais

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS Petrilson Alan Pinheiro (petrilsonpinheiro@yahoo.com.br petripinheiro@yahoo.com) RESUMO O grande interesse por questões acerca das

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

Carlos Fabiano de Souza IFF UFF carlosfabiano.teacher@gmail.com

Carlos Fabiano de Souza IFF UFF carlosfabiano.teacher@gmail.com VIII Jornada de Estudos do Discurso NARRANDO A VIDA SOCIAL A FALA DO PROFESSOR DE INGLÊS SOBRE A SUA ATIVIDADE DOCENTE EM CURSOS DE IDIOMAS: POR UM ITINERÁRIO INVESTIGATIVO NA INTERFACE TRABALHO & LINGUAGEM

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES

O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES Atualmente pode-se afirmar que a Língua Espanhola é a segunda língua mais importante do território nacional se considerarmos

Leia mais

Os gêneros presentes nas propostas de produção escrita de livros didáticos do Ensino Médio.

Os gêneros presentes nas propostas de produção escrita de livros didáticos do Ensino Médio. Os gêneros presentes nas propostas de produção escrita de livros didáticos do Ensino Médio. Dalva Aparecida do Carmo Constantino, UFMT, Faculdades Integradas de Rondonópolis (FAIR/UNIR). Este trabalho

Leia mais

BAKHTIN: O EVENTO DA ENUNCIAÇÃO NO PROCESSO TRADUTÓRIO

BAKHTIN: O EVENTO DA ENUNCIAÇÃO NO PROCESSO TRADUTÓRIO BAKHTIN: O EVENTO DA ENUNCIAÇÃO NO PROCESSO TRADUTÓRIO Evandro Santana 1 RESUMO O presente artigo propõe uma análise do processo de tradução à luz das proposições de Mikhail Bakhtin (1895-1975) 1975) no

Leia mais

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE André William Alves de Assis 1 RESUMO: Como participantes do processo comunicativo,

Leia mais

Principais Sociólogos

Principais Sociólogos Principais Sociólogos 1. (Uncisal 2012) O modo de vestir determina a identidade de grupos sociais, simboliza o poder e comunica o status dos indivíduos. Seu caráter institucional assume grande importância

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções:

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: PROJETO DE PESQUISA Antonio Joaquim Severino 1 Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: 1. Define e planeja para o próprio orientando o caminho a ser seguido no desenvolvimento do trabalho

Leia mais

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental Rosangela Balmant; Universidade do Sagrado Coração de Jesus- Bauru-SP. rosangelabalmant@hotmail.com Gislaine Rossler

Leia mais

O TESTE PILOTO: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA E DIALÓGICA NA PESQUISA QUALITATIVA EM EDUCAÇÃO

O TESTE PILOTO: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA E DIALÓGICA NA PESQUISA QUALITATIVA EM EDUCAÇÃO O TESTE PILOTO: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA E DIALÓGICA NA PESQUISA QUALITATIVA EM EDUCAÇÃO Cristiane Lisandra Danna (FURB) crisdanna@gmail.com RESUMO O teste piloto é um momento em que o pesquisador

Leia mais

PICCARDI, T. O sujeito da AD: um conceito em transformação. Revista Intercâmbio, volume XV. São Paulo: LAEL/PUC-SP, ISSN 1806-275X, 2006.

PICCARDI, T. O sujeito da AD: um conceito em transformação. Revista Intercâmbio, volume XV. São Paulo: LAEL/PUC-SP, ISSN 1806-275X, 2006. O SUJEITO DA AD: UM CONCEITO EM TRANSFORMAÇÃO Tatiana PICCARDI (Universidade de São Paulo) ABSTRACT: the concept Subject in discourse analysis, specially in French discourse analysis, is changing. In fact,

Leia mais

Aula8 HETEROGENEIDADE DISCURSIVA: OS MODOS DE REPRESENTAÇÃO DO OUTRO NO DISCURSO. Eugênio Pacelli Jerônimo Santos Flávia Ferreira da Silva

Aula8 HETEROGENEIDADE DISCURSIVA: OS MODOS DE REPRESENTAÇÃO DO OUTRO NO DISCURSO. Eugênio Pacelli Jerônimo Santos Flávia Ferreira da Silva Aula8 HETEROGENEIDADE DISCURSIVA: OS MODOS DE REPRESENTAÇÃO DO OUTRO NO DISCURSO META Discutir a heterogeneidade discursiva como constitutiva da linguagem. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá:

Leia mais

Palavras-chave: Representação. Homem. Publicidade. Semântica Argumentativa.

Palavras-chave: Representação. Homem. Publicidade. Semântica Argumentativa. REPRESENTAÇÃO MASCULINA NA PUBLICIDADE BRASILEIRA: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ARGUMENTATIVO Maria Eliane Gomes Morais (PPGFP-UEPB) Linduarte Pereira Rodrigues (DLA/PPGFP-UEPB) Resumo: A publicidade, assim como

Leia mais

COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA

COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA Maria Eliane Gomes Morais (PPGFP-UEPB) Linduarte Pereira Rodrigues (DLA/PPGFP-UEPB) Resumo: Os textos publicitários

Leia mais

O SUJEITO-PROFESSOR E SUA INSCRIÇÃO APARENTE NO DISCURSO EDUCACIONAL VIGENTE Luzia Alves 1

O SUJEITO-PROFESSOR E SUA INSCRIÇÃO APARENTE NO DISCURSO EDUCACIONAL VIGENTE Luzia Alves 1 410 O SUJEITO-PROFESSOR E SUA INSCRIÇÃO APARENTE NO DISCURSO EDUCACIONAL VIGENTE Luzia Alves 1 RESUMO. O presente estudo se propõe a analisar num artigo, publicado em uma revista de grande circulação no

Leia mais

Anna Catharinna 1 Ao contrário da palavra romântico, o termo realista vai nos lembrar alguém de espírito prático, voltado para a realidade, bem distante da fantasia da vida. Anna Catharinna 2 A arte parece

Leia mais

O CLASSIFICADO DE JORNAL COMO FONTE DE PESQUISA:

O CLASSIFICADO DE JORNAL COMO FONTE DE PESQUISA: O CLASSIFICADO DE JORNAL COMO FONTE DE PESQUISA: contribuição teórico-metodológica da Lingüística à História da Educação. Maria de Lurdes Almeida e Silva Lucena Mestre em Lingüística pela Unicamp Professora

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos (RE)DISCUTINDO AS ATIVIDADES DE LEITURA EM LIVROS DIDÁTICOS DE LINGUA PORTUGUESA SOB O VIÉS DO LETRAMENTO CRÍTICO Rosenil Gonçalina dos Reis e Silva (UFMT) rosenilreis@gmail.com Simone de Jesus Padilha

Leia mais

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS Victória Junqueira Franco do Amaral -FFCLRP-USP Soraya Maria Romano Pacífico - FFCLRP-USP Para nosso trabalho foram coletadas 8 redações produzidas

Leia mais

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES RESUMO Cleuma Regina Ribeiro da Rocha Lins (UEPB) cleumaribeiro@yahoo.com.br Orientador: Prof. Dr. Juarez Nogueira

Leia mais

SHOW DA FÉ: MODOS DE DIZER E (RES)SIGNIFICAR

SHOW DA FÉ: MODOS DE DIZER E (RES)SIGNIFICAR SHOW DA FÉ: MODOS DE DIZER E (RES)SIGNIFICAR Izabel Seehaber 1 Carme Regina Schons 2 Partindo do pressuposto de que, há algum tempo, várias Igrejas de denominações religiosas identificaram, em suportes

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ PROGRAMA DE APOIO AO ENSINO E GRADUAÇÃO - PAEG

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ PROGRAMA DE APOIO AO ENSINO E GRADUAÇÃO - PAEG UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ PROGRAMA DE APOIO AO ENSINO E GRADUAÇÃO - PAEG PROJETO DE ENSINO PORTUGUÊS COMO SEGUNDA LÍNGUA: PRÁTICAS DOCENTES E MATERIAIS DIDÁTICOS IDENTIFICAÇÃO DA AÇÃO: COORDENADOR

Leia mais

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos.

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Daiane Pacheco-USC pedagogia - daiaspacheco@gmail.com; Carla Viviana-USC pedagogia- vivianamaximino@hotmail.com; Kelly Rios-USC

Leia mais

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Eixo temático 2: Formação de Professores e Cultura Digital Vicentina Oliveira Santos Lima 1 A grande importância do pensamento de Rousseau na

Leia mais

ARGUMENTAÇÃO, TEXTUALIDADE E DESIGNAÇÃO NA SEMÂNTICA DO ACONTECIMENTO: OS SENTIDOS NOS DIFERENTES MODOS DE ESCRAVIDÃO

ARGUMENTAÇÃO, TEXTUALIDADE E DESIGNAÇÃO NA SEMÂNTICA DO ACONTECIMENTO: OS SENTIDOS NOS DIFERENTES MODOS DE ESCRAVIDÃO ARGUMENTAÇÃO, TEXTUALIDADE E DESIGNAÇÃO NA SEMÂNTICA DO ACONTECIMENTO: OS SENTIDOS NOS DIFERENTES MODOS DE ESCRAVIDÃO Soeli Maria Schreiber da SILVA (UFSCar) xoila@terra.com.br Na pesquisa atual desenvolvida

Leia mais

DE NOEL ROSA E A CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ENUNCIATIVO DA DIRETIVIDADE ARGUMENTATIVA NO PROCESSO DE LEITURA

DE NOEL ROSA E A CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ENUNCIATIVO DA DIRETIVIDADE ARGUMENTATIVA NO PROCESSO DE LEITURA A MÚSICA POSITIVISMO DE NOEL ROSA E A CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ENUNCIATIVO DA DIRETIVIDADE ARGUMENTATIVA NO PROCESSO DE LEITURA Josegleide Elioterio dos Santos gleideelioterio@hotmail.com

Leia mais

A HISTÓRIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NOS LIVROS DIDÁTICOS BRASILEIROS EM DOIS TEMPOS: A OBRA DE HERMÍNIO SARGENTIM (1974 E 1999)

A HISTÓRIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NOS LIVROS DIDÁTICOS BRASILEIROS EM DOIS TEMPOS: A OBRA DE HERMÍNIO SARGENTIM (1974 E 1999) A HISTÓRIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NOS LIVROS DIDÁTICOS BRASILEIROS EM DOIS TEMPOS: A OBRA DE HERMÍNIO SARGENTIM (1974 E 1999) Ioná Vieira Guimarães Venturi * Décio Gatti Júnior RESUMO O presente

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007)

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) Disciplina: Seminário de Leituras Orientadas em Linguística Aplicada Professoras: Graciela Hendges e Désirée Motta-Roth

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE

ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE Márcia Gagliardi Núcleo de Estudos e Pesquisas: Formação de Professores

Leia mais

Da sala de aula à sala de ensaio: uma proposta para a formação do professor de teatro

Da sala de aula à sala de ensaio: uma proposta para a formação do professor de teatro Da sala de aula à sala de ensaio: uma proposta para a formação do professor de teatro Ricardo Carvalho de Figueiredo Universidade Federal de Minas Gerais Professor Assistente Doutorando em Artes EBA/UFMG

Leia mais

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR RESENHA Neste capítulo, vamos falar acerca do gênero textual denominado resenha. Talvez você já tenha lido ou elaborado resenhas de diferentes tipos de textos, nas mais diversas situações de produção.

Leia mais

Karl Marx e o materialismo histórico e dialético (1818-1883)

Karl Marx e o materialismo histórico e dialético (1818-1883) Karl Marx e o materialismo histórico e dialético (1818-1883) O pensamento de Marx: Proposta: entender o sistema capitalista e modificá-lo [...] (COSTA, 2008, p.100). Obra sobre o capitalismo: O capital.

Leia mais

Novos textos no ensino da Geografia

Novos textos no ensino da Geografia Novos textos no ensino da Geografia Renata de Souza Ribeiro (UERJ/ FFP) Thiago Jeremias Baptista (UERJ/ FFP) Resumo Este texto relata a experiência desenvolvida no curso Pré-vestibular Comunitário Cidadania

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES Ao longo de muitos séculos, a educação de crianças pequenas foi entendida como atividade de responsabilidade

Leia mais

O QUE ALUNOS DO CICLO INICIAL INVENTAM AO NOMEAR OS PERSONAGENS DE SUAS HISTÓRIAS INVENTADAS

O QUE ALUNOS DO CICLO INICIAL INVENTAM AO NOMEAR OS PERSONAGENS DE SUAS HISTÓRIAS INVENTADAS O QUE ALUNOS DO CICLO INICIAL INVENTAM AO NOMEAR OS PERSONAGENS DE SUAS HISTÓRIAS INVENTADAS Roberta da Silva Freitas roberta_sfreitas@hotmail.com Universidade Federal de Alagoas (UFAL-PPGE/ET&C-CAPES)

Leia mais

Subjetividade, afetividade, mídia 1

Subjetividade, afetividade, mídia 1 Subjetividade, afetividade, mídia 1 Edneuza Alves Universidade Católica de Brasília Nesta comunicação, analiso e discuto o relacionamento afetivo do homem moderno através da mídia, tomando como recorte

Leia mais

CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO EM LETRA DE ROCK 1. Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil

CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO EM LETRA DE ROCK 1. Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO EM LETRA DE ROCK 1 Larissa Nogueira de Oliveira 2 e Eliane Marquez da Fonseca Fernandes 3 Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil

Leia mais

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa CULTURAS E CONHECIMENTOS DISCIPLINARES ANO 3 EDIÇÃO 16 UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa O sabiá Teco vai fugir da gaiola em busca de um lugar melhor para

Leia mais

INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS NO GÊNERO JORNALÍSTICO TELEVISIVO: ELEMENTOS EXTRALINGÜÍSTICOS NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS

INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS NO GÊNERO JORNALÍSTICO TELEVISIVO: ELEMENTOS EXTRALINGÜÍSTICOS NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS NO GÊNERO JORNALÍSTICO TELEVISIVO: ELEMENTOS EXTRALINGÜÍSTICOS NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS Marcus Vinícius Batista Nascimento Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUCSP RESUMO

Leia mais

Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da

Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da 1 Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da Unicamp, algumas de suas obras. Aproveita o caro momento

Leia mais

ANÁLISE DO DISCURSO AULA 01: CARACTERIZAÇÃO INICIAL DA ANÁLISE DO DISCURSO TÓPICO 01: O QUE É A ANÁLISE DO DISCURSO MULTIMÍDIA Ligue o som do seu computador! OBS.: Alguns recursos de multimídia utilizados

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este?

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este? Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL maria.schlickmann@unisul.br Palavras iniciais... As reflexões que apresento neste texto são um recorte de estudo que venho realizando na minha tese de doutorado.

Leia mais

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles)

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles) FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Curso de Bacharel em Direito Turma A Unidade: Tatuapé Ana Maria Geraldo Paz Santana Johnson Pontes de Moura Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte.

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. Doutorando: Laudo Rodrigues Sobrinho Universidade Metodista de Piracicaba-UNIMEP e-mail: laudinho@bol.com.br

Leia mais

DICAS DA INTERNET: UM EMBATE POLÊMICO NA CONSTRUÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR

DICAS DA INTERNET: UM EMBATE POLÊMICO NA CONSTRUÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR DICAS DA INTERNET: UM EMBATE POLÊMICO NA CONSTRUÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR Charlene Cidrini Ferreira (UERJ) 1 Resumo: O desenvolvimento da Internet indica que muitas pessoas têm acesso aos discursos

Leia mais

Uma perspectiva para compreender os gêneros discursivos: a Escola Norte-Americana

Uma perspectiva para compreender os gêneros discursivos: a Escola Norte-Americana Uma perspectiva para compreender os gêneros discursivos: a Escola Norte-Americana Lucas Piter Alves Costa 1 Por que estudar gêneros? Como estudá-los? Qual a importância que o domínio de seus estudos pode

Leia mais

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica 0 O que é Filosofia? Essa pergunta permite muitas respostas... Alguns podem apontar que a Filosofia é o estudo de tudo ou o nada que pretende abarcar tudo.

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

O FUNCIONAMENTO DA INCLUSÃO/EXCLUSÃO, EM RECORTES DE DISCURSOS DE SUJEITOS COTISTAS, NA UNEMAT

O FUNCIONAMENTO DA INCLUSÃO/EXCLUSÃO, EM RECORTES DE DISCURSOS DE SUJEITOS COTISTAS, NA UNEMAT O FUNCIONAMENTO DA INCLUSÃO/EXCLUSÃO, EM RECORTES DE DISCURSOS DE SUJEITOS COTISTAS, NA UNEMAT 1. Introdução Adelita Balbinot 1 Olímpia Maluf-Souza 2 As condições de produção dos discursos em torno das

Leia mais

SALA/AMBIENTE DE LEITURA: DISCURSOS SOBRE A ATUAÇÃO DO PROFESSOR NO NOVO ESPAÇO *

SALA/AMBIENTE DE LEITURA: DISCURSOS SOBRE A ATUAÇÃO DO PROFESSOR NO NOVO ESPAÇO * 1 SALA/AMBIENTE DE LEITURA: DISCURSOS SOBRE A ATUAÇÃO DO PROFESSOR NO NOVO ESPAÇO * Denise Franciane Manfré Cordeiro Garcia (UNESP/São José do Rio Preto) Fernanda Correa Silveira Galli (UNESP/São José

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

Programa de Iniciação Científica da UESC PROIC/UESC 2011-2012. Projeto de Pesquisa do Orientador

Programa de Iniciação Científica da UESC PROIC/UESC 2011-2012. Projeto de Pesquisa do Orientador Programa de Iniciação Científica da UESC PROIC/UESC 2011-2012 Projeto de Pesquisa do Orientador Informações gerais do projeto Orientador: Eduardo Lopes Piris Título do Projeto: Análise do Discurso e Argumentação:

Leia mais

Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua

Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua É a palavra que identifica o ser humano, é ela seu substrato que possibilitou a convivência humana

Leia mais

ANÁLISE CRÍTICA DE UMA PROPAGANDA DA SKY VEICULADA NA REVISTA VEJA

ANÁLISE CRÍTICA DE UMA PROPAGANDA DA SKY VEICULADA NA REVISTA VEJA ANÁLISE CRÍTICA DE UMA PROPAGANDA DA SKY VEICULADA NA REVISTA VEJA Themis Rondão Barbosa 1 IFMS Resumo: Este trabalho tem por objetivo analisar um texto publicitário da SKY publicado na revista Veja (n.

Leia mais

Olimpíada de LP Escrevendo o futuro

Olimpíada de LP Escrevendo o futuro Olimpíada de LP Escrevendo o futuro QUATRO GÊNEROS EM CARTAZ: OS CAMINHOS DA ESCRITA Cristiane Cagnoto Mori 19/03/2012 Referências bibliográficas RANGEL, Egon de Oliveira. Caminhos da escrita: O que precisariam

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

O TRADUTOR E SUA PROFISSÃO: EMBATES IDEOLÓGICO-DISCURSIVOS EM EDITAIS PÚBLICOS

O TRADUTOR E SUA PROFISSÃO: EMBATES IDEOLÓGICO-DISCURSIVOS EM EDITAIS PÚBLICOS O TRADUTOR E SUA PROFISSÃO: EMBATES IDEOLÓGICO-DISCURSIVOS EM EDITAIS PÚBLICOS Giovana Cordeiro Campos de MELLO (UFRJ) Introdução Este trabalho faz parte de uma pesquisa iniciada em 2012 e desenvolvida

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

Com base nesses pressupostos, o objetivo deste estudo foi conhecer como vem se dando a inserção e a empregabilidade, nas empresas do Pólo Industrial

Com base nesses pressupostos, o objetivo deste estudo foi conhecer como vem se dando a inserção e a empregabilidade, nas empresas do Pólo Industrial Introdução Esta proposta de estudo insere-se na linha de pesquisa Trabalho, Gênero e Políticas Sociais do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da PUCRJ e buscou conhecer questões referentes à inserção

Leia mais

ENUNCIADOS QUE CIRCULAM NA UNIVERSIDADE: UMA ANÁLISE DISCURSIVA

ENUNCIADOS QUE CIRCULAM NA UNIVERSIDADE: UMA ANÁLISE DISCURSIVA ENUNCIADOS QUE CIRCULAM NA UNIVERSIDADE: UMA ANÁLISE DISCURSIVA Dayane Batista dos Santos (UFS) Eline Marques dos Santos (UFS) O presente trabalho tem como objetivo compreender os efeitos de sentidos e

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

A LITERATURA COMO FERRAMENTA PARA O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA: O GÊNERO POEMA

A LITERATURA COMO FERRAMENTA PARA O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA: O GÊNERO POEMA A LITERATURA COMO FERRAMENTA PARA O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA: O GÊNERO POEMA Adailton Almeida Barros adailton.almeida.barros@gmail.com (UNESPAR/FECILCAM) Maiara Rodrigues - terror-rodrigues18@hotmail.com

Leia mais

/(,785$(&,'$'$1,$ $d (6&2/$%25$7,9$6( 352&(6626)250$7,926

/(,785$(&,'$'$1,$ $d (6&2/$%25$7,9$6( 352&(6626)250$7,926 /(,785$(&,'$'$1,$ $d (6&2/$%25$7,9$6( 352&(6626)250$7,926 CONSELHO EDITORIAL Luiz Percival Leme Britto (Universidade Federal do Oeste do Pará) Diógenes Buenos Aires de Carvalho (Universidade Estadual do

Leia mais

Palavras. chave: texto; poesia; recorte; enunciação; Manuel Bandeira.

Palavras. chave: texto; poesia; recorte; enunciação; Manuel Bandeira. 197 Eduardo Guimarães 1 Resumo esumo: Este texto tem como objetivo analisar o poema Andorinha, de Manuel Bandeira, a partir de um dispositivo de análise semântica do texto. Para isso, apresenta uma posição

Leia mais

SOBRE A PRODUÇÃO DE PESQUISAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA COM VIÉS FINANCEIRO ESCOLAR.

SOBRE A PRODUÇÃO DE PESQUISAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA COM VIÉS FINANCEIRO ESCOLAR. ISSN 2316-7785 SOBRE A PRODUÇÃO DE PESQUISAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA COM VIÉS FINANCEIRO ESCOLAR. Rodrigo Martins de Almeida Instituo Estadual de Educação de Juiz de Fora (IEE/JF) rodrigomartinsdealmeida@yahoo.com.br

Leia mais

SEE/AC - SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ACRE - PROFESSOR P2

SEE/AC - SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ACRE - PROFESSOR P2 SEE/AC - SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ACRE - PROFESSOR P2 RESPOSTAS AOS RECURSOS Cargo: ART - PROFESSOR P2 / ARTE Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA (LPO) 5 - Gab.:V B 5 - Gab.:W C 5 - Gab.:X D 8 - Gab.:V

Leia mais