ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO. Prof. Fernando Ramos Gonçalves

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1 ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO Prof. Fernando Ramos Gonçalves 1

2 Anatomia Cerebral 2

3 3

4 swallowing, breathing,heartbeat, wakefulness, brainstem, smell, speech, judgement, foresight, pain, heat, hear=deglutição, respiração, batimentos cardíacos, vigília, tronco cerebral, cheiro, discurso, acórdão, prospectiva, de dor, calor, ouvir 4

5 5

6 Rede vascular Cerebral 6

7 POLÍGONO DE WILLIS 7

8 Acidente Vascular Encefálico AVE- é o termo utilizado para definir um grande número de circunstâncias em que uma lesão vascular isquêmica ou hemorrágica provoca um quadro agudo deficitário em alguma área cerebral. 8

9 Este comprometimento envolve o surgimento súbito ou déficit neurológico, devido ao suprimento inadequado de sangue a uma parte do cérebro. Este suprimento inadequado de sangue, pode ser causado por trombos; geralmente secundário à aterosclerose, à embolia, originada de alguma outra parte do organismo; ou causada por hemorragia, proveniente de uma artéria rompida. 9

10 Fatores de Risco Geralmente contribuem para o aparecimento desta emergência: - arteriosclerose - doença cardíaca - tabagismo - Diabetes Mellitus - Hipertensão Arterial - Aterosclerose -uso de contraceptivos orais - colesterol elevado -uso de drogas - consumo de álcool 10

11 Epidemiologia Nos EUA é considerado o mais freqüente problema agudo cerebral de natureza não traumática, excluindo-se as crises convulsivas, e constitui-se a terceira causa de morte mais freqüente. No Japão- primeiro lugar, tanto de morbidade como de mortalidade. 11

12 Classificação A.Quanto a topografia 1. AVC do sistema carotídeo Principal manifestação clínica: hemiparesia e hemiplegia Sintoma mais freqüente: afasia, transtornos dos campos visuais 12

13 2. AVC do sistema vertebrobasilar hemiplegia e hemi-hipoestesia com sinais de comprometimento dos nervos cranianos Alteraçôes do olhar, disartrias, anormalidades do equilibrio, disfagias, alteraçôes da consciência e distúrbios maciços dos campos visusis 13

14 AVE ISQUÊMICO Quanto ao tipo: Trombótico, Embólico, Lacunar 1. AVC trombótico- 40 a 60% dos AVCs isquêmicos é originária de trombose de artérias cerebrais. Lesões ateromatosas são a mais freqüente origem das obstruções trombóticas. O início dos sintomas pode ser abrupto, freqüentemente há sinais prévios de deficiência circulatória 14

15 2. AVC embólico- as embolias cerebrais são muito mais freqüentes do que se imaginava. A chance de ocorrer um AVC embólico é muito alta em paciente com fibrilação atrial ou com história de infarto do miocárdio recente. O início do quadro é abrupto 15

16 3. AVC lacunar - Cerca de um terço dos pacientes com AVC isquêmico têm lesões lacunares. As lacunas são lesões de pequeno tamanho (menor que 1 cm de diâmetro), ocorrendo em conseqüência de danos em arteríolas de pequeno calibre. QUADRO: hemiparesia ou hemiplegia proporcionada, completa, sem alterações de sensibilidade associadas e, especialmente, hemiplegias à direita em destros sem comprometimento da fala. O início é abrupto. 16

17 17

18 AVE Isquêmico Doença Cerebrovascular Aterosclerótica 20% Doença de Artérias Penetrantes - Lacunar 25% Embolia Cardiogênica 20% Causas Não Usuais 5% Criptogênico 30% 18

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25 Manifestações Clínicas Déficit Motor hemiplegia e hemiparesia; Déficit de Comunicação; Distúrbios da Percepção; Comprometimento da Atividade Mental e efeitos psicológicos; Disfunção Vesical; 25

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28 AVE Isquêmico Vias Aéreas Pérvias ( Adotar protocolo ABCDE); Cabeceira elevada a 30 graus; Administração de líquidos com cautela; Evitar solução Glicosada. Heparina profilática para TVP/TEP subcutânea AAS 100 a 300 mg nas primeiras 48 h Terapia trombolítica-indicações: 18 a, dentro das 3 primeiras horas do início do quadro, TAC de crânio sem evidência de hemorragia e ausência de contra-indicações Evitar redução aguda da PA manter PAM em torno de 90 a 120 mmmhg 28

29 AVE HEMORRÁGICO Intraparenquimatoso (HAS) Subaracnóideo (aneurisma) 29

30 Os AVCs hemorrágicos concorrem em 5 a 10% de todos os AVCs, e sua maior gravidade lhes confere a responsabilidade por até um quatro dos óbitos observados em decorrência direta da doença. Sintomas: aumento da pressão intracraniana, causando cefaléia, vômitos e alterações do nível de consciência. Apenas nos infartos cerebrais grandes e maciços esses sintomas podem aparecer no AVC isquêmico. 30

31 31

32 Hemorragia intracerebral Responde por 10 a 15% dos acidentes vasculares cerebrais sendo associado à mais alta mortalidade, com apenas 38% dos pacientes vivos após o primeiro ano do evento. 32

33 33

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36 Hemorragia subaracnóidea 36

37 Tratamento cirúrgico 37

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39 Quadro Clínico Déficits neurológicos focais Confusão mental Diminuição do nível de consciência Cefaléia súbita Condições que podem mimetizar AVE: hipoglicemia, convulsões, tumores cerebrais,encefalopatia hipertensiva, enxaqueca 39

40 EXAMES DIAGNÓSTICOS Glicemia Tomografia computadorizada não contrastada ECG( a fibrilação atrial e o infarto do miocárdio agudo associam-se com até 60% de todos os AVC cardioembólicos. LCR Hemograma completo Coagulograma Triagem toxicológica Enzimas cardíacas 40

41 ABORDAGEM -vias respiratórias -respiração -circulação -regulação da PA -controle do edema cerebral -av. neurocirurgia imediata -redução da PA com antihipertensivo potente -hiperventilação, manitol e furosemida pacientes com hipertensão intracraniana -descompressão cirúrgica e evacuação do hematoma -controle da convulsões-fenitoina -náuseas e vômitos-antieméticos 41

42 AIT Acidente Isquêmico Transitório: déficit neurológico com duração menor que 24 hs 1/3 dos AITs não tratados resultarão em AVE completo Principais causas da AIT, exposição prolongada ao frio, ingestão de alimentação copiosa, exercícios físicos em excesso, emoção forte... 42

43 ABORDAGEM Imediata (tempo de 3 a 6 horas para diagnóstico e início de tratamento) Portanto, direcionar para o local com mais recursos para tratamento Atenção especial às vias aéreas(broncoaspirações freqüentes no local e no transporte). Aspirador portátil é importante 43

44 Atendimento Emergencial A,B,C da abordagem primária; Paciente em posição lateral; Entubação endotraqueal e ventilação mecânica; Monitorizar diminuição da PA ( ATENTAR PARA DIMINUIÇÃO ABRUPTA DA PA, utilizar hipotensor lento ); Monitorizar complicações pulmonares; 44

45 Escala de Coma de Glasgow AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DO NÍVEL DE CONSCIÊNCIA PROCESSO DINÂMICO AVALIAÇÃO EM SEQUENCIA - 5 MINUTOS Prof. Fernando Ramos Gonçalves

46 Escala de Coma de Glasgow Avaliação Prof. Fernando Ramos Gonçalves Pontuação 1. Abertura ocular Espontânea 4 pontos Por Estimulo Verbal 3 pontos Por Estimulo A Dor 2 pontos Sem Resposta 1 ponto 2. Resposta verbal Orientado 5 pontos Confuso (Mas ainda responde) 4 pontos Resposta Inapropriada 3 pontos Sons Incompreensíveis 2 pontos Sem Resposta 1 ponto 3. Resposta motora Obedece Ordens 6 pontos Localiza Dor 5 pontos Reage a dor mas não localiza 4 pontos Flexão anormal Decorticação 3 pontos Extensão anormal - Decerebração 2 pontos Sem Resposta 1 ponto

47 Escala de Coma de Glasgow Prof. Fernando Ramos Gonçalves

48 Escala de Coma de Glasgow Em que ano estamos? Solta!Almoço!Não Hugh! Ahrr! Prof. Fernando Ramos Gonçalves

49 Escala de Coma de Glasgow Prof. Fernando Ramos Gonçalves

50 Escala de Coma de Glasgow Classificação do paciente A escala de coma serve para classificar os paciente em coma. Coma Score Grave < 8 Moderado 9 12 Leve >12 Prof. Fernando Ramos Gonçalves

51 OBRIGADO!!!!! 51

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