MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL DIRETORIA DE PATENTES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL DIRETORIA DE PATENTES"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL DIRETORIA DE PATENTES Perguntas Frenquentes - PPH

2 1. O que é o PPH? O PPH é uma modalidade de exame prioritário. Para participar, o depositante deve possuir um pedido de patente (da mesma família de patentes) deferido por outro escritório. Ou seja, estão envolvidos no processo pelo menos dois escritórios de patentes e os depositantes. No momento em que um escritório de patentes defere um pedido, se o depositante restringir o quadro reivindicatório a essa matéria no pedido no segundo escritório, seu pedido fica apto a participar do PPH e terá o trâmite priorizado. Ou seja, o segundo escritório irá examinar apenas as reivindicação não negadas pelo primeiro escritório de patente. Como consequência, o PPH deve contribuir para redução do trabalho duplicado entre os escritórios de patente. 2. Como as empresas brasileiras (depositante) podem participar do Projeto? Primeiro, é necessário que o depositante apresente o Primeiro Pedido de Patente de uma família de patente no INPI ou no USPTO. Depois o depositante deve apresentar o Segundo Pedido de Patente no outro escritório (se depositou primeiro no INPI, deve depositar o segundo pedido no USPTO e reivindicar o Primeiro como prioridade). No momento em que um dos dois escritórios deferir o pedido de patente, ele poderá solicitar o PPH no segundo. Ou seja, se o INPI deferir o pedido primeiro, ele poderá solicitar a priorização do exame do pedido de mesma família no USPTO (e vice-versa). 3. O segundo escritório é obrigado a aceitar o exame do primeiro? Não, o PPH é somente uma modalidade de priorização do trâmite do processo. O PPH não demanda qualquer tipo de interferência na independência de exame dos escritórios de patente. ou seja, não há alteração no exame de mérito, tampouco das etapas processuais. 4. O PPH é um procedimento para obtenção de patente mundial? Não. A patente mundial não existe. A Convenção da União de Paris é clara quanto a territorialidade da patente.

3 5. Existe uma proposta de estabelecimento da patente mundial embutida no PPH? Não. A patente mundial seria entendida como a harmonização total das leis nacionais de patentes e a centralização de todo o processo decisório em apenas uma autoridade de alcance mundial. Logo, não existe nem faz parte dos planos aprovados pela OMPI, tampouco de qualquer agenda formalmente apresentada por país ou grupo de países de que se tenha notícia. 6. A adoção do PPH implicaria na concessão de matéria considerada não patenteável, de acordo com a Lei da Propriedade Industrial brasileira (LPI)? Não. A legislação brasileira utilizada no exame de patentes não pode ser infringida. O PPH se constitui num instrumento de priorização do trâmite do processo, não acarretando qualquer tipo de mudança no texto da LPI. 7. Existe alguma relação entre o PPH e o pipeline? Não existe qualquer relação entre pipeline e o PPH. No pipeline não tinha a avaliação de mérito pelo examinador, enquanto no PPH é exigido a avaliação de mérito do pedido de patente pelo examinador para seja deferida ou indeferida no Brasil. 8. A partir de quando posso pedir para participar do Projeto Piloto PPH INPI-USTO? É possível solicitar a participação no Projeto Piloto PPH INPI-USPTO a partir de 11 de janeiro de Quantos pedidos poderão participar do PPH? Poderão participar do programa 150 pedidos de patente no INPI e 150 pedidos no USPTO. 10. Até quando serão aceitos novos requerimentos de participação? A princípio, o programa irá se estender por 2 anos (até 11/01/2018) ou até que os 150 pedidos sejam processados. Lembrando que o INPI pode suspender ou cancelar o programa a qualquer tempo e por qualquer motivo.

4 11. Após esse prazo, ou se mais houver mais de 150 pedidos considerados aptos, o programa será renovado? Depende. O INPI irá avaliar o programa. Caso ele seja considerado proveitoso para o Instituto e para os depositantes, ele poderá ser renovado ou se tornar permanente. Caso contrário, poderá ser interrompido. 12. Quem deve solicitar a participação no programa PPH no INPI? A Resolução que será publicada em breve pelo INPI, disciplinará este assunto. 13. Quais categorias de pedidos podem participar do PPH? Apenas pedidos de patente de invenção podem participar no INPI e utility patents podem participar no USPTO. No INPI não podem participar os pedidos de desenho industrial e de modelo de utilidade. 14. Quais categorias de pedidos podem ser utilizadas para solicitar a participação do Projeto PPH? E quais não podem? No INPI, podem ser utilizadas como base para solicitar o Projeto Piloto PPH INPI-USPTO o Utility Patent, o Provisional Application, Continuation-in-Part Application e o by-pass Application. No INPI, não podem ser utilizados como base para solicitação de participação no Projeto Piloto PPH INPI-USPTO os pedidos de industrial desing, plant patent applications nem os reexamination applicatons e o reissue applications. Também estão excluídos como base para solicitação o resultado dos relatórios da fase internacional do PCT, pedidos sujeitos a solicitação de confidencialidade e os pedidos de interesse da defesa nacional. 15. Tenho um pedido de patente de Modelos de Utilidade (MU) depositado no INPI, posso participar do Projeto Piloto PPH INPI-USPTO? Não. Pedidos de patente de modelo de utilidade não podem participar do Projeto Piloto PPH INPI-USPTO. Eles não podem ter seu trâmite priorizado no INPI via PPH e, caso o INPI examine primeiro, eles também não podem servir de base para solicitar a participação no programa no USPTO.

5 16. Pedidos divididos podem participar do Projeto Piloto PPH INPI- USPTO? Depende. No USPTO podem participar todos os pedidos divididos. No INPI, somente podem participar do Projeto Piloto PPH INPI-USPTO os pedidos que foram divididos após o examinador de patentes do Escritório de Primeiro Exame (no caso, o USPTO) determinar a divisão de um pedido de mesma família por falta de unidade inventiva. 17. Em 2012, depositei pedidos de patente da mesma família no INPI e no USPTO. Posso participar do programa no INPI? E no USPTO? No INPI não. Poderão participar do programa no INPI, apenas pedidos de patente depositados três anos antes do início do programa. Ou seja, apenas pedidos depositados a partir de janeiro de 2013 podem participar do programa. No USPTO poderão participar pedidos depositados em qualquer data. 18. Meu pedido é da área de medicamentos. Posso participar do programa no INPI? e no USPTO? No INPI não. Poderão participar do programa no INPI apenas pedidos de patente relacionados com o campo técnico de petróleo e gás. Isso inclui extração, refino, transporte e outros. No USPTO poderão participar pedidos referentes a qualquer campo técnico. 19. Como vou comprovar que meu pedido se refere ao campo técnico de petróleo? É necessário que o pedido de patente faça menção explicita ao campo técnico de petróleo e gás para poder participar desse projeto PPH no INPI. Por exemplo, pode ser indicado o trecho que faz a referida menção ou a classificação do pedido em um campo específico da área de petróleo e gás. O INPI irá disciplinar essa questão. 20. Porque essas limitações foram impostas? Por que apenas pelo INPI? Já existem acordos PPH entre diversos escritórios desde Esses escritórios já desenvolveram seus procedimentos internos e já puderam avaliar o efetivo impacto do programa na prática. Esse é o primeiro acordo assinado pelo INPI. Embora haja uma

6 previsão do impacto do programa, é necessário um período de aferição das condições na prática um projeto piloto. Foi considerado adequado que esta aferição ocorra com um número reduzido de pedidos e em um campo técnico restrito. 21. Existem muitos pedidos que reivindicam prioridade US depositados no INPI. O que acontece se todos fizerem o requerimento de participação no programa? Corremos o risco de ficar examinando apenas pedidos americanos? Não. Os dados do Portal do PPH demonstram que, na média, apenas 2,5% dos pedidos depositados solicitam PPH. Considerando os números as restrições temporais e de campo técnico impostas no acordo, dificilmente haverá tantos requerimentos de participação no programa. Se mesmo assim houver muitas solicitações, o programa se encerrará quando o 150º pedido de patente for considerado apto. 22. Somente pedidos depositados por empresas americanas e brasileiras poderão participar do PPH? Não. O Projeto não faz distinção da nacionalidade da empresa, nem com o domicílio do depositante. Podem participar do Projeto pessoas físicas e jurídicas de qualquer país desde que o Primeiro Pedido de Patente de uma Família de Patentes tenha sido depositado no INPI ou no USPTO. Ou seja, o pedido de uma empresa japonesa que atender aos requisitos poderá participar do Projeto. 23. Uma empresa brasileira que deposita o Primeiro Pedido de Patente no Escritório de Patentes Japonês pode participar do programa? Não. Podem participar do Projeto pessoas físicas e jurídicas de qualquer país desde que o Primeiro Pedido de Patente de uma Família de Patentes tenha sido depositado no INPI ou no USPTO. 24. Pedidos que fizeram um depósito internacional (via PCT) e entraram em fase nacional no INPI e no USPTO podem participar do programa? Podem em dois casos. Primeiro, quando o INPI ou o USPTO atuarem como o Escritório Receptor ( Reciving Office ) de um pedido de patente sem reivindicação de prioridade. Segundo, quando o depósito internacional reivindicar uma prioridade de documento depositado inicialmente no INPI ou no USPTO.

7 25. Depositei um pedido de patente A no INPI, depois fiz um depósito internacional (via PCT) e reivindiquei A como prioridade, posteriormente entrei em fase nacional no INPI e no USPTO. Para não ter dois pedidos correndo em paralelo no INPI, abandonei o pedido de patente inicial A no INPI. Ainda posso participar do programa? Pode. Os pedidos que entraram em fase nacional no INPI e no USPTO pertencem a mesma família de patentes, pois reivindicam o mesmo documento de data mais antiga (o documento A ). Embora o documento A tenha sido abandonado, tanto a família de patentes, quanto os demais pedidos e patentes permanecem vigentes. Sendo assim, os documentos que entraram em fase nacional são válidos como base e objeto de requerimento para participar do PPH. 26. Posso participar do Projeto no INPI se o primeiro pedido de patente foi depositado no INPI, mas o USPTO deferiu o pedido primeiro? Sim. O Projeto não faz distinção se o pedido de patente foi deferido pelo escritório de primeiro ou de segundo depósito. 27. Posso participar do Projeto Piloto PPH INPI-USPTO com os resultados do relatório internacional de busca do PCT? Não. É aceito como documento base para solicitar a participação do Projeto Piloto PPH INPI-USPTO apenas a decisão de deferimento dos escritórios nacionais do INPI e do USPTO. 28. O USPTO publicou um parecer de Non-final Rejection, e indica claramente quais reivindicações são patenteáveis. Posso utilizar este resultado para requerer o PPH de um pedido da mesma família no INPI? Não. A participação no Projeto Piloto PPH INPI-USPTO somente pode ser solicitada após o pedido de patente ter sido deferido pelo INPI ou pelo USPTO.

8 29. O USPTO indeferiu meu pedido porque apenas uma das reivindicações não é patenteável. Posso excluir essa reivindicação no processo do INPI e solicitar a participação no PPH? Não. Apenas pedidos deferidos em um dos escritórios podem participar do programa. 30. Devo apresentar ao INPI cópia ou a tradução dos documentos do processo de exame no USPTO? Quais documentos devem ser copiados? Quais devem ser traduzidos? Os escritórios se comprometeram em se esforçar em utilizar ao máximo os documentos disponíveis na internet. O INPI irá disciplinar essa questão. 31. As reivindicações no segundo escritório tem que estar iguaizinhas àquelas deferidas? Podem estar iguais, mas não necessariamente. Primeiro, porque as reivindicações devem ser traduzidas para o português. Segundo, o escopo pode ser o mesmo ou menor. Ou seja, é preciso ter cuidado para não ampliar a matéria pleiteada nas reivindicações (escopo) de proteção devido à tradução. Terceiro, as reivindicações devem ser alteradas para atender a legislação local. 32. O que é a tabela de correspondência dos quadros reivindicatórios? Sou obrigado a apresentar? E para que ela serve? A tabela de correspondência relaciona as reivindicações concedidas no USPTO com o novo quadro reivindicatório apresentado no INPI. Ela serve para facilitar a avaliação do examinador de patente caso haja mudança na numeração do quadro deferido pelo Escritório de Primeiro Exame e o novo quadro apresentado no Escritório de Segundo Exame. Lembre-se que o escopo do quadro reivindicatório deve ser igual ou mais restrito àquele deferido no Escritório de Primeiro Exame e que as modificações devem respeitar as diretrizes de exame do INPI. A Resolução que será publicada pelo INPI irá disciplinar esta questão.

9 33. Se o INPI rejeitar meu requerimento de participação no programa, posso solicitar de novo? Quantas vezes? Pelo acordo, pode apenas uma vez. O INPI irá disciplinar melhor este ponto. 34. Se o pedido for aceito para participar do programa, vou ficar dispensado de pagar as demais retribuições? Não. O depositante não fica isentado das demais retribuições pertinentes ao fluxo processual do pedido de patente. 35. Considerando que o USPTO deferiu o pedido de patente, se forem submetidos os documentos obrigatórios, isso significa que a patente será automaticamente concedida pelo INPI? Não. O PPH não é garantia de que uma patente será concedida. O fato do pedido de patente ter sido concedido no Escritório de Primeiro Exame com reivindicações admissíveis, não significa que as reivindicações contidas no pedido correspondente depositado no Escritório de Segundo Exame serão automaticamente concedidas. O examinador do Escritório do Segundo Exame analisará o pedido com base na lei de patentes do seu país e poderá deferir o pedido; ou exigir alterações para atender à legislação do seu País; ou exarar parecer de não patenteabilidade ou; poderá ainda, indeferir o pedido. 36. O trâmite de um pedido de patente que participa do programa PPH será simplificado? E o exame de mérito será facilitado? Não para ambas as questões. O Projeto Piloto PPH INPI-USPTO não altera o princípio básico da independência dos direitos estabelecido pelo art. 4bis da Convenção da União de Paris CUP. Isso significa que o Projeto Piloto PPH INPI-USPTO não isenta o depositante do cumprimento de todas as exigências, requisitos e condições estipuladas na LPI e demais legislações pertinentes para os pedidos de patente depositados no INPI. Ou seja, o exame do pedido de patente será efetuado conforme a legislação brasileira e respeitando os procedimentos vigentes na data de exame.

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O PROJETO PRIORIDADE BR (Versão 2016.01.25)

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O PROJETO PRIORIDADE BR (Versão 2016.01.25) MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL DIRETORIA DE PATENTES DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O PROJETO PRIORIDADE BR Este texto não substitui

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL P R E S I D Ê N C I A

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL P R E S I D Ê N C I A Ato Normativo 128/97 05/03/1997 ATO NORMATIVO Nº 128 MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL P R E S I D Ê N C I A Assunto: Dispõe sobre aplicação

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PATENTES: ETAPAS DO PROCESSAMENTO

INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PATENTES: ETAPAS DO PROCESSAMENTO I N PI INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PATENTES: ETAPAS DO PROCESSAMENTO 111 Processamento Administrativo do Pedido de Patente Apresentação do Pedido Apresentação do Pedido Art. 19 Relatório

Leia mais

O Acordo de Madrid relativo ao Registro. Internacional de Marcas e o Protocolo. referente a este Acordo: Objetivos,

O Acordo de Madrid relativo ao Registro. Internacional de Marcas e o Protocolo. referente a este Acordo: Objetivos, O Acordo de Madrid relativo ao Registro Internacional de Marcas e o Protocolo referente a este Acordo: Objetivos, Principais Características, Vantagens Publicação OMPI N 418 (P) ISBN 92-805-1313-7 2 Índice

Leia mais

Os requisitos de patenteabilidade, previstos na Lei de Propriedade Industrial 9.279/96, são:

Os requisitos de patenteabilidade, previstos na Lei de Propriedade Industrial 9.279/96, são: Quais os requisitos de patenteabilidade? Os requisitos de patenteabilidade, previstos na Lei de Propriedade Industrial 9.279/96, são: (1) Novidade - a matéria objeto da pesquisa precisa ser nova, ou melhor,

Leia mais

Figurativa: aquela constituída por desenho, figura ou qualquer forma estilizada de letra e número, isoladamente.

Figurativa: aquela constituída por desenho, figura ou qualquer forma estilizada de letra e número, isoladamente. MARCA O que é marca? É um sinal visualmente perceptível, usado para identificar e distinguir certos bens e serviços produzidos ou procedentes de uma específica pessoa ou empresa. As marcas podem ser: Nominativa:

Leia mais

PATENTES E SUAS ETAPAS. Antes de efetuado um depósito, recomendamos exame E BUSCA preliminar, para verificar se o pedido está de acordo com as normas.

PATENTES E SUAS ETAPAS. Antes de efetuado um depósito, recomendamos exame E BUSCA preliminar, para verificar se o pedido está de acordo com as normas. PATENTES E SUAS ETAPAS Antes de efetuado um depósito, recomendamos exame E BUSCA preliminar, para verificar se o pedido está de acordo com as normas. A busca de anterioridade não é obrigatória, mas é altamente

Leia mais

(a) Retribuição por meio eletrônico (*) Retribuição

(a) Retribuição por meio eletrônico (*) Retribuição TABELA DE RETRIBUIÇÕES PELOS SERVIÇOS DO INPI (valores em Reais) Anexo da Resolução INPI/PR Nº 280, de 30 de dezembro de 2011 Código SERVIÇOS DA DIRETORIA DE PATENTES DIRPA INVENÇÃO, CERTIFICADO DE ADIÇÃO

Leia mais

CARGA HORÁRIA: 40 horas QUADRO DE HORÁRIOS. Segunda 05/04. Terça 06/04. Quarta 07/04. Quinta 08/04. Sexta 09/04. Horário.

CARGA HORÁRIA: 40 horas QUADRO DE HORÁRIOS. Segunda 05/04. Terça 06/04. Quarta 07/04. Quinta 08/04. Sexta 09/04. Horário. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO BÁSICO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL PARA GESTORES DE TECNOLOGIA 05 a 09 de abril de 2010 Centro de Treinamento do INPI- Praça Mauá, 07/ 10 o andar, RJ Informações: cursos@inpi.gov.br

Leia mais

TABELA DE RETRIBUIÇÕES DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELO INPI (valores em Reais)

TABELA DE RETRIBUIÇÕES DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELO INPI (valores em Reais) TABELA DE RETRIBUIÇÕES DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELO INPI (valores em Reais) Anexo da Resolução INPI/PR Nº 129, de 10 de março de 2014. Código 200 201 Descrição do serviço Pedido nacional de invenção; Pedido

Leia mais

PROPRIEDADE INTELECTUAL:

PROPRIEDADE INTELECTUAL: PROPRIEDADE INTELECTUAL: LEGISLAÇÃO - 2 Profa. Dra. Suzana Leitão Russo Prof. Gabriel Francisco Silva Profa. Dra. Ana Eleonora Almeida Paixão Art. 1º Esta Lei regula direitos e obrigações relativos à propriedade

Leia mais

O Acordo de Haia Relativo ao Registro. Internacional de Desenhos Industriais: Principais características e vantagens

O Acordo de Haia Relativo ao Registro. Internacional de Desenhos Industriais: Principais características e vantagens O Acordo de Haia Relativo ao Registro Internacional de Desenhos Industriais: Principais características e vantagens Publicação OMPI N 911(P) ISBN 92-805-1317-X 2 Índice Página Introdução 4 Quem pode usufruir

Leia mais

ões Instituto Nacional da Propriedade Industrial Departamento de Patentes e Modelos de Utilidade

ões Instituto Nacional da Propriedade Industrial Departamento de Patentes e Modelos de Utilidade A A protecção das invenções ões Instituto Nacional da Propriedade Industrial Departamento de Patentes e Modelos de Utilidade 1 A protecção das invenções Sumário rio: 1. Modalidades de protecção 2. O que

Leia mais

1. Patente de Invenção (PI) Produtos ou processos que atendam aos requisitos de atividade inventiva, novidade e aplicação industrial.

1. Patente de Invenção (PI) Produtos ou processos que atendam aos requisitos de atividade inventiva, novidade e aplicação industrial. 1 O que é patente? Patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgado pelo Estado aos inventores ou autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras

Leia mais

PATENTES - CURSO BÁSICO

PATENTES - CURSO BÁSICO PATENTES - CURSO BÁSICO Maria Fernanda Paresqui Corrêa 1 Juliana Manasfi Figueiredo 2 Pesquisadoras em Propriedade Industrial 1 DIALP - Divisão de Alimentos, Plantas e Correlatos 2 DIMOL - Divisão de Biologia

Leia mais

TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1

TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1 Os Estados contratantes, TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1 Desejosos de contribuir para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, Desejosos de aperfeiçoar a proteção legal das invenções,

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO BÁSICO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL PARA GESTORES DE TECNOLOGIA 13 a 17 de abril de 2009 São João Del-Rei- MG

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO BÁSICO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL PARA GESTORES DE TECNOLOGIA 13 a 17 de abril de 2009 São João Del-Rei- MG CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO BÁSICO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL PARA GESTORES DE TECNOLOGIA 13 a 17 de abril de 2009 São João Del-Rei- MG OBJETIVO: Apresentar uma visão atualizada dos mecanismos de proteção

Leia mais

VIOLAÇÕES DE PATENTES E DESENHOS INDUSTRIAIS NO BRASIL E O SISTEMA INTERNACIONAL DE PATENTES

VIOLAÇÕES DE PATENTES E DESENHOS INDUSTRIAIS NO BRASIL E O SISTEMA INTERNACIONAL DE PATENTES VIOLAÇÕES DE PATENTES E DESENHOS INDUSTRIAIS NO BRASIL E O SISTEMA INTERNACIONAL DE PATENTES MILTON LEÃO BARCELLOS & CIA. LTDA. PROPRIEDADE INTELECTUAL DESDE 1957 Milton Lucídio Leão Barcellos Advogado

Leia mais

PROCEDIMENTOS DO REGISTO DA MARCA EM MOÇAMBIQUE.

PROCEDIMENTOS DO REGISTO DA MARCA EM MOÇAMBIQUE. PROCEDIMENTOS DO REGISTO DA MARCA EM MOÇAMBIQUE. Os procedimentos do registo da marca encontram-se dispostos no Código da Propriedade Industrial adiante (CPI), artigos 110 à 135; o registo é igualmente

Leia mais

Inovação da Ideia ao Mercado

Inovação da Ideia ao Mercado Inovação da Ideia ao Mercado Como proteger minha Inovação 26.05.2015 AHK-SP Henrique Steuer I. de Mello henrique@dannemann.com.br dannemann.com.br 2013 2013 Dannemann Dannemann Siemsen. Siemsen. Todos

Leia mais

Guia para o requerimento do Serviço Especial. Opinião Preliminar sobre a Patenteabilidade

Guia para o requerimento do Serviço Especial. Opinião Preliminar sobre a Patenteabilidade INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO DIRETORIA DE PATENTES Guia para o requerimento do Serviço Especial Opinião Preliminar sobre a Patenteabilidade

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL Título: REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 11 EMENDA nº 00 PROCEDIMENTOS E NORMAS GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DE REGRAS E EMENDAS AOS REGULAMENTOS BRASILEIROS DA AVIAÇÃO CIVIL Aprovação: Resolução

Leia mais

23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares

23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares 23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando estabelecer disposições comuns para regulamentar o

Leia mais

DIRETRIZ DE EXAME DE PATENTES DE MODELO DE UTILIDADE

DIRETRIZ DE EXAME DE PATENTES DE MODELO DE UTILIDADE DIRETRIZ DE EXAME DE PATENTES DE MODELO DE UTILIDADE DIRPA- DIRETORIA DE PATENTES MAIO 2012 DIRPA/CGPAT II 1/10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...1 2 DIFERENÇAS ENTRE PATENTE DE MODELO DE UTILIDADE E PATENTE DE INVENÇÃO...1

Leia mais

PRESIDÊNCIA 18/03/2013 RESOLUÇÃO Nº 74/2013

PRESIDÊNCIA 18/03/2013 RESOLUÇÃO Nº 74/2013 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRESIDÊNCIA 18/03/2013 RESOLUÇÃO Nº 74/2013 Assunto: Dispõe sobre o depósito

Leia mais

COMPREENDENDO MELHOR O APOIO DA FAPEMIG À PROTEÇÃO INTELECTUAL DE INVENTORES INDEPENDENTES

COMPREENDENDO MELHOR O APOIO DA FAPEMIG À PROTEÇÃO INTELECTUAL DE INVENTORES INDEPENDENTES COMPREENDENDO MELHOR O APOIO DA FAPEMIG À PROTEÇÃO INTELECTUAL DE INVENTORES INDEPENDENTES 1- A FAPEMIG apoia, tecnicamente e financeiramente, os inventores independentes na proteção e manutenção de invenções,

Leia mais

EDITAL GRSF 001/2015 PEDIDO DE BOLSA DE ESTUDO PARA INGRESSANTES GRADUAÇÃO NÃO PROUNISTAS 1º SEMESTRE DE 2015. Unidade: Rio de Janeiro

EDITAL GRSF 001/2015 PEDIDO DE BOLSA DE ESTUDO PARA INGRESSANTES GRADUAÇÃO NÃO PROUNISTAS 1º SEMESTRE DE 2015. Unidade: Rio de Janeiro EDITAL GRSF 001/2015 PEDIDO DE BOLSA DE ESTUDO PARA INGRESSANTES GRADUAÇÃO NÃO PROUNISTAS 1º SEMESTRE DE 2015 Unidade: Rio de Janeiro O Instituto Presbiteriano Mackenzie, por meio da Gerência de Responsabilidade

Leia mais

EB-5 GREEN CARD PARA INVESTIDORES

EB-5 GREEN CARD PARA INVESTIDORES Mude-se para os EUA Hoje! PORT EB-5 GREEN CARD PARA INVESTIDORES Todas as pessoas conhecem clientes, amigos ou parentes que possuem o desejo de se mudar para os Estados Unidos, especialmente para a Flórida.

Leia mais

Curso Geral Módulo EaD DL 101P BR

Curso Geral Módulo EaD DL 101P BR Curso Geral Módulo EaD DL 101P BR OBJETIVO: Apresentar uma visão atualizada dos mecanismos de proteção das criações intelectuais, enfocando o arcabouço legal brasileiro e as atribuições do INPI. CARGA

Leia mais

DEPÓSITO DO PEDIDO DE PATENTE: MERA EXPECTATIVA DE DIREITO.

DEPÓSITO DO PEDIDO DE PATENTE: MERA EXPECTATIVA DE DIREITO. DEPÓSITO DO PEDIDO DE PATENTE: MERA EXPECTATIVA DE DIREITO. Inicialmente cabe definirmos o que é patente, a qual nada mais é que uma propriedade temporária, legalmente concedida pelo Estado, sobre uma

Leia mais

MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 55/04 Regulamentação do Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL

MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 55/04 Regulamentação do Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 55/04 Regulamentação do Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, o Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR PAIS

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR PAIS PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR PAIS P. O QUE É A PATERNIDADE? R. Paternidade significa ser um pai. A determinação da paternidade significa que uma pessoa foi determinada

Leia mais

18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas

18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas 18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando facilitar o reconhecimento de divórcios e separações de pessoas obtidos

Leia mais

PCT. Divisão Internacional do PCT DIPCT Seção de Recepção do PCT SRPCT Divisão Nacional do PCT DNPCT DIRPA. Curso Oficina do PCT

PCT. Divisão Internacional do PCT DIPCT Seção de Recepção do PCT SRPCT Divisão Nacional do PCT DNPCT DIRPA. Curso Oficina do PCT PCT TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES Coordenação Geral do PCT Divisão Internacional do PCT DIPCT Seção de Recepção do PCT SRPCT Divisão Nacional do PCT DNPCT DIRPA Curso Oficina do PCT Abril/2013

Leia mais

Gestão da Propriedade Industrial

Gestão da Propriedade Industrial Gestão da Propriedade Industrial ZEA DUQUE VIEIRA LUNA MAYERHOFF Rio de Janeiro Julho/2009 Sistema de Propriedade Intelectual Consiste em um conjunto de instrumentos importantes para o processo de Inovação:

Leia mais

Guia de Tramitação de um Pedido de Patente

Guia de Tramitação de um Pedido de Patente Guia de Tramitação de um Pedido de Patente O objetivo do presente guia é facilitar a compreensão em relação ao trâmite de um pedido de patente, do seu depósito até a concessão da patente em nosso país.

Leia mais

PCT. Divisão Internacional do PCT DIPCT Seção de Recepção do PCT SRPCT Divisão Nacional do PCT DNPCT DIRPA. Curso Oficina do PCT

PCT. Divisão Internacional do PCT DIPCT Seção de Recepção do PCT SRPCT Divisão Nacional do PCT DNPCT DIRPA. Curso Oficina do PCT PCT TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES Coordenação Geral do PCT Divisão Internacional do PCT DIPCT Seção de Recepção do PCT SRPCT Divisão Nacional do PCT DNPCT DIRPA Curso Oficina do PCT Abril

Leia mais

INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA

INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE UM PEDIDO DE PATENTE O presente trabalho constitui-se numa síntese da Legislação em vigor, destinandose ao auxílio dos usuários no preparo de um pedido de patente.

Leia mais

Termos Gerais & Política de Compras da Fon

Termos Gerais & Política de Compras da Fon Termos Gerais & Política de Compras da Fon Definições Termos e Condições: Termos e Condições para a Venda de Equipamento (doravante denominado TCVE ). Fon Technology, S.L.: A Companhia que fornece ou vende

Leia mais

HISTÓRIA. Alvará, de 28 de abril de 1.809 - Isenta de direitos as matérias primas do uso das fábricas e concede outros favores aos fabricantes e

HISTÓRIA. Alvará, de 28 de abril de 1.809 - Isenta de direitos as matérias primas do uso das fábricas e concede outros favores aos fabricantes e Page 1 of 9 SUMÁRIO INTRODUÇÃO HISTÓRIA HISTÓRICO DAS LEIS DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL NO BRASIL PROPRIEDADE INTELECTUAL QUE É PATENTE? QUEM PODE REQUERER UMA PATENTE REQUISITOS BÁSICOS PARA PROTEÇÃO INDUSTRIAL

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE 1. OBJETIVO Este Anexo ao Contrato de Prestação de Serviço TRANS-MUX

Leia mais

Diário Oficial da Cidade de São Paulo

Diário Oficial da Cidade de São Paulo Diário Oficial da Cidade de São Paulo Nº 163 DOM de 30/08/08 PORTARIA REPUBLICADA POR TER SAÍDO NA SECRETARIA ERRADA: SECRETARIA MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E PARCERIA nas páginas 07 e 08 do Diário Oficial

Leia mais

PRESIDÊNCIA 06 / 03 / 2014 RESOLUÇÃO Nº 126 / 14

PRESIDÊNCIA 06 / 03 / 2014 RESOLUÇÃO Nº 126 / 14 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRESIDÊNCIA 06 / 03 / 2014 RESOLUÇÃO Nº 126 / 14 Assunto: Dispõe sobre

Leia mais

BILHETEPREMIÁVEL. Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A Versão Ago./14

BILHETEPREMIÁVEL. Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A Versão Ago./14 BILHETEPREMIÁVEL Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A Versão Ago./14 2 BILHETE PREMIÁVEL CAPEMISA MANUAL DO CLIENTE Bem-vindo à CAPEMISA. O Bilhete Premiável Capemisa é um Seguro de Acidentes

Leia mais

Os direitos da propriedade industrial adquirem-se mediante o seu registo.

Os direitos da propriedade industrial adquirem-se mediante o seu registo. 1. Registo Os direitos da propriedade industrial adquirem-se mediante o seu registo. O registo das modalidades da Propriedade Industrial, compete a todos operadores das actividades económicas que nisso

Leia mais

Propriedade Intelectual O que é/para que serve? Renata Reis Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual GTPI/ABIA/REBRIP

Propriedade Intelectual O que é/para que serve? Renata Reis Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual GTPI/ABIA/REBRIP Propriedade Intelectual O que é/para que serve? Renata Reis Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual GTPI/ABIA/REBRIP Propriedade Intelectual É o conjunto de direitos que incidem sobre as criações

Leia mais

ANEXO. TABELA DE RETRIBUIÇÕES DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELO INPI (valores em Reais)

ANEXO. TABELA DE RETRIBUIÇÕES DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELO INPI (valores em Reais) ANEXO TABELA DE RETRIBUIÇÕES DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELO INPI (valores em Reais) Código 200 201 Descrição do serviço Pedido nacional de invenção; Pedido nacional de modelo de utilidade; Pedido nacional

Leia mais

TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES. Desejosos de contribuir para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia;

TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES. Desejosos de contribuir para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia; Decreto n.º 29/92 Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte: Artigo único. É aprovado, para adesão, o Tratado

Leia mais

Regulamento de Matrícula

Regulamento de Matrícula Regulamento de Matrícula A Coordenadora do Curso de Direito da Faculdade Processus, juntamente com a Diretora do Curso, no exercício de suas atribuições, com o intuito de normatizar a efetividade e dinâmica

Leia mais

Tutorial de busca em bases de patentes

Tutorial de busca em bases de patentes INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE PESQUISA E INOVAÇÃO CENTRO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Tutorial de busca em bases de patentes

Leia mais

Prioridade BR Patent Prosecution Highway INPI-USPTO e Patentes MPE

Prioridade BR Patent Prosecution Highway INPI-USPTO e Patentes MPE Prioridade BR Patent Prosecution Highway INPI-USPTO e Patentes MPE Diego Musskopf Gestor Grupo de Exame Cooperativo DIRPA/INPI Cuiabá, 10 de maio de 2016 sumário Prioridade BR, PPH, Patentes MPE 1. o que

Leia mais

Workshop de Qualificação para a Décima Primeira Rodada de Licitações Manifestação de Interesse. Qualificação Jurídica

Workshop de Qualificação para a Décima Primeira Rodada de Licitações Manifestação de Interesse. Qualificação Jurídica Workshop de Qualificação para a Décima Primeira Rodada de Licitações Manifestação de Interesse Qualificação Jurídica Regularidade Fiscal e Trabalhista Mileno Feitosa Jr. Superintendência de Promoção de

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE REALIZAÇÃO DO PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO DE MATERIAIS DE FORNECEDORES NA COPASA

PROCEDIMENTOS DE REALIZAÇÃO DO PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO DE MATERIAIS DE FORNECEDORES NA COPASA PROCEDIMENTOS DE REALIZAÇÃO DO PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO DE MATERIAIS DE FORNECEDORES NA COPASA 1 Solicitação de Abertura do Processo de Homologação 1.1 Os fornecedores interessados em ter seus materiais

Leia mais

Residência Legal vs. Residência Fiscal no Uruguai

Residência Legal vs. Residência Fiscal no Uruguai Residência Legal vs. Residência Fiscal no Uruguai Ultimamente, o conceito de residência fiscal adquiriu muita importância para o Direito Tributário e para o mundo dos impostos. O motivo é que o regime

Leia mais

Propriedade Intelectual e Patentes

Propriedade Intelectual e Patentes Propriedade Intelectual e Patentes Ernani Souza Jr. Redator de Patentes NUPITEC - CDT/UnB Patentes http://www.forbes.com/sites/timworstall/2013/02/10/apples-winning-the-samsung-patent-battles-and-losing-the-war/

Leia mais

http://www.endeavorid.com/projects/tavares/newsletter200812/index_pt.html

http://www.endeavorid.com/projects/tavares/newsletter200812/index_pt.html Page 1 of 5 Editorial por Márcio Ney Tavares CONFIANÇA, ESPERANÇA, FELIZ NATAL E PRÓSPERO 2009!!! De repente surgiram os sinais da desordem econômica que vem se alastrando por todos os países, não apenas

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 65 DOE de 08/04/08

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 65 DOE de 08/04/08 Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 65 DOE de 08/04/08 COORDENADORIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA MÓDULO 18 PASSOS PARA DEPOSITAR UMA MARCA NO INPI

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA MÓDULO 18 PASSOS PARA DEPOSITAR UMA MARCA NO INPI ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA MÓDULO 18 PASSOS PARA DEPOSITAR UMA MARCA NO INPI Índice 1. Passos para depositar uma marca no INPI...3 2 1. PASSOS PARA DEPOSITAR UMA MARCA NO INPI 1) Consulte a Lei de Propriedade

Leia mais

Adendo de ao Contrato da Oracle PartnerNetwork

Adendo de ao Contrato da Oracle PartnerNetwork Adendo de ao Contrato da Oracle PartnerNetwork Este Adendo de Validação de Integração de Aplicativos (este "Adendo") é firmado entre você e a Oracle do Brasil Sistemas Limitada. As definições usadas no

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº. 030/2011-CONSUNIV DISPÕE sobre revalidação de diplomas de cursos de graduação

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº. 030/2011-CONSUNIV DISPÕE sobre revalidação de diplomas de cursos de graduação UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº. 030/2011-CONSUNIV DISPÕE sobre revalidação de diplomas de cursos de graduação expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino

Leia mais

Patentes Conceitos Básicos

Patentes Conceitos Básicos Patentes Conceitos Básicos O que é patente O que é patenteável O que não é patenteável Como é um documento de patente Como definir o escopo de proteção Como é o processo de patenteamento 2014 www.axonal.com.br

Leia mais

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes Perguntas frequentes 1. MEUS PEDIDOS Consigo rastrear o minha Compra? Sim. As informações mais atualizadas sobre sua Compra e a situação de entrega de sua Compra podem ser adquiridas a qualquer momento

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSAS E BENEFÍCIOS PARA O ANO DE 2015

REGULAMENTO DE BOLSAS E BENEFÍCIOS PARA O ANO DE 2015 REGULAMENTO DE BOLSAS E BENEFÍCIOS PARA O ANO DE 2015 Bacabal 2015 REGULAMENTO DE BOLSAS E BENEFÍCIOS DO OBJETIVO Art. 1º Este Regulamento estabelece as regras gerais do Programa de Bolsas e Benefícios

Leia mais

9.8 Toda comunicação eletrônica entre os proponentes e a empresa contratada deverá ocorrer com cópia para o NIT, através do e-mail nit@ifrs.edu.br.

9.8 Toda comunicação eletrônica entre os proponentes e a empresa contratada deverá ocorrer com cópia para o NIT, através do e-mail nit@ifrs.edu.br. EDITAL PROPPI Nº 013/2015 SELEÇÃO DE INVENÇÃO OU MODELO DE UTILIDADE PARA BUSCA DE ANTERIORIDADES E ESCRITA DE RELATÓRIO DESCRITIVO PARA ENCAMINHAMENTO DE PEDIDO DE PATENTE O Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação

Leia mais

O conselho de administração da Fundação Contergan e a equipe do escritório gostariam de anunciar a seguinte notícia:

O conselho de administração da Fundação Contergan e a equipe do escritório gostariam de anunciar a seguinte notícia: Endereço: Fundação Contergan para pessoas portadoras de deficiência 50964 Colônia ENDEREÇO Sibille-Hartmann-Str. 2-8 50969 Colônia ENDEREÇO 50964 Colônia TEL +49 221 3673-3673 FAX +49 221 3673-3636 www.conterganstiftung.de

Leia mais

Instruções para os pagamentos e comprovação das retribuições LEIA COM ATENÇÃO

Instruções para os pagamentos e comprovação das retribuições LEIA COM ATENÇÃO MARCAS - RPI 2345 de 15/12/2015 5 Comunicados Instruções para os pagamentos e comprovação das retribuições LEIA COM ATENÇÃO 1. Será desconsiderado qualquer procedimento cujo pagamento em cheque não tenha

Leia mais

PCT TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES. Gisela Ap. S. Nogueira. Divisão Internacional do PCT - DIPCT CGPCT - DIRPA

PCT TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES. Gisela Ap. S. Nogueira. Divisão Internacional do PCT - DIPCT CGPCT - DIRPA PCT TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES Gisela Ap. S. Nogueira Divisão Internacional do PCT - DIPCT CGPCT - DIRPA Curso Intermediário de Patentes julho/2011 SETI/TEPCAR- PR 1 PCT Tratado de Cooperação

Leia mais

ACORDO PARA A FACILITAÇÃO DE ATIVIDADES EMPRESARIAIS NO MERCOSUL

ACORDO PARA A FACILITAÇÃO DE ATIVIDADES EMPRESARIAIS NO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 32/04 ACORDO PARA A FACILITAÇÃO DE ATIVIDADES EMPRESARIAIS NO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão Nº 26/03 do Conselho do Mercado

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA O CADASTRO NACIONAL DE ADOÇÃO ÍNDICE:

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA O CADASTRO NACIONAL DE ADOÇÃO ÍNDICE: MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA O CADASTRO NACIONAL DE ADOÇÃO ÍNDICE: CADASTRO NACIONAL DE ADOÇÃO:...1 1. DO CADASTRO DE PRETENDENTES:... 2 1.1. RECIBO DE INCLUSÃO:... 4 2. REGISTRO ADICIONAL DE PRETENDENTES:...

Leia mais

GUIA PARA TRAMITAÇÃO DO PEDIDO DE PATENTE DIRETORIA DE PATENTES

GUIA PARA TRAMITAÇÃO DO PEDIDO DE PATENTE DIRETORIA DE PATENTES GUIA PARA TRAMITAÇÃO DO PEDIDO DE PATENTE DIRETORIA DE PATENTES NOVEMBRO DE 2007 ÍNDICE: APRESENTAÇÃO...1 I - PROCESSAMENTO ADMINISTRATIVO...2 DEPÓSITO DO PEDIDO... 2 EXAME FORMAL PRELIMINAR... 2 PUBLICAÇÃO

Leia mais

INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE UM PEDIDO DE PATENTE

INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE UM PEDIDO DE PATENTE INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE UM PEDIDO DE PATENTE O presente trabalho constitui-se numa síntese da Legislação em vigor, destinando-se ao auxílio dos usuários no preparo de um pedido de patente.

Leia mais

Prezado Aluno. Semestralmente os alunos que contrataram o FIES devem realizar o aditamento (a renovação) do seu contrato de financiamento.

Prezado Aluno. Semestralmente os alunos que contrataram o FIES devem realizar o aditamento (a renovação) do seu contrato de financiamento. Prezado Aluno Semestralmente os alunos que contrataram o FIES devem realizar o aditamento (a renovação) do seu contrato de financiamento. Atente-se ao seu e-mail e aos informativos no site da PUCPR, Portal

Leia mais

Considerando que em 14 de janeiro de 1982, foram depositados os Instrumentos de Ratificação, pelo Brasil,

Considerando que em 14 de janeiro de 1982, foram depositados os Instrumentos de Ratificação, pelo Brasil, Página 1 DECRETO Nº 93.413, de 15 de outubro de 1986 Promulga a Convenção nº 148 sobre a Proteção dos Trabalhadores Contra os Riscos Profissionais Devidos à Contaminação do Ar, ao Ruído e às Vibrações

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PROGRAMA SELO DE QUALIDADE ABGD. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção...

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PROGRAMA SELO DE QUALIDADE ABGD. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção... Página 1 de 8 SUMÁRIO 1. Histórico de mudanças... 2 2. Escopo... 3 3. Manutenção... 3 4. Referências... 3 5. Definições... 3 6. Qualificação da equipe de auditores... 3 7. Condições gerais... 3 7.1 Selo

Leia mais

PROGRAMA DE OUTORGA DE OPÇÃO DE COMPRA OU SUBSCRIÇÃO DE AÇÕES

PROGRAMA DE OUTORGA DE OPÇÃO DE COMPRA OU SUBSCRIÇÃO DE AÇÕES PROGRAMA DE OUTORGA DE OPÇÃO DE COMPRA OU SUBSCRIÇÃO DE AÇÕES O presente Programa de Outorga de Opção de Compra ou Subscrição de Ações é regido pelas disposições abaixo. 1. Conceituação 1.1. O Programa

Leia mais

CONDIÇÕES DE FORNECIMENTO

CONDIÇÕES DE FORNECIMENTO CONDIÇÕES DE FORNECIMENTO I - Formalização e Aceitação do Pedido 1.1 - O Aceite será automático caso o fornecedor não faça uma recusa parcial ou total, Por escrito no prazo de 2(dois) após o recebimento

Leia mais

Cartilha. Ourocap Fiador

Cartilha. Ourocap Fiador Faz diferença ter Ourocap Fiador na hora de alugar um imóvel. Cartilha Ourocap Fiador O Ourocap Fiador* é o título de capitalização que funciona como uma garantia de aluguel, facilitando sua vida na hora

Leia mais

REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA

REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA Art. 1º O presente Regulamento tem por finalidade regulamentar as atividades de propriedade intelectual

Leia mais

Condições Gerais de Compra da Air Products Brasil Ltda.

Condições Gerais de Compra da Air Products Brasil Ltda. Condições Gerais de Compra da Air Products Brasil Ltda. 1. Aplicabilidade 2. Entrega 3. Preços e pagamentos 4. Inspeção 5. Garantia 6. Cancelamento 7. Subcontratação e Cessão 8. Código de conduta 9. Saúde

Leia mais

ARTIGO VI Este Acordo não prejudicará a cooperação de qualquer das Partes Contratantes com outros Estados e organizações internacionais.

ARTIGO VI Este Acordo não prejudicará a cooperação de qualquer das Partes Contratantes com outros Estados e organizações internacionais. ACORDO-QUADRO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA SOBRE A COOPERAÇÃO NOS USOS PACÍFICOS DO ESPAÇO EXTERIOR O Governo da República Federativa do Brasil

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCILIAÇÃO

REGULAMENTO DE CONCILIAÇÃO REGULAMENTO DE CONCILIAÇÃO Regulamento de Conciliação da Câmara de Mediação e Arbitragem do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais CREA-MG. A Câmara de Mediação e Arbitragem do Conselho

Leia mais

Programa de Recompensas Fiat Itaucard. Orientações Cartas-Bônus

Programa de Recompensas Fiat Itaucard. Orientações Cartas-Bônus Programa de Recompensas Fiat Itaucard Orientações Cartas-Bônus Mecânica Programa de Recompensas Acumulo de pontos 5% do valor de cada compra realizada com o cartão Fiat Itaucard são convertidos em pontos.

Leia mais

CAPEMISA SEGURADORA DE VIDA E PREVIDÊNCIA S/A Manual do Cliente Siga Seguro Versão Mai./12

CAPEMISA SEGURADORA DE VIDA E PREVIDÊNCIA S/A Manual do Cliente Siga Seguro Versão Mai./12 2 SIGA SEGURO MANUAL DO CLIENTE Bem-vindo à CAPEMISA. O SIGA SEGURO é um seguro de acidente pessoal coletivo por prazo certo, garantido pela CAPEMISA Seguradora de Vida e Previdência S/A. Prevenir é sempre

Leia mais

O PEDIDO DE PATENTE. São Paulo, 11 de Março de 2008. André Korottchenko de Oliveira Consultor da PROTEC

O PEDIDO DE PATENTE. São Paulo, 11 de Março de 2008. André Korottchenko de Oliveira Consultor da PROTEC O PEDIDO DE PATENTE São Paulo, 11 de Março de 2008 André Korottchenko de Oliveira Consultor da PROTEC 1 Pedido de patente de invenção Requerimento: Formulário 1.01 Comprovante da taxa correspondente O

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DEZEMBRO 1967

REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DEZEMBRO 1967 Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DEZEMBRO 1967 Art. 1 O CPG Curso de Pós-Graduação, da Escola de Administração de Empresas

Leia mais

2º. Seção 2 - Das Inscrições Artigo 2º. Artigo 3º. Artigo 4º. Seção 3 Da Constituição da Comissão de Bolsas/Capes Artigo 5º. Artigo 6º.

2º. Seção 2 - Das Inscrições Artigo 2º. Artigo 3º. Artigo 4º. Seção 3 Da Constituição da Comissão de Bolsas/Capes Artigo 5º. Artigo 6º. EDITAL Nº. 47/2014 Processo Seletivo Discente Concessão de Benefícios do Prosup, Bolsas e Taxas Curso de Mestrado do No período de 6 a 20 de maio de 2014, estarão abertas as inscrições para o processo

Leia mais

1.2. Quais são as condições do financiamento para novos contratos?

1.2. Quais são as condições do financiamento para novos contratos? Tire suas dúvidas 1. CONHECENDO O FIES 1.1. O que é o Fies? O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), criado pela Lei nº 10.260, de 12 de julho de 2001, é o programa do Ministério da Educação que financia

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre Brasil University of New South Wales Sydney Austrália Universidade do Povo Macau - China

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre Brasil University of New South Wales Sydney Austrália Universidade do Povo Macau - China 25. CONVENÇÃO SOBRE A LEI APLICÁVEL PARA REGIMES DE BENS MATRIMONIAIS (celebrada em 14 de março de 1978) Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando estabelecer previsões comuns concernente

Leia mais

PROGRAMA DE BOLSAS UNIVESP BOLSAS DE APOIO ACADÊMICO E TECNOLÓGICO

PROGRAMA DE BOLSAS UNIVESP BOLSAS DE APOIO ACADÊMICO E TECNOLÓGICO BOLSAS DE APOIO ACADÊMICO E TECNOLÓGICO Normas e Procedimentos 1. DISPOSIÇÕES GERAIS A UNIVESP instituiu, por deliberação de seu Conselho de Curadores, o PROGRAMA DE BOLSAS UNIVESP, com as características

Leia mais

PROCEDIMENTOS E NORMAS GE- RAIS PARA A ELABORAÇÃO DE REGRAS E EMENDAS AOS REGU- LAMENTOS BRASILEIROS DE AVIAÇÃO CIVIL

PROCEDIMENTOS E NORMAS GE- RAIS PARA A ELABORAÇÃO DE REGRAS E EMENDAS AOS REGU- LAMENTOS BRASILEIROS DE AVIAÇÃO CIVIL REGULAMENTO BRASILEIRO DE AVIAÇÃO CIVIL N 11 RBAC 11 PROCEDIMENTOS E NORMAS GE- RAIS PARA A ELABORAÇÃO DE REGRAS E EMENDAS AOS REGU- LAMENTOS BRASILEIROS DE AVIAÇÃO CIVIL APROVAÇÃO: RESOLUÇÃO XX ANAC,

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 53 de 28/01/2013 - CAS RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES

RESOLUÇÃO N o 53 de 28/01/2013 - CAS RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES Regulamento de Estágios Estágios Não Obrigatórios Remunerados (ENOR) e Estágios Curriculares Obrigatórios (ECO) de alunos dos cursos superiores da Universidade Positivo. Aprovado pela Resolução n o 53

Leia mais

CONTRATO DE SUB-LICENCIAMENTO E CERTIFICAÇÃO

CONTRATO DE SUB-LICENCIAMENTO E CERTIFICAÇÃO Documento EUREPGAP Contrato de Sub-licenciamento e Certificação (V2.3) Pag. 1 de 6 CONTRATO DE SUB-LICENCIAMENTO E CERTIFICAÇÃO para a participação como Parte Interessada de Mercado na estrutura do Sistema

Leia mais

Perguntas e Respostas NOVO SITE PEDIDOSONLINE HERBALIFE NO MYHERBALIFE.COM.BR BRASIL, 2013.

Perguntas e Respostas NOVO SITE PEDIDOSONLINE HERBALIFE NO MYHERBALIFE.COM.BR BRASIL, 2013. Geral Como posso pedir produtos em outros países? Como eu coloco Pedidos através do myherbalife.com.br? Como eu pago a Taxa de Processamento Anual? Esse mês tem fechamento duplo. Eu terei a possibilidade

Leia mais

NORMAS DE CONCESSÃO DE SUBSÍDIO PARA CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL

NORMAS DE CONCESSÃO DE SUBSÍDIO PARA CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL NORMAS DE CONCESSÃO DE SUBSÍDIO PARA CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL A Diretoria Executiva da Unimed Vale do Aço, no uso de suas atribuições contidas no Estatuto Social da Cooperativa, vem regulamentar o subsídio

Leia mais

Termo de Uso A AGENDA SUSTENTABILIDADE única e exclusiva proprietária do domínio www.agenda SUSTENTABILIDADE.com.br, doravante denominado AGENDA SUSTENTABILIDADE, estabelece o presente TERMO DE USO para

Leia mais

A PROBLEMÁTICA DA MÃO-DE-OBRA ESTRANGEIRA NO BRASIL E SUAS IMPLICAÇÕES

A PROBLEMÁTICA DA MÃO-DE-OBRA ESTRANGEIRA NO BRASIL E SUAS IMPLICAÇÕES A PROBLEMÁTICA DA MÃO-DE-OBRA ESTRANGEIRA NO BRASIL E SUAS IMPLICAÇÕES Maria Carolina Matias Morales Toda a regulamentação existente em torno da contratação de mão de obra estrangeira para trabalho em

Leia mais

EDITAL Nº 39 DE 25 DE AGOSTO DE 2015 AUXÍLIO MORADIA PARA O SEGUNDO SEMESTRE DE

EDITAL Nº 39 DE 25 DE AGOSTO DE 2015 AUXÍLIO MORADIA PARA O SEGUNDO SEMESTRE DE Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Erechim EDITAL Nº 39 DE 25 DE AGOSTO DE 2015 AUXÍLIO

Leia mais

O Registro de IG no Brasil

O Registro de IG no Brasil O Registro de IG no Brasil Lucia Regina Fernandes Diretoria de Contratos, Indicações Geográficas e Registros INPI Setembro 2014 Proteção em nível Brasil Lei 9.279 de 14/05/1996 Regula os direitos e obrigações

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Programa de Estudos Pós-Graduados em Economia

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Programa de Estudos Pós-Graduados em Economia EDITAL PARA O PROCESSO SELETIVO 2º/2015 Coordenador: Prof. Dr. Antônio Corrêa de Lacerda Vice-Coordenadora: Profa. Dra. Regina Maria d Aquino Fonseca Gadelha Estarão abertas, no período de 01/04/2015 a

Leia mais