O Responsável e o Substituto Tributário

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Responsável e o Substituto Tributário"

Transcrição

1 O Responsável e o Substituto Tributário A Lei Complementar nº. 116/03 criou um série de exceções à regra geral de que o local da incidência do ISS é no estabelecimento prestador. São vinte e dois serviços em que se sujeitam ao ISS no local do resultado, os quais, se desdobrados em atividades específicas, multiplicam esse número. Os Municípios já estavam acostumados com a exceção, mas somente em relação aos serviços de administração, empreitada e subempreitada de obras, mas razoavelmente constatadas pelo fisco local, porque as obras de construção civil devem requerer licença de construção na Prefeitura e, por isso, eram previamente cadastradas, possibilitando o lançamento do ISS respectivo. Todavia, em relação aos demais serviços que fogem à regra geral do local da incidência, surgiu um impasse: de que forma os Municípios poderiam averiguar e cobrar o imposto de prestadores não estabelecidos nos seus territórios? Seria muito fácil a evasão fiscal, pois o prestador não se inscreve na Prefeitura onde vai prestar o serviço e não emite nota fiscal autorizada por esse próprio Município e, sim, de outro, onde está sediado ou estabelecido. Por esse motivo, o legislador da Lei Complementar nº. 116/03 resolveu relembrar aos legisladores municipais o art. 128 do Código Tributário Nacional, transcrito quase literalmente no art. 6º da referida lei complementar. O dito versículo autoriza atribuir, por lei, a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação. E identifica as duas modalidades possíveis: A) Por transferência: a responsabilidade é atribuída à terceira pessoa em caráter supletivo Sujeição Passiva Indireta; B) Por substituição: a responsabilidade é atribuída à terceira pessoa, excluindo a responsabilidade do contribuinte Sujeição Passiva Direta. Ao mencionar no início do art. 128: Sem prejuízo do disposto neste Capítulo, a lei pode atribuir..., resta claro que o CTN manteve as demais modalidades de responsabilidade ali previstas, como a dos sucessores e a responsabilidade de terceiros por solidariedade. Nas palavras de Amílcar Falcão, 1 a intensidade da responsabilidade varia, podendo ir da solidariedade à substituição completa do contribuinte. Na solidariedade, o credor pode escolher o devedor contra o qual agirá. Na substituição completa do contribuinte, não há mais que se falar em 1 Falcão, Amílcar de Araújo. Introdução ao Direito Tributário. 4ª ed., atualizada por Flávio Bauer Novelli, Rio de Janeiro, Forense, 1993, p. 88.

2 solidariedade, cabendo a ele, substituto, a exclusiva responsabilidade pela obrigação tributária. O art. 134 do CTN relaciona como responsáveis solidários ao contribuinte: I os pais, pelos tributos devidos por seus filhos menores; II os tutores e curadores, pelos tributos devidos por seus tutelados ou curatelados; III os administradores de bens de terceiros, pelos tributos devidos por estes; IV o inventariante, pelos tributos devidos pelo espólio; V o síndico e o comissário, pelos tributos devidos pela massa falida ou pelo concordatário; VI os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício, pelos tributos devidos sobre os atos praticados por eles, ou perante eles, em razão do seu ofício; VII os sócios, no caso de liquidação de sociedade de pessoas. Em todas as hipóteses acima, a responsabilidade solidária é tratada por via subsidiária, pois somente respondem pela obrigação quando há impossibilidade de exigência do cumprimento da obrigação pelo contribuinte. Ou seja, em vista de uma relação indireta e acidental mantida com o fato gerador da obrigação tributária, a lei atribui ao responsável a obrigação de pagamento em lugar e por conta do sujeito diretamente vinculado. Nota-se que estamos tratando de responsabilidade por transferência subsidiariamente solidária, devidamente prevista no art. 134 do CTN, e não da solidariedade tributária passiva, descrita no art. 124 do mesmo código: Art São solidariamente obrigadas: I as pessoas que tenham interesse comum na situação que constitua o fato gerador da obrigação principal; II as pessoas expressamente designadas por lei. Esta é a solidariedade no aspecto passivo, decorrente de lei, importando na garantia de mais uma pessoa em relação a uma mesma obrigação tributária, quando, então, a prestação é devida por mais de um devedor ao mesmo credor. Todos respondem, simultaneamente, pela obrigação tributária. Não se trata, portanto, de transferência de responsabilidade, nem tampouco de solidariedade subsidiária, pois todos respondem igualmente, não havendo benefício de ordem, ou seja, o credor tem o direito de escolher e de exigir de um dos devedores a dívida toda. Conforme se observa do texto legal, temos, no inciso I, a solidariedade de fato (por exemplo: três irmãos são proprietários de um mesmo imóvel, todos, portanto, co-devedores do IPTU), e, no inciso II, a solidariedade de direito, resultante de determinação expressa em lei (por exemplo: proprietário do

3 imóvel e o construtor da obra, os dois co-devedores do ISS, situação comumente aplicada nas leis municipais). Como se vê pelo exemplo dado, várias vezes a lei indica pessoas que não realizaram o fato gerador da obrigação, pretendendo-se, com isso, garantir o pagamento do tributo através da obrigação imposta a todas elas. Os efeitos da solidariedade são: O pagamento por um dos obrigados aproveita aos demais; A isenção ou remissão do crédito exonera todos os obrigados, salvo se concedida em caráter personalíssimo; Se há interrupção da prescrição a favor de um dos obrigados, esta favorece os demais; Se há interrupção da prescrição contra um dos obrigados, esta prejudica os demais. Substituto Tributário Substituto tributário é aquele que, por disposição legal, é obrigado ao pagamento do imposto em lugar do contribuinte. Diz Alfredo Augusto Becker: Existe substituto legal tributário toda vez em que o legislador escolher para sujeito passivo da relação jurídica tributária um outro qualquer indivíduo, em substituição daquele determinado indivíduo de cuja renda ou capital a hipótese de incidência é fato-signo presuntivo. 2 Verifica-se que o substituto legal tributário passa a ser o único a ocupar o pólo negativo da relação jurídica tributária, pressupondo a exclusão da responsabilidade da pessoa substituída, que é o contribuinte. Ensina Berliri 3 que a diferença fundamental entre o responsável e o substituto está em que, no primeiro caso, o legislador acrescenta à relação jurídica tributária preexistente uma terceira pessoa, que assume, solidária e subsidiariamente, a responsabilidade pelo pagamento do tributo, enquanto, na substituição, o legislador substitui a pessoa do contribuinte originário pela do substituto, que assume, dessa forma, a posição do contribuinte. Por força legal, no caso de substituição tributária, o contribuinte se ausenta do pólo negativo da relação jurídica, cabendo ao substituto a obrigação de cumprir as prestações materiais e formais do encargo, tendo, como conseqüência, o direito de impugnar o lançamento tributário contra si feito ou requerer repetição de indébito se julgar indevido o valor lançado. É de entender que o substituto é devedor originário da obrigação tributária, por dívida própria e não dívida alheia, razão de enquadrar-se numa sujeição passiva direta e não indireta. 2 Becker, Alfredo Augusto. Teoria Geral do Direito Tributário. 3ª ed., São Paulo, Lejus, 1998, p Berliri, Antonio. Corso istituzionale di Diritto Tributario. Milano, Giuffrè, 1965, p. 125.

4 Sobre a matéria, a lição de Amílcar Falcão: Ora, inegável é que todo sujeito passivo tributário tem, inerente ao seu status, o direito e o dever de cumprir obrigações formais ou materiais, ou de ver reconhecidas prerrogativas, atinentes à relação tributária, ou dela decorrentes. Entre estes direitos, está o de insurgir-se contra o débito do tributo, argüindo a sua ilegalidade, ou a sua inconstitucionalidade. (...) O substituto legal, como sujeito passivo que é, pode impugnar a relação tributária. Sim, porque, em primeiro lugar, só se deve pagar tributo devido. No caso de tratar-se de tributação ilegal, incumbe a quem esteja submetido à sua prestação a oposição ao pagamento. 4 Dessa maneira, vale ressaltar que o substituto não dispõe de instrumentos jurídicos tributários para ir contra a pessoa do substituído, ou seja, do contribuinte. Entretanto, seria possível aplicar o direito de regresso, consubstanciado no direito civil, tendo por finalidade garantir a recomposição do seu patrimônio, em casos de possíveis danos financeiros provocados pelo substituído. As multas em face da Responsabilidade O parágrafo único do art. 134, do CTN, dispõe que os responsáveis por transferência (subsidiária e solidária) somente respondem, em matéria de penalidades, às de caráter moratório. O motivo, por evidência, é de que tais responsáveis representam os sujeitos passivos diretos, os contribuintes, e se estes não pagam os tributos, os responsáveis ficam sub-rogados também no pagamento da multa moratória, ocorrida pelo atraso no pagamento do tributo. Não caberia a eles, responsáveis por transferência, arcar com as multas pecuniárias, porque, evidentemente, não contribuíram para a prática de fatos ilícitos. Vale ressaltar que qualquer ato ilícito praticado pelo próprio responsável, por sua própria atuação, torna-o pessoalmente responsável pelas infrações cometidas. Tais situações estão identificadas no art. 137 do CTN. Em relação aos Responsáveis por Substituição, sob sujeição passiva direta, todas as penalidades ocorridas, moratórias ou pecuniárias resultantes de multas, ficam sob sua responsabilidade, pois, neste caso, a relação jurídica é exclusiva entre a Fazenda Pública e o substituto tributário, sendo este o único devedor. Se houve a prática de um ilícito, a culpa recai unicamente sobre o substituto, e de mais ninguém, cabendo a ele a reparação do dano. 4 Falcão, Amílcar. Ob. cit. p. 90/91.

5 E se o substituto não quitar o débito, poderia a Fazenda Pública ir contra o contribuinte original? Mais uma vez, os ensinamentos de Amílcar Falcão: O que caracteriza a solidariedade é, exatamente, a faculdade que tem o credor de escolher o devedor contra o qual agirá. Ora, isto não se passa com a substituição. Pelo contrário, há mesmo uma dúvida, quanto a saber-se se o fisco pode, uma vez esgotado o patrimônio do substituto ou na impossibilidade de obter deste o tributo, ir haver do substituído sua prestação. Giannini acha que não, salvo expressa disposição de lei em contrário. Entretanto, a doutrina prevalente é no sentido de que tal é possível, salvo expressa vedação em lei. Flávio Bauer Novelli acrescenta: Com efeito, ao contrário do que sucede na solidariedade (e é, de resto, o que essencialmente a caracteriza), não há na substituição, em princípio, concorrência, na mesma obrigação, de substituto e substituído, cada um obrigado de per se à dívida pro toto, de modo a permitir à Fazenda a escolha do devedor contra o qual agirá. Ao invés disso, na substituição, salvo expressa disposição contrária, só ao substituto compete, em caráter principal, a idoneidade para ser sujeito passivo da correspondente relação tributária, assumindo esse, como tal, isto é, como responsável, o lugar do contribuinte, para excluí-lo, em regra, inteiramente. 5 Tudo, portanto, decorre da lei, mas se a lei expressamente institui a figura do substituto tributário, inegável o fato de que o legislador assume a posição de exonerar o substituído da obrigação, eliminando-o do foco da atuação da Fazenda. Retenção na fonte A retenção na fonte não significa necessariamente a caracterização do retentor como sujeito passivo da obrigação tributária, tratando-se, tão-somente, de uma forma adotada pela Administração, através de lei, que visa facilitar, ou tornar possível, a arrecadação do tributo. A lei institui uma obrigação de fazer às pessoas obrigadas a reter e recolher à Fazenda o tributo de outrem. O retentor não participa da relação jurídicotributária, agindo como agente de arrecadação por determinação legal do ente político. Sua atuação é nitidamente extratributária. Com maestria, Sacha Calmon distingue o mero retentor do responsável da seguinte forma: Só ao retentor pode ser imputado o delito de apropriação indébita. Os responsáveis só podem ser inadimplentes, nada mais. O dever de retentor é de fazer (facere) fazer a retenção e fazer a entrega do tributo retido. O dos 5 Falcão, Amílcar. Ob. cit. p. 89.

6 responsáveis é de dar (dare). O retentor jamais tem legitimidade para pedir a repetição, porque nada pagou, só reteve e entregou. Tampouco tem legitimidade para impugnar a exigência, por falta de interesse econômico ou moral. O responsável, seja qual for a modalidade, pode impugnar a exigência. 6 Sendo o substituto tributário o sujeito passivo da obrigação, sob sujeição passiva direta, surge, por aparência, um conflito de interpretação da regra jurídica ao nomear de forma generalizada o retentor de substituto, a quem caberia a obrigação de pagar o tributo por sua conta e dever. A partir do momento que retém na fonte pagadora o valor destinado ao erário público, evidencia-se a presença do efetivo contribuinte, aquele que sofreu a retenção, desvirtuando o conceito jurídico da substituição. Neste teor, o inestimável esclarecimento de Alfredo Augusto Becker: Quando a lei outorga ao substituto o direito de reembolso ou retenção na fonte contra o substituído, esta relação jurídica entre substituto e substituído não é de natureza tributária. A prestação que o substituído deve ao substituto é prestação jurídica, porém não jurídico-tributária. Em síntese: o que o substituído paga ao substituto não é tributo. 7 Mais adiante, o laureado autor conclui: O substituído não paga tributo ao substituto. A prestação jurídica do substituído que satisfaz o direito (de reembolso ou de retenção na fonte) do substituto, não é de natureza tributária, mas sim de natureza privada. Em outras palavras, caso o substituto seja o tomador de um serviço, pode negociar com o prestador a retenção do valor do imposto, como forma de ressarcimento do ônus que a lei lhe impôs. Contudo, essa relação nada tem a ver com a natureza tributária da operação. Para todos os efeitos legais tributários, a responsabilidade de pagar o imposto é do substituto. Conclusão Temos, assim, a considerar: A Solidariedade tributária passiva Art. 124 do CTN Toda dívida que alcança duas ou mais pessoas é solidária, salvo disposição de lei em contrário. A Responsabilidade subsidiária por transferência Art. 134 do CTN - A responsabilidade é atribuída à terceira pessoa em caráter supletivo Sujeição Passiva Indireta. 6 Coêlho, Sacha Calmon Navarro. Curso de Direito Tributário Brasileiro, p Becker, Alfredo Augusto. Ob. cit. p. 556/557.

7 A Substituição Tributária Art. 128 do CTN (parte) - a responsabilidade é atribuída à terceira pessoa, excluindo a responsabilidade do contribuinte Sujeição Passiva Direta. O Substituto, por assumir a posição do contribuinte, goza das prerrogativas constitucionais. Assim, incabível, por exemplo, um órgão público ser Substituto, devido a imunidade recíproca prevista na Constituição Federal. Retenção na fonte - A lei institui uma obrigação de fazer às pessoas obrigadas a reter e recolher à Fazenda tributo de outrem. Enfim, muito cuidado deve ser tomado pelo legislador ao instituir as normas jurídicas que pretenda promover, destacando as características de cada caso e definindo expressamente as atribuições de cada pessoa. Roberto Tauil Artigo revisado em outubro de 2009.

Responsabilidade Tributária: Na Sucessão Empresarial, na Dissolução Irregular e na Substituição Tributária. Marcelo Campos

Responsabilidade Tributária: Na Sucessão Empresarial, na Dissolução Irregular e na Substituição Tributária. Marcelo Campos Responsabilidade Tributária: Na Sucessão Empresarial, na Dissolução Irregular e na Substituição Tributária Marcelo Campos Responsabilidade Tributária Art. 121. Sujeito passivo da obrigação principal é

Leia mais

UNIDADE 5 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA

UNIDADE 5 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA UNIDADE 5 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA Sujeito Ativo Sujeito Passivo Objeto Causa Sujeito Ativo (Credor) Pode ser: Direto Estado (Capacidade Plena) Por delegação Por Sub-rogação - Desmembramento territorial Sujeito

Leia mais

Sujeição passiva e responsabilidade tributária

Sujeição passiva e responsabilidade tributária Sujeição passiva e responsabilidade tributária O art. 121 do Código Tributário Nacional trata da sujeição passiva. Diz o artigo: Art. 121. Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao

Leia mais

OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA PRINCIPAL E ACESSÓRIA

OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA PRINCIPAL E ACESSÓRIA 1 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA PRINCIPAL E ACESSÓRIA Conceito: A relação tributária surge da ocorrência de um fato previsto em uma norma como capaz de produzir esse efeito; a lei descreve um fato e atribui a este

Leia mais

Simulado Super Receita 2013 Direito Tributário Simulado Rafael Saldanha

Simulado Super Receita 2013 Direito Tributário Simulado Rafael Saldanha Simulado Super Receita 2013 Direito Tributário Simulado Rafael Saldanha 2013 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 01 - (ESAF/2012) Analise as proposições a seguir e

Leia mais

Desse modo, esse adquirente

Desse modo, esse adquirente 1-(FCC - 2012 - Prefeitura de São Paulo - SP - Auditor Fiscal do Município) Uma pessoa adquiriu bem imóvel, localizado em área urbana de município paulista, sem exigir que o vendedor lhe exibisse ou entregasse

Leia mais

06) Precisa atender o princípio da noventena: 01) Qual ente é destituído de poder para instituir tributo?

06) Precisa atender o princípio da noventena: 01) Qual ente é destituído de poder para instituir tributo? 01) Qual ente é destituído de poder para instituir tributo? a) União b) Estado c) Território Federal d) Distrito Federal 02) Qual diploma normativo é apto para estabelecer normas gerais em matéria de legislação

Leia mais

Contribuinte x Responsável Regulamento do Imposto de Importação e Exportação

Contribuinte x Responsável Regulamento do Imposto de Importação e Exportação Contribuinte x Responsável Regulamento do Imposto de Importação e Exportação Guilherme Ehlers Farias é sócio do escritório Rodrigues, Ehlers & Neves. Formado em Ciências Contábeis no Centro Universitário

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Responsabilidade tributária Publicado desde 1/2/2006 Cissa Almeida 1. INTRODUÇÃO 2. RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA 3. RESPONSABILIDADE POR SUBSTITUIÇÃO 4. RESPONSABILIDADE POR TRANSFERÊNCIA

Leia mais

Efeitos da sucessão no Direito Tributário. Os efeitos da sucessão estão regulados no art. 133 do CTN nos seguintes termos:

Efeitos da sucessão no Direito Tributário. Os efeitos da sucessão estão regulados no art. 133 do CTN nos seguintes termos: Efeitos da sucessão no Direito Tributário Kiyoshi Harada Os efeitos da sucessão estão regulados no art. 133 do CTN nos seguintes termos: Art. 133. A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir

Leia mais

Responsabilidade Tributária: dissolução irregular, subsidiariedade, solidariedade e substituição tributária

Responsabilidade Tributária: dissolução irregular, subsidiariedade, solidariedade e substituição tributária Responsabilidade Tributária: dissolução irregular, subsidiariedade, solidariedade e substituição tributária Pós-Doutora pela Universidade de Lisboa; Doutora pela PUC/SP; Mestre pela UFC; Professora Graduação

Leia mais

Direito Tributário 8. Capacidade tributária. 9. Domicílio tributário.

Direito Tributário 8. Capacidade tributária. 9. Domicílio tributário. Direito Tributário 8. Capacidade tributária. 9. Domicílio tributário. Sergio Karkache http://sergiokarkache.blogspot.com Capacidade Passiva x Convenções Particulares: Salvo disposições de lei em contrário,

Leia mais

ÍNDICE. Alguns estudos do autor... Prefácio...

ÍNDICE. Alguns estudos do autor... Prefácio... ÍNDICE Alguns estudos do autor................... Prefácio..................................... 5 11 Capítulo I - CONCEITO DE DIREITO TRIBUTÁRIO 1. Direito financeiro e direito tributário........ 23 2.

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Responsabilidade Tributária Clarissa Costa De Almeida * Cassiano Lúcio Lisboa Veríssimo ** Marcelo Cunha Barata *** TEXTO: INTRODUÇÃO Segundo o dicionário jurídico a palavra responsabilidade

Leia mais

DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO

DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO Art. 175 ao Art. 182 CTN Centro de Ensino Superior do Amapá Direito Financeiro e Tributário II Professora: Ilza Facundes Macapá-AP, 2013.1

Leia mais

www.direitofacil.com f ÅâÄtwÉ W Üx àé gü uâàöü É @ `öüv t cxä áátü

www.direitofacil.com f ÅâÄtwÉ W Üx àé gü uâàöü É @ `öüv t cxä áátü TRIBUTÁRIO 02 QUESTÕES DE CONCURSO 01 - (TTN/97 ESAF) O Distrito Federal pode instituir a) impostos, taxas e empréstimos compulsórios b) imposto sobre serviços de qualquer natureza; taxas, em razão do

Leia mais

Direito Tributário Nacional: Princípios Constitucionais Tributários. Fontes do Direito

Direito Tributário Nacional: Princípios Constitucionais Tributários. Fontes do Direito PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito Professor: Leandro Chiarello de Souza E-MAIL: leandrosouza@conection.com.br Período/ Fase: 5ª

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional 09/01/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1 Transferência de Crédito do ICMS pelos Optantes do... 4 3.2 Do Ressarcimento

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA SUJEIÇÃO PASSIVA EM DIREITO TRIBUTÁRIO PROF. HELCONIO ALMEIDA

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA SUJEIÇÃO PASSIVA EM DIREITO TRIBUTÁRIO PROF. HELCONIO ALMEIDA INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA SUJEIÇÃO PASSIVA EM DIREITO TRIBUTÁRIO PROF. HELCONIO ALMEIDA 1- Substituição tributária e antecipação do fato gerador (ST/AFG) Objetivos: Revisão e crítica sobre a SUBSTITUIÇÃO

Leia mais

Prof. Alexandre Lugon LEI FATO GERADOR DEVER JURÍDICO = PRESTAÇÃO TRIBUTO SANÇÃO DO ATO ILÍCITO

Prof. Alexandre Lugon LEI FATO GERADOR DEVER JURÍDICO = PRESTAÇÃO TRIBUTO SANÇÃO DO ATO ILÍCITO UNIDADE IV OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA LEI FATO GERADOR SUJEITO ATIVO SUJEITO PASSIVO DEVER JURÍDICO = PRESTAÇÃO Obrigação Trib Principal Prestação DE DAR: TRIBUTO SANÇÃO DO ATO ILÍCITO PENALIDADE PECUNIÁRIA

Leia mais

PRESTAÇÃO: PAGAR TRIBUTO SUJEITO PASSIVO CONTRIBUINTE RESPONSÁVEL SUBSTITUTO SUCESSOR OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA

PRESTAÇÃO: PAGAR TRIBUTO SUJEITO PASSIVO CONTRIBUINTE RESPONSÁVEL SUBSTITUTO SUCESSOR OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA Conceito O DIREITO TRIBUTÁRIO É DIREITO OBRIGACIONAL COMUM, POIS REGE RELAÇÕES PATRIMONIAIS DE DÉBITO, ENTRE MAIS DE UM SUJEITO, UM DOS QUAIS É UM ENTE PÚBLICO. SE É DIREITO OBRIGACIONAL,

Leia mais

VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito Tributário

VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito Tributário VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito Tributário Peça GABARITO COMENTADO O Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) é imposto de competência municipal, cabendo à lei complementar estabelecer

Leia mais

RECURSOS DIREITO TRIBUTÁRIO- ALEXANDRE LUGON PROVA 2 ATRFB (ÁREA GERAL) -DIREITO TRIBUTÁRIO

RECURSOS DIREITO TRIBUTÁRIO- ALEXANDRE LUGON PROVA 2 ATRFB (ÁREA GERAL) -DIREITO TRIBUTÁRIO RECURSOS DIREITO TRIBUTÁRIO- ALEXANDRE LUGON QUESTÃO 1 1 - Responda às perguntas abaixo e em seguida assinale a opção correta. I. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios cobrar

Leia mais

PARECER ANISTIA FISCAL MULTA E JUROS RENÚNCIA DE RECEITA

PARECER ANISTIA FISCAL MULTA E JUROS RENÚNCIA DE RECEITA Salvador, 17 de Março de 2014. Da: CAMP - Consultoria em Administração Pública Ltda. Para: Prefeito Municipal de Barrocas Senhor Prefeito, Vimos por meio deste, em atenção a consulta feita por V.Exª.,

Leia mais

01/03/2011. - art. 126, CTN. Pessoa física ou jurídica que possui o dever de pagar o tributo ou a penalidade pecuniária.

01/03/2011. - art. 126, CTN. Pessoa física ou jurídica que possui o dever de pagar o tributo ou a penalidade pecuniária. PROF DR SILVIO PRECIDO CREPLDI É a aptidão para ser titular do direito de o cumprimento da prestação pelo contribuinte, ou seja, é a envergadura para e os tributos, uma vez que não se confunde com a competência

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL X EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL X EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Em ação de indenização, em que determinada empresa fora condenada a pagar danos materiais e morais a Tício Romano, o Juiz, na fase de cumprimento de sentença, autorizou

Leia mais

OS LIMITES PARA A RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS SÓCIOS E ADMINISTRADORES POR DÉBITOS TRIBUTÁRIOS DA PESSOA JURÍDICA

OS LIMITES PARA A RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS SÓCIOS E ADMINISTRADORES POR DÉBITOS TRIBUTÁRIOS DA PESSOA JURÍDICA OS LIMITES PARA A RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS SÓCIOS E ADMINISTRADORES POR DÉBITOS TRIBUTÁRIOS DA PESSOA JURÍDICA 1. Introdução Miguel Teixeira Filho Advogado em Joinville/SC www.teixeirafilho.com.br

Leia mais

Especial Área Fiscal Direito Tributário Professor Irapuã Beltrão

Especial Área Fiscal Direito Tributário Professor Irapuã Beltrão 1 O que você aconselha para quem começa agora a se preparar para a área fiscal? Em primeiro lugar, deve ser elaborado algum tipo de planejamento de estudo, com reserva de tempo para aulas num bom curso

Leia mais

AULA 18 1. O sujeito ativo da obrigação tributária é tema que o CTN conceitua no art.119:

AULA 18 1. O sujeito ativo da obrigação tributária é tema que o CTN conceitua no art.119: Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Direito Tributário / Aula 18 Professor: Mauro Luís Rocha Lopes Monitora: Mariana Simas de Oliveira AULA 18 1 CONTEÚDO DA AULA:Sujeito Ativo da OT (continuação).sujeito

Leia mais

1-RELATÓRIO 2- FUNDAMENTAÇÃO PARECER: 41 / 2009

1-RELATÓRIO 2- FUNDAMENTAÇÃO PARECER: 41 / 2009 PARECER: 41 / 2009 ASSUNTO: Descabimento da exigência de nota fiscal de serviços para pagamento de valores de aluguel contratados com a Administração Pública. ENTIDADE INTERESSADA: UESPI- Universidade

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Em 2003, João ingressou como sócio da sociedade D Ltda. Como já trabalhava em outro local, João preferiu não participar da administração da sociedade. Em janeiro

Leia mais

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1.

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1. Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA Índice 1. Anotações de Aula 1. ANOTAÇÕES DE AULA DIREITO TRIBUTARIO NO CTN Art. 155-A CTN.

Leia mais

Direito Tributário. Módulo IV: Obrigação Tributária e Crédito Tributário.

Direito Tributário. Módulo IV: Obrigação Tributária e Crédito Tributário. Direito Tributário Módulo IV: Obrigação Tributária e Crédito Tributário. Obrigação Tributária Relação obrigacional entre Poder Público e Contribuinte. Obrigação Tributária Espécies: 1. Principal (obrigação

Leia mais

TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL/2000

TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL/2000 TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL/2000 01) A prestação de serviço militar é compulsória e não constitui sanção a ato ilícito, porém não tem a natureza de tributo porque não é prestação pecuniária. Os impostos,

Leia mais

Prefeitura Municipal De Belém Gabinete do Prefeito

Prefeitura Municipal De Belém Gabinete do Prefeito LEI N.º 7.934, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998 Dispõe sobre alterações na legislação tributária municipal e dá outras providências. seguinte lei: A Câmara Municipal de Belém estatui e eu sanciono a Art. 1 o

Leia mais

11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas. Da sociedade em comum

11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas. Da sociedade em comum 11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas As sociedades não-personificadas são sociedades que não tem personalidade jurídica própria, classificada em: sociedade em comum e sociedade

Leia mais

RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA CISÃO PARCIAL

RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA CISÃO PARCIAL RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA CISÃO PARCIAL Gilberto de Castro Moreira Junior * O artigo 229 da Lei das Sociedades Anônimas (Lei nº 6.404/76) define a cisão como sendo a operação pela qual a companhia

Leia mais

I quando o prestador de serviços estabelecido no Município do Rio de Janeiro executar serviço;

I quando o prestador de serviços estabelecido no Município do Rio de Janeiro executar serviço; DECRETO N.º 32.250 DE 11 DE MAIO DE 2010. [Publicado no D.O. Rio de 12.05.2010.] [Alterado pelo Decreto nº 32.549, de 20.07.2010, publicado no D.O. Rio de 21.07.2010.] [Alterado pelo Decreto nº 32.601,

Leia mais

O REGIME PAULISTA DE ANTECIPAÇÃO DO ICMS E A INDEVIDA EXIGÊNCIA, DOS ADQUIRENTES VAREJISTAS, DO IMPOSTO DEVIDO POR SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA.

O REGIME PAULISTA DE ANTECIPAÇÃO DO ICMS E A INDEVIDA EXIGÊNCIA, DOS ADQUIRENTES VAREJISTAS, DO IMPOSTO DEVIDO POR SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA. O REGIME PAULISTA DE ANTECIPAÇÃO DO ICMS E A INDEVIDA EXIGÊNCIA, DOS ADQUIRENTES VAREJISTAS, DO IMPOSTO DEVIDO POR SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA. 2009-07-31 Adma Felícia B. M. Nogueira Tatiane Aparecida Mora

Leia mais

01 - (Delegado/PF/97 CESPE/UNB) No que se refere ao sujeito passivo da obrigação tributária, julgue os itens abaixo.

01 - (Delegado/PF/97 CESPE/UNB) No que se refere ao sujeito passivo da obrigação tributária, julgue os itens abaixo. TRIBUTÁRIO 10 QUESTÕES DE CONCURSO 01 - (Delegado/PF/97 CESPE/UNB) No que se refere ao sujeito passivo da obrigação tributária, julgue os itens abaixo. (1) ( ) Em se tratando de obrigação acessória, o

Leia mais

EXERCÍCIOS DE APROFUNDAMENTO ICMS SP/2006 PARTE III

EXERCÍCIOS DE APROFUNDAMENTO ICMS SP/2006 PARTE III EXERCÍCIOS DE APROFUNDAMENTO ICMS SP/2006 PARTE III Olá pessoal, vamos à PARTE III da bateria de questões que selecionei dos últimos concursos realizados pela FCC e outras bancas, de acordo com o edital

Leia mais

DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE

DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE 1 SIMPLES NITERÓI. Lei nº 2115 de 22 de dezembro 2003. A Câmara Municipal de Niterói decreta e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Fica instituído, na forma

Leia mais

A limitação da responsabilidade do adquirente de estabelecimento empresarial

A limitação da responsabilidade do adquirente de estabelecimento empresarial A limitação da responsabilidade do adquirente de estabelecimento empresarial O emprego da analogia no preenchimento das lacunas do Art. 133 do CTN Gerd Willi Rothmann Professor mestre, doutor e livre-docente

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 Dispõe sobre instauração e organização de processo de tomada de contas especial e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso do

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO ASSESSORIA TÉCNICO-LEGISLATIVA DECRETO Nº 110, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2009

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO ASSESSORIA TÉCNICO-LEGISLATIVA DECRETO Nº 110, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2009 DECRETO Nº 110, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2009 PUBLICADO EM PLACAR Em / / Dispõe sobre a regulamentação da Lei Complementar nº 187, de 12 de agosto de 2009, que autoriza a transação tributária para fins de

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A identificação do sujeito passivo na relação jurídica tributária brasileira Elizabete Rosa de Mello* Introdução O poder de tributar no Estado Democrático de Direito é exercido pelo

Leia mais

República Federativa do Brasil Estado do Ceará Município de Juazeiro do Norte Poder Executivo

República Federativa do Brasil Estado do Ceará Município de Juazeiro do Norte Poder Executivo DECRETO N.º 501, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. Regulamenta a instituição do gerenciamento eletrônico do ISSQN- Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, a escrituração econômico-fiscal e a emissão de documento

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 013, DE 21 DE MAIO DE 2002.

LEI COMPLEMENTAR Nº 013, DE 21 DE MAIO DE 2002. LEI COMPLEMENTAR Nº 013, DE 21 DE MAIO DE 2002. DISPÕE SOBRE A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA RELATICA AO ISSQN IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA. A CAMARA MUNICIPAL DE ANAPOLIS aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

Fiscal - quando seu principal objetivo é a arrecadação de recursos financeiros para o Estado.

Fiscal - quando seu principal objetivo é a arrecadação de recursos financeiros para o Estado. TRIBUTO Conceito: É toda prestação pecuniária, compulsória, em moeda ou cujo valor nela possa se exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa

Leia mais

constitucional dos Estados e Municípios d) supletiva da legislação dos Estados e Municípios e) concorrente com os Estados e os Municípios

constitucional dos Estados e Municípios d) supletiva da legislação dos Estados e Municípios e) concorrente com os Estados e os Municípios 01- O estabelecimento de normas gerais em matéria de legislação tributária sobre obrigação, lançamento, crédito, prescrição e decadência tributários, deverá fazer-se, segundo norma contida na Constituição,

Leia mais

DECRETO Nº13.112, DE 08 DE AGOSTO DE 2002.

DECRETO Nº13.112, DE 08 DE AGOSTO DE 2002. DECRETO Nº13.112, DE 08 DE AGOSTO DE 2002. REGULAMENTA A LEI COMPLEMENTER Nº 13 DE 21/05/2002 QUE INSTITUI HIPOTESES DE RESPONSABILIDADE PELO PAGAMENTO DO ISS (IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS) E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

Decreto Nº1601 de 19 de Agosto de 2009 DECRETA:

Decreto Nº1601 de 19 de Agosto de 2009 DECRETA: Decreto Nº1601 de 19 de Agosto de 2009 Av. Presidente Vargas, 3.215 Vila Maria INSTITUI O GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DO ISSQN, A ESCRITURAÇÃO ECONÔMICO- FISCAL E A EMISSÃO DE GUIA DE RECOLHIMENTO POR MEIOS

Leia mais

Murillo Lo Visco 1 Editora Ferreira

Murillo Lo Visco 1 Editora Ferreira Olá pessoal! Sabemos que se aproxima a prova do concurso destinado a selecionar candidatos para provimento de vagas no cargo de Fiscal de Rendas de 3ª Categoria, do quadro da Secretaria de Estado de Fazenda

Leia mais

CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE TRIBUTÁRIO FCC

CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE TRIBUTÁRIO FCC CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE TRIBUTÁRIO FCC Lançamento 1-(FCC - 2012 - Prefeitura de São Paulo - SP - Auditor Fiscal do Município) Um contribuinte do Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU possuía

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO FICHA DE RESPOSTA AO RECURSO CARGO: TÉCNICO DA FAZENDA MUNICIPAL

CONCURSO PÚBLICO FICHA DE RESPOSTA AO RECURSO CARGO: TÉCNICO DA FAZENDA MUNICIPAL CARGO: TÉCNICO DA FAZENDA MUNICIPAL QUESTÃO Nº 13 Gabarito divulgado: D Mantemos o gabarito apresentado na alternativa D. A candidata indicou a alternativa correta, ou seja a alternativa D. Recurso improcedente.

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA DECRETO Nº 13.346, DE 24 DE JUNHO DE 2013. Regulamenta a Lei Complementar nº 4.403, de 5 de junho de 2013, que Estabelece obrigação de uso do sistema ITBI

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS Prefeitura Municipal de Pirenópolis DECRETO N 2.492714. Gabinete DE 31 DE 01 DE 2014.

ESTADO DE GOIÁS Prefeitura Municipal de Pirenópolis DECRETO N 2.492714. Gabinete DE 31 DE 01 DE 2014. DECRETO N 2.492714. DE 31 DE 01 DE 2014. "INSTITUI O GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DO ISSQN, A ESCRITURAÇÃO ECONÔMICO- FISCAL E A EMISSÃO DE GUIA DE RECOLHI MENTO POR MEIOS ELETRÔNICOS, RELATI VÁS AO ISSQN

Leia mais

Comentários da prova ISS-SJC/SP Disciplina: Direito Tributário Professora: Aline Martins

Comentários da prova ISS-SJC/SP Disciplina: Direito Tributário Professora: Aline Martins Comentários da prova ISS-SJC/SP Prof. Aline Martins 1 de 7 ANÁLISE DAS QUESTÕES DE DIREITO TRIBUTÁRIO ISS-SJC/SP Oi pessoal! Vou comentar abaixo as quatro questões de Direito Tributário da prova do concurso

Leia mais

LEI Nº 13.043, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 LEI DE CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651 ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

LEI Nº 13.043, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 LEI DE CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651 ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA LEI Nº 13.043, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 LEI DE CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651 ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA A Medida Provisória (MP) nº 651/14 promoveu diversas alterações na legislação tributária

Leia mais

Súmario APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO SINOPSES PARA CARREIRAS FISCAIS... 11

Súmario APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO SINOPSES PARA CARREIRAS FISCAIS... 11 Súmario APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO SINOPSES PARA CARREIRAS FISCAIS... 11 CAPÍTULO I DIREITO TRIBUTÁRIO, TRIBUTO E SUAS ESPÉCIES... 13 1. Breve introdução ao Direito Tributário...13 2. Tributo...14 3. Espécies

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 306 1

LEI COMPLEMENTAR Nº 306 1 LEI COMPLEMENTAR Nº 306 1 Institui hipótese de responsabilidade pelo pagamento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB EXAME DE ORDEM 2010/2 PROVA DISCURSIVA DIREITO TRIBUTÁRIO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB EXAME DE ORDEM 2010/2 PROVA DISCURSIVA DIREITO TRIBUTÁRIO Questão 1 MÁRIO ROBERTO possui terreno limítrofe entre as zonas urbana e rural do município de Pedra Grande. No ano de 2009, ele recebeu o carnê do IPTU, emitido pela Secretaria de Fazenda de Pedra Grande,

Leia mais

A responsabilidade do inquilino pelo pagamento do IPTU Imposto Predial e Territorial Urbano, relativo ao imóvel locado.

A responsabilidade do inquilino pelo pagamento do IPTU Imposto Predial e Territorial Urbano, relativo ao imóvel locado. A responsabilidade do inquilino pelo pagamento do IPTU Imposto Predial e Territorial Urbano, relativo ao imóvel locado. RONALDO MARTON Consultor Legislativo da Área III Tributação, Direito Tributário MARÇO/2006

Leia mais

Ampliação do Conceito de Estabelecimento e a Responsabilidade Solidária. Lei Nº 13.918 de 22 de dezembro de 2009. Setembro/2010. www.simonaggio.adv.

Ampliação do Conceito de Estabelecimento e a Responsabilidade Solidária. Lei Nº 13.918 de 22 de dezembro de 2009. Setembro/2010. www.simonaggio.adv. Ampliação do Conceito de Estabelecimento e a Responsabilidade Solidária Lei Nº 13.918 de 22 de dezembro de 2009 Setembro/2010 1 O ESTABELECIMENTO E O CÓDIGO CIVIL O estabelecimento como objeto de direito

Leia mais

Ilegalidade e inconstitucionalidade da cobrança da Contribuição Sindical Rural. Proposta de sua extinção

Ilegalidade e inconstitucionalidade da cobrança da Contribuição Sindical Rural. Proposta de sua extinção Ilegalidade e inconstitucionalidade da cobrança da Contribuição Sindical Rural. Proposta de sua extinção Kiyoshi Harada* É pacífico na doutrina e na jurisprudência que o crédito tributário resulta do ato

Leia mais

OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA. FATO GERADOR e OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA. Curso Online Intensivo OAB/FGV - V Exame Unificado

OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA. FATO GERADOR e OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA. Curso Online Intensivo OAB/FGV - V Exame Unificado Curso Online Intensivo OAB/FGV - V Exame Unificado Direito Tributário Aula 07 Professor Claudio Carneiro Fato Gerador Classificação do Fato Gerador Elementos do Fato Gerador Integral Relação Jurídica Tributária

Leia mais

Prefeitura Municipal de Belém Secretaria Municipal de Finanças

Prefeitura Municipal de Belém Secretaria Municipal de Finanças INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 004/2009 GABS/SEFIN Disciplina a emissão de Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) e dá outras providências. O Secretário de Finanças do Município de Belém, no uso das atribuições

Leia mais

A empresa formalizou consulta acerca da utilização de créditos relacionados à entrada de combustíveis, aos seguintes termos, em síntese:

A empresa formalizou consulta acerca da utilização de créditos relacionados à entrada de combustíveis, aos seguintes termos, em síntese: Assunto : Consulta utilização de créditos de combustíveis. EMENTA: CONSULTA EMPRESA TRANSPORTADORA - CRÉDITOS DE COMBUSTÍVEIS. ANÁLISE. 1. RELATÓRIO: A empresa formalizou consulta acerca da utilização

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE COTIA Estado de São Paulo

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE COTIA Estado de São Paulo LEI COMPLEMENTAR Nº 98, DE 23 DE JULHO DE 2008. INSTITUI O GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA ISSQN, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. JOAQUIM H. PEDROSO NETO, Prefeito do

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL V EXAME UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA PROVA DO DIA 4/12/2011 DIREITO TRIBUTÁRIO

CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL V EXAME UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA PROVA DO DIA 4/12/2011 DIREITO TRIBUTÁRIO DIREITO TRIBUTÁRIO PEÇA PRÁTICO-PROFISSIONAL Trata-se de ação de consignação em pagamento, com previsão no art. 164, I, do CTN, tendo em vista que a Fazenda Municipal se recusa a receber a prestação tributária

Leia mais

Redução Juros sobre Multa Punitiva. Redução Multa Punitiva. Parcela Única 60% 60% 75% 75% - N/A

Redução Juros sobre Multa Punitiva. Redução Multa Punitiva. Parcela Única 60% 60% 75% 75% - N/A TRIBUTÁRIO 16/11/2015 ICMS - Regulamentação do Programa Especial de Parcelamento do Estado de São Paulo PEP Reduções Com base na autorização do Convênio ICMS 117/2015, de 07 de outubro de 2015, no último

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA LEI Nº 3.256, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2003 Institui o programa de recuperação de créditos tributários da fazenda pública municipal REFIM e dá outras providências. Piauí Lei: O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA,

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Determinada pessoa jurídica declarou, em formulário próprio estadual, débito de ICMS. Apesar de ter apresentado a declaração, não efetuou o recolhimento do crédito

Leia mais

Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Dívida Ativa. Cartilha aos Órgãos de Origem 8/3/2013

Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Dívida Ativa. Cartilha aos Órgãos de Origem 8/3/2013 2013 Procuradoria Geral da Fazenda Nacional Dívida Ativa Cartilha aos Órgãos de Origem Esta cartilha tem por fim informar e explicar o que é a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional PGFN, quais créditos

Leia mais

CAPÍTULO I DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA

CAPÍTULO I DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA LEI Nº 2.182, DE 24 DE MAIO DE 2011. Institui a Nota Fiscal Eletrônica de Serviços no Município de Louveira, define forma, prazo e declarações de recolhimento do ISSQN pelo Sistema Eletrônico e dá outras

Leia mais

Instrução Normativa SMF nº 001, de 03 de novembro de 2010

Instrução Normativa SMF nº 001, de 03 de novembro de 2010 Instrução Normativa SMF nº 001, de 03 de novembro de 2010 DISCIPLINA A COBRANÇA E O RECOLHIMENTO DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA ISS INCIDENTE SOBRE SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE EXERCÍCIOS

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 Recolhimento Espontâneo 001 Quais os acréscimos legais que incidirão no caso de pagamento espontâneo de imposto ou contribuição administrado pela Secretaria da Receita

Leia mais

REGULAMENTAÇÕES E SITUAÇÕES ESPECIAIS TEXTOS LEGAIS ESPECÍFICOS

REGULAMENTAÇÕES E SITUAÇÕES ESPECIAIS TEXTOS LEGAIS ESPECÍFICOS CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO MUNICÍPIO DE CUIABÁ - MATO GROSSO. Dispõe sobre o Sistema Tributário do Município de Cuiabá - MT. Lei Complementar nº 043 de 23 de dezembro 1997. Publicado na Gazeta Municipal nº 374

Leia mais

Prefeitura Municipal de Ibirataia Estado da Bahia

Prefeitura Municipal de Ibirataia Estado da Bahia DECRETO Nº 3857, de 29 de setembro de 2015. "Institui e Regulamenta a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS e) no Município de Ibirataia e dá outras providências." O Prefeito do Município de Ibirataia,,

Leia mais

O Processo Administrativo na Inscrição em Dívida Ativa Tributária

O Processo Administrativo na Inscrição em Dívida Ativa Tributária O Processo Administrativo na Inscrição em Dívida Ativa Tributária Fato que provoca discussões e controvérsias é se a inscrição de um crédito tributário na Dívida Ativa exige sempre o registro do número

Leia mais

Vamos lá... *** a) Artigo 168: No caso de interrupção de pagamento de débito parcelado, o saldo proporcional

Vamos lá... *** a) Artigo 168: No caso de interrupção de pagamento de débito parcelado, o saldo proporcional Olá pessoal, tudo bem? Muitos estudos? Espero que sim. Vou começar a trabalhar com vocês alguns aspectos importantes da Legislação do ICMS RJ que podem ser cobrados no próximo concurso para Auditor Fiscal

Leia mais

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 20.067/13/2ª Rito: Sumário PTA/AI: 16.000471082-03 Impugnação: 40.

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 20.067/13/2ª Rito: Sumário PTA/AI: 16.000471082-03 Impugnação: 40. Acórdão: 20.067/13/2ª Rito: Sumário PTA/AI: 16.000471082-03 Impugnação: 40.010133267-67 Impugnante: Origem: EMENTA A. C. de Araújo CNPJ: 11.320118/0001-13 DF/Contagem RESTITUIÇÃO ICMS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

Leia mais

A extensão dos efeitos das causas interruptivas da prescrição na responsabilidade solidária: imprescritibilidade das dívidas fiscais?

A extensão dos efeitos das causas interruptivas da prescrição na responsabilidade solidária: imprescritibilidade das dívidas fiscais? A extensão dos efeitos das causas interruptivas da prescrição na responsabilidade solidária: imprescritibilidade das dívidas fiscais? Andréa Medrado Darzé Doutora PUC/SP e Conselheira CARF Causas interruptivas

Leia mais

Marcos Soares da Mota e Silva

Marcos Soares da Mota e Silva Marcos Soares da Mota e Silva Pós-graduado em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET) e em Direito Processual Tributário pela Universidade de Brasília (UnB). Graduado

Leia mais

OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA

OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA DIREITO TRIBUTÁRIO Ricardo Alexandre + Revisaço DPU INTRODUÇÃO - Exemplos de obrigações tributárias: pagar tributo (dar dinheiro), escriturar livros fiscais (fazer) ou de não receber

Leia mais

Palestra. ICMS/SP Substituição Tributária Regime Especial Distribuidor. Apoio: Elaborado por: Giuliano Kessamiguiemon Gioia

Palestra. ICMS/SP Substituição Tributária Regime Especial Distribuidor. Apoio: Elaborado por: Giuliano Kessamiguiemon Gioia Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Seguro Garantia É o seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador perante o segurado, conforme os termos da apólice.

Seguro Garantia É o seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador perante o segurado, conforme os termos da apólice. 2 Definição Seguro Garantia É o seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador perante o segurado, conforme os termos da apólice. Partes Seguradora - Sociedade de seguros garantidora,

Leia mais

DECRETO Nº. 531 DE 01 DE JULHO DE 2012.

DECRETO Nº. 531 DE 01 DE JULHO DE 2012. DECRETO Nº. 531 DE 01 DE JULHO DE 2012. Regulamenta o uso da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica no ISSQN, a forma e o prazo de recolhimento dos tributos municipais e respectivos acréscimos perante o Código

Leia mais

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PORTARIA N.º 3 DE 22 /11 /2005 Dispõe sobre a prova de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE:

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE: LEI COMPLEMENTAR Nº 21, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1988 Institui o Imposto sobre a Transmissão causa mortis e Doação de Bens ou Direitos. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE: seguinte Lei: FAÇO SABER que o Poder

Leia mais

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 20.263/11/3ª Rito: Sumário PTA/AI: 01.000170049-08 Impugnação: 40.

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 20.263/11/3ª Rito: Sumário PTA/AI: 01.000170049-08 Impugnação: 40. Acórdão: 20.263/11/3ª Rito: Sumário PTA/AI: 01.000170049-08 Impugnação: 40.010130113-59 Impugnante: Proc. S. Passivo: Origem: EMENTA Reipel Comercial Ltda IE: 702765776.00-10 Luciomar Alves de Oliveira/Outro

Leia mais

CURSO SOBRE TRIBUTAÇÃO MUNICIPAL PANORAMA DO SISTEMA TRIBUTÁRIO MUNICIPAL

CURSO SOBRE TRIBUTAÇÃO MUNICIPAL PANORAMA DO SISTEMA TRIBUTÁRIO MUNICIPAL CURSO SOBRE TRIBUTAÇÃO MUNICIPAL PANORAMA DO SISTEMA TRIBUTÁRIO MUNICIPAL FUNÇÃO DOS TRIBUTOS FUNÇÃO FISCAL OU ARRECADATÓRIA; FUNÇÃO EXTRAFISCAL OU REGULATÓRIA NECESSIDADE ARRECADATÓRIA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAMBUÍ Praça Mozart Torres, 68 Bairro Centro Cep.: 38.900-000 BAMBUÍ - MG CNPJ: 20.920.567/0001-93

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAMBUÍ Praça Mozart Torres, 68 Bairro Centro Cep.: 38.900-000 BAMBUÍ - MG CNPJ: 20.920.567/0001-93 . DECRETO Nº 1.763 DE 18 DE MARÇO DE 2014. PREFEITO MUNICIPAL DE BAMBUÍ, em vigor, Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais, DECRETA: CAPÍTULO I DO SISTEMA ELETRÔNICO DE GESTÃO DO ISSQN

Leia mais

Seguro Garantia - Seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador perante o segurado, conforme os termos da apólice.

Seguro Garantia - Seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador perante o segurado, conforme os termos da apólice. GUIA DE SEGURO GARANTIA PARA CONSULTA FENSEG QUEM SÃO AS PARTES Seguro Garantia - Seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador perante o segurado, conforme os termos da apólice.

Leia mais

Ilegalidade da retenção pela Administração Pública dos pagamentos devidos a contratada com irregularidade fiscal

Ilegalidade da retenção pela Administração Pública dos pagamentos devidos a contratada com irregularidade fiscal Ilegalidade da retenção pela Administração Pública dos pagamentos devidos a contratada com irregularidade fiscal Leone Coelho Bagagi Mestrando em Administração Pública pela Universidade Federal da Bahia

Leia mais

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Empresarial Aula nº 01 DIREITO EMPRESARIAL

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Empresarial Aula nº 01 DIREITO EMPRESARIAL DIREITO EMPRESARIAL 1. Atividade Empresarial ( art. 966 e ss do CC) Art. 966. Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens

Leia mais

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL Direito Societário É subárea do direito empresarial que disciplina a forma de exercício coletivo de atividade econômica empresária; Importante observação sobre as questões da primeira fase da OAB: 25%

Leia mais

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Tomáz de Aquino Resende Promotor de Justiça. Coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Tutela de Fundações de Minas Gerais.

Leia mais

RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE

RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE compilações doutrinais RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE Carlos Barbosa Ribeiro ADVOGADO (BRASIL) VERBOJURIDICO VERBOJURIDICO

Leia mais

MATERIAL DE APOIO MONITORIA

MATERIAL DE APOIO MONITORIA Delegado Federal Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.01.2010 Aula n.º 08 MATERIAL DE APOIO MONITORIA Índice 1. Artigos Correlatos 1.1 Lançamento por homologação 2. Jurisprudência

Leia mais