RÁDIO NA ESCOLA: FAZ SENTIDO ISSO?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RÁDIO NA ESCOLA: FAZ SENTIDO ISSO?"

Transcrição

1 RÁDIO NA ESCOLA: FAZ SENTIDO ISSO? Vitor Nunes CAETANO CE PROF. ERNESTO FARIA / SEEDUC RJ MESTRANDO DO PPGEB / CAP- UERJ RESUMO Nestes tempos podemos ainda considerar como inovadoras propostas que enfoquem o uso de mídias na educação? Esta talvez não seja uma resposta fácil de ser dada, isto porque quando nos referimos a tais inovações esperamos que estas tragam em seu bojo elementos diferenciados, que nos permitam fazer coisas que transcendam ações que dificilmente seriam alcançadas com estratégias e metodologias tradicionais, sem necessariamente substituí-las. E sendo capazes de impactar positivamente a aprendizagem de crianças e adolescente não só em conceitos, mas em atitudes, valores, habilidades e competências, esperaríamos que isso legitimassem a sua necessária pertença ao rol de atividades do cotidiano escolar. No entanto, apesar do imenso potencial de contribuição e impactos positivos que essas várias experiências possam ter demonstrado, tais ações ainda não se tornaram algo comum da rotina de atividades de nossas escolas. É dentro desse contexto que relatamos a experiência que vivenciamos durante a implantação do projeto de web radio no CE Prof. Ernesto Faria, enquanto participávamos do curso de educomunicação desenvolvido pelo Programa Nas Ondas do Ambiente, uma iniciativa da Superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro (SEA) em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). PALAVRAS-CHAVE: Educomunicação - Mídia - Rádio escolar. 1

2 1. INTRODUÇÃO Nestes tempos podemos ainda considerar como inovadoras propostas que enfoquem o uso de mídias na educação? Esta talvez não seja uma resposta fácil de ser dada, isto porque quando nos referimos a tais inovações esperamos que estas tragam em seu bojo elementos diferenciados, que nos permitam fazer coisas que transcendam ações que dificilmente seriam alcançadas com estratégias e metodologias tradicionais, sem necessariamente substituí-las. E sendo capazes de impactar positivamente a aprendizagem de crianças e adolescente não só em conceitos, mas em atitudes, valores, habilidades e competências, esperaríamos que isso legitimassem a sua necessária pertença ao rol de atividades do cotidiano escolar, como espera as Diretrizes Curriculares Nacionais DCN, estimulando que se faça: produção de mídias nas escolas a partir da promoção de atividades que favoreçam as habilidades de leitura e análise do papel cultural, político e econômico dos meios de comunicação na sociedade (2013, p.200) No entanto, apesar do imenso potencial de contribuição e impactos positivos que essas várias experiências possam ter demonstrado, tais ações ainda não se tornaram algo comum da rotina de atividades de nossas escolas. Em uma monografia apresentada em maio de 2011 como trabalho final do curso de especialização em Mídias na Educação gerenciado pelo NUTES / UFRJ, tive a possibilidade de registrar o processo desenvolvido na oficina de rádio que dinamizei no Polo de Educação pelo Trabalho José Emygdio de Oliveira no período de 2003 a 2012, com alunos do ensino fundamental da rede municipal de educação do Rio de Janeiro, apontando também referenciais teóricos que embasassem e corroborassem as ações realizadas, como aquelas preconizadas pelo projeto EDUCO / NCE - USP (CAETANO, 2011), nos deparamos com diferentes boas ideias, que muito embora tenham carregado consigo o forte apelo de oportunizar aos estudantes de escolas de ensino fundamental e médio, experiências e vivências com a produção de conteúdos em diversas mídias, agregando maior valor a formação destes, se constituíram ao longo do tempo em ações praticamente pontuais, de vida breve e não como parte de um processo contínuo, consistente e permanente, capaz de interagir de fato com as demais atividades que trafegam pelo cotidiano escolar. É neste contexto que apresentamos a experiência de web rádio que relatamos a seguir. Muito embora não sendo novidade, ainda é uma inovação de valor. 2. OBJETIVOS Tendo como referencia o processo de implantação de um projeto de web rádio escolar no CE Prof. Ernesto Faria a partir da participação do curso oferecido pelo Programa Nas Ondas do Ambiente / SEA e UERJ, propomos discutir até que ponto a realização de projetos de rádios escolares é algo pertinente e possível. E se a sua viabilidade enquanto estratégia pedagógica é de fato passível de ser incorporada ao rol de atividades didáticas já realizadas pelas escolas, agregando assim inúmeras contribuições. 2

3 3. METODOLOGIA Descrição das experiências vivenciadas por professores e alunos no curso proposto pelo Programa Nas Ondas do Ambiente à luz de referenciais que embasam o uso de mídias na educação. 4. DISCUSSÃO TEÓRICA De modo geral espera-se que uma proposta de rádio escola deva corroborar a necessidade de que, cada vez mais, estratégias e metodologias aplicadas ao cotidiano escolar incorporem o uso de mídias e tecnologias de informação e comunicação, por serem estas as linguagens preponderantes nestes novos tempos, com o intuito de que os estudantes agreguem a sua formação elementos que os tornem cada vez mais críticos e criativos. No entanto, desconfiamos que as nossas melhores intenções, ainda não sejam suficientes para garantir o efetivo acolhimento da ideia de vermos e ouvirmos projetos de rádios em muitas de nossas escolas. Às vezes, para que tais oportunidades passem do planos das ideias para o plano da realização, entendemos que não basta o desejo pulsante de fazer, pois dentro das escolas podemos é comum nos depararmos com forças que se constituem em impedimentos que tornam difícil levar uma boa ideia adiante, o maior deles está na organização do tempo e do espaço escolar, que por vezes não permite e impossibilita que se faça algo diferente determinado pelo roteiro tradicional de educar: Associado à integração de saberes significativos, há que se evitar a prática, ainda frequente, de um número excessivo de componentes em cada tempo de organização do curso, gerando não só fragmentação como o seu congestionamento.(dcn, 2013, p.181) O sonho antigo de desenvolver um projeto de rádio escola no CE Prof. Ernesto Faria (CEPEF) enfim tomou corpo em Muito embora já tivesse certa experiência na implantação de projetos de rádio escola em uma outra unidade escolar, as condições favoráveis para que isso ocorresse no CEPEF ainda não tinham se estabelecido. Por uma lado havia uma certa resistência da direção da escola sobre como se daria o envolvimento dos alunos com o gerenciamento dessa rádio, o tipo de música que seria executada, os recursos necessários para investir em equipamentos; de outro a resistência de colegas em participar de ações que fugissem ao seu estrito campo de trabalho. No entanto, em julho de 2013 a escola recebeu um convite, por meio da SEEDUC, para a participação das ações do Programa Nas Ondas do Ambiente. E sendo o professor articulador pedagógico recebi a incumbência de responder ao convite: Originado em 2007, o Programa Nas Ondas do Ambiente é uma iniciativa da Superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro (SEA) em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e tem como base o conceito de Educomunicação Socioambiental associando processos educativos de conteúdo socioambiental à comunicação popular participativa. O programa é dividido em quatro eixos-componentes, a saber: Rádio Escola, Comunidades Urbanas, Comunidades Mata Atlântica e Web rádio Nas Ondas do Ambiente. 3

4 Em uma primeira fase professores de cerca de 20 escolas estaduais participaram de 4 encontros de formação, dinamizados por professores de educação ambiental, jornalismo, rádio e sonoplastia do programa. Nesses encontros vivenciamos processos de de produção de peças radiofônicas numa perspectiva socioambiental. Após essa 1ª fase recebemos como missão sensibilizar alunos em nossas escolas, preferencialmente aqueles do primeiro ano, para que estes também fizessem parte de uma segunda etapa de formação. O programa forneceu cartazes e cerca de 20 fichas de inscrição para a divulgação dessa proposta. Nessas fichas, além de colocar seus dados pessoais, eles deveriam apresentar argumentos que sustentariam a sua escolha na participação dessa formação. Daqueles que responderam ao convite, após uma avaliação 4 alunos foram contemplados. Em função do comportamento apático já observado pelos alunos em outras situações, percebi que a ação propostapelo programa não seria suficiente para motivar os estudantes a se engajarem nesta ação, utilizei então uma outra estratégia que se configurou da seguinte forma: realizamos uma atividade rádio escuta para as duas turmas do primeiro ano da manhã, com a apresentação de uma peça radiofônica sobre o tema Dengue desenvolvida pela Rádio Recreio1, projeto de rádio escola da qual fui coordenador. Tal ação tinha como intuito sensibilizá-los para a ação nesta mídia e familiarizá-los com alguns processos de produção. Após a audição da peça radiofônica, os alunos de cada turma foram convidados a participar de um desafio, o de reproduzir o spot que tinham ouvido. Divididos em pequenos grupos, foi pedido que escolhessem um líder. A eles foram então distribuídas cópias dos roteiros e determinado um tempo para que as falas fossem repartidas e ensaiadas pelos colegas. Feito isso cada grupo então se apresentou aos demais, com um efeito bastante interessante de satisfação para todos eles. Esses grupos tiveram então a oportunidade de finalizar a participação em uma sessão de gravação com a devolutiva dos resultados obtidos nesses áudios. Tendo em mente essa vivência, apresentou-se então a proposta da formação do programa Nas Ondas do Ambiente, ratificando a necessária responsabilidade e assunção do compromisso, para aqueles que se dispusessem a fazer parte do processo, já que o mesmo se desenrolaria por 11 semanas, entre os dias 21 de setembro e 20 de dezembro de 2013, das 8 às 17 horas, com a obrigatoriedade de 75% de presença. Explicou-se também, que ao final, os alunos teriam direito a uma certificação. Tivemos cerca de 15 inscrições e para escolha dos 4 contemplados, pedi auxílio de dois professores cursistas do programa, que nos ajudaram a chegar aos eleitos, por meio da avaliação das intenções descritas em suas fichas. Sugeri a esses professores que dividíssemos as fichas por turma e sexo, para que contemplássemos alunos das duas turmas, sendo duas vagas para meninos e duas para meninas. Feita a escolha, ainda assim, tivemos um problema com dois alunos que desistiram em participar por motivos pessoais e foram então substituídos. Ao longo do curso a estratégia que adotamos demonstrou ser acertada, se comparada as dificuldades confidenciadas pelos outros professores cursistas em relação a baixa motivação encontrada nos alunos para a participação do curso, o que resultou em poucas adesões em algumas escolas. Quanto aos alunos do CEPEF preocupei-me em controlar a frequência e mantê-los motivados ao trabalho; combinamos como ponto de encontro a nossa escola e de lá saíamos juntos para o curso que aconteceu no CE André Maurois, no bairro da Gávea. 4

5 Dentro da programação do curso, os alunos tiveram aulas de fundamentos em educação ambiental, com ênfase em questões socioambientais ligados a temas como lixo, poluição, consumo e economia, sustentabilidade, manejo da água e do solo, entre outras; em produção de rádio foi oportunizado o aprendizado de produção de roteiros, vinhetas, entrevistas, spots, técnicas de locução e discussões éticas ligadas a produção de conteúdos; em sonoplastia, o aprendizado do manejo de equipamentos de som, de técnicas de gravação e edição de arquivos sonoros. Além disso os professores do programa repassavam tarefas complementares aos alunos, que deveriam ser feitas de forma conjunta ao longo da semana. Tais conhecimentos se constituiriam enfim em um arcabouço que permitiria aos estudantes se organizarem para a produção semanal de um programa de 10 minutos de duração, para ser apresentado a comunidade escolar. Este era o plano. Mas no meio da caminho haviam pedras já conhecidas, na forma da organização do tempo espaço escolar constituído, que criam entraves para que os alunos encontrem brechas que permitiriam a eles se encontrarem durante a semana, mesmo para a realização das atividades complementares sugeridas, isto em meio também as muitas solicitações propostas pelos professores das outras disciplinas. E o que dizer então do plano de fazer um programa semanal de 10 minutos? Como realizá-lo diante de tais dificuldades? Isto sem contar com a situação de greve de professores da rede estadual que tivemos, que criou sábados letivos dos quais os alunos cursistas tiveram que participar, tomando parte da manhã de três sábados, o que nos obrigou a perder parte das atividades desses dias. Trabalhar com inovação em nossas escolas é trabalhar nos desvios, pelas brechas. Mas para isso temos ao nosso favor o uso de estratégias que transcendem ao que é proposto por velhas práticas e isso nos permite avançar, fazer aquilo que estas práticas não permitem, já que não estamos fixados pelas mesmas amarras conteudescas, por isso é que a partir dessas estratégias transcendentes lidamos bem com o caos. Foi dessa forma que o plano de um programa semanal de 10 minutos, proposto pelo Nas Ondas, teoricamente realizável mas de difícil execução em nossa realidade, se transformou então em um plano de elaboração de um programa piloto de 15 minutos, com a possibilidade de vir a se constituir em uma proposta de desenvolvimento de até dois programas por semestre em nossa escola. Trabalhando nas brechas, mas com consistência, ora usando os horários possíveis, como aqueles disponíveis nas faltas de professores, ora negociando com alguns colegas a liberação desses alunos nos colocamos em ação. Mas para isso se fez necessário também apoiá-los tecnicamente para o trabalho, oferecendo aos alunos acolhimento e segurança, para que pudessem desenvolver o trabalho com certa desenvoltura, como ficou demonstrado ao longo do processo. Foi assim que começamos a nos organizar primeiro pela criação do nome da rádio. Utilizamos inicialmente como estratégia postar no grupo do Facebook da nossa escola um pedido de sugestões para a proposição de um nome para a rádio e também dar ciência do que fazíamos no curso. Com algumas sugestões sérias, outras nem tanto, o nome escolhido foi CEPEFM, sugerido por um dos nossos alunos cursistas e a partir daí começamos a desenvolver vinhetas para a nossa rádio: Rádio CEPEFM, a rádio feita para esclarecer você. Uma vez escolhido o nome da rádio precisávamos também criar um programa e dar a ele um nome, definindo o público-alvo e o formato. E foi assim que nasceu o programa SE LIGA NA IDEIA com o intuito de discutir questões socioambientais e assuntos de interesse do público 5

6 adolescente, dirigido a toda a comunidade escolar, mas tendo como principal público os nossos estudantes. Esclarecemos aos alunos que um programa de rádio escolar deveria ser concebido como uma história a ser contada, possuindo início, meio e fim. E nessa construção, a produção de um roteiro se faz necessária para criar, através do texto, a dinâmica de apresentação dos diferentes quadros ou seções, feita pelos locutores. O roteiro do programa assume então o papel de fio condutor da história que se quer contar, fato reforçado nas aulas de rádio propostas pelo programa. Além disso procuramos demonstrar aos alunos, em nossas reuniões na escola, que o maior diferencial deste processo está na criação de um espaço de escuta, onde possamos ser incentivados a apresentar assuntos ou temas que possam nos trazer alguma preocupação ou curiosidade, como situações de fundo que possam alimentar a roteirização de novos programas. Ao final do curso conseguimos roteirizar o primeiro SE LIGA, gravar os áudios e iniciar a edição do programa, que foi finalizada em janeiro de 2014 e publicado em um podcast, dando início as atividades de nossa web radio. Optamos por esse formato pois ele permite criar um registro das atividades de nossa rádio com o acúmulo das produções que forem agregadas ao podcast, além disso os programas postados podem ser acessados a qualquer tempo para escuta em um player disponibilizado pelo portal podomatic ou mesmo realizar o download dos arquivos para ouvi-los em seu computador ou celular, o que cria mobilidade. A rádio CEPFM está no ar e pode ser acessada neste endereço < >. Nestes tempos em que a maioria dos estudantes se apresentam equipados com celulares e fones, que lhes ofertam a possibilidade de ouvir músicas que estejam ao seu gosto, com gostos musicais diversos e muitas vezes não receptivos a escolhas de seus colegas, percebemos que isso vem enfraquecendo estratégias baseadas no modelo de rádio pátio, caracterizada pela distribuição de caixas de som espalhadas pelo ambiente escolar. Se imaginamos que a ação fundamental de uma rádio é se fazer ouvida, esvazia-se o seu sentido quando a mensagem veiculada não encontra a predisposição de seus ouvintes. O uso do podcast é uma forma de contornarmos isso, a rádio ao vivo ou a rádio escuta também, pois estas estratégias permitem que tenhamos a atenção de uma plateia voltada para audição do programa que produzimos. Sabemos que as inovações são absolutamente necessárias para que acompanhemos as mudanças dos novos tempos, principalmente quando desejamos fazer emergir uma nova escola, pois a velha há muito tempo vem dando mostras de desgaste, através das metodologias de trabalho que emprega, baseadas fortemente em ações que se destinam tão somente a fazer dos estudantes consumidores de conteúdos, de incapacidade de dar conta de ensiná-los a interagir com as especificidades do nosso tempo. E dentre estas estão: aprender a trabalhar em equipe, ser capaz demonstrar iniciativa, resolver problemas construindo soluções criativas, ser solidário, avaliar criticamente as informações que recebem por diferentes meios, usar os conhecimentos aprendidos na melhoria da qualidade vida da comunidade da qual faz parte. Apesar disso, tais metodologias ainda resistem, comando as rotinas do tempo espaço escolar a despeito dos fracassos já colecionados: os altos índices de repetência e de evasão, a falta de competência dos alunos em lidar com conceitos de leitura e cálculos mais complexos. Para contrapor velhas práticas, podemos afirmar que o uso de mídias na educação podem 6

7 contribuir de forma diferenciada para aprendizagem de velhos e novos saberes, como afirma as Diretrizes Curriculares Nacionais: Compreende-se que organizar o currículo implica romper com falsas polarizações, oposições e fronteiras consolidadas ao longo do tempo. Isso representa, para os educadores que atuam no Ensino Médio, a possibilidade de avançar na compreensão do sentido da educação que é proporcionada aos estudantes. (DCN, 2013, p.183) 5. RESULTADOS Não há nada de muito novo em se tratando da proposição de rádios em escolas e os sentidos que podem se constituir a partir dessas experiências, bem como de outras mídias na educação já que os seus impactos e possibilidades para a formação dos estudantes já são de certa forma bem conhecidos, no entanto a ideia de fazer rádio ainda persiste e luta para ser legitimada no cotidiano escolar, por isso continua a ser uma inovação necessária. E isto pode ser percebido, mais uma vez na proposta implementada pelo programa Nas Ondas do Ambiente. A atmosfera em que se deu o curso foi sempre bastante amistosa e fraterna. Cooperação foi palavra de grande valor e para todos os alunos envolvidos isto foi um importante elemento motivador na experiência de conviver com colegas de outras escolas, de realidades diferentes, e isto se constituiu para eles algo imensurável. O uso da experiência prévia que já dominava em relação ao trabalho com a mídia rádio em outros projetos que participei somados aos conhecimentos apresentados na formação que nos foi oferecida pelo programas Nas Ondas do Ambiente foram preponderantes para que alcançássemos os resultados materializados na concretização de nossa rádio. Aprender juntos e uns com os outros foi a tônica do curso, pois o que estava em jogo não era a realização solitária de cada escola com sua rádio, mas a possibilidade de compartilhar estratégias frente as dificuldades que surgiram e surgirão. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, DICEI, CAETANO, Vitor Nunes. Rádio na escola: produzindo mídia, aprendendo conceitos, construindo cidadania. Subsídios para a implantação de projetos de rádios escolares. Rio de Janeiro: Nutes,

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

PROGRAMA NAS ONDAS DO AMBIENTE: Visconde de Mauá/PEPS, 02/03 de Junho de 2014

PROGRAMA NAS ONDAS DO AMBIENTE: Visconde de Mauá/PEPS, 02/03 de Junho de 2014 PROGRAMA NAS ONDAS DO AMBIENTE: Visconde de Mauá/PEPS, 02/03 de Junho de 2014 HISTÓRICO - PROGRAMA NAS ONDAS DO AMBIENTE: Originado em 2007; Iniciativa da Superintendência de Educação Ambiental (SEAM)

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE SONDAGEM DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

QUESTIONÁRIO DE SONDAGEM DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA ADJUNTA DE ENSINO SECRETARIA ADJUNTA DE PROJETOS ESPECIAIS QUESTIONÁRIO DE SONDAGEM DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO URE: ESCOLA:

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL GETÚLIO VARGAS ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO RÁDIO ESCOLA

ESCOLA ESTADUAL GETÚLIO VARGAS ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO RÁDIO ESCOLA ESCOLA ESTADUAL GETÚLIO VARGAS ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO RÁDIO ESCOLA APRESENTAÇÃO: A Escola Estadual Getúlio Vargas Ensino Fundamental, do Município de Engenheiro Beltrão, Estado do Paraná, preocupada

Leia mais

WEB-RÁDIO MÓDULO 2: RÁDIO

WEB-RÁDIO MÓDULO 2: RÁDIO WEB-RÁDIO MÓDULO 2: RÁDIO NOME DO PROJETO Web Rádio: Escola César Cals- Disseminando novas tecnologias via web ENDREÇO ELETRÔNICO www.eccalsofqx.seduc.ce.gov.br PERÍODO DE EXECUÇÃO Março a Dezembro de

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

LETRAMENTO MATEMÁTICO DE ALUNOS COM BAIXO DESEMPENHO POR MEIO DE REFORÇO ESCOLAR. Palavras-chave: Letramento Matemático; Reforço Escolar; SAERJINHO.

LETRAMENTO MATEMÁTICO DE ALUNOS COM BAIXO DESEMPENHO POR MEIO DE REFORÇO ESCOLAR. Palavras-chave: Letramento Matemático; Reforço Escolar; SAERJINHO. LETRAMENTO MATEMÁTICO DE ALUNOS COM BAIXO DESEMPENHO POR MEIO DE REFORÇO ESCOLAR Agnaldo da Conceição Esquincalha PUC-SP/PUC-Rio/Fundação CECIERJ aesquincalha@gmail.com Resumo: Neste texto elenca-se um

Leia mais

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre Sumário I. Apresentação do Manual II. A Prevenção de Acidentes com Crianças III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre IV. Como a Educação pode contribuir para a Prevenção de Acidentes no Trânsito V. Dados

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

PROJETO ESCOLA PARA PAIS

PROJETO ESCOLA PARA PAIS PROJETO ESCOLA PARA PAIS Escola Estadual Professor Bento da Silva Cesar São Carlos São Paulo Telma Pileggi Vinha Maria Suzana De Stefano Menin coordenadora da pesquisa Relator da escola: Elizabeth Silva

Leia mais

Estratégias de e-learning no Ensino Superior

Estratégias de e-learning no Ensino Superior Estratégias de e-learning no Ensino Superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias da Anhanguera Educacional (Jacareí) RESUMO Apresentar e refletir

Leia mais

PERFIL DA VAGA: GERENTE DE CONTEÚDOS E METODOLOGIAS

PERFIL DA VAGA: GERENTE DE CONTEÚDOS E METODOLOGIAS O Instituto Akatu é uma organização não governamental sem fins lucrativos que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para o Consumo Consciente. PERFIL DA VAGA: PERFIL GERAL DA FUNÇÃO

Leia mais

PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO

PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO QUESTÃO 4 a) O conteúdo do diálogo a ser completado deve manifestar que as colocações da aluna não constituem aquilo

Leia mais

A CITOLOGIA NAS PROVAS DO ENEM: DADOS PRELIMINARES

A CITOLOGIA NAS PROVAS DO ENEM: DADOS PRELIMINARES A CITOLOGIA NAS PROVAS DO ENEM: DADOS PRELIMINARES Tailene Kommling Behling(Acadêmica de Licenciatura em Ciências Biológicas Universidade Católica de Pelotas/UCPEL Bolsista PRONECIM) Viviane Barneche Fonseca

Leia mais

O ESPAÇO E O TEMPO DE FORA DA SALA DE AULA OBSERVAÇÕES PRELIMINARES

O ESPAÇO E O TEMPO DE FORA DA SALA DE AULA OBSERVAÇÕES PRELIMINARES 1 Trabalho apresentado no II EREBIO Encontro Regional de Ensino de Biologia. Niterói, Rio de Janeiro. Referência: DIB-FERREIRA, Declev Reynier. O espaço e o tempo de fora da sala de aula observações preliminares.

Leia mais

CST em Gestão Financeira 2ª Série Estatística Aplicada

CST em Gestão Financeira 2ª Série Estatística Aplicada CST em Gestão Financeira 2ª Série Estatística Aplicada A Atividade Prática Supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de etapas, acompanhadas pelo

Leia mais

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor.

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A ESCOLA PRECISA SER VISTA COMO UMA UNIDADE FUNDAMENTAL PARA

Leia mais

Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa. Câmpus Restinga Junho, 2013. Desenvolvimento Institucional

Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa. Câmpus Restinga Junho, 2013. Desenvolvimento Institucional Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa Câmpus Restinga Junho, 2013 Desenvolvimento Institucional APRESENTAÇÃO O presente relatório deve ser considerado como um Anexo ao Diagnóstico das Prioridades

Leia mais

UMA PROPOSTA INOVADORA PARA ENSINAR EMPREENDEDORISMO AOS JOVENS

UMA PROPOSTA INOVADORA PARA ENSINAR EMPREENDEDORISMO AOS JOVENS UMA PROPOSTA INOVADORA PARA ENSINAR EMPREENDEDORISMO AOS JOVENS www.empreende.com.br emp@empreende.com.br FAZENDO ACONTECER Programa de ensino de empreendedorismo inovador em nível mundial, desenvolvido

Leia mais

PROJETO DE INFORMÁTICA EDUCATIVA DE CAMPO LIMPO PAULISTA-SP

PROJETO DE INFORMÁTICA EDUCATIVA DE CAMPO LIMPO PAULISTA-SP PROJETO DE INFORMÁTICA EDUCATIVA DE CAMPO LIMPO PAULISTA-SP ADRIANA DE CÁSSIA GALLANI XAVIER RODRIGUES Coordenadora do Ensino Fundamental I Secretaria Municipal de Educação adriana.rodrigues@campolimpopaulista.sp.gov.br

Leia mais

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias

Leia mais

CADERNO DE ORIENTAÇÃO DIDÁTICA PARA INFORMÁTICA EDUCATIVA: PRODUÇÃO COLABORATIVA VIA INTERNET

CADERNO DE ORIENTAÇÃO DIDÁTICA PARA INFORMÁTICA EDUCATIVA: PRODUÇÃO COLABORATIVA VIA INTERNET 1 CADERNO DE ORIENTAÇÃO DIDÁTICA PARA INFORMÁTICA EDUCATIVA: PRODUÇÃO COLABORATIVA VIA INTERNET 04/2007 Mílada Tonarelli Gonçalves CENPEC - Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária

Leia mais

A experiência da Assessoria de Comunicação dos grupos de Educação Tutorial na UFJF 1

A experiência da Assessoria de Comunicação dos grupos de Educação Tutorial na UFJF 1 A experiência da Assessoria de Comunicação dos grupos de Educação Tutorial na UFJF 1 Isabela LOURENÇO 2 Caio Cardoso de QUEIROZ 3 Francisco José Paoliello PIMENTA 4 Universidade Federal de Juiz de Fora,

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

Avaliação-Pibid-Metas

Avaliação-Pibid-Metas Bolsista ID: Claines kremer Avaliação-Pibid-Metas A Inserção Este ano o reingresso na escola foi diferente, pois já estávamos inseridas na mesma há praticamente um ano. Fomos bem recepcionadas por toda

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA A ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA ESPOCC TURMAS 2014

EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA A ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA ESPOCC TURMAS 2014 EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA A ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA ESPOCC TURMAS 2014 O Observatório de Favelas torna pública, por meio desta chamada, as normas do processo de seleção de alunos para

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução III Seminário sobre Educação Matemática A desigualdade triangular em diferentes mídias Paulo César da Penha pcpenha@terra.com.br GRUCOGEO/USF/ Secretaria da Educação de Itatiba-SP Resumo O relato de experiência

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

Inscrições abertas para edital com foco em crianças e adolescentes

Inscrições abertas para edital com foco em crianças e adolescentes Financiamento e apoio técnico Inscrições abertas para edital com foco em crianças e adolescentes A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) e o Conselho Nacional dos Direitos

Leia mais

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Resumo Este projeto propõe a discussão da Década de Ações para a Segurança no Trânsito e a relação dessa com o cotidiano dos alunos, considerando como a prática

Leia mais

A GENÉTICA NAS PROVAS DO ENEM: DADOS PRELIMINARES

A GENÉTICA NAS PROVAS DO ENEM: DADOS PRELIMINARES A GENÉTICA NAS PROVAS DO ENEM: DADOS PRELIMINARES Edson Klug Bartz (Acadêmico de Licenciatura em Ciências Biológicas Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense/IFSul Bolsista

Leia mais

Manual do Voluntário. O Projeto Correspondentes

Manual do Voluntário. O Projeto Correspondentes Manual do Voluntário O Projeto Correspondentes A ação proposta pelo projeto Correspondentes é a troca regular de correspondências entre voluntários e crianças ou adolescentes que residem em abrigos ou

Leia mais

MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013

MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013 AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Administração Escolar DISCIPLINA: Educação Inclusiva ALUNO(A):Claudia Maria de Barros Fernandes Domingues MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013 NÚCLEO REGIONAL: Rio

Leia mais

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA Resumo: O programa traz uma síntese das questões desenvolvidas por programas anteriores que refletem sobre o uso de tecnologias

Leia mais

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO NAs REDES MUNICIPAIS DE ENSINO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS

Leia mais

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA: Passar do Discurso para a Ação Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 1º Fórum de Ideias - Cambridge University Press

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série).

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série). INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EJA 1- Você se matriculou em um CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA). Esse curso tem a equivalência do Ensino Fundamental. As pessoas que estudam na EJA procuram um curso

Leia mais

Projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil

Projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil Projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil - Justificativa: O projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil iniciou no segundo semestre

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

REGULAMENTO DESAFIO CRIATIVOS DA ESCOLA

REGULAMENTO DESAFIO CRIATIVOS DA ESCOLA REGULAMENTO DESAFIO CRIATIVOS DA ESCOLA O Desafio Criativos da Escola é um concurso promovido pelo Instituto Alana com sede na Rua Fradique Coutinho, 50, 11 o. andar, Bairro Pinheiros São Paulo/SP, CEP

Leia mais

PRÁTICA PEDAGÓGICA EM GEOGRAFIA: ABORDANDO O ANTAGONISMO DO CONTINENTE AFRICANO POR MEIO DAS INTERVENÇÕES DO PIBID

PRÁTICA PEDAGÓGICA EM GEOGRAFIA: ABORDANDO O ANTAGONISMO DO CONTINENTE AFRICANO POR MEIO DAS INTERVENÇÕES DO PIBID PRÁTICA PEDAGÓGICA EM GEOGRAFIA: ABORDANDO O ANTAGONISMO DO CONTINENTE AFRICANO POR MEIO DAS INTERVENÇÕES DO PIBID Liberato Epitacio de Sousa da Silva - PIBID/UEPB (Bolsista do PIBID de Geografia) Liberatotacio20@hotmail.com

Leia mais

Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Médio Regular e EJA

Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Médio Regular e EJA Analisando a construção e a interpretação de gráficos e tabelas por estudantes do Ensino Fabiano Fialho Lôbo Universidade Federal de Pernambuco fabiano_lobo@yahoo.com.br Luciana Rufino de Alcântara Universidade

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

CURSO REDES DE COMPUTADORES ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES

CURSO REDES DE COMPUTADORES ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES 1 CURSO REDES DE COMPUTADORES ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES CANINDÉ 2013 2 ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES Trabalho realizado como requisito

Leia mais

DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO SISTEMA INTEGRADO DE FORMAÇÃO DA MAGISTRATURA DO TRABALHO - SIFMT

DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO SISTEMA INTEGRADO DE FORMAÇÃO DA MAGISTRATURA DO TRABALHO - SIFMT DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO SISTEMA INTEGRADO DE FORMAÇÃO DA MAGISTRATURA DO TRABALHO - SIFMT 1 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 2. CENÁRIO PROFISSIONAL 3. CONCEPÇÃO DA APRENDIZAGEM E METODOLOGIA 4. ESTRATÉGIAS

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

Prêmio Itaú-Unicef Fundamentos da edição 2007. Ações Socioeducativas

Prêmio Itaú-Unicef Fundamentos da edição 2007. Ações Socioeducativas Fundamentos da edição 2007 Ações Socioeducativas I - conjuguem educação e proteção social como meio de assegurar o direito ao desenvolvimento integral de crianças e adolescentes de 6 a 18 anos em condições

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SÃO CARLOS - SÃO PAULO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SÃO CARLOS - SÃO PAULO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SÃO CARLOS - SÃO PAULO E.E. PROFª ALICE MADEIRA JOÃO FRANCISCO SANTA EUDÓXIA-DISTRITO DE SÃO CARLOS RUA

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

A Rede Pública Municipal de Ensino de Maceió atende cerca de 55 mil alunos, de acordo com o censo escolar de 2014. Dessa clientela, cerca de 40%

A Rede Pública Municipal de Ensino de Maceió atende cerca de 55 mil alunos, de acordo com o censo escolar de 2014. Dessa clientela, cerca de 40% OFICINA MAIS COMUNICAÇÃO ENSINA TÉCNICAS DE TEXTO, FOTO E AUDIOVISUAL EM MACEIÓ Adriana Thiara de Oliveira SILVA 1 Delane Barros dos SANTOS 2 Maria Janaina de Farias SOARES 3 Resumo Euforia, barulho, trabalho

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES Kátia Hatsue Endo Unesp hatsueendo@yahoo.com.br Daniela Bittencourt Blum - UNIP danibittenc@bol.com.br Catarina Maria de Souza Thimóteo CEETEPS - catarinamst@netonne.com.br

Leia mais

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca Projetos de informatização educacional Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca O uso do computador como instrumento de educação ainda não é uma realidade para muitos no Brasil, mas aqui

Leia mais

Credenciada pela Portaria Ministerial nº 1734 de 06/08/2001, D.O.U. de 07/08/2001

Credenciada pela Portaria Ministerial nº 1734 de 06/08/2001, D.O.U. de 07/08/2001 ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE LICENCIATURA: EDUCAÇÃO FÍSICA (Portaria de Reconhecimento nº 428 de 28 de julho de 2014) E PEDAGOGIA (Portaria de Reconhecimento nº 286 de 21 de dezembro de 2012) ORIENTAÇÕES

Leia mais

Curso de ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Curso de ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Curso de ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ÁREA DO CONHECIMENTO: Engenharia. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Engenharia de Produção. PERFIL PROFISSIONAL: Este

Leia mais

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA Luiz Rafael Moretto Giorgetti Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP (Ex-aluno) e-mail: rafael_giorgetti@hotmail.com

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR 1. Como são os cursos ofertados pela plataforma freire e quais os benefícios para os professores que forem selecionados? O professor sem formação poderá estudar nos

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LI ESTAMOS PASSANDO PELA MAIOR TRANSFORMAÇÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. VALORIZAR PESSOAS

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - Sou so profes r a, Posso m a s n ão parar d aguento m e ai ensinar s? d a r a u la s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A

Leia mais

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC.

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC. 1 O ensino de música extracurricular na Escola Técnica Federal em Florianópolis/SC: relato de experiência sobre uma oficina de improvisação musical realizada Maycon José de Souza 1 Universidade do Estado

Leia mais

RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DO GRUPO DE APOIO EM FÍSICA E MATEMÁTICA DA UFSM - GAFM

RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DO GRUPO DE APOIO EM FÍSICA E MATEMÁTICA DA UFSM - GAFM ISSN 2177-9139 RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DO GRUPO DE APOIO EM FÍSICA E MATEMÁTICA DA UFSM - GAFM Samuel Sonego Zimmermann - samuel.sonego.zimmermann@gmail.com Universidade Federal de Santa Maria, Campus

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO

UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO SOUZA, Caio Henrique Bueno de 1 RODRIGUES, Davi 2 SANTOS, Edna Silva 3 PIRES, Fábio José 4 OLIVEIRA, Jully Gabriela

Leia mais

A Família e sua importância no processo educativo dos alunos especiais

A Família e sua importância no processo educativo dos alunos especiais Geyza Pedrisch de Castro Joana Darc Macedo Passos Sandra Lima Karantino A Família e sua importância no processo educativo dos alunos especiais Guajará Mirim RO. 2012. 1. JUSTIFICATIVA O presente Projeto

Leia mais

A Educação Ambiental no Ensino Fundamental de escolas municipais de Pesqueira-PE

A Educação Ambiental no Ensino Fundamental de escolas municipais de Pesqueira-PE A Educação Ambiental no Ensino Fundamental de escolas municipais de Pesqueira-PE Autor(a): Josineide Braz de Miranda Coautor(es): Anderson Carlos Maia da Silva, Josefa Sandra de Almeida Silva, kelren Jane

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO. 2º Semestre de 2012

SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO. 2º Semestre de 2012 SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2º Semestre de 2012 COORDENAÇÃO GERAL Diretor Geral Prof. Adalberto Miranda Distassi Coordenadoria Geral de Estágios Prof. Ricardo Constante Martins Coordenador

Leia mais

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Gisele Dorneles Fernandes 2 RESUMO: O presente artigo tem por finalidade esclarecer

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

RELATÓRIOS DAS OFICINAS: CUIDANDO DO CUIDADOR: CPPT CUNIÃ. Facilitadoras: Liliane Lott Pires e Maria Inês Castanha de Queiroz

RELATÓRIOS DAS OFICINAS: CUIDANDO DO CUIDADOR: CPPT CUNIÃ. Facilitadoras: Liliane Lott Pires e Maria Inês Castanha de Queiroz 1 RELATÓRIOS DAS OFICINAS: CUIDANDO DO CUIDADOR: CPPT CUNIÃ Facilitadoras: Liliane Lott Pires e Maria Inês Castanha de Queiroz Empresa: SENSOTECH ASSESSORAMENTO E REPRESENTAÇÕES LTDA 4ª Oficina Data: 31/07/2012

Leia mais

Observatórios Virtuais

Observatórios Virtuais UNIVASF: UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE SÃO FRANCISCO TRABALHO DE ASTROFÍSICA ALUNO: PEDRO DAVID PEDROSA PROFESSOR: MILITÃO CURSO: MESTRADO NACIONAL PROFISSIONAL EM ENSINO DE FÍSICA Observatórios Virtuais

Leia mais

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Suzana Aparecida Portes FC UNESP- Bauru/SP E-mail: suzanaapportes@gmail.com Profa. Dra. Thaís Cristina Rodrigues Tezani FC UNESP- Bauru/SP E-mail:

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Em ação! PARTE 1: (5 minutos) Procure alguém que você não conhece ou que conhece

Leia mais

SESI. Empreendedorismo Social. Você acredita que sua idéia pode gerar grandes transformações?

SESI. Empreendedorismo Social. Você acredita que sua idéia pode gerar grandes transformações? SESI Empreendedorismo Social Você acredita que sua idéia pode gerar grandes transformações? REGULAMENTO SESI Empreendedorismo Social A inovação social é o ponto de partida para um novo modelo que atende

Leia mais

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA 1 UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA INTRODUÇÃO Compreende-se que na promoção de ações de estímulo à leitura, a escola tem como instrumento

Leia mais

como tutor, com a finalidade de estimular o processo de aprendizagem dos estudantes da

como tutor, com a finalidade de estimular o processo de aprendizagem dos estudantes da PROJETO FEIRA DE ITABAIANA: RELATOS DE UMA ATIVIDADE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DO FUTURO PROFESSOR Crislaine Barreto de Gois (UFS) 1 Antônio Carlos Pinto Oliveira (UFS) Sérgio Matos Santos (UFS)

Leia mais

Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar e representar a sociedade local, para construirmos em conjunto uma visão compartilhada

Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar e representar a sociedade local, para construirmos em conjunto uma visão compartilhada Fórum da Agenda 21 de Guapimirim Aprender a APRENDER e a FAZER. Aprender a CONVIVER, e Aprender a SER Cidadãos Participativos, Éticos e Solidários Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores VIVENCIANDO A PRÁTICA ESCOLAR DE MATEMÁTICA NA EJA Larissa De Jesus Cabral, Ana Paula Perovano

Leia mais

O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM

O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM Justificativa ABREU,Tamires de Sá 1 BARRETO, Maria de Fátima Teixeira² Palavras chave: crenças, matemática, softwares, vídeos.

Leia mais

SUPERANDO TRAUMAS EM MATEMÁTICA

SUPERANDO TRAUMAS EM MATEMÁTICA SUPERANDO TRAUMAS EM MATEMÁTICA Luciene da Costa Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) luciene283@hotmail.com Joelma Patez de Almeida Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Leia mais

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática.

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática. PRÓ-MATEMÁTICA 2012: UM EPISÓDIO DE AVALIAÇÃO Edilaine Regina dos Santos 1 Universidade Estadual de Londrina edilaine.santos@yahoo.com.br Rodrigo Camarinho de Oliveira 2 Universidade Estadual de Londrina

Leia mais

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR)

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Nota Introdutória Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Apoiar e promover os objetivos educativos definidos de acordo com as finalidades e currículo

Leia mais

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças.

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças. TEXTOS PARA O PROGRAMA EDUCAR SOBRE A APRESENTAÇÃO DA PEADS A IMPORTÂNCIA SOBRE O PAPEL DA ESCOLA Texto escrito para o primeiro caderno de formação do Programa Educar em 2004. Trata do papel exercido pela

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE LONGA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

PATRÍCIA SANTOS COUTO UFRPE/LACAPE JOSINALVA ESTACIO MENEZES UFRPE/LACAPE jomene@ufrpe.br

PATRÍCIA SANTOS COUTO UFRPE/LACAPE JOSINALVA ESTACIO MENEZES UFRPE/LACAPE jomene@ufrpe.br UMA EXPERIÊNCIA SOBRE O USO DE JOGOS E MATERIAL CONCRETO EM CAPACITAÇÕES COM PROFESSORES DE MATEMÁTICA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO EM PERNAMBUCO: INTERDISCIPLINARIDADE, REFLEXOS E PERSPECTIVAS PATRÍCIA

Leia mais

Palavras chave: PIBID, Teoria e Prática, Formação inicial.

Palavras chave: PIBID, Teoria e Prática, Formação inicial. A TECITURA DA PROFISSÃO PROFESSOR: REFLEXÕES A PARTIR DAS EXPERIÊNCIAS NO PIBID Gloria Ramona Gomes Aguero 1 ; Laudelina Sanabria Trindade 2 ; Almerinda Mª dos Reis Vieira Rodrigues 3. 1 Bolsista Pibid

Leia mais

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE 1 MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE Olinda PE Agosto / 2014 2 Introdução As atividades complementares representam um conjunto de atividades extracurriculares que

Leia mais

Curso de Especialização EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL

Curso de Especialização EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL Curso de Especialização EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação Gestão Educacional NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Administração

Leia mais

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA Júlio César Paula Neves Tânia Mayra Lopes de Melo Modalidade: Pôster Sessão Temática 5: Educação e

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA APROPRIAÇÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM CAMPINA GRANDE-PB.

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA APROPRIAÇÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM CAMPINA GRANDE-PB. A EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA APROPRIAÇÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM CAMPINA GRANDE-PB. Maria Célia Cavalcante de Paula e SILVA Licenciada em Ciências Biológicas pela

Leia mais