AsstMBLEIA DA REPÚBLICA /XI( Assunto: Negligência do SNSe consequente hospitalização nos SAMSde doente

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1 Assemblelo da RepÚblica Gabinete do Presidento ~ N." de Entrado~2.~~ ~ Clos.S!f!caçOo AsstMBLEIA DA REPÚBLICA L-I"! Expeça-se D REQUERI /XI( Publique-se IZI PERGUNTA Número.?)} /XI( lo.a) Assunto: Negligência do SNSe consequente hospitalização nos SAMSde doente com Gripe A ~ecretári~a Mesa -= Destinatário: Ministério da Saúde " --~. Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República Na sequência da resposta do Ministério da Saúde, à pergunta n.q3859 jxlj1;!, de 30 de Junho de 2010, informamos que o caso aí relatado se reporta ao processo de inquérito instaurado pela Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS)com a referência 21j2010-INQ. A resposta do Ministério não responde a qualquer uma das perguntas apresentadas pelo Grupo Parlamentar do invocando a ausência de identificação do caso. Basta ler a resposta do Ministério da Saúde para se perceber que o Ministério sabe bem a que caso se refere este Grupo Parlamentar e que só não respondeu às perguntas do Bloco porque entendeu não o fazer. Assim voltamos a expor o caso e a colocar novamente as mesmas perguntas. Em Novembro passado, num curto período de seis dias, um cidadão que apresentava febre elevada (400C)foi assistido quatro vezes em diferentes estabelecimentos do SNS,sem que, de qualquer das vezes, lhe fosse diagnosticada GripeA.Orápido agravamento do seu estado de saúde e a inexistência de resposta por parte do SNS, levaram-no a recorrer ao Hospital dos SAMS,onde lhe foi diagnosticada uma pneumonia grave pelo vírus H1N1,tendo sido internado de imediato. O cidadão permaneceu no Hospital dos SAMSdurante um mês, sendo a maior parte do tempo nos cuidados intensivos e em coma induzido, pelo que era impossível a sua transferência para um estabelecimento do SNS.Nomomento da alta, foi apresentada ao cidadão uma conta de quase 64 mil euros, que este não tem meios para pagar. Passemos ao relato detalhado da situação. No dia 6 de Novembro de 2009, o cidadão de 28 anos recorreu à linha Saúde 24, por apresentar febre elevada (40oC), tendo sido encaminhado para o Centro de Atendimento à Gripe no Centro de Saúde da Amadora, onde se dirigiu e lhe foi prescrito

2 j( ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA paracetamol e ibuprofeno. Dois dias depois (dia 8), face à persistência de febre elevada, nos intervalos da medicação e sentindo-se pior, este cidadão voltou a ligar para a linha Saúde 24 que, desta vez, o encaminhou para o Centro de Atendimento à Gripe de Queluz, por os outros centros, mais perto do seu local de residência, se encontrarem encerrados nesse momento. No entanto, no Centro de Queluz foi dito ao ";~'ddaâão que não poderia ser atendido, por não estar aí inscrito e por não o poderem fazer na altura, devido a uma avaria no sistema informático. Nova chamada para a linha Saúde 24, tendo, desta vez, o senhor sido encaminhado para o Hospital Professor Doutor Fernando da Fonseca. No momento em que foi visto pelo médico da urgência deste hospital, a febre tinha baixado, sob o efeito da toma recente da medicação, pelo que o médico concluiu não estar perante um quadro de Gripe A, pois, caso contrário, "a temperatura não teria baixado", tendo prescrito um antibiótico - cefuroxima. Após iniciar a toma da cefuroxima, o cidadão começou a sentir um ardor intenso no estômago - uma reacção adversa descrita. Perante este quadro e sentindo já alguma dificuldade respiratória, o senhor deslocou-se no dia seguinte (dia 9), ao Centro de Saúde da Reboleira, onde lhe foi diagnosticada uma amigdalite grave e administrada de imediato uma penicilina. O doente foi enviado para casa, com indicação para suspender a cefuroxima e sem prescrição de outro antibiótico. No dia 10 de Novembro, ao final do dia, a febre mantinha-se (400C) e a dificuldade respiratória tinha-se agravado. Visto o tratamento proposto não estar a fazer efeito, o senhor dirigiu-se ao Hospital dos SAMS,nos Olivais. Aí, após a realização de raio-x do tórax, que o médico assistente referiu estar "muito feio", foi-lhe prescrito outro antibiótico - levofloxacina- o qual adquiriu e tomou de imediato. No dia seguinte (dia 11), já num estado de grande cansaço, dificuldade respiratória e cansaço geral, o cidadão dirigiu-se novamente ao Centro de Saúde da Reboleira, onde com base no raio-x do tórax realizado nos SAMS, a médica diagnosticou uma pneumonia e alterou novamente o antibiótico, tendo prescrito amoxicilina. Salienta-se ainda que a médica do Centro de Saúde da Damaia não pôde, na altura, avaliar o oxigénio no sangue, por o aparelho estar em local fechado e sem acesso. Em quatro dias, foram prescritos sucessivamente, por diferentes médicos, quatro antibióticos diferentes. Ao final da tarde de dia 11, perante a continuação do agravamento do estado de saúde, desesperado

3 ~ ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA e sem que a assistência prestada pelos diferentes serviços e estabelecimentos tivesse levado a qualquer melhoria, o cidadão voltou a deslocar-se ao Hospital dos SAMS.Na urgência, o médico de serviço, face ao quadro clínico apresentado, diagnosticou de imediato gripe por H1Nl (a qual viria a ser confirmada serologicamente). Nessa altura, o raio-x do tórax já revelava uma pneumonia grave. Apesar de o cidadão ter sido internado de imediato e iniciado oseltamivir e levofloxacina, registouse uma progressão rápida da patologia, com falência respiratória grave, a qual obrigou a. internamento prolongado (30 dias, dos quais 22 em unidade de cuidados intensivos). Face à gravidade da situação clínica do doente, a transferência durante a estadia na unidade de cuidados intensivos era inviável. Do internamento no Hospital dos SAMS,entre 12 de Novembro e 11 de Dezembro de 2009, pela falha do SNS em diagnosticar correctamente uma pneumonia viral por H1Nl, resultou uma factura de ,67, que nem o cidadão nem a sua família têm meios financeiros para pagar. Resulta dos factos relatados que nenhum dos serviços e estabelecimentos do SNS, a que o cidadão recorreu, foi capaz de efectuar um diagnóstico correcto, tendo desvalorizado as suas queixas, pelo que se justifica plenamente a realização de um inquérito à assistência prestada pelas diversas entidades envolvidas. Em Abril de 2010, ficámos a saber que Portugal teve das mais altas taxas de mortalidade por gripe A (entre 1,2 e 1,6 mortes por 100 mil habitantes), comparativamente com outros países, como Espanha França ou Itália, com menos de metade desse valor (0,31 a 0,6 mortes por 100 mil habitantes). Talvez a dificuldade de acesso à prestação de cuidados pelo SNS explique, pelo menos em parte, os piores resultados observados em Portugal. Mais recentemente, foi notícia a decisão da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), que intimou dois hospitais públicos a pagarem a meias uma operação a um descolamento da retina que uma doente fez num hospital privado, depois de lhe ter sido recusado tratamento nas duas unidades públicas. A ERS concluiu que houve violação grosseira do direito de acesso ao SNS. Assim, também no caso agora relatado, é legítimo que o Estado assuma a dívida total contraída por este cidadão junto dos SAMS,por um internamento que se ficou a dever ao facto de os serviços e estabelecimentos do SNS não terem sido capazes de diagnosticar correctamente a situação. No entanto, também a actuação do Hospital dos SAMS deverá ser alvo de inquérito. Do total de quase 64 mil euros, ,19 (60%) correspondem a medicamentos e 6.451,59 (10%) a análises clínicas.

4 j( ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Situação grave e que pode configurar uma ilegalidade é o facto de, em regime de internamento, ter sido facturado, por diversos medicamentos também disponíveis em farmácias, um valor que é, pelo menos, duas vezes superior ao Preço de Venda ao Público (PVP) máximo fixado pela Direcção-Geral das Actividades Económicas ou, no caso de medicamentos com participados, o INFARMED. Por exemplo, uma embalagem de 10 cápsulas de oseltamivir 75 mg é vendido nas farmácias com um PVP de 25,17, ou seja, 2,52 por cápsula. No entanto, o valor facturado a este cidadão pelo Hospital dos SAMSfoi de 5,52 por cápsula. O caso repete-se, por exemplo, com a furosemida 20mg/2ml (0,39 por ampola na farmácia, facturado 0,85 por ampola), a enoxaparina 40mg/O,4ml (3,78 por seringa na farmácia, facturado 6,40 por seringa) ou o sucralfato 19 suspensão (0,16 por carteira na farmácia, facturado 0,55 por carteira). Relativamente aos medicamentos dispensados apenas a nível hospitalar também se colocam diversas dúvidas. O Hospital dos SAMSfacturou por estes medicamentos cerca de 30% a 100% a mais sobre o Preço de Venda Hospitalar (PVH) médio (de acordo com dados do IMShospitalar do 1.2 trimestre de 2010). Ou seja, a margem do Hospital dos SAMS foi muito superior à margem de armazenistas e farmácias nos medicamentos vendidos das farmácias, o que, salvo melhor opinião, e por analogia com estes medicamentos, não pode ser permitido. São exemplo. desta situação. a associação de piperacilina e tazobactam 4,5mg IV(PVH médio 12,76 por ampola, facturado 24,06 por ampola), a drotrecogina 5mg IV (PVH médio 262,47 por ampola, facturado 341,25 por ampola), midazolam 50mg/l0ml (PVH médio 2,53 por ampola, facturado 10,29 por ampola), linezolide 600mg/300 ml (PVH médio 54,62 por saco, facturado 82,68 por saco), etc. Da análise detalhada da medicação facturada, resulta ainda que alguns dos medicamentos utilizados foram administrados em dose e duração de tratamento superiores aos valores máximos previstos no Resumo das Características do Medicamento. É o caso, por exemplo, da terapêutica com drotrecogina 5mg IV, que ascendeu a , e também da terapêutica com midazolam 50mg/l0ml, que se cifrou em Embora tal situação possa ser explicada pela gravidade do quadro clínico em presença, face a um valor de despesa tão elevado e sobretudo devido a medicamentos, parece-nos justificar-se uma reconciliação entre a terapêutica prescrita, dispensada, administrada e facturada. Por outro lado, é claramente excessivo e desmesurado o valor facturado pelo Hospital dos SAMS Relativamente às análises clínicas efectua das e embora reconhecendo a liberdade de fixação do preço a praticar pelos hospitais privados, parece-nos manifestamente exagerada e injustificada a

5 *' ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA facturação de um valor três a quatro vezes superior (consoante o tipo de análise) ao valor que é pago pelo SNS às entidades com as quais tem convenção (Tabela de Análises Clínicas, em vigor desde Fevereiro de 2009) ou ao valor que é cobrado pelo SNS a outras entidades públicas ou privadas, por despesas incorridas por beneficiários dessas entidades (Tabelas de Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica constantes da Portaria n.q 132/2009, de 30 de Janeiro). Também é de salientar que, em momento algum, foi comunicado pelo Hospital dos SAMS a este cidadão ou à sua família, o valor actualizado da despesa incorrida, nem sequer o custo de cada dia de internamento. Estes apenas foram confrontados com o montante da dívida no final do internamento, um valor muito superior ao que esperariam pagar. Para além disso, como o cidadão em questão não era beneficiário dos SAMS,para poder ser internado, o seu pai, ex-bancário e portanto beneficiário e pensionista dos SAMS,teve que se responsabilizar pela despesa que viesse a ser realizada. Assim, a partir do momento em que foi emitida a factura referente ao internamento do seu filho, e face à impossibilidade do pagamento total do valor em dívida, os SAMSpassaram a descontar-lhe cerca de 430 todos os meses, sem que tivesse havido qualquer acordo prévio nesse sentido, deixando o senhor com apenas 482 euros de pensão. Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério da Saúde, as seguintes perguntas: 1. Que diligências irão ser realizadas pelo Ministério da Saúde, no sentido de averiguar os factos relacionados com a assistência prestada pelas entidade do SNSe pelo Hospital dos SAMS? 2. Irá o Ministério da Saúde responsabilizar-se pelo pagamento do internamento deste cidadão no Hospital dos SAMS,o qual se ficou a dever ao factor de não lhe ter sido prestada a assistência devida pelos serviços e estabelecimentos do SNSa que recorreu? Palácio de São Bento, 30 de Setembro de o Deputado },y João Semedo

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