Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ICEI Recredenciada pela Portaria nº. 545 de 11/05/2012 D.O.U.

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1 Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ICEI Recredenciada pela Portaria nº. 545 de 11/05/2012 D.O.U. 14/05/2012 LUCAS ANTUNES CHELI E-COMMERCE REDE ONNIX DE FARMÁCIAS IVAIPORÃ 2013

2 LUCAS ANTUNES CHELI E-COMMERCE REDE ONNIX DE FARMÁCIAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado a Faculdade Integrada do Vale do Ivaí, como requisito parcial para obtenção do título de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Orientador: Prof. Paulo Ricardo de Araújo IVAIPORÃ/PR 2013

3 LUCAS ANTUNES CHELI E-COMMERCE REDE ONNIX DE FARMACIAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado a Faculdade Integrada do Vale do Ivaí, como requisito parcial para obtenção do título de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, sob apreciação da seguinte banca examinadora: Aprovado (a) em / / Professor: Professor: Professor:

4 Eu gosto do impossível porque lá a concorrência é menor

5 AGRADECIMENTOS Primeiramente e acima de tudo agradeço a Deus e aos meus pais, Lourival e Fatima, por sempre me apoiarem e me proverem de ensinamentos para a vida toda sem exigir nada em troca, ao meu orientador Paulo Ricardo Araújo que em momento algum omitiu o conhecimento e sempre me orientou tornando esse projeto realidade, aos meus colegas de classe, ao professor Pedro Henrique de Souza que sempre sanou minhas dúvidas, a minha namorada que sempre me apoiou para dar continuidade em todo o trabalho e tolerou a frustação nos momentos difíceis e a todos os professores da instituição, enfim gostaria de agradecer a todos que ajudaram de alguma forma para a conclusão do projeto, muito obrigado a todos.

6 RESUMO Cheli, Lucas Antunes. E-Commerce Rede Onnix de Farmácias. Trabalho de conclusão de curso (superior de tecnologia em Analise e Desenvolvimento de Sistemas) Faculdades Integradas do Vale do Ivaí. Ivaiporã, A consolidação da internet como umas das maiores revoluções tecnológicas da humanidade vem revolucionando o mundo dos negócios e possui como base a tecnologia da informação para melhorar os processos de negócios nas empresas. Esta ferramenta vem se sobrepondo aos outros sistemas de venda onde rapidez, comodidade e segurança são fatores primordiais para o sucesso. O uso da tecnologia pode com certeza melhorar os processos de atendimento, venda e marketing da empresa, por isso, este projeto está voltado ao desenvolvimento de um web site de vendas com a finalidade de aumentar o lucro da empresa, com uma nova modalidade de vendas e marketing inédita na região, trazendo para os clientes mais agilidade nos pedidos e comodidade.

7 ABSTRACT Cheli, Lucas Antunes. E-Commerce Rede Onnix de Farmácias. Trabalho de conclusão de curso (superior de tecnologia em Analise e Desenvolvimento de Sistemas) Faculdades Integradas do Vale do Ivaí. Ivaiporã, The consolidation of the internet as one of the greatest technological revolutions of mankind has revolutionized the business world and has based information technology to improve business processes in enterprises. This tool is overlapping the other sales systems where speed, convenience and security are key factors for success. The use of technology can definitely improve care processes, sales and marketing company, so this project aims to develop a web site sales in order to increase the profit of the company, with a new sales mode and unprecedented marketing initiative in the region, bringing customers more agility and comfort applications.

8 Conteúdo 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo geral Objetivos específicos JUSTIFICATIVA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ENGENHARIA DE SOFTWARE CICLO DE VIDA CICLO DE VIDA INCREMENTAL TÉCNICA DE COLETA DE DADOS REQUISITOS FUNCIONAIS REQUISITOS NÃO FUNCIONAIS CAPTURA DE REQUISITOS STAKEHOLDERS UML DIAGRAMAS DE CASO DE USO DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA DIAGRAMA DE CLASSE HTML CSS JAVA SCRIPT PHP MYSQL BANCO DE DADOS DESENVOLVIMENTO ANALISE DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL Identificação da empresa Definição do ramo de atividade Descrição do mini mundo do sistema Organograma da empresa Plataforma tecnológica da empresa FERRAMENTAS UTILIZADAS REQUISITOS... 28

9 3.3.1 Requisitos funcionais Requisitos não funcionais Segurança Portabilidade Requisitos de usabilidade Requisitos de confiabilidade Requisitos de desempenho CRONOGRAMA DE CONFECÇÃO DIAGRAMA DE CASO DE USO DESCRIÇÕES TEXTUAIS DOS CASOS DO USO DIAGRAMAS DE SEQUÊNCIA PROJETO DE BANCO DE DADOS Diagrama de entidade relacionamento Dicionário de dados PROJETO DE INTERFACE GRÁFICA PROJETO DE IMPLANTAÇÃO Diagrama de instalação CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 65

10 Lista de figuras Figura 1 - Ciclo De vida incremental Figura 2 - Organograma da empresa Figura 3- Diagrama de caso de uso Figura 4 - Diagrama de Classe Figura 5 - Diagrama de Sequencia manter cadastro Figura 6 - Diagrama de Sequencia fazer login usuario Figura 7 Diagrama de Sequencia realizar compra Figura 8 Diagrama de Sequencia manter produtos Figura 9 Diagrama de Sequencia acessar fale conosco Figura 10 Diagrama de Sequencia manter fale conosco Figura 11 Diagrama de Sequencia manter usuários Figura 12 Diagrama de Sequencia fazer login administrador Figura 13 Diagrama Entidade Relacionamento Figura 14 - Tela de Login Figura 15 - Tela de produtos Figura 16 - Tela cadastro de cliente Figura 17 - Tela Painel administrativo Figura 18 Tela Menu e barra de status Figura 19 - Tela rodapé Figura 20 - Diagrama de instalação... 64

11 1. INTRODUÇÃO Com o passar do tempo o comércio eletrônico evoluiu de uma simples ferramenta que ligava compradores e vendedores, para mercados eletrônicos complexos conectando produtores, fornecedores, e clientes, através de uma rede de relacionamentos eletrônicos. Aborda-se, no entanto, o crescimento acelerado dos chamados E-business (negócios eletrônicos). Nesse novo ambiente virtual, com linguagem própria o comércio eletrônico com suas aplicações inovadoras e revolucionárias, é tido como uma das tendências emergentes com maior potencial de inovação nas estratégias e nos processos de negócios nos vários setores econômicos. O Comércio Eletrônico é um tipo de transação comercial feita especialmente por meio de componentes eletrônicos como redes de computadores. É o ato de vender ou comprar via Internet, TV, telefones, entre outros. O mercado mundial está absorvendo o comércio eletrônico em grande escala, muitos ramos da economia agora estão ligados ao comércio eletrônico. A revolução que está ocorrendo no mundo vem afetando as formas de fazer negócios e alterando a estrutura das organizações, bem como as relações entre consumidores e fornecedores. E, uma das novas formas de negociações é o comércio eletrônico, ou seja, compra e venda de produtos e serviços através das redes de computadores. 9

12 1.1. OBJETIVOS Objetivo geral Este projeto objetiva a criação de um web site de vendas para a Rede Onnix de farmácias, possibilitando a venda de produtos online Objetivos específicos Criar um web site de vendas para facilitar e trazer um diferencial para os clientes; Possibilitar uma melhoria no atendimento ao cliente; Facilitar na escolha e compra de produtos; Facilitar o marketing e as atividades de promoção de produtos; Colaborar com o crescimento da empresa. 10

13 1.2 JUSTIFICATIVA A ideia de criar um web site voltado para o ramo de saúde (farmácia) será para viabilizar o atendimento, tornando mais pratico e cômodo para os usuários que poderão fazer tudo de dentro da sua casa, consultar preços de medicamentos, perfumarias e conveniências, poderão também visualizar promoções e produtos em estoque, realizar compras e consultar registros de compras anteriores. Isso pode agilizar o atendimento a um usuário que esteja com algum problema de saúde que não possa sair de sua casa, o usuário também poderá sugerir, reclamar e elogiar o estabelecimento de saúde, visando melhorar cada vez mais o atendimento e a usabilidade do sistema. 11

14 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 ENGENHARIA DE SOFTWARE Atualmente é quase impossível viver em um planeta sem softwares, o mundo seria um caos, e a vida seria extremamente difícil. Infraestruturas e serviços são controlados por sistemas computacionais, e a maioria dos produtos elétricos inclui um computador e um software que o controla. A área de entretenimento faz um uso intensivo de software, portanto, a engenharia de software é essencial para o funcionamento de sociedades nacionais e internacionais. Quando se fala em software muitas pessoas pensam que software é simplesmente outra palavra para programas de computador, mais quando falamos em software ou engenharia de software, não se trata de um simples programa de computador e sim toda a documentação associada a dados de configurações necessários para fazer um programa operar corretamente (Sommerville, 2011). Segundo Sommerville (2011, p.03) a engenharia de software tem por objetivo apoiar o desenvolvimento profissional do software, mais do que a programação individual. Ela inclui técnicas que apoiam especificação, projeto e evolução de programas, que normalmente não são relevantes para o desenvolvimento de software pessoal. Software de computador é o produto que profissionais de software desenvolvem e ao qual dão suporte no longo prazo. Abrem programas executáveis em um computador de qualquer porte ou arquitetura, conteúdos, informações descritivas tanto na forma impressa como na virtual, abrangendo praticamente qualquer mídia eletrônica. A engenharia de software abrange um processo, um conjunto de métodos e um leque de ferramentas que possibilitam aos profissionais desenvolverem software de altíssima qualidade. Os engenheiros de software criam e dão suporte a ele e, praticamente, todos do mundo industrializado o utilizam, direta ou indiretamente (Pressman, 2011). 12

15 2.2 CICLO DE VIDA Processo de software é o conjunto de atividades que constituem o desenvolvimento de um sistema computacional. Estas atividades são agrupadas em fases, como: definição de requisitos, análise, projeto, desenvolvimento, teste e implantação. Em cada fase são definidas, além das suas atividades, as funções e responsabilidades de cada membro da equipe, e como produto resultante, os artefatos (Spínola, 2009). O que diferencia um processo de software do outro é a ordem em que as fases vão ocorrer, o tempo e a ênfase dados a cada fase, as atividades presentes, e os produtos entregues. Com o crescimento do mercado de software, houve uma tendência a repetirem-se os passos e as práticas que deram certo. A etapa seguinte foi a formalização em modelos de ciclo de vida. Em outras palavras, os modelos de ciclo de vida são o esqueleto, ou as estruturas pré-definidas nas quais encaixamos as fases do processo. De acordo com a NBR ISO/IEC 12207:1998, o ciclo de vida é a Estrutura contendo processos, atividades e tarefas envolvidas no desenvolvimento, operação e manutenção de um produto de software, abrangendo a vida do sistema, desde a definição de seus requisitos até o término de seu uso (Spínola, 2009). 2.3 CICLO DE VIDA INCREMENTAL No modelo incremental, de Mills em 1980, os requisitos do cliente são obtidos, e, de acordo com a funcionalidade, são agrupados em módulos. Após este agrupamento, a equipe, junto ao cliente, define a prioridade em que cada módulo será desenvolvido, escolha baseada na importância daquela funcionalidade ao negócio do cliente. Cada módulo passará por todas as fases (Spinola, 2009). De acordo com Pressman (2011), o modelo incremental libera uma série de versões, denominadas incrementais, que oferecem, progressivamente, maior funcionalidade para o cliente à medida que cada incremento é entregue. O ciclo de vida incremental tem seu foco voltado para a entrega de um produto operacional em blocos. Os primeiros blocos são versões seccionadas do produto final, mas eles possuem capacidade para atender 13

16 ao usuário e também oferecem uma plataforma para a avaliação do usuário (Pressman, 2011). Ciclo de vida incremental é uma abordagem para o desenvolvimento de software na qual alguns dos incrementos desenvolvidos são entregues ao cliente e implantados para uso em um ambiente operacional. Em um processo de entrega incremental os clientes identificam, em linhas gerais, os serviços a serem fornecidos pelo sistema. Eles identificam quais dos serviços são mais e menos importantes para eles. Uma série de incrementos de entrega são, então, definidos, com cada incremento proporcionando um subconjunto de funcionalidade do sistema. A atribuição de serviços aos incrementos depende da ordem de prioridade dos serviços, os serviços de maior prioridade são implementados e entregues em primeiro lugar (Sommerville 2011). A figura a seguir ilustra o ciclo de vida incremental. Figura 1 - Ciclo De vida incremental 14

17 2.4 TÉCNICA DE COLETA DE DADOS A engenharia de requisitos, no contexto de engenharia de software, é um processo que engloba todas as atividades que contribuem para a produção de um documento de requisitos. Para realizar a captura de requisitos é preciso utilizar o primeiro processo da engenharia de requisitos, a identificação. Para identificá-los, será necessário o uso de alguma técnica para levantamento. Entrevistas formais e informais com o cliente fazem parte da maioria dos processos da captura de requisitos. Nessas entrevistas a equipe desenvolvedora formula as questões para o cliente sobre o sistema que ele usa e o sistema a ser desenvolvido. Os requisitos são derivados das respostas a essas questões (SOMMERVILLE, 2007, pag.101). 2.5 REQUISITOS FUNCIONAIS São declarações de serviços que o sistema deve fornecer, de como o sistema deve reagir a entradas especificas e de como o sistema deve se comportar em determinadas situações (SOMMERVILLE, 2011). Requisitos funcionais do sistema variam de requisitos gerais, que abrangem o que o sistema deve fazer, até requisitos muito específicos, que refletem os sistemas e as formas de trabalho em uma organização. Um requisito consiste em uma declaração sobre um produto pretendido que especifica o que ele deveria fazer ou como deveriam operar, eles vêm de muitas formas diferentes e em diferentes níveis de abstração, mas precisamos nos certificar que eles sejam tão claros quanto o possível e que saberemos reconhecer quando forem preenchidos (PREECE, 2005). Na engenharia de requisitos, dentro do contexto da engenharia de software, requisitos funcionais especificam as ações que um sistema deve ser capaz de executar, sem levar em consideração as restrições físicas como desempenho, robustez ou confiabilidade. A princípio, pode-se dizer que os requisitos funcionais descrevem as funções que um software deverá desempenhar. Os requisitos funcionais descrevem o que o sistema deve fazer. Esses requisitos dependem do tipo de software que está sendo desenvolvido, dos usuários a que o software se 15

18 destina e da abordagem geral considerada pela organização ao redigir os requisitos. Eles descrevem as funções do sistema detalhadamente (SOMMERVILLE, 2007, p.81). 2.6 REQUISITOS NÃO FUNCIONAIS SOMMERVILLE (2011) diz que os requisitos não funcionais, como o nome sugere, são requisitos que não estão diretamente relacionados com os serviços específicos oferecidos pelo sistema e seus usuários Segundo PREECE (2005) requisitos não funcionais indicam quais são as limitações no sistema e em seu desenvolvimento. Na engenharia de requisitos, dentro do contexto da engenharia de software, os requisitos não funcionais estão relacionados ao uso da aplicação em termos de usabilidade, desempenho, segurança, disponibilidade. De uma maneira mais simples pode-se dizer que eles descrevem as qualidades globais do sistema. Ressalta-se ainda que a avaliação desses requisitos começa na fase de desenvolvimento e vai até os testes finais do software. Os requisitos não funcionais são aqueles não diretamente relacionados às funções específicas fornecidas pelo sistema. Eles podem estar relacionados às propriedades emergentes do sistema, como confiabilidade, tempo de resposta e espaço de armazenamento (SOMMERVILLE, 2007). 2.7 CAPTURA DE REQUISITOS No contexto de engenharia de software, captura de requisitos ou elicitação de requisitos é um processo que engloba todas as atividades que contribuem para a produção de um documento de requisitos. Para realizar a captura de requisitos é preciso utilizar o primeiro processo da engenharia de requisitos, a identificação. Para identificá-los, será necessário o uso de alguma técnica para levantamento. Entrevistas formais e informais com o cliente fazem parte da maioria dos processos da captura de requisitos. Nessas entrevistas a equipe desenvolvedora formula as questões para o cliente sobre o sistema que ele usa e o sistema a ser desenvolvido. Os requisitos são derivados das respostas a essas questões 16

19 (SOMMERVILLE, 2007, pag.101). Na prática, a técnica utilizada para a captura de requisitos do sistema aqui proposto será a citada anteriormente, entrevistas e questionários. Essas entrevistas podem ser fechadas, onde o cliente responde a um conjunto de perguntas predefinidas ou podem ser abertas, nas quais não existe um roteiro predefinido. As entrevistas são úteis para obter um entendimento geral sobre o que o cliente faz como ele interage com o sistema e as dificuldades que enfrenta com o sistema atual. 2.8 STAKEHOLDERS Segundo PREECE (2005, p. 191) os stakeholders são um conjunto surpreendentemente grande de indivíduos que tem uma participação no desenvolvimento de um produto. Os stakeholders são indivíduos ou organizações que serão afetados pelo sistema e que tem influencia direta ou indireta nas necessidades desse sistema. O grupo de stakeholders de certo produto será maior do que o grupo de pessoas que você normalmente consideraria usuários, ainda que obviamente ele os incluísse. Podemos perceber que o grupo de stakeholders inclui a própria equipe de desenvolvimento e seus gestores, os usuários diretos e seus gerentes, os que irão receber os resultados do produto, as pessoas que perderão seus empregos por causa da introdução de um novo produto e assim por diante (PREECE, 2005). PHILLIPS (2002, p.9) define Stakeholder como um termo usado para se referir a qualquer pessoa ou grupo afetado pelo projeto, direta ou indiretamente. Na engenharia de software, stakeholders são definidos como pessoas que de alguma forma são afetadas pelo sistema, ou podem ser tanto os usuários que irão trabalhar com o sistema, quanto às pessoas que serão beneficiadas com o mesmo. 2.9 UML A UML (Unified Modeling Language) significa Linguagem de Modelagem Unificada. É uma linguagem de especificação, documentação, visualização e desenvolvimento de sistemas orientados a objetos. A UML permite que a equipe de 17

20 desenvolvedores de sistemas visualize os produtos de seus trabalhos em diagramas padronizados. Ela provê tais aspectos (PENDER, 2004): Especificação: A UML é uma excelente linguagem de modelagem para a especificação dos diferentes aspectos de um sistema orientado a objeto. Documentação: Os documentos produzidos pela especificação, são materiais importantes para controlar, medir, e refletir sobre um sistema durante o seu desenvolvimento e implantação. Visualização: A representação dos modelos visuais facilita a comunicação e faz com que os membros da equipe de desenvolvimento tenham a mesma visão do sistema como um todo. Cada símbolo gráfico tem uma semântica bem definida através da notação UML. Construção: Geração automática de código a partir do modelo visual e geração do modelo visual a partir do código. O principal objetivo da UML é representar qualquer tipo de sistema ou software, em termos de diagramas orientados a objeto. Naturalmente, o uso mais comum é para criar modelos de sistemas de software. Vale ainda ressaltar que a UML facilita a comunicação de todas as pessoas envolvidas no processo de desenvolvimento de um sistema - gerentes, coordenadores, analistas, desenvolvedores - por apresentar um vocabulário de fácil entendimento DIAGRAMAS DE CASO DE USO O objetivo do diagrama de caso de uso é identificar todos os recursos aos que os clientes esperam que o sistema ofereça suporte, mas ele não revela qualquer detalhe sobre a implementação desses recursos (Pender, 2004). O diagrama de caso de uso modela as expectativas dos usuários para usar o sistema. As pessoas e os sistemas que interagem com o sistema alvo são chamados de atores, e os recursos do sistema que os atores utilizam são chamados de casos de usos. Alguns casos de uso interagem com outros 18

21 casos de usos, em relacionamento modelado por meio de setas de dependência (Pender, 2004). Booch, Rumbaugh, Jacobson (2005) definem que: Os diagramas de caso de uso são aplicados para modelar a visão de caso de uso do sistema. Eles são muitos importantes para visualizar, especificar e documentar o comportamento de um elemento. Esses diagramas fazem com que sistemas, subsistemas e classes fiquem acessíveis e compreensíveis, por apresentarem uma visão externa sobre como esses elementos podem ser utilizados no contexto. As etapas da construção de um diagrama de caso de uso são: Definir o contexto, os atores e casos de uso; Avaliar os atores e casos de uso, para fins de refinamento; Definir os relacionamentos de inclusão; Definir os relacionamentos de extensão; Avaliar atores e casos de uso para oportunidades de generalização (propriedades compartilhadas) DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA O foco do diagrama de sequencia está na identificação de interações entre os objetos com o tempo. O maior benefício do diagrama é que ele ajuda a identificar as mensagens trocadas entre os objetos (Pender, 2004). No diagrama de sequencia a troca de mensagens exige um transmissor e um receptor, um receptor precisa ter uma interface para poder receber uma mensagem. Logo, se uma mensagem tiver que ser enviada de um objeto para outro, o receptor terá de definir uma interface em conformidade com a mensagem (Pender, 2004). Como citado anteriormente, o diagrama de sequência tem o objetivo de mostrar como as mensagens são trocadas entre os objetos no decorrer do tempo para realização de uma operação. Segundo Bezerra (2007) o objetivo do diagrama de sequência é apresentar as interações entre objetos na ordem temporal em que 19

22 elas acontecem. O diagrama de sequência é um diagrama de interação que dá ênfase à ordenação temporal das mensagens. Um diagrama de sequência mostra um conjunto de papéis e as mensagens enviadas e recebidas pelas instâncias que representam os papéis. Use o diagrama de sequência para ilustrar a visão dinâmica de um sistema (Booch, Rumbaugh, Jacobson, 2005) DIAGRAMA DE CLASSE O diagrama de classe é núcleo do processo de modelagem de objetos. Serve para modelar as definições de recursos essenciais à operação correta do sistema. Ele é a origem para geração e também de conversão do código para o modelo (Pender, 2004). O diagrama de classe modela os recursos usados para montar e operar o sistema. Os recursos representam pessoas, materiais, informações, e comportamentos. Os diagramas de classe modelam cada recurso em termos de estrutura, relacionamentos e comportamentos, e a sua notação é surpreendentemente simples. Ele inclui uma série de outras construções de modelagem para abordar a gama de recursos e mecanismos de projeto comuns aos sistemas (Pender, 2004). O diagrama de classes provavelmente é o diagrama mais utilizado da UML. Seu principal objetivo é definir a base para que os outros diagramas apresentem outras visões do sistema. Ele descreve a visão estática do sistema em termos de classes e relacionamentos entre as classes. Com certeza este diagrama é o mais importante em uma documentação de software, onde podemos encontrar as informações sobre métodos, atributos, nome das funções e como serão integradas. Os diagramas de classes são os diagramas encontrados com maior frequência na modelagem de sistemas orientados a objetos. Um diagrama de classes mostra um conjunto de classes, interfaces e colaborações e seus relacionamentos. [...] São usados para fazer a modelagem estática do projeto de um sistema. São importantes não só para a visualização, a especificação e a documentação de modelos estruturais, mas também para a construção de sistemas executáveis por intermédio de engenharia de produção e reversa (BOOCH, RUMBAUGH, JACOBSON, 2005). 20

23 O diagrama de classes se encontra no centro do processo de modelagem de objetos. Ele é o diagrama principal para capturar todas as regras que governam a definição e o uso de objetos. Como o repositório para todas as regras, ele também é a principal fonte para a engenharia direta (transformar um modelo em código) e o alvo para a engenharia reversa (transformar código em um modelo) [...] O diagrama de classes provavelmente é o diagrama mais utilizado da UML (PENDER, 2004) HTML HTML (abreviação para a expressão inglesa HyperText Markup Language, que significa Linguagem de Marcação de Hipertexto) é a linguagem com que se escrevem as páginas web. As páginas web podem ser visualizadas pelo usuário mediante uma aplicação chamada navegador. Podemos dizer portanto, que o HTML é a linguagem usada pelos navegadores para mostrar as páginas webs ao usuário, sendo hoje em dia a interface mais extensa na rede. Esta linguagem nos permite aglutinar textos, imagens e áudios, e combiná-los a nosso gosto. Ademais, e é aqui onde está a sua vantagem em relação aos livros e revistas, o HTML nos permite a introdução de referências a outras páginas por meio dos links hipertextos. O HTML se criou a princípio com objetivos de divulgação. Porém, não se pensou que a web chegaria a ser uma área de ócio com caráter multimídia, de modo que, o HTML se criou sem dar respostas a todos os possíveis usos que lhe dariam posteriormente e ao todo coletivo de gente que o utilizariam no futuro. Entretanto, frente a este deficiente planejamento, com o tempo, foi se incorporando modificações, as quais são os padrões do HTML. Numerosos padrões já se apresentaram (Samy, 2008) CSS CSS é a abreviação para o termo em inglês Cascading Style Sheet, traduzido para o português como folhas de estilo em cascata. Cascading Style Sheets é uma linguagem de estilo, utilizada para descrever a apresentação de um documento escrito em uma linguagem de marcação como HTML, XHTML ou XML. Essas definições são aplicadas a documentos de diversas maneiras, alterando a forma como as informações são apresentadas. (Samy, 2008) 21

24 O CSS é uma linguagem de estilo utilizada para definir a apresentação de documentos escritos em uma linguagem de marcação, o CSS define cores, posicionamento na tela, estilos de linhas, bordas e tudo o mais relacionado à apresentação, A grande vantagem do uso de CSS é de separar a marcação HTML da apresentação do site, em outras palavras, vale dizer que o HTML destina-se unicamente a estruturar e marcar o conteúdo, ficando por conta das CSS toda a responsabilidade pelo visual do documento. (Samy, 2008, p. 50) 2.15 JAVASCRIPT JavaScript é uma linguagem utilizada para implementar as funcionalidades de um sistema auxiliando na interação do usuário com o software, voltado para o desenvolvimento web, com o Javascript podemos criar caixas de diálogos, mensagens de pequenas informações, alterar estilos entre outros implementos.com JavaScript, podemos escrever marcação HTML e inseri-la na marcação de um documento existente. Por exemplo: inserção de data/hora no documento, inserção de uma mensagem de boas-vindas ou, ainda, inserção de conteúdos diferenciados e escolhidos de acordo com o navegador do usuário. Podemos, até mesmo, gerar o HTML completo de uma página web. JavaScript é capaz de definir, alterar e controlar de forma dinâmica a apresentação de um documento HTML, com os aspectos relacionados a cor de fundo textos links, ou mesmo interferir no posicionamento dos elementos HTML de um documento. É possível manipular a folha de estilos associada ao documento criando regras CSS ou anulando regras existentes (Samy, 2010 p. 24) PHP PHP e uma das linguagens mais utilizadas na web, hoje são mais de 10 milhões de sites no mundo inteiro que utilizam PHP a principal diferença em relação às outras linguagens e a capacidade que o PHP tem de interagir com o mundo Web (Niederauer, 2004 pag. 19). PHP é uma linguagem que permite criar sites WEB dinâmicos, possibilitando uma interação com o usuário através de formulários, parâmetros da URL e links. A diferença de PHP com relação a linguagens semelhantes a JavaScript é que o código PHP é executado no servidor, sendo 22

25 enviado para o cliente apenas HTML puro. Desta maneira é possível interagir com bancos de dados e aplicações existentes no servidor, com a vantagem de não expor o código fonte para o cliente. Basicamente, qualquer coisa que pode ser feita por algum programa CGI pode ser feita também com PHP, como coletar dados de um formulário, gerar páginas dinamicamente ou enviar e receber cookies.php também tem como uma das características mais importantes o suporte a um grande número de bancos de dados, como dbase, Interbase, msql, mysql, Oracle, Sybase, PostgreSQL e vários outros. Construir uma página baseada em um banco de dados torna-se uma tarefa extremamente simples com PHP (Niederauer, 2004) MYSQL O Mysql é um banco de dados completo, robusto e extremamente rápido, com todas as características existentes nos principais bancos de dados pagos existentes no mercado Suehring (2002). É atualmente um dos bancos de dados mais populares, com mais de 10 milhões de instalações pelo mundo, devido a sua confiabilidade e compatibilidade com os sistemas operacionais existentes. É importante ressaltar que o Mysql tem um alto poder de execução e armazenamento. Dependendo da plataforma onde será utilizado, suas tabelas poderão armazenar espaços extraordinários, ficando limitados apenas ao hardware em questão. Suehring (2002, p.21) ressalta que o MySql concorre com alguns de seus correspondentes comerciais em muitas áreas. Particularmente em desempenho, escalabilidade e estabilidade, o MySql pode ter um desempenho tão bom ou melhor que seus concorrentes. MySQL é um software de banco de dados que suporta linguagem de consulta de banco de dados chamada de SQL. A SQL é um padrão de comunicação com banco de dados de qualquer tipo, não importado os métodos subjacentes de escrever e ler os dados (Maxfield, 2002, p.37) BANCO DE DADOS De acordo com Elmasri, Navathe (2005, p.3) os bancos de dados se tornaram componentes essenciais no cotidiano da sociedade moderna. No decorrer 23

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