Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ICEI Recredenciada pela Portaria nº. 545 de 11/05/2012 D.O.U.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ICEI Recredenciada pela Portaria nº. 545 de 11/05/2012 D.O.U."

Transcrição

1 Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ICEI Recredenciada pela Portaria nº. 545 de 11/05/2012 D.O.U. 14/05/2012 LUCAS ANTUNES CHELI E-COMMERCE REDE ONNIX DE FARMÁCIAS IVAIPORÃ 2013

2 LUCAS ANTUNES CHELI E-COMMERCE REDE ONNIX DE FARMÁCIAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado a Faculdade Integrada do Vale do Ivaí, como requisito parcial para obtenção do título de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Orientador: Prof. Paulo Ricardo de Araújo IVAIPORÃ/PR 2013

3 LUCAS ANTUNES CHELI E-COMMERCE REDE ONNIX DE FARMACIAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado a Faculdade Integrada do Vale do Ivaí, como requisito parcial para obtenção do título de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, sob apreciação da seguinte banca examinadora: Aprovado (a) em / / Professor: Professor: Professor:

4 Eu gosto do impossível porque lá a concorrência é menor

5 AGRADECIMENTOS Primeiramente e acima de tudo agradeço a Deus e aos meus pais, Lourival e Fatima, por sempre me apoiarem e me proverem de ensinamentos para a vida toda sem exigir nada em troca, ao meu orientador Paulo Ricardo Araújo que em momento algum omitiu o conhecimento e sempre me orientou tornando esse projeto realidade, aos meus colegas de classe, ao professor Pedro Henrique de Souza que sempre sanou minhas dúvidas, a minha namorada que sempre me apoiou para dar continuidade em todo o trabalho e tolerou a frustação nos momentos difíceis e a todos os professores da instituição, enfim gostaria de agradecer a todos que ajudaram de alguma forma para a conclusão do projeto, muito obrigado a todos.

6 RESUMO Cheli, Lucas Antunes. E-Commerce Rede Onnix de Farmácias. Trabalho de conclusão de curso (superior de tecnologia em Analise e Desenvolvimento de Sistemas) Faculdades Integradas do Vale do Ivaí. Ivaiporã, A consolidação da internet como umas das maiores revoluções tecnológicas da humanidade vem revolucionando o mundo dos negócios e possui como base a tecnologia da informação para melhorar os processos de negócios nas empresas. Esta ferramenta vem se sobrepondo aos outros sistemas de venda onde rapidez, comodidade e segurança são fatores primordiais para o sucesso. O uso da tecnologia pode com certeza melhorar os processos de atendimento, venda e marketing da empresa, por isso, este projeto está voltado ao desenvolvimento de um web site de vendas com a finalidade de aumentar o lucro da empresa, com uma nova modalidade de vendas e marketing inédita na região, trazendo para os clientes mais agilidade nos pedidos e comodidade.

7 ABSTRACT Cheli, Lucas Antunes. E-Commerce Rede Onnix de Farmácias. Trabalho de conclusão de curso (superior de tecnologia em Analise e Desenvolvimento de Sistemas) Faculdades Integradas do Vale do Ivaí. Ivaiporã, The consolidation of the internet as one of the greatest technological revolutions of mankind has revolutionized the business world and has based information technology to improve business processes in enterprises. This tool is overlapping the other sales systems where speed, convenience and security are key factors for success. The use of technology can definitely improve care processes, sales and marketing company, so this project aims to develop a web site sales in order to increase the profit of the company, with a new sales mode and unprecedented marketing initiative in the region, bringing customers more agility and comfort applications.

8 Conteúdo 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo geral Objetivos específicos JUSTIFICATIVA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ENGENHARIA DE SOFTWARE CICLO DE VIDA CICLO DE VIDA INCREMENTAL TÉCNICA DE COLETA DE DADOS REQUISITOS FUNCIONAIS REQUISITOS NÃO FUNCIONAIS CAPTURA DE REQUISITOS STAKEHOLDERS UML DIAGRAMAS DE CASO DE USO DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA DIAGRAMA DE CLASSE HTML CSS JAVA SCRIPT PHP MYSQL BANCO DE DADOS DESENVOLVIMENTO ANALISE DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL Identificação da empresa Definição do ramo de atividade Descrição do mini mundo do sistema Organograma da empresa Plataforma tecnológica da empresa FERRAMENTAS UTILIZADAS REQUISITOS... 28

9 3.3.1 Requisitos funcionais Requisitos não funcionais Segurança Portabilidade Requisitos de usabilidade Requisitos de confiabilidade Requisitos de desempenho CRONOGRAMA DE CONFECÇÃO DIAGRAMA DE CASO DE USO DESCRIÇÕES TEXTUAIS DOS CASOS DO USO DIAGRAMAS DE SEQUÊNCIA PROJETO DE BANCO DE DADOS Diagrama de entidade relacionamento Dicionário de dados PROJETO DE INTERFACE GRÁFICA PROJETO DE IMPLANTAÇÃO Diagrama de instalação CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 65

10 Lista de figuras Figura 1 - Ciclo De vida incremental Figura 2 - Organograma da empresa Figura 3- Diagrama de caso de uso Figura 4 - Diagrama de Classe Figura 5 - Diagrama de Sequencia manter cadastro Figura 6 - Diagrama de Sequencia fazer login usuario Figura 7 Diagrama de Sequencia realizar compra Figura 8 Diagrama de Sequencia manter produtos Figura 9 Diagrama de Sequencia acessar fale conosco Figura 10 Diagrama de Sequencia manter fale conosco Figura 11 Diagrama de Sequencia manter usuários Figura 12 Diagrama de Sequencia fazer login administrador Figura 13 Diagrama Entidade Relacionamento Figura 14 - Tela de Login Figura 15 - Tela de produtos Figura 16 - Tela cadastro de cliente Figura 17 - Tela Painel administrativo Figura 18 Tela Menu e barra de status Figura 19 - Tela rodapé Figura 20 - Diagrama de instalação... 64

11 1. INTRODUÇÃO Com o passar do tempo o comércio eletrônico evoluiu de uma simples ferramenta que ligava compradores e vendedores, para mercados eletrônicos complexos conectando produtores, fornecedores, e clientes, através de uma rede de relacionamentos eletrônicos. Aborda-se, no entanto, o crescimento acelerado dos chamados E-business (negócios eletrônicos). Nesse novo ambiente virtual, com linguagem própria o comércio eletrônico com suas aplicações inovadoras e revolucionárias, é tido como uma das tendências emergentes com maior potencial de inovação nas estratégias e nos processos de negócios nos vários setores econômicos. O Comércio Eletrônico é um tipo de transação comercial feita especialmente por meio de componentes eletrônicos como redes de computadores. É o ato de vender ou comprar via Internet, TV, telefones, entre outros. O mercado mundial está absorvendo o comércio eletrônico em grande escala, muitos ramos da economia agora estão ligados ao comércio eletrônico. A revolução que está ocorrendo no mundo vem afetando as formas de fazer negócios e alterando a estrutura das organizações, bem como as relações entre consumidores e fornecedores. E, uma das novas formas de negociações é o comércio eletrônico, ou seja, compra e venda de produtos e serviços através das redes de computadores. 9

12 1.1. OBJETIVOS Objetivo geral Este projeto objetiva a criação de um web site de vendas para a Rede Onnix de farmácias, possibilitando a venda de produtos online Objetivos específicos Criar um web site de vendas para facilitar e trazer um diferencial para os clientes; Possibilitar uma melhoria no atendimento ao cliente; Facilitar na escolha e compra de produtos; Facilitar o marketing e as atividades de promoção de produtos; Colaborar com o crescimento da empresa. 10

13 1.2 JUSTIFICATIVA A ideia de criar um web site voltado para o ramo de saúde (farmácia) será para viabilizar o atendimento, tornando mais pratico e cômodo para os usuários que poderão fazer tudo de dentro da sua casa, consultar preços de medicamentos, perfumarias e conveniências, poderão também visualizar promoções e produtos em estoque, realizar compras e consultar registros de compras anteriores. Isso pode agilizar o atendimento a um usuário que esteja com algum problema de saúde que não possa sair de sua casa, o usuário também poderá sugerir, reclamar e elogiar o estabelecimento de saúde, visando melhorar cada vez mais o atendimento e a usabilidade do sistema. 11

14 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 ENGENHARIA DE SOFTWARE Atualmente é quase impossível viver em um planeta sem softwares, o mundo seria um caos, e a vida seria extremamente difícil. Infraestruturas e serviços são controlados por sistemas computacionais, e a maioria dos produtos elétricos inclui um computador e um software que o controla. A área de entretenimento faz um uso intensivo de software, portanto, a engenharia de software é essencial para o funcionamento de sociedades nacionais e internacionais. Quando se fala em software muitas pessoas pensam que software é simplesmente outra palavra para programas de computador, mais quando falamos em software ou engenharia de software, não se trata de um simples programa de computador e sim toda a documentação associada a dados de configurações necessários para fazer um programa operar corretamente (Sommerville, 2011). Segundo Sommerville (2011, p.03) a engenharia de software tem por objetivo apoiar o desenvolvimento profissional do software, mais do que a programação individual. Ela inclui técnicas que apoiam especificação, projeto e evolução de programas, que normalmente não são relevantes para o desenvolvimento de software pessoal. Software de computador é o produto que profissionais de software desenvolvem e ao qual dão suporte no longo prazo. Abrem programas executáveis em um computador de qualquer porte ou arquitetura, conteúdos, informações descritivas tanto na forma impressa como na virtual, abrangendo praticamente qualquer mídia eletrônica. A engenharia de software abrange um processo, um conjunto de métodos e um leque de ferramentas que possibilitam aos profissionais desenvolverem software de altíssima qualidade. Os engenheiros de software criam e dão suporte a ele e, praticamente, todos do mundo industrializado o utilizam, direta ou indiretamente (Pressman, 2011). 12

15 2.2 CICLO DE VIDA Processo de software é o conjunto de atividades que constituem o desenvolvimento de um sistema computacional. Estas atividades são agrupadas em fases, como: definição de requisitos, análise, projeto, desenvolvimento, teste e implantação. Em cada fase são definidas, além das suas atividades, as funções e responsabilidades de cada membro da equipe, e como produto resultante, os artefatos (Spínola, 2009). O que diferencia um processo de software do outro é a ordem em que as fases vão ocorrer, o tempo e a ênfase dados a cada fase, as atividades presentes, e os produtos entregues. Com o crescimento do mercado de software, houve uma tendência a repetirem-se os passos e as práticas que deram certo. A etapa seguinte foi a formalização em modelos de ciclo de vida. Em outras palavras, os modelos de ciclo de vida são o esqueleto, ou as estruturas pré-definidas nas quais encaixamos as fases do processo. De acordo com a NBR ISO/IEC 12207:1998, o ciclo de vida é a Estrutura contendo processos, atividades e tarefas envolvidas no desenvolvimento, operação e manutenção de um produto de software, abrangendo a vida do sistema, desde a definição de seus requisitos até o término de seu uso (Spínola, 2009). 2.3 CICLO DE VIDA INCREMENTAL No modelo incremental, de Mills em 1980, os requisitos do cliente são obtidos, e, de acordo com a funcionalidade, são agrupados em módulos. Após este agrupamento, a equipe, junto ao cliente, define a prioridade em que cada módulo será desenvolvido, escolha baseada na importância daquela funcionalidade ao negócio do cliente. Cada módulo passará por todas as fases (Spinola, 2009). De acordo com Pressman (2011), o modelo incremental libera uma série de versões, denominadas incrementais, que oferecem, progressivamente, maior funcionalidade para o cliente à medida que cada incremento é entregue. O ciclo de vida incremental tem seu foco voltado para a entrega de um produto operacional em blocos. Os primeiros blocos são versões seccionadas do produto final, mas eles possuem capacidade para atender 13

16 ao usuário e também oferecem uma plataforma para a avaliação do usuário (Pressman, 2011). Ciclo de vida incremental é uma abordagem para o desenvolvimento de software na qual alguns dos incrementos desenvolvidos são entregues ao cliente e implantados para uso em um ambiente operacional. Em um processo de entrega incremental os clientes identificam, em linhas gerais, os serviços a serem fornecidos pelo sistema. Eles identificam quais dos serviços são mais e menos importantes para eles. Uma série de incrementos de entrega são, então, definidos, com cada incremento proporcionando um subconjunto de funcionalidade do sistema. A atribuição de serviços aos incrementos depende da ordem de prioridade dos serviços, os serviços de maior prioridade são implementados e entregues em primeiro lugar (Sommerville 2011). A figura a seguir ilustra o ciclo de vida incremental. Figura 1 - Ciclo De vida incremental 14

17 2.4 TÉCNICA DE COLETA DE DADOS A engenharia de requisitos, no contexto de engenharia de software, é um processo que engloba todas as atividades que contribuem para a produção de um documento de requisitos. Para realizar a captura de requisitos é preciso utilizar o primeiro processo da engenharia de requisitos, a identificação. Para identificá-los, será necessário o uso de alguma técnica para levantamento. Entrevistas formais e informais com o cliente fazem parte da maioria dos processos da captura de requisitos. Nessas entrevistas a equipe desenvolvedora formula as questões para o cliente sobre o sistema que ele usa e o sistema a ser desenvolvido. Os requisitos são derivados das respostas a essas questões (SOMMERVILLE, 2007, pag.101). 2.5 REQUISITOS FUNCIONAIS São declarações de serviços que o sistema deve fornecer, de como o sistema deve reagir a entradas especificas e de como o sistema deve se comportar em determinadas situações (SOMMERVILLE, 2011). Requisitos funcionais do sistema variam de requisitos gerais, que abrangem o que o sistema deve fazer, até requisitos muito específicos, que refletem os sistemas e as formas de trabalho em uma organização. Um requisito consiste em uma declaração sobre um produto pretendido que especifica o que ele deveria fazer ou como deveriam operar, eles vêm de muitas formas diferentes e em diferentes níveis de abstração, mas precisamos nos certificar que eles sejam tão claros quanto o possível e que saberemos reconhecer quando forem preenchidos (PREECE, 2005). Na engenharia de requisitos, dentro do contexto da engenharia de software, requisitos funcionais especificam as ações que um sistema deve ser capaz de executar, sem levar em consideração as restrições físicas como desempenho, robustez ou confiabilidade. A princípio, pode-se dizer que os requisitos funcionais descrevem as funções que um software deverá desempenhar. Os requisitos funcionais descrevem o que o sistema deve fazer. Esses requisitos dependem do tipo de software que está sendo desenvolvido, dos usuários a que o software se 15

18 destina e da abordagem geral considerada pela organização ao redigir os requisitos. Eles descrevem as funções do sistema detalhadamente (SOMMERVILLE, 2007, p.81). 2.6 REQUISITOS NÃO FUNCIONAIS SOMMERVILLE (2011) diz que os requisitos não funcionais, como o nome sugere, são requisitos que não estão diretamente relacionados com os serviços específicos oferecidos pelo sistema e seus usuários Segundo PREECE (2005) requisitos não funcionais indicam quais são as limitações no sistema e em seu desenvolvimento. Na engenharia de requisitos, dentro do contexto da engenharia de software, os requisitos não funcionais estão relacionados ao uso da aplicação em termos de usabilidade, desempenho, segurança, disponibilidade. De uma maneira mais simples pode-se dizer que eles descrevem as qualidades globais do sistema. Ressalta-se ainda que a avaliação desses requisitos começa na fase de desenvolvimento e vai até os testes finais do software. Os requisitos não funcionais são aqueles não diretamente relacionados às funções específicas fornecidas pelo sistema. Eles podem estar relacionados às propriedades emergentes do sistema, como confiabilidade, tempo de resposta e espaço de armazenamento (SOMMERVILLE, 2007). 2.7 CAPTURA DE REQUISITOS No contexto de engenharia de software, captura de requisitos ou elicitação de requisitos é um processo que engloba todas as atividades que contribuem para a produção de um documento de requisitos. Para realizar a captura de requisitos é preciso utilizar o primeiro processo da engenharia de requisitos, a identificação. Para identificá-los, será necessário o uso de alguma técnica para levantamento. Entrevistas formais e informais com o cliente fazem parte da maioria dos processos da captura de requisitos. Nessas entrevistas a equipe desenvolvedora formula as questões para o cliente sobre o sistema que ele usa e o sistema a ser desenvolvido. Os requisitos são derivados das respostas a essas questões 16

19 (SOMMERVILLE, 2007, pag.101). Na prática, a técnica utilizada para a captura de requisitos do sistema aqui proposto será a citada anteriormente, entrevistas e questionários. Essas entrevistas podem ser fechadas, onde o cliente responde a um conjunto de perguntas predefinidas ou podem ser abertas, nas quais não existe um roteiro predefinido. As entrevistas são úteis para obter um entendimento geral sobre o que o cliente faz como ele interage com o sistema e as dificuldades que enfrenta com o sistema atual. 2.8 STAKEHOLDERS Segundo PREECE (2005, p. 191) os stakeholders são um conjunto surpreendentemente grande de indivíduos que tem uma participação no desenvolvimento de um produto. Os stakeholders são indivíduos ou organizações que serão afetados pelo sistema e que tem influencia direta ou indireta nas necessidades desse sistema. O grupo de stakeholders de certo produto será maior do que o grupo de pessoas que você normalmente consideraria usuários, ainda que obviamente ele os incluísse. Podemos perceber que o grupo de stakeholders inclui a própria equipe de desenvolvimento e seus gestores, os usuários diretos e seus gerentes, os que irão receber os resultados do produto, as pessoas que perderão seus empregos por causa da introdução de um novo produto e assim por diante (PREECE, 2005). PHILLIPS (2002, p.9) define Stakeholder como um termo usado para se referir a qualquer pessoa ou grupo afetado pelo projeto, direta ou indiretamente. Na engenharia de software, stakeholders são definidos como pessoas que de alguma forma são afetadas pelo sistema, ou podem ser tanto os usuários que irão trabalhar com o sistema, quanto às pessoas que serão beneficiadas com o mesmo. 2.9 UML A UML (Unified Modeling Language) significa Linguagem de Modelagem Unificada. É uma linguagem de especificação, documentação, visualização e desenvolvimento de sistemas orientados a objetos. A UML permite que a equipe de 17

20 desenvolvedores de sistemas visualize os produtos de seus trabalhos em diagramas padronizados. Ela provê tais aspectos (PENDER, 2004): Especificação: A UML é uma excelente linguagem de modelagem para a especificação dos diferentes aspectos de um sistema orientado a objeto. Documentação: Os documentos produzidos pela especificação, são materiais importantes para controlar, medir, e refletir sobre um sistema durante o seu desenvolvimento e implantação. Visualização: A representação dos modelos visuais facilita a comunicação e faz com que os membros da equipe de desenvolvimento tenham a mesma visão do sistema como um todo. Cada símbolo gráfico tem uma semântica bem definida através da notação UML. Construção: Geração automática de código a partir do modelo visual e geração do modelo visual a partir do código. O principal objetivo da UML é representar qualquer tipo de sistema ou software, em termos de diagramas orientados a objeto. Naturalmente, o uso mais comum é para criar modelos de sistemas de software. Vale ainda ressaltar que a UML facilita a comunicação de todas as pessoas envolvidas no processo de desenvolvimento de um sistema - gerentes, coordenadores, analistas, desenvolvedores - por apresentar um vocabulário de fácil entendimento DIAGRAMAS DE CASO DE USO O objetivo do diagrama de caso de uso é identificar todos os recursos aos que os clientes esperam que o sistema ofereça suporte, mas ele não revela qualquer detalhe sobre a implementação desses recursos (Pender, 2004). O diagrama de caso de uso modela as expectativas dos usuários para usar o sistema. As pessoas e os sistemas que interagem com o sistema alvo são chamados de atores, e os recursos do sistema que os atores utilizam são chamados de casos de usos. Alguns casos de uso interagem com outros 18

21 casos de usos, em relacionamento modelado por meio de setas de dependência (Pender, 2004). Booch, Rumbaugh, Jacobson (2005) definem que: Os diagramas de caso de uso são aplicados para modelar a visão de caso de uso do sistema. Eles são muitos importantes para visualizar, especificar e documentar o comportamento de um elemento. Esses diagramas fazem com que sistemas, subsistemas e classes fiquem acessíveis e compreensíveis, por apresentarem uma visão externa sobre como esses elementos podem ser utilizados no contexto. As etapas da construção de um diagrama de caso de uso são: Definir o contexto, os atores e casos de uso; Avaliar os atores e casos de uso, para fins de refinamento; Definir os relacionamentos de inclusão; Definir os relacionamentos de extensão; Avaliar atores e casos de uso para oportunidades de generalização (propriedades compartilhadas) DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA O foco do diagrama de sequencia está na identificação de interações entre os objetos com o tempo. O maior benefício do diagrama é que ele ajuda a identificar as mensagens trocadas entre os objetos (Pender, 2004). No diagrama de sequencia a troca de mensagens exige um transmissor e um receptor, um receptor precisa ter uma interface para poder receber uma mensagem. Logo, se uma mensagem tiver que ser enviada de um objeto para outro, o receptor terá de definir uma interface em conformidade com a mensagem (Pender, 2004). Como citado anteriormente, o diagrama de sequência tem o objetivo de mostrar como as mensagens são trocadas entre os objetos no decorrer do tempo para realização de uma operação. Segundo Bezerra (2007) o objetivo do diagrama de sequência é apresentar as interações entre objetos na ordem temporal em que 19

22 elas acontecem. O diagrama de sequência é um diagrama de interação que dá ênfase à ordenação temporal das mensagens. Um diagrama de sequência mostra um conjunto de papéis e as mensagens enviadas e recebidas pelas instâncias que representam os papéis. Use o diagrama de sequência para ilustrar a visão dinâmica de um sistema (Booch, Rumbaugh, Jacobson, 2005) DIAGRAMA DE CLASSE O diagrama de classe é núcleo do processo de modelagem de objetos. Serve para modelar as definições de recursos essenciais à operação correta do sistema. Ele é a origem para geração e também de conversão do código para o modelo (Pender, 2004). O diagrama de classe modela os recursos usados para montar e operar o sistema. Os recursos representam pessoas, materiais, informações, e comportamentos. Os diagramas de classe modelam cada recurso em termos de estrutura, relacionamentos e comportamentos, e a sua notação é surpreendentemente simples. Ele inclui uma série de outras construções de modelagem para abordar a gama de recursos e mecanismos de projeto comuns aos sistemas (Pender, 2004). O diagrama de classes provavelmente é o diagrama mais utilizado da UML. Seu principal objetivo é definir a base para que os outros diagramas apresentem outras visões do sistema. Ele descreve a visão estática do sistema em termos de classes e relacionamentos entre as classes. Com certeza este diagrama é o mais importante em uma documentação de software, onde podemos encontrar as informações sobre métodos, atributos, nome das funções e como serão integradas. Os diagramas de classes são os diagramas encontrados com maior frequência na modelagem de sistemas orientados a objetos. Um diagrama de classes mostra um conjunto de classes, interfaces e colaborações e seus relacionamentos. [...] São usados para fazer a modelagem estática do projeto de um sistema. São importantes não só para a visualização, a especificação e a documentação de modelos estruturais, mas também para a construção de sistemas executáveis por intermédio de engenharia de produção e reversa (BOOCH, RUMBAUGH, JACOBSON, 2005). 20

23 O diagrama de classes se encontra no centro do processo de modelagem de objetos. Ele é o diagrama principal para capturar todas as regras que governam a definição e o uso de objetos. Como o repositório para todas as regras, ele também é a principal fonte para a engenharia direta (transformar um modelo em código) e o alvo para a engenharia reversa (transformar código em um modelo) [...] O diagrama de classes provavelmente é o diagrama mais utilizado da UML (PENDER, 2004) HTML HTML (abreviação para a expressão inglesa HyperText Markup Language, que significa Linguagem de Marcação de Hipertexto) é a linguagem com que se escrevem as páginas web. As páginas web podem ser visualizadas pelo usuário mediante uma aplicação chamada navegador. Podemos dizer portanto, que o HTML é a linguagem usada pelos navegadores para mostrar as páginas webs ao usuário, sendo hoje em dia a interface mais extensa na rede. Esta linguagem nos permite aglutinar textos, imagens e áudios, e combiná-los a nosso gosto. Ademais, e é aqui onde está a sua vantagem em relação aos livros e revistas, o HTML nos permite a introdução de referências a outras páginas por meio dos links hipertextos. O HTML se criou a princípio com objetivos de divulgação. Porém, não se pensou que a web chegaria a ser uma área de ócio com caráter multimídia, de modo que, o HTML se criou sem dar respostas a todos os possíveis usos que lhe dariam posteriormente e ao todo coletivo de gente que o utilizariam no futuro. Entretanto, frente a este deficiente planejamento, com o tempo, foi se incorporando modificações, as quais são os padrões do HTML. Numerosos padrões já se apresentaram (Samy, 2008) CSS CSS é a abreviação para o termo em inglês Cascading Style Sheet, traduzido para o português como folhas de estilo em cascata. Cascading Style Sheets é uma linguagem de estilo, utilizada para descrever a apresentação de um documento escrito em uma linguagem de marcação como HTML, XHTML ou XML. Essas definições são aplicadas a documentos de diversas maneiras, alterando a forma como as informações são apresentadas. (Samy, 2008) 21

24 O CSS é uma linguagem de estilo utilizada para definir a apresentação de documentos escritos em uma linguagem de marcação, o CSS define cores, posicionamento na tela, estilos de linhas, bordas e tudo o mais relacionado à apresentação, A grande vantagem do uso de CSS é de separar a marcação HTML da apresentação do site, em outras palavras, vale dizer que o HTML destina-se unicamente a estruturar e marcar o conteúdo, ficando por conta das CSS toda a responsabilidade pelo visual do documento. (Samy, 2008, p. 50) 2.15 JAVASCRIPT JavaScript é uma linguagem utilizada para implementar as funcionalidades de um sistema auxiliando na interação do usuário com o software, voltado para o desenvolvimento web, com o Javascript podemos criar caixas de diálogos, mensagens de pequenas informações, alterar estilos entre outros implementos.com JavaScript, podemos escrever marcação HTML e inseri-la na marcação de um documento existente. Por exemplo: inserção de data/hora no documento, inserção de uma mensagem de boas-vindas ou, ainda, inserção de conteúdos diferenciados e escolhidos de acordo com o navegador do usuário. Podemos, até mesmo, gerar o HTML completo de uma página web. JavaScript é capaz de definir, alterar e controlar de forma dinâmica a apresentação de um documento HTML, com os aspectos relacionados a cor de fundo textos links, ou mesmo interferir no posicionamento dos elementos HTML de um documento. É possível manipular a folha de estilos associada ao documento criando regras CSS ou anulando regras existentes (Samy, 2010 p. 24) PHP PHP e uma das linguagens mais utilizadas na web, hoje são mais de 10 milhões de sites no mundo inteiro que utilizam PHP a principal diferença em relação às outras linguagens e a capacidade que o PHP tem de interagir com o mundo Web (Niederauer, 2004 pag. 19). PHP é uma linguagem que permite criar sites WEB dinâmicos, possibilitando uma interação com o usuário através de formulários, parâmetros da URL e links. A diferença de PHP com relação a linguagens semelhantes a JavaScript é que o código PHP é executado no servidor, sendo 22

25 enviado para o cliente apenas HTML puro. Desta maneira é possível interagir com bancos de dados e aplicações existentes no servidor, com a vantagem de não expor o código fonte para o cliente. Basicamente, qualquer coisa que pode ser feita por algum programa CGI pode ser feita também com PHP, como coletar dados de um formulário, gerar páginas dinamicamente ou enviar e receber cookies.php também tem como uma das características mais importantes o suporte a um grande número de bancos de dados, como dbase, Interbase, msql, mysql, Oracle, Sybase, PostgreSQL e vários outros. Construir uma página baseada em um banco de dados torna-se uma tarefa extremamente simples com PHP (Niederauer, 2004) MYSQL O Mysql é um banco de dados completo, robusto e extremamente rápido, com todas as características existentes nos principais bancos de dados pagos existentes no mercado Suehring (2002). É atualmente um dos bancos de dados mais populares, com mais de 10 milhões de instalações pelo mundo, devido a sua confiabilidade e compatibilidade com os sistemas operacionais existentes. É importante ressaltar que o Mysql tem um alto poder de execução e armazenamento. Dependendo da plataforma onde será utilizado, suas tabelas poderão armazenar espaços extraordinários, ficando limitados apenas ao hardware em questão. Suehring (2002, p.21) ressalta que o MySql concorre com alguns de seus correspondentes comerciais em muitas áreas. Particularmente em desempenho, escalabilidade e estabilidade, o MySql pode ter um desempenho tão bom ou melhor que seus concorrentes. MySQL é um software de banco de dados que suporta linguagem de consulta de banco de dados chamada de SQL. A SQL é um padrão de comunicação com banco de dados de qualquer tipo, não importado os métodos subjacentes de escrever e ler os dados (Maxfield, 2002, p.37) BANCO DE DADOS De acordo com Elmasri, Navathe (2005, p.3) os bancos de dados se tornaram componentes essenciais no cotidiano da sociedade moderna. No decorrer 23

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE)

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) 1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) Segundo Tonsig (2003), para conseguir desenvolver um software capaz de satisfazer as necessidades de seus usuários, com qualidade, por intermédio de uma arquitetura sólida

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA)

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) Alessandra Lubbe 1 Alexandre Evangelista 2 Jeandro Perceval 3 José Ramiro Pereira 4 Luiz Gustavo Mahlmann 5 RESUMO

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 PERFIL ALUNO Versão 1.0 2014 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

Centro de Agricultura Alternativa CAA Manual do Usuário do Portal Ypadê Balaio Digital Tecnologia em Gestão Ltda ME. Manual do Usuário Portal Ypadê

Centro de Agricultura Alternativa CAA Manual do Usuário do Portal Ypadê Balaio Digital Tecnologia em Gestão Ltda ME. Manual do Usuário Portal Ypadê Centro de Agricultura Alternativa CAA Manual do Usuário Portal Ypadê Montes Claros, 16 de Julho de 2011 Revisão 3 Sumário 1. Apresentação do portal e escopo deste documento... 2 2. Acessando o Portal Ypadê...

Leia mais

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software.

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software. 1 - Sumário 1 - Sumário... 2 2 O Easy Chat... 3 3 Conceitos... 3 3.1 Perfil... 3 3.2 Categoria... 4 3.3 Ícone Específico... 4 3.4 Janela Específica... 4 3.5 Ícone Geral... 4 3.6 Janela Geral... 4 4 Instalação...

Leia mais

Engenharia de Software I

Engenharia de Software I Engenharia de Software I Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br) Bacharelado em Ciência da Computação Aula 05 Material preparado por Fernanda Madeiral Delfim Tópicos Aula 5 Contextualização UML Astah

Leia mais

Processo de garantia da qualidade baseado no modelo MPS.BR. Acadêmico: Anildo Loos Orientador: Everaldo Artur Grahl

Processo de garantia da qualidade baseado no modelo MPS.BR. Acadêmico: Anildo Loos Orientador: Everaldo Artur Grahl Processo de garantia da qualidade baseado no modelo MPS.BR Acadêmico: Anildo Loos Orientador: Everaldo Artur Grahl Roteiro introdução objetivos do trabalho fundamentação teórica desenvolvimento da ferramenta

Leia mais

Unified Modeling Language UML - Notações

Unified Modeling Language UML - Notações Unified Modeling Language UML - Notações Prof. Ms. Elvio Gilberto da Silva elvio@fmr.edu.br UML Ponto de Vista É gerada com propósito geral de uma linguagem de modelagem visual usada para especificar,

Leia mais

Engenharia de Software Questionário sobre Engenharia de Requisitos Resolvido Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante

Engenharia de Software Questionário sobre Engenharia de Requisitos Resolvido Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante 1 - Q193183 ( Prova: FCC - 2011 - TRT - 19ª Região (AL) - Analista Judiciário - Tecnologia da Informação / Engenharia de Software / Análise de Requisitos; Engenharia de Requisitos; ) De acordo com Sommerville,

Leia mais

Anote aqui as informações necessárias:

Anote aqui as informações necessárias: banco de mídias Anote aqui as informações necessárias: URL E-mail Senha Sumário Instruções de uso Cadastro Login Página principal Abrir arquivos Área de trabalho Refine sua pesquisa Menu superior Fazer

Leia mais

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML.

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML. APLICAÇÃO DA ENGENHARIA DE REQUISITOS PARA COMPREENSÃO DE DOMÍNIO DO PROBLEMA PARA SISTEMA DE CONTROLE COMERCIAL LEONARDO DE PAULA SANCHES Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas RENAN HENRIQUE

Leia mais

Codificar Sistemas Tecnológicos

Codificar Sistemas Tecnológicos Codificar Sistemas Tecnológicos Especificação dos Requisitos do Software Sistema de gestão para a Empresa Cliente SlimSys Autor: Equipe Codificar Belo Horizonte MG Especificação dos Requisitos do Software

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

MANUAL PORTAL ACADÊMICO

MANUAL PORTAL ACADÊMICO MANUAL PORTAL ACADÊMICO Sumário Sumário... 2 1. Apresentação... 3 2. Navegação no site da Escola do Legislativo... 4 3. Ministrante... 6 3.1.Cadastro de ministrante... 6 3.2. Preencher os campos... 7 3.3

Leia mais

INTRODUÇÃO. A Claireconference agradece pela escolha!

INTRODUÇÃO. A Claireconference agradece pela escolha! 1 ÍNDICE 1. IMPLEMENTAÇÃO 4 1.1 PAINEL DE CONTROLE 4 1.1.1 SENHA 4 1.1.2 CRIAÇÃO DE USUÁRIOS DO LYNC 5 1.1.3 REDEFINIR SENHA 7 1.1.4 COMPRAR COMPLEMENTOS 9 1.1.5 UPGRADE E DOWNGRADE 10 1.1.5.1 UPGRADE

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

Manual de Utilização do GLPI

Manual de Utilização do GLPI Manual de Utilização do GLPI Perfil Usuário Versão 1.0 NTI Campus Muzambinho 1 Introdução Prezado servidor, o GLPI é um sistema de Service Desk composto por um conjunto de serviços para a administração

Leia mais

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem 2.1 Introdução Caro Pós-Graduando, Nesta unidade, abordaremos o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) que será utilizado no curso: o Moodle. Serão

Leia mais

DMS Documento de Modelagem de Sistema. Versão: 1.4

DMS Documento de Modelagem de Sistema. Versão: 1.4 DMS Documento de Modelagem de Sistema Versão: 1.4 VERANEIO Gibson Macedo Denis Carvalho Matheus Pedro Ingrid Cavalcanti Rafael Ribeiro Tabela de Revisões Versão Principais Autores da Versão Data de Término

Leia mais

Manual do Painel Administrativo

Manual do Painel Administrativo Manual do Painel Administrativo versão 1.0 Autores César A Miggiolaro Marcos J Lazarin Índice Índice... 2 Figuras... 3 Inicio... 5 Funcionalidades... 7 Analytics... 9 Cidades... 9 Conteúdo... 10 Referência...

Leia mais

4 Desenvolvimento da ferramenta

4 Desenvolvimento da ferramenta direcionados por comportamento 38 4 Desenvolvimento da ferramenta Visando facilitar a tarefa de documentar requisitos funcionais e de gerar testes automáticos em uma única ferramenta para proporcionar

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES. Versão 1.0. Visão Transportador

MANUAL DE INSTRUÇÕES. Versão 1.0. Visão Transportador MANUAL DE INSTRUÇÕES Versão 1.0 Visão Transportador 2 Sumário Introdução... 3 Requisitos mínimos... 3 Acesso... 3 Primeiro acesso... 5 Navegando pelo sistema... 6 Menu Perfil... 7 Dados do Fornecedor...

Leia mais

DOCUMENTO DE REQUISITOS

DOCUMENTO DE REQUISITOS 1/38 DOCUMENTO DE REQUISITOS GED Gerenciamento Eletrônico de Documentos Versão 1.1 Identificação do Projeto CLIENTE: NOME DO CLIENTE TIPO DO SISTEMA OU PROJETO Participantes Função Email Abilio Patrocinador

Leia mais

Tópicos em Engenharia de Software (Optativa III) AULA 2. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com (81 )9801-6619

Tópicos em Engenharia de Software (Optativa III) AULA 2. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com (81 )9801-6619 Tópicos em Engenharia de Software (Optativa III) AULA 2 Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com (81 )9801-6619 Engenharia de Software Objetivo da aula Depois desta aula você terá uma revisão sobre o

Leia mais

Documento de Requisitos

Documento de Requisitos UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO Documento de Requisitos Sistema Gerenciador de Atendimento de Chamados Técnicos Grupo: Luiz Augusto Zelaquett

Leia mais

A Linguagem de Modelagem Unificada (UML)

A Linguagem de Modelagem Unificada (UML) Aécio Costa A Linguagem de Modelagem Unificada (UML) Percebeu-se a necessidade de um padrão para a modelagem de sistemas, que fosse aceito e utilizado amplamente. Surge a UML (Unified Modeling Language)

Leia mais

Guia Rápido de Uso. Aqui seguem os tópicos tratados nesse guia, para que você aprenda a usar o Sistema HOT SMS. SUMÁRIO

Guia Rápido de Uso. Aqui seguem os tópicos tratados nesse guia, para que você aprenda a usar o Sistema HOT SMS. SUMÁRIO 1 Guia Rápido de Uso Aqui seguem os tópicos tratados nesse guia, para que você aprenda a usar o Sistema HOT SMS. SUMÁRIO 1 Acesso ao sistema...3 2 Entenda o Menu...4 3 Como enviar torpedos...6 3.1 Envio

Leia mais

GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA

GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA Você deve ter em mente que este tutorial não vai te gerar dinheiro apenas por você estar lendo, o que você deve fazer e seguir todos os passos

Leia mais

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Tópicos de Ambiente Web Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Roteiro Motivação Desenvolvimento de um site Etapas no desenvolvimento de software (software:site) Analise

Leia mais

Produto IV: ATU SAAP. Manual de Referência

Produto IV: ATU SAAP. Manual de Referência Produto IV: ATU SAAP Manual de Referência Pablo Nogueira Oliveira Termo de Referência nº 129275 Contrato Número 2008/000988 Brasília, 30 de outubro de 2008 1 Sistema de Apoio à Ativideade Parlamentar SAAP

Leia mais

Proposta Loja Virtual. Schmitt Tricot

Proposta Loja Virtual. Schmitt Tricot Proposta Loja Virtual Schmitt Tricot Apresentação: Atualmente atuo no mercado de sites e lojas virtuais desde 2010, desenvolvendo novas ideias, trabalhando com agilidade, para sempre atender a todas as

Leia mais

Manual do Usuário Cidadão SIC Serviço de informação ao cidadão

Manual do Usuário Cidadão SIC Serviço de informação ao cidadão Manual do Usuário Cidadão SIC Serviço de informação ao cidadão NOVOSIS 3ª Versão Conteúdo Introdução... 3 Principais recursos:... 4 Para o cidadão:... 4 Para os órgãos públicos:... 4 Como Utilizar o SIC...

Leia mais

Publicação web. Será ativado um assistente de publicação que lhe guiará em todas as etapas a seguir apresentadas.

Publicação web. Será ativado um assistente de publicação que lhe guiará em todas as etapas a seguir apresentadas. Publicação web Pré requisitos: Lista de questões Formulário multimídia Este tutorial tem como objetivo, demonstrar de maneira ilustrativa, todos os passos e opções que devem ser seguidos para publicar

Leia mais

Manual de Navegação Básica. Siga Relacionamento Sou Abrasel - Site

Manual de Navegação Básica. Siga Relacionamento Sou Abrasel - Site Manual de Navegação Básica Siga Relacionamento Sou Abrasel - Site 1 Conteúdo Iniciando a implantação:... 3 para o treinamento no encontro de executivos... 3 Siga Relacionamento... 4 O que é Unidade de

Leia mais

Gerenciador de Multi-Projetos. Manual do Usuário. 2000 GMP Corporation

Gerenciador de Multi-Projetos. Manual do Usuário. 2000 GMP Corporation GMP Corporation Gerenciador de Multi-Projetos Manual do Usuário 2000 GMP Corporation Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 24/08/2004 1.0 Versão inicial do documento Bárbara Siqueira Equipe

Leia mais

Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric

Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric Versão 1.0 Autores Bruna Cirqueira Mariane Dantas Milton Alves Robson Prioli Nova Odessa, 10 de Setembro de 2013 Sumário Apoio 1. Licença deste

Leia mais

Gerenciador Financeiro CITi. Gerenciador Financeiro CITi

Gerenciador Financeiro CITi. Gerenciador Financeiro CITi (Sistema de Gerenciamento Financeiro) Especificação dos Requisitos do Software Gerenciador Financeiro CITi Versão 1.0 Autores: Bruno Medeiros de Oliveira Igor Rafael Medeiros Pedro Araújo de Melo Tiago

Leia mais

Ricardo Roberto de Lima UNIPÊ 2008.1 APS-I. Históricos e Modelagem Orientada a Objetos

Ricardo Roberto de Lima UNIPÊ 2008.1 APS-I. Históricos e Modelagem Orientada a Objetos Históricos e Modelagem Orientada a Objetos Histórico Diversas metodologias e métodos surgiram para apoiar OO. Evolução a partir de linguagens C++ e SmallTalk. Anos 80 Anos 80-90: diversidade de autores.

Leia mais

Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando Alves Rodrigues 2, Silvio Francisco dos Santos 3

Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando Alves Rodrigues 2, Silvio Francisco dos Santos 3 DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA INFORMATIZADO PARA O CONTROLE DE PROCESSOS DA QUALIDADE NA DIRETORIA DE METROLOGIA CIENTÍFICA E INDUSTRIAL DIMCI/INMETRO. Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando

Leia mais

Conteúdo Programático de PHP

Conteúdo Programático de PHP Conteúdo Programático de PHP 1 Por que PHP? No mercado atual existem diversas tecnologias especializadas na integração de banco de dados com a WEB, sendo o PHP a linguagem que mais se desenvolve, tendo

Leia mais

Manual Do Usuário ClinicaBR

Manual Do Usuário ClinicaBR Manual Do Usuário ClinicaBR SUMÁRIO 1 Introdução... 01 2 ClinicaBR... 01 3 Como se cadastrar... 01 4 Versão experimental... 02 5 Requisitos mínimos p/ utilização... 03 6 Perfis de acesso... 03 6.1 Usuário

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - MÓDULO 2 - ANÁLISE DE REQUISITOS DE SOFTWARE APLICATIVO 1. INTRODUÇÃO Entender os requisitos de um problema está entre as tarefas mais difíceis na construção de um software. Na maioria das vezes o cliente

Leia mais

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas.

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas. UTILIZAÇÃO DA UML NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE CONTROLE DE VENDAS E ESTOQUE GILBERTO FRANCISCO PACHECO DOS SANTOS Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas JACKSON LUIZ ARROSTI Discente

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Manual do Usuário Cyber Square

Manual do Usuário Cyber Square Manual do Usuário Cyber Square Criado dia 27 de março de 2015 as 12:14 Página 1 de 48 Bem-vindo ao Cyber Square Parabéns! Você está utilizando o Cyber Square, o mais avançado sistema para gerenciamento

Leia mais

Uma Abordagem usando PU

Uma Abordagem usando PU Uma Abordagem usando PU Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior Referências: Baseada em: Rational Software Corpotation G. Booch, Ivar Jacobson,

Leia mais

Análise de Requisitos

Análise de Requisitos Faculdade de Ciências Sociais de Aplicadas de Petrolina FACAPE Disciplina: Projeto de Sistemas Análise de Requisitos Profª. Cynara Carvalho cynaracarvalho@yahoo.com.br Análise de Requisitos O tratamento

Leia mais

Sumário. Apresentação O que é o Centro de Gerenciamento de Serviços (CGS) NTI? Terminologia Status do seu chamado Utilização do Portal Web

Sumário. Apresentação O que é o Centro de Gerenciamento de Serviços (CGS) NTI? Terminologia Status do seu chamado Utilização do Portal Web Sumário Apresentação O que é o Centro de Gerenciamento de Serviços (CGS) NTI? Terminologia Status do seu chamado Utilização do Portal Web Fazendo Login no Sistema Tela inicial do Portal WEB Criando um

Leia mais

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ACESSO ÀS FERRAMENTAS 9 FUNÇÕES 12 MENSAGENS 14 CAMPOS OBRIGATÓRIOS

Leia mais

Tutorial do Usuário para utilização do Magento e commerce

Tutorial do Usuário para utilização do Magento e commerce Tutorial do Usuário para utilização do Magento e commerce Sumário Introdução...3 Página inicial (Home Page)...3 Criar uma conta ou Entrar (Login)...4 Criar uma Conta...5 Entrar (Login)...6 Minha Conta...7

Leia mais

QUESTÕES PROVA 2 (28 a 44)

QUESTÕES PROVA 2 (28 a 44) QUESTÕES PROVA 2 (28 a 44) 28) A orientação a objetos é uma forma abstrata de pensar um problema utilizando-se conceitos do mundo real e não, apenas, conceitos computacionais. Nessa perspectiva, a adoção

Leia mais

COORDENAÇÃO DE ENSINO A DISTÂNCIA - EaD

COORDENAÇÃO DE ENSINO A DISTÂNCIA - EaD COORDENAÇÃO DE ENSINO A DISTÂNCIA - EaD TUTORIAL MOODLE VERSÃO ALUNO Machado/MG 2013 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 4 2. EDITANDO O PERFIL... 5 2.1 Como editar o perfil?... 5 2.2 Como mudar a senha?... 5 2.3

Leia mais

Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning

Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning www.pwi.com.br 1 Volpe Enterprise Resource Planning Este manual não pode, em parte ou no seu todo, ser copiado, fotocopiado,

Leia mais

Processo de Desenvolvimento Unificado

Processo de Desenvolvimento Unificado Processo de Desenvolvimento Unificado Processo de Desenvolvimento de Software? Conjunto de atividades bem definidas; com responsáveis; com artefatos de entrada e saída; com dependências entre as mesmas

Leia mais

Guia Rápido de Uso. Aqui seguem os tópicos tratados nesse guia, para que você aprenda a usar o Sistema TORPEDO MOBILE. 1 Acesso ao sistema...

Guia Rápido de Uso. Aqui seguem os tópicos tratados nesse guia, para que você aprenda a usar o Sistema TORPEDO MOBILE. 1 Acesso ao sistema... Guia Rápido de Uso Aqui seguem os tópicos tratados nesse guia, para que você aprenda a usar o Sistema TORPEDO MOBILE 1 Acesso ao sistema... 2 2 Entenda o Menu...... 3 2.1 Contatos...... 3 2.2 Mensagens......

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA

APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA ANDRE APARECIDO LEAL DE ALMEIDA Discente da AEMS Faculdades Integradas

Leia mais

Manual do usuário - Service Desk SDM - COPASA. Service Desk

Manual do usuário - Service Desk SDM - COPASA. Service Desk Manual do usuário - Service Desk SDM - COPASA Service Desk Sumário Apresentação O que é o Service Desk? Terminologia Status do seu chamado Utilização do Portal Web Fazendo Login no Sistema Tela inicial

Leia mais

SISTEMA PARA ABERTURA DE CHAMADOS TÉCNICOS GLPI ( GESTÃO LIVRE DE PARQUE DE INFORMÁTICA ) Manual do Usuário

SISTEMA PARA ABERTURA DE CHAMADOS TÉCNICOS GLPI ( GESTÃO LIVRE DE PARQUE DE INFORMÁTICA ) Manual do Usuário SISTEMA PARA ABERTURA DE CHAMADOS TÉCNICOS GLPI ( GESTÃO LIVRE DE PARQUE DE INFORMÁTICA ) Manual do Usuário 1 Apresentação... 3 1- Introdução... 4 2- Acessando GLPI:... 5 3- Abrindo chamado:... 6 3.1-

Leia mais

PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6. Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos

PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6. Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6 Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos Add-on responsável pela integração do SAP Business One com o setor comercial através da internet.

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.

Leia mais

15 Conceitos de Bancos de Dados com o LibreOffice Base

15 Conceitos de Bancos de Dados com o LibreOffice Base Introdução a Informática - 1º semestre AULA 14 Prof. André Moraes Objetivos desta aula: Explorar as propriedades na criação de bancos de dados no LibreOffice Base; Criar e explorar tabelas; Criar e explorar

Leia mais

Assim que o usuário entrar nesta ferramenta do sistema a seguinte tela será exibida:

Assim que o usuário entrar nesta ferramenta do sistema a seguinte tela será exibida: O que é o TDMax Web Commerce? O TDMax Web Commerce é uma ferramenta complementar no sistemas de Bilhetagem Eletrônica, tem como principal objetivo proporcionar maior conforto as empresas compradoras de

Leia mais

INTRODUÇÃO AO AMBIENTE MOODLE DA UFPA. Guia rápido

INTRODUÇÃO AO AMBIENTE MOODLE DA UFPA. Guia rápido INTRODUÇÃO AO AMBIENTE MOODLE DA UFPA Guia rápido A PLATAFORMA MOODLE Moodle (Modular Object Oriented Distance LEarning) é um Sistema para Gerenciamento de Cursos (SGC). Trata-se de um programa para computador

Leia mais

Manual TDMax Web Commerce VERSÃO: 0.1

Manual TDMax Web Commerce VERSÃO: 0.1 Manual TDMax Web Commerce VERSÃO: 0.1 Sumário Visão geral Bilhetagem Eletrônica... 3 1 TDMax Web Commerce... 4 1.1 Requisitos e orientações gerais... 4 2 Acesso... 5 2.1 Como realizar um cadastro usuário

Leia mais

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML.

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML. MODELAGEM ORIENTADA A OBJETOS APLICADA À ANÁLISE E AO PROJETO DE SISTEMA DE VENDAS ALTEMIR FERNANDES DE ARAÚJO Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas ANDRE LUIZ DA CUNHA DIAS Discente da

Leia mais

Cenários do CEL. Acessar ao sistema

Cenários do CEL. Acessar ao sistema Cenários do CEL Acessar ao sistema Permitir que o usuário acesse ao Sistema de Léxicos e Cenários nas seguintes condições: logando-se, quando já estiver cadastrado; ou incluindo usuário independente, quando

Leia mais

Infracontrol versão 1.0

Infracontrol versão 1.0 Infracontrol versão 1.0 ¹Rafael Victória Chevarria ¹Tecnologia em Redes de Computadores - Faculdade de Tecnologia SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) Rua Gonçalves Chaves 602-A Centro 96015-560

Leia mais

Aplicação Web para comércio eletrônico institucional Guilherme CORRÊA¹; Thiago DIAS².

Aplicação Web para comércio eletrônico institucional Guilherme CORRÊA¹; Thiago DIAS². Aplicação Web para comércio eletrônico institucional Guilherme CORRÊA¹; Thiago DIAS². ¹Estudante do curso Análise e Desenvolvimento de sistemas. Instituto Federal de Minas Gerais campus Bambuí. Rod. Bambuí

Leia mais

Usuários. Manual. Pergamum

Usuários. Manual. Pergamum Usuários Manual Pergamum Sumário 1 APRESENTAÇÃO... 1-2 2 CADASTRANDO UM NOVO USUÁRIO/OPERADOR... 2-1 3 UTILIZANDO O MÓDULO DE USUÁRIOS... 3-2 3.1 CONFIGURAÇÃO DE GUIAS NO EXPLORER... 3-3 4 CADASTRO...

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. CURSO: Ciência da Computação DATA: / / 2013 PERÍODO: 4 o.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. CURSO: Ciência da Computação DATA: / / 2013 PERÍODO: 4 o. CURSO: Ciência da Computação DATA: / / 2013 PERÍODO: 4 o. PROFESSOR: Andrey DISCIPLINA: Técnicas Alternativas de Programação AULA: 08 APRESENTAÇÃO Na aula de hoje vamos apresentar e discutir como definir

Leia mais

MANUAL DA PLATAFORMA RESUMO DAS PRINCIPAIS FUNÇÕES DA PLATAFORMA MOODLE, UTILIZADA NO WEBCURSO DA EETAD 1ª edição

MANUAL DA PLATAFORMA RESUMO DAS PRINCIPAIS FUNÇÕES DA PLATAFORMA MOODLE, UTILIZADA NO WEBCURSO DA EETAD 1ª edição MANUAL DA PLATAFORMA RESUMO DAS PRINCIPAIS FUNÇÕES DA PLATAFORMA MOODLE, UTILIZADA NO WEBCURSO DA EETAD 1ª edição Escola de Educação Teológica das Assembléias de Deus Campinas SP Brasil MANUAL DA PLATAFORMA

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

Desenvolvendo para WEB

Desenvolvendo para WEB Nível - Básico Desenvolvendo para WEB Por: Evandro Silva Neste nosso primeiro artigo vamos revisar alguns conceitos que envolvem a programação de aplicativos WEB. A ideia aqui é explicarmos a arquitetura

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

[MANUAL DE INTEGRAÇÃO PARA SITES DE MEMBROS]

[MANUAL DE INTEGRAÇÃO PARA SITES DE MEMBROS] 2011 [MANUAL DE INTEGRAÇÃO PARA SITES DE MEMBROS] Destinado a usuários que desejam vender conteúdo premium, disponível em sites de membros, através da plataforma Hotmart. Versão do documento: 1.0, 11/04/2011.

Leia mais

Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos

Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos Objetivos da disciplina Descrever o processo de Gerenciamento e Engenharia de Requisitos para projetos Treinar alunos no Gerenciamento de Requisitos Apresentar estudos de caso

Leia mais

FAQ Perguntas Frequentes

FAQ Perguntas Frequentes FAQ Perguntas Frequentes 1. COMO ACESSO A PLATAFORMA DE ENSINO?... 2 2. NÃO CONSIGO REALIZAR O MEU CADASTRO NO AMBIENTE VIRTUAL DO MMA.... 4 3. FIZ MEU CADASTRO NO SITE E NÃO RECEBI O E-MAIL DE CONFIRMAÇÃO

Leia mais

Manual de Utilização Moodle

Manual de Utilização Moodle Manual de Utilização Moodle Perfil Professor Apresentação Esse manual, baseado na documentação oficial do Moodle foi elaborado pela Coordenação de Tecnologia de Informação CTI do câmpus e tem como objetivo

Leia mais

Channel. Visão Geral e Navegação. Tutorial. Atualizado com a versão 3.9

Channel. Visão Geral e Navegação. Tutorial. Atualizado com a versão 3.9 Channel Visão Geral e Navegação Tutorial Atualizado com a versão 3.9 Copyright 2009 por JExperts Tecnologia Ltda. todos direitos reservados. É proibida a reprodução deste manual sem autorização prévia

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

1) Existem diferenças entre os painéis da loja virtual? 2) Quais são os tipos de Produtos da loja? 3) Como cadastrar um Produto Simples?

1) Existem diferenças entre os painéis da loja virtual? 2) Quais são os tipos de Produtos da loja? 3) Como cadastrar um Produto Simples? FAQ Loja Virtual 1) Existem diferenças entre os painéis da loja virtual? Sim, há diferenças entre os painéis da loja virtual. Abaixo segue uma imagem exemplificando as diferenças entre os painéis. 2) Quais

Leia mais

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina CTC Centro Tecnológico INE Departamento de Informática e Estatística INE5631 Projetos I Prof. Renato Cislaghi Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

Loja Virtual. O que a loja oferece? Características Disponíveis na Loja Virtual 1. SEO 2. FORMAS DE PAGAMENTO 3. FORMAS DE ENTREGA

Loja Virtual. O que a loja oferece? Características Disponíveis na Loja Virtual 1. SEO 2. FORMAS DE PAGAMENTO 3. FORMAS DE ENTREGA Loja Virtual Agora ficou fácil ter sua própria loja virtual na Internet. Com a Loja Virtual da Global Soft Union, você mesmo monta seu próprio site de comércio eletrônico, totalmente configurável, sem

Leia mais

AQUI SEGUEM OS TÓPICOS TRATADOS NESSE GUIA, PARA QUE VOCÊ APRENDA A USAR O SISTEMA CLUBE TURISMO MOBILE.

AQUI SEGUEM OS TÓPICOS TRATADOS NESSE GUIA, PARA QUE VOCÊ APRENDA A USAR O SISTEMA CLUBE TURISMO MOBILE. GUIA RÁPIDO DE USO AQUI SEGUEM OS TÓPICOS TRATADOS NESSE GUIA, PARA QUE VOCÊ APRENDA A USAR O SISTEMA CLUBE TURISMO MOBILE. 1 Acesso ao sistema...3 2 Entenda o Menu...3 2.1 Contatos...3 2.2 Mensagens...4

Leia mais

Guia Rápido de Utilização. Ambiente Virtual de Aprendizagem. Perfil Aluno

Guia Rápido de Utilização. Ambiente Virtual de Aprendizagem. Perfil Aluno Guia Rápido de Utilização Ambiente Virtual de Aprendizagem Perfil Aluno 2015 APRESENTAÇÃO O Moodle é um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) open source¹. Esta Plataforma tornouse popular e hoje é utilizada

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Gestão da Tecnologia da Informação 3ª Série Programação para Web A Atividade Prática Supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensino-aprendizagem

Leia mais

Documento de Casos de Uso. MC436 Introdução à Engenharia de Software Profª Ariadne Maria Brito Rizzoni Carvalho

Documento de Casos de Uso. MC436 Introdução à Engenharia de Software Profª Ariadne Maria Brito Rizzoni Carvalho Documento de Casos de Uso MC436 Introdução à Engenharia de Software Profª Ariadne Maria Brito Rizzoni Carvalho 1. Índice 2. Introdução 3 3. Descrição dos atores 3 4. Diagrama de caso de uso 4 5. 5.1 5.2

Leia mais

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade;

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; 1 ARQUITETURA E DESIGN DE SOFTWARE O que é Arquitetura? do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; do dicionário: Arte de projetar e construir prédios,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN José Agostinho Petry Filho 1 ; Rodrigo de Moraes 2 ; Silvio Regis da Silva Junior 3 ; Yuri Jean Fabris 4 ; Fernando Augusto

Leia mais

SisLegis Sistema de Cadastro e Controle de Leis

SisLegis Sistema de Cadastro e Controle de Leis Sistema de Cadastro e Controle de Leis Desenvolvido por Fábrica de Software Coordenação de Tecnologia da Informação Pág 1/22 Módulo: 1 Responsável: Desenvolvimento Ti Data: 01/11/2012 Versão: 1.0 Empresa:

Leia mais

Está apto a utilizar o sistema, o usuário que tenha conhecimentos básicos de informática e navegação na internet.

Está apto a utilizar o sistema, o usuário que tenha conhecimentos básicos de informática e navegação na internet. 1. Descrição Geral Este manual descreve as operações disponíveis no módulo VTWEB Client, cuja finalidade é gerenciar cadastros de funcionários, realização de pedidos e controle financeiro dos pedidos.

Leia mais

O Blog do Conhecimento (http://blog.df.sebrae.com.br/ugc), desenvolvido pela UGC, é uma

O Blog do Conhecimento (http://blog.df.sebrae.com.br/ugc), desenvolvido pela UGC, é uma MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO BLOG DO CONHECIMENTO APRESENTAÇÃO O Blog do Conhecimento (http://blog.df.sebrae.com.br/ugc), desenvolvido pela UGC, é uma ferramenta de COLABORAÇÃO que tem como objetivo facilitar

Leia mais

Área de Administração

Área de Administração Área de Administração versão 1.1 Partir de 2012/01/14 aplica-se para a versão phpcontact 1.2.x www.phpcontact.net Geral A área de administração é utilizado para uma fácil configuração do software elaboraçao

Leia mais

1 ACESSO AO PORTAL UNIVERSITÁRIO 3 3 PLANO DE ENSINO 6 4 AULAS 7 5 AVALIAÇÃO E EXERCÍCIO 9 6 ENQUETES 12 7 QUADRO DE AVISOS 14

1 ACESSO AO PORTAL UNIVERSITÁRIO 3 3 PLANO DE ENSINO 6 4 AULAS 7 5 AVALIAÇÃO E EXERCÍCIO 9 6 ENQUETES 12 7 QUADRO DE AVISOS 14 portal@up.com.br Apresentação Este manual contém informações básicas, e tem como objetivo mostrar a você, aluno, como utilizar as ferramentas do Portal Universitário e, portanto, não trata de todos os

Leia mais

BVS Site. Aplicativo para geração de portais BVS. Cláudia Guzzo Patrícia Gaião

BVS Site. Aplicativo para geração de portais BVS. Cláudia Guzzo Patrícia Gaião BVS Site Aplicativo para geração de portais BVS Cláudia Guzzo Patrícia Gaião Gerência de Produção de Fontes de Informação / Projetos e Instâncias da BVS BIREME/OPAS/OMS Biblioteca Virtual em Saúde (BVS)

Leia mais